terça-feira, abril 20, 2021

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Repórter da Malásia é segunda mulher não-militar do mundo a voar no Rafale

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Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Rafale apresentação - foto 2 armee de lair

Informação é da agência malaia Bernama – consórcio formado por Dassault, Snecma e Thales oferece o Rafale para substituir o MiG-29 da Malásia, num programa que visa um avião de combate de multitarefa de porte médio

A agência de notícias malaia Bernama informou na terça-feira, 26 de março, que uma de suas repórteres tornou-se a segunda mulher não-militar do mundo a voar no caça francês Rafale. O voo da repórter Norsyafawati Ab Wahab a bordo do caça deu-se no LIMA 2013 (Langkawi International Maritime and Aerospace Exhibition 2013), que vai até o dia 30, na Malásia.

Norsyafawati Abdul Wahab da Malásia - voo no Rafale - LIMA 2013 - foto BernamaA repórter da área econômica (que comemorou seu aniversário de 25 anos neste mês) até agora só havia escrito sobre o caça francês e, embora tivesse achado que não seria selecionada para o voo, após receber o “briefing” e demonstração da equipe do Rafale ganhou confiança para realizar a valiosa experiência.

O piloto francês realizou manobras que incluiram voar a baixíssima altura, sobre o mar, mas a repórter disse que se sentiu segura durante todo o voo.  Tom Vallete, experiente piloto de Rafale, elogiou a coragem da repórter, que nem uma vez sequer gritou.

O Rafale é considerado um orgulho para a França, sendo o único avião de combate multitarefa (MRCA) do país, utilizado por sua marinha e força aérea. Atualmente, há uma negociação com a Índia para a aquisição de 126 unidades do caça, junto à fabricante Dassault Aviation. Ao mesmo tempo, o consórcio Rafale International, parceria que inclui Dassault, Snecma (Grupo Safran) e Thales, está oferecendo a aeronave para o programa de substituição do MiG-29N da Força Aérea Real da Malásia (RMAF).

A RMAF, que inicialmente buscava substituir por completo o MiG-29N por volta de 2015, está dando prioridade a aviões estratégicos capazes de voos longos e aviões médios e do tipo médio de combate, com capacidade multitarefa (MRCA).

FONTE: Bernama (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

FOTOS: Força Aérea Francesa e Bernama

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Clésio Luiz

Ela é gordinha mesmo ou o traje de voo que é volumoso? Essa mulher não caberia num Spitfire ou Me-109…

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