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‘Não somos trouxas’: França se distancia dos EUA em novo avião de combate

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Conceito do FCAS - Airbus
Conceito do FCAS – Airbus

PARIS (Reuters) – A França uniu sua busca pela independência das regras de exportação dos EUA ao projeto franco-alemão de um futuro caça, em uma tentativa de aumentar as vendas externas da aeronave, disse a ministra das forças armadas francesas.

O esforço da França para se tornar menos dependente dos componentes dos EUA e promover as exportações foi escrito na mesma carta de intenção assinada em junho com a Alemanha para o projeto FCAS, disse Florence Parly à AJPAE, a associação de jornalistas de aeronáutica e espaço em 6 de setembro.

“A exportabilidade do (Future Combat Air System) é um elemento chave para garantir a viabilidade econômica do programa”, disse ela. “Temos que pensar o mais contra a corrente possível para garantir essa exportabilidade”.

A ministra disse anteriormente aos parlamentares que o governo francês pretende reduzir sua dependência dos componentes norte-americanos na esteira de uma recusa americana em autorizar a venda de peças para o míssil de cruzeiro francês Scalp solicitado pelo Egito. As tentativas francesas de persuadir Washington a suspender as restrições sob os Regulamentos de Tráfico Internacional de Armas (ITAR) dos EUA falharam.

Parly se recusou a dar exemplos, mas ela disse que os problemas que Paris encontrou na busca de vendas de armas estrangeiras “surgiram da aparência de fatores estratégicos e, na realidade, da concorrência comercial”.

“Nós não somos trouxas”, disse ela.

Future Combat Air System
Future Combat Air System

A França precisa reduzir gradualmente sua dependência de certos componentes americanos, embora seja impossível ser completamente independente, admitiu ela, acrescentando que há um plano para reduzir essa dependência.

“A experiência nos levou a empreender essa ação”, disse ela.

As empresas devem assumir a responsabilidade por uma maior independência, já que enfrentaram as conseqüências de esforços de exportação fracassados, disse ela.

“Elas estão na linha de frente”, disse ela, observando que o governo está em diálogo com a indústria e que algumas empresas já entendem a situação e estão totalmente comprometidas.

FONTE: Defense News

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Gustavo
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Gustavo

Parabéns! A Europa já mostrou que irá buscar esse caminho com França e Alemanha liderando essa frente. Agradeça ao trump que acelerou o processo.

MBP77
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MBP77

Bem colocada a parte final; aliás, desconfio que este tenha sido um dos propósitos da recusa no fornecimento de componentes citados no texto. Concordo com a maior parte do que a ministra francesa disse, só espero que mantenham a parceria com a Alemanha até o fim do projeto para “baratear” os custos de desenvolvimento da aeronave resultante e, consequentemente seu preço e exportabilidade para outros países. Já bastam os exemplos do Rafale e do Eurofighter como aeronaves caras (ainda que muito capazes) e com baixas quantidades exportadas para fora da Europa. Passou da hora da indústria bélica européia ocidental recuperar… Read more »

João Carlos
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João Carlos

Os franceses não são (trouxas), esse papel é nosso

Ronaldo de souza gonçalves
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Ronaldo de souza gonçalves

A França já deu o recado,pois ficar seus armamentos a mercê da autorização do congresso americano,ou do veto do presidente do EUA é complicado,pois as empresas gastam com muito dinheiro para desenvolovimento e produção e ai na hora da venda chega esses políticos barram uma venda por razões ideológicas e dá um baita prejuízo.

Robsonmkt
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O texto informa também que França percebeu que algumas negativas tinham aparência de veto ideológico mas que, no fundo, a motivação era comercial. Ou seja, privilegiar os produtos americanos.

Augusto L
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Augusto L

Razões estratégicas.
Os EUA não vende misseis de cruizeiro assim pra qualquer um, só para paises da Otan e olhe lá, não quiseram vender o JASSM nem pra CS, talvez o unico missil que o EUA liberariam seria o AGM-84 K/L, que é menos capaz que o SCALP.
Já a França tem uma visão mais livre, mas nem tando assim, ja que bloqueou os Mistral para a Russia.
Se é por razões comerciais é difícil saber, ja que os EUA não ofereceu nenhum outro missil, para substituir, só bloqueou.

Augusto L
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Augusto L

Mas tbm os EUA, não bloquearam a venda para India, UAE, AS, Qatar so pró Egito.
Sendo que o próprio Qatar tem relações piores com os EUA que o Egito, mas essas vendas acima foram na Adm Obama, com excessa da compra pela India que foi recentemente.

Augusto L
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Augusto L

http://weaponews.com/news/23803-the-united-states-blocked-the-delivery-to-egypt-air-missiles-scalp-eg.html
Este artigo, o unico que encontrei que fala o provavel “porque” e qual componente que pode ser.
Eu acrescentaria que os EUA temem que o Egito desmonte um SCALP e passe informação desses receptores de GPS para os russos.

Luiz Floriano Alves
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Incrivel o progresso dos caças de 5ª + geração. Em curto espaço de tempo todos os atuais caças de “primeira linha” estarão obsoletos”. A superioridade dos sistemas de combate modernos é tal que não se imagina um combate entre caças de tecnologias tão distintas. A França não iria estacionar no Rafale.

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

Q progresso ? Cite 2 por favor… Mas tem q falar sobre tecnologias existentes… pq o papel aceita qualquer coisa !

Antunes 1980
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Antunes 1980

O preço cobrado pelos Estados Unidos terem salvo a França e toda a Europa durante a segunda guerra mundial ainda é altíssimo. Nenhum país do mundo, com exceção da Rússia e da China, podem se considerar independentes. Alemanha sendo pressionada pelo governo americano através da Boeing para a compra do F-35 em substituição aos Thyphoon. Parceiros europeus lutando por custos mais baixos de manutenção do F-35. Turquia sendo dinamitada economicamente por estar se alinhando com a Rússia.. e assim vai…..

Delfim
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Delfim

Em substituição aos Tornados.

Madmax
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Madmax

Boeing? F-35?

Antunes 1980
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Antunes 1980

Além dos F-35 da Lockheed, também a oferta dos F-18 Superhornet da Boeing.

Rui Chapéu
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Rui Chapéu

É simples, façam tudo em casa e parem de reclamar quando usam peças dos outros.

O problema é que custa caro heim $$$$.

Boa sorte a França.

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Com certeza eles aprenderam que a independencia sai caro, mas é um preço que vale a pena pagar.

Humberto
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Humberto

Vamos ver, este discurso de independência não é de hoje, quando chegam ao quesito valor, o bicho pega.

Hélio
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Hélio

Em contra partida, tem muito trouxa em um grande país do cone sul, lá tem gente que defende até a morte a utilização de equipamentos e parcerias que no futuro gerarão embargos e dependência tecnológica e ainda juram de pés juntos que os EUA cumpriram os contratos. Se é assim com os maiores aliados, imagina como será com os trouxas do cone sul que, querendo ou não, ameaçam hegemonia americana na América latina.

Filipe Prestes
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Filipe Prestes

Muto sensata sua colocação

Eduardo
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Eduardo

Vamos pensar um pouco, a situação do Brasil em termos tecnológicos é, em muitas áreas, de grande atraso. Para reverter esse atraso só temos três saídas possíveis. 1ª – Investindo em pesquisa e desenvolvimento. É louvável mas o problema é que tem áreas em que o atraso tecnológico brasileiro é muito grande e para compensarmos seria necessário muito dinheiro, um bom exemplo é a corrida espacial, onde o Brasil sequer tem um lançador de satélites viável. Dá para correr atrás da diferença? Claro que dá, mas a que custo? Baixo é que não vai ser. 2ª – Roubo ou furto… Read more »

Daniel Ricardo Alves
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Daniel Ricardo Alves

Guardadas as devidas proporções, deveríamos seguir o mesmo caminho. Depender da boa vontade política e comercial dos EUA para exportar nossos pouquíssimos modelos de aeronaves e outros produtos militares é um “tapa na cara” de qualquer brasileiro de verdade. Custa tempo e dinheiro? Com certeza, mas nenhuma nação é grande, se depende da boa vontade dos outros. Já estamos MUITO atrasados. Precisamos correr atrás do prejuízo urgente!!!!!!

JT8D
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JT8D

Alô? Estamos vendendo a Embraer e nossa economia está estagnada há décadas. Temos problemas sociais gravíssimos e uma educação de nível africano. Do que você está falando? Fabricar caças de quinta geração totalmente nacionais, incluindo os motores? Se isso é complicado até para a França, imagina para nós. Acorda meu amigo!

Fred
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Fred

JT8D, era exatamente esse o discurso, num Brasil rural e bem pior do que o que vemos hoje, que os contrários à criação do CTA usavam para tolir o Marechal Montenegro na década de 1940. CTA foi criado. ITA foi criado. Depois de 20 turmas nasceu a Embraer sob a batuta do Cel. Paulo Vitor. Criamos vários produtos competitivos e agora, hora decisiva, nosso know-how e know-why está sendo disputado (para o bem ou para o mal) pela maior empresa do mundo no ramo. Será complicado para qualquer nação que se comprometer com essa meta. Mas é possível e somos… Read more »

Carlos Batista
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Carlos Batista

Amiguinho, faltou esclarecer que a EMBRAER apenas está sendo cobiçada pela Boeing por ter sido sensatamente privatizada em 1994 e, portanto, teve liberdade para ser a terceira maior do mundo. A depender dos “patriotas” e “nacionalistas” de plantão, os mesmos que não se fizeram de rogados ao abrir o cofre do BNDES para Odebrecht e a Friboi, a EMBRAER ainda seria uma “orgulhosa estatal”…

Fred
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Fred

A história da empresa não começou em 1994 e desavisado e desinformado é quem pensa assim. A Embraer foi vendida em 1994 porque o Governo Federal não queria/podia capitalizar um novo projeto para a empresa depois de um fiasco comercial, o CBA-123. Já tinha o projeto do EMB-145, produto altamente competitivo que foi o resultado de todas as ações que FAB/EMBRAER/Governo Brasileiro tomaram nas últimas décadas. Desde a criação do ITA, até o próprio CBA-123. Não se compra uma empresa com US $ 300.000.000,00 (tresenso milhões de dólares de dívidas em 1992) de dívida se não tiver algo realmente bom… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Fred, a própria Embraer é uma prova de que querer abraçar o mundo não é a solução. Ela nunca quis se aventurar a projetar um caça “brasileiro”, para a decepção dos entusiastas. O primeiro passo para alcançar um objetivo ambicioso é ter disciplina, foco e bom senso. Tudo que a Embraer teve até aqui. E querer fabricar um caça nacional desde os rebites até o motor vai totalmente contra esses princípios. Fica bonitinho de falar num blog de defesa, mas é totalmente insustentável e sem propósito

Fred
Visitante
Fred

Não sei onde leu, mas não escrevi que temos de desenvolver todos os produtos aeroespaciais. Me entendeu errado. Escrevi sobre o amargor de Profeta de Causas Perdidas que cansei de ver.

Conheço muito bem a estratégia da empresa e a FAB, através da Embraer, tinha meta para desenvolvimento de caça. Mas essa é digressão outra.

Nem a França quer ser 100% independente. Leia o artigo.
Nem os EEUU são integralmente. Pesquise.

Bonitinho mesmo é quando abre a champanha e banha o radome daquele avião que você ajudou a desenvolver.

Já teve essa sensação? É uma delícia. 😉

JT8D
Visitante
JT8D

Fred, então você deu a resposta errada para a pessoa errada. O assunto era exatamente esse: desenvolvimento “solitário” de um caça de quinta geração com tecnologia 100% nacional. Parabéns por suas realizações profissionais. Eu só espero que em seu trabalho você não tenha necessidade de interpretar textos

Fred
Visitante
Fred

Respondi à sua dramática observação ao Daniel, que bem ciente de qual espírito evocava, iniciou a sentença com um moderado “guardada as devidas proporções”.
E depois a uma escrita sua não tão conexa com que conversávamos, mas que alguns pontos precisavam ser elucidados, para o bem da crença de quem lê.

Também faço da docência meio de vida, portanto, se quiser mais esclarecimentos, não me furte de saber.

Ivan BC
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Ivan BC

Então faça isso, não tem nada de errado nisso, a França já é bem independente, tem muito material militar da própria França, só não gostei que ela nos chamou de TROUXAS, pois nós compramos helicópteros, submarinos etc…da França. Eu não vejo como trouxa quem compra material de outros países, acho que tudo é uma questão de fase, no nosso caso, acho interessante aquisições…no caso francês em alguns casos eu acho interessante essas aquisições, principalmente material como um F-35. O problema da solução da França é o dinheiro, fazer em casa, do zero, tem um custo absurdo e cada vez mais… Read more »

Delmo Almeida
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Delmo Almeida

Ela não disse que estavam sendo feitos de trouxa por usarem componentes americanos em seus equipamentos, mas por ficarem reféns no quesito exportação. O problema é comercial.

Ivan BC
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Ivan BC

Delmo Almeida 12 de setembro de 2018 at 17:48
Sim, eu sei…e você acha que a França vai deixar o Brasil vender armamento francês sem autorização prévia deles? Óbvio que não…os EUA fazem aquilo que todos fazem quando se trata de material sensível ou exclusivo. Isso é contrato!

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Não entende vc ter vestido a carapuça de “trouxa”?

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Nao ententi…

Marcelo
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Marcelo

errou de novo 😁

CVN 76
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CVN 76

“em vez de ganhar 2000 mil dólares, agora vou ganhar 1980 euros”

Seria uma boa troca; 1.980 euros dão uns 2.315 dolares!!

Fábio Mayer
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Fábio Mayer

Querem independência dos EUA?

Simples: pesquisem com o seu dinheiro.

Desenvolvam com o seu dinheiro.

Produzam com o seu dinheiro!

E ninguém dos EUA vai reclamar, muito menos impedir que vendam para quem quiser ou comprem de quem tiver.

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Mas é exatamente a esta conclusão que eles chegaram, que vale a pena investir na independência.

Fábio Mayer
Visitante
Fábio Mayer

Justamente, por isso que merecem aplausos!

Delfim
Visitante
Delfim

Bem… basta ver o jogo duro que estão fazendo com a Turquia por esta querer comprar o S-400.

Fábio Mayer
Visitante
Fábio Mayer

No caso da Turquia, é que é um país que participa do programa F-35, comprando um sistema anti-aéreo do suposto inimigo e podendo trocar dados da aeronave…

Delfim
Visitante
Delfim

Então não há liberdade com seu próprio dinheiro, no final das contas.

Daglian
Visitante
Daglian

Claro que há. Não há liberdade com o equipamento de outro país. Ou você acha mesmo que os EUA aceitam que você compre o F-35 bastando apresentar o dinheiro? É necessário muito mais que isso. Uma compra militar não é uma compra de supermercado, e os EUA continuarão sim embargando vendas a países que insistem em se alinhar com os russos, é óbvio. Não gostou? Ótimo, compre do concorrente, mas depois não venha reclamar que os americanos são maus também.

André
Visitante

A liberdade de quem compra é exatamente igual de quem vende. Um compra de quem bem entender, o outro vende para quem bem entender.

rodrigo
Visitante
rodrigo

a melhor estrategia é fazer como a China, investir somente em espionagem industrial, esperar os EUA desenvolverem a tecnologia e depois copiar.

Jefferson Ferreira
Visitante
Jefferson Ferreira

Grande maioria dos países não tem capacidade nem pra copiar… o que dirá fabricar a cópia…

Delfim
Visitante
Delfim

Trump está ferrando os aliados e ainda quer que eles achem gostoso.
.
A França é dos poucos países que fazem seus porta-aviões, seus caças e sua motorização, submarinos lançadores de mísseis, nukes, MBTs, etc.
.
Tradicionalmente a França está bem longe da subserviência britânica aos EUA.
.
Não custa lembrar que a França já saiu da OTAN uma vez. E por menos que isto.

Fábio Mayer
Visitante
Fábio Mayer

Mesmo a Inglaterra, que tem status de aliado preferencial, produz seus próprios navios e investe em vários programas de armamentos. Não se trata de ser ferrado por Trump, se trata de entender que independência depende de ação própria.

Delfim
Visitante
Delfim

Ação própria que o UK não tem.

OSEIAS
Visitante
OSEIAS

É,
e assim começa o fim da globalização kkkkkkk
tudo é moda nessa vida, em um período é moda globalizar, em outro é moda ser protecionista.
vai entender esses seres humanos.

Fábio Mayer
Visitante
Fábio Mayer

A Globalização não vai acabar, mas vai sim, ser restrita. Um dos “sintomas” de que isso está em curso, é o avanço dos partidos de direita e extrema-direita nas democracias européias, que vinham há muito tempo dominadas por partidos e centro e eventualmente, de esquerda. Outro fator é o nacionalismo, que hoje, tem como maior expoente o Sr. Trump, que tenta re-nacionalizar fábricas e manufaturas que estavam se espalhando pelo mundo mas se concentrando na China. O nacionalismo é a antítese do globalismo, e os países estão se voltando para si mesmos, inclusive o Brasil, onde já se nota muita… Read more »

sergio ribamar ferreira
Visitante

Temos equipamentos americanos, franceses, russos… Somos dependentes, sim , lógico! Não investimos há mais de trinta anos em material de defesa. Não temos tecnologia de ponta. Alguns esporádicos projetos que demoram décadas ou que não se concretizam. Concordo com o Sr. Ivan BC. Briga entre grandes. Interesses comerciais. A França, Alemanha possuem potencial, questão de tempo. Briguinha que vai selar novos acordos. Abraços a todos.

nonato
Visitante
nonato

De certo modo, França, Inglaterra e Alemanha são relativamente independentes.
Não costumam usar caças, navios, tanques, mísseis ou turbinas americanas.

Humberto
Visitante
Humberto

Vamos lá, quem é relativamente independente é a França, Alemanha depende visceralmente dos Americanos (não somente pelo apoio a Otan), já a Inglaterra tem os EUA como o seu maior aliado, sendo um parceiro privilegiado, não podemos esquecer que o míssil trident que os Ingleses utilizam, é americanos. A França e a Alemanha raramente avançam no quesito equipamentos militares, para quem não se lembra, o projeto do Typhoon iniciou na década de 80, com Alemanha, França, Itália, Espanha e Inglaterra juntos, mas por problemas políticos (quem iria encabeçar o projeto) e técnicos (desde peso ao tamanho) a França, decidiu caminhar… Read more »

sergio ribamar ferreira
Visitante

Informo que não há necessidade do porquê não desenvolvemos a contendo nossa indústria de defesa. Isto já foi explicado inúmeras vezes pelos editores e comentaristas. Reitero saudações a todos.

Fábio Mayer
Visitante
Fábio Mayer

E que os EUA sabotam os projetos de defesa que usam seus componentes, é público e notório, porque eles não querem concorrência com os componentes que eles desenvolvem.

Se não me engano foi no projeto do míssil Piranha: um determinado componente era fornecido e de repente, num lote seguinte, o mesmo componente, com as mesmas funções, veio em outra configuração de montagem, o que atrasou o programa brasileiro.

Daí o programa resolveu desenvolver seu próprio componente.

Enfim, não queiram que os EUA sejam leais nisso, aliás, não queiram que NINGUÈM seja leal nisso, salvo de tiver contrato assinado e pagamentos em dia.

WVJ
Visitante

Caramba, jogada baixa no Piranha hein rsrs

Eduardo Lima
Visitante
Eduardo Lima

É o preço da Globalização, distribuiu todos a produção mais só o desenvolvedor tem o direito de veto do seu produto. Que quer o seu que o faça, pesquise e financie para não ficar dependente ou atoa.

WFonseca
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WFonseca

Tem muito trouxa em um grande país do cone sul, o qual sequer produz seu próprio creme dental, cuja educação ocupa o 59º lugar no PISA (dentre 70 países), onde a maioria dos seus habitantes cultua o funk/futebol e elege político/partido corrupto… bom, neste lindo país tem trouxa que acredita em independência tecnológica! Sequer produzimos as pecinhas do Super Tucano! Se a França com Know How e consolidada como exportadora de armas possui dificuldades imagina o que enfrentaríamos! Desenvolvimento não se compra, além de muito dinheiro e determinação, é preciso mudar a cabecinha e trabalhar para isso. Israel não produz… Read more »

Delfim
Visitante
Delfim

Esses países resolveram ser “aliados” (dependentes), então não tem problema.
A França tem uma questão cultural e ideológica desde De Gaulle, da França ser alinhada mas não dependente, então vai gastar o que for necessário para manter uma política bélica independente, o que também agrada clientes que queiram manter certo distanciamento da disputa hegemônica global.

Fred
Visitante
Fred

O senhor não conhece o seu país. Uma verdadeira lástima.

Carlos Batista
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Carlos Batista

Ele conhece e muito bem! Qualquer um que conheça um pouco “estepaiz” sabe que é verdade

Fred
Visitante
Fred

Outro que parece não conhecer.
É um tal de “tá tudo errado isso aí” que não se sabe nem apontar o que é errado.

Queridos, temos uma nação muito dispare. A parte pobre é horrível. A parte que funciona, da conta.

Erro é imaginar que a nação esta em situação una. Não está. Parem de ler o Brasil equivocadamente e dizer que estão certos.

Por ter escola precária em Taboão da Serra o que a Marinha do Brasil faz em e energia nuclear é desprezível? Recalibrem seus termômetros e instrumentos e tenham uma visão mais ampliada do país que dizem prezar.

Abraços.

Marcelo Danton
Visitante
Marcelo Danton

Tipica “Patriotada” argumentativa ensandecida. Há séculos a mesma ladainha e os mesmos pensamentos e conceitos comparativos RASOS.

Fred
Visitante
Fred

Dalton, então siga crendo no que crê e eu no que creio.

Grande abraço.

Delfim
Visitante
Delfim

A questão no que se refere ao FCAS é se a Alemanha vai se manter no negócio. Os EUA estão jogando pesado para a Merkel comprar os F-35, se isto acontecer não haverá necessidade da Alemanha continuar no FCAS, e aí a França cai. O Rafale já é um parto em termos de venda e receita.

Augusto L
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Augusto L

O F-35 podem muito bem conviver com o FCAS, o Trump, acha que pela Alemanha mamar na defesa coletiva não pagando o que deve, tem q retribuir de outra forma, além é claro dele considerar ela uma inimiga ideológica.

Matheus de Oliveira
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Matheus de Oliveira

Cedo ou tarde os americanos irão ter que exportar o F-22, aí eu quero ver o bicho pegar!

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Na verdade não. Eles nunca exportam F-117 ou SR-71 por exemplo

Humberto
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Humberto

Não, os gringos não vão exportar o F-22, primeiro, não querem colocar em risco a sua hegemonia e segundo, a linha de produção do mesmo já foi encerrada.

ODST
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ODST

Parabéns ao franceses, é assim que tem que ser. Não existe amiguinhos nesse mundo, é tudo interesse. Espero que o Brasil acorde um dia também.

Sérgio Melo
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Sérgio Melo

Já faz um tempo que li aqui no site que finalmente uma empresa brasileira, de engenharia nacional, desenvolveu sua primeira turbina de grande porte, um feito notável para nossa indústria aeronáutica. Na mesma matéria era informado que não poderia ser usada sem antes ser aprovada por organizações de inspeção internacionais. Custo de US$ 116.000.000,00, em laboratórios e certificação. O ministro da defesa de então sequer visitou o stand da empresa em evento. Aí fica a pergunta: O que é preciso para que uma empresa nacional, no caso, a Polaris, receba a atenção estratégica que é merecedora? Não sei como está… Read more »

Humberto
Visitante
Humberto

Vamos por partes,
Projetar é uma coisa, vender é um outro mundo. Tem que fabricar, testar, homologar (ou certificar, não sei). Se os chineses, com o caminhão de dinheiro, com muita pesquisa está patinando até hoje na fabricação dos motores, difícil acreditar que os Brazucas iriam conseguir isto, sem dinheiro e com pouquíssima pesquisa.
Até onde me lembro, a Polaris mudou de nome e a avibras comprou o direito da turbina (que será usando na série 300), mas temos que lembrar que é um motor bem menor.

Sérgio Melo
Visitante
Sérgio Melo

Então Humberto, a matéria que li informava que a turbina de grande porte necessitava de aprovação e certificação para aeronaves tripuladas, as não tripuladas estariam liberadas.
Sds

Fred
Visitante
Fred

O TR3500. Cristo… Que maravilha.
Isso foi coisa do Homero, do Venâncio e de uma rapaziada de ponta.

http://www.polaristec.com.br/patents.html

Delicie-se.

Pedro Pinto
Visitante
Pedro Pinto

Valeu Fred.
Belo exemplo de um Brasil “oculto”, que funciona.
É torcer para que a competência e capacidade não venham a “morrer na praia”…

Sérgio Melo
Visitante
Sérgio Melo

Obrigado Fred, sensacional!

Alessandro
Visitante
Alessandro

eu to adorando isso rsrs… como já disseram alguns, os globalistas é que não devem, quanto mais países decidem ser independentes, mais COMPETIÇÃO no mercado, tudo que os globalistas mais odeiam, pois eles monopolizam o mercado comprando suas competidoras menores, e depois apenas espalhando suas fábricas pelo países que lhe oferecem as menores taxas tributárias, e explorando a mão de obra mais barata.

Alessandro
Visitante
Alessandro

* e depois espalham suas fábricas (corrigindo a frase)

Marcelo Baptista
Visitante
Marcelo Baptista

Eu sou globalista e estou adorando isto, será mais um fornecedor no mercado.

Maurício.
Visitante
Maurício.

Aquele bloqueio americano foi bem feito pra França, assim ela toma vergonha na cara e começa a produzir tudo em casa mesmo, capacidade eles tem, só não pode ficar de mi mi mi igual o Brasil, quer alguma coisa, vai lá e produza você mesmo, basta só ter vontade, vergonha na cara e dinheiro.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

Pois é, enquanto que alguns trouxas da America do Sul está seguindo caminho inverso.
E olha que esse trouxa sul americano já teve inúmeros exemplos de como trabalha os americanos quando se trata de seus interesses.
Mas segue o barco!

Alex II
Visitante
Alex II

Enquanto isso no Brasil ………….

WFonseca
Visitante
WFonseca

Peguem por exemplo o KC 390 – um cargueiro formidável e com boas perspectivas de mercado, em 2013 a Embraer calculava seu desenvolvimento em torno de USD2 bi. Por enquanto, além do Brasil apenas Portugal assinou contrato de compra 5 unidades. Imaginem se tivéssemos que fabricar turbinas, radares, aviônicos e outros componentes chaves! Contrariando a Ministra Francesa, os países tendem cada vez mais a compartilhar projetos e tecnologias reduzindo custos e buscando excelência, F35, Typhoon e o Meteor são exemplos. Será que falta dinheiro ou tecnologia para que Japão e Coreia do Sul desenvolvam seus próprios caças? Claro que não,… Read more »

Aldo Ghisolfi
Visitante

Augusto L:
“Razões estratégicas”.
Ao que consta a França sabe muito bem o que seja isso; EXOCETs durante a Campanha das Malvinas.

Marcelo Baptista
Visitante
Marcelo Baptista

Pelo que entendi, a razão é comercial, disfarçada de estratégica.

EdcarlosPrudente
Visitante
EdcarlosPrudente

Interessante é a disposição dos canards no desenho conceitual da futura aeronave, semelhante ao Su-57.

Saudações!

Helio Eduardo
Visitante
Helio Eduardo

Por mais que eu tenha lá minhas críticas ao Trump (e isso nem mesmo é relevante), eu tenho que admitir que ele joga exclusivamente pelos EUA. Erra muito, porque é chegado a bravatas e rompantes de metralhadora giratória que, ainda que não seja exclusividade dele, acabam por gerar mais estragos pois reverberam mais, afinal trata-se do Tio Sam. Guerra comercial deste tipo sempre existiu, reuniões de técnicos em OMC, grupos de trabalho, etc., não são um mar de rosas, quase sempre ganha quem coloca na mesa o maior taco de beisebol (foi o que me ocorreu em substituição ao dito… Read more »

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Concordo que os Estados Unidos são e continuarão sendo imbatíveis. Mentalidade agressiva tanto positivamente como negativamente, movem aquela nação. Os países que ousaram desafiar sua hegemonia foram derrotados, veja Alemanha, Japão e União Soviética. A única forma dos países vencerem estes embargos é se unindo, e para alguns casos fazerem embargos a determinados produtos norte americanos. Rússia e China trabalhando juntos; Brasil e demais países sul-americanos compartilhando tecnologias. Do contrário, jamais ocorrerá a independência.

Marcelo Danton
Visitante
Marcelo Danton

Vixiii! Mãe! Precisa comentar?! Vai lá….SE JUNTAR com paises da AL?! kkkkkk

Paulo Guerreiro
Visitante
Paulo Guerreiro

Boa sorte … agora fica a duvida se tera a mesma capacidade tecnologica pra assumir esse desafio … mas talvez os franceses fiquem dependentes dos russos agora kkkk

NARCEJO
Visitante

Boa tarde, sem querer ser especialista na área, devo dizer que Tecnologia própria é Independência. Trabalhei na área Nuclear da marinha à 30 anos atrás. Até hoje estamos tentando fazer nosso SBN. Como dizia o Engenheiro responsável pelo setor. Não queremos Bombas . A tecnologia é dos anos 40. porém durante todos esses anos pós regime militar o país ficou estagnado nesse setor. Falta de verbas e incentivos. Ninguém dá nada de graça, sofreremos embargos com Grifens ou com sukhois, de uma maneira ou outra os americanos não querem que se tornemos uma potência ou qualquer outro país. Sou militar… Read more »

Fred
Visitante
Fred

Belíssimo depoimento, Narcejo.
E obrigado pela devoção a essa grande pátria.

Marcelo Danton
Visitante
Marcelo Danton

mimimis, vitimismos, chororo…etc
“Não somos trouxas!”…os EUA também não. Quem mandou espremer o povo alemão com o Tratado de Versahles?! Na época até a Inglaterra Avisou que esse tratado era draconiano demais..os EUA foram excluídos/ignorados. Veio a segunda grande guerra, ensandecida de vinganças…e os Francos como todos bons sádicos e revanchistas…

NÃO AGUENTARAM nem 2 semanas para a Alemanha.
Adivinha quem a elite suja brasileira admira no campo geopolítico mundial?! França! chororo, mimimis, vitimismos e SACANAGENS argumentativas envernizadas com o liberté egalité fraternité