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KC-390: imagens do PT-ZNF avariado em incidente

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Foram divulgadas em rede social imagens do cargueiro KC-390 PT-ZNF envolvido em incidente na manhã do dia 5 de maio. As imagens dão uma ideia da extensão das avarias na aeronave.

A Embraer informou a ocorrência do incidente em Gavião Peixoto (SP), envolvendo o protótipo 001 da aeronave KC-390 que realizava testes de prova em solo quando saiu da pista. A tripulação deixou a aeronave em segurança e sem ferimentos.

A equipe de apoio foi acionada imediatamente e a Embraer iniciou imediatamente a investigação das causas do incidente.

A ocorrência foi comunicada ao Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Força Aérea Brasileira.

109 COMMENTS

  1. Meu DEUS, a coisa foi mais SÉRIA do que eu imaginava! Menos clientes para compras e mais tempo para começar a receber nossas aeronaves, fora o prejuízo de milhões ai! Pelo menos não teve feridos e foi algo em solo mesmo!

  2. é recuperável? Já vimos aviões com aparentes avarias maiores que voltaram a voar. Se esse voltar a voar vai mostrar quão excelente é essa célula. Torço muito por esse projeto.

  3. Gostaria de ver essa célula voltando a voar. Já vimos aviões com acidentes aparentemente maiores voltando a voar.

  4. Que estrago.
    Agora a sorte abandonou o programa de teste
    O kc-390 foi parar muito longe da cabeceira da pista, houve uma falha grave neste acidente.
    Imaginem o clima na equipe de teste.

    • Rsrsrs, que pessimismo! Relaxa, esse tipo de coisa acontece, é até bom que aconteça agora que está em teste do que depois, quando estiver operacional.

      • Falei em sorte, em virtude do primeiro incidente que a aeronave perdeu bruscamente altitude, ao qual foi atribuído ao desprendimento de equipamentos no compartimento de carga.

  5. Pessoal, apesar de ser algo muito triste e chato, faz parte! Bola para frente, analisar o que aconteceu, corrigir possíveis falhas, se foi erro da tripulação, tranquilo, acontece.

    O Programa KC-390 é excelente, porem não deixa de ser passível de incidentes ou acidentes, não podemos deixar que esse acontecimento nos abata, o mais importante é que a tripulação está bem.

    Se der para recuperar, recupera, se não der, pode ficar para exibição.

    Avante KC-390!

        • Aerococus, leigo querendo discutir com engenheiro aeronáutico da EMBRAER é dose. Tenha paciência. Não sabia que o CENIPA tinha formado tantos civis no CSV… Acho que cursaram nos EUA, quem sabe.

          • Olá Cel Nery,

            Não da pra discutir mesmo. Essa ladainha já apareceu em outro post…

            Só um disclaimer. Eu já não trabalho mais na Embraer, e não sei dos resultados das investigações do primeiro incidente. Mesmo se soubesse, não poderia comentar.

            Contudo, pelo que conheço de dinâmica de vôo, além do conhecimento específico sobre as limitações de aeronaves como o KC390, um deslocamento de cg induzido por uma carga solta é praticamente irrecuperável em termos de qualidades de vôo.

            Posso citar alguns exemplos – sendo o recente acidente envolvendo um B747 no Afeganistão.
            https://youtu.be/KCCy-ojQMcE

            Tem o caso de um Beechcraft B1900 que caiu por centrarem inadequada e controles mal rigados.

            https://youtu.be/UllYdX5Nk1E

            Na minha experiência, já rodei algumas simulações com esse tipo de falha (deslocamento extremo de cg) e a perda de controle é inevitável e praticamente irreversível.

            Essa tal fonte que “vazou” informações para a reportagem que nosso colega tanto acredita, na verdade vazou outra coisa (e o cheiro é desagradável).

  6. ,,#01 outra vez. Mas como é um projeto inovador. Seria estranho não haver incidentes . Independente disso toda equipe da Embraer estão de parabéns. A Airbus teve problemas relativamente maiores com seu cargueiro e ainda está tendo . Bola pra frente. Nenhuma vítima. Muito aprendizado
    Parabéns equipe kc390

  7. Isto é um protótipo, qualquer acidente ou avaria é normal, porque é um avião de teste, esta sendo testado no limite operacional.

    • Exatamente isso! Os limites extremos foram testados e ultrapassados. Não é uma operação normal, com limites conservadores.

  8. Incidentes e acidentes são riscos inerentes à atividade aeronáutica, faz parte do jogo.

    Protótipos de avião famosos e bem-sucedidos também se acidentaram, como o F-14, AMX etc.

    Essas ocorrências servem muitas vezes para trazer mais conhecimento sobre os limites operacionais do avião e costumam levar a modificações que tornam sua operação mais segura.

    • Isso aí Galante,

      Mais recentemente o próprio A400 e o G650.

      Temos que ficar felizes que a tripulação saiu andando e sem ferimentos!

      Só aprende quem faz. Às vezes o custo é alto. Mas, no final, a indústria como um todo é beneficiada.

      Vamos em frente, o KC390 vai passar por essa!

    • Bem colocado, acho que o segundo protótipo do F14 caiu a poucos metros da pista no pouso, os dois pilotos não pensaram duas vezes e ejetaram, o F16 num dos protótipos deu um pity, acho que no FBW e veio se raspando todo na pista.

      • E mesmo o F-16 em seus anos iniciais de operacao, estava com problemas. As telas apagavam e alguns pilotos morreram.

        Fizeram ate um filme com isso: “voo rasante”.

        E nem por isso o F-16 deixou de ser um sucesso de vendas…

  9. Aquela segunda foto é do trem de pouso? Alguém com mais conhecimento das partes do avião poderia explicar, para nôs leigos, o que estamos vendo nas fotos?

  10. Seja acidente, seja incidente, não era para ter acontecido, nem mesmo na fase de testes com protótipos.
    Ou há algo de errado com a aeronave e seus sistemas ou houve falha no planejamento do teste ou houve falha da tripulação ao executá-lo. Não vejo outra hipótese.
    Já aconteceu com outras aeronaves? Já, claro. Mas nem por isso era para acontecer com o KC-390. Não é normal. Daqui a pouco pessoas morrem num acidente com ele e vai ter gente comentando: normal, no teste da aeronave X também morreu e a aeronave é ótima.

      • Sr. Ironia,
        Não é preciso ser nenhum “especialista em acidentes aeronáuticos” para se enxergar o óbvio.
        Nenhum relatório de nenhum especialista jamais vai conseguir justificar a perda de uma vida humana.
        Acidentes acontecem, é verdade.
        Mas com tamanha repetição e em tão pouco tempo, leva-se a conclusão óbvia que alguma coisa está muito errada, sendo assim alguém tem responsabilidade sobre isso sim!
        Não fosse assim, nenhuma morte em acidente precisaria ser investigada, pois seria apenas acidente..

      • Hélio, não precisa ser especialista para escrever o que eu escrevi.
        Aliás, qual outra hipótese existe? Sabotagem? Vudu? O que mais?

  11. Olha, se a Embraer colocar esta máquina pra voar novamente e em tempo hábil vai agregar muito valor viu em questão de logística de manutenção e tal. Danificou muito, mas, faz parte.

    • Desta vez deve demorar um pouco mais, acredito. Não pelos danos, mas pela investigação que deve levar em conta se algo do incidente anterior é causa deste. Falo isto, por achar que não foi uma falha pessoal

  12. É a segunda cacetada que ele sofre. Pelo menos estruturalmente me parece bem robusto, pois nas duas ocasiões aguentou o tranco e não se “desintegrou”.

  13. Alguem sabe quem estava no comando da aeronave ?
    Sera que era o comandante Marcio Brisola Jordao ? Ele participou em 1986 do famoso episodio “Noite Oficial dos Ovnis” no qual a bordo de um F-5 na tentativa de identificar / perseguir os objetos voadores nao identificados.

  14. O programa estava caminhando muito bem.
    Vários testes realizados foram “superficiais”.
    Quero dizer, tipo ah, foi feito um teste de reabastecimento e funcionou.
    Parece que nos EUA eles testam isso muitas vezes.
    Torçamos para que isso não atrapalhe a programação.
    Acredito que alguns problemas em outros aviões são de natureza da diversa e nem sempre chegam às vias de fato.
    Uma coisa seria identificar que o sistema de freios não está funcionando bem.
    Outra é ter um acidente por causa disso.
    Não está legal isso…

      • Fácil e simples é.
        Tanto é que a Embraer está fazendo…
        Claro que existem as normas e procedimentos.
        Se o problema tiver sido o freio, por exemplo? Falha de projeto ou de execução. Não quer dizer que seja difícil fazer um freio. Eu não sei projetar nem fazer. Mas para quem é do ramo, não há nenhuma inovação nisso. Freios aeronáuticos são fabricados há décadas e continuamente aperfeiçoados.
        Quanto a carros, houve um episódio recente. Uma fabricante japonesa de air bags. milhões com defeito.
        Falha de projeto ou de execução.
        Quanto aos testes, acredito que devem ou deveriam ser repetidos a exaustão.
        Tipo um trem de pouso. Não é porque pousou bem 100 vezes que não está sujeito a falhas.
        Mas apresentar falhas não é normal.
        O ideal não é aprender por tentativa e erro.
        “Ah, eu fiz, mas não aguentou 5.000 pousos, então vou agora colocar mais aço para fazer mais 5.000 testes e ver se dessa vez aguenta…” Não deve ser assim.
        Deve ter parâmetros prévios.
        Os testes apenas devem confirmar e não ser usado para aprendizado.
        Imagine um médico fazendo cirurgia.
        Não pode ficar aprendendo fazendo. Tem que fazer sabendo e, claro, sempre melhorando, mas não partindo do zero.

    • Nonato? Fiquei intrigado.
      “Vários testes realizados foram “superficiais”.”
      – Como você sabe disso? Você trabalha na Embraer ou na FAB? Faz parte das equipes de testes?
      “Uma coisa seria identificar que o sistema de freios não está funcionando bem.
      Outra é ter um acidente por causa disso.”
      – Como você sabe que houve um problema no sistema de freios? Trabalha no Cenipa?

      “Acredito que alguns problemas em outros aviões são de natureza da diversa e nem sempre chegam às vias de fato.”
      – Basta você pesquisar. O Galante te deu algumas pistas acima…F14, AMX…

      Engraçando, que há cerca de um ano, você iniciava seus comentários com “sou leigo, mas…” Hoje você já está investigando e diagnosticando acidentes aéreos, conduzindo testes em aeronaves. Só me resta lhe parabenizar…isso sim é desenvolvimento pessoal e profissional.

      • Eu não disse que foi freio. Apenas citei um exemplo hipotético.
        Quanto à “superficialidade” dos testes refiro-me a algumas situações relatadas aqui mesmo. Tipo ah, houve um lançamento de paraquedistas. Isso é suficiente? Ou, ah, houve um teste de reabastecimento a seco. Isso é suficiente?
        Em outra matéria, falou-se de testes realizados por militares americanos que repetiam uma mesma situação dezenas de vezes.
        Claro que a Embraer segue as normas internacionais, se não não haveria a certificação.
        Mas eu na qualidade de leigo acredito que determinados testes deveriam ser repetidos à exaustão.
        Não é porque em dia tal foram realizados dois lançamentos de carga que deveria estar aprovado.
        Ou porque realizou um, dois ou três reabastecimentos em vôo que não possa dar problema.
        Falo isso com base no que se noticia.
        Pode ser que tenham testado reabastecimento 500 vezes.
        Mas não se noticia isso.
        Esse incidente, por exemplo.
        Não sabemos que testes estavam sendo feitos nem a causa.
        Mas certamente o defeito não tinha surgido em outros testes.
        Surgiu agora.
        Imagine que fosse o último teste e poderiam falar aprovado e depois de operacional surgir o defeito de repente.
        O caso das baterias do 787 por exemplo só apareceu na fase operacional.
        Na minha opinião, deveriam ter identificado nos testes.
        Se a bateria era fraca deveriam ter identificado logo…
        Já imaginou um avião caindo com a morte de 250 passageiros?

        • “Mas eu na qualidade de leigo acredito que determinados testes deveriam ser repetidos à exaustão.”

          Nonato, deve ser pelo fato de efetuar testes e repeti-los exaustivamente, no limite da capacidade do avião, que os protótipos estão suscetíveis a acidentes.

          Saudações.

  15. O As400 da Airbus , avion similar en desenvolvinento caiu na espanha matando varias pessoas numa base militar quando estava sendo testado.
    A qualificação o de um avião desse porte e demorada e sujeita a incidente e accidente .
    A missão que o KC 390 sera usado precisa ser muito bem definida e os testes feitos para atender essa missão.
    Não vejo problema nenhum nesse incidente deve apenas atrasar a primeira entrega .

  16. Trens de pouso direito, aparentemente, foi completamente arrancado. Trem dianteiro, pela imagem, foi arrancado ou colapsou. Os extensos estragos na fuselagem lateral direita, pela imagem, parecem ter sido causados pelo trem de pouso quando se soltou e pelo arrasto da duselagem sobre o solo. Os estragos não foram nem um pouco leves.

  17. pessoal pessimista! Se fosse assim, o 737, A320 nunca teriam vendido.
    Isso faz parte. Ainda bem que ninguém se feriu. Quanto ao ZNF, ACHO que é o fim da linha, mas não duvido que a EMBRAER consiga recupera-lo.

  18. Prezados, bom dia.
    .
    Não se deixem abater. O acontecido não é agradável, mas faz parte do aprendizado sobre a aeronave. Protótipos servem para demonstrar o conceito e serem exigidos ao máximo, propiciando eventos que as simulações computadorizadas não permitem e estabelecendo o chamado “envelope”. Correções e aprimoramentos cabem nesta fase.
    .
    Parabéns à Embraer, que está levando a aeronave aos seus limites e está estabelecendo benchmarks. Se nada acontecesse nesta fase, daí diriam que “pegaram leve” no desenvolvimento do KC-390.
    .
    Esta aeronave, que já é presente, terá grande futuro na FAB e ao redor do planeta.

  19. Bom dia, tenho algumas dúvidas, se alguém pudesse me explicar, o kc 390 faz parte da divisão de defesa da Embraer? Se fizer ele está fora do negócio com a Boeing? Pois já disseram que é Embraer defesa e segurança está fora do negócio? Obrigado.

    • Bom dia Well, sim o KC como avião militar faz parte do braço militar da Embraer (EDS).
      O que tem sido noticiado que a Boeing (neste momento) está focado na parte da divisão de aviões regionais e não deseja a EDS nem aviação executiva. Então o KC assim como o ST estão fora da negociação junto a Boeing.
      Espero ter ajudado

      • Sei que o “povo” odeia suposições mas como eu não tenho problemas com isso lá vai…
        Se eu posso dar uma opinião se sabe que a aeronave NÃO ESTAVA em ensaio de voo. O ensaio era de PISTA.
        O vídeo mostra a pista e o quanto é longa e tem um trecho adicional. E o avião varou mais 500 metros além…
        Mostra também que o RAT foi acionado, o gerador elétrico auxiliar de emergências…
        Numa análise superficial aponta para um teste de potência dos motores da aeronave que resultou num incidente de software e/ou elétrico que travou a aeronave no regime de alta potência e retirou quase todos os recursos de comando da tripulação. O acionamento do RAT aponta para esta direção. O tempo elevado sem recursos de comando permitiu que a aeronave, em terra, varasse a pista e só parou mecanicamente depois de todo dano demonstrado.

        Se alguém tiver hipótese melhor é só dizer… 🙂

  20. Eu confio integralmente na capacidase da Embraer, com certeza vão tirar algo positivo deste acidente. Se a aeronave vai ser recuperada eu não sei mas eles vão desmonta-la toda e analisar cada parte da estrutura que foi danificada.

    • Produtos de corrosão vermelhos são característicos de materiais ferrosos. O avião é de alumínio, cujos pridutos de corrosão são brancos.
      Uma liga de alumínio exposta à corrosão atmosférica levaria um bom tempo para apresentar sinais de corrosão.
      Aquilo é lama e ponto final.

    • Primeiro a Embraer ainda não é da Boeing, o acordo se que foi oficialmente anunciado.
      Segundo A “Embraer” é dividida em vários ramos, os ramos que estão sendo negociados com a Boeing são aviação comercial e executiva, a venda do setor aviação militar foi vetado pelo governo (em um raro lampejo de inteligencia)

  21. Samuca cobre 10 de Maio de 2018 at 8:08
    Era isto que iria comentar, alumínio oxida sim MAS não fica com aparência de ferrugem.

    Nonato, como já foi dito, provavelmente é terra e não ferrugem, só verificar a “janela” na porta do avião, tem as mesmas caracteristicas que o resto, temos que lembrar que o vidro não eferruja.

  22. Tá tudo certo, tranquilão.. Tá de boa! É Nóis na fita!
    .
    Claro, certamente essas opiniões não são de nenhum irmão, filho ou esposa de quem estava dentro desse avião nos últimos DOIS acidentes nesse curtíssimo espaço de tempo.
    .
    Vamos aguardar as investigações e possíveis correções e melhorias no projeto.
    Vida longa ao KC-390 e também aos seus pilotos!

  23. Noa boa, desabilita logo esse avião de voar antes que dê tragédia… Dois acidentes na mesma aeronave? Não bota mais pra voar, bota num museu!!! Não sei dizer ou explicar coisas assim, mas isso me lembra de um F-18 não me lembro de qual país agora (tentei achar o caso mas não consegui pra postar aqui) que sofreu um acidente, aí o país dele conseguiu recuperar ele, para logo em seguida sofrer um segundo acidente daquela vez derradeiro que culminou na sua destruição. Devo ter lido sobre isso numa revista Força Aérea, mas não lembro qual.

  24. “offtopic”: quando vi a matéria e os comentários e vi vários de 4 da manhã pensei. A turma madrugou. Mas é o relógio do site que está atrasado… Consertem isso.

  25. Apenas queria ter bem esclarecido o seguinte ponto: O texto fala e repete a palavra “incidente”. Está correto chamar de incidente dado a extensão dos danos e considerando a hipótese de que essa aeronave pode ter sua fuselagem e estruturas comprometidas não podendo mais vir a voar. Não estamos diante de uma verdadeiro acidente? Fosse essa saída de pista num outro AD, numa base da FAB por exemplo, o evento não teria sido ainda pior?

      • No sentido de ter menos comprimento de pista e menos área de escape para parada numa base da FAB comparado a Gavião Peixoto. Apesar de não conhecer as bases da FAB, imagino que não tenham tanto espaço livre após o término da pista. E apenas como exemplo, não sei se o KC-390 pousaria no SBBI, já vi C-115 pousando lá, mas seria por exemplo uma situação muito crítica a falha do sistema de freios com a pista comprometida.

        • Depende da Base e da pista, amigo. Anápolis, por exemplo, tem mais de 3000 metros de extensão. Existe um software chamado runway analisys que vai dizer se o KC-390 (ou qualquer outro avião ) pode pousar em Bacacheri. Existe uma coisa chamada “risco calculado”, que é o que permite a operação no Santos Dumont (1.323 m), por exemplo. Ou Ilhéus (1.533 m). Já operei muito em ambas. Em Anápolis também.
          E Bacacheri não é “base”. É sede do CINDACTA II.

  26. Teoria da conspiração mode on: Será que foi sabotagem? Isso suja e muito a imagem duma empresa que o lema é segurança e qualidade de seus produtos.

  27. Olá.
    O estrago foi feio. As primeiras imagens aéreas do acidente já indicavam isso.
    Os termos “acidente” e “incidente” são normalmente utilizados se há ou não vítimas, quando se fala de Segurança no Trabalho. Mas é uma terminologia que pode ter mais de uma interpretação, dependendo do ambiente e circunstância.
    Um acidente/incidente nunca é bom para a imagem do aparelho (exceção feita aos jatos executivos Legacy 600 da Embraer depois da colisão com o Boeing 737 da Gol). Mas não quer dizer que o modelo está “condenado”.
    Ainda falta muito para se avaliar corretamente as causas do acidente. E o quanto isso pode contribuir para melhorias no modelo final de produção.
    SDS.

  28. É ridiculo vocês vazarem imagens assim, não percebem que fazendo isso alem de prejudicar o programa, estão prejudicando os funcionarios que trabalhavam diretamente com a aeronave??? Isso tudo para se destacarem em meio a outros sites que fazem o mesmo tipo de coisa, espalhar informações sem conscentimento NENHUM da empresa a troco de alguns minutos de fama….

    • Não me parece ser função desse blog proteger empresas, mas mostrar o que aconteceu com tantos detalhes quanto puder.

      As ditaduras são bem eficientes em impedir a difusão de imagens já democracias tem essa obsessão por transparência, permitindo e veiculação de imagens, mesmo que não agradem a empresa ou instituição. Essa transparência tem vantagens e desvantagens mas eu prefiro com ela.

    • “Isso tudo para se destacarem em meio a outros sites que fazem o mesmo tipo de coisa”

      A frase é incoerente. Se todos fazem o mesmo tipo de coisa, não há destaque.

      Nós buscamos destaque em outras áreas: audiência qualificada, credibilidade, qualidade do conteúdo, e é isso que destaca o Poder Aéreo há dez anos (tempo muito superior a “minutos de fama”).

      • Se uma empresa, seja ela qual for, não consegue sobreviver em um ambiente de liberdade e livre manifestação de pensamento, ela precisa ser reformulada ou mesmo fechada.

  29. Realmente não existe algo melhor que a Embraer. No nosso complexo de vira-lata só existe a Embraer e nenhuma fabricante séria no universo inteiro ! Só existe Embraer no universo intergalactico….

  30. Nonato 10 de Maio de 2018 at 8:21

    <>

    Quando a coisa é novidade, não há parâmetros prévios, é preciso descobri-los.
    Na medicina é a mesma coisa. Leia o livro “A assustadora história da Medicina” do Richard Gordon. No início não se sabia como fazer.

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