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Esquadrão de H-36 Caracal da FAB realiza instruções sobre técnicas de infiltração com MB e EB

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H-36 Caracal treinamento EB e MB - foto FAB

Os alunos são militares da Marinha e do Exército e tiveram treinamento de rapel e fast rope com o Esquadrão Falcão, da Base Aérea de Belém

O Esquadrão Falcão (1º/8°GAV), sediado em Belém (PA), realizou instruções entre os dias 06 e 08 de abril para 30 militares da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro sobre técnicas de infiltração de tropa em cenários de combate. O exercício, ocorreu na Base Aérea de Belém (BABE) e integrou o Curso Expedito de Operações Ribeirinhas, conduzido pelo Grupamento de Fuzileiros Navais da cidade.

Os instrutores da equipe de resgate do Esquadrão Falcão capacitaram os alunos em técnicas de Rapel e Fast Rope no helicóptero H-36 Caracal. Os ensinamentos são sobre infiltração de tropa por meio de cordas onde não há local para pouso. “O Rapel costuma ser realizado quando não há a disponibilidade de guincho, e a descida é controlada com o auxílio de equipamentos que ficam presos ao corpo do combatente. Já o Fast Rope é executado quando existe a necessidade de infiltrar os combatentes no menor tempo possível de exposição do helicóptero, em que os militares descem pela corda utilizando apenas braços e pernas”, explica o Tenente Leir de Oliveira Gomes, piloto e homem de resgate do Falcão.

H-36 Caracal treinamento EB e MB - foto 4 FAB H-36 Caracal treinamento EB e MB - foto 3 FAB

O curso

Durante 45 dias, os militares recebem instruções para operações especiais em regiões fluviais na Amazônia Oriental. Segundo o coordenador, Capitão Tenente Fuzileiro Naval Luciano Ferreira dos Santos, na fase técnica, os exercícios com o helicóptero da Força Aérea Brasileira complementam as instruções de operações aéreas e métodos de infiltração. “É o início da semana de planejamento e missões, em que os alunos colocam em prática os conhecimentos técnicos adquiridos nas semanas anteriores”, ressalta.

H-36 Caracal treinamento EB e MB - foto 2 FAB

FONTE / FOTOS: FAB (1º/8°GAV)

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12 COMMENTS

  1. OFF TOPIC…

    …mas nem tanto!!!

    A França deverá adquirir 10 KC-130J, p/ a revo de helicópteros:

    “This is the direct result of the setbacks of the A400M program, which will not have the in-flight refueling capability for helicopters. The Delegate General for Armaments Laurent Collet-Billon had revealed during the presentation of the results of the DGA, saying that because of the turmoil of the propellers of the A400M, the procedure is too dangerous to refuel helicopters.”

    Trecho vertido p/ o inglês, do link abaixo:

    (http://www.air-cosmos.com/2015/04/02/31921-la-france-va-acquerir-des-c-130-maj)

  2. Vale lembrar que a configuração de asas do 390 é parecido com as do 400, ou seja, a FAB pode passar pelo mesmo problema. Talvez fosse interessante começarem pensar algo para o C-295. #ficaadica

  3. Wellington, o texto do Maurício fala especificamente em “turmoil of the propellers” ou, no original em francês do link, “turbulences des hélices”, que eu creio não precisar traduzir para que todos entendam que não fala de asas.

    A não ser que você tenha alguma outra fonte que fale explicitamente em configuração de asas do A400M como fator que gere o problema – aí sim seria algo semelhante ao KC-390 (mas não tanto assim, pois o enflechamento é diferente e a configuração e tipo dos motores idem).

  4. “Talvez fosse interessante começarem pensar algo para o C-295.”

    Este é um problema p/ a Airbus, não p/ a FAB.
    O caso do KC-390 é diferente daquele do A-400M.
    O problema não está na turbulência gerada, apesar de em asas enflexadas haver a tendência de o fluxo da camada limite correr pela envergadura da asa; e o ar gera-la ao se chocar c/ o pod de AAR na ponta da asa.
    Aqui o problema é ambas as aeronaves carregadas e portanto pesadas, manterem o voo em formação de forma controlada e segura; p/ a transferência de combustível.

  5. o maior problema está no fluxo a jusante das helices do turboprops induzirem sustentação assimétrica nas asas móveis dos helicópteros. Como o fluxo é pulsante isso deve causar arfagem intensa impossibilitando a estabilidade de translado necessaria.

  6. Pois então Nunão, eu procurei o link que fala de tal problema, mas infelizmente não o achei. Entretanto continuarei com a busca e assim que achar eu coloco aqui.

    Até mais!!! 😉

  7. Segundo constava no link, devido o A400M ter uma asas enflexadas com diedro negativo (mesmo perfil de asas do KC-390), isto tem gerado turbulência excessiva para a operação REVO com helicópteros.

    O que está neste link colocado pelo Maurício e explicado por ele, seria umas espécie de complemento do problema anterior. Resta saber qual solução vão aplicar, se vão aumentar o tamanho das mangueiras para diminuir a turbulência, ou se vão abandonar a operação REVO para helicópteros nesta aeronave.

    Maurício, quando eu disse que é sim um problema para a FAB resolver, claro que em conjunto com a Airbus, é porque a FAB já está em via de colocar helicópteros H-36 Caracal com tal capacidade e se pensa no futuro abandonar o uso de aeronaves C-130 em pró do KC-390. Daí eu pergunto, se tal problema também for encontrado na aeronave da Embraer, a FAB terá que achar uma solução para puder usar ao máximo a capacidade C-SAR que o helicóptero pode ofertar, seja continuar operando os KC-130 por mais tempo, seja achando uma solução de uso complementar com os C-105 (C-295) Amazonas, daí a opção ventilada por mim.

    Isto não é nenhuma benesse ou facilitação para com a Airbus como você queira deixar entender, mas tão somente buscar uma solução frente às opções que temos na mesa. É bom citar que a aeronave de asa fixa que compõe o efetivo FABiano baseado em Campo Grande – MS para operações C-SAR é, justamente, o C295.

    Até mais!!! 😉

  8. Se acontecer c/ o KC-390 o mesmo que aconteceu c/ o A-400, a solução é a mesma só que ao invés de comprarmos 10 KC-130J como os franceses; compraremos menos.
    A aeronave já existe, está em franca produção e não incorreríamos em custos de desenvolvimento, pois já foram subscritos pelo fabricante da mesma.
    Esse merchandising do C-295, cuja obrigação é da Airbus, já cansou.

  9. Que merchandising o que Maurício, por favor, pare de imputar uma coisa o qual eu não estou fazendo, por favor?!?!

    A logística de manutenção que vá pro espaço não?!?! Desculpa esta opção é menos ilógica ainda.

  10. Ilógico é pagar por uma solução que já existe, operando em outra aeronave.
    Não existe no mercado solução baseada no C-295, p/ revo de helicópteros.
    A solução que existe e é operacional, é baseada no C-130.

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