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A400M: definido o acordo definitivo entre os parceiros do programa

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As nações clientes e a EADS anunciaram em Leiden, na Holanda, ter chegado a um acordo de princípios que permitirá alterar o contrato original da aeronave de transporte militar A400M nas próximas semanas.

Neste acordo de princípios, as nações concordam em:

  • Aumentar o valor do contrato em € 2 bilhões;
  • Renunciar a qualquer indenização relacionada aos atrasos;
  • Proporcionar um montante adicional de € 1,5 bilhões em troca de uma participação em exportações futuras (Export Levy Facilities);
  • Acelerar os pagamentos pré-entrega no período de 2010 a 2014, com base num novo cronograma de que será finalizado na alteração do contrato.

Com base nesse acordo, uma estimativa atualizada de conclusão das receitas e custos, incluindo uma avaliação dos riscos, revisada pelo Conselho de Administração da EADS, prevê para o ano de 2009 um aumento da provisão para perdas do A400M no valor de € 1,8 bilhão antes de impostos. A atualização da provisão baseia-se em uma avaliação da gestão, tendo em conta o acordo de princípios entre a EADS e as sete nações clientes.

O EBIT e o lucro líquido da EADS serão negativos em 2009, após incorporar esta carga. Estas informações serão divulgadas por ocasião do anúncio dos Resultados de 2009 da EADS, incluindo as notas de demonstrações financeiras para serem lançadas com as contas de exercício completo, compostas de mais informações sobre o acordo de princípios, incluindo as avaliações de gestão subjacentes. Se mudanças substanciais nas avaliações fossem ocorrer, o desempenho da EADS poderia ser significativamente afetado. A EADS vai fornecer mais informações sobre as alterações do contrato quando as negociações estiverem concluídas.

O perfil de fluxo de caixa do A400M para os próximos anos ainda será negociado em razão da alteração do contrato, e todas as partes estão dispostas a reduzir os impactos negativos de caixa, na medida do possível.

A EADS considera que este acordo constitui uma sólida base para o sucesso e evolução do programa A400M. A EADS vai se esforçar para identificar oportunidades para reduzir significativamente os riscos no programa A400M e oferecer um produto no estado da arte dentro do novo quadro do contrato.

A EADS agradece às nações por este apoio decisivo que estão trazendo para o programa através deste acordo.

FONTE: EADS

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RodrigoBR
RodrigoBR
9 anos atrás

Notícia de 2009 ???

Nick
Nick
9 anos atrás

Caro Rodrigo BR,

A foto deve ser de 2009 🙂

Sobre a notícia, os parceiros do programa A-400M estão “tomando” legal mesmo. E não podem chorar. Se parar o programa, o prejuízo é maior ainda.

[]’s

Soldier
Soldier
9 anos atrás

Assim como no F-35…E neste caso, podem esperar mais almento e estouro de custos.

Marcos Andrey
Marcos Andrey
9 anos atrás

Haaaa….. se fosse a Embraer……

Edu Nicácio
9 anos atrás

PQP, €$ 3,5 bilhões só no projeto?

– KC-390 (US$ 70 milhões) = 62
– An-70 (US$ 80 milhões) = 54
– C-130J (US$ 80 milhões) = 54
– An-124-150 (US$ 100 milhões) = 43
– C-17 Globemaster (US$ 200 milhões) = quase 22

Mas, se estão dispostos a criar algo novo (como estamos com o KC-390), têm mesmo que arcar com os custos. Independência não tem preço.

Agora, exportações futuras? Custando 80% de C-17 Globemaster e carregando 50% do que este carrega? Difícil, hein?

Nick
Nick
9 anos atrás

Caro Edu Nicácio, KC-390 :Design novo, mais adequado em capacidade que seu competidor mais próximo, mas sem querer fazer tudo do zero. Motor, Aviônicos serão o que o mercado disponibilizar, pelo melhor custo-benefício, e que ofereçam o melhor offset. AN-70 : Design e fabricação dentro da filosofia russa, tem vantagens e desvantagens. C-130 J: Última evolução do C-130 mas o tamanho da célula impões alguns limites operacionais. An-124-50 : Design e fabricação dentro da filosofia russa, tem vantagens e desvantagens. C-17 : Produzido em grande escala e operacional, possue uma melhor relação custo-benefício (Literalmente) que o A-400 M. A-400 M… Read more »

Marcos Andrey
Marcos Andrey
9 anos atrás

Sei não!!! Ta com cara de se tornar mais um Rafale da vida…..

Edu Nicácio
9 anos atrás

Nick, perfeito. Onde assino? Hehehe

Abraço

Patriota
Patriota
9 anos atrás

E ainda teve gente falando que a França iria comprar os KC da embraer.
Para vender rafales fizeram e fazem de tudo.

robert
robert
9 anos atrás

esse sim é bucha… tão gastando fortunas pra fazer um carrinho-de-mão de luxo.

e é desse jeito que a Europa vai quebrando legal, gastando dinheiro com coisa besta.

o interior dele parece nave de Star wars, pra um avião que é pra levar caixas e carros??? não tem nexo.

Mauricio R.
Mauricio R.
9 anos atrás

A chantagem da EADS foi mto bem feita.

“…mais adequado em capacidade que seu competidor mais próximo,…”

Qual???
Aquele que já VENDEU 290 unidades???
Ou o novo, objeto deste post???
E que apesar dos pesares, já tem 180 unidades vendidas.
Ou será o “obsoleto”, segundo aquela matéria paga no Defesanet, MTA russo/indiano???
Já pararam p/ pensar(sic) e notaram o que tem de C-17 e C-130J, apesar de que “o tamanho da célula impões alguns limites operacionais.”; entre a Europa e a Austrália, passando pelo Oriente Médio e o Golfo Pérsico???