E a decisão final continua no ar…

Entrou areia grossa na bilionária compra dos 36 caças Rafale, produzidos pela França. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, tem dito aos mais próximos que o comando da Aeronáutica se decidiu pelos caças suecos, fabricados pela Gripen (sic) – recusando-se, assim, a chancelar o negócio com os franceses, como deseja Lula. Nessas conversas, Jobim admite que, quando deixar o ministério, em abril, nenhuma solução terá sido dada.

FONTE: Veja – Radar On-line

SAIBA MAIS:

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

284 Responses to “E a decisão final continua no ar…” Subscribe

  1. alexandre 31 de dezembro de 2009 at 15:04 #

    ontem na retrospectiva da globo anunciarao o françes rs rs

  2. th98 31 de dezembro de 2009 at 15:07 #

    e claro que eles não fazem ideia. mas como o assunto ta em alta eles espalham udo o que puderem

  3. Bosco 31 de dezembro de 2009 at 15:11 #

    Não seria o F-18 fabricado pela Dassault?
    Ou quem sabe o Rafale fabricado pela General Motors?
    Rsrsrsr…

  4. Hornet 31 de dezembro de 2009 at 15:16 #

    Ou quem sabe o “Phantom F-5″ (lembram?) fabricado pela Gurgel (lembram também?)…hehe

    barbaridade!

    Qual será a próxima nota bombástica?!!!…hehe

    abraços a todos

  5. Paulo 31 de dezembro de 2009 at 15:16 #

    A decisão vai acabar sendo adiada para o próximo governo

  6. grifo 31 de dezembro de 2009 at 15:25 #

    Pede pra sair, Jobim, pede…

    A FAB não é MB e não vai reescrever relatório para chancelar decisão política. Se quiserem comprar o Rafale OK, mas não vão encontrar ninguém de azul para assinar embaixo da negociata.

    A Veja (ou outro órgão de imprensa) poderia também dar uma olhada no que está acontecendo com o EC-725, onde os franceses se recusam a colocar no contrato a transferência de tecnologia como condição para o recebimento do pagamento. O resultado é que ninguém da FAB assina o tal contrato e a coisa vai ficando…

  7. Wolfpack 31 de dezembro de 2009 at 15:27 #

    Bem, eu acredito na tese do cancelamento do FX2 e pronto. Eu não acho viável entrar em projeto como o Gripen NG sozinho bancar este desenvolvimento que nem o Governo Sueco deseja e nem seus vizinhos Nórdicos. É a maior furada de todos os tempos.
    Se existe este viés para compra de caças Suecos, sabe qual o melhor opção, compra-se de uma vez os caças versão C/D com F414 e pronto, acaba logo com esta história. E dá a grana para um Consórcio Brasileiro para entrar em um programa de desenvolvimento internacional como o PAK-FA, ou F23 Chinês, ou se ainda der tempo e os Americanos aceitarem o F35… Sozinho no NG BR é furada da grossa e como os Franceses estão jogando duro, pois as duas tontas entregaram o ouro no 7 de setembro, só resta mesmo cancelar e pronto. Mais cinco anos com um FX3 e estaremos nos UCVAs…
    Escrevam isso ai…
    Abs

  8. Pensador 31 de dezembro de 2009 at 15:33 #

    Tá certo quem vai por a “rosca”à premio é que tem que decidir,eu ficaria mais tranquilo,sendo empurrado por uma GE que duas Snemca.Questão de segurança.Mas venha o que vier a FAB É QUEM DECIDE e nós devemos respeitar,sem fanatismo e politicagem idiota.

  9. MOKITI 31 de dezembro de 2009 at 15:38 #

    Calma colegas é só ver a fonte da notícia,a revista Veja,aquela que que a algum tempo atrás fez elogios ao Governador Arruda(Panetone),há uma grande incoerencia,a decisão é do Presidente da República,acho que a demora se deve pelo do governo estar cobrando da França as garantias que o pacote de TT será comprido.
    Essa revista chama um ex-Presidente que quase quebrou o país de grande estadista,podemos esperar o que deles?,não merece crédito algum,até eu posso chegar e dizer que o Jobim confidenciou a algum amigo que prefere o Grippen NG,e fica por elas!!

  10. MOKITI 31 de dezembro de 2009 at 15:39 #

    Desculpem é Cumprido..kkkkk

  11. MarceloRJ 31 de dezembro de 2009 at 15:43 #

    Gostaria de ver uma reportagem no blog como à anterior sobre o Rafale.
    Tipo:
    Gripen a encruzilhada para o Brasil, uma icônica?
    Como seriam os reais custos de um produto inexistente? Realidade ou ficção?
    Haveria embargos dos EUA? Como solucionar tais embargos?
    Seria possível estar operacional em 2014? Caso não, como resolver esse GAP?
    Qual seria o real investimento total até entrar em linha de produção e ficar plenamente operacional?
    Seria muito interessante.
    SDS

  12. Bosco 31 de dezembro de 2009 at 15:46 #

    Favor não falar mal do governador do meu estado, o Gov. Panetone, quer dizer, o Gov. Arruda está acima de qualquer suspeita e nem de dinheiro ele gosta, quer dizer, de avião.
    Afinal qual o problema em querer dar arrudas, quer dizer, panetones, ao pobres no dia de São Nunca, quer dizer, no dia de Natal?
    Tenham a santa panetone, quer dizer, paciência. Deixem o pobre do Gov. Rabanada fora disso, quer dizer, Gov. Panetone… Ah! Vocês entenderam o que quis dizer.
    Um feliz panetone novo pra todos…Ah! Deixa prá lá…

  13. rodrigo avelar 31 de dezembro de 2009 at 15:48 #

    ta ai, eu duvido que a FAB prefira o Gripen; se fosse a EMBRAER ficaria até calado, pra mim esta noticia e só uma materia comprada por esta revistinha mentirosa

  14. Flanker 31 de dezembro de 2009 at 15:57 #

    É mesmo Rodrigo. Acho mais provável o preferido da FAB ser o SH e depois o Rafael.

    Ah! Obrigado ao blog por liberar as postagens, apesar de mim não poder acrescentar muito com meu “vasto” conhecimento.

  15. Andre 31 de dezembro de 2009 at 15:59 #

    Wolfpack, vc tirou as palavras da minha boca (ou seria dos meus dedos?).

    Nao dah pra ficar com um caca de 4a, 4.5a geracao por 30 anos. Nem pra se iludir q com a tecnologia transferida vamos ser capazes de desenvolvermos nosso proprio caca.

    Pelos custos de aquisicao/manutencao do Rafale compraria + de 36 Gripens C/D e espalhava pelo Brasil afora. Ao mesmo tempo entraria num projeto de 5a geracao em andamento e investiria pesado num UAV nacional.

  16. Vplemes 31 de dezembro de 2009 at 16:11 #

    Esse pessoal do Photoshop é caso sério. Fazem um rafale com pintura da FAB, e na pressa esquecem daquela verruga feia pra dédeu (o probe de reabastecimento). Na minha opinião uma das coisas mais incompreensiveis no rafale. Por que a Dassault não deu um jeito de colocar aquela porcaria embutida, igual o SH? O trem feio, sô!!!

  17. Klevston Kvowster 31 de dezembro de 2009 at 16:11 #

    Nossa se for Gripen? Amigos podem ficar tranquilos, porque lá para os anos 2025 teremos um caça nosso o Gripen NG (BR), ou quem sabe! Um Super Gripen.Até lá ficaremos com os F5 mesmo, que proteção hein…Há ia esquecendo um Super caça Gripen e com um motor apenas e é GE….e pousa em qualquer estradinha,maravilha, só o Brasil mesmo…

  18. Vplemes 31 de dezembro de 2009 at 16:13 #

    Desculpas a todos. Confundir rafale com gripen, só se for pelas 08
    Bohemias, que tinha tomado mais cedo.rsrs

  19. ZE 31 de dezembro de 2009 at 16:15 #

    Para o bem do Brasil e de seus contribuintes (nós), gostaria que essa nota da Veja fosse verdadeira.

    Infelizmente, a compra do Rafale é questão de tempo.

    Até hoje, eu não consegui engolir o fato do Brasil ter comprado os EC725. Trata-se de um helicóptero DEFASADO, SEM ESCALA E, POR CONSEGUINTE, CARÍSSIMO DE SE MANTER E OPERAR.

    NEM MESMO A FRANÇA COMPROU NÚMEROS SUFICIENTES DESSE ARREMEDO ALADO. ELES NÃO SÃO BOBOS. COMO SABEMOS, ELES COMPRARAM OS NH90.

    BOBOS SOMOS NÓS TODOS.

    []S

  20. Marco Antonio Lins 31 de dezembro de 2009 at 16:24 #

    Ilmo Srs
    Acontece para vc desenvolver um vetor neste pais é um Deus nos Acuda.Se se quer ter uma maquina de guerra, tem que se desembolsar e penssar grande. Como é que o penssamento do Ministro mudou de repente. O Gripen vetor muito leve para o Brasil,pelo seu tamanho,
    raio de ação e outras caracteristicas. Não sei ele no combate verdadeiro ou ate mesmo simulado.Não acredito que a FAB tenha se manifestado neste assunto.

  21. marcos-Brasil 31 de dezembro de 2009 at 16:30 #

    deixem de “muido”…vai dar Rafale mesmo :(

  22. kwhvelasco 31 de dezembro de 2009 at 16:34 #

    É uma coisa assim: Acerta-se a compra por preço menor, do pacote do Gripen NG. Compramos um lote de 24 Gripens C/D (existem tantos a disposição no mercado?) e aqui no Brasil montaremos os NG junto da Suécia. Sem gap. Remanejando verbas da MB, poderia-se partir para a compra conjunta MB/FAB de Rafales para o Nae e para substituir os M2000-5. Os UAVs, seria uma coisa que a indústria nacional teria condiçoies de fazer.

    De outro modo, comprar os rafales seria muito bom, mas tem aquele problema de TT que o amigo citou acima, com a Helibras. A nossa lei não permite este tipo de compras sem contrapartidas e o Gripen atende mais do que o Rafale as exigências contratuais. Pus isto em outro post mais cedo.

  23. Hornet 31 de dezembro de 2009 at 16:37 #

    Vou repetir aqui o que escrevi ao amigo Wolfpack, em outro post, pois acho que fica melhor neste post.

    “Se o FX2 não for assinado neste governo, não sai nunca mais.

    E aí meu amigo, a FAB terá que se virar com o que tem por muito tempo. Pois mesmo que o próximo (ou os próximos) governo(s) resolvam reabrir o “FX” (qualquer número), vai mais um século e pra tomar a decisão, mais um século (isso se tomar, pois na gestão anterior ficamos mais de 6 anos na embromation do FX e não se decidiu nada).

    Então eu vejo assim: é agora ou nunca. Ou se decide essa geringonça agora, ou então a FAB ficará com os F-5M até apodrecerem (e deve ficar feliz, pois ao menos são baratos de se operar, existem em quantidades grandes, foram exportados para vários países etc. Não são esses os quesitos que contam? Então! F-5 M até o fim dos dias da FAB, pra deixar todo mundo feliz!!!).

    Se não estão contentes com a decisão que se vislumbra, e que ao meu ver será tomada em janeiro (pelo Rafale), pensem como será legal ficar com o F-5M até 2030. E pior, sem esperança nenhuma de ter ou desenvolver coisa melhor depois.

    Acho que está todo mundo reclamando, mas sem ter a real noção do que poderia significar para a FAB o cancelamento do FX2, ou mesmo ficar dando trela para especulações que apontam para um confronto exagerado com a decisão do governo pela parceria com a França. Se continuar com essa frescura toda, pode-se dormir sonhando com o FX2 e acordar com a realidade de F-5M por mais 20 anos, no mínimo.”

    Eu concordo com os que disseram acima que a decisão pelo Rafale é só uma questão de tempo (é só passar as festas de fim de ano e essas coisas). Mas como a Veja levanta a lebre e não mede as consequências, então eu gostaria que a revista analisasse também as consequências de um adiamento do FX2, e não ficasse apenas especulando sobre o nada (como aliás, é prática da Veja).

    enfim…

    abraços a todos

  24. Paulo Renato 31 de dezembro de 2009 at 16:38 #

    Muito se fala e comenta sobre o FX2,mas ainda não sabemos o que vai acontecer, espero que não saia o famoso Rafale.

    Concordo o questionamento sobre os EC725 Caracal, simplesmente a maior furada nem a França tem esses helis fracos.
    Tomara que não vingue e que se escolha outro Heli de transporte, mas já pagaram a primeira parcela dessa bosta,complicado reverter essa escolha.

    Mas tudo pode acontecer..

    Abs.

  25. Pensador 31 de dezembro de 2009 at 16:43 #

    Por falar demais e fora de hora agora estamos numa sinuca de bico, A França para forçar a barra meteu logo o Le Monde na parada elegendo o Lula o HOMEM DO ANO o OBAMA diz que ele é o Cara e o rei da Suécia vai dizer o que?Quem perder vai cobrar esta fatura e vai sobrar pra quem?O JOBIM não tem culpa.É só rever os fatos são inumeros nem da para postar.

  26. Craveiro 31 de dezembro de 2009 at 16:56 #

    Linda a fotomontagem com o Gripen.

    1. tudo o que se escreveu sobre não comprar agora é fato. É uma compra política e não militar.

    2. qual o papel que cabe à FAB? Dizer amém ou descrever aquilo que no seu entender (errando mais ou menos) lhe interessa?

    3. custo é importante sim! O alto valor não se justifica apenas pela TT. Trnasferir tecnologia e não voar resulta em uma conta negativa.

    4. todos aqui garantem que o governo e legislativo francês vão manter um hipotético contrato de TT irrestrita pelos próximos, digamos, 20 anos? Isso vale para os suecos também. Americanos nem considero…

    Abraços

  27. Ronaldo 31 de dezembro de 2009 at 17:03 #

    Esse argumento de preço do Rafale…senhores, tentem fazer um vetor de 5° geração com o preço por unidade e de hora de voo comparavel ao do Gripen NG ou F-5M. Garanto que seria sucesso de vendas no mundo, so me contem depois a mágica usada.
    O Rafale é caro sim, mas estamos falando de um vetor dos mais modernos, osso duro ate para o invencível F-22 (Desmentiram as noticias do ATLC dos Emirados? Acho que não)

  28. Hornet 31 de dezembro de 2009 at 17:17 #

    logo mais estarei enfiando o pé na jaca…hehehe

    Então, um Feliz 2010 a todos do blog.

    Hornet

  29. JACUBAO 31 de dezembro de 2009 at 17:24 #

    Ai ai… É desse jeito que o Brasil quer ser levado a sério pela comunidade internacional?
    O FX-1 durou todos os mandatos do (cruz credo)FHC, e o FX-2 já durou todo os mandatos do LULA. pelo jeito os F-5 vão ter que passar por outra modernização para aguentarem, sabe lá como, mais uns 40 anos de serviço, sem contar os 30 que já se foram.

    AREEEEEGGGGOOOOOOOOO!!!!!!!

  30. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 17:28 #

    ZE em 31 dez, 2009 às 16:15

    God news for you!

    EC-725 tá por um fio … veja o que escreveu um oficial da MB :

    “Anotem aí:
    Por conta do embróglio criado no programa de aquisição de helicópteros EC-725, nada deverá ser definido sobre o F-X2 antes de, pelo menos, março. Para uma decisão anterior a essa data, só se o GF captular e aceitar NÃO comprar o Rafale! O clima dentro da FAB é péssimo quanto aos franceses, principalmente por conta do EC-725. Na MB também “avinagrou”.
    Não vou entrar em detalhes, pois, não posso e companheiros da FAB sabem melhor do que falo. Procura-se uma autoridade (civil ou militar) para assinar o contrato dos EC-725 da maneira como os franceses o apresentaram (agora em janeiro completa um ano da assinatura do memorando de entendimento :shock: e ainda está longe o acordo…). Nenhum voluntário até o momento, por conta de que já se desconfia que TCU e MP só estão esperando qual o CPF que irá para o tribunal!…
    Enquanto isso, os BH, SH e MI-35 vão se concretizando..”

  31. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 17:32 #

    Podem crer que a noticia acima é real … a FAB quer o Gripen, eu já havia adiantado isso a 20 dias (foi me dito por um ex-fabiano do BM) … a FAB não quer Rafales … querem determinar os requisitos do novo equipamento, querem total integraçcão com nosso sistema de defesa, querem equipamentos fabricados aqui no Brasil … portanto querem Gripen-BR

    abc
    kaleu

  32. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 17:35 #

    Amigos,

    Sabemos que a superioridade de um equipamento adquirido no exterior, é determinado pelo índice de integração do mesmo, ao sistema de defesa do país comprador, neste contexto, muito mais importante do que carga paga ou razão de subida ou índice de RCS é até que ponto o novo equipamento esteja em “sintonia” com os demais vetores, os AWACS (R/E-99), Link-BR, radares em terra (móveis ou fixos) e mar, é isso que determina a vitória em um eventual embate, mesmo porque as próximas batalhas aéreas serão decididas pelo poder de intercomunicação em rede e 90% será decidida em ambiente BVR.

    Daí vem o grande abismo entre a proposta francesa e a suéca, enquanto os franceses querem nos vender um equipamento (que consideram ótimo), cobrando-nos à parte quaisquer alterações / integrações nos aviônicos (d-link) ou integrações de armamantos do inventário da FAB dificultando ainda mais essa dificil integração … os suécos nos oferecem fabricar no Brasil uma aeronave com requisitos determinados pela FAB, com integração de armamentos à nossa escolha, integrado aos nossos EW e demais vetores (F-5Ms, E/R-99, A-1Ms, A-4Ms), bem como com alta comunalidade com o futuro KC-390.

    Não é um vetor que proporciona dissuasão … é todo um sistema de defesa que causa medo no agressor …

    Temos um exemplo de equipamentos integrados e não integrados na própria FAB, que tem esquadrões de F-5M integrados e altamente eficientes considerando sua idade e um esquadrão de Mirages com baixissima integração ao restante da força e o motivo disso são os custos envolvidos e a baixissima comunalidade dos equipamentos …

    Isto posto Gripens com alta integração estão um passo à frente no que diz respeito a eficiencia em combate.

    abc
    kaleu

  33. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 17:39 #

    desculpem good news

  34. MOKITI 31 de dezembro de 2009 at 17:49 #

    O não dá pra falar nada do Grippen pois ainda está no papel,por isso dá pra prometer tudo,o Rafale é a melhor escolha para o brasil,vamos ter o Segundo melhor caça do Ocidente,o outro caça no caso do F-18 vai se tornar a terceiro caça da USAF,pois primeiro será o F-22,F35,E DEPOIS VEM O F-18, ALGUNS F-16.
    Porque temos que pegar um caça que dai a 4 anos vai ser o terceiro caça deles,se for verdade que o rafale deu uma coro no EF2000,brincou com os f-16,e seu sufoco NO F22,o que estamos esperando não resta dúvida tem que ser rafale,agora depois de feita a compra do rafale e garantirmos a nossos pilotos uma condição de defesa contra um invasor externo,podemos pensar no Grippen,mas temos que ser realistas,o grippen é um projeto ainda.
    Ou então a FIESP banca do bolso dela e de seus associados qualquer estouro no orçamento,não falam que ele é o queridinho deles,como isso não vai acontecer prefiro o rafale.
    E esse argumento da fab preferir um ou outro é meio estranho,como a fab vai preferir um caça que não existe ainda?

  35. Pensador 31 de dezembro de 2009 at 17:51 #

    Mais certo do que numca Kaleu,certissimo.Integrasão com o que ja temos.Sem essa que o Rafale é lindo e o f18 é feio isto não é concurso de beleza.

  36. MOKITI 31 de dezembro de 2009 at 17:51 #

    Veja é uma revista que não tem isenção alguma!!!

  37. Pensador 31 de dezembro de 2009 at 17:59 #

    Integração e comunalidade o resto é balela.Dalhe fabianos.

  38. Baschera 31 de dezembro de 2009 at 18:05 #

    O Lula, depois de assistir ao filme “2012”….. mudou de idéia….. cancelou o FX para lançar o Arca XBr….. mas calma, o preço da passagem não custará Eur$ 1 bilhão, mas módicos panetones recheados com notas verdes.

    PS: Sobre o FX, a história, as vezes, se repete… ou seja, um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar. Pelo menos no Brasil !!!
    Não é de hoje que se houve falar que será cancelado. A chance é muito, mas muito alta de ser mesmo !!

    Sds a todos e Próspero 2010.

  39. Vplemes 31 de dezembro de 2009 at 18:16 #

    E qual tem? A quanto-é? A carta capital? Fala sério.

  40. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 18:17 #

    Ademais amigos,

    ” A aquizição de um sistema de armas moderno como um avião de caça … tem um impacto muito maior do que pode ser percebido por um observador descuidado. Trata-se de um sistema desenhado para operar no ambiente cultural do país vendedor, isto é, para vencer as suas guerras, usando seus métodos, processos, organização e a sua capacidade instalada. Portanto é necessário que o comprador faça as modificações para adaptação de seu ambiente para usar o novo armamento com eficiência. Caso não se reconheça esse fato … duas situações poderão se desenvolver :

    – nunca se chegará a explorar todo o potencial do novo avião;
    – lentamente os sistemas existentes no país vendedor, que são necessários para otimizar a operação, serão adquiridos, criando uma grande dependência entre cliente e fornecedor.

    As duas situações são inaceitáveis. Portanto todas estas cosiderações serão necessárias para decidir qual avião é o melhor e o mais adequado para a FAB, isto é, aquele que será mais facilmente integrado no nosso ambiente operacional. ”

    Trecho da matéria “Reorganizar a Força para otimizar o FX-2″ da REVISTA FORÇA AÉREA, Ano 14 nº 58 – Assinado por “Gilberto Schittini” (ex-oficial/piloto da FAB)

    Para enriquecer o debate, somente acrescentaria a questão dos “custos de integração” … que não existirão caso o avião seja desenvolvido e contruído no Brasil sob os requisitos da FAB.

    Mais um ponto para o Gripen … e isso explica a preferência da Força

    abc
    kaleu

    caro
    MOKITI em 31 dez, 2009 às 17:49

    Penso que a FAB, o GPF-X2 e Copac, além da Embraer e Fiesp, não concordam contigo, pois, o Gripen está no short-list tendo eliminado Typhoon, Su-35 e F-16, não creio que eles pensem como vc que este seja apenas um equipamento de papel … aliás o Gripen tem 40 ou 50% de comunalidade com o Gripen C/D, além de ja ter sido ampliado seu raio de ação e já estar integrado o GE F-414, com esses dados dá pra entender que pelo menos 50% do Gripen já esteja pronto.

  41. Jose Gustavo 31 de dezembro de 2009 at 18:27 #

    Depois da comissão da verdade – verdade só de um dos lados – é que vão bater mesmo o pé no Gripen. Para mim é coisa que será resolvida só no próximo governo. E acho que vai dar o Gripen mesmo, os políticos do PT se meteram a besta e entraram em vespeiro…

  42. A-Bomb 31 de dezembro de 2009 at 18:32 #

    kaleu em 31 dez, 2009 às 18:17

    A questão é:
    Sera que até 2014 ele vai estar operacional?
    Sera que da para calcular os custos do projeto mesmo ele ainda estando no papel?
    Ele é equivalente em armamento aos outros dois?
    E principalmente os americanos não vão embargar nada dele?

    Acho que para o caça da saab ser escolhido teriam que pegar ums 10 a 20 jatos de prateleira para tapar buraco.
    Com ums 20 typhoon acho que ja daria para encarar.
    Pelo menos teriamos suporte caso algum pais Bolivariano tentasse algo estúpido.

    Os do Chaves ja estão chegando.
    E os nossos?
    Vamos ficar de f5 até quando?

  43. Corsário01 31 de dezembro de 2009 at 18:37 #

    Se o “procura-se um CPF” para assinar o contrato do EC-725 é fato, isso nos mostra claramente como os franceses são “corretos”.

    Eles não querem assinar o contrato com a claúsula que condiciona:

    Só te pago, se me passares a TT. curtinho assim. :)

    Como eles não querem esta “obrigação” condicionada ao pagto dos EC-725, a coisa está em banho maria e nós, como sempre dançando a música deles.

    Se alguém aqui não crê nesta noticia, por favor, apresente provas em contrário, como o contrato assinado e o nome de brigadeiro que estiver lá. OK?

  44. F.Caetano 31 de dezembro de 2009 at 18:37 #

    Muito bom no photoshop o cara que montou essa foto aí do post, pois, fazer uma foto do F-5 plus++ com asas em delta, têm que ser bom mesmo…rsrsrsrs

    Brincadeiras à parte, não acredito muito nessa de “prefência da FAB”, isso tá mais para os boateiros e adivinhos da internet. Acho que antes de saírem por aí expalhando sua teorias conspiratórias, e boatos, começarem também a adivinhar os resultados da loteria, pelo menos assim deverão ganhar um bom dinheiro…

    Abçs

  45. Corsário01 31 de dezembro de 2009 at 18:42 #

    F.Caetano só faltam 20 minutos para eu ficar rico!!!
    :)

    Mas eu garanto que aqui não tem só adivinho de internet não.

    Tem muita gente aqui que sabe das coisas e tenta passar o que pode/o que é possível.

    Ninguém é obrigado a acreditar em nada aqui.

    Mas aonde há fogo, há fumaça e o FX-2 que é um contrato muito mais baixo que o dos Submarinos, ainda não saiu. É para parar e pensar!

  46. Esdras 31 de dezembro de 2009 at 18:42 #

    A FAB tem uma falta de habilidade para compras que é uma coisa absurda!!!!

  47. Guilherme Poggio 31 de dezembro de 2009 at 18:49 #

    Amigo Corsário

    Estou com você. Se realmente esta história da procura por um CPF for verdadeira, a coisa está feia mesmo.

    Um bom ano novo para você e para todos os que participam dos blogs.

  48. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 18:55 #

    Olá

    A-Bomb em 31 dez, 2009 às 18:32

    Sera que até 2014 ele vai estar operacional?

    Não sei. Porém acredito que a FAB saiba o REAL estágio de desenvolvimento do equipamento.

    Ele é equivalente em armamento aos outros dois?

    O caça sueco pode levar uma carga bélica espetacular, como mísseis ar-terra stand-off, mísseis ar-ar de curto e longo alcances, pods designadores e bombas guiadas a laser.
    http://www.aereo.jor.br/2008/09/08/o-arsenal-do-gripen-ng/

    Sera que da para calcular os custos do projeto mesmo ele ainda estando no papel?

    Com os atuais e avançados softwares e simuladores se ouver erro será insignificante.

    E principalmente os americanos não vão embargar nada dele?

    A idéia é utilizar apenas o reator americano e isso não está sujeito a embargos, a Embraaer já os utiliza em larga escala e motores jamais sofreram embargos, no caso dos ST para a Venezuela foi embargado pelos equipamentos de localização de alvos … não haverá mais nada americano no Gripen-BR.

    Penso que para enfrentar os Bolivarianos o que temos operacional já é suficiente, os F-5Ms com apoio de E-99s são superiores aos Flankers do Cháves, que tem visão curta.

    abc
    kaleu

  49. F.Caetano 31 de dezembro de 2009 at 18:58 #

    Corsário01

    Se ficar milionário hoje, não vá esquecer dos colegas do blog…rsrsrs

    Desculpe, mas não estava me referindo aos seus comentários, pois os quais já venho acompanhando algum tempo, e sempre foram bem embasados. Estava me referindo a essas estórias de “prefência da FAB”, que uma hora tende pelo Gripen, outra hora é pelo SH. Acredito que mesmo dentro da FAB hà “prefências” pelos 3, agora resta saber qual a decisão. Confesso que começo a temer pelo desfecho do Fx-2, e na atual conjuntura, mesmo preferindo o Rafale não ficaria triste se a FAB se decidisse pelo SH. Já o Gripen NG precisa primeiro sair do papel, não quero ver o Brasil “pagar pra ver” e acabar tendo que comprar mais um caça tampão enquanto espera pelo Gripen NG ficar pronto, sei lá quando, e a que preço.

    Abraço ao amigo.

  50. F.Caetano 31 de dezembro de 2009 at 19:00 #

    Ops: “prefência”= “preferência”, fim de ano sabe como é…

  51. Robson Br 31 de dezembro de 2009 at 19:06 #

    Às vezes acho que esta boataria tem um fundo de verdade. Pode ter mesmo, pois na torcida pelo gripen tem muitos adeptos.

    Mas na questão dos subs foi a mesma coisa. Meteram o pau no sub que a MB escolheu. Primeiro o pau quebrou para o IKL alemão, depois quando a MB mudou de Sub o pau quebrou do outro lado. E por fim não deu em nada e ninguem comenta mais nada.

    Se o Gripen fosse menos americano eu até torceria para ele. Mas é difícil acreditar que os americanos facilitariam alguma integração em um equipamento em que eles tem poder de veto. O gripen não tem uma opção “B” para o motor e vários equipamentos. Basta os americanos disserem: motor para o Brasil NÃO e aí já era.

    Quanto ao cancelamento, acho difícil. Com qualquer um que fosse preferido pelo governo a resistência seria a mesma, pois o componente político ainda é muito grande.

    A TODOS UM FELIZ 2010.
    Pelo menos em 2009 as FFAA foram um destaque positivo na mídia.

    Que 2010 seja melhor para todos.

  52. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 19:07 #

    Baschera em 31 dez, 2009 às 18:05

    Manda fazer na China, eles já tem experiência … eu quero uma Arca XBr-NG … rsrsrsrs

  53. luis alberto 31 de dezembro de 2009 at 19:34 #

    Os paises que vencem guerras sao os que desenvolvem, fabricam e vendem armamentos. Os que perdem sao os que compram.
    O Gripen NG eh o unico que teremos as condicoes de adquirir, operar e manter com todo o dominio de seus sistemas. O resto eh compra de pratileira.
    Falar em embargo americano no caso dos motores 414 que equiparao o Gripen NG BR eh hilario. Afinal, mais de 70% dos motores das aeronaves operadas pela FAB tem motores americanos. Se os americanos quisessem parariam HOJE as operacoes da FAB.
    Lembro que, dos 3 cacas ofertados, o que tem maior autonomia eh o Gripen NG alem de ser o unico apto a realizar voos supercruiser.

  54. Rogério 31 de dezembro de 2009 at 19:55 #

    luis alberto

    O Gripen NG eh o unico que teremos as condicoes de adquirir, operar e manter com todo o dominio de seus sistemas. O resto eh compra de pratileira.

    Falou tudo e mais um pouco.

    []s e Feliz 2010 a todos.

  55. grifo 31 de dezembro de 2009 at 19:57 #

    Não sei se “se procura um CPF” para assinar o contrato do EC-725. O ordenador de despesa responsável por esta compra já tem o seu nome definido dentro da FAB, de acordo com o cargo que ocupa.

    Mas como ele é um oficial íntegro e correto, não vai assinar o contrato enquanto a prometida “transferência de tecnologia” não estiver lá escrita bem direitinho. E os franceses podem espernear a vontade que a FAB não tem pressa – ela já tem os ótimos UH-60 e não precisa do mico francês.

  56. Justin Case 31 de dezembro de 2009 at 19:57 #

    Luis Alberto, boa noite.

    Tem algo errado nessas previsões de desempenho.
    O Gripen NG vai ter apenas UM dos DOIS motores do Super Hornet.
    Você acredita mesmo que os suecos conseguem fazer esse milagre e ter melhor desempenho operacional que um avião americano que tem o dobro de sua potência?
    Não é possível alcançar tal ganho de eficiência, eu acho.
    Feliz 2010.

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  57. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 20:07 #

    Olá

    Justin Case em 31 dez, 2009 às 19:57

    O que importa não é somente a potência e sim a “relação” de peso e potência, sim o Gripen atinge supercruise e SH não … nem Rafale!

    Abc
    kaleu

  58. Justin Case 31 de dezembro de 2009 at 20:27 #

    Concordo Kaleu, mas eu me referi a desempenho de um modo geral, classe de aeronave.
    O Mirage III podia ir Mach 2.2 e isso não quer dizer nada hoje.
    A carga bélica a ser transportada também faz diferença. O alcance apenas com tanques internos deve ser favorável ao Gripen, que tem um tanque interno proporcionalmente muito maior que os outros.
    No resultado operacional geral, o Gripen certamente não é da mesma classe que Rafale e Super Hornet. Mortais ainda não fazem milagres.
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  59. kaleu 31 de dezembro de 2009 at 20:33 #

    Justin,

    A França verbaliza uma parceria estratégica com o Brasil, porém, não transforma palavras em ações … parceria não é uma relação de subordinação … parceria é quando ambos tem objetivos comuns e cedem ao parceiro em suas deficiências … só vejo a França dificultando com preços exorbitantes, cobrando-nos quaisquer integrações em seus equipamentos, querendo transferir tecnologia a conta gotas … se fossem parceiros proporiam um Rafale na versão BR, desenvolvendo conjuntamente conosco as integrações pedidas pela FAB e facilitando o processo … o que vemos é Sarkô preocupado em manter os empregos franceses e nada mais …

    Quem nos ofereceu verdadeira parceria foram os suécos, que aceitaram desenvolver aqui um caçador em conjunto com os Brasileiros, verdadeiramente cedendo seus conhecimentos …

    Apesar do peso político da suécia ser irrisório, pelo menos tem proposto uma verdadeira parceria com o Brasil considerando-nos como iguais e não como submissos. É minha opinião!

    abc
    kaleu

  60. guilherme 31 de dezembro de 2009 at 20:40 #

    tem gente aki que parece estar contra o propio país…
    nós brasileiros de verdade somos otimistas e oque vier vai será o melhor para nós!
    eu tenho os dois pés atras com os estadunidenses entao na minha opiniao o melhor seria o frances…

  61. Rogério 31 de dezembro de 2009 at 20:48 #

    Engraçado todo mundo critica a postura americana em relação ao Brasil mais aceita que a França faça a mesma coisa. Em minha opinião fica bem obvio que a Suécia, por não ter o peso político da França nem dos EEUU, fez a única proposta que realmente significa parceria. O resto é compra de prateleira com alguns agrados.

  62. El Carajlo 31 de dezembro de 2009 at 21:31 #

    LEIAM ISSO!!! Desculpe Galante/Poggio por esse OFFtopic

    Eu gostei quando liberaram o Blog para todos os não assinantes falarem o que pensam. Mas preferiam antes, pois os caras sabiam bem o que falavam. Agora tem cada figura falando cada coisa estranha que eu não vou comentar.

    Em fim. Gostaria que vocês lessem isso e pudessem refletir melhor o querem dizer para assim postarem suas opiniões de forma mais, ou melhor, menos subjetiva. Vamos pensar mais e não acreditar de primeira nas coisas. Vamos ser como os nossos colegas mais por dentro, pesquisar a fundo [deixem de ser preguiçosos]. Vamos pensar mais e não sair metendo o dedo so porque você não gostou ou adorou um comentário.

    Se não gostou do comentário do colega, ou ignore, ou trabalhe nele, de forma que fique mais bem explicada para que ele entenda.

    Desculpem o pessoal da velha guarda do Blog, mas antes as coisas terminavam mais democráticas e com o bom e velho bom senso, sem aquelas extravagâncias de alguns paranóicos.

    Se não gostou, ignore, ajude ou faça melhor.

    Boa Noite

  63. MOKITI 31 de dezembro de 2009 at 21:34 #

    Não vejo assim a parceria proposta pela França funcionou muito bem com a Marinha,pois além do casco do Subnuclear,teremos tb condições de desenhar submarinos desde do seu estágio inicial,tb jogaram limpo quanto ao estaleiro próprio para o desenvolvimento do Subnuclear,parece que a MB é mais organizada que a Força Áerea,eu sei que quando o jobim perguntou a marinha o que ela queria já estava tudo definido,inclusive os provaveis fornecedores da tecnologia,que diga de passagem só a frança aceitou passar a tecnologia do casco,os alemães e russos ficaram pé da vida e houve notícias mentirosas na midia sobre o SCORPENE,que é um grande submarino.
    Eu se fosse o Saito resolvia logo isso pois tá arricado,se não sair agora eles ficarem com os F5.
    Porque só com a aeronautica é essa novela,quanto a custos,se formos ver por esse lado vamos comprar algumas cópias do Migs 21,feitos na china.
    Um Vectra tem um custo de manutenção maior que um Fusca,e quanto a integraçao das armas que temos,vira a medida em que avançarmos no conhecimento do Rafale,afinal se vamos ter os segredos dele,integrar os sistemas será fácil,pois está na proposta da Dassault a tecnologia dos software.
    De todas essas materias que sairam na grande midia acho que a melhor e mais coerente é da Revista ISTO É,pena que não tenho o link aqui mas acho que já foi postada no Blog!

  64. MarceloRJ 31 de dezembro de 2009 at 21:38 #

    MarceloRJ em 31 dez, 2009 às 15:43

    Gostaria de ver uma reportagem no blog como à anterior sobre o Rafale.
    Tipo:
    Gripen a encruzilhada para o Brasil, uma icônica?
    Como seriam os reais custos de um produto inexistente? Realidade ou ficção?
    Haveria embargos dos EUA? Como solucionar tais embargos?
    Seria possível estar operacional em 2014? Caso não, como resolver esse GAP?
    Qual seria o real investimento total até entrar em linha de produção e ficar plenamente operacional?
    Seria muito interessante.
    SDS

  65. RodrigoBR 31 de dezembro de 2009 at 22:05 #

    Claro, o gripen ng é o melhor!

    A Suécia vai transferir a tecnologia do Gripen, vai montar aqui e BLA, BLA, BLA…

    A Suécia vai transferir o que???

    A capacidade de projetar??? A EMBRAER pode fazer até melhor que isso.

    A Suécia prometeu transferir a “tecnologia” do Gripen???

    E qual é a tecnologia que a Suécia dispõe dele????

    Praticamente TUDO nele é de origem de outros países, uma verdadeira COLCHA de RETALHOS!!!

    1) O motor é americano( o motor é importante???)

    2) O radar está sendo desenvolvido entre a Ericsson(Sueca) e Thales(Francesa)!

    3) usa alguns armamentos de origem francesa, etc

    4) várias outras partes do MIOLO(o que interessa) é de vários outros países!

    Assim é fácil dizer que vai “transferir” tecnologia….

    Gripen, o pesadelo da FAB e do orçamento no futuro!

    Gripen, a morte da Aviaçao Naval Brasileira!

    Nossos pilotos morrerão a míngua com as moscas voadoras, os A-4!!!

    Que burrice comprar um projeto quando precisamos vetores para ONTEM!!!

    Como se pode definir o preço final se não se sabe nem quanto custará todo o desenvolvimento do Gripen VIDEOGAME !!!

    Porque é isso que o Gripen é, um desenho de computador!

    Um avião virtual!

    Vamos comprar o Gripen VIDEOGAME!!!

    Pelo menos nós qua não somos pilotos também poderemos pilotá-lo!!! hauhauhauaha :D

    Daqui a 10 ou 15 anos quando houvermos gastado Bilhoes em seu desenvolvimento, o EUA e outros países vetam a venda de motores e outras partes sensíveis importadas! Os americanos vão dar muita risada da gente!

    Burrice demais comprar uma aeronave que depende de peças de vários países!!!

    Sinceramente não sei porque o Gripen tá no FX-2 ainda. Não tem nem versão naval!

    Ou se compra logo o SH e se aceita todas as imposições dos americanos, dependendo apenas deles *OU* se compra o Rafale e se depende apenas dos franceses!

    Os dois são/tem versões navais operacionais!

    Eu sou mais Rafale, mas se não for ele, que seja o Super Hornet porque o gripen É MUITA BURRICE !!!

    Eu queria saber se alguém aqui precisando de um carro pra ontem iria comprar um que não existe e ainda não saber quanto vai gastar e depender da permissão de várias outras pessoas para poder construir ou usar e tambḿ depois poder vender!!!

    Pelo amor de Deus….

  66. Wolfpack 31 de dezembro de 2009 at 22:42 #

    FELIZ ANO NOVO AO BLOG e ao PESSOAL!!!!!
    E tomará que o FX2 se realize…

  67. matheus 31 de dezembro de 2009 at 23:39 #

    Venho falando a séculos que não se confia em franceses, basta lembrar-se das Malvinas; olha ai o EC-725, se tivesse comprando os MI-17 como está previsto em um acordo assinado pelo ministro de relações exteriores, não estaríamos passando por isso, na época ir-se-ia comprar MI-17 e MI-35 todos dois montados no Brasil.
    Quanto ao Gripen NG é a melhor escolha para o nosso país, onde já foi demonstrado que defesa não é nem um pouco importante para os políticos. A questão: se a FAB preferi o Gripen é porque sabe que orçamento da defesa não vai aumentar da noite para o dia, a FAB pode até achar o Rafale com capacidade melhor para o Brasil, mas dificilmente o comprará, é melhor ter um caça muito bom no ar, do que um excelente no chão.

  68. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 2:08 #

    UFA !!!! … Terminou o ano da França no Brasil … se não deu Rafale em 2009, não dará nunca mais … :D

  69. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 2:21 #

    Olá,

    MarceloRJ em 31 dez, 2009 às 15:43

    RodrigoBR em 31 dez, 2009 às 22:05

    O link abaixo responderá todos os seus questionamentos sobre o Gripen, se vcs tem verdadeiro interesse no que é bom para o país sugiro que leiam com atenção.

    Rodrigo, o radar é uma parceria entre a Saab e Selex Galileo, … toda tecnologia senssível do Gripen é de dominio suéco, não tem nada no “miolo” que os suécos não dominem, inclusive os aviônicos suécos são reconhecidamente de nível de excelência e o D-Link suéco é considerado pela mídia especializada como o melhor do mundo, a fuzelagem são de materiais compostos de domínio suéco e de grande interesse da Embraer e é bom que saiba que os Rafales usam sistemas de combate chaves incluindo o datalink mísseis mica BVR e o sensor laser “OSF” QUE SÃO DE ORIGEM SUÉCA. Vc sabia disso ? (posto o link em seguida)

    http://www.defesabrasil.com.br/site/noticias/projeto-f-x2/exclusivo-db-entrevista-bengt-janer-diretor-da-saab-no-brasil.php

    abc
    kaleu

  70. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 2:24 #

    RodrigoBr,

    Está no Jane´s Book :-

    Brazil’s F-X2 deadline sparks war of words
    Robert Hewson Jane’s Air-Launched Weapons Editor
    Oct 06, 2009
    London
    The Brazilian government’s notional selection of France as its F-X2 future fighter supplier has been received with mixed reactions.
    Embraer was this week forced to issue a statement contradicting the chief of its own defence sector business, who singled out the Swedish Gripen bid as the only one that offered full technology transfer and industrial control to Brazil.
    The three F-X2 competitors submitted their Best and Final Offers (BAFOs) to the Brazilian Ministry of Defence (MoD) on 2 October. The deadline for submissions was extended by two weeks, into October, when the F-X2 process was thrown into confusion by President Lula da Silva’s September announcement that France would win the competition.
    A final, formal decision on the F-X2 winner could come as soon as 23 October, when Brazil’s air force celebrates Aviation Day.
    In an interview with Brazil’s Valor Econômico financial newspaper on 28 September, Orlando José Ferreira Neto, executive vice-president for the defence market at Embraer, said he thought the Gripen deal offered the best return for Brazil.
    “We have assessed the three offers by request of the Brazilian Air Force and we saw that the Swedish Saab offer is the one that will ensure knowledge and technology aggregation for Brazil within the ‘on the job doing’ premise, meaning learning by doing it. We are not interested in manufacturing parts. We seek mastering the knowledge that we do not have and that will be useful for us to develop future aircraft,” he said.
    Neto’s comments echo what he told Jane’s during a visit to Embraer’s São José dos Campos headquarters in April. Then Neto noted that both the Dassault Rafale and Boeing Super Hornet were effectively finished products, requiring little or no future development.

    He also cited strong concerns about US technology transfer policy, saying: “Tech transfer is a big problem because by law each piece requires a ‘yes or no’ decision by Congress on a case-by-case basis. For an air force that wants to be independent this may be an impediment.”
    On the Gripen, Neto told Jane’s : “The Gripen NG is a brand new development. There is not an NG aircraft yet and it will take a lot of engineering and highly qualified work to turn the demo aircraft into the NG. So the strength of the Gripen offer is technology transfer. Of course development has its own risk, but the best training is not in the classroom, it’s doing it on the job.”
    Following Neto’s Brazilian newspaper interview Embraer was forced to issue a statement the next day stating: “Embraer clarifies that it is not directly participating in the selection process of the new F-X2 fighter for the Brazilian Air Force and, contrary to what was stated, it has no preference among the proposals presented.”
    The Swedish Gripen team has enlisted UK government support for its F-X2 bid, based on the return for UK industry that the Gripen provides. An initial batch of 36 Gripens for Brazil would have GBP200 million (USD319 million) of UK content and the expected order for at least 100 aircraft over 15 years would see that figure rise to over GBP1 billion. For this reason Saab has had UK government support from the highest levels for its F-X2 bid.
    The issue of national control over technology remains a central issue in Brazil. Dassault has made much of the fact that only it has a package sourced completely from a single home nation. “” In fact, Dassault is in the uncomfortable position of relying on Swedish suppliers for some key combat systems including the Mica BVR missile datalink and the laser rangefinder in Rafale’s OSF sensor fit. “”

    abc
    kaleu

  71. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 2:25 #

    Amigos,

    Sobre o D-link suéco :

    http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ge/dtl7suecia.html

  72. luis alberto 1 de janeiro de 2010 at 6:33 #

    O oficial da FAB que foi a Suecia voar o Gripen C/D e depois o Gripen DEMONSTRADOR foi o Ten Cel Av Fleury, piloto de caca bastante experiente e habilidoso, muito conceituado na comunidade cacadora. Seus comentarios foram simples, diretos e taxativos.
    Trata-se o Gripen de uma plataforma de armas poderosa, perfeitamente adequada e integrada na doutrina desenvolvida pela FAB nos ultimos anos. Suas capacidades unicas como operar em rodopistas, seu datalink muito eficiente (o melhor do mundo, atualmente), sua capacidade de combater em NCW (guerra centrada em redes de sensores) sao ateh o momento, insuperaveis. Falar de embargo americano em motores e APU eh hilario. Afinal mais de 70% dos motores dos avioes da FAB sao de origem americana.
    Enfim, a escolha da FAB esta perfeitamente correta. Com os suecos teremos real capacidade de dominarmos um vetor tao importante para qualquer forca aerea como eh um aviao de caca.

  73. Antônio Carlos 1 de janeiro de 2010 at 7:12 #

    Não adianta sonhar, até porque o custo operacional dos novos caças não sera bancado por Lula e sua trupe, e sim pelo povo brasileiro.

    A melhor relação custo-benefício, além da participação no desenvolvimento de uma nova aeronave, é a proposta da SAAB para o Gripen NG Brasil.

    Proposta esta apoiada pela EMBRAER e por vários segmentos da FAB, ou vocês acham que tem alguem mais gabaritado no país para tomar esta decisão ?

    Quanto a retórica Petista que a escolha do RAFALE seria baseada em um acordo estratégico, qual foi mesmo a estratégia adotada pelo governo brasileiro quando a Bolívia invadiu as refinarias da Petrobras naquele país e Lula não fez nada ?

  74. AJS 1 de janeiro de 2010 at 7:52 #

    Quem tiver interesse, garimpe as notícias a respeito dos NH 90 parados em 2 países europeus por falta de $$$$$$ para aguentar seu alto custo de manutenção.

  75. grifo 1 de janeiro de 2010 at 8:33 #

    Sobre motores, basta ver quem fabrica os motores que o KC-390 (projeto bancado pela FAB) utiliza. Os franceses nao parecem se preocupar muito em comprar avioes com motor americano…

    Ninguem vai transferir tecnologia de motores, e nem a industria brasileira tem interesse nisso. A SNECMA diz que vai transferir a “tecnologia” de manutencao – tipo assim, a mesma tecnologia que a GM “transfere” para o mecanico aqui do lado de casa…

  76. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 8:53 #

    As principais caracteristicas do Rafale,que serão transferidas segundo Titio Sarkozy:

    Optrônica: identificação passiva em longa distância

    O sistema optrônico frontal interno OSF fornece uma tele-imagem do alvo (terrestre ou aéreo) com alcance medido por laser incorporado.

    A capacidade de abordagem furtiva do OSF é especialmente valiosa no policiamento do espaço aéreo e interceptações, onde a tele-imagem do alvo permite identificação visual antecipada e detecção de manobras suspeitas.

    Link de Dados: compartilhamento de informações no teatro de operações

    Links de dados permitem o compartilhamento de uma imagem tática comum entre os componentes da formação, entre esta e os centros de comando e controle. Fornecem também maior consciência situacional a todos os participantes, incluindo os componentes aéreo, terrestre e marítimo das forças.

    O processo de fusão de dados capacita ainda mais o Rafale, colocando-o em um patamar diferente, com real capacidade de gerenciamento de batalha.

    Fusão de Dados: um cenário claro da situação tática

    Baseado no poder de processamento do computador de missão modular (EMTI), a fusão de dados realiza vários cálculos numéricos com os dados fornecidos pelo radar AESA, pelo sistema optrônico OSF, pelo sistema de guerra eletrônica SPECTRA, data links, interrogador IFF e identificadores de lançamento de mísseis.

    A fusão de dados proporciona uma imagem tática simplificada e consolidada, mostrando alvos já correlacionados, em vez de várias pistas provenientes de sensores e links de dados separados. Alívio da carga de trabalho, esclarecimento da situação tática e redução de risco de fratricídio são os benefícios mais imediatos para os pilotos do Rafale.

    Radar AESA: o futuro da defesa aérea

    O radar AESA do Rafale é o mais avançado radar existente para esta classe de caças.

    A AESA (antena de varredura eletrônica ativa) proporciona alcance superior para detecção e aquisição, com agilidade na varredura eletrônica e capacidade de rastrear alvos dentro ou fora da área de busca, além de mapeamento do solo de altíssima resolução com modos de radar de abertura sintética (SAR). O radar AESA do Rafale também permite voos em baixíssima altitude sobre terrenos não-mapeados, em modos com piloto automático acoplado em condições sem visibilidade.

    SPECTRA: um escudo contra todas as ameaças da guerra eletrônica

    O SPECTRA é um sistema de guerra eletrônica totalmente interno, que deixa todos as estações externas disponíveis para armas, tanques de combustível ou casulos.

    Está totalmente integrado ao sistema de missão, proporcionando geo-localização e identificação de ameaças para o processo de fusão de dados.

    A autodefesa dispõe de chaffs e flares, realiza interferência eletrônica em radares, laser e na guiagem de mísseis, utilizando os mais recentes dados de inteligência eletrônica disponíveis no planejamento da missão.

    Rafale F3 pode fazer ataques com armas Nucleraes,F-18 PRECISA DE ADAPTAÇÕES PARA ESSE FIM.

  77. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 8:59 #

    http://www.defesabr.com/MB/mb_rafale.htm

  78. MichelLineker 1 de janeiro de 2010 at 9:14 #

    Quando o Blog publica alguma coisa sobre a defesa eu acredito mas na veja…Bem um feliz ano novo a todos e vamos de RAFALE.

  79. Robson Br 1 de janeiro de 2010 at 9:19 #

    RodrigoBR em 31 dez, 2009 às 22:05
    concordo contigo.

    Se for comprar um caça que é projeto e com tantos componentes estrangeiros é melhor ficar com um pronto e dependente de um só país.

    Aí segue os nomes: F18 ou Rafale

  80. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 9:46 #

    Bosco, foi vc que ganhou a mega sena da virada ai em Brasília ou foi um político como os anões do orçamento?

  81. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 10:14 #

    Matheus,
    Eu tenho quase a mesma opinião sua.
    Franceses não são confiaveis por causa das Malvinas. Na Guerra das Malvinas não só os Franceses deram as costas a Argentina como o resto do mundo o fez da mesma forma, pois o Mundo entendeu que a agressão partiu do região ditatorial dos Generais Argentinos. Os Estados Unidos forneceram a base de Ascenção e sem ela a Inglaterra não teria como chegar com os Vulcans as Malvinas, nem os Nimrods, forneceram ainda as imagens por satélites. O Chile forneceu base para a SAS atuar do seu território para dentro do território Argentino e foi assim que tudo aconteceu. Podemos resumir em precipitação na ação pelos Generais Argentinos sem antes ter domínio sobre os meios que dispunha, uncluindo os Exocets.
    Existem outros casos onde a França deixou seus clientes na mão como na Guerra Israelense Árabe dos seis dias. No entanto, os Estados Unidos neste sentido não são diferentes e é esta independência que o FX2 deseja. Se o Brasil por exemplo entrar em um conflito hipotético com Venezuela e/ou Colômbia e/ou Chile. Com certeza algumas portas no Exterior irá se fechar.
    Concordo contigo quanto aos EC725. Tenho serias críticas a político de aquisição de helicopteros pelas três forças. Hoje no Brasil temos uma coleção de tipos de helicopteros,de quase todos os fornecedores mundiais. Acho que só faltam os Kamov. Isso em termos de logística é terrível. Acredito que o EC725 não é o melhor na sua classe de operação e faria a opção por máquinas como os Mil Mi17, ou pelos caros CH47 Chinooks, ou pelos modernos NH90 e antes de me aventurar com os EC725 compraria mais UH60 Blackhawk.
    Mas temos a Helibras e temos políticos fortes em Minas Gerais e a Helibras e o braço da EADS no Brasil e sabe como é… Entregaram um projeto morto pra ser realizado no Brasil.
    A melhor opção são os baratos e eficientes Mil Mi17. Até a Colômbia optou por eles.
    Abs

  82. Bosco 1 de janeiro de 2010 at 10:26 #

    Mokiti,
    não há como interferir em um laser a não ser com outro laser disparado contra o lançador, de modo a cegar os componentes óticos a fim de quebrar o travamento. Em veículos no solo e em helicópteros em vôo pairado é possível criar uma cortina de fumaça (geradores de fumaça ou lançadores de granadas) que bloqueia a linha de visão entre o lançador e o alvo.
    O laser em si é imune a interferência.

    Interferir em sensores IR só com bloqueadores de IR que são comuns em helicópteros e alguns aviões de transporte.
    Assim mesmo são eficientes apenas contra mísseis sem formação de imagem, ou seja, da quarta geração para trás.
    As cabeças de busca dos mísseis de quinta geração, com milhares de elementos sensíveis (FPA) capazes de formar uma imagem (IIR) do alvo, só são vulneráveis a cegamento por laser já que dificilmente são seduzidos por flares ou interferidos por dispositivos de bloqueio IR. Mesmo as cabeças de busca dos mísseis de terceira e quarta geração, com seeker de banda dupla sensíveis tanto ao IR quanto ao UV, também são de difícil sedução por flares.
    Desconheço se a suite defensiva Spectra do Rafale possua um ou mais lasers defensivos e se possui bloqueadores ou jameadores de IR. Acho que não. Tais dispositivos são mais comuns em aviões de transporte e helicópteros.
    Um abraço meu amigo.

  83. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 10:27 #

    Somente voltando ao tema, o FX2 tá mais com cara de P3AM e A4 do que Rafale, Super Hornet ou Gripen NG… Tá pertinho do fim, e não será o que esperamos… Por via das dúvidas dei uma olhadinha no AMARC em Tucson no google earth e a quantidade de F16 aumentou bastante, deve ter uns meia vida ótimos pra FAB, A4 e F4 sobram por lá. Só não achei os F15, mas a FAB não teria como operá-los com o atual orçamento e acho que nem os F4. Fica então a opção dos F16 e A4.
    É melhor correr e escolher alguns antes que vire sucata ou drone alvo para os Raptors.
    Abs

  84. Bosco 1 de janeiro de 2010 at 10:37 #

    Wolf,
    infelizmente não fui eu não.rsr.
    Não jogo mais na Mega tem um bom tempo. Acho que existe maracutaia em tudo, inclusive onde menos se espera.
    Sou um pessimista inveterado quanto a qualidade de nossos homens públicos e não vejo luz no fim do túnel.

    OBS: Também já deixei de acreditar que o povo brasileiro seja merecedor de algo melhor do que já tem. Isso me deixa muito menos indignado.rsrsr

    Mas o jeito é tocar o barco (ou, seguir o enterro) e não vamos começar o ano desanimados não que a fila tem que andar. rsrs.

    Um feliz ano novo pra você meu amigo.

  85. Mauricio R. 1 de janeiro de 2010 at 10:50 #

    Incrível como vendem fácil o Brasil p/ a vassalagem francesa, mto mal disfarçada em parceria estratégica.
    Mas mto mais incrível ainda é a intolerância contra a livre imprensa.

    “2) O radar está sendo desenvolvido entre a Ericsson(Sueca) e Thales(Francesa)!”

    RodrigoBr,

    Já não está mais, qndo a Dassault assumiu o controle acionário da Thales, esta embargou o fornecimento do radar AESA e sua tecnologia aos suecos.
    Belo exemplo de “transferência de tecnologia” esse, não???

    “O radar AESA do Rafale é o mais avançado radar existente para esta classe de caças.”

    MOKITI,

    A “forma” de onde vai sair o radas AESA do “Rafale” é a mesma de onde vai sair o radaer AESA do “Typhoon”, o projeto AMSAR que é bancado 50/50 por franceses e ingleses; c/ algum pitaco alemão.

    Interessante notar que ainda hoje os europeus não tem um uníco radar AESA em operação de esquadrão, p/ colocar seja em Rafale seja em Typhoon.

    Em contrapartida vc parou p/ contar qntos radares AESA, já dispõe a industria americana???

    Vai contando:
    APG-63V2(retrofit F-15C);
    APG-77(F-22);
    APG-79(F-18E/F);
    APG-80(F-16E/F);
    APG-81(F-35A/B/C);
    APG-82(Retrofit F-15E);
    SABR radar cots da Northrop-Grumman e
    RACR radar cots da Raytheon.

  86. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 11:08 #

    Colega eu disse que o radar AESA do Grippen não está pronto,está sendo desenvolvido pela suécia e uma empresa Italiana,eu só sou a favor do Rafale por ser um projeto pronto.Está tudo pronto e tb por temer um estouro no orçamento do desenvolvimento do caça e até quando vamos esperar para termos o caça funcionando os pilotos treinados e aptos a tirar o máximo da aeronave,olha porque sou contra o F-18,por algumas demonstrações de falta de respeito para com o nosso país :

  87. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 11:22 #

    Um video se Deus quiser do nosso futuro caça :

  88. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 11:24 #

    Feliz Ano Novo Bosco! O máximo que acertei foram dois números ehehehehhehehe. Eu nunca ganhei nada nem rifa de colégia rsrsrsrsrs.
    Abs

  89. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 11:25 #

  90. grifo 1 de janeiro de 2010 at 11:33 #

    MOKITI, o Rafale ainda não tem radar AESA. Só vai ter em 2012, se tudo certo e algum otár.. digo comprador internacional aparecer. Senão nem isso.

  91. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 11:59 #

    O RBE2 entre em operação em 2012 e está em testes desde 2007.
    http://www.thales-electrondevices.com/Press_Releases/Thales%E2%80%99s_RBE2_AESA_radar_successfully_completes_new_series_of_tests/

  92. grifo 1 de janeiro de 2010 at 12:28 #

    Exatamente, só em 2012. E se o dinheiro aparecer.

  93. Vilas Nobre 1 de janeiro de 2010 at 12:44 #

    Para mim a proposta mais completa (considerando todos os critérios de avaliação: TT, off-sets, capacidade militar/integração de armas, logistica e operacionalidade, etc) sempre foi o Rafale (mesmo que tecnicamente ele possa não ser o melhor individualmente em cada um destes itens, se comparado com os outros).

    Para mim sempre pareceu que a concorrência na realidade era Rafale X Mix de Gripen+SH. Porque isto ? Pois o Gripen e o SH não satisfazem sozinhos todos os critérios para seleção. O SH tem um pecado capital: não vai transferir “Know-Why”, apenas “Know-How” (não sou eu quem está dizendo, mas sim os Americanos, que foram muito transparentes em todas as entrevistas a este respeito que foram dadas). Queira ou não queira os Franceses e os Suecos estão se compromentendo a entregar “Know-Why” e isto os colocam em situação de vantagem. Não estou fazendo juízo de valor se os Franceses vão ou não cumprir esta parte do acordo, mas é muito mais díficil, em se tratando de um projeto desenvolvido em conjunto (e com o nível de integração pretendida), que os Suecos escondam o jogo. No caso dos Franceses é mais fácil, pois depende do que eles estejam dispostos ou não a nos contar.

    O Gripen para mim é a melhor opção em termos de TT, mas tem o problema dos riscos do desenvolvimento de um produto novo (por mais que eu conheça pessoalmente a capacidade e acurácia tecnológica dos Suecos). Seria a melhor opção em outra época, se a FAB não estivesse tão defasada em termos de recursos e não tivesse uma urgência tão grande em suprir isto. É um risco muito grande e eu não acho que a cúpula da FAB preferiria o Gripen nestas condições. Eu acho mais lógico que prefiram o SH como alguns aqui já argumentaram. Mas isto é só especulação.

    Minhas suposições são apenas “achismo” de um leigo curioso sobre o assunto e eu posso estar escrevendo um monte de besteiras, mas o que me levou à maioria destas conclusões foram as “pistas” dadas pelas entrevistas dadas pelos representantes das empresas concorrentes. Entre outras coisas, observem que o cara da SAAB sempre reforçou os pontos fortes da sua proposta (TT e “custo baixo”) ou enfatizou as pontos fracos do Rafale (supostamente o “custo alto”). O diretor da Dassault desqualificou o NG (ou seja, seu concorrente direto quanto ao aspecto da TT), mas não se referiu ao SH (na realidade pq sabe que o SH não atenderia os requisitos de TT que são desejados pelo Brasil, ele não é seu concorrente direto). Mas as declarações do representante da Boeing foram mais interessantes, ele desafiou a intenção da Dassault em realmente transferir a “TT irrestrita”, mas curiosamente não fez o mesmo com a SAAB, apesar de parte da tecnologia ser de outros países (PQ não duvidou que a TT ocorreria com os Suecos mas duvidou que ocorreria com os Franceses ?). Ele atacou o risco de desenvolvimento do projeto, comparando com a situação do AMX (ou seja, mandando nas entrelinhas a seguinte mensagem: Ok, se vcs decidirem partir para este caminho, vão precisar de uma alternativa “tampão”, o SH, para cobrir o que o NG não cobre até ele esteja pronto).

    É por isto que, apesar de pessoalmente preferir um Mix de Gripen e SH´s eu tenho que adimitir que o Rafale é a oção que resolve de forma mais completa os critérios colocados em concorrência. E quanto à possibilidade de escolherem ou o Gripen ou o SH isoladamente acho muito difícil, a menos que o NJ e o Lula, decidam não levar em consideração alguns dos critérios que eles estão sinalizando há muito tempo que serão decisivos na escolha.

    Minha última suposição é: Me parece que enquanto o Governo da Suécia e a Saab realmente procuram um “Sócio” e os EUA e a Boeing procuram apenas um “Cliente” (os off-sets e transferência de Know-how são apenas para garantir a compra), o governo da França parece querer um sócio, mas a Dassault eu não estou bem certo… me parece que isto é que ainda atrapalha o fechamento do contrato com a França e não algum medo do Lula em ser impopular se contrariar o relatório da comissão. Ele já enfrentou outras situações de desgaste político muito maiores que esta, que é mais técnica e distante do conhecimento da maioria do eleitorado brasileiro.

  94. paulo damasceno 1 de janeiro de 2010 at 13:17 #

    a fab precisa escolher um aviao que possa ser desenvolvido no brasil com ajuda de outra nacao e com um projeto de nacionalisacao
    ate chegar ao 100%,para isso precisa ter uma visao de 10 ou 20 anos quanto a orcamentos e tambem aproveitar algumas tecnologias que ja tem no brasil,se nao vamos ficar no mesmo de sempre

  95. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 13:19 #

    Grifo, desculpe mas a situação do RBE2 está equacionada, pois já apresenta um cliente que é a Armee de l`Air e a Marine Nationale Francesa, e não depende de nenhum encomenda internacional, pois a demanda e o fornecedor é são Franceses a Thales.
    Agora a situação referente ao AESA do Gripen NG não está bem equacionada ainda, pois a primeira opção foi a Thales e cujo desenvolvimento e testes estão sendo feitos desde 2007. O Projeto NG agora optou pelo CAESAR (Captor Active Electronically Scanned Array Radar) do EF2000 Typhoon. Além do que é necessário que o Governo Suéco aposte no Gripen NG e não somente o Brasil, pois assim sendo seremos os únicos a operar este vetor.
    O FX2 como está não nos levará a nenhum lugar. Estamos em uma sinuca, entre embargos americanos, preços altos do vetor francês e a incerteza de um projeto como o Gripen NG, que nada mais é que um JAS39 com AESA e tanques internos maiores e que não têm como cliente nem o Governo Sueco. Está complicado!

  96. Mauricio R. 1 de janeiro de 2010 at 13:40 #

    Se somente c/ as encomendas da AA e da Aeronavale o AESA frances está garantido, então a opção pelo CAESAR do Typhoon ao invés de um produto correlato da Selex, deixa o Gripen NG mto mais tranquilo qnto ao acesso a um radar AESA.
    Pois a base instalada de Typhoon já maior, que o número de Rafales encomendados, imagina então se considerarmos o tanto de Typhoon ainda por entregar!!!

  97. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 14:20 #

    MOKITI em 01 jan, 2010 às 8:53 Disse :

    As principais caracteristicas do Rafale,que serão transferidas segundo Titio Sarkozy:

    Optrônica: identificação passiva em longa distância

    O sistema optrônico frontal interno OSF fornece uma tele-imagem do alvo (terrestre ou aéreo) com alcance medido por laser incorporado.

    A capacidade de abordagem furtiva do OSF é especialmente valiosa no policiamento do espaço aéreo e interceptações, onde a tele-imagem do alvo permite identificação visual antecipada e detecção de manobras suspeitas.
    ————————————————————–

    MEU CARO COMO OS FRANCESES VÃO TRANSFERIR TECNOLOGIA SUÉCA ?

    Brazil’s F-X2 deadline sparks war of words

    Robert Hewson Jane’s Air-Launched Weapons Editor
    Oct 06, 2009
    London

    … “In fact, Dassault is in the uncomfortable position of relying on Swedish suppliers for some key combat systems including the Mica BVR missile datalink and the laser rangefinder in Rafale’s OSF sensor fit.”

    TRADUÇÃO :- De fato, Dassault está na posição desconfortável de depender de fornecedores suecos para alguns sistemas de combate chaves incluindo o datalink para mísseis mica BVR e o Telêmetro sensor laser OSF do Rafale que se complementam.

    Hummmm … , MOKITI então a MELHOR ARMA FRANCESA É “SUÉCA” ???

    E VC VEM AQUI DIZER QUE OS NOSSOS “PARCEIROS ESTRATÉGICOS” VÃO NOS TRANSFERIR ? … DEVO ACREDITAR EM TUDO QUE VC DIZ?

    abc
    kaleu

  98. ZE 1 de janeiro de 2010 at 14:22 #

    Vilas Nobre em 01 jan, 2010 às 12:44

    Parabéns pelo seu comentário. Gostaria apenas de salientar algo:

    Ao contrário do senso comum, o Gripen NG não é um avião novo.

    Trata-se de um grande upgrade do já existente Gripen C/D.

    O Gripen Nova Geração tem cerca de 55% de comunalidade com o “velho” (todos os 3 finalistas são contemporâneos) Gripen C/D.

    Daí que a nomenclatura do Gripen NG poderia ser mudada para Gripen E/F.

    Em 2008, um Rig de teste para validar os sistemas do Gripen NG foi criado.

    Seu radar AESA vem sendo testado desde 2006. Para se ter uma ideia mais acurada, os futuros radares AESA do Typhoon, Gripen NG e Rafale, foram beber no projeto AMSAR nos idos de 1993.

    Os suecos já disseram, e o fizeram de forma pública, que se o Brasil escolher o caça deles (na verdade nosso, pois será uma parceria), o Governo Sueco comprará 30 vetores.

    Não se trata apenas de uma promessa infundada. Eles se comprometeram colocá-la em contrato.

    Contratualmente, teremos tambem a segurança jurídica de que o nosso país não irá arcar com nenhum centavo a mais se houver um aumento nos custos de desenvolvimento do caça.

    Ao contrário dos franceses, que nos “deixarão” apenas fabricar a asa do Rafale, os suecos, em parceria conosco, irão projetar a asa do novo Gripen.

    Em verdade, já há uma equipe de engenheiros brasileiros no país escandinavo trabalhando.

    Devo salientar que o contrato entre o Gripen International e a empresa brasileira nada tem relação com o certame que está sendo levado a cabo aqui.

    Todas as partes do Gripen NG projetadas e produzidas aqui serão vendidas para os operadores do Gripen NG. Assim sendo, se os suecos precisarem de alguma parte para os seus vetores, eles terão que comprá-las de nós.

    A Embraer já se manifestou dizendo que o proposta do Gripen NG é a melhor, pois é a única que oferece a possibilidade de aprender fazendo (“on the job doing”). Lógico que no dia seguinte, ela se desculpou por ter se manifestado a favor do vetor sueco.

    Poderia escrever muito mais, porem estou sem tempo.

    Vilas Nobre, como você já deve saber, há riscos nas 3 propostas. Ao meu ver, o risco do Gripen NG não é grande e estará assegurado pelo Governo Sueco, um dos mais sérios do mundo.

    Lembre-se que se o nosso país fizer uma escolha errada, teremos que conviver com ela nos próximos 30-40 anos!

  99. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 14:29 #

    #
    grifo em 01 jan, 2010 às 12:28

    Exatamente, só em 2012. E se o dinheiro aparecer.

    E o pior é que trata-se de dinheiro Brasileiro !

  100. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 14:34 #

    Amigos,

    Vilas Nobre e ZE …

    Excelentes comentários ! Parabéns !

  101. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 14:42 #

    Sobre o motor do Rafale:

    M88 TURBOFAN

    Os rígidos requerimentos de performance do Rafale em combate aéreo e em penetração de baixa altitude obrigou a adoção de uma nova motorização com potência para carregar peso, extremamente baixo consumo em todos os regimes de vôo e uma vida útil muito longa.

    O resultante M88-2 é leve, compacto, eficiente no consumo e produz 50kN “dry” e 75kN com afterburner. É equipado com um FADEC (Full Authority Digital Engine Control) redundante que aceita aceleração do zero até afterburner total em menos de 3 segundos.

    Graças ao FADEC, o M88-2 dá ao Rafale performance impressionante e utilização sem preocupação do throttle que pode ser trazido da posição de combate para zero e jogado de volta à potência de combate em qualquer momento durante o vôo.

    Para deixar o motor rodar a temperaturas muito altas SNECMA apresentou soluções inovativas e o M88 incorpora tecnologias avançadas como blisks (Discos de compressor com lâminas integrais), comustor de baixa poluição, lâminas de turbina de cristal simples de alta pressão, coberturas de cerâmica, discos de metalurgia revolucionária (revolutionary powder metallurgy) e materiais compostos.

    A Snecma está trabalhando agora nas novas variantes do motor:

    * M88-TCO (Total Cost of Ownership) que vai ter tempo estendido entre revisões graças ao seu compressor e turbina de alta pressão redesenhados.

    * M88-X de 88kN com afterburner, que está sendo desenvolvido para o mercado de exportação.

    O M88-TCO entrará em serviço com os Rafales franceses a partir de 2011 mas a Armeé de l’Air e a Aéronavale ainda não apresentaram um documento oficial com relação ao M88-X.

    O motor M88-X seria o M88-3 da encomenda dos Emirados Árabes Unidos (EAU), já o M88-4 é a sua próxima geração, que poderá levar muito mais combustível e armamento, sem falar do aumento de velocidade, potência e consequente segurança para o piloto em combate.

    Fonte: http://www.defesabr.com/MB/mb_rafale.htm

  102. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 14:46 #

    Vejam QUEM foi usado como plataforma de testes para o Rafale:

    A maioria dos testes de desenvolvimento do Rafale M foram feitos no hoje São Paulo (ou ex-Foch) na década de 90. Seu peso vazio é de 9.400 kg e seu peso de decolagem por catapulta é de 19.500 kg, dentro do máximo admitido para o nosso NAe, que é de 20.000 kg.

    Fonte: http://www.defesabr.com/MB/mb_rafale.htm

  103. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 14:47 #

    MOKITI em 01 jan, 2010 às 8:53

    DEVO ACREDITAR EM TUDO QUE VC DIZ?

    Melhor dizendo :

    DEVO ACREDITAR EM TUDO QUE OS “FRANCESES” DIZEM ?

    Desculpe !

    abc
    kaleu

  104. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 14:49 #

    RodrigoBR em 01 jan, 2010 às 14:42

    Sobre o motor do Rafale:

    M88 TURBOFAN

    Rodrigo, porque os EAU pediram para trocar esse motor?

    Sabe nos informar ?

    abc
    kaleu

  105. Nick 1 de janeiro de 2010 at 14:53 #

    Que eu saiba, kaleu, eles querem um M-88 com maior potencia basicamente em virtude das condições climáticas… e provavelmente pela fala de “underpowered” do Rafale. Mas a Snecma só produziriam esse motor -um M88-3- se tivessem fundos, projeto eles já tem.
    Se eles, os EAU, financiarem, pode sair.
    Com esse motor com certeza o Rafale seria supercruise.

  106. Nick 1 de janeiro de 2010 at 14:53 #

    errata “pela fala” le-se “pela fama”

  107. Nick 1 de janeiro de 2010 at 14:56 #

    Rodrigo BR,

    não estariam trabalhando no M88-ECO?? ou é a mesma coisa que esse M88-TCO?

  108. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 15:00 #

    Eu estava procurando esta imagem, finalmente a encontrei. Ela mostra a “salada indigesta” que é o Gripen NG! Vejam:

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/08/gripen-partners.jpg

  109. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 15:07 #

    MOKITI em 01 jan, 2010 às 11:22

    Incrível vôo, será que foi um erro ou foi muito bem calculado?

  110. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 15:09 #

    Nick,

    “Parece” que o M88-ECO é o nome que a SNECMA deu a versão que está atualmente em testes do futuro M88-TCO. Parece ser um nome para “marketing”.

    um abraço

  111. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 15:15 #

    Nick,

    Jogada de “marketing” do tipo ECO = + ECOnômico, apelando também para a questão ecológica(“aquecimento global”) tão difundida atualmente.

    M88-ECO = + ECOnômico => + ECOlógico… ;)

  112. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 15:19 #

    RodrigoBR em 01 jan, 2010 às 15:00

    Prefiro essa :

    http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/gripen_ng_br.jpg

    Se vc acha indigesta a salada do Gripen, imagino o que vc achará do JSF – F-35 …

    Essa política francesa de desenvolvimento “solo” tem se mostrado altamente ineficiente e superada e é o principal responsável pelo insucesso comercial do Rafale … ninguém mais no mundo está disposto a PAGAR para que a França mantenha sua egemonia e independência tecnológica … o mais novo conceito é o do compartilhamento … os países MAIS desenvolvidos já descobriram isso vide EF2000 Typhoon e F-35 – JSF, os mais novos conceitos de caçadores do mundo são multnacionais … por esse motivo os suécos vem procurando uma VERDADEIRA parceria com o Brasil … não acredite em parceria com os Franceses ELES NÃO COMPARTILHAM NADA …

    Em tempo, qual é o interesse frances em nos transferir tecnologia ? … parceria ? … sinto informá-lo que a França mantem parceria estratégicvam também com Grécia, India, Brasil e Kazaquistão … a “parceria” que interessa aos franceses é VENDER seus produtos a preços absurdos … só isso !

    abc
    kaleu

  113. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 15:19 #

    hegemonia

  114. Marco Antonio Lins 1 de janeiro de 2010 at 15:23 #

    Ilmo Srs.

    Vamos analisar friamente, o caso de nossos vetores. Gripen é adversarios em conflito para determinados adversarios , como ,F-35,Sukhoi35, Thypon,ou proprio Rafale? O custo beneficio de deve ser visto para preparação dos pilotos,treinamento intensivos.Daria um excelente avião para esta finalidade. O piloto sairia do Tucano A-29, e passaria em seguida para o Gripen. Este seria otimo para conflitos de pequena intensidade.Porem nos temos que ter um vetor mais contudente.Reconheço que não tenho muito conhecimento para analisar um caça de duas turbinas contra o de uma turbina.Quem levaria vantagem? Reconheço que é um dos mais belos avião que já vi,sua vista de topo parece um Viking.

  115. Bosco 1 de janeiro de 2010 at 15:38 #

    Falando de motor e pegando o gancho do Rodrigo, o Rafale peca por sua própria modernidade.
    Embora a “relação empuxo/peso” seja muito parecida com a do SH, ela diminui consideravelmente no caso de se usar carga útil.
    A relação empuxo/peso é medida em geral dividindo o peso do caça “carregado” (peso vazio + tripulante + combustível interno) pelo empuxo máximo (com o PC à pleno) ao nível do mar. Vale salientar que é relativo ao “peso carregado” e não ao “peso máximo de decolagem”.
    Como o Rafale possui um peso carregado em torno de 33.000 lb e pode levar uma carga externa de cerca de 21.000 lb somando cerca de 54000 lb de peso máximo de decolagem.
    No caso do SH seu peso carregado é de 47000 lb e seu peso máximo de decolagem é de 66000 lb que perfaz um total de carga externa de 19000 lb, menor portanto que a do Rafale.
    Mas mesmo que o Rafale leve o mesma carga de um SH, ou seja, 19000 lb, haveria uma diferença entre o “peso carregado” somado as 19000 lb que percentualmente corresponderia a cerca de 57% para o Rafale e de 40% para o Super Hornet. Ampla vantagem da motorização do SH no caso de carga externas.
    Se o Rafale for carregado com o máximo de carga externa possível, a diferença em relação ao peso carregado seria de mais ou menos de 63%, com óbvias implicações na performance.
    Um abraço a todos.

  116. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 15:40 #

    Gosto desse MOKITI

    http://www.youtube.com/watch?v=8FXw3cwc6II

    no começo é chatinho depois esquenta !

  117. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 15:51 #

    Kaleu,

    Se o Brasil desenvolvesse as partes que são mostradas na sua figura, PARA QUE precisamos dos SUECOS ou da SAAB ???

    A EMBRAER pode projetar qualquer design de aeronave, o que ela e/ou Brasil não possui é a tecnologia do “miolo inteligente” da aeronave!

    Se o Brasil ou empresas desenvolvessem o MIOLO, para que comprar Transferência de Tecnologia de outros países e ainda ficar com uma “coleira” sem poder vender para quem quisesse???

    O que interessa é o MIOLO, o resto(fuselagem,trens de pouso, etc) já temos tecnologia ou a dominaríamos em pouco tempo(excluindo o motor). Se a SAAB compra o motor dos americanos, então uma vez “tendo a tecnologia do MIOLO”, porque nós mesmos não poderíamos comprar diretamente dos americanos ???

    Vc é que deveria pensar em acreditar nessa TT da SAAB…

  118. Bosco 1 de janeiro de 2010 at 15:52 #

    Por isso, há de se colocar em dúvida algumas das propagadas características performáticas do Rafale, que em geral são atribuídas a uma resistência estrutural superior e a uma aerodinâmica mais refinada. Será?
    Distância de rolagem para decolagem, taxa de ascensão, aceleração, capacidade de carga externa, etc, são dados muito variáveis e sujeitos as mais diversas interpretações, dependendo do contexto.
    Seria esse o motivo (o decaimento da relação empuxo/peso no caso de uso operacional com cargas externas) da insatisfação aparente de alguns com a motorização do Rafale?
    E por estranho que possa parecer, apesar de ter uma relação empuxo/peso até ligeiramente menor que a do Rafale, o SH não é tido como tendo um motor raquítico pelos seus usuários.

  119. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 16:02 #

    Querem falar de AESA ??

  120. MarceloRJ 1 de janeiro de 2010 at 16:02 #

    Kaleu,

    Vc viu a palestra sobre embargos dos EUA? Lembra sobre os sensores IR, é disso que estou falando, não só de motores.
    Abs

  121. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 16:10 #

    RodrigoBR em 01 jan, 2010 às 15:51

    Eu sinceramene não sei o que vc quer dizer com “MIOLO”, porém os aviônicos do F-5M são de origem Israelense e de domínio da Aeroeletrônica, que continua seu desenvolvimento …

    Os softwares necessários para vôos supersônicos, bem como simuladores, tuneis de teste, composição dos materiais de fuzelagem (materiais compostos) e inúmeros sensores como o citado OSF acima e os softwares de missão que proporcionam capacidade de operações centradas em rede (Network Centric Warfare) por exemplo não são de domínio da Embraer daí o interesse brasileiro em uma parceria …

    Se conseguissemos um “vôo solo” seria o ideal, porém, não sendo possível a suécia é a melhor opção !

    abc
    kaleu

  122. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 16:14 #

    Bosco,

    Mais esta relação ficará melhor no Rafale com a entrada em serviço dos motores que estão sendo desenvolvidos pela SNECMA até a o início da fabricação das unidades brasileiras.

    Além disso, gostaria de lembrar ao amigo a questão do maior RCS do SH em relação ao Rafale, bem como o peso total e dimensões físicas do mesmo que dificultam ou impossibilitam a sua utilização no NAe São Paulo. Não tenho certeza, mas me parece que o Rafale seria mais ágil nas manobras que o SH, mesmo com o problema do atual motor M88-2 realatado pelo amigo.

    Me parece que o M88-2 foi desenvolvido para melhor performance em vôos a baixa altitude, sendo esta característica muito valorizada principalmente no combate aeronaval. Isto foi demonstrado claramente no sucesso da FAA nos ataques efetuados nas Malvinas em que voavam grande parte do trajeto a no máximo 15 metros de altura da linha d’água para não serem detectados pelos radares ingleses e ficando imunes aos mísseis anti-aéreos, pois o ângulo de subida dos mesmos era maior que o ângulo formado entre o casulo de lançamento e os caças argentinos a 15m de altura no horizonte.

    Um abraço

  123. grifo 1 de janeiro de 2010 at 16:18 #

    Caro Wolfpack, o radar AESA não vai ser retrofitado nos Rafale F1 ou F3. Ele somente será colocado somente nos Rafale F4 (ou F3+ como também é chamado), que é a versão que eles estão oferecendo para o Brasil. E esta versão só sai em 2012 se tiver comprador internacional, senão vai ficar paras as calendas.

    A mesma coisa vale para o motor novo (ECO), que só vai ser feito se alguém pagar a conta. A Força Aérea Francesa já avisou que não paga, os Emirados disseram que não pagam também (mas só compram se tiver motor novo), já viu que vai sobrar para o “parceiro estratégico”…

    Enquanto isto, a Marinha americana já encomendou e pagou uma versão nova da F414, a F414 EPE (Enhanced Performance Engine), com 20% a mais de empuxo. E tanto a Boeing quanto a SAAB já disseram a FAB que entregam os aviões com a turbina nova quando ela estiver disponível, **sem cobrar nada a mais por isso**.

    É por estas e outras que a FAB escolheu o Gripen NG, e colocou o Super Hornet em segundo. Espero que um dia o relatório venha a público para que todos vejam o tamanho do buraco que vamos entrar escolhendo o Rafale.

  124. Nick 1 de janeiro de 2010 at 16:23 #

    Ok Rodrigo, deve ser isso mesmo…uma questão de marketing por parte da Snecma.

    Partindo do pressuposto que os 3 caças cumprem com as necessidades operacionais da FAB, o que diferenciaria as propostas?
    TOTs e CUSTOS.

    Se a Embraer já tivesse todo o know how para desenvolver um caça de 4.75 geração provavelmente ela o estaria fazendo, como no caso do KC390. E não haveria Rafale, SuperHornet ou Gripen NG. Mas não é o caso. A Embraer ainda não possui esse knowhow e por isso a necessidade de alguma parceria. Basicamente no FX-2 existem duas:
    Saab x Dassault. Gripen NG x Rafale. Suecia X França.

    Dassault Rafale
    Projeto e fabricação totalmente franceses ou quase.
    Desenvolvido para ser Multirole.
    Prós : Caça totalmente desenvolvido até a versão F3, com direito a AESA, rcs de 0.75 até 2 m2 (LO), OSF, Spectra.
    TOTs: em teoria é o mais abrangente já que envolve inclusive a TOT do motor???? (será?).
    Contras: Extremamente caro na aquisição e operação. Não é caça de 5ª geração.

    Gripen NG
    Projeto e fabricação Sueco componentes COTS fornecedores Diversos.
    Prós. É um caça que será equipado com os ultimos desenvolvimentos da industria na área de Guerra Eletronica e Radar (não sei dizer se será superior ao do Rafale, mas deverá estar no mesmo nível ao menos.)
    o Fato de ser um caça em desenvolvimento permitirá uma maior participação da FAB e Embraer nas especificações do Caça, alem do já famoso On-theJob-Doing.
    Custos menores de aquisição e manutenção.
    Maior parte dos seus componentes são COTS , baixo risco de embargo.
    Contras: Exatamente pelo fato de estar em desenvolvimento há um risco de prazos e custos extrapolarem as previsões. Baixas é verdade, mas existem.
    Tambem não é um caça de 5ª geração.

    Na minha opinião ambos os caças deveriam ser pensados apenas como uma etapa em direção a um caça nacional de 5ª geração, ou seja deveria haver em ambas as propostas um adendo com objetivo de desenvolvimento conjunto em direção a esse vetor de 5 geração Binacional. E com objetivo de substituir os F5-M e AMX-M. Como ambas as empresas estão envolvidas no nEUROn, o Brasil deveria tambem exigir participação no mesmo, não importa qual vença.

    []’s

  125. kaleu 1 de janeiro de 2010 at 16:38 #

    MarceloRJ em 01 jan, 2010 às 16:02

    Vi a palestra amigo … vc chegou a ler os motivos dos embargos ? .. é interessante procure aprofundar-se.

    … ademais, o IR Saab-Otis busca de infravermelhos e sistema de trilha (IRST) é de domínio suéco … não teremos problemas de embargos com os gringos … numa 1ª etapa usaremos motores gingos, porém ficaremos muito mais próximos de nossa sonhada independência …

    A França não é o caminho, de nada adianta mudarmos nossa dependência americana por uma dependência francesa … mudaremos apenas de senhor feudal, porem continuaremos vassalos … não é isso que queremos …

    abc
    kaleu

  126. Bosco 1 de janeiro de 2010 at 16:41 #

    Rodrigo,
    sem dúvida um motor mais potente seria interessante.
    Já quanto a diferença de RCS não acho que seja significativa tendo em vista exatamente as cargas externas necessárias às operações.
    Mas o Rafale é sem dúvida um extraordinário caça.
    Um abraço meu amigo.

  127. CDF 1 de janeiro de 2010 at 17:03 #

    Olá a todos. Gostaria de dar minha opinião sobre as empresas concorrentes ao FX2. Temos observado que as 3 tem alardeado na mídia que desejam uma parceria com o Brasil e não só uma relação cliente/vendedor. Isso tem sido repetido tantas vezes que até parece ter se tornado o novo mantra da industria aeronautica rsrs. Contudo, se analizarmos o histórico das 3 empresas, qual seria a verdadeira disposição de cada uma delas de fazer uma parceria desse tipo?
    – A Boeing é maior empresa de aviação do mundo e tem recursos suficientes para tocar seus projetos sozinha. É claro que uma venda é uma venda, mas, pelo número de aeronaves negociado, não me surpreenderia se ela estivesse mais interessada em prejudicar seus concorrentes (dassault e saab) do que se beneficiar diretamente. E, de qualquer modo, o SH já é um produto pronto. A industria brasileira poderia até se ganhar com sua construção (criação de empregos) mas não em termos de aprender a projetar um caça moderno.
    – O Rafale também é um produto pronto que não acrescentaria nada para nossa industria em termos de projeto e, alem disso, a Dassault e o governo Francês sempre deram mostras de preferir uma posição independente em vez de formar parcerias (vide sua recusa em aderir ao Eurofighter).
    – Já a Saab tem todo o interesse em formar uma parceria com o Brasil não só para o Grippen NG mas também futuros projetos. Já durante o inicio do desenvolvimento das primeiras versões do Grippen, se comentava que ele seria o último avião a ser contruído de forma independente pela Saab. Com o fim da guerra fria, não se justificaria mais perante a opinião pública que o governo bancasse sozinho os altos custos de desenvolvimento de um caça moderno. É perfeitamente lógico que a Saab procure parceiros externos e não existem muitos candidatos: Os países europeus que disporiam de recursos já estão comprometidos com o Eurofighter ou F-35; A Russia e India já desenvolvem o PAK-FA de 5a ger (não faria sentido participar do desenvolvimento de um caça de 4.5); os chineses já tem o J-10 e desenvolvem seu caça de 5a; finalmente, os americanos, como disse antes, também não precisam de parcerias (a não ser pra tirar mercado dos concorrentes).
    Desse modo, acho que a Saab é a única empresa realmente interessada em uma parceria de igual para igual com a Embraer e outras empresas brasileiras. Ela sabe que sem isso difissilmente continuará no mercado (caso semelhante ao da finada Fokker holandesa).
    Um abraço.

  128. Sirkis 1 de janeiro de 2010 at 17:22 #

    Saudações!

    Galante, meus parabéns pelo seu blog. Felizmente temos um lugar na Internet que fala português onde se coloca coisa séria, e não firulas de fóruns.

    Primeiro. De virtual e papel o NG não tem nada! Mais da metade dele está no Gripen DEMO. Então, esse blábláblá de fórum não cola mais.
    Segundo. Não existe essa paranóia na FAB de embargos americanos. Quase todos os aviões da FAB usam motores americanos e voamos muito bem!
    Terceiro. Spectra nunca foi uma jóia da guerra eletrônica. Todos os caças tem o mesmo sistema, só que com nomes diferentes. Até parece aquele programa da polishop, onde usa um nome para disfarçar. Atrás de todo pavão, existe uma ave ridícula.
    Quarto. O fato do Rafale decolar e pousar no Foch não significa que ele está homologado para isso.
    Quinto. O governo viu a besteira que fez ao tentar descer goela abaixo o Rafale. A FAB precisa de um avião que possa voar, e não só nos dias festivos. E isso, somente americanos e suecos oferecem. Não podemos arcar os custos do Rafale, porque não temos dinheiro para isso. Comprar o Rafale somente por anti-americanismo é ridículo. Não podemos deixar a defesa do país deficiente por questões ideológicas.

    Boa Tarde!

  129. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 17:26 #

    Grifo, aparelhos americanos e pseudo americanos são o mesmo que compra de prateleira. Devido aos embargos passados, o acesso a tecnologias destes aparelhos estará vetada a FAB. Está liberado somente tecnologia necessária segundo a própria Boeing. Portanto, não vejo diferença em se comprar um SU3OMK, um F16Blk60 ou mesmo os Gripen C/D com a opção F18E/F. Com o agravante, estaremos pagando a mais para sofrer embargo no futuro. O passado e a ações atuais do Governo Americano condenam a opção Super Hornet.
    Eu voto pelo cancelamento do FX2 já e se a opção é entrar sozinho em uma furada como o Gripen NG que se faça a alto estilo e que a FAB e o Brasil tenha a coragem de se engajar em um projeto com futuro de 5a e 6a gerações, PAK-FA, é um exemplo, mas temos outros no Japão, China e bem conversadinho em Israel e África do Sul.
    Abs
    O FX2 nas condições atuais está totalmente morto.

  130. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 17:30 #

    Os defensores do Gripen NG devem se atentar que um projeto, se assim podemos falar do upgrade do JAS39 para o NG (uma enganação da Suécia para Tupiniquim ver), pode ser um sucesso no controle custos, tempo, qualidade e features como pode ser um tremendo fracasso. Para a Embraer o Projeto AM-X foi uma vantagem absurda, mas eu pergunto, e para a FAB?
    Abs

  131. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 17:33 #

    Caqro Grifo, observe a performance dos famosos Typhoons na operação Iron Falcon. Eurofantes…
    Abs

  132. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 17:43 #

    Logo, logo a Suécia vai se perguntar se vale a pena continuar a investir na SAAB Aero. Justifica-se investir recursos para desenvolver e fabricar aviões de combate que somente ela irá utilizar? Olhe seus vizinhos e suas atuais opções (F35 e EF2000 Typhoon). Os Suecos se desfizeram da Volvo Cars e SAAB Cars, porque manteriam uma Indústria de Caças? A FAB deveria pensar neste assunto, pois é ruim você ter um Volvo XC60 e depois ter que importar peças da China…

  133. Rogério 1 de janeiro de 2010 at 17:44 #

    Se o Rafale fosse escolhido já teriam assinado o contrato dia 07/Set, ou o GF recua e aceita o preferido da FAB ou o FX-2 morre. Por que pelo jeito a FAB não pretende recuar.
    Talvez o Brig. Juniti Saito tenha lido o artigo “Coragem Moral” relatando a história do almirante Thomas Conolly postado aqui no Blog em setembro do ano passado rssssss.
    http://www.naval.com.br/blog/2009/09/25/coragem-moral/
    []s

  134. Rogério 1 de janeiro de 2010 at 17:58 #

    Caro Wolfpack, se o Rafale é tão superior, como os franceses dizem, aos Typhoons e SH, porque eles não ganham nenhuma concorrência? Até a França esta sem pressa nenhuma em substituir seus Mirages pelos Rafalecos devido aos altos custos dos mesmos.
    Alguém por gentileza saberia me informar quantos Rafales existem voando no mundo?

  135. Mauricio R. 1 de janeiro de 2010 at 18:13 #

    “Além disso, gostaria de lembrar ao amigo a questão do maior RCS do SH em relação ao Rafale,…”

    -> Aonde o Rafale tem somente redução de RCS, o Super Hornet tem stealth.
    Tds as superfices alares são alinhadas, as entradas de ar são chanfradas e a face do compressor da turbina é ocultada.
    Nada disso está presente no Rafale, que tem a barriga redonda espalhando sinal de radar refletido p/ tdo qnto é lado, as entradas de ar são perpendiculares e retas refletindo radar e a face do compressor primário da turbina não é ocultada refletindo radar tb.

    “…, mas me parece que o Rafale seria mais ágil nas manobras que o SH, mesmo com o problema do atual motor M88-2…”

    -> Compare a area alar das duas aeronaves, quem tiver a maior area alar em m², manobra melhor.
    Então é por isso que Typhoon, Eagle e Flanker manobram melhor que o Rafale.

  136. Sirkis 1 de janeiro de 2010 at 18:20 #

    Saudações!

    Vamos fazer algumas correções.

    1. O NG não é um upgrade do Gripen. É uma nova aeronave, onde 40% será coisa nova. O Super Hornet é uma nova aeronave também, e não um upgrade do F-18. O único que é um upgrade é o Rafale na última versão F3. O Rafale é um avião que voou pela primeira vez nos anos 80, ao contrário do SH e NG.
    2. O único que apresenta transf. de tecn. é o NG. Porque ele ainda vai ser produzido. Isso é um plus, porque brasileiros vão aprender como é o processo de construção de um caça, algo impossível com americanos e franceses.
    3. O AMX não foi furada! Colocou o Brasil em um novo cenário da aviação de ataque que não tínhamos. O avião teve operacionalidade ruim porque o governo sempre cortou a verba para ele. Ao contrário do F-103, que mesmo com dinheiro a FAB pastava literalmente nas mãos dos franceses.

    Boa Tarde!

  137. Mauricio R. 1 de janeiro de 2010 at 18:26 #

    “Alguém por gentileza saberia me informar quantos Rafales existem voando no mundo?”

    De acordo c/ a Wikipedia em ingles até junho de 2009, 68 aeronaves (42 AA, 26 Aeronavale) foram entregues, das 180 encomendadas até o momento.

    É de dar dó frente aos 200 Typhoons entregues até o momento e aos 400 SH operacionais na US Navy.

    Se alguem se dispuser a pesquisar qntos Flanker já foram vendidos fora da Russia, a humilhação será maior ainda!!!

  138. Fernando 1 de janeiro de 2010 at 18:55 #

    Cá com meus botões:
    Por que uma parceria estratégica apenas com dois países?
    Lembrem-se, estamos nos trópicos!
    Por que não uma proposta “indecente” de ménage à trois?
    Creio ser benéfica para os três países.
    O mercado militar não seria uma proposta interessante para as três empresas explorarem juntas?
    Será que existem muitas discrepâncias entre estas empresas?

  139. ZE 1 de janeiro de 2010 at 19:21 #

    Se o motor F-414 (motor do Super Hornet e do Gripen NG) ganhar a disputa (o outro concorente é o EJ200-motor do Typhoon) para o fornecimento de 100 motores (dizem que pode chegar a 120) para o Hal Tejas, e o Gripen NG ganhar aqui e lá na Índia (fora a versão embarcada do mesmo), então teremos um custo de manutenção dos motores baixíssimo.

    Se isso ocorrer, teríamos mais de 1200 motores F-414 produzidos (fora as futuras encomendas norte-americanas e australianas).

    Bem, como sabemos, o Rafale será o campeão aqui.

  140. ZE 1 de janeiro de 2010 at 19:22 #

    Uma pequena nota acerca do radar AESA VIXEN do Gripen NG (com tradução do Google e adaptações minhas)

    Saab Gripen Demo faz primeiro vôo com radar AESA
    By Craig Hoyle

    Saab Gripen fez seu primeiro vôo de teste equipado com a antena e outros elementos de Selex Sensors and Airborne Systems Vixen 1000E/ES05 Raven de varredura eletrônica ativa (AESA radar).

    O caça de dois lugares, retomou suas atividades de vôo em 27 de outubro, quando se realizou uma avaliação no centro de testes da SAAB em Linköping na Suécia.

    A aeronave tinha ficado em terra para reaparelhamento nos últimos meses, período em que se integrou o radar AESA, novos equipamentos de comunicação via satélite e capacidade de combustível adicional interno.

    Ela também ganhou um novo electro-receptor óptico aviso de radar e sensores de alerta de mísseis, desenvolvida pela Saab Avitronics.

    © Per Kustvik / Saab

    Saab Gripen Demo agora tem seu radar AESA instalado:

    A estrutura Demo já completou mais de 80 vôos desde maio de 2008, e está sendo usado para se validar tecnologias para uso do futuro Saab NG(nova geração).

    Selex disse que os testes de vôo de seu novo projeto AESA, que usa um swashplate “único” de montagem para aumentar significativamente a área do sensor de cobertura, também beneficiará o Eurofighter Typhoon.

    © Tim Bicheno-Brown/Flight Internacional
    O radar do Gripen NG oferece melhor fora de cobertura boresight

  141. ZE 1 de janeiro de 2010 at 19:25 #

    Mais uma notinha acerca do motor do Gripen NG e do Super Hornet.

    Obs: Tradução do Google

    Obs1: Os testes com o F414 EPE vêm sido conduzidos desde 2006 e acabarão em dezembro de 2010.

    Obs2: Informação nova: Provavelmente não há que se falar mais em F414 EDE, pois parece-me que o conceito do EDE (maior durabilidade), foi fundido no EPE (maior potência).

    Obs3: Tanto o Vespão, quanto o Grifo Nova Geração podem receber o novo motor. Não haverá modificações a serem feitas, como por exemplo: Nova entrada de ar, largura, comprimento…

    Boeing ofereceu a Força Aérea da Índia uma versão mais nova e poderosa do motor F414 General Electric para reforçar a sua oferta para vender 126 F/A-18E/Fs para o meio de multi-função programa de aviões de combate.

    Paul Oliver, diretor sênior da Boeing para o desenvolvimento de negócios internacionais, confirma o melhor desempenho do motor F414 (EPE) foi apresentado como parte da proposta da Boeing para ganhar o contrato MMRCA.

    Boeing primeiro revelou os planos para o motor Super Hornet upgrade em maio passado, mas negou na época para confirmar a EPE seria formalmente oferecida à força aérea indiana.

    A Marinha E.U. concebeu a atualização de alguns anos atrás, como um motor de maior durabilidade, com novos materiais e desenhos para reforçar a sua vida útil. Posteriormente, a Boeing e a GE uniram-se para adicionar um aumento de 20% no impulso, melhorando a parte quente do motor. Tanto a durabilidade do impulso e melhorias serão incluídas no pacote EPE.

    Boeing também está discutindo a atualização EPE com potenciais novos clientes Super Hornet, como o Brasil, e os operadores já existentes como o USN. A USN ainda tem que fazer mesmo a parte maior durabilidade da EPE atualizar um programa de financiamento para o Super Hornet.

    A Boeing está a concorrer para o negócio MMRCA contra as ofertas rivais pelo Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon, Lockheed Martin F-16IN, RSK MiG-35, Saab Gripen e Sukhoi Su-35.

  142. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 20:03 #

    Pessoal, me ajude a identificar os aviões das fotos abaixo:
    http://forum.keypublishing.com/showthread.php?t=95765&page=14

    E para quem afirma que o F22 não aparece sem os tanques para não ter declarado seu RCS, ai vai… Um Delta e um Raptor….
    http://forum.keypublishing.com/showthread.php?t=95765&page=9

    Se vc ainda não se convenceu por favor leia o texto abaixo. Quem tiver alguma declaração como esta a respeito do F18E/F Super Hornet e ou do SAAB Gripen NG, por favor poste aqui. Abs. Vou dar uma chance pode ser do Gripen JAS39 C/D.

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
    Subject: UK Pilot flight test the Rafale F3
    Bluewings12 11/9/2009 1:57:05 PM
    By Peter Collins :

    Chapter 1 , the aircraft :

    “Most advanced Allied air forces now have operational fleets of fourth-generation fighters (defined by attributes such as being fly-by-wire, highly unstable, highly agile, net-centric, multi-weapon and multi-role assets).

    These Western types include the Boeing F/A-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon and Saab Gripen NG. The Boeing F-15E and Lockheed Martin F-16 have an older heritage, but their latest upgrades give them similar multi-role mission capabilities. Of the above group, only the Super Hornet and Rafale M are capable of aircraft-carrier operations.

    As these fourth-generation fighters’ weapons, sensor systems and net-centric capabilities mature, the likelihood of export orders for such an operationally proven package becomes much more realistic.

    On behalf of Flight International, I became the first UK test pilot to evaluate the Rafale in its current F3 production standard, applicable to aircraft for both French air force and French navy frontline squadrons.

    The “proof-of-concept” Rafale A first flew in 1986 as an aerodynamic study, leading to the programme’s formal launch two years later. The slightly smaller single-seat Rafale C01 and two-seat B01 for the French air force and single-seat M01 and M02 prototypes for the navy flew from 1991.

    The first production-standard Rafale flew in 1998, and entered service with the navy’s 12F squadron at Landivisiau in 2004 in the F1 (air-to-air) standard. Deliveries of the air force’s B- and C-model aircraft started in 2006 in the F2 standard, dubbed “omnirole” by Dassault. Since 2008, all Rafales have been delivered in the F3 standard, which adds reconnaissance pod integration and MBDA’s ASMP-A nuclear weapon capability. All aircraft delivered in earlier production standards will be brought up to the F3 configuration over the next two years.

    The French forces plan to purchase 294 Rafales: 234 for the air force and 60 for the navy. Their Rafales are set to replace seven legacy fighter types, and will remain as France’s principal combat aircraft until at least 2040. To date, about 70 Rafales have been delivered, with a current production rate of 12 a year.

    Rafale components and airframe sections are built at various Dassault facilities across France and assembled near Bordeaux, but maintained in design and engineering configuration “lockstep” using the virtual reality, Dassault-patented Catia database also used on the company’s Falcon 7X business jet.

    Rafale software upgrades are scheduled to take place every two years, a complete set of new-generation sensors is set for 2012 and a full mid-life upgrade is planned for 2020

    SUPERB PERFORMANCE

    The Rafale was always designed as an aircraft capable of any air-to-ground, reconnaissance or nuclear strike mission, but retaining superb air-to-air performance and capabilities. Air force and navy examples have made three fully operational deployments to Afghanistan since 2005, giving the French forces unparalleled combat and logistical experience.

    The commitments have also proved the aircraft’s net-centric capabilities within the co-ordination required by coalition air forces and the command and control environment when delivering air support services to ground forces. Six Rafale Ms recently carried out a major joint exercise with the US Navy from the deck of the Nimitz-class aircraft carrier the USS Theodore Roosevelt.

    The air force’s B/C fighters have 80% commonality with the navy’s Rafale M model, the main differences being the latter’s navalised landing gear, arrestor hook and some fuselage longitudinal strengthening. Overall, the M is about 300kg (661lb) heavier than the B, and has 13 hardpoints, against the 14 found on air force examples.

    Dassault describes the Rafale as omnirole rather than multirole. This is derived from the wide variety of air-to-ground and air-to-air weapons, sensor pods and fuel tank combinations it can carry; the optimisation of aircraft materials and construction; and the full authority digital FBW controlling a highly agile (very aerodynamically unstable) platform.

    This also gives the aircraft a massive centre of gravity range and allows for a huge combination of different mission stores to be carried, including the asymmetric loading of heavy stores, both laterally and longitudinally.

    Other attributes include the wide range of smart and discrete sensors developed for the aircraft, and the way that the vast array of received information is “data fused” by a powerful central computer to reduce pilot workload when presented in the head-down, head-level and head-up displays.

    The Rafale is designed for day or night covert low-level penetration, and can carry a maximum of 9.5t of external ordinance, equal to the much larger F-15E. With a basic empty weight of 10.3t, an internal fuel capacity of 4.7t and a maximum take-off weight of 24.5t, the Rafale can lift 140% of additional load, above its own empty weight, into combat.

    Added to the “active” elements of the aircraft’s design are Rafale’s “passive” safety features, which protect the pilot in various ways. These include “carefree handling” and automatic loss of control/airframe overstress protection allowed for by the digital flight control system (DFCS); the visual and audio low speed warning system; the continuously computed “deck awareness/ground watch” system with audio warning and HUD guidance for pull-out; and the pilot-initiated “spatial disorientation” automatic recovery mode from both nose high and nose low situations. Dassault also plans to introduce an automatic “g-loc” recovery mode.

    The aircraft has been designed from the outset to take on any role (air, ground, reconnaissance and strike), but still have the flexibility to rapidly switch roles effectively once the sortie is under way if operational requirements change. Dassault calls this concept “fight and forget”, which means that the Rafale pilot can concentrate on the tactical situation and weapons delivery, secure in the knowledge that the aircraft’s systems are continually guarding his/her back.

    Sensors integrated into the Rafale F3 standard include the Thales RBE2 radar, which gives multi-track air-to-air, ship track, terrain following radar (TFR) and synthetic aperture navigation modes. The RBE2 will be upgraded to a fully active electronically scanned array starting in 2012. Dassault’s large ownership share of Thales means it can have significant influence on how the radar is tailored to the aircraft and how it can be exported.

    The Spectra electronic countermeasures system is fully internal and provides radar warning receiver (RWR), active jamming, infrared missile approach warning, laser detection and chaff/flare. Data from Spectra is also “data fused” and fed into the pilot’s tactical display. Additionally, the system can be rapidly reprogrammed by frontline ground technicians, as demonstrated operationally in Afghanistan.

    On the aircraft’s nose is the front sector optronics (FSO) suite, comprising a high-magnification TV sensor for single-target identification, and an infrared search-and-track sensor for multiple target detection in a “ball type” housing. The Thales Optronique Damocles pod is used for laser designation and can also provide a forward-looking infrared picture into the HUD. The Reco NG/Areos reconnaissance pod, carried centreline, provides long-range optical IR/visual capability by day or night, with datalink transmission of the recorded data to a ground station. The data can also be viewed by the pilot in the pit.

    PIT IMAGE

    Datalinks include NATO’s Link 16 standard, the close air support (CAS) Mode M datalink (image) and the CAS Rover datalink (video). The Rafale system enables the pilot to display image or video on either left or right head-down lateral displays, or on the head-level display. The pilot can also choose the pit image from whatever sensor source he/she wants, to transmit to a forward air controller, rather than be bound by a single image type fixed to just one sensor pod.

    The main air-to-air weapon type is the IR or radar homing Mica missile from MBDA. France is also collaborating on the same firm’s beyond-visual-range Meteor missile, planned for 2016. An internal 30mm cannon with 125 shells adds short-range firepower.

    For interdiction, the long-range weapons carried include the ASMP-A missile and MBDA’s modular Scalp-EG, and the main anti-shipping weapon is the MBDA AM39 Exocet. For ground attack, the Rafale is cleared to carry laser-guided bomb types GBU-12 and GBU-22, with GBU-24 planned from 2010.

    Sagem’s 113kg AASM bomb is the French equivalent of the USA’s Boeing JDAM, but has an aft rocket booster for additional range and features GPS or IR terminal guidance. It allows for a pre-programmed individual ground target engagement per bomb and from a multiple release profile, with three carried per bomb rack. In Afghanistan, the French call the AASM “magic bombs”.

    The Rafale has five “wet” hardpoints for fuel tanks. All five can accept the 1,250-litre (330USgal) (fully supersonic) tank, and the inner three central hardpoints can accept the larger (up to M0.95) 2,000-litre tank. An enhancing feature is that the Rafale can also carry a buddy-buddy refuelling pod.

    The pit is fully night vision goggle compatible. Pilot helmet-mounted display and direct voice input are available as customer options.

    The aircraft is a close-coupled design with two large canards, four leading-edge slats, four trailing elevons and one rudder to optimise lift/drag and reduce side-slip in all flight phases. The hydraulic system powering the flying controls operates at over 345bar (5,000lb/in2). Its DFCS is Dassault designed and manufactured in-house, and is the digital development of the Mirage 2000’s analogue FCS.

    The new system is better able to map the allowable flight envelope and give the aircraft even higher flying qualities than those of the Mirage 2000. The DFCS has three independent digital channels, with the fourth back-up channel being one of main analogue channels from the Mirage 2000.

    The DFCS is a “g” demand system with +9.0g/29° angle of attack (AoA) limit in air-to-air mode and +5.5g/20° AoA limit in both of the two air-to-ground/heavy stores modes (ST1 and ST2) to cater for forward or aft centre of gravity. The aircraft continuously “recognises” the load it carries, but indicates and leaves the final DFCS mode selection to the pilot. Minus g limit in all modes is -3.2.

    Engines are two Snecma M88-2E4s generating a combined 22,500lb (100kN) of thrust dry and 34,000lb in full afterburner. Time from idle to full afterburner is just 4s at any altitude. The aircraft has a fixed flight refuelling probe and its canards and elevons operate in conjunction to act as a fully variable airbrake, with both features intended to save weight. Maximum speed is M1.8/750kt (1,390km/h), service ceiling 55,000ft (16,800m), and typical approach speed at mid-weight (15t) and 16° AoA an indicated 125kt.

    Powerful carbon brakes allow for landing distances as short as 450m without the need for a brake parachute.”

    Cheers .

  143. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 20:05 #

    Pessoal, me ajude a identificar os aviões das fotos abaixo:
    [http://forum.keypublishing.com/showthread.php?t=95765&page=14]

    E para quem afirma que o F22 não aparece sem os tanques para não ter declarado seu RCS, ai vai… Um Delta e um Raptor….
    [http://forum.keypublishing.com/showthread.php?t=95765&page=9]

    Se vc ainda não se convenceu por favor leia o texto abaixo. Quem tiver alguma declaração como esta a respeito do F18E/F Super Hornet e ou do SAAB Gripen NG, por favor poste aqui. Abs. Vou dar uma chance pode ser do Gripen JAS39 C/D.

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
    Subject: UK Pilot flight test the Rafale F3
    Bluewings12 11/9/2009 1:57:05 PM
    By Peter Collins :

    Chapter 1 , the aircraft :

    “Most advanced Allied air forces now have operational fleets of fourth-generation fighters (defined by attributes such as being fly-by-wire, highly unstable, highly agile, net-centric, multi-weapon and multi-role assets).

    These Western types include the Boeing F/A-18E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Eurofighter Typhoon and Saab Gripen NG. The Boeing F-15E and Lockheed Martin F-16 have an older heritage, but their latest upgrades give them similar multi-role mission capabilities. Of the above group, only the Super Hornet and Rafale M are capable of aircraft-carrier operations.

    As these fourth-generation fighters’ weapons, sensor systems and net-centric capabilities mature, the likelihood of export orders for such an operationally proven package becomes much more realistic.

    On behalf of Flight International, I became the first UK test pilot to evaluate the Rafale in its current F3 production standard, applicable to aircraft for both French air force and French navy frontline squadrons.

    The “proof-of-concept” Rafale A first flew in 1986 as an aerodynamic study, leading to the programme’s formal launch two years later. The slightly smaller single-seat Rafale C01 and two-seat B01 for the French air force and single-seat M01 and M02 prototypes for the navy flew from 1991.

    The first production-standard Rafale flew in 1998, and entered service with the navy’s 12F squadron at Landivisiau in 2004 in the F1 (air-to-air) standard. Deliveries of the air force’s B- and C-model aircraft started in 2006 in the F2 standard, dubbed “omnirole” by Dassault. Since 2008, all Rafales have been delivered in the F3 standard, which adds reconnaissance pod integration and MBDA’s ASMP-A nuclear weapon capability. All aircraft delivered in earlier production standards will be brought up to the F3 configuration over the next two years.

    The French forces plan to purchase 294 Rafales: 234 for the air force and 60 for the navy. Their Rafales are set to replace seven legacy fighter types, and will remain as France’s principal combat aircraft until at least 2040. To date, about 70 Rafales have been delivered, with a current production rate of 12 a year.

    Rafale components and airframe sections are built at various Dassault facilities across France and assembled near Bordeaux, but maintained in design and engineering configuration “lockstep” using the virtual reality, Dassault-patented Catia database also used on the company’s Falcon 7X business jet.

    Rafale software upgrades are scheduled to take place every two years, a complete set of new-generation sensors is set for 2012 and a full mid-life upgrade is planned for 2020

    SUPERB PERFORMANCE

    The Rafale was always designed as an aircraft capable of any air-to-ground, reconnaissance or nuclear strike mission, but retaining superb air-to-air performance and capabilities. Air force and navy examples have made three fully operational deployments to Afghanistan since 2005, giving the French forces unparalleled combat and logistical experience.

    The commitments have also proved the aircraft’s net-centric capabilities within the co-ordination required by coalition air forces and the command and control environment when delivering air support services to ground forces. Six Rafale Ms recently carried out a major joint exercise with the US Navy from the deck of the Nimitz-class aircraft carrier the USS Theodore Roosevelt.

    The air force’s B/C fighters have 80% commonality with the navy’s Rafale M model, the main differences being the latter’s navalised landing gear, arrestor hook and some fuselage longitudinal strengthening. Overall, the M is about 300kg (661lb) heavier than the B, and has 13 hardpoints, against the 14 found on air force examples.

    Dassault describes the Rafale as omnirole rather than multirole. This is derived from the wide variety of air-to-ground and air-to-air weapons, sensor pods and fuel tank combinations it can carry; the optimisation of aircraft materials and construction; and the full authority digital FBW controlling a highly agile (very aerodynamically unstable) platform.

    This also gives the aircraft a massive centre of gravity range and allows for a huge combination of different mission stores to be carried, including the asymmetric loading of heavy stores, both laterally and longitudinally.

    Other attributes include the wide range of smart and discrete sensors developed for the aircraft, and the way that the vast array of received information is “data fused” by a powerful central computer to reduce pilot workload when presented in the head-down, head-level and head-up displays.

    The Rafale is designed for day or night covert low-level penetration, and can carry a maximum of 9.5t of external ordinance, equal to the much larger F-15E. With a basic empty weight of 10.3t, an internal fuel capacity of 4.7t and a maximum take-off weight of 24.5t, the Rafale can lift 140% of additional load, above its own empty weight, into combat.

    Added to the “active” elements of the aircraft’s design are Rafale’s “passive” safety features, which protect the pilot in various ways. These include “carefree handling” and automatic loss of control/airframe overstress protection allowed for by the digital flight control system (DFCS); the visual and audio low speed warning system; the continuously computed “deck awareness/ground watch” system with audio warning and HUD guidance for pull-out; and the pilot-initiated “spatial disorientation” automatic recovery mode from both nose high and nose low situations. Dassault also plans to introduce an automatic “g-loc” recovery mode.

    The aircraft has been designed from the outset to take on any role (air, ground, reconnaissance and strike), but still have the flexibility to rapidly switch roles effectively once the sortie is under way if operational requirements change. Dassault calls this concept “fight and forget”, which means that the Rafale pilot can concentrate on the tactical situation and weapons delivery, secure in the knowledge that the aircraft’s systems are continually guarding his/her back.

    Sensors integrated into the Rafale F3 standard include the Thales RBE2 radar, which gives multi-track air-to-air, ship track, terrain following radar (TFR) and synthetic aperture navigation modes. The RBE2 will be upgraded to a fully active electronically scanned array starting in 2012. Dassault’s large ownership share of Thales means it can have significant influence on how the radar is tailored to the aircraft and how it can be exported.

    The Spectra electronic countermeasures system is fully internal and provides radar warning receiver (RWR), active jamming, infrared missile approach warning, laser detection and chaff/flare. Data from Spectra is also “data fused” and fed into the pilot’s tactical display. Additionally, the system can be rapidly reprogrammed by frontline ground technicians, as demonstrated operationally in Afghanistan.

    On the aircraft’s nose is the front sector optronics (FSO) suite, comprising a high-magnification TV sensor for single-target identification, and an infrared search-and-track sensor for multiple target detection in a “ball type” housing. The Thales Optronique Damocles pod is used for laser designation and can also provide a forward-looking infrared picture into the HUD. The Reco NG/Areos reconnaissance pod, carried centreline, provides long-range optical IR/visual capability by day or night, with datalink transmission of the recorded data to a ground station. The data can also be viewed by the pilot in the pit.

    PIT IMAGE

    Datalinks include NATO’s Link 16 standard, the close air support (CAS) Mode M datalink (image) and the CAS Rover datalink (video). The Rafale system enables the pilot to display image or video on either left or right head-down lateral displays, or on the head-level display. The pilot can also choose the pit image from whatever sensor source he/she wants, to transmit to a forward air controller, rather than be bound by a single image type fixed to just one sensor pod.

    The main air-to-air weapon type is the IR or radar homing Mica missile from MBDA. France is also collaborating on the same firm’s beyond-visual-range Meteor missile, planned for 2016. An internal 30mm cannon with 125 shells adds short-range firepower.

    For interdiction, the long-range weapons carried include the ASMP-A missile and MBDA’s modular Scalp-EG, and the main anti-shipping weapon is the MBDA AM39 Exocet. For ground attack, the Rafale is cleared to carry laser-guided bomb types GBU-12 and GBU-22, with GBU-24 planned from 2010.

    Sagem’s 113kg AASM bomb is the French equivalent of the USA’s Boeing JDAM, but has an aft rocket booster for additional range and features GPS or IR terminal guidance. It allows for a pre-programmed individual ground target engagement per bomb and from a multiple release profile, with three carried per bomb rack. In Afghanistan, the French call the AASM “magic bombs”.

    The Rafale has five “wet” hardpoints for fuel tanks. All five can accept the 1,250-litre (330USgal) (fully supersonic) tank, and the inner three central hardpoints can accept the larger (up to M0.95) 2,000-litre tank. An enhancing feature is that the Rafale can also carry a buddy-buddy refuelling pod.

    The pit is fully night vision goggle compatible. Pilot helmet-mounted display and direct voice input are available as customer options.

    The aircraft is a close-coupled design with two large canards, four leading-edge slats, four trailing elevons and one rudder to optimise lift/drag and reduce side-slip in all flight phases. The hydraulic system powering the flying controls operates at over 345bar (5,000lb/in2). Its DFCS is Dassault designed and manufactured in-house, and is the digital development of the Mirage 2000’s analogue FCS.

    The new system is better able to map the allowable flight envelope and give the aircraft even higher flying qualities than those of the Mirage 2000. The DFCS has three independent digital channels, with the fourth back-up channel being one of main analogue channels from the Mirage 2000.

    The DFCS is a “g” demand system with +9.0g/29° angle of attack (AoA) limit in air-to-air mode and +5.5g/20° AoA limit in both of the two air-to-ground/heavy stores modes (ST1 and ST2) to cater for forward or aft centre of gravity. The aircraft continuously “recognises” the load it carries, but indicates and leaves the final DFCS mode selection to the pilot. Minus g limit in all modes is -3.2.

    Engines are two Snecma M88-2E4s generating a combined 22,500lb (100kN) of thrust dry and 34,000lb in full afterburner. Time from idle to full afterburner is just 4s at any altitude. The aircraft has a fixed flight refuelling probe and its canards and elevons operate in conjunction to act as a fully variable airbrake, with both features intended to save weight. Maximum speed is M1.8/750kt (1,390km/h), service ceiling 55,000ft (16,800m), and typical approach speed at mid-weight (15t) and 16° AoA an indicated 125kt.

    Powerful carbon brakes allow for landing distances as short as 450m without the need for a brake parachute.”

    Cheers .

  144. Bosco 1 de janeiro de 2010 at 20:19 #

    Peso carregado (com o máximo de combustível interno)
    Rafale: 33.000 lb
    SH: 47.000 lb

    Peso máximo de decolagem
    Rafale:54.000 lb
    SH: 66.000 lb

    Potência atual (com PC)
    Rafale com M88-2: 33.000 lbf
    SH com F414: 44.000 lbf

    Potência futura
    Rafale com M88-X : 38.800 lbf
    SH com F414 EPE : 52.800 lbf

    Relação Potência/Peso atual
    Rafale: 1.0
    SH: 0.93

    Relação Potência/peso futura
    Rafale: 1.17
    SH: 1.12

    Relação Potência/Peso Máximo de Decolagem atual
    Rafale: 0.61
    SH: 0.66

    Relação Potência/Peso Máximo de Decolagem futura
    Rafale: 0.71
    SH: 0.8

    Não coloquei os dados relativos ao Gripen por não tê-los de pronto.

  145. Rogério 1 de janeiro de 2010 at 20:23 #

    Wolfpack mas é justamente isso que eu gostaria saber, com tantas qualidades o Rafale não encontra nenhum comprador, porque? Em minha opinião se deve ao fato de que o custo beneficio não compensa.

  146. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 21:28 #

    Rogério, devolvo com uma pergunta, quantos países no Mundo têm a coragem de peitar o poder do Complexo Industrial Militar Americano? Quantos?
    1- Coréia do Sul – F15K *
    2- Marrocos – F16Blk50/52
    3- Jordânia – F16AM/BM *
    4- Egito – F16Blk50/52 *
    5- Polônia – F16Blk52 *
    6- Japão – F15/F16 *
    7- Austrália – F18C/D F18E/F F111 *
    8- Arábia Saudita – EF2000 Typhoon replace Tornados ADV/IDS + F15 Strike Eagle *
    9- Suiça – F18 C/D + Mirage 2000 (o F18 E/F foi eliminado do novo FX)
    10- Chile – F16 MLU F16 Blk50/52 *
    11- Paquistão – F16 Blk60 + Caças Chineses *
    12- Africa do Sul – Gripen C/D
    13- Hungria – Gripen C/D
    14- Tailandia – Gripen C/D e F16
    15- Republica Tcheca – Gripen C/D
    16- Índia – MIG21, MIG29SMT, SU30MKI, Mirage2000, Jaguar, Harrier.
    17- China – Mig21, SU27, SU30
    18- Taiwan – F16 Mirage 2000 *
    19- Israel – F16 F15
    20- Holanda – F35
    21- Noruega – F35
    22- Bélgica – F16

    (*) se notarmos, a influência econômica Americana nestes países é enorme, senão a influência política ou áreas fronterista com países não alinhados aos Estados Unidos.

    Eu não considero o F16 um concorrente do Rafale.

    Tivemos programas de reaparelhamento na Córeia do Sul (é preciso dizer algo), Marrocos (Rafale x F16 = custos < ), Arabia Saudita (influência inglesa e americana = Iraque = Israel), Suíça (o F18 E/F está fora do short list do FX), Australia (F18 E/F enquanto o F35 não sai)…

    Destes todos o único país que pode definir esta balança é a Índia, pois têm força política, poder econômico e uma Força Aérea de Peso. Os demais são quintal Americano.

    É inegável que os aparelhos americanos apresentam uma escala de produção sem comparação, isso é inegável, porém eu não enchergo na lista acima uma vantagem tão grande do F18 E/F e do Gripen NG, e também gostaria que se somasse os números finais de produção estimados do EF2000 com os do Rafale (França + Brasil, sem contar a possiblidade de Índia e Suíça), a diferença não é tão grande entre o ineficiente EF2000 o Eurofante e o Rafale com versões naval e tudo.

    Sendo superior a qquer versão anabolizada que se possa produzir desta célula do Gripen C/D e ao temporário F18E/F o Rafale é mais caro e têm que ser assim. Agora se a FAB não se acha em condições de operar o Rafale, o melhor mesmo é optar por um vetor inferior tecnologicamente e barato para se operar como o Gripen NG, o F16 MLU Blk50/52, pois nunca terá recursos e condições de operar um F15SE, F35, F22, SU35BM, EF2000 Typhoon, F18E/F e Rafale, estes da mesma categoria de operação.
    Os vetores americanos estão negados pelo histórico de barreiras e embargos. O F18 E/F é compra de prateleira e depende muito do humor dos Senadores Americanos. O Itamaraty e o pessoal de Washington não falam a mesma lingua em nenhum assunto no Mundo, Clima, OMC, Direitos Humanos, Economia, Olímpiada, nada absolutamente nada.
    Ah, nem vou tocar no tema nuclear, SNB, que dá sono…
    Abs

  147. Nick 1 de janeiro de 2010 at 21:34 #

    Caro WolfPack

    Aqui ninguem nega as qualidades do Rafale,

    Apenas questiona-se como foram acordados essa negociação toda e os custos finais de aquisição e manutenção. E claro, se essa TOT (acredito que hoje ninguem mais acredita naquela palavra “irrestrita”) se concretizará.

    Se o Brasil estivesse nadando em dinheiro como os Emirados, (e mesmo eles estão sentindo um pouco a crise financeira). Eu ia querer 36 Rafales com direito a M88-3, HMD, METEOR, e CFTs de quebra :D

    Pela relação Custos/Benefícios ainda iria de Gripen NG, com a ressalva que o objetivo TEM DE SER UM CAÇA DE 5ª GERAÇÂO.

    Quando se completar os 36 Rafales, Gripens NG ou SuperHornets estarão tecnologicamente defasados para os F-22, F-35, PAKFAs e J-XX.

    []’s

  148. MarceloRJ 1 de janeiro de 2010 at 21:34 #

    Caro Kaleu,

    O caso não seria de aprofundar!!!!
    É questão de opinião e ponto de vista….
    Como opinião cada um tem a sua, eu fico com a minha e vc com a sua.

  149. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 21:44 #

    Wolfpack,

    Muito interessante este relato do piloto inglês. Não conhecia também as chamadas “Magics Bombs” que podem ser setadas para alvos independentes, mas lançadas em conjunto!

    O amigo e demais companheiros de blog já deram uma lida na última revista FOXTHREE Num 14 de dezembro de 2009 ?

    Está falando sobre:

    -motor do Rafale(M88 atual e futuros);
    -SPECTRA;
    -DAMOCLES;
    -AREOS;
    -SCALP;
    -Radar AESA;
    -Taques REVO Buddy-Buddy para o Rafale;
    -AASM;
    -METEOR.

    Link:

    http://www.defense-aerospace.com/dae/sponsors/sponsor_rafale/img/fox3_14.pdf

    um abraço a todos!

  150. Harry 1 de janeiro de 2010 at 21:48 #

    Caros

    Esta claro que a Aeronáutica não escolheu o Rafale, por isso a necessidade de refazer o relatório, com um resultado que fique próximo
    da escolha do governo que foi o caça Frances.

    Entregue pela Aeronáutica a Analise com a nova modelagem (tardiamente
    descoberto que era da COPAC e do governo passado He, He ) O governo deverá declarar o nome do vencedor.

    Alguém ainda tem dúvida quem ganhou essa barbada?

    Se não fosse o Rafale certamente não haveria necessidade de mudança de modelagem de relatório.

    A realidade: 36 Rafale sem direito a transferência de tecnologia
    e como garantia da TT Francesa “O Fio do Bigode dos Gauleses”.

    HE, HE, HE

  151. Paulo 1 de janeiro de 2010 at 22:02 #

    Como leigo, sempre fico em dúvida qual a melhor opção. Mas o melhor não é confiar no relatório da FAB? Bem melhor que confiar num político…

  152. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 22:03 #

    Agora independete deu ser ou não a favor do Rafale,constado uma coisa,a Marinha é muito mais organizada que a aeronautica,a Marinha já sabia o que queria,os fornecedores,e quais deles foi o que ofereceu ajuda ,ai começaram a aparecer as falsas informações,materias de jornais,cada figura que apareceu,até um maestro deu uma entrevista antologica,para o correio brasiliense,o que fez a marinha,elaborou uma apresentação em power point dizendo das vantagens do subnuclear,um outro oficial da marinha foi bem taxativo,nossos submarinos se forem se deslocar a velociade máxima terão que emergir em 2 horas para regaregar as baterias,desmentiram as notas mentirosas,tanto que o acordo foi aprovado em menos de 48h,e foi liberada a verba,cá entre nós um acordo da marinha é de longe mais complicado e complexo,se a FAB fez um relatório de sei lá de quantas mil páginas para o Lula e o Jobim lerem,e segundo o jobim o relatório não foi o que ele pediu tinha traços de um antigo,Eu se fosse o Saito chegava na boa e falava,nossos F-5 são carroças se for enfrentar um avião moderno europeu ou Americano com misseis de longo alçance vão ser abatidos igual a patinho em galeria de tiro,agora fica a Fab calada gente que é contra o reaparelhamento mentendo a lenha,loby de outros fábricantes,a nossa parcela entregista,e um candidato que é filhote do FHC.

  153. RodrigoBR 1 de janeiro de 2010 at 22:04 #

    Não sei se já leram(Traducao Google):

    Hervé Morin, ministro da Defesa aprovou, na reunião do Comité Ministerial sobre o Investimento, de 12 de novembro, um total da ordem de 60 aviões de combate Rafale para a Marinha e Força Aérea.

    Este comando previsto na lei de 2009, elevando para 180 o número de ordem Rafale.

    De acordo com a lei sobre planejamento militar, as datas de entrega dos aviões será ajustada para os contratos de exportação. Isso garante ótima organização da linha de produção para as necessidades domésticas e para aqueles países para os quais a França propõe uma parceria no programa Rafale.

    As aeronaves serão entregues equipadas com antena de radar e novas modalidades ativa de auto-reforçadas.

    O contrato será notificada pela Direcção-Geral de Armamento (DGA), antes do final dos principais fabricantes assegurar a entrega do Rafale: Dassault Aviation, Thales, Safran ea MBDA. Uma centena de empresas de todos os tamanhos também se beneficiarão deste comando.

    O Rafale é um omnirôle aeronaves destinadas a assegurar todas as tarefas actualmente desempenhadas por diferentes tipos de lutadores: a defesa e superioridade aérea, ataque ao solo, ataque anti-navio, apoio de fogo próximo, reconhecimento, a greve dos nuclear. Monolugares-existente e dois lugares, que opera a partir do solo ou um porta-aviões. Ele está servindo na Marinha desde 2004 e da Força Aérea desde 2006. O Rafale tem se empenhado em missões operacionais realizadas a partir do porta-aviões Charles de Gaulle e no Afeganistão.

  154. MOKITI 1 de janeiro de 2010 at 22:10 #

    Se demonstras força, todos
    querem ser teus aliados.

    Ao contrário, se mostras fraqueza,
    ninguém te dará importância.

    E, se tendo riquezas, não demonstras
    força, atrairás sobre tua cabeça
    todas as ambições do mundo.
    (Ciro, Rei da Pérsia)

  155. Sirkis 1 de janeiro de 2010 at 22:14 #

    Saudações!

    Rogério: “Em minha opinião se deve ao fato de que o custo beneficio não compensa.”

    Com certeza! O Rafale precisou de rios de dinheiro para seu desenvolvimento. Levou anos e anos de atraso para começar a ficar pronto. De tão caro, diminuíram os pedidos e a Dassault usou dinheiro do próprio cofre para não fechar a linha de produção. De algum lugar os franceses vão ter que correr atrás do prejú. E aí? O que interessa mais? O Marrocos que tinha o Rafale como preferido voltou atrás quando viu o preço e quanto ia custar manter os Rafales. Viram a furada que seria e correram para o F-16, muito mais em conta e nada deve ao Rafale. Pelo contrário, tem radar e sistemas de guerra melhores que os franceses. A um preço muito mais em conta. Só um idiota para pagar mais por menos.

    O problema é que o mundo mudou depois da guerra fria. A França investia pesado para ter a sua independência. Porém agora não é mais vantajoso você entrar em um programa sozinho. O EF-2000 custa mais barato que um Rafale e tem mais de 200 caças operacionais. Os russos, independentes, hoje querem parceiros para o PAK. Os suecos procuram justamente uma parceria, porque ninguém mais tem cacife para bancar um caça sozinho.

    Isso vai influir sim no preço final. O Brasil quer ToT, homologações, integrações, sem falar em tudo que for possível para manter esses Rafales aqui. Vocês acham que dinheiro sai da árvore? Não turminha, esse dinheiro vem de uma verba que a todo ano é reduzida pelo governo federal.

    Você não pode levar a pessoa para uma churrascaria e não pagar o rodízio, só a salada. É isso que o governo tenta fazer com a FAB. Mas graças à Deus, na FAB a maioria esmagadora nem pensa em Rafale, porque são eles que vão ter que se virar para operar o avião, não vocês e muito menos o governo federal.

    Nesse ponto, o NG atende realmente a nossa realidade com o que queremos e o que podemos pagar.

    Boa Noite!

  156. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 22:41 #

    Eu sou um cara de muita paciência, vamos lá.
    “Viram a furada que seria e correram para o F-16, muito mais em conta e nada deve ao Rafale. Pelo contrário, tem radar e sistemas de guerra melhores que os franceses” F16 superior em que ao Rafale?????
    ” EF-2000 custa mais barato que um Rafale” Onde estão os dados????? Fontes??????

    “Mas graças à Deus, na FAB a maioria esmagadora nem pensa em Rafale” E dizem que brasileiro têm memória curta, mas vou refrescar a memória com o vídeo abaixo:
    O Brigadeiro Venâncio é da FAB?????????????????????????? ou é um docinho de aniversário de criança?????????????????
    http://www.youtube.com/watch?v=GURWeWJsyR8

    Boa Noite, esta foi pra terminar bem o primeiro dia do Ano Novo.
    Abs

  157. grifo 1 de janeiro de 2010 at 22:50 #

    Wolfpack, eu não entendi o que você quer provar com estes textos que você está copiando e colando aqui. O piloto da revista gostou do Rafale? Ótimo, bom para ele. Se me derem o Rafale para voar eu vou adorar também.

    O problema é a “continha” no final, a horinha que ele voou custou 20 mil dólares. A revista teve que pagar? Porque aqui na FAB a coisa não vai ser de graça.

    Sobre o ATLC, posso te dizer que pegou MAL, MAS MUITO MAL MESMO o governo da França ter organizado uma entrevista coletiva oficial para o tenente-coronel ficar dizendo que o Rafale detonou o Typhoon (ha) e que foi bem contra o Raptor (hahaha), tentando impressionar o governo dos Emirados Árabes. Você sabe quando os franceses vão ser convidados de novo para exercícios deste tipo junto com ingleses e americanos? Podem esperar sentados.

    O Marrocos você sabe é quintal francês, eram colônia da França até outro dia, tinham toda a preferência política, até a continha”chegar. Aqui está sendo a mesma coisa, estava indo tudo bem até o Lula ver o tamanho da “dolorosa”.

  158. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 23:08 #

    O EJ200 e F404 podem estar fora dos planos do LCA Tejas Indiano. E serão substituídos por quem????????????????

    Kaveri engine programme is to power LCA Tejas

    “Initially, about 100 Snecma-GTRE Kaveri can be produced”

    ——————————————————————————–

    BANGALORE: The Defence Research and Development Organisation (DRDO) has been given the go-ahead by the government to take up an offer of French firm Snecma to ‘partner’ with the Gas Turbine Research Establishment (GTRE) for jointly developing the Kaveri aero engine.

    Senior GTRE officials told The Hindu that talks with Snecma “could start early next year.” The Kaveri’s eventual user, the Indian Air Force now appears to have softened its opposition to the tie-up, they said.

    The Rs. 2,839-crore Kaveri engine programme was launched in 1989, specifically to power the Light Combat Aircraft, Tejas, now under development at the DRDO’s Aeronautical Development Agency (ADA). In 2005, the GTRE indicated that it would not be able to develop the Kaveri engine on its own.

    Interestingly, the government’s nod, which is expected to cost the exchequer at least Rs 1,000 crore, comes nine months after a team, headed by Air Vice-Marshal M. Matheswaran and comprising officials from the ADA, the IAF and the Hindustan Aeronautics Limited, submitted a report that stated that an engine developed jointly by Snecma and the GTRE would not meet the IAF’s performance requirements. The IAF also wanted the Kaveri project delinked from Tejas programme.

    According to informed sources, members of the Matheswaran team were critical of the French passing off their existing and fully developed ‘Eco’ engine core. This, the team felt, would not give India the engine core design knowledge or even control over it. It also pointed out that the design technology being handed out would take years to come.

    Based on the report, the French offer was put on the backburner with even officials from Snecma stating that the “chapter was closed.” But the IAF for reasons not yet clear, appear to have reversed its stand.

    Snecma, which indicated that an engine run of at least 250 is required to make their offer economically viable, agrees that an existing core would be at the heart of the Snecma – GTRE Kaveri engine.

    It, however, denies it would take years for handing over the design technology. It will take at least five years before the first production engine comes out.

    Snecma chairman and chief executive officer Philippe Petitcolin told The Hindu: “Yes we first stated a 15-year period to hand over the design technology, but now we have indicated that the technology can be given as fast as the Indians can assimilate it.”

    GTRE director Mohan Rao said the capabilities of “the existing French core will be enhanced to suit the IAF’s requirements.”

    The GTRE hopes to use the Snecma – GTRE Kaveri to replace the GE F404 (IN20) engine that will fly two squadrons of the Tejas.

    If all goes well the Snecma-GTRE tie-up could be formalised during the French President Nicolas Sarkozy’s planned visit to India in March –April 2010.

    http://www.thehindu.com/2009/12/30/stories/2009123057301000.htm

  159. Wolfpack 1 de janeiro de 2010 at 23:18 #

    Grifo, identificou as fotos?????? Uma imagem vale mais que mil palavras…
    Cara, por você e alguns do fórum, a FAB não deve operar nem ALX, quanto menos Gripen C/D ou F16. Então para a atual situação vale a máxima para PARA UMA FORÇA AÉREA LIMITADA UM VETOR LIMITADO. É isso ai, se não podemos operar o Rafale, não será possível operar nenhum dos outros dois… Esqueça… É por isso que o FX2 está morto e enterrado. O Governo em Janeiro pode declarar o Rafale vencedor, mas dai até fechar um contrato estaremos em um outro Governo e a imprensa especializada que é (Veja, Folha, Estadão, Isto É, Globo, etc.) irá detonar qualquer decisão. A FAB não soube na reta final conduzir o FX2 que terá o mesmo fim que o FX1.
    Ah o Piloto que vc se referiu é oficial da RAF. E quanto a RAF não se pronunciar, bem quem cala consente, e as imagens são a prova mais cabal dos fatos… E existe a dúvida sobre se foram mesmo os Rafales ou os Mirage 2000 que deram esta surra nos Eurofantes.

  160. MarceloRJ 1 de janeiro de 2010 at 23:20 #

    Caro Sirkis,

    Acho que vc esta meio enganado:

    Custo de P&D:

    Gripen C/D(€1,84 bilhões)
    Rafale (€8,61 bilhões)
    Eurofighter (€19,48 bilhões)
    F35 – JSF (€31 bilhões).

    O custo de desenvolvimento do EF2000 e quase 2 vezez e meia superior ao do Rafale. Sendo que por incrivel que pareça o melhor custo é do F35 que será diluido por aproximadamente 3000 unidades a serem fabricadas inicialmente.

  161. Rogério 1 de janeiro de 2010 at 23:21 #

    Wolfpack concordo com você, a Índia e a Suíça serão o “fiel da balança”, se eles escolherem o Rafale (o que eu duvido) a sua teoria estará certa, mas até lá continuo acreditando, e parece que a FAB também, que a ligeira superioridade do Rafale não compensa o preço salgado.

    Afinal de contas não é um único vetor que ganha as batalhas e sim o sistema todo.

    []s

  162. Fernando 1 de janeiro de 2010 at 23:32 #

    Essa novela dos caças esta mais longa do que briguinha entre potências.
    Demoro mais agora caiu a ficha.
    Pelo jeito vai dar Bode este FX-2.

  163. Sirkis 1 de janeiro de 2010 at 23:36 #

    Wolfpack
    Eu exijo respeito para com a FAB e ao Brigadiro!

    Até agora o senhor somente tentou usar desinformações sem fundamento algum, como vetores limitados ou o ridículo de dizer que o NG é um upgrade. Quanto ao custo do EF-2000, o ZE já postou diversas vezes origens e valores. É só olhar de novo.
    Até agora vc só fez rodeio e não disse nada de útil. Mas tudo bem, Jesus está vendo tudo isso.

  164. ZE 1 de janeiro de 2010 at 23:43 #

    Rafale, tão bom quanto sua imprensa?

    Relatório em linha exclusiva de Jon Lake e Marcus Messalla

    Para muitos observadores, a estrela do show aéreo de Dubai foi Dassault Rafale, a cobertura de que dominavam o ar mostrar vários jornais diários.

    Na sequência de Junho de 2008 anúncio de que o governo dos EAU era de discussões para comprar o Rafale, muitos esperavam um contrato a ser assinado em 2009, possivelmente durante o show.

    Mas enquanto as empresas que compõem o “Team Rafale” assinaram uma infinidade de contratos com as organizações locais e entidades que parecia ser parte de um “acordo de compensação”, o reforço da participação francesa e influência na educação dos EAU, da tecnologia e da aviação, e embora Delegação da Dassault no Dubai incluído Serge Dassault-se, e Charles Edelstenne (Dassault Presidente), nenhum acordo foi firmado.

    E alguns têm especulado que o acordo Rafale pode já ter começado a cair fora do alcance da Dassault. Brigadeiro-general Ibrahim Naser Alalawi, vice-comandante da Força Aérea dos EAU e da Defesa Aérea, manifestou sua esperança de que os Emirados Árabes Unidos teria um caça de quinta geração dentro de um par de anos, levando alguns a esperar que o F-35 Joint Strike Fighter poderia ganhar uma ordem no lugar do Rafale.

    Aposentado Gen Buainnain Khalid al, o ex-chefe das Forças Armadas dos EAU, enfatizou a necessidade de “interoperabilidade com outros sistemas e plataformas de armas – e especialmente os EUA fornecido Block 60 F-16E / F, e enfatizou que não havia necessidade apressar-se para assinar um acordo “, porque a capacidade dos Mirage 2000 e F-16 é muito forte”.

    Riad Kahwaji, o executivo-chefe da INEGMA, insistiu em que “O governo francês precisa encontrar uma solução para (encontrar um cliente para o UAE existentes), Mirage 2000, para que a UAE para poder comprar os Rafale “.

    Outros apontaram para a súbita decisão pela Lockheed e Eurofighter para enviar seus caças para Dubai, talvez indicando que o negócio não tinha sido definitivamente selado.

    Rafale desenfreado ou puro desparate ?

    Mas apesar de tudo isso, a Dassault parecia estar ganhando a batalha de mídia, com a aeronave a ganhar uma grande quantidade de cobertura positiva da imprensa local e especializada – mais notadamente na revista britânica “Flight International”, que publicou um teste de vôo estendido em as semanas que antecederam a Dubai.

    Este teste de vôo (intitulado “Rafale Desenfreado”) foi novamente impresso na íntegra no’ Flight Daily News” na mostra, e é apresentado na Flightglobal em:
    http://www.flightglobal.com/articles/2009/11/09/334383/flight-test-dassault-rafale-rampant-rafale.html

    Flight falou que ‘Rafale Rules! “Sobre a sua capa – em conjunto com o provador” Por que nós pensamos que ele é o favorito para o concurso dos EAU de caça. É o avião de combate mais completo que temos voado “.

    Piloto de vôo de teste (Pete Collins, um aposentado da RAF Wing Commander, piloto de testes da RAF e Red Arrow) concluiu que: “Se eu tivesse que entrar em combate, em qualquer missão, eu iria, sem dúvida, escolher o Rafale. ”

    De tal piloto, este endosso parecia, à primeira vista, ser indiscutível.

    Mas os pilotos da RAF Typhoon nos Emirados Árabes Unidos reagiram com perplexidade e um mau disfarçado desprezo.

    “Se ele pensou assim, ele não pôde ter voado no Typhoon” um piloto me disse, sem rodeios, enquanto outro (que tinha efetivamente voado no Rafale), explicou que “o Rafale é de fraca potência em comparação com o tufão, e precisa de afterburner e nós não.

    Podemos começar com o Mach e supercruise sem afterburner em altitudes normais de funcionamento, e você simplesmente não pode fazer isso no Rafale “.

    Pilotos que tinham experimentado o muito alardeado MMI do Rafale não ficaram impressionados, concluindo que “muito provavelmente, se você é um piloto de Mirage 2000 é ótimo, mas o teste será como um novato se adapta a ele.”

    Mesmo o Armée de l’Air reconhecer que leva mais de 100 horas de vôo para se acostumar com a exibição do cockpit colimado, disseram Combat Aircraft.

    E olhando para o teste de vôo com mais cuidado, ficou claro que os elogios baseou-se em bases frágeis, como um piloto de teste de vôo da RAF (que tem voado Typhoon, todos os lutadores E.U. Teen Series e do MiG-29) explicou a nós.

    O Piloto de Teste

    “Apesar do piloto de vôo de teste ser um distinto ex-piloto de testes da RAF, ele tem pouca experiência recente, relevantes que possam fornecer-lhe qualquer base real para comparação com o Rafale.

    “A experiência de vôo do Collins na RAF foi no Harrier GR.Mk 3, e também voou nas Malvinas no Sea Harrier FRS.Mk 1.

    Como líder do esquadrão, ele voou com o Red Arrows, mas deixou a equipe após um acidente de avião”.

    “Ele foi treinado como piloto de testes em 1989, mas, em seguida, serviu no RAE (mais tarde DRA) Bedford em vôo de Pesquisas Aeroespaciais – voou o Harrier VAAC, que foi usado para desenvolver um avançado FCS para o F-35.

    Ele não serviu em Boscombe Down e, assim, não ganhou nenhuma experiência de habilitação / avaliação / “adequação operacional para fins de teste.

    “Collins deixou a RAF e o mundo de teste de vôo militares em 1993 e entrou para a Fokker onde voou Fokker F60 e F70, mudando-se para Dornier na Ober Pfaffenhofen por dois anos após a Fokker falir.

    Ele voou o Do 328 turboélices e 328 Jet at Dornier. Ele posteriormente se juntou a KLM. Ele se juntou a Raytheon como o TP UK / projecto-piloto sobre o Sentinel ASTOR, e ainda está com a Raytheon, em Broughton em Gales do Norte.

    “Collins escreve como piloto free-lancer piloto de teste convidado” – a maioria civis jatos executivos e formadores, mas ele voou e opinou sobre quatro aviões de instrução militares, o Aermacchi M311 e M346, a KAI T-50 e Pilatus PC-21″ .

    “Tanto quanto sei, o Rafale é o primeiro jato de combate que ele voou desde o Harrier. Ele não tem escrito qualquer outros artigos sobre essas aeronaves. Ele não tem voado muito em jatos avançados, mesmo quando ele estava na RAF. Sua comparação com o Mirage 2000 parecem ser bastante datado – Eu suspeito que ele voou o Mirage 2000 como parte de seu curso PTE. ”

    O Artigo Escrito

    “Apesar de ser um artigo de revista, ele segue uma fórmula bem conhecida e internacionalmente aceites para avaliação de um único vôo. É importante notar o que é parte real da avaliação e o que é ‘background’.”

    “O artigo começa com uma história básica do desenvolvimento da aeronave e na história de serviço. (Nota, porém, de dois anos do ciclo de atualização de software!)

    “O artigo prossegue para uma descrição detalhada de aeronaves (liderado Superb Performance & Cockpit Imagem).

    Mas enquanto ele segue em linhas gerais o modelo de teste, ele freqüentemente se desvia das normais descrições específicas dos Pilotos de teste e usa descrições jornalísticas e superlativos que não são comprovados.

    “Ele dá muita importância ao fato de que ele voou no banco da frente com 90 minutos de familiarização do cockpit – como se este fosse um atributo incomum que de alguma forma demonstra a grandeza do Rafale.

    “Este não é o caso – O treinamento do piloto de teste é fazer exatamente isso em muitos aviões. Os pilotos de teste da RAF rotineiramente voam caças como este em uma ou duas avaliações, incluindo o Sukhoi Su-27, F-14, F15, F-16 e F/A-18.

    “O artigo então se move para o vôo de teste em si, começando com o planejamento pré-missão. Em geral, este era um perfil muito simples, e seus comentários são pouco incisivos.

    “350 kt, em Afterburner em 35 graus com o nariz para cima não é impressionante – Nesse ângulo o Tufão vai Supersonic! Note-se que ele foi inicialmente apenas autorizado a voar A / S FCS leis!

    O desempenho por sua vez citado (buffet leve em 4,5 g de alimentação e seca e uma sustentada 5g de 350 kts precisando 10 graus do nariz para baixo pitch) é menos do que surpreendente.

    Nossos pilotos de teste poderiam fazer isso tão bem em um F-15 19 anos atrás, quando avaliada que no final do curso PTE.

    A aceleração (a cerca de 10 segundos para ir 200-500 nós) é boa, mas assim é que deve ser um caça bimotor com esse peso e altura.

    “As taxas de Roll foram claramente avaliadas em 1 g – uma melhor avaliação teria sido elevada em g ou AoA como uma capacidade de combate – visivelmente ausente em seu teste.

    “Em 25.000 ft ele foi supersônico em um mergulho raso – ele não diz o que o poder que ele usou – se ele estava utilizando o Afterburner, isso não é grande potência específica superior.

    Ele não fez comentários sobre o tratamento do radar ou, como o que o intervalo foi utilizado na TV. Ele tratou da sensibilidade como uma indicação de quão ágil a aeronave é – e esta é uma análise ruim para um piloto de teste.

    A avaliação das legislações AAR foi superficial. Seus comentários sobre a perseguição da cauda foram similarmente falta – ele poderia ser comparando com um falcão e não um avião a outro avançado.

    “Duas abordagens em modo auto-throttle dizem pouco sobre a aeronave, e Collins não fez qualquer menção ao caminho da estabilidade de vôo e capacidade de rapidamente corrigir uma linha de pobres acima de altura de decisão – ambos essenciais para testes TP abordagens.

    “Alcançar 1 hora e 25 minutos, com 5,3 toneladas de combustível (que necessitam de um tanque de linha de centro) e o desembarque de 500 kg após o perfil descrito diz-me que o avião não é tão diferente da concorrência quando se trata de série / resistência / combustível consumo.

    “Ele está certo em dizer que ele apenas arranhou a superfície do sensor e capacidades de arma ‘. Isso explica sua pretensão de ser “totalmente em casa na aeronave, mantendo a consciência situacional.

    “A avaliação foi bastante superficial e os superlativos são mais jornalístico do que real conclusões e recomendações.

    Se ele iria arriscar sua vida em qualquer situação de combate com base na evidência de que ele realmente viu …… me faltam palavras! “

  165. Sirkis 1 de janeiro de 2010 at 23:45 #

    Olá Marcelo!

    Não estou enganado não, assim como a FAB e COPAC. Dá uma olhada na sua relação e vai ver que na sua lista tem três modelos ainda em desenvolvimento. Me diga quais os critérios de P&D usados nessa sua lista para esses valores e como supriu isso. Me diga como essa lista apresentada por você já engloba algo que ainda não está pronto.
    O EF-2000 foi feito por quatro países. Divida esse n° por 4 e vai ver que o resultado é a metade do Rafale para cada país.

  166. MarceloRJ 1 de janeiro de 2010 at 23:47 #

    Rogerio,

    Lí em um forum em inglês que agora não sei dizer qual foi, que o Rafale em meados de dezembro(+ ou – dia 17) havia sido o escolhido me MD Suiço e que iriam oficializar a decisão nos proximos dias….se é boato eu não sei mas que lí eu lí….Não sei se foi ontem quando cheguei em casa doidão….kkkkkk
    Abração

  167. ZE 1 de janeiro de 2010 at 23:49 #

    Ah, sim… O texto postado acima fala sobre o “PILOTO DE TESTE PETER COLLINS QUE VOOU O RAFALE”.

    []s

  168. Mauricio R. 1 de janeiro de 2010 at 23:50 #

    Não vejo o TTE da Suiça como fiel de qq balança, é uma concorrência mto pequena p/ tanto.
    Importantes, pelo menos p/ Typhoon e Rafale, seriam as concorrências do UAE, Oman, Kwait ou a confirmação de um 2º lote de Typhoons pela Arábia Saudita.

  169. Justin Case 1 de janeiro de 2010 at 23:58 #

    Sirkis em 01 jan, 2010 às 23:36, disse:

    “Wolfpack
    Eu exijo respeito para com a FAB e ao Brigadiro!
    Até agora o senhor somente tentou usar desinformações sem fundamento algum, como vetores limitados ou o ridículo de dizer que o NG é um upgrade.”

    Calma, Sirkis.
    Não precisa exigir respeito. A FAB já conquistou o respeito de todos os brasileiros. O Brigadeiro Venâncio tem cargo relevante no CTA e também é respeitado pelo seu conhecimento profundo em engenharia aeronáutica.
    Quanto ao Gripen NG, qual é o problema em ser classificado como upgrade do Gripen? Do Gripen C/D ele herdou, além do nome, percentual significativo da estrutura. O demonstrador de conceito que hoje voa nasceu como um upgrade/retrofit. Muita coisa deverá mudar ainda quando fizerem o protótipo NG. No fim, continuará sendo um Gripen, na minha opinião.
    Bom 2010,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  170. Mauricio R. 2 de janeiro de 2010 at 0:01 #

    “Lí em um forum em inglês que agora não sei dizer qual foi, que o Rafale em meados de dezembro(+ ou – dia 17) havia sido o escolhido me MD Suiço…”

    A escolha do TTE somente será feita em janeiro de 2010.

  171. MarceloRJ 2 de janeiro de 2010 at 0:04 #

    Sirkis

    Essa e uma tese de Peterson Ferreira da Silva
    (Mestrando pelo Programa Santiago Dantas de Relações Internacionais/Pró-Defesa)
    Orientador: Prof. Dr. Shiguenoli Miyamoto
    Com as seguintes fontes:

    HOPKINSON, William. “Sizing and shaping European Armed Forces: lessons and considerations from the Nordic Countries”. SIPRI Policy Paper nº 7, março de 2004;

    KEOHANE, Daniel; VAUCOBEIL, Sophie. “Education and training for European defence equipment programmes”. European Union Institute for Security Studies nº 2, Outubro de 2008;

    MAULNY, Jean-Pierre; LIBERTI, Fabio (et al). “Lessons learned from European defence equipment programmes”. Institute for Security Studies nº 69, outubro de 2007;

    UNIÃO EUROPÉIA – Agência de Defesa Européia (EDA): http://www.eda.europa.eu/documents.asp

    ____________ “A strategy for the European defence technological and industrial base”. Bruxelas, 14 de maio de 2007;

    ____________ “National Defence Expenditure in 2006-2007”. Bruxelas, 11 de dezembro, 2008;

    UNIÃO EUROPÉIA – Conselho da União Européia. “A secure Europe in a better world: European Security Strategy”. Bruxelas, 12 de dezembro de 2003;
    Abração

  172. ZE 2 de janeiro de 2010 at 0:05 #

    Amigos, o FX da Suíça está parado.

    Em 2010 haverá um plebiscito para saber se o povo quer um novo avião de caça. Haverá 2 opções:

    O povo helvético decide comprar um novo vetor. Nesse caso, o FX deles irá prosseguir normalmente.

    Eles decidem por uma “moratória”. Nesse caso, o FX ficará suspenso até 2020.

    []s

  173. MarceloRJ 2 de janeiro de 2010 at 0:08 #

    Caso vc queira, pode questionar a monografia de mestrado do Sr.Peterson e seu professor.
    Abração

  174. Rogério 2 de janeiro de 2010 at 0:16 #

    Mauricio eu quis dizer que a possível escolha, ou não, do Rafale por parte da Suíça estaria menos sujeita a pressões políticas e seria uma decisão mais técnica do que foi por exemplo na Coréia, Arábia Saudita e outras inúmeras concorrências perdidas pelo Rafale, e cuja desculpa sempre foi a influencia americana.

    []s

  175. Bosco 2 de janeiro de 2010 at 0:25 #

    Wolf,
    pra mim a explanação do Brigadeiro sobre a relação com os americanos não configura nenhum embargo.
    Não sei o contexto em que o Brasil foi “às compras” nos EUA para afirmar que houve um embargo proposital ao desenvolvimento tecnológico militar e aeroespacial brasileiro.
    Com exceção das informações sobre as características do F-5, que estranhei a FAB não saber, que achei deselegante por parte dos americanos de não informar.
    Lá não é igual ao Brasil. Tudo tem que ser no contrato. Tudo é movido a dinheiro. Ninguém dá nada de graça, nem pede favores e nem quer favores.
    Algumas empresas citadas parece que sequer sabiam o destino de suas vendas, como no caso da plataforma inercial. O chip foi “embargado” depois de sair uma foto dele na imprensa ao lado de uma plataforma inercial. Ora! Direitos autorais meu caro. O Brasil quer produzir alta tecnologia a preço comercial? Isso não existe. Infelizmente.
    Um chip para um forno de microondas é vendido a um determinado preço. Esse mesmo chip para o radar do B-2 custa 50 X mais.
    Não digo que é certo ou errado. Só digo que ao meu ver não configura “embargo” a explanação do nobre Brigadeiro.
    O caso do seeker do míssil chega a ser hilário. Como vamos comprar um produto altamente sensível e só quando chega é que vemos que é maior do que o encomendado?
    E queremos desenvolver alta tecnologia fazendo compra de prateleira nos EUA? E pior, se brincar, sem informar ao fabricante pra que será usado.
    Comprando na prateleira até eu faço um Space Shuttle no quintal de casa.rsrs…

  176. Justin Case 2 de janeiro de 2010 at 0:29 #

    Rogério, boa noite.

    É importante lembrar, também, que a SAAB compete na Suíça com o Gripen C/D, uma vez que a legislação local não suporta a compra de aeronave que esteja ainda em projeto.
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  177. Bosco 2 de janeiro de 2010 at 0:39 #

    Principalmente na área de Defesa isso é comum de ocorrer.
    Por exemplo:
    Uma empresa X fabrica canos de aço para serem usados em oleodutos e vende pra todo mundo feito milho verde em festa de São João. Se essa empresa fictícia descobrir que tem um cliente que tá comprando pra fazer cano de canhão, e a empresa tiver sede em um país sério, com certeza o envio de cano de oleoduto irá cessar para o cliente fazedor de canhão.
    Deve ter leis que regulam tal comércio entre países.
    Já imaginou se um hipotético míssil sup-ar feito em um país Z derruba um 747 lotado de americanos e nos destroços se descobre um chip com a etiqueta “made in USA”. Até que se prove que nariz de porco não é tomada….
    Acho que se o Brasil quer desenvolver tecnologia ele deve fazê-lo do início e usar os recursos existentes no país. Ou então, se alie como parceira de outra empresa em outra país conforme as leis comerciais e as relações internacionais. Como por exemplo no caso da MECTRON e os sul-africanos.

  178. Justin Case 2 de janeiro de 2010 at 0:45 #

    Bosco,

    Nas compras de material sensível americano buscadas diretamente pelas empresas (Embraer, por exemplo), é exigida uma declaração pelo cliente (FAB) sobre a finalidade ou futura aplicação do equipamento.
    A declaração é o “End User Certificate”. A declaração serve para todo um lote de aquisição.
    Não é esperado que haja restrições para a venda de um lote adicional para um mesmo cliente e mesma aplicação.
    No caso de usar o mesmo equipamento americano para exportação de aeronave (ALX) para um terceiro país, provavelmente será exigida a submissão de nova declaração, com resultados imprevisíveis.
    Nos comentários a respeito aquisição de caças da India, havia uma grita geral quanto ao possível endurecimento da regra pelos Estados Unidos, para evitar desvio de finalidade dos equipamentos.
    O controle iria evoluir para um “End User Certificate” MONITORADO, onde o cliente seria obrigado a prestar contas, periodicamente, de onde estaria instalado o equipamento.
    Tal procedimento buscaria evitar que acontecesse algo semelhante àquele caso de armamento sueco vendido para a Venezuela e supostamente encontrado em poder das FARC.
    Abraço,

    Justin

    (Obs.: É opinião. Não estou atualizado com o assunto).
    “Justin Case supports Rafale”

  179. Bosco 2 de janeiro de 2010 at 0:46 #

    Eu acho engraçado. Ficamos indignados porque queríamos comprar alguns chips para colocar em alguns sistemas inerciais e não deixaram? OH! que peninha.
    Também queríamos só comprar umas cabecinhas de busca térmica pra colocar nuns misseisinhos que estamos desenvolvendo. Coisa boba. Um missilzinho de nada. Bobage! rsrsr…
    E a melhor parte foi quando o Brigadeiro tira onda dizendo que agora ao Brasil conhece o F-5 melhor que os americanos. Ora! Tenha dó!
    Vou dormir que dá mais certo.
    Boa noite a todos.

  180. kaleu 2 de janeiro de 2010 at 0:54 #

    Oí MarceloRJ,

    Não se trata de opinião, a primeira vista tive a mesma impressão que vc e mesma indignação, porém, após me aprofundar tirei outra conclusão, como exemplo do que estou falando segue comentários de um blog intenacional (flightglobal) sobre o vídeo :

    (preguiça) Google Tradutor :

    1) uma grande quantidade de casos que ele cita são muito antigas, e resultam da época Brig. Hugo Piva was viewed as an international renegade at CTA developing Piranha missiles in asserted contravention of international norms (and supporting Saddam Hussein after the US fell out of love with him), and when Brazil was still a military dictatorship. Hugo Piva foi visto como um renegado internacional no CTA o desenvolvimento de mísseis Piranha afirmou em violação das normas internacionais (e apoiar Saddam Hussein, após os E.U. caiu fora do amor com ele), e quando o Brasil ainda era uma ditadura militar. (He had also asserted Brazil’s ability to build an atomic bomb, a rather unpopular thing to say with Washington listening. See page 38 of http://www.dtic.mil/cgi-bin/GetTRDoc?AD=ADA349699&Location=U2&doc=GetTRDoc.pdf ) (Ele também afirmou a capacidade do Brasil para construir uma bomba atômica, uma coisa bastante impopular para ouvir dizer com Washington. Consulte a página 38 do http://www.dtic.mil/cgi-bin/GetTRDoc?AD=ADA349699&Location=U2&doc=GetTRDoc . pdf)
    That era engendered a lot of hostility in the US arms control community that has taken a long time to overcome. Essa era gerada uma grande quantidade de hostilidade na comunidade E.U. controle de armas que tem tido muito tempo para superar.
    (2) even up to late 90s the political climate was still uncertain so this fallout continued. (2) mesmo até finais dos anos 90 o clima político ainda era incerto que esta precipitação continuou. But I note The Brigadeiro never cited to any ITAR problems with SIVAM/SIPAM (1990s); there weren’t any so far as I know and Raytheon US was prime and this was a huge program. Mas note o brigadeiro nunca citados para todos os problemas com ITAR SIVAM / SIPAM (1990), não houve tanto quanto eu sei e Raytheon E.U. foi excelente e este era um programa enorme.
    (3) some more recent ones are seriously overstated, as they were not outright rejections, but result of poor applications being submitted, or a misunderstanding about provisos and/or failure to seek reconsideration. (3) algumas mais recentes são muito exagerados, como as rejeições não eram definitivas, mas o resultado dos pedidos de pobres que estão sendo apresentados, ou um mal-entendido sobre ressalvas e / ou falha de procurar reconsideração.
    (4) one case, the VLS metalization one, was pure phoney nonsense — the US company was just too lazy ignorant and cheap even to apply for an ITAR license, there was no State Dept denial. (4) um caso, a metalização VLS um, era pura bobagem phoney — a empresa E.U. era ignorante demasiado preguiçoso justo e barato, mesmo para solicitar uma licença ITAR, não havia nenhum Estado negação Dept. And the excuse the US company gave was pure rubbish. E a desculpa da empresa E.U. deu era bobagem. If the Brazilians had been smart, they would have had the military commission in DC apply for the ITAR license and call the company’s bluff. Se os brasileiros foram espertos, eles teriam tido a comissão militar em DC solicitar a licença ITAR e chamar blefe da empresa. They should not have cancelled the contract, they should have sued the company. Não devem ter rescindido o contrato, eles devem ter processado a companhia. Muito estúpido. Muito estúpido.

    This is all extremely unhelpful claptrap as the US and Brazil endeavor to improve and strengthen relations, and could easily be mistaken for anti-US commercial propaganda. Isso tudo é claptrap extremamente inúteis como os E.U. Brasil e esforço para melhorar e fortalecer as relações, e poderia ser facilmente confundida com anti-EUA de propaganda comercial. That’s how I see it. That’s how I see it. The Brigadeiro’s remarks were totally lacking in Ordem and completely destructive to Progresso. As observações do Brigadeiro foram totalmente desprovida de Ordem e completamente destrutivas para o Progresso.
    Don’t waste your time trying to get a translation; I can tell you it is not worth it. Não perca seu tempo tentando obter uma tradução, posso dizer-lhe que não vale a pena.

    http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.flightglobal.com/blogs/the-dewline/2009/10/brazilian-brigadier-bashes-us.html&ei=esI-S6eGIdTFlAei6rSTBw&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=10&ved=0CCkQ7gEwCQ&prev=/search%3Fq%3Dvenancio%2Balvarenga%26hl%3Dpt-BR%26lr%3Dlang_en%26sa%3DG%26num%3D20

    abc
    kaleu

  181. Bosco 2 de janeiro de 2010 at 0:57 #

    Pois é Justin.
    Então das três, uma.
    Ou o Brasil não forneceu essa declaração “EUC” e tentou dar uma de “migué”; ou o Brasil forneceu uma declaração falsa e desviou a utilização final do produto; ou os EUA receberam as propostas, receberam a EUC, concordaram com a transação e não a cumpriram e portanto, estão sujeitos às normas internacionais que regulam esse tipo de atividade e passíveis de penalidades.

  182. Almeida 2 de janeiro de 2010 at 1:48 #

    Radar AESA operacional bom mesmo é esse Veja Radar Online, ele enxerga tudo! Rsrsrs

  183. ZE 2 de janeiro de 2010 at 2:48 #

    Informações interessantes acerca do Sea Gripen, tiradas do Base Militar:

    Nesta semana, ALIDE encaminhou ao Sr Peter Nilsson, VP de Capacitação Operacional do Gripen na Saab, um conjunto de perguntas visando esclarecer aos nossos leitores, um pouco melhor, sobre o recém anunciado programa Sea Gripen, a versão navalizada do caça sueco, voltada para o uso em navios aeródromos. A carta abaixo é a tradução para o português do texto integral que recebemos em resposta.

    Sr. Salles,

    Principalmente em função do fato da Saab AB se encontrar em meio a um processo de RFI (Request for Information – Solicitação de Informações) com o governo indiano eu não terei como responder a todas as suas perguntas a respeito do Programa Sea Gripen.

    Espero, no entanto, o resto desta carta possa dar a vocês e aos seus leitores novas e interessantes informações.

    Antecedentes

    A empresa Saab AB tem, em diversas ocasiões, desde o início do programa Gripen, analisado e discutido internamente a possibilidade de produzirmos uma versão de porta-aviões do nosso avião.

    Os primeiros destes estudos datam de meados da década de 90. Estas análises foram iniciadas devido ao interesse demonstrado por diversas nações que consideram o Gripen baseado em terra como sua principal alternativa futura em termos de caça e que ou tem, ou ambicionam ter, navios aeródromos em suas esquadras.

    O fato do Gripen poder operar desde bases limitadas/improvisadas em trechos retos de rodovias naturalmente contribuiu para isso.

    Esta “capacidade única” – de poder operar desde pistas curtas e rudimentares naturalmente conduz à questão: “Quanto esforço de reprojeto seria necessária para se reprojetar o Gripen em um verdadeiro avião para porta-aviões?”.

    Os requerimentos básicos originais da Força Aérea Sueca visando estas operações nas estradas, são bastante “semelhantes às das operações embarcadas”.

    Qualidades como: a baixa velocidade de pouso, o grande controle de arfagem e de rolagem, a grande precisão no controle no vôo dentro do `glide slope`, a capacidade de efetuar pousos de alta precisão, a certificação para realização de altas taxas de descida, a estrutura reforçada da fuselagem,etc. são elementos básicos do projeto desde o seu início.

    Devemos também adicionar a esta visão as importantes características do Gripen para manutenção simplificada no campo.

    Exemplos desta simplicidade de manutenção são, a capacidade da troca da turbina em menos de uma hora, mesmo fora da base aérea, e a falta da necessidade de uma fonte externa de eletricidade, que mostram que a criação de um caça de porta-aviões desde o projeto do Gripen é um “salto”muito menor do que seria desde outro modelo qualquer de caça, originalmente baseado em terra…

    O Programa Sea Gripen

    A decisão da Saab AB lançar este novo programa foi tomada dentro do contexto de que duas de nossas campanhas de vendas em andamento são em países que se encontram, ambos, no início do desenvolvimento da capacitação de aviação baseada em navios-aeródromos, especificamente o Brasil e a Índia.

    Nós também identificamos mais países que, no futuro, provavelmente, entrarão também nesta arena.

    Atualmente, ou estes países são forçados a equipar seus NAes com aeronaves de uma geração anterior, ou o grande porte dos novos caças os forçará à aquisição ou, alternativamente, à construção de navios muito maiores que os atuais.

    No momento do lançamento do Programa Sea Gripen a Saab AB não havia recebido ainda nenhum pedido formal nem da Índia nem do Brasil. Nosso processo de vendas/comunicações junto às forças aéreas destes dois países não geraram nenhuma discussão a respeito de aeronaves baseadas em porta-aviões.

    Se houve algum tipo de discussão interna, ou processo de “benchmarking” entre as Forças Aéreas e as Marinhas, nós não tomamos conhecimento.

    No entanto, no dia 10 de dezembro passado, a Saab recebeu um RFI oficial (Request For Information) das Forças Armadas Indianas. De parte da Marinha do Brasil nós não temos ainda, neste momento, nenhum “Request For Information” formal.

    Referente às suas perguntas sobre o programa, especificamente: número de pessoas envolvidas, os investimentos realizados e previstos, cronogramas, número de protótipos (test vehicles) ou desenvolvimentos futuros – lamentamos informar que a Saab AB não publica comentários sobre detalhes desta natureza.

    Nos encontramos neste momento em meio a um processo de RFI na Índia e por isso não podemos abrir nenhum dado ou detalhe abertamente sobre este programa específico. Todos estes dados e detalhes estão protegidos por termos de confidencialidade, conforme exigido pelos indianos.

    Este tipo de procedimento é comum em todos os programas da Saab, não apenas no caso do Sea Gripen.

    Sea Gripen – a aeronave

    Com respeito ao novo modelo em estudos a Saab AB, no entanto, já pode confirmar que:

    •Sim existe um programa para os estudos e desenvolvimento do Sea Gripen, um novo avião derivado do Gripen NG para operações navais/baseadas em navio aeródromo

    •O Sea Gripen está sendo estudado tanto para operações CATOBAR (lançado por catapulta) e STOBAR (lançado com ski-jump). Haverá, obviamente, diferenças em termos de peso máximo de decolagem entre as duas versões. No conceito CATOBAR o Sea Gripen terá o peso máximo de decolagem (MTOW) de 16.500 kg e um peso máximo de pouso de 11.500 kg. No conceito STOBAR os pesos dependerão diretamente do tamanho físico do convoo do navio aeródromo. A grosso modo a carga paga (payload combustível e armamento cairá em 1/3 quando comparada com o modelo CATOBAR. Não haverá nenhuma diferença na capacidade de retorno da aeronave nos dois modelos.

    • O Sea Gripen é um programa de desenvolvimento adicional baseado no programa Gripen NG.

    •Ainda que a General Electric já tenha planos futuros de crescimento dentro do programa da turbine GE 414 (o chamado EPE – Enhanced Performance Engine – Motor de Desempenho Melhorado) nós não estamos dependendo disso para o desenvolvimento do novo modelo do Gripen neste momento.

    •Dentro do programa Sea Gripen nós dispomos de pessoal com experiência de operações embarcadas tanto na área de engenharia quanto na de pilotagem, em tempo de paz e também de combate.

    •Os maiores reprojetos previstos na área técnica serão:

    Novos trens de pouso, principal e dianteiro: para resistir às maiores taxas de descida e as forças derivadas da decolagem na catapulta.

    Estrutura: será reforçada em algumas áreas, não constituindo-se num projeto completamente novo já que as modificações adicionadas no projeto do Gripen NG diminuitam a extensão do reprojeto caso o Sea Gripen tivesse que ser criado a partir dos atuais Gripens C/D.

    Gancho de parada: este será uma versão reprojetada e reforçada da versão já desenvolvida para o gancho de parada emergencial desenvolvido dentro do programa Gripen NG.

    “Marinização” da aeronave: este não será um dos maiores problemas, com o devido respeito devido ao ambiente naval, nós hoje já temos requerimentos muito rígidos, de clientes atuais e futuros, no que tange a resistência à corrosão da maresia na versão baseada em terra do Gripen.

    Estes requerimentos incluem proteção contra borrifos de água salgada e para operações em locais quentes e muito úmidos. Ainda assim, uma grande parte do programa está focada em garantir a alta disponibilidade dos sistemas do Gripen mesmo em operações navais.

    No total, o reprojeto deverá adicionar peso à célula, o que dará ao avião um peso vazio entre 7500 e 8000 kg, ou seja, cerca de 400kg de peso extra quando comparado com o Gripen NG

    • O Sea Gripen será uma alternativa muito interessante para países com navios aeródromos de menor porte. Sua bem equilibrada relação de peso/tamanho quando comparado com às alternativas bi-motores maiores permitirá a expansão das missões da aviação de caça embarcada de puramente “defesa aérea” na direção de um conceito mais amplo de “operações de cunho estratégico”, sem que seja necessário trocar de navios aeródromos.

    •Todos os sensores, aviônicos e armamento que fazem parte do programa Gripen NG serão ofertados no Sea Gripen.

    • Devido ao seu porte equilibrado não haverá necessidade de mudanças estruturais maiores, como, asas dobráveis, etc.

    Conclusão

    O programa Sea Gripen deve ser percebido como um programa de parceria entre a a Saab e um país/países que estejam em busca de uma maior independência nos seus programas de aviação de caça naval.

    A Saab AB irá, com suas habilidades de projeto e de design e de engenharia, cooperar juntamente com indústria aeronáutica desenvolvida de seu parceiro/parceiros. Este país parceiro que deseje ter uma marinha com uma esquadra baseada em NAe, irá obter no Sea Gripen sua melhor opção de caça baseado em porta aviões do futuro.

    As forças armadas suecas não apresentam demandas próprias para este tipo de aeronave, e por isso neste momento, não são parceiros do programa Sea Gripen.

    O Sea Gripen irá se constituir num desafio para os atuais fabricantes de caças embarcados. A Saab tem o maior respeito pelo tamanho deste desafio da criação de um novo caça naval desde um caça anterior de uso em terra. Neste tipo de atividade já houve várias tentativas frustradas ao longo da história da aviação.

    No entanto, o Gripen não é um caça qualquer, e eu desafio qualquer caça existente de porta aviões a conseguir pousar nas mais severas condições climáticas, com neve/chuva e fortes ventos de través, em uma pista padrão de estrada sueca de 17 x 800 metros. O Gripen inclusive já provou exigir menos pista ainda: 9 x 600m, sendo re-armado e reabastecido em menos que dez minutos e decolando em seguida.

    Isso, obviamente, feito não apenas uma única vez, para efeitos de exibição. O avião tem que ser projetado desde o início , com desempenho de sistemas embarcados, com um conceito de operações adequado e alta tolerância ao impacto operacional, durante uma vida operacional de trinta anos de operações diurnas nestas condições.

    Nós não partimos do zero com o Sea Gripen. Aqui não teremos que alterar em nada a aerodinâmica provada do Gripen, nem os sistemas de controle de voo ou mesmo os aviônicos. Nós já temos uma estrutura de célula robusta, resistente e forte, projetada para um tipo de pouso “parecido” com os de porta-aviões.

    Teremos, sim, que robustizar ainda mais os trens de pouso e o gancho de parada.Teremos ainda que reforçar a estrutura em alguns poucos pontos específicos, devido à certificação para uma ainda maior taxa de descida (> 7 m/s ou >20 pés/s) e às maiores forças e trações dos lançamentos na catapulta.

    Todos estes desafios não estão sendo menosprezados por nós.

    Agora, naturalmente, estes devem ser comparados com o desafio que será operar um Rafale ou Super Hornet desde o convés de um navio aeródromo do porte do São Paulo.

    Assim, visto por esta ótica, nossos “desafios”, subitamente, passam a parecer bem menores. Minha impressão é que é apenas uma questão de tempo até que a Marinha do Brasil também perceba isso…

    Peter Nilsson Vice President Operational Capabilities, Gripen
    Saab AB
    LAST_UPDATED2

  184. ZE 2 de janeiro de 2010 at 3:37 #

    Esse tal de ano-novo ferrou com o meu sono.

    Salvo engano, uma catapulta tem 15 tons de limite máximo, enquanto que a outra tem como limite máximo 20 tons.

    []s

  185. grifo 2 de janeiro de 2010 at 3:45 #

    “Cara, por você e alguns do fórum, a FAB não deve operar nem ALX, quanto menos Gripen C/D ou F16.”

    Não não não, nada disso. Para mim, a FAB deve operar o vetor que ELA escolher como o melhor, com base em uma detalhada análise técnica das propostas.

    Para você, a FAB deve operator o vetor que VOCÊ escolher, com base em uma detalhada análise do que você leu nos foruns da Internet.

    Essa é a diferença.

  186. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 4:10 #

    Bosco, Justin, Wolfpack

    metendo a minha colher na discussão de vcs…

    hehe…a coisa não é tão simples como parece. Não se trata apenas de cumprir contratos ou coisas assim. O problema é político mesmo (e de natureza geopolítica, isto é, de interesses das nações envolvidas). A questão do vídeo (do Brigadeiro Alvarenga) não é de ordem comercial, é política. Os EUA não nos veem como estrategicamente importante para nos apoiar, assim como apoiam Israel, Japão etc. Ou ainda “pior” (na ótica dos EUA), hoje em dia podem começar a nos ver como um sério concorrente na liderança política da América Latina.

    Então, vc pode chamar de embargo, de atraso na entrega, de “esqueci de ler as letrinhas miúdas”, de “faz de conta que não é comigo” ou qualquer outra coisa, mas existe uma política de dominação por parte dos EUA (nem estou questionando isso, só estou colocando um fato) que quer mesmo se manter no primeiro lugar mundial custe o que custar. E quando aparece algum país que queira se afastar das regras impostas pelo Tio Sam, eles dão um jeito de, ou criar obstáculos para o desenvolvimento deste país, ou até mesmo de isolá-lo. Como eu disse, não julgo essa atitude dos EUA, que é uma atitude clássica de países hegemônicos. Não foram os EUA que inventaram isso.

    O grande dilema de se comprar material bélico dos EUA, portanto, é se sujeitar aos humores de seus governantes. Vc pode fechar um bom negócio com um presidente dos EUA e vir outro presidente logo em seguida e complicar tudo.

    Um exemplo simples que resume bem a conversa toda: a Índia comprou turbinas navais GE LM-2500. Fechou o negócio com o Bush. Chegou o Obama e suspendeu ao fornecimento da turbina.

    http://www.naval.com.br/blog/2009/03/22/eua-suspendem-fornecimento-de-lm-2500/

    Este é que é o dilema. E no nosso caso, ir de Gripen (que tem outros problemas além deste) ou de SH é estar sujeito a essas mudanças de humores da Casa Branca.

    Pode ser que compremos o SH ou o Gripen e nada aconteça neste sentido. Mas vai que acontece! Quem é que garante que daqui a 10 anos o cara que estiver ocupando a cadeira na Casa Branca (ou os Congressistas dos EUA) não resolvam lembrar dos 36 caças que venderam ao Brasil e falar: já chega de turbinas para eles. Eles já estão turbinados demais pro nosso gosto e nosso interesse…hehehehe

    Então, é um risco grande. Vale a pena correr este risco? Na minha opinião: não vale. Até porque temos alternativas. Se não tivéssemos alternativas, teríamos que nos contentar com a situação (o caso do F-5 é um exemplo disso – tivemos que nos contentar e nos virar com o que nos foi possível e não com o que almejávamos. Se hoje conhecemos o F-5 melhor que os EUA, não foi graças aos EUA. Até porque, nem era pra gente ter esses F-5 hoje em dia, vamos falar a verdade. Já era pra termos coisa bem melhor voando por aqui faz tempo. A Venezuela voava F-16, quando era amiguinha dos EUA, muito antes do Brasil modenizar os F-5…enfim…).

    E sobre desenvolver tecnologia no Brasil. Claro, é isso que nós estamos fazendo e é isso que o FX2 requer. Mas não adianta brigar com a realidade: o Brasil não tem condição (e isso não é devido a falta de investimento ou coisa do tipo…a questão é bem mais complexa) de desenvolver no momento um caça avançado sozinho. Precisamos de um parceiro tecnológico. Mas um parceiro que atue como parceiro estratégico-político e com interesses semelhantes no contexto global. Senão de nada adiantará. O Fx2 é para 30 anos, no mínimo. Precisa estar bem amarrado politicamente, senão já era.

    enfim…

    abração procêis

  187. ZE 2 de janeiro de 2010 at 4:24 #

    Chequei as informações! Realmente as catapultas têm como limite máximo 20 e 15 tons.

    O peso máximo de decolagem do Sea Gripen será de 16.500 kg.

    O peso máximo de decolagem do Rafale M é de 24.500 kg.

    Depreende-se, assim, que o Sea Gripen só irá operar com limitação de peso em 1 das 2 catapultas ( e mesmo assim, a limitação será de cerca de 10% de seu peso máximo de decolagem).

    Já o Rafale…Bem o Rafale…

    []s

  188. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 4:30 #

    A MB não vai operar nenhum caça no “Opalão” que não seja o Skyhawk, modernizado.

    O planejamento da MB é para operar o Opalão e o Skyhawk até por volta de 2025, quando os dois (navio e caça) seriam substituídos por outros.

    O interesse da MB no FX2 não é para o Opalão, seria para um futuro NAe. Nem adianta ficar imaginado o improvável Sea Gripen para o Opalão, porque isso não vai acontecer mesmo. As prioridades da MB são outras no momento. Porta-aviões e caças de primeira linha, só depois de 2025. E até lá, muita coisa vai rolar.

    Se o tal Sea Gripen depender da MB para sair do papel, vai ficar igual ao NG…no papel…hehe

    abraços a todos

  189. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 4:39 #

    para quem quiser se lembrar do planejamento da END para a MB, aqui tem um link:

    http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/329-italo-pesce-perspectivas-para-a-marinha-do-brasil

    Planejamento é planejamento. Não dá pra pensar mais nas FAs como casa da mãe Joana que muda tudo (como era antes) ao gosto do freguês, pois a END deu um fim nesta situação ridícula de fazer tudo de qualquer jeito e sem coordenação entre as forças. A END foi um avanço enorme para as FAs, justamente para interromper essa maluquice de cada força atirar para um lado e não acertar nada. Ou trabalhamos em conjunto, de forma planejada e qarticulada, ou nada feito.

    E só pra lembrar a máxima da END: nacionalização, padronização e otimização dos meios.

    enfim…

    abraços a todos

  190. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 4:43 #

    pra deixar bem claro:

    “Na END também é mencionado o desenvolvimento de uma nova aeronave embarcada de interceptação e ataque. O futuro da aviação de caça na Marinha do Brasil está ligado ao tipo de NAe que vier a ser selecionado para substituir o atual. A evolução da tecnologia também deverá ser levada em consideração.” (link acima)

    abraços a todos novamente

  191. RodrigoBR 2 de janeiro de 2010 at 5:25 #

    Hornet,

    vc colocou os pingos nos “is”! Parabéns!

    um abraço

  192. Corsário01 2 de janeiro de 2010 at 9:21 #

    Hornet vc está certo quando menciona a END.
    É fato que o foco NESTE MOMENTO é este.
    Porém, existe algo que vc desconhece.

    “Na MB até o passado muda.”

    Por isso, assim que o SP estiver full e os A4 modernizados operando, não vejo nenhuma impossibilidade da MB vir a fechar com o que será seu novo caça.
    Eu digo, antes do novo PA chegar.
    Até porque, até lá toda essa lenha já terá passado por debaixo da ponte.:)

    Seja Sea Gripen ou Rafale, que venha algo que possamos operar full sem rasgar dinheiro a tôa!

  193. Corsário01 2 de janeiro de 2010 at 9:24 #

    Mas como o lugar aqui é da FAB, vamos voltar ao assunto FAB/FX-2, certo?

    Vocês acham que com este episódio dos Direitos Humanos/Pedido de Demissão do MD e seus Comandantes militares, o anuncio do FX-2 antes programado para 10 de janeiro de 2010 venha a ser adiado mais uma vez?

    Estou achando que o FX-2 irá para o vinagre. O governo vai empurrar isso para o próximo, mesmo que seja ele mesmo. rsrsrsrsrsrsrs

  194. Dalton 2 de janeiro de 2010 at 9:28 #

    Oi Hornet…

    sei que vc não é antiamericano, ou antimarciano, por isso mesmo sempre leio o que vc escreve, aliás, uma vez vc escreveu que antiamericanismo nem existe de verdade. Será ?

    Alguns meses atras, estava em uma livraria vendo fotos do ataque a Pearl Harbor, nada novo, e um cidadão aproximou-se e perguntou-me o que era toda aquela “fumaçada”. Expliquei rapidamente e acrescentei que 2400 americanos haviam morrido, alguns de forma lenta e pavorosa, e ele simplesmente disse… bem feito, deveriam ter morrido mais !!!

    Se estivesse vendo fotos de navios franceses pegando fogo em Mers el Kebir, certamente ele não teria dito aquilo…

    Enfim, uma das muitas estorinhas que conheço…

    Mas…sim e daí? Ah, lembrei o motivo de ter entrado aqui (rs).

    É que vc escreveu acima o problema entre o governo americano e o governo indiano na questao do fornecimento de turbinas americanas,
    mas esqueceu de complementar que o problema foi rapidamente solucionado.

    O que ocorreu é que as tais turbinas podem ser usadas comercialmente
    também e por isso não estavam na tal “Munitions List” e portanto não se exige autorização do Depto de Estado, mas justamente por poderem ser usadas em navios militares também, necessitava um outro acordo, e houve um atraso quanto ao recebimento da “papelada” recebida em 12/03/09 e imediatamente os trabalhos foram retomados.

    Mas foi só para esclarecer mesmo, pois alguém ao ler o seu post poderia entender “suspender” como cancelar.

    abraços

  195. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 10:55 #

    Bem, com tudo isso acredito que o FX2 sofre com esta controvérsia entre o que a FAB pode operar e o que ela deveria operar. Nestes termos eu voto pelo cancelamento do FX2 e um retorno rápido ao programa FX1 que está mais adequado a tão propalada realidade orçamentária atual da Força.
    Se o Lula e o Jobim forem “espertos” devem empurrar este tema com a barriga e se possível cancelá-lo rapidamente antes do término do mandato. A FAB já se acostumou a procurar vetores para suprir seu GAP de aeronaves de combate.
    Li que o Equador está negociando vetores J-10 com a China.
    ABS

  196. Mauricio R. 2 de janeiro de 2010 at 10:56 #

    “…e outras inúmeras concorrências perdidas pelo Rafale, e cuja desculpa sempre foi a influencia americana.”

    Rogério,

    Qnto ao TTE, a Boeing leu o RfP, decidiu que não era p/ ela e tirou o SH da concorrência.

    E como bem disse o ZÉ a concorrência TTE somente prosseguirá, se o atual governo suiço vencer o plebiscito instigado pela oposição.

    Então até lá, nada de novo no front.

  197. kaleu 2 de janeiro de 2010 at 11:25 #

    Olá amigo Hornet em 02 jan, 2010 às 4:10

    Vc inclui o Gripen na lista de possíveis embargos gringos pela utilização da turbina … isso não se sustenta, turbina não é considerado tecno sensível, nossos aviões a utilizam a anos … no exemplo (Indú) que vc citou acima vc esqueceu-se de mencionar que o problema foi solucionado (rapidamente) … sei que o amigo não é anti-americano (afinal isso nem existe), porém apega-se a possibilidade de embargo vindo de um futuro governante sobre um equipamento que inclusive poderá ser fabricado no Brasil, assim como a suécia fabrica RM-12 baseado no GE F-404 … porém não tem um pingo de receio de entregar a hegemonia de todo nosso sistema de defesa à França … mesmo o Brasil não fabricando “um parafuso” dos equipamentos franceses e recebendo TT a “conta-gotas” … será que governantes franceses são imunes a variações de humor?

    Afinal, qual é o “precedente” francês de TT? … a quem a França cedeu, a qualquer momento da história sua tecnologia? … o que garante que a França não vá nos embargar estando com TODO o nosso sistema de defesa nas mãos? … afinal, o que impedirá a França de NOS COBRAR (eur$) O QUE BEM ENTENDER quando estivermos totalmente nas mãos dos franceses?

    Tenho uma curiosidade … que papo é esse de “geopolítica”? … qual é o interesse comum de Brasil e França? … afinal, qual é o REAL interesse da França em nos ceder tecnologia? … a França mantém os mesmos moldes de “parceria estratégica” com Grécia, Índia, Brasil e Kazaquistão … o que tem a França em comum com esses países? … Que interesse “estratégico” é esse? … além, é claro, do interesse francês de vender seus equipamentos militares em overprice?

    Porque vc não quer que a indústria brasileira cresça e fique independente de franceses, americanos ou russos ? … porque afinal defende a ENTREGA DO BRASIL à França?

    Não consigo conciliar seu nível de inteligência com essa sua postura !

    abcs
    kaleu

  198. Karmann 2 de janeiro de 2010 at 11:33 #

    “O grande dilema de se comprar material bélico dos EUA, portanto, é se sujeitar aos humores de seus governantes. Vc pode fechar um bom negócio com um presidente dos EUA e vir outro presidente logo em seguida e complicar tudo.”

    Hornet, o que impede a França de fazer o mesmo?

  199. MOKITI 2 de janeiro de 2010 at 11:36 #

    Concordo com vc Wolfpack,e digo mais a Fab precisa aprender com a MARINHA,pois essa não pensa pequeno,é organizada,não fica nesse chove e não molha,um país que é a oitava economia do mundo,e pode chagar a ser quinta até 2020 é difcil de acreditar que falte dinheiro para uma área tão importante,o que pode ser caro a primeira vista,torna-se barato depois,se precisarmos de um vetor de ponta,nossos pilotos e tb nosso povo estariam mais seguros e com maiores chances de defesa,acho que a Fab se acostumou com aparelhos de segunda linha,ou inferiores,ao contrario da marinha,depois quando a marinha entrar na fase planejamento da sua aviação naval,ai talvez tenhamos vetores de ponta,não entra na minha cabeça essa alegação de custos,tudo bem que no primeiro momento vai ser cara a manutenção,mais covenhamos será que a Fab é tão dura assim,que não pode pagar 20% a mais na manutenção do que um Mirage 2000,a Fab parece que não está nem ai,poxa será que o Lula entende mais de caças do que eles,querendo o rafale para FAB.
    Se o Lula já disse que quer o Rafale pega o Rafale e joga a conta em cima do Lula.
    Com marinha não teve essa,queremos o subnuclear,e pronto,foi logo fechado,com o Exercito que era o patinho feio tb,não teve essa,só com a aeronautica,e se tem gente que defende o F-18 depois daquela palestra da Fab com os embargos,e tremenda falta de respeito com a Fab,ELES PREFERIREM O F-18,ou eles vivem no ar literalmente ou eles são muito americanizados.

    O Jobim disse tudo “Os antecedentes dos Americanos não são bons”

  200. MOKITI 2 de janeiro de 2010 at 11:40 #

    Para relembrar :

    EMBARGO dos Estados Unidos contra Brasil:

  201. MOKITI 2 de janeiro de 2010 at 11:49 #

    f-18 nem pintado !!!!!
    http://www.youtube.com/watch?v=GURWeWJsyR8

    Grippen é a segunda opção!!!

  202. MOKITI 2 de janeiro de 2010 at 12:04 #

    E quanto a esse argumento de que a França não é confiavel É BALELA,a frança foi pressionada a não vender o sei missil,que todos nós sabemos,mas ela alegou que já tinha sido enviado,e tb foi pressionada a não dar a assistencia aos Argentinos,mas antes de cancelarem os tecnicos franceses passaram as dicas fundamentais para os Técnicos argentinos,tanto que eles conseguirim usar o missil,E os E.u.a,o que fizeram abriram seu arsenal para os Ingleses,usaram seus satelites para espionar os argentinos,se for por esse lado quem é mais confiável ?.
    Porque a grande mídia não mostra essa Palestra que foi ministrada por especialista e altos oificias da FAB,e não por jornalistas que se acham donos da verdade,que falam asneiras,ou são burros ou a grande maioria é vendida.
    Vamos pegar um projeto pronto,o segundo melhor caça do ocidente,o que o pessoal quer mais.

  203. MOKITI 2 de janeiro de 2010 at 12:10 #

    Qual dos outros dois concorrentes tem esse nível de manobrabilidade:

    http://www.youtube.com/watch?v=Omf6Xrgtns8

    No segundo video só faltou o Rafale fazer a famosa nanobra cobra dos caças russos.

  204. Vplemes 2 de janeiro de 2010 at 12:27 #

    MOKITI,

    Acho interessante falar de embargo tecnologico dos EUA, e não falar dos embargos franceses ao Brasil. Embargos estes camuflados é lógico, pergunte a qualquer oficial da FAB um dos principais motivos de não quererem o rafale nem pintado. A França, nunca aceitou sequer fazer os TBOs das turbinas dos mirages aqui no Brasil. A Helibrás, “fabrica” helicópteros esquilo no Brasil a 30 anos, e até hoje não temos sequer a hélice nacionalizada. Já o grande satã dos embargos, logo que nos vendeu os F-5, propôs à EMBRAER a produção de partes estruturais dos mesmos, e dai a nossa EMBRAER aprendeu a tecnologia de fábricação de estruturas aeronauticas, que foram utilizadas nos seus primeiros aviões nacionais. Toda a manutenção dos F-5, contenporaneos dos mirages franceses, desde quase sempre foram feitas aqui no Brasil (incluindo os TBOs). Ser ante-americano é compreensivel, mas fechar os olhos aos fatos e citar apenas o que interessa, não.

  205. Alexandre Galante 2 de janeiro de 2010 at 12:32 #

    MOKITI, esse vídeo já foi publicado duas vezes aqui no Poder Aéreo.

  206. Vplemes 2 de janeiro de 2010 at 12:34 #

    Quanto ao fato da hora voada do rafale ser supostamente “apenas” 20% maior do que a do mirage 2000, isto por si só já seria desastroso para a FAB. Se você se dispuser a pesquisar um pouco, vai ficar sabendo que hoje a FAB esta sendo obrigada a sacrificar a disponibilidade de outras aeronaves, para poder manter os mirages voando. E ao contrário do que alguns aqui apregoam, a fabricação de peças do rafale no Brasil não vai baratear seus custos, e sim o contrário, pois a escala (sempre ela) por ser pequena, tornaria os preços destas peças proibitivos. Ou alguém acredita que os franceses vão deixar de comprar peças de sua industria, e garantir empregos franceses, para comprar nossas peças?

  207. Rogério 2 de janeiro de 2010 at 12:39 #

    MOKITI, bom dia, o que você escreveu é justamente o que eu penso sobre a França, eles não são confiáveis, agem como verdadeiros mercadores da morte.

    Possibilitaram a utilização de mísseis que mataram ingleses, não respeitando a aliança tinham com os mesmos. Não respeitam nem um aliado da OTAN, quanto mais a colônia tupiniquim, os Israelenses que o digam.

    []s

  208. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 13:37 #

    Então senhores, estamos nos patamares do FX1 discutindo FX2. É perda de tempo, pois não temos as bases (alicerces) para efetivar o FX2, temos mais intensões e boa vontade do que atitude. Hoje a Folha de São Paulo apresenta na contra capa a rivalidade entre o projeto VLS e o programa Cyclone do Consórcio Privado ACS Brasil Ucrânia. Um, o VLS tenta a décadas colocar 400kg a um órbita baixa de 800 km, e o ACS tenta colocar 1600kg a uma órbita de 35.000 km. O VLS conta com 35 milhões anuais e o ACS Cyclone 4 precisa de mais 200 milhões para terminá-lo. Como o ACS é privado, a tão famosa transferência de tecnologia Ucraniana se dá da Ucrania para o Consórcio ACS e nem sonho que tais conhecimentos cheguem a Aeronáutica e ao VLS. O Sr. Stanislav Konyukhov Diretor Geral da Yuzhnove (empresa Ucraniana que projetou o Cyclone 4 para a ACS) diz que mesmo que se tranfira tecnologia ao Governo Brasileiro, o Programa Brasileiro nunca será concorrente da Yuzhnove, uma vez que ele afirma que o VLS está 15/20 anos atrás do atual Cyclone 4 e mesmo que este avance e iguá-le ao Cyclone 4, a sua empresa estará 15 ou 20 anos de pesquisa e desenvolvimento na frente dos Brazucas.
    Esta é a realidade que a Aeronautica se encontra hoje. Sem mágica, e como vemos no caso do Cyclone 4, TT é conversa furada, o melhor mesmo é compra de prateleira como faz o Chile, ou crescer junto com países de igual potencial, não se associar a uma solução imposta pelo mercado e torcer para que venha algo. O Programa SIVAM foi um exemplo claro onde se planejava uma transferência de tecnologia por parte da Raytheon, quais os frutos do SIVAM???????
    Não existe mágica neste negócio.
    Cancelamento do FX2 já!!!!!!! Vamos pagar por algo que dificilmente virá, e pagar caro por qquer uma das opções, pois aqueles que peçam que o Gripen NG será barato, o Brasil entrará neste simples upgrade da versão JAS39 C/D com muita grana para ter sempre um Gripen, sempre será um Gripen. A Selex Galileu vai nos dar acesso a TT do AESA deles? e acesso as tecnologias do Meteor, teremos alguma ajuda????? O que a Suécia domina que pode nos transferir? ou será o contrário, a Embraer irá ajudar a alavancar a SAAB no Competitivo Mercado da Aviação Civil? Muitas questões e uma só resposta.
    Cancelamento do FX2. Está tudo errado ou quase tudo
    Abs

  209. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 13:39 #

    Senhores, em 1982, a França não faziam parte da OTAN, leiam a história por favor. E ao contrário, os Franceses entregaram aos Ingleses as precárias condições que se encontravam os EXOCETS Argentinas, números e algo mais…
    Abs

  210. Rogério 2 de janeiro de 2010 at 13:46 #

    Bom que eu saiba a França deixo apenas a estrutura militar mas sempre foi comprometida com a aliança em caso de invasão.

    Mas como não sou especialista deixei so minha opinião.

    []s

  211. ZE 2 de janeiro de 2010 at 14:08 #

    No embargo francês a Israel pela ocasião da guerra dos 6 dias em 1967, a França se recusou a entregar 50 aeronaves Mirage 5 que já tinham sido pagas na sua totalidade pelo Governo de Israel.

    Ato contínuo, os gauleses se recusaram tambem a entregar uma pequena frota de barcos torpedeiros comprados por Israel.

    O embargo francês marcou o fim do estreitamento das relações militares entre Israel e a França e o início de uma forte relação entre Israel e os EUA.

  212. grifo 2 de janeiro de 2010 at 15:00 #

    A França não só passou ensinou os ingleses a sabotar os Exocet, como ainda forneceu Mirage e Super Etendard para treinar os pilotos ingleses em combate aéreo.

    Melhor exemplo de como os nossos “parceiros estratégicos” tratam quem compra armamento deles não existe:

    http://www.telegraph.co.uk/news/uknews/1387576/How-France-helped-us-win-Falklands-war-by-John-Nott.html

    How France helped us win Falklands war, by John Nott
    By George Jones, Political Editor
    Published: 12:01AM GMT 13 Mar 2002

    FRANCE was Britain’s greatest ally during the Falklands war, providing secret information to enable MI6 agents to sabotage Exocet missiles which were desperately sought by Argentina, according to Sir John Nott, who was Defence Secretary during the conflict.
    In his memoirs he reveals that while President Reagan was pressurising Lady Thatcher to accept a negotiated settlement France helped Britain to win the conflict.
    Although Lady Thatcher clashed with President Mitterrand over the future direction of Europe, he immediately came to her aid after Argentine forces invaded the Falklands in April 1982.
    “In so many ways Mitterrand and the French were our greatest allies,” Sir John says. As soon as the conflict began, France made available to Britain Super-Etendard and Mirage aircraft – which it had supplied to Argentina – so Harrier pilots could train against them.
    The French gave Britain information on the Exocet – which sank the Sheffield and Atlantic Conveyor – showing how to tamper with it.
    “A remarkable worldwide operation then ensued to prevent further Exocets being bought by Argentina,” Sir John says.
    “I authorised our agents to pose as bona fide purchasers of equipment on the international market, ensuring that we outbid the Argentinians, and other agents identified Exocet missiles in markets and rendered them inoperable.”
    He contrasts the French attitude with America’s attempts to find a face-saving deal for President Galtieri, the Argentine dictator.”For all Margaret Thatcher’s friendship with Ronald Reagan, he remained a West Coast American looking south to Latin America and west to the Pacific. Sometimes I wondered if he even knew or cared where Europe was.”
    Caspar Weinberger, the US defence secretary, supported Britain but the State Department was “dominated by Latinos”.
    “There was incredible pressure from the White House and the State Department to negotiate. It was hugely damaging,” Sir John told The Telegraph. “They couldn’t understand that to us any negotiated settlement would have seemed like a defeat.”
    Asked if he found it irritating that the Americans expected Britain’s total support in the war against terrorism, Sir John said: “I am against the Americans smashing things up with bombing raids, then letting us be the auxiliary policemen to pick up the pieces.”
    Sir John says he held the Foreign Office “in deep contempt” for the caution it displayed when Lady Thatcher proposed sending the Task Force to the Falklands.

  213. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 15:10 #

    kaleu em 02 jan, 2010 às 11:25

    não sei se embargo ou complicação. Mas turbina é sim fonte de problemas e o Gripen NG usa turbinas americanas (além de mísseis americanos e radar semi-americano).

    Dá uma olhada no link que deixei sobre a suspensão da entrega das turbinas compradas pela Índia, por parte do Obama.

    Vai nessa que tal coisa não possa acontecer. O Gripen é americano demais para o meu gosto (ou seja, passível de complicações futuras). Se ele fosse suéco, estava tudo certo.

    abração

  214. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 15:20 #

    Corsário01 em 02 jan, 2010 às 9:21

    Na MB até o passado mudava.

    Não é mais a MB (assim como o EB e a FAB) quem decide isoladamente as coisas agora. Tudo se decide no âmbito do MD.

    E é talvez este aspecto que tá causando choradeira por aí. E má compreensão dos foristas dos blogs também, em muito guiados pelas notas especulativas da imprensa.

    Mas este ponto não pode ser desconsiderado: a END estabelece o MD como centro das políticas de Defesa e não mais as forças isoladas. A MB não tem como mudar isso, ao menos não dentro da lei.

    abração meu amigo

  215. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 15:33 #

    O Wolf tem feito boas colocações quando prega o cancelamento do FX2.

    TT não se dá por simples contrato, com quem quer que seja.

    Seria uma desgraça para a imagem nacional (que novidade…) o cancelamento, mas o Governo poderia fazer uma compra direta daquilo que lhe interessar. E que de preferencia pudesse oferecer “muitas” horas de voo.

    Sei lá qual aeronave, mas que pudesse ser entregue em 4 anos.

    Em paralelo, nosso querido Governo poderia gastar os tubos para o desenvolvimento de tecnologia e produção de motores, aerodinâmica supersônica, novos materiais (fala aí DEP-UFSCar! entre outros centros) etc… Ah, sim. De preferência com mais ou ou dois países de “peso”, de modo que a compra resultante significasse uns 500 aparelho (o nro é chutado, qto maior melhor pela escala).

    Comprando um lote “tampão” de novas e boas aeronaves agora, ganhariamos duas décadas para desenvolver ou integrar um grupo que já desenvolve um aparelho de 5a geração.

    Abraços

  216. Vplemes 2 de janeiro de 2010 at 15:35 #

    O rafale usa chips americanos. Se formos pensar em embargos americanos, é melhor fechar o buteco (a FAB), e gastar dinheiro com outras coisas. Afinal de que adianta ter um super, ultra, mega caça, que não voa porque não tem um simples chip? Parece que as pessoas ainda não se deram conta de que vivemos em um mundo globalizado, e que hoje praticamente tudo que um país produz, possui alguma tecnologia estrangeira. Mas então alguém pode dizer, é só um chip, é só trocar por outro. Mas não é só um chip, é toda uma tecnologia baseada em uma arquiteturas especificas. Será que no radar da Thales não tem nenhuma tecnologia (componente) de origem americana? Eu digo que, com certeza tem. E por que não teria? Os EUA são um dos seus maiores parceiros e aliados, e pelo que se vê os franceses não temem embargos deles. Só mesmo alguns de nós aqui na pindorama, que ainda acreditamos que dá para viver como uma ilha neste mundo altamente inter-dependente.

  217. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 15:41 #

    Vplemes:

    a “questã” dos EUA com a França é uma e conosco é outra.
    Se compramos seja o que for e lhes dermos lucro e não significarmos qq tipo de ameaça, então eles vendem. Caso contrário, o negócio é maiw complicado.

    Abraço

  218. Hornet 2 de janeiro de 2010 at 15:41 #

    Dalton,

    “americanismo” (e o “anti”) é um termo criado no início dos anos 1920 como contraponto ao “europeismo” ou eurocentrismo, calcado na “Kultur” alemã (européia) em oposição a “civilization” norte-americana. Em palavras simples, era o cinema contra o Louvre, Bach e Mozart contra Louis Armstrong, a tradição cultural de séculos contra a cultura do descartável, a alta cultura contra a cultura de massas.

    Durante os anos da Guerra-Fria o termo anti-americanismo se transformou (como tudo na época) em uma ideologia maniqueísta (ou se está contra ou se está a favor).

    Neste sentido, não existe mais anti-ameericanismo, pois Kultur e civilization são conceitos já superados e maniqueísmo é uma forma menor de pensamento.

    O que eu quis dizer foi o seguinte: fazer negócio de material bélico, que envolva tecnologia sensível, com o EUA é se sujeitar a suas (deles, EUA) mudanças de humores. Quem quiser pagar pra ver, que pague. Eu preferia que o Brasil não entrasse mais neste tipo de coisa, pois já tivemos experiências não muito agradáveis com isso.

    Mas isso não quer dizer que não se deva comprar mais nada dos EUA, mesmo equipamentos militares. Pode-se comprar produtos de prateleira sem problemas, pois os produtos são bons. Vide por exemplo os Sea e Black Hawks recentemente comprados. Não vejo e ninguém vê problema algum nisso. Mas se quiséssemos os “códigos fontes” dos helis e parceria para produzí-los aqui, a conversa já seria outra. Pode-se pagar por um serviço também: nossos subs Tupis estão sendo modernizados nos EUA etc.

    Do mesmo modo, nada impede de o Brasil e EUA estarem desenvolvendo tecnologias novas em parceria, em pé de igualdade, como é o caso do Hipersônico.

    Enfim, são coisas diferentes, e cada caso é um caso. Por isso que antiamericanismo não existe, a não ser na cabeça de quem quer que ele exista. O Brasil compra helis dos EUA, está numa parceria de ponta com os EUA, mas (ao que tudo indica) não vê os EUA como a melhor opção para o FX2. É simples assim. Não existe apenas os EUA no mundo. O Brasil pode escolher seus parceiros para cada projeto que queira desenvolver.

    abração meu chapa!

  219. Vplemes 2 de janeiro de 2010 at 15:45 #

    Esta tão falada END, só funciona se for pautada dentro das reais necessidades do país, e se para atender estas necessidades forem ouvidas as instituições encarregadas de executa-las. Caso contrário vai acontecer aquilo que estamos cansados de ver, mais uma lei que não “pegou”. Acho que aqui é um dos poucos lugares do mundo em que leis podem ou não “pegar”. Podem dizer que não é bem assim, mas se até claúsulas explicitas da constituição podem ser interpretadas ao bel prazer do dono atual do poder (vide artigo da constituição que proíbe a censura), imagine então uma “simples” Lei?

  220. Vplemes 2 de janeiro de 2010 at 15:57 #

    Craveiro:

    “The questione”, com os Franceses e americanos é a mesma. Um dos argumentos para comprar rafale e não comprar gripen, é o uso de tecnologia americana no caça sueco, dizem que pode ser embargada. Mas ninguém parece se lembrar que no rafale também tem tecnologia americana, coisa que os próprios franceses detestam adimitir. No OSF do rafale tem tecnologia suéca, será que os suécos vão embargar a venda do rafale para o Brasil? Afinal os franceses, por motivos comerciais, proibiram a Thales de construir o radar do gripen (olha o embargo ai).

    Abço.

  221. Sirkis 2 de janeiro de 2010 at 15:58 #

    Saudações Marcelo!

    O site que você indica aparece isso: “The page you requested http://www.eda.europa.eu:80/documents.asp), was not found on http://www.eda.europa.euIt‘s possible you typed the address incorrectly, or that the page no longer exists.Please use the Menu or the Search functionality to locate the page.”

    Tirando isso, você ainda não me disso que critérios de P&D você usou para essa lista com produtos inacabados. AINDA ESTOU ESPERANDO A SUA RESPOSTA.

    Boa Tarde!

  222. Sirkis 2 de janeiro de 2010 at 15:59 #

    Saudações Justin!

    Estou calmo, até demais com tamanhas fanfarrices. Um exemplo é o absurdo de falar que o NG é um upgrade. Levo isso como uma brincadeira de hospício de fórum. Graças ao bom Deus, a FAB e COPAC não olham o NG como upgrade, pois caso contrário… só Deus saberia.

    Boa Tarde!

  223. Sirkis 2 de janeiro de 2010 at 16:01 #

    Saudações!

    Turminha, por favor. Essa choradeira de que motores americanos serão embargados é firula de fóruns. A FAB, Marinha e Exército voam na maioria com motores americanos e nunca tivemos embargos!

    Boa Tarde!

  224. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 16:09 #

    Grifo,
    Engraçado esta história e eu acredito mesmo que a Inglaterra tenha obtido informações da França sobre a arma, mas dúvido que elas foram entregues da forma que é apresentado na matéria. Se o foi, é uma pena que a Inglaterra não tenha compartilhado com a USNavy, pois em 1987 no Golfo Pérsico nada mais do que dois Exocets provocaram um estrago enorme na USS Stark.
    http://eightiesclub.tripod.com/id344.htm
    Além do que falar que o Reagan estava empenhado a achar uma soluçõa de trégua e paz é brincadeira… A ilha de Ascenção é um resort Britânico??????
    E os SAS no Chile???????
    Meu caro leia a história de forma correta, e não crie sua própria, por favor…

  225. thiago 2 de janeiro de 2010 at 16:09 #

    A FAB PRIMEIRO F-18 MAS POR PROBLEMA DE TRANSFERENCIA NAO QUIZ
    SO SOBROU O RAFALE POR QUE O (GRIPEN /F-16/M.2000) NAO PEGA NINGUEM

  226. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 16:10 #

    Vplemes:

    A minha opção seria o Gripen, porque creio que é o que PODE oferecer algo mais.

    Concordo com vc. Se os EUA são um problema para TT e fornecimento de peças, então precisamos de uma aeronave russa ou chinesa. E olha lá!

    Abraço

  227. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 16:15 #

    Sirkis, por favor não misture Deus com FX2 que pode gerar uma Guerra Santa, Deus têm mais o que fazer do que olhar estes incompetentes atuarem no FX2. E digo todos COPAC, FAB, MD, Lula, Jobim, só fazem trapalhadas.
    E se o Gripen NG não é um upgrade do Gripen JAS39 C/D, ele é oque? Clone, cópia autorizada???????
    Brincadeira, até a SAAB utiliza isso em sua campanha. Mas têm cada um.

  228. ZE 2 de janeiro de 2010 at 16:15 #

    Primeiro, gostaria de falar que, apesar desse post ter sido direcionado a um outro membro do blog, a minha intenção é exclusivamente parabenizar o Kaleu.

    Trata-se, na minha humilíssima opinião, de um dos melhores posts dos últimos tempos aqui no blog.

    Parabens, Kaleu!

    Obs: Por questão de respeito e ética, intencionalmente omiti o nome do forista a quem o post é direcionado.

    Obs1: Tambem tomei a liberdade de adaptar o texto, para que o mesmo tenha um viés geral, abrangente. Assim, haverá partes com palavras ligeiramente modificadas ou até mesmo suprimidas.

    Espero, assim, fomentar o debate.

    Veremos se podemos responder a todas essas indagações contidas no ótimo texto do amigo Kaleu.

    []s

    “kaleu em 02 jan, 2010 às 11:25

    Inclui-se o Gripen na lista de possíveis embargos gringos pela utilização da turbina … isso não se sustenta, turbina não é considerado tecno sensível, nossos aviões a utilizam a anos … no exemplo (Indú) já referido, o problema foi solucionado (rapidamente) … apegamo-nos a possibilidade de embargo vindo de um futuro governante sobre um equipamento que inclusive poderá ser fabricado no Brasil, assim como a suécia fabrica RM-12 baseado no GE F-404 … porém não temos um pingo de receio de entregar a hegemonia de todo nosso sistema de defesa à França … mesmo o Brasil não fabricando “um parafuso” dos equipamentos franceses e recebendo TT a “conta-gotas” … será que governantes franceses são imunes a variações de humor?

    Afinal, qual é o “precedente” francês de TT? … a quem a França cedeu, a qualquer momento da história sua tecnologia? … o que garante que a França não vá nos embargar estando com TODO o nosso sistema de defesa nas mãos? … afinal, o que impedirá a França de NOS COBRAR (eur$) O QUE BEM ENTENDER quando estivermos totalmente nas mãos dos franceses?

    Tenho uma curiosidade … que papo é esse de “geopolítica”? … qual é o interesse comum de Brasil e França? … afinal, qual é o REAL interesse da França em nos ceder tecnologia? … a França mantém os mesmos moldes de “parceria estratégica” com Grécia, Índia, Brasil e Kazaquistão … o que tem a França em comum com esses países? … Que interesse “estratégico” é esse? … além, é claro, do interesse francês de vender seus equipamentos militares em overprice?

    Porque a indústria brasileira não poderá crescer e ficar independente de franceses, americanos ou russos ? … porque afinal devemos ENTREGAR O BRASIL à França?

    abcs
    kaleu”

  229. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 16:20 #

    Vplemes, e todos têm processadores do Japão, Tawain, pneus michelin, dunlop, amortecedores da Continetal, Display LCDs Chineses e por ai vai, ou o colega acha que os Americanos produzem tudo isso? Deve ter uma montanha de componentes chineses nos F22 e F35 da vida. Os Americanos não produzem mais nada só desenham e manufaturam na China. Estamos entrando na segunda década do terceiro milênio…

  230. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 16:25 #

    Kaleu,
    “Afinal, qual é o “precedente” francês de TT? … a quem a França cedeu, a qualquer momento da história sua tecnologia? ”
    Você sabe quem é o pai da bomba nuclear israelense???????
    Quem Kaleu???????
    Quer exemplo maior de TT de um país para outro??????
    O que aprendemos com o SIVAM e a Raetheon??????????

  231. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 16:27 #

    Leiam o post logo acima, para o novo LCA Tejas Indiano, a Índia está deixando de lado as turbinas O EJ200 e F404 para ir para qual fornecedor??????

  232. A-Bomb 2 de janeiro de 2010 at 16:38 #

    Quem venha qualquer coisa.
    Mas rápido.
    Esta muito enrolado.

    Daqui a pouco nossos bons amigos “bolivarianos” resolvem comprar algo que presta da Rússia dai estamos todos @#%&66&%%$.

    Enquanto o vermelhinho do norte (não estou falando de Papai Noel) estiver comprando ponta de estoque russo estamos tranqüilos.Mas e se ele comprar um Su-35BM da vida?
    Russo não é americano eles vendem qualquer coisa para qualquer um se pagar bem.
    E dai?
    O que fazer?

  233. A-Bomb 2 de janeiro de 2010 at 16:40 #

    Quem venha qualquer coisa.
    Mas rápido.
    Esta muito enrolado.
    Daqui a pouco nossos bons amigos “bolivarianos” resolvem comprar algo que presta da Rússia dai estamos todos @#%&66&%%$.
    Enquanto o vermelhinho do norte (não estou falando de Papai Noel) estiver comprando ponta de estoque russo estamos tranqüilos.Mas e se ele comprar um Su-35BM da vida?
    Russo não é americano eles vendem qualquer coisa para qualquer um se pagar bem.
    E dai?
    O que fazer?

  234. Sirkis 2 de janeiro de 2010 at 16:44 #

    Saudações!

    “Primeiro, gostaria de falar que, apesar desse post ter sido direcionado a um outro membro do blog, a minha intenção é exclusivamente parabenizar o Kaleu.”

    Concordo com o ZE. Eu assino embaixo.

    Boa Tarde!

  235. Sirkis 2 de janeiro de 2010 at 16:48 #

    Saudações Wolf!

    Minha crença, respeite-me e será respeitado. Jesus está vendo isso tudo.

    Vocês não têm idéia do que se passa nesse FX (alguns aqui sabem, só pelo conteúdo das respostas). E ninguém vê o NG como upgrade. Essa fanfarrice só apareceu em fórum. E na FAB, COPAC e até mesmo no MD, ninguém dá a mínima para fóruns. A verdade é que o NG é um novo avião, assim como é o SH. E os Rafalistas vão ter que engolir essa, pois é a mais pura verdade, aviões que voaram mais de uma década depois do Rafale ter voado.

    Boa Tarde!

  236. Corsário01 2 de janeiro de 2010 at 17:02 #

    Hornet, vc está certo, alias, certíssimo quando diz que o MD é quem irá tocar o que está definido na END. Porém, não se esqueça que se o PEAMB passar, a MB irá comprar 48 caças e lá não diz que eles precisam esperar o 2º PA.
    Mas ainda não passou. Alias, o Sea Hawk foi comprado antes que a cagada, opss, digo, compra do EC-725 fosse anunciada.( Nada contra o Heli, apenas a forma como foi feita a compra).
    Em suma, brechas na lei foram feitas para serem exploradas e a MB não deixará de explora-las se for para sair de uma furada.

    Quem viver, verá!:)

  237. kaleu 2 de janeiro de 2010 at 17:03 #

    Wolfpack em 02 jan, 2010 às 16:25

    Desde quando Bomba atômica “virou” tecnologia francesa?

    perdi esse capítulo da história !

    Abc
    kaleu

  238. A-Bomb 2 de janeiro de 2010 at 17:12 #

    kaleu em 02 jan, 2010 às 17:03

    Julius Robert Oppenheimer considerado o pai da Bomba atômica era americano (conforme o pai dos Burros virtual wikipedia).

    Dizem alguns que na realidade ela começou mesmo a ser desenvolvida na Alemanha Nazista.
    Mas isso são apenas especulações.

  239. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 17:13 #

    Resumo da ópera:

    1. TODAS as aeronaves possuem componentes que não são de seu total domínio (projeto e/ou construção). Consequência? Não haverá TT total

    2. o bando está passando, ou melhor, parece que parou. Corremos o risco de mais um (bom) tempo sem uma solução

    3. A hipótese de embargo real ou relativo pode ocorrer com qq das opções. Não será um papel que permitirá que reclamemos que alguma cláusula não está sendo cumprida.

    OPINIÂO: o pai criança e, portanto, o responsável por ela, é a FAB. Prefiro entender que, seja qual for a opinião dela (não a do Governo) será o melhor para a Força. Se fizerem meleka, a assinatura, CIC, CPF, RG etc será de alguém de lá de dentro. Como não há opção perfeita, prefiro a que FAB definir.

    Abraços

  240. ZE 2 de janeiro de 2010 at 17:16 #

    Se o motor F-414 (motor do Super Hornet e do Gripen NG) ganhar a disputa (o outro concorente é o EJ200-motor do Typhoon) para o fornecimento de 100 motores (dizem que pode chegar a 120) para o Hal Tejas, e o Gripen NG ganhar aqui e lá na Índia (fora a versão embarcada do mesmo, pois no dia 10 de dezembro passado, a Saab recebeu um RFI oficial das Forças Armadas Indianas), então teremos um custo de manutenção dos motores baixíssimo.

    Se isso ocorrer, teremos mais de 1200 motores F-414 produzidos (fora as futuras encomendas norte-americanas e australianas).

    Como é público, a GE já vendeu 41 motores F404 para o programa Hal Tejas. O primeiro batch do Tejas será equipado com esse motor.

    Agora, eles querem um motor mais potente, daí a disputa entre o F414 e o EJ200.

    Bem, como sabemos, o Rafale será o campeão aqui.

    []s

  241. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 17:18 #

    Na verdsade é um resumo parcial da ópera. Mesmo o resumo seria longo demais!

  242. MOKITI 2 de janeiro de 2010 at 17:23 #

    Quem praticamente passou a tecnologia necessária pra Israel fabricar sua bomba foi a frança,é só procurar,Tudo que eu queria falar o colega Wolfpack,disse,O Grippen é um upgrade do JAS39 C/D,não estou falando mal do grippen é um grande caça no projeto,apenas quero um caça real,que já exista e superior aos demais apresentados,eu gostaria de ter o grippen como segunda opção,tendo o rafale para enfrentar qualquer eventualidade.

  243. ZE 2 de janeiro de 2010 at 17:23 #

    Aliás, como a motor do Gripen NG e do Super Hornet é o mesmo, basta que um deles ganhe na Índia e o outro ganhe no Brasil, para que nós possamos nos beneficiar desse grande ganho de escala referente aos motores.

    É sempre bom lembrar que os motores correspondem, em média, a 1/3 do custo total do caça durante toda sua vida.

  244. Vplemes 2 de janeiro de 2010 at 17:31 #

    Wolf,

    Finalmente, depois de três posts podemos concordar. Ninguém fabrica tudo. Então não vejo porque pagar mais caro por um caça que não é tão melhor assim. Se não é para ter 100% da tecnologia, por que vou pagar até duas vezes mais por um caça? Até hoje, o maior argumento de quem defende a proposta francesa é a hipotética imunidade a embargos e uma ainda mais hipotética transferencia “irrestrita” de tecnologia. Não sendo assim, melhor pegar o caça que melhor atende os requisitos da FAB (e de quebra conseguir o máximo de ToT possivel), que afinal de contas, é quem sabe melhor o que precisa para cumprir sua missão.

    Abços,

  245. Pensador 2 de janeiro de 2010 at 17:35 #

    É o grito dos desesperados,agora a França inventou La bombe ,fala serio,que apelação caia na real ta celerado demais,fanatismo tem limite,assuma o fracasso da BELLE DE JOUR QUE SAI MAIS CARA QUE AMANTE ARGENTINA

  246. kaleu 2 de janeiro de 2010 at 17:44 #

    ZE em 02 jan, 2010 às 16:15

    Obrigado pelas suas palavras !

    abc
    kaleu

  247. grifo 2 de janeiro de 2010 at 18:27 #

    “Meu caro leia a história de forma correta, e não crie sua própria, por favor…”

    O sujeito em questão era durante a guerra das Malvinas o ministro da Defesa do Reino Unido. Mas tudo bem, você é quem sabe…

    Se fosse o Brasil que por acaso entrasse hoje em um conflito similar com o Reino Unido, de que lado você acha que a França ficaria? Só para reflexão sobre as nossas “parcerias estratégicas”.

  248. cledson 2 de janeiro de 2010 at 18:34 #

    CANCELI O FX2. sigamos exemplo da india que partiu para o caça g5,acho uma tremenda vergonha que um pais investe milhões de dolares tirado em imposto soados de um povo sem educação e saude decente,sem estradas,sem ferrovias. Parabens aos militares da FAB por conseguirem frear esta vergonha nacional que jogar dinheiro em equipamentos ultrapassados a exemplo do EB em comprar sucata de tanques alemaes em vez de reativar empregos e ter um tanque com tecnoligia nacional, cade o nacionalismo dos generais. Bom exemplo da FAB em modernizar o bandeirante os F5 . Não sou nenhum especialista só um piloto comercial aposentado mas vejo pela historia que no caso da França como trairam Israel no momento mais critico ,com mirage pagos transferencia de tecnologia e mais o caso Argentina e Brasil que até hoje não conseguiu fabricar nem um crone de esquilo, compraram mais 50 com promessa de dez anos começar tranferir tecnologia,no caso dos americanos ; são os maiores compradores do planeta , a maior aviação comercial,os maiores parceiros comerciais do Brasil, poque não compramos mais F5 ou o projeto do F20 e a partir dele fazemos o nosso made in BRAZIL.

  249. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 19:16 #

    Considerações
    ————-

    Se algo como o FX 1 tivesse ocorrido com sucesso no inicio da década de 90 não teríamos um gap e hoje estariamos mais bem preparados para um FX 2 ou para encarar um projeto conjunto de 5a geração.

    Sim, eu sei que o cenário geral naquela época era outro…

  250. Karmann 2 de janeiro de 2010 at 20:30 #

    Tirando as “torcidas”, do tipo ‘eu quero que o caça seja…’, ficou claro que o super hornet tem como maior empecilho o fato de os EUA terem precedentes e por isso não serem confiáveis. Assim sendo, ficaríamos sujeitos a “…variação de humor de futuros presidentes americanos, que poderiam nos impor embargos…”. Aí vem a pergunta, que já fiz, vi o Kaleu fazer e ainda está sem resposta. Qual é a garantia de que os franceses não poderiam fazer o mesmo?
    De todas as análises feitas sobre o Rafale, não vi ninguém denegrir o caça quanto a sua qualidade. É verdade que tem suas fraquezas, como os outros dois também o tem. Seu problema, e tenho aqui que concordar em gênero, número e grau com o Felipe CPS, é seu preço escandalosamente caro e o contexto que ele está inserido. Hora de vôo e financiamento de campanha para reeleição.
    Quem não enxerga isso é inocente (inclusive os úteis) ou mal intencionado. Fins, às vezes, justificam os meios. Mas daí, passar atestado de idiota… Nem com toda END e intenção de parceria geopolítica. De boa intenção, o inferno tá cheio. Viver de promessa com o governo e seus administradores? Não mesmo, muito obrigado. Já vi empréstimos serem devolvidos por não terem sido usados na quantia e nos casos previamente estipulados. E a frota caindo aos pedaços. Não me perguntem o porquê. A direção do órgão nunca explicou.
    Por fim, o Gripen, que um monte de gente aqui insiste em dizer que é de papel e ainda não existe… Parece que a FAB não concorda com isso… rsrsrsrs. Prá mim é o franco favorito. Ou pelo menos deveria ser. Alguém acha que o Brasil iria construir um Rafale para vender como se fosse seu? Nem o SH… E muito menos o Gripen. O que o país venderá, algum dia, será um avião totalmente projetado aqui, com partes importadas ou não. Mas que será construído com o que aprendermos e passarmos a dominar com a tecnologia que for repassada nesse FX. E hoje, apenas a SAAB se propõe a isso.

  251. Craveiro 2 de janeiro de 2010 at 20:42 #

    Correção…

    “Em paralelo, nosso querido Governo poderia gastar os tubos para o desenvolvimento de tecnologia e produção de motores, aerodinâmica supersônica, novos materiais (fala aí DEP-UFSCar! entre outros centros) etc… ”

    AO invés de DEP, leia-se DEMA!

  252. Harry 2 de janeiro de 2010 at 21:03 #

    Caros

    PARABENS ao BlogAereo 251 comentários. Fazia tempo que não acontecia.

    O Gripen NG dá um ibope Ha, Ha,Ha, Ha, Ha, Ha, Ha,……..

    Obama com certeza não representa o Establishment americano.
    EUA continuará hegemonica nas suas ações, só cedera aquilo que lhe permita ter o CONTROLE.

    Assim como Sarko não representa nenhuma política externa independente com relação aos EUA.

    O alinhamento aos EUA foi a primeira das ações substantivas da política externa de Sarkozy.

    A oposição à Guerra do Iraque, que marcou o governo Chirac, foi substituída por maior engajamento na Guerra do Afeganistão e, de maneira correspondente, na OTAN. O discurso anti-terror foi incorporado à retórica do novo governo, não só como uma preocupação com a segurança nacional, mas também como uma demonstração de comprometimento da França com os Estados Unidos e com o seu próprio ideal patriótico de agir como um ator global significativo.

    O interesse de Sarko com relação a acordo sobre o Clima tem motivação comercial de impor a China assim como impôs ao Brasil regras sobre a Carne com selo Verde. É um meio de criar barreiras.

    Quanto ao controle do Mercado Financeiro interessa a ambos tanto o Brasil quanto a França.Que tem em suas economias uma forte presença do Estado.

    Mundo pluralista talvez com a França de Chirac que tinha uma postura antiamericana, pró-arabista e de laços significativos com as antigas colônias, mais não essa França de Sarko.

    Abraço a todos

  253. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 21:07 #

    Como o meu último comentário está esperando moderação, eu peço que o cancele. Estou postando novamente abaixo.

    Resposta para todos os gostos…
    MALVINAS
    —————————————————
    Grifo, caro colega, e de que lado vc acha que a Suécia, e Estados Unidos ficariam neste hipotético conflito, e vc realmente acha que a MATRA Aérospatiale Thomson na época iriam deixar o Governo Francês entregar anos de desenvolvimento de graça aos Britânicos, Por favor! Meu Deus os dois países se amam por séculos.
    —————————————————
    TEJAS INDIANO
    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
    ZE leia esta nota do jornal Indiano: (O EJ200 e o F404 estão quase fora da concorrência para o Tejas) Sendo substituídos por usinas SNECMA.
    [http://www.thehindu.com/2009/12/30/stories/2009123057301000.htm]
    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
    ===================================================
    BOMB-A Israel – História: A França forneceu o reator e técnicos. Leiam… Alguém escreveu aqui que foram os franceses os desenvolvedores da primeira Bomba A, tem que ter paciência.
    Isso é o que? TRansferência de Tecnologia…a mais sensível de todas, e o que nós recebemos com o SIVAM, alguém pode me dar uma idéia? obrigado.
    ===================================================
    [http://www.fas.org/nuke/guide/israel/nuke/]
    ===================================================
    In the fall of 1956, France agreed to provide Israel with an 18 MWt research reactor. However, the onset of the Suez Crisis a few weeks later changed the situation dramatically. Following Egypt’s closure of the Suez Canal in July, France and Britain had agreed with Israel that the latter should provoke a war with Egypt to provide the European nations with the pretext to send in their troops as peacekeepers to occupy and reopen the canal zone. In the wake of the Suez Crisis, the Soviet Union made a thinly veiled threat against the three nations. This episode not only enhanced the Israeli view that an independent nuclear capability was needed to prevent reliance on potentially unreliable allies, but also led to a sense of debt among French leaders that they had failed to fulfill commitments made to a partner. French premier Guy Mollet is even quoted as saying privately that France “owed” the bomb to Israel.

    On 3 October 1957, France and Israel signed a revised agreement calling for France to build a 24 MWt reactor (although the cooling systems and waste facilities were designed to handle three times that power) and, in protocols that were not committed to paper, a chemical reprocessing plant. This complex was constructed in secret, and outside the IAEA inspection regime, by French and Israeli technicians at Dimona, in the Negev desert under the leadership of Col. Manes Pratt of the IDF Ordinance Corps.

    Both the scale of the project and the secrecy involved made the construction of Dimona a massive undertaking. A new intelligence agency, the Office of Science Liasons,(LEKEM) was created to provide security and intelligence for the project. At the height construction, some 1,500 Israelis some French workers were employed building Dimona. To maintain secrecy, French customs officials were told that the largest of the reactor components, such as the reactor tank, were part of a desalinization plant bound for Latin America. In addition, after buying heavy water from Norway on the condition that it not be transferred to a third country, the French Air Force secretly flew as much as four tons of the substance to Israel.

    Trouble arose in May 1960, when France began to pressure Israel to make the project public and to submit to international inspections of the site, threatening to withhold the reactor fuel unless they did. President de Gaulle was concerned that the inevitable scandal following any revelations about French assistance with the project, especially the chemical reprocessing plant, would have negative repercussions for France’s international position, already on shaky ground because of its war in Algeria.

    At a subsequent meeting with Ben-Gurion, de Gaulle offered to sell Israel fighter aircraft in exchange for stopping work on the reprocessing plant, and came away from the meeting convinced that the matter was closed. It was not. Over the next few months, Israel worked out a compromise. France would supply the uranium and components already placed on order and would not insist on international inspections. In return, Israel would assure France that they had no intention of making atomic weapons, would not reprocess any plutonium, and would reveal the existence of the reactor, which would be completed without French assistance. In reality, not much changed – French contractors finished work on the reactor and reprocessing plant, uranium fuel was delivered and the reactor went critical in 1964.

    DIA Estimate For Israeli Nuclear Weapons

    Excerpt from 160-page secret DIA report, first disclosed and reproduced in Rowan Scarborough, Rumsfeld’s War (Regnery, 2004), pp. 194-223.
    The United States first became aware of Dimona’s existence after U-2 overflights in 1958 captured the facility’s construction, but it was not identified as a nuclear site until two years later. The complex was variously explained as a textile plant, an agricultural station, and a metallurgical research facility, until David Ben-Gurion stated in December 1960 that Dimona complex was a nuclear research center built for “peaceful purposes.”

    There followed two decades in which the United States, through a combination of benign neglect, erroneous analysis, and successful Israeli deception, failed to discern first the details of Israel’s nuclear program. As early as 8 December 1960, the CIA issued a report outlining Dimona’s implications for nuclear proliferation, and the CIA station in Tel Aviv had determined by the mid-1960s that the Israeli nuclear weapons program was an established and irreversible fact.

    United States inspectors visited Dimona seven times during the 1960s, but they were unable to obtain an accurate picture of the activities carried out there, largely due to tight Israeli control over the timing and agenda of the visits. The Israelis went so far as to install false control room panels and to brick over elevators and hallways that accessed certain areas of the facility. The inspectors were able to report that there was no clear scientific research or civilian nuclear power program justifying such a large reactor – circumstantial evidence of the Israeli bomb program – but found no evidence of “weapons related activities” such as the existence of a plutonium reprocessing plant.

    Although the United States government did not encourage or approve of the Israeli nuclear program, it also did nothing to stop it. Walworth Barbour, US ambassador to Israel from 1961-73, the bomb program’s crucial years, primarily saw his job as being to insulate the President from facts which might compel him to act on the nuclear issue, alledgedly saying at one point that “The President did not send me there to give him problems. He does not want to be told any bad news.” After the 1967 war, Barbour even put a stop to military attachés’ intelligence collection efforts around Dimona. Even when Barbour did authorize forwarding information, as he did in 1966 when embassy staff learned that Israel was beginning to put nuclear warheads in missiles, the message seemed to disappear into the bureaucracy and was never acted upon.

    ======================================================
    ——————————————————————————–

    Peres biography: Israel, France had secret pact to produce nuclear weapons

    By Reuters

    Israel and France once made a secret deal to produce a nuclear bomb together, according to a new biography of Vice Premier Shimon Peres.

    The deal was later cancelled, but the disclosure in the book by historian Michael Bar-Zohar sheds new light on the depth of France’s involvement in Israel’s nuclear program.

    Bar-Zohar told Reuters his information came from recently released documents from Israeli and French government archives relating to the key role Peres, now 83, played in launching Israel’s nuclear project more than half a century ago.

    The book divulges new details of how Peres served as a behind-the-scenes architect of Israel’s military might, securing weapons secretly and buying an atomic reactor from France.

    The French embassy in Tel Aviv did not respond to requests from Reuters for comment.

    Experts believe Israel has used the Dimona reactor it built with French help in the 1960s to produce as many as 200 nuclear warheads. Israel neither confirms nor denies it has atomic weapons, saying only it will not be the first country to introduce them to the Middle East.
    ====================================

    Hoje com a Internet é fácil, se não sabe, procure, não tenha preguiça e por favor não faça como nossa imprensa ignorante e amadora, não encubra os fatos da história.

    Boa Noite a Todos.

  254. Felipe Cps 2 de janeiro de 2010 at 21:30 #

    HAHAHAHAHAHAHAHA!!!!! Eu já sabia, rsrsrsrs :) É O TRISTE FIM DO FX2!

    Sds.

    PS: Parabéns ZE, Kaleu, e alguns poucos outros que pensam com a cabeça antes de comentar a notícia :)

  255. Felipe Cps 2 de janeiro de 2010 at 21:33 #

    PS 2: sempre achei q o importante era a opinião da FAB; estou contente com essa ter sido coincidente com a minha, malgrado todas as mutretas e manobras do MD e de Stalinácio e trupe. O resto é vagabundagem de PolíTico, e quero mais é que essa raça se f…

  256. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 21:42 #

    Felipe, onde está a nota da FAB????? Qual Diário Oficial??????
    Notícia oficiosa não vale e nem opinião de revistas e blogs

  257. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 21:47 #

    A única opinião oficial da FAB é a apresentada neste vídeo, o resto é coisa da sua cabeça e da cabeça de alguns que pensam que a Suécia irá suportar por muito tempo a SAAB Aero. Perderam a Volvo e a SAAB Auto, irão ficar com uma indústria de aviões de combate para que?

  258. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 21:48 #

    [http://www.youtube.com/watch?v=GURWeWJsyR8]
    Brigadeiro Venâncio é oficial da FAB ou de alguma outra Força Aérea do Mundo?

  259. Felipe Cps 2 de janeiro de 2010 at 21:53 #

    Ou seja, num vale nada neh Wolf? :)

  260. Felipe Cps 2 de janeiro de 2010 at 21:57 #

    Ai ai ai, Wolfpack, de novo o Brigadeiro Venâncio? É por essas e outras q num tenho mais paciência pra postar broe…

    Beleza, fique como quiser tá? Ganhou Rafale beleza? E a decisão foi da FAB beleza?

    Abs.

  261. Harry 2 de janeiro de 2010 at 21:59 #

    CAROS

    A opinião do Michael Moran, do Conselho de Relações Internacionais (CFR), para quem a política externa esteve em segundo lugar na campanha eleitoral do presidente eleito.

    “À medida que a campanha eleitoral avançava, Sarkozy se distanciou prudentemente de Washington, dizendo que jamais se submeteria (aos Estados Unidos) e reafirmando sua oposição à guerra no Iraque”, acrescentou Michael Moran.

    Desde o anúncio dos resultados, Sarkozy declarou que os “amigos americanos” da França “podem contar” com sua amizade e que a França estaria “sempre ao seu lado quando precisassem”.

    Pelo que parece não manteve a palavra nem com o povo que o elegeu.

    Depois de eleito vejam a opinião dos jornais americanos

    “Um presidente pró-americano foi eleito na França”, afirmava o jornal nacional “USA Today”

    “Adeus, Jacques Chirac, e bem-vindo o novo presidente francês, amigo dos americanos, que se identifica com o sonho americano e afirma alegremente que os franceses amam hambúrgueres, Madonna e Miami Vice”, escreveu o conservador “Washington Times”.

    O Brasil a Aeronautica precisa estar atenta e não aceitar nada que não esteja no papel.

    França garante Transferencia Total de Tecnoligia e garante que o objetivo é que, no final do processo, não somente o Brasil seja capaz de construir um avião equivalente ao Rafale, mas que os dois países construam juntos a próxima geração de caças franceses.

    Será que as empresas e trabalhadores franceses também pensam assim.

    Da para creditar no Sarko????

    Abraço a todos

  262. A-Bomb 2 de janeiro de 2010 at 22:09 #

    Wolfpack

    No caso da Bomba Atômica para mim é indiferente de quem Israel obteve a tecnologia.
    O que me incomoda é que não temos a nossa.
    Agora resta saber se a França obteve sua tecnologia nuclear por méritos próprios (Russia foi atraves de espionagem).

    Quanto ao fx-2 para mim ja era.
    Não decidiram até agora não vai ser em ano de eleição que vai sair.
    Tomara que eu esteja completamente enganado.

    Se o Lula pegar os Rafinhas vai estar em maus lençóis pois a oposições vai ter um verdadeiro arsenal para a campanha.
    Ou voces acham que vai ser fácil explicar para o povão a questão da transferência de TT.

    Se o Lula escolher o caça da Saab também a oposição vai fazer a festa.
    Vão dizer que é caça de papel que é projeto etc etc ….

    Acho que o estrago só vai ser menor se escolherem os SH.
    Como quem vai bancar os Tucas é Tio San eles não vão poder falar nada.

    Mas estou pessimista.
    Para mim já era.

  263. Harry 2 de janeiro de 2010 at 22:11 #

    Caros

    Wolfpack em ( se me permite )

    “alguns que pensam que a Suécia irá suportar por muito tempo a SAAB Aero”

    É por essas e outras por o Brasil deveria ao ficar com Gripen NG propor troca ou compra de ações com a Embraer e preferência em caso de venda da SAAB.

    Abs

  264. Harry 2 de janeiro de 2010 at 22:14 #

    Caros

    O KC-390 também é de papel.O governo também esta jogando 3 bilhões no lixo??????????

    Abs

  265. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 22:26 #

    Abraço Felipe A-Bomb e Harry.
    Sem estresse, vamos ver se este FX2 sai mesmo, porque o enterro já têm até hora marcada.
    Abs

  266. Wolfpack 2 de janeiro de 2010 at 22:29 #

    Viu, se sair o Gripen ou o F18 E/F ou o Rafale ou mesmo se der aquela dor de barriga no Obama e ele enviar os F35, espero que o negócio saia, mas tá difícil, tá enrolado, o Jobim um dia ameaça sair, o Lula lança filme, o Serra não sai candidato e nem desocupa a moita, e a Dilma e o maquiavélico do Franklin Martins arquitetam tudo por trás das cortinas com um Vanucci louco e agora querem colocar general de pijama na cadeia. Deu a louca no Mundo.
    Abs

  267. MarceloRJ 2 de janeiro de 2010 at 22:38 #

    Caríssimo Sirkis,
    Me desculpe, pois já te informei a fonte basta vc ler. Como disse anteriormente, vc deveria questionar a monografia de MESTRADO E DE SEU ORIENTADOR um professor em relações internacionais e defesa, junto a uma banca. Pois pelo visto vc entende muito mais do que esse especialistas no assunto. É muita torcida e pouca noção de verdade e de clareza.
    Att

  268. Harry 2 de janeiro de 2010 at 22:46 #

    Caro Wolfpack

    Sim, vai sair, desde que a Aeronáutica deixe o relatório a gosto do FREGUÊS (só um pouquinho ).

    O vencedor só não foi declarado ainda por este detalhe.

    O que seria um desrespeito, rebeldia ou insubordinação o relatório final não sair conforme o modelo requisitado pelo Jobim.

    É bom lembrar que com o Lula, tudo é negociável possível

    Fala do presidente Lula ao Sarko “esse acordo só não sai se um de nos não quiser” .

    Abs

  269. A-Bomb 2 de janeiro de 2010 at 22:49 #

    Wolfpack em 02 jan, 2010 às 22:29

    Uma coisa pode ter certeza o candidato dos Tucas e o Serra.
    Depois que o Aercio chutou o Balde não restou mais ninguém competitivo ao PSDB.

    E eu acho que ele vai levar em 2010.
    Dilma é muito fraca e pouco carismática.
    Se der Serra temos que ficar atentos com o Ditador do Norte pois dai não vai ser o Amiguinho dele mais no poder.

  270. Sirkis 2 de janeiro de 2010 at 23:27 #

    Saudações Marcelo!

    Procurei e não achei o trabalho indicado por você.
    Também até agora não vi sua resposta dos critérios de P&D usados para aquela sua tabela para produtos que ainda não terminaram o seu desenvolvimento.

    Concordo que partiste para a torcida, pois até n°s que não existem você usou na sua tabela.
    Dica: espere terminar o processo todo de desenvolvimento. Aí sim você vai poder ver quando de P&D foi usado, e onde.

    Boa Noite!

  271. Harry 3 de janeiro de 2010 at 0:00 #

    Caro A-Bomba

    É possivel???

    O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos que propõe a criação de uma comissão especial para revogar a Lei de Anistia de 1979, provocou uma crise militar.

    Nelson Jobim, a escrever uma carta de demissão e a procurar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 22, na Base Aérea de Brasília, para entregar o cargo, os três comandantes das Forças Armadas (Exército, Aeronáutica e Marinha) decidiram que também deixariam os cargos, se a saída de Jobim fosse consumada.

    Parece um caso arranjado. Em um momento em que Jobim deixa dúvidas sobre sua fidelidade ao governo do Lula e Saito demonstra não
    ter a mesma opinião que o Lula quanto ao caça preferido.

    O que se conclui que é um bom momento para se ter estas cartas na mão.

    Extirpa-se o indesejáveis e como bônus acabe-se com a idéia da comissão do Vannuchi.

    Depois Jobim pode alastrar a vontade sobre os malefícios do acordo com os francesesque a Inês já é morta.

    Abs

  272. kaleu 3 de janeiro de 2010 at 0:07 #

    Amigos,

    Pode ser apenas uma coincidência, porém o Presidente acaba de convidar uma certaq CASA REAL para visitar o Brasil em Março próximo:

    (http://www.swedenabroad.com/News____11650.aspx?slaveid=100912)

    E tem mais

    Haverá uma delegação empresarial acompanhando a visita no âmbito do Estado

    abc
    kaleu

    PS :- QUE FX-3 QUE NADA !!!!!!!!!!! :D

  273. MarceloRJ 3 de janeiro de 2010 at 0:10 #

    Já te disse a fonte, cabe a vc procurar como eu fiz. Não achei em reportagens, foi em um trabalho acadèmico em anexo essa tabela ao qual menciona uma coisa interessante de que o Gripen é um projeto de 1979.
    Na parte inicial do meu post, esta o nome do aluno, da faculdade, do professor, etc…

  274. MarceloRJ 3 de janeiro de 2010 at 0:15 #

    Também lamento te dizer que não fui motivado por torcida, e que muito menos essa tabela e de minha criação.
    Meu comentário foi motivado por fatos de uma pesquisa cientifica não de reporteres amodores ou comentários de outras pessoas.

  275. Sirkis 3 de janeiro de 2010 at 1:08 #

    Saldações Marcelo!

    Tudo bem.
    Muitas felicidades e Feliz Ano Novo.

    Boa Noite!

  276. ZE 3 de janeiro de 2010 at 1:23 #

    “Wolfpack em 02 jan, 2010 às 21:07

    TEJAS INDIANO

    ZE leia esta nota do jornal Indiano: (O EJ200 e o F404 estão quase fora da concorrência para o Tejas) Sendo substituídos por usinas SNECMA.
    [http://www.thehindu.com/2009/12/30/stories/2009123057301000.htm]”

    Caro Wolfpack, com todo o respeito, creio que você fez algumas confusões, senão vejamos:

    A concorrência é entre o EJ200 (motor do Typhoon) e o F414 (motor do Super Hornet e do Gripen NG).

    Até agora, 41 motores F404 (motor do Hornet e do Gripen)já foram comprados e entregues, sendo uns tantos instalados nos Tejas.

    Se a matéria for verdadeira, o motor do Tejas não será um Snecma.

    Haverá uma “associação”, porém a notícia é parcialmente velha.

    A Snecma está sendo contratada para ajudar no desenvolvimento do motor Kaveri (notícia antiga), e venderá para os indianos um novo núcleo(informção nova).

    Segundo a mesma matéria, a tecnologia do núcleo será repassada, porém 250 deles terão que ser comprados.

    Ainda seguindo as informações do artigo, o primeiro motor só estará disponível em PELO MENOS 5 ANOS.

    Pode se depreender que o começo da contagem desses PELO MENOS 5 ANOS, se dará da assinatura do acordo. Este por sua vez, SE TUDO CORRER BEM, PODERÁ ser firmado em março/abril de 2010.

    Então temos um motor que, SE TUDO CORRER BEM, ESTARÁ DISPONÍVEL NA MELHOR DAS HIPÓTESES, EM MARÇO/ABRIL DE 2015.

    REPISO: MARÇO/ABRIL DE 2015 É A DATA MAIS CÉLERE POSSÍVEL, SEGUNDO O PRÓPRIO ARTIGO.

    Até lá, o primeiro batch (como planejado) usará o motor F404. Esse motor equipará 2 esquadrões de Tejas.

    Os restantes esquadrões serão equipados com motores EJ200 ou F414.

    []s

  277. ZE 3 de janeiro de 2010 at 1:43 #

    Esqueci de comentar: O primeiro esquadrão do Tejas será formado no começo de 2011 e o segundo logo depois.

    []s

  278. Wolfpack 3 de janeiro de 2010 at 11:21 #

    ZE, exatamente, o Tejas Mk2 irá utilizar o GTRE GTX-35VS Kaveri se a SNECMA conseguir consertar todos os problemas do projeto. Os Motores GE F404 IN20 são temporários, pois a intenção dos Indianos é ter o domínio sobre o desenvolvimento de turbinas a gás como o Kaveri.
    Para isso quem está dando suporte e Transferindo Tecnologia??????
    A tão mal falada França…

    =============================================================
    http://en.wikipedia.org/wiki/GTRE_GTX-35VS_Kaveri
    =============================================================
    Problems
    Little information has been publicly released to date concerning the nature of the Kaveri’s technical challenges, but it is known that the Kaveri has had a tendency to “throw” turbine blades, which required securing blades from SNECMA (as well as digital engine control systems).[4]

    Continuing development snags with the Kaveri resulted in the 2003 decision to procure the uprated F404-GE-IN20 engine for the eight pre-production Limited Series Production (LSP) aircraft and two naval prototypes. The ADA awarded General Electric a US$105 million contract in February 2004 for development engineering and production of 17 F404-IN20 engines, delivery of which is to begin in 2006.

    In mid-2004, the Kaveri failed its high-altitude tests in Russia, ending the last hopes of introducing it with the first production Tejas aircraft.[5] This unfortunate development led the Indian Ministry of Defence (MoD) to order 40 more IN20 engines in 2005 for the first 20 production aircraft, and to openly appeal for international participation in completing development of the Kaveri. In February 2006, the ADA awarded a contract to SNECMA for technical assistance in working out the Kaveri’s problems.[6] At that time, the DRDO had hoped to have the Kaveri engine ready for use on the Tejas by 2009-10.
    ===================================================================
    Criticism
    The Kaveri program has attracted much criticism due to its ambitious objective, protracted development time, cost and time overruns, and the DRDO’s lack of clarity and openness in admitting problems. Much of the criticism of the LCA program has been aimed at the Kaveri and Multi-Mode Radar programs.

    There has been much criticism of the degree of realism in the DRDO’s planning schedules for various elements of the LCA programme, most particularly for the Kaveri development effort. France’s SNECMA, with over half a century of successful jet engine development experience, took nearly 13 years to bring the Rafale fighter’s M88 engine to low-volume production after bench testing had begun; a similar timespan for the less-experienced GTRE would see Kaveri production beginning no earlier than 2009.[12]

    Another criticism has been DRDO’s reluctance to admit problems in the engine and its resistance to involve foreign engine manufacturers until the problems became too large to handle.
    =====================================================
    http://kuku.sawf.org/News/61725.aspx
    =====================================================

  279. Wolfpack 3 de janeiro de 2010 at 11:26 #

    Eu acho que hoje chega a 300 posts.
    ———————————-
    Parece mesmo que quem irá levar será o Gripen NG, Esqueçam que a FAB irá voar Gripen NG em 2014. Isso está fora de questão. É melhor ir se acostumando aos Mirage 2000 e F5EM até 2020 pelo menos, e nesta data o PAK-FA, F35, YF23 Chines e os primeiros UCAVs já estarão dominando os céus do planeta e nós estaremos como uma capacidade de dissuasão proporcionalmente igual a que temos hoje, claro alguns bilhões mais pobres. A Embraer e empresas coligadas irão lucrar com certeza.
    Abs

  280. Dalton 3 de janeiro de 2010 at 13:17 #

    O Zé mencionou ontem superficialmente que no embargo frances a Israel uma pequena força de barcos torpedeiros construidas na França sob encomenda Israelense foram também embargadas.

    O fato é que os Israelenses foram até a França e sequestraram 5
    barcos em uma daquelas operações que só israelense faz mesmo!

    Li um livro sobre esta operação há mais de 10 anos atras e acho
    que poderia até ser tema de matéria no blog.

    sds

  281. ZE 3 de janeiro de 2010 at 13:30 #

    Wolfpack, os motor do Tejas é o Kaveri, assim todos os outros motores que ele irá usar são temporários.

    Ainda assim, os indianos compraram 41 F404 (porque precisavam) e irão comprar 100 EJ200 ou F414 (porque precisam).

    O motor já está feito e se encontra operacional, porém o problema se dá com a falta de potência do mesmo.

    Essa “transferência de tecnologia” não é total, e sim apenas de uma parte do motor, qual seja: Do seu núcleo. Ainda assim, os indianos terão que comprar, pelo menos, 250 motores!

    A previsão era de que tal transferência durasse até 15 anos, hoje se fala em, pelo menos, 5 anos (repiso: Para uma parte do motor!).

    Essa “tranferência de tecnologia”, no que tange sua forma, se assemelha ao que a SAAB está propondo ao Brasil, ou seja, “on the job doing”(aprendendo fazendo).

    Como sempre disse, e agora apoiado por esse artigo, estou mais seguro do que nunca para falar que a “tecnologia” francesa é muitíssimo cara.

    Continuando com o artigo, se não houvesse pressão por parte dos indianos, essa parte (não é o todo) do motor iria levar uma década e meia para ser tranferida pelos franceses.

    Como esse motor não é um Snecma, e se fosse não seria o motor do RAFALE, o problema continua para os gauleses: Seu caça (incluindo aí, seu motor) NÃO TEM ESCALA, TORNANDO-SE MUITO, MAS MUITO CARO PARA SE ADQUIRIR E SE OPERAR.

    LEVANDO-SE EM CONTA QUE CERCA DE 80% DO ORÇAMENTO DAS FORÇAS ARMADAS É PARA PAGAR SALÁRIOS E PENSÕES, E QUE SÓ 7% É PARA INVESTIMENTO, ENTÃO TEMOS O DEVER DE NÃO COMPRAR ALGO QUE NÃO PODEMOS OPERAR COM MÍNIMA DIGNIDADE!

    []S

  282. Wolfpack 3 de janeiro de 2010 at 16:40 #

    ZE, o interessante é que a IAF foi pedir suporte a SNECMA e não a Rolls Royce ou G&E.
    Quem irá dar suporte ao desenvolvimento Indiano é a França. Isso é Transferência de Tecnologia.
    Abs

  283. Nunão 4 de janeiro de 2010 at 10:50 #

    Wolfpack e Ze,

    Apenas para ajudar na discussão de vocês, com uma notícia do final de 2008 (um ano e pouco atrás) a respeito da proposta da Snecma para o Kaveri:

    http://www.aereo.jor.br/2008/12/27/motor-kaveri-india-deve-rejeitar-proposta-francesa-de-parceria/

    Ao que parece, então, devem ter chegado agora a um acordo que já vinha sendo discutido há tempos com a Snecma. A disputa para fornecer “motores tampão” é outra história, e envolve outros fabricantes.

    Saudações

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