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Brasil pode fechar acordo com EUA sobre Centro de Alcântara

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A expectativa é fechar o acordo até início de 2019

Por Leandro Melito – Repórter da Agência Brasil Alcântara (MA)

O Brasil espera fechar um acordo com os Estados Unidos para a utilização comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, até o início de 2019.

“É um pais [EUA] que domina plenamente a área de espaço e queremos começar com boas parcerias. Nossa expectativa é que [o acordo] ele esteja pronto no início do ano que vem”, afirmou hoje (14) o major-brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais.

Após o fracasso da primeira tentativa em 2000 – que teve pontos questionados e não foi aprovado – o Ministério da Defesa brasileiro iniciou uma nova negociação no fim do ano passado.

O compromisso previa área exclusiva para os americanos dentro do centro de lançamento e a possibilidade de transitarem com material pela área sem passar por inspeção do Exército brasileiro.

Esses pontos foram eliminados do novo projeto, segundo o militar.

“Esse acerto de 2000 era muito desigual para o Brasil, com propostas impossíveis de serem atendidas. Fizemos um apanhado das críticas das comissões dentro do Congresso e ele foi modificado para se tornar mais palatável e ser aprovado pelos parlamentares. Os EUA flexibiizaram e [o documento] avançou significamente”, disse.

Centro de Lançamento de Alcântara
Centro de Lançamento de Alcântara

Transferência de tecnologia

A exigência dos EUA em relação ao novo compromisso é que não haja transferência de tecnologia.

Pelo que ficou preliminarmente acertado, os países estabelecem compromisso mútuo de proteger as tecnologias e patentes contra uso ou copia não autorizadas.

“A preocupação deles é que a tecnologia aqui embarcada não vaze. Essa condição é o acordo de Salvaguarda”, afirmou Aguiar

Segundo o militar, assim que a nova proposta seja aprovada pelos Estados Unidos, será submetida pela Casa Civil ao Congresso Nacional por meio de um projeto de Lei.

Aguiar acredita que isso acontecerá independente do resultado das eleições de outubro e afirma que está dialogando com candidatos sobre a questão.

“Não existe presidente que venha a governar esse pais que não coloque na pauta de prioridades o espaço. Precisamos de comunicação para toda a nossa vida. É uma pauta positiva para qualquer presidente”, finalizou.

FONTE: Agência Brasil

112 COMMENTS

  1. Tomara que desta vez dê tudo certo e que a FAB fature muitos $$$.
    Espero que estejam atentos a não permitir que os EUA lance foguetes com material radioativo ou outros produtos químicos que eles não lançariam de seu país.

      • Alguém pensa mesmo que é um excelente acordo ???
        Dizer que não existe transferência de tecnologia, só mesmo a Saab seria maluca para fazer isto ??
        E por fim nossas Forças Armadas vão exercendo a nobre função de tomar conta de presidio e vigiar as esquinas.

  2. A transferência de tecnologia deve ser o principal ponto do acordo.
    O Brasil deve se colocar na posição de não oferecedor do produto, que não faz questão nenhuma de alugar, e aí, quem quiser, que pague o preço que pedirmos. Isso é regra do comércio. Quando a oferta é menor que a demanda o produto se torna mais valorizado. Mas o proprietário tem de reconhecer o valor do produto e saber valorizá-lo, talvez antes de fechar acordo, negocia-se um pouco com russos, europeus e chineses.

    • Não existe transferência de tecnologia nesta área, esqueçam isso. O acordo ai é só pra fazer a base de Alcântara dar algum dinheiro e só.

    • Cristiano GR 15 de setembro de 2018 at 12:02
      Transferência de tecnologia é algo complicado, se coloque no lugar deles…não faz muito sentido. Eles querem um lugar para lançar foguetes, querer isso justifica transferir tecnologia em uma área como essa?
      Por fim, acho que um país que tem um rombo de 160 bilhões no orçamento da união NÃO deve se dar ao luxo de achar que é a última bolacha do pacote. Os EUA foi a lua sem Alcântara, eles querem usar a base, porém não estão desesperados.
      Acho que em vez de pedir a alma dos EUA, devemos exigir, por exemplo, que o governo brasileiro pegue todo o dinheiro do aluguel de Alcântara e invista em pesquisa espacial.

    • Conhece o Kenedy Space Center?
      Pode ter certeza que a dança não é maior que a oferta. Eles não vão abrir mão de tecnologia estratégica, utilizada em foguetes, mísseis balísticos entre outros só por causa de um “desconto” no lançamento.

    • Os caras gastaram trilhões e dezenas de vidas para desenvolver sua tecnologia, não vão transferir só para ter uma economia no combustível. Qualquer que seja o acordo, ter qualquer atividade em Alcântara seria vantajoso para o Brasil.

  3. Tomara que o país faça bom uso dos dollars vindo desse acordo. O americanos malvados estão mais que certos em proteger a tecnologia deles que custa bilhões de dollars e muitos cérebros trabalhando. O governo brasileiro faria o mesmo se tivesse na outra ponta da corda alem do mais poecisamos fazer esse dinheiro extra para pagar os aumentos dos funcionários públicos que estão para ser aprovados.

  4. Tomara que o país faça bom uso dos dollars vindo desse acordo. O americanos malvados estão mais que certos em proteger a tecnologia deles que custa bilhões de dollars e muitos cérebros trabalhando. O governo brasileiro faria o mesmo se tivesse na outra ponta da corda alem do mais poecisamos fazer esse dinheiro extra para pagar os aumentos dos funcionários públicos que estão para ser aprovados.

  5. Essa matéria vai virar um centro de lançamento de pérolas….
    Pessoal,antes de comentar vejam o uso de Fernando de Noronha pelos americanos nos anos 1960.
    Depois comentem a vontade…

  6. Eu me lembro da falta de recursos no fim dos anos 80 devido a concentração de recursos nesta base de lançamento inútil para o Brasil, me lembro do meu CMT que era caçador e um crítico do programa dizendo que a turma de fogueteiros iria terminar de falir a FAB brincando de lançar foguetes, que o Brasil usava o Mirage III e F-5 sem modernização enquanto esses malucos queriam lançar satélites ao espaço.
    No fim das contas ele tinha razão, não saiu o satélite a FAB foi sacrificada e agora tentam alugar a Base de Lançamentos.

      • Galante até vc que é jornalista parece estar por fora do que rola dentro da estratégia de defesa da marinha, creio que tenham planos maiores pra esse submarino. Com a expansão chinesa, o mundo mudando, a política brasileira mudando(abrindo espaço pra opiniões mais radicais), precisamos da bomba atômica pra intimidar possiveis agressores, subs nucleares seriam uma boa plataforma…

          • Engana-se. Não está vendo as mudanças. Melhor ser taxado de lunático do que de passivo, sereno, imutavel, ou simplesmente velho gagá com pensamentos antigo, deixe os pensamentos dos jovens oxigenar seu cérebro. Ninguém invadiria a crimeia se ela tivesse uma bomba atômica 😉 pelo menos pensariam 2x.

          • Humm tendi o orçamento é curto..mas olha.. Depois que vi que não acharam o sub argentino que mandou avisos e tinha uma rota traçada, percebi que submarinos são a chave da dissuasão convencional sem usar bombas atômicas pra intimidar. Acho q vale o esforço pra ter submarinos nucleares mesmo com o cobertor curto, os meios de superfície podemos ir adquirindo usados mesmo.

          • Devemos cobrar um cobertor necessário ao nosso frio , ao Congresso , Judiciário e aos altos funcionários públicos , geralmente ligados a políticos e a juízes e nomeados por eles . Para estas castas , sobram cobertores , edredons , etc ,que somente faltam para o povo e aos interesses nacionais !

    • Acho que o Galante quis falar de alocação de recursos diante de diversas necessidades da MB. Tudo isso deve ser colocado na balança, é complicado e perigoso gastar grande parte do orçamento em um projeto diante de outras necessidades, ninguém disse que submarinos nucleares não são importantes, mas sim da real situação financeira da MB.

    • Compreendo a sua colocação, mas essa é uma área de grande importância, infelizmente não é levada a sério pelos nossos políticos.
      Eu ainda espero que essa aproximação com os suecos possa ser o início de vários acordos estratégicos, e a área espacial poderia ser uma.

  7. Dos EUA eu não tenho (muito) medo não sempre cumpriram mais ou menos os acordos bem os acordos que fizeram com a gente. Eu tenho medo é dos Chineses, que estão comprado nossas ferrovias, hidroelétricas, linhas de transmissão, estradas, telecomunicações, e terras, muitas terras. Ou seja procura dominar nossa infraestrutura estratégica e a nossa imensa capacidade de produzir alimentos. Eu tô de olho aberto para os comunistas de olhinhos puxados.

  8. O brasileiro Santos Dumont voou seu 14 bis em 1906 e parece que de lá até agora ainda patinamos tanto na construção de aviões (veja a Boeing com 100 anos) quanto na area espacial. Temos uma base de lançamento aeroespacial e não sabemos e podemos usar com nossos próprios conhecimentos e recursos. Teremos que alugar para quem sempre nos boicotou e desdenhou. Só servimos para receber material bélico usado via FMS e pedir bênçãos aos USA. Lamentável. …! Esta é minha opinião!

    • Ninguém proíbe o Brasil de produzir alguma coisa. Não fazemos porque não queremos. A Índia já foi à Marte.
      Ai vem a ladainha: não quiseram transferir tecnologia. E quem transferiu para eles? Ninguém.

    • Olha o outro lunático! Chiiiiiibum! Lançado!

      Patinamos tanto na construção de aviões que a Embraer é só a terceira maior em aviação comercial.

      Que tipo de água esse povo bebe?

      • Lunático eu? Quem esta sendo vendido para a Boeing 80/20%? O que em mais de 100 anos de Santos Dumont nós efetivamente fizemos na indústria de aviação comparado a uma Boeing?
        Esramos para estar muito longe em matéria de aviação. Você é que não sabe o que fala, muito achismo! Tenho 56 anos, moro ao lado de São José dos Campos, vi nascer Embraer, Engesa e todas empresas de defesa do país. Conheço o Bavex em Taubaté desde que faziam terra planagem no terreno. Lunático eu..? Menos Chapéu…!

        • Até hoje não conseguimos desenvolver um caça nacional ou bombardeiros pesados… Embraer pode ter experiência na parte comercial, mas na militar tem muito pouca.

  9. Márcio é a morte de qualquer perspectiva nacionalista neste país.
    Os militares dos anos 60 e 70 ainda o tinham, cometeram erros isso e humano, mas simplesmente troca- lo por pupolismo de direita ou esquerda é um erro que vai sair muito mais caro, do que os projetos nacionalista do regime.

    • Não se trata de nacionalismo de esquerda ou direita. Só desejo ver as empresas de tecnologia do Brasil caminhar com as próprias pernas e conhecimentos sem precisar depender da ajuda de outros países em tudo. É disso que falo. Os Estados Unidos estão sempre a frente por desenvolverem sua própria tecnologia, não ficam com o prato a frente pedindo esmola, fazem acontecer!

      • Os EUA fazem encomendas gigantescas (bilhões) às suas indústrias, daí essas indústrias pedem soluções às universidades, daí a roda gira. É o modo deles que funciona muito bem.
        No fim das contas, o estado está sempre impulsionando as indústrias de ponta.

  10. Seria ótimo uma aproximação tecnológica com os americanos, tais como fizeram os coreanos que desenvolveram o F/A-50 com ajuda deles. Já temos alguma expertise na área de foguetes-sonda (com ajuda europeia). Se os americanos topassem nos ajudar com desenvolvimento maior na área, essa ajuda seria bem-vinda.

  11. E afinal tem que botar estes programas, tanto o espacial da FAB quanto o nuclear da MB, para ganhar dinheiro. Como estão são sorvedores de recursos.

  12. Gente, o Brasil é uma piada mundial, vocês querem que o Brasil tenha nukes pra quê?????? Aí a patuléia elege novamente o encantador de burros, ou o poste sem luz, como já tivemos, e resolvem doar essa tecnologia para a Venezuela, Irã ou para os terroristas do islã para eles acabarem com o planeta, vocês estão loucos, o Brasil não tem condições de ter nada sério, vejam qee não se tem segurança de nada, já roubaram dados secretos da PTrobrás, já entraram no planalto com gravador de bolso, a presidAnta usava GMail como e-mail corporativo e por aí vai, a gente tem que fica no feijão com arroz que já dá um trabalhão danado.

    • O Brasil não tem condições quando vc fala “Brasilk, se refere a quê ou quem? Se for o povo ou a classe política ate concordo com vc. Mas o Brasil que vc refere é mais que isso, temos instituicoes e órgãos democráticos bem sólidas, temos as 3 forças bem instruídas, e uma mídia melhorando, fazer uma cagada sem ninguém saber e contestar será impossivel. Confie mais na terra que vc pisa.

      • Mídia melhorando? Qual mídia melhorando???
        .
        Acho que o colega não tem assistido aos debates, às coberturas eleitorais.
        .
        Talvez seja necessário que o colega pise mais na terra a qual julga confiar…
        Até!

        • Achei a proposta do Jornal Nacional de encurralar todos os candidatos bem válida, o espaço pra apresentarem propostas são o programa eleitoral, facebook, rua, etc. Tentar mostrar a essência dos politicos ao invés de dar espaço pra eles falaram um monte de lorotas pro povo foi uma melhora significativa de fazer jornalismo. Expor a verdade.
          Com a internet a TV e outras fontes da internet estão mais fácil de ser pesquisadas e saber da verdade. Mesmo existindo fake news, agora sabemos que eles existem e não vão longe, e antes disso td como era? Está melhorando, é inegável.

  13. Querendo ou não o plano americano de sabotar a base hoje dará frutos, vao conseguir o que queriam. Os EUA são mesmo fodas. Deviamos aprender com eles. Não pra sermos iguais, mas pra prevenção.

    • Sim…e as centenas de mortes de americanos na construção e lançamento de foguetes durante décadas foram por causa de espiões brasileiros. Lançar um foguete é como ir na padaria comprar pão.
      A Challenger em 1986 teve ação direta de espiões brasileiros…assim como os foguetes da Antares, spaceX e outras.
      Os acidentes com foguetes russo foram ação direita dos ingleses e chineses.

    • Os caras eram gênios nacionais, até hj não produzimos pessoas capacitadas que os substituem, sem falar que há legislação e medidas de segurança, acha mesmo que iriam se auto destruir? Hahahaha. Reflita.

      • Os acidentes que vc mencionou não morreram cientistas, morreram astronautas após serem lançados ao ar, no incidente brasileiro nada sequer saiu do chão, isso apenas 3 dias antes do lançamento, ou seja, com td já pronto pra lançar e da pepino no chão?! Por isso o incidente em Alcântara não foi um acidente. Fora as comprovações de que realmente tinha americanos no local nos dias próximo ao lançamento. Queria acreditar que foi um acidente mas muito fato vai contra e antes de adorador americano sou brasileiro e nao prestarei desonra aos mortos deste incidente, mais respeito a eles, não morreriam numa tolice 3 dias antes sem sair do chão.

        • Ao longo dos últimos 60 anos centenas de grandes cientistas americanos morreram em testes de aviões, foguetes, misseis e outras armas etc…faz parte e é trágico.
          “”adorador americano sou brasileiro e nao prestarei desonra aos mortos deste incidente””
          Na ânsia de achar culpados talvez você esteja prestando desonra a VERDADE dos fatos., está culpando um país sem provas, vários países detém tecnologia espacial, França, Itália, Reino Unido, Japão, Índia, Israel, Rússia, China e outros, os franceses tem uma base de foguetes próxima ao Brasil, vamos acordar!

  14. Ótimo. Que os americanos lancem seus foguetes e o Brasil ganhe dinheiro com isso. O que não podemos ter é Alcântara completamente subutilizada mas, ao mesmo tempo, o governo impedir que o centro gere dividendos para o povo brasileiro. Se não tivermos planejamento sólido para a base, que ela pelo menos nos dê lucro.

    Quem sabe, após alguns lançamentos, o povo brasileiro comece a se interessar mais pelo espaço e suas possibilidades comerciais e científicas. Essa área foi desdenhada por tempo suficiente no nosso país.

    No mais, aos que gritam “embargo dos americanos”: criem vergonha na cara. Duvido que muitos dos que bradam este bordão nojento se aventurou por mais de cinco minutos em física ou engenharia, e no entanto reclamam que outro país não nos deu de mão beijada tecnologias que demoraram décadas e muitos bilhões de dólares para serem desenvolvidas. Não gosta dos americanos? Quer transferência de tecnologia? Então faça o seguinte: entre em uma universidade ou instituto e se forme em engenharia ou física. Depois, ajude o Brasil a desenvolver tecnologias neste meio. Não quer ou não pode? Então fique quieto e não reclame de embargos como uma criança chorona. É assim que gente grande age: faz, e não reclama.

    • Sempre pedimos autorização de uso, oneroso ou não, de pequenos componentes de tecnologia simples que não são desenvolvidos por nós e que têm importância fundamental para o desenvolvimento de um dado produto.

      Outros países que têm acordo firmado com pais autor têm facilidade para o uso desses componentes. Se não temos, é afinar a diplomacia, ofertar contrapartida financeira, prometer mundos e fundos e esperar autorização.

      Não temos recurso humano para desenvolver tudo, lembre-se.

      Autorizam o uso com restrição. Vamos adiante. Desenvolvemos o escopo do projeto e captamos recurso. Essa ultima linha é um inferno. Viramos cronogramas e etc.

      De repente, a liberação com restrição torna-se proibição de uso. Tudo bem. Tecnologia simples a gente corre atrás. Refaz o cronograma, ajusta o orçamento e aquele Deus nos acuda pra conseguir pesquisador capacitado, projetar, realizar ensaios e tudo mais.

      Bem, agora multiplique esse caso acima por dezenas, se não centenas, de componentes. O país autor é famoso por não restringir essas tecnologias “primárias” para países equivalentes. Mas não para nos.

      Tem muita gente grande e com muita vergonha na cara que corta um dobrado para desenvolver tecnologia aeroespacial aqui no Brasil. Precisamos de recursos financeiros e isso só vem com o apoio da população e bons olhos do senso comum. Não nos reduzam a criadores de jargões. Temos massa crítica competente e que pode se mais numerosa, inclusive.

      Nada é binário como as linhas que escreveu. Vamos adiante.

      Abraço.

      Quanto a Alcântara; um locatário do barulho…
      Que se administre com sabedoria.

      • Prezado Fred,

        O que escrevi não foi binário, foi simplesmente a minha percepção de como se trata esse acordo sobre o Centro de Alcântara no Brasil. Já cansei de ler sobre “embargos” dos americanos a componentes do nosso programa espacial, porém, como já disse, isso é o óbvio ululante. O que esperávamos? Ter o mesmo nível de proximidade diplomática com os americanos tal qual britânicos ou israelenses? Mas nós nos comprometemos em ajudar os americanos em outros assuntos geopolíticos também? Claro que não. Então não podemos, similarmente, esperar o mesmo tratamento dispensado pelos EUA aos seus aliados próximos.

        No mais, evidentemente que desenvolver tecnologias e projetos nesta área é muito difícil no nosso país, pelos diversos motivos por você citados, e eu sei disso. Mas venho aqui trazer a dura realidade, e não um conto de fadas: é difícil e jamais será fácil criar e sustentar um programa espacial. Custará muito dinheiro. Possivelmente, mais técnicos e pessoas envolvidas nos projetos irão sacrificar suas vidas, tal qual já aconteceu no VLS. Estamos dispostos a pagar o preço? Infelizmente, vejo que não; porém a choradeira anti-americana e o discurso vitimista patético digno de uma criança continua forte como sempre.

        Eu acredito que o Brasil pode e irá desenvolver um programa espacial de respeito, mas isso passará por uma mudança de mentalidade da população e da elite brasileiras, e esse acordo para uso comercial do CLA, na minha opinião, ajudará neste sentido. Saiba que este que vos fala tem interesse fervoroso nesta área e é um torcedor inequívoco do nosso programa espacial, mas já me cansei de ler a mesma baboseira de gente fraca que reclama de embargos mas não tem a hombridade de dizer: vamos superar quaisquer restrições impostas a nós através da nossa própria indústria e da nossa massa cinzenta. Eu concordo com você, Fred, pois estou nesse meio, e realmente há até sobra de pessoas competentes no país, bastaria um interesse consistente e poderíamos produzir qualquer coisa neste país.

        Abraço.

        • Tudo ótimo.
          Mas preciso elucidar certos pontos, para o bem de quem lê;

          – Escrevi “países equivalentes” para não entenderem que me refiro ao Reino Unido ou a Israel;

          – Noto que não deixei claro como funcionou e funciona o embargo, e sinto por isso. Que fique claro que não são tecnologias sensíveis que solicitamos e que nos são vedadas. Não são! São componentes “de prateleira”, digamos assim, que, sim, passaram por desenvolvimento para se materializarem, mas que nos dias atuais trata-se de triviais. Aí, gastamos TEMPO e RECURSO (humano e financeiro) para que, dentro de um projeto de tecnologia sensível, de NOSSA autoria, tenhamos que incluir o desenvolvimento também a tecnologia trivial. Antes fosse somente eles proibirem o que desenvolveram, pressionavam outros países a NÃO vender para nós seus componentes. (pequeno glossário; Venda; aquisição de direito de uso mediante PAGAMENTO. Não é favor. Não é ToT. É aquisição). E funcionava assim; ou revertiam um autorização já emitida ou procrastinavam a resposta atrasando a decisão de mandá-los às favas e desenvolvermos domesticamente. Isso gera atraso. Espero ter sido claro a todos dessa vez.
          – Reclamo sim, aos quatro ventos e a quem me questionar sobre o assunto, que somos diuturnamente embargados pelos Estados Unidos, desde a aurora dos nossos estudos, lá na década de sessenta, apesar de cumprir todos os quesitos de utilização. E quantas vezes for preciso porque a “dura realidade” é de quem a sente cotidianamente. Ao mesmo tempo, arregaçamos as mangas e produzimos nossos. Consegue-se sim fazer ambos concomitantemente, um não exclui o outro.

          Quem aqui pensa que paramos por falta de iniciativa em desenvolver produtos? Embargaram a gente para e vamos todos pra casa? Nunca. Nos ATRASAMOS por falta de equipamento e recursos porque temos de DESENVOLVER pequenas tecnologias que nos são vedadas sem qualquer explicação plausível. Sim, plausível, somos signatários de diversos acordos a com os EEUU e com o resto das nações que nos garantiriam credibilidade para o emprego de tecnologias tais. Dentro desses acordos, por exemplo, já exportamos tecnologia desenvolvida no VLS pra a Boeing. Até mesmo o argumento de que pesquisa espacial está na mão dos nossos militares já foi usado.

          Se está no meio da indústria aeroespacial, então sabe, tal qual sei todos os dias, que falta RECURSO FINANCEIRO, e não hombridade, para fazer o que já decidimos no fim da década de 1940; vamos desenvolver nossa própria tecnologia aeroespacial.

  15. Se for fazer acordo, com certeza os EUA são os melhores parceiros possíveis nesse cenário, é a melhor opção para mater isso tudo funcionando, visto que os últimos governos só fizeram por decair a participação brasileira no que tange a exploração espacial.

    É que tecnologia, pesquisa e desenvolvimento não da voto hahaha.

  16. Cavalheiros, como diz o esquartejador, vamos por partes:
    1) A legislação norte americana proíbe transferir tecnologia espacial a outro país.
    2) Na proposta de acordo de 2000 havia a exigência de que o Brasil não utilizasse os recursos advindos do aluguel da base em pesquisa espacial.
    3) Eles queriam poder total sobre a base durante seus lançamentos, inclusive isenção de fiscalização do material aqui desembarcado.
    4) Este “acordo” nada mais era do que um contrato de aluguel, onde o inquilino fez exigências descabidas ao proprietário.

    Agora vamos ver os novos termos. Se forem adequados, que se alugue. Caso contrário, nossa independência primeiro.

    • João Adaime 15 de setembro de 2018 at 14:47
      Você acha descabida?
      Você acha que eles deveriam transferir tecnologia sensível? Sério isso?
      Eles não queriam poder TOTAL, queriam apenas despejar ali seus equipamentos sem antes passar por inspeção, isso é de certa forma natural diante de material sensível.
      …………………………….
      Eles querem exatamente isso, alugar aquela base para lançar os foguetes deles e não tem nada de errado nesse interesse.
      Acho que muitas pessoas deveriam se colocar na situação deles, na minha opinião querer transferência de tecnologia é algo absurdo, não faz sentido, o Brasil não transfere a ninguém a tecnologia usada em suas centrífugas nucleares, agora querem tecnologia espacial?
      …………………………….
      Os EUA foi a lua sem Alcântara, eles querem usar a base, porém não estão desesperados.
      Acho que em vez de pedir a alma dos EUA, devemos exigir, por exemplo, que o governo brasileiro pegue todo o dinheiro do aluguel de Alcântara e invista em pesquisa espacial aqui no Brasil, assim geramos bons profissionais e impulsionamos a pesquisa interna.

      • Olá Ivan BC
        Não disse nada disso. Apenas disse o que a legislação deles fala e as exigências deles.
        Como dizer o que podemos ou não fazer com o dinheiro do aluguel. E eles não quererem a Receita Federal ou a Polícia Federal fiscalizando seu material. Para ver se não tem contrabando, drogas ou outro ilícito qualquer.
        Até uma área com acesso restrito a brasileiros. Inclusive pessoal de segurança e de combate a incêndio, por exemplo.
        Citei a legislação deles porque alguns aqui estão pensando que haverá transferência de tecnologia.
        “Esse acerto de 2000 era muito desigual para o Brasil, com propostas impossíveis de serem atendidas”. Major-brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais.
        Acredito que a opinião do militar resume bem.

        Abraço

        • João Adaime 15 de setembro de 2018 at 15:28
          Desculpa, realmente eu me equivoquei. Suas colocações estão corretas, nesses parâmetros citados realmente não faz sentido.
          Apenas quis frisar que transferência de tecnologia é complicado, não faz muito sentido para quem quer apenas um local para lançar os foguetes e também acho que muita vigilância do Brasil em relação aos equipamentos americanos fica meio ruim para eles, pois é complicado, eles certamente querem preservar o sigilo.
          Mas concordo com vocês.
          Abraço!

  17. Sempre quando falam em programa espacial brasileiro, vejo dinheiro publico indo pro espaço como os bilhoes pra Ucrania, os russos devem estar rindo até hoje deste acordo camarada.

  18. Matéria interessante sobre o quase aluguel da base em 2000.
    A opinião de cientistas contrários ao acordo.
    Folha de S. Paulo:
    www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1712200018.htm

    • Se tivessem alugado a Base aos EUA, teríamos recebido até esse momento R$ 5 bilhões só pelo aluguel.
      Já o acordo com a Ucrânia, nas mesmas bases que não quiseram com os americanos, nos custou R$ 1 bi.
      Para o espaço, só mandamos mesmo o dinheiro.

        • Os ucranianos queriam que os EUA dessem garantias que utilizariam lançadores brazuca-ucranianos. Não levaram.

          Parece que há uma conspiração internacional contra o Brasil. Talvez porque sejamos uma potência adormecida – mais para preguiçosa -, e o Mundo todo temeroso de nosso poder, conspirem contra nós.

          • Meu amigo, veja o que você está dizendo, olha o tipo de falácia que você usa, o pior, além de tentar ir contra os fatos, vai contra aquilo que os próprios documentos americanos dizem. Como de costume, na falta de argumentos, tente ridicularizar, só que nota-se que você é ruim nisso, lhe falta muito senso de humor, o que era para parecer engraçado só foi infantil.

          • O Brasil já detinha a engenharia para lançamento de foguetes, tanto que se preparava para lançar um. Ai o governo resolve torrar um bilhão de pixulécos om outro país e tú acha a coisa mais normal do Mundo.

    • De novo isso… Esqueçam de querer receber tecnologia de foguetes de mão beijada, o problema é que foguete pode ser usado como ICBM e tem tratados internacionais que impedem a transferência de tecnologia de misseis de longo alcance entre países. Se ler além do título sensacionalista, vai ver que os EUA só são contra a transferência de tecnologia, mas vários outros países e organismos internacionais são contra isso também, não disseram nada demais.

      Mas nada impede o Brasil de desenvolver por conta própria, só a falta de capacidade e investimento mesmo…

  19. Antes de morrer espero ver um Falcon Heavy ou Falcon 9 sendo lançado de Alcântara. Vai ser bom para o turismo também. Agora só falta refazer um estado chamado Maranhão, porque não tem infraestrutura nenhuma pra um acordo desses.

    • Dificilmente você vera, a Spacex sequer mandou representantes no dia que a FAB apresentou Alcântara para as empresas americanas, a Spacex tem dois centros de lançamentos nos EUA já consolidados, um na Flórida e outro na Califórnia. Os foguetes dela são reutilizáveis, portanto, esse problema de gastar mais ou menos combustível afeta menos ela do que as outra companhias de lançamento de foguetes. Acho que ficaria até mais caro para ela mandar o foguete para cá de navio ou avião de carga tipo os antonov para lançar de Alcântara, aliás sou bem cético sobre esse suposto interesse de companhias americanas por Alcântara, os EUA tem vários centro de lançamentos vazios, ávidos por serem utilizados, com estados oferecendo isenção fiscal para que empresas se instalem e lancem seus foguetes de lá e a maioria desses centros tem infraestrutura melhor que Alcântara e com a vantagem de estar pertos das fabricas das empresas, ou alguém aqui acha que não vai custar dinheiro mandar o foguetes dos EUA para cá

  20. OOs sabotadores do programa Brasileiro.inclusive matando os técnicos do Brasil.Não se iludam srs. os Americanos seriam os piores locatários.Prefiro algum pais europeu ou até a agencia Europeia, e sei que o congresso não aprovará essa negociata.

  21. DiegoK,

    O acidente de Alcântara teve como provável causa a ausência de um sistema de isolamento adequado, proporcionando a ocorrência de uma descarga estática que teria ignitado o booster ( creio que foi o nº4 ). Isso foi apontado, pasme, por técnicos russos da Roscosmos, que avaliaram o projeto no final da década passada e apontaram os seus erros tintim por tintim…

    Tal teoria se sustenta nos relatos de técnicos apurados nos dias anteriores ao acidente, que disseram terem sentido choques elétricos ao tocarem nas estruturas.

    Outros fatores também foram elencados, tais como a ausência de medidas de segurança adequadas ( a estrutura onde se encontrava o VLS não estava adequadamente aterrada ) e estresse dos operadores.

    Acidentes como o de Alcântara já haviam ocorrido antes, tanto nos EUA quanto na Rússia. Logo, não foi nada inédito…

  22. O relato do choque elétrico refere-se a somente um caso, que se deu na instalação de CATV.

    Evento isolado que não foi considerado como fator contribuinte ao acidente.

    Sugiro ler o relatório da Comissão que investigou toda a cadeira de eventos. É público e possui uma linguagem bem acessível.

    Abraços.

  23. O primeiro acordo da era tucanalha, já que era petralha também não fizeram nada, não era acordo era simplesmente abrir mão da soberania um efemismo para entreguismo, não foi adiante porque a repercussão no congresso e na mídia ajudaram a colocar em stand by.

  24. Aviso aos navegantes:

    O Brasil possui há algumas décadas artefacto nuclear. Evidentemente, os militares jamais vão admitir a posse de tal material(alias, o que fazem muito bem), nem autoridades civis sabem dessa existência. Tal fato só viria a público se estivessemos envolvidos em um grande conflito e na eminência de uma “flecha partida.”

    • Tinha de ter pelo menos um prototipo no ime, ita. Pra quando precisar ja estar tudo encaminhado. Não é possível que somos tao parados assim que não temos programas ultrasecretos.

    • Temos também tecnologia alienígena, que por hora não usamos.
      Parece que americanos, russos, chineses, japoneses e paraguaios fazem pressão sobre os andromedanos, que por hora relutam em nos ceder a senha de acesso aos equipamentos entregues aos militares na década de 70.
      O único equipamento liberado foi o que emite ondas sônicas, deixando os brasileiros mais inteligentes. Por isso só ouvimos Funk e muitas pessoas já hoje são monossilábicas, outras emitindo apenas grunhidos: é um avançado sistema de comunicação andromedano.

      • Exatamente kkkk exército capturou 2 ets em Varginha-MG. Pior q esse caso de varginha foi sério… Mas aí fizeram uma nave la na praça e outras coisas como se fosse pra desqualificar o acontecimento.

  25. Na época tive a paciencia de ler o projeto apresentado, que os petistas afirmavam que o bradil perdia a soberania dobre a base. Coisa de esquerdista. Basicamente o EUA queria descarregar o matetial, sem bisbilhotagem, lançar o foquete, empacotar o materia e retirar. Até o visto teeia que ser concedido pelo governo. Basicamente o mesmo acordo foi assinado com a Ucrania. A diferença era que a Ucrania não era imperialista ais olhos dos esquerdistas. Nada aconteceu de lançamentos da Ucrania.
    Lembrem -se que a linha do equador passa em outros paises, e que há lançamentos feitos no mar. Portanto, não podemos perder a oportunidade.

  26. O que mais incomoda é a desonestidade intelectual da maioria dos comentários, tentando parecer que comentam apenas uma forma técnica, quando é apenas ideologia da mais reles.

    Troque a manchete para “Brasil pode fechar acordo com China sobre Centro de Alcântara” ou “Brasil pode fechar acordo com Rússia sobre Centro de Alcântara” e volte para ver as mensagens dos mesmos sobre a noticia.

  27. Em relação ao acordo de utilização de Alcantara, existe um pacotão de interesses de ambas as partes sendo costurado. A ponta mais visivel de contrapartidas a cargo do Brasil, neste acordo, já está sendo “paga,” é o contrato assinado com a Viasat.

  28. Dois pontos, o acordo prevê exclusividade de uso? Será possível que outro país venha a utilizar a base? Segundo ponto, mais ninguém ofereceu parceria? Por que tem que ser com os EUA? Israel transferiria qualquer tecnologia sem cerimônia.

    • Não há tantos países assim com capacidade de lançamento.
      Se Alcântara fosse o supra sumo, a última bolacha do pacote, teríamos o planeta inteiro aqui de joelhos pedindo por favor e pagando qualquer coisa para o lançamento.
      Alcântara é só mais uma opção.

      • O que isso tem a ver com minha pergunta? E sim, vários países tem interesse nessa área e já ofereceram acordos para o Brasil, o próprio acordo ucraniano não deu certo por interferência americana, como já mostraram aqui mesmo.

    • É a mesma ladainha com o petróleo: “o petróleo é nosso” e não devemos entregar para os outros, que só querem roubar nossas riquezas.
      Petróleo só vale alguma coisa quando tirado lá de baixo.

      Deve ter petróleo até os nabos na Fossa das Marianas. Quanto vale? Nada!!! Por hora não tem quem tire.

      • Alcantara não é qualquer base, apenas 13 países são cortados pela linha do equador.
        A orbita dos satélites geoestacionarios estão na linha do equador, lança-los de uma latitude elevada e leva-los a linha do equador custa combustível, tecnologia e sorte. A velocidade de rotação da terra na linha tb é maior fzd o foguete precisar de menos combustível pra atingir a velocidade que ele precisa.

    • “Israel transferiria qualquer tecnologia sem cerimônia.”

      Nem Israel nem ninguém transfere tecnologia só “no amor”… Esqueça isso.

      • Você diz isso com base em quê? Israel não faz parte de nenhum tratado que proíba a transferência de tecnologia para mísseis, nem de tecnologia nuclear, tanto que transferiu tecnologia para a África do Sul construir bomba atômica. Pesquise antes de palpitar.

  29. Tá, e aqueles bilhões perdidos na “parceria” do Brasil com aquele pais anexado pelos russos?
    Ficou por isso mesmo? Financiou charutos cubanos e cachaça para o MST?
    Nenhum projeto terá resultado positivo se não for de longo prazo e levado a sério por todos os governos que estão ou virão por aí.

  30. Eu duvido dessa história de transferência de tecnologia, os EUA não tem interesse num Brasil lançando foguetes que possam se tornar mísseis balísticos, mas se tornarem o uso da base economicamente sustentável está de bom tamanho.

    Pagando bem que mal tem? Se pagar o investimento na base já está ótimo.

      • Construir a base a mais de 30 anos para deixa-la apodrecer é muito pior. Dinheiro gasto sem retorno tem um nome, prejuízo.

        A questão é: Essa base é essencial por 365 dias do ano 24/7? Se não for, o que eu acho provável, que seja alugada por um preço alto e que o dinheiro retorne para o nosso próprio programa espacial.

    • Estaria e estaremos pulando de alegria , sempre que os interesses do Brasil fossem colocados em primeiro lugar, com qualquer acordo e com qualquer nação ,e seríamos contra a qualquer acordo e com qualquer nação que não fosse necessário e interessante ao Brasil !!

  31. Até agora não sabemos os pormenores do Acordo , antes soubemos , por isso ele não vingou , mas este governo corre tentando fazer acordos sem o conhecimento da nação . Como estão as conversações que diziam haver com a Rússia e outros ? Como coloquei aqui por diversas vezes , eram apenas para enganarem ao povo , tudo estava sendo dirigido para os EUA e só ! Atitude claramente entreguista ; eu não seria contra acordo com os EUA , se houvesse honestidade deste governo claramente antinacional !
    Sempre e a muito tempo defendo um Programa continental , começando com um acordo com a Argentina , que seria o embrião de uma Agência Latino Americana do Espaço , com a entrada do México , Peru , Colômbia e outros ., na Argentina este pensamento é comentado inclusive entre a população esclarecida !

  32. Pensamentos rasos agregados a estultices! ééé…esse fórum já foi bom e parece que não vai voltar mais os velhos tempos do VADER e turma.

  33. Devemos evitar que nosso território se torne uma base militar oculta dos EUA, temos que ter todo controle sobre tudo que lá for feito, os EUA nunca fizeram nada que beneficiasse alguém a não ser eles mesmos.

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