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F-5M no 1° GDA: começa a instrução no ‘Fox’

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F-5FM em Anápolis - foto FAB

Curso de Formação Operacional adapta pilotos na aeronave F-5M. Pela primeira vez, essa aeronave é utilizada na instrução no Primeiro Grupo de Defesa Aérea

O Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1° GDA) iniciou, nessa segunda-feira (04/04), o Curso de Formação Operacional (CFO) do ano de 2016. O objetivo é adaptar os pilotos na aeronave F-5M, que pela primeira vez, é utilizada pelo grupo na instrução, para o cumprimento das diversas Ações de Força Aérea relacionadas à Aviação de Caça.

“O início do curso marca a retomada plena das atividades do 1º GDA, agora equipado com a aeronave F-5 M. Ao longo do ano, os alunos cumprirão um extenso e criterioso programa de avaliação que inclui provas teóricas, missões em simulador e voos de instrução”, explica o Comandante do 1° GDA, Tenente-Coronel Paulo Cezar Fischer da Silva.

A primeira decolagem foi realizada pelo aluno Tenente Daniel Martins Krüger, tendo como instrutor de voo o Tenente-Coronel Fischer. A aeronave FAB 4808 decolou, às 09h20h, da Base Aérea de Anápolis (BAAN). O voo teve duração de cinquenta minutos e foi realizado conforme o previsto na Ordem de Instrução.

Além dessa missão, os outros dois alunos também iniciaram seus voos de instrução, primeiro passo para o tão esperado voo solo em aeronave da primeira linha da Aviação de Caça.

Durante o curso, que tem duração de um ano, os alunos realizarão missões de interceptação, combate aéreo, navegação por instrumento, entre outras. Com a conclusão, eles receberão a qualificação de pilotos operacionais na aeronave F-5M e estarão aptos a colaborar no cumprimento da missão-síntese da Aeronáutica: “manter a soberania do espaço aéreo nacional com vistas à defesa da pátria”.

F-5FM em Anápolis - foto 2 FAB

FONTE / FOTOS: FAB (1° GDA)

NOTA DO EDITOR: o título original da matéria da FAB é a primeira frase do subtítulo. A referência a “Fox”, em nossa chamada, é ao modelo F-5FM, biposto, visto na foto do alto.

Até recentemente, esse curso de formação para qualificar pilotos operacionais nos caças F-5M era realizado apenas nos esquadrões baseados em Santa Cruz – RJ (1º Grupo de Aviação de Caça) e em Canoas – RS (1º/14º Grupo de Aviação), transformando pilotos de combate de A-29, saídos dos três esquadrões do 3º Grupo de Aviação, em pilotos de combate de F-5M. Para essa formação, após realizar cada novo tipo de missão no simulador, o piloto aluno faz seu primeiro voo nessa missão no modelo biposto (F-5FM), acompanhado de instrutor, antes de voá-la mais vezes no monoposto para cumprir com aproveitamento as horas de voo necessárias a cada etapa do curso.

Como esse curso era realizado apenas nos esquadrões de Santa Cruz e Canoas (outros recebiam pilotos já formados na aeronave e eram dotados só de jatos F-5EM, do tipo monoposto), apenas estes necessitavam do F-5FM em sua dotação. Agora, com o início desse curso também no 1º GDA de Anápolis, há a necessidade de se alocar um F-5FM operacional da FAB a esse esquadrão, dando a conta “justa” da frota atual de apenas três jatos do tipo (matrículas 4806, 4807 e 4808). Para haver um mínimo de folga nessa conta, devido às necessidades de revisões periódicas, é fundamental o término da modernização na Embraer de três exemplares extras do F-5F, adquiridos na Jordânia (matrículas 4810, 4811 e 4812) e cujas células foram revisadas no PAMA-SP (Parque de Material Aeronáutico de São Paulo). Saiba mais clicando nos links da lista a seguir.

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124 COMMENTS

  1. E mais um dia de satisfação em dedicar parte do meu tempo editando este site, e difundindo a discussão sobre defesa, só pra ler mais um comentário produtivo sobre o tema.

  2. A nao é o fim da picada! eu acho errado o que fizeram, por que cargas d’água não trouxeram logo uns gripens do modelo A/B logo para se acostumarem ao envelope de voo deles, pode nao ser igual ao C/D ou ao que vai ser o E/F, chega bem próximo disso e a adaptação não seria complicado depois. Agora vão treinar em F-5 FM e depois de um tempo ter que fazer tudo de novo no gripem…. affff! Adoro o MIKE mas nao achei certo!

  3. Ontem durante a tarde vi um F-5M voar a baixa altura sobre a cidade de Senador Canedo (região metropolitana de Goiânia), foi interessante. Uma peculiaridade que pude notar é que o trem de pouso estava à mostra.

  4. Irônico é que sempre houve uma rivalidade sadia entre os Jaguares e os pilotos de F-5. Aqueles chamavam o F-5 de “avião de papel”. Agora, os Jaguares estão voando o F-5. Como eu sempre digo, o mundo da aviação é uma cebola: é redondo e faz chorar.
    Nunao, realmente, chamar de aeroclube é um desrespeito ao 1° GDA , mostrando o desconhecimento de alguém que, talvez, nunca tenha cruzado os portões da BAAN. Como Jaguar Honorário 126 me incomoda um pouco. Mas, como postei noutra matéria, cada um com sua opinião.

  5. Se é o que disposmos no momento, que seja utilizado em seus limites.
    Eu tb gostaria de cenários melhores, más fico feliz que as coisas andam e com muito profissionalismo envolvido por parte destas pessoas que tanto se dedicam.
    Parabéns à FAB.

  6. Creio que o Luiz Campos não dedicou sua sátira aos Jaguares em si, mas a FAB que, assim como nossas FFAA, não possui real poder militar. A não ser para Paraguai, Argentina, Butão, Vanuatu…
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    Sds.

  7. kkkk não tive a intenção de ferir o orgulho dos valorosos jaguares, mas chamar isso de GDA é ridículo. …. F-5M e estarão aptos a colaborar no cumprimento da missão-síntese da Aeronáutica: “manter a soberania do espaço aéreo nacional com vistas à defesa da pátria”. “menas” né .minha gente.

  8. Ta tudo errado… aff…….., Era preferivel deixar o miragens 3 voando do jeito que estavam com horas de celulas sobrando ainda do que isto.

  9. Rinaldo Nery 10 de abril de 2016 at 11:12
    ________________________________________________________________________________Cel, Até eu acho normal um Esquadrão como o Jaguar (1o GDA), “separado” dos outros esquadrões de caça da FAB, acostumados à voarem a mais de 30 anos num jato de alta performance e mais pesados como os Mirage e de repente terem que voar num jato mais leve e com menos performance se estranharem. Por que a FAB não arrenda alguns Gripens C/D da Solth African que estão estocados, por falta de verba, devido suspeitas de corrupção, inclusive até de seu presidente que teve seu nome envolvido no escândalo da Panamá Papers?. Um esquadrão de Gripens (12 aeronaves) , já tava bom de mais.

  10. Rapaz, isso não é perder tempo?
    Melhor não seria mandar o 1 Gda para Suécia treinar no Gripen com os Suecos.
    Quando estiverem prontos daqui um ano arrenda uns poucos por um breve período?
    Sou leigo, mas isso não faz sentido.

  11. É complicado a posição da FAB,porque quem manda nas forças, é o governo.O complicador é o porquê, não foi comprado um lote de 70 F-16?, Dez para o 1 GDA,e o restante para o resto da FAB.Desse jeito essa pendenga,tava resolvida há muitos, sem necessidade de Gripens nenhum.Inclusive sendo ventilado, em 2013 aqui mesmo no poder aéreo.Agora respeitar esse lema de manter, a soberania do espaço aéreo nacional,com F-5 é dose,com vistas à defesa da pátria.E quem vai defender, os cara dos F-5?

  12. Dada a situação não seria mais interessante de um ponto de vista de custo/benefício, extinguir o 1ºGDA e substitui-lo por um dos esquadrões do 1º Grupo de Caça, transferindo-o completamente de Sta Cruz p/ Anápolis????
    Teríamos ao menos uma melhor distribuição geográfica (BACO; BASC; BAAN) do efetivo disponível, do que a concentração de meios existente hoje.

    • “Mauricio R. em 10/04/2016 às 15:48
      Dada a situação não seria mais interessante de um ponto de vista de custo/benefício, extinguir o 1ºGDA e substitui-lo por um dos esquadrões do 1º Grupo de Caça, transferindo-o completamente de Sta Cruz p/ Anápolis????”
      .
      “Duanny D. em 10/04/2016 às 15:54
      Maurício R. Faz sentido, inclusive não ter feito isso em 2015 implica crime de responsabilidade.”

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      Maurício e Duanny, boa tarde.
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      A antiga divisão do 1º GAVCA em dois esquadrões, “Jambock” e “Pif-Paf”, há vários anos só existe na tradição (competitividade interna) e no código-rádio, dividindo metade dos pilotos como Jambocks e a outra metade como Pif-Pafs.
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      O Grupo funciona como um único esquadrão, a estrutura é a mesma, por exemplo, do 1º/14º GAV, com praticamente o mesmo número de aeronaves, de pilotos, de pessoal de apoio etc. Então não existe “um dos esquadrões do 1º Grupo de Caça” para mandar para Anápolis, pois hoje o 1º GAVCA é um esquadrão só. Assunto já debatido aqui inúmeras vezes e que faz parte de matéria da revista Forças de Defesa número 6.
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      Da mesma forma, não tem como existir “crime de responsabilidade” em não mandar para Anápolis algo que não existe (um segundo esquadrão, já que é um só), o que já era realidade bem antes de 2015.
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      1º GAVCA com dois esquadrões, na prática, é algo que não existe mais desde pelo menos a modernização do F-5, é coisa do século passado. Só restou a tradição nos códigos-rádio, brasões, bolachas etc.

  13. Duanny D. 15:37
    “Melhor não seria mandar o 1 Gda para Suécia treinar no Gripen com os Suecos.
    “Quando estiverem prontos daqui um ano arrenda uns poucos por um breve período?”
    – Acho que não há aeronaves disponíveis para arrendamento, depois haveria todo um gigantesco custo de treinamento de pilotos, mecânicos, técnicos, aquisição de estoque de peças, ferramental, etc, que boa parte não seria aproveitando para os novos Gripen.

    Seal 15:20
    “Por que a FAB não arrenda alguns Gripens C/D da Solth African que estão estocados?”
    – Os Gripen sul africanos tem configurações diferentes dos suecos, de resto vale o que coloquei acima para o Duanny.

  14. Sinceramente, apesar de tudo (…) a FAB ainda é supersônica. Além disso, apesar do Mirage 2000 ter mais potência , a aviônica é inferior a F5-EM. Claro que o ideal seria Gripens alugados, mas, precisamos fazer uma olimpíada….

  15. Quer dizer que os 3 modelos de treinamento ainda não ficaram prontos !, a coisa está pior do que eu pensava, os caras devem estar esperando alguns F5 darem baixa para reaproveitar a eletrônica e tem gente falando em F16, F18 ou Gripen, na verdade acho que vai faltar F5.

    • Cara, eu deixo brincar sem problemas, eu mesmo faço brincadeiras e piadas com frequência, mas sei lá, acho que hoje acordei azedo e sem muita paciência, tendo que fazer meu imposto de renda.
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      Esperava ver uma discussão razoavelmente produtiva quando repliquei esta matéria da FAB e coloquei uma nota do editor com informações para estimular o debate. Alguns estão procurando debater o assunto produtivamente.
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      Mas a discussão não levará a lugar algum, com brincadeiras saudáveis ou não, se ficar baseada em pressupostos errados, do tipo “mandar um dos esquadrões do 1ºGAVCA”, ou comparar curso de formação de pilotos de caça da primeira linha, voltado a tenentes já formados como líderes de esquadrilha e com centenas de horas de voo operacional de A-29, com instrução de aeroclube.

  16. Eu como ando quebrado há pelo menos uns 30 anos não tenho muito problema com o Leão e isso não me deixa nervoso. Hoje mesmo se eu gastar toda a minha poupança pra comprar veneno e tomar não fico nem tonto.

  17. Boa tarde como não fui não servi na FAB , vou dar minha opinião de um ” infante de pelopes” que aliais o o conceito do pelopes surgiu na FAB , depois foi para o EB ,bem vamos lá gostei da matéria dai esse treinamento seria tipo uma fase final ? não sei como e cronograma da FAB , tipo seria depois do piloto aprender a voar em aviões de hélice igual tucano esse é ultimo estagio correto ? após isso o aviador estaria apto a operar um avião de caça correto ? só uma coisa que não concordo é com os devaneios de alguns por aqui dizendo que não seria mais fácil mandar os caras treinarem lá na Suécia com os Gripens , já imaginaram o custo disso pessoal ? fora a logística e a disponibilidade da Força Aérea Sueca ceder aviões para isso ? sou leigo repito novamente mas acho que um piloto da FAB quando termina o curso de piloto de caça no F-5 , já vai estar em condições de operar o Gripen , só passando por um período de adaptação com esse novo avião .Abraços !!!!

  18. Centenas de horas em A29 e F5 não faz de ninguém um caçador do século XXI. Acho que a notícia foi redigida com ufanismo exagerado. Diante do nível dos comentaristas sou o mais leigo, mas não sou totalmente besta.

  19. “1º GAVCA com dois esquadrões, na prática, é algo que não existe mais desde pelo menos a modernização do F-5, é coisa do século passado.”
    .
    Ótimo melhor ainda, então tudo aquilo que exceda a dotação padrão de esquadrão, digamos 12 células exceto os biplaces, transfere p/ Anápolis.
    Nas atuais condições de temperatura e pressão não há ameaça a vista, que justifique mais que 12 células em Sta Cruz p/ a defesa aérea da região sudeste.
    Até pq o esquadrão “Adelphi” está sediado nesta mesma base.

    • “Mauricio R.em 10/04/2016 às 17:43
      “1º GAVCA com dois esquadrões, na prática, é algo que não existe mais desde pelo menos a modernização do F-5, é coisa do século passado.”
      .
      Ótimo melhor ainda, então tudo aquilo que exceda a dotação padrão de esquadrão, digamos 12 células exceto os biplaces, transfere p/ Anápolis.”

      .
      Mas é por aí mesmo o que está acontecendo.
      .
      Como a frota atual de F-5EM (monoposto) é de 43 unidades, e deve-se descontar os que são mandados para revisão nível parque no PAMA-SP (costuma ter em média uns sete monopostos simultaneamente nos vários estágios nessas revisões, entre os que entram e saem), sobram uns 36 F-5EM, pouco mais, pouco menos, conforme a ocasião, para distribuir por quatro esquadrões.
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      Dá pra ter uma dúzia de F-5EM em Canoas, uma dúzia em Santa Cruz, meia dúzia em Anápolis e meia dúzia em Manaus, ou algo próximo a isso, com a frota atual.
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      Mas acho (palpite) que a intenção é deixar com o tempo a divisão mais ou menos equilibrada entre Canoas, Santa Cruz e Anápolis, incluindo na conta os bipostos F-5FM (os três atuais mais os três que se pretende terminar de modernizar, variando assim a disponibilidade entre um e dois bipostos em cada um desses três esquadrões, conforme entrem e saiam de revisão), mantendo só um punhado de monopostos em Manaus, senão não faria sentido receber em Anápolis pilotos de A-29 para fazer o curso de formação que começou a ser feito lá agora.
      .
      Lembrando sempre que, dos números em serviço nos esquadrões, uma parte está sempre indisponível por entrar nas chamadas revisões intermediárias, feitas nas próprias bases (300, 600, 900 horas).

  20. Alexandre, o Tenente, depois de formar-se Líder de Esquadrilha da Aviação de Caça num dos Esquadrões do Terceiro Grupo, que voam A-29, ele estará apto a ser movimentado para um dos Esquadrões da chamada primeira linha. Lá, ele fará o curso na nova aeronave, que é o tema desta matéria. No F-5EM ele aprenderá novas coisas, como, por exemplo, o combate BVR.
    Luiz, como você é leigo, não sabe que durante as Operações CRUZEX, voando ao lado de Forças Aéreas de primeiro mundo (França, EUA), nosso caçadores combateram da mesma forma como aqueles. Inclusive, estivemos na Red Flag em 2008, e não passamos nenhuma vergonha, voando contra F-15 e F-16. Como você não é da FAB, não tinha como saber.

  21. Vou chutar que a FAB não tem dinheiro suficiente pra pagar as diárias fora de sede, ou comissionamentos, para os alunos realizarem o curso noutra Unidade. Tá feia a coisa.

  22. se minha opinião vale de alguma coisa, o que observo é que A-1, modernizado ou não , NÃO SERVE PARA MISSÕES DE INTERCEPTAÇÃO. avião lento, para voar quanto para aprestar em caso de acionamento real. o F-5 em menos de 10min está no ar. nesse tempo, o A-1 nem saiu do hangarete. e quanto a essa ideia de mandar pilotos à Suécia, acho loucura. a FAB já está fazendo altas economias, imagina pagar horas de voo a outra força aérea em aeronaves que não pretende possuir. isso sim é dinheiro jogado fora.

  23. Aproveitando a participação de tantos ilustres comentaristas nesse domingo quente ( em Brasília, pelo menos), o custo de um leasing aos gripens sul africanos ou da versão A/B dos suecos seria tão inviável tendo em vista o custo-benefício da operação? São aeronaves diferentes do NG, mas temos que concordar que o nivel de adestramento ao NG seria muito superior que o adquirido com os F5. Uma hora os pilotos da FAB terão que entrar no século XXI, será que a transição para o NG não será mais “dolorida” se não houver uma preparação anterior em solo brasileiro? Será que alguns pilotos que testaram e testarão in loco o gripen C/D sueco conseguirão passar essa experiência para os pilotos que aqui estão? O país está quebrado, mas a operação de um caça novo é de extremo interesse nacional, então se não há cash para essa destinação, que sejam cancelados outros programas, sejam da FAB ou não. Tenho certeza que a dotação de um esquadrão de caças nesse momento seria muito mais importante que a construção dos caríssimos helicópteros franceses, por exemplo. Se não há grana, construam só metade deles e o resto manda pro aluguel da FAB.

    Quanto aos F5, poderiam mandar pelo menos uma duzia e meia para Manaus, pra ficar de olho nas movimentações do maduro.

  24. Obrigado por Cel Nery por esclarecer minhas duvidas , quanto ao questionamento do caro Felipe Morais sobre testar o Gripen loco já foi realizado a FaB já mandou eles fazerem essa adaptação na Suécia inclusive já foi tema de várias matérias sobre isso aqui no blog , com certeza eles estarão aptos a serem instrutores e fazerem a transição do Mike para o Gripen
    Abraços !!!!

  25. Deixa eu ver se eu entendi…

    A FAB mandou uma turma para a Suécia, para aprender a usar o Gripen C que seriam alugados, comprados, emprestados ou sei lá o que seria feito…

    Só que fez isto antes de ter $$$$$$ para alugar/comprar/emprestar os Gripens e antes dos suecos garantirem que teriam células disponíveis..

    Não foi um pouquinho de precipitação mandar os aviadores antes de estar tudo garantido ?

    Agora vão voar de F5M até Deus sabe quando e a grana investida neste treinamento jogada no lixo…

  26. “Fernando “Nunão” De Martini 10 de abril de 2016 at 18:20
    Dá pra ter uma dúzia de F-5EM em Canoas, uma dúzia em Santa Cruz, meia dúzia em Anápolis e meia dúzia em Manaus, ou algo próximo a isso, com a frota atual.”

    Considerando que, pelo menos teoricamente o Brasil não enfrenta ameaça iminente de nenhum de nossos vizinhos, parece que a região mais quente são nossos vizinhos amazônicos e considerando a atual situação da FAB, não seria mais prudente manter Manaus mais reforçada ao invés de, Por exemplo, Canoas? – Não parece haver nenhuma ameaça (séria) vinda dos vizinhos do sul.

  27. Eu tinha dito que isto iria acontecer. A dotação será de cinco ECOs e um FOX, e levantem as maos para o ceu, poidvai assim até começarem a cair.

    G abraço

  28. Desculpem, sei que é repetitivo, mas só existe uma aeronave de caça no mercado condizente com o tamanho continental do espaço aéreo brasileiro. O nome dele é FLANKER. Todos os outros são pequenos demais ou não estão a venda.

  29. A nossa FAB mais uma vez tirando leite de pedra. Dúvido que em outras forças aéreas de países considerados avançados tenham desenvolvido tamanha capacidade de adaptação, criatividade e dedicação. Talvez a Força Aérea de Israel tenha sido a inspiração desses conterrâneos brasileiros e que nos fazem sentir esperança de, um dia, administradores que nos permitam um Brasil melhor, mais sério e mais responsável. Os últimos 22 anos de governos foram terríveis para a FAB e para as demais forças. Irresponsabilidade (para não dizer pior) dos governos FHC, Lula e agora Dilma. Mas nada é eterno….

  30. Obrigado ao Rinaldo e Nunhao,
    Vozes de conhecimento no meio de um deserto de ignorância, putz!!! Cada uma!!!! Não estou criticando os leigos e recem chegados ao mundo da Aviação!!!

  31. Mauricio R. 10 de abril de 2016 at 16:00 OFF TOPIC…, mas nem tanto!!!_______achei engraçado a parte do “Down Wash Impact”, voo pairado sobre a água. Coitado do soldado que for esperar um resgate do MI-26!! Tem hora que é melhor descontrair um pouco!!!.

  32. Aparentemente o F-5 cumpriu bem sua missão na FAB. Surgiu como o Gripen dos anos 70, uma aeronave moderna que reunia as características de combate necessárias à época. Na primeira década do século, possibilitou à FAB ensaiar sistemas de data link, mísseis BVR e utilização de contramedidas. Como laboratório, a aeronave serviu como treinador para atualizar pilotos e controladores nas modernas técnicas de combate. No entanto, é notório que hj a aeronave é apenas um excelente treinador.

  33. Esta ai uns dos links da matéria sobre pilotos da Fab treinando na Suécia
    http://www.aereo.jor.br/2015/05/29/pilotos-da-fab-compartilham-experiencia-de-voar-o-gripen/ , tem mais umas “300” outras aqui no blog falando sobre isso , dai tem horas que realmente não entendo alguns membros que comentam por aqui , fazem criticas sem base alguma de nada ,nada construtivas que vão não servir de base para futura discussões , tipo por exemplo ficam reclamando eternamente que ainda usamos os F-5 (sabendo que novo vetor vem ai) , reclamam que estamos formando os pilotos no F-5(sabendo que não temos no momento outro vetor para superioridade aérea) , reclama de gastar grana para enviar pilotos na Suécia( alguém tem que treinar é um procedimento que se leva tempo ) .Abraços !!!!

  34. Quanto a substituição do F-5, faltam muitas respostas. Sem entrar no mérito do dinheiro vamos apenas divagar sobre os sistemas associados à compra 1. Existe vontade política para utilizar/ adquirir sistemas bélicos aeroespaciais de ponta 2. Existe vontade para desenvolver e vender tais sistemas?/ Para se utilizar uma aeronave de ponta é necessário Comando Controle e Comunicações de ponta então: 3. Quantas aeronaves são necessárias? 4. Qual o nível de integração de sistemas e data link? 5. Qual o satélite militar que vai consolidar o comando e controle das operações? 6. Qual o armamento associado? 7. Qual o tamanho e qualidade da cobertura radar: radares 3d de solo, AWACS, radares móveis (comunicações associadas)? 8. Sistemas Anti Aéreos de apoio (igla não conta, FL 400 ou mais)?. Em resumo só nesse pequeno brain storm as cifras já devem ter alcançado algo próximo a trilhão. E aí, quanto se está disposto a gastar e para que?

  35. Bom, sempre quando eu vejo comentarem sobre leasing de gripen para FAB vejo respostas como “o Brasil não tem cash”, “ficaria caro demais” ou “não adiantaria pois o NG é totalmente diferente”.
    Pois bem, como sou leigo, gostaria de uma resposta com argumentos de, como disse acima, por que não seria benéfico o gripen tampão.
    Inicialmente, cumpre registrar que não há mais o risco de o “tampão” virar definitivo, vide mirage 2000, pois o contrato do NG já está em execução, a não ser que aconteça uma reviravolta muito grande.
    Além disso, desconsiderarei o tipo de contrato, se leasing ou horas-vôo ou outro.

    Segundo o próprio PA, o custo anual do contrato de leasing de 12 gripens C/D da Hungria é de cerca de US$ 130 milhões. O custo do treinamento seria cerca de 8 milhões de obamas. Considerando esse valor, um contrato de 05 anos ficaria em US$ 690 milhões. Considerando custos extras e armamentos, podemos considerar uns US$ 800 milhões. Convertendo em reais ficaria algo em torno de R$ 2,9 bi ou R$ 580 mi por ano de contrato. Acredito que esse valor seria o teto, já que podem ser negociados alguns descontos. Uma nota à matéria do PA ainda diz: “A Hungria recebeu também um acordo de compensação (offset) no valor de 110 por cento do custo dos caças. ”

    Ok. As opções seriam:
    1) Gripen C/D Suécia (improvável pois o urso ta na porta);
    2) Gripen C/D África do Sul (Estocados por falta de recursos);
    3) Gripen A/B Suécia.

    – Em relação ao interesse das partes envolvidas:
    1) Brasil: Supriria a baixa dos Mirages / Treinariam os pilotos em uma plataforma semelhante, no mínimo 50%, ao NG (acredito que mesmo o sul africano) / Traria a FAB ao século 21 quanto à aviação de caça;
    2) Suécia: Veria seu caça voando em céus sul americanos deixando os vizinhos com vontade de gastar cash/ Satisfaria em parte seu cliente cumprindo parte das tratativas antes do contrato / Teria um parceiro de desenvolvimento mais tranquilo quanto a eventuais descumprimentos de prazos / Adiantaria os processos de treinamento;
    3) África do Sul: Ganharia uma grana para manter o resto da frota ativa/ Reforçaria a parceria com um parceiro importante.

    – “O Brasil não tem Cash / ficaria caro demais”: É verdade, mas se vira nos trinta:
    1) Somos gigantes, será que realmente se apertar não acha esse troco?
    2) Não tem mesmo? Os Suecos não podem disponibilizar o C/D? Então tenham vergonha na cara e pelo menos aditem esse contrato e incluam esse valor ai no financiamento final;
    3) Ixe, estamos sem credibilidade pra nada, aperta as contas, faz mais um esforço, desiste do WAD, faz vaquinha no quartel.

    – “Esse não é momento. Ninguém liga pra defesa, só política”:
    Concordo em parte. Mas a verdade é que esse governo nunca esteve tão fragilizado e conta com os militares em caso de “golpe”. Então talvez seja o exato momento de jogar duro e fazer exigências. Afinal, não é só em exigências em que se trata da política brasileira?

    É isso. Gostaria principalmente das opiniões contrárias ao tampão mas com argumentos.
    Na minha opinião é preocupante que a FAB só tenha o F5 para caçar. Um território tão grande e rico assim não merece isso. E o pior, a cada ano que passa perdemos mais o papel de líder da região.

    Tenho certeza que com 12 gripens em Anápolis e 24 F5 em Manaus, o Maduro iria se preocupar com o papel higiênico da Venezuela ou a falta dele.

  36. No comentário acima citei valores do contrato de leasing da Hungria.
    O contrato de leasing com a República tcheca foi de 142 milhões de reais por ano. Considerando esse valor como parâmetro, com os cerca de 25 milhões por ano de treinamento, ficaria uns 170 milhões por ano. Por 5 anos, 710 milhões de reais. Considerando gastos extras e armamentos, de 1 a 1,5 bilhões de reais ou de 200 a 300 milhões de reais por ano.

  37. Nos comentários da matéria da rep. tcheca tem um link que diz que foram comprados 200 Derbys e 200 python 4. Tempos atrás anunciaram a compra dos primeiros armamentos do NG. Então, no caso, para “ficar de boa ” na América do Sul, acho que nem seria necessário um gasto tão alto com armamentos para o tampão. Isso ai dá pro gasto.

    E desculpem pelos 70 comentários, rs.

  38. Felipe Morais,
    Não há dinheiro para investir em nada. O país quebrou. Todo o recurso da FAB está sendo usado para custeio, e não tá dando para pagar tudo.
    O deficit primário esse ano será, se tudo der certo, de 102 bilhões de Reais. Repito, o país quebrou.

  39. ja que não ha G ripens disponíveis não daria para arrendar uns seis F16 enquanto os G ripens não chegam?
    deve haver f16 aos montes ao redor do mundo. vai que alguma força aérea esteja querendo fazer economia. 10 milhões por avião – arrendamento de dois anos. estaria de bom tamanho?

  40. Rinaldo Nery, “Luiz, como você é leigo, não sabe que durante as Operações CRUZEX, voando ao lado de Forças Aéreas de primeiro mundo (França, EUA), nosso caçadores combateram da mesma forma como aqueles. Inclusive, estivemos na Red Flag em 2008, e não passamos nenhuma vergonha, voando contra F-15 e F-16. Como você não é da FAB, não tinha como saber.” Suspende a compra dos Gripens que a FAB está ótima. rs….

  41. Não devíamos ter feito,o FX lá atrás e sim compras de prateleiras,pois desde aquela época já sabia quê ia dar problema.Míseros 36 caças para esse mimimi todo.Um país entulhado de corrupção igual ao Brasil não deve de se meter a fazer,um processo de compras de fio dental,quanto mais avião para a caça.Quem trabalha, ou já trabalhou no serviço público, sabe do quê tô falando.

  42. Felipe Morais, infelizmente não é bem assim, os números que tu citastes para República Tcheca e Hungria incluem quantas horas de voo /ano???/ Inclui que tipo de apoio de logístico???? Que tipo de apoio para armamento?????
    Não sabemos não é mesmo.
    Amigo, ter ou comprar não significa poder manter e operar.
    Ter 10 Gripen na BAAN não mudar pic…nenhuma, e te digo mais, ter os 36 NG também não vai mudar porr……… nenhuma se a FAB não mudar rapidamente.
    Porque 2?3 da frota de R 99 está na chon?????
    Porque, em breve, 70% da frota de P 3 vai ficar na chon????
    Porque 60% da frota de C 130 está na chon?????
    Porque aquele C 295 acidentado não deve voltar tão cedo, a não ser por fruto de canibalização de outra célula com horas de voo chegando perto do IRAN???/
    Porque, novamente: Ter ou comprar não significa manter e operar….

    O contrato do NG está a passo de tartaruga, porque?

    Porque tem processos dentro do contrato que não estão cobertos pelo financiamentos e que precisam de contra partidas que estão atrasadas e sem nenhum perspectiva de liberação.
    E isto não vai mudar, nem mesmo com a queda eminente do atual desgoverno Brasil, isto só vai mudar com uma nova mentalidade dentro da FAB, uma nova realidade e com a priorização da missão constitucional.

    G abraço

  43. Eu sou um entusiasta,porém tenho conhecimento para falar quê, é impossível com a idade de nossos vetores no caso do F-5,ele entre em “combate”, fazendo manobras e acompanhando F-15 e F-16 nos exercícios,posso até imaginar os americanos, sentado no F-15 rindo por de trás da mascara tirando sarro. Se eu fosse piloto e chegasse num exercício nível Otan, de F-5 eu sentiria vergonha! Mas respeito a opinião,de quem esteve lá.

  44. Eu sou um diletante em aviação, mas me incomoda mais o fato de nossos vizinhos passarem a ter uma retórica mais agressiva perante nossos fatos políticos, e não possuirmos vetores suficientes, em números e em capacidade. Assim, “manter a soberania do espaço aéreo nacional com vistas à defesa da pátria”, mesmo com a qualidade de nossos caçadores, é um exercício de risco.
    Sem dizer que não falta gente apátrida porraí que adoraria que o PT se mantivesse no poder com apoio militar externo. E não faltam melancias em Forças armadas, Policiais e no Itamaraty.
    Agora não dá mais tempo pra nada, 17/04 tá aí e se ELA for apeada, só nos falta cruzarmos os dedos.

  45. Dia desses aqui no PA foi publicada a resposta da FAB a um questionamento sobre o número de F-5 modernizados e a resposta foi que foram entregues 47 aeronaves, faltando duas. Deduz-se, portanto, que um dos F-5F ex Jordânia já teria sido entregue, faltando so outros 2 F. Nunão, ou alguém, poderia confirmar essa informação dada pela própria FAB? Lembrando que só os F joradanianos serão modernizados. Os E não serão modernizados, tendo um deles já virado monumento.

  46. Bem sobre o F-5 fazendo manobras e acompanhando os F-15 e F-16 , não posso posso opinar se consegue ou não , pois não tenho conhecimento técnico para isso e nem servi na FAB com piloto de caça , sou apenas um “infante burro ,pé de poeira” , mas prefiro acreditar e dar total credito as informações do CEL. Nery , que vestiu e honrou a farda da FAB , por longos anos , prefiro sempre depoimentos de quem vivenciou a coisa na prática do que meras suposições e “achismos ” .Abraços !!!

  47. Não é questão de “achismo” meu caro Alexandre Samir. Se alguém com licença dos EUA, montasse um F-5 hoje! Zero,aí é outra coisa,agora os F-5 do Brasil, com as matérias quê lemos aqui,no poder Aéreo,e principalmente as fotos dos jordanianos quando aqui chegaram,dá para ver o nível dá coisa.A manutenção dos F-5, é muito boa quem faz o serviço, conhece bem o avião.fora quê no Brasil eles voam pouco,Um uso severo como na Síria, mostraria suas deficiências logo.Também respeito as informações do CEL. Nery.

  48. Não adianta pessoal, sem dinheiro para a FAB não tem como manter a frota. Uma pena, pois, o “táxi aéreo vip” não deve estar sofrendo deste mal.

  49. Nunão, me enganei, pois a informação que colquei foi obtida na última edição da revista Asas (nº 89, pág. 8), e não no PA. A fonte, segundo a revista, é o Cecomsaer.

  50. Mas a informação é de que foram entregues 47 aeronaves, faltando 2. Logo, deduz-se que o primeiro F jordaniano já foi entregue. Nunão ou Juarez, tem como confirmar isso junto à outra fonte dentro da FAB?

    • Flanker, boa tarde. Hoje ja enviamos uma serie de perguntas para a FAB sobre o assunto. Quando tivermos as respostas, publicaremos.

  51. As opiniões, por serem pessoais, embutem, na maior parte das vezes, o ¨achismo¨. Me incluo no grupo, às vezes. O que acontece, é que alguns deixam transparecer um escárnio, ou até uma mágoa por no passado não terem sido aprovados no concurso da EPCAR/AFA, talvez.
    As fraquezas da nossa Força Aérea não são escolhas dela própria, pois como já postou o Justin (bem postado, como sempre), o GF precisa prover às FFAA os meios necessários ao cumprimento da missão constitucional. Ou seja, dinheiro, verba orçamentária.
    Juarez já explicou acima. Só tem dinheiro pra custeio: contas de luz, água, telefone, material de expediente, gasolina e pneu pras viaturas, comida etc.
    Muito bacana se recebessemos os C/D via leasing. Era o planejado, mas não se concretizou.
    Dizer que o piloto norte americanos no F-15 ¨ria por baixo da máscara¨ é de uma primariedade sem tamanho, Me desculpe, mas é. Comentário típico de quem não tem a mínima noção do que é um exercício internacional do porte da Red Flag. Nem sabe o significado da palavra profissionalismo.
    A FAB tem tirado leite de pedra do F-5EM. É o que tem pra hoje, e não porque ela queira.
    Vou falar de novo: com o dinheiro desviado do Petrolão dava pra comprar e manter o F-22. US$ 58,000/hora de vôo.
    Ah, e por favor, não venham de novo dizer que não tem dinheiro por conta das pensões das filhas. Essa já deu.

  52. Zmun ( 11 de abril de 2016 at 15:19 );

    Concordo… O que foi gasto nos M-2000 ( 80 milhões de Euros, se não me engano ) poderia muito bem ter rendido um outro lote de uns doze F-5E, e ainda ia sobrar um troco pra modernizar alguns na época… Somado aos jordanianos, haveriam máquinas pra equipar o GDA e deixar os demais com alguma folga de material…

  53. Então é sempre a onde quis chegar,são essas coisas, ditas de forma ou é oito ou oitenta quê norteia o debate.Com o dinheiro desviado,de todo o roubo dava para a gente tá voando de F-35,mas como já foi dito,leiam a matéria poder aéreo (1 de dezembro de 2009).Mas as fotos da red flag, quando o Brasil participa,falam por si só, sem precisar está lá.Só cego não vê,não vê pois não enxerga,pior tem gente quê vê ,e não enxerga.

  54. Em 2008 eu estava procurando fotos do F-5 no google e foi então que descobri o PA,não lembro bem mas a matéria era sobre os F-5 da US Navy.
    Desde então acompanho o PA,e todos nós sabemos como os governantes estão c…..e andando pra defesa do Brasil.
    Eu gosto do assunto defesa em especial as forças aéreas,em 2001 eu tinha 15 anos e fiquei impressionado com o poderio aéreo americano,assim como gostei de ver a força aérea russa atuando na síria,gosto de aviões americanos,franceses,britânicos,chineses,russos,suecos e por aí vai,não consigo entender como tem pessoas que discutem e brigam por aviões só porque não são de determinado país.
    Eu moro em São Leopoldo uma cidade a uns 20km de Canoas,e queiram vocês ou não cada vez que vejo um F-5 cruzar sobre a minha cabeça eu fico muito feliz,as vezes eu nem enxergo mas apenas o som de suas turbinas já me deixa emocionado,claro que eu queria um vetor mais capaz e aposto que a FAB também mas estamos no Brasil amigos.
    Vamos respeitar mais a FAB e seus profissionais e parar um pouco com esses mi mi mi…..
    Desculpem o longo texto.

  55. Segundo o raciocinio de alguns aqui, quem critica a pedofilia é um pedofilo frustrado. Alem de demosntrarem uma ideologia estatolatra onde funcionario publico tem melhor qualificaçao que o da iniciativa privada. Depois querem ter moral de tirar o PT do poder.

  56. Não estou questionando a escolha do Gripen NG, na ponta do lápis são os melhores, mas contando que não aparecessem ameaças no horizonte até sua incorporação. Um tampão pra equipar o GDA é necessário, mas escolheu-se aproveitar o F-5M por contenção.
    Mas a vida é uma caixinha de surpresas, e como disse o grande estrategista Mané Garrincha, foi combinado antes com os adversários ? Agora é com o que se tem.

  57. Senhores, eu deixo o debate técnico para pessoas de vivência no assunto,porém toda via entretanto, como brasileiro olho essa foto dos pilotos se encaminhando para a aeronave, bate uma tristeza na minha pessoa, não me sinto seguro,nem pelo ar,mar ou terra. E digo que não pelo empenho dos profissionais das forças mas pelo oque virou esse outrora” país “do futuro. Lamentável.

  58. Parece que acabei acertando o “bulls eye” de alguns. De dois, pra ser mais exato. Comentários em tom de deboche não dá pra tolerar , não. Tenho certeza que os editores pensam igual.

  59. Somente o A-1M poderá ter alguma capacidade de defesa aérea como missão secundária ou terciária. Pois a versão antiga demora XX minutos para que se alinhe seu sistema inercial de navegação e possa decolar. Tempo impossível para um alerta de defesa aéreo por exemplo. Além do mais, os não modernizados não tem a capacidade de disparar mísseis nos seus lauch rails. Sem falar em radar. Que mesmo o da versão modernizada é um projeto da década de 80.

  60. Profissionalismo x Ética x Educação.

    Ninguém que tenha o mínimo de profissionalismo, vai fazer nada menos que o esperado em qualquer tarefa que lhe seja designada, sendo com uma outra empresa, equipe ou força armada menor treinada, educada ou com profissionais menos experientes. Faz parte do aprendizado também para a instituição “maior”, saber lidar com uma “menor”.

    Seria muita falta de educação, fazer qualquer comentário jocoso em relação as maneiras de ambas as instituições ou o comportamento em específico de algum(ns) profissional(nais) durante o intercâmbio.

    Falta de ética é tecer os comentários menos elogiosos em público após ou durante o intercâmbio…

    Porém…

    Em ambiente fechado os comentários mais críticos ao comportamento e capacidade profissional de outros, são feitos abertamente dentro da equipe que participou do evento. Até porque isto faz parte da análise pós evento.

    Se é anti-profissional os americanos criticarem os brasileiros, que vivem em termos de equipamento e experiência profissional anos luz atrás deles. Diga-se de passagem com exceção dos Wikileaks da vida, nunca os vi tecendo estes comentários sobre estrangeiros de forma tão crua.

    Também não é profissional por parte dos brasileiros como milhões de vezes li aqui no aéreo mesmo de fabianos, ex-fabianos, marinheiros, ex-marinheiros e dos atuais e ex-usuários da farda verde-oliva, que a Venezuela não é ameaça real ao Brasil, porque não tem doutrina, treinamento, etc…

    Ou que o Chile não rivaliza com o Brasil pelos mesmos motivos…

    Na hora dos vamos ver não sei até quando esta doutrina superior iria segurar uma força tecnicamente melhor equipada.

  61. com o q roubaram no petrolão dava para termos 5 porta aviões nucleares com grupos embarcados de sea gripen ou f18 daria tbm para termos uns 20 f22 e outros… resumindo….

    o brasil não é um país sério !
    Le Brésil n’est pas un pays serieux

  62. Estava pesquisando e descobri que dos 11 F5 comprados entregaram 1 em 2014, os outros 2 de treinamento serão entregues no final de 2016.

    Quer dizer, o FAB tem que priorizar os recursos no programa F5 M, está demorando muito, já são quase 10 anos, tem que organizar uma força tarefa e colocar os outros 8 na linha de modernização, sei que alguns concordam comigo em dizer que o F5 é o que temos para hoje, em combates simulados nos EUA não fizeram feio não, graças a ele os pilotos estão voando.

    Vejam só, em 2005 perdemos 36 Mirages, entre 2006 e 2010 a FAB tinha 12 Mirage 2000, em 2014 os M2000 deram baixa,somando apenas 1 F5 M de treinamento. Com essa conta rápida podemos perceber que estamos no vermelho em numero de caças comparado a 10 anos atrás.

    Na minha opinião colocaria os F5 no Rio Grande do Norte, ali é onde os pilotos aprendem técnicas de combate, já treinam no Super tucano por lá, fica melhor.

    Foi ótimo a Venezuela violar o nosso espaço aéreo, quem sabe assim o caras se tocam.

    • “André Lourenço em 12/04/2016 às 12:11
      Vejam só, em 2005 perdemos 36 Mirages”

      .
      André Lourenço, boa tarde.
      .
      Nem mesmo a frota total de caças Mirage III recebida pela FAB entre os anos 1970 e 1990 chegou a 36 aeronaves.
      .
      O que havia em 2002 era pouco mais de uma dúzia de remanescentes do total de 32 incorporados ao longo dos anos (16 novos do primeiro lote contratado em 1970 e outros 16 usados adquiridos em pequenos lotes posteriores, para cobrir as diversas perdas por acidentes)

  63. Rinaldo Nery 11 de abril de 2016 at 14:34

    Com muito respeito Coronel* (estou certo?),

    “um escárnio, ou até uma mágoa por no passado não terem sido aprovados no concurso da EPCAR/AFA, talvez.”

    Realmente.. Esse foi no bulls eye.

    Apesar de eu ter tentado um concurso bem mais simples, que no caso foi a EsSA é a maior frustração de toda minha vida. Não é engraçado.
    Eu teria dado um olho e os polegares por isso.
    Os créditos e a responsabilidade por isso não são dos meus pais, que não puderam me colocar numa escola particular, ou por eu não ter tido a oportunidade de estudar e ter sido preparado adequadamente por uma escola militar.
    Ao contrário de 20 ou 30 anos atrás, atualmente, o ensino fundamental e médio nas escolas públicas fica muitíssimo distante do ideal e a concorrência é desleal. São pouquíssimos alunos da rede pública que vem de algumas poucas escolas por cidade que são bem administradas que tem sucesso na aprovação de vestibulares e concursos mais concorridos.
    Contudo, fica difícil sentir-se protegido quando meia dúzia de F-5 são responsáveis por fazer a defesa da capital brasileira. Isso, essa falsa proteção, eu também considero uma ofensa.
    Não penso que isso é culpa dos militares. Admiro o trabalho feito na modernização dos caças, e respeito o militar que representa os esquadrões. Mas eu repudio e desprezo os responsáveis por deixarem não apenas o GDA, mas Marinha, Exército e Força Aérea no estado em que estão.

    Cheers

  64. Junior, concordo. Comentário equilibrado e sensato. Todo brasileiro gostaria que suas FFAA estivessem a altura da estatura geopolítica do nosso País. Afinal, é o nosso dinheiro.

  65. Flanker, o primeiro FOX Jordaniano está sendo entregue agora, se já não o foi, o segundo deve ser entregue até julho e o terceiro até outubro, os ECOS vão virar scrapper e alguns serão espetados por aí.

    G abraço

  66. Tenho o mesmo entendimento do Lewandowski sobre o que o Luiz Campos quis dizer com a ironia que fez (em tom de brincadeira), aliás, eu mesmo faço essa brincadeira de vez em quando. Sou daqueles que acha que precisamos de vetores baratos (em grande quantidade) para treinamento intensivo, mas também de vetores no estado da arte (nossa ponta de lança) que garantam, efetivamente, nossos interesses e soberania, porque senão estaremos fadados sim a sermos um aeroclube travestido de força aérea.

    Conforme dito pelo Juarez, esta realidade na FAB só mudará quando ela mesmo (seus integrantes é claro), resolverem mudar de mentalidade (apesar de discorda do formato na solução). Entretanto, isto envolverá não só a FAB, mas o conjunto das forças, bem como o próprio MD.

    Mesmo as FFAA sendo as instituições públicas federais que menos desperdiçam, ainda estão longe de serem eficientes, possuem muitos vícios que precisam ser eliminados. Sem resolver, ou encaminhar estas questões, a FAB, assim como as outras forças, continuaram a ser forças de segurança travestidas de forças armadas.

    É o que penso.

  67. Wellington, boa tarde. Somente pra compreender melhor seu raciocínio, qual o significado de “mudança de mentalidade”? Qual deveria ser essa mentalidade? Não estou criticando nem rebatendo. É só para entender melhor. Respeito sua opinião.

  68. Bosco to rindo ate agora com seu comentário que não tem grana nem para comprar veneno suficiente para o veneno kkkkkkkk. Eu mesmo nem corro do leão, caso ele bata aqui em casa ele vira almoço e o que sobrar vira jantar, a coisa ta preta. Agora falando dos F 5, hoje temos a melhor força aérea do mundo um monte de mosquito basta treiná-los para atacar o inimigo e detonamos o inimigo kkkkkkk.

  69. Infelizmente não me recordo quando o Brigadeiro Saito públicou uma carta, onde , dentre outras coisas sugeria o remanejamento e padronização das bases de forma a otimizar a operação e os custos, alguém sabe se isso foi para frente?

    • “Ferreras em 12/04/2016 às 16:55
      Infelizmente não me recordo quando o Brigadeiro Saito públicou uma carta, onde , dentre outras coisas sugeria o remanejamento e padronização das bases de forma a otimizar a operação e os custos, alguém sabe se isso foi para frente?”

      .
      Ferreras, boa tarde.
      .
      Foi no início de 2014:
      http://www.aereo.jor.br/2014/01/25/mudar-ou-lapidar/
      .
      Até pra otimizar custos no médio e longo prazos com remanejamentos, é preciso um bom dinheiro no curto prazo (mudanças de equipamentos, pessoal, infraestrutura etc), então creio que teremos que esperar um bocado, pois nos próximos anos a preparação de algumas bases para novos caças e aviões de transporte (Gripen e KC-390) já deverá tomar boa parte das verbas disponíveis para esse fim.

  70. Cel, mudança de mentalidade se refere a muitas coisas, como por exemplo, a busca por diminuição (efetiva e não no discurso retórico) das diversas estruturas de pessoal e administrativo (RH, saúde, habitacional, redistribuição, etc…..), além do operacional (nº de bases, esquadrões, unidades aéreas, etc… versus sua distribuição espacial pelo país), isto é claro, envolvendo um rearranjo com as outras forças naquilo que for factível, resguardas suas peculiaridades.

    Um exemplo simples é a redistribuição/remanejamento de pessoal pelo país Será que as mudanças de dois em dois anos não poderia ser aumentada para três a três, ou mesmo de quatro em quatro anos?!?! Só ai diminuímos os valores pagados para estes translados (se não me falha a memória, são de 20 a 40 mil reais para cada mudança de domicílio realizada), sei de gente que fica só esperando o tempo passar, para pedir redistribuição e assim guardar uma grana neste processo. Outras questões é utilização em conjunto com as outras forças, dos aparatos habitacionais e de saúde, por exemplo.

    É necessário que, numa cidade como o Rio de Janeiro, ou Belém, por exemplo, existam hospitais da FAB, MB e EB, cada um atendendo seu próprio pessoal?! Não seria possível o uso compartilhado destas unidades de saúde por todos militares das três forças?!?! É necessário que cada força tenha sua própria vila militar?!?! E administração de RH, por exemplo?!?! Só na Esplanada dos Ministérios cada força é “dona”, sozinha, de um único edifício, afora seus anexos. Não seria mais produtivo que todas se instalassem num único espaço?!?! No eixão, por exemplo, tem o “Forte Apache” do EB e mesmo assim ocupam um edifício e seu anexo na Esplanada, afora outras questões extensamente debatidas por aqui e em outros espaços, como o compartilhamento de bases aéreas e terrestres, treinamentos unificados, etc, etc, etc, que todos sabem que já poderiam está sendo feitos conjuntamente, que a muito tempo vem sendo dito que seria possível, mas que dentro das forças nunca se avança, ficando nos discursos retóricos de sempre (só aqui é mais um exemplo de mudança de mentalidade, sair do falatório e ir para prática).

    Especificamente à FAB, por exemplo, a prorrogação ad eternum da extinção dos ETAs, ou do fechamento definitivo de algumas bases que até hoje ainda estão ativas, como a de Fortaleza, Recife, ou Galeão. A unificação/padronização na formação dos aviadores de asas rotativas que a uns dez anos vem sendo discutido nas forças, mas nunca avança para canto nenhum, seja para unificação propriamente dita, seja para refutá-la. Ficam empurrando com a barriga até que se caia no esquecimento.

    Mudança de mentalidade quer dizer que vão ter sim que cortar na carne, de que cargos, número de oficiais e praças vão ter que ser sim cortados e/ou extintos. Mudança de mentalidade é entender que, ou se faz esta reestruturação, ou mais e mais as forças armadas brasileiras perderão capacidade operativa e não passarão de guardas nacionais. É o que penso.

    Até mais!!! 😉

  71. A FAB tambem administra muito mal o dinheiro do contribuinte, mandou bilhoes ao espaço outro bilhao pra Ucrania, e ainda tentaram encobrir a falhas do projeto espacial acusando USAmercanu de sabotagem. Enquanto a aviaçao de caça foi sendo sucateada.

  72. Obrigado, Wellington. Só uma correção: o tempo mínimo numa localidade é de 3 anos, exceto quando o militar tem que realizar algum curso de carreira obrigatório. Ou o oficial vai assumir algum comando.

  73. Kolchak 12 de abril de 2016 at 17:25
    A FAB tambem administra muito mal o dinheiro do contribuinte, mandou bilhoes ao espaço outro bilhao pra Ucrania, e ainda tentaram encobrir a falhas do projeto espacial acusando USAmercanu de sabotagem. Enquanto a aviaçao de caça foi sendo sucateada.
    ——————————————————————————————————————

    Realmente, o alto-oficialato brasileiro (principalmente os Almirantes e Brigadeiros), apesar dos cabelos grisalhos, acreditaram nas promessas ufanistas do Guru dos Alambiques como se fossem adolescentes, revolucionários, com planos de mudar o mundo. rsrs

    Mas dê um desconto: psicopatas geralmente tem a capacidade de hipnotizar multidões inteiras, quanto mais meia dúzia de coroas pançudos. rs

  74. Não se preocupem, a partir de outubro, não vai ter mais din din nem para pagar o soldo em dia, aí nós vamos ver os militares e mexendo de verdade.
    Ferreras, já tentou uma dúzia de vezes fechar OMs e base, mas sabe o que acontece?

    O deputado da região,o prefeito da cidade, o senador do estado vão a BSB, direto na fonte e vem um bilhetinho dizendo que não é para fechar.
    Isto vai mudar????
    Talvez, se como eu disse antes, quando começar a faltar dinheiro para pagar o soldo, vão ter que cortar ponto final.
    De resto, mesmo eu não concordado com 95% do que o Wellington fala por aí, neste caso e tão somente neste caso ele está certo, tem muita coisa que seria possível fazer com racionalização, padronização e otimização de estruturas, junto com uma redução sensível da diversidade de meios, redução de esquadrões de encheção de murcilha, em fim, a FAB funcionaria muito bem, obrigado com 35 ou 40% de pessoal a menos.
    Eu vou dar um exemplo que é bem ilustrativo:

    A BAFL tem um esquadrão com quatro Bandeirulha, sabem quantos militares tem lá??

    Cerca de 1400, é é isto aí………Fortaleza, não tem nenhum e deve ter a metade e por aí vai…..

    G abraço

  75. Concordo com o Juarez que iria ter pressão política, se não houver coordenação da parte técnica das FFAA, bem como boas explicações no Congresso Nacional da necessidade desta reestruturação, isto não ocorrerá, mas o mais importante é se os membros das FFAA querem esta reestruturação, entretanto o que mais percebemos é que não, que não querem ou fazem o mínimo esforço nisso. No mais, se por um lado vai existir pressão política por conta o fechamento de algumas bases, do outro lado vai existir o apoio político se algumas destas novas bases/unidades aérea forem implementadas em outros estados/localidades.

    Quanto ao fechamento e reestruturação de algumas bases aéreas, já fui favorável a desativação da BAFL, mas depois de pensar direito, a base que deve ser fechada mesmo é a de Canoas. O que precisa ser feito é fortalecer Florianópolis, deslocando para lá esquadrões que fazem mais sentido estarem lá do que em Canoas (Esquadrão Pampa e Pégasos), por exemplo, de Campo Grande (Esquadrão Pelicano). Se faz necessário a criação de mais unidades/esquadrões de Super Tucano (em Tiriós – PA, São Gabriel da Cachoeira – AM, Cruzeiro do Sul – AC e em Santa Maria – RS).

    É preciso, também, redistribuir algumas unidades/esquadrões para outras bases aéreas, como:
    – o Esquadrão Centauro para Belém, Manaus ou São Luiz;
    – o 1º GDAAE para Santa Maria;
    – os Esquadrões Corsário e Coral/Cascavel (fundindo-os num só) para Anápolis;
    – o Esquadrão Pantera para Campo Grande (com o Pelicano fazendo alerta em Santa Maria no lugar do Pantera);
    – o Esquadrão Puma (deixando apenas o MUSAL nos Afonsos), Gordo, Condor, para Santa Cruz (se o problema de lá é segurança pública, está na hora, então, de se mexerem politicamente para melhorar esta situação, a comunidade local vai agradece), dentre outros.

    Ou mesmo, de repente, criar esquadrões conjuntos (especialmente o de transporte e de helicópteros) com o EB e MB. Em Santa Maria, mesmo, com a possibilidade de criação de um BAEx, este poderia servir como unidade única de aviação de asas rotativas ao EB e FAB, assim como em Belém, Manaus, Campo Grande e Santa Cruz/Taubaté também poderíamos ter o mesmo com as aviações da FAB, EB e MB.

    Enfim, são ideias para serem discutidas, modificadas e/ou refutadas.

    Até mais!!! 😉

  76. O 2°/10° GAV , por ser o Esquadrão de Busca e Salvamento, por excelência e missão principal, deve estar num ponto central do País. Por isso saiu de Florianópolis em 1982, e foi pra Campo Grande. Ele e o PARASAR estão bem sediados lá. Quando fiz a prova pra EPCAR, em 1979, gostava de ficar admirando os velhos SA-16 Albatroz.
    A FAB fará uma reestruturação, atendendo à END. Será anunciado em breve. Muito do que o Wellington falou já estava no planejamento. Há vontade , sim, pra faze-lo. Mas a FAB, assim como o EB e a MB, andam a passos de elefante. Ou de cágado, como diz o Juarez.
    Quanto ao sistema de saúde, desde quando estava na ativa já se discutia isso, regado a Red Label. Há correntes que pregam que deve ser contratado um plano de saúde pro efetivo, e acaba-se com a estrutura de saúde. Outros dizem que as FFAA não podem perder a capacidade de prover saúde em combate (é verdade). Há que se chegar num meio termo. Os hospitais de campanha da FAB são excelentes. Essa de unificar os sistemas não tinha me passado pela cabeça. É uma boa solução. Quando servi em Porto Velho utilizávamos os HGU-PV, Hospital Geral de Guarnição de Porto Velho, do EB. Muito bom.
    Vi um programa no National Geographic, sobre um Esquadrão de Resgate da USAF, equipado com o UH-60, operando no Afeganistão. Mostrava o hospital de campanha (acho que da USAF), na Base. O Ten Cel médico, cirurgião geral, era da reserva. Possuía uma clínica no Ohio, e foi recrutado para 6 meses de comissão no Afeganistão. Assim como toda a sua equipe. Sistema interessante.

  77. Antes de mais nada, gostaria de agradecer a atenção do Juarez do Nunão. Considero pontos muito interessantes os levantados também pelo Wellington e pelo Rinaldo.

    “Rinaldo Nery 12 de abril de 2016 at 22:35

    A FAB fará uma reestruturação, atendendo à END. Será anunciado em breve. ”

    Saber que algo está para ser anunciado é um alento.

    Uma pergunta, caso se reduzisse os gastos de pessoal em 10% da BAFL por ex, essa verba poderia ser utilizada com gastos de pessoal em outra base ou em equipamentos? Ou simplesmente teria que ser devolvida ao governo?

  78. Ferreras, de acordo com a lei, todo dinheiro público tem rubricas, e só pode ser aplicado em determinados serviços: obras, material permanente, material de consumo, manutenção etc. Você não pode aplicar a verba de material permanente em obras, por exemplo, e vice versa. A rubrica pode ser modificada? Sim, pode. Pela SEFA (Secretaria de Economia e Finanças da Aeronáutica), não tenho certeza .
    Há correntes que acham que a diminuição de tamanho acarretará, automaticamente, na redução orçamentária. Particularmente, não acredito nisso. O que deverá acontecer é o que você falou, ou seja, a destinação para outros setores (mudança de rubrica).
    Quanto à BAFL, ela deverá ser fechada, com outras Bases.

  79. Obrigado mais uma vez Rinaldo Nery. Eu também não acredito que ocorra a redução da verba (ao menos não ocasionada pela realocação), porque uma vez permitida a realocação , a verba provavelmente será toda utilizada.

    Quem sabe as mudanças que estejam ocorrendo na esfera politica ajude (ao menos indiretamente) as mudanças na aeronáutica e demais forças.

  80. A performa dos Pilotos Brasileiro e continuada lembre-se que não temos os grispen ainda e já tem pilotos que voaram nele calma os aviões virá os Pilotos vão se tornar ases neles.

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