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VÍDEO: Comparativo Gripen x Rafale

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No vídeo abaixo, o Canal Aviação Militar traz um comparativo das aeronaves Gripen E, futuro caça do Brasil, e o Rafale, caça francês que já se encontra em sua terceira versão operacional.

Gripen E, futura aeronave de caça do Brasil, modernos sensores, alta manobrabilidade, capacidade super cruise e armamentos letais.

Rafale, principal caça multimissão da Força aérea e Marinha francesas, e que seria hipoteticamente deslocado para a Guiana Francesa em caso de uma eventual crise na América do Sul.

Qual caça levaria a melhor num enfrentamento entre o Brasil e a França?

O Canal Aviação Militar é voltado para o poder aeroespacial, com vídeos em que são mostrados diversos aspectos e curiosidades do mundo aeronáutico e espacial militar, por meio de informações objetivas, obtidas em pesquisas e experiência do próprio autor.

O autor é Oficial Aviador da Força Aérea Brasileira, Coronel da reserva. Especializou-se no início da carreira na extinta aviação de ataque, servindo em Porto Velho e como instrutor em Natal, quando trabalhou nos setores de Sistema D’armas e Doutrina.

Passou 2 anos trabalhando como chefe da equipe de recebimento das aeronaves E/R-99, em escritório dentro da Embraer. Serviu no 2º/6º GAV, quando voou nas aeronaves E/R-99 por cerca de 9 anos, quando se especializou em Defesa Aérea.

Serviu no COMDABRA e comandou o 4º/1º GCC, em Santa Maria, unidade que opera um radar móvel de defesa aérea. Realizou o curso de Comando e Estado-Maior na Coreia do Sul, durante 2 anos. Ao regressar, foi instrutor da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica.

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Fernando C. Vidoto
Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Eles são similares pois são da mesma geração: 4.5+.

As diferenças em favor do Rafale são: Caça bimotor, carrega mais payload, alegada suíte EW superior (SPECTRA), capacidade nuclear, possui versão marítima (Rafale M)

Em favor do Gripen: caça mais barato (Flyaway cost), manutenção mais econômica, decola de pistas curtas, TOT irrestrita ao Brasil.

Fernando C. Vidoto
Fernando C. Vidoto
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Como disse no começo de meu comentário: São aeronaves similares.

Se o Gripen fosse tão superior assim, os indianos teriam comprado o Gripen ao invés do Rafale.

A propósito não foi uma comparação super trunfo. Dei uma lista de vantagens de uma aeronave sobre a outra (sem desmerecer nenhuma).

Att.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Os Indianos compraram os Rafales devido o caça ter capacidade oara lançar armas nucleares embora duvide que a França permita. Más o principal fator e o de sempre em compras militares, financiamento e relações geopoliticas.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

Cristiano, até A-4 pode lançar bomba nuclear, então o Gripen teoricamente também pode. Não existe nenhum entrave físico de verdade, é só fazer com que o artefato nuclear possa ser utilizado dentro dos limites de peso de um pilone e que suas características aerodinâmicas sejam seguras para operações e para isso se faz teste.

O problema é integrar a arma dentro do sistema diretor de tiro.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Não creio nenhum usuário do Gripen tenha bomba nuclear, por isso o computador não deve ter programação para tal, mas se surgir a necessidade vão programar os parâmetros necessários para o lançamento preciso de armas nucleares.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Por isso que eu disse ‘teoricamente.’ Para qualquer armamento ser integrado nas aeronaves de hoje, todos os parâmetros precisam ser programados no sistema. O trabalho feito pelo Brasil para se integrar o Piranha no F-5 foi bastante interessante e o caminho é o mesmo em relação ao Gripen, só que será muito mais fácil por já termos todas as informações necessárias sobre a aeronave e seus sistemas.

WVJ
WVJ
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

Assim como nós deveríamos esmiuçar os softwares e se precisar substituí-los no Gripen, os indianos, acredite, o farão. Tem que saber ‘desbloquear’ os aparelhos pois num momento de crise real, os europeus, os quais muito respeito, tendem a agir em bloco, então, no caso hipotético do artigo, poderia haver problema.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  WVJ
3 meses atrás

Já temos acesso, WVJ.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
3 meses atrás

Os indianos compraram o Rafale após uma acirrada concorrência onde chegaram a conclusão que era o caça mais capaz e adequado as necessidades da IAF.
Os Mirage 2000 indianos sempre foram armados com armas nucleares, porque que seria diferente com o Rafale?

nonato
nonato
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

A comparação do vídeo é militar (capacidades de guerra).
Portanto menor custo de manutenção ou transferência de tecnologia não estão em discussão.

Fernando C. Vidoto
Fernando C. Vidoto
Reply to  nonato
3 meses atrás

No meu comentário esqueci de mencionar que se tratava sobre a ótica do FX2.

Kemen
Kemen
Reply to  nonato
3 meses atrás

Nem a manutenção periodica , que não exige escada, nem a troca do motor do F-39 em 1 hora.

Marcelo M
Marcelo M
Reply to  nonato
3 meses atrás

Um dos elementos mais importantes na guerra é a disponibilidade de recursos. Ter uma aeronave que faz a mesma coisa, ou quase a mesma coisa, com menos recursos, é uma vantagem estratégica. É o exemplo dos T34 soviéticos, em oposição aos Panther ou Tiger alemães. Que consumiam enormes recursos e não podiam ser produzidos com a mesma eficiência.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Igual a um vídeo analisando quem é maior Palmeiras ou Corinthians, feito por um super especialista em futebol, porém torcedor fanático do Corinthians.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Deu a impressão de pender muito pro lado francês viu. Minha percepção, certa ou errada foi a minha impressão.

Last edited 3 meses atrás by Tomcat4,2
Lucianno
Lucianno
Reply to  Tomcat4,2
3 meses atrás

Está certa tua percepção. O autor do vídeo quis parecer isento. A pegadinha do vídeo é comparar o Gripen NG que sequer está operacional com uma versão antiga do Rafale .

Fernando C. Vidoto
Fernando C. Vidoto
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

O meu preferido do FX2 era o Super Hornet.

Se eu tivesse o poder de escolha iria de SH em 2015 pra entre 2025-2040 adquirir alguns F35, fazendo um mix entre os caças.

Enfim, essa opinião é minha e provavelmente impopular.

Sobre o Gripen não falei mal do aparelho. Acredito que será um salto tecnológico sobre os F5.

Att.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Todo Mundo tem suas preferências e opiniões, Fernando.

Eu só discordaria de você puramente por motivos orçamentários, embora meu preferido na disputa tivesse sido o Rafale. Todas as opções eram muitos boas.

Kemen
Kemen
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Leandro, além de caro, na época viria sem AESA, com o velho SAGEM-OSF e com o DÁMOCLES em vez do TALIOS.
Todas as modernizações teriam de ser compradas depois, hoje teriamos um Rafale muito inferior em sistemas em relação ao J-39.
Sem mencionar que não poderiamos aproveitar armamento dos F-5BR, teriamos que comprar armamento novo.
Não menciono a transferência tecnológica, que não sei, mas pela discussão na India com a Dassault, acredito não estavam propensos a transferir muita coisa.

Last edited 3 meses atrás by Kemen
Paulo
Paulo
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Exatamente.

Impressionante que poucos se atentem para a possível suspeição da fonte.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Assisti ao vídeo. Um festival de bizarrices. Começa com uma gafe ao chamar a Guiena de colônia. Segue imaginando um confronto com a França que utilizaria o Rafale F3. Como assim? A versão F3 era um demonstrador de tecnologia e nem foi adotado pela AA. A maior parte dos Rafales franceses ainda estão na versão antiga com radar PESA e MICA e estão sendo modernizados para versão F3R com AESA e Meteor sem passar pela versão F3. Tem um monte de dados errados do Rafale e suposições do Gripen, tipo a afirmação da vantagem do Gripen por ter supercruise. Ora,… Read more »

Kemen
Kemen
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

O colega Lucianno esta certo, eu ainda acrescentaria mais, .o IRST Skyward G do F-39 é muito, mas muito superior ao IRST Sagem-Osf, ele foi um desenvolvimento melhorado do IRST Pirate do Eurofigther Typhon, dai querem substituir o do Rafale por um novo do mesmo fabricante o Talios, em 2023. O alcance e a definição do RBE é sofrivel, de tal forma que os possiveis compradores do Rafale exigiam AESA, então desenvolveram o RBE-2 para as vendas externas e também fazer upgrade nos Rafale locais. O caça opera a contento, mas quando comparamos os dispositivos eletrônicos com os do F-39… Read more »

Lucianno
Lucianno
Reply to  Kemen
3 meses atrás

Não Kemen o Talios não é um IRST, mas sim um targeting pod de ultima geração que irá substituir o Damocles.
O IRST OSF estava presente apenas nas versões antigas do Rafale, para a versão F3R, foi substituído por um novo, o OSF-IT.
Por falta de conhecimento, o pessoal não entende que o Rafale está sempre em evolução contínua.
Para versão F4 está previsto um IRST inteiramente novo. A SAGEM fabricante do IRST do Rafale é possivelmente a melhor empresa do mundo neste segmento.

Kemen
Kemen
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Você esta certo Lucianno, o Talios é um POD de designação Laser e substituira o Damocles que é da 3a geração.
Desculpem o engano, minha tabela antiga estava errada, vou corrigi-la, obrigado.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Rival Sensor
3 meses atrás

X2

Penso o mesmo.

Observador
Observador
Reply to  Rival Sensor
3 meses atrás

Além de rude, como acabei de constatar, após um longo período sem comentar no site. O cidadão ainda usa nick que eu usava para comentar aqui.
Só um alerta, esse perfil acima é fake. Caso queiram os administradores da página podem verificar.
Ando afastado dos comentários a um bom tempo.

Kemen
Kemen
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

O Rafale é de 4a. geração, o F-19 é de 4 1/2 geração. Aqui cabe um comentario, o Rafale é objeto de modernizações, algumas feitas, outras ainda não, o Rafale modernizado como se divulga, podera ser categorizado como 4 1/2 geração. Eu acho que a FAB escolheu o caça que mais lhe convinha sob todos os aspectos, mas poderia acrescentar outro fornecedor para um número pequeno de aeronaves, por exemplo o Super Hornet ou o Rafale. Para o nosso cenário, o Super Hornet sempre dependeria da boa vontade do Congresso U.S.A., no que se refere a venda, emprego militar e… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Kemen
Renato
Renato
Reply to  Kemen
3 meses atrás

Kemen,
Acredito que a intenção da FAB seja a total padronização dos seus caças por conta de inúmeros motivos de manutenção, operabilidade e custo financeiro.
Quanto mais caças diferentes, maiores as dificuldades acima mencionadas.

Kemen
Kemen
Reply to  Renato
3 meses atrás

Renato, sem dúvida, também acho, mas deixei meu ponto de vista.

Kemen
Kemen
Reply to  Kemen
3 meses atrás

Desculpem, correção F-39 em vez de F19.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Na verdade não se trata de super Trunfo, porém a principal e única diferença está centrada no nos 2 motores do Rafale, pois o mesmo perde bem menos desempenho quando carregado em comparação ao Gripen.

É por isso que existe caça com 2 motores, a diferença é quando o caça está com carga plena ou quase, num monomotor o desempenho é menor.

Fernando C. Vidoto
Fernando C. Vidoto
Reply to  Munhoz
3 meses atrás

Olá Munhoz, o seu comentário me chamou atenção para o possível debate (monomotor x bimotor).

Às nações que utilizem caças bimotores como principais vetores de superioridade aérea:

+Raptor (EUA)
+SU57/SU35 (Rússia)
+J20 (China)
+Eurofighter (Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha)
+Rafale (França)
+Super Hornet (Austrália)
+Eagle (Japão, Arábia Saudita)

Para aumentar mais a polêmica sobre o Gripen hehe.

Att.

Last edited 3 meses atrás by Fernando C. Vidoto
Munhoz
Munhoz
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

É ai que entra os novos motores do F 35 e a capacidade para levar uma boa carga interna onde o arrastro diminui, talvez ai pode ser o começo do fim dos bimotores.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Arrisco dizer que a baixa quantidade de mísseis disponíveis na FAB também seria uma desvantagem, dentro de qualquer dos 3 cenários.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Estamos defasados em quase tudo, e se falando de mísseis? Nem se fala… A fab vai comprar mísseis para caso precise em um dia, use apenas na primeira missão… kkkk

Ersn
Ersn
Reply to  DOUGLAS TARGINO
3 meses atrás

Lembremos que no passado MIG-17 de primeira geração conseguiram abater os na época sofisticados F-105D Thunderchieft no Vietnã, a França tem o habito de fazer intervenções sozinha sem agir em coalizão, então não haveria uma avalanche de caças como no golfo em 1991.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Aí os F-105 aprenderam que não poderiam fazer curvas com os MiG-17 e passaram à acelerar e os MiG-17 ficaram na poeira. Aí trouxeram os MiG-21, armados com mísseis, e esses botaram os F-105 para correr.

Hoje em dia, por mais que eu ache canhões como sendo fundamentais, acho difícil que um combate seja feito na base do canhão. Por difícil eu estou dizendo que não é impossível. Apenas improvável. Precisamos de estoques adequados de munições sim.

Ersn
Ersn
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Certamente o Rafale operária com apoio dos E-3 AWACS e A330MRTT o que aumentaria sua persistência em combate ,carga de armas e o E-3 daria muito mais consciência situacional para os pilotos franceses,a única chance dos Gripen seria em ataques hit and Run igual os Mig21 vietnamitas contra os grupos de ataque americanos no vietnan durante a Rolling thunder.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Brincando de jogos de guerra… Vejo como objetivo fundamental para impedir a superioridade aérea francesa, fazer de tudo e um pouco mais para esse E-3 não sair do chão.  Com isso, ou se faz um movimento antecipado de tomar o território da Guiana Francesa… ou tem de se bombardear todos os aeródromos possíveis para operação ali. Isso obrigaria os franceses a… ou operar E2 a partir do Charles de Gaulle, mas com uma capacidade bem menor que o E-3… ou arrumar um aeródromo no Caribe que possa servir de base para eles. Diante desses bombardeios de interdição é que se vislumbra… Read more »

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Seria arriscado prós franceses trazerem o CDG pra perto, só teem um PA e nossos submarinos estariam babando pra fazer história 😉. Lembrar que o sistema de saturação Astros 2020 já poderia fazer um estrago na Guiana francesa de dentro de solo brasileiro antes de eles reforçarem suas defesas por lá,dificultando pra eles a chance de trazer mais equipamentos.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Tomcat4,2
3 meses atrás

O problema seria defender esses Astros 2020 porque não temos SAMs decentes. Se forem localizados por satélite vai chover míssil cruise neles, então eu não contaria tanto com os Astros à menos que pudéssemos defendê-los.

Este cenário mostra-se como é necessário uma defesa anti-aérea moderna.

bjj
bjj
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Leandro

Acho que seria bem complicado destruir o Astros 2020, mesmo sem defesa antiaérea. Do ponto de vista tático, com um míssil com o alcance do AV-TM 300, existem muitos pontos diferentes de onde se poderia disparar contra a Guiana, e sendo um sistema móvel, seria muito difícil destruí-lo com mísseis de cruzeiro. Com uma camuflagem eficiente, e se movendo sempre após disparar, creio que ele só poderia ser caçado pelos Rafales, que teriam que se opor aos Gripens para isso.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  bjj
3 meses atrás

Dependeria de uma série de fatores. Mas simplificando para o caso, talvez a força opositora tenha satélites com os quais poderia manter uma vigilância contínua ou pelo menos com pouca interrupção em cima dos astros. Não existem tantos locais onde se possa ‘desembarcar’ esses sistemas completos. Mesmo que pistas fossem abertas, seria algo que poderia demandar tempo, dando chance de serem localizados. É bom lembrar que não é necessária uma busca visual, mas satélites com IR poderiam fornecer a localização. Por mais bem camuflados que estivessem, chamariam atenção de alguma forma. Rafales poderiam se aproximar à distância de lançamento e… Read more »

Marcelo M
Marcelo M
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Nosso calcanhar de aquiles… talvez pior que o baixo estoque de mísseis.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Ersn
3 meses atrás

As táticas hit and run norte-vietnamitas NÃO teriam dado certo se os EUA tivessem E-3 em operação na época. Aliás, foi exatamente por causa desta experiência que os AWACS foram desenvolvidos.

Fábio Jeffer
Fábio Jeffer
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Meu Deus, é cada comparação.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Ersn
3 meses atrás

O vídeo é tão fraco e parcial que o autor se esqueceu que o Rafale também usa o Meteor, inclusive a França comprou 200 unidades e já estão operacionais nós caças modernizados para o padrão F3R.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Lucianno,

Quantos estão modernizados no padrão F3R??

Salvo engano, são pouquíssimos até a data.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

A cadência prevista de modernização seria de apenas 10 por ano, sendo que as prioridades seriam os da Força Aérea Estratégia e os da Aeronavale que são os mais antigos.

Glasquis7
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

Mas se for por esse caminho, quantos Meteor tem a FAB e quantos Gripens estão operacionais na FAB?

Ou seja, pra França que tem Meteor, e tem F3R não se aplica a realidade mas, pro Gripen que nem existe na FAB, muito menos com Meteor, aí sim pode se aplicar um cenário conjectural em que o Brasil, sem Gripen nem Meteor, é superior à França por que tem poucos F3R e poucos Meteor?

Difícil entender a sua lógica. Isso sem contar que aí acima tem um cara cantando vitória com o AVTM 300 que tampouco existe nas FA Brasileiras.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Glasquis7
3 meses atrás

Glasquis7,

Fiz uma pergunta ao Lucianno, sem desenvolver qualquer raciocínio comparativo com a situação da FAB (que não tem nenhum Gripen operacional, sabemos).

O fato é que o padrão F3R é raro e o Meteor só neste ano se tornou operacional por lá. Isso é uma constatação. Não há nenhuma lógica comparativa no meu comentário.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Ersn
3 meses atrás

Só se for na ilha da fantasia. No mundo real a França comprou e recebeu 200 mísseis Meteor para os Rafales. E a FAB até o momento não confirmou a compra dos Meteor.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

A empresa dona dos Meteor, é em grande parte Francesa, a mbda.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

E nem vai confirmar Luciano! Nada a obriga a isso!

Henrique
Henrique
Reply to  Ersn
3 meses atrás

O Rafale é consideravelmente maior que o Gripen, ele pode carregar mais misseis além de a Armée de l’Air ter muito mais Rafale que a FAB terá de Gripen. E os franceses tem centenas de Meteor, a gente não tem nem um até agora.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Entendo também que mísses BVR de menor capacidade como os Derbys também são úteis.
Nem todo tiro é direcionado a caças. Alvos como aeronaves de transporte e carga, além de helicópteros podem surgir. Gastar Meteors para isso pode não ser a utilização mais racionalizada para uma arma tão cara.

glasquis7
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Um caça travando um helicóptero, como se faz isso?

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  glasquis7
3 meses atrás

Imagino que lockando e gritando “Fox 3!”.

Repare na lista do link que ao menos dois F-15C derrubaram helicópteros iraquianos com Sparrows. Já o Tomcat derrubou com sidewinder.

https://www.aereo.jor.br/2019/10/09/vitorias-aereas-americanas-na-guerra-do-golfo-de-1991-2/

Abraços.

Glasquis7
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Muito estranho. Uma vez vi um relato de um piloto de caça que tentou travar um helicóptero e ele disse que seria quase impossível a menos que estivesse apenas pairando ou em pouso.
Por isso- a minha dúvida.

Salim
Salim
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Poderia ter o derby er que tem alcance 100 km vs 60 km do derby que temos alem datalink ( nao sei se derby tem datalink, ninguem nega nem confirma) ai capacidade ficaria igual / superior mica. O que fica claro e que homologacao/full operacional demora um bom tempo no gripes. Agora deveríamos investir mísseis nacionais e maior quantidade gripes.

Funcionario da Comlurb
Funcionario da Comlurb
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Sim, mas acho difícil que no caso de um conflito com a França um país europeu ou os EUA nos vendam alguma arma. Portanto será tarde demais. Qual ou quais mísseis que estão integrados ao Gripen que não são fabricados por eles ? Há alguma opção?

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Ate porquê, uma guerra não acontece de um dia para outro. Geralmente são de 30 á 90 dias de planejamento e preparação e no caso das guerras entre nações se chega a um resultado de 30 á 90 dias.
O contrário das guerras de ocupação territórial e combate a resistência que duram anos, porém igual as guerras inter-nações demandam de 30 á 90 dias de preparação.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

Ai cabe a um possivel país alvo, detectar os movimentos preparatórios de uma guerra e tomar medidas preparatórias tambem, como compra e fabricação de mais armas e munições. Sendo a grande vantagem de se produzir o que consome, de não estar sujeito a embargos internacionais.

Marcelo M
Marcelo M
Reply to  Funcionario da Comlurb
3 meses atrás

A Argentina deve ter pensado o mesmo com o Exocet em 82!

Dod
Dod
3 meses atrás

Caraca,achei que a suíte de guerra eletrônica do Gripen fosse melhor

Alessandro
Alessandro
Reply to  Dod
3 meses atrás

Na verdade o autor do vídeo se baseou na DOUTRINA de guerra eletrônica para colocar os franceses na nossa frente, e de fato eles estão muito a frente nessa área em comparação com o Brasil, pois agora é que estamos entrando nessa era com a chegada dos Gripens e temos muito que aprender, mas na minha opinião pessoal se fosse comparar “sistemas de guerra eletrônica” o Arexis da SAAB (que o Brasil não encomendou) não deve em nada para o sistema francês.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Alessandro
3 meses atrás

Sim, verdade. Difícil comparar a doutrina e experiência dos franceses com a brasileira. A Thales, por exemplo, é um gigante de décadas nessa área no qual a industria brasileira ainda é fraldinha. O sistema EW do Rafale é o SPECTRA e ao que parece é “dugarai”. Mas o MFS-EW do Gripen E é derivado do AREXIS e acredito ser bem up to date também, com excelentes capacidades. Mas… em 2021 ele entra sé em IOC junto com o pacote MS21. O FOC do MSF-EW só virá no MS22. Será que ainda nesse lote de 36 receberemos aeronaves com o MS22?… Read more »

Alessandro
Alessandro
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

GFC, sinceramente não sei te responder essa pergunta, acredito que para os suecos com toda certeza, já para o Brasil vai depender do $$$, e se tiver deve ser no final desse primeiro lote, mas é especulação da minha parte.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Alessandro
3 meses atrás

“mas na minha opinião pessoal se fosse comparar “sistemas de guerra eletrônica” o Arexis da SAAB (que o Brasil não encomendou) não deve em nada para o sistema francês”.

então nossos caças ficarão desprovidos de tal capacidade?

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Dod
3 meses atrás

As duas são equivalentes, quem souber usar melhor seu sistema EW vence nessa área.

Kemen
Kemen
Reply to  Dod
3 meses atrás

E é bem melhor e mais recente, video muito fraco que se esquece de muitos detalhes, por exemplo, parece que as duas forças aéreas marcaram encontro para combater. É possivel que o narrador tenha sido fã do nosso Mirage 2000 e vê no Rafale uma continuação.

José Meireles
3 meses atrás

Acredito que no combate proposto nossos aviões quedariam sem armamento , visto que seus principais mísseis seriam europeus e sofreríamos de imediato embargo , nossos estoques são sempre poucos para sustentar um combate com um país como a França .
Além disto não temos sistema de defesa antiaérea de média e alta altura o que deixaria nossos campos de pouso e armazém de abastecimento e sistema energia elétrica e comando e controle a mercê dos mísseis franceses .

José Meireles
3 meses atrás

Em um combate com esta assimetria de forças , a chance do menor está em surpreender e atacar primeiro de forma incisiva .

Gabriel BR
Gabriel BR
3 meses atrás

Estamos vendo como atingir a quantidade de 108 aeronaves é importante para dissuadir grandes potências de qualquer aventura em nosso território. Somando 108 Gripens E + Artilharia Antiaérea de boa performance e mobilidade posicionada em pontos chave poderemos ficar mais tranquilos.

Gabriel BR
Gabriel BR
3 meses atrás

Esse conflito para nossa sorte não ocorrerá tão cedo…

Fernando C. Vidoto
Fernando C. Vidoto
Reply to  Gabriel BR
3 meses atrás

Acho que isso nunca ocorrerá. Brasil e França são aliados históricos.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

E desde quando isso impediu alguém?

Thiago
Thiago
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

De certo modo Fernando, aliado è exagero , vamos dizer parceiros com um certo grau de intimidade. Mas não nos esquecemos que frente a países como a França, parceirias e alianças vão de acordos com os próprios interesses e não o contrário. Espero que os nossos interesses e os deles estejam sempre alinhandos mas não é uma certeza matemática.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Não existe esse negócio de aliados históricos, o que existe são interesses.
Esse troço de nhe nhe nhe amazônico ainda vai nos opor com europeus.

V12 aero
V12 aero
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Concordo!!!!

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Marcos10
3 meses atrás

Qualquer motivo pode nos opor à qualquer país ou bloco de países, mas isso não quer dizer que vão tentar nos invadir. Muito menos por causa da Amazônia hehehehe. Nenhum país consegue ser tão burro assim.

ersn
ersn
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

uma agressão militar de potencias contra uma das maiores potencias economicas do mundo (acho que por um bom tempo o brasil ainda vai estar entre as 20 maiores)e maior exportador de alimentos do mundo(tem gente forte que depende do Brasil para comer aquela carne de frango junto daquela proteina e leite de soja,que interviria durante as tensoes diplomaticas),certamente tudo isso numa economia globalizada faria uma agressão militar isolada contra nos um evento que causaria uma grande desestabilização no mundo

Henrique
Henrique
Reply to  ersn
3 meses atrás

O Brasil tem pouca participação no mercado mundial, nossa economia é muito fechada e voltada pra dentro. Se a gente deixar de vender soja pra Europa, eles compram dos americanos ou argentinos, a agricultura deles é suficiente pra manter o mercado deles abastecido de carnes.

Augusto
Augusto
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Aliados históricos, mais ou menos. Desde os tempos coloniais foram não menos que 10 tentativas francesas frustradas de invadir o Brasil.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Augusto
3 meses atrás

O Brasil, ou a colônia de Portugal? A última delas foi em 1711. O último conflito entre EUA e RU foi em 1812, e hoje em dia são considerados aliados históricos.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Fernando C. Vidoto
3 meses atrás

Nosso principal aliado e fornecedor é a França.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Gabriel BR
3 meses atrás

Gabriel,

Está equivocado.

Inclusive era a França que queria barrar o acordo Mercosul – União Europeia.

Eles tinham “aliança” era com o governo anterior… e nem vou entrar no mérito dos motivos.

Vilela
Vilela
3 meses atrás

Meu, na boa, nem precisa ver o video… O. Gripen não tem chances… 36 no total contra CDG mais Arme de L air com Mirages 2000 e mais de 130 Rafales… 1 ou 2 semanas e só.

Thiago
Thiago
Reply to  Vilela
3 meses atrás

Na boa , era melhora ver o video 😂

Vilela
Vilela
Reply to  Thiago
3 meses atrás

Na boa melhor nao perder tempo c video propaganda… Gripen é inferior ao Rafale e ponto. Gripen na fab ainda nem existe e ponto. 36 vs todos todos rafale ada mais todos da marinha mais todos Mirages… Spectra mais quantidade superior mais misseis em mto maior quantidade mais carga paga maior… Não tem o que comparar.

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Vilela
3 meses atrás

Na boa mas na boa meeeesmo, olha o fanatismo, Gripen e Rafale são de categorias diferentes e sim, o Gripen E é mais moderno que o Rafale ,aceita que dói menos !!!

Vilela
Vilela
Reply to  Tomcat4,2
3 meses atrás

mais moderno? … não quer dizer melhor…

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Vilela
3 meses atrás

Não leu e nem viu o vídeo e só falou besteiras kkkk

Vilela
Vilela
Reply to  DOUGLAS TARGINO
3 meses atrás

Sonhar nao custa né… Mas achar q gripen é melhor que rafale… Não conhece nada de caça. Rafale tem emprego real com eficiência. Gripen o matador de sukhoi (mas só na propaganda). É um bom caça, barato e só. Nada excepcional. Falar que 36 da fab dariam conta de conflito com França é devaneio… A frança tem Nae com cerca de 12 rafales. A França tem mais de 120 Mirage e mais de 150 Rafales… A fab comprou 36 gripen mas nao temos nenhum operacional. O gripen tem meteor… Quantos msm a fab comprou? 1 nuke e caso encerrado! ASPM…

Mauro
Mauro
Reply to  Vilela
3 meses atrás

O Vietnã também não tinha a menor chance, segundo os generais do Pentágono, em três meses o Vietnã se renderia, apenas com os bombardeios massivos levados a cabo pela Força Aérea, US Navy a artilharia naval. Seriam totalmente destruídos em noventa dias, e se renderiam.

Isso foi dito ao presidente dos EUA, e não foram desavisados que disseram isso a ele, foram os generais do Pentágono.

O Axioma do Garrincha nunca foi desmentido, antes, é sempre necessário combinar com os russos.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Mauro
3 meses atrás

Os EUA ainda seguraram bastante a onda, mas foi verdade que eles achava que ia ser rápido, não foi, eles ganharam todas as batalhas, fizeram um acordo paz, que os Nortes Vietnamitas violaram, mas os EUA estava tão mal dessa guerra que resolveu abandonar o sul a própria, sorte, se tu estudar o conflito vai ver que os méritos dos vietnamitas era ser persistente e o problema dos EUA, era que o inimigo já não era mais só os vietnamitas e sim os praças que já estavam se revoltando. quanto aos franceses, tomaram um pau feio no Vietnã,

Vilela
Vilela
3 meses atrás

E tem mais… Esse negócio de força aerea com caça padronizado, caça com baixo custo de manutenção e bla bla bla é SÓ para força aerea em tempos de paz… Na necessidade o custo de manutenção ou obtenção não tem preço… Não tem sentido… Quanto custa perder a soberania de uma região como a Amazônia ou qualquer outra? Não vale cada centavo investido em defesa?

Last edited 3 meses atrás by Vilela
Mateus Lobo
Mateus Lobo
3 meses atrás

O rafale e o gripen estão em pé de igualdade na função ar-ar, com uma leve vantagem do gripen no BVR e do Rafale no dogfight. Dos caças de quarta geração só vejo o Typhoon com superioridade significativa por conta do radar.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Os pilotos de Typhoon sabem que os Gripen C suecos (padrão MS20) são osso duro de roer quando se permite a utilização de EW pra valer. Então imaginem o Gripen E. O radar do Typhoon pode ter maior alcance, mas a assinatura radar do Gripen é menor… Então… então… não temos a menor ideia de quem levaria a melhor… Grande especulação.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Adriano RA
3 meses atrás

A diferença de RCS do Gripen armado com o do Typhoon é pequena e para diminuir pela metade a distância de detecção tem que reduzir o RCS em 10 vezes, para de ter uma ideia, o Raven ES-05 tem cerca de 1000 TRMs enquanto o Captor E cerca de 1600. Ambos os caças tem suites de guerra eletrônica equivalentes, mas uma das possibilidades que se pretende alcançar no Typhoon é utilizar o radar como jammer, algo ainda debatido entre a Alemanha e o Reino Unido, com isso implementado, além da vantagem na distancia de detecção eles teriam uma vantagem na… Read more »

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Entendo o que diz, mas a suite de guerra eletrônica do Gripen E é estado da arte, toda em nitreto de gálio. Isso se não estiver com o Arexis, que praticamente transforma o caça em uma plataforma de guerra eletrônica. Acho que, em se falando de EW, o Gripen não tem paralelo atualmente, nem mesmo o F-35.

DSC
DSC
Reply to  Adriano RA
3 meses atrás

LOL 🙄 Menos, mas bastante menos… Nada do que vc disse está correto/é verdade.  Dois grandes erros: 1) Vc estava comparando suites EW apenas pela suas capacidades de ECM/jamming. Há outra parte pelo menos tão importante numa suite EW de um caça moderno… A parte com/dos sensores passivos com funções RWR/ESM/SIGINT/ELINT. E nisto, pelo menos caças como o F-15SA/QA/EX, F-16E/F Block 60, F/A-18 Super Hornet Block 2/3, EA-18G Growler, F-22, F-35, Typhoon Tranche 3 e Rafale F3-R/F4, são pelo menos tão avançados/sofisticados/capazes quanto o Gripen E/F. 2) Não, o Gripen E/F não é um caça sem “paralelo atualmente” em capacidades… Read more »

Last edited 3 meses atrás by DSC
Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  DSC
3 meses atrás

Excelente comentário. Só queria complementar com fato do Gripen estar um pouco acima dos demais caças de quarta geração por usar transistores de GaN, transmissores AESA e possuir integrado organicamente a aeronave um receptor de radar avançado atrás dos wingtips, com função análoga ao AN/ALQ-218(V) 2 que é anexado por meio de pods. O Reino Unido está atualmente perseguindo habilitar a capacidade de jammer do Captor E, que em conjunto com a nova versão do Praetorian vai deixar as coisas mais equilibradas com o F-35 nesse sentido.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Adriano RA
3 meses atrás

O gripen E já vem com as antenas de nitreto de gálio, porém elas se não me engano geram até 30 ou 40 giga hertz de ondas, o radar do F35 gera mais de 100, é absurdo, o F35 consegue mapear que onda ele tá recebendo e cegar o radar inimigo, e engajar essa mesma ameaça enquanto ainda continua rastreando ameaças, ele apesar do povo falar mal, é um bicho papão dos céus. lembrando dos números da redflag que se for vdd, ele derruba até 20 caças 4 ou 4,5G antes de ser abatido

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Adriano RA
3 meses atrás

De fato a suíte de guerra eletrônica do Gripen é excelente, mas a nova versão do Praetorian DASS está em par com o Arexis, no entanto ambos ainda estão atrás do F-35.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Typhoon não tem EW atual, ele perde para o Gripen e Rafale nesse quesito, tanto é que a SAAB queria vender arexis para os typhoon da alemanha

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Carlos Campos
3 meses atrás

O que a Saab ofereceu foi um pod de ataque, que provavelmente não irá ser adquirido pois o consórcio do do Eurofighter está desenvolvendo um. A única vantagem do Arexis do Gripen é que ele não precisa do pod na ponta das asas, não perdendo assim a alocação de mísseis de curto alcance nesses locais, essa parte do sistema foi embutida atrás do trilho, o Gripen E foi pensado desde o início pensando na guerra eletrônica essa é a vantagem.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Porque o Gripen está em vantagem no BVR se ambos usam o Meteor?
O Rafale F3 usado na comparação do coronel super especialista era basicamente um demonstrador de tecnologia e não iria participar do conflito hipotético porque não foi adotado pela AA. A França está modernizando os antigos Rafales com radar PESA diretamente para versão F3R com AESA e Meteor sem adotar a versão F3.
Pelo visto o especialista não sabe disto. Os MICA serão substituídos a partir de 2023 por um novo míssel de curto alcance.

rui mendes
rui mendes
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Estão já a desenvolver a versão f4 do Rafale, estão a trabalhar também no novo mica-ng, que terá mais alcance. Actualmente estão a entrar ao serviço, os primeiros Rafale com radar aesa e míssil Meteor, estão também a desenvolver uma versão nova do sistema de defesa aérea samp-t , com capacidade de defesa contra mísseis balísticos.
Isto é só para informar, pois França e Brasil, nunca entrarão em guerra.

Mercenário
Mercenário
Reply to  rui mendes
3 meses atrás

Rui Mendes,

“Estão já a desenvolver a versão F4 do Rafale”… mas mal e mal colocaram em operação alguns poucos F3R e você já está falando no futuro distante de uma nova versão.

Calma lá… os franceses são marketeiros.. o novo SSN, por exemplo, que iria entrar em operação em 2016, somente agora está finalizando as provas de mar e levou mais de uma década para ficar pronto.

Em resumo, a versão F4 está muito longe de ser realidade.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

Não tem ninguém mais marketeiros que a Saab. Centenas de “reportagens” pagas dos suecos inundam os sites brasileiros alienando o pessoal que tem preguiça de pesquisar e se contenta com o que lhe é sugerido. Depois ninguém entende porque o Gripen é um fracasso comercial e sempre é o último colocado em todas concorrências onde é analisado o desempenho.
A versão F4 do Rafale já foi contratada com previsão de recursos para isto. Terá capacidade para atuar remotamente e também com os drones que estão sendo desenvolvidos pela MBDA.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

“Depois ninguém entende porque o Gripen é um fracasso comercial e sempre é o último colocado em todas concorrências onde é analisado o desempenho”.

Meu caro Lucianno,o seu dito “fracasso” do Gripen no mercado miliitar se deve ao chamado FMS( Foreign Military Sales) americano,o já conhecido programa de vendas militares estrangeiras,e contra tal artifício amigo,não tem como bater de frente contra a pressão americana e esse assédio que muitos governos e fanboys ficam seduzidos,mas que também tem suas amarras…

Basta lembrar que nos últimos conflitos Paquistão vs Índia,o governo americano EXIGIU saber se seus caças foram usados contra os indianos.

Lucianno
Lucianno
Reply to  ADRIANO MADUREIRA
3 meses atrás

Sim Adriano concordo inteiramente o FMS faz muita diferença mesmo. O poder político americano de impor o que é do interesse deles aos países da OTAN também é inquestionável. Não existe concorrência para compra de caças em países como Japão, Coréia dos Sul, Israel, Canada, Austrália, pequenos países europeus da OTAN, porque todos são dependentes militarmente dos USA. O mesmo vale para os países alinhados com a Rússia, como por exemplo Argélia, Venezuela e outros. Mas nos países independentes para escolha do caça como por exemplo Índia, Arabia Saudita, Emirados Árabes, Egito, Catar e outros, a SAAB tem fracassado na… Read more »

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Engraçado ver esse argumento, porque era exatamente o argumento de quem criticava o Rafale no FX-2 até 2013, momento em que foi definido o FX-2, ele não contava com nenhuma venda externa. E os boatos da época é que a Índia só iria o adquirir para conseguir alguma ajuda técnica no Tejas, tanto que o MRCA tinha um plano de 126 aeronaves e só fora adquiridos 36, logo depois abriram outra concorrência, no Qatar e Egito o critério político foi decisivo.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Lucianno,

A sua intenção de denegrir o Gripen fere a sua própria lógica. O Gripen E está contratado e em produção. Inclusive, o Brasil está prestes a receber a primeira unidade.

A versão F4 do Rafale é para, no mínimo, daqui 4 ou 5 anos. Logo, como bem colocou em comentários anteriores, o comparativo deve ser com a versão F3R, que já existe, embora em pequena quantidade.

Last edited 3 meses atrás by Mercenário
Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

O barramento de data-link do Gripen é superior, permitindo um melhor compartilhamento de dados de combate; ambos usam radares equivalentes em temos de dimensões, potência e tecnologia, mas o radar do Gripen tem um swashplate que permite o caça guiar o míssil em uma posição mais segura; o Arexis é uma suite mais completa, Spectra está uma passo atrás em termo de tecnologia embarcada; embora a diferença de RCS seja pequena com os caças em configuração de superioridade aérea ela não pode ser negligenciada e pelo que se tem de informações é mais favorável ao Gripen.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Qual é a fonte dessas informações? O marketing da SAAB? Porque a capacidade do radar e sistemas do Gripen E é desconhecida, tudo o que sabemos é baseado em suposições e conjecturas.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

O radar do Gripen originalmente iria utilizar o RBE-2 do Rafale mas a França barrou porque iria concorrer com o Gripen no FX-2 com isso a Saab recorreu a outro radar equivalente, o Vixen 1000 os números de TRMs e potência de ambos são públicos na internet meu caro, basta pesquisar. Quanto ao Arexis, suas especificações gerais é fornecida pelo fabricante, transistores de GaN, transmissores de estado sólido AESA, o Spectra por ser de concepção mais antiga não tem esses avanços, seis transistores são de GaAs e os transmissores são PESA.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Lucianno
3 meses atrás
Lucianno
Lucianno
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Obrigado pelo envio do link que traz um breve histórico dos desenvolvimentos da Saab sem fazer comparações com outros sistemas, assim continuamos com suposições e conjecturas. De real mesmo sabemos que o Gripen foi eliminado da concorrência de caças da Suíça por não se apresentar pronto a tempo e que os sistemas do Gripen apresentaram falhas de funcionamento durante os testes realizados na concorrência de caças na Finlândia. A França não barrou o radar para SAAB, tanto que a Thales enviou um orçamento. A Raytheon também enviou uma proposta. Porém ambas eram caras, a Saab procurava um AESA de baixo… Read more »

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Você não o leu então, ali tinha uma comparação direta do Link 16 padrão OTAN com o data-link do Gripen C. O Gripen não apresentou falhas de funcionamento na Finlândia e a concorrência da Suiça pedia caças já operacionais em 2019, o Gripen estará operacional em 2021, nenhum demérito nisso, é um caça novo. Tô na dúvida se você só é ignorante no assunto ou só mente mesmo, os franceses negaram a venda do RBE-2, não tem nenhuma relação com preço. “Dassault’s acquisition of a large stake in Thales led to Thales’ refusal to sell Saab the RBE2-AA AESA radar… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Mateus Lobo
Hilton
Hilton
3 meses atrás

Ótima explanação!!!!

Heitor
3 meses atrás

Para que isso?
Ainda tem franceses trabalhando no no repasse de tecnologia dos submarinos?

Mauro
Mauro
Reply to  Heitor
3 meses atrás

Um dia antes de Hitler mandar invadir a Rússia, Stalin enviou aos alemães um gigantesco carregamento por trem de minério de ferro, carvão e trigo.

No outro dia, os panzer estavam atravessando a fronteira. E eles tinham um tratado de “não agressão”, por escrito.

Vai ver os argentinos também mandaram avisar a Rainha, com muita antecedência, sobre Operação Rosário.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Mauro
3 meses atrás

Mauro, o galho é que no caso da Barbarossa, os soviéticos foram avisados por um trilhão de fontes diferentes, inclusive fontes deles próprios sobre o acúmulo de mais de um milhão de homens e material de guerra na fronteira com os soviéticos, e mesmo assim Stalin não quis acreditar, ou simplesmente ficou em negação e deu no que deu. No caso das Faklands haviam indícios sim, mas a ação Argentina ainda era algo bastante impensável no contexto daquela época, e os Argentinos souberam manter tudo na surdina, por incrível que pareça. Era bem mais provável que todo o movimento de… Read more »

Heitor
Reply to  Mauro
3 meses atrás

Guiana invadindo Brasil ? Ou doutrina monroe para colônia subdesenvolvida

Fabio Araujo
Fabio Araujo
3 meses atrás

São categorias diferentes o Gripen é um caça leve e o Rafale um caça pesado por conta disso vão ter características diferentes, mas são dois excelentes caças e apesar de serem de categorias diferentes o Gripen consegue fazer muita coisa que o Rafale faz só que levando uma carga menor.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

Ambos são caças médios, tais como Typhoon, Fulcrum, Hornets e Vipers. Pesados são Eagles e Flankers. Leves são FA-50 e YAK-130.

Vilela
Vilela
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Maximo take off mto diferente… Não são mesma classe não

Lucianno
Lucianno
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Com certeza o Gripen é um caça leve. É menor que um F-16 ou Mirage 2000 que também são caças leves.

Henrique
Henrique
Reply to  Fabio Araujo
3 meses atrás

O Gripen é o menor caça de primeira linha hoje.  FA-50 e YAK-130 não são caças, se são só se forem de segunda ou terceira linha; o F-16 é um caça leve, assim como o mirage 2000 e estão na mesma categoria do caça sueco; o typhoon e rafale são intermediários, consideravelmente maiores que os anteriores, mas menores do que F-15 e super hornet, esses dois já são caças pesados. Há vantagens e desvantagens no tamanho, mas elas existem, diferente do que algumas pessoas acham.

João Adaime
João Adaime
3 meses atrás

Nesta hipotética guerra, nos ajudaria muito defesa aérea de longo alcance e um número muito grande de caças. Por muito grande, devemos considerar mais de uma centena. E submarinos, para negar o acesso à Guiana Francesa por mar. Quanto a levar tropas e equipamentos para lá, as dificuldades chegam a ser quase iguais para ambos os lados. O Amapá é praticamente isolado do resto do Brasil. E a Guiana tem o oceano Atlântico entre ela e a Europa. Ainda bem que esta é uma situação pouco provável de acontecer. Não devemos esquecer que os arroubos do Macron são apenas manifestações… Read more »

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  João Adaime
3 meses atrás

O cenário hipotético é apenas para realizar o comparativo com o Rafale! Ter base concreta para realizar o exercício. Gostaria que o comparativo fosse feito com as aeronaves Venezuelanas, no mesmo modelo: SU invadindo e F-39 na Defesa Aérea. Qual seria o resultado?

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  LUIS NATAL
3 meses atrás

O Coronel disponibilizou vídeo comparativo Gripen x SU30 também. Só ver no canal dele.
No entanto, os mais interessantes, em minha opinião, não são estes, pois são muito hipotéticos. Mas os vídeos sobre doutrinas e os comparativos de capacidades dos novos com os antigos vetores. São bem legais.

LUIS NATAL
LUIS NATAL
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Valeu GFC! Já mãe inscrevi do canal.

nonato
nonato
3 meses atrás

Há tempos me queixo. Sou leigo. Para militares que passaram a vida em cursos e treinamentos, talvez isso não seja tão importante. Mas sinto falta, na trilogia, de matérias tratando de estratégias militares. Não apenas falar sobre armas isoladamente, mas de como um combate poderia ocorrer. Com que objetivos, usando que táticas e estratégias. Não adianta dizer que fuzil tal é bom. Como serão empregados na prática? Ou dizer que avião tal é bom ou radar tal. Lembro que numa das guerras entre Israel e os Árabes, o Egito tinha um grande número de bons caças e bons radares. Israel… Read more »

Last edited 3 meses atrás by nonato
Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  nonato
3 meses atrás

Nonato, qualquer conflito depende de uma boa seleção de alvos, que é realizada no Exame de Situação, definindo os Centros de Gravidade do inimigo. E a nossa capacidade em neutralizá-los passa pelo estudo do dimensionamento da força (quantas surtidas, quantas bombas, quantos aviões).
¨O que submete o inimigo à nossa vontade é bomba na cabeça dele! Mas, bomba no lugar certo.¨

Lyw
Lyw
3 meses atrás

Faltou um 4º cenário onde os Rafale utilizariam a dupla Meteor + MICA IR.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Lyw
3 meses atrás

Rafale usará Meteor na Tranche 4, que ainda está em desenvolvimento. Repare no vídeo, que já tem mais de um ano, que ele considera Rafale até a Tranche 3.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Lyw
3 meses atrás

Os Rafales já utilizam o Meteor na versão F3R.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Lucianno
3 meses atrás

Tem razão. Verifiquei que o primeiro disparo foi feito em fevereiro do ano passado. E no site da Dassault o Meteor já é considerado arma integrada do Rafale, além de que verifiquei notícia do fim do ano passado da India demandando (ou exigindo rs) meteors para seus Rafales.
Mas repare que o vídeo foi lançado em Dezembro de 2018, isto é, um pouco anterior a esses marcos. Portanto, minha opinião, isso é perdoável.

Abraços.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

E o Gripen E já está operacional desde quando, para o autor do vídeo cravar algumas coisas em favor do caça suéco e, com isto, depreciar as capacidades do Rafale?!
Em Dezembro de 2018, o Gripen E mal deu alguns poucos voos, detalhe, sem todos os seus principais sistemas (nem radar tem)… Ah…em 2023, na melhor das hipóteses, terá alguma capacidade Ar-Ar… E olhe lá se não tiver algum problema…

Last edited 3 meses atrás by Wellington Góes
Lyw
Lyw
Reply to  GFC_RJ
3 meses atrás

Pois é, a análise foi bem trabalhada, mas escorregou nesse detalhe… O Gripen E não está operacional e já entrou nessa análise com força total. Por sua vez o Rafale, em 2018 (quando o vídeo foi feito), já estava prestes a ter homologado o míssil Meteor, cujo primeiro disparo havia sido em 2015.

Last edited 3 meses atrás by Lyw
Mercenário
Mercenário
Reply to  Lyw
3 meses atrás

Lyw,

Não estava tão “prestes a ter homologado o míssil Meteor” não. Salvo engano, o míssil passou a estar operacional apenas neste ano.

Last edited 3 meses atrás by Mercenário
Lyw
Lyw
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

A recíproca também é verdadeira pra o Gripen E. É o mesmo míssil. Com a diferença que o Rafale já está operacional. A Índia já está recebendo suas aeronaves com o Meteor.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Lyw
3 meses atrás

Lyw,

O Gripen foi o primeiro a ter o Meteor homologado.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Mercenário
3 meses atrás

C/D com o software MS-21, não o E/F, que sequer tem radar pronto….Então, fazer tais comparativos, desprezando os fatos da realidade, é brincar com a imaginação e tão somente isto….

Rogério Loureiro Dhierio
Rogério Loureiro Dhierio
3 meses atrás

Por isso eu defendo que teríamos que dispôr de uma excelente capacidade antiaerea com baterias em diversos níveis, curta, média e longa (altura/distância), além de baterias com misseis anti superfícies tanto terrestres quanto marítimos Avibras Astros 2020 ou outros mais dedicados.

Isso inibiria a França em considerar bases aéreas na Guiana ou mesmo limitaria a utilização mais eficaz de seu porta aviões nas redondezas.

Isso sem contar com os Subs que poderíamos colocar no TO e navios de superfície mais capazes para de mesma forma inibir quaisquer ações.

Henrique
Henrique
Reply to  Rogério Loureiro Dhierio
3 meses atrás

Você só esquece do fator grana, principalmente no sistema de longo alcance, que dificilmente as potências ocidentais iriam nos vender. Duvido muito que liberem pra nós Patriot ou SAMP/T ou se a gente teria dinheiro pra comprar isso. Em se tratando de submarinos e meios de superfície, eles estão bem na nossa frente, não tem nem comparação.

Alexandre
Alexandre
3 meses atrás

Gripen com certeza ganha

Paulo
Paulo
Reply to  Alexandre
3 meses atrás

Experiência.

Talvez.

Moisés
3 meses atrás

Se o Brasil pensa em enfrentar a França melhor começar rapidamente a se equipar militarmente, senão vai levar uma surra mais humilhante do que os argentinos levaram dos ingleses! Porque o que temos de armamento é pífio e em pouca quantidade ainda mas pra enfrentar uma potência militar com industria própria e independente como a França, vai ficar difícil pro Brasil se continuar nessa penúria que sempre esteve. Melhor o Ministério da defesa começar a fazer uma revisão de gastos dentro das forças armadas e pra ontem, porque dinheiro o país tem, o negócio é que esta sendo mal aplicado,… Read more »

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Moisés
3 meses atrás

1) Não vamos entrar em Guerra com a França. Nem por nós, nem por eles.
2) Se os vietnamitas pudessem, também teriam negativado seu comentário, assim como eu 😛

Moisés
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

É? E quem garante isso? Você? Brasil e França já quase chegaram as vias de fato uma vez por causa de lagosta, imagine agora que a causa é a Amazônia! Sem contar também que o Brasil sempre sendo um país pacifico agora faz um alerta sobre possíveis ameaças que inclui a própria França . Ninguém acreditava também que Argentina e Inglaterra entrariam em guerra e entraram meu amigo! Nesse mundo daqui pra frente tudo pode acontecer.

Last edited 3 meses atrás by Moisés
Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Moisés
3 meses atrás

Moisés, porque existem probleminhas que nem mesmo altíssima tecnologia dá jeito. Uma delas são imposições geográficas. Se tiver um mapa aí perto, abre ele com Amazônia Brasileira e a França na mesma escala. Deu para entender que NÃO dá? Se por muito menos os EUA perderam no Vietnã, você tem noção do pesadelo logístico que seria para a França manter combate para dominar um território do tamanho da Amazônia? Bem… ter noção eu sei que não tem, senão não estaria falando essas coisas. As Falklands são ilhas, relativamente pequenas, algo pontual, pequeno, palpável. Intimidar pescadores, é mole. É palpável. Dá… Read more »

Henrique
Henrique
Reply to  Leandro Costa
3 meses atrás

Eles não precisam invadir e ocupar. Eles podem usar armas stand-off e f**** nossas FAs e infraestrutura no norte. Só com SCALP e MdCN eles acabam com as pistas de voo no norte e massacram nossa tropa em terra. Eles podem fazer como foi feito na guerra do golfo, quando estimularam uma insurreição de curdos no Iraque e implementaram uma zona de exclusão aérea.

Wellington Góes
Wellington Góes
3 meses atrás

Já tinha visto a algum tempo… O quadro tático que foi desenhado chega a beira ao amadorismo…. Tão chapa branca que faz um rir…. 😂😂😂
Quer dizer, fora os chapas brancas e ufanistas de plantão….

Lucianno
Lucianno
Reply to  Wellington Góes
3 meses atrás

O vídeo é um festival de bizarrices. Um monte de dados errados do Rafale e suposições sobre o Gripen.
O pessoal não pesquisa, não estuda, se limita a ler somente o que é publicado nas reportagens caça likes e fica mal informado. Depois ninguém entende porque ninguém compra o caça sueco.

bjj
bjj
3 meses atrás

Considerando apenas os aspectos técnicos, acredito que o Gripen E poderia ficar ligeiramente à frente do Rafale no combate ar-ar. Vejamos: Radar: RB2 AESA (Rafale): 838 módulos T/R Raven ES-05 (Gripen): cerca de 1000 módulos T/R e um maior ângulo de varredura. IRST: FSO (Rafale): alcance máximo de 100 km, em condições ideais. Skyward-G (Gripen): embora não tenha dados públicos disponíveis sobre alcance, este é um evolução do Pirate que já era considerado o IRST a ser batido em termos de desempenho, com capacidade para detectar um caça inimigo a até 150 km, em condições ideais. Ainda segundo a Saab,… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  bjj
3 meses atrás

O papel aceita tudo e, até o momento, o único que está no papel é o Gripen E…. Ainda tem muiiitttoooo que fazer para daqui algum tempo, verificar se ele cumpre os requisitos, até lá…. Não passa de devaneio, ufanismo, ou “chapa branquismo”

bjj
bjj
Reply to  Wellington Góes
3 meses atrás

O Gripen E é a evolução de uma aeronave que já está em serviço a bastante tempo e todos os sistemas são fornecidos por empresas tradicionais nas suas respectivas áreas. Já são diversas aeronaves na linha de produção e/ou nos voo de certificação com início de operação previsto para o ano que vem.

Dizer que o Gripen está “no papel”, me parece no mínimo um exagero.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  bjj
3 meses atrás

Esquece isso… Seria o mesmo que avaliar o F/A-18E/F, pelo F/A-18C/D… Tudo isto que tu colocou é pura ingenuidade, ou desinformação… Se o que tu colocaste fosse verdade, o projeto Gripen E/F não demoraria tanto tempo para estar pronto e OPERACIONAL, mas advinha?!
Menos ufanismo e mais senso de realidade… É um conselho.

bjj
bjj
Reply to  Wellington Góes
3 meses atrás

“Seria o mesmo que avaliar o F/A-18E/F, pelo F/A-18C/D” Não seria não, até porque no meu comentário não está escrito isso. Apenas afirmei que o Gripen E é a evolução de uma aeronave que já existe em contraponto a sua afirmação de que ele “está no papel”, como se fosse apenas um projeto, ou como se fosse o primeiro de sua linhagem. “Tudo isto que tu colocou é pura ingenuidade, ou desinformação” É mentira então que existem aeronaves já na linha de produção? É mentira que que fornecedores como a Selex, Elbit Systems, GE e Saab são empresas tradicionais nas… Read more »

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  bjj
3 meses atrás

Esses “argumentos” das viúvas do Rafale são tão ruins que me dá preguiça de responder, quando o Gripen E estiver operacional, que está bem próximo, qual vai ser a desculpa para negar a superioridade do caça sueco?

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Mateus Lobo
3 meses atrás

Será que é preguiça ou incapacidade de argumentação?! rsrsrs

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  bjj
3 meses atrás

E?!

Francisco Braz
Francisco Braz
Reply to  Wellington Góes
3 meses atrás

Bom… Então o primeiro “avião de papel” estará sendo entregue no dia do aviador. Cara!! Tu tá muito desatualizado.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Francisco Braz
3 meses atrás

É mesmo?! kkkkkk
E eu sou o desinformado…. kkkkk

GripenBR
GripenBR
3 meses atrás

Com 36 Gripens e o histórico de aquisições em modestas quantidades de armamentos. O Brasil estará preparado para um conflito regional, contanto que outra nação não seja apoiada por uma grande potência e neste caso o Brasil esteja a própria sorte. Contra uma grande potência numérica, tecnicamente, tecnologicamente, financeiramente e com grande experiência em combate, a coisa é bem diferente. Se objetivo for destruir os principais tanques Guerra, a aviação de caça, “capacidade” de defesa anti aérea, colocar os meios navais inoperantes e riscar Brasília do mapa, EUA, França, Inglaterra, Rússia e China são plenamente capazes. Ou Brasil se concentra… Read more »

Jean Jardino
Jean Jardino
3 meses atrás

Na bem da verdade, o Brasil tomaria um cacete, pois nao seria so Rafales a atacar o Brasil, de uma base aerea, teria os Rafales da Marinha, e vale lembrar que no video, ele nao conta com os Rafales armados com Meteor, alem do mais teria o apoio de fragatas tanto FREMM como Horizon, capazes de abater avioes, alem de ter misseis de cruzeiro com alacance de mais de 1000km, sem contar claro com submarinos nucleares de ataque. Ou seja, seria um desastre para o Brasil.

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Jean Jardino
3 meses atrás

Seria? Por que? Diga-me como os Franceses controlariam Manaus, por exemplo?

Mercenário
Mercenário
Reply to  Jean Jardino
3 meses atrás

Jean Jardino,

Qual submarino de ataque francês operacional é capaz de disparar mísseis de cruzeiro?

Dos cerca de 4 SSN ativos, salvo engano, ainda não há nenhum com essa capacidade.

Como a fragata Horizon iria influenciar o hipotético combate aéreo sobre a área de floresta?

Last edited 3 meses atrás by Mercenário
ALEX TIAGO
Reply to  Jean Jardino
3 meses atrás

Olha o rafalete ai gente ele voltou kkkkkkkk

Francisco Braz
Francisco Braz
3 meses atrás

Em partes: 1o – O autor é formado em caça de ataque, vindo a “especializar-se” em defesa a partir da operação dos E-99. Bom, toda a geração anterior é baseada na caça de apoio ao solo (existem diferenças gritantes entre caça de apoio, defesa aérea e superioridade aérea). Ainda que um coronel não admita e odeie ouvir isso, os cenários deles ficam longe da realidade, pois não fazem ideia do quanto há diferença entre defesa aérea e superioridade aérea. Principalmente quando toda a aviação de caça, por gerações, foi orientada para o apoio aéreo. 2o – A analise é antiga,… Read more »

Bueno
Bueno
Reply to  Francisco Braz
3 meses atrás

Histórico que a base de formação de combate aéreo brasileira é francesa..
Eles que iniciaram as instruções da FAB
O conhecimento acumulado na 2ww e com a instrução da escola USA a FAB evolui muito e hoje com as tecnologias embarcadas o aprendizado BVR com Israel e agora com os Suecos a FAB sobe mais um nível…
No mais foi uma a análise com a visão de quem sabe o que é combate aéreo, para contrapor somente outra pessoa qUE sabe do riscado.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Francisco Braz
3 meses atrás

3° – O Nogueira foi meu cmt de Esquadrilha no 2°/6°, e chefe da Subseção de Tiro e Bombardeio no 2°/3° (eu era o Operações). Foi, também, meu aluno na AFA. Ele conhece muito bem a diferença entre defesa aérea e superioridade aérea, e conhece muito bem as doutrinas adquiridas nas CRUZEX (participou de algumas, assim como eu) e na RED FLAG. Ele foi peça fundamental na implantação da doutrina BVR na FAB, como cmt da 1a Esquadrilha do 2°/6° GAV, pois somente os nossos controladores conheciam essa doutrina, fruto dos nossos intercâmbios com o 36° EDCA, na Base Aérea… Read more »

Francisco Braz
Francisco Braz
Reply to  Rinaldo Nery
3 meses atrás

Então o vídeo foi produzido muito tempo atrás. A maioria das informações são desatualizadas e as abordagens quase que do tempo do G Meteor, caça de interceptação usado com a mesma doutrina dos P-47, que tiveram sua vida útil reduzida a metade pelo mal uso.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Francisco Braz
3 meses atrás

Sim, claro. Do tempo do Sopwith Camel. Talvez dos Irmãos Wrigth.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
3 meses atrás

Qual o conflito que esses franceses ganharam?!
Que doutrina que nada!!
Quero ver nos encarar no meio da floresta amazônica!!!

Tom
Tom
3 meses atrás

Acho que uns SAMs escondidos na floresta seriam muito mais efetivos.

Heitor
3 meses atrás

Sonho do SOS usa . Inclusive os da caserna . Se isso acontecesse perderia o submarino nuclear e os gripen ,dois coelhos com um cajadada só .
Já foi a-darte e o satélite nacional vai as riquezas ,dólar auto, salário diminuindo Brasil se desindustrialinando …. e bilhonarios aumentando sua riqueza 23% em meio a pandemia. E o governo com ja 680 novos agrotóxicos proibidos desmatando e passando a boiada na Amazônia.

MBP77
MBP77
3 meses atrás

De modo geral, gostei do vídeo, apesar de considerar que seria mais correto considerar o Iris T no lugar do A-Darter.
Talvez o vídeo tenha sido produzido antes da decisão de suspensão/cancelamento da produção do último.
Sds.

Pablo Maroka
Pablo Maroka
3 meses atrás

Gripen NG não é melhor, mas sim muito melhor!

Espero em breve ver o Gripen NG voando em exercicios conjunto com a USAF.

Adriano
Adriano
3 meses atrás

Porque diabos alguém acha que o Brasil e a Guiana Francesa entrariam em guerra? E porque tanta gente leva a sério uma ideia estúpida dessa?

Last edited 3 meses atrás by Adriano
Francisco Braz
Francisco Braz
Reply to  Adriano
3 meses atrás

Por quê o mundo é estúpido e recheado de gente estúpida. Por quê mais compraríamos armas??

Heitor
Reply to  Adriano
3 meses atrás

Se porque tem aver com uma nova doutrina Monroe regada a fakenews e muita estupides

Kemen
Kemen
3 meses atrás

E os Gripen e os Rafale armados com Meteor? Claro que é um especialista narrando, mas existem varias situações nas quais os AWACS poderiam não interferir. Parece um combate aéreo pré combinado, o que não é muito real. E qual a perspectiva em combates noturnos? Essa analise no video envolve o radar RBE ou RBE 2 do Rafale? O RBE tem curto alcance e não é AESA. Os Rafale entrando no nosso territorio, mas e se fossemos nós entrando na Guiana, onde acredito que não existem radares militares de terra? Os sistemas eletrônicos do F-39 são mais modernos. O jamming… Read more »

Last edited 3 meses atrás by Kemen
joel eduardo soares
joel eduardo soares
3 meses atrás

Prezados treino é treino jogo é jogo!
Quero ver a hora da onça beber água e a cobra fumar
depois de atraídos para bem dentro do território nacional.
o TO é bem outro.
Invadir, ocupar e manter é pesado e caro.

Abraço !

Daniel
Daniel
Reply to  joel eduardo soares
3 meses atrás

Verdade.
Haja vista da recente derrubada de um F-16 Block 52 por um MIG-21.