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Gripen: pilotos brasileiros fazem voo solo na Suécia

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Capitão Fórneas da FAB em Gripen C - foto 3 via Agencia Forca Aerea - FAB

Aviadores da FAB voaram pela primeira vez sem instrutores suecos

Os Capitães Gustavo Oliveira Pascotto e Ramon Santos Fórneas, da Força Aérea Brasileira, realizaram nesta terça-feira (27/1) seus primeiros voos sozinhos na cabine de caças Gripen. As missões de treinamento duraram aproximadamente uma hora e partiram da Base Aérea de Såtenäs, na região central da Suécia.

Pilotos da FAB e caça Gripen - foto via Agencia Forca Aerea - FAB

Piloto da FAB em Gripen C - foto via Agencia Forca Aerea - FABAs duas aeronaves decolaram por volta das 11h45 (hora de Brasília) e realizaram manobras em uma área de treinamento localizada sobre o Mar do Norte e a costa oeste da Suécia. Após o pouso, eles foram recepcionados por todos os pilotos da Sétima Ala da Força Aérea da Suécia.

Os pilotos da FAB já voavam os jatos Gripen desde o dia 10 de novembro de 2014, mas, até a manhã de hoje, eles só haviam cumprido missões com a companhia de instrutores de voo da Força Aérea da Suécia. O treinamento é complementado por instruções em solo e aulas teóricas.

O intercâmbio deve prosseguir até o fim de abril, quando os militares brasileiros já estarão aptos para cumprir missões de combate com as aeronaves Gripen da Força Aérea da Suécia.

Entre 2019 e 2024, o Brasil deve receber 36 unidades de jatos Gripen da versão NG.

Capitão Gustavo da FAB em Gripen C - foto 2 via Agencia Forca Aerea - FAB Capitão Fórneas da FAB em Gripen C - foto via Agencia Forca Aerea - FAB Capitão Fórneas da FAB em Gripen C - foto 5 via Agencia Forca Aerea - FAB Capitão Fórneas da FAB em Gripen C - foto 4 via Agencia Forca Aerea - FAB Capitão Fórneas da FAB em Gripen C - foto 2 via Agencia Forca Aerea - FAB

FONTE / FOTOS via Agência Força Aérea – FAB

COLABOROU: HMS Tireless

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Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Dá para notar que eles odiaram a experiência…

Edcarlos Prudente
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Edcarlos Prudente

Sorriso de orelha a orelha!

Mais um passo de muitos para encaminhar a FAB para o futuro.

Solskhaer
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Solskhaer

Magnifico passo desses pilotos!
Não lembro e nem vou pesquisar, vou perguntar por aqui mesmo.
E como foi a chegada e treinamento para os pilotos dos Mirage na primeira levada deles aqui???? Será que a emoção foi a mesma?

Marcos
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Marcos

off topic

Ainda aguardando a liberação, por parte da Anarc, o voo do KC-390.

Kojak
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Kojak
Wellington Góes
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Wellington Góes

Se a SAAB e a FAB/COPAC não quiserem muita dor de cabeça no desenvolvimento do Gripen E/F, além de ainda conservar alguma chance de venda no mercado, que optem pela versão que a Flygvapnet desejava, ou seja: 1 – Sem mudanças significativas na estrutura da aeronave, basicamente aproveitando o mesmo desenho de célula das aeronaves anteriores (A/B e C/D), talvez com uso de novos composites; 2 – A motorização com o RM-12 melhorado; e 3 – Apenas acrescentando novos hardwares (IRST, radar AESA, novos RWR, ECM, etc) e softwares (Datalink, fusão de dados, etc). Só isso, sem essa estória de… Read more »

Kojak
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Kojak

Wellington Góes

Caro colega

Gostaria da opinião de um dos Fabianos que frequentam este espaço.

Nick
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Nick

Mais um passo dado. Torcendo para que esses 8/10 Gripens C/D venham logo.

[]’s

Vader
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Wellington Góes 28 de janeiro de 2015 at 2:29 # A SAAB não tem nada a ver com as modificações exigidas pela FAB/Governo Brasileiro (MD). A SAAB oferece um produto “fechado”. Modificações e customizações correm por conta do cliente. Agora, vejo por aí muita choradeira por conta das customizações exigidas pelo Brasil. E pelos custos. Ora, o que o Brasil está fazendo é mais ou menos o que os Emirados Árabes fizeram com enorme sucesso com o Mirage 2000-9 e F-16C/D Block 60: customização de alto nível e especificação de tecnologias avançadas que só o Brasil deterá. Não se está… Read more »

Justin Case
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Justin Case

Vader, bom dia.

Você se refere a customizações que foram solicitadas após seleção do vencedor? Aí faz sentido, pois o projeto F-X2 já exigia grande adequação aos nossos requisitos explícitos desde o RFP. A concepção do Gripen NG provavelmente já foi feita para que pudesse alcançar os requisitos brasileiros (e indianos). Certamente a oferta (e suas renovações) já contemplavam essas modificações exigidas para alcançar os requisitos originais.
Abraço,

Justin

Vader
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Justin, exatamente.

Mas honestamente tanto faz. Dinheiro pra gastar tem, isso é um fato político. Com a competência e qualidade dos gastos públicos (contingenciamentos, etc.) que tornam o Estado brasileiro um dos melhores do mundo em arrecadação e um dos piores em retorno para o cidadão. Mas dinheiro tem, e o eleitor do PT não se importa em gastá-lo.

E que fique claro: o mesmo se daria com qualquer que fosse o vencedor do FX2, fosse o F/A-18E-F Super Hornet ou o Dassault Rafale.

Sds.

Solskhaer
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Solskhaer

Baseado nesse tópico, foi muito bom reler esses outros aqui, a começar, lógico, por esse:
http://www.aereo.jor.br/2010/07/09/a-aviacao-de-caca-da-forca-aerea-brasileira-parte-1/

Solskhaer
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Solskhaer

Em 1953, a Força Aérea Brasileira entrou na Era do Jato, recebendo 70 caças Gloster Meteor da Grã-Bretanha (60 dos quais monoplaces F.Mk.8 e 10 T.Mk.7 biplaces).
Dá para imaginar como foi a receptividade dos pilotos brazucas na época???

Wellington Góes
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Wellington Góes

Vader, boa tarde! Em primeiro lugar eu não escrevi que a SAAB é culpada em propor as alterações do WAD, que eu escrevi é que fou besteira a SAAB querer alterar a estrutura do Gripen C/D para tentar se adequar as seleções brasileira e indiana, o que acabou por piorar (ou tende a isso) a performance e custos desteque era um ótimo caça na sua categoria, ou seja, o remendo saiu pior que o original. A redução da capacidade de carga paga é só a ponto deste Iceberg, até porque nem protótipo existe, então ainda tem muito problema pra acontecer.… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

Pra completar o raciocínio, já que você citou o Mirage 2000-9 e o F-16 Block 60 dos EAU, veja que só eles possuem essas versões, é pesquisar o quão custoso é manter versões tão exclusivas assim. Quem tem dinheiro brotando da terra pode se dar esse luxo, nós não.

Vader
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Caro Wellington, em primeiro lugar como você mesmo disse o Gripen NG ainda nem protótipo é, então vamos dar o crédito que uma empresa de 80 anos e com centenas de jatos de alta performance já construídos ao longo de todo esse tempo merece, o que vc acha? A SAAB não é estúpida e não começou nesse negócio ontem né? Já produziu alguns dos mais notáveis feitos na área de aeronaves de combate entre eles (mas não apenas) os caças supersônicos Draken, Viggen e Gripen. Todas as projeções dos “ixperrrtos” de internet que dizem que a payload do Gripen NG… Read more »

Vader
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PS: podemos sim nos dar a “esse luxo”. Aliás, nos damos “luxos” muito maiores e de piores qualidades do que esse. E mais: seria a mesma coisa com qualquer um dos vencedores do FX2, i.e. a FAB/GF pediria as mesmas customizações.

Vader
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PPS: modernizar AMX e F-5 pra quê, se iremos comprar quase uma centena de Gripen NG? Vende como sucata…

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Para quem gasta 21 bilhões em uma baleia branca nuclear, a grana do Gripen é troco de padaria e ainda dá muito mais retorno.

Alexandre Galante
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Pra quem gastou R$ 26 bilhões na Copa…

Vader
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Galante 26 bilhões é o que foi contabilizado…

Wellington Góes
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Wellington Góes

Vader, é claro que a SAAB tem uma larga experiência nesta área, mas como acontece com qualquer grande empresa deste e de outros ramos, erros acontecem e, normalmente, quando se quer remendar um projeto já existente, exemplo existem aos montes (do Honet para o Super Honet; do Puma para o Super Puma e para o Caracal; do Tucano para o Super Tucano, etc…), todos tiveram problemas que limitaram suas performances originais, foram resolvidos? Claro que sim, mas pagaram algum preço pra isso, seja de caráter financeiro, seja de performance (redução de capacidades). Houveram ganhos? É claro que sim, mas depois… Read more »

Vader
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Caro Wellington, da sua lista de projetos a única que tem se mostrado até o momento um “erro” é o Caracal, na qual a Lixocopter teve a ousadia de investir num projeto que tem quase 60 anos e vender para os trouxas como se fosse novo. Sim, porque o Super Hornet é uma aeronave de ataque (na minha época se diria um caça-bombardeiro) muito mais completo do que jamais foi o Hornet, muito mais potente, com muito maior alcance, muito mais versátil e com carga paga muito maior. Exatamente o que a US Navy precisava. E, graças à relativa comunalidade… Read more »

ricardo_recife
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ricardo_recife

Parabéns a FAB, mas uma fase de compra do Gripen E/F.

A customização que a FAB exigiu da SAAB é um aperfeiçoamento da versão Sueca. O Wide Area Display (WAD) é o futuro e a FAB o está antecipando.

O planejamento da FAB e possuir dois aviões caça/ataque/treinamento: o Gripen E/F e o Super Tucano, nada mais, nem avião de treinamento avançado.

Minha preocupação é o tais 108 Gripens. Eu somente acredito depois de comprados e incorporados a força.

Abs,

Ricardo

ernaniborges
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ernaniborges

“Vader 28 de janeiro de 2015 at 15:03 #

PPS: modernizar AMX e F-5 pra quê, se iremos comprar quase uma centena de Gripen NG? Vende como sucata…”

Concordo.
vende pra Colombia, Uruguai, ou, se deixarem, pra Argentina.

Kojak
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Kojak

“Vader
28 de janeiro de 2015 at 15:03 #

PPS: modernizar AMX e F-5 pra quê, se iremos comprar quase uma centena de Gripen NG? Vende como sucata…”

Doa pros Argies e ainda pagamos o “frete”, eles ai poderão tomar um certo arquipélago do atlântico sul. (rs).

Kojak
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Kojak

“Alexandre Galante
28 de janeiro de 2015 at 15:38 #
Pra quem gastou R$ 26 bilhões na Copa…

Vader
28 de janeiro de 2015 at 15:43 #
Galante 26 bilhões é o que foi contabilizado…”

R$ 50 bi contando tudo, isenções, incentivos, BNDES, CEF, BB, (3% kkkkkk rsrsrsrs) e a “QPQ”

Caso o Sérgio Moro me chame (rs) eu conto tudo, mas quero Passaporte Israelense e aposentadoria com direito a pensão da Ian.

Kojak
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Kojak

Os sorrisos dos pilotos são contagiantes, bem tipo “brasileiros” em dis de glória.

Aliás, virão os (6) C/D ?

Kojak
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Kojak

Ops

“….bem tipo “brasileiros” em dia de glória.”

Edcarlos Prudente
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Edcarlos Prudente

A customização do Gripen NG ou a modernização dos F-5 e A-1 não é luxo para a FAB, é necessidade. Acredito que ambos os programas vão seguir do jeito que a vontade política segue no Brasil.
A única certeza é a criação da doutrina para as futuras aeronaves, iniciada com estes dois aviadores da FAB na Suécia.

Cadê minha revista Nunão!?

Saudações

Wellington Góes
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Wellington Góes

Nunão, boa noite! Sim, ou estou enganado? O Gripen E teria, pelo menos, a mesma capacidade de carga do que o Gripen C? Mesmo tendo a mesma capacidade de carga, pra quê então fazer toda esta reengenharia (ou seja, mais custo) se o original já possuía a mesma capacidade sem acrescentar mais nada?! Sou daqueles que acha que gastar mais uns US$ 500 milhões, no mínimo, para desenvolvermos novos aviônicos, sendo que nem mesmo a empresa é nacional. O irônico (ou hipocrisia) nisto é que os que criticam (não é o teu caso Nunão) a Helibras por ter 75% de… Read more »

Vader
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Wellington Góes 29 de janeiro de 2015 at 0:13 # “Mesmo tendo a mesma capacidade de carga, pra quê então fazer toda esta reengenharia (ou seja, mais custo) se o original já possuía a mesma capacidade sem acrescentar mais nada?!” Começa que, ao contrário, tudo aponta a que o Gripen NG terá maior payload que o Gripen atual. Mas para isso teremos de esperar os testes, porque não há nada, absolutamente nada de oficial que aponte neste sentido. Só especulação de gente que ficou “fodidinha” porque foi o Gripen que ganhou o FX2, e não outro concorrente qualquer. No mais,… Read more »

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Desculpe Vader, mas quem disse/escreveu que o melhor seria produzirmos o caça aqui? Eu? Aonde? Quanto às modificações, eu mesmo tive a oportunidade quando da FIDAE 2008 (pré lançamento do demonstrador do Gripen NG) e de 2012 quando fiz matéria sobre a feira à ALIDE, conheci o projeto e as tais modificações. À defesa da AEL, ganhando a quantidade de contratos que vem ganhando nos últimos anos, detalhe, sem licitação (os Hermes 450 e 900 foi assim, bem como a modernização dos C/P-95, participação no projeto EC-725, etc…..), é no mínimo estranha, ainda mais se levarmos em consideração aquelas tais… Read more »

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Obrigado pela explicação dática Nunão, foi muito proveitoso, apesar de complexo. Mesmo assim a pergunta ainda vale, pra quê comprometer dois dos grandes trunfos do Gripen (manobrabilidade e baixos custos de aquisição, operação e manutenção), só para ter maior alcance para pouco aumento na capacidade de armamentos? Se a FAB quiser um caça que vá do Rio de Janeiro à Manaus num babate-volta, que façam um seleção de caças médio-pesados e não escolhendo um leve-mediano. Querem dar ao Gripen maior capacidade de combustível sem gastar tanto assim com esta reengenharia ? Então que desenvolva os CFTs. Com um RM-12 ainda… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

P.S2: Desculpem os erros de digitação, esse autocorretor do meu smartphone embaralha tudo. :/

rommelqe
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rommelqe

Prezados Nunão e lorde Wellington, Enfim, certamente o up-grade dos C/D para os NG – BR foi concebido priorizando-se, aparentemente, a autonomia. Ninguem tem duvida de que esse aspecto era um dos maiores estigmas dos A/B e dos C/D aos nossos olhos , voltados à realidade de um pais continental. No entanto não esquecer que o território Suéco não é tão pequeno assim (ainda mais ao imaginar que em alguns cenários seus vetores poderão se deslocar qté a sibéria) e que a quantidade de vetores no Brasil é (será) extremamente reduzida mesmo na hipótese que cheguemos a comprar os 120… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

Olá rommelqe, boa noite! Pois então, eu sou refratário desta ideia de termos um único vetor nas fileiras da FAB, isto (no meu entender) é válido para países que há muito dominam, praticamente, todo o siclo de desenvolvimento deste tipo de aeronave, é o caso da França e da Suécia, por exemplo, mas estamos longe de algo parecido. Com uma salvaguarda, este países possuem territórios (mesmo a França com territórios ultramarinos) pequenos. Outros países com os quais possuem tamanhos equivalentes ao nosso, possuem ou aeronaves maiores e mais capazes, ou um mix de aeronaves para complementar cada função/objetivo. Aliás, nós… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

A FAB, com isso, está criando um segundo AMX, aliás, estão transformando um F-5 em um AMX. De um caça bom e barato aque se propõem, a um caça caro e com poucos operadores (só os idealizadores do projeto). A despeito dos ganhos tecnológicos que o AMX trouxe à FAB e à Embraer, o caça em si é limitado ante outros que são contemporâneos, custando quase a mesma coisa. Sua relação custo-benefício é pessima. Mesmo ele tendo muita capacidade de combustível interno eo que lhe dá uma ótima autonomia para o seu tamanho, mas os países preferiram comprar caças que… Read more »

Vader
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Wellington, o que vc não entende é que o que a FAB quer é justamente um AMX II “melhorado”, sem os erros que foram cometidos no AMX. Se ela quisesse simplesmente um caça, teria comprado o F-16, ou até o Su-35, que foram eliminados do FX2 exatamente porque não proporcionariam o desenvolvimento da indústria nacional que a FAB quer, que o governo quer, e que consta da END. Isto posto, toda a crítica é válida, mas deve ser feita ao governo, que priorizou o desenvolvimento de um caça nacional num futuro a longo prazo. No mais, suas especulações sobre características… Read more »

Wellington Góes
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Wellington Góes

Concordo Vader (fora o choramingo), rsrsrs Eu sou partidário de que deveríamos sim focar a montagem/produção/desenvolvimento do Gripen por aqui, só não concordo com toda esta reengenharia a mais, só isso. A absorção tecnológica de um Gripen C/D, objetivando elevar sua capacidade de eletrônica e aviônicos embarcados, também nos daria uma capacidade que hoje não temos formada, ou seja, também haveria avanços, a diferença é que com menos problemas e percalços, ou seja, menos riscos e menos dinheiro dispendido. (pelo menos no meu entender). Se fosse somente compra de prateleira, a coisa seria ainda menos caro, mas não acredito que… Read more »

rommelqe
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rommelqe

Caro Wellington, Entendo seu ponto de vista, respeito mas não concordo. Vejamos, entendo que o projeto NG BR deve ser analisado sob dois prismas: 1. Obviamente sua função militar: eu também não gosto do conceito “Multirole”; entendo, que certas especializações são necessarias e não considero um erro os EUA possuir super hornet e growler, a Russia su-33 e su-35, Israel f16 e F15. Um marceneiro tem que ter martelo e serrote e um hospital cardiologista e ortopedista. Mas a penúria da FAB é tão profunda que o nosso carpinteiro tem que pregar parafuso e o nosso médico ser clínico geral.… Read more »

rommelqe
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rommelqe

Caros, duas coisas que esqueci:
A. Os custos adicionados ao NG suéco são consequencias de vários fatores. Ao meu ver esse é o preço sem o qual não teríamos os resultados esperados e não obteríamos uma relativa independencia responsável.
B. Não concordo que tenhas choramingado, mas faltou pouco hein? Kkkkkkkkkkkkkkkk
Abs

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Só alguns comentários. Conversei pessoalmente com o Bengt Janer ano passado e ele me disse que o payload do NG ainda não está definido, a despeito do que já foi publicado, até pela própria SAAB. A última revista Força Aérea traz uma entrevista interessante com o Vilela (da minha turma), atual Gerente de Negócios da AEL, sobre o WAD. Tirou muitas dúvidas que eu tinha. Também era cético com relação ao WAD. A FAB não escolheu o GRIPEN somente pelas suas características técnicas, incluindo sua autonomia. O GRIPEN foi escolhido pois é o único que nos ensinará a construir aeronaves… Read more »

Kojak
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Kojak

“Rinaldo Nery
31 de janeiro de 2015 at 21:26 #”

Pronto, tudo quase resolvido.

Caro Cel

“….Tirou muitas dúvidas que eu tinha. Também era cético com relação ao WAD.”

Podes nos adiantar tais dúvidas e o que o leva a ser mais otimista ?

Obrigado, cordiais saudações.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Boa tarde a todos! Cel. Nery, é um prazer poder me conversar com o Senhor, antes de mais nada quero convidar-lhe para participar do Fórum Base Militar Web Magazine – FBM, lá tópicos sobre a reorganização das FFAA e o Senhor nos ajudaria bastante mostrando seu ponto de visto sobre este e outros assuntos, este é o link para nos fazer uma visita. http://www.basemilitar.com.br/forum/ É gratuito! Se outros colegas aqui da Trilogia quiserem participar (daqui mesmo temos alguns que já participam a tempos), fiquem a vontade, só digo uma coisa, temos um limite menos tolerável para alguma “acides” nos comentários.… Read more »