quarta-feira, dezembro 1, 2021

Gripen para o Brasil

Piloto afegão em treinamento na USAF voa pela primeira vez no A-29 Super Tucano

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 1

81st_Fighter_SquadronUm piloto aluno da Força Aérea Afegã em treinamento no 81st Fighter Squadron da USAF voou pela primeira vez em um A-29 Super Tucano ontem, 5 de março de 2015, na Base Aérea de Moody, na Geórgia, EUA. O piloto afegão foi avaliado durante todo o voo pelo instrutor. O 81st Fighter Squadron está realizando o treinamento de pilotos e mecânicos afegãos que vão empregar o A-29 Super Tucano em combate.

As fotos mostram o primeiro voo de um piloto afegão no A-29 com seu instrutor Capt. Matthew Clayton no assento traseiro, acompanhados por outro A-29.

No dia 27 de fevereiro de 2013, a USAF concedeu o contrato do programa LAS (programa de Apoio Aéreo Leve) à Sierra Nevada Corporation para fornecer 20 aeronaves A-29 Super Tucano da Embraer, bem como equipamentos para treinamento em solo, treinamento de pilotos e mecânicos e suporte logístico. As aeronaves serão utilizadas para desempenhar missões de apoio aéreo tático, reconhecimento e treinamento para as forças militares do Afeganistão.

Em março de 2013, a Embraer oficialmente inaugurou instalações com 3.716 metros quadrados na cidade de Jacksonville, na Flórida, para produzir as aeronaves do programa LAS.

Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 2

Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 3

Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 4

Piloto afegão voa pela primeira vez no A-29 - 5

FOTOS: USAF (Força Aérea dos EUA)

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rommelqe

Prezados,
Não me surpreenderia se entre responder à altura à nossa ” política externa” – com a rejeição ao contrato com a Embraer – e a confirmar a encomenda dos A-29, a Indonésia optar pela segunda hipótese. Seria somente mais um “tapa de pelica” (porrada na cara) entre outros tantos. Não deixaria de ser um apoio aos brasileiros de bem e uma decisão sensata em relação às necessidades de sua força aérea.

Zampol

Rommelqe, Espero que você tenha razão, mas não me sinto tanto otimista em relação à Indonésia. No mínimo eles vão querer refazer o contrato com a Embraer, aumentando o valor das multas por atraso na entrega. Me explico: Em setembro de 2014 o Poder Aéreo, num furo de reportagem, flagrou a passagem de 4 ST por Recife com destino a Jacarta, mas….tem sempre um mas, cinco meses antes, quer dizer, em abril de 2014, a situação era essa: “O Ministério da Defesa manifestou a sua decepção com a Embraer SA por um atraso de sete meses na entrega de quatro… Read more »

Edcarlos Prudente

Se há problemas com atraso na linha de montagem do Super Tucano no Brasil, talvez os trabalhos no KC-390 seja a razão por traz disso, a melhor solução é passar a linha de montagem inteiramente para a Florida.

Saudações!

Zampol

Quem sabe se o atraso não é culpa da Flórida?

Mauricio R.

A “culpa” é sempre dos outros.

Antunes

Observando a fuselagem do A-29, é grande a quantidade de sujeira expelida pelo motor dessa versão americana. Os nossos são lavados com alguma regularidade ou pode ser diferença no óleo combustível?

Quiça horas voadas mesmo.

Kojak

“Mauricio R.
7 de março de 2015 at 13:28 #

A “culpa” é sempre dos outros.”

Perdão, culpa de quê ?

rommelqe

Prezado Zampol, Obrigado pela informação. Aqui todos sabemos que a Embraer dispoe de uma divisão voltada para os negócios de defesa, independente da linha civil. Isso é praxe em muitas empresas (inclusive onde trabalho) em que diversos campos são mantidos isolados, evitando que negócios distintos possam propagar indesejados prejuízos e riscos. Bom como dito no texto que vc divulgou, a Indonésia ja teria pago a Embraer algo em torno de 130 milhoes de dólares, que representa apenas ~30% do valor devido pelo governo brasileiro no programa KC-390. Claro que não deveria isso ser razão suficiente para atrasar os A-29 à… Read more »

Renan

Além do observado pelo Antunes, referente a sujeira do motor, me surpreendi também com a quantidade de blindagem adicional que foi incorporada nessa versão.

O mais interessante é que à estibordo a blindagem é contigua e à bombordo é seccionada.

Alguém sabe por quê?

Fernando "Nunão" De Martini

Aproveitando, Marcas de fuligem na fuselagem e na deriva, em maior ou menor quantidade, também são bastante comuns de se ver nas aeronaves do tipo na FAB. Algumas fotos abaixo: https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/08/A-29A-Esquadr%C3%A3o-Flecha-FAB-Domingo-A%C3%A9reo-AFA-2011-foto-5-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2011/08/A-29B-FAB-Domingo-A%C3%A9reo-AFA-2011-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2012/05/A-29B-60-anos-da-Fuma%C3%A7a-foto-Nun%C3%A3o-Poder-A%C3%A9reo.jpg Até mesmo em fotos promocionais da Embraer, reproduzidas em diversos meios, essas marcas são bem visíveis: http://airway.uol.com.br/wp-content/uploads/2010/01/super-tucano_Ind_960_720.jpg PS – quanto à pergunta sobre a blindagem em duas partes de um lado e contínua no outro, e complementando a correta resposta do Roberto, na verdade a blindagem é contínua a boreste, (termo correto utilizado operacionalmente, ao invés de “estibordo”, como escrito em comentário mais acima), ou seja, o… Read more »

Renan

Roberto e Nunão, obrigado pelas explicações e correções! 😉

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