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A SuperJet International – uma joint venture entre a Alenia Aeronautica (uma empresa Finmeccanica) e Sukhoi Holding – e a companhia americana Willis Lease Finance Corporation assinaram hoje um acordo de 300 milhões de dólares para a compra de seis super jatos Sukhoi Superjet 100 (SSJ100) e mais quatro opções de aeronaves. A entrega dos primeiros aviões está agendada para setembro de 2012.
O programa Sukhoi Superjet 100 representa a mais importante parceria industrial entre a Europa e a Federação da Rússia no setor da aviação civil. O Superjet 100 (SSJ100) é atualmente a melhor opção no segmento de aeronaves de 100 lugares devido às suas características excepcionais em termos de consumo combustível, baixo impacto ambiental, redução dos custos de manutenção e conforto dos passageiros.
Sobre Willis Lease Corporation:
Willis Lease Corporation tem sede em Novato, Califórnia, é líder no mercado de locação de jatos comerciais. A Willis está listada na bolsa NASDAQ como WLFC.
Sobre SuperJet International:
SuperJet International, uma joint venture entre a Alenia Aeronautica (51%) e Sukhoi Holding (49%), é responsável pelo marketing, vendas, personalização e entrega do Sukhoi Superjet 100 na Europa, Américas, Oceania, África e Japão. A Companhia também é responsável pela treinamento e pós venda mundiais. A SuperJet Internacional cria e desenvolve versões VIPs de aeronaves, tanto empresariais como de carga. A companhia está situada em Moscou e possui escritório de vendas em Washington, Estados Unidos.

 

Orçamento também permitirá a modernização dos F-16

O congresso da Tailândia aprovou os gastos para o setor de defesa daquele país para o ano fiscal de 2011. A aprovação, ocorrida no dia 26 de agosto, foi de um montante equivalente a US$5,4 bilhões e inclui recursos suficientes para a compra de um segundo lote de caças Saab Gripen para a Real Força Aérea da Tailândia.

O volume de recursos aprovados representa um aumento de 10 por cento em relação ao ano fiscal de 2009 e atinge aproximadamente 8 por cento dos gastos federais daquele país. A pasta da defesa consome perto de 1,7 por cento do PIB tailandês.

Além da aquisição do segundo lote de seis caças Gripen, o orçamento aprovado permitirá à Real Força Aérea da Tailândia realizar a modernização de meia-vida (MLU) dos seus caças F-16A/B.

FONTE: Jane’s, adaptado por Poder Aéreo

COLABOROU: Drcockroach

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O primeiro voo do protótipo do novo avião de treinamento básico colombiano Synergy deverá ocorrer ainda no mês de agosto. Em fase final de construção pela CIAC (Corporación de la Indústria Aeronáutica de Colombia), empresa estatal colombiana responsável pela manutenção e reparos das aeronaves da Força Aérea, a aeronave é derivada do Lancair Legacy FG, porém com área alar 15% maior e cockpit totalmente digital.

A CIAC pretende fabricar 24 exemplares do avião na razão de um por mês. No segundo trimestre de 2011, a cadência passará para duas unidades/mês. O Synergy substituirá o Cessna T-41D Mescalero na instrução básica na Força Aérea da Colômbia. É intenção da Colômbia exportar também uma versão desmilitarizada da aeronave.

FONTE: Flightglobal/Lancair

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A Boeing informou na última quarta-feira que se a Índia selecionar o Super Hornet, na concorrência para 126 caças multimissão, lhe será permitida a adição de capacidades avançadas para os caças, em requisitos futuros.

Segundo Vivek Lall, chefe da Boeing Defence, Space and Security na Índia, o país poderá participar do “International Super Hornet Roadmap customer”, que dará à Força Aérea Indiana a flexibilidade ao longo dos anos para integrar ou introduzir novas tecnologias.

A Boeing anunciou recentemente o roteiro de desenvolvimento de 40 anos, financiado pela US Navy e desenvolvido pela Boeing, que planeja amadurecer tecnologias e introduzí-las na aeronave.

A Boeing também tem um plano de crescimento para os clientes internacionais, a fim de assegurar que o Super Hornet satisfaça as necessidades das forças aéreas, como a da Índia, que podem diferir das exigências americanas.

Lall disse que algumas das tecnologias oferecidas no roteiro já estão no avião oferecido à IAF. O roteiro vai oferecer recursos para a sobrevivência melhorada e capacidades de detecção adicionais.

FONTE: DDNews

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Todos os jatos de treinamento BAE Hawk em operação no Reino Unido foram ‘groundeados’ no final do mês passado por problemas nos assentos ejetáveis MB Mk10. O problema foi detectado em uma das aeronaves durante uma vistoria realizada por um engenheiro em 27 de julho na base aérea de Valley (Anglesey).

A descoberta do problema também alertou outras unidades que operam a aeronave e os jatos baseados em Yeovilton, Leeming, Scampton e Culdrose foram mantidos no chão. Nenhum Hawk foi autorizado a voar sem antes passar por uma inspeção. Até mesmo os Hawk do esquadrão de demonstração aérea Red Arrows da RAF foi proibido de voar.

FONTE/FOTO: BBC/BAE

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DSA cortará pela metade número de funcionários

A Denel Saab Aerostructures (DSA) terá que reduzir pela metade o número de funcionários para o ano que vem para sobreviver. Perto de 300 postos de trabalho deverão ser cortados.

O corte afetará algumas áreas de desenvolvimento da empresa e muitos postos de trabalho altamente qualificados serão perdidos. A recessão global da economia e o atraso no programa do Airbus A400M foram os responsáveis pela queda do faturamento da empresa. O grupo sueco Saab possui aproximadamente 20% da DSA.

FONTE: allafrica

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O foco da crítica do novo Primeiro Ministro é a suspeita de corrupção no sistema atual de aquisição de material militar, em que companhias fazem a mediação dos contratos

Segundo a Rádio Praga, o novo Primeiro Ministro da República Tcheca, Petr Nečas, prometeu  na última terça-feira (3 de agosto) que vai mudar a política de contratos de defesa do país. Pela atual e controversa política, cuja origem está numa lei de 1994, o ministro da defesa não pode comprar armas diretamente de fornecedores internacionais: as compras devem passar por companhias mediadoras.

Muitos vêem essa prática como um convite à corrupção, e o novo governo deseja mudar a lei e permitir que o ministério compre armas e outros equipamentos diretamente. Os contratos que, conforme a reportagem, levantaram suspeitas de corrupção (todos concluídos com a participação de empresas mediadoras) foram:

  • O leasing por dez anos, no valor de aproximadamente 20 bilhões de coroas tchecas (pouco mais de um bilhão de dólares) de 14 caças suecos Gripen, acordado em 2003.
  • A compra de 19 veículos blindados Dingo por 735 milhões de coroas tchecas (aproximadamente 39 milhões de dólares), em 2007.
  • A compra de 107 viaturas blindadas de transporte Pandur, por 14,4 bilhões de coroas tchecas (pouco menos de 770 milhões de dólares), em 2009.
  • A compra de quatro aviões de transporte CASA C-295, por 3,5 bilhões de coroas tchecas (190 milhões de dólares), também em 2009.

“Eu considero muito importante e até crucial que, no próximo período, o Ministério da Defesa deixe de ter a reputação de uma vaca leiteira, da qual um grupo de empresas parasitas retira dinheiro dos contribuintes por meio de todo tipo de contratos, licenças e coisas do gênero”, disse o novo Primeiro Ministro.

Enquanto forças anticorrupção reagiram positivamente às promessas de mudança, o plano também levantou objeções. Um opositor à mudança da lei é justamente o novo Ministro das Finanças, Miroslav Kalousek, de um dos partidos da coalizão. Ele argumenta que a saída dos mediadores não ajudaria em nada.

Mas políticos que encabeçam as forças anticorrupção, como Iveda Jordanová, dizem que Kalousek deveria ficar de fora do debate, pois teria ligações próximas com grandes negociadores de armas beneficiados com a lei atual. Ele lembrou que Kalousek esteve por cinco anos no Ministério da Defesa, e que teria muitas explicações para dar.

Por fim, a reportagem da Rádio Praga afirma que, em breve, o novo gabinete do Primeiro Ministro Petr Nečas terá uma chance de transformar suas palavras em ações. O contrato de leasing dos caças Gripen vai expirar em 2015 e, no próximo ano, o governo deverá decidir sobre sua substituição em um contrato multibilionário.

FONTE: Rádio Praga

FOTOS: Ministério da Defesa e das Forças Armadas da República Tcheca

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Israel fará partes do F-35

Segundo o jornal israelense Haaretz, Israel vai fabricar US$ 4 bilhões em componentes para o F-35 Joint Strike Fighter.

Embora nenhum anúncio oficial tenha sido feito até agora, funcionários do Ministério da Defesa de Israel têm conversado com companhias de defesa americanas envolvidas na fabricação do F-35. As discussões sobre o envolvimento de Israel no programa JSF foram lideradas pelo Ministro da Defesa Ehud Barak.

As companhias que produzirão partes para o caça são a Israel Aerospace Industries (IAI), Elbit Systems, Rafael Advanced Defense Systems e Israel Military Industries.

Israel não quer apenas fazer parte do desenvolvimento e produção, mas também comprar a aeronave: 20 caças serão adquiridos por US$ 2,75 bilhões. Os jatos serão pagos com os recursos de ajuda militar americana, que atingem US$ 3 bilhões por ano.

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A Força Aérea da Federação Russa e o NORAD (North American Aerospace Defense Command) vão conduzir pela primeira vez um exercício de defesa aérea cooperativo.

As agências de controle aéreo civil da Rússia e a FAA (Federal Aviation Administration) também estarão envolvidas no exercício, juntamente com os centros de operações da Base Aérea de Elmendorf, no Alasca e Khabarovsk, na Rússia.

O exercício, batizado de “Vigilant Eagle”, ocorrerá de 8 a 11 de agosto, envolvendo pessoal dos EUA, Rússia e Canadá, que operam os centros de comando na Rússia e nos EUA.

Este exercício foi autorizado sob um acordo militar cooperativo assinado entre os presidentes da Federação Russa e dos Estados Unidos da América. O acordo incumbe o NORAD, comando binacional americano e canadense, e a Força Aérea Russa a conduzir um exercício de voo real por cinco dias.

O treinamento vai consistir de dois voos: um originando no Alasca e voando para o Extremo Oriente e outro partindo do Extremo Oriente e indo para o Alasca. Ambos os voos seguirão a mesma rota.

A premissa básica é que um avião comercial americano, num voo internacional (Fencing 1220), foi tomado por terroristas. A aeronave não vai responder a comunicações. O cenário do exercício criará uma situação que vai requerer que a Força Aérea Russa e o NORAD lancem ou desviem caças para investigar e seguir o Fencing 1220. O exercício focará no rastreamento e transferência da aeronave monitorada (Fencing 1220) entre os caças das nações participantes.

Aeronaves AWACS (E-3B and A-50) da Rússia e dos EUA estarão envolvidas na operação, além de caças a aviões-tanque de ambos os países.

O exercício combinado visa desenvolver a cooperação entre a Federação Russa e o NORAD na prevenção contra possíveis ameaças terroristas. O exercício provê a oportunidade para cooperativamente detectar, rastrear, identificar, interceptar e seguir uma aeronave através das fronteiras internacionais.

FONTE: USAF

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A Arábia Saudita é uma das nações que pode beneficiar-se da política de defesa da administração Obama para o Oriente Médio. A atual administração dos EUA busca formas de melhorar as capacidades militares dos seus aliados naquela região.

Segundo informado pelo noticiário do Jane’s, existem negociações para fornecer à Real Força Aérea da Arábia Saudita 84 novos F-15 (possivelmente da versão ‘Silent Eagle’), além da atualização de outros 72 exemplares mais antigos pertencentes ao país.

Estima-se que a Arábia Saudita tenha atualmente aproximadamente 160 caças F-15 (todos os modelos). Caso ocorra a confirmação desta compra, o total subirá para mais de 240 aeronaves, colocando o país à frente do Japão (que conta com pouco mais de 200 exemplares) e tornando-se o segundo maior operador de F-15 no mundo, perdendo apenas para a própria USAF (que tem mais de 600 F-15). Mas também existe a possibilidade de um determinado número de células mais antigas, e que não forem modernizadas, serem substituídas parcialmente pelos novos Eurofighter Typhoon.

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Informação foi dada por representante da Rosoboronexport

Autoridades da Rússia informaram nesta segunda-feira que o caça MiG-35 passou em todos as avaliações técnicas feitas pela Força Aérea da Índia e preenche todos os requisitos daquela força para a concorrência do MMRCA.

“Os requerimentos são bastante rígidos, mas nós já passamos por três avaliações técnicas e acreditamos que a aeronave ofertada corresponde totalmente às necessidades”, informou o executivo da Rosoboronexport, Seguei Kornyev.

As declarações de Kornyev ocorreram em um momento onde a Índia prepara o documento que listará as aeronaves (‘short list’) para a próxima etapa do processo. Acredita-se que a ‘short list’ do MMRCA seja feita ainda esta semana.

“Acreditamos que a nossa participação nesta concorrência vai até o final e esperamos vencê-la”, disse Kornyev.

FONTE: Hindustan Times

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Acordo feito com a Lockheed transfere para a companhia portuguesa parte dos trabalhos

A OGMA vai assumir a responsabilidade pela modernização de três dos cinco aviões P-3C Orion da Força Aérea, após acordo com o fabricante Lockheed Martin (EUA), segundo um despacho publicado em Diário da República.

O contrato de modernização destes aviões de patrulhamento marítimo foi assinado em 2007 e previa que os trabalhos se realizassem nos EUA, o que ocorre com duas das aeronaves. O aditamento publicado segunda-feira no jornal oficial transfere para a fábrica da OGMA, em Alverca, a responsabilidade pela modernização dos restantes três P-3C Orion.

Este acordo da OGMA com a Lockheed Martin representa um novo negócio entre as duas empresas em matéria de aviões militares para a Força Aérea, depois do celebrado para a modernização dos caças F16, embora o ramo militar seja responsável – através das oficinas na base aérea de Monte Real – por parte importante desses trabalhos.

A OGMA, que ocupa um lugar central no cluster aeronáutico que Portugal quer desenvolver, é detida em parte pelo construtor brasileiro Embraer – que anunciou no fim-de-semana, no salão aeronáutico de Farnborough (Reino Unido), ter assinado o fornecimento de 28 aviões de transporte militar KC-390 à Força Aérea do Brasil.

Esse novo aparelho é visto pela Embraer como o sucessor dos aviões militares C-130 (de fabrico americano), face aos muitos problemas com o sucessor C-130J e aos atrasos na produção do europeu A400M. Recorde-se que muitos Hércules C-130 vão atingir o limite de vida útil esta década.

Portugal surge como um dos principais candidatos a participar na construção do KC-390, através das duas fábricas que a Embraer começa a construir em Évora a partir de Novembro. Em princípio, o acordo formal da entrada de Portugal nesse processo industrial deverá ser assinado em Lisboa, em Setembro, quando o ministro da Defesa brasileiro visitar Portugal.

Segundo disse o presidente da Embraer Europa, em Farnborough, as obras em Évora ficam concluídas no final de 2011 e a produção começa a partir de 2012. “A produção das fábricas estará em full power em 2013″, precisou Luiz Fuchs, sobre um projecto de 150 milhões de euros e que criará 600 postos de trabalho altamente qualificados. “A Embraer está a cada ano mais envolvida com Portugal”, frisou Fuchs.

O presidente da Câmara de Évora, José Ernesto Oliveira, congratulou-se com o início da construção das fábricas, pois são investimentos-âncora que podem atrair novos projectos aeronáuticos para o concelho. Com Lusa

FONTE/FOTO: DN Portugal

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