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USAF manda o F-22 à Coreia

F-22 - foto USAF

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Hoje é primeiro de abril, mas as tensões junto à Coreia do Norte indicam que a notícia não é mentira…

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Segundo reportagem da Fox News publicada nesta segunda-feira, 1º de abril, os Estados Unidos enviaram caças furtivos F-22 à Coreia do Sul para se unir às forças sul-coreanas em exercícios militares, num momento em que a Coreia do Norte avisou que a região entrou num “estado de guerra”.

Uma autoridade norte-americana confirmou à Fox News que os caças F-22 Raptor  da USAF (Força Aérea dos EUA) foram destacados do Japão para a Base Aérea de Osan, na Coreia do Sul. A transferência deu-se no domingo.

Ainda no domingo, pronunciamento das Forças Armadas dos Estados Unidos desdobradas na Coreia do Sul instou a Coreia do Norte a se conter: “A (Coreia do Norte) não vai alcançar nada por meio de ameaças e provocações que vão apenas isolar ainda mais a Coreia do Norte e minar os esforços internacionais para garantir paz e estabilidade ao Nordeste da Ásia”.

F-22 em formação - foto  USAF

No sábado, a Coreia do Norte havia afirmado que suas Forças Armadas iriam “destruir bases dos Estados Unidos por meio de ataques no Continente Americano e nos teatros operacionais do Pacífico, incluindo Hawaii e Guam.” As ameaças são vistas como parte de um esforço para levar o novo governo sul-coreano a mudar sua política frente ao Norte e vencer conversas diplomáticas com os EUA, relacionadas ao recebimento de mais ajuda.

O secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, também anunciou que os Estados Unidos vão reforçar suas defesas contra um potencial ataque de mísseis da Coreia do Norte, adicionando uma dúzia de interceptadores de mísseis aos 26 já posicionados em Fort Greely, no Alaska.

FONTE: Fox News (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: USAF

COLABOROU: Augusto

NOTA DO EDITOR: o subtítulo não consta da matéria original.

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Western Zephyr: o encontro dos Typhoon com os Raptor

8436089638_8e40f85322_b A Eurofighter Typhoon FGR4 taxis down the flightline as two T-38 Talons prepare to take off Jan 30 2013 - Langley

Seis caças Typhoon FGR4 e cerca de 200 membros do Esquadrão 11 da Royal Air Force (RAF), baseados em Coningsby, estiveram na Base Aérea de Langley (Virgínia) para treinar combates dissimilares com os F-22 Raptor da ’1st Fighter Wing’.

Posteriormente, estes mesmos aviões seguiram para Nellis e participaram do exercício “Red Flag”.

FOTO: USAF

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Mudança de Holloman para Tyndall ocorrerá somente no ano que vem

 

F-22 taxiando - foto USAF
Um destacamento de caças F-22 e mais uma equipe de apoio de 200 homens retornaram para a Base Aérea de Holloman (estado do Novo México) semana passada após permanecer nove meses na região do Oriente Médio, informou a ’49th Wing’.

Membros do ’7th Fighter Squadron’ e do ’49th Maintenance Group’ participaram deste destacamento em esquema de revezamento segundo um comunicado emitido pela base em 29 de janeiro. Eles operaram a partir de uma base não identificada na região. O porta-voz da Ala, Arlan Ponder, informou ao ‘Daily Report’ em 31 de janeiro que os caças enviados “são uma demonstração do nosso compromisso com a segurança e a estabilidade regional.”

Ele disse ainda que os F-22 “apoiaram exercícios regionais, atividades militares, cooperação militar regional e melhora nas operações aéreas táticas conjuntas,” durante o tempo em que estiveram fora.

O Daily Democrat de New Hampshire informou que seis F-22 baseados em Holloman passaram uma noite na Base Aérea de Pease em Portsmouth no dia 27 de janeiro, enquanto seguiam para casa.

Holloman deverá perder os seus F-22 como parte do processo de consolidação de caças Raptors, mas fontes oficiais informaram no mês passado que haverá atraso de um ano até que os caças sejam transferidos em caráter permanente para a Base Aérea de Tyndall (no estado da Flórida).

FONTE: Air Force Magazine (tradução e edição, Poder Aéreo a partir do original em inglês)

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Quem tem (MUITA) potência decola assim… (2)

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F-22 com F-35: com mais panorama ao fundo ou em ‘close’, uma bela visão

Não é todo dia que dois modelos de caças de quinta geração voam juntos. Em 19 de setembro, um F-22 baseado em Tyndall e um F-35 de Eglin, ambas bases da Flórida (EUA), se encontraram sobre a costa do belo estado norte-americano.

Na nossa opinião, essa pode ser considerada a  mais bela foto da “sessão” tirada na ocasião, dentre as que foram divulgadas pela Força Aérea dos EUA (USAF). Por isso trazemos aqui tanto completa, mostrando um pouco mais do panorama local, quanto em “close” (ampliada), em que se destacam as linhas dos dois caças.

Clique nas imagens para ver em tamanho maior.

FOTO: USAF

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F-22: problema resolvido (será?)

Após meses de testes dos componentes do sistema de suporte à vida dos caças F-22 Raptor, militares estão confiantes de que realmente solucionaram os problemas fisiológicos inexplicáveis do avião que causaram diversos incidentes e até mortes com queda de aeronave, informou o diretor de operações da USAF no último dia 31 de julho em uma entrevista coletiva no Pentágono.

O secretário de Defesa Leon E. Panetta aprovou na semana passada um levantamento gradual das restrições ao voo do F-22.

O brigadeiro Charles W. Lyon, designado pelo Secretário da Força Aérea Michael B. Donley em janeiro para liderar uma força-tarefa de investigação, disse na entrevista coletiva que as mangueiras de oxigênio domiciliar, os pontos de engate rápido e de vez em quando, a vasilha do filtro de ar, são as causas básicas dos inexplicáveis incidentes fisiológicos em que alguns pilotos queixaram-se de sintomas de hipóxia.

Oficiais da Força Aérea utilizaram câmaras de altitude intensivamente e protocolos de centrifugação para isolar variáveis, disse o general. Eles também analisaram milhares de amostras de gases, voláteis e semi-voláteis, sólidos e líquidos, e compararam com os dados para padrões de risco ocupacional.

A frota permaneceu no chão por cinco meses do ano passado, realizou cerca de 8.000 saídas, totalizando mais de 10.000 horas de vôo desde o seu último inexplicável incidente relatado em março, disse Lyon.

Panetta autorizou a implantação de um esquadrão de aeronaves F-22 na Base Aérea de Kadena, Japão, impondo restrições de altitude e usando a rota norte do Pacífico. Após a conclusão dessa missão, a Força Aérea provavelmente vai aprovar a maioria dos vôos de longa duração, informaram os funcionários.

FONTE: U.S Air Force

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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A Força Aérea dos EUA acredita que ela está próxima de identificar a razão pela qual os pilotos dos seus preciosos caças F-22 as vezes sofrem um déficit de oxigênio durante o vôo, relatou um brigadeiro nesta quinta-feira.

O problema levou a Força Aérea a manter a aeronave no solo (“groundear”) por um período em 2011 e o secretário de Defesa, Leon Panetta, no mês passado ordenou novas restrições de voo depois que o programa “60 Minutes” da CBS foi ao ar com entrevistas de pilotos de F-22 que se queixaram sobre o problema de oxigênio.

O general Charles Lyon, encarregado de liderar a equipe que gerencia o misterioso problema, disse em uma entrevista à Associated Press que é provável que os sintomas dos pilotos são causados ​​por restrições na sua respiração anteriormente desconhecidas .

“Nós não estamos prontos para declarar vitória ainda”, disse ele, mas esta é a primeira vez que a Força Aérea afunila as possibilidades. Lyon disse que também está perto de descartar uma outra teoria: que os contaminantes foram para os pulmões do piloto, através do sistema de fornecimento de oxigênio que está ligado por uma mangueira de seus capacetes de voo.

Lyon disse que está satisfeito, depois de extensos testes, que não há contaminantes nocivos se movendo através do sistema de oxigênio. Ele é o diretor de operações do ‘Air Force Combat Command’ e vem liderando o time de trabalho no F-22 desde janeiro.

Lyon disse que a raiz do problema, o que fez com que alguns pilotos F-22 sentissem tonturas e outros sintomas de hipóxia, ou privação de oxigênio, pode estar relacionado com duas questões:

-Funcionamento inadequado dos coletes do traje anti-G dos pilotos. Lyon disse que o colete do traje, por vezes sem enche inadvertidamente e sem o conhecimento dos pilotos. Isso torna a respiração dos pilotos mais difícil. A Força Aérea na última sexta-feira parou de usar os coletes e vai modificá-los antes de devolvê-los para uso no F-22, disse Lyon. Entretanto, a Força Aérea baixou o limite da altitude máxima que o F-22 pode voar, já que os coletes são destinados a proteger os pulmões dos pilotos em caso de uma súbita perda de pressão de ar da cabine em altas altitudes.

-A mangueira e os conectores de mangueira que fazem parte do sistema de fornecimento de oxigênio vazaram um pouco, restringindo ainda mais a quantidade de oxigênio enviado para os pulmões do piloto.

Lyon disse que testes adicionais serão feitos antes que a Força Aérea diga com certeza de que estas restrições são a raiz do problema.

Na entrevista a AP, Lyon reconheceu que tinha elevado o número de incidentes relacionados com hipóxia desde que o F-22 retornou aos voos em setembro do ano passado. Ele disse que houve 11 incidentes desse tipo de setembro a março. Mas, desde então, durante um período em que o F-22 voou cerca de 6.000 horas, não houve nenhuma, Lyon disse.

“A linha de tendência é muito positiva”, disse o brigadeiro.

Lyon disse que informou altos funcionários do Pentágono e funcionários do Congresso esta semana, incluindo as equipes de Warner e Kinzinger, em todos os aspectos do seu trabalho para resolver o problema F-22.

FONTE: The Washington Post

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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Estaria o F-22 deixando seus pilotos doentes?

Dois pilotos de F-22 falam sobre os problemas relativos ao sistemas de suporte à vida (incluindo o OBOGS) da aeronave em uma entrevista para o programa norte-americano “60 minutes”. A rede de TV CBS, em seu site, divulgou estes três vídeos sobre a entrevista.

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Casos são raros, mas alguns pilotos se negaram a voar o F-22 devido a problemas no sistema de suporte à vida

 

Um problema recorrente com o sistema de oxigênio de emergência do Lockheed Martin F-22 Raptor, que tem mantido o caça no chão, levou alguns pilotos a optar por deixar de voar no caça de quinta geração, conforme informado dada na quinta-feira, 3 de maio, 2012 pela rádio KPCC-FM, pelo Los Angeles Times, pela ABC News e outros meios de comunicação.

Correndo o risco de enfrentarem problemas na carreira ou mesmo serem dispensados da Força Aérea, alguns pilotos altamente treinados e capacitados estão se negando a subir na cabine do F-22.

Além de pilotos preocupados, os críticos do programa reclamam que os US $ 79 bilhoes gastos até aqui para a produção de 195 aeronaves, a um custo US $420 milhões por avião, são um desperdício de dinheiro do contribuinte. O senador John McCain está entre aqueles que atacam o projeto, que tem sido um elefante branco para o contratante de defesa Lockheed Martin, agora propriedade da Boeing (sic).

O senador McCain mostrou seu desprezo pelo hardware caro em uma entrevista ao repórter investigativo Brian Ross, da ABC News, dizendo sarcasticamente: “não há nenhum propósito, nenhuma missão no Afeganistão ou no Iraque, a menos que você acredita que al-Qaeda vai ter uma frota de aeronaves. ” Como um veterano piloto de caça, o senador pelo Arizona deve compreender essas questões.

Os aviões foram ‘groundeados’ em 3 de maio de 2011, depois de um F-22 caiu no Alasca, em 16 de novembro de 2010 matando o capitão Jeffrey Haney, que estava pilotando o avião quando ele perdeu contato com controle de tráfego aéreo, aparentemente, desmaiado por falta de oxigênio.

O F-22 recebeu a restrição de voo somente abaixo de 25.000 pés enquanto o sistema de geração de oxigênio era inspecionado. Depois de cinco casos de pilotos que sofreram de hipoxia e descompressão, especialistas em segurança também dirigiram sua atenção para os sistemas de suporte de vida do avião, o que levou um comentarista a chamar a cara aeronave de “um limão e um peru.”

Embora sejam frequentemente vistos em shows aéreos, ou em sobrevoo de funerais de altos funcionários, o avião nunca voou em combate.

O jato bimotor altamente manobrável tem um enorme poder e desempenho, tendo a capacidade de voar a velocidades supersônicas sem usar pós-combustão. Tem uma velocidade máxima estimada de 1.500 quilômetros por hora, um alcance de 1.840 milhas, um teto operacional de 65.000 pés e uma variedade de armas, mísseis e aviônicos sofisticados.

Apesar desses números, alguns membros do Congresso têm repetidamente tentado cancelar o projeto em uma base bipartidária, mas os defensores do contrato sempre prevaleceram. Os aviões foram introduzidos no serviço ativo em 15 de dezembro de 2005, dando oportunidades para que eles sejam utilizados em zonas de guerra. Isso nunca aconteceu.

No final de outubro de 2011, a Lockheed Martin foi premiada com um contrato de 24 milhões dólares adicionais para descobrir a causa da dificuldade do sistema de oxigênio, e executar outras funções de manutenção, mas a questão tem sido difícil. Alguns estão até começando a duvidar que ele possa ser corrigido.

Nos últimos três meses de 2011, a Força Aérea informou que ocorreram 14 episódios em que os pilotos tiveram “incidentes fisiológicos” desde que os F-22 retornaram à operação e que aparentemente foram causados ​​pela falta de oxigênio.

Mais recentemente, no início deste ano, a Força Aérea declarou em 13 de janeiro de 2012, que toxinas entram na aeronave pelo sistema de controle ambiental e, associado ao OBOGS, causam sintomas semelhantes a hipoxia em pilotos e no pessoal de manutenção de aeronaves, entre abril e setembro de 2011.

O relatório não identifica conclusivamente a causa do problema. Até abril de 2012, sete acidentes graves ocorreram com dois pilotos mortos. Desde a reorganização do F-22 em setembro de 2011, 11 casos de relatos de sintomas de hipoxia foram registrados.

Ainda recentemente, em 2 de maio de 2012, o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, brigadeiro Norton Schwartz, disse que o F-22 vai desempenhar um “papel de destaque” no futuro por sua “capacidade de alcançar e atingir qualquer alvo na Terra, juntamente com outras capacidades de poder aéreo, transmitindo uma sensação de vulnerabilidade a potenciais adversários e supostos agressores. ”

Pode até ser, mas isso exigirá pilotos dispostos a voar o F-22 Raptor, e mesmo aqueles da elite pensarão duas vezes. Eles estão preocupados com o fato da falta de oxigênio levar à hipoxia, que pode causar tonturas, desmaios e acidentes fatais.

A Força Aérea não revelou quantos dos seus 200 pilotos de F-22, destacados em sete bases militares em todo o país, se recusaram as ordens a eles atribuídas. Mas uma autoridade da Força Aérea disse que isso não acontece com muita frequência.

O brigadeiro de quatro estrelas da reserva, Richard E. Hawley, ex-piloto de F-15 e comandante em Langley Air Force Base (Hampton, Virginia) não acredita que alguém se recusaria a voar em um avião tão avançado. Como ele diz: “É chocante para mim como piloto de caça e ex-comandante do Air Combat Command que um piloto que se recuse a entrar naquele avião”.

Não é tão chocante assim quando se recorda de um velho ditado de aviador: “há velhos pilotos e há pilotos valentes, mas não há velhos pilotos valentes”.

FONTE: Examiner

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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USAF planeja configurações comuns entre os caças F-22 e F-15C

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Autoridades da USAF também falaram a parlamentares dos EUA sobre as reduções das frotas, que afetam a Guarda Aérea Nacional e a reserva, e justificaram a extensão da vida do F-16 e desativação de parte dos A-10

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Em depoimento realizado dia 6 de março em Washington ao Subcomitê de Defesa da Câmara, o secretário da Força Aérea dos EUA (USAF) Michael Donley, juntamente com o chefe de Estado Maior da USAF Gen. Norton Schwartz, destacaram os esforços de modernização da Força. Entre eles, está o foco em configurações comuns entre aeronaves, como vem ocorrendo nas frotas de C-5 Galaxy e C-17 Globemaster III e os esforços em andamento para a busca de configurações comuns nas frotas de F-22 Raptor e F-15C Eagle.

Essas comunalidades visam diminuir as necessidades apoio e manutenção das frotas. Essa é uma das prioridades da modernização de aeronaves da USAF, preocupação que é significativa “especialmente devido à idade das frotas dos aviões e as novas tecnologias, que desencadeiam a necessidade de investimentos”, disse Donley.

Outras prioridades incluem o bombardeio de longo alcance, o avião de reabastecimento em voo KC-46A, além de programas chave em espaço e ISR (inteligência, vigilância e reconhecimento). Segundo Donley, todos são vitais para o futuro. Para tornar esses esforços possíveis, Schwartz disse que a USAF quer desativar aproximadamente 230 caças, aviões de transporte e de ISR no ano fiscal de 2013, dentro de um total de 286 aeronaves que deverão ser desativadas  pelo Plano de Defesa dos próximos anos.

Segundo Schwartz, “como parte da orientação estratégica de defesa, estamos estruturando nossa força para ser ágil e dar o retorno esperado, mesmo aceitando o risco associado de ter uma força de tamanho menor. Nós planejamos que as metas de desativações conseguirão economizar um total de 8,7 bilhões de dólares no período planejado, recursos que poderão ser aplicados na estratégia de modernização.”

A USAF também está enfatizando o uso de capacidades multitarefa que proporcionam flexibilidade dentro do espectro de um conflito, segundo Donley. Ele destacou como exemplo de multitarefa o C-130 Hercules, assim como as escolhas da USAF na estrutura da força de caças, o que inclui uma frota menor de A-10 Thunderbolt II e planos para uma extensão da vida útil do F-16 Fighting Falcon.

Esse ajuste no número de aeronaves faz parte de uma visão holística e interestadual para a estrutura das forças da Guarda Aérea Nacional e da Reserva da Força Aérea, disse Schwartz: “Claramente, a vitalidade e a efetividade da USAF é dependente da força como um todo. Assim, as lideranças tanto dos componentes ativos como de reserva trabalharam de forma próxima em todasa as deliberações que afetassem a força no seu todo.”

 FONTE / FOTOS: USAF

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Sem terem sido usados nas guerras do Afeganistão, do Iraque e da Líbia, os F-22 já se envolveram em sete grandes acidentes

 

Por W.J. Hennigan

O capitão Jeff “Bong” Haney voltava para a base no seu caça F-22 Raptor, cortando a noite gélida do Alasca numa velocidade ultrassônica de mais de 1.600 km/h, quando as coisas começaram a dar errado.

Embrulhado em roupas de frio volumosas para protegê-lo das temperaturas extremas, o piloto da Força Aérea puxou para trás a alavanca de controle a 38.400 pés (11.520 metros) para ganhar altitude. Haney percebeu então que o avião começava a fugir do seu controle.

Uma luz de alarme verde reluziu através de seus óculos de visão noturna, alertando-o de que uma parte do avião estava ficando superaquecida. Quase instantaneamente, os computadores de bordo do F-22 detectaram um vazamento de ar no compartimento do motor e começaram a fechar automaticamente vários sistemas – incluindo o suprimento principal de oxigênio.

Lutando para respirar, Haney desativou os alimentadores de combustível e começou a baixar o avião para o vale coberto de neve abaixo. Cerca de 35 segundos depois, o avião começou a virar de ponta cabeça. Ele não conseguiu reverter. Ali, no meio das Montanhas Talkeetna, ao norte de Anchorage, Haney, de 31 anos, acidentou-se e morreu.

O desastre foi mais um episódio lamentável para o polêmico jato F-22 fabricado pela Lockheed Martin Corp., em serviço desde 2005 sem nunca ter entrado em combate, apesar dos conflitos no Iraque, Afeganistão e Líbia. O avião, o caça mais caro das Forças Armadas americanas, continuou a apresentar problemas – especialmente em seus sistemas de oxigênio. Novos detalhes de um relatório da Força Aérea chamaram a atenção para o desastre de novembro de 2010 e levantaram questões sobre o F-22.

Antes mesmo do acidente fatal no Alasca, houve várias queixas de pilotos de que os sistemas de oxigênio do jato não levavam ar suficiente aos pilotos – o que causava uma sensação de confusão em voo. Em virtude disso, toda a frota de F-22 ficou em terra por quase cinco meses a partir de maio. Mas mesmo depois dessa determinação ser levantada, os investigadores ainda não tinham respostas para as falhas.

De meados de setembro em diante, quando a ordem foi levantada, a Força Aérea detectou 14 episódios em que pilotos experimentaram “incidentes psicológicos” que podem ter sido causados por falta de oxigênio.

A Força Aérea gastou meses enfrentando as questões no sistema de oxigênio com inspeções, treinamento adicional e equipamentos de proteção aprimorados. A instituição tem também um conselho consultivo científico e um conselho de investigação de segurança estudando o assunto. O estudo foi inicialmente programado para ser concluído em novembro, mas agora se espera que seja concluído até março.

Especialistas tinham esperança de que um ano de investigação sobre o desastre no Alasca forneceria novos insights sobre os problemas do sistema de oxigênio. Mas a Força Aérea concluiu pela culpa de Haney, um de seus melhores pilotos, porque ele estava demasiado confuso por sua incapacidade de respirar e não acionou o sistema de oxigênio de emergência do F-22.

O relatório provocou muitos debates sobre se a Força Aérea transformou Haney, um piloto experiente e premiado, num bode expiatório para escapar das críticas ao F-22. Haney “mais provavelmente experimentou uma sensação semelhante à sufocação”, diz o relatório. “Essa foi provavelmente a primeira experiência (de Haney) nessa situação exigente do ponto de vista fisiológico.”

Para se salvar e salvar o avião, Haney deveria ter se inclinado e, com uma mão, puxado um anel verde do tamanho de um dólar de prata embaixo do seu assento, no lado de sua nádega esquerda, para acionar o sistema de emergência, segundo o relatório.

“É preciso um puxão de 18 quilos para acionar o sistema de emergência. Isso é muito exigente para alguém que ficou quase um minuto sem ar, voando acima da velocidade do som e usando um roupa de frio volumosa”, disse Michael Barr, ex-piloto de caça da Força Aérea e ex-agente de investigação de acidentes. “Seriam necessários esforços sobre-humanos para o piloto salvar aquele avião”, disse ele. “A causa inicial desse acidente foi um mau funcionamento do avião. Não do piloto.”

Barr disse que a Força Aérea culpou Haney porque as altas patentes militares não querem mais críticas ao programa do F-22, que custará estimados US$ 77 bilhões e cuja necessidade foi colocada em questão antes mesmo de seu primeiro voo de teste. “Eles já sofreram toda a pressão que suportariam”, disse Barr. “Pagaram muito dinheiro por um avião que não funciona.”

Enquanto todos os outros aviões de guerra do arsenal americano foram usados para atingir alvos no Iraque, Afeganistão e Líbia, o F-22 foi usado somente em missões de teste. Mesmo assim, pilotos de F-22 tiveram sete grandes acidentes com duas mortes, incluindo a de Haney.

Cada um desses aviões com asas em losango custa US$ 143 milhões. Computando custos com atualizações, pesquisa e desenvolvimento, o governo americano calcula que o custo de cada F-22 para o contribuinte sube para US$ 412 milhões.

A despeito de seus problemas, o avião é considerado o caça mais avançado do mundo. Tem motores avançadíssimos com bocais reguladores de empuxo que se movem para cima e para baixo, tornando-o extremamente ágil.

Duas décadas atrás, durante a Guerra Fria, o governo americano planejava comprar 648 desses caças, por US$ 139 milhões cada, para combater jatos inimigos em batalhas aéreas. Mas a encomenda do governo foi sendo adiada até 2009, quando o secretário de Defesa, Robert Gates, fechou a compra de 188 unidades.

Um F-22 pode atingir velocidades supersônicas sem utilizar pós-combustores, o que o capacita a voar mais rápido e mais longe. Ele também vem equipado com radares e sensores de última geração, que permitem que o piloto identifique, rastreie e dispare em um avião inimigo antes de o aparelho ter detectado o F-22. A Força Aérea diz que o avião é fundamental para manter o domínio aéreo mundial.

FONTE: Los Angeles Times via Estadão

A Força Aérea dos EUA tornou público um relatório muito aguardado sobre a morte de um piloto que caiu no deserto do Alasca em um jato militar de caça F-22 Raptor. Um conselho de investigação de acidentes da Força Aérea emitiu um relatório que disse que o capitão Jeff “Bong” Haney, 31, cometeu um erro quando seu F-22 caiu perto da base conjunta de Elmendorf-Richardson, durante uma missão de teste à noite, em novembro de 2010.

Investigadores chegaram a essa conclusão, apesar de descobrirem que houve um problema na sangria de ar do motor, que causou o desligamento automático de vários sistemas – incluindo o fornecimento de oxigênio principal – e cortou o ar para a máscara de Haney.

O relatório concluiu que o fornecimento de oxigênio de Haney foi interrompido automaticamente após os computadores de bordo do F-22 detectarem um vazamento do ar sangrado do motor. Quando isso aconteceu, o sistema desligou o sistema de oxigênio para se proteger de danos adicionais, como projetado.

Para salvar a si mesmo e o avião, Haney deveria ter acionado um “sistema de oxigênio de emergência”, puxando um anel verde localizado sob seu assento abaixo de sua coxa esquerda ou simplesmente tirar sua máscara fora, disse o relatório.

Ao invés disso, Haney, que estava voando na velocidade do som sobre um vale coberto de neve, tentou diminuir a velocidade e começou a descer, numa tentativa de obter ar, disse o relatório. Como isso não funcionou, Haney ficou desorientado e seu avião começou a rolar e entrou num mergulho não intencional, do qual ele não conseguiu sair, segundo o relatório.

A “atenção canalizada” de Haney para tentar obter oxigênio através de sua máscara em vez de acionar o sistema de emergência, levou a fatores que contribuíram para o acidente, disse o relatório. Haney, conhecido por ser um piloto de caça altamente qualificado, caiu a cerca de 138 quilômetros ao norte da base nas Montanhas Talkeetna, disse a Força Aérea.

FONTE: LA Times; TRADUÇÃO/ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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O último dos Raptors

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O fim de uma era para a Lockheed em Marietta está chegando. Na próxima terça-feira o 195º e último caça F-22A Raptor sairá da linha de montagem da fábrica.

Apesar de manter sua coroa como o “caça dos caças”, o Raptor tornou-se vítima de “fogo amigo” dos falcões de Orçamento do Congresso e do Pentágono. A administração Obama deu o golpe final.

Os críticos há muito se queixam do alto custo do avião (cerca de 140 milhões dólares por avião), e muitos têm argumentado não há missão clara para o Raptor, agora que a Guerra Fria acabou. E é claro que há pouco ou nenhum papel para o Raptor na batalha contra o terrorismo. Ele não foi empregado sobre o Iraque e nem no Afeganistão.

Defensores do Raptor, por outro lado, afirmam que a China comunista tem uma mentalidade expansionista e está construindo um exército enorme. Eles também lembram que a China e a Rússia possuem agora projetos de aviões furtivos como o Raptor.

A Lockheed ganhou o contrato para construir o F-22 em abril de 1991 após uma árdua disputa de cinco anos. Um título muito grande em cima da página do The Marietta Daily Journal do dia seguinte da vitória anunciava, “nós vencemos!” A primeira página inteira, e mais da primeira seção do jornal, foram dedicados a cobertura do anúncio.

O primeiro vôo do F-22 ocorreu em 07 setembro de 1997, uma manhã de domingo. No comando o piloto de teste Paul Metz.

Blackwell, na época vice-presidente da Lockheed, continua a ser um árduo defensor do avião que ele ajudou a nascer. “O F-22 não tem apenas uma aeronave da Guerra Fria”, argumenta ele. “Sim, ele pode abater qualquer inimigo no céu, mas também foi projetado para destruir mísseis SAM”, tornando os céus seguros para os aviões dos EUA.

Inicialmente a Lockheed esperava construir mais de 1.400 Raptors, mas a Marinha retirou-se do programa pouco tempo depois da assinatura do contrato. Ao longo do seu desenvolvimento as encomendas foram sistematicamente reduzidas e a empresa foi proibida de realizar vendas no exterior para compensar a diferença.

Embora os dois protótipos do YF-22 tenham sido montados em Palmdale (Califórnia) na década de 1980, todos os Raptors de teste, pré-produção e aeronaves de produção foram construídos em Marietta.

FONTE: The Marietta Daily Journal

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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Raptor no HUD e na tela do Rafale

Segundo a Flight Global, a francesa Dassault está aproveitando o LIMA 2011 air show, na Malásia, para divulgar flagrantes de um aparente combate entre o Rafale e o F-22 Raptor norte-americano.

Uma das imagens já havia sido veiculada antes, e viria de uma espécie de “encontro entre amigos” ocorrido em 2009 sobre a Base Aérea de Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos. As imagens foram mostradas como parte da promoção do sistema de sensores optrônicos frontais (Front Sector Optronics – FSO) do Rafale, fornecido pela Thales e concebido para ter um sensor IR integrado (para mais informações, clique no segundo link da lista abaixo).

FONTE / IMAGENS via Flight Global

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Segundo informe do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, a Lockheed Martin está recebendo um contrato no valor de 7,4 bilhões de dólares para a modernização dos caças F-22. O contrato não detalha nem os prazos nem a quantidade de aeronaves, apenas o valor a não ser excedido (US$ 7,4 bilhões), sendo do tipo “indefinite-delivery/indefinite-quantity”.

Trata-se do desenvolvimento de atualizações (upgrades) de sistemas para requerimentos existentes, incorporação de novos requerimentos, de capacidades adicionais e de melhoria do desempenho do sistema de armas F-22. A atividade de contratação da Lockheed Martin, a única solicitada e também a única a submeter proposta, está a cargo do “HQ Aeronautical Systems Center ASC/WWUK, Fighter Bomber Directorate” da Base Aérea de Wright Patterson, de Ohio.

FONTE: Depto de Defesa dos EUA  FOTO: USAF

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