por Guilherme Poggio

Durante a década de 1980 o Brasil precisava completar a sua frota de caças, mas as finanças do país não permitiam a aquisição de modelos novos e modernos. Após descartar a compra de MiG-21 fabricado na China (conhecido como F-7M Airguard), um acordo via FMS foi feito com os Estados Unidos para a aquisição de 26 caças F-5E/F que a USAF estava para aposentar.

Os melhores exemplares daquele lote da USAF foram adquiridos pela US Navy e pelos Marines. O que sobrou  veio para o Brasil. Os F-5 usados que a FAB comprou  eram verdadeiras sucatas que  não tinham a menor segurança para serem voados. Já no Brasil, eles tiveram que ser revisados pelo Parque de Material de São Paulo (PAMA-SP), sendo que alguns foram totalmente reconstruídos. Por anos, a FAB tinha no papel uma frota com aproximadamente 60 F-5, mas na realidade apenas metade disso tinha condições de voo. Somente depois de muito esforço, tempo e dinheiro o PAMA-SP conseguiu restabelecer a operacionalidade de toda a frota.

A história dos “Aggressors” (como os F-5 usados eram conhecidos) foi contada num dos vídeos da série “A história do caça F-5”, produzida pela equipe do Poder Aéreo e disponível no canal das Forças de Defesa no YouTube.

Em relação à possível aquisição de caças usados do modelo F-16 pela FAB, seja dos Estados Unidos ou de outro país, muitos detalhes devem ser considerados para que os erros do passado não sejam cometidos novamente.

Em primeiro lugar dificilmente eles estarão nas melhores condições. Nenhum país no mundo faz revisões de aeronaves que estão para ser descartadas. A célula original do F-16 foi projetada e construída para durar 8.000 horas de voo e muitas delas já foram encostadas porque atingiram esse valor (a Bélgica, por exemplo, encostou o seu primeiro F-16 com 8.000 horas no ano passado e os demais estão muito próximos disso).

A fabricante do caça desenvolveu um programa para esticar a vida da célula do Fighting Falcon para 12.000 horas. A USAF resolveu “rejuvenescer” cerca de 300 dos seus F-16 e deve mantê-los até que o último seja substituído pelo F-35. Caso o Brasil venha a adquirir células de F-16 usadas é possível revitalizá-las, mas tal processo demanda tempo e gera custos. Há a possibilidade da FAB optar pela não revitalização das células e voar os caças até o seu limite, o que implica em substituí-los dentro de alguns poucos anos e voltarmos ao problema inicial (a falta de caças).

Outra questão importante diz respeito ao conjunto de aviônicos e a arquitetura do painel. Caso a FAB faça uma seleção das células considerando aquelas que estão em melhores condições (ou menos voadas) elas podem pertencer a diferentes lotes com diferentes configurações de painéis e aviônicos. Isso geraria a necessidade de uma reforma para padronização e, novamente, levaria tempo e implicaria em custos.

O aviônico mais importante de um caça é, sem sombra de dúvida, o radar. Assim como acontece com a célula, dificilmente uma força aérea manterá a mais recente atualização do radar para uma aeronave que está prestes a ser descartada. Por tanto, corre-se o risco do eventual F-16 usado a ser adquirido possuir painel e aviônicos mais desatualizados do que aqueles que existem nos atuais caças A-1M e F-5E/FM. Um jovem oficial aviador que eventualmente deixaria um dos “terceiros” (esquadrões que empregam o A-29 Super Tucano) para voar o F-16 usado seria surpreendido com uma aeronave de alta performance equipada com um cockpit defasado e mais antigo do que estava acostumado. 

Os motores também não serão novos e necessitarão de overhaul num curto prazo, gerando mais custos em pouco tempo. Lembrando que existem dois motores distintos para o F-16 (um fabricado pela Pratt & Whitney e outro pela GE) que receberam diferentes melhorias ao longo dos anos.

Quanto aos armamentos a serem empregados pelo eventual F-16 usado, existem questões muito amplas. Dependendo da versão do F-16 e do programa de modernização a qual ele foi submetido, este ou aquele armamento pode ser ou não ser empregado. Por exemplo, recentemente a ANG atualizou alguns dos seus antigos F-16 Block 30 para empregarem o míssil de cruzeiro JASSM. Mas se a FAB quiser empregar, por exemplo, mísseis Meteor que ela comprou para o Gripen no futuro F-16 usado terá que custear o processo junto ao fabricante porque código-fonte do caça é fechado. Além dos custos, este processo envolve não só a integração hardware/software como o tempo necessário para uma campanha de ensaios em voo.

Por último, deve-se destacar que as versões antigas do F-16 possuem capacidade de reabastecimento apenas empregando-se o sistema flying boom (padrão na USAF e em outras forças aéreas). Esse não é o sistema operado pela FAB e suas aeronaves não estão adaptadas para tal. É possível adaptar o sistema ao reabastecedor KC-390, mas implicaria em custos adicionais que atualmente não estão previstos no programa KC-X (programa de aquisição dos KC-390).

Há também a possibilidade de se adquirir aeronaves específicas que já possuem o sistema flying boom compatível com o F-16 como os velhos KC-135 da USAF. Essa solução criaria um problema muito mais complexo, pois introduziria uma “nova” aeronave na FAB que drenaria recursos do programa de modernização dos recém-adquiridos KC-30. Lembrando que os KC-30 ainda não são capazes de realizar REVO (reabastecimento em voo) por total falta de recursos. A FAB já empregou uma versão do KC-135 conhecida como KC-137 (mas que não possuía o sistema flying boom) que tinha muito menos horas de voo do que qualquer KC-135 da USAF e era jocosamente chamada de “sucatão”.

O F-39 já é uma realidade na FAB e não tem como voltar atrás (gostemos ou não). Os acordos foram assinados e estão sendo executados. Pode-se argumentar que a (eventual) aquisição do F-16 usado seria uma opção “tampão” enquanto a FAB avalia a aquisição de novo lote de F-39 ou outro caça. Essa opção “tampão” drenaria recursos do próprio programa F-X2, inviabilizando financeiramente a aquisição de caças novos e recriando o problema da sua substituição no curto/médio prazo. Ou seja, daria origem a um F-X3 prematuramente.

Mesmo que a opção “tampão” seja executada com a intenção de empurrar a aquisição de novos F-39 para um futuro mais distante, nada garante que as linhas de produção do Gripen (tanto na Suécia como no Brasil) estarão abertas quando o “tampão” tiver que ser substituído. Nenhuma linha de montagem no mundo ficará aberta sem encomendas. Caso bastante conhecido era do Rafale antes de embalar nas diversas vendas externas que se sucederam após a decisão do F-X2. A fabricante afirmava ser inviável manter uma linha de montagem aberta caso as encomendas fossem inveriores a 11 aeronaves por ano.

Se a opção por F-16 usados fosse feita 20 anos atrás ela seria elogiável. Mas atualmente, numa análise rápida e superficial, é possível ver que a opção não parece ser, tanto técnica como econômica, uma boa saída.

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Rinaldo Nery

E não seria possível utilizar, salvo melhor juízo, o link BR2.

Tales

Eu não sei, não consigo entender essas ideias das nossas forças armadas, mas conhecendo o país onde a gente vive da até pra pensar que alguém se beneficia ($$$) com esses projetos porque eles não fazem o menor sentido

Francisco Irlam Sá Sampaio

Concordo com você Tales

Elintoor-_

Com certeza! Inclusive gente dizendo aos quatro ventos que teria que vender a Embraer, senão ela iria quebrar…

Talisson

Lembrei de várias cenas do filme Senhor das Armas que se encaixariam nessa teoria bastante crível.

Daniel

Regra de reequipamento militar avançado importado no Brasil: 1) não compre de prateleira, pague extra pega transferência de tecnologia e produção local, isso encarece o projeto, até porque, em tese, traz benefícios extras; 2) reclame que ficou caro (!!!) compre menos unidades que as pretendidas, comprometendo a linha de produção; 3) não invista na continuidade do projeto, não faça novos equipamentos com base naqueles, ou o faça em número insuficiente para manter a linha de produção aberta, porque ficou caro (!!!); 4) faça, no máximo, uma modernização de meia vida nas unidades que adquiriu; 5) espere o equipamento ficar obsoleto… Read more »

Saldanha da Gama

Boa tarde!!!
Pelo visto, este roteiro está se repetindo no Gripen e vai ocorrer com as fragatas e outros…
Abraços

Last edited 29 dias atrás by Saldanha da Gama
Saldanha da Gama

Ahh sim, melhor resumo do MO….
Abraços

Paulo Leite

E se não existisse os outros compradores (Portugal, Hungria, etc.), esse seria o desfecho dos C-390 também.

Camargoer.

Se o quadrado fosse redondo, o cubo mágico seria uma esfera..

Santamariense

Essa semana, tu ainda não tinha escrito essa “perola” aqui …

Marcelo M

Resumiu muito bem!

Paulo

Perfeito.

Irretocável!

José Martins

Perfeito, é exatamente isso, é o mau uso do dinheiro público, esse é o mal que assola esse país. Quem tem mais idade um pouco sabe que sempre foi assim!!! É loucura esse país !!!

Marcelo

É por essas e outras que voce vê que nossas forças armadas nao tem planejamento de nada.
A FAB que se livrar do Gripen caro,a marinha esta com a corveta de 80 anos visitando o rio de janeiro,e o exército ate pouco tempo dispensava todo mundo para almoçar em casa por falta de verba .
Nao esta facil para ninguem.

Chris

Entender… Eu entendo !

Por uma lado…F5 e AMX a beira da aposentadoria… Por outro… A única certeza são apenas 36 Gripens… Para um pais de dimensão continental.

E… Se existe um caça (A exemplo do que foi o nosso F-5, com possibilidade de atualizações viaveis)… Que realmente pode ser adquirido usado, sem o risco do mico que foi os Mirage 2000… É o F-16 !

Agora… Tudo depende da conservação, nivel de modernizacao e preço… Sem esses dados, obviamente è impossível tirar uma conclusão.

Last edited 29 dias atrás by Chris
adriano Madureira

Depois um país com um numero ridículo de caças quer ter um assento no CS da ONU, para ter cadeira no mínimo tem que ter dentes…

36,72 ou 108 Gripen , continuaríamos tendo a mesma defesa e força risível.

JOAO

Já cantei essa bola. A FAB tá usando essa história para empurrar o Kc 390 para a Suécia e conseguir fechar o segundo lote de Gripen.

Se não for isso, seria a pior decisão estratégica da FAB dos últimos 20 anos.

Rinaldo Nery

Tomara.

Camargoer.

Olha… se o pleno é esse, é um plano mequetrefe.. O que o F16 de segunda mão tem a ver com o KC390? Parece a situação na qual uma pessoa coloca uma agulha de bambu embaixo da unha e diz que, se não fizerem o que ela quer, ela vai enfiar o bambu inteiro embaixo da unha. Teria mais juízo uma visita do presidente do país na Suécia, que visitaria a fábrica da Saab, depois um encontro de alto nível, um convite para visitar o Brasil e a Embraer… leva o Mucio junto, leva empresários para buscar negócios na Suécia…… Read more »

Renato

Sou contra essa ideia dos F-16 e nem sei se é esse o caso, mas barganhar, pechinchar, demonstrar pouco interesse no produto..
Isso é o básico em compra e venda desde que o ser humano anda em pé.
Neste caso especifico sendo o Brasil o único cliente até o momento faz ainda mais sentido.
Olha só SAAB.. Ou você me faz um negocinho melhor ou largo mão do seu produto porque tem um outro negocinho bom logo alí heim..
Sério que ainda precisa desenhar isso?

Last edited 29 dias atrás by Renato
Gustavo

Nada é simples. Vc diz pra SAAB que está vendo outras opções e pressiona por um lote com reduções nos direitos de construção.
Pra mim, isso é um sinal que queremos o segundo lote mas não estamo chegando em um acordo financeiro com a SAAB.
Se não for pressão, é burrice… Vamos aguardar.

Cristiano GR

____

COMENTÁRIO APAGADO.
LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.aereo.jor.br/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Camargoer.

Bem lembrado…

Gustavo

exato. Não há a menor racionalidade nesse estudo da FAB.

Willber Rodrigues

Antes de ler o texto, eu já sabia que esse negócio de F-16 usado pra FAB era péssima idéia.
Ler esse texto apenas reforçou isso.

O Gripen é 2 passoa pra frente pra FAB. Esses F-16 seriam 5 passos pra trás. Seria a pior compra de usados desde o São Paulo.

É um absurdo, e espero, por Deus, que a FAB jogue essa idéia pela janela em definitivo.

Felipe

Se não houver dinheiro é o jeito, aliás além de dinheiro também é questão de tempo… precisamos substituir os A-1 com urgência. Eu considero uma conta tampão que não interfere na meta de 66 a 70 Gripen.

Allan Lemos

Dificilmente, se a FAB está considerando essa opçāo, é porque já deve ter feito a conta e concluído que nāo haverá dinheiro para adquirir e/ou operar mais do que 36 Gripens.

No mínimo, a compra desses caças adiaria o tal do “segundo lote” por uns 10 anos.

Sensato

Não. Não é. Leasing de Gripen C seria uma opção bem melhor por manter a mesma logística, poder usar as mesmas armas e ter prazo pra acabar.

J L

É isso aí. Se precisa de aeronaves tampão, o mais coerente seria o leasing do Gripen C e alguns D e que poderiam até serem adquiridos posteriormente e atualizados em vez do F 16. Mas ao que parece existe a necessidade urgente de uma aeronave para minimamente repor os que estão dando baixa.

Alex Tiago

Boa noite Alan. Acredito que você esteja totalmente enganado. Penso que a FAB quer ter lotes suficiente para repor os esquadrões antes operacionais ao menos mais do que estão operacionais. Antes queriam 36 aeronaves para a base aérea de Anápolis ou seja dois esquadrões acredito que esse pensamento mudou. Para apenas um esquadrão e outro em outra localidade, acredito que a FAB quer no mínimo de 6 a 8 esquadrões porém talvez minha leitura possa estar enganado. Se não me engano tem um 1 esquadrão pre formado com gripens em Anápolis se não me engano 2 esquadrões com esses 10… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Alex Tiago
Rosi

Não entendo este argumento de falta de grana para operar…se não tem grana para operar de onde vão tirar dinheiro para compra 24 F16 , treinar pilotos mecânicos… E criar toda cadeia logística para manter e operar estas aeronaves por 10 a15 anos ? A argumentação do texto já respondeu. Não tem cabimento está ideia ! será mais barato operar + 6 a 8 Gripen Zero pelo valor para colocar estes caças Bem usados em operação… Ja temos pilotos treinados, mecânicos treinados; até a baixa dos A1 toda cadeia logística para o gripen está bem mais refinada.. Esta ideia e… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Rosi
A6MZero

Urgência nunca foi uma grande preocupação da FAB e os A-1 simplesmente não faz diferença tem menos de uma dúzia em condições de voo, voando então não deve chegar a meia dúzia (descontando os que estão manutenções pontuais e revisões).

Simplesmente não vale a pena matar o programa Gripen BR (não acho que a FAB vai ter condição de manter duas linhas logísticas e duas aeronaves de desempenho similar) para tapar um buraco de meia dúzia de AMX…

Renato

Urgência nunca foi uma grande preocupação da FAB”

Uma das melhores afirmações, senão a melhor que eu já li em uns 15 anos aqui nesse fórum.

Essa foi certeira!

Gustavo

exato e tem mais, se comprar F-16 vamos ter dois caças e dinheiro pra nenhum deles voar.

Willber Rodrigues

Não tem grana pra Gripen, mas “tem grana” pra comprar esse Marea com 40 anos no lombo, aonde a FAB teria que pagar, a longo prazo, o dobro do triplo pra ter mais uma cadeia logística de suprimentos, treinamento de pessoal, e que rapidamente precisaria de upgrade,.além de o dobro de manutenção.

Bixo, decidam-se: tem ou não tem grana?

E outra: porque diabos o A-1, supostamente, precisaria de substituição “pra ontem”? Os A-1 da FAB estão se desmanchando no ar, e eu não tô sabendo?

Last edited 29 dias atrás by Willber Rodrigues
Camargoer.

Olá Wilber. Exato…

lembrando que o contrato do financiamento do Gripen continua valendo e sendo pago. Então, se vai comprar avião velho para recompor os esquadres da FAB então vai ser preciso gastar mais dinheiro ainda….

se falta dinheiro para o Gripen, vai falatar ainda mais.

Willber Rodrigues

É a verba de Schrödinger: ela não existe pra Gripen, mas existe pra F-16.

Parece aquela cena do carburador do primeiro Tropa de Elite…

Camargoer.

Riso.. dólares quânticos.. ele existe e não exite ao mesmo tempo

Camargoer.

Se não tem dinheiro para comprar Gripen então não tem dinheiro para comprar F16 usado..

O caixa é o mesmo.

Se tem US$ 600 mihões para comprar duas duzias de aviões antigos, vai ter para comprar quase uma dezena de Gripens novos “secos”

Santamariense

Quase uma dezenas, nada. Meia-dúzia…e olhe lá. E essa meia-duzia, por esse valor, é só o avião…já os F-16 seriam 24, com treinamento, armas de vários tipos, etc.

Rosi

US$600 milhões para as células usadas ..pode somar aí dinheiro para colocar operacional e integrar armamento do Arsenal da FAB ou grana para armamento adequados aos modelos de F16 que vierem; treinamento de pilotos; mecânicos ; bancadas e ferramentais +penduricalhos para manter o avião em vôo…
Terão de Limitar o raio de ação do caça devido a falta do avião reabastecedor!!
muito incoerência está ideia que si pode ser maluca..

Last edited 29 dias atrás by Rosi
Camargoer.

Supor que um F16 de segunda mão sejau melhor que um Gripen novo não faz sentido algum

Miguel Felicio

Não consigo entender, substituir com urgência o A-1 que é mais novo do que o F-16 que “vão” comprar??????

Leandro Costa

Porque não tem mais peças para os motores do A-1, enquanto que para os F-16 tem em quantidades burlescas.

Rosi

Porque gastaram para modernizar o A1?
Porque senhor!!j á que não duraria o mínimo para justificar o que gastaram…
E muita maluquice as FAs do Brasil..

Miguel Felicio

Pois é, quando sonharam com a modernização dos A-1, me parece que havia uma ideia da substituição do motor, mas disseram que a FAB, “estava contente com esse”; verdade ou mentira, não sei responder, mas que existe essa possibilidade existe sim……….posso estar errado mas sou a favor de ter até mais A-1 e com todo o dinheiro desperdiçado na compra de F-16, mais 10/12 F-39, seria importante ou vamos continuar repetindo as negociatas CARACU, já aconteceu com submarinos, fragatas,F-5, carros de combate e etc, etc……OU NÃO?

Camargoer.

Bem colocado.

Lucano

Qualquer engenheiro medianamente formado e informado após verificar esses dados não aprovaria esse projeto .

Moriah

Exatamente, ter F-16 hoje na FAB é um tiro no pé. Melhor é juntar recursos para mais Gripens e manter a linha aberta. buscar, além dos 36+4, negociar KC390 com os suecos para obter mais 10 e buscar recursos para mais 22 (com 4 F suecos), mantendo a cadência de 8 unidades por ano, como já se mostrou viável no contrato atual. Teríamos aí pelo menos 6 esquadrões voando Gripen. 72 é pouco? Pode ser, mas inicialmente seria aceitável. Não se descartaria opções de exportação após a Suécia fechar sua linha, o Brasil poderia mantê-lo como um caça alternativo para… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Moriah
Francisco Irlam Sá Sampaio

Willber, cabe também a nós irmos as redes sociais e começar a questionar essa compra, como estamos fazendo aqui. Se pensarmos um pouco, estaremos comprando sucata pagando absurdos de dinheiro e ainda tendo que modernizar essas sucatas. Pra onde irá esse nosso dinheiro? Vamos indiretamente financiar a guerra na Ucrânia? Porque a FAB não continua a modernizar os A1 para continuarem operativos na força? Se há uma necessidade urgente de outra aeronave, porque não investir no avião turco que já é fabricado pela acaer, empresa brasileira?

Leandro Costa

Já foi falado por um monte de gente e já foi refutado um monte de vezes.

Willber Rodrigues

Cara, a menos que tenham enviado pra FAB um Gripen com motor de Marea, um tijolo no lugar do radar uma cadeira de praia no lugar do assento ejetor, é basicamente impossível a FAB, nessa altura do campeonato, ter olhado pro Gripen e pensando “é…podia ser melhor…me arrependí da compra, será que tá na garantia e dá pra devolver pro fabricante e pedir reembolso?” O Gripen não é nenhum produto novo, é o mais novo produto de uma longa evolução aeronáutica da SAAB / Suécia, nenhum dos outros compradores dele reclamou, e o que não faltou pra FAB foi tempo… Read more »

ChinEs

Em caso de Guerra, os F16 é um Game Changer, dá para ver na Ucrânia, os F-16 vão mudar o curso de uma Guerra, não vi os Ucranianos chorando pelo Gripen, vi os Ucranianos e Argentinos desesperados para terem um F-16, e quem não têm F-16, não têm nada, ou melhor , sonha com F-35, se calhar a FAB quer pular para o F-35, o sucessor natural do F-16, Portugal vai de F-35, todo mundo Ocidental vai de F-35, e a gente escolheu o Gripen, um caça que não vende, um caça caro de operar e manter, fomos enganados pela… Read more »

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Cara, TODO caça, qualquer caça moderno seria bem mais caro de operar que F-5 e A-1, provavelmente isso se aplica até a M346 e FA50. O Brasil fez a opção certa no Gripen, porque a estimativa de hora vôo era 3 vezes maior que a do F-5, mas ainda assim podia ser absorvida pelo orçamento.

O F18 era o mais próximo do Gripen em custos.
O Rafale era o custo doGripen mais 30%.
O F-35 o custo do Rafale em dobro.
O SU35 ninguem nem sabia calcular.

Leandro Costa

Obrigado pela doa bose de realidade. Espero que muitos acordem.

Moriah

Espero que muitos na FAB leiam isso.

Marcos Silva

É,eles precisam ler a opinião de um monte de comentarista de blogs da internet escrevendo besteiras,porque na força aérea ninguém conhece jatos de combate…

Mauricio

Vai gastar dinheiro que anda curto num caça usado e que tbm vai demorar pra chegar, não resolverá o problema de ociosidade de pilotos quando o F5 começar sair de cena. Quando finalmente começa a dar resultado a transferência de tecnologia e a Embraer começa a produzir o Gripen, setores da FAB que defendem outros caças voltam de novo com essa história. Deveriam se ocupar de articular com meio político, empresarial e sociedade novas formas de financiamento da defesa nacional, em favor da soberania, do desenvolvimento, isso sim.

Régis

Se é para comprar usado, o único que vale a pena é justamente o Gripen C/D

Tales

Concordo, faz muiiiiito mais sentido. Isso de f-16 é ideia de um sem noção da FAB, só pode.

Jefferson Henrique

Sem mais!

Camargoer.

Se tem dinheiro para comprar aviso velho, então compra avião novo.

Neto

Se não tem $$ para o segundo lote de Gripen agora, e tem $$ para outra coisa, que comprem A29s para serem o tampão do A1.
.
12 manteria uma base ativa (Santa Maria? – Canoas será aeroporto de Poa por um tempo ainda), com linha de manutenção já conhecida e poderia ser o início da atualização dos A29s.
.
O pouco $$ ainda manteria a linha do A29 funcionando por mais tempo.

Samuel Asafe

72 griphen E/F e 24 griphen C/D pras missões de ataque e reconhecimento, a fim de substituir o A1. Pronto, resolve o problema. Poderia vincular um contrato de atualização do griphen C/D a ser ser realizado pela Saab juntamente com a Embraer, num futuro próximo.

Jefferson Henrique

O problema aí seria encontrar os 24 C/D. A informação que se tem é que a Suécia tem estocado. Porém num eventual avanço Russo em direção a OTAN de qualquer forma, iria pressionar a Suécia e a reativa-los, e se tiver cedido para a FAB, iria ter que acelerar suas próprias entregas de Gripen E/F ou procurar outra opção no mercado.

guest

A África do Sul tem uns 12 parados…

Claudio quadros

Todos aviões África do Sul estão parados antes helicóptero a África do Sul consegue receber perca sobressalente caro além se OTAN força barra não vende gripen para o Brasil FAB já era .

Leandro Costa

Mim Tarzan! Jane força barra. Tarzan vai ao mercado! Tarzan triste.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

O Brasil podia trocar os 12 helis russos desativados, os C-130 desativados e meia duzia de Super Tucanos pelos 12 Gripen africanos… todo mundo saía ganhando…

JOAO

Hoje, missões de reconhecimento cabem aos Vants

Fernando "Nunão" De Martini

Depende da missão.

Fabio Jeffer

A essas alturas do campeonato e com todo o gasto e investimento no Gripen pensar em comprar F-16 é uma sandice absurda. Só mesmo os adoradores do Tio Sam pra quererem isso

Matheus

Eu ainda acho que esse estudo é apenas um estudo mesmo.
A não ser que o alto comando da FAB seja gerido por genuinos idiotas.

Eu quero ver explicar pro congresso/senado quando forem pedir esmola pra eles denovo pro 2° lote do Gripen. Já consigo até ouvir os foristas lá dizendo que “não precisa pois a FAB já comprou outros caças blablabla”.

Rinaldo Nery

É apenas um estudo. Bem incipiente. Com outras opções consideradas. O mercador de armas só vazou a informação do produto dele.

Vinicius

Ou seja a FAB está estudando outras opções além dos F16!
Por exemplo um país árabe estava em vias de dar baixa em Mirages 2000-9 e F16 !
A EUA estão dando baixa em F15!
A pergunta pra que comprar usado !?
Porque não investir na linha de produção do Gripen?

Joao

Porque o Gripen tem $$ destinado específico pra ele.
O programa está amarrado pelo GF.
Qq outra aeronave é no “se vira” da FAB. É fora de projeto estratégico.

Os EUA tem 900 F-16 em operação.
É possivel comprar 24 como tampão.

O “estudo” acima apresentado é, como ele mesmo conclui, superficial.

Como o GF esta sinalizando o orçamento de cada força, em cada rubrica, pros próximos anos?
Ninguém aqui sabe.

Rinaldo Nery

Também acho que deveriam. Até para diminuir o atraso nas entregas.

Camargoer.

Olá Vinícius … Este é ponto. Se tem dinheiro para comprar avião usado, então use este dinheiro no Gripen… Se não tem dinheiro pro Gripen, então não tem dinheiro para aviso usado

Lógica aristotélica

Marcelo Baptista

Rinaldo, uma pergunta, quem solicita estes estudos, o MD ou o comando da FAB?
Se for o MD, fico preocupado, pode virar realidade.
Se for o comando da FAB, é apenas mais uma justificativa de que não vale a pena esta ideia e que vão ter que ficar com um GAP entre as baixas e uma possível compra adicional.

Apenas uma opinião.

Marcos Firmino

Concordo em gênero, número e grau com o texto. Agora, uma coisa é certa: a FAB está desesperada por mais caças e sem perspectivas do governo liberar verbas para assinar o aditivo do primeiro contrato do Gripen (podendo aumentar o lote inicial em 9 aeronaves), bem como assinar o urgentíssimo contrato do segundo lote. Daí cogitarem essas sucatas como tampão e se vier pode ter certeza que seria como os M2000C: vão usar do jeito que vier para suprir lacuna.

Joao

Concordo com tudo, menos q os F-16 são sucatas.

Guacamole

Você claramente não leu o texto.

Mars

Acredito que o segundo lote de Gripens vai existir, entretanto um terceiro não deve acontecer por falta de dinheiro. Com isso torna-se necessário equipar os esquadrões restantes com alguma aeronave, mesmo que de segunda mão. É verdade que adquirir 24 F-16 drenaria recursos que poderiam ser empregados em 8 ou 12 Gripens. Entretanto 8 ou 12 não podem estar em 24 lugares ao mesmo tempo. Sobre a questão do reabastecimento, acredito que o KC-30 deve receber o flying boom mas até lá os F-16 vão ficar sem reabastecimento. Por fim, tudo vai depender da escolha das células e o que… Read more »

Wellington R. Soares

Você só está esquecendo de uma coisa, desses 24 quantos estarão disponíveis para combate caso necessário?
Caças antigos é assim, quando precisa, talvez apenas metade esteja disponível para combate.
Diferente de um caça novo e mais moderno, com disponibilidade muito maior.

Felipe

Olha o valor de 24 F-16 usados deve dar pra uns 3 ou 4 Gripen novos só

Camargoer.

Caro. Se for considerado o pacote completo (armas, treinamento, etc, como custou o pacote completo argentino de cerca de US$ 650 milhões) é suficiente para comprar 7~9 Gripens novos “limpos” (sem os gastos com armamento, treinamento, etc).

A FAB já fez o treinamento dos pilotos, já comprou as armas e tudo mais… daqui para frente, os Gripens adicionais custarão pelo menos 30% menos.

Santamariense

“A FAB já fez o treinamento dos pilotos, já comprou as armas e tudo mais… daqui para frente, os Gripens adicionais custarão pelo menos 30% menos.”

Isso…”perfeito”…já comprou todas armas, aham…100 Meteor, sei lá quantos IRIS-T e meia-dúzia de bombas guiadas…essa “quantidade enorme” de armas mal da para armar os 36…e tu afirma que já tem as armas para os hipotéticos 60..70..ou mais Gripen que voces sonham que a DAB terá um dia…

Miguel Felicio

Melhor os Gripen,…..

Fernando "Nunão" De Martini

Provavelmente 6 a 8.

Camargoer.

Olá Nunao… Acho que mostrei está conta umas dez vezes entre ontem e hoje.. o pessoal não está lendo….

Fernando "Nunão" De Martini

Sim. Quer dizer, não.
Não estão lendo.

Miguel Felicio

Melhor 3 ou 4 Gripen.

Bernardo Santos

A maioria dos f16 estão sucateados.

Tales

Assim como uma Ferrari Testarossa 1957 é um excelente carro, o F-16 é um excelente caça, ninguém nega isso, mas essa não é a questão.

Assim como um Ferrari Testarossa já teve seu tempo e cumpriu seu papel, o F-16 também.

Hoje em dia tem Ferraris que fazem mais sentido, se é que fui claro.

Moriah

O trecho onde fala de diversas versões diferente de cockpit no F16, me fez imaginar um vendedor de carros usados de cidade pequena dos EUA tentando empurrar aqueles quadradões de chassi de longarinas dos anos 80, empoeirados e puídos sob bandeirinhas triangulares coloridas numa loja que não vê clientes há muito tempo.

Felipe Morais

Patética essa proposta de comprar F16.
Um absurdo investir o que foi investido no Gripen para não dar a devida Continuidade que o projeto deveria ter, substituindo os F5 e os A1 inativados ou em vias de ser, por uma quantidade aceitável. Sem nem mencionar os Mirage, já desativados lá atrás.

bjj

Perfeito. Muitos estão se iludindo com a possibilidade de comprar F-16 barato levando em conta o acordo feito pela Argentina, mas além dos aviões, há vários outros gastos que vão se somando, como o texto bem exemplifica na questão dos reabastecedores, padronização das células, etc…No final das contas é gastar preciosos recursos com aviões velhos, em grande parte já obsoletos e que logo precisarão serem substituídos também. Para a Argentina valeu a pena porque eles não tinham mais aviação supersônica, mas duvido que entrariam nessa se tivessem caças novos contratados e uma linha de montagem nacional, como é o nosso… Read more »

Leo

Nao sei de onde o pessoal tirou essa ideia que nao podemos ficar com poucos caças por um breve período, claro que defesa é dissuasão, mas não temos essa urgência toda em ter sempre uma grande quantidade de aviões disponíveis não, que país da AL faz frente a 24 gripen E? só lembrando os eufóricos que temos cerca de 30 f-5 operando, se por um breve período, 1 ou 2 anos ficarmos só com um número próximo 30 gripens não é o fim do mundo não, é até bem melhor do que temos hoje, e isso é se der tudo… Read more »

Koprowski

Em primeiro lugar, defesa não se improvisa…situação bélica não avisa, pois pode acontecer em qq momento e com qq país. Os A-1M logo serão desativados, bem como os F-5M já processo de desativação…não se tem a garantia de se cumprir o cronograma de entregas dos F-39, nem aditivo ao 1. lote e nem perspectivas de assinatura do 2. lote. Infelizmente este não é um país sério onde, principalmente a aviação de caça sempre se arrastou em relação à substituição dos meios meios, onde soluções tampões fizeram e farão parte da mesma. Quando temos esperança que este vício acabaria, lamentavelmente a… Read more »

Koprowski

Podem ter certeza que este caminho de um caça tampão não é desejo da FAB, mas sim uma necessidade da mesma.

almeida cheang

Bom voce viu alguem invadir o Brasil, se temos F5 bom, poder de dessuasao, enquanto nao chegam o resto gripen!!

Demolidor

Também considero a compra do F-16 uma péssima idéia e que traria muitos problemas para a FAB.

Luciano

Estou começando a achar que o alvo desse “vazamento” não é a SAAB, e sim a Leonardo. Vocês acham normal um oficial graduado da FAB falar algo assim para um meio jornalístico extrangeiro? Meio estranho, ele sabia que ia dar repercussão, e justo a Janes? Até a resposta da FAB foi meio constrangida. O site Espanhol Defensa.com, meio que matou essa charada. O F5 vai voar até 2029/2030(na unha), o suficiente para recebermos 48/50 Gripens, considerando o adicional de 25% no contrato, ou seja, 2 esquadrões. Bem antes disso, o M346FA pode começar a chegar. 24 ou 28 unidades cobre… Read more »

cipinha

Na noticia do site espanhol também falam de uma oferta de C-17 para o Brasil.

Welington S.

E você acreditou nisso, bicho? Sério mesmo? C-17 para a FAB? Meu Deus…

Camargoer.

Eu não sei nada de C17, mas o EB queria uns Sherpa de 40 anos..

Welington S.

Sem a FAB ceder o ambiente que ela se presta fazer, era bem óbvio que Sherpa, no EB, não ia rolar.

Camargoer.

Aquilo foi uma aberração…. o EB querendo umas tranqueiras, inclusive demandando uma ampliação na Base Aérea de Manaus para guardar as tranqueiras…

Ia parecer o quartinho de bagunça da minha casa, cheio de coisas inúteis e velhas

Last edited 29 dias atrás by Camargoer.
cipinha

Não falei que acredito e nem que acredito, só apenas comentei o que estava na noticia que o outro forista comentou. Inclusive estranhei já que ele tem carregado o piano nos EUA e não tem sobrando

Luciano

Eles trocaram o nome da força, erro de grafia…ali deveria estar escrito Italiana.

Paulo Vilela

E se………. a FAB descobriu algo crônico, de projeto, sei lá, concluindo que o Gripen não é tão bom assim? Riscos inerentes a um novo projeto. Só pra contribuir, obrigado a todos.

Felipe

Senhor da pra ver viúvos do Fx2 de longe

Samuel Asafe

Lembrando que há também o Tejas indiano, que usa o mesmo motor do griphen NG

Luciano

O Tejas Mk1A, que é o modelo que está em fabricação, usa o motor GE F404. O mesmo do Gripen CD e do FA50. Mas concordo contigo, eu preferiria o Tejas, que o F16 usado.

Nighthawk

Há certo tempo, foi divulgada a disponibilidade por parte da Suécia para o fornecimento de Gripens C modernizados para parceiros em processos de leasing ou aquisição definitiva. Parece uma solução bem mais coerente do que abrir uma linha de aquisição para um novo tipo usado com as severas implicações de custeio operacional indicadas na matéria.

Fábio Vargas

É tão óbvio que dói, por isso creio que o motivo seja pressionar a SAAB a negociar melhor o próximo lote dos F-39

Camargoer.

Essa história de pressionar a Saab … Pressionar para que? Não faz sentido

JSilva

De repente no preço do segundo lote, que pode está caro. Se há a possibilidade de usar o adicional do primeiro contrato e estão falando de F-16, os termos do segundo lote não devem estar muito bons. Agora se isso não for um blefe, eu concordo em gênero, número e grau que é uma ideia absurda. É bom lembrar que o segundo lote seria inteiramente fabricado na Embraer. Quando chega na hora de se beneficiar do que foi planejado lá atrás, no momento da escolha, a própria FAB da um cavalo de pau. E se há uma urgência em relação… Read more »

Camargoer.

O preço de um Gripen seco (sem os custos de treinamento, armas, etc) é algo entre US$ 70~80 milhões… a Saab já garantiu seu lucro no contrato de 36 aeronaves.. se for assinado novos contratos, ótimo para ela e para a Embraer.. se a FAB desistir do Gripen, também fica bom para a Saab.. Se tem urgência, basta acelerar a fabricação do Gripen… segundo a Saab, a fabricação de um deles leva entre 2 e 3,5 anos. Pode ser mais lentou ou mais rápido dependendo do tamanho da equipe. Segundo o Nunão, hoje a Embraer tem 60 pessoas trabalhando em… Read more »

Bernardo Santos

Alugar f16 usados da Argentina? Hahaha

Camargoer.

riso.. Já pensou? a outra opção seria comprar os SuperEtandard que estão estocados..

Joao

???
Você é dono da padaria e vende o pão por 10 reais.
Eu digo q comprarei o pão dormido de outra padaria, q ainda dá pra comer, por 2.

isso é ou não pressão?

Camargoer.

Pressão é chegar em casa com o pão dormido e duro em casa e ouvir da esposa para voltar na padaria e comprar o pão fresquinho e ainda ser obrigado a comer o pão duro sozinho, vendo ela comer o pão fresquinho e novo.

Isso é pressão

Rosi

E sem saber que o padeiro estava em casa comendo Broa enquanto volta para padaria kkk
Que tristeza kkkk este papo

Camargoer.

Riso..e um monte de pão de queijo quentinho, sonhos saborosos, carolinas, croissant …

Ahhh.. e tem gente que prefere pão amanhecido e duro

Rosi

Também não vejo sentido até lá lembrar que o atual presidente está no G7 onde deve ter encontros bilaterais…
Estou buscando justificativas para a loucura de F16 que seria o tampão do tampão Mirage 2000.

Maurício

Problema de não receber não tem a ver com Saab, mas sim co. Previsões orçamentárias que não se concretizaram ao longos do contrato, logo só foi entregue aviões que foram pagos.

Allan Lemos

Nāo há nada a pressionar, o preço unitário já será menor para a FAB.

Celsius

Melhor nem comprar. Nenhum país de 1° mundo compraria por motivos óbvios. Não sei o motivo de um país com a nossa industria aeronáutica com previsão de fabricar muitos aviões de ponta. Comprar caças perto dos 30 anos de uso. Em 2014 foi firmado um acordo de fabricação e transferência de tecnologia com a Saab pra fábrica caças Gripren aqui no Brasil. Com muitas fábricas e empresas envolvidas. Então tudo isso estará descartado?

Rodrigo

Mas nosso país não é de primeiro mundo… é um país subdesenvolvido.
Então pra nossa realidade e realidade da América do Sul, 24 F-16 seriam bem vindos sim, pra compor nosso esquadrão. Muito melhores que os F5.

Renato

Avião x avião, com certeza os F-16 são muito melhores que os F-5, disso ninguém duvida.
O problema é o negócio envolvido, o fato de já estarmos comprometidos com o Gripen E/F.

Last edited 29 dias atrás by Renato
Camargoer.

Caro… o F16 pode ser melhor ou pior que o F5M ou A1M… tanto faz. A comparação é com o Gripen… neste caso, o Gripem é superior em todos os quesitos técnicos

Renato

Ok, mas minha resposta era para o Rodrigo que estava comparando o F-16 especificamente com o F-5.

santiago

O amigo esquece que em aviônica nossos f5 estão muito melhores que o f16 comprado pela argentina, o próprio texto já diz. vai ser difícil achar na prateleita algo coeso, em quantidade suficiente, barato e melhores que nossos f5

Miguel Felicio

Novamente, posso estar errado. Algo coeso, seria terminar a reforma dos A-1 e até adquirir outras (que foram estocadas pela Itália), aeronaves muito mais novas e menos usadas que qualquer F-16 (usado), e se quiserem uma segunda aeronave de caça, com talvez mais capacidades que o Gripen, esperem os EUA, descartarem aqueles F-15 (12 ou 16 unidades)…….o contrário acredito ser repetir erros do passado, mas sempre usando o dinheiro suado nosso como pagadores de impostos.

Marcelo Baptista

Miguel, tem posts aqui confirmando que o problema dos A-1 é a falta de peças de reposição, principalmente do motor. O custo de manutenção ficou fora do razoavel.

Miguel Felicio

A aeronave dominamos sua construção e manutenção, ou não? Troca de motor, é possível e teremos então uma aeronave válida por muito mais tempo…….o problema é que TANTO a FAB, como as outras duas forças, nunca tiveram número realmente necessário de um tipo de equipamento e sempre se desfizeram com pouco tempo de uso daqueles equipamentos, salvo umas poucas exceções…….Existem ainda ou existiram até bem pouco tempo em uma força aérea do oriente Mirage III modernizados em uso (com quantas horas os nossos foram desativados?). Os EUA, usam seus A-10, seus B-52, seus KC-135 até hoje, será que estou tão… Read more »

Marcelo Baptista

Desculpe, não podemos nos comparar com os EUA, eles estão em outra realidade. A Embraer aprendeu muita coisa com a construção, de partes, do A-1, mas trocar um motor não é um processo de engenharia simples. Para começar pelo “simples”, as interfaces de fixação do motor original e o novo, terão que ser todas refeitas, o alojamento terá que ser ajustado, mesmo que encontremos um motor de dimensões semelhantes, dificilmente iguais. Outro ponto, todas as interfaces mecânicas e elétricas/eletrônicas do motor com o airframe, tubulação de injeção de combustível, tem que ser redimensionada, sistemas elétricos, energia, também tem que ser… Read more »

denisguim

O jornalistas especializados e a comunidade de defesa, nunca tocam no ponto central. Os gastos com pessoal. Aposentados e pensionistas comem quase 80% dos recursos. Com esta estrutura, nossas forças sempre serão de defasadas e mal preparadas.

Last edited 29 dias atrás by denisguim
Fernando "Nunão" De Martini

Você está enganado. Os gastos com pessoal já foram abordados em centenas de matérias no Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres.

Bernardo Santos

Seria bom trazer atualizações desse gastos.

Leandro Costa

Todo ano tem. Basta esperar pela publicação dos relatórios de gestão das forças.

Fernando "Nunão" De Martini

Estamos sempre atualizando.
O relatório de gestão do programa Gripen foi objeto de mate há menos de um mês:

https://www.aereo.jor.br/2024/05/24/f-39-gripen-e-os-contratos-da-fab-pagamentos-aditivos-e-mais-informacoes-do-ultimo-relatorio-de-gestao/

Na matéria você encontra link para o relatório de gestão de todos os principais programas da FAB e na página de transparência desta, de onde vieram as fontes da matéria, você também vê os demais demonstrativos do orçamento da Aeronáutica.

Boa leitura.

Paulo Leite

Cara, todo mundo aqui tá careca de saber disso.

É literalmente o ponto central de qualquer discussão que envolva o dinheiro destinado ao MD.

Rodrigues Barbosa

F-16 ou outro caça, a FAB precisa de uma alternativa ao Gripen, primeiro porque estrategicamente a frota precisa ter variações e depois nesse ritmo de entrega dos Gripen só 2050 pra ter uma quantidade com real capacidade de defesa!

santiago

Variações ? Pense nisso em países mais sérios. que solução os mirage trouxeram em questão de variação ? primeiro precisamos de uma frota coesa. treinamento no a29 depois gripen e/f , isso já foi definido e está de bom tamanho. O que não dá é para sobrecarregar manutenção, logistitca e estratégia com vetores diferentes. No momento temos apenas f5 porque o A1 já é gambiarra há muito tempo e funciona, não tem porque investir em vetores velhos com aviônicos piores do que já temos nos f5 só para trazer dor de cabeça

Alexandre

Desperdicio do dinheiro público, aprenderam com os políticos.
Não faz sentido nenhum ate porquê os a1 ja não valem basicamente pra nada no cenario militar atualmente

Rinaldo Nery

O conflito na Ucrânia, com o elevado número de SU-25 perdidos, mostrou que não se voa mais a baixa altura em ambiente contestado. Espero que a FAB tenha aprendido algo.

Thunder

No início da guerra a Ucrânia tinha muitas munições não guiadas para esses aviões de ataque ao solo. No primeiro ano da guerra todo o estoque foi esgotado, após isso, aliados ocidentais começaram a transferir suas munições não guiadas, especificamente foguetes Zuni. Quanto aos Zunis, “nós costumávamos usar muito também, mas até agora não sobraram mais foguetes desse tipo no mundo. Reiniciar a produção não faz sentido devido à transição para munições de alta precisão.” explica Golubtsov chefe da aviação do Comando da Força Aérea da Ucrânia PS. Acho pouco provável que a FAB aprenda com isso. Até hoje não… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Thunder
Francisco Irlam Sá Sampaio

Durante o processo FX2, a força aérea descartou os aviões americanos porque não haveriam transferência de tecnologia. Agora a FAB quer comprar F16 antigo. Porque os EUA não vendem os aviões mais atuais e Mais modernos? Nós contribuintes vamos ter que pagar por essas porcarias e com manutenções de alto custo? A General Laura Richardson veio ao Brasil pra impor essa negociata pra podermos financiar indiretamente a guerra na Ucrânia, só pode ser. A Fab fechou um contrato milionário na aquisição dos helicópteros black Hawk cheio de restrições do governo americano. Infelizmente o governo e as forças armadas brasileira são… Read more »

“ A Fab fechou um contrato milionário na aquisição dos helicópteros black Hawk cheio de restrições do governo americano.”

Os helicópteros são para o EB. E ainda não vimos a oficialização do contrato, por enquanto (salvo engano) só existe a notificação de praxe da DSCA. O valor final pode ser diferente do notificado.

EduardoSP

“A Fab fechou um contrato milionário na aquisição dos helicópteros black Hawk cheio de restrições do governo americano.”
Restrições? Quais?

Gustavo

Não existe erro velho, existe pessoas novas cometendo mesmo erro, FAB.

Silvio

No meu entendimento, os equipamentos da forças armadas deveriam ser novos sempre, pois diminui o custo manutenção, ae tem um equipamentos que sempre estará disponível, deixa o seu pessoa treinado em um equipamento de ponta e com o seu efetivo sempre com todos os estagios atualizados,vc tem uma força de reação e ação sempre pronta para os diversos cenários. Mas um país onde se gasta mais com benefícios ao alto escalão da República que com as as forças armadas, é fadado sempre ao fracasso. Nunca teremos um projeto que ñ passe pelo sucateamento e desvalorização de equipamentos e membros das… Read more »

Cr Sertao

Os Mirage tampão, que vieram por último também ao meu ver, não somaram muita coisa.

Wellington R. Soares

Os mirages só gastaram os poucos recursos que a FAB tinha.
Coisa de maluco pensar em F16 usados.
Os Gripens estão sendo fabricados no Brasil, alguém explica isso pra FAB e o Congresso ?
Meu Deus, não acredito que vão comprar sucatas pra voar uns 5 anos e serem retirados de serviço.

Allan Lemos

Ai que está o problema, as forças armadas têm independência quase que absoluta no tocante aos seus projetos, praticamente eles podem fazer o que quiser sem ouvir o Congresso.

Eu já falei aqui diversas vezes que o Legislativo deveria ter controle maior sobre o que os militares fazem, e sempre o pessoal vem com aquele papo de que “os políticos nāo entendem de projetos militares”.

O resultado sāo essas decisões altamente questionáveis das quais o povo, através do Congresso, nāo tem meios para impedir.

Vê se lá nos EUA os militares fazem qualquer coisa sem prestar contas ao Congresso.

Alex Tiago

Boa noite Wellington. Concordo maluquice mesmo. Vamos encomendar um segundo lote pra agora começar a fabricar agora entregas partir de 2026/7 coloca um segundo turno nas fábricas um terceiro turno e entrega o segundo lote intercalado com o primeiro. Se o problema for dinheiro faz outro financiamento. Correr atrás do mal planejamento. Fico pensando assim se caso houver encomendas de outros países não vam entregar???

Daniel

O avião era bom. Desempenho muito acima dos F-5 e A-1. Na verdade, neste quesito, o melhor que a FAB já operou. Mas, como citado no texto, aviões usados precisam ser revisados e, de preferência, modernizados para serem efetivos. Isso custa dinheiro. Sem isso, em menos de 10 anos aposentam e o $ da aquisição vai pro lixo. Lamentavelmente, foi o que ocorreu com os 2000.

Rinaldo Nery

Somaram muito. Aprendemos a combater BVR com eles.

Alex Tiago

Coronel e porque não saiu uma modernização ??

Camargoer.

Os M2000firam operados pelo GDA .. o mesmo esquadrão que foi escolhido para receber o Gripen..

Quando o F2000 foi retirado, o GDA começou a se preparar para receber o Gripen…

Alex Tiago

Boa noite Camargoer. Pois é aposentaram em 2014 salve engano e morreu aí 10 anos depois os gripens está em 7 apenas. Naquela época seria melhor 12 F16. E se tivesse seriedade modernizar em 2015 parelha com os tais 43 AMX padronizar. Estaríamos melhor.

Rinaldo Nery

A desativação dos Mirage 2000 ocorreu pra forçar a decisão do FX-2.

Marcelo Mendonça

A modernização iria consumir recursos do FX2 pois seria bem cara e onerosa, uma vez que era necessário trocar todo o sistema de geração de energia, incluindo o motor, para permitir a instalação dos novos equipamentos de uma atualização. Isso era necessário pois os nossos M2000 eram dos primeiros lotes do avião, bem antigos.

Miguel Felicio

E agora vão repetir com a possível aquisição dos F-16………

José Amilson

O Brasil deve aproveitar o conhecimento que o adquirido com o caça Gripen é deve buscar fazer o seu próprio caça de 5° geração.

Bernardo Santos

No hay Plata.

Funcionário da Petrobras

Compras usadas, que deram dor de cabeça à FAB ou que operaram por pouco em tempo. F-5, ex-Agressor (USAF); Mirage 2000, ex-I’Armée de I’air e por aí vai.
No caso do F-16 a FAB não conhece o avião, o fracasso poderá ser maior que as duas aeronaves acima.
Ou seja, F-16 na FAB só se fosse Block 70, ainda daria pra se sem pensar no Block 52. Abaixo disso, esquece, furada.
Ainda acho que tudo isso aí é cortina de fumaça da FAB.
Tomara!
Que venham mais Gripens.

Last edited 29 dias atrás by Funcionário da Petrobras
Oliveira

Fecha logo o leasing do Gripen C/D e pronto. Se o objetivo é ter dois modelos de caça, esqueça o F16 e parta logo pro F18.

Ivanmc

A escolha mais sensata seria o F-18SH.

Camargoer.

O mais sensato é dar continuidade ao programa do Gripen

Ivanmc

Cada um com a sua opinião.

Leandro Costa

Nem todas as opiniões são sensatas.

Ivanmc

Pois é, infelizmente para alguns terão que aceitar os F-16.

William Duarte

Dinheiro tem, falta é …. De dois em dois anos temos o fundo eleitoral de quase 5 bilhões de reais. O brasileiro além de obrigado a votar em corr…, o contribuinte com a maior carga tributária do planeta ainda tem que bancar a campanha do candidato, ou seja o politico já entra te roub… antes de ser eleito. Mas vamos lá. O fundo é de quase um bilhão de dólares a cada dois anos, ou seja 500 milhões de dólares anos vinte anos da 10 bilhões de dólares. Somente o fundo partidário colocaria a FFAA com defesa AA de médio… Read more »

Akhinos

Isso aqui e uma discussão séria kra. Leva esse teu senso comum de zap zap pra lá. Me irrita esses papos de gente que não entende nada do riscado, falando que se cortar A ou B de repente resolveu os problemas do país. Kra entenda uma coisa mto simples de teoria econômica, os agentes econômicos são insaciáveis. Se por um acaso todo o orçamento do fundo eleitoral for colocado à disposição dos miitares, como vc supõe, obviamente outros setores da burocracia estatal vão entrar em guerra falando que eles tbm querem esse privilégio. E portanto, nunca haverá 5 bilhões para… Read more »

Amaury

A FAB com um efetivo racional na casa de 35.000 militares também permitiriam todos esses sonhos.
Assim como a MB…
Ou as decisões equivocadas das FA’s são culpa dos políticos tmb?

Saldanha da Gama

Vi reportagem no uol, se verdade for, muita coisa se explica!

Funcionário da Petrobras

Acabei de ler na UOL também.
Muita baboseira do editor que escreveu a matéria lá.

Saldanha da Gama

Bom dia Petros!!!!
Tomara mesmo. Acho que algums coisas, como valor dos caças e entrega, tem algum fundo de verdade.
Abraços

Infante

Travesseiros novos e uma excelente opção

José Martins

Não muda nada, sempre foi assim no Brasil, vide F5, sonha alto, quando começa já diminui, no final sobra 30% do início. Infelizmente o nosso maior problema somos nós mesmos, desperdício do dinheiro público aqui sempre foi latente, se porventura existisse a possibilidade de punição devido ao mau uso do dinheiro público aí aos coisas poderiam mudar, porém isso é praticamente impossível, só lerem os jornais. O problema nunca foi falta de dinheiro, apenas não há interesse em usar para o que é necessário, ha muita sangria nesse país. Sinto a quem é mais novo, nada mudará aqui tão cedo.… Read more »

Marcelo Brandão

A principal questão é o quanto a entrada dos suecos na OTAN compromete o futuro do Gripen. Não existe uma definição clara deles para a aquisição do modelo F-39E/F. A possibilidade de direcionar novos investimentos no F-35 deixaria o Brasil como operador de uma aeronave com poucas unidades produzidas e com alto custo de manutenção no futuro. Vários países, diante da ameaça do conflito entre Rússia e Ucrânia, escolheram o F-35 e abandonaram a possibilidade de aquisição do Gripen. O que agravou a situação em relação a viabilidade da SAAB manter sua linha de produção aberta. Essa questão depende de… Read more »

Leandro Costa

É… porque de três finalistas do FX2, apenas um deles não era da OTAN na época. Finalistas…

Tirem essa baboseira de ‘ser da OTAN’ influenciar alguma coisa.

Welington S.

Parece que se explica o motivo de até o momento os dois A330 não terem sequer uma luz no fim do túnel em relação à conversão para MRTT. A compra dos F-16s incluiria dois KC-135 Tanker e dois A330 como aeronaves civis, com a pintura da FAB. Não podemos negar que o F-16 é um excelente caça, mas a chance de adquirir uma linha de produção local foi perdida e, hoje, não faz mais sentido ter o caça por aqui.

Aos tomadores de decisões da FAB, pergunto: Vocês realmente irão jogar o dinheiro do contribuinte no lixo comprando caças velhos?

Last edited 29 dias atrás by Welington S.
Patrick

Olá, pessoal.

Por acaso o caça Tejas não serima uma boa solução para atuar como uma aeronave suporte aos Gripen, deixando os F-39 para missões mais específicas?

A pergunta é totalmente leiga, mas imagino que o valor de aquisição de um F-16 usado, esteja próximo dos caças indianos novos.

E um acordo bilateral com a Índia, poderia alavancar a venda do KC-390 por lá.

Não conheço sobre as especificações técnicas, mas gosto do assunto, então me desculpem se a divagação não for pertinente.

Abraços.

Luciano

O problema brow, é que o Tejas MK1A não é tão barato assim. Pelo que li, hoje, o torno de 65/70 milhões de dólares, sem armas. Podemos conseguir o FA50 por 55, ou o M346FA por 40.

Wellington R. Soares

No início ventilou notícias de uma possível frota composta por 108 Gripens, ou 3x lotes de 36. Sempre achei algo impossível para o Brasil, os motivos todos já estão cansados de saber. Mas me deixa triste essa notícia da possível aquisição de F16 usados, será um tremendo retrocesso ! Agora o melhor é ter paciência e esperar os caças Gripens serem entregues. Não entendo essa urgência toda agora. O que faz a nossa defesa são F5 poucos capazes atualmente. O melhor seria ir comprando uns 4 Gripens todos os anos, até atingir algo em torno de 60 caças, já estaria… Read more »

Luciano

Na época, a perspectiva era de que o Brasil continuasse crescendo. Mas, tivemos a crise de 2015, e toda a história posterior. Naquele ritmo, estariamos encostados no PIB da Índia. Naquele planejamento, era possível os 108. Hoje, não mais de 70.

Alex Tiago

Discordo amigo. Hoje tbm é possível esse país tem muito dinheiro. É mau empregado, falta vontade dos próprios militares as vezes. Não adianta apenas repetir não tem dinheiro. Já pensaram quantos generais nós temos em nosso exército e brigadeiros e almirantes. Não pensem que quando aposentam deixam de custar e perdem a patente. É muita gente, felizmente nossos militares são muito estudados parabéns e por outro lado eles mesmos judiam da máquina financeiramente. Nesses cargos são milhares fora já aposentados e que geram custo muito alto. Por um lado entendo, parabéns, mas por outro lado falta estudo ou vontade para… Read more »

Last edited 29 dias atrás by Alex Tiago
José Rodrigo

Lembram da guerra das Malvinas, travaram os fornecedores para as FFAA. Compramos sucatas e achamos ótimo.
Um país com 10 milhões de habitantes consegue construir um caça e agente com 220 não. Lógico talvez não fosse um de 5 geração. Mas algo compatível com nossa realidade.
A Índia tem GPS próprio, em uma guerra eletrônica ficaríamos cegos.
Sobre o F, vejam a Argentina está aplaudido a compra de células super antigas, vai gastar uma fortuna como aconteceu com nossos F5.

Tutor

Seria uma ótima opção, em 1985.

Desc

Se não for os F16 será outro.
A conta não fecha…Somente 36 Gripens para substituir F5 e A1 urgente.
Sem falar do prazo…segundo lote será entregue quando???
2030,2040ou mais.
Pq com este ritmo de entrega da SAAB é o que vai acontecer.
F16 usados não seria o ideal como explicou perfeitamente o artigo.
Mas qual serviria para ser um tampão?
Acho que está é a pergunta.

Miguel Felicio

Não consigo entender a tal “urgência”?……temos A-1 mais novos que esses F-16 e condições próprias de sozinhos os melhorarmos…….AH! como foi dito aqui, avião de ataque ao solo não mais serve na guerra moderna né?……por isso que os americanos estão aposentando com “extrema” urgência seus A-10. Temos horas a serem consumidas em nossos A-1, precisamos de outro caça, para complementação e ou aumentar o poder?…..me parece que os EUA vão aposentar um grande número de F-15; que tal então empregar nosso suado dinheiro nesse vetor (…ah! vai ser rainha de hangar….), pagamos TOT nos submarinos IKL, pagamos nas fragatas Niteroi,… Read more »

Pastor Pedro

E uma vergonha o Brasil ficar comprando, sucata dos outros pais.
Como pode manter segurança do país com sucata com ferro velho.
Para de encomizar o barato pode sair caro.

Ricardo Neto

Se não houver dinheiro para um novo ou novos lotes de Gripens, fiquemos somente com os 36 já empenhados, aposentamos os antigos A-1 e F-5 e vamos ver se a corja política se mexe.

BK117

Ótima matéria. Explica por que F16 para nós é um péssimo negócio. O verdadeiro barato que sai caro. É natural e prudente que a FAB avalie opções. Esses tempos pra trás o comandante afirmou que estavam estudando o tal do LIFT, e se poderia ter uso dual na FAB (treinamento e combate). Nem por isso saiu uma compra de caça leve. O que nos resta é torcer para que a FAB tome uma decisão correta e chegue em um acordo com a SAAB ou bancos financiadores para novos F39. Nem que seja uma versão mais simplificada em sensores ou coisa… Read more »

Geraldo Matos

Só _______________apoiam comprar um lixo enferrujado de 50 anos de idade. “ah, mas nem todos tem 50 anos de fabricação”, mas a tecnologia está acabada. O presente e o futuro são os Gripen. Tentaria o Sukhoi 57 russo se forem bem + barato que os F-35 e aparentemente são.

EDITADO

fewoz

Me impressiona como ninguém, absolutamente ninguém, veja esta notícia como um blefe. A matéria é bastante interessante, mas apenas esclarece o óbvio: que os F-16 não fariam sentido nenhum na FAB. Devemos somar esta ação com notícias anteriores do Ministro da Defesa, José Múcio, que estava tentando vincular a compra de mais Gripens com a compra do KC-390 pela Suécia. É um blefe do governo e da FAB para que os suecos comprem o KC-390 e assim a FAB proceda para a aquisição do próximo lote, nada mais. O governo sabe da importância deste projeto.

Saldanha da Gama

gasto extra de talvez R$ 5 bilhões por 14 aviões além da encomenda inicial de 36….”

” De 2019 a 2023, foram R$ 7,7 bilhões em valores corrigidos, R$ 1,2 bilhão só no ano passado…”

” Como a Folha de S.Paulo mostrou na semana passada, o cronograma de entrega das aeronaves fabricadas no Brasil parece inexequível, a contar o ritmo atual.”
Fonte? folha

Provavelmente, estes são os motivos de se recorrer ao f16.
Se verdade forem as notícias, esqueçam 2o.lote. Torço para que não joguemos no lixo, mais um valor milionário de Tot.

Andre Motta

se fosse uma das versões modernas serie bom. não falo dos Bock mais modernos. Porem não faz sentido deixar de comprar os F39 e comprar F16 antigos.

Camargoer.

Não faz sentido comprar um Vio pior que o Gripen nem comprar um avião Dim lar ao Gripen

Santamariense

Todos aqui falam que o F-16 é uma sucata. Mas, alguém sabe de onde esses hipotéticos F-16 viriam, de qual país? Qual block? Foram modernizados ou não? Qual o valor? O que sabemos, com certeza: – há 36 Gripen contratados; – o Gripen está atrasado; – o orçamento destinado ao projeto não está sendo cumprido há alguns anos, com aportes abaixo do que foi orçado; Surgem, assim, algumas dúvidas: – com os 36 exemplares, a FAB está mobiliando o GDA, mas ao invés de reequipar um dos esquadrões que hoje voam F-5M, resolveu reativar o Pacau. Por que? – a… Read more »

fulcrum

Logo até o Iran estará fabricando seu 4gen ou até um 5gen e nós ainda decidindo comprar f-5.

Santamariense

Se o GF liberasse verba para manter as entregas em dia e para encomendar mais 1 ou 2 lotes do Gripen, pode ter certeza que a FAB não estaria pensado em F-16 usado.

Dagor Dagorath

MPF e CGU deveriam ficar de olho nessa eventual aquisição de F-16.