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Medindo o desempenho da tecnologia Stealth

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F-35A Lightning Iançando míssil AMRAAM

Para os países além dos EUA que estão comprando o F-35 Joint Strike Fighter da Lockheed Martin, será sua primeira experiência na operação de aeronaves furtivas.

Desde que o desenvolvimento da aeronave começou há 18 anos, a tecnologia de radar avançou e o debate sobre o valor da furtividade aumentou.

Agora, várias nações selecionaram o F-35 em competições abertas, citando, em parte, a capacidade de combate permitida pela baixa observabilidade.

A revista Aviation Week reexaminou os fundamentos da furtividade para verificar se ela fornece uma vantagem sobre os radares adversários mais recentes.

Os números apresentados são apenas estimativas, mas são baseados em fórmulas estabelecidas e em dados públicos de fabricantes e engenheiros especializados.

Os números comprovam a vantagem contínua de caças furtivos, que podem permanecer sem serem detectados até que estejam dentro do alcance das armas, mesmo contra radares de controle de tiro de ponta. Esses números sugerem que a furtividade continua sendo um forte contribuinte para a capacidade de sobrevivência contra sistemas de armas de ponta.

Grandes caças de quarta geração, como o F-15, Su-27 e Tornado, têm seções transversais de radar (RCS) de 10 a 15 m2. Os caças F-16 e os de geração 4.5 – Typhoon, Rafale, Su-35 e Super Hornet –  acredita-se que estejam entre 1 a 3 m2.

Sukhoi Su-35

As RCSs do F-35 e F-22, por sua vez, são iguais a uma bola de golfe e gude, respectivamente. Com base nas alegações da Sukhoi de que seu Su-35 pode detectar alvos de 3 m2 a 400 km em uma busca de potência máxima em ângulo estreito, a Aviation Week estimou a que distância o Su-35 pode detectar os caças stealth. Observe que o alcance de detecção em uma busca padrão é metade desse valor.

Já a Almaz-Antey diz que o radar de controle de tiro 92N6E “Gravestone” do S-400 pode detectar um alvo de seção transversal de radar de 4m2 a 250 km. Com base nesse dado, a Aviation Week estimou seu alcance de detecção contra aviões de combate modernos.

S-400 Triumf

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CelsoTopolkaleuFligth_FalconCarlos Gallani Recent comment authors
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JPC3
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JPC3

Olhando o gráfico diria que não acredito que um Sukhoi consiga detectar um F-15 a 500 ou 600 km de distância. Se for assim poderia detectar um b-52 a mais de 1.200km….

Simplesmente não dá.

Observador
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Observador

Pois eh… Na próxima atualização do radar, dirão que ele é capaz de saber quantos F-22 escoltarão Tramp de Washington a Camp David, lá de Moscou sem nem levantar vôo.😂

José
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José

Colegas mas também não subestimem, o su-35 é um excelente caça pois sua aviônica é do su-57..

Antoniokings
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Antoniokings

Prezado JPC3.
B52s já eram detectados e derrubados com eficiência pelos antigos sistemas SAM no Vietnã do Norte.

Mauricio R.
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Na Linebacker II, esses mesmos sistemas SAM apanharam durante 4 dias seguidos.
Não tinham mais munição para a AAA.
Não havia mais tantos mísseis.
Surra aplicada pelas B-52.

Bosco
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Bosco

Os antigos B-52 não passavam de B-29 com motores a jato. Para lançar suas bombas burras tinham que passar sobre os alvos a 10 mil metros de altura e não eram dotados nem de lançadores de chaffs. As poucas defesas era completamente precárias já que os B-52 era preparados para atacar a URSS com mísseis Hound Dog com 1500 km de alcance. Não há mérito nenhum na AA norte vietnamita em atingir alguns. Mérito tinha a corajosa tripulação dos bombardeiros em enfrentar o inferno na Terra. Hoje é diferente. Os B-52 são preparados para penetrar em baixa altitude, possuem sistema… Read more »

Leandro Costa
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Leandro Costa

Não foi tão simples assim. Hanói era o espaço aéreo mais bem defendido do Mundo na época da Linebacker II. Não vou tirar nenhum mérito dos operadores de SA-2 Vietnamitas, que souberam se adaptar à uma situação inesperada e conseguiram abater 15 bombardeiros insubstituíveis, mas haviam dois grandes problemas com a utilização dos B-52 inicialmente: 1) Apenas os B-52D utilizavam as últimas versões dos ECM, que realmente eram bastante eficazes contra os radares diretores de tiro dos ‘Guideline,’ fazendo com que os B-52G ficassem extremamente vulneráveis. 2) As táticas utilizadas e impostas às unidades de B-52 pelo alto comando do… Read more »

Rafael M. F.
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Rafael M. F.

Um dos likes recebidos foi meu, e faço questão de declarar.

Rafael M. F.
Visitante
Rafael M. F.

Não sabe do que fala. Apenas 16 B-52 foram derrubados na Linebacker II, de 207 empregados…

Isso porque voaram mais de 1500 surtidas, e lançaram mais de 15.000 toneladas de bombas.

João Moro
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João Moro

O SU não detectaria o F-15 a 500 km pois seu radar só detecta até 400 km. Acredito que seja só teoria do analista essa suposição de detectar a 500 km ou mais.

Kemen
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Kemen

Mas também tem muita coisa ai do F-35 não mencionada e certamente a favor do F-35 entretanto as distancias estão mais ou menos corretas, se o F-35 portar além das 4 armas internas as externas a sua furtividade decresce, se levar tanques de combustivel também. Acho interesante calcular as distancias de detecção, já fiz contas tempos atras, quando na rede começaram a falar do F-35 como avião “invisivel”, depois de algum tempo começou a aparecer o termo “furtivo” mais correto.

kaleu
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kaleu

Essa fantasia de detectar caças a 400 km precisa ser explicada e há uma boa dica no próprio texto onde lemos: “Com base nas alegações da Sukhoi de que seu Su-35 pode detectar alvos de 3 m2 a 400 km em uma busca de potência máxima em ângulo estreito…” Traduzindo : A detecção de um alvo a 400 km depende de grande emissão de energia eletromagnética em um ângulo muito estreito, ou seja focado em um determinado “ponto” na vastidão do céu. Primeiro que “acertar” esse ponto a 400 km é similar a encontrar uma agulha no palheiro, um golpe… Read more »

Ten Murphy
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Ten Murphy

Falou ali que o normel é a metade disso. Aquilo que numa busca estreita. Sou totalmente leigo nisso, mas entendi que se o Sukhoi concentrar a busca numa faixa estreita ele dobra o alcance, o que é totalmente admissível. Numa abertura normal de busca é a metade daqueles alcances relatados ali, a reportagem foi bem clara.

JPC3
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JPC3

Sim, foi clara mas se o feixe é estreito não deixa de ser alcance.

kemen
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kemen

O radares tem limite da alcance máximo, é quando conseguem identificar o que é.

Peter nine nine
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Peter nine nine

Jpc acredito que seja uma soposicao para se ter uma ideia do desempenho da furtividade…..

Fligth_Falcon
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Fligth_Falcon

Até por uma questão da curvatura da terra.
Mas…
Não informam qual a altitude que a aeronave consegue isso e nessas condições qual é a sua real capacidade de fazer isso em ambiente hostil em voo hi-hi.

Topol
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Topol

jpc3 Operando em modo TWS padrão certamente esse range cairá drasticamente visto que a abertura em azimute maior que 60° dispersará muito a energia do radar… A Sukhoi fornece esse dado máximo de alcance de detecção do seu SU-35 com radar operando no modo STT com abertura mínima de 3° ou menos de azimute concentrando toda a potencia em um pequeno ponto específico do céu fazendo uma “busca fina” em uma imensidão… como se por exemplo o piloto já tivesse recebido informações da posição, altitude e velocidade de um adversário por fontes externas concentrando sua atenção apenas naquele ponto específico… Read more »

Victor Filipe
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Victor Filipe

Sempre foi dito por todo mundo com conhecimento na aérea que a Furtividade é um multiplicador de força Facilita a penetração em espaço aéreo contestado, facilita o combate aéreo, facilita missões SEAD, facilita missões de inteligencia e etc… Uma aeronave furtiva pode ir onde outra não furtiva nem pensa em chegar. A Boeing em 2015 já estava fabricando versões de bombas JDAM com alcance de 80km (JDAM-ER) isso faz com que um F-22 ou F-35 possam atacar posições defendidas por sistemas S-400 com segurança. Fora que o desenvolvimento da versão do AGM-88 HARM para o F-35 está em desenvolvimento bem… Read more »

Antoniokings
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Antoniokings

Evidentemente que para um avião chegar perto de um sistema S-400, ele terá de passar por uma série se sistemas de radar que serão sobrepostos.
Assim, não ficaria um cm2 de território sem proteção de radar.
Países com dimensões continentais como Rússia e China, disporiam seus sistemas mais para dentro do território.
Desse modo, para tentar chegar perto de um sistema desses, o avião será detectado antes por um ou mais radares.

Kemen
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Kemen

Uma coisa a considerar, o F-35 teria a localização de todas as plataformas móveis possiveis do S-400? A que distancia conseguiria detecta-las no solo?

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Radares emitem ondas que podem ser recebidas e descobrir da onde veem, radares AESA modernos são capazes de localizar aeronaves/radares terrestres através disso e com isso a aeronave pode se esquivar da direção de onde o sinal veem

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Acho que ele estava se referindo aos lançadores de misseis.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Lançadores de misseis são inúteis se não tiverem radar para guiar o míssil

Bosco
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Bosco

Antonio,
não existe nenhum sistema AA do mundo que possa ter essa densidade que você imagina para cobrir a Rússia. Só se for um estado do tamanho de Portugal, e olhe lá.
E mesmo assim, mesmo que existisse, o atacante iria derrubando sistema por sistema, num efeito dominó. Os da frente em primeiro lugar e os da retaguarda depois.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

O problema e que no primeiro sistema que destruirem os misseis intercontinentais estão subindo e em 15/30min. Ambos os países já eram junto com o resto do mundo.

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Sem contar que após o primeiro cinturão ser destruído, a surpresa acabará e os defensores deslocarão todos os seus aviões para interceptar os atacantes.

WVJ
Visitante
WVJ

Realmente, a próxima guerra será tão imprevisível como foi a maioria das anteriores.
Podemos supor, imaginar, mas dificilmente os planos se realizam como esperado, ainda mais qdo dependem do comportamento da outra parte.
Qualquer nação inteligente desenvolve táticas alternativas às que o público já conhece.

nonato
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nonato

Por isso tem que começar destruindo os radares da fronteira.

Antoniokings
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Antoniokings

‘Por isso tem que começar destruindo os radares da fronteira.’

O que certamente alertará os defensores.

Bosco
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Bosco

Os radares mais próximos da fronteira são atingidos por artilharia de foguetes e tubo, as intermediárias por helicópteros de ataque (e drones??) e as profundas pela aviação de combate nas missões SEAD e DEAD.
Não tem jeito. Não há muralha que resista a um atacante. Que o diga Troia, Jericó, Massada… Aguá mole em pedra dura tanto bate até que fura.
*Por isso Israel prima pela estratégia ofensiva para defender sua “muralha” e consegue sobreviver.

Delfim
Visitante
Delfim

…Jerusalém, Constantinopla… todos os muros caem.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

Sem falar nos radares OTH.

Felipe
Visitante
Felipe

Não sei não. Os F-16 do Paquistão dispararam varios AIM-120C-5 nos Su-30 da India e nenhum atingiu o alvo, foram todos jammeados ou esquivados. Quanto mais longe lançam os misseis, menores as chances de atingirem o alvo.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

O AIM-120C-5 e ainda uma versão mais ultrapassada se comparado com o AIM-120C-7 e AIM-120D. o AIM-120C-7 tem mais ou menso 110km de alcance e todos os misseis nesse engajamento foram disparados no seu alcance máximo.

Kemen
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Kemen

Correto, e depois de lançado um missil, o alvo também detecta o lançamento e prepara as contra medidas junto com manobras auxiliares de fuga que possa conhecer, antes disso também pode disparar seu missil se localiza o ponto de disparo e o radar conseguir rastrear mesmo que seja um pequeno sinal não identificado, a coisa é bastante complexa e vai depender muito de quem esta na cabine do alvo.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

O AIM-120D tem vários modos de lançamento. tem o método que ele se guia pelo radar inimigo RWR e que não da sinal de disparo e o modo “Maddog” em que o piloto disparo o míssil sem travar ele no alvo o míssil vai na direção geral da aeronave e quando se aproximar o radar interno do míssil vai captar o alvo e se guiar até ele, nesse modo o tempo de aviso é bem pequeno, porem existem mais chances de errar também…

Bosco
Visitante
Bosco

Kemen, Como um caça detecta o lançamento de um míssil a 100 km de distância? Isso não acontece na vida real não. Antigamente, no tempo do ronca, quando se usava mísseis guiados por radar semiativo, o radar do caça mudava para o modo “iluminação” e o RWR detectava a mudança de atitude do caça inimigo e supunha que um míssil estava a caminho. E as distância envolvidas dava pra ver o clarão do míssil (se fosse de noite) e a fumaça (de dia). Hoje, não é mais assim não. Um caça pode até detectar que está sendo prescrutado por um… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Que eu me lembre um atingiu o alvo.
E salvo engano ele erraram porque não foram atualizados pelo radar dos caças. A distâncias de 50 km não dá pra lançar mísseis Amraam no modo fire and forget e achar que eles vão ter sucesso.
Desconheço o uso de manobras ou contra-medidas por parte dos envolvidos.

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

A relatos que os sensores infravermelhos mais modernos, são capazes de detectar um alvo á 40km. Isso tambem tem que entrar na conta.

Bosco
Visitante
Bosco

Victor,
Só um adendo. Na verdade o que está sendo desenvolvido é uma versão de alcance estendido do AARGM, que é muito mais que um míssil antirradar por conta dele ter um radar ativo de onda milimétrica que pode adquirir alvos não radiantes como radares desligados, veículos lança mísseis, etc.
E você esqueceu de mencionar as SDBs, que são levadas 8 por F-22/35 e que têm cerca de 120 km de alcance.

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

O GRIPEN é tão furtivo que eles ainda não o descobriram…..

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Quer testar mesmo?
É só tentar invadir o espaço aéreo da Rússia ou da China.

JPC3
Visitante
JPC3

Se não funcionasse os russos e chineses não copiariam, também não perderiam dinheiro e tempo desenvolvendo radares de ondas longas e bandas múltiplas.

Fabio Mayer
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Fabio Mayer

Quem sabe eles inauguram as suas aeronaves furtivas invadindo o espaço aéreo norte americano? Vamos ver quem reage mais rápido?

JPC3
Visitante
JPC3

Pelas notícias tem funcionado bem na síria algumas vezes ao menos. Em outras não se sabe.

Não vi notícia russa dizendo que conseguem rastrear o F-22 e F-35 a longas distâncias, pode ser que consigam dependendo do alcance.

nonato
Visitante
nonato

A 10, 20 km esses caças são identificados.
Némhuma novidade nisso

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Não acredito que a estratégia russa e chinesa seja penetrar o espaço aéreo americano com aviões.
A destruição virá do espaço (se bem que acredito que não ocorrerá essa situação de guerra total).

JPC3
Visitante
JPC3

Os caras não estão construindo várias aeronaves, bombardeiros, mísseis de cruzeiro e drones furtivos?

Bosco
Visitante
Bosco

E por que você acha que a destruição da China e da Rússia não viria do espaço? Você acha que os eco bobos dos EUA não iriam querer ver o ar poluindo com a fumaça dos motores foguetes de seus ICBMs?

Gabriel
Visitante
Gabriel

Perfeito Antonio.
A destruição americana viria pelo espaço.
A aliança da Rússia/China com os Klingons deixou os americanos como coadjuvantes na Terra.

LBacelar
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LBacelar

Os J-11 e J-10 chineses passaram um aperto com o GRIPEN C… imagine as aeronaves de 5th Gen?

MBP77
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MBP77

Boa ideia, Tonim!
Fazer como o o SR-71* fazia na Guerra Fria.
Quando vários foram derrubados, comprovando a sua ineficiência. 🙂
Sds.
*E nem “super-furtivo” era.

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Na verdade, estou me referindo a mísseis balísticos.
Algo como o SARMAT (super-pesado), carinhosamente chamado de ‘Devorador de Mundos’ ou o DF-41 chinês que, ao que parece, será mostrada uma nova geração agora no desfile de outubro no Aniversário da RPC.
SDS

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Sarmat e DF-41 de um lado Trident III e Minuteman II de outro…

Bosco
Visitante
Bosco

“Devorador de mundos”. rrsss
A imaginação das sputiniketes é gigantesca.
Avise seus amigos russos que eles estão nesse “mundo” que irão devorar. rsrsss
Eu acho que são os russos que colocam nome naqueles dragões do desenho: Fúria da Noite, Terror Negro, Morte Silenciosa, Buraco Negro no Mar…

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Comenta-se que um SARMAT seria capaz de pulverizar uma área equivalente à da França ou do Texas.
Acho melhor americanos e franceses não pagarem para ver.

Bosco
Visitante
Bosco

Nem precisa do SARMAT pra destruir a França. Ela já tem o Lacron.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Kings,

Não existe nenhum ogiva nuclear que possa ser montada em um ICBM com tamanha potência.

Quantos megatons você acha que seriam necessários para pulverizar uma área do tamanho da França ou do Texas.

Ninguém aqui está com mêdo dessas fantasiosas sputinices da vida.

Bosco
Visitante
Bosco

Tadeu,
Não há nada que um Sarmat com 10 t de “payload” faça que 3 Tridents II com 3 t de “payload” não consiga fazer. Com a diferença que existem 8 x mais Tridents do que existirão Sarmats (que ainda não está operacional).
Não sei o porquê da fascinação que o Toinho tem com esse Sarmat.

Bosco
Visitante
Bosco

Indo no NUKEMAP e simulando a detonação de 10 ogivas de 5 Mt sobre a França não parece que dá pra incinerar ela não.
Basicamente se calcula 5 Mt no limite possível de rendimento para cada tonelada de peso.
Mesmo fazendo a simulação impossível de ocorrer na realidade com 10 ogivas de 50 Mt cada (que não existem) também não parece que a França seria incinerada.
*A maior ogiva nuclear em posse da Rússia hoje tem 800 Kt. É pouco provável que o Sarmat leve mais que 12 dessas ogivas.
Ou seja, mentiram para o Toinho.

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

‘Não sei o porquê da fascinação que o Toinho tem com esse Sarmat.’

É a eterna fascinação que o ser humano tem por estudar (ou esperar) o fim da Humanidade assim como é conhecida.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Bosco,

Sarmat signica Satã.
O Toinho parece fascinado com êsse nome.

Gus
Visitante
Gus

Antoniokings, é sério que você acredita que um Sarmat pode “pulverizar” uma França?

Menos ficção científica, meu caro. Muito menos…

Rafael M. F.
Visitante
Rafael M. F.

Não delira, Reis!

Mesmo uma Tsar Bomba de 100 MT teria uma área de dano máxima na faixa de 27.000 km². A França tem uma área de 643.000 km².

Paulo
Visitante
Paulo

Pode dizer quantos SR 71 foram derrubafos?

E mostrar as fontes?

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Acredito que ele foi sarcástico quando mencionou a derrubada de SR-71’s…

MBP77
Visitante
MBP77

Paulo, sério que você não percebeu que fui irônico ao final da frase?
Mesmo com a “carinha de riso”?
Bom, então deixa para lá.

MMerlin
Visitante
MMerlin

O SR-71 é um dos aviões que mais respeito. Tanto que foi o único de grande porte que fiz questão de aprender plastimodelismo para montá-lo.
Seu grau de inovação e currículo são ímpares.
No momento que falou sobre os abatimentos, já peguei minha Lile FB. A fúria nublou meu julgamento. Também não tinha percebido.
Mandou bem na ironia, mas quem não conhece a fama do “Intocável” acaba acreditando.

Tadeu Mendes
Visitante
Tadeu Mendes

Kings,

Já entrou, e saiu, e ninguém viu. Nem Rússia e nem chineses iriam admitir que o F-35 entrou no espaço aéreo dêles.

Antoniokings
Visitante
Antoniokings

Ah tá!
Mas, valeu pela criatividade.

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Isso mostra que os caças de 4a geração PLUS, não possuem RCS suficientemente baixa para conseguirem vantagem significativa em combate. Pois caças com radares poderosos podem detectá-los a longas distâncias, bem antes do raio de ação dos principais mísseis BVR. Já caças antigos como o Tornado e o F-15 das primeiras versões com grande RCS, não entendo que serão detectados tão longe assim pelo Su-35, como mostra na imagem. Já que os 350 – 400 km de distância de detecção já deve ser o máximo da capacidade do radar IRBIS-E. Mesmo o alvo tendo uma RCS maior, não significa que… Read more »

JPC3
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JPC3

Também acho.

Confio mais no grave stone. Sobre o Irbis já vi fontes dizendo que o alcance de 400km é para um bombardeiro médio e não um caça.

Outro ponto é que esse seria o alcance de detecção, não o alcance de rastreio e sem contar os ECMs. Existe a possibilidade do Irbis nem conseguir travar em um F-35 se este estiver usando sua AESA para guerra eletrônica em banda X. Somente conseguindo se o F-35 estiver muito perto.

Carlos Campos
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Carlos Campos

não é bem assim, os radares emitem ondas em várias frequências, logo um Gripen poderia detectar a presença mas não a direção de um SU 57, e assim ligando seu sistema EW para se mascarar e tentar localizar, se tiver dois Gripen daria para trinagular a posição, mesma coisa F18 SH, SU 35, eles não são lixo, mas a furtividade junto de meios de detecção passivo como o F35 e SU57 tem os tornam muito superiores.

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

O Gripen como ficaria nesta analise? A RCS dele é maior que a dos Stealth, mas é menor que os outos de 4,5 a RCS do Gripen é estimada em 0,1. Se o S-400 tem esse desempenho que trás a matéria, o desempenho do S-300 deve ser menor, a quantos quilomêtros o Gripen seria detectado pelos S-300 venezuelanos? Me parece que um Gripen com MICLA poderia atacar sem ser detectado por um S-400 ou um S-300!

Victor Filipe
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Victor Filipe

Esse RCS de 0,1 é com a configuração limpa, em uma missão de ataque ele deve ser desconsiderado.

carcara_br
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carcara_br

Fabio RCS de 0.1 m² é com o caça desarmado, vai cumprir a missão só com o canhão?

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Mas ele desarmado seria detectado por volta dos 100km ou menos, ele armado que seja detectado no dobro disso ou um pouco mais, o alcance do MICLA estimado em 300km ainda deixaria ele fora!

carcara_br
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carcara_br

300 Km até o F-5 cumpri a missão com primor 🙂

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

O F-5 apesar de antigo é um caça pequeno de por conta disso o RCS não deve ser grande!

Alexandre
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Alexandre

Dizem e o RCS do F5 BR é de 0,7 depois da pintura steath da FAB.

carcara_br
Visitante
carcara_br
Rafael M. F.
Visitante
Rafael M. F.

A vantagem seria no caso de vetorar outros caças, utilizando enlace de dados via datalink.

Um caça com RCS de 0,1 m² ou mesmo 0,05 m² pode se aproximar o suficiente para vetorar outros caças que estejam fora do cone de detecção do radar inimigo.

João Moro
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João Moro

Pensei da mesma forma. Acredito que o Gripen E/F, mesmo com o aumento do RCS por causa do MICLA, conseguiria entrar na área de tiro do MICLA (300 KM ou mais) e os radares do S-300 ainda não teriam detectado-o. Com isso, acabaríamos com a vantagem que a Venezuela tem.

Bosco
Visitante
Bosco

Pessoal, A Terra não é plana. Vocês parece que esquecem desse detalhe. Não interessa se os radares do sistema S400 detectam um grilo a 500 km e não interessa o RCS do Gripem com um MICLA dependurado. Pode ser igual a de um Boeing 747 com um Space Shutle nas costas. Tanto faz. O perfil de ataque de uma aeronave com mísseis cruise com 300 km de alcance contra alvos fixos é um só. Ele se aproxima a baixa altitude permanecendo abaixo da cobertura do radar e lança o míssil. Ele jamais irá se expor se colocando em linha direta… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

o pessoal esquece desse detalhe 300km é chão pra burro, a bateria pode ta de um lado dos Andes e o caça do outro rsrsrs…

Bosco
Visitante
Bosco

O problema de lembrar as leis da física é que muitos consideram que se está menosprezando e subestimando determinados armamentos de determinados países.

João Moro
Visitante
João Moro

Bosco, para localizar uma bateria, temos satélites, os aviões de aviso antecipado e outras ferramentas para localizar. O que eu quis dizer, resumidamente, é que há a chance de utilizarmos o Micla para destruir as baterias anti aéreas sem que as mesmas percebam o avião e/ou estejam no raio de disparo da bateria.

Bosco
Visitante
Bosco

João,
Não me dirigi direto a você mas sim a todos que não levaram em consideração na discussão que a Terra é redonda e que o radar “vê” em linha reta (ou quase). Mas foi no sentido de contribuir com o debate e não de criticar nada.
Peço perdão se pareceu que foi pra você.

RICARDO NUNES BARBOSA
Visitante
RICARDO NUNES BARBOSA

Bote botar o F-35 com o mesmo RCS ou menor do que o F-22. Esse gráfico já está desatualizado. A USAF já afirmou que o F-35 ficou mais Stealth do que o F-22.

carcara_br
Visitante
carcara_br

Não é só a USAF, a maioria das modelagens mostram que o design do F-35 é muito bom na banda X entre +-30º frontal. Supera o F-22 pra essa frequência e aspecto.

RICARDO NUNES BARBOSA
Visitante
RICARDO NUNES BARBOSA

Isso, creio que da banda S para cima o F-35 seja mais furtivo, e o F-22 da banda L para baixo. F-35 possui uma vantagem de 10 anos em RAM, qualidade construtiva e processamento de modelagem.

carcara_br
Visitante
carcara_br

Curiosamente as modelagens de RCS mais interessantes veem de universidade chinesas (pelo menos a usado por uma famosa fonte aqui no brasil) rsrsrs.

Cavalo-do-Cão
Visitante
Cavalo-do-Cão

“RICARDO NUNES BARBOSA

A USAF já afirmou que o F-35 ficou mais Stealth do que o F-22.”

A propaganda é a única coisa que não tem defeitos, apenas qualidades…

Bosco
Visitante
Bosco

“A propaganda é a única coisa que não tem defeitos, apenas qualidades…”
Que o diga os russos com seu S400.

Paulo
Visitante
Paulo

Com certeza.

Por isto que russos e chineses devem ser considerados grandes marqueteiros.

Daniel Anderson
Visitante
Daniel Anderson

Materia isenta e baseada em fatos, gostei de ver

Arariboia
Visitante
Arariboia

Boa matéria! Temos que levar em consideração que o S400 trabalha com outros radares…

O que eu quero saber muito mesmo é o NO36 do SU-57. Como ele com 6 radares em duas bandas diferentes vai ser eficaz contra caças furtivos. Se ele seguir a revolução que foi os radar Phazon do Mig-31 foi pra epoca vai ser muito interessante.

Augusto L
Visitante
Augusto L

A reportagem tem um erro, o SU-35 detectaria o F-22 primeiro que o F-35, pois o mesmo é mais furtivos na banda X.

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

Uma coisa que a reportagem não leva em consideração é a suite E/W que este aviões possuem e que podem dificultar a detecção.

Luiz
Visitante
Luiz

E qual o RCS do Gripen NG?

Marcelo Machado
Visitante
Marcelo Machado

Erro na tradução: “As RCSs do F-35 e F-22, por sua vez, são iguais a uma bola de golfe e mármore, respectivamente”. Marble em inglês, nesse contexto, significa bola de gude.

wwolf22
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se o E99 após a sua atualização consegue detectar alvos ha mais de 720km, um SU 35 seria detectado pela E99 ha quantos km??

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

720km = 400NM. Tem certeza? Quem te disse?

wwolf22
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Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

boa pergunta, melhor ainda em que distância os SU 30 com radar PESA enxergariam os E99

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Com certeza o E99 enxergaria o SU 30 primeiro e já procuraria evitar de ficar dentro do alcance do radar do SU 30!

Carlos Campos
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Carlos Campos

que os E99 veriam primeiro, eu tenho certeza, porém é curiosidade.

Gustavo
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Gustavo

Acho que a tradução quis dizer que o rcs do f22 é igual ao de uma bola de gude.

carcara_br
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carcara_br

RCS 0,0001m², seria o tamanho que uma esfera, teórica, do tamanho de uma bola de gude teria no radar…

nonato
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nonato

Bola de golfe, bola de gude.
Daqui a pouco sai um avião com RCS de semente de kiwi…

carcara_br
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carcara_br

rsrsrs

Cavalo-do-Cão
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Cavalo-do-Cão

“Esta história de avião Stealth é uma lenda. Nenhuma força área do mundo ainda foi capaz de justificar de maneira racional a necessidade da aquisição em grande escala destas aeronaves. De duas uma, ou são caríssimas de se operar e de se manter ou no fundo, ainda não são tão relevantes assim; no cenário atual.”

Ocidental Sincero

José
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José

Precisamos tomar muito cuidado com essa historia de RCSs e furtividade de aeronaves divulgadas por seus fabricante (embora o mesmo valha para fabricantes de radares) muitos valores são referentes a condições ideais que nunca se reproduzirão em combate ou pura e simplesmente propaganda e contra-informação. Ademais é preciso lembrar que com a velocidade de processamento dos modernos radares, quando uma aeronave furtiva abre sua baia de misseis ela se torna visível a uma distancia bem maior o que fará com que um moderno radar AESA foque toda a sua potencia nesse ponto rápido o suficiente para retaliar. Lembrem-se o F35… Read more »

Andre
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Andre

Por outro lado, como as duas grandes potências atuais, EUA e China, e a ex grande potência Rússia, além de alguma das forças aéreas em áreas quentes, como Israel, Japão e Coreia do sul, investiram muito, mas muito mesmo, em aviões furtivos, ou os líderes dessas forças aéreas são muito burros, ou sou muito corruptos ou stealth realmente funciona e é bastante significativo durante um combate.

Eu não acredito que os líderes das forças aéreas dos EUA e da China, por exemplo, estão criando um complô, juntos, apenas para vender aviões mais caros.

José
Visitante
José

Não se trata de complô mas de decisões ou erradas ou baseadas em tecnologias que podem ser superadas pelo advento de avanços tecnológicos que por uma serie de implicações,principalmente financeiras (corrupção não existe só no Brasil) acabam criando situações sem retorno. Não vamos esquecer que o projeto F35 nasceu a quase 20 baseados em conceitos tecnológicos daquela época, desde então os misseis de cruzeiro e os drones, só para citar dois exemplos, amadureceram enormemente e podem efetuar ataques discretos a um custo muito menor e uma discrição muito maior. Veja o exemplo das refinarias da Arabia Saudita que foram severamente… Read more »

Andre
Visitante
Andre

Se fosse apenas os EUA que estivessem investindo na tecnologia, até teria um ponto, mas como explicar China e seu J20, Russia e seu quase su57, a quantidade de países querendo o F35. Você tem a prepotência de achar que conhece mais de avião militar que a Força Aérea Americana, Chinese, Russa, Israelense, Japonesa, Sul Coreana, Turca, Inglesa juntas, que você seria capaz de tomar decisões mais corretas que todas elas??

Alexandre
Visitante
Alexandre

A grande questão é o IRST, hoje sabemos que esses equipamentos já estão detectando um caça a mais ou menos 100km de distância. E isso vale para caças de 5 Geração também. No caso, caças de 4 ou 4,5 G usarão seu IRST porque será a melhor maneira de detectar um 5G. E um caça 5G usará seu IRST para não ter que ligar seu radar, entregando sua posição e acabando com sua furvidade. No final, se um caça de 4 geração tiver um IRST qualificado, capaz de detectar um caça steath no limite da NEZ de um míssil como… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Alexandre, Não há nada que comprove esse desempenho (100 km) dos sistemas IRST, principalmente contra caças stealths que como norma tomam cuidado com a redução da assinatura térmica. Tais como: 1- voam em grande altitude, onde o arrasto é menor e o meio circundante é gelado; 2- não usam pós combustor; 3- são recobertos por material que reduz a emissão de radiação IR; 4- misturam ar fresco no bocal de saída dos gases; 5- usam de algum método para refrigerar partes quentes da célula, com por exemplo, antenas emissoras; Etc. – A redução da assinatura IR dos stealths reduz a… Read more »

José
Visitante
José

Desculpe, mas energia não vira não energia por magica. Os aviões furtivos usam as mesmas turbinas dos demais aviões e por conseguinte geram a mesma quantidade de IR. Quanto a voar mais alto em ambiente frio isso só gera mais contraste entre frio e quente que é tudo que um sensor IR precisa. Mas creio que nosso grande equivoco é nos atermos as especificações divulgadas pelos fabricantes (que vendem esses produtos bem caro) e deixamos de ver o contesto tático de seu emprego, por exemplo: Um f35 não pode usar seu radar sem denunciar sua presença pois os RWR de… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

José, http://sistemasdearmas.com.br/ge/furt04ir.html Não é questão de virar “não energia” e sim de transformar uma energia radiante de uma dada frequência em outra que seja mais difícil de detectar por determinado tipo de sensor. Quanto ao uso dos radares por um stealth, eles usam o modo LPI (baixa probabilidade de detecção ) permitido pela tecnologia AESA. Além do mais eles trabalham em rede, com caças silentes na dianteira recebendo dados de caças irradiantes mais atrás. Ou operam juntos a aviões AEW. E claro, mesmo um caça irradiante não fica com o radar ligado o tempo todo e sim operando de forma… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

José,
A menos que estejamos falando de uma aeronave voando mais alto que o stealth e o tendo logo abaixo com a Terra como fundo, o contraste é inevitável. rsrsss Sempre vai ter um céu depois do avião independente da altura que ele esteja. Melhor então voar onde o ar é frio e rarefeito.

carcara_br
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carcara_br

Ai eu discordo…

Bosco
Visitante
Bosco

Poorrrrrrrrrrrrrrrr quê????

José
Visitante
José

Apenas complementando é necessário observarmos a historia da tecnologia: IR- Quando a ideia de desenvolvimento de aeronaves furtivas se consolidou, elas visavam neutralizar ou mitigar a reflexão das ondas de radio (radar) o espectro infra-vermelho ainda era um campo muito novo e portanto pouco prioritário.Quanto a obter os gases de escape de uma turbina ejetados em uma frequência do espectro eletromagnético (IR) e por algum dispositivo alterar essa frequência de modo a diminuir sua visibilidade parece algo muito complexo para ser feito por uma tubeira de uma turbina. Mas minha contestação, por falta de conhecimento técnico/cientifico se baseia no fato… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

José, A mudança de frequência que eu citei tem a ver com o aumento de temperatura da superfície da fuselagem devido ao arrasto aerodinâmico e não devido ao resfriamento dos gases emitidos pela adição de ar fresco. A superfície de alguns materiais RAM contém compostos a base de sulfito de zinco que têm a característica de mudar a frequência emitida pela superfície quente, dificultando ou impendido a detecção por sensores sensíveis a determinadas bandas do IR. Está no site que eu indiquei e tem outros que citam isso. Quanto a redução da assinatura IR ser muito complexo, não penso assim… Read more »

Observador
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Observador

Caro Bosco, me lembro de ter lido em algum lugar, (vou buscar a fonte) que a cobertura RAM geralmente faz o caminho inverso do que você explicou. As ondas eletromagnéticas emitidas pelo radar inimigo, seriam absorvidas, convertidas em energia térmica e assim liberadas. Coso seja assim, justifica-se o crescente uso de radares IR. Mas sobre os materiais e métodos de isolamento térmico, da turbina eu concordo com você, existem vários, materiais como tungstênio, carbono-carbono, lã de vidro, etc. Além dos bocais serrilhados, ajudam muito.

Observador
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Observador

“A furtividade dos aviões funciona da seguinte forma: o material que reveste a aeronave converte a energia eletromagnética emitida por radares inimigos em energia térmica, impedindo a reflexão de sinais e assim retarda a identificação dos aviões”
http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/24923/TECNOLOGIA%20%E2%80%93%20Aeron%C3%A1utica%20recebe%20carta%20patente%20de%20processo%20de%20pintura%20para%20furtividade%20de%20avi%C3%B5es

Bosco
Visitante
Bosco

Observador, A radiação IR é subdividida basicamente em 5 faixas: IR próximo, IR de onda curta, IR de onda média, IR de onda longa e IR distante. Dessas faixas apenas as IR próximo, onda média e onda longa são usados para sensores ou cabeça de busca de mísseis. A tinta RAM magnética da FAB converte a energia emitida por radares em energia IR numa faixa que não tem propagação na atmosfera. O mesmo faz os materiais a base de sulfito de zinco ao qual me referi. Eles convertem a energia do arrasto que iria emitir numa dada janela de propagação… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

A faixa do IR com maior propagação na atmosfera é o IR de ondas longas (8 a 14 µm) , que é a faixa da imagem térmica produzida pela diferença de temperatura entre a fuselagem (devido ao arrasto) e o meio externo. Depois vem o IR de onda média (3 a 5 µm), produzido pela chama do bocal de saída dos gases (e aumentada quando do uso do pós combustor). Antes os primeiros mísseis “buscadores de calor” só eram sensíveis às ondas médias e só atingiam os caças por trás, depois desenvolveram sensores sensíveis às ondas longas, daí surgiu os… Read more »

Observador.
Visitante
Observador.

Muito interessante Bosco. Vou ler a matéria toda do link com tempo e atenção. Creio que não intenderei tudo 100%, pois minha mente de mero “mortal”, não consegue conceber como em determinada faixa do espectro, a energia térmica não se propaga, nem se acumula, se tornando não observável. Todavia não duvido, a compreensão do espectro eletromagnético leva a física a caminhos inimagináveis.

Bosco
Visitante
Bosco

Essa frase do “Sistemasdearmas.com.br” é emblemática e resume tudo:
“Um dos princípios básico da furtividade é o balanceamento de assinatura. Uma plataforma deve ser detectada na mesma distância em todo espectro de assinaturas, seja radar, infravermelho, visual e acústico. Se o alcance de detecção em uma banda é muito maior que a outra, essa assinatura compromete a furtividade se o inimigo apontar vários sensores ao mesmo tempo.”
Queria eu tê-la dito!!!!

Luís Henrique
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Luís Henrique

José, essa informação que quando liga o radar, o rwr do inimigo já detecta com o dobro da distância ou bem antes é balela da internet.
Foi inventado nos super trunfo da internet quando surgiu as informações sobre o alcance do radar do Su-35, que era maior que a maioria dos caças ocidentais.

E LPI não é exclusivo de radares AESA não, os PESA são também capazes. LPI tem mais a ver com saltos de frequência e é implementado através de algoritmos.

Colombelli
Visitante
Colombelli

Parabens a todos e especialmente ao Bosco pelo altissimo nivel dos debates. Isso sim vale a pena ler

Ten Murphy
Visitante
Ten Murphy

É possível tornar sistemas como Patriot e S-400 furtivos mudando forma e usando material e tinta furtiva? Pq aí as coisas se equlibrariam, seria interesante se fosse possível.

Observador.
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Observador.

Os sistemas de defesa não são compostos apenas pelos lançadores de misseis, mesmo que eles fossem camuflados, recebessem tratamento furtivo, eles ainda emitiriam fortes sinais dos potentes radares para busca, rastreio e travamento das ameaças aéreas. Por isso existem misseis antirradiação, como o projeto brasileiro MAR-1, específicos para travar e seguir estas emissões de radares. Sendo assim, como disse um filósofo brasileiro…
“Não há nada criado pelo homem, que não possa ser burlado com jeitinho”.comment image

JPC3
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JPC3

Caças já possuem grande dificuldade em localizar baterias anti-aérea em longas distância, normalmente fazem isso pelos sinais que elas emitem.

Bosco
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Bosco

JPC3, Não depois do advento do radar de abertura sintética. Caças hoje com radares AESA podem localizar alvos táticos a cerca de 250 km. Grandes aviões como o E8-JSTAR o faz a 350 km. * Não e preciso ser AESA para operar no modo SAR. Os sistemas antiaéreos são difíceis de esconder porque mesmo que o corpo dos veículos seja coberto por alguma “manta” de material RAM, a antena se torna um imenso emissor e refletor de um feixe radar. E camuflagem convencional (natural ou lonas ou redes) não conseguem impedir a penetração do feixe radar. A curta distância também… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Esse artigo sobre a revolução dos radares de abertura sintética/indicador de alvos móveis é bem interessante: https://www.ausairpower.net/sargmti-intro.html

Ten Murphy
Visitante
Ten Murphy

Muito obrigado, senhores. Por causa de gente como vcs esse fórum cresce, a população se torna mais consciente do setor de Defesa e forma-se massa crítica que influenciará em eleições e disseminação informal desse tema. Parabéns pela disposição, humildade e paciência. Aos que negativam uma pergunta simples, apenas lamento, pois é aqui que conheço a maioria dos sites especializados e bibliografia para aprender desde temas basicíssimos como esse quanto mais aprofundados. Lembrem que o simples de uns é a porta de entrada no tema de outros, e que a forma que cada um busca conhecimento varia de acordo com o… Read more »

Ten Murphy
Visitante
Ten Murphy

Sistemas passivos terrestres existem? E eles emitem radiação e/ou calor também? Obrigado.

Bosco
Visitante
Bosco

Ten Murphy,
Sim , sistemas passivos também são usado por sistemas terrestres tanto no tocante às operações de guerra eletrônica em si (recolhendo dados dos radares inimigos, interceptando comunicações, etc) como nos sensores IRST usados para a vigilância aérea.
Como exemplo, o ADAD, que é um sistema IRST (passivo de imagem térmica para vigilância aérea, substituindo os radares) usado pelos britânicos: http://www.armedforces.co.uk/army/listings/l0115.html

Alexandre
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Alexandre

Eu penso que esse debate sobre caças steath é muito na base do super trunfo. Acredito mais nos bombardeiros steath, porque tem grande autonomia e alcance, decolando de pistas muito distantes do inimigo, assim não podem ser neutralizados em suas bases. Um caça com 1500km de raio de combate, seria destruído no primeiro ataque ainda em seu hangar, afinal, qualquer País bem armado, tem mísseis com 1500km de alcance em quantidade suficiente para eliminar bases inimigas nessa distância. Tem loucos que pensam que se pode estacionar um porta aviões a 300km da costa da China e lançar um ataque em… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

“Eu penso que esse debate sobre caças steath é muito na base do super trunfo.”
Totalmente. Tem tantos fatores que nós desconhecemos ai que chega a ser ridículo, mas é o que dá pra fazer hoje…

Bosco
Visitante
Bosco

Alexandre,
Não se pode lançar mísseis contra bases aéreas sem saber se os caças estão no local. Não é tão simples assim ter “consciência situacional” em tempo real de alvos a centenas de quilômetros. Não funciona assim. Nem os EUA que detém mais da metade dos satélites militares em órbita é capaz disso.
Mísseis são a parte mais simples do problema. A parte complexa é a atividade ISTAR (inteligência, reconhecimento, designação de alvos).

Colombelli
Visitante
Colombelli

Alexandre so uma lembrança. Primeiro sinal de risco e os aviòes são dispersados. E o Gripen precisa so de 600 metros de pista. Pode operar ate de pistas de rodovias. Outros pidem operar de aeroportos civis. Bases fixas “oficiais” não são tão relevantes neste contexto.

kemen
Visitante
kemen

O único que um F-35 oferece de melhor é a furtividade, em muitas outras capacidades
deixa a desejar, pois foi planejado para ser mais economico que o F-22.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Realmente atuar contra uma forca furtiva é extremamente desafiador mas há jeitos de se opor e minimizar seus efeitos multiplicadores, como:
Atacar a infraestrutura aérea próxima ao T.O e criar zonas de exclusão para o reabastecedores e aeronaves ISTAR.

Entusiasta Militar
Visitante
Entusiasta Militar

como funciona essa pintura especial aplicada no caça da Marinha entregue recentemente?

João Augusto
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João Augusto

Em relação aos sistemas baseados em terra tem o complicador de não ser o corte ideal. Visto de um ângulo inferior o RCS deve ser maior, não? De qualquer forma, está aí, mais uma vez, a resposta: stealth não é invencível mas é uma puta vantagem.

Bosco
Visitante
Bosco

A arma básica da aviação é a bomba. A tecnologia antiaérea obrigou que os caças cada vez mais empregassem armas que os mantivessem longe da AA inimiga.
A tecnologia stealht tem como grande vantagem colocar a bomba novamente como protagonista na guerra aérea.
Para lançar misseis MICLA ou JASSM ou Taurus, em geral, não precisa ser stealth. Pra lançar um JASSM-ER ou um CALCM com mais de 1000 km de alcance ou um ALCM com 3000 km de alcance, pode ser até de um KC-390.

JOAO MATEUS SOBRINHO
Visitante
JOAO MATEUS SOBRINHO

Essa matéria mais parece as mentiras contatado por puti, fazendo sensacionalismo com seus equipamentos que na prática só deram vexame, mais gostaria de fazer uma pergunta aos “pilotos” ou montadores de aeronaves militares “soviéticos”, quando a russ vai fabricar seu primeiro caça de 5° geração ? por que o su57 não é stealf o que é uma característica mais que principal do caça de 5°ger, o que se encaixa em uma aeronave estilo 4°++ melhorado.

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

Existe uma fórmula matemática para analisar a mudança de alcance radar com base na RCS do alvo. R1/R2 = (RCS1/RCS2)^(1/4) Esta fórmula e outras demonstra que para se conseguir 50% de redução no alcance o Alvo precisa reduzir sua RCS em 15X. Repito 15X. Por isso quando analisamos um caça Leve, um Médio e um Pesado de Mesma Geração, se os 3 possuírem a Mesma tecnologia de RCS e de Radar, o Pesado possui uma vantagem em detectar primeiro. Porque? Porque se os caças são de mesma geração e possuem quase a mesma tecnologia de redução de RCS, as diferenças… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

Pra ser exato são 16x pra reduzir 50% a distância de detecção. Mas tem um pequeno detalhe nisso tudo….
Pra vc recuperar a distância de detecção (ainda que pouco) a potência que o radar precisa transmitir varia não linearmente.
Ou seja, reduzir o RCS 16x a distância de detecção vai cair 50%. Só que pro radar recuperar esses 50% não basta dobrar a potência transmitida, ele precisa aumentá-la em 16x… pois é…

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Pseudo furtividade!

José
Visitante
José

Para aqueles que como eu não confiam muito em propaganda de fabricantes e apologia de entusiastas segue um link sobre a estranha historia de um incidente com um F35 Israelense. https://southfront.org/israel-hiding-state-art-f-35-warplane-hit-syrian-s-200-missile-reports/ Observem as datas e as justificativas. Esse é um site pro Russo e para aqueles que acham que os Russos ainda são inimigos e comunistas segue um site Americano. https://nationalinterest.org/blog/the-buzz/did-russian-missile-really-hit-israeli-f-35-22926 Observe que o site Americano (que em minha opinião serve apenas para ilustração, pois é pouco profundo) não nega o ocorrido apenas afirma que a versão Israelense pode ser verdadeira. Como nós, simples mortais, não temos como saber a… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Visitante
Cristiano de Aquino Campos

Será que existe alguma estimativa das distâncias de detecção dos caças SU-57 e J-20 no caso dos caças ocidentais e sistemas anti-aéreos?
Chuva que molha chico molha francisco.

carcara_br
Visitante
carcara_br

Isso ai não é distância de detecção é uma distância teórica do radar de direção de mísseis no aspecto 0º e sem elevação alguma, ou seja é meramente um exercício teórico e subestima e muito a distância real de engajamento. Sistemas ocidentais teriam desempenho semelhante. Não existe mágica…

Bosco
Visitante
Bosco

Perdão pelo off topic mas após anos batendo na mesma tecla a ponto de ser considerado um velhinho ranzinza, esclerosado e rabugento, agora numa espiada no The Drive me deparei com um artigo postado hoje que corrobora o que venho falando há anos sobre a importância e a dificuldade da atividade de coleta de dados (ISTAR) em tempo real para a operação eficaz de mísseis antinavios de longo alcance, super e hipersônicos, quando são usados contra um grupo de batalha naval capitaneado por um porta-aviões. https://www.thedrive.com/the-war-zone/30020/china-deploying-a-weaponless-stealth-drone-on-its-carriers-makes-perfect-sense Agora tenho como indicar uma fonte para aqueles que insistem em achar que mísseis… Read more »

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Estranho é a França, Alemanha, Espanha e Canadá ainda não ter adquirido vetores
Stealth.

Carlos Gallani
Visitante
Carlos Gallani

França e Alemanha tem interesses comerciais e limitações que as impedem de ter um stealth de verdade, o Canadá está namorando e a Espanha eu acho que não tem interesse mesmo, eles têm problemas internos que um F-35 não ajudaria em nada. Destes apenas o Canadá é um potencial comprador.

bjj
Visitante
bjj

É inegável que a furtividade é um fator capaz de fazer a diferença, mas também não é um super trunfo capaz de cravar o resultado de um conflito antes mesmo de começar, e acho que devemos considerar alguns pontos. 1: Aviões de apoio como reabastecedores e AWACS não são furtivos, na verdade bem pelo contrário. Considerando que mesmo os caças mais furtivos precisariam de algum tipo de apoio em um conflito de média ou alta intensidade, detectar aviões de apoio à longas distâncias poderia servir para ao menos indicar a presença de caças stealth em uma determinada área. Com isso… Read more »

Celso
Visitante
Celso

Por qual motivo não apareceu o GRIPEN , como o terceiro com menor RCS, nessa lista ???
Preconceito ??