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Esquadrão Falcão recebe 4ª unidade do helicóptero H-36 Caracal

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quarto H-36 da FAB recebido em Itajubá - foto 2 FAB

Em operação em Belém (PA) desde 2011, modelo já foi empregado em operações reais e exercícios da FAB

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O Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) recebeu a quarta unidade do helicóptero H-36 Caracal. O recebimento da aeronave sob matrícula FAB 8514 foi realizada em Itajubá (MG) em 10 de Setembro.

Na FAB, o helicóptero está em operação na região amazônica desde Abril de 2011, quando a unidade aérea sediada na capital paraense recebeu a primeira unidade. Com capacidade para transportar até 31 pessoas a bordo, o Caracal pode decolar com peso máximo de 11 toneladas e voar a 260 km/h.

Recentemente, o modelo foi empregado em exercício de resgate em combate (CSAR) em conjunto com aeronave remotamente pilotada, RQ-900 Hermes, e de caça A-29 Super Tucano. A missão, realizada em Campo Grande (MS), empregou óculos de visão noturna (NVG).

A aeronave faz parte do programa de reaparelhamento do ministério da Defesa que prevê um total 50 unidades do modelo EC-725 para Marinha, Exército e Aeronáutica. O gerenciamento de todo o processo de aquisição é realizado pela Comissão Coordenadora de Aeronave de Combate (COPAC).

quarto H-36 da FAB recebido em Itajubá - foto FAB

FONTE / FOTO (entrega da aeronave em Itajubá): FAB

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juarezmartinez
juarezmartinez
5 anos atrás

Dilin, dilin, dilin, “dinheilinho” na campanha cumpanhera…..e os trouchas pagando, dilin, dilin,. olha o barulinho de las moneditas…..dilin dilin dilin……

Grande abraço

Leonardo Pessoa Dias
Leonardo Pessoa Dias
5 anos atrás

Prezados,

Há muito que acompanho o mesmo tipo de comentários, sempre que algo sobre os Caracal está em notícia.

É uníssono que todos discordam do preço pago pelo projeto, mas alguém poderia encarecidamente me explicar por que este projeto é tão ruim, sem fazer desta análise um espaço para crítica ou apologia política?

Pessoalmente me espanto positivamente com a capacidade e potência da Kombi, e sou muito suspeito para não achá-la uma bela aeronave…

Quando criança tive um helicóptero dos Comandos em Ação que me lembra muito a Kombi voadora 🙂

https://mlb-s2-p.mlstatic.com/helicoptero-tomahawk-gi-joe-comandos-em-aco-completo-e-raro-13845-MLB199855891_5620-F.jpg

juarezmartinez
juarezmartinez
5 anos atrás

Caro Leonardo! Eu poderia fazer um dissertação completa ponto a ponto sobre a criação marketeira paga a preço de ouro na imprensa, mas respeitosamente não o farei porque este troço já me anojou o que deu, mas vou te dar uma resposta em uma frase que resume tudo;

Ele não cumpre a missão.

Grande abraço

Carlos
5 anos atrás

“Ele não cumpre a missão.”

“Leonardo Pessoa Dias
19 de setembro de 2014 at 11:59 #”

Este cumpre a missão:

https://www.youtube.com/watch?v=-dcCwSLydhY

Mauricio R.
Mauricio R.
5 anos atrás

Tomando a Colombia como exemplo, lá se usam o BH e o “Hip”, aquilo que o BH não consegue carregar, o helicóptero russo carrega.
Um bote inflável no BH iria pendurado no guincho, no “Hip” é carregado internamente e pode ser lançado pela porta traseira, incluindo tripulação e “passageiros”.

juarezmartinez
juarezmartinez
5 anos atrás

Caro Leonardo, com a permissão dos editores copio aqui um posto do nosso colega Lynx que é hoje piloto civil off shore e ex Lynx da MB, que é bastante elucidativo e leitura obrigatória pata todos os habitantes do mundo plug anda play, adoradores de duendes, gnomos, fadas e demais do gênero: “Eu passei 30 anos na MB vivendo esse mundo real “momentâneo”, que, pelo que vemos, continua. Se vamos medir o tempo em milênios, então essa classificação de momentâneo é válida. Questão de referências. As minhas são outras. Eu não estou menosprezando os seus argumentos. Eu estou afirmando que… Read more »

Leonardo Pessoa Dias
Leonardo Pessoa Dias
5 anos atrás

Prezados, Agradeço muito as explicações, e principalmente o auto-controle. Entendo que o assunto possui emoções próprias. Mas acho que minha burrice é um pouco maior. Entendi que ele não atende a missão. Mas agora eu preciso saber qual seria a missão. Na ficha técnica a disputa é bem balanceada, deixando transparecer as qualidades e diferenças de cada aeronave, com uma real vantagem operacional para o BH. Mesmo assim, o fato de não irmos com o equipamento que existe de melhor, não me vez entender que o que foi escolhido é incapaz de executar a missão, simplesmente. Vocês poderiam me ajudar… Read more »

Leonardo Pessoa Dias
Leonardo Pessoa Dias
5 anos atrás

Em tempo:

juarezmartinez
21 de setembro de 2014 at 20:32 #

Excelente texto. Realmente obrigatório. Um abraço!

Lyw
Lyw
5 anos atrás

Leonardo, Existem diversas matérias aqui do Aéreo que tratam de problemas do EC-725. Mas adiantando, estes problemas estão relacionados principalmente à uma degradação de um importante componente do rotor principal que tornava sua operação sobre o oceano arriscada e portanto reduzindo sua capacidade operacional neste ambiente. Se você procurar aqui mesmo no apereo verá que a resolução técnica do problema já foi alcançada e já deve estar à disposição dos clientes (tenho certeza que o COPAC já deve estar trabalhando nisto). Outro problema está relacionado à abertura da porta da aeronave, que não permitia o transporte de mísseis e pods… Read more »

Lyw
Lyw
5 anos atrás

Correção onde lê-se “aperio” lêia-se “Aéreo”!

joseboscojr
joseboscojr
5 anos atrás

Leonardo,
Esse seu helicóptero usa um sistema de rotores duplos em tandem que não induz à rotação da estrutura do heli, portanto ele não precisa do rotor de cauda.
Joga ele fora!
Rsrss

Leonardo Pessoa Dias
Leonardo Pessoa Dias
5 anos atrás

Lyw, obrigado pelas informações.

Bosco, e o pior é que você não deve ter percebido que o rotor de calta tem um sistema basculante, tipo Harrier!

Leonardo Pessoa Dias
Leonardo Pessoa Dias
5 anos atrás

*cauda