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Vídeo divulgado pela Lockheed Martin nesta segunda-feira, 20 de maio. Segundo a empresa, trata-se do primeiro teste de decolagem vertical (VTO – vertical takeoff) já feito pelo F-35B. O teste foi realizado na Estação Aeronaval de Patuxent River, em 10 de maio.

Ainda segundo a Lockheed Martin, apesar de não ser uma capacidade para uso em combate, a decolagem vertical é necessária para reposicionamento da aeronave em ambientes onde um jato não poderia realizar uma decolagem curta.

Neuron e Rafale - ilustração Dassault

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É o que pergunta reportagem do jornal francês Les Echos, a partir de declarações do ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian após a compra de dois drones dos EUA pela França

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Segundo reportagem publicada no domingo, 19 de maio, pelo jornal francês Les Echos, essa pergunta do título retrata o que pensa o ministro da Defesa Jean-Yves Le Drian, conforme declarações deste no final de semana. Le Drian, que encontrou em Washington sua contraparte norte-americana na sexta-feira, confirmou a compra pela França de dois drones (veículos aéreos não tripulados) “Reaper” de vigilância, produzido nos EUA pela General Atomics.

Os drones serão entregues não armados no final do ano, para uso imediato em missões exclusivas de inteligência no Mali. Porém, especialistas no assunto dizem que eles poderiam ser facilmente armados para tranformá-los em “matadores”.

MQ-9 Reaper com armamento - foto USAF

O ministro francês também confirmou negociações paralelas com Israel, sem especificar o número de veículos aéreos não tripulados que a França poderia adquirir desses dois países.

A Operação “Harmattan” sobre a Líbia e o atual conflito no Mali mostraram claramente que as Forças Armadas Francesas são dependentes de informações coletadas por drones dos Estados Unidos, e isso seria “culpa” de uma mudança estratégica mal-negociada na década de 1990, assim como de uma falta de cooperação no assunto entre industriais franceses. Como resultado, nem a Dassault nem a EADS produz drones hoje.

O ministro Le Drian afirmou: “A França não produz drones, o que não combina com uma nação que tem um conhecimento tecnológico considerável.” Nesse contexto, negociações com EUA (Reaper, a serem entregues) e Israel (país que produz o Heron, que gerou a versão Harfang para a França) parecem ser uma solução emergencial, o que foi assumido pelo ministro quando declarou que Paris não poderia se permitir a aguardar dez anos até que os industriais finalmente decidissem agir em conjunto.

Isso coloca pressão em líderes preocupados em deixar de lado velhas rivalidades e trabalhar conjuntamente nesse problema. Segundo o ministro da Defesa da França, foi requisitado que a indústria francesa e europeia estabeleçam uma relação “para desenvolver o que poderá ser o futuro drone de nova geração”, acrescentando que não seria apenas francês, mas um programa franc0-germano-britânico.

O jornal relembra, ainda, que nos Estados Unidos (que é a maior potência militar mundial), os drones mudaram a face da guerra, e que observadores independentes acreditam que cresceu enormemente o número de ativistas eliminados no Paquistão e no Iêmem desde 2009, data de subida ao poder do presidente Barack Obama, no contexto da guerra a líderes da Al-Qaeda e outros movimentos terroristas.

nEUROn © Dassault

FONTE: Les Echos (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em francês)

IMAGENS: Dassault e Força Aérea dos EUA (USAF)

NOTA DO EDITOR: o Poder Aéreo também faz uma pergunta, acompanhada das belas imagens que abrem e fecham esta matéria:

E o Neuron, que é um programa demostrador de tecnologias para um drone de nova geração, realizado em cooperação internacional entre vários países e liderado pela Dassault, fabricante francesa do Rafale?

Talvez seja ao Neuron que o ministro da Defesa da França se refira no penúltimo parágrafo. Porém, é um demonstrador, uma aposta para o longo prazo. Pode ser que ele esteja se referindo a um outro drone, visando o futuro mais próximo. Os últimos conflitos de que a França tem participado demonstram a necessidade de drones para o presente, e nesse sentido a indústria europeia em geral falhou em dar uma pronta resposta, ficando atrás de EUA e Israel.

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A história do F-22 Raptor

Documentário da série “Battle Stations” do History Channel, em inglês, mostrando o desenvolvimento do caça F-22 Raptor.

Colaborou: Henrique

F-35 em testes de recuperação de estol

O vídeo publicado no youtube na segunda-feira, 13 de maio, mostra um F-35 em testes de recuperação após entrar intencionalmente em estol (perda de sustentação), durante provas de voo em altos ângulos de ataque.

O piloto de testes Dave Nelson fala dessas provas realizadas a partir da Base Aérea de Edwards (Califórnia, EUA) e a engenheira de testes de voo Lea Haubelt explica rapidamente como isso ajuda a definir a programação do sistema de controle de voo do F-35.

Reparar nas manobras feitas com as baias de armamento abertas e no estranho dispositivo, fixado à fuselagem traseira, visível nas cenas finais.

PAK FA ascendendo - foto Sukhoi

Segundo o Comandante da Força Aérea Russa, tenente-general Viktor Bondarev, deverão começar em julho os testes do caça russo de quinta geração Sukhoi T-50 (PAK-FA) no centro estatal de testes de voo de Chkalov. As informações foram veiculadas pela Ria Novosti na semana passada.

Perguntado quando começariam os testes de voo oficiais do jato no centro de Chkalov, localizado no sul da Rússia em Akhtubinsk, o comandante respondeu: “Em dois meses.”

Bondarev também disse que os primeiros jatos de série seão fabricados em 2014-2015, e que entre 60 e 70 aeródromos militares serão construídos ou reconstruídos pra a Força Aérea Russa, por volta de 2020.

Em abril, o presidente da United Aircraft Corporation, Mikhail Pogosyan, havia dito que os testes oficiais do T-50 só começariam em 2014. Também no mês passado, o presidente russo Vladimir Putin afirmou que a entrada em serviço do PAK-FA seria em 2016, e não em 2015, como divulgado anteriormente pelo Ministério da Defesa da Rússia.

T-50 PAK FA - foto Sukhoi via RIA Novosti

O primeiro voo do T-50 / PAK-FA (sigla para futuro avião de caça tático) foi realizado em janeiro de 2010, e a aeronave foi apresentada para o público no Show Aéreo de Moscou no ano seguinte. O PAK-FA deverá ser o núcleo da futura força de caças da Rússia, sendo um caça de quinta geração com elementos de tecnologia furtiva, supermanobrabilidade, capacidade supercruise (voo supersônico sem uso de pós-combustores) e uma avançada suíte de aviônicos, incluindo radar de varredura eletrônica ativa (AESA) que opera na banda X.

FONTE: Ria Novosti (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Sukhoi

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MEDAV, do Grupo Saab, recebe contrato para sistema do Sisfron

Instalações da Medav de Uttenreuth - foto Medav

Clique aqui para saber mais, no site das Forças Terrestres.

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SDB3

Delilah_missile_side

Popey_missile

Do alto para baixo: SDB GBU-39, Delilah e Popeye.

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Ilustração do EC725 com AM39 em painel na inauguração da Helibras em 2-10-2012 - foto Nunão - Forças de Defesa

Clique aqui para ler matéria no Poder Naval

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Dimensões dos caças de quinta geração

5th generation fighters

O chinês Chengdu J-20 tem um comprimento de 20,3m. Na outra extremidade, o japonês Mitsubishi ATD-X Shinshin terá 14m de comprimento. Clique na imagem para ampliar.

 

KAI FA-50b

A Korea Aerospace Industries (KAI) recebeu uma encomenda de 1,1 trilhão de wons (cerca de 1 bilhão de dólares) para fornecimento à ROKAF (Republic of Korea Air Force) de um número não declarado de jatos FA-50.

É a segunda encomenda recebida pela KAI do avião baseado na versão de treinamento T-50 Golden Eagle. O primeiro contrato foi assinado em janeiro de 2012, no valor de US$ 600 milhões para 20 aeronaves.

A ROKAF deve receber os primeiros oito FA-50 da encomenda de 2012 neste ano, e os outros 12 em 2014. O contrato mais recente vai garantir a produção até 2016. Seoul pode eventualmente adquirir um total de 60 a 100 FA-50s para substituir seus 150 Northrop F-5s.

Um porta-voz da KAI disse que são produzidos “de um a dois” jatos FA-50 por mês na fábrica de Sacheon.

A KAI está também em negociações finais para o fornecimento de 12 FA-50 para as Filipinas, que poderão se tornar os primeiros caças daquele país depois da desativação dos seus F-5 em 2004.

O FA-50 é a variante mais avançada da família T-50. Os FA-50 da ROKAF terão o data-link tático Link 16, bem como um radar multi-modo Elta Systems EL/M-2032 pulso doppler. O FA-50 tem também RWR e NVG. Ele pode transportar até 4,5 toneladas de armas, incluindo as Boeing Joint Direct Attack Munition e Textron CBU-97 Sensor Fused Weapon. O FA-50 também tem um canhão de 20mm e pode levar mísseis ar-ar.

As outras variantes são a T-50B de demonstração e a TA-50, uma versão levemente armada com canhão de 20mm e capacidade de transportar mísseis ar-ar.

Todos os aviões são equipados com motores General Electric F404.

AIR_T-50_3-view_lg

FA-50 - 2

FONTE: www.flightglobal.com ((Tradução, adaptação e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

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waverider-fourth-test

Projeto da Boeing em conjunto com a DARPA e a Força Aérea dos Estados Unidos atinge marca histórica

 

De acordo com as notas oficiais divulgadas pela Boeing e pela Força Aérea dos Estados Unidos, no dia 29 de abril de 2013 a aeronave X-51A Waverider conseguiu voar cerca de três minutos e meio depois de lançada de um B-52, atingindo a velocidade chamada de Mach 5,1, ou cerca de 5.400km/h nas condições padrão. O novo recorde de velocidade quebrou a marca atingida em 2010 também pelo X-51A.

A Força Aérea Estados Unidos, em conjunto com a DARPA e a Boeing, vêm testando há alguns anos um novo tipo de aeronave conhecida como X-51A Waverider.

O X-51A Waverider tem um sistema de propulsão revolucionário conhecido como “scramjet” que só funciona em velocidades hipersônicas, por isso a aeronave emprega um “booster” de combustível sólido para impulsioná-lo a uma velocidade inicial de Mach 4.8. Atingida essa velocidade, entra em ação o motor Pratt Whitney Rocketdyne SJY61, projetado para funcionar dentro da sua própria onda de choque.

A tecnologia empregada no X-51A visa o desenvolvimento de aeronaves e mísseis hipersônicos. Veja o vídeo abaixo:

waverider-fourth-test-0

waverider-fourth-test-3

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Sukhoi T-50 PAK FA - foto RIA Novosti

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Ministro da Defesa da Rússia havia dito que o  jato estaria pronto em 2015

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Na quinta-feira, 25 de abril, o presidente russo Vladimir Putin afirmou que o caça de quinta geração T-50 (também conhecido como PAK FA – caça tático do futuro) vai entrar em serviço nas Forças Armadas Russas em 2016, e não em 2015, como previamente anunciado. As informações são da RIA Novosti.

“O jato de quinta geração T-50 deverá entrar em produção seriada e entrar em serviço em 2016″ , disse Putin numa coletiva com o público russo. Em outra ocasião, o ministro da Defesa da Rússia havia dito que o novo jato estaria pronto em 2015.

Mikhail Pogosyan, presidente da OAK (Объединенная авиастроительная корпорация em russo -  United Aircraft Corporation – UAC em inglês) disse na terça-feira que os testes de voo oficiais de Estado começarão em 2014. A UAC / OAK é uma “holding” estatal que reúne a indústria de construção de aeronaves russas, incluindo a Sukhoi, fabricante de aeronaves civis e militares.

T-50 PAK FA - foto Sukhoi via RIA Novosti

O T-50 / PAK FA voou pela primeira vez em janeiro de 2010 e foi apresentado ao público no Show Aéreo de Moscou em 2011. O jato de quinta geração, que reúne elementos de tecnologia furtiva (stealth), supermanobrabilidade, capacidae supercruise, além de aviônicos avançados que incluem um radar de varredura eletrônica ativa (AESA) de banda X, deverá formar o núcleo da futura frota de caças da Rússia. A Índia também deverá comprar uma aeronave baseada no T-50, conhecida como FGFA (fifth-generation fighter aircraft – avião de caça de quinta geração).

FONTE / FOTOS: RIA Novosti (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em russo)

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Infográfico do Sukhoi T-50 (PAK FA) incluindo comparativo com F-22 e J-20

Infográfico comparativo Sukhoi T-50 - PAK FA - Ria Novosti

FONTE: Ria Novosti (clique na imagem para ampliar)

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F-35 voando em elemento - foto jsfmil

A estatal aeroespacial israelense IAI (Israel Aerospace Industries) assinou um contrato com a norte-americana Lockheed Martin para produzir asas para o caça F-35. As informações noticiadas nesta terça-feira, 23 de abril, são da Reuters.

O potencial de vendas do contrato pode atingir 2,5 bilhões de dólares, e sua duração deverá estar entre 10 e 15 anos, conforme informou a IAI nesta terça-feira. As entregas das asas começarão em 2015. A linha de produção das asas começou a ser montada recentemente pelas duas empresas, com investimentos da IAI nas tecnologias e sistemas necessários.

linha de montagem do F-35 - foto jsfmil

linha de montagem do F-35 - foto 2 jsfmil

Segundo o diretor executivo da IAI, Joseph Weiss, “este acordo representa um importante marco para a IAI e assegura seu envolviemnto no mais avançado avião de caça do mundo”. O centro de produção de asas Lahav, da empresa, já produz asas para o F-16 da Lockheed Martin e para o treinador a jato T-38 da Força Aérea dos EUA.

FONTE: Reuters (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: jsf.mil

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Completado o projeto técnico do caça russo-indiano de 5ª geração

PAK FA ascendendo - foto Sukhoi

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Próxima fase, de Pesquisa e Desenvolvimento, deverá ter contrato assinado ainda neste ano, segundo a Sukhoi

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A Sukhoi divulgou nota na quarta-feira, 10 de abril, sobre a finalização do contrato para desenvolver o esboço e projeto técnico do caça russo-indiano de quinta geração (PMI/FGFA). Segundo a empresa russa, o projeto do caça já foi completamente desenvolvido e as partes concordaram sobre a divisão do trabalho para a fase de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Um contrato de P&D está sendo preparado e deverá ser assinado neste ano.

O primeiro acordo para desenvolver o caça russo-indiano de quinta geração foi assinado em 18 de outubro de 2007, e o contrato para desenvolver o esboço e projeto técnico do caça foi assinado em dezembro de 2010 pela Rosoboronexport (agência russa de exportação de armamentos), a Sukhoi e a Hindustan Aeronautics Limited (HAL).

Ao longo dessa primeira fase do projeto, profissionais indianos foram trinados na Rússia, recebendo dados originais e programas para criar um ambiente único de trabalho. Esse grupo vem trabalhando na Rússia desde janeiro de 2012, assim como um grupo de especialistas russos está trabalhando na Índia. A versão indiana terá algumas diferenças em relação ao protótipo russo devido a requerimentos específicos da Força Aérea Indiana.

PAKFA - foto Sukhoi

DSC08164-741563 FGFA - livefist

A Sukhoi já está envolvida em programas conjuntos com a Índia, como a modernização dos caças Su-30MKI da Força Aérea Indiana e na integração do míssil de cruzeiro ar-solo BrahMos no Su-30MKI.

FONTE / FOTOS (do alto e do meio): Sukhoi (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTO DE BAIXO: Livefist

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