quinta-feira, junho 17, 2021

Gripen para o Brasil

Coreia do Sul quer comprar 260 mísseis AMRAAM por US$ 452 milhões

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

F-15K - foto ROKAF

Mísseis formarão estoque de contingência para uso em caças KF-16 e F-15K da Força Aérea da República da Coreia

Na última quinta-feira, 18 de julho, a Agência de Cooperação em Defesa e Segurança dos EUA (DSCA) notificou o Congresso dos Estados Unidos sobre uma possível venda de equipamento militar ao exterior (FMS) para a República da Coreia (Coreia do Sul). O país requisitou a compra de 260 mísseis AIM-120C7 AMRAAM (Advanced Medium Range Air-to-Air Missiles – mísseis ar-ar avançados de médio alcance), a um custo total estimado de 452 milhões de dólares.

AMRAAM em F-16 - foto RaytheonA possível venda à Coreia do Sul inclui, além dos mísseis, equipamentos associados como contêineres, equipamentos de teste e de apoio para os mísseis, partes sobressalentes e de reparo, treinamento de pessoal e equipamento de treinamento, publicações, documentação técnica, apoio logístico, dentro do valor estimado divulgado.

Segundo a nota da DSCA, a venda proporcionará à Coreia do Sul um estoque de contingência de mísseis AIM-120C-7 para uso em suas aeronaves KF-16 e F-15K.

FONTE: DSCA (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

IMAGENS: Força Aérea da República da Coreia (ROKAF) e Raytheon

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Joner

Isso sim é prover os meios necessários para uma força aérea. 🙂

joao.filho

Wow. Realmente, tiro meu chapéu pra eles. Se fosse o Brasil, teria sido “um lote” de 26, chegando 13 por ano, com a primeira entrega de 13 em 2014 e a última em 2015…

Baschera

Não fazem como o Brasil, que quer fabricar tudo, acaba não fabricando nada….. e depois fica a ver navios.

Sds.

Guizmo

Concordo com o Baschera. Temos a enervante mania de querer produzir tudo e, no fim das contas, nao produzimos nada e nao nos equipamos.

Para mim, o que afundou at’e hoje, 30 anos depois, o reaparelhamento da FAB (jatos de combate) foi o AMX, que nao agregou nada em termos comerciais nem muita coisa tecnica tambem…..Nao fosse ele, estariamos com F16 e M 2000 desde 1990.

Mauricio R.

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