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Empresa canadense negocia compra de 29 caças F-16 de Israel

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F-16A Netz de Israel

Os caças israelenses F-16 são da variante A/B e foram introduzidos na Força Aérea de Israel na década de 1980, o último dos quais foi retirado do serviço ativo em 2016 e mantido na reserva

A empresa canadense de defesa Top Aces está em negociações com o governo israelense para adquirir 29 de seus F-16s aposentados por cerca de US$ 100 milhões, indicam os relatórios.

Os F-16 israelenses são a variante A/B e foram incluídos na Força Aérea de Israel na década de 1980, o último dos quais foi retirado do serviço ativo em 2016 e mantido na reserva.

Essas aeronaves são provadas em combate e foram usadas em várias operações, incluindo a ‘Operação Opera’ (um ataque aéreo israelense em 1981 a um reator nuclear iraquiano em construção perto de Bagdá) e ataques contra as forças sírias.

Eles também abateram um Mi-8 sírio com tiros de canhão no ano de 1981, marcando o primeiro kill em combate para um F-16. Depois disso, a aeronave participou da Primeira Guerra do Líbano e abateu 82 jatos MiG-21 e MiG-23.

Com a introdução das variantes C/D posteriores do Falcon, as aeronaves mais antigas foram posteriormente desativadas e agora seriam usadas pela contratada canadense para serviços de treinamento com a Força Aérea dos Estados Unidos.

F-16B da IAF

De acordo com a agência de notícias israelense Globes, a Diretoria de Cooperação em Defesa Internacional do Ministério da Defesa de Israel (SIBAT) está liderando a discussão com a empresa de defesa baseada em Montreal.

O diretor de Marketing e Comunicações da empresa disse a Andre Allard, que escreve para a Wings Over Quebec: “Compramos 29 aeronaves F-16 de um cliente de Venda Militar Estrangeira (FMS). As aeronaves foram ativamente preservadas e estão aptas para o voo. No momento, estamos finalizando a transferência de terceiros com o Departamento de Estado dos EUA e os esperamos em Mesa, Arizona, nossa sede nos EUA no final de 2020.”

Circulavam boatos sobre a aquisição desses caças pela empresa. Recentemente, o governo israelense realizou um leilão de seu equipamento militar, incluindo caças e aviões de carga. Acredita-se que os F-16Cs também façam parte do leilão.

No entanto, os F-16A/Bs estavam ausentes da venda, o que alimentou os rumores de que Jerusalém poderia finalmente ter encontrado um comprador. Vale ressaltar que Israel estava procurando clientes para comprar seus F-16A/B por cerca de 3 anos.

A Top Aces é uma empresa de defesa com sede em Montreal que oferece serviços de treinamento aerotransportado contratados para as Forças Armadas canadenses. A Top Aces opera uma frota de aviões de combate modernizados para fornecer replicação de ameaças ‘Red Air’, treinamento de Joint Terminal Attack Controller (JTAC), prática de lançamento de munições, treinamento de artilharia ar-ar e perfis de reboque de alvos navais para os militares canadenses e alemães.

Ela também fornece treinamento de guerra eletrônica e desenvolvimento de táticas e suporta testes avançados de radar em ambientes nacionais controlados.

Com essa aquisição, a empresa teria uma frota de aproximadamente 75 jatos de combate usados. Ironicamente, a Royal Canadian Air Force tem quase o mesmo número de caças em sua frota – 76 CF-18 Hornets.

FONTE: The EurAsian Times

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Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

Que pechincha! Uma grande oportunidade desperdiçada pela FAB, poderiam ter comprado esses caças como tapa-buracos quando eles foram retirados de serviço em 2016.

João Fernando
João Fernando
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Defendo isso desde 1900 e bolinha. Nos anos 2000, em vez de reformar F5 velho, poderíamos ter pego F16 do deserto, e feito a modernização aqui

Juarez
Juarez
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

Claro, vamos comprar lixo de rico, pois o que importa é ostentar. É UMA PENA que ninguem te escutou, desde 1900 e bolinha. Ainda bem kkk saudações

Trathanius
Trathanius
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Lixo de rico não pode, mas comprar lixo do Kuwait e Jordânia é OK né.

Marcelo Mendonça
Marcelo Mendonça
Reply to  Trathanius
1 mês atrás

Na época da aquisição dos A-4 do Kuwait eles seriam operados no NAe Minas Gerais e não existia aeronaves disponíveis capazes de operar nele, queria que comprassem o que, Super Etendard?????? além disso os A-4 vieram com lotes absurdos de peças e motores sobressalentes.

miguel Felicio
miguel Felicio
Reply to  Marcelo Mendonça
1 mês atrás

Pois é, e ainda li na ocasião que tinham cada, menos de 1.800 h (velhos ainda novos) e com lotes absurdos de peças e motores sobressalentes + uma boa quantidade de mísseis ar-ar……O que fizeram com essas horas de saldo, pois estão sendo aposentados. Não temos porta aviões (Graças a Deus), mas modernizados e divididos pelo litoral, acredito produzirem ainda um certo respeito.

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Marcelo Mendonça
1 mês atrás

Não serviram pra absolutamente nada. E foram comprados pra operar no ex-Foch, não no Minas…

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Antonio Renato Cançado
1 mês atrás

A aquisição do Foch era justamente para se obter uma plataforma mais segura para as operações dos A4 do que o Minas, pois o Minas não desenvolvia velocidade suficiente.

No mais pelo que estudei os A4 foram comprados em 1997 e o Foch só foi comprado em 2000, chegando ao Brasil em 2001.

No mais veja essa matéria da época:
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc250116.htm

Kemen
Kemen
Reply to  Wilson Look
1 mês atrás

Poderia ser um problema do nosso Minas Gerais, mas o Minas Gerais tinha plena capacidade de operar os A-4, tal como outros da classe Colossus, o Vengeance australiano e o Independencia argentino.

O que pode ter REALMENTE acontecido é que a MB teve a oportunidade de comprar um P.A. maior e mais recente.
Poderia ser um problema do nosso Minas Gerais, mas o Minas Gerais tinha plena capacidade de operar os A-4.

O que pode REALMENTE ter acontecido é que a MB teve a oportunidade de comprar um P.A. maior e mais recente.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Kemen
Kemen
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Correção, 25 de Mayo Porta Aviões argentino gêmeo do Minas Gerais, que operava A-4. Nunca operou os Super Etendard porque com esses não era possivel operar nos classe Colossus.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Oi Kemen…

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Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Os Super Étendard operaram à bordo do ARA 25 de Mayo sim. Eu postei aqui, mas está aguardando a moderação. Qualquer coisa é só fazer uma pesquisa de imagens no google ‘SUE ARA 25 de Mayo’ que vai achar várias fotos dele operando à bordo. Os A-4 operavam tanto no 25 de Mayo quanto no Melbourne e também aqui no Minas Gerais, mas haviam severas restrições devido à incapacidade das máquinas de gerarem velocidade o suficiente para justamente se ter velocidade do vento no convés como o Wilson falou e portanto a MB já estava pensando em algo para substituir… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Como não operava os Super Etendard? Reveja suas conceitos…..

Wilson Look
Wilson Look
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Na verdade todos esses navios dependiam muito da velocidade do vento para operarem as aeronaves já que não conseguiam imprimir uma velocidade muito alta e pelo que eu saiba o ARA Independencia nunca chegou a operar os A4, ele operava aviões como os F4U e os T-28 e S2A. No caso do Minas em específico, além da velocidade pesava a idade do mesmo e o fato de está chegando ao fim de sua vida útil, pelo que achei na internet quando o Foch foi comprado, havia muitas opiniões diferentes inclusive na MB, mas o que ficou claro é que o… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Plena capacidade, não! A única missão dos A-4Q do CANA que seria lançada do 25 de Mayo na guerra das Falklands, não aconteceu porque não havia vento relativo suficiente para lançamento das aeronaves e o navio não podia desenvolver a velocidade suficiente para permitir as decolagens.

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Então eu estava meio certo….kkkk. Lembro de ter lido essas informações na época dos fascículos Aviões de Guerra…e tb há poço tempo na Trilogia. De qualquer maneira, isso comprova que os A-4 não podiam operar plenamente nos navios da classe do Minas Gerais.

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Pois é! Então os navios da classe do Minas não podiam operar com o A-4 plenamente. Poderíamos dizer isso se o A-4 pudesse decolar full, independentemente do vento gerado “pela natureza” e sim, apenas pelo vento relativo gerado pela velocidade desenvolvida pelo navio.

Kemen
Kemen
Reply to  Trathanius
1 mês atrás

Os F-5 foram comprados para ter peças de reposição.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Companheiro, se todo mundo aqui concordasse que o Brasil deveria comprar 120 F-35, 40 F-15X e 60 F-16 Block 70, no final tudo o que nós ainda teriamos seriam apenas 36 Gripens. Ninguém aqui é o Presidente da República, então o que qualquer um aqui acha ou deixa de achar não faz a mínima diferença para as Forças Armadas, então tanto faz se “ninguém me escutou”, mesmo assim é bom debater e trocar ideias sobre um tema que é de interesse comum a todos que aqui estão.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Poisé ….

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Oi? lixo de rico? Esse cheirinho de recalque no ar, sou só que que tô sentindo, ou mais alguém também?

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

Isso mesmo. Mas os oficiais brasileiros são daquele tipo de gente que fica fazendo um baita esforço para espremer a embalagem de pasta de dente até tirar a última gota do lado de dentro.

Juarez
Juarez
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

E isso está errado ? Lógico que não ! É fazer o melhor com os recursos que tem. O problema, ao meu ver, é a a falta de continuidade de investimentos, falta de um plano de estado (algo maior que qualquer partido politico ou orientação) porque uma aquisição de um caça novo e moderno, é um programa de varios anos.

Kemen
Kemen
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Claro, espremem ao máximo o tubo, com aqueles salarios inferiores n vezes aos salarios dos britanicos, norte americanos, italianos, franceses, etc chegam a passar vergonha. Tem militar pedindo desconto no reajuste do seu aluguel porque o dinheiro comprovadamente não dá!

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  João Fernando
1 mês atrás

O fornecedor é o mesmo ?

SoldierofFEB
SoldierofFEB
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Aeronaves com 36 anos de serviço ?

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  SoldierofFEB
1 mês atrás

O povo adora uma ostentação, não importa ser caco velho pra lá de rodado, o importante é estar bem na fita.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Pois é, até porque os nossos F-5s são bem mais novos do que esses F-16s. #SQN

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O F-5 está operacinal na FAB, F-16 usados não. A FAB conhece suas células, sabe o quanto podem voar e até quando. Eles aprenderam uma lição quando compraram os F-5 da USN que vieram surrados, precisando de muita manutenção até estarem operacionais de novo. A utilidade desses F-16 aí é apenas uma: fazer meninos como você achatem bacana a FAB ter F-16. Só isso. Não adianta eu falar de logistica aqui, ou obsolência eletrônica, poque tudo que você quer é abrir o navegador de internet e “curtir” videos e fotos de F-16 com as cores da FAB, sem dar a… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Você percebe que a educação de um país é uma m**** quando 80% da população demonstra uma seríssima dificuldade de interpretação de texto. Mas vamos lá, estou com muita paciência hoje, então vou tentar explicar de uma forma bem simples para ver se o amiguinho aqui consegue compreender: Primeiro,não disse que a FAB deveria adquirí-los agora, mas sim em 2016, quando estavam em melhores condições. Segundo, os F-5s estão tão surrados quando os F-16s, no mínimo. A diferença é que mesmo assim estes são muito mais capazes do que aqueles. Não precisa ser muito inteligente para perceber isso, logo, até… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Allan Lemos
Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Você percebe que a educação neste país é uma droga quando o cara não sabe nem fazer uma continha de padaria básica em relação à um caso óbvio da famosa relação custo x benefício. Só aviso que no momento em que esses F-16 estivessem totalmente operacionais, ainda teria F-5 voando para carregar o piano e, ao mesmo tempo, os Gripen estariam próximos de chegar. Só que agora ficaria mais difícil convencer os políticos à liberarem mais grana para subsequentes lotes de Gripens, porque afinal de contas, a FAB acabou de comprar mais uma boa quantidade de caças. Enfim… cada um… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Em 2016 e hoje essas aeronaves estariam do mesmo jeito. Elas estavam armazenadas, não “estacionadas” de qualquer jeito. Se a FAB as tivesse comprado, precisaria modernizá-las tb. Então, precisaria adquirir as mesmas, contratar modernização, treinamento, ferramental, manuais, etc….e implantar uma aeronave “nova”, com todos seus custos, trabalho e complexidades envolvidos. E essas aeronaves estão beeeem usadas! Operaram por 36 anos em uma FA que voa muuuuito e, praticamente, todo o tempo em situação de combate. E como outro colega falou, não substituíram todos os F-5…..e esses, continuariam operando.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Engraçado, vocês falam como se a FAB não tivesse gastado dinheiro com a modernização dos F-5s e como se um equipamento velho demais não tivesse custos extras de operação.

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Jovem, se você tivesse escrito: Inicio da década de 90 tudo bem daria para tentar entender.
Mas 2016 comprar F-16 jurássico só porque você acha legal.. Fala sério.
Você errou por pouco.. só 30 anos.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Rodrigo M
1 mês atrás

Rodrigo, pela milésima vez, eu não defendi que eles tivessem sido adquiridos para serem operados pela FAB nos próximos 30 anos no lugar dos Gripens, mas que fossem adquiridos como tapa-buracos até que estes estivessem em operação, já que mesmo sendo velhos, são mais capazes do que os F-5s. Sem ofensas, mas o pessoal aqui deve ter faltado as aulas de interpretação de texto na escola, nota zero.

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Então.. Eu também não disse que você disse que seriam operados 30 anos.. rs Disse que se você tivesse dito que eles poderiam ter sido adquiridos lá pelo inicio da década de 90 aí sim tudo bem.. Daria para tentar entender.. Mas essa “bela oportunidade” já se passou a pelo menos uns 30 anos.. Até mesmo na época da desativação dos Mirage III lá por volta de 2005, se fosse o caso, forçando muito a imaginação eu também até tentaria te entender.. Mas de 2016 pra cá não faz nenhum sentido, nem como “tampão” nem como “tampinha” nem como absolutamente… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Sim…a FAB gastou modernizando os F-5….Mas, em 2016 os 46 iniciais já estavam todos operacionais….e se tivesse comprado os F-16 GASTARIA DE NOVO modernizando-os…..é difícil entender isso??

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

É isso. A logística para a implantação dos F 16 tampões teria um custo absurdo, para os F5M estava pronta.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

Pois é, alguns não entendem, ou não querem entender, por causa do olho gordo, que a FAB não tinha, nem tem, dinheiro para vaidades da população.

Em 2013 a FAB iniciou as negociações com a SAAB para compra do Gripen. Em 2014 o pais mergulhou de cabeça numa recessão da qual ainda não saiu. Nem dinheiro para aluguel de Gripen C, como se pretendia, foi possível obter.

Se for para sonhar alto, vamos sonhar com segundo lote do Gripen.

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Um segundo lote é obrigatório.. Não tem como não vir, não vir sairia muito mais caro para o país.
Não faria sentido.
Esse mantra eterno de “não tem dinheiro” é besteira.

Flanker
Flanker
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Só uma pequena correção: os F-5 que a FAB comprou usados dos EUA eram da USAF.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  SoldierofFEB
1 mês atrás

Você acha que os F-5s têm quantos anos de serviço? São mais velhos do que esses F-16s e bem menos capazes. E como eu disse no meu primeiro comentário, eles serviriam apenas como tapa-buracos até a chegada de todos os Gripens.

Maurício Veiga
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Os F-5 da FAB são mais antigos porém menos voados que estes F-16, na época a FAB também levou isso em consideração, outro fator que desagradou a FAB foi o fato do F-16 ser suscetível a danos FOD na turbina…

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Maurício Veiga
1 mês atrás

Ah, sim, verdade, ninguém adquiriu F-16, por causa da ingestão de FOD…rsrsrsrsrs

Maurício Veiga
Reply to  Antonio Renato Cançado
1 mês atrás

Tive um amigo mecânico de caças na Força Aérea Israelense, fazia a manutenção dos F15 e F16, para o F15 só elogios já o F16 segundo ele além do notório e conhecido problema de FOD sempre vazava alguma coisa, se me permite agora quem vai dar risadas sou eu…

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Maurício Veiga
1 mês atrás

Maurício, como cidadão de um pequeno país, sendo pequeno muito se sabe em pouco espaço de tempo, nunca ouvi em Monte Real mecânico ou piloto a reclamar do F16. Quanto a FOD, tão pouco. Já o A7P, não se pode dizer o mesmo, as ingestões foram várias, de pássaros. Quanto ao F16 no Brasil, seria viável entre 2000 e 2010, hoje e com o advento do gripen, não. O F16 vazar, vazar o que exactamente? É que estamos a falar de uma das plataformas do tipo melhor classificadas no quesito manutenção e fiabilidade, terá de me explicar esses vazamentos com… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Peter nine nine
Maurício Veiga
Reply to  Peter nine nine
1 mês atrás

Prezado Peter tanto ele(mecânico) quanto eu não dissemos que é mais fácil trabalhar no F15 doque no F16, no mais o meu relato retrata a opinião de um mecânico especialista na manutenção de caças israelenses, é notório e público que o F15 é muito mais robusto que um F16(meu preferido), quanto aos vazamentos ele não especificou qual seria o fluindo, mas lembro que o problema FOD também foi relatado e observado por especialistas da FAB que avaliaram a possível aquisição do F16, isso não subtrai os méritos do caça em combate!!!

peter nine nine
peter nine nine
Reply to  Maurício Veiga
1 mês atrás

Especialistas que nunca o operaram, que opinam em perfeita contradição com quem opera “de facto” e que culparam aparelhos de outros quando falharam em preparar as próprias bases para receber os mesmos? Repare, não digo que o F16 não seja mais propício a absorver detritos que certas e determinadas aeronaves, digo sim com toda a certeza que essa tendência eventualmente maior, não coloca o aparelho numa situação de fragilidade operacional mediante semelhantes, nesse quesito. Relembro que a FAP, quando optou pelos F16, assim o fez traumatizada, com o histórico do aparelho que operava anteriormente, o A7 (não me recorda os… Read more »

Maurício Veiga
Reply to  peter nine nine
1 mês atrás

Todos os relatos e comentários que escutei sobre F16 e FOD se referem ao momento da decolagem e não durante o vôo da aeronave, portanto nada a ver com o fato de ser um monomotor ou ingestão de pássaros, o problema é de conhecimento dos operadores e exige atenção de quem opera o F16…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  peter nine nine
1 mês atrás

Peter, poucos anos atrás aqui no Brasil, durante um exercício numa base aérea no nordeste, 2 F-16 (americano e chileno) tiveram danos causados por FOD. Foi até noticiado aqui no Poder Aéreo. Obviamente foi uma tremenda vergonha para a FAB que isso tenha acontecido em uma base aérea dela, mas aconteceu. Por outro lado, nossos Mirage, F-5 e AMX sempre operaram sem maiores problemas. Então não é que o problema não exista, ele existe sim, tanto que presenciamos em primeira mão. Tivemos a vergonha de receber protestos da USAF e FAC. Mas como se diz por aqui, é preciso lamber… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Então, explique como vc faria essa logística. Digamos que vc tivesse o poder de decidir. O que, e como, vc faria com esses F-16….e com os F-5, claro. Dê-nos exemplos práticos.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Se eu fosse o Presidente da República eu deixaria a parte mais detalhada da logística para os oficiais capacitados da FAB, mas não me impediria de ver que mesmo os F-16s das primeiras versões surrados poderiam oferecer muito mais ao Brasil do que os F-5s com uma modernização meia-boca. Seria mais custoso? Ora, você quer uma força armada que consiga cumprir a sua função eficientemente gastando pouco? Se alguém descobrir como se faz isso, é melhor ensinar essa estratégia às forças armadas do Paraguai, do Uruguai, da Bolívia e etc.

Flanker
Flanker
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Se vc deixaria na Não dos oficiais da FAB, então já me respondeu…….e se vc acha que F-16A/B são melhores que F-5M…….olha, talvez seja bom reler algumas coisas. O F-16A/B tem um desempenho melhor em curvas, subida, velocidade máxima, etc….mas, capacidade eletrônica geral, comparando com o F-5M, não é melhor, não! É a modernização dos nossos F-5 é considerada a melhor já feita nesse modelo de caça……não é meia boca, como vc diz…..

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Flanker
1 mês atrás

E você acabou de dizer que o F-16 é um caça mais capacitado, amigo. Ponto final, não há mais o que ser discutido, era justamente esse o meu ponto, então mesmo sem saber, você está me dando razão. É melhor gastar dinheiro em algo que funcione e que dê à FAB ganhos práticos no campo de batalha do que ficar fazendo armengues em algo que já não tem mais utilidade prática há uns 20 anos atrás. Tu queres ter um carro 2.0, com desempenho de carro 2.0, e gastar o mesmo que gastavas quando tinhas um carro 1.0? É o… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Negativo! Fazer curva e ter maior velocidade não é nem perto de tudo que se precisa. Hoje, equipamentos embarcados são muito mais preponderantes. Foi isso que vc não entendeu no meu comentário. E quantos F-16 vc queria comprar para substituir quase 50 F-5M? É modernizar tudo isso? Para servir de tampão de 2016 até a entrada em serviço de todo os Gripen em 2026? A relação custo/beneficio nessa situação é totalmente a favor dos F-5M.

Juarez
Juarez
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

É um belo avião, mas talvez seria interessante uma versão mais moderna

Last edited 1 mês atrás by Juarez
Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Agora já era. F 39 é o caminho único. Já deveriam (ou estão ?) negociando um novo lote dos F 39 …. 12/24/36 ….

Kemen
Kemen
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Aquela entrada de ar seria um problema para nós, tal como tiveram problema os F-16 do Chile que vieram se exercitar aqui, entre outras coisas, tal como custo operacional mais alto, necessidade de integrar armamento não norte americano, etc. Não foi a toa que a FAB rejeitou os F-16 oferecidos no FX-2. É um caça comprovado em muitos paises, mas a nossa realidade provavelmente tornaria o provisório em definitivo, e adeus ao FX-2.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Fabio
Fabio
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Se isso tivesse acontecido, todos estariam felizes pois teríamos o F16, mas não teríamos o F39, visto que o F16 é um grande caça, da pra modernizar, etc…

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fabio
1 mês atrás

Eles seriam apenas o substituto dos F-5s até a chegada dos Gripens.

Kemen
Kemen
Reply to  Fabio
1 mês atrás

Tanto o Rafale como o F-16 oferecidos chegariam defasados em relação as modificações e modernizações que ocorreram, haveria mais gastos $ para adequa-los as últimas atualizações e eu tenho muitas dúvidas quanto a montagem local e transferência de tecnologia…

Na minha opinião estamos muito bem com os F-39, o futuro dirá.

Bogaz
Bogaz
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Acho que se tivéssemos comprado caças tampa buracos não estaríamos com os Griphens hj. Para mim essa compra de caças usados teria empurrado ainda mais a compra de caças novos. Estaríamos hj fazendo uma modernização dos F-16 super usados ao invés de termos algo novo.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Bogaz
1 mês atrás

A compra, na minha opinião, deveria ter sido feita em 2016, os Gripens foram comprados em 2013, se eu não estou enganado.

Os F-16s são mais novos e melhores do que os F-5s, teria sido bom para FAB porque nos deixaria melhor protegidos e também poderia tornar a transição mais suave, eles sairiam do Gol 1.0 basicão e iriam para o Porsche GT Carrera e depois para o Aston Martin DB11, ao invés de sair do Gol 1.0 e ir direto para o DB11.

Bogaz
Bogaz
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Acho que não compensaria. 4 anos para utilizar um equipamento é pouco. Tem todo um ciclo. Logística, manutenção, aprendizagem.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Bogaz
1 mês atrás

Não seriam utilizados por apenas 4 anos, ainda não temos nenhum Gripen operacional e ainda levará alguns anos até que a gente os tenha.

Flanker
Flanker
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O degrau do F-5M para esses F-16A/B é desse tamanho??? Negativo!!!

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Um pouquinho maior ou um pouquinho menor. O fato é que eles entregariam mais à FAB do que os F-5s, que o pessoal aqui deve tá achando que eles acabaram de sair da fábrica e ainda têm o cheirinho de “carro novo”.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Mofou ?

Paulo Sollo
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Pechincha uma ova!! Você não tem noção dos custos envolvidos em modernização, manutenção de aeronaves usadíssimas até os ossos, criação de doutrina, treinamento de pilotos, mecânicos, infraestrutura, armamentos, etc.

Para esta empresa canadense que fornece serviços de Agressor e não utilizará armamentos e sistemas de ponta, e já tem alí do lado todo o aporte de várias empresas que lidam com o modelo, os custos se justificam.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

O Brasil caiu na besteira de comprar Mirages 2000 usados. Acho que não duraram 5 anos na FAB…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Duraram 10, com muito sacrifício.

Marco
Marco
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Duraram 7 anos. Os primeiros foram entregues em 2006 e o último foi retirado de serviço no final de 2013

Maurício Veiga
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Foi uma jogada entre governantes, a ideia era abrir caminho para o Rafale, a FAB não assinou…

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Maurício Veiga
1 mês atrás

Não foi bem isso não…

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  FABIO MAX MARSCHNER MAYER
1 mês atrás

Sei de ‘alguém’ que levou uma grana firme nesse ‘negócio’…

Kemen
Kemen
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

F-16 A/B enlouqueceu? São inferiores a qualquer F-16 do Chile. Geralmente temos um mal, o provisório vira definitivo.

Ferreras
Ferreras
1 mês atrás

Uruguai/Paraguai não poderiam fazer uma compra conjunta dos mesmos?

Glasquis 7
Reply to  Ferreras
1 mês atrás

Acho que o GAP é muito grande com para cobrir essa lacuna numa compra.

O correto seria pular pra unidades menos complexas como os F5 ou os M 345.

Funcionário da Petrobras
Funcionário da Petrobras
Reply to  Ferreras
1 mês atrás

Não valeria a pena.
Muito defasados com custo de operação alto.

Glasquis 7
Reply to  Funcionário da Petrobras
1 mês atrás

M 345 defasado? O primeiro protótipo só saiu do chão em 2016.

Sobre os F 5. Os M da FAB acabam de ser entregues. Acho que tem mais uns 10 / 15 anos de operação na FAB fácil. Já no Uruguai ou no Paraguai seria uns 20 anos. O único problema seria encontrar células disponíveis.

Flanker
Flanker
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Glasquis, o outro colega quis dizer que os F-16 em questão é que são defasados e com custos elevados.

Glasquis 7
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Entendo… Ainda tenho alguns problemas com o idioma KKK.

Mesmo assim, acho que essas células não passaram por MLU. Se for o caso, podem ser passadas pra MLU deixando elas em condições similares aos F 16 BLK 50.

Glasquis 7
Reply to  Funcionário da Petrobras
1 mês atrás

É, meu comentário ficou retido mas, os M 345 são novos e os F5 da FAB acabam de ser modernizados

Glasquis 7
Reply to  Funcionário da Petrobras
1 mês atrás

A única dificuldade no caso dos F5 é encontrar células disponíveis pra compra.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Ferreras
1 mês atrás

Não.

shamballah
shamballah
1 mês atrás

ue uzamericanudumau naum vetaram a venda para a croacia?mais o canada podem comprar?naum entendi

Flanker
Flanker
Reply to  shamballah
1 mês atrás

Escreve em português…..

Rafael costa
Rafael costa
1 mês atrás

Daqui a pouco chega os especialistas de teclado falando que seria uma boa compra para a FAB.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Rafael costa
1 mês atrás

Já chegaram e falaram …

Ghostcoscs
Ghostcoscs
Reply to  Rafael costa
1 mês atrás

Você chegou atrasado, Rafael… kkk… a galerinha não perde tempo!

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Rafael costa
1 mês atrás

Teria sido. Agora não seria mais.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Caças com 35 anos em média, bem surrados, maltratados e os caras querem isso para o Brasil.

Marcelo M
Marcelo M
1 mês atrás

Aguardando a notícia de que a Argentina está interessada nos caças e pretende os comprar. Fiado, obviamente.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Marcelo M
1 mês atrás

Até poderiam se interessar, mas em função dos ingleses, certamente, a venda para a Argentina seria barrada pelos EUA.

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Cardoso
Alaor
Alaor
1 mês atrás

Comprar isso seria a mesma coisa que comprar um Marea 99

JuggerBR
JuggerBR
Reply to  Alaor
1 mês atrás

Tá mais pra XR3 1989…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
1 mês atrás

Esses F-16 envolvidos no ataque à Osirak mereciam terminar num museu. A distância envolvida no ataque causou estranheza em mim, pois algumas fontes falam em 1.600km de distância entre o ponto de partida, a antiga Base aérea de Etzion (hoje Aeroporto Internacional de Taba, no Egito) e a usina no subúrbio de Bagdá. Segundo uma ficha técnica publicada pela USAF para os F-16A bloco 10, com dois tanques de 1.400l (370gal), duas mk.84, dois AIM-9, e um casulo de ECM ventral, dão ao F-16A ~1.250km de raio de ação, porém em condição hi-hi-hi (ida, ataque e retorno voando alto). Os… Read more »

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

E foram escoltados por F-15s…

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Tem milhões de matérias a respeito disso.. Decolaram muito acima do peso máximo estipulado pelo fabricante.. Foram reabastecidos no ar.. etc..etc..etc.. blá..blá..

Maurício.
Maurício.
1 mês atrás

Esses F-16 devem estar na capa da gaita.

JagdVerband#44
JagdVerband#44
1 mês atrás

Cansados de guerra. Mataram muitos árabes e derrubaram muitos aviões de origem soviética. Para o desgosto de alguns aqui.

Andre
Andre
Reply to  JagdVerband#44
1 mês atrás

Fizeram a limpa no Líbano, levando dezenas de mig21 e mig23 e um par de mig29. Mais um mostra do que aviões de gerações a frente podem fazer com aviões de gerações anteriores.

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Andre
1 mês atrás

Depende. Phantoms novinhos levaram surras homéricas de Mig-17s no VietNam…

jagdVerband#44
jagdVerband#44
Reply to  Antonio Renato Cançado
1 mês atrás

Não é o que esta estatística indica:
https://www.historynet.com/great-kill-ratio-debate.htm

Ghostcoscs
Ghostcoscs
1 mês atrás

Um F-16 usado por Israel, mesmo sendo dos anos 80, certamente está muito mais surrado do que os nossos atuais F5, da década de 70.

Ghostcoscs
Ghostcoscs
Reply to  Ghostcoscs
1 mês atrás

Só um complemento: não me refiro à qualidade da manutenção, e sim a questão de como (e quanto) foi usado.

glasquis 7
Reply to  Ghostcoscs
1 mês atrás

Do jeito que Israel cuida do seu material, acho que não devem estar tão surrados assim.

Flanker
Flanker
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Não é por cuidado, ou não, é que Israel voa miuuuiiito mesmo!!

Last edited 1 mês atrás by Flanker
Glasquis 7
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Sim mas acho que essas unidades não fizeram MLU.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

Tem uma delegação da Argentina …. ops …. tem não …. os assentos ….. kkkk ….

Flanker
Flanker
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 mês atrás

Os assentos do F-16 são fabricados pela United Technologies….ACES II. Não são da Martin-Baker.

Alexandre
Alexandre
1 mês atrás

Gente, 100 milhões de dólares dividido por 29, dá 3.448 milhões por caça. Isso quer dizer que só está vendendo o caça em si, somente para usar como agressor. Lembrem, um super tucano custa 10 milhões. Se fosse um F 16 com capacidades reais de combate, com tecnologia de ponta, radio criptografado, INS/GPS atuais, IFF também atual, capacidade de guerra eletrônica e etc… Não seria menos de 30 milhões a unidade, mesmo se levarmos em consideração o ano de 2010. Penso que a Argentina devia pensar nisso, poderia comprar só para dizer que tem F 16 no seu inventário e… Read more »

Pablo Maroka
Pablo Maroka
1 mês atrás

Vai que é sua brasil!

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Não ficou claro, são variantes A/B não são F16i, posso estar enganado, mas essa variante não estão com avionicos israelenses instalados….seria um pesadelo para fab…vai armar isso com quê ?(lembrando que os eua liberaram vender mas sem entregar os aim-120 para nós) ….se for para pedir para israel modernizar melhor investir em gripen ….resumindo na fab seria um tigre sem dente….ou melhor um falcão sem garras

Glasquis 7
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

(lembrando que os eua liberaram vender mas sem entregar os aim-120 para nós)”

Isso é lenda…Aliás, uma lenda que teima em não morrer

Luiz Floriano Alves
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Esses caças foram utilizados por Israel ayé o osso. Tio Jacó não Poe dinheiro fora. Só nós que compramos Mirage 2000 para logo vende- los como sucata, quando só um canhão Defa 30mm. vale mais.

glasquis 7
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 mês atrás

Não falei dos caças, falei dos misseis. vc diz que os EEUU vendem os AIM 120 pro Brasil mas não os entrega. Isso é lenda.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Amigo Glasquis….o reporter de defesa felipe salles (base militar) disse ser verdadeira o que vc afirma ser “lenda” nessa live sobre o fx-1 como criterio de desclassificação do f-16, tambem participa da live alexandre fontoura (segurança e defesa) recomendo assistir

“https://youtu.be/DgP6wbLqJPo”

O video é longo assista a partir do 1:19:00

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Não é lenda não. Mas essas restrições já foram levantadas.

glasquis 7
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Restrições são levantadas sim mas, isso de que os misseis ficam estocados nos EEUU é lenda.

glasquis 7
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Então, vc diz que se um país for comprar AIM 120 dos Estates eles vendem mas não entregam por que ficam estocados nos EEUU e quer dizer que isso não é lenda?

Comprou, pagou, levou. isso de que os misseis, depois de comprados, ficam estocados nos EEUU é falso.

O Chile comprou e levou os AIM 120. por que o Brasil não poderia trazer seus AIM caso compra-se?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

glasquis, porque na época ainda havia esse negócio do ‘equilíbrio de poder regional.’ Ao mesmo tempo que os EUA não queriam perder a venda da aeronave por não poder vender o míssil, o congresso não autorizaria a entrega dos mesmos devido à esse pequeno detalhe.

Quando Chávez alterou o equilíbrio de poder com os Sukhoi bem armados, tudo passou à ser liberado sem restrições. Pelo menos a teoria é essa.

Glasquis 7
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Leandro, o que é lenda é essa historia de que um país compra os misseis mas não os recebe por que eles ficam estocados nos EEUU. Isso é falso. É a mesma história de que os caças vem “chipados”. Tudo lenda. As restrições sobre compra de armamento sempre tem existido mas depois que foi liberada a venda de determinado armamento, quando vc compra, vc recebe. E o equilíbrio na região nunca existiu. Na década de 70 o Peru tinha T75, a Argentina tinha FFAA desequilibrantes. E a Venezuela não rompeu equilíbrio com os SU. Já tinha feito isso muito antes,… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

F-16A que nem tinham Sparrows…

Glasquis 7
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Amigo, mesmo sem Sparrows, na década de 80, nada se comparava aos F 16 na região. Ou vc tem alguma Força Aérea da região em 1983/84 que tivesse um vetor mais capaz que o F 16 da Venezuela?

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Então… Dá uma checada no mapa e pensa no contexto de 1985, que foi quando as entregas dos F-16A foram completadas, e que foi por sinal quando adquirimos mais 22 F-5E. Os F-16, Mirage III/5, CF-5… TODOS tem pernas curtas. Vão fazer o que para agredirem o Brasil? Vão voar até o Rio com um KC-707 dando combustível? Vão enfrentar dezenas de F-5’s e Mirages? Então o que você tem que realmente se perguntar é: Esses caras conseguem realmente executar algum tipo de ataque ao Brasil que consiga se sustentar de alguma forma? A resposta é… não. Você pode tornar… Read more »

glasquis 7
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Os inimigos naturais da Venezuela nesses anos eram a Colômbia, o Peru e o Equador. Além do mais, ninguém na América do Sul está autorizado a comprar armamento pensando em sua projeção de poder sobre as capitais dos seus vizinhos pois os regimes de compra são completamente defensivos na região. Apenas Argentina, Brasil e o Chile tem em teoria, pisado um pouco fora da raia.

A Venezuela tinha em 1884 a frota mais capaz da região.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  glasquis 7
1 mês atrás

Bastante fora da raia, eu diria. O Brasil chegou à considerar adquirir B-29’s do deserto na década de 1950 porque a Argentina tinha Lancasters, por exemplo. É difícil você classificar toda uma região em relação à suas compras de armamento. Não é uma questão de se projetar poder sobre as capitais, mas sim da região desejada. Caso contrário Peru não teria comprado Su-25 e Equador não teriam comprado Jaguares, aeronaves puro-sangue de ataque.

glasquis 7
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Caso contrário Peru não teria comprado Su-25 “

O SU 25 tem um alcance bélico de 750 KM. mas, o é material fora do eixo de controle dos EEUU. Os russos vendem pra quem paga e ponto. Além do mais, o Peru opera material russo há muito tempo, antes tinha SU 22 assim como o Equador, além dos Sepecat, tinha Mirage F1 e Kfir.

Se colocar no papel. O Sepecat tem 900 KM de alcance bélico então, não podemos considerar como aeronaves com projeção de força.

Flanker
Flanker
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

O Brasil adquiriu 22 F-5E e 4 F-5F em 1989.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

achei mais uma amigo Glasquis….essa é antiga….. site sistemas de armas…muito bom material desse site, recomendo a leitura

“http://sistemasdearmas.com.br/aam/amraam1intro.html”

matéria do reporter Fabio Castro

Flanker
Flanker
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Se existiu, ou não, essa restrição, ela já não existe mais. Na proposta do Super Hornet no F-X2, o AIM-120 fazia parte do pacote de armamentos.

Last edited 1 mês atrás by Flanker
Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Flanker
1 mês atrás

ah sim flanker e glasquis, isso existiu no passado e hoje não existe mais, hoje essa janela com os americanos estão abertas….mas o futuro é incerto pq dependerá da política ….o que estou querendo dizer que os repórteres afirmaram que isso existiu no FX1 como também afirmaram que os americanos atrapalharam o programa espacial brasileiro (não questiono a fonte deles)….a FA são conservadoras e são levantados todos os riscos, a compra de mísseis jamais será uma compra de prateleira Tomara que nossos políticos sempre mantenham essa janela aberta para nós, mas não se esqueça que é uma janela não um… Read more »

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Glasquis 7
1 mês atrás

Lenda é? Paquistão teve que justificar para o Tio Sam o uso dos seus AIM-120 na recente escaramuça com a Índia.

Tem um motivo para a FAB ter escolhido caça e armamento europeu no FX-2. Pode custar mais caro, mas vem sem coleira.

glasquis 7
Reply to  Clésio Luiz
1 mês atrás

Clésio, com todo respeito, Informe-se, não tire conclusões por que leu apenas o titular da matéria e não o conteúdo. O Paquistão levou bronca por que no contrato de compra dos F 16 se estabelece sigilo e reserva de sistemas, isto é, os caças só podem operar de bases específicas. Isto pra evitar quebrar a confidencialidade dos sistemas. No entanto, a bronca não foi por ter usado os F 16 paquistaneses em questão mas sim por que decolaram de bases não autorizadas. Agora, leia a minha resposta: “Então, vc diz que se um país for comprar AIM 120 dos Estates… Read more »

Antonio Renato Cançado
Antonio Renato Cançado
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Certamente estão certificados pra operar Pythons e Derbys…

Flanker
Flanker
1 mês atrás

Se é para matar a vontade louca que alguns aqui tem em ver a FAB com F-16, então que achassem células com no mínimo 50% de vida útil disponível ainda e que fossem, no mínimo, do block 40……e que investissem em uma modernização ao padrão do F-16V. Fora isso, não teria lógica atualmente…ou mesmo de 2016 pra cá…..mas, a saída única para a FAB é comprar mais F-39. Ponto! Se, e somente se, não tiver dinheiro mesmo para comprar F-39, então, na pior das hipoteses, que busquem umas duas dúzias de F-16 block 50/52 usados, estocados no AMARG. O que… Read more »

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Sei não se serão comprados novos lotes, os gripens sendo multimissão….acredito que vão ser substituídos 2×1, ou seja 1-amx + 1 f-5 para cada gripen…..infelizmente alguns esquadrões vão fechar….isso é opinião minha sendo realista.

Flanker
Flanker
Reply to  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Se for assim, é uma diminuição de capacidade da FAB. Mesmo sendo muuuito mais moderno que F-5M e A-1M, o F-39 não é onipresente…..ele não consegue estar em 2 ou mais lugares ao mesmo tempo…..então, se forem somente 36 F-39 é um retrocesso……36 é uma quantidade ridiculamente pequena para um país do tamanho do nosso.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Flanker
1 mês atrás

E eu ainda coloco mais um mínimo aí: motores GE F110. Os P&W são menos confiáveis.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
1 mês atrás

Bem bem, alguma utilidade tem né, engraçado esses comentário que a FAB deveria comprar bla bla bla, parece que as pessoas na FAB são desprovida da capacidade de análise e fazem as tomada de decisão na base do achismo ou da torcida.

nonato
nonato
1 mês atrás

Esses caças não seriam úteis para as forças armadas de nenhum pais?
Sei que não são modernos, há custo de manutenção.
Mas estão saindo por 3 milhões de dólares.
Para o Brasil no lugar do AMX?
Como quebra galho?
Levaria bombas e 2 mísseis ar-ar.
Argentina?
Uruguai?
Países africanos?

nonato
nonato
Reply to  nonato
1 mês atrás

Complemento ao AMX no Brasil e com velocidade muito maior e agilidade.

Pablo Maroka
Pablo Maroka
Reply to  nonato
1 mês atrás

Seria maravilhoso voar com caças que os primos do OE usaram.

Marcos
Marcos
1 mês atrás

Seria útil para a Argentina, seria uma baita evolução para eles