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Pilotos de Gripen tailandeses aprenderam com a derrota para os J-11

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Piloto de Gripen da Tailândia com capacete Cobra, em 2018

O motivo da derrota dos Gripen JAS39C da Tailândia nos dogfights do exercício Falcon Strike 2015 com caças J-11 da China teria sido o uso do míssil ar-ar AIM-9L e a ausência de mira no capacete do piloto.

Já os J-11 chineses empregaram o míssil R-73 com mira no capacete.

A lição foi aprendida. A partir de 2018, os pilotos tailandeses passaram a contar com o capacete Cobra dotado de um sistema integrado de exibição montado em capacete (IHMD).

O Cobra foi desenvolvido pela BAE Systems e a Saab Aerospace, com a Denel Cumulus da África do Sul. O IHMD é um desenvolvimento do capacete Striker feito para o Eurofighter Typhoon. O Cobra também está instalado no Gripen para a África do Sul e da Suécia.

Ao apontar a cabeça em vez de toda a aeronave para o alvo, o piloto pode travar rapidamente o sensor do míssil usando o sistema HOTAS (hands on throttle and stick) e tirar proveito das capacidades de desempenho da arma. Um míssil pode operar com forças g muito mais altas do que uma aeronave; a proporção é de aproximadamente 60 g para um míssil e 9 g para o Gripen.

O Cobra fornece melhor consciência situacional e permite maior rapidez no disparo do míssil.

O visor montado no capacete exibe informações de voo, como altitude e velocidade do ar, além de identificar e detalhes dos alvos detectados na área circundante.

Além do capacete Cobra, os Gripen tailandeses também foram equipados com o míssil ar-ar Diehl BGT Defence IRIS-T para combates aproximados. O IRIS-T é muito mais capaz que o antigo AIM-9L americano.

A imagem de simulador mostra um caça sendo destruído por um míssil ar-ar, com o piloto olhando para o alvo usando a mira montada no capacete, sem precisar apontar o nariz do avião
Míssil IRIS-T em um Gripen da Tailândia
Míssil IRIS-T em um Gripen da Tailândia
Capacete Cobra com IHMD

Vídeo do HMD Striker II da BAE Systems, evolução do Striker no qual o Cobra é baseado

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André Sávio Craveiro Bueno
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André Sávio Craveiro Bueno

A FAB terá esse equipamento?

Jarb
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Jarb

A FAB já tem esse equipamento no F-5 há mais de 10 anos. Claro que terá no Gripen.

André Sávio Craveiro Bueno
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André Sávio Craveiro Bueno

Sim, sobre esse tipo de equipo eu sei que usa. A pergunta era sobre o modelo citado na reportagem, mas não fui claro.

Camargoer
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Camargoer

Olá Andre. Tranaquilo? Fiquei com essa mesma duvida. Pelo que entendi, o F39C/D usa o HMD Cobra, desenvolvido pela Denel e BAE. Contudo, o F39E/F (o modelo que será usado pela FAB e pela Suécia) usara o HMD Targo, desenvolvido pela AEL (subsidiária da Elbit). Esses novos capacetes serão fabricados no Brasil e exportados para a Suécia.

André Sávio Craveiro Bueno
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André Sávio Craveiro Bueno

Grato Camargoer!

Marcos R.
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Marcos R.

Eu li a mesma informação, a AEL irá fornecer os equipamentos tanto da FAB quanto para a Flygvapnet.

Guilherme
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Guilherme

Será que o A-Darter é compatível com o HMD Targo? Ou necessitará de novos desenvolvimentos?

Kemen
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Kemen

Pelo que entendo, a compatibilidade é necessaria somente entre o caça e o missil, o capacete é uma extensão de alguns meios disponiveis no caça. Resposta – sim desde que o caça tenha o missil integrado.

MMerlin
Visitante
MMerlin

Camargoer, vimos estes dias a adoção, como padrão, do Targo. Mas analisando os dados do Cobra, é um grande equipamento. Sei da capacidade da AEL, mas gostaria de saber qual o diferencial que levou a escolha.
Se realmente é melhor, será um grande produto para comercialização internacional.

Camargoer
Visitante
Camargoer

Olá Merlin. Talvez algum colega saiba explicar melhor as diferenças técnicas entre os dois. Uma coisa que parece ter pesado na decisão foi a questão do offset. A exportação dos display e dos HMD para a Suécia fazem parte do acordo de offset. Talvez os dois equipamentos sejam equivalentes, mas a padronização do Targo nos 60 F36E da Suécia pode representar alguma coisa na balança comercial.

Ulisses
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Ulisses

Targo 2 da Elbit se não me engano. Mais avançado que o Cobra.

Chris
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Chris

Estou é me perguntando se isso realmente influencia tanto assim, para uma derrota de 16×0 !

Enfim.. Fico em cima do muro, pois acho muito complicado ! Tudo o que sempre temos de real… É propaganda do vendedor (E desculpas do perdedor) !

Talvez o pessoal que defenda a ideia de caças já testados e comprovados em batalha… Tenham razão na escolha ! Talvez por isso, mesmo hoje, quase todo mundo vai de F-16 (Que na nova versão, incorporou radar e diversos equipamentos do F-35).

Alexandre
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Alexandre

Os pilotos de Gripen da FAB terão o capacete Targo, produzido pela AEL sob licença da Elbit. O Targo é mais avançado do que o Cobra e também foi adotado pela Força Aérea Sueca para seus Gripen E.

MMerlin
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MMerlin

Seria importante um comparativo entre o Cobra e o Targo, este último selecionado para nossos pilotos junto ao Gripen. O Targo tem zero informações no portal da AEL. Infelizmente, é de praxe as empresas militares brasileiras esquecer o quão importante é o marketing. Mas vamos nos ater na única informação ali apresentada, que exibe um display a frente do olho direito do piloto. Solução já bem conhecida no meio militar. O cobra possui exibição de imagem 3D, o que indica estar disponível através de um display único para ambos os olhos. Em termos de qualidade e foco, isto faz a… Read more »

Kemen
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Kemen

Duvido muito que uma derrota em um dogfgth possa ser atribuida a falta de capacete, isso pode auxiliar, mas as causas devem ser várias, principalmente o não treinamente nesse tipo de combate, por estar em baixissima probabilidade na atualidade.
Os pilotos indianos dos Rafale utilizarão o Targo. A Suecia escolheu o Targo para seus Gripen E, etc.

https://s3.eu-west-2.amazonaws.com/esuk-website/xObzoTeGTIu11IihyGyO-targo-2016-pdf

https://elbitsystems.com/product/targo/

https://elbitsystems.com/media/targo_II.pdf

https://elbitsystems.com/media/Elbit-Systems-NIN.pdf

https://quwa.org/2016/11/09/sweden-orders-targo-hmds-for-gripen-ef/

https://omnirole-rafale.com/quels-equipements-pour-les-rafale-indiens/

Alexandre Fontoura
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Alexandre Fontoura

É claro que influencia. Se os pilotos chineses estavam equipados com HMS (Helmet Mounted Sight) e os tailandeses não, os primeiros tinham vantagem de engajamento off-boresight (fora da linha de visada) na hora do Dogfight.

Antunes 1980
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Antunes 1980

Sinceramente, acho pouco provável que uma derrota de 16×0 seja unicamente culpa da ausência de mira no capacete do piloto.
Neste placar absurdamente elástico, temos a limitação técnica, tática e inclusive menor potencial da aeronave.
Deve ser duro para a Saab admitir que o peso pesado russo é melhor, e ponto final.
Seus adversários ideias devem ser o F-16, Mirage 2000 e MiG-29/35.

Gil
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Gil

Raramente se da un dogfight quando os caças disponem de BVR, e nisso o Gripen é melhor.
Deve ser duro pros russos e chineses admitir que um avião que sequer é o atual peso pesado da Saab é melhor, e ponto final.

J R
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J R

Que eu me lembro, os F-5 da FAB deram um couro em caças americanos em um exercício justamente pela mira do capacete.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Não deram couro em ninguém. No exercício com os F-18 da US Navy o combate WVR ficou equilibrado justamente por conta do Python V e dos nossos HMD. No BVR não deu nem pro começo.

Rodrigo
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Rodrigo

Tranquilo et só pedir o VAR.

Leonardo Costa da Fonte
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Leonardo Costa da Fonte

Quando a antiga Alemanha Oriental foi reunificada à Alemanha Ocidental, os pilotos ocidentais (F16) tiveram a chance de fazer exercícios de dog-fight com os Mig-29 (agora pertencentes a Alemanha unificada). Era impossível aos F16 vencer os Mig29 com R73 e a mira no capacete.
Naquela época os mísseis ocidentais não tinham vetoração de empuxo, nem os aviões/pilotos, usavam capacetes com mira.
Foi isto que fez o ocidente a desenvolver uma nova geração de mísseis ar-ar e os novos capacetes.

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Nada demais o resultado. O MiG-29 alemão conseguiu taxa de vitórias semelhantes, quando fez os primeiros exercícios simulados contra tudo que a OTAN colocou na frente dele.

Os F-16 israelenses também varreram o chão com os F-18 da USN em exercícios, quando ganharam o Python IV+capacete.

AIM9L+HUD não tem chances contra míssil IR off-boresight + mira de capacete.

Joe Leite
Visitante
Joe Leite

Quanta bobagem…
Gripe E/F = Baixíssimo RCS + Raven + Arexis + Meteor
Os vestutos J 11 / Su30 começarão a cair sem saber o que os atingiu…

Brunow
Visitante

Poxa não fala assim do J-11A, ele é apenas um caça padrão anos 80…
Seria mais interessante um simulado entre os J-11B e J-10C contra os Gripen C/D; os J-10 participaram este ano com os Tailandeses, vamos ver se um dia alguém vaza os resultados do simulado…

Wellington Rossi Kramer
Visitante
Wellington Rossi Kramer

Seria como sacudir uma macieira carregada.

Jarb
Visitante
Jarb

Era como estar em um Azera,
mas sem ar-condicionado.

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Ou com os vidros baixos, como eu vejo todo dia por aqui, em pleno sol de verão, por gente que gosta de desfilar de carrão, mas não tem dinheiro pra gasosa…

Alexandre
Visitante
Alexandre

Explicado, por isso o péssimo desempenho wvr dos gripens tailandeses. Combater um caça russo com tecnologia dos anos 2000 usando um gripen com tecnologia dos anos 80 ,não ganharia nunca!

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Na verdade os AIM-9L surgiram em 1977, e o R-73 em 1984.

Mas a tecnologia de mira no capacete e míssil off-boresight é dos anos 1970. Os ingleses e americanos construíram protótipos de miras e mísseis, mas acabaram por se contentar com o AIM-9L. Já os soviéticos acharam aquilo bom demais para jogar fora e criaram o R-73. E por longos 20 anos, EUA e OTAN não tinha nada comparável operando nos esquadrões de linha de frente. Já Israel reagiu muito antes.

F 16 nutela
Visitante
F 16 nutela

Clésio Luiz, concordo e conheço todo o desenvolvimento destes equipamentos, inclusive a cronologia, talvez não tenha explicado direito. Realmente o capacete HMD foi uma invenção sovietica na década de 70, se não me falha a memória, mas que hoje é o que há de mais moderno no combate WVR, isso junto com mísseis de 4 ou 5 geração. Então, o que eu tentei dizer é que os gripens estavam combatendo com uma estratégia do passado, tipo tentar buscar a posição de 6 horas do oponente para então disparar, isso em função da limitação de equipamentos disponíveis no caça. Enquanto os… Read more »

Brunow
Visitante

O “caça Russo” em questão, no caso o J-11A chinês ( Su-27SK ) é padrão dos anos 80, e os mísseis R-73 integrado a ele são a primeira versão exportação do R-73, depois disso ele já foi atualizado umas três vezes, a penúltima é o R-73M a última a ser usada no Pakfa a K-74M2.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Nem é necessário isso tudo, a media e baixa altitude o J-11 tem menos manobrabilidade que o Gripen, se fizerem as manobras características do flanker vão perder energia muito rápido e se o míssil for enganado por flares eles não tem como escapar.
Não da pra ver isso não exercício porque cada travamento é contado como um kill, na guerra não é assim.

carvalho2008
Membro
Famed Member

depois de todo este tempo eles ainda não estavam usando este capacete….e o missil antigo então….de que adianta ter um bom caça desdentado…

Observador
Visitante
Observador

A questão é que os chineses também aprenderam alguma coisa com o tempo, já lí que hoje alguns J-11B já contam com radares AESA e motores chineses mais potentes.
Há de se aguardar, o resultado de um novo confronto pós modernização dos vetores.

Francisco Herês
Visitante
Francisco Herês

Pra mim foi decepcionante, essa conversinha mole de culpar o capacete não explica a derrota acachapante, o Gripen não é lá essas coisas, pena que o Brasi vai depender dele nos próximos 100 anos, se tivéssemos escolhido o F-18 para depois migrar para o F-35, seria a escolha definitiva para dar superioridade ao Brasil, mas não…

DOUGLAS
Visitante
DOUGLAS

Já eu acho que o Brasil fez a melhor escolha possível. Só acho que a quantidade foi pouca e lá na frente merecemos um avião mais pesado para fazer coisas que o Gripen não consegue!

Tomcat
Visitante
Tomcat

Caro Francisco, o Gripen é o caça naquela área que mais importa: o bolso! Você já viu o custo da hora voo nos caças maiores? Multiplique isso pelo dólar e o combustível nas alturas e verás que o Gripen é o que podemos pegar, pagar e manter. Por isso que o F-16 vendeu tanto no quarto final do século passado, era o caça 1.0 popular, como o Gripen o é agora.

Dod
Visitante
Dod

Caramba tu comparou o Gripen com um carro 1.0 popular?Eu queria um 1.0 popular desses, pegando a mesma linha de raciocínio,se pegar um Gripen e um f35 para um dogfight, será que o carro de luxo (f-35) se sairia melhor do que o Gripen, na minha opinião no campo de batalha cada equipamento tem o seu valor diferente. E no caso da derrota de 16×0, ou era pra ver as condições dos pilotos Chineses ou ñ era pra mostrar a capacidade total.

Cristiano de Aquino Campos
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Cristiano de Aquino Campos

Carro serve para te levar de casa oara o trabalho e do trabalho para casa no meio da cidade com limite de 60km/h. Não importa se e uma ferrari ou um UNO 1.0, o que faz diferença e o custo que você pode bancar.

Lucianno
Visitante
Lucianno

Os critérios da FAB ao escolher o Gripen eram: custo de aquisição, custo de manutenção e transferência de tecnologia. As exigências quanto ao desempenho eram mínimas.

Alexandre Fontoura
Visitante
Alexandre Fontoura

Está dizendo bobagem. É claro que o uso do HMS influencia no resultado. Se os pilotos chineses estavam equipados com HMS (Helmet Mounted Sight) e os tailandeses não, os primeiros tinham vantagem de engajamento off-boresight (fora da linha de visada) na hora do Dogfight.

Robsonmkt
Visitante

Mais uma vez se mostra como o treinamento com outras forças aéreas, especialmente quando contam com equipamentos distintos, é fundamental para o aperfeiçoamento da doutrina e do próprio equipamento em si.
Me lembro que a FAB finalmente acordou para a necessidade do F-5EM quando seus F-5E/F foram trucidados no primeiro dia de combate simulado contra os Mirage 2000-5 franceses em uma operação Mistral.
Nada como um choque de realidade para forçar uma mudança positiva.
No caso desta matéria, onde os Gripens tailandês sofreram no WVR e os J-11 apanharam no BVR foi um aprendizado mútuo.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

O projeto da modernização do F-5 é bem anterior à Mistral. Só não tinha dinheiro, visto que os A-1 consumiram o pouco que tinha.

Welt
Visitante
Welt

Jogo é jogo, treino é treino.

Acosta
Visitante
Acosta

Negativo. isto é mote do futebol! No meio militar o mote é:

Você joga (combate) aquilo que você treinou.

Por isso o número de horas de voo que um piloto treina(combate) por ano conta muito.

Saldanha da Gama
Visitante
Saldanha da Gama

Agora se explica a derrota por 16×0

Luís Henrique
Visitante
Luís Henrique

E a Vitória 24 a 0 para o Gripen acima de 50 km?
E a surra a favor do Gripen na faixa de 20 km?
Você explica?

Jota
Visitante
Jota

Esse resultado me lembrou um caso semelhante ocorrido quando pilotos de MIG29 da extinta Alemanha Oriental realizaram exercícios com seus patrícios , pilotos da Alemanha ocidental equipados com caças ocidentais. Tiveram vantagem no dogfight devido ao HMD e R-73 e desvantagem no BVR.

DSC
Visitante
DSC

O HMD Cobra não é baseado no mais recente Striker II da BAE Systems.
O HMD Cobra é basicamente o HMD Striker original do Eurofighter Typhoon só que para o Gripen.

Renato
Visitante
Renato

Será que estou lendo os comentários errado ?
J-11 não é um caça chinês?
Porque o pessoal afirma que é um caça russo?

Alex
Visitante
Alex

Pq ele é um su27 fabricado sob licença na china

Brunow
Visitante

Não foi fabricado sob licença, ele é um Su-27SK montado na China através de kits russos ; primeiro os russos exportaram alguns Su-27SK ( que é a versão exportação do Su-27S), depois em um novo acordo venderam os kits para ser montado na China, aí lá deram o nome de J-11, os Chineses receberam em torno de 100 unidades, depois interromperam as entregas, alegaram que o caça era absoleto e não atendia os requisitos da força aérea local ( e realmente eram, pois a eletrônica e o radar era desenvolvimento dos anos 80), aí os Russos ajudaram a desenvolver uma… Read more »

Mauro Oliveira
Visitante
Mauro Oliveira

O simulador da imagem e o glorioso Falcon BMS o qual eu me sinto orgulhoso de ter ajudado a ser o que é. É uma participação pequenininha, minúscula, mas me orgulho dela

MadMax666
Visitante
MadMax666

Toda a serie derivada do Falcon 4 foi o melhor simulador que existe. Depois desse, nao dava para usar qualquer outro.

nonato
Visitante
nonato

O que é isso?
Estou por fora e talvez muitos outros aqui.
Se puder nos informar a respeito séria útil.

Coutinho
Visitante
Coutinho

O Falcon BMS é um simulador semelhante ao DCS. “Simplificando” é um jogo de computador que simula aeronaves de combate. Cabe notar que esses 2 simuladores tem um realismo fantastico nas imagens. Os desenvolvedores utilizam até manuais originais de caças no desenvolvimento.

Coutinho
Visitante
Coutinho

Segue o link de uma materia do P.A. sobre o Falcon BMS:

https://www.aereo.jor.br/2013/03/31/test-drive-do-falcon-bms/

Flanker
Visitante
Flanker

“Pilotos de Gripen tailandeses aprenderam com a derrota para os J-11”
Olha, era o mínimo que deveria ter acontecido….depois de 16 x 0!! Poderia-se mudar o título e ver se os chinas aprenderam com a derrota para os tailandeses, no BVR….

Sérgio Luís
Visitante
Sérgio Luís

Pegou mal!!
16 a zero!
Foi uma derrota ccategórica e fim de papo!

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Por favor, alguem pode confirmar quais foram os misseis BVR utilizados nestes exercícios pelos tailandeses e chinesas?

Carvalho2008
Visitante
Carvalho2008

Boa

Brunow
Visitante

Está na tabela chinesa, numa foto da outra matéria, Chinês usou o R-77 (RVV-AE) médio alcance, lá está 50km, já os Tailandeses usaram o AIM-120 deve ser a versão “C” pois está 80km..

Carvalho2008
Visitante
Carvalho2008

So para deixar claro para o pessoal, o pacote míssil+capacete hoje em dia não é mais um opcional no dogfight. É um item obrigatório na arena atual.

Os nossos antigos Mike ja os possuem a decada. Nossos F5 dariam um ralo do mesmo jeito.

Nilton L Junior
Visitante
Nilton L Junior

Ou seja ninguém perdeu porque era uma simulação em todos ganharam experiência.

Sergio Cintra
Visitante
Sergio Cintra

Como estão equipados ( capacete + míssil ) os Su’s venezuelanos, alguém sabe?

OVNI
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OVNI

Me impressiona na verdade eles não terem à época tal tecnologia embarcada. Pelo menos aprenderam e se atualizaram.

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Ou quando compraram os Gripens a tecnologia estava em desenvolvimento e por isso compraram sem ela, ou se já estava disponível decidiram não adquirir para ficar mais barato, mas seja qual for o motivo adquiriram depois!

Denis
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Denis

A diferença de reação entre lutar com ou sem a mira no capacete é igual à da corrida entre o coelho e a tartaruga. Sem ela, podiam dar até um F-22 ou um Su-35 aos caras, que levariam o coco do mesmo jeito.

mendonça
Visitante
mendonça

É ,o missil R 73 realmente é muito superior ao AIM 9L,aqui na america do sul só os peruanos tem ele nos seus MIG 29.
se não me engano esse AIM 9L ,são os que arma os A-4 de nossa marinha

Flanker
Visitante
Flanker

Não é. O míssil que veio junto com os A-4 da MB é o AIM-9H, anterior ao 9L.

nonato
Visitante
nonato

Aqui é um foro de defesa. Não vi ninguém falar da lógica e técnicas por trás de um combate dogfight. Antigamente, o dogfight era mais uma questão de conseguir ficar atrás do inimigo, a curtíssima distância, para disparar (e acertar) tiros de canhão. Hoje em dia, com mísseis não precisa ficar por trás e nem ser a curtíssima distância. A que distância seria possível o confronto? A 20 km? Não é mais uma questão de qualidade do radar e do míssil? Continuo sem entender essa besteira do capacete. Não deveria ser o radar que deveria travar no alvo, e com… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“Não deveria ser o radar que deveria travar no alvo, e com visão de 360°, em vez de apenas frontal?” Radar não é 360°. O que o visor montado no capacete permite é que um piloto trave as coordenadas de um alvo, no alcance visual, fora do ângulo de busca do radar e da própria cabeça de busca do míssil (que não é 360° porque tem toda a fuselagem do caça para trás e o corpo do míssil). Com essas coordenadas dadas pelo visor no capacete, é lançado o míssil, desde que esse míssil tenha capacidade de travar após o… Read more »

nonato
Visitante
nonato

Certo, Nunão. Obrigado pelo comentário e atenção. Se existe, tem um motivo, o qual aínda não entendi bem. Veja bem, claro que a maioria dos aviões têm radares frontais, com certo ângulo de feixe. Se não me engano, o SU 57 tem radares atrás e nas laterais… Mas aí, atrás por exemplo, o piloto não é coruja. Num dogfight, com toda a adrenalina e caças fazendo manobras para cima, para baixo, etc aínda me parece estranho um piloto se virando e ficando alguns segundos olhando para o lado pra travar num alvo. E como é que trava? Quando o caça… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Nonato, Nos engajamentos a curta distância que incluem manobras de combate aéreo (dogfight) o piloto vai sempre depender bastante de seus olhos. Radar e sensores da aeronave vão travar em alvos apenas por alguns segundos contra um oponente que esteja manobrando agressivamente. Radar atrás e dos lados da aeronave é exceção, não é regra. Se você procurar vídeos que mostrem um piloto durante dogfight, verá que ele está sempre mexendo a cabeça, olhando para os lados e até para trás, para não perder o inimigo de vista e conseguir manobrar de forma a ganhar vantagem. A mira no capacete leva… Read more »

Fabio Araujo
Visitante
Fabio Araujo

Você usar um míssil antigo sem mira no capacete contra um caça super manobrável que usa mísseis modernos com mira no capacete é bronca! Houve algum exercício entre os dois países após os tailandeses começarem a operar o IRIS-T e o capacete Cobra?