F-X2: Reuters dá como certa a escolha do Super Hornet pelo Brasil

F-X2: Reuters dá como certa a escolha do Super Hornet pelo Brasil

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Fontes ouvidas pela agência de notícias com sede em Londres disseram que o anúncio ocorrerá antes de outubro

Dave Gregorio

vinheta-clipping-aereoO Brasil está perto de fechar com a fabricante de aeronaves norte-americana Boeing a compra de caças F/A-18 Super Hornet em uma das disputas mais cobiçadas do mundo após o vice-presidente dos EUA, Joe Biden, visitar autoridades do governo brasileiro em Brasília e sanar dúvidas, segundo fontes da agência Reuters.

Biden se encontrou com a presidente brasileira Dilma Rousseff na sexta-feira passada e assegurou-a de que o Congresso dos EUA provavelmente respeitará o acordo de transferência de tecnologia sensível ao Brasil, parte do negócio, informaram três fontes que estiveram presentes ao encontro.

O acordo envolve a compra de 36 caças por um valor próximo de US$4 bilhões, com possíveis aquisições posteriores que podem elevar o valor do contrato com o tempo. Isto representaria um grande prêmio para as empresas de defesa norte-americanas num momento em que os EUA e muitos países europeus estão enxugando os orçamentos de defesa.

A presidente Rousseff ainda não tomou a sua decisão final, e o momento do anúncio ainda não está claro, segundo dito pelas fontes.

Mas comentários da presidente para Biden e outros acontecimentos recentes sugerem a preferência pela Boeing, sendo que uma decisão deve ser anunciada antes da visita de estado que Dilma fará à Casa Branca para se encontrar com o presidente dos EUA, Barack Obama, em outubro.

“Se for a Boeing, Biden merece muito dos créditos por isso” disse uma autoridade brasileira.

A principal desconfiança de Dilma em relação à proposta norte-americana sempre foi a possibilidade do Congresso dos EUA vetar a transferência de tecnologia em função de preocupação com relação à segurança nacional. O Brasil possui relações cordiais com os Estados Unidos, mas irritou alguns congressistas nos últimos anos por meio de suas interações com o Irã, a Venezuela e outros países que antagonizam com Washington.

Dilma, uma militante pragmática da esquerda, disse que a tecnologia é até mesmo mais importante que os próprios jatos porque o negócio pode impulsionar as indústrias de defesa do Brasil, como a Embraer.

No encontro da última sexta-feira, Dilma primeiramente levantou suas dúvidas em relação ao acordo de transferência de tecnologia, disseram as fontes.

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Biden não fez promessas sobre o que o Congresso fará. Mas ele disse, do alto das suas três décadas de experiência no Senado, para tratar ponto a ponto as preocupações.

Fator “SEQUESTRATION”?

Segundo o relato de algumas autoridades, Biden explicou que os senadores democratas nunca estiveram contra as vendas estratégicas do governo Obama, enquanto que muitos dos Republicados, encabeçados pelo senador John McCain do Arizona, mostraram disposição em apoiar a negociação com o Brasil.

Biden disse que a redução do orçamento de defesa dos EUA pode reduzir qualquer tentativa de oposição ao negócio no Congresso em um acordo que auxiliará a indústria de defesa dos EUA.

Ele também citou exemplos de bloqueios feitos pelo Congresso em acordos de defesa com países situados em regiões estrategicamente difíceis como o Oriente Médio, mas não com áreas pacíficas e predominantemente democráticas como a América do Sul.

Antes que a conversa mudasse de rumo, Dilma agradeceu Biden por fornecer fortes argumentos para usar a favor da Boeing, disseram duas fontes.

Perguntado sobre a questão, um funcionário da Casa Branca disse: “Nós não nos manifestaremos sobre conversas privadas, mas no aspecto geral os EUA apoiam fortemente a proposta da Boeing.”

O programa F-X2 anda fragilizado pela sua longa demora.

O Brasil inicialmente procurava um substituto para os caças Mirage na década de 1990, e o antecessor de Dilma declarou publicamente em 2009 que ele escolheria a Dassault.

No entanto, por uma série de razões, desde problemas orçamentários até ciclos eleitorais, o governo adiou a decisão sucessivamente. Executivos da companhia, alguns deles tentando convencer o Brasil por mais de uma década, diziam de forma jocosa que o Brasil não tinha intenção nenhuma de comprar caças.

Relação de longa duração

No entanto, existem razões diveersas para a presidente Dilma anunciar a decisão sobre os caças antes do final desse ano, quando a Boeing deverá ser declarada a vencedora.

Militares brasileiros tem dito sistematicamente que manter os caças Mirage será difícil após o final desse ano. Nesse meio tempo, a sensibilidade de anunciar o gasto de milhões de dólares durante um período econômico de retração poderia levar Dilma a anunciar a decisão antes de 2014, quando ela enfrentará a reeleição.

Dilma lançou o acordo como uma parte crucial do alinhamento do Brasil nas décadas que virão – uma mensagem que ela repetiu para Biden na sexta-feira.

Apesar de desafiar as vontades de Washington em questões como a da Síria, Dilma tem procura estreitar relações com os EUA. Ela recebeu um fluxo constante de secretários de gabinete e senadores, e aceitou o convite de Obama para uma visita de Estado, a primeira de um líder brasileiro em 20 anos.

Pelo seu lado, os EUA, pela primeira vez na história da USAF, escolheu a Embraer em fevereiro para o fornecimento de 20 aviões de ataque leve – um negócio que muito brasileiros viram como fundamental para a escolha do F/A-18.

A Boeing também aprofundou seu relacionamento com a Embraer em tempos recentes.

Enquanto isso, o governo brasileiro tem sido menos feliz com os outros finalistas do programa F-X2. O recente acordo com a França para a construção de submarinos resultou em menor número de transferências de tecnologia que o esperado, disse uma autoridade.

França e Suécia se opuseram ao candidato do Brasil para liderar a Organização Mundial do Comércio, que ganhou o cargo no mês passado. Os Estados Unidos também apoiaram um candidato diferente, mas foram mais contidos em seu apoio, na visão de Brasil.

“Notamos estas coisas, e eles são todos os fatores que influenciam a decisão (jatos)”, disse uma brasileira. “Trata-se de muito dinheiro, e queremos escolher o parceiro certo.

FONTE/FOTOS:
Reuters (tradução e edição do Poder Aéreo a partir do original em inglês)/USN

NOTA DO EDITOR 1: selecionamos belas imagens (na nossa opinião) para este ‘post’. Elas estão em altíssima resolução. Clique nas imagens para ampliar.

NOTA DO EDITOR 2: título original “Brazil closer to Boeing on jets deal after Biden visit”

COLABOROU: Roberto Bozzo

Lembrando a proposta da Boeing para a FAB:

(Lembrando que a lista abaixo foi obtida a partir da notificação do Pentágono ao Congresso dos EUA. O conteúdo muito provavelmente foi modificado para melhor nas revisões posteriores)

superhornet-cut

  • Fornecimento de 28 F/A-18E Super Hornet e 8 F/A-18F Super Hornet, 72 F414-GE-400 motores instalados, peças de reposição e armas por US$ 7 bilhões.
  • 4 motores F414-GE-400 para reposição
  • 36 radares AN/APG-79
  • 36 canhões M61A2 20mm
  • 36 RWR AN/ALR-67(V)
  • 144 lançadores LAU-127
  • 44 Joint Helmet Mounted Cueing Systems (JHMCS)
  • 28 mísseis AIM-120C-7 AMRAAM
  • 28 AIM-9M SIDEWINDER
  • 60 GBU-31/32 Joint Direct Attack Munitions (JDAM)
  • 36 AGM-154 Joint Standoff Weapons (JSOW)
  • 10 AGM-88B HARM Missiles
  • 36 Pods AN/ASQ-228 (V2) Advanced Targeting Forward-Looking Infrared (ATFLIR)
  • 36 AN/ALQ-214 Radio Frequency Countermeasures.
  • 40 AN/ALE-47 Electronic Warfare Countermeasures Systems
  • 112 decoys rebocados AN/ALE-50

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588 COMMENTS

  1. Puxa, ozamericanu malvadu imperialista vão fornecer esse caças para nós?!?!?!

    E como vai ficar a parceria estratégica CARACU com a França ?!?!?!

    Brincadeiras a parte, eu ainda gostaria de um hi-low F18 + Gripen ……

  2. Sempre fui a favor de outros aviões, ao invés dos 3 concorrentes, PORÉM, acima de tudo espero que haja a compra, de qualquer um! Se for mesmo o Hornet, melhor ainda – o mais capaz dos 3.

    Realmente as razões que apontam o texto são convincentes, como os vetos francês e sueco ao brasileiro na OMC e as reduções de investimentos militares das FA dos EUA – precisando assim de novos mercados.

    Além disso, tem os Super-Tucanos vendidos……Sei lá, só sei que vou estourar champagne (ou melhor, Coca-Cola), se isso se confirmar

  3. Novela à parte, não se houve mais moviementação do lobby da França( será que mais uma vez eles se entregaram? kkkkkk ) enfim , agora o governo americano tá jogando pesado,aguardermos as cenas do Próximo capitulo, que promete e muito!

  4. Habemus papam! 🙂

    O Corsário estava certo! 🙂

    Senhores, ACABOU O FX2.

    Falta apenas o anúncio oficial.

    A reportagem da Reuters é simplesmente espetacular. Uma AULA de jornalismo que deveria ser copiada e ensinada nas redações da imprensa brasileira.

    Primeiro, por deixar claro que TRÊS fontes brasileiras confirmaram a preferência pelo Super Hornet e o anúncio próximo.

    Segundo, por deixar evidenciado que essa história de congresso americano “vetando” algo em um época de recessão em que as empresas americanas estão desesperadas por vender, ainda mais com o governo democrata e a oposição republicana aprovando a venda e o acordo, não tem o menor cabimento.

    Terceiro, por colocar os pingos no I´s no que toca à tão propalada transferência de tecnologia do Prosub, que alguns dizem ser o ó do borogodó, a última cocada do balaio, mas que vem se revelando mais uma bela de uma piaba entubada pelo governo anterior.

    Que venha o Boeing F/A-18E-F para a FAB e que esta seja muito feliz com tão fantástica aeronave. Para a FAB será um salto quântico em matéria de operacionalidade, que jogará a Força finalmente no séc XXI, anos-luz à frente de quaisquer de nossos vizinhos.

    Deu a lógica dos fatos pura e simples. Contra toda a empulhação, contra toda a ideologia fajuta, contra toda a trollagem ao longo desses últimos cinco anos, deu a LÓGICA pura e simples.

    Claro: para que pagar mais caro por algo que faz – na melhor das hipóteses – o mesmo serviço?

    A escolha do Super Hornet é uma vitória da racionalidade sobre a empulhação ideológica. Mostra que este governo da Dilma não é tão permeável à sandice ideológica quanto o anterior governo do PT. Que é, ao menos, mais pragmático.

    Sei que hoje à noite vai ter muito neguinho chorando na caminha, que é lugar quentinho. Muita gente rasgando sedinha e ficando doentinha, rsrsrsrs…

    Saudações de um sith mais feliz que p. no lixo… 🙂

  5. Sinceramente, só vou acreditar quando houver um anúncio oficial.

    Mas achei algumas palavras estranhas como “US$7 bilhões”(não era menos?) e “provavelmente” vai ter ToT. 🙂

    Por outro lado, temos uma revelação importante de que a ToT dos Submarinos não indo bem.

    []’s

  6. Edgar:

    Vai ser espumante produzido em Napa Valley, quem sabe até da vinícola do George Lucas em homenagem ao Vader…rs!

  7. Pessoal

    A partir desse momento os comentários estão abertos.

    Dependendo do nível dos comentários (regras do bom convívio, educação, respeito ao próximo e ficar dentro do tópico) eles serão moderados e, em último caso, fechados novamente.

    Boa argumentação.

  8. Só vou acreditar quando o primeiro deles pousar com o bolachão da FAB, numa base aérea brasileira.

    Mas pela primeira vez em mutos anos acompanhando esta “saga”, me pareceu que os argumentos da reportagem foram corretos, tais como a oposição de França e Suécia ao pleito brasileiro na OMC.

  9. A França perdeu ao não apoiar o Lula!

    A Dilma sabe que os EUA é que mandam no CS da ONU e o SH é o melhor dos três finalistas!
    Testado em combate a fio à vários anos!
    Se for possível a integralização de armamentos, ótima escolha!

    Ainda torço e acredito que os SU-35 virão!

  10. Há anos espero que a FAB tenha um caça de verdade, espero que saia o anuncio para que isso seja verdade.

    No mais F/A-18E-F > que o resto!

  11. Gostei daquela parte do Elefante das Profundezas, o Terror dos Sete Mares. Entubaram a Marinha. Bem feito!!! Não há nada que “ele” tenha tocado que dê certo.

    Quanto aos F-18… ver para crer.

  12. Penso que o caminho natural seria mesmo a FAB optar pelo Super Hornet, em face de já operar aviões de caça americanos, o F-5. Os aviões franceses e suecos são ótimos, mas pesa contra eles a inexistência de escala, torna-os muito caros, coisa que uma força aérea ‘pobre’ como a nossa não tem como manter, por mais que eu tenha preferência pelo Gripen NG (mas eu não sou aviador, não sou técnico, não tenho como dizer que eles são melhores, apenas dar palpite).

    Enfim, se confirmada a notícia, o bom senso prevaleceu e oxalá se mantenha, na continuidade de aquisição de mais lotes da mesma aeronave para renovar a aviação da combate da FAB por inteiro.

  13. Uma frase para compor o fim do comentário do Vader : “A verdade tem mania de se impor”.
    Venceu a razão e não a vontate do ex-presidente da republica das banânias!

  14. Vader,

    Bom seria se o anuncio fosse de 36 Hornets para a FAB e 24 para a Marinha.

    Mais melhor não sonhar alto vai que …….

  15. Comemorarei inclusive a suíte de armamentos, se for confirmada….Amraam e Harm…..e se não for pedir muito, poderiam ser 56 mísseis Amraam, para que cada monoplace possa levar 2 cada

  16. Eu acho que uma das perguntas é:

    Caso a decisão seja tomada antes de setembro (como diz a reportagem), o que acontecerá com o GDA? Será que o governo dos EUA mandaria um caça “tampão” antes da chegada do F-X2?

  17. Tenho q dizer que era fã da jaca voadora, mas com o tempo e os acordos sem vantagem competitiva para o Brasil, mudei de lado para uma plataforma que ainda estar evoluido e com muito mais garantias para a nossa FAB, com certeza quando houver a visita da Dilma ao Barak Drome Obama será feito o anuncio de acordo com o que foi dito pela Reuters , então um certo ex presidente vai ver que não manda no governo da Dilma.

  18. “Requentando” alguns dos motivos pelos quais o Super Hornet é a melhor escolha:

    Um caça capaz, ágil (excelente “nose pointing”), robusto (naval) e resistente (resistente a intempéries e maresia), com grande alcance e enorme raio de combate, eletronicamente avançadíssimo, com um radar poderoso, pronto (não é um projeto), totalmente provado em combate, utilizado pela mais poderosa força aeronaval da Terra, com escala (mais de 600 aeronaves construídas, entregues e operando), com enorme suíte de armamentos excelentes (http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/10/Super-Hornet-Weapons.jpg) a preços razoáveis, com espaço para evoluir e um roadmap especificado (Ultra Hornet, tanques conformais, casulo externo de armamentos stealth), barato de adquirir (por volta de US$ 75 milhões) e relativamente barato de voar (hora-vôo e meio de operação a US$ 16.000), com comunalidade com a doutrina ocidental de emprego (não precisaríamos trocar todo o ferramental de manutenção nem reaprender para que lado se apertam os parafusos), cuja tecnologia pertence a uma só nação, com manutenção das turbinas feita aqui mesmo no Brasil (GE/Selma, no RJ) e com o selo de qualidade da maior empresa aeronáutica do mundo e do Tio Samuel (a nação que fornece 90% de nosso material bélico, incluindo nossas aeronaves).

    Sds.

  19. Comecei a acompanhar o blog por causa do FX2… Estou me sentindo órfão já…rs Mas como li coisas parecidas a favor dos franceses, acho melhor esperar. Torço pela FAB.

  20. Cara AGORAAAAAA sim , mais ainda fica a desconfiança , vamos torcer , e Vader , Voce falou tudo meu caro !

  21. edurval disse:
    5 de junho de 2013 às 17:22

    Edurval, no meu entendimento a distribuição deveria ser a seguinte, na hipótese de chegarmos mesmo a 120 aeronaves:

    FAB:

    Um esquadrão (de 12 aeronaves) em Manaus, um em Campo Grande, um em Anápolis, um em Santa Maria, um em Natal e um no Rio, totalizando 72 aeronaves. Mais que suficiente para manter a ponta na América do Sul por no mínimo duas décadas. O resto dos esquadrões se completa com STs, exceto um, que vai ter de operar um treinador a jato avançado/LIFT.

    MB:

    Quatro esquadrões (Canoas, SPA, Recife e Belém, por exemplo), operando do litoral (aposentando o Opalão e os A-4).

    Assim estaríamos no melhor dos mundos: protegeríamos inteiramente o Brasil, projetaríamos inconteste força no sub-continente sul-americano inteiro, e dominaríamos o Atlântico-Sul. E tudo isso com comunalidade e economia de meios e recursos.

    Entendo que isso, 10 esquadrões, 120 aeronaves de alta performance, distribuídas entre FAB e MB, é uma frota mais que suficiente para nosso cenário. Já é mais em quantidade e qualidade do que qualquer de nossos vizinhos possui hoje ou irá possuir nos próximos 20 anos.

    Simples. Fácil. Sem enrolação. Sem trolóló. Sem “ToTs irrestritas”. Sem ENDs, Peambs e Braço Fortes. Sem blábláblá.

    Sds.

  22. Podemos esperar que alguns destes Vespões voem no Opalão A12 ou teremos que esperar a aquisição do novo NAe classe Rousseff?

  23. A Marinha fatalmente irá comprar também os F-18, pois essa era a premissa do negócio: MB seguir a FAB na escolha, o que faz todo sentido do mundo.

  24. Guilherme Poggio disse:
    5 de junho de 2013 às 17:23

    Poggio, bem que poderiam vir uns SH da Navy de aluguel já para a Copa do Mundo hein? 😉

    Sds.

  25. Primeiro parabéns para os editores e comentaristas permanentes do blog, minha leitura diária a mais de um ano.

    Sempre acreditei que a melhor linha de ação para a FAB, semelhante ao pensamento australiano, seria o SH e futuramente o F-35.

    Principalmente pela facilidade logística presente e futura, devido a grande quantidade de aviões fabricados.

    Além do que os EUA são o único pais do mundo que esta sempre em combate, desde pelo menos a 2 grande guerra. Se alguém sabe fabricar algo que realmente seja efetivo são eles. Não é diferente com o SH e não será com o F-35.

    Espero realmente que o SH seja o vencedor do F-X2

  26. Obrigado pela liberação dos comentários.
    Há mais de 30 anos acompanho aviação. Está claro que lentamente as peças da Boeing foram se mexendo no tabuleiro desde o malfadado anúncio do Rafale pelo Lula em 2009. Desde a WW2 a FAB preferiu, confiou e ficou satisfeita com equipamento americano e toda doutrina está baseada no modus operandi desses equipamentos. Por isso praticamente “vetaram” equipamento francês, ainda mais com a experiência horrenda que tiveram com a Dassault.
    Nesse jogo de xadrez, pelo menos para mim o cheque mate foi a venda dos Super-T para os americanos. De lá pra cá é os governos apenas estão seguindo etapas pré-acertadas de um acordo já fechado. Todas as visitas e encontros estão seguindo esse ritual.
    Mas em se tratando de FX-2 tudo pode acontecer, até mesmo nada – infelizmente. Só acredito após anúncio oficial.

  27. A Marinha vai pousar onde os SH?

    E se conseguir pousar no opalão, quero ver lançá-lo com aquela catapulta velha.

  28. Esse: Biden se encontrou com a presidente brasileira Dilma Rousseff na sexta-feira passada e assegurou-a de que o Congresso dos EUA provavelmente respeitará o acordo de transferência de tecnologia sensível ao Brasil

    Que ainda me deixa com um pé atrás, fora isso, que venham os Vespões.

  29. O legal da proposta, é q TODO o armamento envolvido no pacote, pode ser transladado para o Brasil nos cabides dos aviões !! hahaha

    Falando sério, a noticia é sensacional !! Só seria melhor se as quantidades de armamentos fossem maiores…

  30. Vader

    Sobre o custo do SH para o Brasil, esse valor que você forneceu seria para a USN.

    No nosso caso o número ficaria mais perto daquele que os australianos colocaram (perto de 26 mi).

    Não tem jeito. Independe do caça a ser escolhido pela FAB, o custo da hora de voo será maior (mas o retorno também)

  31. Hum…. Mais uma vez o Brasil erra feio , o melhor caça era e sempre foi o Su-35, Agora o Brasil escolhe o Sh? KKKKKKKKKKK ele ja esta sendo aposentado em menos de 15 anos , O brasil só vai tomar vergonha na cara quando tiver uma ameaça de verdade enquanto nossos vizinhos de Su-30, Acorda Brasil!!!! Pelo Menos escolhesse o Rafale que muito Melhor que o Sh

  32. Pessoal, me tirem uma duvida…. o brasil ficara dependente dos eua no caso da escolha dos SH…. por ex… o brasil entrar em guerra ou qualquer outra coisa do tipo e usar os aviões…. o brasil vai ter controle total dos caças ou vai depender de códigos para disparar um missil por ex…. valew.

  33. Finalmente esta perto do fim,anos de sofrimento,mas ao que tudo indica vai acabar da melhor forma possível.Se confirmado o fato,e tem tudo para se confirmar,o Brasil terá a melhor força aérea dentre os países latinos e no continente só ficaríamos atrás de USA e talvez Canada.

  34. Até que enfim, parece que vai mesmo…

    E sem dúvida é a melhor opção para a FAB e para o Brasil, vide projetos que a Boeing já começou a implantar por aqui…

    Aproveitando o espaço, acompanho o blog todos os dias, ótima fonte de informação, todos os editores estão de parabéns!

  35. Vai ser engraçado se lançarem aquela charge do “O fim está próximo” com, sei la, um caça F-18 voando ao fundo e o senhor segurando a placa com tal frase, olhe para o feliz piloto da FAB voando, enquanto este solta uma lágrima de alegria e de espanto ao mesmo tempo rs

  36. Caro Nickless

    Nós já somos dependentes dos EUA e de vários outros países no campo aeronáutico. Veja o caso dos aviões produzidos pela Embraer. Todos possuem uma quantidade enorme de peças feitas lá.

    Sim, em caso de guerra o Brasil terá controle total sobre o seu caça, independente da escolha. Não existe isso de código para dispara míssil. O problema é integrar mísseis novos no avião e que ainda não foram homologados.

  37. Tomara que não fique só nos 120 pretendidos, que sejam pelo menos 140 em 7 esquadrões e mais um esquadrão de treinamento com o KAI T-50.

    Mas será que a FAB vai querer o AIM-9M tendo o A-Darter? Melhor trocar por mais Aim-120C-7.

  38. Prefiro esperar para ver…
    Não quero voltar nesta matéria daqui 1 ano, ler os comentários e me decepcionar porque o FX2 não foi decidido.

  39. Se for confirmado o que a matéria da Reuters diz, ganhou o melhor para o Brasil. Coisa rara nesse governo. Parabéns para a Boeing.

  40. Vai ser engraçado se lançarem aquela charge do “O fim está próximo” com, sei la, um caça F-18 voando ao fundo e o senhor segurando a placa com tal frase

    Boa dica para o Nunão, autor da charge

  41. Lembro do começo do fx-2 olha as as outras ofertas Eurofighter Typhoon, F-35 e Su -35 Ja penso a fab com um desse? Só no sonho mesmo

    Agora vem essa carroça voadora para cá ¬¬

  42. Essa é uma ótima notícia!!

    Tenho medo que na verdade seja apenas marketing dos americanos igual os franceses já fizeram tantas vezes cantando vitória. Quero ver isso assinado.

    Realmente os argumentos são plausíveis e a chance ao meu ver aumenta muito com a visita da Dilma. E tem que ser agora, último momento de respiro de projeto, senão morre mesmo.

    É uma ótima oportunidade também de estreitar os laços das indústrias aeronáuticas dos dois países. Temos muitos a ganhar.

    Se for verdade vou estourar um champagne!!

    Muito brigado por liberar os comentários.

  43. Senhores , obrigado primeiramente pelos comentários abertos . Gostaria de fazer uma pergunta aos colegas : eu me lembro de uma oferta anterior que , se confirmado a compra dos caças f18 , viria junto com o fx-2 uma aeronave para uso presidencial . Alguém lembra disso ? Seriam 12 meses para a entrega da primeira aeronave correto ? Agora é esperar o anúncio , pois vem ai os “vespões ” . Vamos aumentar o largura dos nossos angares .
    Vader já deu pulos de alegria também , Poggio e o Nick ja se pronunciaram . Cade o Justin ?

  44. Infelizmente teremos que esperar o anuncio oficial, mas aguardarei ansioso, pois quando chegarem os vitoriosos, poderei velos de minha casa que é próximo a BACO!

  45. 12 F-18 usados para tampão, 36 F-18 + 12 F-35 contratados agora e mais opção a ser certamente confirmada de mais 36 F-18 para depois.

    ————————————
    Nova FAB:

    F-18
    12 usados
    72 novos (made in Brazil)

    F-35
    12 novos de prateleira
    ————————————

    Isso fora os aviões da Marinha.

    Rsrsrs sonhar é de graça. Desculpem, não resisti e caí no mundo do Sandman… rsrsrsrs

  46. Prezado Gustavo B. Brida

    Após o anúncio da vitória de qualquer um dos três concorrentes ao F-X2, ainda teremos perto de um ano de negociações detalhadas até que o contrato seja assinado (pelo menos é isso que todo mundo espera). Veja o exemplo do MMRCA da Índia. Lá ganhou o Rafale a mais de um ano e o contrato não foi assinado ainda.

  47. Sou leitor assíduo dos blogs, leitura diária e obrigatória.
    Tomara que a notícia seja verdade. Amém.
    Trata-se de um ótimo avião. Agora, seria pedir demais se vier a versão Super Hornet International Roadmap e alguns EA-18 Growler? Nossa FAB estaria atualizada por 20 anos pelo menos.
    Ademais, imaginem uma profunda aliança entre Boeing e Embraer no KC-390? Imaginem a KC-390 sendo produzido conjuntamente e substituindo os C-130 da USAF, ANG, Navy e Guarda Costeira e outras agencias/armas. Seria o sonho de todo brasileiro que gosta de aviação né?
    Parabéns aos responsáveis pelos blogs pelo ótimo serviço.

  48. Guizmo,

    A escolha por um caça navalizado e o mais sensato, pois cria a comunalidade entre as forças brasileiras que tem o direito de utilizar asas fixas.

    Por isso sempre acreditei que a disputa era entre o Hornet e o Rafale.

    Mais como o Vader já disse aparentemente teu a lógica, o pacote mais barato e com maior recurso venceu.

    Ou não 🙁 pois na novela Fx2 tudo pode acontecer.

  49. Mas provavelmente o contrato sera assinado logo já que é questão de segurança nacional os Mirages ja estão no fim e os f-5 estão muito velho a fab esta desesperada por um novo caça.

  50. Oba! Habemus FX-2, depois de tantos anos de indecisão…
    É o começo de uma nova era pra FAB!?
    Acredito ter sido a escolha mais sensata, e com ela podem vir outras negociações entre os dois países. Quem sabe a Boeing e Embraer possam desenvolver um novo caça em conjunto, nem que seja um caça low-end.
    E o SH já está provado ser um caça eficaz e capaz, o Rafale recebeu muitos “não”, o Gripen NG ainda está no papel!!! Fora outras situações políticas que fizeram o Brasil se afastar da França e Suécia.
    Outra proposta tão eficaz quanto os F-18 seriam as do Su-35 (quem sabe fora do FX-2 né?), 24 Su-35 para Anápolis para cobrir todo o país + 36 SH para umas 3 bases aéreas distintas. Quanto aos caças pra Marinha, creio que só depois que tiverem uma decisão de construir/comprar um novo Porta Aviões, por enquanto deixem o vovô A12 São Paulo com os A4 modernizados.

  51. deus e existe e gosta da fab , que venham os f-18 onde finalmente poderemos voltar a voar com um avião moderno e de qualidade

  52. Senhores apesar de nao participar dos forùns sou um leitor assìduo, estou aqui todos os dias acompanhando os debates aprendi muito e ainda continuo aprendendo muito com eles.
    Venho me juntar voces na torcida para que a essa seja uma das raras vezes em que a coêrencia fale mais alto nesse governo.

  53. parabéns por liberar os comentários.. isso é prova que muita gente acompanha , inclusive citando nomes das ” feras “.

  54. Quando o Galante trocou a foto da capa da página sa FdD no Face, pensei: “escolheram!”

    Ali foi a pedra cantada!

  55. O F18 SH é uma ótima aeronave! Porém, nos coloca em vantagem sobre o chile com seu F16 já que este país o opera já a algum tempo? Pois não só de super máquinas se vence um combate né..?! Se verdadeira essa informação da reportagem, levará ainda algum tempo até nossos pilotos dominarem por completo o bicho, como fazem com o BICUDO.

    Estou certo?

    E mais: aposto que os “Commarades” estão mexendo os pauzinhos pra rever esta situação e por água no chopp da indústria americana!
    Aguardem notícias do SU-35!

  56. Aleluia! Mas eu também só acredito quando o contrato for assinado! É o melhor caça, experimentado em combate, atualizado, aprimorado, totalmente moderno e consolidado, não tem nenhuma dúvida, pra quem é inteligente medianamente, é a vitória da lógica!!!! Torcer pelos franceses, para quela jaca voadora, é torcer pelo fracasso de sempre, de transferência que eles NUNCA realizaram em enhum contrato anterior, qualquer acordo com os franceses é lesa-pátria, somos ocidentais, aliados dos EUA, o melhor avião mesmo é o F-35, mas o F-18 já é melhor do que qualquer outro na América do Sul, finalmente uma boa notícia!

  57. SH, tá ótimo, mas, eu torço mais pela transferência de tecnologia, assim produziríamos nossas próprias aeronaves.
    Ah…quem me dera fosse realidade
    e ainda assim o brasil comprasse alguns SU-35
    aff
    compra logo isso ai!!!

  58. Sinceramente, contra tudo e todos, preferia o Rafale, se não fosse possível, ai seria o Gripen e se ainda não fosse possível, ai sim seria o SH, que na minha singela opinião so tem o radar de realmente fora de série.
    Pior dos três finalistas, por custo de propriedade x tecnologia, uma vez que o APG-79 não será repassado para o Brasil fazer um 80-81….99.
    Aprenderemos a fazer um caça da década de 80, com assinatura de radar da década de 80, com desempenho da década de 80.
    Realmente, não sei se os franceses fariam com que a Thales passasse a tecnologia dos radares ativos e passivos pra Embraer, AEL ou qualquer outra coligada, mas na questäo airframe, aerodinâmica e tudo seria algo bem mais moderno.
    Quanto aos suécos, acreditava mais neles, pela modernidade do projeto, pela tradição de seus caças, Draken, Viggen e Gripen, pela Independencia e separatividade dos interesses americanos, e pelo fato de podermos fazer eles para nós e para vendermos a outros, bem como participarmos do projeto do Gripen Naval para nosso navio aeródromo. Isso sem levar em conta os custos de uso e propriedade, dando a nós, a real possibilidade de nossos pilotos voarem de verdade e não apenas em simuladores.
    Por outro lado, não aguentava mais essa embromaçäo desde a década retrasada, então, que venha esse Monza reformado com cabeçote de 16 valvulas e cambio de 6 marchas, chamado Cruze, digo, Boeing Super Hornet. Que seja!

  59. Espero que agora a coisa realmente vá pra frente, pois a FAB está precisando desses vetores… se isso não ocorrer, será melhor todos pedirem as contas e ir embora….

  60. Nossa, o pessoal está falando em 120 SH…..se vierem os 36, já fico feliz, quanto à base, deverão equipar Anápolis mas EU colocaria 12 no GDA, 12 em Sta Cruz e 12 em Canoas.

    Manda 18 F-5 para Manaus, 12 em Campo Grande e 12 em Natal.

    AMX em Santa Maria, Santa Cruz e Fortaleza.

    Assim estaremos bem

  61. Não sei se é certo a compra dos SH, o que eu sei de certeza é, REPETINDO PELA MILÉSIMA VEZ, os caças da França estão fora da disputa desde 05 de Abril de 2013 abraços.

  62. Victor Hugo,
    Assim como você, também eu preferia o SU 35, entretanto o SH é uma baita avião e devo admitir que o pacote tecnológico, as integrações com outros sistemas, a doutrina e até mesmo as questões geopolíticas, fazem com que o Super Hornet seja a melhor opção.

  63. poggio agradeço ai seu esclarecimento,eu gostaria de ver um avião sendo produzido na embraer.(poderia ser um super AMX STEALTH ).e nao teria como fazer uma ”clonagem ou espionagem” por debaixo dos panos para descobrir os segredos…e usar nesse nosso vetor…..???? rss… maior viagem….;)

  64. E vale lembrar que a 1 coisa de que ele (vice-presidente americano)perguntou foi sobre o pré-sal …..de quebra vai a amazonia também…. humor negro pessoas….rss 😉

  65. Olá pessoal,

    Prazer postar aqui !

    E não é que o Jizuiz tava certo ! 😀

    Abraço a todos, grato pela oportunidade

  66. Eu já vinha sonhando com o dia em que veria o fim do FX2 aqui neste blog incrível. Depois de tanta discussão “ideológica”, de tanta critica, finalmente teremos um final feliz (principalmente porque o vencedor seria o meu favorito – também fiquei na torcida).
    Ainda não é o anúncio oficial, mas chego a me emocionar que a novela vai acabar. E acabar bem.
    Também é legal ver que ninguém até agora mordeu a isca das provocações. Não é hora disso, mas de prepararmos a comemoração.
    Que venham os Vespões!

  67. Marcos disse: (xará rsrsr)
    “A Marinha vai pousar onde os SH?”

    Acho que a ideia é operá-los a partir de bases no litoral mesmo… e transformar o opalão em MUSEU! rsrsr

  68. Excelente notícia, agora ver se acontece. Parece que a novela está chegando ao fim. Torcer para que o Congresso Americano esteja com toda vontade e disposição como o Vice Presidente Americano veio até nós, oferecer estas aeronaves para FAB sem restrições.

  69. A uns 2 anos tenho acompanhado o Poder Aereo, principalmenta por causa do FX2, tenho minha preferência, mas que venham os SH e toda a sua tecnologia, dando um salto de eficiencia e poder. Que venham mais 36, nosso Brasil é enorme e precisa de vetor capaz e em boa quantidade.
    É isso ai Poder Aereo.

  70. Marcos F. Siqueira disse:

    “Acho que a ideia é operá-los a partir de bases no litoral mesmo… e transformar o opalão em MUSEU! rsrsr”

    Prefiro que o Opalão seja transformado em alvo para o SHornet e se transforme em um lindo coral artificial, quem sabe assim se acelera as coisas na Marinha e um novo NAE saia do papel..

  71. Eu achei preocupante aquele trecho, logo no início da matéria, que diz:
    “Biden (…) assegurou-a de que o Congresso dos EUA PROVAVELMENTE (grifo meu) respeitará o acordo de transferência de tecnologia sensível ao Brasil”

    Afinal, quais são as probabilidades?

    Que tudo corra bem para a FAB.

  72. Alguns dias atrás o Vader esbanjou confiança com o tal do “Sr. Fontes” sobre a aquisição do SH até o fim do ano ou a saída da Boing do certame. Agora vem a Reuters bater o seu carimbo.
    Toh sentindo cheiro de VESPÂO!!!!

    Não, pera. É melhor esperar o anúncio e…
    Não, pera. É melhor esperar a assinatura do contr…
    Não, pera. É melhor esperar o SH ser declarado operacional.

    kkkk e segue o misto de euforia com descrença! =D

  73. Caros,
    Inicialmente, parabenizo os fundadores do blog pela excelência do sítio virtual.
    Com relação à notícia, sim é muito plausível a diretiva da Reuters. Temos vários indicativos de que a proposta da Boeing é, de longe, a melhor dentre as alternativas possíveis.
    Certamente, a problemática negociação do Rafale com a Índia e a “pseudo” transferência “ilimitada” de tecnologia dos Scorpenes, pesou contra os franceses (argumento político).
    Tecnicamente, não acho o Rafale uma aeronave hábil, neste momento, a sobrepujar o SH. Seu AESA não é 100% operacional, alguns sistemas para ataque ao solo só entraram em linha na versão F3 e a hora-vôo da relíquia francesa extrapola o orçamento da FAB. Convenhamos, não dá pra comparar o aesinha da le jaca com o APG79 da Raytheon.
    O Gripen NG é aquilo… Muita teoria, o “bonde” do desenvolvimento conjunto foi perdido para a Suíça e, como já disse em outra oportunidade, é uma aeronave projetada para proteger países nanicos, o que não é o caso do Brasil. “Ah, mas a FAB aprovou”. É uma escolha mista: técnica e política: Não é o que a FAB quer, mas o que pode operar dentro de suas capacidades. O MELHOR avião para o Brasil é o F35 e isso é indiscutível, principalmente para uma Força que opera um equipamento por mais de 40 anos. O problema é mantê-lo e a tal do ToT que o Congresso americano vetou.
    Algumas curiosidades: O SH, concebido pela Boeing, deriva do McDonell Douglas F18 que, por sua vez, é um reprojeto do Northrop YF17, este sim inspirado no nosso F5 Tiger. Em outras palavras, operamos um ancestral do SH, que foi aperfeiçoado por 3 fantásticos fabricantes de equipamentos militares. Se a notícia for procedente, deveremos comemorar, e muito. Seria como, nos idos de 1964, a FAB operasse o F4 Phantom II ou, na década de oitenta, estivéssemos com o F14 Tomcat. O governo norte-americano nos ofereceu o que tinha de melhor em sua Marinha, a espinha dorsal, que é o F-18. Se o Brasil demorou para decidir e hoje o F35 tem previsão de entrar em serviço na US NAVY por volta de 2019 (substituinto os legacy, eu sei), isso não é problema deles, mas nosso.

    Para finalizar:
    Vader disse:

    “Para a FAB será um salto quântico em matéria de operacionalidade, que jogará a Força finalmente no séc XXI, anos-luz à frente de quaisquer de nossos vizinhos.”

    Meu caro, entendo a sua euforia, mas o F18 não está, digamos, tão “anos luz” à frente dos F16 block 52 Chilenos, não subestimemos o vizinho lúcido. É incomparavelmente mais apto do que os depenados Sukhois da republiqueta bolivariana, mas equivalente em muitos pontos ao equipamento chileno, salvo o radar e alguns apetrechos furtivos, como os tanques conformais.

  74. Alguém sabe se o F/A18 F pode sofrer upgrade para G (Growler) via instalação de sensores, troca dos painéis, colocação dos pods, etc ?

    Eu investiria tudo na Boeing. Procuraria ser parceiro da empreitada do Global Hawk e lograr um vetor de 5a e 6a geração, um passo a frente do F-35 de hoje, mesmo que USN não banque. No mínimo seria uma oportunidade, pq se ela bancar e comprar, como parceiros de risco e de projeto, estaríamos bem…

    Procuraria também adotar soluções integradores, aproveitando a sinergia local já existente e que irá certamente aumentar. Já que a Boeing, Elbit, e outros já produzem e fazem pesquisa por aqui, eu colocaria todo mundo para trabalhar no sentido de fazer um F-18F ser comutado para F-18G, não só para otimizar recursos mas também para dar uma destinação mais eficiente e operacional ao F-18G, que não só treinamento.

    Além disso, entraria de cabeça no conceito Silent Hornet, pensando em aproveitar seus avanços (sensores passivos, casulo stealth, CFT, etc) nos vetores E/F.

    Não podemos abrir mão da independência com relação a integração de armamentos, notadamente o A-Darter e qualquer coisa que a Mectron e outros fazem ou venham a fazer.

    Ao que me consta, ao contrário do Mirage-III e 2000, nunca tivemos problemas com suporte ao F-5, e viramos esse caça do avesso. Não tenho dúvidas que esse sucesso se repetiria com o Vespao.

    Dúvida: esse radar é AESA, não é ?

  75. Eu cansei de ver posts aqui com gente comemorando e até agora nenhum anúncio por quem tem que fazê-lo. Acredito na Reuters, mas é só um indício de que pode vir a escolha, não uma certeza. Contenham os ânimos.

    Sobre o eventual futuro anúncio: se por um lado o F-18 não é a melhor escolha entre os concorrentes, por outro a aquisição de qualquer dos 3 finalista é um grande salto operacional para a FAB.

  76. Acredito que seria melhor aguardar a resposta da presidência à matéria da Reuters.Concordo com vários comentaristas que só acredito vendo a nota oficial da FAB ou do governo.Há muita “guerra psicológica” dando o assunto como definido ou quase definido.Há se confirmar será uma excelente aquisição.Quanto ao parágrafo onde é feito comentário sobre a transferência de tecnologia dos submarinos é citada a fonte como sendo um “oficial” dando a entender que algum oficial brasileiro(militar) deu a informação. Creio que houve um engano na tradução da palavra “Official”, no texto em inglês, que é normalmente usada para designar servidor civil ou funcionário público, não um integrante das forças armadas (officer).

  77. Anderson Gontijo disse:

    5 de junho de 2013 às 17:56

    “Sinceramente, contra tudo e todos, preferia o Rafale, se não fosse possível, ai seria o Gripen e se ainda não fosse possível, ai sim seria o SH, que na minha singela opinião so tem o radar de realmente fora de série.
    Pior dos três finalistas, por custo de propriedade x tecnologia, uma vez que o APG-79 não será repassado para o Brasil fazer um 80-81….99.
    Aprenderemos a fazer um caça da década de 80, com assinatura de radar da década de 80, com desempenho da década de 80.”

    Meu caro, tem certeza que a descrição bate com o SH? O SH, para seu conhecimento, não é um “face lift” do Hornet Legacy, mas um avião totalmente novo. A fuselagem foi redesenhada e os motores amplamente modificados. O alcance, a razão de subida e os armamentos foram sensivelmente incrementados. Dentre todas as aeronaves em serviço nas Forças dos EUA, é a aeronave mais nova (O F22 é dos anos 80 a concepção e o F35 ainda não é operacional). Não se trata de um simples “up grad” entre o F18C e o F18E, como ocorre com o F16, de certa forma.
    Menos, meu caro, menos…

  78. Ao meu ver, essa não seria a melhor escolha uma vez que a aeronave vem com os códigos fonte fechados. Ninguém sabe se a integração de armas vai ser plenamente possível e, pior, potencial inimigo no horizonte, somente os EUA, que com olho gordo no pré-sal não encontraria resistência aérea para “chupar” o petróleo do Brasil, bastando teclar via satélite um RESET para fazer os vespões virarem mariposas.. Na minha humilde opinião o vetor ideal sempre foi o SU-35 + PAK FA 50!!!

  79. Brandenburg disse:

    Creio que houve um engano na tradução da palavra “Official”, no texto em inglês, que é normalmente usada para designar servidor civil ou funcionário público, não um integrante das forças armadas (officer).

    Caro Brandenburg

    Sim, você está correto. Traduzi várias vezes a palavra “official” no texto esse aqui escapou.

    Obrigado pela leitura precisa.

  80. Em um artigo do poder naval dizia que o Honet em teoria poderia decolar do SH, pois ele pesa menos de 20T. Qual é o peso em configuração ar-ar do SH?

  81. AMIGOS ESTA NOTICIA E BOA O F18 SUPER HORNET SÃO MUITO BOM …MAS AINDA PENSO QUE BRASIL TEM QUE TER PELO MENOS UMA ESQUADRA DE SU35BR

    SU35 JÁ UMA ESQUADRA SO

  82. Uma coisa que precisa ser esclarecida é :

    Precisamos dos aviões para possíveis ameaças LOCAIS… L O C A I S!
    Pra conter uma besteira Venezuelana, Chilena, “Hermana”, Peruana ou Equatoriana, os SH com seu armamentos citados estão d+ da conta (sou “Rafalista”, diga-se de passagem)!
    Os países citados mal tem capacidade ecômica de se manter 4 dias consecutivos em uma guerra real! Equador nem radar tem! Ta usando uns tais de A-29… T-29 SEI LÁ (rsrsrss) para tentar manter a ordemv no seu EA.E tem gente aí falando até em stealth? Stealth pra quê?

    Que isso gente? Pé no chão! Não estamos falando de video-game. Tem quartel fazendo som do tiro com a boca em treinamento pq não tem munição pra tiro de adestramento! Se tivéssemos comprado 200 PAK/FA E MAIS 500 Raptors, não teríamos economia pra 1 semana de operacionalidade dessas aeronaves!
    Mesmo se detivéssimos os equipamentos citados, imaginemos que declaramos guerra contra a Russia, FERROU! Contra os EUA, FERROU ainda mais pela proximidade e quntidade de bases próximas ao território e embargo econômico.

    Pé no chão galera e F/A-18 Super Hornet no céu (se for verdade).

  83. Conhecimento é a maior riqueza da humanidade, quem o possui e neste caso de criação e desenvolvimento caças, não ira vender a qualquer preço nem transferir todo o conhecimento adquirido durantes decadas.
    Os EUA podem transferir sim, mas não tudo, eles sempre vão querer estar a frente de todos.

  84. Sergio disse:

    5 de junho de 2013 às 18:39

    Ao meu ver, essa não seria a melhor escolha uma vez que a aeronave vem com os códigos fonte fechados.

    Isso não é verdade e, ainda que fosse, o F18 não teria entrado no “short list”. A Boeing e a Raytheon confirmaram, em diversas oportunidades, o acesso ao Código Fonte. No mais, ainda que os EUA vetassem a abertura do mesmo, não haveria problema em integrar um radar de procedência israelense ao SH.
    Cogitar é possível, mas apelar inadmissível.

    Victor Hugo disse:

    5 de junho de 2013 às 18:35

    Tio Sam oque você acha do su-35?

    Uma aeronave muito capaz, ainda não totalmente operacional, mas que sofre com dois graves problemas: a (baixa) confiabilidade logística dada pelo eterno Governo Putin (dinastia) e a integração operacional com o padrão ocidental. Isso fulminou suas chances de entrar no short list. Se não fossem esses problemas, certamente seria uma das aeronaves mais capazes, com longa autonomia, pesado poder de fogo e com suíte no estado da arte (geração 4,5 ++++).

    Sds.
    Sds.

  85. Calma pessoal, não podemos sair comemorando ainda, pois aqui vale tudo, principalmente acordos ” por baixo dos panos”. Desde o começo era o meu preferido, por todas as questões técnicas já exaustivamente aqui colocadas, mas espero realmente os primeiros começarem a sair da linha de produção ( St. Louis?) com as nossas cores e cocar para aí sim acreditar!
    E quanto ao sub hem? O que dizer da transferência de tecnologia? Só para tentar entender, pagamos os olhos da cara pelo aprendizado e o professor se escafedeu? Que dureza!!! Assim nem tomando uma.

  86. Pois é gente, vindo algum, já estamos é no lucro tamanha palhaçada que se tornou o FX-2.

    O importante mesmo, é que nossos pilotos MERECEM aeronaves dignas.

    Já nem tenho mais preferência, que venha um jato capaz já está bom.

    Se o vice americano tranquilizou a presidenta com relação à transferência tecnológica, então que venham.

    Abraço a todos deste blog.

    Jeff

  87. Primeiramente, obrigado pela postagem aberta.

    Como muitos aqui, acho o melhor avião, mas também desconfio que a tal “transferência incondicional de tecnologia” pode não acontecer.

    Em relação aos riscos envolvendo o pré-sal, acho que eles não darão tanta bola assim, pois as novas tecnologias de extração de gás de xisto vão colocá-los no topo do controle de energia mundial novamente.

    Para finalizar, depois de tantas desilusões, só acreditarei nos SH brasileiros quando vê-los pessoalmente dando um rasante sobre minha cabeça.

  88. O cara … faz exatos 3 anos que acompanho o Poder Aereo e essa foi uma das melhores notícias.

    Vai dar tudo certo …..

  89. Haaa, sim, também achei a quantidade de mísseis muito pequena, como nosso colega comentou lá no início. Nossos pilotos precisam treinar a utilização deles também, além de cada jato poder aumentar a capacidade.

    Depois fica igual a argentina pedindo mísseis as pressas e eles até hoje estão esperando.

  90. Olá, estou entrando pela 1ª vez e com muita felicidade para dizer que o melhor ganhou!
    Não esqueçam o novo copkit demonstrado na LAAD e quem sabe nesse contrato não possa aparecer dois Porta Aviões recém desativados pela U.S NAVY , pra botar logo uns 20 Anos a frente esse Estratégia Nacional de Defesa ……

    SONHAR NÃO CUSTA NADA……….

  91. Começarei a acreditar quando ver o contrato assinado e só terei certeza quando eles estiverem saindo da fábrica com a pintura “Força Aérea Brasileira”. De outra forma me reservo o direito de me manter cético quanto a notícia. Ouço falar deste tal de FX desde 1997.

    A propósito, 28 AIM-120 não são poucos? É menos que um míssil por aeronave. Não deveria ser pelo menos o quadruplo ou isto já é um mal sinal para o futuro(talvez) operacional do Super Hornet na FAB, ou seja, aviões pelados como no passado.

  92. Verdade Justin

    Mas na verdade o título do post é uma interpretação minha do texto. Mesmo porque ao final do texto, onde está a indicação da fonte original (lembrando que muito site por aí nem coloca a origem), está escrito “tradução e edição Poder Aéreo”.

    Mais a mais, quando o filme do Rambo foi lançado nos EUA o título era “The first blood”. Aqui virou “Rambo – programado para matar” 😉

  93. Pessoal,

    Tchê tomará ao Papai do Céu que finalmente tenhamos uma maior evolução em nossa Força Área, por que o nível profissional que temos nessa força, é de encher os olhos. Que então venha os “Vespões” e que apreciemos também esta bela máquina pilotada pelos grandes profissionais.

  94. Uma pergunta: alguém trocaria os 36 SH por uma quantidade maior de F-16V ou F-16 block 60?

    Prezado “paddy”

    Lembremos que o SH possui uma capacidade de crescimento e ainda está na metade inicial de sua vida operacional. Já a capacidade de crescimento do F-16 (seja a versão que for) é muito pequena (até mesmo no aspecto físico).

  95. Gente, isso não é fato é lobby midiático, o mesmo lobby que_________________
    No mesmo dia que a FAB receber 36 desses beberrões Cadillac-voadores ela pedirá concordata.

    EDITADO

  96. Porque esta todo mundo otimista desta vez?. Anúncios como este eu já li centenas na internet. Sera que agora vai???.

  97. Pessoal,

    Não estou preocupado com ameaças Chilenas (nem faz fronteira conosco) , nem equatoriana, tb não faz fronteira, argentina (estão ferrados, os A-4 deles não estão nem voando), isto tudo é besteira, a FAB faz exercícios com todos eles e trocam experiências (vejam a Cruzex). A preocupação é o fim da vida útil de nossos vetores. Não era o meu favorito (Rafale), mas, como já disseram, são o mais testados. Quando soube que a Boeing vai instalar um instituto de P&D em São José dos Campos, eu sabia que ai tinha coisa. Melhor para a Marinha, pois, o SH será o seu próximo vetor tb. QUE VENHA O F-18E/F MAS VENHA LOGO, POR FAVOR!!!

    A Embraer bem que poderia aproveitar alguma transferência de Tecnologia e comoçar a projetar ou co-produzir nosso vetor de 5/ª geração, certo? Pois o SH vai ficar por uns 30 anos.

  98. das três opções certamente o hornet é o mais eficaz e mais testado em combate real, em minha opinião o brasil deveria focar na transferencia de tecnologia do missil AIM 120 AMRAAM e desenvolver um similar assim como os chineses fazem, testa-lo exaustivamente e produzi-lo em larga escala, integra-lo perfeitamente aos sistemas do caça e então abandonar o uso dos armamentos estadunidenses pois segundo a lenda eles podem mudar por meio de interferencia eletromagnética o sistema de guiamento dos misseis fazendo com que errem os alvos, tendo passado esse truque para a RAF na guerra das malvinas fazendo com que seus F4 phantons não conseguissem acertar os alvos…

  99. super hornet, super armas , super radar super… m por favor me expliquem uma coisa pq ele apanha do rafale na proporção de 6:1???????????????? ( imagina do su 35 o quanto ele não apanharia )
    ainda bem que somos um pais pacifico se o vader puder me responder
    agradeço.

  100. Se realmente o FX chega a um final com o Super Hornet, seria possível:
    a) 12 Super Hornets a título de empréstimo ou compra de prateleira para o GDA?;
    b) A marinha buscar uns 18 Hornets para operar no São Paulo, criando o VF-2? Seria possível igualar a aviônica destes Hornets com os Super Hornets da FAB?
    c) Como ficaria a integração com os nossos armamentos? (A-Darter, MAR-1 e outros)

  101. O motivo dessa interminável “indecisão” da Concorrência F-X2 não parece muito difícil de adivinhar. O escolhido pela FAB, conforme o relatório cuja publicação abortou a tentativa do Lula de fechar, em 2009, uma negociata com Nicolas Sarkozy envolvendo o caça francês Rafale, foi o sueco Saab Gripen NG (NG de New Generation – Nova Geração).
    O Gripen NG é um projeto muito moderno e engenhoso desenvolvido a partir das versões do caça Gripen que equipam as Forças Aéreas da Suécia e vários outros países europeus, e já foi escolhido para substituir os caças atuais da Suécia e da Suíça. Apesar de ser menor e mais leve, caça sueco iguala ou supera os parâmetros de desempenho e capacidade operacional dos outros concorrentes, o Rafale da Dassault e o F-18 E/F Super Hornet da Boeing, mas tem um “defeito”: custa pouco mais que a metade do preço dos outros e os suecos trabalham com uma ética rígida nos negócios, não é possível conseguir nenhum tipo de propina ou “por fora” com eles. E é isso que está emperrando as negociações: Com a Saab não dá para fazer os “esquemas” que o pessoal do Governo Federal gostaria (e, mesmo se fizessem, os valores seriam menores), os outros concorrentes são caros demais e a FAB não os quer de jeito nenhum, porque além dos custos de aquisição, os custos de operação e de manutenção deles também são o dobro dos custos do Gripen NG, o que inviabilizaria financeiramente os planos de substituição do restante da frota. Além dos preços e custos, o Gripen NG tem outras vantagens:
    – É o único participante da concorrência cuja versão naval poderia operar sem limitações nem restrições no navio-aeródromo São Paulo. O São Paulo, que se chamava Foch na Marinha francesa, foi vendido para a Marinha brasileira por um preço irrisório porque descobriram, durante os testes de desenvolvimento do Rafale naval no Foch, que ele teria que operar com sérias limitações de capacidade de carga (combustível / armamentos) nesse navio. O F-18 Super Hornet, que é ainda maior e mais pesado, seria inviável no São Paulo.
    – Ao contrário dos outros, que são produtos acabados, já há muito tempo em serviço, o Gripen NG ainda tem muitas possibilidades de desenvolvimento em aberto, que seriam feitas em conjunto com a indústria brasileira.
    – Sua versatilidade e baixos custos permitiriam substituir vantajosamente os Mirage 2000, F-5 e A-1 AMX da FAB e os A-4 / AF-1 da Marinha por um único tipo de avião, o que permitiria ganhos com a escala de produção e a padronização. Isso diminuiria ainda mais os custos e aumentaria disponibilidade e confiabilidade de fornecimentos de peças e suprimentos, que teriam viabilizada sua produção no Brasil.
    – A Saab aceitaria transferir e/ou compartilhar todas as etapas de produção e desenvolvimento para o Brasil, sem nenhuma restrição de transferência de tecnologia, que passaria ser desenvolvida em conjunto.
    – O Gripen NG foi projetado conforme os requisitos da Força Aérea sueca de capacidade de operação em estradas e pistas improvisadas, dotado de trem de pouso reforçado com pneus de baixa pressão, reforços adicionais na estrutura, otimização do controle em baixas velocidades e tomadas de ar do motor em posição elevada e protegida para evitar a ingestão (sucção) de detritos e objetos quando no solo. Isso lhe dá a vantagem de poder atuar sem problemas a partir de pistas de má qualidade em emergências nas fronteiras e missões no exterior. O Rafale e o F-18 SH só podem operar em pistas bem acabadas e cuidadosamente limpas, por terem as tomadas de ar embaixo da fuselagem, o que pode resultar em danos e até destruição dos motores em pistas mal preparadas.
    – Devido aos preço e custos baixos e atualidade tecnológica o Gripen NG tem grandes perspectivas de exportação para muitos países que precisarão reequipar suas forças aéreas. Os únicos que poderiam competir em preço, o caça chinês J-10, o sino-paquistanês JF-17 e o indiano Tejas, são de qualidade inferior e suas características de confiabilidade, operação e manutenção parecem incertas.

  102. Blablabla whiskas sachet blablabla

    Mais do mesmo, só acredito em uma decisão quando ela for oficializada, e não conjecturada pela imprensa através de fontes duvidosas. Dilma não está nem aí pra esse embróglio deixado pelo mentor dela.

    Mais fácil a FAB pedir mais uma extensão das propostas e o Celso Amorim anunciar novo adiamento da decisão em outubro do que sair alguma coisa.

  103. senhores,esperarei o Paris Air Show (junho) onde provavelmente teremos grandes noticias, provavelmente o anuncio do primeiro comprador do KC-390 (sem considerar as cartas de intenções já existentes ) ,novas vendas dos E-Jets,etc. Até lá considero toda e qualquer informação como sendo apenas objeto de análise sem maiores consequências imediatas,

  104. “O SH, concebido pela Boeing, deriva do McDonell Douglas F18 que, por sua vez, é um reprojeto do Northrop YF17, este sim inspirado no nosso F5 Tiger. Em outras palavras, operamos um ancestral do SH, que foi aperfeiçoado por 3 fantásticos fabricantes de equipamentos militares. Se a notícia for procedente, deveremos comemorar, e muito. Seria como, nos idos de 1964, a FAB operasse o F4 Phantom II ou, na década de oitenta, estivéssemos com o F14 Tomcat. O governo norte-americano nos ofereceu o que tinha de melhor em sua Marinha, a espinha dorsal, que é o F-18. Se o Brasil demorou para decidir e hoje o F35 tem previsão de entrar em serviço na US NAVY por volta de 2019 (substituinto os legacy, eu sei), isso não é problema deles, mas nosso.”

    Se já” viramos”

  105. Ao pessoal preocupado com uma decisão em outubro e o fim dos Mirage 2000 B/C no GDA:

    A Boeing produz QUATRO Super Hornets POR MÊS. Querendo de verdade, assinando contrato em outubro, eles entregam um esquadrão inteiro, novo, até o final de dezembro/2013. E basta mandar uma dúzia de pilotos de F-5 pra Pensacola treinar que em dois meses eles pegam o IOC.

    Duvido a USN não apoiar esta venda, atrasando algumas de suas próprias entregas e cedendo tempo de voo em seus biplaces para nossos pilotos.

  106. Tio Sam disse:
    5 de junho de 2013 às 18:31

    Excelente comentário, prezado.

    Quanto ao “anos-luz” desculpe, me expressei mal. Me referia apenas a nossos vizinhos IMEDIATOS, não ao Chile, que não faz fronteira com o Brasil.

    Ainda assim o Super Hornet é bastante superior ao F-16 Block 50/52.

    Sds.

  107. Senhores, eu sou um defensor assíduo do SH, mas, digo ainda não é momento de estourar a champagne.

    Grande abraço

  108. Digo, se já “viramos o F5 do avesso”, vindo os SH para cá será o melhor dos mundos, pois, além do salto tecnológico inerente, muito do aprendizado conseguido com o Tiger poderá ter seguimento, aproveitamento e continuidade no Vespão, inclusive no que tange à manutenção e desenvolvimento.

  109. Esta notícia esquentou os ânimos do fórum! Acredito que como muitos daqui, torcemos por um final feliz desta novela. Os noivos já foram apresentados e pode dar casamento sim entre as empresas dos dois países. Nasceria um Embra-Boeing ou uma Boeing-Braer? O tempo dirá. A madrinha? Tia Dilma! Vamos aguardar…

  110. Já contando com os ovos antes da galinha de vez. E a camuflagem? Ficará o padrão dos F-5? Pessoalmente acho mais bonita um padrão somente cinza parecido com o da USN.

  111. Todos sabem que a escolha sera uma decisão Politica, não uma politica partidária ou personalista mas sim uma Politica de Estado!Sabemos que o mundo passa por grandes mudanças geopolíticas e o Brasil esta consolidando seu novo papel no jogo do poder . O Fx esta inserido neste contesto.

  112. Primeiro Obrigado por deixar livre os comentarios.

    Tenho um parente que trabaha numa agencia americana que cuida entre outras coisas de inteligencia….
    Há alguns dias atras ele me perguntou se era alergico a Vespas, falei que não e ele disse que bom, pois o Brasil iria receber um enxame de Super Vespas, Perguntei se ele sabia de alguma coisa.
    Ele me respondeu: Do que vc esta falando, nao te disse nada….

    A Reuters Confirmou!

  113. Guilherme Poggio disse:
    5 de junho de 2013 às 19:14
    Verdade Justin

    Mas na verdade o título do post é uma interpretação minha do texto. Mesmo porque ao final do texto, onde está a indicação da fonte original (lembrando que muito site por aí nem coloca a origem), está escrito “tradução e edição Poder Aéreo”.

    Mais a mais, quando o filme do Rambo foi lançado nos EUA o título era “The first blood”. Aqui virou “Rambo – programado para matar”

    Pois é, Poggio.

    Colocar pimenta na manchete funciona mesmo!
    O Blog está bombando.
    Abraço,

    Justin

  114. Sabem dizer se seria possível os SH operarem com os mísseis brasileiros como Piranha 1 e 2, A-Darter, MAR-1 e com os Derby??

  115. Sergio disse em 5 de junho de 2013 às 18:39…

    Colega, você estava hibernando numa caverna nos últimos cinco anos? Pois seus argumentos, TODOS, já foram INÚMERAS vezes refutados aqui neste mesmo blog. Acorda pra vida.

  116. Eta nós vamos de SH, que se anuncie ofic.,q se assine o contrato e comece a nova era da FAB a guardian do ceu brasileiro! Acompanho o site desde pouco antes de rolarem as revistas,as quais possuo bem guardadas. Parabens a todos os editores .
    VADER
    Nao use a FORÇA contra os rafaletes,sukhoyetrs e afins viu!!rs
    OBS. cade o Justin???

  117. Srs, a esta altura do campeonato se mandarem como tampão o básico já esta de bom tamanho, devido ao nosso quadro altamente preocupante.

  118. Vader, depois de QUINZE ANOS de enrolação, fiquei escaldado! 😛

    Vem matéria, vai matéria, e nosso MD fica empurrando a decisão pra frente, sempre com uma nova desculpa.

  119. Amigo Marcelo Andrade,

    1º Chile não faz fronteira assim como a Alemanha não faz com a Russia, mas nem por isso deixou de dar zebra alemã em 45! Vide a fraca terra que ficava entre eles. Caso parecido com o nosso?

    2º Por que a sua preocupação com o fim da vida útil dos vetores se não há em hipótese alguma ameaça vizinha? O objetivo do gasto militar é a participação em “eventos” como a Cruzex?

    3º Produzir nosso vetor de 5º geração? PRA QUÊ? Acredito que você quis dizer DRONES de 5º geração, pois esse é o futuro da aviação de guerra moderna.

    Que fique claro que idéia de obter as aeronaves (seja lá de quem) é para DEFESA de nosso E.A. e não para desfiles ou mostrar em “eventos” (não estou menostrazando a importância de exercícios em conjunto), sendo assim, todas as hipóteses de conflito devem ser levadas em consideração. Isso se chama prevenção, que é a base de onde deve partir uma estratégia de defesa sólida e permanente.

  120. Senhores, o que confere credibilidade à notícia não é um ou outro fator visto isoladamente, alguns dos quais já tinham sido objeto de matérias da imprensa especializada e não-especializada, muitas delas reproduzidas aqui mesmo na Trilogia.

    O que dá força à matéria é o conjunto, aliado à quantidade e qualidade das fontes ouvidas, bem como à impecável credibilidade da Reuters.

    O que confere credibilidade á notícia é, em suma, que o conjunto todo está estruturado logicamente e FAZ SENTIDO para quem acompanha de perto essa longa notícia.

    Claro que o governo irá negar ter tomado qualquer decisão por ora. Nem poderia ser diferente, até em respeito às demais empresas participantes do certame.

    Mas o fato é que a decisão está tomada. O simples fato de a presidente estar claramente procurando argumentos para falar a favor da escolha do Super Hornet (evidentemente que na necessária reunião a ser realizada junto ao Conselho de Defesa Nacional), indica que a decisão foi enfim tomada.

    HABEMUS PAPAM! Hora de comemorar, respeitosa e sobriamente. Ponto.

    E por aí afora só se lê o silêncio… E o vento que passa pelas portas de madeira daquela cidade do velho oeste… vuuuuuuch… 🙂

  121. Como disse o Vader: “Habemus papam!”. Até que enfim, demorou mas agradou.
    Uma parceria estratégica com os USA, e porque não nos tornamos aliados de fato com os USA, só traria benefícios mútuos, simplesmente eles são a maior potência econômica, militar e econômica do planeta Terra!!!
    Não nos esquecemos que fomos aliados na 2ª guerra mundial, lutamos e morremos juntos, ganhamos com isso inúmeras coisas como a nossa CSN, o início da nossa aviação de caça e eles tiveram o atlântico sul garantido, base para a África, ajuda para libertar a Itália com a lendária FEB e todos ganharam um mundo livre do nazifacismo.
    Os EUA são o nosso 2º parceiro econômico (não tenho dúvidas que voltará ser o primeiro), foram o 1º país a reconhecer a nossa independência e é a sociedade a qual nós temos mais valores comuns.
    Creio os caçadores estarão muito bem armados e nosso país vai se beneficiar em todas as áreas, e estaremos aliados com quem interessa e com produtos de qualidade em todas as áreas, até que enfim o Brasil, gigante adormecido, acordou!!!
    Parabéns ao Governo.

  122. Pessoal,

    Eu moro no Brasil, estamos falando do Brasil e estou com os pés no chão.

    Não é por nada não, mas eu só acredito VENDO.

  123. Acompanho esta novela FX desde a época da internet discada lá se vão mais de uma década. Só acredito vendo o anuncio oficial e contrato assinado. Até outubro muita coisa ruim pode acontecer PIBinho está a caminho.

  124. Vader,

    Lulinha anunciou vitória do Rafale (para nóóóóóssa alegriaaa) e deu zica!
    Não seria a mesma situação? Ainda que com todos os créditos das fontes?

  125. Vamos ver no que isto vai dar. De minha parte torço muito pelo fim desta novela, com qualquer um dos finalistas.

  126. Sabem dizer se os SH poderão operar tb com os nossos misseis (piranha 1 e 2, a-dater, mar-1) e com os derby???
    abs

  127. Ops!! eu já sabia!!! kkk,,essa boing é maledeta……….Bom a meu ver,isto é na minha opiniâo,o melhor para nos na conjuntura atual ,ja que a marinha precisara no futuro de um bom vetor eu ficaria com o anâozinho.,sim o gripinho,aquele aviâo de papel etc etc,mas…….a fab quer ficar com o vespâo……entâo vamos de ferrâo novo para o gda e boa sorte a fab. sds coloradas

  128. com todo respeito o que temos por enquanto é apenas fumaça preta, a prova de que basta a pessoa ter um bom talento para retórica pra produzir um bom texto pode ser verificado em vários comentários postados.Por enquanto não há razões para louvações !

  129. Se… (com todas as reticências) se confirmar a efusiva notícia, o gap na defesa aérea do planalto central poderá ser mitigado, pois até a chegada dos “SH-BR”…, os EEUU poderão oferecer, “a rodo”, os legacy Hornet para suprir as lacunas deixadas pela retirada dos Mirage. E, de pronto, poderão receber os pilotos da FAB para se adaptarem ao modelo em suas bases aéreas dos Marines, ou mesmo da US Navy, que operam o modelo.

  130. nardo disse:
    5 de junho de 2013 às 20:20

    Caro Nardo, algumas coisas são diferentes daquele fatídico 7 de setembro de 2009 (eu já estava aqui, rsrs):

    1. O Mirage-2000 do GDA pára no final do ano e o AC da FAB já avisou que Brasília vai ficar sem cobertura;
    2. Todo mundo sabe que se não sair a compra em 2013, em 2014 é que não sairá mesmo, por causa das eleições;
    3. A Dilma não tava bêbada quando encontrou o Bidden.

    Entre outros…

    Sds.

  131. Aguardem isso é apenas o começo, o Brasil de hoje não é o brasil de ontem… Em breve novas novidades!

  132. Gostaria, em primeiro lugar, de agradecer os editores pela oportunidade de postar este comentário neste blog que acompanho diariamente.

    Tanto tempo iá se passou que acredito que para quase todos qualquer um dos finalistas seria festejado, exceto para aqueles radicais a favor ou contra determinado modelo/fornecedor e que, a meu ver, pouca credibilidade merecem em suas opiniões.

    De qualquer maneira, acho que ainda é cedo para qualquer coisa, só lembrando uma noticia da mesma fonte a pouco mais de um ano:

    http://www.reuters.com/article/2012/02/13/brazil-jets-idUSL4E8DD11W20120213

    Abraços.

  133. “3. A Dilma não tava bêbada quando encontrou o Bidden.”

    Pegou pesado … não seja preconceituoso! que que tem um presidente tomar umas e outras e depois anunciar erradamente, precipitadamente, idiotamente, estúpidamente, retardadamente, e mais todos os “mente”… uma decisão extremamente importante para a nação? Tem problema nenhum, ok?!

  134. Lulinha anunciou vitória do Rafale (para nóóóóóssa alegriaaa) e deu zica!
    Não seria a mesma situação? Ainda que com todos os créditos das fontes?

    Verdade caro nardo.

    Já vimos esse filme antes. Agora será diferente?

  135. Se confirmada essa notícia será uma bela aquisição para FAB e como Vader falou a marinha poderia deixar dessa loucura de operar um porta-aviões e comprar caças para ficarem baseados em terra, seria muito mais eficiente, econômico e racional. O número poderia ser de 70 aeronaves nesse primeiro lote, pois assim formaríamos 5 esquadrões de 12 caças (um para cada região do país) e deixaríamos 10 como reserva técnica.

  136. E eu aqui, trabalhando igual a um doido e perdendo essa farra 🙂

    Vader,

    Eu avisei!!!!
    Mudo meu nome se não der Boeing.
    Parabéns a nós meu caro que nunca desistimos.
    Data para o anúncio oficial? Acredito que antes do 7 de Setembro.
    No mais, EMBRAER WINS!!! Ahahahahahahahaha.

    Vamos aguardar o tão esperado e protelado post do Poder Aéreo: “Acabou! Super Hornet é o escolhido para o FX2”.

    Serão tantos acessos que eles vão ter que alugar servidor extra kkk

  137. E sim, agradecimento especial ao Brig. Saito. Não fosse a pernada que ele deu kkkkkkkkkkk ao vazar o relatório da FAB. Não fosse o nosso “senhor miagui” nacional o GDA já estava com a jaca no bucho!

  138. Senhores,

    Lembrem que a gerente não gosta de ingerências do mercado ou da imprensa e parece agir pra contrariar pitacos alheios por simples “birra”.
    É claro que isso é uma simplificação e brincadeira, pois é óbvio que ela não está lá à toa.
    Mas, lembrem do caso do ministro “Butter” – ou “Pinóquio”, como preferirem – que já vem dando motivo a canos, mas ela não entrega a cabeça dele como o mercado e a imprensa tem pedido.
    Talvez ela não bata o martelo sobre o caso FX-2 tão cedo, a despeito das notícias e esperanças dos entusiastas. Vai ser no momento que está na cabeça dela e isso só Deus sabe.

    Dito isso, declaro que comungo das expectativas, esperanças e preferências dos colegas que ora festejam a notícia. Mas farei como o Almeida e guardarei minha garrafa de sidra para o anúncio oficial.

    Poggio, o Justin te pegou heim? Mas tudo bem, afinal isso aqui também é diversão. E da boa!

  139. Vamos aguardar o tão esperado e protelado post do Poder Aéreo: “Acabou! Super Hornet é o escolhido para o FX2″.

    Caro Corsario 137

    Acho que o melhor título seria: “UFA!”

  140. Tendo por encerrado o FX-2 (tomará que seja anunciado antes de outubro mesmo) poderemos sonhar com uma aquisição de duas dúzias de SU-35 naquela velha história de trocar o embargo contra a carne de porco por equipamento militar russo?

    Aí sim seria top demais, teríamos 12 SU-35 deslocados no GDA Anápolis e poderíamos ter um novo GDA com 12 SU-35 em Alcântara ou Natal!!!!

    Os F-18 iniciais seriam distribuidos entre outras três bases aéreas!!!

  141. Caros, um prazer estar neste blog o qual acompanho a alguns meses, sempre aprendendo muito sobre aviação. Bacana a decisão tomada e sempre defendi entre meus pares a necessidade de uma decisão imediata. A escolha já havia sido feita pela FAB oferencendo 3 excelentes aeronaves, com características distintas, mas com plena capacidade de oferecer a “segurança” que nosso país necessita. Parabéns ao pessoal da FAB, especialmente à COPAC, pelo excelente trabalho. Tenho certeza que uma aeronave “zero km” é um presente a todos os pilotos da Força Aérea que sempre foram os melhores voando aeronaves da década de 80! Um abraço a todos.

  142. @Urutu

    Não seria mais facil e barato comprar outro lote de SH para tal finalidade? Afinal, junto com SU-35, seriam necessarias todo um novo know how de manutenção, peças, locais de armazenagem e etc, o que vai totalmente contra o modelo de redução de custos por padronização.

  143. O efeito multiplicador de euforia se aplicou inexplicavelmente nesta matéria, certo é esperar a visita da Dilma e aguardar o resultado com o anúncio oficial; é mais sensato.

  144. Diniiz concordo contigo !

    Juarez, banho de a´gua fria em “mano véio”, tá certo que o entusiasmo aqui tá dando gosto, infelizmente sabemos que não significa uma decisão oficial, AINDA, mas eu achava que estávamos no caminho

    Diz mais pra gente, Juarez, o que tá pegando?

    Um forte Abraço,
    kaleu (Spock)

  145. Hipoteticamente, se este contrato for fechado realmente, ainda teremos pelo menos 1 ano de negociações, então, como os Mirage darão baixa no final deste ano ou a FAB desloca F5 para Anápolis (o mais provável) ou teria-se que adquirir um tampão que, a meu ver, necessariamente seriam F18 E/F usados; mesmo assim não haveria lógica nesta aquisição (dos tampões) pois para serem usados o treinamento dos pilotos já deveria ter começado.

  146. 28 AIM-9M SIDEWINDER ,para nós, e não AIM-9X!!!!!!!!!!!!!!!
    GRANDE NEGOCIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    E ainda tem gente comemorando!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Isso é ESPETACULAR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  147. Urutu Voador disse:

    5 de junho de 2013 às 20:52

    “Tendo por encerrado o FX-2 (tomará que seja anunciado antes de outubro mesmo) poderemos sonhar com uma aquisição de duas dúzias de SU-35 naquela velha história de trocar o embargo contra a carne de porco por equipamento militar russo?”

    Não, não podemos. Existe diferença entre sonho e delírio e, no caso do equipamento russo, é puro delírio. O GF demorou 20 anos para chegar onde chegou e não será agora que o “azarão” russo irá vingar. Faremos escambo com os russos pela carne? Sim, não duvido! Contudo, é mais provável sair o AK-47, Igla, MI-35 (vulgo AH-2), do que uma aeronave complexa e com aqueles outros problemas que já relatei

  148. fernandes disse:

    5 de junho de 2013 às 21:01

    28 AIM-9M SIDEWINDER ,para nós, e não AIM-9X!!!!!!!!!!!!!!!
    GRANDE NEGOCIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Meu caro, pode crer que o AIM 9 L é superior aos “MICAS” da le jaca. A FAB não tem problema com míssil guiado por IR (opera os Pythons 3 e 4), o buraco está no BVR e o AIM 120 está de bom tamanho.

    Sds.

  149. 8 AIM-9M SIDEWINDER ,para nós, e não AIM-9X!!!!!!!!!!!!!!!

    Caro Fernandes, eu responderia com o seguinte parágrafo da matéria http://www.aereo.jor.br/2013/05/26/f-x2-tornou-se-a-estafa-brasileira/

    “O tempo – e muito dele já se passou – ajudou a proposta do Super Hornet”, disse um representante de uma companhia norte-americana que conhece bem o país. “O pacote oferecido ao Brasil agora é bem mais extenso do aquele ofertado em 2009 em função de um lobby efetivo da Boeing, Raytheon e outros para relaxar o controle de exportação de armas dos EUA.”

  150. Vader disse:
    5 de junho de 2013 às 21:03

    “Me ocorre agora: seria uma tremenda ironia histórica se o SH fosse anunciado no 7 de setembro 2013 hein?”

    Seria uma retratação quase que póstuma daquele fatídico 07.09.09 etílico. É mais provável que seja em outubro na White House.

    Sds.

  151. Agora é esperar, e como já esperamos…mas uma pergunta, o que foi oferecido em termos de armas e sistemas sofrerá ajustes? E será possível integrar Derby, Python 4, Darter e nossas bombas ou vamos voar pelo menos por um tempo só com sistemas made USA.

  152. Roberto Bozzo disse:

    5 de junho de 2013 às 20:59

    “Hipoteticamente, se este contrato for fechado realmente, ainda teremos pelo menos 1 ano de negociações, então, como os Mirage darão baixa no final deste ano ou a FAB desloca F5 para Anápolis (o mais provável) ou teria-se que adquirir um tampão que, a meu ver, necessariamente seriam F18 E/F usados;”

    A primeira hipótese é a mais crível, senão a compra dos Jordanianos será perdida. Não faz sentido adquirir tampão ou SH usados. Irão transferir algum esquadrão do F5 pra lá, não tem jeito.

    Sds.

  153. Vader disse:
    5 de junho de 2013 às 21:03

    Realmente, ha ha!
    Mas imediatamente lembrariam do Lula e Sarkozy… ia pegar mal demais.
    Ia azedar a sobremesa no banquete do ParTidão. rs rs rs

  154. Essa foi a melhor notícia do meu dia, acompanho essa saga desde o início, desde quando ofereciam o Mirage 2000 BR, se este País conseguir fechar este negócio antes da copa, ainda que com anos de atraso, será uma vitória! Que venha o SH! estou ansioso já rsrs

  155. fullcrum disse:

    5 de junho de 2013 às 21:08

    “Agora é esperar, e como já esperamos…mas uma pergunta, o que foi oferecido em termos de armas e sistemas sofrerá ajustes? E será possível integrar Derby, Python 4, Darter e nossas bombas ou vamos voar pelo menos por um tempo só com sistemas made USA.”

    Prezado,

    Com os códigos fonte a disposição da FAB, em tese, qualquer armamento ar-ar pode ser integrado à aeronave, ainda mais com um radar tão avançado como o APG79.

    Sds.

  156. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 21:01

    Caro Fernandes, as armas que virão no pacote do Super Hornet constaram da notificação ao US Congress apenas para obter a liberação da venda de tais armamentos para o Brasil.

    O armamento jamais foi um requisito da FAB para o FX2, vale dizer: serão negociados posteriormente.

    Sds.

  157. Puxa vida, cheguei atrasado!

    Não resta nada de novo a ser dito.

    Estou com o pessoal mais pé-no-chão: só acredito vendo os vespões com o cocar da FAB pousados em Anápolis.

    Não esqueçam que é uma POLÍTICA que vai bater o martelo e este pessoal não tem palavra empenhada; a cada dia que passa, a opinião muda.

  158. nardo disse:

    5 de junho de 2013 às 20:20

    Vader,

    “Lulinha anunciou vitória do Rafale (para nóóóóóssa alegriaaa) e deu zica!
    Não seria a mesma situação? Ainda que com todos os créditos das fontes?”

    Meu caro,

    Com o Rafale, o buraco era mais embaixo. Naquela altura, nem a versão F3 estava totalmente operacional e nem o AESA da Thales havia sido integrado. Se juntar o fato de NINGUÉM ter comprado aquelas tranqueiras francesas, a comparação não procede. Olha o caso da Boeing:
    1. Vai cooperar com a Embraer com o KC 390 (vulgo “carrinho de mão” para a diplomacia francesa;
    2. A EMB vai produzir o ST em solo ianque;
    3. Dilma pode ganhar um Air Force One de brinde (motivo fulcral da compra) hehehehe

    Sds.

    Sds.

  159. Eu gostaria de parabenizar aos 4 principais atores que ajudaram a desenrolar essa novela, se ela de fato vir a ter um final feliz.

    1 – Boeing = pelo notório profissionalismo nas negociações.

    2 – FAB = pelo notório profissionalismo no processo de escolha, pois apesar de terem escolhido o Gripen apenas por questões orçamentárias, sempre souberam que a melhor maquina de guerra é o F-18.

    3 – Dilma = pelo bom censo, pois ela provou ter muito mais bom censo que a aquele senhor que não consegue fazer “hang loose”, que a antecedeu.

    4 – Ao senhor Vader, que me ajudou muito a formatar minha ideia sobre qual aeronave seria a melhor, pois apesar das postagens entusiastas, mas sempre com bom censo e dados técnicos.

    Quem ganha com isso são os brasileiros…

    Abraços

  160. Não tenho a carga de informação da maioria dos comentaristas aqui, mas confiar em americano é como a Argentina confiando nos Exocets franceses na guerra da Malvinas.
    Quando o brinquedinho começou a fazer estragos nos Ingleses, eles pediram e a França diminuiu seu poder de fogo a distancia em uma epoca que não existia internet ou PC. Imaginem agora. Os paises centrais sempre estaram unidos
    Arma boa só o dono é quem faz
    Comprem o mais barato e corramos atras do nosso desenvolvimento


  161. Sds.

    Walter disse:

    5 de junho de 2013 às 21:16

    “Não tenho a carga de informação da maioria dos comentaristas aqui, mas confiar em americano é como a Argentina confiando nos Exocets franceses na guerra da Malvinas.”

    Meu caro, entendo sua preocupação, mas a FAB procurou, a duras penas, desenvolver o Piranha (esnobado por muitos) e o A-Darter justamente para ter alguma autonomia e não cair no conto do vigário Hermano. Os Phytons israelenses são a carta na manga em caso de boicote. De qualquer sorte, desenvolver atualização para os radares e mísseis é o mínimo que uma força inteligente deve fazer, vide Israel.

    Sds.

  162. Caro Vader , de fato armas não são requisitos,mas códigos fontes para integração de armas nacionais ou de outra proveniência sim,o que até agora não esta certo,limitações no que diz respeito a isso esta diretamente relacionado ao pacote de armas oferecidas e os possíveis condicionantes das futuras negociações.;;;;;

  163. Poggio,

    Quando anunciarem, vou lembrar do Galvão Bueno: “ACABOOOOOOOU!”

    No mais, aquela troca da foto de capa no face não tinha sido à toa. Era a pedra sendo cantada. Só não esperava tão de repente.

  164. fernandes disse:

    5 de junho de 2013 às 21:18

    “de fato armas não são requisitos,mas códigos fontes para integração de armas nacionais ou de outra proveniência sim,o que até agora não esta certo,limitações no que diz respeito a isso esta diretamente relacionado ao pacote de armas oferecidas e os possíveis condicionantes das futuras negociações.;;;;;”

    De fato, é uma preocupação que não se restringe aos EUA, mas para todos os concorrentes. O Congresso Americano se comprometeu a não cercear a liberação dos códigos fontes. Mas, pensando bem, operamos o F5 que é de procedência ianque e, me diz, já teve algum boicote ou corte no fornecimento de suprimentos pelos EUA? Acho que não… Com os MIrages, bem não posso dizer o mesmo…

  165. É isso, pessoal. Não fiquemos no “e se”. Vamos comprar a aeronave (não tem jeito mesmo) e desenvolver e atualizar a aviônica para que a mesma fique no estado de arte por muitos anos. Não adiante achar ou questionar por questionar. Vamos fazer a nossa parte, seguindo o exemplo de nações como Israel.

  166. Rafael M. F. disse:

    Quando anunciarem, vou lembrar do Galvão Bueno: “ACABOOOOOOOU!”

    Prezado Rafael M. F.lembre-me também de colocar aquela foto do G. Bueno com o óculos torto, abraçando o Pelé e o Falcão.

    Abrs

  167. Está ai a solução para o GAP que os MIrage 2000 deixaram depois de 2014, simplesmente nos emprestaram alguns F-18 direto da linha da USAF até que os nossos sejam fabricados.

  168. Poxa e ver a cabeça de um pais dominado e um dominante, os americanos fizeram fazem o querem aqui mesmo a a Mídia compra e conseguir mudar uma nação e sua opinião por domínio, A pouco tempo atrás a compra dos
    P-3 orion muitas nações poderão comprar aviões da década 90,80 a no´s só de 60 fora muitos outros caso recentes, americano nós transferir tecnologia e mais fácil ver papai Noel voando com sua renas no seu que americano nós transferir algo.
    Boeing aqui como em outros lugares fora dos Estados Unidos nenhuma nação cresceu ou teve ganho de tecnologia na área na verdade ate ouve reverso, Além de levar as cabeças boas do pais para o estados unidos, ainda a indústria local e cercada com o famosa propriedade das marcas, e a transferência fica só entre eles mesmo ou seja transferência zero do zero as vezes -1, -2, -100 ou seja reverso total.
    Sem transferência de sistema como Voo, comunicação, radar e armas e integração dos mesmo com os códigos fontes de nada serve e dependência total, Com tudo isso em uma transferência mesmo que o caças não seja tão bom nos da a chance de nos desenvolver tecnologicamente e ter independência, fazer nossas armas, radar como estamos começando hoje, quem sabe turbina ou qualquer coisa e ter total independência de mudar e integral nós mesmo sem depender de ninguém, e só olhar para o mundo Inglês , canadense tem imensos problema com os americanos e são capachos e banca imagina nós.
    Ate deus coça a cabeça e pergunta como pode colocar um povinho deste no Brasil como uma nação pode ser tão ingênua.

  169. Tio Sam disse:
    5 de junho de 2013 às 21:21

    Tio Sam, boa noite.

    Quando precisamos de informações do projeto original para a modernização dos F-5, algumas importantes nos foram negadas, o que exigiu árduo trabalho realizado no CTA.
    Qual o boicote que você conhece dos Mirages mesmo?
    Abraço,

    Justin

  170. E só para corrigir comentários acima, o sapo barbudo anunciou o caça frances, ai o presidente frances junto com o americano assinaram uma carta impondo as condições para o programa nuclear do Irã
    O Lulinha se junta com o turco e conseguem do jeitinho que estava na tal carta, ai os caras puxam o tapete. Lula deu o troco. Se teve algo correto da Petezada foi a historia do Irã e a resposta ao Frances. Agora com a Dilma vai só valer a quetão tecnica e a opinião da FAB. Acabou aliança estrategica com alguem. Avião pode ate ser frances, mas só se realmente for a melhor opção

  171. Walter disse:
    5 de junho de 2013 às 21:16

    Walter, concordo quando você desconfia da postura de qualquer outro país fornecedor de armamentos em uma eventualidade de um conflito envolvendo seu cliente. Tudo dependerá dos interesses desse país fornecedor.

    Mas, apenas para tornar mais preciso seu exemplo, a frança não tinha, à época – como também não tem hoje – como influenciar na performance ou efetividade dos mísseis Exocet argentinos à distância. Tampouco é para crer que revelariam aos ingleses alguma vulnerabilidade ou contra-medida eficaz de um armamento que eles mesmos utilizam em suas forças.

    O problema é que o estoque argentino de mísseis Exocet operacionais era baixo e a França muito tranquilamente deixou que eles resolvessem sozinhos a enrascada em que se meteram, não fornecendo mais um parafuso aos “hermanos”.

    E concluo com você que o melhor é que cada país produza as armas que puder, dentro de sua capacidade industrial. Mas, elas precisam de um vetor. Já que não fomos capazes de produzir um, o Super Hornet será muito bem-vindo, se vier. Que venha!

  172. Senhores….

    Eu li a matéria traduzida acima e a original….

    A não ser na matéria original, dada como “Exclusiva” mas nada diz que o “martela já foi batido”…. diz apenas que o Brasil está MAIS próximo….etc.

    Eu mesmo já me equivoquei em passado recente, anunciando que a escolha havia sido feita…. e foi… no entanto voltou para a gaveta do CS da Presidência.

    Até ontem…. ainda estava lá.

    Se bem que os sinais estão aparecendo…. mas é uma inverdade dizer que o escolhido é o vetor norte-americano, pois só se torna escolhido quando anunciado oficialmente.

    Voltemos, pois, ao velório do FX-2…. até que o defunto se levante do caixão….

    Sds.

  173. Caro Walter,

    A FAB já opera equipamentos de origem americana. O F-18E só será mais um. São radares, helicópteros, aviões, e componentes para os aviões nacionais.

    Em caso de conflito com eles, ou aliado próximo deles, não seria o F-18E a fazer a diferença. Nem mesmo o SU-35.

    O que faria diferença seria investimentos pesados para ter uma indústria militar nacional, nos moldes da China. Só que nós não somos a China, nem chegamos perto deles. Ou seja é algo inviável.

    Podemos fazer o que potências médias fazem: parcerias para desenvolver alguns equipamentos, aumentando a escala e dividindo os gastos. 🙂

    []’s

  174. Brasil tem que pensar em independência, Temos dinheiro se não foi comprado os caças ate agora foi por querermos a transferência de tecnologia coisa que americano não nos dara nunca, Os F-5 modernizado caça da década de 60/70 Brasil tentou comprar o software americanos não cederam nem a pau imagina com as tecnologias mais recentes, No F-5 usamos os Software Israelense que na verdade e americano ate nos F-5 estamos dependentes ainda não ganhamos nada de tecnologia nada, para implantar qualquer coisa armas, radar ou seja la o que queremos mudar teremos que pedir autorização e solicitar que eles façam as mudanças e as implantações, se a arma foi sofisticada demais pra não implantar simplesmente vão falar que não da e ponto final.

  175. Ilm°s Srs
    O Brasil é um país ocidental e aliado. Tirando algumas questões de barganha mal conduzidas, não haverá uma mudança drástica e abrupta em nossa conduta e parceria estratégica real.

  176. Tio Sam e Poggio,

    Não é contar vitória antes do tempo, mas escolhar a data do dia do aviador para uma visita ao Obama não parece meio estranho?
    A ultima entrevista do MD fazendo crer que a decisão estava próxima!!
    A orelhada da França e Suécia na eleição da OMC!
    E finalmente conhecendo “ela” tenho convicção que a decisão será tomada neste governo!
    Sou plastimodelista e já vou comprar um SH para pintar nas cores da FAB.

  177. Quando precisamos de informações do projeto original para a modernização dos F-5, algumas importantes nos foram negadas, o que exigiu árduo trabalho realizado no CTA.

    Isso que o Justin mencionou é verdade, principalmente em relação ao trilho na ponta da asa.

  178. Agradecido pela liberação de comentários.O ideal ,se isto acontecer,é o Brasil investir na pesquisa e fabricação de DRONES avançados .O incentivo e investimento na cultura,tecnologia ,buscando os cérebros privilegiados que vagam pelas escolas das cidades,dando condições de ficarem no país ,e participarem deste avanço.

  179. Espero que realmente, desta vez se confirme a noticia.

    Dentro do restrito orçamento da FAB é o melhor, do melhor, do melhor, que se possa a ter…
    Fechado esse primeiro pacote de 36 vetores, espero que venha mais. Tendo entre eles EA-18G Growler. Quem sabe até ter pelo menos um esquadrão de ataque de F-35 🙂

    Pergunta: Vai ter que se mudar muita coisa nos hangares da FAB, para guardar os vespões???

  180. Reuters e americana e o Marketing a favor dos americanos e como uma pressão, israel usa isso muito para validar suas atrocidades.
    Brasil deveria correr dos americanos, jamais vão nós transferir algo.
    vergonhoso isso, como uma nação que tem em suas mãos a independência tecnologia prefere se ajoelhar perante a pressão americana, a coisa do caça e tão complexa que seria nossa independência em muitas áreas e muitas não militar, Nosso crescimento em tecnologia, e só olhar o que fabricamos no Brasil, onde esta nossos carros, motos ou algum produto nacional nada, a tecnologia na fabricação nós daria a direção e o caminho para sermos uma nação tecnologicamente avançadas no futuro.
    E a compra do caça americano e jogar tudo isso fora.
    Vergonhoso Brasil gigante com mentalidade de pequeno de paizinho subdesenvolvido que quer continuar a ser subdesenvolvido.
    Só ver os políticos que temos e o povo que os elegem.
    Brincadeira isso.

  181. Pergunta: Vai ter que se mudar muita coisa nos hangares da FAB, para guardar os vespões???

    No caso dos três concorrentes ao F-X2 não precisa mudar nada nos hangares/hangaretes. Lembrar também que o SH ainda dobra as asas se for o caso.

  182. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 21:18

    Amigo, a liberação dos códigos-fonte do sistema de armas foi conditio sine qua non da request for information do FX2.

    Se não tivesse se comprometido a transferir os códigos-fonte o avião da Boeing sequer teria sido apreciado pela FAB.

    De posse de tais códigos a FAB pode agregar ao vetor qualquer equipamento que deseje. Especialmente as armas que ela, em parceria com a indústria nacional, está desenvolvendo.

    E especialmente o A-Darter que, teoricamente ao menos, será equivalente ao AIM-9X.

    Sds.

  183. Obrigado Poggio pelos links sobre a Embraer e o crescimento da indústria nacional. É muito importante lembrar e reconhecer o crescimento da indústria nacional nos últimos anos esta forjado numa série de acordos internacionais, inciando pelo xavante, passando pelo AMX e quem sabe com a produção sob licença do SH.
    A produção do A-29 e do KC-390 são o estado da arte da indústria aeronáutica brasileira, mas ainda temos muito a crescer. Parabéns pelo blog e obrigado pela liberação.

  184. SRS boa noite : essa noticia se for verdade seria bom para a fab;mas tudo depende da Presidenta Dilma ela dará a ultima palavra sobre o Fx2 que a meu ver ja deveria ter sido cancelado.mas tbm pode ser que surja outra noticias sobre esse assunto ou algo realacionado a ele;inclusive a compra do Su 35 em separado ao esse Fx2 ,mas tbm seria algobom para a fab e acabava com essa situaçao compra nao compra. no mais agradeço a oportunidade de postar aqui minha visso sobre esste assunto.Mt obrigado SRS Editores e meu parabens pelo Blog.

  185. Obrigado por liberar os comentário pois ate parecia ser uma coisa comprada, e vejo que os americanos estão investindo pesado nesta revista

  186. Poggio

    Eu achei este documento na Internet. Talvez você o ache interessante. É uma tese de mestrado entitulada “The Brazilian aerospace industry – A case study of the technological impact of offset agreements in a recipient industry” de Julio Eduardo da Silva Menezes. É de 1989 mas recomendada já que estamos falando de transferência de tecnologia.

  187. O Patriota disse:
    5 de junho de 2013 às 21:35

    “Os F-5 modernizado caça da década de 60/70 Brasil tentou comprar o software americanos não cederam nem a pau”

    O cidadão poderia nos esclarecer que raios de software da década de 60/70 foi esse que a FAB tentou comprar, considerando-se que mal existiam computadores na época em que tais softwares supostamente teriam sido escritos?

    Ainda, pode explicar porque os EUA teriam a obrigação de nos “vender” o software de uma aeronave que eles não fabricavam mais?

    Grato.

  188. Embraer e uma empresa que deveria ficar fora do Fx seja quem for o ganhador, Americano pior ainda eles mandam na Embraer, Embraer nunca investiu em desenvolvimento tecnológico de sistemas, faz o projetos e compra os resto se americano não vender os sistemas e avionica fecha a Embraer, O melhor caça e a melhor transferência e dos Russos su-35, Por pressão americana que em hipótese alguma iam aceitar isso, por domínio.
    Muitos aqui falam que nosso sistema e voltado aos americanos e europeus, quais sistemas da década de 60 , 70 ,80 na verdade não temos nada modernização de AMX e F-5 não serve pra nada foi só para Embraer ganhar dinheiro pois nem tecnologia ganhou.
    Vergonhoso isso pais se vendendo aos americanos.
    Os caras sempre nós travaram em tudo de uma hora para outra passam a ser amiguinhos ate rs rs só Brasileiro mesmo para acreditar em Papai Noel ainda mais este sendo Americano.

  189. Vader disse:
    5 de junho de 2013 às 21:46

    Vader, boa noite.

    Sobre o fornecimento dos códigos-fonte, normalmente, em um Pedido de Oferta, pouquíssimos requisitos são considerados mandatórios (aqueles que eliminam o concorrente em caso de não-cumprimento). Talvez uma dezena.
    Todos os demais (devem passar de mil) são apenas itens a serem avaliados.
    Ou seja: o fato de não ter sido eliminado não quer dizer que cumpra satisfatoriamente esse requisito específico.
    Abraço,

    Justin

  190. Tio Sam, se o tio sam realmente estivesse disposto a repassar tecnologias senssiveis para o Brasil já o teria feito em varias ocasiões de necessidade do Brasil, só para citar um pequeno exemplo temos o caso do missil anti-radar brasileiro ao qual foi negada a venda de elementos do sistema de guiagem por parte dos estadunidenses…sem falar sobre o VLS que sempre contou com total

  191. Fico uma tarde sem ler o Blog e PIMBA!!!

    É bastante animadora a matéria, e seria uma ótima notícia, tanto para a FAB quanto para a MB e o Brasil. Essa escolha estava quase ficando óbvia pelos corredores…

    Mas como sou discípulo de São Tomé só acredito quando eles pousarem aqui!!!

    ST.

    P.S.:
    1 – Galera, para quem voa F-5 (1970) e M-2000 (1983), até os ChingLings 0 Km são muito melhores!!! Imaginem os SH!!!

    2 – Não seria nada mal alguns SH usados como tampão até chegarem os 0 Km!!!

  192. Srs ee obrigado por abrirem os comentários.Tb acredito na vitória do SH mas tenho minhas dúvidas quanto a data do anuncio.Não poderá ser antes de Le Bourget para não melindrar os franceses e as apresentações diarias do Rafale e tb não antes da visita da Dilmandona aos EUA e sim após a visita.Espero que tenha bastante camarões para a tia.

  193. Justin Case disse:
    5 de junho de 2013 às 21:27

    Tio Sam disse:
    5 de junho de 2013 às 21:21

    Tio Sam, boa noite.

    Quando precisamos de informações do projeto original para a modernização dos F-5, algumas importantes nos foram negadas, o que exigiu árduo trabalho realizado no CTA.
    Qual o boicote que você conhece dos Mirages mesmo?
    Abraço,

    Justin

    Leia mais (Read More): F-X2: Reuters dá como certa a escolha do Super Hornet pelo Brasil | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

    Vamos numerar para não esquecer:

    Manutenção do radar.
    Manutenção dos ATA 9C
    Integração dos P III
    Integração dos sistemas lançadores de foguetes
    Manutenção da cabeça de guerra dos Matra R 530

    Tudo isto foi solicitado e negado para ser feito aqui no PAMA e no PAME.
    Quer que fale sobre as mais recentes dos M2000????

    Grande abraço

  194. Prezado Donitz

    Muito agradecido pelo link. Ainda não li, mas já baixei.

    No entanto, lembre-se que esta tese foi escrita quase 25 anos atrás, logo após o fim da Guerra Fria. Muita coisa mudou de lá para cá e o mundo não é mais o mesmo.

  195. Parabens!

    Fazia muito tempo que eu não lia mais de 250 comentários. Gastei uma hora para le-los. Parabens pela iniciativa de abrir os comentários.

    Eu ficaria muito feliz com a escolha do F-18. Seria e escolha perfeita. Melhor impossível

  196. Quando os 36 estiverem hangarados em Banania, eu acredito. Mas, se a FAB nao tiver aumento no orçamento, serao 36 belos ornamentos de hangar apenas…

  197. Alguém sabe,se confirmar o SH, a Marinha poderia ser beneficiada por tabela? Seria sonhar demais um hornet no São Paulo? Ou quem sabe, umas fragatas novas para a marinha num acordo mais amplo?

  198. Agora vai !

    Eu era rafalete. Como fui expulso dos comentários no blog (com o tempo vi que os editores tinham total razão), tive que me contentar em ler os artigos dos 3 blog sem poder comentar.

    Com o tempo, me peguei a abrir os blogs várias vezes por dia e com maior atenção aos comentários. Especialmente aos do Vader. Vader que teve comigo um “contencioso” por causa de um comentário meu infeliz.

    Não há dúvidas para mim que o Rafale não pode ser uma opção para o Brasil. A França se afundou no socialismo caviar. Sua mão de obra trabalha pouco, ganha muito e paga muito imposto para sustentar o “socialismo de estado” deles. Produto francês? Só depois que nascer uma Margaret Tacher por lá!

    Parabéns ao Blog. Abraços do odiado por muitos, mas que admira a todos aqui.

    Reinaldo Deprera

  199. Justin Case disse:
    5 de junho de 2013 às 22:00

    Caro Justin, por mais de uma vez lemos altos oficiais da FAB, inclusive o Comandante Saito em pessoa, afirmarem que as fabricantes que receberam a RFP foram as que ofereceram a tecnologia pedida pela FAB, o que incluiria NECESSARIAMENTE o código-fonte do sistema de armas para integração do armamento indígena.

    De maneira que penso que o assunto está encerrado desde 2009, pelo menos.

    Mas claro, sendo o amigo quem é, caso possua informações privilegiadas, ficaria extremamente feliz se pudesse compartilhar conosco.

    Mostre-nos, por exemplo, a proposta oficial da Boeing, na qual a empresa se negue a compartilhar os tais códigos-fonte do sistema de armas.

    Sds.

  200. Poggio

    Eu gostei dela. A considerei como um belo achado mesmo com 25 anos. Ela é leitura recomendada senão obrigatória para todos aqui. Se você gostar dela recomende para o pessoal aqui certamente muitos irão ler ela.

  201. Tem “patriota” aqui que está __________

    EDITADO. POR FAVOR, VAMOS DEIXAR DE LADO QUALQUER INSINUAÇÃO PEJORATIVA AO COLEGA FORISTA

  202. Juarez\ disse:
    5 de junho de 2013 às 22:09

    Juarez, boa noite.

    Não se deixe embalar por lendas.
    Se você falar da manutenção dos pampas, eu acredito.
    1. Do radar do Mirage III, até revisão geral era feita em Anápolis.
    2. Quanto à manutenção de motor, quase tudo era feito localmente. Apenas julgou-se que não valia a pena internar uma estrutura para realizar revisão geral de três ou quatro motores por ano, começando após quatro anos da aquisição das aeronaves.
    3. Python 3 não requereu quase nada de integração. Era um míssil burro, do mesmo tipo do AIM9-B, que já estava integrado.
    4. Lançadores de foguetes podiam ser instalados nos tanques lança-bombas tipo RPK, mas nada tinham a ver com a missão do GDA.
    5. Cabeça de guerra do míssil R-530 não existe. Era a mesma da versão de treinamento. A única diferença era a carga bélica ou lastro.
    Por favor, lembre quem nem todos nos fóruns são leigos para acreditar cegamente naquilo que é postado.
    Abraço,

    Justin

  203. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 22:13

    Prezado, os códigos-fonte do sistema de armas não serão cedidos, serão COMPRADOS. A peso de ouro, diga-se de passagem (como aliás é natural que assim seja).

    De resto, já expliquei anteriormente, inclusive no comentário em que respondi ao amigo Justin Case (acima).

    Sds.

  204. Sobre a necessidade de caças “tampão” no GDA:

    A Fab deverá deslocar os F-5 para manter o esquadrão em operação. Possivelmente não haverá “tampão”. A Boeing está produzindo o F-18 para a Navy ( se não me engano de uma encomenda de 124 aeronaves de 2010). Possivelmente, a Boeing e o governo americano, podem fazer com que parte da encomenda da Fab “fure a fila”. Caso isto aconteça, os primeiros F-18 podem estar por aqui em poucos meses.

  205. Sabem dizer se os SH poderão operar tb com os nossos misseis (piranha 1 e 2, a-dater, mar-1) e com os derby?
    abs

  206. Reinaldo Deprera disse:
    5 de junho de 2013 às 22:14

    Amigo, honestamente não me lembro de termos tido contencioso algum (a fila é grande demais pra lembrar, rs), mas de minha parte não lhe guardo rancor algum.

    Sds.

  207. vader voçe não explicou nada, vc apenas se referiu a afirmações que não constam nas propostas, o que os estadunidense oferecem é a tran sferencia `necessaria` de tecnologia ,sendo que com certeza serão eles a determinarem o que é necessario , de resto se não há a negativa escrita o mesmo se pode dizer sobre a afirmativa escrita…

  208. nardo disse:
    5 de junho de 2013 às 22:24

    Amigo Nardo, esse vídeo deveria ser proibido. A FAB deveria pedir para tirar do ar isso aí.

    A cada vez que vejo esse vídeo, sinto vergonha de ser brasileiro, e ver como somos safados, e quantas vezes tentamos passar a perna nos americanos e, claro, como os caras não são bobos nem nada, senão aliás não estariam aonde estão nem seriam quem são, nos demos mal.

    Esse vídeo é a prova da safadeza brasileira. Desnecessária, aliás, porque sempre que com justiça tomamos “embargos”, fomos lá, fizemos a lição de casa, e desenvolvemos o que precisávamos, sem pedir nada a ninguém.

    Esse vídeo é uma vergonha. Não posta mais isso aí não.

    Sds.

  209. Vader disse:
    5 de junho de 2013 às 22:16

    Vader,

    Eu comentei de modo genérico, o que se pede em documentos deste tipo. Isso é quase um padrão no mundo.
    Ninguém pede “todo” o código fonte, porque isso não interessa. Há muito “firmware” até de eletroválvula, sem o menor interesse. No entanto, existem aquele itens que são de interesse absoluto, tais como os necessários para integração de armas, sensores e equipamentos.
    Não há como listar tudo no pedido de oferta, porque nem se conhece a aeronave ainda.
    Por isso, o conceito de acesso “irrestrito” do Rafale é muito importante. Certamente é muito mais do que a FAB teria listado como desejável, ou que a Boeing tenha citado como necessário, segundo o entendimento americano.
    Quando às restrições americanas ao fornecimento do código fonte, existem algumas declarações de autoridades (já antigas, reconheço), além dos vazamentos das comunicações da Embaixada Americana (wikileaks), onde foi citado claramente que era considerado inaceitável fornecer código fonte crítico e que a integração de armas e equipamentos teria que ser feita nos Estados Unidos.
    Você deve ter lido também, e é coerente com as regras usadas pelos americanos em todos os seus fornecimentos a terceiros.
    Abraço,

    Justin

  210. Escolham qualquer aviao, o que nao pode é continuar essa novela ridícula por míseros 36 cacinhas… 120 a longo prazo eh ? vao acreditando…

  211. Escolham qualquer aviao, o que nao pode é continuar essa novela ridícula por míseros 36 cacinhas… 120 a longo prazo eh ? vao acreditando…

  212. UFA!!!!
    Depois de longos invernos e tantas outras estaçoes vamos ver uma luz no fim do hangar….
    Seja bem vindo aos céus tropicais!

    [ ]s

  213. A sim vão transferir tecnologia sim , é o mesmo que comprar
    algumas dúzias de coca cola e pedir a fórmula , país não investe
    em pesquisa merece o famoso quem mandou não estudar

  214. Caro Justin,

    Sua explicação “genérica” sobre código fonte foi muito boa e realmente os americanos são relutantes em alguns aspectos quanto à integração de outros armamentos não controlados por eles.

    Israel, por exemplo, tem brigas homéricas com Washington sobre este assunto. Por este motivo, se algo acontecer em relação a isto, o Brasil ficaria em um seleto grupo de nações favorecidas pelo Tio Sam. Se nós conseguirmos, será uma grande vitória.

  215. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 22:31

    Vou tentar de novo, mas é a última vez ok?

    A liberação dos códigos-fonte dos sistemas de armas é um dos REQUISITOS NECESSÁRIOS da RFI do FX2, enviada pela FAB às seis empresas originais (Sukhoi, Dassault, Saab, Lockheed Martin, Boeing e Eurofighter) ainda em 2006.

    Quem não cumpriu tais requisitos necessários não recebeu a RFP em 2008. Foi o caso de Sukhoi, LM e Eurofighter, que foram desclassificadas.

    A partir da RFP, segundo repetidas declarações de oficiais da FAB, disponíveis inclusive aqui nos arquivos do Aéreo, todas as empresas teriam cumprido os requisitos necessários da RFI.

    A Boeing recebeu a RFP. Respondeu, e está até hoje na “competição”.

    Logo, a Boeing ofereceu a liberação dos códigos-fonte do sistema de armas, tecnologia esta pedida pela FAB.

    Para a FAB não importa se outro concorrente ofereceu “ToT irrestrita”, se a Boeing chama a sua ToT de “necessária”, ou se a SAAB chama a sua ToT de “marciana”, “venusiana” ou “jupteriana”.

    O que importa a ela, FAB, é que a empresa tenha cumprido os requisitos necessários de transferência de tecnologia que ela, FAB, pediu.

    E isso a Boeing cumpriu.

    Entendeu amigo?

    Melhor que isso, vc me desculpe, com todo o respeito, mas só se eu desenhar…

    Sds.

  216. A FAB voa com aviões americanos desde o início da aviação de caça com os P-47 aos F-5, é muito tempo de tradição e conhecimento. Acho que a tal “parceria estratégica” deveria ser com os USA há muito tempo e ampliar para o comércio e economia, é sentar e negociar com o maior potência do mundo! Chega de negociar (e se dar mal) com países bananas!

  217. Justin Case disse:
    5 de junho de 2013 às 22:35

    Bem Justin, como diria o ditado, “palavras são vento”. Dizer isso ou dizer aquilo sobre ToT, para mim, como advogado, pouco vale (a não ser em juízo).

    Mas para tudo existem contratos, existem propostas (que obrigam o proponente) e existem assinaturas.

    E americanos cumprem contratos. É da cultura deles. Até porque a justiça deles funciona.

    Mas claro, se é para se duvidar da honestidade de uns e outros, podemos duvidar de todo mundo. A começar por nós mesmos.

    Sds.

  218. Vader disse:
    5 de junho de 2013 às 22:27

    Fui dramático demais 😀
    Adoro ver você descontaminando os comentários tingidos de vermelho dos menos eruditos.

    Sobre a questão do código-fonte dos drivers de comunicação, da interface gráfica de usuário ou mesmo do sistema de armas inteiro. Achar que alguém compra um avião no século XXI sem ter acesso aos mesmos é no mínimo inocência. Vale lembrar também que, se tem um país que detém know-how no estado da arte em software e uma cultura forte em compartilhar esse tipo de conhecimento, é os EUA. Alias, tudo nessa área vem de lá. Se eu sou programador; se os chinas que ficam “hackeando” o pentágono em regime de escravidão são programadores; se o Franz criou o Tabajara server :D; se o Galante mantém esse blog usando o WordPress … enfim … todos devemos ao pensamento livre dos EUA nessa área. Eles podiam e podem de uma hora para outra deixar o mundo às escuras sonegando informação de tecnologia da informação, mas isso nunca vai acontecer por um milhão de motivos que no final das contas tem origem em uma só coisa: Os EUA são em parte conservadores no que diz respeito a assuntos cíveis, mas na área económica e acadêmica são os mais liberais dentre os grandes. De longe.

    Sem falar que o conhecimento que os EUA gera em suas universidades e que eles mantém à disposição de quem quiser na internet, é o suficiente para um país, se quiser, refazer todo o sistemas de armas do zero. Que diga o Irã.

  219. Boa Noite…

    Há vários anos atras durante o “Bródio dos Jaguares”, obviamente aqui em Anápolis, distribuíram vários adesivos e bolachas do Vespão em verde e amarelo, acredito que já naquela época era o desejo dos oficiais da FAB.
    Inclusive ainda possuo uma bolacha do Vespão que foi distribuída na BAAN.

  220. espero que vc seja melhor desenhista do que argumentador , pois de fato ainda não esta certo sobre a total autonomia brasileira nesse sentido…o que temos é uma duvida maior doque as tuas certezas…quem sabe se vc desenhar vc realmente consegue convencer alguem ,principalmente os estadunidense…. pois eles mesmos não são tão claros sobre o ssunto…..desenhe o que vc achar necessario ,,,,,

  221. Inclusive ainda possuo uma bolacha do Vespão que foi distribuída na BAAN.

    Caro Thiago, você pode escanear a bolacha e mandar para o email dos editores (está no canto direito da tela, na caixa “fale com os editores”)

    Abrs

  222. Justin Case disse:
    5 de junho de 2013 às 22:35

    De qualquer maneira, penso eu que a COPAC/FAB é capacitada o suficiente para saber redigir o contrato de forma a garantir que o objetivo de integração POR ELA de armas nacionais ao vetor escolhido seja atingido.

    Sds.

  223. junho de 2013 às 22:23

    Juarez\ disse:
    5 de junho de 2013 às 22:09

    Juarez, boa noite.

    Não se deixe embalar por lendas.

    Caro Cel, eu não faço isto, fui tão profissional quanto o senhor, a única diferença é que o senhor sentava na cabine de comando e eu apertava o cinto.

    Se você falar da manutenção dos pampas, eu acredito.
    Acredite, eu acompanhei a manutenção dos jaguares, a final vocês varias surras dos Pampa ao longo da vida.
    Não esqueça Cel: Está escrito lá no alto do Fichet: Os melhores são da acça e os melhores da caça são PAMPA……..

    1. Do radar do Mirage III, até revisão geral era feita em Anápolis.
    Sik claro, abria o radôme, tirava a antena, sepava do motor /rotor , da célula do radar e o resto está página 2 do TO do M III: Página 2 do To indica os horários dos voos da Air France para Paris.

    2. Quanto à manutenção de motor, quase tudo era feito localmente. Apenas julgou-se que não valia a pena internar uma estrutura para realizar revisão geral de três ou quatro motores por ano, começando após quatro anos da aquisição das aeronaves.

    O quawe tudo que o senhor se referia eram as inspeções Alfa e Beta, o resto era pacote e Paris não é mesmo

    3. Python 3 não requereu quase nada de integração. Era um míssil burro, do mesmo tipo do AIM9-B, que já estava integrado.

    Hurum, então aqueles idiotas Judeus que ficaram 60 dias mexendo em cablagens, painel, fiação, geradores, eram todos burros, inexperientes, e incompetentes. O P III era tão burro quanto o AIM 9 B, porém mudou toda uma doutrina de emprego de missil ar ara dentro da FAB e proporcionou a renovação de parte da nosso conhecimento no combate VVR. É claro ele não era Francês.

    4. Lançadores de foguetes podiam ser instalados nos tanques lança-bombas tipo RPK, mas nada tinham a ver com a missão do GDA.

    Foram instalados nas laterais dos tanques depois de muita bronca e ameaça dos Franceses em suspender a manutenção.

    5. Cabeça de guerra do míssil R-530 não existe. Era a mesma da versão de treinamento. A única diferença era a carga bélica ou lastro.

    Perdão Cel, leia-se cabeça de guiamento, erro meu de datilografia

    Por favor, lembre quem nem todos nos fóruns são leigos para acreditar cegamente naquilo que é postado.

    É verdade Cel, me parece que lá no forum Defesa Brasileira isto fica bem claro, até pelo comportamento anti ético do senhor, que aqui se traveste de “menino educado” e lá solta o verbo ofendendo, menosprezando e debochando de foristas que aqui são respeitados pela moderação .
    Cel. uma hora destas o senhor vai me tirar fora da paciência com as suas alfinetadas mal educadas e eu vou contar ao vivo e a cores a sua passagem obscura da Copac para folha de pagamento da Dassault.

    Passe bem

    Jesuizzzzz tá vendo Cel, vendo tudo
    Abraço,

    Justin

    Leia mais (Read More): F-X2: Reuters dá como certa a escolha do Super Hornet pelo Brasil | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

  224. Thiago disse:
    5 de junho de 2013 às 22:56

    Boa noite Thiago,

    Os pilotos aceitaram bolachas do SH, como aceitariam brindes do Rafale e do Gripen.
    Do mesmo modo, tenho certeza aceitariam muito bem qualquer dos aviões.
    Eu também aceitaria.
    Só prefiro Rafale e não gosto de tampão. TAMPAX nunca mais!
    Abraço,

    Justin

  225. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 22:58

    Amigo, longe de mim querer convencer alguém. Não é meu intento não, até porque a imensa maioria que vem aqui já vem com a cabeça feita.

    De mais a mais o convencimento meu, seu, do Zé das Couves ou do Alien Gray é completamente irrelevante. Não somos nós que tomamos a decisão, nem somos nós que arcamos com a responsabilidade pela escolha.

    Eu acredito é na FAB e em seus militares, tomados no conjunto. Se ela escolheu o Super Hornet em primeiro lugar, e tudo indica que sim, é porque ela teve bons motivos para isso. Alguns dos quais nem eu, nem você, nem o Justin Case e nem o Zé das Couves tivemos acesso.

    E é ela, FAB, como instituição, bem como o governo federal à qual ela está subordinada, quem arcará com a responsabilidade pelas escolhas.

    Sds.

  226. Boa Noite Justin,

    Guardei esta bolacha com tanto carinho ao longo dos anos acreditando que dentro da FAB também haviam pessoas que sonhavam com o Vespão e que um dia poderia vê-lo voar com nossas cores….
    Acredito que durante uma festa aceitariam brindes de qualquer que fosse a origem, mas o que sempre me chamou a atenção é que o brinde foi do F-18 Super Hornet, talvez por sonhos juvenis mas esperei muito tempo para ver este anuncio……que me desculpe a SAAB e a DASSAULT….rssss

    Sds

  227. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 23:00

    “falando sobre duvidar, como é que os estadunidenses normalmente chamam os advogados?”

    Não sei se isso foi para parecer uma piada (sem graça) ou o que. Mas ignorarei dessa vez ok?

    Dessa vez…

    PS: existem algumas poucas palavras na Última Flor do Lácio mais conceitualmente erradas e chauvinistas que “estadunidense”. Quem usa esse tipo de expressão já demonstra a que veio… ou a quem serve…

  228. A profecia se comprirá. F-18 E/F Super Hornet BR, aguardem!!
    O fim de novela mais aguardado de todos os tempos, mais de 1000 posts no poder aéreo!

  229. muito bem dito ,é muito bom que eu ,o senhor e o senhor zé das couves não precisa dos seu préstimos como desenhista, melhor ainda saber que a FAB como instituição séria e honrada sabe que está subordinada aos governo constituído pois a própria FAB sabe que acima de tudo vem o interesse do ESTADO , da NAÇÃO e com certeza sera feita a escolha que melhor atenda as necessidades da NAÇÃO.

  230. fernandes disse:
    5 de junho de 2013 às 23:22

    “e com certeza sera feita a escolha que melhor atenda as necessidades da NAÇÃO”

    Aliás, tudo indica que FOI feita… 😉

    Sds.

  231. F-18 Super Hornet:

    A melhor eletrônica embarcada (incluindo radar). E isso é o que importa no combate aéreo moderno.
    As melhores turbofan, isso também é importante.

    O resto é perfumaria.

  232. quanto ao estar errado em dizer ESTADUNIDENSE, uma simple consulta ao dicionario lhe esclarecera…..sobre ser chauvinista ….não me cabe a alcunha ,mas se lhe agrada utilizar tais termos otimo. mas saiba não tenho complexo de vira lata e não sei se vc vai acitar isso desta vez

  233. quanto ao estar errado em dizer ESTADUNIDENSE, uma simple consulta ao dicionario lhe esclarecera…..sobre ser chauvinista ….não me cabe a alcunha ,mas se lhe agrada utilizar tais termos otimo. mas saiba não tenho complexo de vira lata e não sei se vc vai aceitar isso desta vez

  234. Se sair o Super Hornet ficarei muito feliz, é o sucessor natural dos nossos F-5, eu gostaria ainda que alguns Su-30 ou Su-35 fossem comprados para variar um pouco a origem, e uns Pak Fa se possível depois, mas armamento russo aqui não têm vez.
    Se tivermos 36 desses excelentes caças teremos um salto enorme dentro da FAB.
    Ai é só esperar até 2080 quando sair o FX-3(que irá iniciar em 2056) para comprarmos um Silent Eagle ou um Silent Hornet.
    Alguém sabe se o Opalão conseguiria operar 12 F-18 legacy?

  235. Enviado em 05/06/2013 as 23:08
    junho de 2013 às 22:23

    Juarez,

    Meu comportamento acho que tem sido semelhante em todos os fóruns que participo, pois refletem aquilo o que penso e o que sou.
    No entanto, lembro que transcrevi, lá naquele fórum, literalmente, um comentário que você postou aqui, sem, no entanto, adicionar qualquer observação sobre o que você disse.
    Foi falha grave eu ter feito isso sem sua autorização. Peço desculpas a você e aos outros foristas.
    Abraço,

    Justin

  236. Para POLITICA DE ESTADO não importa o que é direita ou esquerda, assim como para FORÇA AÉREA BRASILEIRA também não importa…o que realmente importa é servir da melhor forma possível à NAÇÃO, e espero que não haja um retrocesso nesse sentido!!!!!!!!

  237. Eu sou contra:

    1) 36 não suprem a aposentadoria dos mais de 100 caças (M2000, F5 e amx) que darão baixa nos próximos 20 anos

    2) Custo de manutenção do SH não é barato quando comparado aos austeros caças que temos

    3) é um caça de 4,5 geração que em 20 anos estará velho

    4) é um caça naval. Se a USAF não quis, porque queremos?

    5) Com 7 bilhões dá para comprar 100 KAI FA-50 e sobra dinheiro para reequipar Anápolis com outra coisa

    O caminho é repensar a FAB em números de aeronaves, bases e contingente para depois pensar em comprar caças

  238. Li muitos comentários aqui, não todos, mas um videozinho sobre o embargo americano realmente dá dó, é vergonhoso, quem fez isso realmente não é brasileiro, é traidor! A verdade já foi falada, todo vez que levamos um puxão de orelhas foi merecido, somos um povo “isperto”, pirata de tecnologia dos EUA (já que eles investem trilhões em pesquisa e sabem sobre tudo), é mais fácil comprar um míssilzinho americano, desmontá-lo, fazer tecnologia reversa e pronto, voilá, o Piranha brasileiro, Brazil, zil, zil… É do Brasil!!!!! E ainda perguntam se todos os contratos tem de passar pelo Congresso Americano, claro que sim, eles analisam tudo, o passado de quem quer comprar, a credibilidade, a honestidade, tudo, e o Brasil nunca teve! Agora é hora da gente virar a página, vamos de F-18, até que enfim!!!! Um caça macho para nossos pilotos que suam sangue pelo Brasil!!!!
    Pra terminar, transferência de tecnologia não é o que a maioria pensa, é preciso que quem recebe o conhecimento saiba o que fazer com ele, precisamos de centros de pesquisa, escolas, educação, educação e educação! Não adianta ensinar um canário a logar um computador e acessar a internet, ele precisa estar apto para receber o conhecimento e saber usá-lo!
    Última coisa, utilizamos armamento americano desde que eu usava fraldas, fomos para a WWII totalmente equipados pelos americanos, pois à época não tinhamos nem cuecas de guerra. E ainda tem gente que vem falar que os americanos são ruins, pelamordedeus, o Reinaldo Deprera escreveu tudo, o que eles colocam de conhecimento na internet de graça por ano, é mais que o Brasil produziu de tecnologia desde o descobrimento, eu estudei com livros americanos, de uma área sensível, só não aprende quem não quer.

  239. senhor Despera, nessa vida tudo é dinâmico e nada permanece imutável, conheço muito bem as duvidas que permeiam todas as certezas, não carrego qualquer dogmatismo, muito pelo contrario, agora também não me envergonho do que penso e também não acho que se pode rotular as pessoas.

  240. Juarez\ disse:
    5 de junho de 2013 às 23:08

    KKKKKK!

    Juarez, espero que você continue a nos brindar com com seus comentários mordazes, de quem está mesmo por dentro do assunto.

  241. E ate engraçado gente falando que americano vai nós passar código fonte, que vão transferir tecnologia me DEUS como pode colocar este povo que acredita no impossível, Olha parece ate Israel matando Palestino e falando que deus quem mandou e que a terras palestina e deles desde 2000 anos atrás, Brasil se vendendo pelo Marketing americano, Mídia Brasileira uma vergonha joga contra a própria nação.
    América vão e nós fo-der e muito

  242. E ate engraçado gente falando que americano vai nós passar código fonte, que vão transferir tecnologia me DEUS como pode colocar este povo que acredita no impossível, Olha parece ate Israel matando Palestino e falando que deus quem mandou e que a terras palestina e deles desde 2000 anos atrás, Brasil se vendendo pelo Marketing americano, Mídia Brasileira uma vergonha joga contra a própria nação.
    Incrível como a memoria do brasileiro e fraca como uma nação dominada adora continuar na mesma

  243. Justin Case disse:

    5 de junho de 2013 às 22:35

    Prezado Justin,

    Os americanos concordaram com o repasse dos códigos-fonte na BAFO. E reconheceram isso.
    Pareceu em algumas matérias na época.
    Segue o link:

    http://www.alide.com.br/joomla/component/content/article/75-extra/815-f-x2-boeing-expoe-sua-ultima-cartada

    Quanto a palavra “irrestrito”, não apenas me referindo a código-fonte, seria mais útil a palavra “interessante” (para a FAB), seja para a Força qual for o que ela considere.

  244. NadirJunior, antes a esquerda estivesse surtando. Eles estão é destilando mais e mais de suas falácias para os incautos aqui.

    Os comentários deste post bateram recordes, é verdade. Inclusive no número de falácias por post. Chega até a dar preguiça de responder tudo. Ainda bem que tem gente como o Vader e o Juarez pra combater a Propaganda do Partido.

  245. Rafael M. F. disse:

    Quando anunciarem, vou lembrar do Galvão Bueno: “ACABOOOOOOOU!”

    Poggio disse:

    Prezado Rafael M. F.lembre-me também de colocar aquela foto do G. Bueno com o óculos torto, abraçando o Pelé e o Falcão.

    —————————————

    POR FAVOR, FAÇA ISSO KKKKKKK

    Sério Poggio, a gente merece eternizar esse post do anuncio oficial.
    Coloca essa foto mesmo. Com esse título mesmo. Vai ser um marco!
    Melhor comentário do dia ainda que eu não tenha conseguido ler os outros trezentos e tantos…

  246. Americano vai nós dar uma banana, o ganho vai ser igual ao AMX Brasil investiu imensamente rios de dinheiro, A Embraer mau fez algumas peças da carcaça fora isso só montagem, consequência não tínhamos domínio de nada, Tudo foi mandado da Itália ou outros países que a Itália desenvolveu como parceiro, Não ganhamos nada de tecnologia investimento inútil se alguém ganhou foi a Embraer muito dinheiro, na modernização Tivemos que contratar os israelense para fornecer e implantar todo sistema, Porque americano não passa e não se sujeita a nada para com o Brasil, Passaram para os israelense fazer e forneceram o sistema.
    Americano nós vê como quintal nunca vão nós armar e muito menos no fornecer tecnologia e transferir, O F-18 e uma avião que logo esta fora da força armada americana ultrapassado e mesmo assim nunca nós forneceram nada, nem dos F5 nós forneceram imagina com as tecnologia mais novas mesmo ultrapassadas nunca.
    Não sou antiamericano mas falando em armas em tecnologia militar sou totalmente antiamericano e realista

  247. Olha vejo uns comentários aqui criticando os EUA e que vão fazer isso ou aquilo, mas, contra fatos não há argumentos, vamos lá:

    1- A aviação de caça da FAB nasceu com os P-47 (americanos) no fogo da batalha da 2ª Guerra Mundial e ganhamos a guerra sendo aliados deles e tivemos vantagem com isso.

    2- Da 2ª Guerra até hoje operamos aviões americanos na FAB como P-3, A-4 Skyhawk, F5, etc…

    3- Se realmente os caras quisessem nos afundar um Porta-Aviões classe Nimitz daria conta com uns submarinos classe Ohio.

    4- É melhor se aliar a maior potência militar e econômica do planeta ou a países-bananas e ficar gritando com as paredes e ficar correndo sem sair do lugar???

    5- O Brasil, agora que saiu da adolescência de revoltado sem causa, precisa de aliados fortes, pois a História mostra que quando um país cresce, a chance conflitos e disputas aumentam, não se enganem!

  248. Espero que o “Roadmap” fique pronto a tempo der ser ofertado para o Brasil na hora de fechar o negócio em definitivo (assinar os papéis).

    Em todos os pontos de vista vejo o negócio com os EUA como sendo o melhor, sou a favor de fortalecer a América como um todo, sendo assim devemos aprender e nos desenvolver o máximo possível, e nada melhor do que seguir o modelo do nosso vizinho do norte.

  249. “Julio Ribeiro disse:
    5 de junho de 2013 às 23:59
    Eu sou contra:

    1) 36 não suprem a aposentadoria dos mais de 100 caças (M2000, F5 e amx) que darão baixa nos próximos 20 anos” => não suprem, mas é um começo. Conforme ocorrer a operação dos F-18, novas unidades podem ser compradas.

    “2) Custo de manutenção do SH não é barato quando comparado aos austeros caças que temos” => nada é barato para a FAB, exceto os Super Tucanos, mas ela vai ter que se virar com qualquer uma das opções do FX-2.

    “3) é um caça de 4,5 geração que em 20 anos estará velho” => sim, mas temos que começar pela 4ª para depois ir para a 5ª, não adianta queimar etapas. E o F-18 ainda tem espaço para evoluções. E aind apoderemos comprar futuramente o F-35 de prateleira.

    “4) é um caça naval. Se a USAF não quis, porque queremos?” => A USAF não quis nos anos 70, o modelo foi reprojetado e hoje equipa a mais poderosa força aeronaval do mundo. A RAAF opera os SH e talvez até a USAF passe a operar os SH, dependendo do estado das frotas de F-15 e F-16 daqui a uns anos.

    “5) Com 7 bilhões dá para comprar 100 KAI FA-50 e sobra dinheiro para reequipar Anápolis com outra coisa” => KAI FA-50 é um lift, não é do mesmo nível de nenhuma aeronave do FX-2. E equipar o GDA com o que?

    “O caminho é repensar a FAB em números de aeronaves, bases e contingente para depois pensar em comprar caças.” Isso a FAB já fez, os caças não podem mais esperar.

  250. Tem gente aqui que para validar isso ou aquilo, por ser contra isso ou aquilo leva a coisa para a política, vergonhoso isso A discussão aqui e para Brasileiro, E classe política mau sabe o que e uma caça a não ser que da pra ganhar muito dinheiro..
    Por favor peço aos Brasileiros com um pouco de patriotismo se e possível pedir isso a um Brasileiro.
    Políticos e partidários vão argumentar com a vovozinha.

  251. Acredito na compra dos Su-35.

    Esqueceram de falar que a relação do Brasil com a Russia é otima tbm, vamos ter até um banco juntos, o do BRICS, que está deixando todos paises em panico por uma possivel queda do dolar como moeda mundia, no futuro, rival direto do Banco Mundial.

  252. Eu não deveria estar falando disso em público não, mas como Almeida é um sobrenome bem comum espero ficar no anonimato.

    AEL, Embraer e Boeing já estão 100% acertadas sobre a customização do software do Super Hornet para a FAB, caso este seja o escolhido. Novo display wide, integração de armamentos e sensores israelenses, customização do HMCS, integração dos mísseis da Mectron, integração dos rádios Rodez-Scharwtz padrão da FAB e o Link BR-2. A tal “transferência necessária”.

    Tô com uma carta de intenções aqui no meu email. Pena que não posso esfregar na cara de alguns aqui no blog.

    PS: nunca vi empresas como a Boeing ou Embraer assinarem contratos que não querem ou podem cumprir. A multa é alta e os acionistas querem seus dividendos ao final dos exercícios fiscais.

  253. Vader acredita em papai Noel, americanos estão na concorrência porque vão passar os códigos fontes, desde o começo os americanos falam repasse de tecnologia necessária, Zero repasse zero transferência, muito vão nós deixar fazer a manutenção básica como encher pneus, calibrar uma coisa ou outra, colocar armamentos deles claro, qualquer armamento nosso de desenvolvimento nacional que for colocado outro rio de dinheiro para ser implantado e pago a americanos.
    Vader precisar ler mais e ser informar com fontes segura esqueça a mídia.

  254. Ô seu “Patriota”, e desde quando norte americano tem que trabalhar de graça pra brasileiro? Sim, porque “qualquer armamento nosso de desenvolvimento nacional que for colocado outro rio de dinheiro para ser implantado e pago a americanos” está muito errado segundo sua concepção de Mundo.

    Colega, se você quer algo de alguém, tem que pagar. Não existe almoço grátis.

  255. A montagem da Boeing aqui já e para não transferir tecnologia só cego não vê como falei onde a Boeing foi montada fora dos Estados Unidos o incrível acontece o pais não avançou em ganho de tecnologia estudem e vejam, Ate certas cabeças boas destes países a Boeing conseguiu levar para os estados unidos, com americano não existe ganho de tecnologia, Canadense e Ingleses por diversas vezes ame ação os americanos pela dificuldade com ele tem, nem a eles os americanos repassa código fontes e transferência de tecnologia quanto mais a nós Melhor acreditar em Papai Noel.

  256. Americano não tem que trabalhar de graça para Brasileiro , só nunca vai cumprir o que prometeu mesmo cobrando muito caro jamais vão nós passar tecnologia mesmo cobrando por isso.

  257. O sistema dos caças F-18 e todo Voltado para as armas americanas qualquer arma que for adicionada tem que fazer todo um desenvolvimento e implantação ta pensando e arma e igual pipoca coloca qualquer uma e vai..tudo e muito complexo meu caro..

  258. Tinha falado anteontem. A escolha viria antes do fim do ano.Motivo: política(gem).

    Hornet e Gripen em segundo.

    E pode por mais 12 a 18 unidades pra Marinha que estarão entrando em negociação logo.

    Agora é bater na madeira e se apegar nas figas.

  259. Patriota,

    Norte americano não promete, assina contrato. Se não cumpre o acordado, paga multa.

    Sim, eu sei que é difícil pra um brasileiro típico entender esta cultura baseada em contratos e livre mercado, mas é assim que funciona.

  260. Caro Luis,

    Entendo o seu ponto de vista, mas ainda acho que não é por aí. Eu sou fã do SH. Adorei vê-lo em Pirassununga e gostaria de vê-lo voando novamente no Brasil, mas não pela FAB. Talvez pela Marinha se pintasse algum acordo que incluísse algum Porta aviões americano de quebra (sonhar não paga nada).

    Para a FAB eu acho que o ideal é 100 unidades de KAI FA-50 para substituir o F5 e AMX que também se aposentarão até 2025. Quanto ao GDA, 12 Gripens C/D usadões que é o que cabe no bolso.

    Isso para começar, porque deveríamos repensar a atual distribuição de bases e esquadrões. Acho ridículo o PACAU ter apenas meia dúzia de F5 e insensato NATAL não ter um caça para interceptação.

    Se os estudos de utilização do motor GE F414 no FA50 evoluírem, dai eu até posso aceitar uns Gripens NG ou SH. Tudo pela logística. Tá bom assim?

    Abraços

  261. Patriota, desde 1996 eu integro armas com sistemas de combate em aeronaves militares. Sei bem o quão complexo pode ser.

    Já trabalhei com equipamento inglês, francês, alemão, israelense e norte americano e posso te dizer que estes dois últimos costumam ter os sistemas mais fáceis de integrar com terceiros, dada a arquitetura e padrões de mercado que eles seguem há décadas. Inclusive o Super Hornet é especialmente projetado para isso.

  262. Com transferência de tecnologia de Voo, comunicação, radar e armas nunca mais dependeremos de ninguém, isso americano jamais nós passaram mesmo cobrando para isso, mesmo que paguemos, Sem isso o F-18 não nós interessa, Então onde esta a transferência cobrada na concorrência, Americano esta na concorrência por pressão , que ia pagar seria a Embraer com retaliação americana.
    Pode acreditar isso e verdade , o interesse pelo russo era real, mas americanos cortaram as asinhas Brasileira, E para salvar a Embraer o Governo se vendeu.
    Uma empresa que nunca investiu em nacionalizar certas tecnologia, nunca gastou seu lucros em desenvolvimento tecnológico de avionicas e sistemas agora o Brasil vai pagar um Preço por isso.
    Vergonhoso isso a Embraer que se entenda com os Americanos.
    O Brasil não pode ser a pressão para salvar uma empresa que só quer pra ela.

  263. Almeida disse:
    6 de junho de 2013 às 0:42

    Amigo, a grafia correta é: ” Rohde & Schwarz “……

    Mas… não querendo abusar…. o amigo poderia nos dizer mais sobre a tal Carta da Intenções…. senão for comprometer a segurança nacional e de quebra contratos privados ??

    Lembrando que são de conhecimento público de que tais acordos envolvendo Elbit/AEL, EMB e Boeing já foram elaborados e divulgados na imprensa muito tempo atrás….. há um ano precisamente.

    http://www.ainonline.com/aviation-news/2012-07-10/boeing-partners-elbit-embraer

    Sds.

  264. Uma vez fiz um comentário à respeito da compra dos Pantsir e o amigo Bosco, um grande comentarista aqui dos blogs, achou que eu estava contando com o ovo no fiofó do galináceo rsrsrs… ele não falou assim não …mas foi algo parecido, bem engraçado.
    Nesse caso vou seguir o conselho dele e esperar para ver, torço para que se concretize.
    Será a notícia do ano.
    Aqui acho que foi a noticia que mais gerou comentários, mais de 300! Eu nunca tinha visto tantos.
    sds.

  265. Almeida entenda uma coisa fazer em caças antigos e uma coisa acabam que por grana deixam a coisa sei como e mas nós caças novos a coisas vai ser muito diferentes, se tem garantia se tem um monte de implicações que você jamais vai implantar uma arma novamente sem que os americanos o faça muito você vai ajudar, como ajudante .. não falo isso por mau sou realista ok..

  266. eeeeeeeeeeeeei pessoal não c empolguem eim, da ultima vez tava tudo serto pela escolha do Rafale, vamos ver, tbm só acredito quando um dos SH pousarem em uma das bases da FAB, mas to aki na esperança cruzando os dedos, sou um grande fãn do SU-35 prefiro 1000 veses ele, mais já q tiram da lista, vamos d SH a melhor escolha!!!!!

  267. O Patriota disse:
    6 de junho de 2013 às 0:48

    Não perca seu tempo. Vá postar no Terra ou em outros sites em que a média do conhecimento é próxima de zero.

    Quem costuma ler este blog, sabe que o que a FAB (e o Brasil) precisa é um avião de caça que FUNCIONE.

    Esta “estória” de transferência irrestrita de tecnologia é só uma desculpa esfarrapada para se comprar um produto inferior por um preço muito mais caro.

    Se você não é um dos beneficiários do “bolsa-lan-house” sugiro que leia sobre a aquisição dos EC 725, vergonhosa e ruinosa, feita com esta desculpa de ToT, a peso de ouro.

    Compramos um projeto velho, apelidado de kombi voadora, e o que fizeram os franceses? Compraram a empresa brasileira e ficaram com a tecnologia transferida.

    Ou seja, nós, os contribuintes OTÁRIOS pagamos os olhos da cara para transferir tecnologia de uma empresa francesa para outra.

    Esta brilhante decisão foi tomada por anti-americanos como você, e se duvidar com uma bela propina debaixo dos panos.

    E você quer falar mal dos americanos?

    De quem quer comprar os aviões então? Dos marcianos?

  268. Como criticam os EUA, massss:
    Provavelmente neste momento ao criticar você está acessando a “Internet” (tecnologia americana), num computador (provavelmente de uma empresa americana ou com algum componente americano) neste “blog”/”wordpress”;e nunca tomou coca-cola e não não gosta de hamburgers?? Revolta sem base.

  269. Americano cumprir contrato Almeida ate vi que você falava com conhecimento, ao ver você falar que americano cumpre contrato rs rs, ai e acreditar demais ..melhor deixar pra la…

  270. Patriota,

    O modelo russo oferecido, quase que semanalmente pela imprensa russa, foi desclassificado pela COPAC/FAB…. pelo simples motivo que que quando as empresas mostraram suas propostas e ofertas em resposta ao RFP da FAB… não contemplava nenhuma transferência de tecnologia, ponto sine qua non para que o vetor russo pudesse estar na fase seguinte …. a short-list.

    Gosto de alguns equipamentos de defesa russos …. mas eles não sabem negociar sem impor as suas condições.

    Quer um exemplo: O contrato dos sistemas AA Pantsyr ainda não foram assinados, mesmo já tendo passado quase dois meses além do que os próprios negociadores russos haviam previsto (abril/2013). O motivo é que na hora dizem uma coisa ….. depois, na hora de passar para o papel…. eles mudam tudo,fazem novas exigências, trocam os valores…. e querem impor regras que não haviam sido aventadas.

    Esta difícil esta negociação…..

    Sds.

  271. Patriota, se norte americano não cumprisse contrato, não teriam eles as maiores empresas do Mundo e não teriam a maior economia. O dólar nada mais é do que ações do governo dos EUA, sem confiança não valeria NADA. Porque a economia mundial, queira você acreditar ou não, se baseia inteira no contrato social. Vide a Argentina e México quando deram calote o que aconteceu. Um calote é uma quebra de contrato.

    Mas chega de aula de Economia e Direito pra quem não saber nem ler e escrever ainda, cambio e desligo.

  272. Poutz, trabalhando igual a um cavalo, acabei perdendo a festa, to lendo tudo com farinha aqui, mas vamos la, segundo uma fonte confiável la da terra do TIO SAM, parece que desta vez o negócio é sério, e segundo essa fonte, além dos Vespões, vem mais coisa por aí, se realmente vier o que ele me disse, vai ter muita gente aqui tendo orgasmos múltiplos, inclusive eu!
    Muito feliz com a notícia.

    Sds,

  273. Baschera, obrigado pela correção, estou um pouco cansado e irritado e nem quis procurar o nome certo da empresa antes de postar.

    Quanto à carta, infelizmente já até falei demais! Os acordos existem e são de conhecimento público, porém seus conteúdos e detalhes não. Detalhes sobre valores, prazos e especificações técnicas são confidenciais. Mas todas as integrações futuras que mencionei já sairam na mídia através de uma ou outra nota empresarial. Se o GF e a FAB irão realmente pedir e pagar por elas, já não sei. Não sei nem se o FX-2 vai mesmo sair! 😛

  274. Almeida,

    Grato por responder.

    Quanto ao FX-2…. como já disse ….. cuidado com a colocação do carro na frente dos bois….. com o amigo mesmo sabe….. só há um contrato depois de assinado pelas partes.

    Mas o pessoal se empolga…..

    Sds.

  275. Vai ser o VESPÃO……A marinha comprou helicópteros da do tio san agora é a vez dos f 18 na fab e depois na MB.

  276. Amigo Vader,

    não entendi o repúdio sobre o video posto por mim.
    Não estou levantando críticas a você, na verdade, gostaria que me explicasse até para que eu tenha o seu ponto de vista e me fizesse ter a idéia certa sobre o assunto (e até ficaria como explicação para outros leitores e acompanhantes do Poder Aerreo).

    Tudo que li e pesquisei sobre a veracidade e coerência do que foi dito no video pareceu correto. Se o video não está correto ou não passa de joguete de caluniosos, seria muito gentil da sua parte colaborar com meu esclarecimento!

    sds

  277. Finalmente.
    O Brasil adquirindo os caças e o Assad ganhando a guerra contra o terror.
    Só boas notícias.

  278. O Patriota disse:
    6 de junho de 2013 às 1:08

    Amigo O Patriota,
    não desrrespeitando seu comentários, Embrar é um das melhores empresas de aviões comerciais do mundo com tecnologia de ponta e investe e muito em desenvolvimento de fuselagem e outras coisas mais.
    Quando foi feito o anuncio de sua entrada no ramo de defesa, provocou burburinho no mundo da aviação de caça tendo em vista o seu grande potencial. O que você disse sobre “para salvar a Embraer o governo se vendeu) é irreal! A embrar se mantém por si só, com a venda de jatos comerciais. Uma possível parceria Boing/Embraer só alavancaria o Brasil de F-5 para o século XXI !
    Aconselho frequentar um pouco mais os tópicos passados referentes à Embraer e todos os demais sobre o FX2, pois até mesmo eu que sou “Rafalista” reconheço que o SH não é um avião “meia boca”, se verdadeira as afirmações, estaremos com uma máquina de guerra excelente!

    Para quem diz que F/A-18 é uma máquina ultrapassada, leiam as matérias aqui no P.A sobre ele.

    O projeto foi aproveitado do HORNET e melhorado em aerodinâmica, potência, etc… MAS DENTRO DO BICHO É UM MUNDO COMPLETAMENTE DIFERENTE DO HORNET! É um outro avião!
    Quem diz que estamos comprado um avião da decada de 80 com assinatura radar de 80 e tudo mais da decada de 80 simplesmente não faz a mínima idéia do que está falando!

    Putz, não estou me reconhecendo, estou defendendo o SH mais do que o Vader…To ficando louco já… deve ser muito café! =D

  279. Após a chegada do primeiro lote dos SH em céus Fabianos,
    Espero que daqui um tempo o Ministério da Defesa crie a seguinte medalha:

    Medalha Nacional Pelo Suor Lágrimas Neurônios Nervos e Honrosa Paciência e Luta Intelectual

    A ser entregue a todos os comentaristas de sites de defesa brasileiros que incansavelmente, desde o FX1, assumiram com otimismo e tenacidade, à frente de seus computadores, uma persistente batalha de incentivo por uma Força Aérea Brasileira mais capaz.

    Parabéns a todos que não viraram as costas ao nosso penoso reaparelhamento supersônico!!!

  280. Almeida,

    Eu tenho uns amigos na FAB. Um está COPAC (mas ele não me passa segredos e nem eu “avanço o sinal”). Ele diz algo semelhante ao o que você colocou: os sistemas mais fáceis de trabalhar são das aeronaves norte-americanas. E sistemas israelenses e suecos.Ele, de brincadeira, chama o Super Hornet de “pau pra toda obra”

  281. Não ousarei pela redundância ao abordar questões já tão bem debatidas por pessoas com maior domínio sobre o tema.

    Incomoda-me porém, como a alguns colegas, rever o baixo número de mísseis contidos na proposta novamente detalhada. Considero que a aquisição do vetor é o melhor momento de barganha para razoavelmente operacionaliza-lo com mísseis adequados. Seria lamentável desperdiçar esta oportunidade, independente de qual seja a proposta vencedora (se alguma houver).
    Alguém poderia informar/pressupor qual seria a implícita estratégia operacional de armas compatível a um lote de aquisição inicial mínimo como o proposto?

    Sds

  282. Parabéns ao Brasil, parabéns à FAB e parabéns também ao Vader (afinal ele é um dos maiores apoiantes do Super Hornet, e com toda a razão). 🙂
    Creio que toda esta novela da escolha do FX2, foi prejudicada pela Politica. Mas como alguém disse: é a vitoria da racionalidade! Pura e simples.

    Não sou brasileiro, por isso tenho uma opinião “isenta” sobre o FX2, e se me permitirem, partilho com todos:
    Na minha modestia opinião, é a escolha certa para o Brasil. O Brasil opera F-5 e A-4, o sucessor natural será o SH. A proposta Boeing é fantastica,em termos de tecnologia e principalmente no armamento! O Brasil irá dominar, a palavra certa é dominar a arena ar-ar e ar-terra durante decadas com SH (AN/APG-79, AIM-120C-7, JDAM, JSOW).

    O Brasil é uma nação pacífica, um país de Paz, mas agora terá os meios para garantir essa Paz.

    36 vetores é apenas para quebrar o galho, é preciso mais. Mais esquadrões para a FAB. É preciso equipar MB também com o SH, já imaginaram a ala aérea do NAE São Paulo com SH e os A-4 modernizados…. As limitaçãoes do elevador e das catapultas do São Paulo certamente que poderão ser ultrapassadas, até quem sabe se necessario com a ajuda técnica da US Navy.

    Uma coisa parece-me claro, este acordo abre uma nova era na relação do Brasil com os USA. Uma nova era de oportunidades.

    Por isso, parabéns e que os SH cheguem depressa!

    Abraços a todos, e obrigado pelo privilégio de poder comentar na Triologia.

  283. Ainda não estou acreditando, concordo com quem disse que o pessoal tá se empolgando, embora, compartilho a ansiedade de ver esta novela finalmente encerrada.

  284. Tomara que seja verdade a escolha desses caças para FAB! Eu tinha sonhado ontem mesmo com os Super Hornets nas cores da FAB quando via o post eu até levei um susto!!! rsrsrs Mas tomara que tudo seja verdade e que ocorra bem o acordo dos Super Hornets para o Brasil.

  285. Aqui do Japão, acompanhando diariamente a Trilogia durante anos, finalmente uma notícia boa sobre o FX-2, se realmente se concretizar, claro. Mesmo assim um regozijo após um dia cansativo. Vamo que vamo, continuo torcendo.

  286. JapaMan

    O que mais vem por ai? Já que estamos comemorando divulga a novidade para abrirmos mais uma garrafa!

    Quero ver os F-18 estourando as vidraças de Brasília agora.

    Abs

  287. O dia em que eu ver o F/A 18E/F Super-Hornet nas cores da nossa Força Aérea Brasileira vai ser um dos dias mais felizes da minha vida. Finalmente vamos ter o mesmo equipamento de ponta que a mais poderosa marinha do mundo voa na linha de frente. Eu que tenho duas jaquetas Alpha G 1 e uma CWP-45P com patches da US Navy que eu trouxe alguns anos atrás dos EUA agora vou providenciar uma G 1 nas cores da FAB com patches do Super-Hornet e dos esquadrões fabianos que o irão ( se Deus quiser ) operar. Senhores, até que enfim uma notícia boa.

  288. Amigos,
    Calma que a novela ainda não acabou e tenho a certeza que ainda vamos poder ler muitas matérias sobre o FX2.
    No entanto estou, aqui em Portugal ora pois, a torcer pela FAB, para que a noticia se confirme, pois o SH é realmente a melhor escolha.
    Parabéns à Triologia e aos seus editores, por serem uma referencia no mundo da língua Portuguesa.

  289. Se finalmente terminarem essa lenga-lenga de décadas eu já fico para lá de feliz.

    No caso espero que consigamos entrar na cadeia produtiva da Boeing e principalmente que tenhamos condições de upgrade para o Silent Hornet e, claro, torço para que os americanos não roam a corda no futuro. Nações não tem amigos.

  290. Eu queria muito ver como estão os pilotos da FAB depois desta noticia, o fato de poder voar uma aeronave inquestionável, dotada de tecnologias formidáveis é sempre foi um sonho para todos, e tomara que desta vez a acordo aconteça.
    E que venha com o principal, A POSSIBILIDADE DE INTEGRAR AS ARMAS
    QUE BEM QUISERMOS.
    Bom poder participar.
    Grato.

  291. Caro japaman,

    Agora falae vei! O que é que vem por ae??? 🙂

    Sobre os comentários abertos, nada a reclamar é bom ter a diversidade, à despeito de alguns mais exaltados, mas eles são bem vindos também.

    Sobre o F-18E: Não seria minha 1ª escolha, mas dentro cenário atual, onde não podemos mais esperar por caças, é o que estará mais rapidamente disponível para a FAB. Mesmo assim, talvez ainda venham um lote de F-18E usados para gap filler, quem sabe.
    É o projeto mais datado? Sim, é, mas em compensação é o projeto mais provado e confiável do ponto de vista logístico.

    E em matéria de cones sônicos, é o melhor, sem dúvidas. 😀

    []’s

  292. Walter disse:
    5 de junho de 2013 às 21:16

    Walter, a França não fez nada com relação aos Exocets, para degradá-los. Na verdade, tivessem os argentinos uns 20 Etendards e mais uns 50 Exocets (na época da Guerra das Malvinas eles tinham 5 Etendards e 5 Exocets) e tivessem usado TUDO no primeiro ataque, a história seria diferente! Por que? No episódio do afundamento da Sheffield, os computadores de bordo da fragata até identificaram o Exocet vindo, mas não tomou nenhuma contra-medida, pois o identificou como míssil amigo, já que a RN também usava os Exocets à época, e deu no que deu… No dia seguinte os ingleses perceberam o que tinha dado errado, e imediatamente mudaram todos os computadores de bordo das centrais de combate. Mesmo assim, os hermanos conseguiram outros sucessos, devidos a alguns truques, mas essa é outra história…

    Com relação aos Vespões: que venham logo!!!! É de longe a melhor opção hoje para a FAB!

  293. Eu sou fã da proposta do Gripen pelo seu custo operacional e pelo custo total da proposta.
    Mas se for para ter um caça mais potente, então o Hornet é a melhor opção em termos de custo e para a proteção do nosso país.
    Torço para que o governo federal escolha a melhor relação custo benefício, Hornet ou Gripen.

  294. Caros amigos desinformados, o Brasil vai cair do cavalo com o F18, moro nos EUA e aqui as publicaçoes especializadas no assunto dizem que o congresso americano ira vetar qualquer tipo de transferencia militar para o Brasil, simplesmente pq o Brasil tentou defender o Iran nas negociaçoes sobre o assunto “nuclear”, entenderam. O vice presidente americano nao tem nenhum poder para persuadir o congresso americano a mudar de opniao. Mais uma vez o Brasil vai cair no conto do vigario.

  295. Acompanho diariamente (manhã, tarde e noite) este site e peço perdao a todos pela minha ignorancia técnica aeronautica! Tinhamos que fechar com qualquer um dos 3 concorrentes, ou mesmo, com a Sukhoi, Era iminente a perda de nossa capacidade de vigilância e defesa de nossa amada pátria (allias, já haviamos perdido ha muito tempo, pois, temos vetores ultrapassados!) Com júbilo vejo esta provável decisão pelo VESPAO! para mim o melhor dos 3! espero que os EUA mantenham a promessa de repasse do tot (ou parte dele) mas o que está embutido a meu ver é uma parceira com a boeing para o desenvolvimento de um proximo futuro caça de 5a geracao! Eu gostaria de ver o Brasil com 2 vetores, o Hornet e mais o Gripen ou o SU 35! para que pudessemos ter variações taticas e uma maior gama de atuação e a não depend~encia somente de um fornecedor nos moldes da Índia! O Vespão pelo pouco que sei nao se adequa ao NAE São Paulo, como ficaria então? se é que um dia vao acabar de reforma-lo né? e tornar-se operacional! Abraços e felicitações a todos e espero que não seja apenas mais uma reportagem e sim a definição definitiva deste programa ja claudicante!!

  296. Gostaria de Agradecer aos editores por liberarem o espaço a todos, sem preconceito! Vcs estão de parabéns por isto e pela campanha a favor de um pais pronto para defender nosso idolatrado territorio e nossas riquezas, tanto as que estao abaixo da terra, quanto as que germinam por cima dela!! Parabens a todos!!

  297. Nessa compra, acredita-se mesmo que possam vir um “Air Force One” (mesmo um que esteja para ser substituído pelo novíssimo 748) e mais alguns outros no pacote (KC-46, C17, P8)? De lambuja? Talvez seja isso uma carta na manga que SAAB e Dassault não tenham…

  298. SALDANHA DA GAMA disse:
    6 de junho de 2013 às 9:09

    “Eu gostaria de ver o Brasil com 2 vetores, o Hornet e mais o Gripen ou o SU 35! para que pudessemos ter variações taticas e uma maior gama de atuação e a não depend~encia somente de um fornecedor nos moldes da Índia!”

    Na condição de operar 02 vetores, “acho” que mais interessante seria então o Gripen por utilizar componentes semelhantes ao SH e facilitar a manutenção… mas isso é sonho!!!(Torci pelo Gripen!!!)

    A notícia é boa mas aguardemos o anúncio oficial!!!

  299. Não sou um critico americano bem ao contra, mas antes de ser americano sou patriota e brasileiro, Não vejo problemas em fazer parcerias com os Americanos Como no Kc-390 Foi Ótimo E outras, Mas quando se fala em armamento de médio e longo alcance e Caças, principalmente caças a Historia e muito diferente, Pela primeira vez temos condições de começar a trilhar nossa historia e fazer nossa tecnologia no futuro, desde que a transferência de tecnologia realmente se aconteça com os caças, sou bem franco preferia um S-27, S-30 ou um F15, F16 com transferência total que uma F-18 sem nenhuma transferência como e nosso caso agora,

  300. Dizem que o General Charles de Gaulle, então Presidente da França certa vez disse: “Le Brésil n’est pas un pays serieux – O Brasil não é um país sério”.

    No entanto, para alguns historiadores essa frase citada em 1962, época em que houve uma crise entre Brasil e França conhecida como Guerra da Lagosta, nunca foi dita pelo General francês, mas sim pelo diplomata Carlos Alves de Souza Filho, embaixador do Brasil na França entre 1956 e 1964, porém ela sempre nos vem à cabeça quando há algo envolvendo nossa política externa.

    Histórias e conjecturas a parte, eu já havia comentado mais de uma vez que o vencedor do FX2 seria o SH, faço sinceros votos que realmente seja confirmado pelo GF o que está sendo citado nessa reportagem da Reuters e acabe de uma vez por todas com essa novela mexicana, mas como bom brasileiro que sou prefiro conter o entusiasmo, pois já estou cansado de ser enganado.

    Saudações.

  301. Pergunto aos que tem acesso (ainda que indireto) aos acordos Embraer-Boeing. Estão sendo cumpridos? Estão trazendo resultados?

    A principal beneficiada pelo conhecimento agregado na compra muito provavelmente será a Embraer. Novos materiais para uso em aeronaves civis? Novo desenho de asas dos E-JETs a exemplo do KC-390?

    E o projeto conjunto de um treinador básico?

    Acredito que todas essas questões são indiretamente importantes para “validar” politicamente uma escolha, por trazer benefícios econômicos. Ex: Aumentar a venda de produtos de maior valor agregado, etc.

    Aos editores, sugiro um “tabelão” dos projetos que a Embraer-Boing para ficar mais “visual” o quanto essas parcerias transcorreram conforme o “combinado” ao longo do tempo. E parabéns ao site e aos comentários 🙂

  302. Bom dia a todos…
    Desde ontem venho lendo todos os comentários; e é incrível como este processo do FX-2, mexe com todos, porque?, porque a Aviação de caça é a ponta de lança de uma Força Aérea. Quero então deixar registrada minha opinião, sem falar em política, OK. Pensando em toda a novela FX2 e considerando esse conceito de ponta de lança de uma Força aérea ganhou o melhor concorrente p/ a Sorte da FAB e do povo brasileiro. O mais capaz o mais robusto, o faz tudo o que melhor vai cumprir as missões que a FAB precisa, ou alguém tem duvida da capacidade deste avião? Que é o cavalo de batalha da USNAVY, um avião que substituiu o F14 Tomcat e Tantos outros vetores… Um avião com incrível capacidade de armamentos, Radar no estado da Arte e potencia de sobra. Mesmo que a partir de 2019 o F-35 entre em operação, ele ainda vai voar por muito tempo ainda, nos Estados Unidos, na Austrália e no Brasil, e quem sabe em mais países? Japão? Como Sabemos nem tudo é perfeito, Até mesmo a mulher mais bonita do mundo, ou a mulher dos seus sonhos pode ter defeitos… É lógico que não vai ser possível ter toda a tecnologia de um avião desses, ninguém deve se iludir como isso, mais se a FAB for capaz de integrar os armamentos nacionais, rádio, data link, fazer manutenções de rotina e a Embraer e demais parceiros absorvam tecnologia de fabricação que seja útil para projetos nacionais já será de bom tamanho. Escapamos do risco de ter um avião que embora tenha várias qualidades reconhecidas é muito mais caro e complicado de receber atualizações, caso escolhido o Rafale iria cobrar um preço muito caro durante sua vida útil de operação; O Gripen seria aparentemente a melhor opção econômica mais é um avião pequeno para as necessidades do Brasil, Ainda sim pode ser considerado. Sendo assinado o contrato o F-18 Super Hornet é o que trará o melhor retorno ao contribuinte brasileiro, vocês podem ter certeza, e os contribuintes somos todos nos, e eu como um agradeço a escolha. Saudações a todos

  303. nardo , Tudo que falei da Embraer e verdade nunca investiu em nacionalizar as avionicas e sistemas embarcados, E uma empresa fantástica no que faz a Embraer, Mas sobre os caças a Embraer tem que estar fora e americanizada demais para receber a transferência , Embraer e uma montadora e se tentar agora desenvolver avionicas e sistemas para os caças não terá dificuldade alguma para desenvolver qualquer coisa dos aviões civil e isso americano jamais jogam contra eles mesmos, impossível isso , impossível eles perderem domínio e vendas para Embraer, quem joga contra eles mesmos são os Brasileiros.

  304. Já batemos o recorde de comentários? 😉

    Aos amigos que me mandaram parabéns, agradeço, mas parabenizem à Trilogia. Parabenizem aos Editores. Parabenizem ao Galante, ao Poggio e ao Nunão, pela paciência. Eu sou um mero aficcionado.

    No começo do FX2 e durante boa parte do mesmo, eu era defensor ferrenho do Gripen NG, por tudo o que o ingresso num projeto novo significaria para o Brasil/Embraer.

    Mudei minha postura quando realizei que o Brasil é um país enrolado demais (leia-se: não é um país sério) para lidar com um projeto avançado como é tal caça, e que a FAB corria o risco de ser passada pra trás pelo(s) governo(s) atual e futuros, para prejuízo de nossa segurança como nação.

    E além disso, a decisão demorou tanto que não apenas perdemos para a Suíça a vantagem de sermos os primeiros aderentes a tal projeto, como também a necessidade de desativação dos Mirage-2000 do GDA tornou difícil a espera.

    Mas acima de tudo, sempre, sempre, sempre fui um defensor ferrenho da escolha da FAB/COPAC e da decisão técnico/financeira em detrimento da decisão ideológico/diplomática. É a ela, FAB, e a mais ninguém que cabe a decisão do que comprar e por quais motivos.

    Enfim, entendo que tomada a decisão já está. Resta agora o anúncio oficial e o que deve ser uma loooooonga fase de discussões contratuais.

    Concordo com os amigos que disseram que nada é garantido, ainda mais em se tratando de Brasil. Mas o primeiro e mais decisivo passo penso que foi dado.

    Senhores, a FAB tem uma missão constitucional, que é defender o espaço aéreo brasileiro. Sem ter os meios para executar tal missão, a Força simplesmente não iria cumprir sua missão determinada maior, vale dizer: sem os caças FX2 a FAB como Força Armada acabaria.

    Por vezes cheguei a acreditar que o governo do PT deixaria a nação de joelhos para qualquer aventureiro estrangeiro; mas diante das notícias chego à otimista conclusão de que nem ele se arriscaria a causar um desastre de tais proporções.

    O caça FX2 irá sair este ano pelo simples motivo que não dá mais para esperar, posto que já estamos aos “47 do segundo tempo”.

    Venceu a racionalidade e o pragmatismo contra a empulhação ideológica.

    Para ódio da “tchurmitcha” que acha que as necessidades da nação como um todo devem ser subordinadas à ideologia de um partido político.

    Saudações.

  305. Espero que seja verdade!! Já li tantas notícias, dando o FX como finalmente encerrado. Tenho 55 anos e a primeira vez que ouvi algo sobre esse “FX” (que na época nem era o “1” e nem FX, rs), ainda não tinha 39 anos. Espero que antes de ter netos eu possa ver esse incrível avião, que “conheci” pessoalmente na comemoração dos 60 anos da Academia da Força Aérea, voando nas cores do Brasil. Mas, depois de tantos anos, na verdade nem torço por um avião, mas por qualquer avião, melhor se for o Super Hornet, claro, mas que venha FINALMENTE.

  306. O que o Brasileiro não entende que pela primeira vez os Políticos FHC, LULA e DILMA estão certos, Sempre tivemos dinheiro pra comprar qualquer caça, se não o compramos porque queremos a transferência de tecnologia, Sobre OMC tratamentos políticos internacionais, falta de grana tudo besteira, não acredito que depois de tanto para conseguir a transferência agora vamos dar um tiro no Pé e comprar dos americanos assim do nada, Os caras mudaram agora vão nos vender tudo e nós transferir tudo Brincadeira isso. E o mesmo que acreditar em Papai Noel.

  307. Poggio,

    Aguardo ansioso, obrigado.

    Quanto a escolha, para FAB os três escolhidos atendem à necessidade dela, do contrário não estariam no short-list.

    Acredito que o que virá por “fora” (e não me refiro a $$) é que vai definir de fato o ganhador de fato (avião entregue).

  308. Cara, quanto mais eu leio mais eu fico tonto…se for verdade mesmo tudo isso, então foi uma boa escolha do governo…e quem sabe aconteça uma compra no futuro dos f-35…nada é impossível…
    Lord Vader…vc tem a força…hehehehehe….
    AAAAHHHHH….para os amantes da tecnologia francesa com sua transferência irrestrita de tecnologia…acho melhor pensar duas vezes agora…

  309. Que ótima noticia, vi esse espetacular avião em pirassununga ano passado se nao me falha a memória, espero que dos 36 aviões passe pra uma centena e deixe o Brasil com cara de potência regional, uma pergunta para os mais entendidos no assunto, quanto tempo para um piloto da FAB precisaria para começar a pilotar um avião desses sofisticado e enquanto tempo teríamos pilotos e aviões disponíveis para cuidar do nosso espaço aéreo. obrigado

  310. Creio que na hipótese da Dilma determinar a concretização do negócio, por meio da escolha do F-18 SH, ela estaria dizendo a todos Brasileiros, nas entrelinhas, que não é do tipo que guarda rancores e nem mágoas (o passado não pode ser esquecido, más, nós temos que vivenciar o presente e nos preparar para o futuro).

    Na hipótese dos EUA (Boing, Congresso Americano, e outras Empresas Americanas) se comprometerem a cumprirem o que será acordado, a Dilmar tem que colocar um ponto final nessa história (e se no momento da assinatura, o Governo Brasileiro perceber que tudo não passou de conversa de espertalhão, não assina até que os pontos críticos estejam devidamente claros).

  311. Sem duvida a melhor proposta, o unico que trouxe a maquina para perto dos olhos dos compradores (povo brasileiro), se queremos ser grandes temos de pensar grande não adianta comprar a proposta apenas pelo preço mas devemos comprar de quem realmente entende e tem propriedade para tanto.

    Eu do fundo da alma não acredito que o GF vá fechar este ano, mas gostaria de estar errado como a maioria dos colegas aqui.

    E espero poder em breve ver nosso GDA repleto de Zangões prontos para espetar quem ousar contra nós.

  312. Que boa notícia. Espero que a marinha entre nesse barco, ou melhor, nesse avião também.

    Confeço que também esperava uma solução F-18 + Grippen, mas se o vespão chegou melhor ainda.

  313. Senhores Editores,
    Qual o recorde de comentários em posts?

    Estou desde às 8h procurando alguma notícia sobre o FX2 em algum portal internacional mas nada até agora, só mesmo a Reuters ontem….

    Abs

  314. Srs, uma pergunta aos de mais conhecimento: seria possível, e viável, personalizar os SH como o Canadá fez com os legacy ? Por exemplo, retirando o gancho de parada e algum outro item para deixa-lo mais leve, isso traria, entre outros benefícios, a redução de consumo e aumentos de alcance e velocidade…

  315. Olha, só vou acreditar mesmo nisso quando a dona Dilma vir a público e confirmar o vencedor. Pois eu acho que ela não ta nem ai pra nada viu.

  316. Aliás, as distribuições, a meu ver, deveriam ser 12 em Anápolis, 12 em Manaus e 12 em Canoas, com os F5 cobrindo as regiões intermediárias.

  317. nardo Precisamos de caças contra as AMEAÇAS LATINAS COMO VC DISSE NO SEU COMENTARIA, descrevendo alguns países Como Venezuela, Chile argentina etc.. RI MUITO DISSO,A grande ameaça do mundo se resumi a dois países que amam as guerras e dominar nações Americanos e Israelense, Caro Nardo Que mundo você vive afirmando que os países da América LATINA são os perigos.
    Somos um gigante que no futuro próximo seremos potencia e o cara preocupado com estes países, como nossas riquezas naturais estamos na mira dos Grandes como Americanos, Europeus e China.
    Pensando pequeno assim que estamos com uma força armada de soldadinho de chumbo ainda, Ver pilotos e gente da área doidos pelo F-18 sem transferência e ver como nossa nação e patriota.
    Ainda tem cara que escreve que temos os melhores piloto do mundo isso foi forçar ate ri muito disso, nem pilote de aeromodelismo somos capazes.
    Míssil hoje destrói um avião a 150, 200 Kms nossos pilotos serão derrubados e nem saberiam os que os atingiu.
    A maioria aqui ainda esta na guerra das Malvinas ou Preso a míssil infravermelho hoje a tecnologia e outra muito mais sistêmica e de comunicação entre arma e nave, radar nave radar míssil.
    Brasil F-18 vergonhoso

  318. Guizmo – Lendo esta matéria vê acaba de ver como funciona o Marketing Pro Americano, como deter grana e MÍDIA e importante, Israel faz muito isso no mundo, E americano acabou de fazer isso usando nossa mídia e a Nós claro, E atingiu o alvo.
    Tudo isso e MÍDIA guerra de interesses.

  319. Bom apenas para complementar, sempre pensei que para o Brasil a proposta da Boeing sempre foi a melhor, não podemos ter na ponta da lança um caça monoreator, ou um caça que ainda não esta totalmente pronto. A Dassault tinha alguma esperança qdo o Sarkosy estava no poder e o Holande fez questão de afastar-se ainda mais esta posição vide disputa da OMC.
    Os EUA não são bobos nem nada mantiveram na AL a Colombia como grandes aliados mas sempre tiveram o Brasil como a maior nação a estreitar laços e conter o avanço dos Chineses.
    Bom é muita coisa envolvida e se queriamos a estapafurdia ToT irrestrita, mega-power-super-total ela esta ai… o velhinho Biden veio e não perdeu tempo.
    Ganham os dois, know hall da Boeing e os parceiros do Brasil.
    A partir dai poderemos comparar com a Tot do projeto Sub NUc e ver quem se sai melhor.

    Sds
    GSV

  320. Só acredito vendo, apesar de sempre ter torcido pelo SH e sempre ter acreditado que o governo americano faria de tudo por essa venda.

    Se o anuncio realmente se confirmar, o maior ganho militarmente falando para o Brasil será o inicio de uma parceria mais próxima com a maior máquina de guerra do mundo.

    E ainda tem o a parceria comercial, onde ambos os países já tem ficado do mesmo lado.

  321. Prezados Editores e foristas,

    Sou leigo, mero pagador de impostos mas acompanho com atenção o tema Defesa e a Trilogia é, sem dúvida, a melhor fonte de informação.

    Dificilmente postarei algum comentário, leigo que sou, irei limitar-me à leitura. Mas não poderia deixar de cumprimentar o forista Vader pela qualidade dos comentários e pela sua excelente capacidade argumentativa.

    Oxalá tenhamos logo os Vespões em nossa FAB. Saudações a todos.

  322. Patriota,
    Estou lendo seus comentários e respeito sua opinião, mas espero que daqui a pouco as notícias se confirmem e o Super Hornet seja o vencedor.

    Abs

    Guizmo

  323. Bem, vou dar mais uma contribuição para, batermos o recorde… de comentários rsrsrs.
    Minha escolhas seria:

    1° Gripen, pela qualidade dos produtos Suecos e histórico de boas relações e, eu acredito que os Suecos realmente seriam os que mais próximos chegariam de transferir tecnologia, e também pelo preço de aquisição e operação.

    2° SH, por ser o avião mais provado em combate e como tem uma quantidade enorme voando na USAF a economia de escala o tornaria muito atrativo em termos de custos.
    Fico um pouco disconfiado quanto a embargos na entrega de armas, e essas coisas que se fala, porém hoje são outros tempos e as relãções entre os dois paises é outra e acho que não deverá haver muitos entraves.

    3° Rafale, apesar de ser uma super máquina é o mais caro de aquisição e operação e pelo que se diz a França em termos de transferência de tecnologia, só fica no discurso.

    Penso que a grande maioria de nós tem algum favorito, mas acho já estamos todos torcendo que a decisão seja tomada seja lá qual for o vencedor pois nossa FAB já tá ficando com a água ácima do pescoço.
    sds.

  324. Beleza,
    Vamos dizer que o FX-2 tem um vencedor. Só acredito quando eles estiverem aqui no desfile de 7 setembro na Esplanada dos Ministérios em Brasília e estourando os vidros do STF. Agora, só por curiosidade e já olhando para o futuro, eles teriam vida útil até quando?

  325. Caro Jean, eu tb gostaria de ter o Gripen junto ao Vespao!! 1o pela possibilidade de desenvolvermos um caça explêndido, além de fomentarmos empregos altamente técnicos nesta área, teríamos um grande vetor (VESPAO) , mas restrito ao pouso em algumas áreas rudimentares de nosso país (Amazônia) mas poderoso e testado em combate, e o Gripen com a facilidade de pouso nestas áreas, além de podermos equipar o São Paulo com ele! até que tenhamos um NAE moderno e operativo! Com estes 2 quem sabe sonhando utopicamente poderíamos com o conhecimento adquirido fazermos um caça nacional e quem sabe de 5a.geração!.Aos que acham que vivemos em um continente pacífico é so lembrar que somos odiados por todos, pelo nosso tamanho, grandeza, riquezas e que somente nós falamos o Português, por enquanto nos aturam e nos sugam, até acharem que qdo estivermos desprotegidos, se unirão para tentarem abocanhar os territórios que tenham interesse! Portanto se concretizado este negócio e projeto temos que nos felicitarmos, pois, daremos um grande passo e quem sabe o retorno de nosso parque industrial militar! sds a todos e mais uma vez te agradeço POGGIO (em caixa alta mesmo) por liberar a participação de todos democraticamente!! PARABENS AO PODER AÉREO!!!

  326. pessoal não dá para o SH substituir os F-5 e A-1,o custo seria muito elevado,36 SH tá bom depois o brasil precisa de caça leve como o f-16,gripen ng,ou o KAI T-50,talvez o f-15E…
    mas como o F-16 ta velho e os F-15E tambem acho melhor os gripen ou os KAI T 50.ou desenvolver um caça leve.
    os super tucanos pelos proximos anos só vão patrulhar,agora e so resolver a cagada dos mi-35 que nem sei pra que comprou,e compra logo uns ah-64
    igual a coreia.
    ah e resolver a cagada dos EC-725 tambem a pior compra do governo.

  327. Vader disse:
    6 de junho de 2013 às 9:45

    Concordo em muito que você disse, Principalmente quanto fala da Fab, Mas vou generalizar e uma vergonha nossas forças armadas, FAB, Exercito e A melhorzinha Marinha e também defasada, Muita da culpa de como estamos e da própria Cúpula das forças armadas, falta de patriotismo, falta de exercer um exercício político e de lobby na nossa classe política afim de trazer dinheiro e alinhar melhorias e desenvolvimentos técnico e tecnológicos, de fazer uso da mídia e trazer nossas reais condições a publico e despertar o nacionalismo.
    Mostrar e uma força militar em condições de nós defender não tem nada a ver com Golpe Militar, nossa classe política ate hoje tem medo de perder o poder para as forças armadas.
    Preferem deixar a nação a mingua que uma Força armada de respeito.
    isso nossas forças armadas erram muito.
    A Cúpula das forças armadas também quiseram manter poder preferindo ficar no anonimato e continuar no poder.
    Então quando falamos em erros temos um monte deles em todas as áreas.
    Agora abraçar aos americanos como a FAB tem FEITO não muda em nada sua retórica de força armada inútil e dependente perante as grandes nações, sua de´pendência e total e incapaz de mostrar desenvolvimento tecnológico nacional.
    Uma força dependente totalmente da Embraer onde nunca conseguiu impor e ter ganho de tecnologia, Onde a Embraer nunca colocou o ganho tecnológico militar e assegurar nossa autonomia e desenvolvimento técnico com referencia ou algo a se conquistar.
    Porque a FAB nunca exigiu isso ou comprava direto no mundo do fabricante, A Embraer uso isso só para ganhar dinheiro nada mais.

  328. Chororô danado!!!

    Se o Brasil não tem capacidade de produzir nada, se fica tentando passar a perna com jeitinho brasileiro em quem fabrica tecnologia, se tudo que nos propomos a fabricar leva 3 ou 4 vezes mais tempo e custa 3 ou 4 vezes mais caro que comprar de fora e se o povo brasileiro acredita em tudo que a política prega… merecemos sim ficar debaixo de asa de potência tecnológica e militar mais avançada!!!

    Ideologia tola achar que existe “americanu bonzinhu” ou “russo comedor de criancinha”!!!(É tudo igual… potência maior que a nossa e com seus interesses bem definidos!!!)

    A realidade é que não temos capacidade de produzir nacionalmente todo o material necessário para suprir nossas FFAA, ao menos a curto prazo e, bem sabemos que se tudo começar do “zero”, quando tivermos alguma coisa 100% nacional, estaremos defasados em relação ao resto do mundo uns 100 anos!!!(Tudo nesse “brasil” demora uma eternidade!!!)

    Respeito a opinião dos outros mas tem hora que é baboseira demais a persistência ideológica em que seremos atacados pelos “americanus malvadus” e mesmo que se formos mesmo atacados, nada adiantaria se tivessemos 400 SU-35, 04 NAe, 30 SSN, etc., face a quantidade de material bélico e aliados que os EUA possuem.(Quanto a Russos e Chinesses… esses ainda não tem interesse real na AL mas nada que não possa mudar rapidamente, mesmo que uma investida militar seja muuuuuito mais cara que uma promovida pelos EUA e aliados!!!)

    Quanto a vizinhança que temos, são os maiores encrenqueiros, que nos fazem passar por vergonha, nos tratando como “bobões” na AL, por não nos impormos como país dominante do Subcontinente.

    Torço para que tenhamos condições militares de protegermos nossos interesses perante situações que os meios militares sejam proporcionais a nossa realidade. A mais, se os americanos, europeus, ou outra potência militar mais bem equipada resolverem invadir o Brasil… minha bandeira branca já está hastiada!!!(Até que um “cachorro grande” super-potência resolva tomar as dores do Brasil… e não contem com Venezuela, Cuba, Irã, etc.!!!)

    Abraço!!!

  329. EsperA ai….

    Nao era o GUVERNO DAZISQUERDAS FEIAS E BOBAS E COMUNISTAS E COMEDORAS de CLIANCINHAS que nao queriam saber do F18?

    Vai ter gente tendo que enfiar a cara no buraco se o F 18 for escolhido

    E outra: eu tenho vários Prints aqui do engenheiro com curso de piloto defendendo o Gripen…..

    Mudaram de idéia?

    Kkkkkkkk

  330. Acredito que , se concretizando a venda, ficarão nos 36 mesmos.

    O lift, que substituirá de fato o F-5 e o AMX virá do novo treinador boeing-embraer (chute).

  331. Pessoal ,bom dia!
    Vejo que a discussão entre felizes, desconfiados,tristes e desentusiasmados continua a plenos vapores !rs
    Ja estou imaginando o SH nas cores da FAB e como será ouvir o som de seus motores em algum 7 de Setembro futuro ou portões abertos(ou outro evento em base da Fab ) aqui em BH . Torci pro Rafale muito mesmo por achá-lo bacana(desenho,formato),moderno e tal, mas não sei se o evoluirão como fizeram e ainda estão fazendo com o SH e ainda podem continuar fazendo .
    Parabéns para a Fab pela ótima aquisição ,nossos bravos pilotos merecem !!

  332. O mais engraçado é ver que quando os USA dizem que vão transferir tecnologia, nego se derrete todo

    Ai, quando a França diz que vai transferido algo, a geleira diz que tecnologia nao se transfere

    Vai entender a cabeça dessa gente

  333. Rafa disse:
    6 de junho de 2013 às 11:03

    Ademais… Prefiro o Su 35….

    Que é mais capaz que o F18

    Sem polemizar… mas poderia nos dizer quantos SU-35 operacionais existem???

  334. JEAN concordo com vc, mas se tivermos uma defesa que imponha perdas consideráveis, pensarão 2 ou mais vezes antes de se aventurarem, mais uma coisa discordo de vc, a minha bandeira branca não estará içada não!!mas a baioneta sim!!apontada e direcionada no ventre de quem estiver na frente!
    sds a todos!!

  335. Sou leitor da Triologia a muito tempo e é nesse canal que me informo sobre esse assunto tão empolgante, que desde muito jovem me interesso talvez por ser filho de militar. Vejo que ainda existe um sentimento anti-americano forte nas discussões, não nego que nos meus tempos de adolecente também nutria esse sentimento. Mas hoje já perto da meia idade rs… aprendi que ideologias por um mundo perfeito é mera utopia. Não gosto quando nósso pais se alinha com “lideres” de esquerda chamados Bolivarianos, isso não nos fortalece ao contrário só perdemos com isso. Mas acredito que a escolha do F-18 SH seja o sinal de uma transição para um modelo de governo mais racional que ideológico. Deixo aqui meus parabéns aos idealizadores desse Blog e em particular ao Sr. Vader, já dei muitas risadas com suas respostas e comentários…mas sempre muito bem formulados e embasados. Quanto a escolha do SH achei exelente a escolha, finalmente teremos um vetor digno para nóssos pilotos.

  336. Rafa disse:
    6 de junho de 2013 às 10:59

    “E outra: eu tenho vários Prints aqui do engenheiro com curso de piloto defendendo o Gripen…..”

    ________________________ 🙂

    Eu hein… cruz em credo… 🙂

    EDITADO

  337. Comprar o SH com acesso ao código do sistema de armas e a “receita” do radar que seja 10% a mais no valor total do contrato já estaria ótimo. Depois entrega as informações para a Embraer e Avibras e logo poderíamos nos aventurar.

  338. E olha que temos militares ou tínhamos militares ate na Embraer mas vemos que nunca tivemos foco em ganho tecnológico e nacionalização das tecnologias, E tivemos muitas oportunidades ouve muitos investimentos Perdidos Como AMX, F-5 zero ganho, se pensarmos no que ganhamos e no investido, era mais fácil ter comprado produtos ou seja Aviões militares diretamente com as empresas no mundo hoje teríamos muito mais Caças tecnologicamente avançados porque seria direcionado para compra não ganho tecnológico, Compra de prateleira, gastamos rios de dinheiro não ganhamos nada de tecnologia pagando carésimo acabamos ficando só com porcaria e a Embraer esta ai ganhando rios de dinheiro e a FAB a FAB que se fo… Embraer visa lucro e com razão, quem tem que buscar e deter tecnologia e exigir a mesma e a FAB.

  339. igor disse:
    6 de junho de 2013 às 10:52

    Peso máximo do F-15 E= 36450 Kg

    Peso máximo do F-18 SH= 29900Kg

    São dados do Wikipedia.
    Mesmo que os valores não estejam absolutamente corretos, não se pode chamar o F-15 de caça leve.

    sds.

  340. PÉSSIMA escolha.

    Vejam um comparativo entre o Super Hornet e o Flanker produzido pelos próprios americanos.

    Perdoem a tradução do google.

    F/A-18E/F Super Hornet vs Sukhoi Flanker
    Enviado por Carlos Mangino, sab, 25/05/2013 – 19:28
    Autor: Carlos Mangino
    Dr. Carlo Kopp, MIEEE, MAIAA, Peng
    Originalmente publicado Defesa Hoje Vol.6 No.1
    Abril / maio 2007
    Atualizado em maio de 2007.
    © 2006, 2007 Carlo Kopp

    Relatórios recentes de que o F/A-18F Super Hornet foi escolhido arbitrariamente como um lutador provisória para o RAAF despertaram o interesse considerável nas capacidades deste lutador de terceira geração evoluiu, em relação ao Flanker russo.Esta análise irá testar o Super Hornet contra o seu mais provável adversário na região, o Flanker Sukhoi.

    O F/A-18E/F Super Hornet

    O Super Hornet é o follow-on para o ‘clássico’ Hornet, e é neste momento voado apenas pela Marinha os EUA. Foi sangrado durante a Operação Southern Watch e usado durante a invasão do Iraque, levado principalmente em papéis de apoio aéreo próximo interdição campo de batalha e, onde tem se mostrado mais eficaz do que a ‘Classic’ Hornet. O Super Hornet é o que a Hornet ‘Classic’ foi inicialmente destinado a ser, quando o programa VFAX que levou à F/A-18A/B foi lançado durante a década de 1970. O objetivo era um lutador multirole para substituir o A-4 Skyhawk, A-7 Corsair II eo F-4 Phantom. Burocrático ‘otimização’ resultou na ‘Classic’ Hornet, ao invés do VFAX F-15A porte como pretendido. As origens do Super Hornet estão no período que se seguiu ao fim da Guerra Fria, quando os orçamentos colapso viu o papel Marinha dos EUA para longe de operações de controle de água do mar azul, de litoral “diplomacia de guerra ‘em pontos de conflito mundial. Desde 911 este tem sido o papel dominante da Marinha os EUA. Com catastroficamente declínio financiamento da Marinha os EUA não poderia comprar mais F-14DS, e precisava de algo maior do que o ‘Classic’ Hornet, que se mostrou muito pequeno para ser eficaz e exigente de antena reabastecimento de suporte. A substituição destinado ao F-14, a Marinha avançada Tactical Fighter, um ‘balanço asa’ F-22 derivado, era demasiado caro para o orçamento reduzido Marinha dos EUA. A aposentadoria do A-6 Intruder e KA-6D petroleiro durante este período exacerbou ainda mais os problemas da Marinha os EUA. Legislação encomendado uma competição FlyOff completo para um novo lutador, e, assim, a Marinha manobrou em torno deste, buscando uma reformulação do actual ‘Classic ‘Hornet.

    O Super Hornet é substancialmente uma nova aeronave, que compartilha apenas semelhança estrutural limitada com a família F/A-18A-D de lutadores. Enquanto o F/A-18E/F fuselagem dianteira é derivada do projeto F/A-18C, a asa, fuselagem central e traseira, as superfícies da cauda e motopropulsores são inteiramente novo. O sistema aviônico da linha de base é, no entanto, em grande parte derivada da F/A-18C, com crescimento planejado através de outros derivados evoluíram dos sistemas aviônicos radar, EW e core, e inteiramente novos sistemas quando necessário.

    A designação OF/A-18E/F reflecte o facto de que a aeronave é derivado do F/A-18A-D, mesmo que seja um cartão significativamente maior de estruturas – o programa foi implementado como uma mudança de Proposta de engenharia (ECP) a evitar um programa de demonstração caro e fly-off. Um efeito colateral dessa idiossincrasia na nomenclatura é que o F/A-18E/F é frequentemente descartado como apenas mais uma Hornet, no entanto, a aeronave é muito diferente em muitos aspectos.

    De uma perspectiva de design, a mudança mais notável no Super Hornet é o seu tamanho, projetada em torno de um combustível (JP5) capacidade interna de £ 14.700, ou 36% mais do que o F/A-18C/E. Este é o mais de perto se compara com o F-15C limpo, que tem combustível em torno de 10% a menos interna do que o Super Hornet.

    Dimensionamento em torno de uma carga de 36% maior do que o combustível interno F/A-18C, com o objectivo de manter o desempenho agilidade estabelecida da F/A-18C resultou em uma asa maior área de 500 pés quadrados, contra a área de 400 pés quadrados de o F/A-18C, um aumento de 25%. A conseqüente dimensionamento alterações resultam em um peso vazio £ 30.885 (£ 31.500 peso básico) aeronaves, um aumento de 30% em relação ao F/A-18C. Não surpreendentemente, o peso vazio da aeronave é de 8% maior do que o F-15C, refletindo as realidades estruturais de lançamento da catapulta e recuperações Tailhook.

    O maior motor F414, um F404 derivado refanned e evoluiu, oferece £ 20.700 impulso SL estática em pós-combustão, que é de cerca de 8% menor do que o F100-PW-220 no F-15C.

    O mais simples métrica do OF/A-18E/F é que é um D-F-15A derivado F/A-18C dimensionada, optimizado para o ambiente naval.

    Tamanho é o lugar onde a semelhança entre o Super Hornet e Eagle final, já que o Super Hornet é otimizada aerodinamicamente em torno da configuração F/A-18A-D, com foco na manobra transonic e transporte de carga de desempenho e características de recuperação de transporte. Em termos de desempenho bruto, o Super Hornet é muito semelhante ao F/A-18C, mas fornece significativamente melhor resistência da PAC e raio de acção em virtude de sua asa maior e carga de combustível interno.

    Com três tanques de 480 USG gota, combustível interna completa, combate e reserva subsídios de combustível, 8 x AIM-120 AMRAAM e 2 x AIM-9 Sidewinders, a aeronave tem um raio de interceptação ponto citado acima de 650 NMI, com algumas suposições feitas sobre mísseis gastos. Este é o desempenho raio na classe da limpeza F-15C.
    Como o F/A-18A-D, o F/A-18E/F foi projetado desde o início para um papel lutador ambiente missão bombardeiro dual. As asas alargadas têm três hardpoints cada, normalmente carregado com um par de 480 USG tanques de bordo e de armas no par de estações de popa. A asa Sidewinder ferroviário é mantida.

    Uma característica notável aerodinâmica é um projeto significativamente alargada strake sobre a linha de base Hornet, destinado a melhorar as características de elevação de vórtices em alta manobra estatutos, e reduzir a margem de estabilidade estática para melhorar as características de pitching – Boeing citar taxas de arremesso superior a 40 graus por segundo.

    Estruturalmente, o Super Hornet é construído em grande parte a partir de ligas de alumínio, com amplo uso de peles de compostos de fibra de carbono nas asas, e titânio em diversas áreas críticas. O limite de factor de carga de 7,5 g de criação é idêntico ao F/A-18A-D, a um peso bruto não especificada.

    Até recentemente, os Super Hornets foram entregues com o radar APG-73 Raytheon, não muito diferente do radar HUG F/A-18A/B. Entregas mais recentes ver a nova atividade Matriz eletronicamente Steered APG-79 (AESA) radar montado. O APG-79 é considerada como tendo um desempenho ligeiramente melhor gama de APG-81 AESA da greve Fighter Joint, mas inferior ao F-22A é maior APG-77.

    O Super Hornet é equipada com um novo sistema de Contramedidas AN/ALQ-124 defensiva sistema integrado (IDECM)EWSP, incluindo o ALE-50 chamariz rebocado, mais capaz do que o pacote legado em Hornets dos EUA ou RAAF ‘Classic’. Há, portanto, pouco comunalidade entre o Super Hornet e variantes ‘clássicos’ Hornet.

    Notas: O / B – candidato ângulo aquisição HOB; IRH – heatseeking, simples ou duplo candidato a digitalização a cores; SARH – radar semi-ativo homing candidato; DL – datalink para midcourse correções de orientação – seja analógica ou digital; IMU – pacote inercial para orientação midcourse; passiva RF – freqüência candidato anti-radiação rádio passiva; ARH – candidato homing radar ativo; Faixa de Aquisição é aquele no qual o candidato pode adquirir o seu alvo; Faixa cinemática é A-pólo ou F-pólo; Alvo G – Max fator de carga do veículo alvo; lançamento G – fator de aeronaves de lançamento de carga máxima; APU – Aviatsionnaya Puskovaya Ustanovka (trilho lançador); AKU – Aviatsionnaya Katapultnaya Ustanovka (ejetor); Esta é uma compilação de código aberto atual com base em fabricantes e dados de terceiros portanto, valores devem ser tratados com cautela apropriada (Autor).

    Air Combat na era atual

    Para fazer uma comparação entre o Super Hornet e Flanker, é necessário explorar o tipo de combate aéreo veremos na região nos próximos anos. Combate aéreo entre caças tem visto evolução considerável desde a década de 1940, impulsionado em parte pela tecnologia de armas, em parte pela tecnologia de sensores e em parte pela estrutura desempenho aerodinâmico. As duas últimas décadas têm visto duas tendências importantes.

    O primeiro é a ascensão de Beyond Visual Faixa de combate (BVR), como os avanços em sensores permitiram noivados longos alcance de mísseis com o aumento da confiança de que a meta é de fato um hostil.

    A segunda tendência tem sido a proliferação de mísseis heatseeking extremamente ágeis para combate corpo a corpo, e Helmet Mounted Displays associado ou Artesanatos. A eficácia ea letalidade dos mísseis heatseeking quarta geração torna próximo combate com um oponente situationally ciente de um jogo de alto risco. Mísseis como o AIM-9X, ASRAAM, Python 4 e 5, Iris T, R-73 e R-74 não dão trimestre, e com capacidade de G excepcional, muitas vezes auxiliado por Thrust Vector Control (TVC), esses mísseis são quase impossíveis para derrotar por manobra. Cada vez mais esses mísseis estão adquirindo Matriz de plano focal candidatos de imagem, suplantando os candidatos a digitalização dominantes ao longo de décadas, tornando-se praticamente imune a crises e jammers desenvolvidos para derrotar os candidatos a digitalização.

    Quem dá o primeiro tiro em um fim de noivado mais prováveis vitórias. Isso impede combate corpo a corpo no futuro?Apenas nas mentes desses observadores que imaginam que todos os futuros conflitos aéreo será altamente assimétrica, não muito diferente da Tempestade no Deserto, Allied Force e campanhas aéreas Iraqi Freedom.

    A realidade é um pouco diferente. Em termos globais, aviões de caça mais modernos estão hoje a ser comprado por nações do Pacífico-Rim e regiões do Sul da Ásia. Essas nações são principalmente a construção de estruturas de forças modernas para suas forças aéreas, incluindo Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AEW & C) de aeronaves, aviões-tanque, vigilância passiva eletrônica e aeronaves de inteligência (Intelligence Surveillance Reconnaissance – ISR), e, provavelmente, nos próximos anos, estão fora apoiar aeronaves de interferência. Datalinking e redes está aumentando disponível. Os Estados Unidos, ou nações alinhado norte-americanas, assim, enfrentar um ambiente que é, na melhor assimétrica na qualidade de componentes da estrutura de força específica, mas não assimétrica na estrutura de força, como as campanhas aéreas da década de 1990.

    O domínio do combate BVR depende de ter o que equivale a “superioridade de informação”, ou o que é uma vantagem assimétrica em ‘grande figura’ consciência situacional. Uma vez que ambos os lados operar AEW & C, passiva ISR, redes e sistemas bloqueadores de apoio de alta potência, a “névoa da guerra” mais uma vez re-emerge, como sensores são degradados ou cego, redes e DATALINKS degradar ou cair fora, e uma visão clara do campo de batalha é novamente difícil de adquirir.

    Neste sentido, o domínio incontestado do combate BVR só vai durar enquanto ele leva para os multiplicadores de força-chave para tornar-se mais amplamente disponível para as forças aéreas não US-alinhados. A proliferação de 100 a 200 milhas náuticas “contra-ISR” mísseis como o russo R-172, R-37 e Kh-31 variantes adicionar ainda uma outra variável a esta mistura. Este é o ambiente de combate aéreo futuro, onde a informação é o novo terreno elevado, e estar onde não se espera que seja cada vez mais valioso.

    Ao comparar o Super Hornet eo Flanker, devemos estar atentos ao ambiente em que vai operar dentro A noção de que estes dois tipos serão levados uns contra os outros no mundo assimétrica da década de 1990 é, na melhor ingênuo, na pior das hipóteses tolo.

    O Su-30MKI e Su-35 usa a vetorização de impulso AL-31FU motor (Irkut)

    Sukhoi Flanker vs o Super Hornet

    Na avaliação do Flanker contra o Super Hornet é claro desde o início que a vantagem em poder de fogo, desempenho de velocidade, agilidade cru, faixa de manobra e vai para o Flanker. Dado que Flankers operacionais abrangem as variantes de B a H, e tipo de designações de Su -27S, através de Su-30s para Su-35s, há uma ampla gama de configurações possíveis.

    Isso foi ainda mais complicado pela propensão russo para personalizar configurações para os clientes, e realizar atualizações tecnológicas em curso para as variantes operacionais. Outro subproduto do mercado russo é que o rótulo Su-30 abrange um upgrade Su-27SKM (Su-30KI) até o índio Su-30MKI, que usa recursos abrangentes de ly demonstrado no Su-37.

    Em termos de desempenho aerodinâmico do Flanker fica amplamente na classe da família F-15, com empuxo / peso proporções semelhantes com pesos semelhantes. O peso vazio de variantes Flanker varia entre 37.240 – £ 40.800 e capacidades de combustível internas entre 20.750 – 22.600 £.

    Neste momento todos os Flankers de produção estão voando com variantes do Saturn / Salyut Al-31F, que proporcionam nível do mar classificações axiais estáticas no 27 klb a 32 classe klb, dependendo da variante. Este motor é comparável ao último P & W F100 e F110 da série motores GE, superando a série F404 menor. Em termos de velocidade supersônica, aceleração supersônica e subsônica e desempenho de subida, o Super Hornet não pode competir com qualquer variante Flanker.

    Alta velocidade de desempenho de viragem, onde enfiou limitada, também vai para o Flanker, assim como o desempenho manobra supersônico. O Super Hornet é severamente prejudicada por seu baixo empuxo / peso de combate, e planform asa híbrida. Vale observar que o alfa de alta resistência da guarnição e as taxas de passo das variantes equipadas canard Flanker, como o Su-33 e Su-30MKI, será superior às versões sem canards.

    Quando o Super Hornet é capaz de ser mais competitivo contra o Flanker está nas bancas perto de regimes de baixa velocidade alta Alpha Flight, onde tábuas do Super Hornet e trabalho asa bem e controles de vôo avançados realizam soberbamente. Esta não é no entanto um regime favorecido pelos pilotos de combate e, portanto, não de importância em uma avaliação do potencial de combate.

    O grande ganho nos próximos anos para o Flanker em desempenho relativo vem com o novo motor de Al-41F, Rússia F119, agora em Low Rate Initial Production (LRIP). O Al-41F proporciona até 40 klb classe do nível do mar impulso estático e altitude classificações impulso de alta seca para poder supercruising extinta IMF (Multi-Role Fighter).

    Al-41FU motor supercruise.

    Os russos foram voando reduzida em 33 klb Al-41Fs em um Su-27S desde 2004, com motores de Al-41f instalado margem robusta do Flanker no desempenho cinemático contra o Super Hornet cresce consideravelmente em todos os regimes de vôo -. Fornece o Flanker com ‘ F-22-like ‘agilidade cru e performance. Com varredura asa, planform, forebody moldar e entradas construídas para Mach 2 + traço, um Flanker limpo com Al-41Fs deve supercruise eficaz. A Flanker supercruising com TVC bicos, ou seja, AL-41FU, pode usar para baixo TVC para compensar o arrasto supersônico guarnição e, assim, atingir menor consumo de combustível neste regime.

    No entanto, seu desempenho supersônico bleed energia não pode medir-se com o design refinado dos projetos mais recentes supercruzeiro otimizados, como o F-22 ou IMF. O maior problema para o Flanker em supercruise é o arrastar de lojas externas, o que irá comprometer decisivamente contra um projeto optimsied em combate supersônico.

    A correção para essa limitação é um túnel de centro armas conformes pod para o R-74 e R-77 AAM família. Se e quando os relatórios de tal projeto surgir, podemos estar certos de que a Sukhoi está planejando para jogar o jogo supercruzeiro a sério.

    Em termos de desempenho raio de combate do Flanker supera o Super Hornet, mesmo com o último transportando tanques externos. Não há substituto para o combustível interno limpo. Abertura radar do Flanker é o dobro do tamanho das aberturas família Hornet, devido à seção transversal nariz maior.

    O APG-79 proporciona um desempenho gama comparável ao JSF APG-81, tornando-se inferior ao APG-77 do F-22A, mas é melhor do que em radares Flanker serviço.

    O radar mais capaz em um Flanker operacional é as barras de N-011M INPI, um design híbrido passiva ESA usando uma alimentação de backplane e uma série de tubos transmissor com diferentes potências de pico. O projeto hybird fornece igualmente boa sensibilidade do receptor para projetos AESA ocidentais (Irkut).

    A matriz passiva alimentação espaço apresenta uma oportunidade para os usuários Flanker para ganhar AESA como potência e agilidade usando a tecnologia transmissor legado (Autor)

    Em termos de capacidades de radar, Flankers existentes são equipados principalmente com variantes do N-001, comparável ao início do F-15 APG-63s. O Su-35 carrega a N-011, perto de um modelo atrasado APG-63/70, e os Su-30MKI os INPI BARES N-011M, que é uma matriz faseada híbrido mais próximo em tecnologia para o RBE2 muito menor do Rafale. As barras podem ser fornecidos com uma gama de Viagens Tubo de ondas (TWT) de potência, mas não pode competir com o líquido do Super Hornet resfriado APG-79 AESA.

    O novo pacote de Pero N-001 antena de atualização, usando um feed reflexivo phased array passivo espaço, é capaz de ter muito mais potencial para as barras de potência de pico, em um projeto muito mais barato, mas ainda está para entrar em produção. O PLA é relatado para ter sido avaliando uma fo dois protótipos. A grande preocupação é que um alimento de baixa perda de guia de onda adequado para muito alto pico e os níveis médios de energia é facilmente integrado em um arranjo de alimentação espaço deste tipo, e, portanto, uma potência de pico superior a do APG-79 não é tão difícil de realizar , o desempenho TWT permitir. Cooling não é um problema em uma célula do tamanho do Flanker.

    INPI e Phazotron são conhecidos por ter trabalhado em um projeto AESA, e dado o tamanho da abertura do Flanker, um radar AESA na classe de potência de abertura da APG-77 F-22 é uma possibilidade distinta para um 2010 Flanker pós . O único problema para as casas de radar russas será a disponibilidade de HEMT arsenieto de gálio (High Electron Mobility Transistor) de transistores para os módulos de radar. Comparado ao APG-79 do Super Hornet, um Flanker avaliou AESA, mesmo com desempenho inferior módulo radar pode coincidir com o classificação e, assim, poder-abertura do alcance do APG-79.

    May / June 2007 Atualização Block – Irbis E híbrido Phased Array

    O radar N011M base usa um polarizado verticalmente 0,9 diâmetro da abertura phased array híbrido metros, com o indivíduo por elemento receber caminho amplificadores de baixo ruído proporcionando uma figura de ruído citado em 3 dB, semelhante a um AESA. Três canais receptores são usados, uma presumivelmente para sidelobe supressão e ECCM. O transmissor EGSP-6A usa um único Chelnok de onda Tube, disponível em versões com potências de pico entre 4 e 7 de quilowatts, e CW iluminação em 1 kW. Faixa de detecção citado para uma meta de fechamento (alta PRF) é de até 76 NMI, para um alvo recuando até 50 NMI. A matriz faseada pode dirigir eletronicamente o lóbulo principal através de + / -70 graus em azimute e + / -40 graus de elevação. O conjunto todo pode ainda ser conduzido mecanicamente. A polarização pode ser comutada de 90 graus para os modos de pesquisa de superfície.

    INPI Irbis E Protótipos (acima, abaixo)

    NIIP Irbis E Componentes (acima)

    O acompanhamento para as barras é o novo (Snow Leopard) conjunto híbrido faseada Irbis-E, em desenvolvimento desde 2004 e planejado para a atualização bloco Su-35, e como uma atualização de bloco ou novo radar para construir outras variantes Flanker. O Irbis-E é uma evolução do projeto bares, mas significativamente mais poderoso. Enquanto a antena com agrupamento por fase híbrido é retida, o valor de ruído é ligeiramente pior a 3,5 dB, mas o receptor tem de quatro em vez de três canais discretos. A maior mudança é no EGSP-27 transmissor, onde o único 7 quilowatt de potência de pico nominal Chelnok TWT é substituído por um par de 10 quilowatt de potência de pico nominal Chelnok tubos, encurralaram para fornecer um pico de potência total de 20 quilowatts. O radar é citado em um nível médio de potência de 5 kW, com 2 quilowatts classificação CW para a iluminação. NIIP reivindicar o dobro da largura de banda e maior agilidade de frequência sobre as barras e uma melhor capacidade de ECCM. O Irbis-E tem um novo hardware processador de sinal digital e processador de dados Solo-Solo-35,02 35,01, mas mantém o hardware receptor, o oscilador mestre e excitação das barras. Um protótipo foi no teste de vôo desde o final de 2005.

    O aumento de rendimento na irbis-E é compatível com o aumento da classificação do transmissor, e NIIP reivindicar um intervalo de detecção de um alvo de fecho 3 coaltitude metro quadrado de 190-215 NMI (350-400 km), e a capacidade de detectar um limite de 0,01 alvo metro quadrado em ~ 50 NMI (90 km). Rastrear Enquanto o modo de digitalização (TWS), o radar pode lidar com 30 alvos simultaneamente, e fornecer orientações para dois tiros simultâneas usando um míssil semi-ativo, como a série R-27, ou oito tiros simultâneos usando um míssil ativo como o RVV-AE / R-77 ou RVV-AE-PD/R-77M ramjet. O Irbis-E foi claramente concebido para apoiar o míssil RVV-AE-PD/R-77M ramjet em BVR combate contra redução de assinatura caças ocidentais como o Super Hornet Block II ou Eurofighter Typhoon. Curiosamente, o INPI não reivindicar superioridade sobre APG-77 AESA do F-22A, mas seus números de desempenho citados ultrapassar os (e, sem dúvida, muito higienizado) os valores variam públicas para o APG-77.

    A série N011M existente carece de uma baixa probabilidade de capacidade de interceptação, em parte devido aos limites de largura de banda da antena e, em parte devido às limitações do processador. Esta é provavelmente a mudar ao longo da próxima década, com o Irbis-E, como os clientes exigem uma capacidade de derrotar ou degradar equipamento ESM Ocidental e a tecnologia para fazer isso se torna mais acessível.

    O radar de alerta N012 cauda tem sido relatada a ser parte do conjunto de Su-30MKI e é oferecido como um retrofit para outros modelos.

    A suíte IDECM EWSP sobre o Super Hornet é mais avançado do que as suites EWSP sobre mais velhos variantes Flanker.Sistemas defensivos incluem um Radar Warning Receiver, principalmente variantes do Pastel receptor digital SPO-32 / L150 realizadas. Flankers mais recentes no entanto levar a asa podded montado KNIRTI SPS-171 / L005S Sorbtsiya-S mid / high band jammer defensivo, este sistema ser uma evolução de um jammer desenvolvido para o C. Backfire O Sorbtsiya-S, ao contrário da maioria dos pods de interferência do Ocidente, é projetado para operar em pares e usa a frente e para trás procurando direcionáveis matrizes faseada de banda larga para maximizar o efeito de interferência. Vale observar que o Sorbtsiya é claramente construído para fornecer modos de interferência cross-oculares contra as ameaças monopulso, ea capacidade de direção lóbulo principal de banda larga fornecido pela matriz faseada permite melhor aproveitamento possível do poder de interferência disponível. Uma lente dieléctrica graduada é empregue. Empreiteiros russos têm vindo a utilizar Memória Digital RF (DRFM), tecnologia que é da mesma geração como Super Hornet EWSP. The Super Hornet não tem qualquer vantagem convincente na capacidade EWSP.

    Capacidade de computação em Flankers operacionais é principalmente fornecida pelo hardware legado russo, mas com algumas COTS (Commercial Off The Shelf) processadores aparecendo agora em upgrades de radar e requerentes de mísseis.Enquanto esta é uma área onde os Sukhois são pouco competitivo contra a corrente Super Hornet, é a mais fácil de todas as lacunas de desempenho para os russos para fechar.

    Em resumo, o Flanker supera o Super Hornet decisivamente no desempenho aerodinâmico. Que vantagem o Super Hornet tem agora no radar APG-79 vai desaparecer nos próximos anos como AESAs russos surgir. A única área em que o Flanker atualmente trilhas do Super Hornet é no desempenho assinatura radar (discrição). O Super Hornet tem geometria de entrada modelagem, túnel de entrada S-curvas, e um AESA mortalha todos que reduzem sua assinatura setor frente bem abaixo do Flanker.

    No curto prazo, esta é uma vantagem do Super Hornet mantém, com a ressalva de que as lojas externas colocar limites rígidos na melhoria assinatura para o Super Hornet. Entretanto, os investigadores russos têm feito um excelente trabalho ao longo da última década, em materiais absorventes e técnicas laminado para a redução da assinatura de radar, que oferecem o potencial para o Flanqueador para alcançar a redução da assinatura semelhante ao OF/A-18E/F. Se financiado, uma redução Flanker assinatura é viável na próxima meia década.

    Em conclusão, o Flanker em todas as variantes atuais cinematicamente supera o Super Hornet em todos os regimes de vôo de alta performance. A única vantagem de curto prazo, o mais recente Super Hornets têm mais legados variantes Flanker é o APG-79 AESA e os recursos de redução da assinatura de radar, uma vantagem que não vai durar muito tempo dado esforço de desenvolvimento da Rússia em curso altamente ativa nestas áreas. O supercruising motor Al-41F vai aumentar ainda mais a diferença de desempenho em favor do Flanker. Que isto significa é que após 2010 o Super Hornet é competitivo contra Flankers avançadas em combate BVR, como é agora competitivo no combate próximo.

    KnAAPO / Sukhoi Su-27SKM Multirole Prototype Flanker. Outras imagens .

    Fonte: http://www.ausairpower.net/flanker.html

    Nota 1
    Nota 2
    Nota 3
    Nota 4
    Nota 5
    Nenhum voto

  341. Parabéns a FAB! Era evidente que a escolha estava entre SH e Rafale.
    A França deu um tiro no pé junto com a Suécia ao apoiar o mexicano na OMC, era o que faltava para o desempate. Que venha o SUPER HORNET!
    Que venham logo as 120 unidades tão sonhadas. hahah
    Mas uma coisa de cada vez!
    Apesar da Reuters ser britânica e consequentemente torcer contra Rafale, acredito que a reportagem seja imparcial…
    A lá chasse! FAB! Brasil!

  342. __________?

    Ademais, vai ser até bom se o f18 ganhar

    Ai vc vai ter que pedir desculpas pela acusação sem provas de que lula e Jobim embolsaram dinheiro da Dassault

    E tb nao vai ter mais argumento que preste ( se é que vc ja teve algum) pra falar du GUVERNO DAZISQUERDAS

    EDITADO

  343. Prezados, bom dia. Ontem, enquanto escrevia, acabou a energia e não pude completar o raciocínio que gostaria de compartilhar com todos.

    O Tio Sam escreveu, com propriedade, algo que já tinha lido aqui no PA e assistido no History Channel sobre as origens do SH:

    “O SH, concebido pela Boeing, deriva do McDonell Douglas F18 que, por sua vez, é um reprojeto do Northrop YF17, este sim inspirado no nosso F5 Tiger. Em outras palavras, operamos um ancestral do SH, que foi aperfeiçoado por 3 fantásticos fabricantes de equipamentos militares. Se a notícia for procedente, deveremos comemorar, e muito. Seria como, nos idos de 1964, a FAB operasse o F4 Phantom II ou, na década de oitenta, estivéssemos com o F14 Tomcat. O governo norte-americano nos ofereceu o que tinha de melhor em sua Marinha, a espinha dorsal, que é o F-18. Se o Brasil demorou para decidir e hoje o F35 tem previsão de entrar em serviço na US NAVY por volta de 2019 (substituinto os legacy, eu sei), isso não é problema deles, mas nosso.”

    Ora, dito isso, se já ”viramos do avesso” o Tiger, aprendendo muito sobre esse vetor, e o Vespão é uma decorrência e evolução daquela tecnologia, não só o salto tecnológico inerente com a aquisição dessa aeronave, mas a continuidade do aprendizado iniciado com o Bicudo representa enorme vantagem ao país, que não abandonará um esforço hercúleo da FAB e das empresas em melhor entender esse pássaro.

    Sem falar do atendimento das necessidades mais prementes da Força por um bom tempo…

    Ademais, gostaria de, ao ensejo, ir além. Se o Brasil deseja de fato tornar-se um país central, nada melhor do que estabelecer uma parceria estratégica (real) com os EUA, porém sem fantasias e com muito profissionalismo, honestidade, pés no chão e mão dupla (reciprocidade).

    Em primeiro lugar, não pairam dúvidas sobre o Brasil ser pacífico, tender a resolver as divergências com diálogo, diplomacia e “soft power”, sem pretensões de projeção em teatros que não nos dizem respeito. Não significa, entretanto, que devemos permanecer desdentados. “Se vis pacem para bellum”. Além disso, não fossem só as riquezas naturais, territórios/fronteiras e interesses econômicos, temos enorme área sobre a nossa responsabilidade que temos de resguardar, isto num mundo cada vez mais agressivo e copioso de recursos, com alguns “gafanhotos” rondando pelas cercanias e até em continentes próximos. Garanto que isso os americanos entendem, respeitam e até nos incentivam, principalmente porque poderiam deixar a guarda do Atlântico Sul (o AN fica com a Europa) com um país mais confiável, de modo a se ocuparem mais com o Pacífico.

    Em segundo lugar, e guardadas as diferenças culturais, somos ocidentais e cultivamos os mesmos princípios filosóficos e religiosos que eles. É mais fácil encontrar pontos convergentes do que divergentes entre nós. Com a ascensão do Brasil e o afastamento do complexo de vira-latas, o relacionamento tende a se tornar mais objetivo, pragmático e altivo, com respeito mútuo, na base de regras pré estabelecidas, sem a dominância de ideologias canhestras.

    Em terceiro lugar, a tecnologia advirá de alguma transferência mas principalmente da capacidade de absorção da nossa gente, e aqui exsurge a necessidade de a população evoluir para povo cidadão qualificado, o que, com as evoluções e involuções recentes, aos trancos e barrancos, aparenta estar a avançar. Alcançando-se o patamar necessário, penso que a nossa gente, criativa por natureza, dará a resposta necessária. Nisso, os EUA, que não são bobos, vão compartilhar e desenvolver conjuntamente as tecnologias, como, alias, já ocorre em algumas áreas (energética e propulsão a laser). Todavia, tudo em um ambiente honesto, sem molecagens, com respeito aos direitos patrimoniais e intelectuais de cada um, com os reflexos desejados nas tecnologias duais. Caso contrário seremos vistos como a China…

    Por fim, apesar de concorrentes comerciais em vários setores, Brasil e EUA são complementares em vários outros. O potencial de concurso de esforços é enorme e benéfico para ambos os povos. As eventuais divergências podem ser devidamente resolvidas nos foros competentes (OMC, ONU etc.).

    Posto isso, e atendidas essas premissas, o relacionamento Brasil e EUA será consolidado pela confiança e tenderá a ser exitoso ao ponto até de os EUA virem a pleitear que o Brasil tome assento no CS da ONU.

  344. Vader, fala a verdade… você postou um post com nome de André elogiando tu mesmo né…hehehe

    Senhores, vamos tirar nossas flâmulas partidarias e ideológicas (todas), e no meio deste sentimento de euforia e desconfiança vamos apenas rezar…. literalmente, para que realmente essa novela chegue ao fim…
    Abraços

  345. Resumindo, se o dinossauro do f18 ganhar, a gente mata logo dois coelhos numa cajadada

    A FAB fica com 36 avioezinhos mais ou menos

    E a gente cala a boca dos melindrosos que reclamam quando se compra uma chave de fenda da França

    Sério: nao tem quem agüente mais os melindres e beicinhos…

  346. igor disse:
    6 de junho de 2013 às 10:52

    Como você, eu tambem me preocupo com o custo de operação dos novos caças, por isso minha escolha seria o Gripen.
    Porém, como o SH é muito usado na USAF, existe economia de escala e então os custos ficam menores
    Os Italianos chamavam, jocosamente , o AMX de F-32, pois seus custos eram o dobro dos de um F-16. Isso se dá, apesar do F-16 ter desempenho muito superior ao AMX, devido a enorme frota de F-16 voando pelo mundo.
    sds.

  347. alguem sabe se o SH será prata ou nas cores da FAB caso for escolhido?
    e acho que SH e a melhor escolha devido sua capacidade de armamentos,mas como disse não vai ter mais de 36 caças devido ao custo de mante-los a não ser que eleve o gasto com defesa para uns 2,5%.que já é mais que nescessario.
    eu duvido que os franceses nos ensinariam a fazer o rafale com a ToT,tambem duvido que os americanos nos ensinarão mas acredito que a BOEING nos dara meios para a EMBRAER fazer avionicos de misseis,bombas guiadas e detecção de alvos,só na parte eletrõnica não acredito na parte de fazer um caça!

  348. Quanto será que a Reuters levouporesse lobby eim?

    Acho que levou mais do que a Dassault ofereceu pro Jobim

    Kkkkkkk

  349. Vader disse:
    6 de junho de 2013 às 11:15

    R___________

    Bom estou otimista com moderação, ainda acho q a melhor escolha seria o Gripen, mas antes o SH do que o Rafale, que nas palavras do Gen. Alan Silvy tem um radar AESA inferior ao que o F-16F bl 60 tinha há 10 anos atrás.

    Agora ver a choradeira dos antiamericanos com a escolha não tem preçooooo, se fosse qualquer outro partido chamariam de entreguista, kkkkkk

    EDITADO

  350. Prezado Sr. Ribeiro,

    Meu nome é André Novroth e eu postei o elogio ao Sr. Vader. Capacidade argumentativa tem-se ou não tem-se. Dado que esse artigo é raro hoje em dia, méritos e elogios a quem o tem.

  351. Não se iludam quanto ao radar. Os EUA quando venderam os F-15 para Israel, nem ao menos os forneceu as capacidades maximas do mesmo, no caso o AN/APG-70.

  352. Eu nao vejo anti americanopor aqui

    Agora, anti França tem até demais..

    O que mostra coerência de uns e outros

  353. igor disse:
    6 de junho de 2013 às 11:30

    “alguem sabe se o SH será prata ou nas cores da FAB caso for escolhido?”

    Igor, muito possivelmente os do GDA terão a mesma camuflagem de superioridade aérea dos Mirage-2000.

    Sds.

  354. Muito rancor….muito rancor…dusamericanu nem se fala…é o seguinte…
    1 – a FAB tá uma m_____________ em relação a caça;
    2 – nosso país não produz nada 100% sozinho;
    3 – se uzamericanu passar 20% da tecnologia já estamos ganhando mt;
    4 – em país de bolsa família qualquer arma pra FAs é rei;
    5 – o f18 é sim a melhor escolha, não é pq eu torço por ele (sou mais uma viúva do flanker), mas pq é provado em combate e pode ser utilizado tanto na FAB como na MB;
    6 – passamos mais de 20 anos sem acesso a tecnologia militar decente, então o q vier será bem vindo (até mesmo o KAI T-50);
    7 – claaaaaaaaaaaaaaaaaro q uzamericanu vão querer algo em troca além do pagamento em dinheiro, e na boa, que o governo dê,
    8 – (pra radicalizar) acredito q até deveríamos entrar para a OTAN, talvez as coisas fossem muitos mais fáceis para o Brasil na questão de aquisião de material bélico de primeira linha (se os suiços que tem mt a perder entraram, pq nós q só temos a banhar não deveríamos);
    9 – aos esquerdistas de plantão, se tão achando ruim, vão pra venezuela ou cuba (mas não esuqeçam de levar papel higiênico).


    EDITADO. SUBSTITUA PALAVRAS DE BAIXO CALÃO POR OUTRAS EXPRESSÕES MAIS APROPRIADAS.

    O MODERADOR

  355. Agora um pouco de água fria:
    Primeiro: “dado como certo” nessa novela já foi algo apareceu diversas vezes para diferentes caças da short list.

    Segundo: certas autorizações vão depender do congresso americano, que é um poder independente e pode dar uma banana para o contrato quando bem entenderem. O vice-presidente do executivo americano nunca vai ter como garantir isso, ainda mais sem maioria no congresso. Se acontecer eles pagam a multa (para eles isso não é problema) e ficamos por isso mesmo. Afinal o dinheiro da multa não pagaria uma caríssima adaptação.

  356. Meu favorito ainda é o Rafale… mas depois de tanto tempo esperando a novela acabar…, se vierem o SH já está de bom agrado.

    Vai que a “Presidenta” ainda tem duvida quanto a “cor”…

    http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/8/9/3/2075398.jpg
    http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/0/2/1/2156120.jpg
    http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/0/7/9/2192970.jpg
    http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/8/2/8/2203828.jpg
    http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/2/4/3/1637342.jpg

    Não é SH, mas pode ajudar na escolha da “cor” (a mais bela de todas)
    http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/3/0/0/0935003.jpg

  357. obrigado VADER
    vixi entao sera aqueles azulzinho.
    acho que vc ja jogou ace combat:belkan war tem um assim.

    falando pessoal o brasil comprou ou não os PANTSIR?

  358. Eu morro gripeiro, mas, tá otimo os Hornets !

    meus parabéns vão ao poder aéreo, próximo de 500 comentários !!!

    agora to impressionado !

    PARABÉNS EDITORES !! A MAIOR VITÓRIA É A DE VCS E SEU TRABALHO !

    Agora vamos ver se realmente vai vir o tal anúncio final né…

    🙂

  359. Se este contrato for fechado ,em quanto tempo teremos a primeira entrega? Acho que o GDA vai ficar de férias por um tempo ou então serão emprestados alguns F 5 de outros esquadrões.Com relação aos armamentos que acompanham o SH ,a quantidade é pífia.Se conseguirmos integrar o Derby e o Python 4 aí a coisa fica um pouco melhor.

  360. Musashi disse:
    6 de junho de 2013 às 4:15

    Bom dia !

    Para a aprovação do congresso americano é necessário listar o armamento na proposta, assim, as quantidades de misseis e bombas acima listadas estão inclusas na proposta da Boeing, porém não é esse o requisito da FAB.

    Os armamentos serão objeto de um contrato específico.

    Sds
    kaleu

  361. Ah desculpe Rodes ! Só vi seu comentario agora !

    Eu sempre achei que o Gripen era melhor devido ao custo da hora de vôo, e JAMAIS fui rafalista.

    Ainda tenho minhas reservas quanto a transferencia de armamentos, mas, é uma grande vitória para a FAB.

    Será que poderemos instalar nossos próprios mísseis nos Hornet ??

    Pode adaptar ou dependemos de licença ? Ou melhor, tecnicamente os Hornet, seus softwares, aceitam mísseis feitos aqui ??

    Com a palavra, mestres técnicos do blog : Ivan, Bosco e Daltooooooooooooooooooooooooonnnnnnnnnnn !!

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk !!!

    Os Hornet com a estrela da FAB vão ficar muuuito legais, com certeza.

    Nossa nem da para imaginar…

    🙂

  362. CLÓVIS disse:
    6 de junho de 2013 às 11:20
    PÉSSIMA escolha.

    Vejam um comparativo entre o Super Hornet e o Flanker produzido pelos próprios americanos.

    Perdoem a tradução do google.

    F/A-18E/F Super Hornet vs Sukhoi Flanker
    Enviado por Carlos Mangino, sab, 25/05/2013 – 19:28
    Autor: Carlos Mangino
    Dr. Carlo Kopp, MIEEE, MAIAA, Peng

    Clóvis Carlo Kopp não é americano é australiano e um Flankeiro incorrigível, não acredite em tudo que lê na internet, daqui um pouco tá acreditando que a terra é oca, em disco voador, que o homem não foi a lua e que Elvis tá vivo em uma ilha do pacífico … rsrsrsrs

    Abc
    kaleu

  363. Na hipótese de fecharmos este negocio (torço para isso), o que mais me preocupa é o armamento:
    Os americanos nos permitiriam integrar nossos misseis no SH, ou ficaríamos na dependência de seus armamentos?
    Pois sem a integração de armas tupiniquins, teríamos apenas um vetor supersônico com canhão interno!
    A grande vantagem que sempre vi no Gripen, (além do valor hora/voo e de aquisição), é justamente a possibilidade de fabricar misseis para ele ou comprar dos israelenses ou chineses por exemplo.
    Pois mesmo em tempos de paz, é preciso pensar em embargos tecnológicos, pois é isso que acontece com quem é dependente bélicamente de uma nação, e “não dança conforme a musica!” , tem-se vários exemplos disso no mundo a fora.

    Grato.

  364. Bate um desânimo quando começam a falar que guerra só existe com países fronteiriços …. é de dar dó destas almas!

    Pior ainda é dizer que nossos caçadores não são bons ou que não tem capacidade de adequação! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  365. Clóvis,
    O Carlo Kopp é uma autoridade no assunto mas ele tem um defeito, é um Raptorleco incorrigível. Ele é “viúva” do F-22 e acha que o único caça que serve para a Austrália é o dito cujo dinossauro carnívoro miniatura.
    Pra defender essa tese ele desqualifica de F-18 a nave Enterprise passando pelo F-35 e o que mais vier pela frente e pra isso ele usa e abusa de cenário fictícios partindo da conclusão pra formular a sequência de eventos.

  366. Perdão a todos mas so acredito vendo…

    Isto se arrasta desde os anos 90… Parece uma mistura de novela mexicana, com ataque de zumbis e invasão extraterrestre… é cada assunto que vem de não sabemos de onde que não da mais para acreditar em mais nada.

    Se me perguntarem o Sr. acredita em FX ou em disco voador, vou optar por disco voador, pois temos mais provas de sua existencia do que da conclusão do FX :/

    Ja virou piada de mau gosto… E o pior e a lacuna de tempo que teremos entre a desativação do vetor atual e a inclusão do novo ? Isto é mais preocupante ainda…

    Oremos… So nos resta isto ultimamente

  367. Ih…mais um boato… Não entendo o porquê de tanta empolgação! Uma matéria como tantas outras e o pessoal ja dá o programa terminado?! Espera aí pessoal! Só haverá algo encerrado quando houver contrato assinado e a primeira aeronave chegar! No mais continuamos na mesma… a indefinição de sempre e eleições chegando, e o PIB caindo! desculpas mais do que plausíveis para cancelarem o FX-2!

    Sejamos mais realistas, OK?!

    Abraços.

  368. Rapaz, para mim é até notícia velha rsrsrsrsrsrsrs

    Eu moro em Brasília, e conheço uma penca de pessoas que trabalham no governo em diversos setores: ministérios, agências, forças armadas, presidência, senado/camara, tribunais… aliás, aqui no condôminio onde moro só tem servidor público desse tipo de órgãos.

    O que posso falar é que, numa conversa durante umas montagens de plastimodelos lá na Hobby Art, um amigo que é oficial da aeronáutica com seus muitos anos de casa, disse o seguinte:

    SENHORES, o FX já tá decidido, vai ser o F-18. E a razão não é só preço ou essa conversa fiada de transferência de tecnologia, a razão é outra e muito mais simples: a FAB sabe que vai ter aonde recorrer para comprar peças e aviões usados a preços módicos nas próximas decadas. Isso só dá para fazer com o F-18 que já foi vendido a quilos por aí. Já Rafale só a França tem, e Gripen NG ainda é projeto…

    Isso esse nosso amigo nos contou já há alguns meses e não duvidamos dele (afinal, o cara sabe de cada coisa das forças armadas que vocês nem imaginam…).

    E é isso pessoal, não tem muito mesmo para onde correr, será o Super Hornet, o negócio agora é só o tempo e o momento político oportuno para anunciar essa decisão.

    De resto… há alguns que ainda acreditam nos Su-30/35, mas para material russo entrar aqui vai ser duro viu… nego sabe a trabalheira que é manter esse tipo de equipamento, sem falar nas sérias dúvidas de qualidade que o material russo possui…

    Enfim, é isso. Abraços!!!

  369. Ainda não foi anunciada pelo Governo o FX2 !!!
    Então meus caros colegas do Blog vamos aguardar s acontecimentos, vai que a Dilma fica sabendo que estão todos excitado com o possível anúncio da Boeing ! Pronto ela vai acabar suspendendo o FX.

    Mas brincadeira a parte tudo indica que teremos um fim do FX2 até Dezembro de 2013, ou sai novos ou iremos de tampão.

  370. em um ponto de vista de defesa de uma nação, ainda mais nesse mundo que vivemos, a escolha foi muito ruim! Como poderemos nos defender de um Sukhoi Su-35 por exemplo que tem sus capacidades muito melhores do que F/A-18E/F Super Hornet! nosso pais precisa realmente de um reaparelhamento total em sus forças de defesa, nem que por falta de dinheiro seja feita em etapas!

  371. SALDANHA DA GAMA disse:
    6 de junho de 2013 às 11:09

    JEAN concordo com vc, mas se tivermos uma defesa que imponha perdas consideráveis, pensarão 2 ou mais vezes antes de se aventurarem, mais uma coisa discordo de vc, a minha bandeira branca não estará içada não!!mas a baioneta sim!!apontada e direcionada no ventre de quem estiver na frente!
    sds a todos!!

    Também acho que temos que nos defender… o problema é que mesmo esses 36 SH não seria grande coisa pra nossa defesa caso alguma super potência resolvesse nos atacar. O pior é ver gente esbravejando que esse não serve, que não teremos ToT, que vão comer criancinha, que os americanu, são feio, bobu e não vão dar código fonte de mão beijada mas o certo é que ninguém dará, seja Francês, Russo, Zamundano, Banânico ou ET.

    Essa ToT só servirá para jogar o preço lá nas alturas, seja qual caça for.

    E quanto a bandeira branca e içar baioneta… também sou favorável em defender nossas famílias e nossos interesses internos mas se for pra pegar em armas(que é quase impossível devido aos Estatuto do Desarmamento)… melhor usar por empréstimo os armamentos dos donos das bocas de fumo, porque tem muito, de qualidade e que seriam muito mais eficientes que a baioneta que o amigo citou!!!(E como diria o Mário Yamasaki… Vamo pra luta!!!)

  372. Wagner e Fernando,
    Eu não vejo dificuldades em integração de mísseis ar-ar de quinta geração.
    Salvo engano o Hornet e o Super Hornet operam o Python V, o Iris-T e o Asraam.
    Também de cabeça sei que o míssil cruise Taurus está integrado ao F-18.
    Não vejo dificuldade alguma em integração de armas nacionais ao SH se caso vier a ser o escolhido para a FAB.

  373. Essa quantidade de comentários em tão pouco tempo reflete a repercussão do PA + a ansiedade dos entusiastas de plantão. 🙂

    Agora fico imaginando se a Dilmona anunciasse em alto e bom som o SH hoje… Seria mais de 1000 comentários com certeza, e o PA ficaria fora do ar por uns dias… hahahaha

    []’s

  374. SALDANHA DA GAMA disse:
    6 de junho de 2013 às 10:49

    “Caro Jean, eu tb gostaria de ter o Gripen junto ao Vespao!! 1o pela possibilidade de desenvolvermos um caça explêndido, além de fomentarmos empregos altamente técnicos nesta área, teríamos um grande vetor (VESPAO) , mas restrito ao pouso em algumas áreas rudimentares de nosso país (Amazônia) mas poderoso e testado em combate, e o Gripen com a facilidade de pouso nestas áreas, além de podermos equipar o São Paulo com ele! até que tenhamos um NAE moderno e operativo! Com estes 2 quem sabe sonhando utopicamente poderíamos com o conhecimento adquirido fazermos um caça nacional e quem sabe de 5a.geração!.Aos que acham que vivemos em um continente pacífico é so lembrar que somos odiados por todos, pelo nosso tamanho, grandeza, riquezas e que somente nós falamos o Português, por enquanto nos aturam e nos sugam, até acharem que qdo estivermos desprotegidos, se unirão para tentarem abocanhar os territórios que tenham interesse! Portanto se concretizado este negócio e projeto temos que nos felicitarmos, pois, daremos um grande passo e quem sabe o retorno de nosso parque industrial militar! sds a todos e mais uma vez te agradeço POGGIO (em caixa alta mesmo) por liberar a participação de todos democraticamente!! PARABENS AO PODER AÉREO!!!”

    Também gostaria de ver Gripen com SH, até pelo custo de operação!!!

    O Gripen não precisaria deslocar pelo Brasil afora e seria mais como o caça regional, deixando o SH para os locais mais estratégicos, além de operar em pistas críticas para o SH!!!

    Mas como já mencionei… melhor aceitar o SH primeiro, que ainda nem foi oficializado pelo GF e depois ver se vai ter mais SH ou outro vetor!!!

  375. Caramba!

    Como tem viuva de Flanker e Rafalete rangendo o dente.
    Colocaram até um link de um blog argentino onde tem gente que diz que a Reuters mentiu….

    Imagine na hora de confirmar a compra, será que vai ter suicidio em massa?

  376. FERNANDO disse em 6 de junho de 2013 às 12:41:

    Os Hornets legacy e Super Hornets australianos usam o ASRAAM ingleses e os Super Hornets podem usar diversos pods israelenses como os Litening usados pela FAB. Esses já estão integrados, inclusive ao HMCS.

    Quanto aos Piranha e A-Darter, além dos Derby, já tá tudo acertado entre Boeing, Mectron, AEL e Embraer.

    Quem não gostaria de integrar armamento fora dos EUA aos Super Hornet é a Raytheon, a Boeing quer é mais que eles funcionem com tudo e vendam bastante, pro mundo todo. E o lobby da Boeing no Congresso norte americano é mais pesado.

  377. Emmanuel disse:
    6 de junho de 2013 às 12:29
    kaleu…Elvis não tá vivo numa ilha do pacífico????

    Também fiquei chocado quando soube ! 😀

    abc
    kaleu

  378. A propósito do Gripen junto ao SH, num arranjo hi-low, relembro a comunalidade dos turbofans, o que facilita a manutenção e diminui os custos.

  379. Bosco disse:
    6 de junho de 2013 às 12:41

    Corretíssimo Bosco !

    E seja lá o que for pra austrália que não seja o F-22, vai tomar a maior coça do Flanker. Aliás essa é a mesma estratégia usada pelo lobby dos fabricantes (principalmente LM), junto ao congresso americano, para liberação de recursos.

    O Flanker é o “Todo fuderoso” radar de 400km, pode voar acima da estratosfera e dá volta na terra sem tanques sub-alares, i.e. praticamente uma ave de rapina klingon ! 😀

    Sds
    kaleu

  380. O FRL levantou uma questão importante.

    Será que a “eventual” compra dos Super Hornet ficaria só nos 36? E os demais caças para substituir os outros F-5 e A-1?

    Há correntes no governo que defendem a aquisição de um segundo vetor mais barato.

  381. Enquanto releio cada comentário aqui, e já 500… estrondo meus tímpanos com os sons das turbinas do F-18 via YOUTUBE.
    Que beleza!!!

  382. sou fã do SH.. mas não quero contar com ovo no fiofó da galinha, como alguém já disse, agora é só bater na madeira e segurar a figa. rsrs
    ___
    Vader.

    Leia este texto e veja se reconhece alguns comentaristas “Militantes Imaginários” rsrs.

    abraço a todos.

  383. ATENÇÃO : Castanhéde volta a atacar e deixa os rafalistas em polovorosa 😀

    06/06/2013 – 03h30
    Unindo o útil ao agradável

    BRASÍLIA – O anúncio dos novos caças da Aeronáutica, pepino que se arrasta há mais de dez anos, desde FHC, está para sair. A movimentação no governo é intensa, com enorme ansiedade na área militar.

    O ambiente político de hoje é bastante diferente em relação aos anos Lula, quando o relatório técnico da Força Aérea dava o sueco Gripen NG em primeiro lugar, o presidente e o ministro da Defesa só queriam saber do francês Rafale e os pilotos suspiravam inutilmente pelo americano F-18. Muita coisa mudou.

    O Brasil de Lula andava muito amiguinho da França e bastante desconfiado dos EUA, mas Lula se desencantou com Nicolas Sarkozy e Dilma não morre de amores por François Hollande, que votou com o México na disputa pela OMC.

    Diferentemente de Lula, Dilma fez uma guinada em direção aos EUA e prefere uma opção mais técnica e menos política para os caças. Pode unir o útil ao agradável.

    As mudanças também foram na área técnica. Apesar de negar, a Embraer tendia para os Gripen NG, alegando, entre outras coisas, a transferência de tecnologia (o avião, atualização do Gripen original, é desenvolvido com participação de brasileiros). Hoje, porém, a empresa acaba de fechar um contrato para a venda de aeronaves para a Força Aérea norte-americana. Detalhe: se o relatório da FAB era pró-Gripen NG, os olhinhos asiáticos do comandante Saito brilham com os F-18.

    Por fim, há duas pressões de ordem prática para um anúncio já: de um lado, os velhos Mirage da FAB saem definitivamente de operação em dezembro. De outro, o último prazo que o governo brasileiro pediu às empresas para que segurassem as condições do negócio vence em 30 de setembro, pouco antes da ida de Dilma aos EUA –aliás, a única visita de Estado ao país neste ano.

    Ah! Antes que eu me esqueça: a visita de Dilma será em 23 de outubro. No Brasil, vem a ser… o Dia do Aviador. Deve ser coincidência.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/2013/06/1290567-unindo-o-util-ao-agradavel.shtml

  384. Nada a ver. Tudo a ver.

    Já analisaram que estão sendo semeados e protegidos (CIMI, MST, FHC, PT, STF, etc) os conflitos artificiais usando os indígenas “pau-mandados”. Já se vão vinte anos de governantes marxistas agindo no GF e inoculando todos os vícios e rancores possíveis.

    Já observaram o método sendo testado e aprovado na Líbia e agora Síria.

    Que bom que comprem os caças para uma guerra simétrica.

    Mas para uma guerra ASSIMÉTRICA que é o que está para nos afligir, já fomos derrotados. Preparem-se para um novo redesenho do mapa do Brasil. Grato camarada Lula e correlatos.

    Sinto pelo off-topic.

  385. Braziliano disse:
    6 de junho de 2013 às 14:14
    Nada a ver. Tudo a ver.

    Braziliano, é bom que não se esqueçam que nossas FFAAs estão caladas, mas, não mortas … brinquem com isso e verão o que é bom !

    abc
    kaleu

  386. Nick e Pedro Bogaz,

    Me desculpem a demora para responde-los, mas, estou em um ritmo louco de trabalho, só consegui entrar agora.

    Vamos la, essa fonte é super confiável, posso dizer que é um tubarão la do Tio Sam, ele me pediu para não abrir pois poderia atrapalhar o andamento das coisas, acho que ele vai me matar e nunca mais vai me dizer nada, estão discutindo sim algumas ofertas além dos 36, alguma coisa para suprir a carência para a copa (tampões) e pelo que ele disse o governo IMPERIALISTA (rs) pode oferecer navios (será que viria um NAe por aí) e ele comentou algo sobre o avião da presidência também, mas isso eu acho que foi especulação dele.

    O que eu sei meus amigos, é que USAMERICUs quando entram em uma disputa, dificilmente perdem.

    Abs.

  387. Se fossem para termos dois vetores, eu teria comprado o mais barato primeiro. Com a escolha do F-18 SH não vejo tanta necessidade de possuir dois vetores, um LIFT tipo o T-50 e sua versão FA-50 (até por possuírem motores semelhantes) faria esse papel.
    Justificar-se-ia se tivéssemos comprando F-15, ai sim teríamos de possuir um vetor mais barato F-16.
    Acho que foi mais ou menos o que os venezuelanos queriam quando inventaram de comprar J-10, usar um caça mais barato que os Su-30 para o “dia-a-dia”.

  388. “O FRL levantou uma questão importante.

    Será que a “eventual” compra dos Super Hornet ficaria só nos 36? E os demais caças para substituir os outros F-5 e A-1?

    Há correntes no governo que defendem a aquisição de um segundo vetor mais barato”

    Guilherme Poggio, eu pensei numa possível aquisição do KAI-F-50 depois que li aquele notícia sobre a instalação da empresa Coreana no Brasil. E depois veio essa notícia da quase certa vitória do SH.

    Mas é só achismo meu.

    Sds.

  389. R_Cordeiro disse:

    Cordeiro, já tinha visto isso.

    É espantoso. Quando até um esquerdista como Jabor começa a chamar as coisas pelo nome, significa que já há luz no fim do túnel.

    A hora deles tá chegando parceiro.

    Sds.

  390. Pessoal.

    Agora temos chances reais de sair a compra dos caças. Mas não porque a FAB precisa nem por qualquer outro motivo técnico ou nobre.

    É porque já acabaram algumas das obras dos estádios para a Copa do Mundo, e com isso, não há desculpas esfarrapadas para usar dizendo que não tem dinheiro.

  391. Vader,

    Acho inclusive que essa parceria EMBRAER/BOEING, vai gerar um caça nacional no futuro, ou pelo menos uma licença de produção como ja fazem outros países aliados dos EUA, tem tudo pra dar certo.

    Sds.

  392. Vader, sou mais cético.

    acho que depois desta compra (se ela ocorrer de fato) não virá nem palitos de dente para a FAB. (pelo menos neste governo). =/

    espero e muito que vc esteja certo e eu errado.

    sds.

  393. kaleu disse:

    6 de junho de 2013 às 12:20

    Leia mais (Read More): F-X2: Reuters dá como certa a escolha do Super Hornet pelo Brasil | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

    Idem 2!

  394. Caros!

    Bastou a noticia sair que a Catanhede abrir a bola de cristal….kkkkk

    Qdo o assunto é aviação acredito que a maioria dos foristas consultam aqui o PA.

    LoL

  395. Não se assustemo gurizada, que no perigo a bala vem e nós se agachemo.

    Não tá morto quem luta e quem pelêa.

    O Su-35 ainda pode vir e ganhar no relhaço.

    Mas se for para ser o F/A-18 que seja então e que venha logo e seja muito bem aproveitado pela FAB e que nossa indústria aprenda e cresça muito.

  396. Meus parabéns aos editores deste Blog pelas notícias, meus parabéns á FAB pela notícia da decisão e á todos os Brasileiros.
    O Super Hornet é uma ótima escolha, trará segurança estratégica para o Brasil, desenvolvimento, empregos e tecnologia.

    Acima de tudo nos trará capacidade defensiva impressionante para o Brasil, podendo ampliar para a aquisição do Silent Hornet e futuro avião Stealth.
    O Brasil está de parabéns pela escolha técnica. Sds aos colegas do editores e comentaristas.

  397. Valeu pela notícia JapaMan.

    Se for verdade é surpreendente ver que o Governo finalmente esta se mexendo para a questão de segurança. Ainda mais se tivermos tampões já para a COPA.

    E para mim ótimo que venha material americano. Sem ideologias. A tecnologia deles é excelente.

  398. Boa tarde a todos, vou aproveitar este espaço para comentar antes que se feche a cortina de ferro rsrs.

    Vejo ao longo 2 ultimos anos aqui e em outros blogs que a maioria(nao todos) torcem por um caça/aviao/concorrente/pretendente/desclassificado assim como fazem a um time, levando em consideraçao apenas criterios subjetivos como gosto pessoal. Bom, desde meados da década de 90 que eu tenho/tinha grande admiraçao pela aviaçao militar russa, principalmente pela dupla MIG 29/SU 27, li muita coisa a respeito de ambos(na época nao tinhamos internet). Isso me faz torcer/desejar o SU 35 na FAB entao ne ? Nao, definitivamente NAO. Se EU acho o SU 35 mais capaz que o F-18E ou Rafale ? COM CERTEZA ! Mas essa simples preferencia e opiniao,levando em consideraçao apenas o vetor e meu gosto pessoal nao me faz desejá -lo em nossos hangares e defende-lo com unhas e dentes nos fóruns. Eu defendo o que é melhor para o País, e isso inclui muito mais critérios do q o puro desempenho como caça, como perspectiva da relaçao c o país vendedor a longo prazo, condiçoes de negociaçao, custos, offsets, possibilidades de ganho intelectual com negócio, montagem ou nao, fabricaçao quem sabe ? apoio em pleitos internacionais e muitos outros critérios que nem sabemos. Eu defendo a escolha que melhor satisfaz todos esses critérios, qual dos 3 ou ateh dos desclassificados seria entao a minha escolha ? Nao sei, vai muito do Plano Estratégico que o País possui, se quer montar uma industria de defesa como a India ou se quer apenas possuir FAs eficientes na sua funçao adquirindo material de prateleira sem rodeios, como o Chile.
    De todos os 3 finalistas, aos meus olhos vejo todos com desconfiança…
    Particularmente acho q a melhor escolha seria um modelo q:

    1- viesse de um país com tradiçao d negocios c o Brasil e perspectivas favoráveis;

    2- pudesse ser montado/fabricado no Brasil;

    3- fosse possivel a integraçao de armamento nacional;

    4-fosse capaz de cumprir a funçao prevista p os próximos 30 anos;

    5-estivesse em serviço no país de origem nos próximos 30 anos;

    6-não possuisse no país de origem vetores de geraçao superior(utopia);

    7- lembro mais tarde.

    abraço a todos, tenho aula as 15:20

  399. Agradeço aos que responderam as minhas duvidas sobre os armamentos, eu faço uma analogia com minha .380, existem munições fantásticas de origem alemã, americana, russa, israelense e até chinesa, mas posso sempre contar com as ” sempre a disposição CBC made in Brazil”. Na minha humilde e modesta opinião, não adianta ter um jato de caça, (seja ele qual for, e olha que o SH é muito bom) se não produzirmos os armamentos em território nacional, ou ao menos termos uma quantidade de misseis e bombas estocadas, que como já disseram mais acima, faça um provável inimigo pensar muito antes de nos atacar, quando um ataque pode gerar muitas perdas no agressor, este provavelmente não atacara!

  400. excelente a idéia de alguns aqui, será que a KAI poderia fazer aqui mesmo, talvez em parceria com algumas industrias nacionais, o T 50 como um caça-atacante secundário para a FAB ??

    Ficaria bem bacana, vc teria 36 Hornets como caça principal, e aos poucos vai desativando nossos velhos e memoráveis, e muito honrados, F 5 EM e AMX e vai produzindo o T 50 BR aqui mesmo.

    Seria muito interessante uma FAB assim.

    Pq, creio que se a KAI vier, até ela se instalar, já será o momento de desativação dos F5. Seria perfeito.

    F 18 + T 50BR + Super Tucanos e os Awacs da Embraer, poxa, uma força respeitável para a America Latina.

  401. “Acho inclusive que essa parceria EMBRAER/BOEING, vai gerar um caça nacional no futuro, ou pelo menos uma licença de produção como ja fazem outros países aliados dos EUA, tem tudo pra dar certo.”

    Fazendo um exercício louco de futurologia:

    Quando daqui a 15/20 anos o Brasil estiver produzindo o F/A-XX sob licença com boa parte do conteúdo nacional, lembraremos de um praticamente certo acordo feito lá nos idos de 2013, e que começou tudo isso.

    Comi muito Big-Mac prevendo isso?

  402. Guilherme Poggio disse:
    5 de junho de 2013 às 22:46

    Leiam esta explicação do Guilherme Poggio, é bem interessante.

    S_

    EDITADO

  403. Essa escolha do SH pode já sinalizar uma futura compra de SH pela Marinha para substituir os A-4 Skyhawk.

    Agora, uma luta entre os S-30 Venezuelanos e os SH da FAB ia ser bonito de se ver, considerando, é claro, um cenário hipotético em que os S-30 estivessem plenamente operacionais

  404. Rafael M. F. disse:
    6 de junho de 2013 às 15:33
    “Fazendo um exercício louco de futurologia:Quando daqui a 15/20 anos o Brasil estiver produzindo o F/A-XX sob licença com boa parte do conteúdo nacional, lembraremos de um praticamente certo acordo feito lá nos idos de 2013, e que começou tudo isso.”

    Meu caro, não chega a tanto. NINGUÉM participou do programa do “YF-22”, e não será o caso da EMB compartilhar tecnologia de 6ª geração. O JSF foi uma premente necessidade para substituir a frota aliada, daí a flexibilização do programa. O máximo que poderemos conseguir é conceber um treinador a jato com características furtivas.

    Sds.

  405. Imaginem se a boeing resolve transferir a fabricação do super hornet para o Brasil ? Seria maravilhoso, ja que eles vão focar mas no F 35, O Brasil fabricará os aviões se fizer um pedido de no minimo 100 aeronaves, o Brasil aceita e começa produzir os aviões por aqui. Isto pode ser bem possivel, ja que os hornet vão ser substituido e a linha de produção deles nos EUA não esteja tão alta, ou até mesmo no fim. Integração de todos os misseis piranha, MAR 1, A DARTER. Seria ótimo, Depois dos 100 hornet fabricados no Brasil, compraria pelo menos 24 F35, sonhar não custa nada.

  406. Se a notícia se confirmar, parabéns ao Brasil!

    Para chegarem a “final”, as 3 aeronaves atendiam aos requisitos e às necessidades da FAB. O que faltava era escolher qual a aeronave atenderia MAIS às demandas do país (campo político, econômico, psicossocial, etc.

    Os americanos não são anjos (estou adaptando o vocabulário para não dar trabalho ao moderador), mas com eles “vale o que está escrito” (que nem jogo do bicho), portanto ESCREVAM BEM! (para não chorar depois).

    Os franceses não cumprem o que escrevem e assinam e não é de hoje (os argentinos e líbios que o digam)! Portanto, o Rafale dos 3 seria a pior opção.

    Por fim os suecos – a melhor opção para a EMBRAER. Atenderiam bem a logística (leia-se, o A-DATER já está integrado ao Gripen na SAAF), a área operacional (o data link do E-99 é o mesmo, rádios, etc), mas com a Suécia, correriamos o risco de se repetir a história do AMX (ou F-32, como maldosamente eram chamados na FAB – 2x mais caro que o F-16), ou seja, operados apenas por Itália e Brasil. Ainda acho que atenderia melhor a MB, a médio prazo, com o A-12.

    Aos críticos da escolha (ainda não oficial), vale lembrar que hipóstese de conflito regional a médio prazo está localizada no lado do Pacífico (Chile x Peru). A longo prazo, próximos 35 a 40 anos, teremos a partilha da Antártica. E atualmente, neste campo há divergências entre os interesses entre a posição do Brasil (confrontação litoral), contra a de Argentina e Chile e outras potências extra-continentes. Portanto, precisamos e precisaremos de vetores para projetar poder no sexto continente.

    Finalizando, só espero que os sistemas bélicos desenholvidos pela indústria nacional consigam ser integrados a essa robusta aeronave, pois só assim conseguiremos fazer o binônio independência e soberania.

  407. Os EUA não liberam a total capacidade de seus sistemas e os russos fazem o mesmo,Misseis ar-ar e os S-300 tem versões de exportação degradas em relação aos de uso próprio.

  408. sou fã dos sukhoi, mas estou radiante como Brasileiro apaixonado pelo meu país.

    a partir de agora seremos simplesmente a mais poderosa força aérea da américa do sul, é claro que ainda existe carências a ser solucionada no setor de defesa,mas estamos avançando.e digo mais, isso é apenas a ponta de lança do vem por aí.

    O Brasil está costurando essa aliança a muito tempo,talvez seja esse o motivo de tanta demora na escolha dos caças.agora , Brasil e EUA (leia-se Boeing e Embraer) vão implementar acordos mais abrangentes no setor de tecnologia, estamos todos de parabéns.

  409. Prezado cristiano.gr

    Sua mensagem foi editada por se tratar de um impropério e uma mentira. Veja abaixo o que foi dito no horário afirmado pelo senhor.

    Estás com sorte, pois estou sem tempo para tratar de questões menores com esta.

    De qualquer forma, agradeço a leitura cotidiana do blog e a adição de mais um comentário para batermos o recorde.

    _________________________________________________

    Enviado em 05/06/2013 as 22:46 | Em resposta a Justin Case.

    Caro Justin,

    Sua explicação “genérica” sobre código fonte foi muito boa e realmente os americanos são relutantes em alguns aspectos quanto à integração de outros armamentos não controlados por eles.

    Israel, por exemplo, tem brigas homéricas com Washington sobre este assunto. Por este motivo, se algo acontecer em relação a isto, o Brasil ficaria em um seleto grupo de nações favorecidas pelo Tio Sam. Se nós conseguirmos, será uma grande vitória.
    Rejeitar | Responder | Edição rápida | Editar | Histórico | Spam | Lixeira

  410. ok, o F-18 virá. Mas e como ficará a base aérea de Anápolis em dezembro quando os mirage serão retirados de serviço?
    Os suecos poderiam oferecer o Gripen normal enquanto o NG não ficasse pronto e os franceses algum Mirage deles ou de outro país enquanto o Rafale não estivesse disponível.
    Acreditam que a Boeing oferecerá algum avião tampão?
    Abraços
    Tibúrcio Barros

  411. “Meu caro, não chega a tanto. NINGUÉM participou do programa do “YF-22″, e não será o caso da EMB compartilhar tecnologia de 6ª geração. O JSF foi uma premente necessidade para substituir a frota aliada, daí a flexibilização do programa. O máximo que poderemos conseguir é conceber um treinador a jato com características furtivas.”

    Meu caro, não sabemos o dia de amanhã, quanto mais daqui a 15/20 anos!

    O custo de desenvolvimento de uma aeronave Stealth está cada vez mais proibitivo. Não sabemos se mesmo uma nação como os EEUU no futuro terão bala na agulha para bancar o desenvolvimento de tal aeronave sozinhos.

    O F/A-XX virá para substituir o Super Hornet e não o F-35, que estará na metade da vida operacional.

    Hoje interessa aos americanos um Brasil adequadamente equipado, militarmente falando. Assim recursos destinados para o Atlântico Sul serão liberados para a Ásia/Oriente Médio, em particular na Ásia, onde o Dragão começa a abrir sua mandíbula.

    Talvez a altamente provável escolha do F/A-18E/F seja hoje o embrião de um acordo muito maior. E me arrisco a envolver o F/A-XX nisso.

    Ou talvez eu tenha abusado da Coca-Cola hoje…

  412. Acho que em aquisições futuras a FAB deve optar pelos silent hornets para missões que requerem maior descrição operacional.

    quanto a novas armas, o Brasil deve investir nelas e em sua integração ao magnífico (e bonito) caça.

  413. Também acho que vem surpresa boa por ai, não só a compra como tambem, ser transferido boa parte da fabricação deste caça ao Brasil.

  414. Hoje interessa aos americanos um Brasil adequadamente equipado, militarmente falando. Assim recursos destinados para o Atlântico Sul serão liberados para a Ásia/Oriente Médio, em particular na Ásia, onde o Dragão começa a abrir sua mandíbula.

    Talvez a altamente provável escolha do F/A-18E/F seja hoje o embrião de um acordo muito maior. E me arrisco a envolver o F/A-XX nisso.

    Caro Rafael M.F
    Concordo plenamente com as suas palavras,e digo mais. os EUA precisam de um parceiro como o Brasil rico ,com o poder aquisitivo de sua população crescendo e em desenvolvimento.para comprar e compartilhar suas tecnologias., além do mais temos petróleo enfim as economias se completam e os interesses convergem mais do que divergem.

  415. Será o fim de uma espera angustiante para a FAB!. Mais com dito antes.. ganhou o Rafale e depois…Só vendo para crê.

  416. O F 18 é um caça naval certo? Por ele ser naval o seu custo de projeto e fabricação e manutenção não são mais caros do que um caça que é somente operado em terra? Cito o trem de pouso reforçado,o gancho de parada,a estrutura reforçada,as asas dobráveis.Se ele não fosse um caça naval será que faria muita diferença no seu preço? Abs.

  417. Parabéns FAB, se for concretizada essa escolha.

    Entretanto, temos que analisar a situação com muita calma. A possível produção no país pode não ser tão importante quanto a capacidade de integração de aviônicos, sistemas e armamentos nacionais, isso para mim o mais importante.

    A transferência da produção do F-18 para o Brasil, por causa do F-35, é remota . Só para lembrar a Boeing tem participação minoritária no F-35, cabendo a Lockheed a maior parte dos trabalhos.

    Outro ponto que li aqui. A USAF NÃO vai substituir os C-130-30J pelos KC-390.

    Podemos esperar sim, a AEL montando os MFD de tela larga nos cockpits dos caças brasileiros, manutenção das turbinas GE em território nacional pela CELMA, ToT na área de manutenção estrutural, intercâmbios de tecnologias e desenvolvimento de projetos conjuntos no futuro.

    O que deveria ser discutido: a produção com a ToT de computadores de missão (possivelmente pela AEL) e o mais importante na minha opinião domínio do radar AN/APG-79 AESA.

    Ainda sobre o pacote de armamentos oferecidos, os AIM-9M e AGM-88B estão defasados. Só compraria se fosse para fazer engenharia reversa comparando com MAA-1B e MAR-1, respectivamente.

    Sobre o radar, nem os EUA estão dominando a fera ainda. Aliás, pasmem, o F-18 não é considerado totalmente operacional pela USN.

    Vejam o link, abram o tópico relativo ao F-18, em Navy Programs:

    http://www.dote.osd.mil/pub/reports/FY2012/

    E tenho dito!.

    Parabéns aos editores do Blog que leio diariamente desde que era apena Poder Naval, além de ser assinante desde o início da circulação das revistas Forças de Defesa.

  418. Mera correção de rota: alguns colegas estão argumentando em torno do Hornet, enquanto a notícia cita o Super Hornet e outros comentam sobre a sua versão naval.

    Qual a verdadeira possibilidade? Descarto o Hornet e a versão naval.

  419. Aldo Ghisolfi disse:
    6 de junho de 2013 às 17:58

    Aldo, o Super Hornet é um caça naval de nascimento! Mas que pode ser suado em bases em terra também, sem problemas! Sobre comentarem sobre o Hornet, é uma possibilidade se ele vir como tampão, até a chegada nos novos.

    FERNANDO disse:
    6 de junho de 2013 às 17:10

    Fernando, em tese sim, mas você tem de ver outra coisa: a escala!!!! Os Super Hornets já tem mais de 400 aviões produzidos, se não me engano, e isso reduz bastante o valor dele. Para a USN por exemplo, o último lote saiu por $ 55 milhões, bem mais barato que muito caça concorrente por aí…

  420. Caro Aldo Ghisolfi,

    O Hornet é o caça F-18 versão de “A” até “D”. Do mesmo a Boeing desenvolveu a versão “E”, “F” e “G” que teve a célula modificada tornando o mesmo um novo caça, recebendo a designação Super Hornet. Ambos são navais, ambos operados pela US Navy. Tanto o Hornet como o Super Hornet são usados por algumas Forças Aéreas, como a do Canadá, Austrália, Espanha e Finlandia.

    []’s

  421. Andeas e Nick:

    Muito obrigado pela explicação; mas em termos de FAB, de qual deles falamos?

    Evidentemente, pelo que disse o Nick, o SH é superior tecnicamente ao Hornet e que, se formos realmente adquirir o vetor da Boeing estamos esperando o SH em sua mais nova versão. É isso aí?

  422. Caro Aldo,

    A versão oferecida é o Block II do Super Hornet, mas que devido aos atrasos, talvez acabe recebendo alguns incrementos da versão International Road Map ( Casulos furtivos, Painel único, IRST, MAWS e recursos.)

    Muito se fala do Hornet, como uma forma de o GDA não ficar desguarnecido enquanto não houver a entrega dos Super Hornet, que mesmo que assinando o contrato ainda em 2013, demoraria mais 2/3 anos para começar a entregar o caça.

    Seria um caça para cobrir a desativação dos M-2000 até a chegada dos Super Hornet. Mas talvez os EUA cedam os SH da US Navy para isso, quem sabe. 🙂

    []’s

  423. Off topic total; Mestre Vader, informação de cocheira:

    Todos os estoques de calçinhas vermelhas com tarjas do partidão estão esgotados no comercio, segundo “fuentes” houve um rasga c……….u coletivo no site defesa marciana….

    Grande abraço

    PS estamos sorteando cadeiras cativas para assistir ao hara kiri coletivo de todos os esquerdopatas neuróticos

  424. Feito Nick. Não estava entendo era a situação tampão dos Hornets pela desativação do M2000. Tudo claro, faço votos que venham logo.

  425. Nick, quanto aos Hornetampax, haveria cerca de 1 dúzia em algum estoque?

    Dependendo do sucesso destes, poderemos ter um Hi-Low de Hornets e S. Hornets! Brincadeira!

  426. Caro asbueno,

    Só consigo imaginar o SH tampax, com alguma boa vontade da US Navy. O Hornet talvez os do Canadá, mas não tem disponibilidade imediata.

    []’s

  427. Guilherme Poggio:

    Só o que quiz dizer é que se Israel, que tem como seu principal defensor e aliado os Estados Unidos tem brigas e problemas quanto a integração de armamento não americano, imaginem o Brasil que chances tem de ter êxito nesse assunto.

    Postar que é impropério e uma mentira apagando o comentário faz com que as pessoas leiam essas palavras que não existiram e tirem conclusões erradas a respeito do que poderia estar escrito por mim. Seria mais elegante não usar tais palavras afinal impropério significa “comportamento, discurso ofensivo e injurioso destinado a ofender alguém” e isso não ocorreu nem tampouco coloquei nenhuma mentira, pois meu comentário é baseado na leitura que faço da mídia televisiva, impresa e on-line, principalmente de fonte americana.

  428. andreas disse:
    6 de junho de 2013 às 18:43

    Andreas, corrija seus alfarrábios: já são mais de SEISCENTOS Super Hornet´s encomendados.

    Se se somar os Hornet´s aos Super Hornet´s, são quase 2.000!

    ________________

    Nick disse:
    6 de junho de 2013 às 19:51

    Nick, apenas uma correção: o Super Hornet é usado apenas pelos EUA e Austrália, embora tenha boas chances no Canadá, e esteja quase acertado para o Brasil (digo quase por força do hábito: pra mim já está fechado).

    O Hornet sim é utilizado nos EUA, Malásia, Espanha, Kuwait, Finlândia, Suíça, e Canadá.

    _________________

    Aldo Ghisolfi disse:
    6 de junho de 2013 às 20:46

    Aldo, o Boeing F/A-18E-F Super Hornet é uma aeronave muito diferente e muito superior ao McDonnel-Douglas/Northrop F/A-18A-B-C-D.

    Na prática utilizam airframes parecidos, e as semelhanças param aí.

    Saudações a todos.

  429. juarezmartinez disse:
    6 de junho de 2013 às 21:27

    Juarez, queria ser uma mosca para entrar lá e poder ler os lamúrios, choros e rasgações gerais da corja esquerdofrênica, capitaneada pelo nosso Príncipe dos Trolls, o multifamoso “jornalista especializado”, kkkkkk…

    Sds.

  430. juarezmartinez disse:
    6 de junho de 2013 às 21:27

    Juarez….. temos que lembrá-los que “Jezuíz tava vendo tudo”….. como eles gostavam de fazer gracinha…..

    Faço questão de levar a “champagne” para assistir este evento de haraquirí coletivo !

    Sds.

  431. Só o que quiz dizer é que se Israel, que tem como seu principal defensor e aliado os Estados Unidos tem brigas e problemas quanto a integração de armamento não americano, imaginem o Brasil que chances tem de ter êxito nesse assunto.

    Prezado cristiano.gr

    A minha interpretação do seu comentário é que aquelas palavras que você postou tinham sido escritas por mim e que na verdade eu não escrevi nada daquilo (por este motivo classifiquei como impropério).

    Agora, com este seu comentário imagino que você tenha escrito algo em um contexto diferente e não me acusando daquelas palavras. Se a primeira interpretação minha estiver errada, por favor aceite minhas desculpas.

    Abrs

  432. Bom dia a todos!
    Nada como um dia após o outro . Aguardando boas novas e na contagem regressiva para o pouso do primeiro SH (mesmo que usado de tampão) em terras brasileiras !!!

  433. Vader disse:
    6 de junho de 2013 às 23:26

    Muito obrigado Vader, não tinha mesmo certeza de quantos SH já foram produzidos, e você até já respondeu pro Nick a pergunta que iria mesmo te fazer agora de manhã, sobre quem já operava o SH, além do próprio EUA e Austrália, que já sabia. Interessante isso: podemos ser o primeiro país, fora de aliados tradicionais como Austrália e Canadá, a ter o Vespão. Tomara mesmo que esse anúncio chegue logo e de uma vez por todas!

    Meu sonho é que no futuro tenhamos em torno de 72 Super Hornets, e, quem sabe, por que não mais uns 36 F-35? Aí estaríamos muito bem!!!

    Grande abraço Vader!

  434. Vader:

    Sim, o F/A-18E-F Super Hornet é superior e diferente em relação ao que mencionastes, por isso sempre me referi a ele como SH. Acho que é o melhor vetor dentre os concorrentes, principalmente pela abertura que poderá nos proporcionar com os EEUU em termos de reposição de armamentos, inclusive para a MB.

  435. Caro Vader,

    Realmente eu não fui muito claro. O que eu queria dizer era que entre o F-18 Hornet (A até D) e o F-18 Super Hornet (E até G)

    US Navy, Austrália, Canadá, Espanha e Finlândia são usuários desse caça, ou caças. 🙂

    []’s

  436. Quem é esse cara de quem vcs estão falando afinal ??

    Sempre vejo comentários sobre ele, jornalista da onde ?

    🙂

  437. É mesmo! Quem é o tal jornalista especializado e que forum marciano é esse?

    Quero ir lá para rir um pouquinho…

  438. Wagner disse:
    7 de junho de 2013 às 13:24

    Rafael M. F. disse:
    7 de junho de 2013 às 13:58

    Wagner e Rafael, somos 3! A anos tento descobrir quem é o sujeito, mas nunca descobri… Alguém pode ajudar essas pobres almas desinformadas? Os editores tem nossos e-mails mesmo, queria saber quem é, e o que ele fala… Vader, Tireless, tirem a gente da ignorância!!! 😀

  439. Peço perdão, depois que postei vi que a mensagem ficou bem dúbia… Peço ajuda aos editores, por ter nossos e-mails, e também ao Vader e HMS Tireless, por serem os últimos que citaram o tal jornalista. Mas se alguém mais souber e puder informar os “perdidos”, agradeço! 😉

  440. Prezados, minha vontade sincera era botar a boca no trombone e queimar o filme (mais?) do vagabundo salafrário. O mais completo e absoluto mentiroso sem-vergonha que jamais se viu; um ser que teve o cérebro totalmente carcomido pela esquerdopatia. Um vendido, a soldo de interesses maiores.

    Mas trata-se de uma entidade de valor tão reles, que é melhor que seu nome pereça no esquecimento.

  441. Ah, sabe como é né, Vader? Como disse o Rafael M. F., a gente queria dar uma risadas também, hehehe. Você normalmente até o cita de maneira séria, é verdade, mas os outros que conhecem e citam ele, o fazem geralmente caindo na risada! Mas beleza!

    Agora, mudando de assunto: você pensa em reativar seu Blog algum dia? Ele era muito bom, leitura obrigatória junto com a trilogia Blog aqui! Foi uma pena quando você desativou ele, vi os motivos que você expôs á época, e sei como deve ser, mas ele era muito bom mesmo!

  442. andreas disse:
    7 de junho de 2013 às 16:30

    Andreas, vontade não falta, mas falta tempo.

    Não sei, andei pensando umas coisas aí, quem sabe…

  443. Realmente essa notícia é tão ansiosamente esperada e auspiciosa que pra mim fica até difícil comentar.

    Não tenho a menor dúvida, hoje, que essa é a melhor solução para o F-X2, inclusive no que diz respeito à integração do vetor escolhido à FAB..

    Olhando por este lado, acho que a seleção do F-18SH e da BOEING se reveste de um aspecto particularmente importante, que é o relacionado à formação dos profissionais que irão operar esta tremenda máquina – friso que não podemos cometer o erro primário (tipo Galvanica e Buenamente difundido nesfte paif) de considerar “apenas” os pilotos nessa equação, pois mais do que nunca esse é um ofício para uma equipe complexa, trabalhando em unissono, com um cenário extremamente variável, começando pelas dimeñsões de nosso território.e passando, necessariamente, pelo domínio tecnologico local.

    Muito se falou (inclusive acima) a respeito da qualidade do piloto brasileiro e de uma comparação com seus colegas, principalmente latino americanos. Bem nessa comparação entram fatores ideológicos, psicopáticos, “extraPaTicos” etc e tal, MAS não esqueçamos que também há critérios objetivos e concretos que podem e devem ser devidamente considerados neste cotejo

    Vou destacar apenas um dos principais destes fatores objetivos: desafio qq um demonstrar que não há uma preocupação do BRASIL/FAB em prover meios para treinamento. Estão aí principalmente os T-27, sucesso absoluto em uma porrada de paises, fabricado sob licença na Inglaterra e utilizado até pelos franceses. Dezenas de paises.

    Bem, para encurtar o papo, e deixar alguns Mau(KKKKKK) humorados, a parceria EMBRAER/BOEING com seu novo treinador/lift stealth será IMBATÍVEL, inclusive talvez até tenhamos tempo de utiliza-lo para preparar alguns novos pilotos para o F-18SH, daqui há uns bons pares de anos.

    E para completar, apenas para aqueles que sabem que ToT NÂO significa que estejamos querendo uma transferencia total, mas sim uma transferencia da tecnologia que consigamos absorver: em meu ponto de vista além de atender uma necessidade premente, operacional, de nossa aviação, essa proposta vencedora (espero que SIM!), é aquela que preve a melhor ToT, propiciando meios para uma evolução enorme em nosso ambiente tecnologico.Espero que possamos aproveitar essa chance única.

    Parabéns BRASIL.

  444. Várias foram as vezes em que o Brasil deixou passar o bonde da história não aproveitando a oportunidade que se lhe apresentava como, por exemplo, a oferta de parceria para desenvolvimento conjunto do novo stealth russo, aproveitado pela Índia, e mesmo da oferta sueca (SAAB) para o desenvolvimento do Grippen NG, aproveitado de forma diferente pela Suíça.
    Agora, mais uma vez, a oportunidade bateu a porta. Não podemos mais desperdiçar. É uma excelente proposta num momento interessante para ambos os países – EUA e Brasil – com implicações muito mais abrangentes do que uma simples venda. Trata-se da possibilidade real de uma parceria estratégica de verdade porque é do interesse dos americanos ter o Brasil como verdadeiro aliado no Atlântico Sul e América do Sul, esta última devido a algumas instabilidades como Venezuela, Bolívia, Equador, Argentina, FARCs, etc, e o primeiro pela proximidade da África, ameaças russas de presença constante com SSBNs, o futuro da Antártida, enfim, geopolítica.
    A presidente Dilma, contra todas as acusações do PSDB e seus aliados, de que ela estará gastando alguns bilhões de dólares num momento em que a economia exige contenção de despesas, tem a dizer que esse gasto já foi protelado demais, já passou da hora, terria que ter acontecida há mais de dez anos atrás, que os caças que protegem o planalto central param no final do ano e que Brasília, Goiânia, Anápolis e todo um raio maior vai ficar vulnerável até a chegada dos aviões que estão sendo comprados agora. E não tem muito o que fazer, se deslocar aviões de outras bases, descobrem estas. A assinatura desta compra é inadiável.
    E a partir deste acordo, estão abertas as possibilidades de termos novos equipamentos para a Marinha e para o Exército, novos ou usados com garantia.
    Parabéns a todos os Vaderistas!

    Abraços
    GUPPY

  445. “Prezados, minha vontade sincera era botar a boca no trombone e queimar o filme (mais?) do vagabundo salafrário. O mais completo e absoluto mentiroso sem-vergonha que jamais se viu; um ser que teve o cérebro totalmente carcomido pela esquerdopatia. Um vendido, a soldo de interesses maiores.

    Mas trata-se de uma entidade de valor tão reles, que é melhor que seu nome pereça no esquecimento.”

    Andei olhando uns posts anteriores do Rafale, e li brigas homéricas entre o saudoso ZE e um outro sujeito que diziam ter 3 nicks, entre eles um tal de “Ilya Erehnburg”

    Acho que esse é “the guy”

    ZE, se estiver lendo isso, aquele abraço!

  446. Rafael M. F. disse:
    8 de junho de 2013 às 13:13

    Não é…… a pessoa a que estás se referindo é o Carlos Mathias ou Caveirão ou Ilya Erehnburg !

    Sds.

  447. Quando falo de sistemas embarcados, Voo, Comunicação, Radar e Armas e integração dos mesmo quem tem que deter esta tecnologia e A FAB e as forças armadas, a transferência destes sistemas não pode ser unicamente a para EMBRAER, A Parte virtualmente falando tem que ser um domínio de todas as forças armadas e principalmente FAB nunca com uma empresa privada.
    FAB deveria usar sua imensa estrutura que na verdade funcional como um imenso absorvedor de recursos financeiros uma verdadeira fabrica de consumir autos investimentos da força sem nenhum retorno em nacionalização ou ganho tecnológico de ponta.
    A FAB com tantos recursos ja deveria ter um centro de excelência para desenvolvimento de sistemas embarcados, isso seria pelo menos por a FAB para trabalhar em algo objetivo que traga grande ganho a nação coisa que a FAB não apresentou nada ate hoje a não ser consumir bilhões em montagem de aviões onde não detemos nada da tecnologia nem nossa autonomia temos.

  448. ITA e INPE se especializaram em consumir imensos recursos para muito mas muito pouco ganho tecnológico, estudos investimento mas ganho mesmo quase nada.
    Brasil precisa urgentemente focar no desenvolvimento de software e sistemas embarcados.
    A FAB nunca se preocupou ou teve competência para isso preferindo usar a EMBRAER para isso, Tudo deveria ser repensado e criar um centro estratégico para estes desenvolvimento Unindo as 3 forças, Bem que a FAB deveria ser este centro mas por incompetência o certo hoje e as 3 forças.
    A Derivação deste sistema seriam usados nas 3 forças avião, carros de combate, navios e sistemas de míssil para todos.
    O transferência de tecnologia de Voo, radar, comunicação e armas e integração do sistemas serve pra tudo.
    Este e o Foco do BRASIL se em uma futuro próximos, médio e a longo prazo e queremos autonomia este e o único caminho.
    Investir e nós mesmos, iniciando com os desenvolvimentos dos sistemas embarcados..
    O resto e conversa fiada de dominador

  449. Vocês vejam o que é o desespero do cidadão melindrado com a vitória do melhor do FX2 (Super Hornet), em detrimento da jaca podre de 150 milhões de euros francesa:

    – A FAB, o INPE, o ITA, tudo é um imenso sorvedouro de recursos que não servem para nada.

    Cidadão, sem a FAB, o INPE e o ITA não existiria aviação no Brasil.

    Portanto dobre sua língua antes de falar sandices como essa.

  450. Vader sou de São José dos Campos conheço aquilo muito, quando falo que realmente o que foi investido foi rio de dinheiro perdido foi mesmo, conheço o CTA , Inpe e ITA desde garoto Hoje tenho 52 anos.
    ITA em temos de ensino 10 mas em termos de desenvolvimento real sempre trabalhou em cima da Embraer após sua privatização ficou totalmente perdido.
    Sem foco agora talvez começamos a colher algo com os novos desenvolvimentos atuais, misseis e outros projetos mas ate 2 ou 3 anos atrás nada proveito, a maioria que saiu do ITA foi para o Exterior os bons claro.
    Quanto aos desenvolvimento feito ate hoje pela FAB em São José AMX zero ganho rio de dinheiro gasto.
    Estrutura fantástica mas o pessoal da FAB preferi ficar subjugada aos americanos e não desenvolve nada que preste, a marinha com muito menos estrutura e recursos conseguir fazer muito mais por esta nação que a FAB.
    FAB , INPE e CTA tem que ser totalmente reformulados e os recursos redefinidos enxugar e realmente fluir investimentos em ganho de tecnologia e domínio da tecnologia, Embraer não poder ser o foco de tudo uma empresa privada onde seus interesse não são os mesmos da nação, FAB vergonha

  451. Dobrar a língua pra falar de uma Força armada onde andam de salto alto tamanho e o ego deste pessoal, e o que interessa e nossa defesa e segurança e no desenvolvimento tecnologia, coisa que a FAB foi inútil o que temos foi comprado e implantado por outra nação não precisaríamos de tamanha estrutura para o que temos hoje nem o rio de dinheiro gasto.
    Vejo que tudo isso pode ser aproveitado em pro da nação pois o desenvolvimento tecnológico necessário hoje não refletira apenas na FAB mas em muitos setores da indústria de nosso pais, FAB trabalhando errado como esta o PAIS PERDE MUITO MAIS DO QUE VOCÊ IMAGINA, no seu mundo de militar mau pago, com mau armamentos, com mau capacidade, quem perde mesmo com isso e a nação o BRASIL.

  452. Quanto a vitória de quem que seja no FX- seja de quem for, não me interessa,(f-18, Rafale, Gripen ou seja quem for) pra isso a tão poderosa FAB assinou em baixo dos concorrentes que estão nesta concorrência e qualquer um que ganhar a FAB vai ter tudo que esta na concorrência.
    Transferência de tecnologia, de sistemas de voo,radar. comunicação e armas e a integração.
    Então meu caro penso em BRASIL se por magica os americanos nós transferir tecnologia desde sistema A FAB não fez mais que sua Obrigação, Mas como tudo que a FAB faz ganho zero de tecnologia, não sei se e mais fácil acreditar em Papai Noel que nos americanos.
    Como sempre a FAB paga pra ver como nosso dinheiro e nosso desenvolvimento nacional, BRASIL tem que acabar com esta palhaçada e colocar a FAB em seu lugar e cobrar resultados objetivos e concretos chega de porcaria.

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