Home Aviação de Ataque Defesa aérea da Sérvia atingiu outro F-117 durante a Operation Allied Force

Defesa aérea da Sérvia atingiu outro F-117 durante a Operation Allied Force

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F-117 Nighthawk
F-117 Nighthawk

A história de como um jato de ataque stealth F-117 Nighthawk da Força Aérea dos Estados Unidos foi abatido sobre a Sérvia durante a Operação Allied Force em 27 de março de 1999 é bem conhecida.

O que é menos conhecido é que outro F-117 foi atingido por um sistema de defesa aérea sérvio durante a mesma campanha, mas detalhes do que aconteceu só recentemente foram disponibilizados.

O site The Drive publicou matéria com informações da última edição do podcast The Afterburn, no qual o tenente-coronel aposentado da USAF Charlie “Tuna” Hainline, ex-piloto de F-117, confirmou o que havia sido, por muitos anos, um boato: que um segundo jato stealth foi atingido pelos sérvios, mas conseguiu retornar à base.

Embora observe que muitos detalhes sobre o incidente na Allied Force permanecem confidenciais, ele forneceu algumas informações sobre o evento.

A “noite interessante” de Hainline, como ele diz, envolveu uma missão com dois F-117, voando contra alvos quase paralelos, separados por cerca de 16 quilômetros. “Tuna” não fornece a data, mas certamente foi depois que os sérvios abateram o primeiro F-117, de acordo com o relato de Hainline. Fontes não confirmadas haviam afirmado anteriormente que este incidente ocorreu em 30 de abril de 1999.

Na noite em questão, Hainline se lembrou de “muita AAA (artilharia antiaérea) e, às vezes, alguns mísseis sendo disparados”. Esses mísseis terra-ar (SAMs) incluíam exemplares do mesmo SA-3 Goa de fabricação soviética que havia derrubado o “Vega 31”, mas havia outros tipos de mísseis em uso na época, também, de acordo com “Tuna”.

Hainline diz que viu mísseis sendo disparados na área onde seu colega estava voando.

De acordo como relato, após o ataque aos alvos, o outro F-117 que fazia dupla com o avião de “Tuna” demorou a aparecer no rendevouz com o avião tanque.

Quando finalmente aquele F-117 surgiu, estava com as luzes apagadas e parecia seriamente avariado. Talvez estivesse voando monomotor.

Depois de reabastecido, o caça furtivo conseguiu retornar à base em segurança.

Sabe-se que na noite que o “Vega 31” foi abatido, os F-117 não contaram com o apoio de avões de ataque eletrônico como EA-6B Prowler e EF-111 Raven.

“Tuna” não sabe se na noite do segundo F-117 atingido também faltou o apoio dos aviões de ataque eletrônico.

Os EF-111 Raven apoiavam as missões dos F-117

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Carlos Campos
Carlos Campos
1 mês atrás

Segredo para combater jatos furtivos: Radares Velhos

Andre
Andre
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Se você quiser abater apenas um avião, e atingir um outro, em centenas de sortida, pode ser uma solução. Talvez comprar flak88 seja tão eficiente quanto…

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andre
1 mês atrás

Vou comprar estilingue e derrubar um F22

Andre
Andre
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Deve ter uma chance muito parecida utilizando esses “radares velhos”

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Andre
1 mês atrás

Que nada, é só calcular de cabeça a velocidade, distância e angulo do F22 puxar o estilingue e xablau F22, chupa LM…….. me divirto de ninguém perceber que tô zoando

Nei
Nei
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Jogar pedrinha para o motor ingerir, já era kkk

Wagner
Wagner
Reply to  Andre
1 mês atrás

E mais barato!

João Fernando
João Fernando
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Radar velho com processamento digital moderno consegue filtrar o ruido de fundo.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

Dizendo os russos é verdade, mas se tuver um radar grandão e moderno AESA de GaN eles conseguem ver de longe um caça furtivo, longe o suficiente para um ataque BVR. pelo menos é o que o SPY 6 tem como capacidade no papel.

MCruel
MCruel
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Correção: “Segredo para combater jatos furtivos ‘VELHOS’: Radares Velhos”

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
Reply to  Carlos Campos
1 mês atrás

Ou um sérvio operando as baterias.

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

É a realidade aparecendo, para reflexão dos que diziam que a derrubada do outro F-117 tinha sido apenas sorte.

Renato Carvalho
1 mês atrás

As viúvas soviéticas terão orgasmos.

bjj
bjj
1 mês atrás

Se os iraquianos tivessem o profissionalismo dos sérvios na operação dos sistemas antiaéreos a invasão do Iraque teria custo muito, mas muito mais caro

bjj
bjj
Reply to  bjj
1 mês atrás

**custado

Ersn
Ersn
Reply to  bjj
1 mês atrás

O problema dos iraquianos era muito maior ,Saddam mesmo sem ser militar ou ter experiência em comando de unidades militares dava ordens erradicas e como seus generais eram todos de indicação política ,acatavam sem questionar,o oficial que comandava uma bateria de mísseis ou dentro de um ACC mesmo sendo treinado pouco ou nada podia fazer contra as ordens superiores,por exemplo ,os radares de alerta aereo foram posicionados na fronteira mesmo sabendo se que seria alvos fáceis para helicópteros de ataque e comandos sendo silenciados antes de avisarem aos centros de defesa aérea na primeira noite da guerra,o que abriu caminho… Read more »

bjj
bjj
Reply to  Ersn
1 mês atrás

A bagunça era geral. Muito pouco se salvava.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Na verdade, os F-117 já sobrevoavam Bagdá quando os helicópteros da Força Tarefa Normandia destruíram os radares iraquianos na fronteira, eles não foram detectados.

IBIZ
IBIZ
Reply to  Ersn
1 mês atrás

E olha que eles na época tinham acabado de sair de uma guerra de quase dez anos com os iranianos. Ao invés de terem saído com mais experiencia e lições pra melhorar sua capacidade de guerra saíram mais despreparados, descoordenados e desencorajados.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Reply to  Ersn
1 mês atrás

O Iraque não tinha defesa aérea. A únicas que funcionaram no comecinho da ofensiva foram feitas Brigadeiro Piva.
Depois foi o masacre que conhecemos. Os Sérvios aproveitavam melhor o que tinham e eram mais profissionais e patriotas.

ednardo curisco
ednardo curisco
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Um problema de regimes ditatoriais é que são baseados acima de tudo em ‘fidelidade’ e ‘puxasaquismo’.

e é fácil reconhecer um regime assim: se a pessoa é julgada mais pelo que ‘discorda do líder’ do que pelo seu campo de saber, é coisa de ditador, que invariavelmente vai recrutar incompetentes lambe-botas

Matheus Santos
Matheus Santos
Reply to  bjj
1 mês atrás

legal, mas complemento com dois pontos
– os sérvios tinham algum aprendizado do Iraque. Os Iraquianos foram surpreendidos na primeira ação em larga escala do F-117, e
– lembro q li (RFA?, há mto tempo) depois do ataque em osirak, vários oficiais de patente mais alta (acima de major) foram punidos. Assim, houve uma perda de experiência. Isso é parecido com o expurgo de Stalin e a paralização da força aérea na invasão.

Cuiaba
Cuiaba
Reply to  Matheus Santos
1 mês atrás

Por que baterias brasileiras não funcionaram…. Vão funcionar na nossa defesa?

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

Gostaria dos comentários do Bosco …..

Mas lí em algum lugar que essas Baa’s Sérvia foram modificadas ….

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

Os próprios a modificaram e melhoraram o algoritmo.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Os caças furtivos não são tão furtivos assim!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Pois imagine tentando entrar no espaço aéreo russo ou chinês.
Será um verdadeiro massacre.

MFB
MFB
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

No campo da imaginação, principalmente a sua, tudo e possível. Assim como você deve imaginar stalinbte dando um banho de esponja todas as noites e te colocando parar dormir em um berço de ouro.

DSC
DSC
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

lol São sim. O fato de ao longo de uma vida de 25 anos, com participação em várias operações como a Desert Storm e a Allied Force, e milhares de surtidas bem sucedidas, a frota F-117 só ter sofrido uma perda em 1999 contra um sistema SAM SA-3/S-125* é uma grande prova que sim, são extremamente furtivos. *SA-3/S-125 esse que apenas detectou e obteve “lock” no F-117 a cerca de 20km. E muito contribuiu para isso o fato de que os sérvios sabiam por onde o F-117 ia voar, pois este tinha feito sempre o mesmo percurso em todas as… Read more »

Last edited 1 mês atrás by DSC
kararao
kararao
Reply to  DSC
13 dias atrás

tem mais uma estes aviões foram detectado quando eles abriam o compartimento de misseis e bomba deixaram de ficar furtivo apareciam melhor no radar e era só travar e disparar . foi assim que este avião foi derrubado . eles já sabiam por onde voavam só precisavam mais o menos o ponto de onde iam laçar as bombas .também contou com a sorte .

MFB
MFB
Reply to  Fabio Araujo
1 mês atrás

Furtividade não é sinônimo de invisibilidade. Erro comum nessas avaliações.

MFB
MFB
Reply to  MFB
1 mês atrás

Essa perda foi um desleixo por parte dos americanos.

Agnelo
Agnelo
Reply to  MFB
1 mês atrás

Vou te dizer uma parada….
Na guerra tem tiro…. morre até gente….
O super trunfo fica nas barracas…

MFB
MFB
Reply to  Agnelo
1 mês atrás

Qual parte falei de super trunfo pateta? Volta pra cantina kkk

Agnelo
Agnelo
Reply to  MFB
1 mês atrás


Se tiver pastel de queijo, eu até vou e fico lendo as perebadas q vcs postam

Paulo Sollo
1 mês atrás

Este sistema soviético SA-3 Goa / S-125 Neva/Pechora teve sua versão de exportação desenvolvida em 1973. Os EUA disseram que o F-117 abatido foi detectado no momento em que o compartimento de bombas foi aberto, sendo que após o incidente eles modificaram o formato da porta do compartimento. De qualquer forma, se um sistema antigo conseguiu obter e travar o alvo devido a uma porta de muito pequenas dimensões aberta por curtíssimo período, é prudente não duvidar de que os sistemas AA atuais disponham de capacidades que possam eventualmente lhes permitir enquadrar aeronaves Stealth. Inclusive lembro de informação divulgada pela… Read more »

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Paulo Sollo
1 mês atrás

Já eu ouvi que os sérvios perceberam que a USAF estava sendo complacente, usando sempre a mesma rota de incursão com os F-117. Aí foi questão de colocar algumas baterias na rota e esperar um passar por cima, que acabou acontecendo. Acho que muitos confundem “stealth” com “invisível”, ao invés de “furtivo”. Acho que nunca foi a intenção da USAF que um F-117 pudesse passar por cima de uma bateria sem ser detectado, mas passar de fininho entre radares de defesa, por brechas onde a cobertura radar fosse mais fraca até chegar perto do alvo. O texto acima também fala… Read more »

Paulo Sollo
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Neste caso eu diria que foram displicentes, talvez por menosprezarem que os sérvios fossem capazes de mais do que eles imaginavam.

Andre
Andre
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Aí está a dificuldade que as viúvas sovieticas tem: entender que furtivo e invisível são coisas completamente diferentes. Se no Vietnam os SAMs soviéticos forma muito efetivos e abateram mais aviões que os caças soviéticos, nas centenas de sortidas do f117 na ioguslavia, um foi abatido e um danificado. A tecnologia furtiva não torna o avião invencível, mas dificulta muito o trabalho dos defensores.

Ele foi tão furtivo e tão eficiente quanto propagado.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Andre
1 mês atrás

Eu diria que até bem mais do que esperado.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Andre
1 mês atrás

Que centenas de surtidas?
Vc está repetindo isso até se convencer.

Andre
Andre
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Aquelas realizadas até que as forças da ioguslavia saíssem de Kosovo.

Na sua realidade foram apenas duas, com um avião abatido e outro danificado e o ditador ioguslavia saiu de Kosovo prq estava sol?

100nick-Elâ
100nick-Elâ
Reply to  Andre
1 mês atrás

SQN. O F-117 teve um desempenho pior do que o do F-16. Esse é o problema. Abatido todo avião é, mesmo os invencíveis e super tecnológicos avióes americanos (invencíveis para vocês fanboys, estou sendo irônica – deixa explicar bem porque vocês tem dificuldade de entendimento).

Matheus S
Matheus S
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Nesse dia em questão, o F-117 não estava acompanhado de aeronaves de guerra eletrônica devido ao tempo fechado, e os sérvios foram informados disso através de espiões na Itália.

E tem mais, através também de espiões, os sérvios foram informados das rotas que os F-117 seguia, e por conta dessas situações em geral, tomaram mais coragem para armar uma emboscada para o desfecho que inevitavelmente acabou acontecendo.

A janela de oportunidade só veio no terceiro momento, quando o F-117 abriu as portas do compartimento de bombas, fazendo com que o RCS aumentasse brevemente.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Esqueceu de mencionar que esse evento contou com o equivoco de não ter o apoio de aviões de como o EA-6B e EF-11 o que contribuiu em muito para que os Sérvio tivessem êxito e imagino que durante a permanência da URSS seus oficiais tenha absorvida alguma doutrina em uso de radares.

Ersn
Ersn
Reply to  Paulo Sollo
1 mês atrás

A missão prioritária dos F117 no contexto da guerra fria era destruir ,interromper e incapacitar o sistema C2 de defesa aérea dos inimigos abrindo caminho para aeronaves de ataque convencionais, na doutrina de defesa aérea soviética que era seguida pela maioria de seus aliados o comando era centralizado com pouca iniciativa para operadores,comandantes de bases,baterias e pilotos,na Sérvia o ambiente encontrado foi totalmente diferente.

Paulo Sollo
Reply to  Ersn
1 mês atrás

Certamente a USAF aprendeu uma lição sobre as consequências de se pré julgar as capacidades de ação dos oponentes se baseando em crença de aplicação de doutrinas rígidas por parte dos sérvios.

Last edited 1 mês atrás by Paulo Sollo
Andre
Andre
Reply to  Paulo Sollo
1 mês atrás

A lição que a usar aprendeu foi que a tecnologia furtiva é tão eficiente quanto se imaginava, afinal ninguém nunca imaginou que tornaria o avião indestrutível, mas a redução drástica das perdas mostrou o sucesso da aplicação da furtividade.

Paulo Sollo
Reply to  Andre
1 mês atrás

Sem histeria muchacho. Não estou aqui para jogo infantil de torcidas com suas capacidades de compreensão e análise tão profundas quanto uma gota d’agua, sejam american fanboys, russofilos ou sinofilos, e sim para debater sobre fatos e questões técnicas e estratégicas, sem paixões.

Andre
Andre
Reply to  Paulo Sollo
1 mês atrás

Ué, que histeria? Não houve uma gigantesca redução nas perdas para os SAMs? A adoção da tecnologia furtiva não trouxe um gigantesco ganho tático e estratégico?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Paulo Sollo
1 mês atrás

Acho que outra lição, além dessa que você citou, é uma que a USAF já havia aprendido antes à duras penas. No momento em que você se torna previsível, você está vulnerável. E não há tecnologia no Mundo que compense por isso.

Paulo Sollo
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Verdade. E este é mais um dos fatores que demonstram a complexidade de se levar a cabo um continuum nas operações, no sentido de se manter um conjunto de estratégias e ações que formam um todo contínuo e coerente que levem a atingir o objetivo pretendido, sendo maleáveis o suficiente para adotarem as mudanças que se fizerem necessárias no seu decurso, em decorrência dos movimentos e estratégias inesperada levadas a cabo pelo adversário.

Pedro
Pedro
1 mês atrás

Estar com total superioridade qualitativa e numerica como a OTAN estava contra a Servia e aceitar um cessar fogo mediado pela Russia, é um sinal de que as operacoes aereas lá nao foram nem um pouco faceis e com os resultados esperados devido ao sucesso atingido contra o debil Iraque. Muita coisa vai surgir ainda desse conflito que esta sob segredo.

ScudB
ScudB
Reply to  Pedro
1 mês atrás
Andre
Andre
Reply to  ScudB
1 mês atrás

Excelente, se o Tonho for capaz de entender inglês, seria muito bom ele ler esse artigo.

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
1 mês atrás

Todo avião pode ser detectado por um radar. A questão é a que distância esse avião vai estar do alvo quando ele for detectado. É certo que dois F117 foram atingidos, um deles derrubado. Mas quantas missões os F117 designados para aquele TO cumpriram sem nem serem percebidos direito?

Ersn
Ersn
Reply to  Nilo Rodarte
1 mês atrás

Em inferioridade numérica os sérvios tinham que escolher a hora certa de engajar .

Last edited 1 mês atrás by Ersn
Teropode
1 mês atrás

Quer dizer então que os servios atiravam pra todo lado , descobriam se tinham acertado alvos só depois que estes caiam .

Yuri Dogkove
Yuri Dogkove
1 mês atrás

Muy furtivo…

JOSE DE PADUA VIEIRA
JOSE DE PADUA VIEIRA
1 mês atrás

Não me lembro onde li uma avaliação sobre radares soviéticos, após testes, descobriram que o antigos radares soviéticos dissipavam tanta potencia que conseguiam detectar aeronaves stealth com pouca precisão, mas detectavam, e considerando o que a Servia usava em meados dos anos 90, é bem possível que seja um desses.

Antoniokings
Antoniokings
1 mês atrás

Não fiquei nem um pouco surpreso.
Se depender das histórias contadas pelos americanos, eles até venceram a Guerra do Vietnã.

Paulo
Paulo
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Assim como a URSS venceu o Afeganistão.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Paulo
1 mês atrás

E os americanos foram lá para conferir a história e perderam também.

Cadillac
Cadillac
Reply to  Paulo
1 mês atrás

Os americanos perderam no Vietnã e os soviéticos perderam no Afeganistão. É fácil de entender 🙂

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Cadillac
1 mês atrás

Os americanos perderam no Vietnã e Afeganistão.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Antoniokings
1 mês atrás

Velho tem gente que acredita que a NASA não enviou ninguém para lua e os argumentos apresentados sob a luz da ciência não passa nem no mobral, mas empiricamente no brasil parallelo é tese de doutorado.

Wagner
Wagner
1 mês atrás

Centenas de missoes de combate. Décadas em ação. Um único aparelho abatido sob circunstâncias muito específicas, outro danificado. E aí tem que ler comentario de gente que diz “stealth coisa nenhuma, bla bla bla”… Dá uma preguiça…

Last edited 1 mês atrás by Wagner
Bernardo
Bernardo
1 mês atrás

O abate desta aeronave deveu-se a um conjunto de fatores: Espionagem, rota previsível e o comandante da bateria (Sr. Zoltan) que sempre ficava mudando de posição (Lí que o hodometro de alguns caminhões do sistema marcaram mais de 100 mil K durante o conflito). Outro fator é que a doutrina do exército Sérvio sempre foi a de combater um inimigo superior (OTAN). A quantidade de decoys destruídos foi enorme e provou que os Sérvios foram um duro oponente (Qtde de bombas gastas x alvos concretos).

Vinicius Momesso
Vinicius Momesso
Reply to  Bernardo
1 mês atrás

Se os Sérvios foram um “osso duro de roer” imagina os Russos então. A guerra só é facil nos filmes de Hollywood!

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

Um avião lindo.
Porém, pode ser deuurubado.

Andre
Andre
Reply to  Antonio Palhares
1 mês atrás

Se voa, pode cair, se navega, pode afundar.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Antonio Palhares
1 mês atrás

Lindo? Lindo? tu deve achar o X 32 lindo também, tem gosto pra tudo nesse mundo.

Agnelo
Agnelo
1 mês atrás

Importante salientar sobre a participação ou não dos Prowlers e Ravens.
É a tecla q inúmeras vezes eu bato.
As ações são realizadas com diversas capacidades de forma integrada.
Inclusive a “iluminação” do alvo, q pode ser feita por outra aeronave ou por Op Esp.

Super trunfo é pra jogar na hora do recreio.

RAMON HENDRIGO DE PAULA GREGORIO
RAMON HENDRIGO DE PAULA GREGORIO
1 mês atrás

Dizer que o F-117 não é furtivo porque foi abatido é bobagem e dizer que as defesas aéreas sérvias tiveram sorte também é bobagem, cada um cumpriu seu papel no teatro de operação. Um ótimo avião contra uma força bem treinada e profissional, abraço.

Last edited 1 mês atrás by RAMON HENDRIGO DE PAULA GREGORIO
Carlos
Carlos
1 mês atrás

Fiquei sabendo disso em 2007 para mim não é novidade

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Carlos
1 mês atrás

era lenda, hj é vdd

solipsi rai
solipsi rai
1 mês atrás

iahhh!!!! pronto vamos fechar com S-600.
AAA- para o exercito.
fecha conta e passa a régua!!

JT8D
JT8D
1 mês atrás

Pô, mas que raio de avião “istélfi” é esse que só fica invisível com o apoio de aviões de guerra eletrônica como o EF-111 e o EA-6B? Assim até um C-130 fica invisível

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
1 mês atrás

O piloto do Vega 31 era o então Maj Dale Zelko. Esteve em Brasília em 2003. Conheci-o.

Jodreski
Jodreski
1 mês atrás

Em tese caças stealth não deveriam precisar de apoio de aviões de ataque eletrônico, concordam? A verdade é que não sabemos ao certo o quanto o F-117 era stealth, sua aposentadoria “precoce” pode nos sugerir que talvez ele não fosse tão “invisível” assim. Mas só o fato de diminuir o alcance de detecção já é uma vantagem ao operador. Vale lembrar que na guerra do golfo muitos radares iraquianos foram destruídos por Apache, ou seja, ter um vetor que voa muito baixo (como um helicóptero consegue fazer) tb é uma maneira de ser stealth a grande parte dos radares de… Read more »

Delfim
Delfim
1 mês atrás

Eu li a entrevista do oficial Zelko na RFA. Ele não cita nada sobre porta de baia de bombas aberta, cita que o céu estava claro, que viu os mísseis em sua direção e percebeu que seria atingido, que a rota já devia estar “manjada” e os sérvios competentemente montaram a bateria no lugar certo.

Bispo
Bispo
1 mês atrás

Se a Rússia está vendendo …para quem pagar…radares com a promessa que “enxergam” os “furtivos” … já devem ter “algo” bem melhor na linha de frente.

Sukhoi-17
Sukhoi-17
1 mês atrás

Boa noite senhores. Sobre a derrubada do primeiro F-117 eu li numa revista de aviação(não era a Sputnick) que não tinha disciplina de rádio por parte dos americanos, havia muita conversa que nada tinha a ver com a missão….o comandante da bateria captou essas conversas……..montou o ataque……… e o resto é história……….

Yandu
Yandu
Reply to  Sukhoi-17
2 dias atrás

Quanta asneira nesse folhetim bolzo