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Indonésia quer novos caças F-16 americanos e também os Su-35 russos

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 F-16 Block 72
F-16 Block 72 nas cores da Indonésia

A Indonésia quer adquirir dois esquadrões dos novos caças F-16 dos Estados Unidos, enquanto avança com os planos de comprar o russo Sukhoi Su-35, segundo o chefe da Força Aérea da Indonésia.

Em declarações feitas à agência de notícias estatal Antara em 28 de outubro, o Air Marshal Yuyu Sutisna disse que a nação do sudeste asiático planeja enviar uma solicitação para comprar dois esquadrões dos caças Lockheed Martin F-16 Block 72 até janeiro de 2020.

Sutisna disse que a aquisição do F-16 fará parte do próximo plano estratégico de cinco anos da Indonésia, que vai de 2020 a 2024, informou Antara. O oficial fez o anúncio durante uma visita à Base Aérea Roesmin Nurjadin em Pekanbaru, capital da província de Riau, na ilha indonésia ocidental de Sumatra.

Ele não detalhou o número exato de F-16 para a Indonésia comprar, pois isso dependerá de quanto dinheiro o governo possa reservar para a aquisição, que será coletada separadamente do orçamento de defesa já alocado de US$ 7,7 bilhões.

Sustina também disse que a Indonésia ainda está perseguindo o interceptor russo Sukhoi Su-35 Flanker, embora esse esforço tenha esbarrado em vários atrasos. Os Su-35 estão sendo considerados como um substituto para os interceptores Northrop F-5E/F da Indonésia, que não estão mais em serviço.

Caças Sukhoi Su-35
Caças Sukhoi Su-35

As negociações de contrato já prolongadas com a Rússia são ainda mais complicadas pelas preocupações da Indonésia com a CAATSA, uma lei americana que pode aplicar uma variedade de sanções a indivíduos e organizações que se envolvem em “transações com os setores de inteligência ou defesa da Federação Russa”.

A Indonésia está buscando adquirir 11 caças Su-35 da Rússia e espera pagar por isso com dinheiro e troca por uma variedade de mercadorias locais.

A Força Aérea da Indonésia opera Su-27SKs e Su-30MK2s adquiridos no início desta década da Rússia. A Indonésia tem uma política de diversificar suas compras de armas para reduzir o excesso de dependência de uma única fonte de suprimento.

A nação insular também opera versões anteriores do F-16, com 18 F-16Cs monopostos e cinco F-16Ds bipostos entregues sob o programa Peace Bima Sena II. Os jatos são usados ​​pelos esquadrões 3 e 16 da Força Aérea ao lado das aeronaves F-16A/B Bloco 15, das quais oito foram adquiridas na década de 1980.

Os F-16C/Ds foram usados pela da Força Aérea dos EUA e Guarda Aérea Nacional que estavam em armazenamento e subsequentemente oferecidos à Indonésia em 2011 sob o programa de artigos de defesa em excesso dos EUA. Os engenheiros da Força Aérea da Indonésia estão atualizando localmente os F-16A/Bs com a assistência da Lockheed Martin.

Os 24 jatos foram atualizados com a instalação de um novo computador de missão modular, links de dados Link 16 e um conjunto de autoproteção sob um pacote de vendas militares estrangeiras no valor de US$ 750 milhões antes da entrega à Indonésia, embora um tenha sido destruído posteriormente em um incêndio em 2015 após sair da pista durante seu teste de decolagem.

FONTE: Defense News

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Fighting_Falcon
Fighting_Falcon
8 meses atrás

Será que Tio Sam vai autorizar essa venda com aquisição de material russo pelo país? Mesmo sendo um “simples” F-16.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Fighting_Falcon
8 meses atrás
JPC3
JPC3
Reply to  Willber Rodrigues
8 meses atrás

Confiabilidade deles não é das maiores…..

Antunes 1980
Antunes 1980
8 meses atrás

Por que em 90% das notícias de aquisições pelo mundo, poucos países consideram o Saab Gripen, no mesmo nível de caças norte-americanos e russos?
O Gripen NG merece respeito !

Marcos10
Marcos10
Reply to  Antunes 1980
8 meses atrás

Não se trata de qualidade da aeronave, antes se trata de política.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Marcos10
8 meses atrás

Politica e financiamento.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Antunes 1980
8 meses atrás

Eu pessoalmente não o considero no mesmo nível.
Pessoalmente acho que é um projecto atrasado, com tecnologias que podiam facilmente ser incorporados em plataformas já existentes. Sim porque, tirando um eventual baixo RCS o gripen como plataforma é só mais um 4G, mas “ligeiro”… Um F16 sueco com baixa assinatura e eventualmente com maior agilidade… Se bem que com menos potência, segundo sei, e com apetrechos mais chiques…
Como plataforma em si, não vejo onde o Gripen seja assim tão revolucionário como os seus congéneres foram e/ou são.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Peter nine nine
8 meses atrás

E aonde as plataformas 4,5 g americanas ou russas foram revolucionarias ?

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Augusto L
8 meses atrás

Augusto, vou me abster de lhe responder, por motivos que concerteza para a maioria serão óbvios.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Peter nine nine
8 meses atrás

O Gripen é um bom caça Peter.
O grande diferencial nas negociações referentes ao contrato, comparando com as demais fabricantes, foi, sem dúvida alguma, o ToT.
Não vejo aqui tantas pessoas enaltecendo o Gripen como ocorre com os J-20 e Su-57.
Sinceramente, tamanho ajuda, mas se fosse documento, a picada de um cobra coral não faria tanto estrago. Resumindo, a eletrônica tem compensado bastante alguns parâmetros que antes faziam a diferença.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  MMerlin
8 meses atrás

E eu concordo plenamente Merlin, nunca disse que o sueco era mau avião, pelo contrário, continuo no entanto a afirmar o que disse.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Peter nine nine
8 meses atrás

O Grippen é um bom avião, para um país com muito pouca grana como o Brasil, país que precisa urgentemente substituir os antigos e cansados F-5. Pelo menos podemos dizer que partindo do que existe no país nesse momento, o Grippen representará um salto gigantesco no patamar da aviação de caças da FAB. E sejamos sensíveis, não podemos nem pensar em comparar a FAB com a USAF ou a Força Aérea Russa.
O que quero ver é a aquisição de pelo menos 120 unidades no total, pois ficar só em 36 não dá.

Kemen
Kemen
Reply to  Peter nine nine
8 meses atrás

Peter – Na minha opinião o Gripen E como plataforma tem vantagens sobre o F-16, tem melhor manobrabilidade, razão de subida, altura máxima que pode operar, é equivalente em velocidade máxima, é mais econômico, tem radar com maior angulo de visão, pousa e alça vôo em espaços mais curtose outras. Para uma Força Aérea escolher entre F-16 e Gripen E, varios outros fatores podem decidir uma compra, tal como politica externa, financiamento obtido, tecnologia já operada, equilibrio estratégico da área, custos operacionais, preço, transferêncioa de tecnologia, restrições varias, alianças militares, armas integradas, equipamentos oferecidos e outras mais. No caso de… Read more »

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Kemen
8 meses atrás

Kemen, eu próprio disse que o Gripen é mais apetrechado que o F16 e, por isso, aparentemente melhor. Também eu próprio disse que o sueco também é mais ágil. Aliás, tirando um ou dois pontos mais discutíveis, concordo plenamente consigo, no entanto, o que disse em nada contraria o seu comentário, pelo contrário, até se complementam, e vice versa. A única coisa que disse é que não vejo muito sentido no avião como plataforma em si, teria sido espantoso, como plataforma, se tivesse sido lançado ao mesmo tempo que o F16, por exemplo. Aí sim, estaríamos a falar de um… Read more »

Lucianno
Lucianno
Reply to  Antunes 1980
8 meses atrás

Se o gripen fosse tudo isso mesmo que os “especialistas” brasileiros acham que é seria considerado. Você acha mesmo que todos os outros países do mundo tem somente bobos e leigos comprando caças?

PACRF
PACRF
Reply to  Lucianno
8 meses atrás

Compra de material bélico se fundamenta em três pilares: política, política e grana.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Lucianno
8 meses atrás

Vcs falam como se comprar aviões de combate fosse como ir no supermercado comprar cerveja… Vc escolhe e compra.
Política nunca entra nessas conversas né ?

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Lucianno
8 meses atrás

Lucianno, o Gripen NG ainda está no protótipo e o as versões C e D não são mais fabricadas pela SAAB. No mais, a parte política e logística pesa, já que a Indonésia utiliza o F-16 há tempos.

MMerlin
MMerlin
Reply to  Marcelo Andrade
8 meses atrás

Comentário direto da linha do tempo…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Antunes 1980
8 meses atrás

Ele tem respeito la fora, só não impõe medo.

Kemen
Kemen
Reply to  Space Jockey
8 meses atrás

S J – Pois é… aviões russos sobrevoam a Suecia todo dia, tal como na Lituania, Letonia e Estonia, não é?

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Kemen
8 meses atrás

Não sei, pergunta pra eles.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Kemen
8 meses atrás

Nem nos três países nem na Suécia, amigo.
Fazer voos provocatórios sem plano de voo não é o mesmo que entrar por espaço aéreo dentro, e, quando ocorre, falamos de metros. Esses voos russos ocorrem sim na Suécia da mesma forma que nos 2 L’s e Estónia. Não falamos no entanto de invasão propriamente dita.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
8 meses atrás

F-16… que projeto!! 50 anos de reinado em sua arena de combate.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Ricardo Bigliazzi
8 meses atrás

Muito provavelmente o F-16 seria para missões mais simples e menos complexas.
Por isso um avião bem menor e mais barato.
O Su-35 é o peso pesado.
O fortão da situação.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Antoniokings
8 meses atrás

O F-16 block 70 não é mais barato e simples que o SU-35.

JPC3
JPC3
Reply to  Augusto L
8 meses atrás

O custo de compra talvez não, mas a manutenção do F-16 certamente é mais fácil e a disponibilidade melhor. Não me lembro de ter visto alguém reclamando do suporte do F-16, até os da Venezuela voam.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  JPC3
8 meses atrás

Dos 24 originais, somete restam uns 18 na lista de batalha, sendo que apenas uns 5 ou 8 ainda voam! Ou voavam!!

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Antoniokings
8 meses atrás

Bateram todos em retirada quando o Paquistão mostrou os dentes.

Marcos10
Marcos10
8 meses atrás

Ahã! Indonesios fazendo aprendizado com os indianos.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Marcos10
8 meses atrás

Na verdade os indianos poderiam fazer melhor do que simplesmente comprar caças, é um país com capacidade de produção interna, só não faz por incompetência mesmo. O que ocorre neste caso indonésio é uma manobra clássica até bem elaborado para não ficar dependente de uma única fonte, pois na verdade neste mundo atual ou vc enfrenta o oriente ou o ocidente, e nós dois casos vc pode sofrer embargo tanto de um lado como do outro, se comprar da França ou Suécia por exemplo e amanhã tiver atrito com um país ocidental, vc sofre embargo dos dois, agora neste caso… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Munhoz
8 meses atrás

A India, o Egito, e a Arabia saldita adotam esse raciocinio, Fora outros que não me lembro.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
8 meses atrás

A Arabia Saudita compra caças apenas do ocidente (USA e Reino Unido).

cerberosph
cerberosph
Reply to  Munhoz
8 meses atrás

funciona assim, se eles precisarem atacar um pais aliado aos ocidentais eles vão utilizar o su35, se forem atacar um pais aliado do oriente usam o f16 e ninguém pode reclamar de embargo kkk

Filipe Prestes
Filipe Prestes
8 meses atrás

É a Índia fazendo escola…

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Filipe Prestes
8 meses atrás

Por isso a Índia é uma potência militar e ninguém nunca vai falar grosso com eles como fizeram conosco dias atrás.

Salim
Salim
8 meses atrás

O que esta meio estranho e que SU35 iria substituir os F5. Um caça pesado no lugar de um leve!?! Qual a logica nisto.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Salim
8 meses atrás

A lógica deve ser pelo motivo de estarem negociando há certo tempo, de haver um esquadrão que está precisando dar baixa (na verdade já deu) nos seus caças, localização das bases, tudo isso combinado a uma visão do que será aquela força aérea no futuro. Não se reequipa esquadrões olhando só para o passado.

Gutex
Gutex
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
8 meses atrás

Exato. Estão olhando para o futuro, e este será um HI-LOW de SU’s 27/30/35 e F-16’s dos diversos modelos. Esta história de SU 35 substituindo F5 é apenas uma questão cronológica de desativação dos esquadrões, junto com a mudança dos paradigmas da guerra aérea neste período entre a incorporação até a atual desativação dos esquadrões de f5.

Salim
Salim
Reply to  Gutex
8 meses atrás

Náo e logico. O logico seria f16 no lugar f5, caças americanos teoricamente f16 evolução f5 e mais leves ( pessoal e equipamentos treinados material americano).
Tem esquadrões que operam su 27 e su30, ai seria logico colocar su35, equipamento russo, aproveita todo histórico e treinamento. Foi somente uma observação baseada no texto.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Salim
8 meses atrás

Salim,
Não planejaram colocar Su-35 no lugar dos Su-27 e 30 porque não estão dando baixa nos Su-27 e 30, que foram incorporados nos anos 2000.

O esquadrão que precisa ser reequipado voava F-5 incorporado nos anos 1980.

Foi feita uma concorrência para comprar caças para reequipar esse esquadrão e o Su-35 foi o selecionado. Enfim, a história é essa, a lógica deles foi essa. Tem várias matérias aqui que acompanharam esse assunto.

Gabriel BR
Gabriel BR
8 meses atrás

O F-16 block 70 é uma plataforma sensacional.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Gabriel BR
8 meses atrás

O F16 é uma plataforma sensacional…

Luís Henrique
Luís Henrique
8 meses atrás

Não entendo como o F-16 ainda vende.
O caça é bom, mas é caro. Porque não adquirir o F-35 em vez do F-16 block 70?
AH, o F-35 é mais caro, sim, mas é muito mais poderoso. E não é tão mais caro assim, é só diminuir um pouco o número de caças, oras.
AH, mas para operar é mais caro…. também não é tanto assim.
A não ser que para alguns países os EUA neguem o F-35 e esses países se contentam com os F-16.

Lucianno
Lucianno
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

O F-35 é somente para países aliados confiáveis, o que não é o caso da Indonésia.

JPC3
JPC3
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

A introdução do F-35 seria bem cara, se não me engano eles já usam F-16.

Também teríamos que saber os custos de manutenção de F-16 novos, se comparamos com os da USAF que estão velhos e surrados o resultado pode ser bem diferente.

Sinceramente acho que os custos operacionais do F-35 devem mais que o dobro de um F-16 novo.

Almeida
Almeida
Reply to  Luís Henrique
8 meses atrás

Existem diversos fatores, como o político e o de operação/manutenção já citados aqui nas respostas. Mas acredito eu que a fila de entregas do F-35 já está bem longa com os pedidos firmes atuais, então uma entrega deles levaria uns bons anos e a Indonésia pode não ter tempo para isso.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
8 meses atrás

Sou fã do F-16 desde o filme “Águia de aço” e o bicho é parrudo e agora na versão block 70 está fodástico mas ,minha opinião, ainda vejo o Gripen E/NG como superior em vários pontos(potência, eletrônica ,supercruise, rcs etc.) e nisso, entre os dois, eu escolheria o Gripen E .

Almeida
Almeida
Reply to  Tomcat4.0
8 meses atrás

Eu ia dar like, mas na questão potência o Gripen E perde para as versões mais novas do F-16.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  Tomcat4.0
8 meses atrás

Tb sou fã do F-16 e acho que poderíamos ter no Brasil, mas tem gente que adora discordar e acha que o Gripen NG ainda cobre os dois tipos de missões desenvolvidos pelo F-5M e o que faziam os Mirage. Mas concordo contigo Tomcat 4.0. Também gosto muito do F-16.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
8 meses atrás

Seria um sonho ter uns F-16 desses C/D para substituir os F-5M e fazer par com os Gripens… Obs: Sonhando enquanto não taxam…

JPC3
JPC3
Reply to  Luiz Trindade
8 meses atrás

Por que precisaria de F-16 se já teria Gripen? Ainda mais C/D que já estão defasados.

Almeida
Almeida
Reply to  Luiz Trindade
8 meses atrás

E qual seria a vantagem de operar duas aeronaves de capacidades semelhantes ao invés de comprar mais Gripens fabricados aqui mesmo?

Fabio Mayer
Fabio Mayer
8 meses atrás

O F16 Block 70 e suas eventuais atualizações representam um novo F-5. Um avião versátil, com boas capacidades, manutenção barata em razão do número de unidades produzidas. O que vai acontecer é que na medida em que forem para o AMARG, serão vendidos para forças aéreas menores que já operam versões mais antigas, que poderão modernizá-las.

São mais 20/25 anos de mercado cativo.