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O site Flightglobal informou que preocupações sobre a confiabilidade do caça Lockheed Martin F-35B, versão STOVL (Short Take-Off and Vertical Landing), podem atrasar o programa de testes novamente.

O informe diz que o chefe executivo Robert Stevens da Lockheed Martin, afirma que os esforços recentes para melhorar a confiabilidade do F-35B “ficaram aquém das expectativas”, com os problemas encontrados nos ventiladores térmicos, atuadores das portas e interruptores do sistema elétrico. “Tenho certeza de que vamos ver uma re-introdução progressiva do programa de vôo de testes STOVL, para reconhecer o desempenho real até o momento”, disse ele aos repórteres.

Parece que o programa de testes da F-35B não conseguiu manter o ritmo das metas reduzidas no início deste ano, devido a um déficit grande de horas de testes no ano passado. Originalmente, 1.200 testes de vôo eram necessários em todo o programa F-35 em 2010, mas estes foram reduzidos para apenas 394.

Enquanto isso, a Lockheed Martin produziu um vídeo de atualização do segundo trimestre de 2010 para o programa, que pode ser visto abaixo.

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Por Anantha Krishnan M.

BENGALURU, India – O processo de certificação final da aeronave leve de combate da Índia LCA – Tejas, começou antes mesmo de ser emitida a importante certificação IOC – Initial Operational Clearance, disse para a AVIATION WEEK o oficial do programa P. S. Subramanyam.

O processo de certificação está sendo conduzido por uma equipe chefiada por K. Tamilmani, executivo-chefe do Centre for Military Airworthiness and Certification (Cemilac). É um dos avanços mais significativos nos últimos nove anos e meio do programa. O primeiro protótipo do Tejas, um demonstrador inicial de tecnologia, fez seu primeiro vôo em 4 de janeiro de 2001.

“A certificação assegura principalmente que o utilizador (a Força Aere Indiana) receberá um avião seguro, maduro, confiável e com o desempenho especificado”, diz Subramanyam, que é diretor do programa de aeronaves de combate e diretor da Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA). “O Cemilac apresentou um roteiro claro, segmentando duas grandes etapas: certificação de equipamentos e de sistema. O processo foi iniciado há um mês.”

Mais de 300 engenheiros da ADA, do Cemilac, da Defense Research and Development, da Hindustan Aeronautics Ltd., dos National Aerospace Laboratories e de outros parceiros do programa estão trabalhando em conjunto para assegurar que a aguardada certificação IOC Tejas seja alcançada até dezembro de 2010.

“Todos estão excitados”, diz Subramanyam. “Estamos buscando todas as garantias para que tudo ocorra conforme o script, sejam os testes no solo, na aeronave ou em voo. A missão de certificação do Tejas avança com potência máxima.”

Por sua vez, o Cemilac recebeu toda a programação de testes. “Todo o equipamento operacional necessita ser certificado”, diz Tamilmani. “Nós verificamos a confiabilidade de todos os sistemas, especialmente a dos sistemas de controle de vôo. O Tejas tem quatro níveis de redundância no seu computador de controle de vôo.”

Tamilmani diz que o Tejas revelou ser uma plataforma segura, e a equipe do Cemilac interage estreitamente com os usuários, realizando a certificação de aeronavegabilidade.

“O envelope para a IOC está congelado e estamos trabalhando muito estreitamente com a equipe de gestão do programa (da Força Aérea da Índia) na ADA e com outros parceiros”, acrescenta Tamilmani.

FONTE: Aviation Week / COLABOROU: Justin Case

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C-17 usa biocombustível em voo de testes

Na foto um C-17 Globemaster III baseado em Edwards, decolando em 27 de agosto para conduzir um voo de teste, a fim de verificar o desempenho com diferentes combinações de biocombistíveis.

A aeronave foi alimentada com 50% de JP-8, 25% de combustível de aviação hidratado renovado (HRJ) e 25% de combustível Fischer–Tropsch.

O 418th Flight Test Squadron conduziu os voos de teste durante uma semana usando diferentes combinações de JP-8 o HRJ.

FOTO: USAF / Kenji Thuloweit

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Informação é de engenheiros do Conselho de Pesquisa Científica e Industrial do país, envolvidos no programa de aquisição do caça

Nesta quarta-feira, 1º de setembro, o Engineering News publicou matéria sobre o Conselho de Pesquisa Científica e Industrial (CSIR) da África do Sul, com informações de engenheiros envolvidos no programa do Gripen para a Força Aérea Sul Africana (SAAF).

Segundo a matéria, o Gripen, embora ainda esteja na fase de entrada em serviço (comissionamento) na SAAF, já está cumprindo promessas feitas pelo seu fabricante, a sueca Saab. Como aeronave em comissionamento, ainda é classificado como projeto e não como um vetor operacional. Ainda assim, foi usado para prover segurança aérea e aplicar as restrições de zonas de voo durante a Copa do Mundo 2010, realizada em junho e julho, operando desdobrados de sua base original (Makhado AFB).

O engenheiro-chefe de radar e sistemas de guerra eletrônica, Francois Anderson, afirmou que “os pilotos relataram que a aeronave estava cumprindo suas promessas: pilotagem livre de preocupações, integração de aviônicos, excelente consciência situacional, facilidade para operar fora da base e rápido ‘turnaround’. (tempo em solo para reabastecer e preparar a aeronave para decolar novamente).

O engenheiro de modelagem e simulação John Monk, do CSIR, informou que “a ferramenta de simulação tática do CSIR foi empregada pela SAAF para determinar as táticas para proteção da Copa do Mundo. O CSIR fornece capacidade de simulação de missões para a SAAF, com o objetivo de assisti-la no desenvolvimento de táticas. O CSIR não desenvolve táticas, isso é com a SAAF.”

O desenvolvimento de um sistema de simulação tática para o Gripen envolveu o projeto de modelos digitais do avião, de seu receptor de alerta radar, dos mísseis (utilizando dados fornecidos pela fabricante local de mísseis, a Denel Dynamics) e do datalink.

Esse sistema também foi conectado ao demonstrador virtual de sistema de defesa aérea baseado no solo (Virtual Ground Based Air Defence System demonstrator) do CSIR, e espera-se que, no futuro, possa ser adicionada a funcionalidade de visor montado no capacete (Helmet Mounted Display) ao sistema de simulação tática do Gripen, ligando-o também aos simuladores de voo do Gripen e do Hawk, na Base Aérea de Makhado.

Anderson acrescentou que o Gripen tem integrado continuamente aviônicos digitais com fusão de dados. Destacou também que o Gripen, além de ter sido projetado para guerra centrada em redes, sendo bem equipado para guerra eletrônica e contando com um design bastante furtivo, foi modificado para atender aos requerimentos de voos mais longos da SAAF. Para isso, foi incorporada uma sonda de reabastecimento em voo e suprimento extra de oxigênio para o piloto. A respeito do datalink, foi divulgado que a aeronave também incorpora o Link ZA, de concepção local, que emprega rádios projetados e fabricados na África do Sul.

Programa também impulsiona conhecimento especializado em radares na África do Sul

A ‘expertise’ do país em radares aerotransportados também foi reforçada pela aquisição do Gripen, na opinião de  Francois Anderson. O engenheiro afirmou que “nós temos mais informações a respeito do radar PS-05A (que equipa o Gripen) do que sobre qualquer outro radar estrangeiro já adquirido pela África do Sul”.

O CSIR acumula décadas de experiência com radares em geral e vários anos com radares de caças, sendo o instituto de pesquisas e de avaliação de sistemas de radar designado pelo Departamento de Defesa. Essa ‘expertise’ existente permitiu ao CSIR extrair, na aquisição do PS-05A, o máximo de benefícios para o país e a SAAF, pois os especialistas sabiam as questões certas para perguntar aos Suecos, e sobre que tipo de informação perguntar. Envolvidos no programa de aquisição desde o começo, o que incluiu as negociações do contrato, puderam persuadir os suecos a fornecer todas as informações desejadas.

As informações técnicas detalhadas foram coletadas em uma série de visitas à Ericsson, na Suécia, e com base nelas e no conhecimento já existente, o CSIR pôce requisitar modificações no funcionamento do radar para atender às condições Sul Africanas.

Assim, foi adicionado um modo de mapeamento de condições do tempo (necessário devido à frequência de tempestades fortes no país). O modo ar-mar também foi ajustado, para responder às diferenças significativas em condições de mar do Atlântico Sul e Índico Sul, comparado às condições do Mar Báltico. Além disso, o programa do PS-05A permitiu desenvolver uma equipe de jovens profissionais de radar na África do Sul.

FONTE: Engineering News FOTOS: Gripen International

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Os Pilotos de Provas do Grupo Especial de Ensaio em Vôo (GEEV) da Força Aérea Brasileira (FAB) iniciaram campanha de testes com bombas inteligentes guiadas a laser. O primeiro voo aconteceu no dia 26 de agosto, com o emprego de uma aeronave A-1A.

“No ambiente da guerra moderna, é um salto operacional significativo”, afirma o piloto de provas do GEEV que realizou o primeiro voo, Capitão-Aviador Diogo Silva Castilho.

Poucos países tem capacidade tecnológica de empregar esse tipo de armamento, que é mais eficaz, diminui o risco de perda de aeronaves e pilotos porque permite que o lançamento a grande altitude e distância do alvo. Ao mesmo tempo, reduz a possibilidade de danos colaterais nas proximidades dos alvos militares.

A aeronave A-1 voou equipada com mísseis, tanques subalares, “pod designador laser” e duas bombas de 460 kg cada, capazes de atingir com precisão um alvo iluminado por laser através de guiamento.

FONTE / FOTO: FAB

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BAE Systems associa-se à Abimde

A BAE Systems, segunda maior companhia de defesa, segurança e aeroespacial do mundo, afiliou-se hoje à Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde). A decisão de juntar-se a esta conceituada organização é a mais recente demonstração do comprometimento da BAE Systems em construir relacionamentos com a indústria brasileira para apoiar o crescimento contínuo do setor de defesa no Brasil de forma sustentável.

“A afiliação da BAE Systems a uma entidade de tamanha importância para o setor de defesa como a Abimde mostra o compromisso da companhia com o país”, comenta Dean McCumiskey, diretor da BAE Systems para a região oeste. “O Brasil é nosso mercado prioritário e vamos continuar a desenvolver parcerias com organizações chave para consolidar as habilidades e tecnologias que o Brasil precisa para satisfazer suas necessidades de defesa no futuro”.

A Abimde representa empresas do setor de material militar de todo o Brasil e apoia o relacionamento entre a indústria e entidades governamentais, a fim de acelerar e estimular a comercialização, o desenvolvimento e a qualidade dos produtos brasileiros.

Sobre a BAE Systems

A BAE Systems é uma empresa global que atua nas áreas de defesa, segurança e aeroespacial, com aproximadamente 107 mil colaboradores em todo o mundo. A companhia oferece uma gama completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como avançadas soluções eletrônicas, de segurança, tecnologia da informação e serviços de apoio ao cliente. Em 2009, a BAE Systems registrou vendas de 22,4 bilhões de libras (36,2 bilhões de dólares).

 

Israel está em negociações para fabricar as asas de cerca de um quarto dos novos aviões de combate F-35 “stealth” dos Estados Unidos, disse na segunda-feira um funcionário israelense.

A Lockheed Martin atualmente tem planos para fabricar cerca de 3.200 F-35, ao custo de cerca de US$ 96 milhões cada.

Um funcionário israelense, que não quis ser identificado, disse que a estatal Israel Aerospace Industries vai construir as asas.

“Estamos em negociações avançadas para que a IAI produza cerca de 800 conjuntos de asas”. A Lockheed Martin se recusou a comentar os detalhes de um possível acordo envolvendo a aeronave, também conhecido como Joint Strike Fighter (JSF).

No início deste mês, o ministro da Defesa israelense Ehud Barak aprovou, em princípio, a compra de 20 caças “stealth”, num negócio de US$ 2,75 bilhões.

Funcionários de Israel e dos EUA esperam a aprovação final desse acordo até o final de setembro. Os aviões serão entregues em 2015-2017. O custo da compra seria coberto por uma subvenção anual de defesa dos EUA, de US $ 3 bilhões.

Israel seria o primeiro país estrangeiro a assinar um acordo para comprar o F-35, fora os oito parceiros internacionais que ajudaram a desenvolver o avião.

Funcionários de Israel e dos EUA com conhecimento do negócio disseram que Israel tem a opção de comprar mais 55 aviões. ”Israel provavelmente vai acabar fabricando uma parcela significativa do F-35″, disse um funcionário americano familiarizado com o negócio.

Um funcionário israelense disse que negócios de compras recíprocas de US$ 4 bilhões foram garantidos por empresas israelenses, para a sua participação na fabricação do avião e podem ser aumentados até 5 bilhões de dólares, embora exista a condição de que Israel exerça sua opção de compra adicional de 55 aviões.

O F-35 foi projetado para evitar a detecção por radar e poderia desempenhar um papel no esforço israelense para derrubar o que considera como ameaça à sua existência, representada pelo programa nuclear iraniano. Teerã nega as alegações ocidentais e israelenses de que está tentando produzir armas atômicas.

FONTE: ynetnews.com

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Os custos operacionais do Eurofighter são significativamente maiores do que o esperado, com o preço de € 73.992 por hora de voo, quase o dobro do inicialmente previsto.

O Tornado, avião mais caro da Luftwaffe, custa € 43.000 por hora. Muito mais caros do que se pensava, também são os voos da Força Aérea, feitos para a indústria alemã. Em fevereiro de 2009, três Eurofighter participaram do show Aero Índia 2009, pois a Índia planeja comprar 126 novos aviões de combate e o Eurofighter está na competição.

O vôo promocional durou 96 horas e custou € 7,1 milhões. A Luftwaffe pediu € 180.000 e o restante foi pago pelo contribuinte. A viagem fazia parte do programa de vôo normal, por isso a Força Aérea justificou o custo.

Este ano, o Eurofighter está sendo testado na Índia. A aeronave é da Luftwaffe novamente.

FONTE: Spielgel Online

NOTA DO PODER AÉREO: o jornalista alemão dividiu o total de € 7,1 milhões por 96 horas, o que dá € 73.992/h. Mas esqueceu de dividir o valor por 3 aviões, o que daria  € 24.664 euros/h. Mesmo assim, é um custo alto para um caça, talvez o valor total inclua outras gastos da apresentação na Índia.

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KAI Surion

Conheça o helicóptero médio sul-coreano KAI Surion no Forças Terrestres, clicando aqui.

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