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O futuro dos pilotos de caça da FAB, se não houver pressão para decidir o F-X2

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Portões Abertos - BASP 70 anos - foto 6 Poder Aéreo - Nunão

Faça a sua parte! Se você quer ajudar a pressionar, assine a petição para uma decisão imediata do programa F-X2 e divulgue!

Ano após ano, novas desculpas têm adiado uma decisão do programa F-X2, que visa a aquisição novos caças para a Força Aérea Brasileira. O próprio ministro da Defesa, apesar de destacar a urgência de uma decisão, diz não ter “bola de cristal” para dar um posicionamento mais claro sobre o assunto.

O primeiro quadrimestre deste ano está acabando e nada. Será que 2013 será mais um ano de desculpas para continuar adiando uma necessidade urgente?

As décadas de serviço dos caças atuais, mesmo com a maior parte tendo passado por modernizações recentes, vão cobrar seu preço nos próximos anos. Sem uma decisão do F-X2, a Aviação de Caça da FAB pode simplesmente acabar ou ficar à mercê de soluções paliativas que, pela sua repetição, podem sair até mais caras para o bolso do contribuinte. E sem o mesmo benefício para a nossa defesa.

Clique no link abaixo para assinar a petição para que o Governo Brasileiro tome uma decisão imediata sobre o programa F-X2:

Se a lista de assinaturas alcançar um número expressivo vamos encaminhar para a Frente Parlamentar de Defesa Nacional. Estamos fazendo a nossa parte, divulgando periodicamente o link para a petição aqui no Poder Aéreo. Divulgue você também na mídias sociais e para os seus contatos!

15 COMMENTS

  1. Que é isso Nunão, pelo amor de Deus, isso não!!
    Essa imagem apesar de singela, seria futuramente uma tragédia para nossos pilotos ou os veriamos dentro de um Caravan!

  2. Pode ser o futuro? Sinto muito, mas ja e, ou melhor dito ja era. Aviação de Caça da FAB, a mesma que operou o Xavante ate quase cair aos pedaços, e hoje em pleno 2013 opera um caça projetado antes da guerra do Vietnam? O problema é o qual já conhecemos. Infelizmente o Brasil, fora raras exceções, como nós no blog por exemplo, não quer nem saber de defesa. Futebol, samba, funk, pagode e cerveja sao as paixões nacionais. Sou brasileiro, não quero meter o pau não, mas a dura verdade e essa meso.

  3. Aproveitando:

    Há quem diga que ainda são poucas as assinaturas (e são, estamos nos aproximando de apenas 5.000), mas uma coisa é certa: com divulgação, o ritmo aumenta e bastante.

    Antes de publicar esse “post” para reativar a campanha, o ritmo de assinaturas havia caído para uma a cada meia hora, uma hora, como resquício dos posts já divulgados.

    Foi colocar este aqui no ar e o ritmo já começou a crescer, com uma a cada minuto ou dois.

    Por isso a divulgação de quem frequenta este espaço é fundamental. Apenas uma parcela pequena dos leitores clicou no link da petição. É claro, assinar ou não é uma decisão de cada um, mas há muito potencial para divulgar e crescer em assinaturas.

  4. A campanha está lançada. Fizemos a nossa parte.

    Agora cabe aos leitores decidirem se assinam ou não. Isto de certa forma mostrará o interesse do povo brasileiro no assunto.

    Se o número de assinaturas for baixo, paciência! Isto também é um resultado. Mostra que o brasileiro “não está nem aí” para a questão.

    Depois não reclamem se o Brasil não tiver caças. Fomos “nós” que decidimos não nos manifestar.

  5. Já assinei. Todos aqui têm feito a sua parte. Mas as perspectivas não me parecem boas. Os índices econômicos mais evidentes: Inflação, PIB, Dívida Pública, Confiança do Consumidor, IDH, Alfabetização Funcional, estão em patamares (muito) desfavoráveis.

    Sem partidarização ou ativismo partidário, ideológico, ou o que quer que seja nessa linha, o atual governo é uma enorme tragédia. Desgovernado, desplanejado, despreparado, nada convergente, pelo contrário, com a imagem “gerencial” que tentam imprimir à sua mandatária, esta um primor de deselegância e incompetência.

    A situação não é boa hoje e em um futuro próximo na economia. E agora aproximam-se as principais eleições majoritárias: presidente/governador. A idéia do establishment em Brasília é uma só: REELEIÇÃO.

    Não vão dar um passo ou uma intenção de passo em nada duvidoso, rumuroso, que possa causar torpor ou que possa ser utilizado em seu desfavor. Sem contar com uma possível interpretação restritiva – à luz da LRF – no que toque à transferência de obrigações financeiras em finais de mandatos… O governo poderá se fiar nisso, como, aliás, FHC e Lula o fizeram, para não decidir os Fx’s

    A mensagem que quero dar é clara.

    Dirão “eles”: “_Antes a FAB no chão do que nós…”

  6. Vader, ainda acho a imagem bela, embora a estejamos usando para finalidades mais práticas.

    Aliás, o pensamento prático também vem sendo aplicado pelo dono do brinquedo que é puxado em eventos da FAB pelo Brasil.

    De pouco menos de dois anos para cá (a foto é da comemoração dos 70 anos da BASP em setembro de 2011) o “carrinho F-5” da foto já foi modernizado! Ganhou adesivos no formato de telas multifunção e pintura em cinza e verde dos F-5M da FAB!

  7. Mais um fator que pode (ou não) atrapalhar o FX-2:

    Valor, 30/04

    Ação europeia na OMC contra Azevedo ameaça parcerias estratégicas com Brasil

    (…)

    “Sabemos agora quem são nossos amigos na Europa”, comentou, reservadamente, um integrante do governo que acompanha de perto as negociações para a sucessão do francês Pascal Lamy, cujo mandato acaba em agosto. Uma autoridade brasileira chegou a lembrar, ao Valor, que os países europeus com maior resistência à candidatura brasileira são, exatamente, os três com interesses em negócios na área de defesa com o Brasil: França, Inglaterra e Suécia.

    Os suecos e franceses disputam o fornecimento de caças para a Força Aérea Brasileira, e os britânicos negociam o fornecimento de fragatas para a patrulha do litoral brasileiro, negócio calculado em US$ 4,5 bilhões. O maior programa na área de defesa, atualmente, é o da construção de submarinos, com a França.

    (…)

    http://www.fab.mil.br/portal/capa/index.php?page=notimp

  8. Reino Unido e França fazem campanha na OMC contra o candidato do Brasil

    Autor(es): Por Assis Moreira
    Valor Econômico – 29/04/2013

    (…)
    Os governos do Reino Unido e da França, países que têm parceria estratégica com o Brasil, lideram uma dura campanha para a União Europeia (UE) não apoiar o candidato brasileiro Roberto Azevedo ao posto de diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), conforme o Valor apurou.

    Para analistas, esse tipo de ação só poderá ser revertido com uma atuação incisiva da presidente Dilma Rousseff esta semana. O Brasil tem parceria estratégica com a União Europeia como um todo, e individualmente com Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal.
    (…)

    (…)
    Azevedo tem boa margem de apoio no bloco comunitário, segundo diferentes fontes. No entanto, o governo conservador de David Cameron, no Reino Unido, e o socialista de François Hollande, na França, não só fazem campanha dura contra o Brasil nos bastidores, como já conseguiram virar o jogo na semana passada, quando os europeus discutiam sobre quem votariam na segunda rodada de disputa na OMC.
    (…)

    (…)
    Para certas fontes, nesse cenário vale indagar para que servem as “parcerias estratégicas” com os europeus, e se são apenas fumaça diplomática. Parceria estratégica significa, por exemplo, compartilhar visões, valores e objetivos na governança global. O México tem o mesmo tipo de aliança com a UE.

    As mesmas fontes consideram que Dilma pode, no mínimo, frear a campanha contra Azevedo, telefonando para líderes europeus, principalmente para Cameron e Hollande, que publicamente colocam nas alturas o clima de entendimento bilateral sobre vários temas da governança global.

    Aparentemente, o Reino Unido vê no candidato mexicano alguém capaz de levar para a OMC a agenda de liberalização da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – clube de países ricos, do qual o México é membro e tem a direção-geral -, o que explicaria a reação britânica, nos bastidores, contra o candidato brasileiro. Já a França, protecionista agrícola, teme a posição liberal brasileira nesse setor. Outros países que votaram por Blanco têm resistência menor ao Brasil.
    (…)

    https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/4/29/reino-unido-e-franca-fazem-campanha-na-omc-contra-o-candidato-do-brasil

  9. Interessante modelo para a FAB : pequeno, escapa aos radares. Muito Agil capaz de confundir misseis inimigos. Produção barata, manutenção fácil e hora de vôo muito barata.

    Acredito que seja um modelo promissor para a FAB.

    Ass : ” OS EXPERTS DO GOVERNO”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk !!!! 🙂

  10. Caros Amigos do Poder Aéreo e demais blogueiros

    Novamente, parabéns pela iniciativa e apoio à necessidade de decisão sobre o Projeto F-X2.
    Nosso País – Povo e governantes – precisa entender que a segurança é um bem tão importante quanto as iniciativas sociais, desenvolvimentistas etc …..
    A segurança é o que proporciona que o caminho para as demais conquistas não será impedido por interesses e ameaças externos.
    Infelizmente, alguns ainda não entenderam isso, e tratam quase que jocosamente o assunto, com base em recalques passados e ideologias ultrapassadas.

  11. Um tema de tamanha relevância ou ao menos deveria ser estamos a pouco tempo de sediarmos competições internacionais olimpíadas copa do mundo e não temos se quer nossa força aérea em condições dignas de atuação. Sera que não seria o caso de repensarmos essa mau fadada modernização de nossa poder aéreo adiamos a anos esse aparelhamento. Até quando vamos tolerar a inercia de lideres sem comprometimento real com a nação,sera que não estamos pensando pequeno diante da situação. Se não podemos adquirir tais aviões então que se monte um projeto e construa-os aqui pois não creio que nossa engenharia seja incapaz,porem somos vitimas do desinteresse de nossos lideres em ver o brasil como um forte protagonista no cenário internacional.Chega do brasil ser um mero coadjuvante.

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