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Gripen E: Saab divulga vídeo com cenas de montagem do protótipo

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Na última quinta-feira, 17 de março de 2016, a Saab divulgou o vídeo acima em seu canal do youtube. O vídeo, de pouco menos de um minuto de duração, traz alguns destaques da construção do primeiro protótipo do Gripen E (monoposto), a nova geração do caça sueco, cuja apresentação oficial está marcada para 18 de maio deste ano.

Trata-se do protótipo 39-8, que é a primeira célula construída já de fábrica com as principais modificações estruturais relacionadas às diversas melhorias da nova geração: motor GE F414 mais potente do que o Volvo RM12 derivado do F404 das versões anteriores, trem de pouso reposicionado sob as raízes das asas para gerar mais espaço na fuselagem para combustível, dois pilones extras sob a fuselagem para ampliação da carga externa, novo radar e aviônica, entre outras alterações.

Gripen NG Demo decolando de Malmen
O exemplar 39-7, demonstrador do Gripen de nova geração (NG) fotografado pelo Poder Aéreo decolando de Malmen, na Suécia, em 2010. Desde 2008, a aeronave vem demonstrando e testando diversas modificações como o novo motor e o trem de pouso reposicionado, e mais recentemente o radar AESA e o sensor IRST.

O exemplar 39-8 se segue ao demonstrador 39-7 da foto acima, que é uma célula de Gripen D (biposto) que sofreu adaptações para receber o novo motor e o trem de pouso reposicionado entre as demais alterações da nova geração, e que desde 2008 apresenta e testa boa parte das modificações da nova geração do Gripen. O planejamento é produzir mais dois protótipos, que receberão os numerais 39-9 e 39-10, para realização de todas as campanhas de testes do Gripen E.

Fotos já divulgadas anteriormente mostravam o protótipo em fases até mais avançadas de montagem do que algumas cenas do vídeo, mas não tiram o interesse do mesmo, por mostrar algumas fases cruciais da montagem como a junção asas / fuselagem. Para ver matérias anteriores com outras fotos e informações, clique nos links abaixo.

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Marcos
Marcos
4 anos atrás

Participação brasileira no projeto praticamente nenhuma já que, para a alegria de R., o GF praticamente alijou a Embraer em detrimento de outras empresas que agora demonstraram-se incapacitadas em participar do projeto.

Delmo Almeida
Delmo Almeida
4 anos atrás

Marcos, a participação brasileira não começa assim que o dinheiro cai na conta. Eles estão iniciando a participação e já deve ter componentes da Akaer ai. Estão trabalhando, o grosso é com a Embraer, mas nada nesse mercado acontece de uma ou outra.

Mauricio R.
4 anos atrás

“…o grosso é com a Embraer, mas nada nesse mercado acontece de uma ou outra.”
.
A Embraer vai somente replicar no Brasil, aquilo que a Saab já fez, faz e fará na Suécia.

Marcos
Marcos
4 anos atrás

A Saab impôs uma única condição para participantes do projeto do Gripen NG: a empresa participante arcará financeiramente por erros ou atrasos no projeto. O resultado foi que nesse momento só há duas empresas participando: uma é a Embraer, cuja participação no projeto é mínima, e a outra é a AEL, isto é, a Elbit. Todo o restante das empresas caíram fora, pois não detém capacidade industrial ou técnica para acompanhar o projeto.

Marcos
Marcos
4 anos atrás

Tem mais: o ex Ministro da Fazenda Joaquim Levy estava jogando duro com os suecos, mas o cara saiu e entraram os especialistas do atual governo, que resolveram pagar em cash a primeira parcela, resultando que a Saab só precisou colocar aquela exigência que citei acima para tirar boa parte das empresas do mercado. Os “especialistas” do governo, inclusive a Presidenta agora se olham com cara de angú, pois quem está com as cartas boas são os suecos.
By, by para a tal Tot irrestrita.

Marcos
Marcos
4 anos atrás

Mauricio R. 19 de março de 2016 at 21:01
“A Embraer vai somente replicar no Brasil, aquilo que a Saab já fez, faz e fará na Suécia.”

Nem isso. O máximo que a Embraer fará nesse projeto é o que já fazia na década de 70, que era fabricar componentes para outros empresas.

Ocidental Sincero
Ocidental Sincero
4 anos atrás

Onde estão os nossos engenheiros nesta fase de construção? Já deveriam estar alocados na Suécia desde o dia do anúncio oficial.

Nonato
Nonato
4 anos atrás

empresa participante? caberia à Saab transferir a tecnologia e não exigir nada. só transferir. estou pasmo com essas 500.000 horas da akaer. para quê? usinar chapas metálicas? precisa de tanto tempo assim? os indianos são complicados. mas que esses fabricantes também aprontam… f35 por exemplo. tome defeitos e atrasos.
indianos se queixaram dos russos…
indianos preocupados com franceses.
e a Saab? meses e meses de negociação e as empresas brasileiras não vão participar? e a transferência de tecnologia?

Duanny D.
Duanny D.
4 anos atrás

É leviano no momento afirmar que não haverá participação brasileira.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
4 anos atrás

Cara, nao sei de onde vocês tiram estas informações?? Tem engenheiros de várias empresas brasileiras na Suécia, inclusive Embraer. Nas 6 revistas de aviação e defesa que leio por mês, fora os sites não há nada que diz que as empresas saíram!! Po, de desinformação o atual governo já têm de sobra!!! Brasileiro so sabe torcer contra!

Marcos
Marcos
4 anos atrás

A Participacao haverá desde de que as empresas assumam os custos de indenizações à saab em caso de atrasos, falhas ou danos.

Ederson Joner
4 anos atrás

Este primeiro prototipo já deve estar praticamente pronto, deve estar faltando apenas “tirar aqueles plásticos do acento e das telas de LCD” kkkkkkkkkkkkk.
Nem esquentem, tem muitos brasileiros sendo treinados, e mais estão se preparando para ir para a Suécia.

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Perdemos a oportunidade, com este projeto, de fomentarmos uma nova indústria aeronáutica. A Embraer não tem nenhum interesse industrial, menos ainda tecnológico, no Gripen E/F. Aliás, em nenhum dos concorrentes do F-X2 a empresa possuía algum interesse tecnológico. Com o F/A-18 E/F o que ela queria mesmo era abrir possibilidade dela ofertar, através da Boeing, o KC-390 aos EUA e seus aliados. Ou seja, a Embraer em momento algum estava pensando em defender os interesses do governo brasileiro, ou da FAB, mas tão somente interesses próprios. O resto é ufanismo.
É o que penso!

Bardini
4 anos atrás

“É leviano no momento afirmar que não haverá participação brasileira.” . Eu diria que é puro ranço mesmo… Ou desconhecimento. . “A Participacao haverá desde de que as empresas assumam os custos de indenizações à saab em caso de atrasos, falhas ou danos.” . Assim como ToT irrestrita não existe, não existe empresa que entra em concorrência para perder dinheiro. . A SAAB fez o que deveria fazer para evitar levar uma empulhada e ter que gastar mais que o planejado, ainda por cima, correndo o risco de queimar sua imagem no tocante a qualidade de seu produto, tudo por… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Pois então, Bardini, concordo contigo. Aliás, empresa nenhuma lucra “defendendo os interesses do país”, mas o país ganha em defender os interesses das suas empresas e cidadãos. Esta é a lógica do processo.

O que não podemos aceitar e concordar é defender os interesses das empresas, exclusivamente, se estes não são os interesses estratégicos do país. Tem haver uma convergência de interesses, concorda?!?! No mais, não vejo problema algum quando as empresas se beneficiam, concomitantemente, com os interesses nacionais, seria ilógico elas não ganharem nada, concorda?!?!

Até mais!!! 😉

Bardini
4 anos atrás

Pra mim, estaria de bom tamanho se mais universidades estivessem em condições de abraçar o projeto e os demais estudos que vem sendo feitos em parceria com os suecos, para posteriormente usufruir das estruturas adquiridas como o centro de Gavião Peixoto. Este é o ponto que é falho neste projeto, na minha opinião. Tirando isso, empresas nacionais seriam beneficiadas de qualquer forma a partir do momento em que decidiu-se por “fabricar” o caça no país. A opção pela Embraer foi no fim das contas só uma consequência por ser uma das, se não a mais qualificada. . A respeito da… Read more »

JT8D
JT8D
4 anos atrás

Muito inocência pensar que alguma empresa vai defender os interesses do país se nem o próprio governo defende os interesses do país. A Embraer sabe com quem está lidando, um governo que não repassa os pagamentos do desenvolvimento do KC 390 e assim já causou um atraso significativo nesse projeto estratégico. Se o governo defendesse os interesses do país a concorrência do FX (1 e 2) não teria demorado 15 anos. Esse tempo todo os políticos atrasaram a concorrência na tentativa de conseguir arrancar o máximo de propina dos concorrentes. O mais próximo que existe de defender os interesses do… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

JT8D, não confunda interesses de pessoas que, eventualmente, estão a frente do governo, com interesses governamentais, pois são coisas distintas. Ingenuidade é não saber distinguir isto.

A Embraer, a despeito da sua competência em seus produtos e boa percepção de mercado, mesmo após sua privatização, sempre, SEMPRE, teve apoio governamental, seja através de subsídios financeiros (especialmente via BNDES e benefícios fiscais do governo estadual), seja apoio em pendengas na OMC (atuação forte dos ministérios do exterior e do desenvolvimento), afora os apoios tecnológicos e institucionais de órgãos públicos (ITA, DCTA, FAB, etc…).

Até mais!!! 😉

David Soares
David Soares
4 anos atrás

Nonato 20 de março de 2016 at 7:35
“… estou pasmo com essas 500.000 horas da akaer. para quê? usinar chapas metálicas? precisa de tanto tempo assim? ”
Precisa. Projeto, simulação e validação do projeto requer muitas horas de trabalho. A Akaer, pelo que li, não faz apenas os desenhos técnicos (li em algum lugar que já chegavam a mais de 3mil pranchas só de um dos componentes devido aos detalhamentos requeridos), faz tudo aquilo que o Nunão citou em seu comentário.

JT8D
JT8D
4 anos atrás

Wellington Góes, o apoio do governo à Embraer não é nenhum favor. É obrigação do governo apoiar as empresas que geram empregos e trazem divisas para o país. Quanto à diferença entre interesses governamentais e de pessoas ou grupos, eu os sei distinguir muito bem, mas infelizmente nossos eleitores parece que não sabem.

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Mas quem disse que era algum favor?!?! Tudo que eu disso é que existe interesse governamental, ponto (além, é claro, de interesses pessoas dos envolvidos, para o bem, ou para o mal). No mais, não me aprofundar, já estamos tangenciando demais do assunto. 😉

Nonato
Nonato
4 anos atrás

a Embraer não tem interesse no gripen ou qualquer outro caça por quê? não será um aprendizado para o futuro assim como o xavante e o amx foram?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

A EMBRAER não quer aprender sobre aerodinâmica e materiais para voo supersônico, comandos de voo (o pulo do gato, que ninguém repassa)? Não tinha interesse em participar do FX-2? De onde vocês tiram essas conclusões?
Tudo o que ela aprender utilizará em QUALQUER aeronave. Até no Ipanema!

Mauricio R.
4 anos atrás

A Embraer poderia “aprender” tudo isso reinvestindo parte de seus fantásticos lucros nos mercados de aviação regional e executiva.
Do jeito que está formulado esse projeto, a Embraer está se metendo em assuntos que normalmente diriam respeito somente a relação entre fornecedor e cliente.

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
4 anos atrás

Concordo com você Rinaldo mas, infelizmente o Maurício está fazendo discípulos!!!!! Caramba, vou deixar de ler revistas de aviação, tem gente aqui que deve ter fontes melhores de informações!!! Cada uma!!!!

David Soares
David Soares
4 anos atrás

“…preferimos ser rabo de leão à cabeça de rato…”
Alguém aqui lembra quem disse essa frase e o contexto dela?
A Embraer tem os planos dela. A entrado no projeto Gripen, acredito, trará o Know how necessário na manufatura de peças em material compositor, estudo de fluídos em ambientes supersônicos e os códigos fontes de missão.

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Amigos, o que eu afirmei e reafirmo não é nenhum demérito à Embraer, mas tão somente uma constatação de que ela não teria maiores interesses no F-X2 do que, tão somente, ganhos financeiros. E por que eu afirmo isto?! Simples, ela optou em apoiar a proposta que menos ganhos tecnológicos e industriais ofertava, quão produtivo e tecnológico (para os padrões Embraer) seria a produção de cones do nariz e ponta das asas?!?! A nível de transferência tecnológica, o Super Honet sempre foi a oferta que menos ofertava. Havia, inclusive, restrições à integração de armamentos de forma autônoma. – Outro exemplo… Read more »

Heronim Antonio Marçal
4 anos atrás

Em breve o Gripen NG será trazido a existência! Desejo tudo de bom!

André Ricardo de Souza lima
André Ricardo de Souza lima
4 anos atrás

Menos achismo pessoal forte abraço

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Wellington, em 2009 eu servia na COPAC. Não foi nada disso. Suas conclusões não tem fundamento. Coisa da sua cabeça. A FAB definiu que a EMBRAER seria prime contactor, independente de quem vencesse. E ela SEMPRE teve a intenção e o desejo de obter acesso à tecnologia de voo supersônico.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Contractor.

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Sim Cel., mas em 2009 a Embraer não tinha nenhuma parceria com a Boeing, isto aconteceu depois. Em 2012, quando eu tive esta informação de dentro da empresa, a realidade era outra. Se estou “vendendo peixe podre”, este me foi repassado de lá de dentro.

Grande abraço!!! 😉

Mauricio R.
4 anos atrás

“E ela SEMPRE teve a intenção e o desejo de obter acesso à tecnologia de voo supersônico.”
.
E principalmente que algum otário pagasse, p/ este desejo ser alcançado. Investir do próprio “din-din”, nem pensar.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Sim, Mister M. Ela se deu bem porque existiu o FX. Sorte dela. Mas, até aonde eu sei, TODAS as fabricantes desenvolvem aeronaves de caça atendendo requisitos de suas Forças Aéreas, ou de outras. Inclusive nos EUA. Não me consta que , desde a série Century (ou antes), os fabricantes desenvolveram aeronaves de combate por vontade própria. Daí, sempre entra dindin dos governos.

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

A esmagadora maioria das aeronaves militares são desenvolvidas através de aporte estatal, seja aonde for.

Mauricio R.
4 anos atrás

Desenvolve quem tem as competências necessárias para tanto.
Senão qual a razão da compra da tecnologia da Elbit, pela FAB, p/ a execução do upgrade dos F-5???? Comprar somente os serviços de consultoria sairia até mais barato.
No caso americano não me consta que o dinheiro do contribuinte, tenha sido usado p/ custear a adquisição dessas competências.
Isto não é o mesmo que atender aos requisitos das ffaa nacionais. Para tanto essas empresas já se encontravam capacitadas, investiram para isso.

Zampol
Zampol
4 anos atrás

Até no Ipanema!

Alguém poderá pensar que seja um exagero essa afirmação: eu sou totalmente de acordo com ela.

O ganho de Know how de uma empresa tem reflexos em todas as direções e cria ondas de reavaliação e melhorias em todos os seus projetos.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Zampol, você é uma pessoa inteligente. Mister M. tem aquele problema dos petistas: negação da verdade. Vamos fechar a EMBRAER!! Parasita dos contribuintes! ! Passem os projetos do Gripen e do KC-390 pra Novaer!!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Mas vou deixar o embate de idéias pra Maria Lacoste, que tem mais experiência nesse embate com o Mister M. Cada um com as suas crenças.

Ivan
Ivan
4 anos atrás

Maurício, . Vc escreveu: “No caso americano não me consta que o dinheiro do contribuinte, tenha sido usado p/ custear a aquisição dessas competências.” . Boa parte do orçamento de defesa dos EUA é aplicado em P&D contratando até mesmo vários fornecedores para desenvolve um novo produto. O JSF foi assim, pagando pelo custo dos projetos Boeing X-32 e Lockheed X-35, sendo este último escolhido como F-35. . Foi assim também no Lightweight Fighter (LWF) que originou o General Dynamics YF-16 e o Northrop YF-17. . Dinheiro do contribuinte é investido no mundo todo em P&D militar e alocado em… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
4 anos atrás

Pois então Ivan e Nery, a mesma coisa vai acontecer quando a FAB for substituir os P-3AM, ou seja, o governo vai bancar o desenvolvimento do P-190 (usando a plataforma do Embraer-190), como bancou outros aviões militares. O que é algo normal e corriqueiro.

Maurício, desculpe meu colega, mas não vejo porque tamanha celeuma.

Até mais!!! 😉

Mauricio R.
4 anos atrás

“Boa parte do orçamento de defesa dos EUA é aplicado em P&D contratando até mesmo vários fornecedores para desenvolve um novo produto.”
.
Contratado de forma competitiva, mediante concorrência publica. O que implica em empresas participantes habilitadas e capacitadas.
.
“O JSF foi assim, pagando pelo custo dos projetos Boeing X-32 e Lockheed X-35, sendo este último escolhido como F-35.”
.
LWF e JSF assim como os projetos antes deles, foram concorrências publicas das quais participaram empresas devidamente capacitadas e habilitadas.
Não tinha nada de neófito inepto tipo Embraer, “aprendendo” como fazer.

Mauricio R.
4 anos atrás

“Passem os projetos do Gripen e do KC-390 pra Novaer!!”
.
E quem disse que essa Novaer sabe fazer isso???? Ma nem teco-teco fabricam, imagina só o desastre.

Mauricio R.
4 anos atrás

“O ganho de Know how de uma empresa tem reflexos em todas as direções e cria ondas de reavaliação e melhorias em todos os seus projetos.”
.
Sabe-se aqui que isto é falso, se não fosse pela atuação responsável da Elbit a reforma dos F-5 conduzida e gerenciada pela inepta da Embraer, teria privado o país de sua aviação de caça.
A participação da Embraer no programa AMX pode ter rendido frutos no campo civil, no campo militar estamos cansados de saber que não rendeu nada.

Mauricio R.
4 anos atrás

“…a mesma coisa vai acontecer quando a FAB for substituir os P-3AM, ou seja, o governo vai bancar o desenvolvimento do P-190…”
.
Agenda sua.
.
“(usando a plataforma do Embraer-190), como bancou outros aviões militares. O que é algo normal e corriqueiro.”
.
No passado foi assim, hoje não esteja tão certo. Que foi o que o governo da Noruega aprendeu, qndo pretendeu usar o NH-90 como aeronave SAR, a Sikorsky (ainda na UTC) não gostou e entrou c/ representação na WTO, moral da história: Os anglo italianos da AW venderam 16 células do “Merlin” p/ a Noruega.

Leandro Costa
Leandro Costa
4 anos atrás

Existe fundo para P&D para determinadas empresas que é liberado pelo Congresso dos EUA sim. Basta a empresa submeter um esboço do projeto que isso é votado na Comitê de Defesa. Muitas empresas utilizam de recursos próprios sim, de acordo com suas próprias pesquisas e contatos com as Forças, identificam uma necessidade e desenvolvem projeto e depois o oferecem. É mais ou menos uma via dupla, mas existe sim apoio financeiro, estrutural, material e até humano para desenvolvimento de novas tecnologias, basta darem uma olhada no Dryden Flight Research Center da NASA em Edwards AFB.

Leandro Costa
Leandro Costa
4 anos atrás

EMBRAER inepta? Bem, acho que vou ficando por aqui mesmo hehehehehe

Mauricio R.
4 anos atrás

“Bem, acho que vou ficando por aqui mesmo hehehehehe”
.
Tá cheio de comentários em diversos tópicos do blog, se vc estiver realmente a fim é só procurar. Mas isso vai de cada um.

Leandro Costa
Leandro Costa
4 anos atrás

Eu concordaria em parte se fosse uma frase mais ou menos como “a ENGESA era inepta, mas a EMBRAER está indo bem.” Não vejo qualquer inaptidão por parte da EMBRAER. De fato, o que vejo são muitos avanços nas últimas décadas. Aonde a ENGESA falhou, a EMBRAER parece ter triunfado.

aldqueiroz
aldqueiroz
4 anos atrás

Mauricio R. 23 de março de 2016 at 14:24 Acho as críticas do amigo à EMBRAER exageradas e indevidas. Por exemplo, sua afirmativa : “A participação da Embraer no programa AMX pode ter rendido frutos no campo civil, no campo militar estamos cansados de saber que não rendeu nada.” — o que o programa do AMX poderia ter rendido no campo militar? Digamos, o desenvolvimento autóctone de um caça supersônico para substituir os F-5 e Mirage?… Esbarramos em, pelo menos, um problema para isso: escala! Veja, o requerimento do programa FX-2 é para meros 36 caças. Como a EMBRAER ou… Read more »