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Força Aérea Indiana quer acelerar produção do caça Tejas depois do Gagan Shakti 2018

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Caça Tejas da Força Aérea Indiana
Caça Tejas da Força Aérea Indiana

Por Shaurya Karanbir Gurung

NOVA DÉLHI – O exercício pan-indiano da Força Aérea Indiana Gagan Shakti 2018, ao praticar exercícios de guerra, testemunhou a IAF pressionando os limites de todos os seus aviões de caça, incluindo os Tejas, que levaram a seis missões diárias em todos eles, totalizando cerca de 9.000 surtidas. Para os Tejas, esse é um bom desenvolvimento, já que a IAF costuma realizar três surtidas por dia em cada Tejas.

No entanto, os Tejas não ficaram sem problemas e tiveram dificuldades durante o exercício, disseram os principais oficiais da IAF na terça-feira.

No entanto, a IAF expressou felicidade com o desempenho do Tejas Light Combat Aircraft (LCA) e está querendo a produção mais rápida deles, explicaram os oficiais. Isso é significativo, já que, de acordo com relatórios, a IAF tem criticado a capacidade operacional do Tejas, que também tem vários déficits significativos.

Um oficial sênior da IAF que lida com o exercício Gagan Shakti, realizado entre os dias 8 e 22 de abril, explicou que as aeronaves de caça, incluindo os Tejas, Sukhoi Su-30 e MiG-29, realizaram “operações de surto”. Essas operações significam gerar o número máximo de surtidas em um ciclo de 24 horas. “Realizamos nossos testes e poderemos gerar seis surtidas por Tejas por dia para todos os oito Tejas”, disse o oficial, acrescentando que esse número de surtidas foi realizado em cada Tejas durante o exercício. As seis missões por dia para os caças foram feitas nos dias em que não havia missões como longa distância.

O Tejas foi usado durante o exercício para verificar sua eficiência em operações como ataque terrestre e outras missões de ataque. “Estamos felizes com o desempenho do Tejas e estamos ansiosos para a produção mais rápida deles”, disse outro alto funcionário.

Tejas, Su-30 e Jaguar da IAF

Os Tejas, no entanto, também enfrentaram diferentes tipos de empecilhos durante o exercício. “Esses eram obstáculos de rotina. Mas fomos capazes de nos recuperar dos obstáculos que encontramos. Eles não afetaram a operação dos Tejas ”, disse um oficial, acrescentando que os empecilhos não eram um problema incômodo. O exercício foi um importante emprego do Tejas pela IAF, que realizou mais de 11.000 surtidas em mais de 1.100 aeronaves, incluindo combate, transporte e helicópteros. Fora disto, 9.000 surtidas foram conduzidas por aviões de combate. “Este foi um exercício em tempos de paz e geramos um grande número de surtidas. Durante a guerra, geraremos um número maior de surtidas do que o que fizemos durante o exercício”, disse um funcionário.

Este é o estado, apesar de a IAF ter apenas 31 esquadrões de combate quando precisa de 42 para enfrentar a ameaça colusiva do Paquistão e da China. Realizou operações ofensivas e defensivas ao longo das frentes ocidental e oriental. “Tentamos maximizar o que podemos fazer com nossa capacidade atual”, disse uma autoridade, acrescentando que, com um número maior de caças, as capacidades da IAF aumentarão.

A IAF, no início deste mês, emitiu um Pedido de Informação (RFI), declarando sua intenção de obter 110 novos caças. As autoridades acrescentaram que a alta capacidade de manutenção (80%) das aeronaves foi possível durante o exercício devido a uma equipe de manutenção dedicada. “A sede da IAF também estava monitorando a situação e tínhamos pessoas verificando onde as peças de reposição podem ser disponibilizadas. Então, garantimos que a capacidade de manutenção das aeronaves não diminuísse”, explicou um oficial. “O vigor logístico da IAF e a capacidade de sustentar operações contínuas durante o dia e a noite foram submetidos a uma avaliação rigorosa”, disse outro oficial.

FONTE: The Economic Times

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Groo_SP
Groo_SP
2 anos atrás

Agora é torcer para que o desenvolvimento do motor Kaveri o faça atender aos requisitos.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Groo_SP
2 anos atrás

O Kaveri foi testado em um Il-76 russo e chegaram a conclusão que é válido para um UAV, mas não uma aeronave de caça, não será usado no Tejas.
. http://4.bp.blogspot.com/-scJRj5OQY1k/UMW67VR3rcI/AAAAAAAAMc8/Q18nVXY50qQ/s1600/K-3.JPG

Groo_SP
Groo_SP
Reply to  Walfrido Strobel
2 anos atrás

Mas continua em desenvolvimento.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
Reply to  Groo_SP
2 anos atrás

Sim, continua em desenvolvimento, mas o Tejas Mk1 voa com o General Electric F404-GE-F2J3 afterburning turbofan e para o Tejas Mk2 avaliaram o Eurojet EJ200 e o GE F414 e escolheram o GE F414.
Mas segundo a avaliação russa é um motor adequado para um UAV armado de grande porte segue sendo desenvolvido, se servir a este UAV já valeu a pena, se for melhorado a ponto de servir a outro avião, melhor.

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
2 anos atrás

A India travou nesta obsessão por 42 esquadrões e já é superior ao Paquistão com seus 31 esquadrões e nunca será superior a China com 42 esquadrões.
Coisa para contratar um psicólogo para tirar estas obsessão do alto comando, fazem um estudo e depois se apegam a ele como um mantra a ser seguido, enquanto não tiverem seus 42 esquadrões se acharão inferiores.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

É impressão minha mas parece que estão tentando enfiar este Tejas goela abaixo na IAF!

Parece que o avião nunca foi uma unanimidade dentro da Força!

Tal como o nosso AMX, na época de seu desenvolvimento.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

A Índia passa a impressão de ser um pais muito dividido internamente, com diversos setores empurrando suas agendas e quando tem a oportunidade, desfazem o que seus antecessores fizeram para tocar em frente novas agendas. O processo de aquisição de caças indianos ilustra bem isso. Uma hora, o Tejas é um fracasso que deveria ser abandonado, para um tempo depois ser algo justificável e posteriormente volta a ser desapontador. Enquanto isso, a China traçou um caminho a seguir e o trilha a passos largos, sem bater cabeça internamente sobre o que fazer amanhã. Tornaram-se o grande desestabilizador da região, arranjando… Read more »

Delmo Almeida
Delmo Almeida
Reply to  Clésio Luiz
2 anos atrás

Um dos motivos que facilita pra China manter uma linha coerente é a ausência de um problema que você citou: esses lados com agendas próprias que querem desfazer o que o outro fez. Só tem um lado no poder, com divisões internas, mas é um grande grupo com uma transição suave e planejada. Mesmo se uma divisão dessas crescer em detrimento de outra, não precisa desfazer seu antecessor.

Wellington Góes
Wellington Góes
2 anos atrás

O Tejas tem limitações?! Ao que parece sim, mas não para substituir o Mig-21 a contento, pelo visto ele está bem à frente. Tenho a impressão é que existe muita pressão interna (corrupção) dentro da própria IAF, não para ter um avião mais adequado e sim para terem a oportunidade de ter mais alguns bilhões para barganharem algum trocado por fora. Não faz sentido uma força aérea investir tanto dinheiro na modernização de diversos modelos, fazerem concorrência atrás de concorrência com a desculpa de barganharem mais descontos para, daí, ainda optarem pelo avião que diziam que não era o mais… Read more »

Tiger 777
Tiger 777
2 anos atrás

A Índia tá caçando pelo em ovo!!!
Escolham logo o F-16 ou o Grippen, e terão um caça, em grande quantidade e com armamentos de ponta.
Esta aposta no Tejas é irracional, é tipo querer reinventar a roda…Mas como muitos falaram, tem a questão da propina. Na faculdade tinha um ditado, que falávamos em tom de ironia com os professores ” se podemos dificultar, pra que facilitar” Kkkkkkk, eu acredito que os Hindus seguem este mantra.

strana
strana
2 anos atrás

Acompanho os sites/forums de defesa indiana e relato minha percepção abaixo. Os indianos consideram o Tejas, mesmo na versão atual, claramente superior ao Mirage 2000 e comparável/superior aos F-16A/C da Força Aérea do Paquistão e do Mig-29 da própria IAF. O JF- 17, então, muito atrás. Com os aprimoramentos previstos , a intenção é, sim, que o Tejas possa enfrentar rigorosamente todos os caças de 4,5 geração em um combate ar-ar, embora seja reconhecida a baixa capacidade ofensiva – ataque ao solo – e alcance limitado, daí a razão de caças pesados. O pensamento que o Tejas “é para fazer… Read more »

Delfim
Delfim
2 anos atrás

Agora querem instalar o F-414 no Tejas… comprem logo o F-39E.

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

Bem legal o Tejas. A imagem do Tejas junto com os outros caças ficou bem interessante de perfil.

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

A imagem do Tejas com os outros caças de perfil ficou boa. Eu acho que agora o Tejas engrena.
O comentário foi repetido antes, eu coloquei uma letra a mais no email.

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

È obsessão por 42 esquadrões,se for para fazer frente a Paquistão estão bem a frente,agora para fazer frente a china é outra história.Mas eles esquecem e que a china tem que fazer varias frentes contra japão ,Vietnam.taiwan,etc etc.Os indianos são potência nuclear será difícil lutarem com a china e ambos não jogarem seus artefatos nucleares e ficarem guerreando só no convencional.E o mais importante e que eles tem um bi de pessoas para alimentar e não podem gastar rios de dinheiro com armas.