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Vídeo: Saab – SAM (Saab Aeronáutica Montagens)

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AEL Sistemas

Conheca as novas instalações da fábrica de aeroestruturas da Saab em São Bernardo do Campo – a Saab Aeronáutica Montagens (SAM). Veja como foi o evento e entenda porque a SAM terá um papel fundamental no Programa Gripen brasileiro.

A Saab Aeronáutica Montagens (SAM), vai produzir o cone de cauda, os freios aerodinâmicos, o caixão das asas, a fuselagem traseira e a fuselagem dianteira para a versão monoposto (um assento) e a versão biposto (dois assentos).

A aquisição dos 36 aviões caças pela Força Aérea Brasileira representa um enorme salto tecnológico para a indústria brasileira, por meio de um extenso programa de transferência de tecnologia, que vai permitir que aviões supersônicos sejam desenvolvidos, produzidos e mantidos também aqui no Brasil.

16 COMMENTS

  1. Até o momento é impossível entender que essa fábrica de aeroestruturas da SAAB esteja localizada em São Bernardo do Campo e não em Gavião Peixoto, local onde será instalada a linha de montagem final dos nossos Gripens.

  2. Essa logística vai ficar de fato comprometida, pelo que vi são uns 360Km de distância e depender de transporte terrestre atualmente está mto complicado, além de adicionar gastos ao projeto que poderiam ser evitados. Maaaas a decisão foi mais política pelo que vemos, do que técnica!

    • Douglas, a Airbus industrie utiliza caminhões para levar partes enormes dos A380 pela Europa até Toulouse, qual o problema de transportar partes de um pequeno caça de SBC até Gavião Peixoto?

  3. Também não entendi o drama de se transportar partes de um gripen entre SBC e GPX?
    Componentes muito maiores do que um gripen, numa cadência de produção muito maior são transportados todos dias entre as plantas da Embraer. As asas de um 190 são montadas em GPX e transportadas para SJK, o estabilizador horizontal do KC390 é montado em Portugal, e vai para GPX… Para citar dois exemplos apenas.

  4. Realmente, quanto que é, no contexto deste fornecimento, a parcela de referente ao transporte?
    No grupo onde trabalho utilizamos componentes produzidos em dezenas de fabricas em quase duas dezenas de paises. Estou considerando apenas fabricas proprias…se formos considerar unidades de produçao de terceiros, podemos considerar milhares de fabricas.
    Podem ter certeza: a disponibilidade de mao de obra especializada, entre outros inumeros fatores do genero, preponderam . O fator politico é pertinente? Claro, é um deles e nao necessariamente compliance! Agora, reduzir todo esse processo a um aspecto centrado “apenas” nisso é ser primitivo. Nos temos que deixar de ser e agir como somos de fato: ignorantes. Isso é Brasil! Vamos tentar mudar esse jogo?

  5. Realmente, o transporte em si é um dos parametros de custo de menor significado neste contexto. A questao politica neste caso parece ser tambem de um significado relativo e nao necessariamente aquele decisorio. É uma questao a ser avaliada sob o lado compliance? Claro! Mas nao é o unico nem o mais importante. Nao sejamos simplorios. Fabricar componentes deste genero nao pode ser avaliada como algo meramente definida em reuniao de sindicalista em porta de fabrica.

  6. O transporte em si é o menor dos problemas, os problemas maiores estão na adaptação dos processos de montagem em um contexto geral.
    Deveria ser montado em São José dos Campos ou Araraquara.

    • Jones,

      A montagem final de todos os componentes de 15 das aeronaves do contrato será em Gavião Peixoto (cidade próxima a Araraquara), nas instalações da Embraer.

      Em São Bernardo do Campo serão fabricadas aeroestruturas.

  7. Olha só, me filmaram fazendo pergunta na coletiva de imprensa.

    Aproveitando: pessoal, essa discussão sobre o local da fábrica de aeroestruturas já foi feita e refeita inúmeras vezes. Acho que já dá pra superar isso, não?

    Caso queiram continuar a discutir esse assunto pra lá de discutido, sugiro primeiro lerem as matérias e comentários já feitos sobre a fábrica de aeroestruturas, pra não se repetir temas e podermos, enfim, seguir em frente com a discussão. Há inúmeros detalhes que podem ser abordados do que essa ladainha sobre o local.

    Algumas das matérias já publicadas, incluindo recentes:

    https://www.aereo.jor.br/2018/05/10/alem-do-gripen-saab-apresenta-fabrica-de-aeroestruturas-do-caca-no-brasil-de-olho-no-mercado-mundial/

    https://www.aereo.jor.br/2018/05/09/poder-aereo-esta-na-apresentacao-da-saab-aeronautica-montagens-sam/

    https://www.aereo.jor.br/2018/05/07/gripen-no-brasil-saab-apresentara-instalacoes-de-fabrica/

  8. Falando apenas do aspecto fisico relacionado ao transporte em si. Os componentes a serem fabricados em SBC sao muito sofisticados enquanto elementos que irao compor um moderno caça supersonico. Mas, por outro lado, enquanto carga a ser transportada sao extremamente discretos. Sem forçar muito é possivel que qualquer um deles possa ser transportado por um VUC ou, quando muito, um caminhao de mediano porte. Gente, isso nao é nada! Chama um uber. Sai de manha de SBC e volta para almoçar….
    Por outro lado, o processo de fabricaçao, suprimentos, controle de qualidade, etc, sao etapas da produçao que exigem qualificação de mao de obra , infraestrutura e outras questoes do genero. Gaviao Peixoto ( perto de Araraquara, como bem lembraram) é uma instalaçao de “grande porte” quando comparada à de SBC e têm genese e caracteristicas totalmente diferentes. SJC entao, é uma terceira realidade! Enfim, quantas instalaçoes fabris de origem sueca estao em Sao Carlos/Gaviao/ Araraquara ? Nao estou desmerecendo a regiao onde estao instalados centros academicos ( USP, UF, etc.) grandes fabricas (conheço, profissionalmente, varias por ali) . SJC dispensa comentarios. Mas SBC tambem tem seus muitos atrativos. A SAAB optou. Certamente de forma muito competente, como, alias, em tudo que faz.

  9. Esse tipo de logística é comum no mundo. Exemplo as peças de carros vem de várias partes do país e mundo até a montadora.
    Mas a decisão de ser em SBC foi estratégia política na época da escolha, é só ligar os pontos. A decisão do FX2 foi indiretamente na gestão Lula (PT) e o berço político dele é em SBC, ou seja, essa cidade tinha influência no ex-presidente, tanto é que o prefeito da época era do PT e foi até a Suécia para usar essa influência. Basicamente o prefeito sugeriu que se houvesse investimento na cidade conseguiria influência para que a Saab vencesse a concorrência.

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