F-X2: ainda há chance para o Gripen?

F-X2: ainda há chance para o Gripen?

360
685

gripen-ng

vinheta-exclusivoO Poder Aéreo teve acesso a informações exclusivas sobre o possível desfecho do Programa FX-2.

O  pequeno caça sueco Gripen ainda teria alguma chance no FX-2, apesar do forte lobby americano e francês,  devido aos outros negócios já praticamente fechados entre o Brasil e a França, como a montagem dos helicópteros EC-725 e a compra dos submarinos.

Diante desse cenário, talvez haja espaço para a proposta sueca, que certamente tem o menor preço de aquisição e de operação e se enquadra melhor na atual realidade operacional da FAB.

Há quem diga que não haverá recursos para as aquisições dos caças e dos submarinos simultaneamente, ou seja, uma das compras seria adiada. Por outro lado, nos bastidores, dizem que a prioridade agora seria da FAB e não da MB.

  Comentários no Facebook

  Comentários de assinantes

685 COMMENTS

  1. Diante das denuncias e duvidas em relação ao processo de escolha da MB seria uma boa ela ser adiada. Quanto a FAB , essa acredito que não de mais como esperar.

  2. Diante das denuncias e duvidas em relação ao processo de escolha da MB seria uma boa ela ser adiada. Quanto a FAB , essa acredito que não de mais como esperar.

  3. Direi uma coisa que doe meu coração (siceramente)….acho que as duas compras serao adiadas. Alegria de pobre dura pouco. Fui inocente em achar que as coisas estavam mudando…descupem pelo pessimismo.

    abs

  4. Direi uma coisa que doe meu coração (siceramente)….acho que as duas compras serao adiadas. Alegria de pobre dura pouco. Fui inocente em achar que as coisas estavam mudando…descupem pelo pessimismo.

    abs

  5. Seria a mesma situação do programa suiço, pela qntidade de grana que se aventa disponível, não há como adquirir 36 F/A-18E/F ou Rafale, então sobra o ac sueco.

  6. Seria a mesma situação do programa suiço, pela qntidade de grana que se aventa disponível, não há como adquirir 36 F/A-18E/F ou Rafale, então sobra o ac sueco.

  7. Renato,

    Denúncias?! De quem?! De uma fonte do HDW? Até agora não mostraram nada. Por mim o processo continua como está. Quero ver quando sair a disputa das escoltas, será outra gritaria.

  8. Renato,

    Denúncias?! De quem?! De uma fonte do HDW? Até agora não mostraram nada. Por mim o processo continua como está. Quero ver quando sair a disputa das escoltas, será outra gritaria.

  9. As reais chances do Gripen são justificadas justamente pelo fator econômico, é mais barato de adquirir, mais barato de operar e ainda é moderno e confiável, pesa contra não ter uma versão naval. (já que se fala na padronização dos meios)

    Agora seria um absurdo o adiamento dessa compra, a FAB precisa a muito tempo deste vetor, não ter como adiar mais, e se a saída for o Gripen NG, então seja bem vindo.

    Agora se alguém esta sabendo mais, por favor, passe a informação…

  10. As reais chances do Gripen são justificadas justamente pelo fator econômico, é mais barato de adquirir, mais barato de operar e ainda é moderno e confiável, pesa contra não ter uma versão naval. (já que se fala na padronização dos meios)

    Agora seria um absurdo o adiamento dessa compra, a FAB precisa a muito tempo deste vetor, não ter como adiar mais, e se a saída for o Gripen NG, então seja bem vindo.

    Agora se alguém esta sabendo mais, por favor, passe a informação…

  11. Essa o Rafale já levou e o contrato será assinado em setembro, adivinha a data. Mas o resultado sai antes, segunda quinzena de agosto. O interessante é o contrato de armas ter ficado separado do contrato da aeronave.

    Sds,

  12. Essa o Rafale já levou e o contrato será assinado em setembro, adivinha a data. Mas o resultado sai antes, segunda quinzena de agosto. O interessante é o contrato de armas ter ficado separado do contrato da aeronave.

    Sds,

  13. Honestamente, o Rafale é um caça muito substimado, e de todas as opções ( F-18, Rafale e Gripen )é sem dúvida o melhor.

    Outra coisa, estratégicamente, começo a pensar que a não aquisição do Su-35 até foi inteligente, temos é que analisar a situação de um outro prisma.

    Segundo consta, o Brasil participa no projecto PAK-FA, e ao gastar dinheiro nele, isso significa que o irá adquirir mais cedo ou mais tarde.

    Ora, do ponto de vista estratégico, nunca é bom estar dependente de uma única fonte, se o Brasil tivesse a dupla Su-35 e PAK-FA, e por alguma razão a Rússia ficasse debilitada ou incapaz de fornecer apoio, os Brasileiros ficavam a ver navios.

    Assim, com uma dupla Rafale e PAK-FA, mesmo que um dos países fique incapacitado, a FAB não fica, pois tem outros caças de outras fontes que podem continuar a operar.

    MAIS IMPORTANTE DE TUDO: ASSIM O BRASIL RECEBE TECNOLOGIA DOS DOIS LADOS.

    Com o Rafale recebem tecnologia Francesa e com o PAK-FA recebem Russa, assim têm duas fontes tecnológicas diferentes com as quais trabalhar e estudar.

    Por isso, supondo que o Brasil recebe mesmo o PAK-FA, a exculsão do Su-35 até pode vir a ser benéfica, não agora mas muito em breve.

  14. Honestamente, o Rafale é um caça muito substimado, e de todas as opções ( F-18, Rafale e Gripen )é sem dúvida o melhor.

    Outra coisa, estratégicamente, começo a pensar que a não aquisição do Su-35 até foi inteligente, temos é que analisar a situação de um outro prisma.

    Segundo consta, o Brasil participa no projecto PAK-FA, e ao gastar dinheiro nele, isso significa que o irá adquirir mais cedo ou mais tarde.

    Ora, do ponto de vista estratégico, nunca é bom estar dependente de uma única fonte, se o Brasil tivesse a dupla Su-35 e PAK-FA, e por alguma razão a Rússia ficasse debilitada ou incapaz de fornecer apoio, os Brasileiros ficavam a ver navios.

    Assim, com uma dupla Rafale e PAK-FA, mesmo que um dos países fique incapacitado, a FAB não fica, pois tem outros caças de outras fontes que podem continuar a operar.

    MAIS IMPORTANTE DE TUDO: ASSIM O BRASIL RECEBE TECNOLOGIA DOS DOIS LADOS.

    Com o Rafale recebem tecnologia Francesa e com o PAK-FA recebem Russa, assim têm duas fontes tecnológicas diferentes com as quais trabalhar e estudar.

    Por isso, supondo que o Brasil recebe mesmo o PAK-FA, a exculsão do Su-35 até pode vir a ser benéfica, não agora mas muito em breve.

  15. Gosto muito do Gripen NG, seu único problema é a autonomia de vôo, mas sabe-se que lançado a partir de Anápolis pode chagar a qualquer estado do Brasil.
    Quanto a preferência para compra dos caças ao invés dos submarinos, tenho minhas duvidas, pois ambos estão previsto na Estratégia Nacional de Defesa, mas isso pode mostrar que a Marinha está começando ficar em duvida quanto ao custo-benefício, podendo até abrir concorrência. Quem sabe o que se passa na cabeça dos nossos militares e políticos?

  16. Gosto muito do Gripen NG, seu único problema é a autonomia de vôo, mas sabe-se que lançado a partir de Anápolis pode chagar a qualquer estado do Brasil.
    Quanto a preferência para compra dos caças ao invés dos submarinos, tenho minhas duvidas, pois ambos estão previsto na Estratégia Nacional de Defesa, mas isso pode mostrar que a Marinha está começando ficar em duvida quanto ao custo-benefício, podendo até abrir concorrência. Quem sabe o que se passa na cabeça dos nossos militares e políticos?

  17. I´m “Fil” good !!!!

    OS – Russos – Tão – Fora – Do – FX-2 !!!! – “”capiche”” mano …

    Abc
    Kaleu

  18. I´m “Fil” good !!!!

    OS – Russos – Tão – Fora – Do – FX-2 !!!! – “”capiche”” mano …

    Abc
    Kaleu

  19. Para Kaleu.

    Leia novamente o que eu escrevi, CUIDADOSAMENTE.

    O PAK-FA NÃO ESTÁ NO FX2.

    O que eu afirmo é que a retirado do Su-35 do FX2 para uma posterior operação de uma frota combinada de Rafale e PAK-FA foi benéfica.

    “Capiche”?

  20. Para Kaleu.

    Leia novamente o que eu escrevi, CUIDADOSAMENTE.

    O PAK-FA NÃO ESTÁ NO FX2.

    O que eu afirmo é que a retirado do Su-35 do FX2 para uma posterior operação de uma frota combinada de Rafale e PAK-FA foi benéfica.

    “Capiche”?

  21. Srs. vou dar muita risada se isso acontecer! Vai ter muito “garganta profunda” decepicionado.

    E vamu que vamu de GRIPEN a “melhor escolha para o Brasil”

    Abs

  22. Srs. vou dar muita risada se isso acontecer! Vai ter muito “garganta profunda” decepicionado.

    E vamu que vamu de GRIPEN a “melhor escolha para o Brasil”

    Abs

  23. Srs. vou dar muita risada se isso acontecer! Vai ter muito “garganta profunda” decepcionado.

    E vamu que vamu de GRIPEN a “melhor escolha para o Brasil”

    Abs

  24. Srs. vou dar muita risada se isso acontecer! Vai ter muito “garganta profunda” decepcionado.

    E vamu que vamu de GRIPEN a “melhor escolha para o Brasil”

    Abs

  25. ouvi dizer que o FX2 sera substituido por 60 unidades do planador GURI… he he he
    esse decisao ai ficar pro proximo governo, e assim por diante…

    quanto a autinomia do Gripen, o Brasil nao ira atacar ninguem, e que quiser atacar o Brasil, tera de atravessa-lo primeiramente,e ai os Gripen terao superioridade… o polo financeiro e industrial esta na costa leste do Brasil… e os nosso potencias inimigos estao a uns 3 ou 4 mil Km de distancias dos nossos polos…

  26. ouvi dizer que o FX2 sera substituido por 60 unidades do planador GURI… he he he
    esse decisao ai ficar pro proximo governo, e assim por diante…

    quanto a autinomia do Gripen, o Brasil nao ira atacar ninguem, e que quiser atacar o Brasil, tera de atravessa-lo primeiramente,e ai os Gripen terao superioridade… o polo financeiro e industrial esta na costa leste do Brasil… e os nosso potencias inimigos estao a uns 3 ou 4 mil Km de distancias dos nossos polos…

  27. Não acredito nesta história de “ou os subs ou os caças?” O financiamento é externo e longo, além dos contratos de offset, é aquele negócio, quanto mais perto do final, mais boatos surgem para tentar desestabilizar. RAFALE sempre!!! Na FAB e na MB!!!

    sds

  28. Não acredito nesta história de “ou os subs ou os caças?” O financiamento é externo e longo, além dos contratos de offset, é aquele negócio, quanto mais perto do final, mais boatos surgem para tentar desestabilizar. RAFALE sempre!!! Na FAB e na MB!!!

    sds

  29. Isso tá me cheirando a mesma historinha do 7 de setembro do ano passado, lembram?

    Nos meses de julho e agosto de 2008, nos comentários só se lia “Quando Setembro chegar…”
    Na primeira semana de 09/2008, a esperança e aflição dominavam a todos.
    No dia 08/09/2008, foi anunciado que ainda não era a hora da escolha.
    Imediatamente começou a gritaria e o choro aqui no blog.

    Senhores, para que não nos decepcionemos, recomendo não manter grandes esperanças. O F-X “N”, na hora do “vamuvê” já fez água uma vez e os vazamentos já começaram.

    Torço para que dê certo e anunciem logo o caça que for, mas que seja logo decidido. Mas, se não acontecer nada, e mais uma vez for adiado, repito não me surpeeenderei e não vou ficar postando choradeira.
    [ ]’s

  30. Isso tá me cheirando a mesma historinha do 7 de setembro do ano passado, lembram?

    Nos meses de julho e agosto de 2008, nos comentários só se lia “Quando Setembro chegar…”
    Na primeira semana de 09/2008, a esperança e aflição dominavam a todos.
    No dia 08/09/2008, foi anunciado que ainda não era a hora da escolha.
    Imediatamente começou a gritaria e o choro aqui no blog.

    Senhores, para que não nos decepcionemos, recomendo não manter grandes esperanças. O F-X “N”, na hora do “vamuvê” já fez água uma vez e os vazamentos já começaram.

    Torço para que dê certo e anunciem logo o caça que for, mas que seja logo decidido. Mas, se não acontecer nada, e mais uma vez for adiado, repito não me surpeeenderei e não vou ficar postando choradeira.
    [ ]’s

  31. não sei da onde o cara ali tiro que o Brasil ta no PAK-FA, pelo que eu saiba os russos ofereceram parceria mas os Brasil nem se quer se pronunciou!

  32. não sei da onde o cara ali tiro que o Brasil ta no PAK-FA, pelo que eu saiba os russos ofereceram parceria mas os Brasil nem se quer se pronunciou!

  33. Acredito ser a escolha mais acertada para o Brasil, pois o avião te baixo custo operacional. Se comprarmos aproximadamente de ínicio uns 30 caças e distribui-los pelo país, o mesmo estaria bem protegido. No momento nos interessam é o valor (custo) para mantermos esses aviões nos céus.

  34. Acredito ser a escolha mais acertada para o Brasil, pois o avião te baixo custo operacional. Se comprarmos aproximadamente de ínicio uns 30 caças e distribui-los pelo país, o mesmo estaria bem protegido. No momento nos interessam é o valor (custo) para mantermos esses aviões nos céus.

  35. Acho que nada será adiado. Tudo segue conforme foi anunciado. Até porque as ações feitas até agora são mais concretas que as especulações dos jornais.

    O Jobim esteve na França recentemente (duas semanas atrás) acertando os últimos detalhes do contrato e do finaciamento dos Submarinos e dos helis. E o contrato será assinado agora em setembro, com a vinda da Carla Bruni. Não li e nem vi em lugar nenhum o governo desmentir tal coisa. Ao contrário, está sempre reafirmando isso. O mesmo vale para o FX2. O resultado sai agora em agosto. E isso foi reafirmado pelo governo e pela FAB ainda neste mês. Portanto não sei de onde sai tanto boato…mas enfim…

    A “imprensa” sabotadora não vencerá dessa vez. Querem porque querem acabar com os submarinos da MB e até mesmo com os caças da FAB…mas desta vez não conseguirão.

    Chances todos os 3 caças tem. Até sair o resultado final, os 3 caças estão no páreo. Portanto nada de novo nisso.

    O que seria legal saber, já que é pra especular: quais as percentagens de chances de cada um?

    arrisco um palpite:

    Rafale: 60%
    Super Hornet: 30%
    Gripen:10%

    mas este é apenas um palpite meu. Não tenho acesso a nenhuma informação secreta de bastidores e nem nada dessas coisas. Liguei pro Jobim, mas ele anda está de férias…não atendeu…hehehe. A secretária dele me disse que o Jobim acertou os detalhes do financiamento e do contrato dos subs com a França e entrou de férias. Só volta ao trabalho em agosto. Foi isso que a secretária me disse…hehehe

    Mas voltando às chances dos caças: já vi time ganhar campeonato com 10% de chances. Por isso que sempre tratei esse assunto com cautela, não entro no já ganhou ou no já perdeu. Mas no geral, quem está na frente segue na frente e vence o campeonato. Vamos aguardar.

    abraços a todos

  36. Acho que nada será adiado. Tudo segue conforme foi anunciado. Até porque as ações feitas até agora são mais concretas que as especulações dos jornais.

    O Jobim esteve na França recentemente (duas semanas atrás) acertando os últimos detalhes do contrato e do finaciamento dos Submarinos e dos helis. E o contrato será assinado agora em setembro, com a vinda da Carla Bruni. Não li e nem vi em lugar nenhum o governo desmentir tal coisa. Ao contrário, está sempre reafirmando isso. O mesmo vale para o FX2. O resultado sai agora em agosto. E isso foi reafirmado pelo governo e pela FAB ainda neste mês. Portanto não sei de onde sai tanto boato…mas enfim…

    A “imprensa” sabotadora não vencerá dessa vez. Querem porque querem acabar com os submarinos da MB e até mesmo com os caças da FAB…mas desta vez não conseguirão.

    Chances todos os 3 caças tem. Até sair o resultado final, os 3 caças estão no páreo. Portanto nada de novo nisso.

    O que seria legal saber, já que é pra especular: quais as percentagens de chances de cada um?

    arrisco um palpite:

    Rafale: 60%
    Super Hornet: 30%
    Gripen:10%

    mas este é apenas um palpite meu. Não tenho acesso a nenhuma informação secreta de bastidores e nem nada dessas coisas. Liguei pro Jobim, mas ele anda está de férias…não atendeu…hehehe. A secretária dele me disse que o Jobim acertou os detalhes do financiamento e do contrato dos subs com a França e entrou de férias. Só volta ao trabalho em agosto. Foi isso que a secretária me disse…hehehe

    Mas voltando às chances dos caças: já vi time ganhar campeonato com 10% de chances. Por isso que sempre tratei esse assunto com cautela, não entro no já ganhou ou no já perdeu. Mas no geral, quem está na frente segue na frente e vence o campeonato. Vamos aguardar.

    abraços a todos

  37. Ai, ai, ai, ai….. será ??

    Galante,
    A fonte é confiável??
    Que eu saiba o preço do Gripen não é mesmo do F/A-18E/F (Flay-away) em torno dos Us$ 50 milhões. No entanto, o F/A-18 ser vier, virá via FMS, então o seu preço unitário pode ainda ser menor.
    O Gripen NÃO existe, é um projeto. E como projeto tem seu custo indefinido.
    NÃO é possivel afirmar que seu custo derá menor que o dos demais.
    Se a FAB comprar o Gripen será somente a FAB.
    Até a Tailândia desistiu recentemente dos Gripen C/D encomendados e vai modernizar 15 velhos F-5 em Israel.

    Sds.

  38. Ai, ai, ai, ai….. será ??

    Galante,
    A fonte é confiável??
    Que eu saiba o preço do Gripen não é mesmo do F/A-18E/F (Flay-away) em torno dos Us$ 50 milhões. No entanto, o F/A-18 ser vier, virá via FMS, então o seu preço unitário pode ainda ser menor.
    O Gripen NÃO existe, é um projeto. E como projeto tem seu custo indefinido.
    NÃO é possivel afirmar que seu custo derá menor que o dos demais.
    Se a FAB comprar o Gripen será somente a FAB.
    Até a Tailândia desistiu recentemente dos Gripen C/D encomendados e vai modernizar 15 velhos F-5 em Israel.

    Sds.

  39. Eu já acho qeu o Super Hornet é que é zebra nesse jogo. Acho que dessa vez falaram séro quanto a transferência de tecnologia e isso tira os americanos da parada…

  40. Eu já acho qeu o Super Hornet é que é zebra nesse jogo. Acho que dessa vez falaram séro quanto a transferência de tecnologia e isso tira os americanos da parada…

  41. Caros, guerra de midia dos franceses, faz parecer que os suecos estão apaticos,
    os suecos transfere tecnologia desde o (primeiro) FX
    ai os franceses entram com rafale
    depois os suecos entram com 50% de produção no Brasil os franceses resolvem anuncia que transferem 100% de tecnologia
    pergunto para que? produzir Rafale no Brasil? não
    para ser engaveto, quem conhece este pais sabe bem.
    Gripen é participação no desenvolvimento, aquisição de tecnologia,
    aplicação da mesma na produção, por enquanto, de 50% e
    quanto a dependencia de partes americanas estes podem e devem ser substituida. Se o Gripen é bom por que não deve ser o Gripen NG
    quanto a ser convencional não é argumento suficiente.
    Além do que é um caça que pode ser vendido pelo Brasil aos nossos vizinhos.
    Que venha o Gripen NG já ganhou.
    Abs.
    Franceses não é confiavel mesmo.

  42. Caros, guerra de midia dos franceses, faz parecer que os suecos estão apaticos,
    os suecos transfere tecnologia desde o (primeiro) FX
    ai os franceses entram com rafale
    depois os suecos entram com 50% de produção no Brasil os franceses resolvem anuncia que transferem 100% de tecnologia
    pergunto para que? produzir Rafale no Brasil? não
    para ser engaveto, quem conhece este pais sabe bem.
    Gripen é participação no desenvolvimento, aquisição de tecnologia,
    aplicação da mesma na produção, por enquanto, de 50% e
    quanto a dependencia de partes americanas estes podem e devem ser substituida. Se o Gripen é bom por que não deve ser o Gripen NG
    quanto a ser convencional não é argumento suficiente.
    Além do que é um caça que pode ser vendido pelo Brasil aos nossos vizinhos.
    Que venha o Gripen NG já ganhou.
    Abs.
    Franceses não é confiavel mesmo.

  43. essa questão do preço do caça é tão relativo que não dá pra afirmar nada a respeito disso. Depende de tanta coisa.

    Depende, no caso do FX2, principalmente, de quem vai financiar. E como será feito este financiamento.

    Se um país X consegue oferecer, por exemplo, uma taxa de juros mais baixa que o país Y, o caça do país X sai mais barato no final de 10 ou 20 anos (depende do prazo do finaciamento). Mesmo que teoricamente ele (o caça do país X) seja nominalmente mais caro na vitrine da loja.

    Depende da configuração do caça. Depende do grau de envolvimento no projeto FX2 por parte do país vendedor…

    Depende também de escala de produção. Sem escala de produção um caça fica caro demais. Imagina se o Brasil tiver que comprar os cabeças de série de algum caça novo, que preço vai pagar disso?

    Só a título de exemplo: os primeiros Raptors custaram pra a USAF mais que o dobro do que os EUA pagaram pelos últimos que foram comprados…sem falar os custos do desenvolvimento do projeto. E isso vale para todo caça.

    enfim…temos que ter cuidado para não simplificar as coisas. Caças não são geladeiras, onde se faz uma pesquisa de mercado, vai na loja que oferece o melhor preço e compra no cartão de crédito…em 12 vezes sem juros…hehehe

    E nem tão pouco o investimento a ser feito no FX2 (assim como nos submarinos etc.) terá desembolso imediato. Tais coisas são financiadas, são negociadas para o longo prazo, envolve um planejamento econômico-financeiro por parte dos países envolvidos na compra e na venda etc.

    abraços a todos

  44. essa questão do preço do caça é tão relativo que não dá pra afirmar nada a respeito disso. Depende de tanta coisa.

    Depende, no caso do FX2, principalmente, de quem vai financiar. E como será feito este financiamento.

    Se um país X consegue oferecer, por exemplo, uma taxa de juros mais baixa que o país Y, o caça do país X sai mais barato no final de 10 ou 20 anos (depende do prazo do finaciamento). Mesmo que teoricamente ele (o caça do país X) seja nominalmente mais caro na vitrine da loja.

    Depende da configuração do caça. Depende do grau de envolvimento no projeto FX2 por parte do país vendedor…

    Depende também de escala de produção. Sem escala de produção um caça fica caro demais. Imagina se o Brasil tiver que comprar os cabeças de série de algum caça novo, que preço vai pagar disso?

    Só a título de exemplo: os primeiros Raptors custaram pra a USAF mais que o dobro do que os EUA pagaram pelos últimos que foram comprados…sem falar os custos do desenvolvimento do projeto. E isso vale para todo caça.

    enfim…temos que ter cuidado para não simplificar as coisas. Caças não são geladeiras, onde se faz uma pesquisa de mercado, vai na loja que oferece o melhor preço e compra no cartão de crédito…em 12 vezes sem juros…hehehe

    E nem tão pouco o investimento a ser feito no FX2 (assim como nos submarinos etc.) terá desembolso imediato. Tais coisas são financiadas, são negociadas para o longo prazo, envolve um planejamento econômico-financeiro por parte dos países envolvidos na compra e na venda etc.

    abraços a todos

  45. Desculpa, mas gostaria de saber qual a fonte de quem anda dizendo que o Brasil irá participar do programa PAK-FA?
    Isso me parece mais um desejo pessoal desvairado do que realidade.
    Gostaria de que alguem que tenha informação confiável sobre o assunto se pronuncie para esclarecer esse tópico.

  46. Desculpa, mas gostaria de saber qual a fonte de quem anda dizendo que o Brasil irá participar do programa PAK-FA?
    Isso me parece mais um desejo pessoal desvairado do que realidade.
    Gostaria de que alguem que tenha informação confiável sobre o assunto se pronuncie para esclarecer esse tópico.

  47. Na minha opinião se o nosso orçamento for mas viável ficar com os Gripen NG que seja.
    Se for escolhido os Rafales não vão passar de 36 caças se chegar a essa soma. Que seja 150 Gripen NG.
    O Rafale não foi negociado ainda com nação alguma, então não temos garantia ao meu ver de algo promisso para esse vetor.

    Ainda em relação ao Gripen NG, ele é uma evolução do Gripen C/D, onde tem sua capacidade de combustivel aumentada.

    Que venha os Grifos….

    Abs.

  48. Na minha opinião se o nosso orçamento for mas viável ficar com os Gripen NG que seja.
    Se for escolhido os Rafales não vão passar de 36 caças se chegar a essa soma. Que seja 150 Gripen NG.
    O Rafale não foi negociado ainda com nação alguma, então não temos garantia ao meu ver de algo promisso para esse vetor.

    Ainda em relação ao Gripen NG, ele é uma evolução do Gripen C/D, onde tem sua capacidade de combustivel aumentada.

    Que venha os Grifos….

    Abs.

  49. Caros colegas, só falta dinheiro para a defesa, saude e educação. Hoje o presidente Lula sancionou o Decreto aumentando o valor do bolsa familia…Espero que haja um pouco de bom senso dos politicos, que pressionem e obriguem o Presidente levar adiante os projetos militares. Particularmente acho que os submarinos e os aviões da FAB virão, talvez em ritmo lento quase parando, mas virão…lembrem que há muito dinheiro por tras, não é a toa que a Odebrecht está no jogo.

  50. Caros colegas, só falta dinheiro para a defesa, saude e educação. Hoje o presidente Lula sancionou o Decreto aumentando o valor do bolsa familia…Espero que haja um pouco de bom senso dos politicos, que pressionem e obriguem o Presidente levar adiante os projetos militares. Particularmente acho que os submarinos e os aviões da FAB virão, talvez em ritmo lento quase parando, mas virão…lembrem que há muito dinheiro por tras, não é a toa que a Odebrecht está no jogo.

  51. Caros Amigos.:

    Essa final do FX2 está pegando fogo!!!

    Hoje já é dia 31 de julho de 2009 e dentro de uns 15 a 20 dias sai o resultado e quem será o real vencedor.

    Eu particularmente estou torcendo para o “Dassault Rafale F-3, mas vamos analisar mais uma vez algumas caracteristicas destes aviões:

    “Dassault Rafale F-3″……..Velocidade Máxima: 2124Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$10mil a U$$12mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1055Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 2
    Razão de subida: 18000 m/min
    Potencia: 1.15

    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Taxa de rolamento: 270º/s
    Raio de ação/ alcance: 1850km/ 3335km
    Alcance do Radar: 130km
    Empuxo: 2 X M-88-2 com 7439 kgf de empuxo maximo cada
    DIMENSÕES
    Comprimento: 15,30 m
    Envergadura: 10,90 m
    altura: 5,34 m
    Peso vazio: 9060kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: míssil Mica com alcance de 60km, Magic 2 com alcance 5 km, Missil MBDA Meteor com 100 km de alcance
    Ar terra: Bombas guiadas a laser GBU 12 Paveway II, misseis AASM, mísseis apache, AS30. Missil Storm Shadow e SCAP-EG.
    Interno: Um canhão Nexter M-791 de 30 mm

    “Boeing F/A-18 Super Hornet:.Velocidade Máxima: 1910Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$12mil a U$$14mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1200Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 1,9
    Razão de subida: * 14500m/min
    Potência: 1.01
    Fator de carga: 7,6 Gs
    Taxa de giro: *22º/s
    Razão de rolamento: 240º/s
    Raio de ação/ alcance: 1400 km/ 2800km
    Alcance do radar: Raytheon AN/ APG-79 com 160 km (RCS 5m2)
    Empuxo: 2X F-414 GE-400 10000kgf
    DIMENSÕES

    Comprimento: 18,31 m
    Envergadura: 13,62 m
    Altura: 4,88 m
    Peso: 13387 Kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil AIM 120 Amraam, AIM 9L/M/X Sidewinder, AIM 7 Sparrow
    Ar Terra: Míssil AGM65 Maverick, AGM88 Harm, AGM84H Slam ER, AGM154 JSOW GBU31/32 JDAM, GBU24.
    Interno: Canhão M61A2 Vulcan 20mm.
    (obs: A marca * significa que o valor está estimado)

    “Saab Gripen NG”…………*Velocidade Máxima: 2125Km + ou -.
    ………………………*Gasto por hora voo: Varia de U$$4mil a U$$6mil a hora + ou -.
    ……………………………*Raio de ação: 1400Km + ou -.
    ……………………..*Carga de Armamentos: 6000Kg + ou -.
    *Isso é os calculos feito pela “Saab”, pois o Gripen NG está em fase de desenvolvimento.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 0.9
    Velocidade máxima: mach 2.0
    Razão de subida: *15240 m/min
    Potência: 0,83
    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Razão de rolamento: 220º/s
    Raio de ação/ alcance: 800km/ 1600km
    Alcance do radar: 90 Km
    Empuxo: Um motor Volvo RM-12 com 8050 kgf de empuxo máximo.
    DIMENSÕES
    Comprimento: 14,1 m
    Envergadura: 8,4 m
    Altura: 4,5 m
    Peso: 6622 kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil Mica, Amraam, Meteor, Sidewinder, Iris-T, Python 4, R73
    Ar Terra: Míssil Maverick, RBS-15F antinavio, Bombas guiadas a laserBomba DWS planadora.
    Interno: Canhão Mauser BK-27 de 27 mm.

    Esses são os caças do FX2 e daqui sairá o próximo caçador da FAB.

    Abraço a todos.

  52. Caros Amigos.:

    Essa final do FX2 está pegando fogo!!!

    Hoje já é dia 31 de julho de 2009 e dentro de uns 15 a 20 dias sai o resultado e quem será o real vencedor.

    Eu particularmente estou torcendo para o “Dassault Rafale F-3, mas vamos analisar mais uma vez algumas caracteristicas destes aviões:

    “Dassault Rafale F-3″……..Velocidade Máxima: 2124Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$10mil a U$$12mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1055Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 2
    Razão de subida: 18000 m/min
    Potencia: 1.15

    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Taxa de rolamento: 270º/s
    Raio de ação/ alcance: 1850km/ 3335km
    Alcance do Radar: 130km
    Empuxo: 2 X M-88-2 com 7439 kgf de empuxo maximo cada
    DIMENSÕES
    Comprimento: 15,30 m
    Envergadura: 10,90 m
    altura: 5,34 m
    Peso vazio: 9060kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: míssil Mica com alcance de 60km, Magic 2 com alcance 5 km, Missil MBDA Meteor com 100 km de alcance
    Ar terra: Bombas guiadas a laser GBU 12 Paveway II, misseis AASM, mísseis apache, AS30. Missil Storm Shadow e SCAP-EG.
    Interno: Um canhão Nexter M-791 de 30 mm

    “Boeing F/A-18 Super Hornet:.Velocidade Máxima: 1910Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$12mil a U$$14mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1200Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 1,9
    Razão de subida: * 14500m/min
    Potência: 1.01
    Fator de carga: 7,6 Gs
    Taxa de giro: *22º/s
    Razão de rolamento: 240º/s
    Raio de ação/ alcance: 1400 km/ 2800km
    Alcance do radar: Raytheon AN/ APG-79 com 160 km (RCS 5m2)
    Empuxo: 2X F-414 GE-400 10000kgf
    DIMENSÕES

    Comprimento: 18,31 m
    Envergadura: 13,62 m
    Altura: 4,88 m
    Peso: 13387 Kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil AIM 120 Amraam, AIM 9L/M/X Sidewinder, AIM 7 Sparrow
    Ar Terra: Míssil AGM65 Maverick, AGM88 Harm, AGM84H Slam ER, AGM154 JSOW GBU31/32 JDAM, GBU24.
    Interno: Canhão M61A2 Vulcan 20mm.
    (obs: A marca * significa que o valor está estimado)

    “Saab Gripen NG”…………*Velocidade Máxima: 2125Km + ou -.
    ………………………*Gasto por hora voo: Varia de U$$4mil a U$$6mil a hora + ou -.
    ……………………………*Raio de ação: 1400Km + ou -.
    ……………………..*Carga de Armamentos: 6000Kg + ou -.
    *Isso é os calculos feito pela “Saab”, pois o Gripen NG está em fase de desenvolvimento.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 0.9
    Velocidade máxima: mach 2.0
    Razão de subida: *15240 m/min
    Potência: 0,83
    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Razão de rolamento: 220º/s
    Raio de ação/ alcance: 800km/ 1600km
    Alcance do radar: 90 Km
    Empuxo: Um motor Volvo RM-12 com 8050 kgf de empuxo máximo.
    DIMENSÕES
    Comprimento: 14,1 m
    Envergadura: 8,4 m
    Altura: 4,5 m
    Peso: 6622 kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil Mica, Amraam, Meteor, Sidewinder, Iris-T, Python 4, R73
    Ar Terra: Míssil Maverick, RBS-15F antinavio, Bombas guiadas a laserBomba DWS planadora.
    Interno: Canhão Mauser BK-27 de 27 mm.

    Esses são os caças do FX2 e daqui sairá o próximo caçador da FAB.

    Abraço a todos.

  53. Prezado Hornet
    Creio que vou elevar a aposta no Rafale para 85% Gripen NG 10% e F-18 SH 5%.
    Explico
    Não sei se leste a reportagem da Eliane Cantanhêde (seria interessante o blog postar o artigo)e nele ela comenta sobre o veto do Equador referente a renovação da base americana e em função disso a Colombia está recebendo 3 bases sob a alegação de combate ao narcotráfico e farc.
    Creio com isso (assim como os russos) deram um belo tiro nos pés
    a própria Espanha engrossou o coro junto com a Venezuela e do Brasil contra a ampliação das base
    sds

  54. Prezado Hornet
    Creio que vou elevar a aposta no Rafale para 85% Gripen NG 10% e F-18 SH 5%.
    Explico
    Não sei se leste a reportagem da Eliane Cantanhêde (seria interessante o blog postar o artigo)e nele ela comenta sobre o veto do Equador referente a renovação da base americana e em função disso a Colombia está recebendo 3 bases sob a alegação de combate ao narcotráfico e farc.
    Creio com isso (assim como os russos) deram um belo tiro nos pés
    a própria Espanha engrossou o coro junto com a Venezuela e do Brasil contra a ampliação das base
    sds

  55. Caros Amigos.:

    Essa final do FX2 está pegando fogo!!!

    Hoje já é dia 31 de julho de 2009 e dentro de uns 15 a 20 dias sai o resultado e quem será o real vencedor.

    Eu particularmente estou torcendo para o “Dassault Rafale F-3, mas vamos analisar mais uma vez algumas caracteristicas destes aviões:

    “Dassault Rafale F-3″……..Velocidade Máxima: 2124Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$10mil a U$$12mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1850Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 2
    Razão de subida: 18000 m/min
    Potencia: 1.15

    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Taxa de rolamento: 270º/s
    Raio de ação/ alcance: 1850km/ 3335km
    Alcance do Radar: 130km
    Empuxo: 2 X M-88-2 com 7439 kgf de empuxo maximo cada
    DIMENSÕES
    Comprimento: 15,30 m
    Envergadura: 10,90 m
    altura: 5,34 m
    Peso vazio: 9060kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: míssil Mica com alcance de 60km, Magic 2 com alcance 5 km, Missil MBDA Meteor com 100 km de alcance
    Ar terra: Bombas guiadas a laser GBU 12 Paveway II, misseis AASM, mísseis apache, AS30. Missil Storm Shadow e SCAP-EG.
    Interno: Um canhão Nexter M-791 de 30 mm

    “Boeing F/A-18 Super Hornet:.Velocidade Máxima: 1910Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$12mil a U$$14mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1400Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 1,9
    Razão de subida: * 14500m/min
    Potência: 1.01
    Fator de carga: 7,6 Gs
    Taxa de giro: *22º/s
    Razão de rolamento: 240º/s
    Raio de ação/ alcance: 1400 km/ 2800km
    Alcance do radar: Raytheon AN/ APG-79 com 160 km (RCS 5m2)
    Empuxo: 2X F-414 GE-400 10000kgf
    DIMENSÕES

    Comprimento: 18,31 m
    Envergadura: 13,62 m
    Altura: 4,88 m
    Peso: 13387 Kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil AIM 120 Amraam, AIM 9L/M/X Sidewinder, AIM 7 Sparrow
    Ar Terra: Míssil AGM65 Maverick, AGM88 Harm, AGM84H Slam ER, AGM154 JSOW GBU31/32 JDAM, GBU24.
    Interno: Canhão M61A2 Vulcan 20mm.
    (obs: A marca * significa que o valor está estimado)

    “Saab Gripen NG”…………*Velocidade Máxima: 2125Km + ou -.
    ………………………*Gasto por hora voo: Varia de U$$4mil a U$$6mil a hora + ou -.
    ……………………………*Raio de ação: 1600Km + ou -.
    ……………………..*Carga de Armamentos: 6000Kg + ou -.
    *Isso é os calculos feito pela “Saab”, pois o Gripen NG está em fase de desenvolvimento.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 0.9
    Velocidade máxima: mach 2.0
    Razão de subida: *15240 m/min
    Potência: 0,83
    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Razão de rolamento: 220º/s
    Raio de ação/ alcance: 800km/ 1600km
    Alcance do radar: 90 Km
    Empuxo: Um motor Volvo RM-12 com 8050 kgf de empuxo máximo.
    DIMENSÕES
    Comprimento: 14,1 m
    Envergadura: 8,4 m
    Altura: 4,5 m
    Peso: 6622 kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil Mica, Amraam, Meteor, Sidewinder, Iris-T, Python 4, R73
    Ar Terra: Míssil Maverick, RBS-15F antinavio, Bombas guiadas a laserBomba DWS planadora.
    Interno: Canhão Mauser BK-27 de 27 mm.

    Esses são os caças do FX2 e daqui sairá o próximo caçador da FAB.

    Abraço a todos.

  56. Caros Amigos.:

    Essa final do FX2 está pegando fogo!!!

    Hoje já é dia 31 de julho de 2009 e dentro de uns 15 a 20 dias sai o resultado e quem será o real vencedor.

    Eu particularmente estou torcendo para o “Dassault Rafale F-3, mas vamos analisar mais uma vez algumas caracteristicas destes aviões:

    “Dassault Rafale F-3″……..Velocidade Máxima: 2124Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$10mil a U$$12mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1850Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 2
    Razão de subida: 18000 m/min
    Potencia: 1.15

    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Taxa de rolamento: 270º/s
    Raio de ação/ alcance: 1850km/ 3335km
    Alcance do Radar: 130km
    Empuxo: 2 X M-88-2 com 7439 kgf de empuxo maximo cada
    DIMENSÕES
    Comprimento: 15,30 m
    Envergadura: 10,90 m
    altura: 5,34 m
    Peso vazio: 9060kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: míssil Mica com alcance de 60km, Magic 2 com alcance 5 km, Missil MBDA Meteor com 100 km de alcance
    Ar terra: Bombas guiadas a laser GBU 12 Paveway II, misseis AASM, mísseis apache, AS30. Missil Storm Shadow e SCAP-EG.
    Interno: Um canhão Nexter M-791 de 30 mm

    “Boeing F/A-18 Super Hornet:.Velocidade Máxima: 1910Km + ou -.
    ……………………….Gasto por hora voo: Varia de U$$12mil a U$$14mil a hora + ou -.
    …………………………….Raio de ação: 1400Km + ou -.
    ………………………Carga de Armamentos: 8000Kg + ou -.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 1
    Velocidade máxima: mach 1,9
    Razão de subida: * 14500m/min
    Potência: 1.01
    Fator de carga: 7,6 Gs
    Taxa de giro: *22º/s
    Razão de rolamento: 240º/s
    Raio de ação/ alcance: 1400 km/ 2800km
    Alcance do radar: Raytheon AN/ APG-79 com 160 km (RCS 5m2)
    Empuxo: 2X F-414 GE-400 10000kgf
    DIMENSÕES

    Comprimento: 18,31 m
    Envergadura: 13,62 m
    Altura: 4,88 m
    Peso: 13387 Kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil AIM 120 Amraam, AIM 9L/M/X Sidewinder, AIM 7 Sparrow
    Ar Terra: Míssil AGM65 Maverick, AGM88 Harm, AGM84H Slam ER, AGM154 JSOW GBU31/32 JDAM, GBU24.
    Interno: Canhão M61A2 Vulcan 20mm.
    (obs: A marca * significa que o valor está estimado)

    “Saab Gripen NG”…………*Velocidade Máxima: 2125Km + ou -.
    ………………………*Gasto por hora voo: Varia de U$$4mil a U$$6mil a hora + ou -.
    ……………………………*Raio de ação: 1600Km + ou -.
    ……………………..*Carga de Armamentos: 6000Kg + ou -.
    *Isso é os calculos feito pela “Saab”, pois o Gripen NG está em fase de desenvolvimento.
    FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
    Velocidade de cruzeiro: mach 0.9
    Velocidade máxima: mach 2.0
    Razão de subida: *15240 m/min
    Potência: 0,83
    Fator de carga: 9 Gs
    Taxa de giro: 30º/s
    Razão de rolamento: 220º/s
    Raio de ação/ alcance: 800km/ 1600km
    Alcance do radar: 90 Km
    Empuxo: Um motor Volvo RM-12 com 8050 kgf de empuxo máximo.
    DIMENSÕES
    Comprimento: 14,1 m
    Envergadura: 8,4 m
    Altura: 4,5 m
    Peso: 6622 kg
    ARMAMENTO
    Ar Ar: Míssil Mica, Amraam, Meteor, Sidewinder, Iris-T, Python 4, R73
    Ar Terra: Míssil Maverick, RBS-15F antinavio, Bombas guiadas a laserBomba DWS planadora.
    Interno: Canhão Mauser BK-27 de 27 mm.

    Esses são os caças do FX2 e daqui sairá o próximo caçador da FAB.

    Abraço a todos.

  57. Era uma casa muito engraçada

    Não tinha teto, não tinha nada

    Ninguém podia entrar nela, não

    Porque na casa não tinha chão

    Ninguém podia dormir na rede

    Porque na casa não tinha parede

    Ninguém podia fazer pipi

    Porque penico não tinha ali

    Mas era feita com muito esmero

    na rua dos bobos numero zero……………

  58. Era uma casa muito engraçada

    Não tinha teto, não tinha nada

    Ninguém podia entrar nela, não

    Porque na casa não tinha chão

    Ninguém podia dormir na rede

    Porque na casa não tinha parede

    Ninguém podia fazer pipi

    Porque penico não tinha ali

    Mas era feita com muito esmero

    na rua dos bobos numero zero……………

  59. Eu li numa revista força aérea ( não me lembro se é a mais recente, acho que sim ) uma entrevista com o responsável da Saab na participação da concorrência da FAB.

    Segundo ele, a transferência de tecnologia seria total ficando o Brasil (com a Embraer) como sócio do projeto.

    Levando em conta que ele disse que a Embraer teria acesso irrestrito ao projeto, sendo dona em sociedade com a Saab eu acho que o Gripen seria jogo pois a transferência de tecnologia seria total.

    Ele disse que também que a proposta da Saab sendo a vencedora do processo de compra no Brasil, nós teríamos participação no processo de fabricação dos caças e consequentemente nos lucros (pelo que eu entendi) em qualquer concorrência que já conta com a participação da Saab como por exemplo na India.

    Sei lá, na minha humilde opinião, acho que deste ponto de vista a proposta sueca é a melhor pois nos tornaríamos sócios no projeto.

    Antes de ler esta entrevista eu estava ‘torcendo’ pro Rafale mas acho que já tô virando a casaca. 😀

    Qual a opinião dos demais colegas?

  60. Eu li numa revista força aérea ( não me lembro se é a mais recente, acho que sim ) uma entrevista com o responsável da Saab na participação da concorrência da FAB.

    Segundo ele, a transferência de tecnologia seria total ficando o Brasil (com a Embraer) como sócio do projeto.

    Levando em conta que ele disse que a Embraer teria acesso irrestrito ao projeto, sendo dona em sociedade com a Saab eu acho que o Gripen seria jogo pois a transferência de tecnologia seria total.

    Ele disse que também que a proposta da Saab sendo a vencedora do processo de compra no Brasil, nós teríamos participação no processo de fabricação dos caças e consequentemente nos lucros (pelo que eu entendi) em qualquer concorrência que já conta com a participação da Saab como por exemplo na India.

    Sei lá, na minha humilde opinião, acho que deste ponto de vista a proposta sueca é a melhor pois nos tornaríamos sócios no projeto.

    Antes de ler esta entrevista eu estava ‘torcendo’ pro Rafale mas acho que já tô virando a casaca. 😀

    Qual a opinião dos demais colegas?

  61. Adler,

    Penso que esta sociedade se dê às novas concorrências do Gripen, quando for também oferecida tecnologia nacional.

    Abs

  62. Adler,

    Penso que esta sociedade se dê às novas concorrências do Gripen, quando for também oferecida tecnologia nacional.

    Abs

  63. “Depende, no caso do FX2, principalmente, de quem vai financiar. E como será feito este financiamento.”

    Hornet, esse é o X da questão pro SH, a forma como ele poderá ser adquirido, ou melhor, financiado, é que terá um peso enorme quanto a escolha do vencedor. Postei o texto abaixo, quando da viagem do Min Jobim à Washington DC, em Maio. Resta saber o resultado, logicamente secreto, da missão do Min. com comitiva da Secretatia de Finanças da Aeronáutica.

    Eis novamente, as duas formas que os americanos se utilizam prá vender e/ou financiar seus produtos bélicos.

    “Observação: existem duas formas de serem adquiridos equipamentos bélicos yankees: por meio do “Foreign Military Sales – FMS”, gerenciado pela Defense Security Coorperation Agency do Departamento de Defesa, ou por compra direta no fabricante; no primeiro caso, a aquisição é feita com custo bem menor, pois o Departamento de Estado adquire o equipamento na indústria, deles, com o valor de aquisição menor(descontos de impostos)e repassa ao cliente, só que não há financiamento bancário; no segundo caso, a compra sendo feita direta na empresa, tem-se o financiamento, a longo prazo, porém o equipamento sai pelo valor de mercado. Os dois casos são regidos por leis, que não permitem muitas manobras. Só uma negociação bem amarrada com o Executivo, e este com o Congresso podem contornar as leis americanas que regem as duas formas de negociação.
    Portanto, o Min Jobim deve ter ido negociar a proposta de compra, por meio do FMS, onde o F-18 sairá pelo preço de aquisição próximo ao que a Navy compra…”

    Abraço

  64. “Depende, no caso do FX2, principalmente, de quem vai financiar. E como será feito este financiamento.”

    Hornet, esse é o X da questão pro SH, a forma como ele poderá ser adquirido, ou melhor, financiado, é que terá um peso enorme quanto a escolha do vencedor. Postei o texto abaixo, quando da viagem do Min Jobim à Washington DC, em Maio. Resta saber o resultado, logicamente secreto, da missão do Min. com comitiva da Secretatia de Finanças da Aeronáutica.

    Eis novamente, as duas formas que os americanos se utilizam prá vender e/ou financiar seus produtos bélicos.

    “Observação: existem duas formas de serem adquiridos equipamentos bélicos yankees: por meio do “Foreign Military Sales – FMS”, gerenciado pela Defense Security Coorperation Agency do Departamento de Defesa, ou por compra direta no fabricante; no primeiro caso, a aquisição é feita com custo bem menor, pois o Departamento de Estado adquire o equipamento na indústria, deles, com o valor de aquisição menor(descontos de impostos)e repassa ao cliente, só que não há financiamento bancário; no segundo caso, a compra sendo feita direta na empresa, tem-se o financiamento, a longo prazo, porém o equipamento sai pelo valor de mercado. Os dois casos são regidos por leis, que não permitem muitas manobras. Só uma negociação bem amarrada com o Executivo, e este com o Congresso podem contornar as leis americanas que regem as duas formas de negociação.
    Portanto, o Min Jobim deve ter ido negociar a proposta de compra, por meio do FMS, onde o F-18 sairá pelo preço de aquisição próximo ao que a Navy compra…”

    Abraço

  65. Amigo Hornet,

    não se trata de ““imprensa” sabotadora” … é so uma informação que sabe-se lá de que fonte, porém, chegou ao conhecimento do pessoal do blog e foi postado para ser discutido … acredito que esse seja o objetivo …

    Tbm não gostaria que “melasse” os Subs e SubNuc, contudo acho bem estranha uma opção pelo mais caro em TUDO (aquizição, manutenção e hora vôo), queremos independência sim … porém não a qualquer preço ! … temos que viver nossa realidade …

    abração amigo
    Kaleu

  66. Amigo Hornet,

    não se trata de ““imprensa” sabotadora” … é so uma informação que sabe-se lá de que fonte, porém, chegou ao conhecimento do pessoal do blog e foi postado para ser discutido … acredito que esse seja o objetivo …

    Tbm não gostaria que “melasse” os Subs e SubNuc, contudo acho bem estranha uma opção pelo mais caro em TUDO (aquizição, manutenção e hora vôo), queremos independência sim … porém não a qualquer preço ! … temos que viver nossa realidade …

    abração amigo
    Kaleu

  67. Oi Kaleu,

    a imprensa sabotadora a que me refiro tem nome…atende por Folha de SP e o Globo.

    estava me referindo ás últimas reportagens destes dois jornais…reportagens é modo de dizer….

    E isso já foi devidamente discutido aqui no blog, ou melhor, no Naval…é só procurar por lá.

    E foi também devidamente respondido pela MB.

    abração

  68. Oi Kaleu,

    a imprensa sabotadora a que me refiro tem nome…atende por Folha de SP e o Globo.

    estava me referindo ás últimas reportagens destes dois jornais…reportagens é modo de dizer….

    E isso já foi devidamente discutido aqui no blog, ou melhor, no Naval…é só procurar por lá.

    E foi também devidamente respondido pela MB.

    abração

  69. Srs. será que com esta correria toda nos bastidores, tivemos uma segunda proposta alemã para os subs? Com transferencia de tecno? E desenvolvimento de casco nuclear padrao, mesmo não possuindo tal equipamento, não podemos ignorar a capacidade alema neste caso.

  70. Srs. será que com esta correria toda nos bastidores, tivemos uma segunda proposta alemã para os subs? Com transferencia de tecno? E desenvolvimento de casco nuclear padrao, mesmo não possuindo tal equipamento, não podemos ignorar a capacidade alema neste caso.

  71. Lucas,

    ok. Pode ser uma percentagem também…

    mas acho que o Super Hornet deve ter um pouco mais de chances que 5%…devido ao que o amigo Noel escreveu acima.

    mas vai saber…

    De qualquer modo, seja a percentagem que for, trata-se apenas de especulações nossas…logo saberemos quem será o 100%.

    abração

  72. Lucas,

    ok. Pode ser uma percentagem também…

    mas acho que o Super Hornet deve ter um pouco mais de chances que 5%…devido ao que o amigo Noel escreveu acima.

    mas vai saber…

    De qualquer modo, seja a percentagem que for, trata-se apenas de especulações nossas…logo saberemos quem será o 100%.

    abração

  73. Sonic Wings, de acordo com a entrevista, as concorrências já existentes terão sim a participação da embraer. É que minha revista não está aqui perto de mim agora para eu colocar o trecho da entrevista mas pelo que entendi está bem explicita esta participação.

    abraços.

  74. Sonic Wings, de acordo com a entrevista, as concorrências já existentes terão sim a participação da embraer. É que minha revista não está aqui perto de mim agora para eu colocar o trecho da entrevista mas pelo que entendi está bem explicita esta participação.

    abraços.

  75. Caro Lucas Calabrio.

    Quanto às bases americanas na Colômbia sob a alegação de combate ao narcotráfico e às Farc, a Espanha pode engrossar o quanto quiser que não tem moral algum tendo em vista que existem 2 base dos EUA em seu território além de uma inglesa em Gibraltar. Para o sr. Zapatero, primeiro ministro da Espanha, e o seu ministro de relações exteriores sr. Moratinos (que esteve nesta semana no Brasil) fazerem coro junto com a Venezuela é apenas jogo de retórica para fingir apoio de um esquerdista de meia pataca espanhol a um neo esquerdista bolivariano, diante do fato que ,o sr. Cháves é hoje um grande cliente dos estaleiros espanhois, com encomendas de 2 corvetas para a marinha da Venezuela além de outros ítens.
    Por enquanto nada fez água, mas se fizer, vai ser o programa inteiro que vai afundar.

  76. Caro Lucas Calabrio.

    Quanto às bases americanas na Colômbia sob a alegação de combate ao narcotráfico e às Farc, a Espanha pode engrossar o quanto quiser que não tem moral algum tendo em vista que existem 2 base dos EUA em seu território além de uma inglesa em Gibraltar. Para o sr. Zapatero, primeiro ministro da Espanha, e o seu ministro de relações exteriores sr. Moratinos (que esteve nesta semana no Brasil) fazerem coro junto com a Venezuela é apenas jogo de retórica para fingir apoio de um esquerdista de meia pataca espanhol a um neo esquerdista bolivariano, diante do fato que ,o sr. Cháves é hoje um grande cliente dos estaleiros espanhois, com encomendas de 2 corvetas para a marinha da Venezuela além de outros ítens.
    Por enquanto nada fez água, mas se fizer, vai ser o programa inteiro que vai afundar.

  77. Pessoal, se o FX2 está sendo direcionado para uma decisão financeira e não tecnológica, o melhor é acabar com ele, pois não desejamos mais um vetor remendo na FAB. Comparo o Gripen NG ao Mirage 2000BR, ao F16 Block60. Se esta é a proposta que a FAB deseja para um vetor multirole que detenha a superioridade aérea em nossa região, acredito que estamos traçando um caminho errado. Custo por custo, seja de manutenção, operação e aquisição, é melhor compra de prateleira. O F18E/F é cada vez mais distante da FAB. As notícias dos jornais ed hoje dão conta que o Governo da Espanha, Venezuela e Brasil não concordam com o avanço americano para deter acesso irrestrito a três bases na Colômbia. Isso segundo fontes do governo vai levar a uma corrida armamentista na região sem precedentes. Não acredito nas chances do F18 E/F e nem nas restrições impostas pelo Governo Americano a transferência de alguma tecnologia ligada ao Gripen, se eles não levarem com o F18E/F irão iniciar guerra de denúncias como o pessoal da HDW vem fazendo no caso dos submarinos e não vão permitir uma vida fácil para os Gripens em solo Brasileiro. O Rafale sempre foi a única solução lógica para o FX2, queiramos ou não, e o SU35 foi tirado da jogada por ser muito forte e ficaria difícil sua escolha em comparação ao Rafale (está em outro nível). Já os dois caças remanescentes com tecnologia americana serviram de contra peso as propostas da Dassault pelo Rafale. A FAB fez o jogo certo, sempre desejou o Rafale desde o FX1, mas não sabia como convencer aos Franceses em melhorar sua proposta, então em uma ação estratégica inteligente, coloca dois vetores com tecnologia americana na jogada. Todos sabem das restrições impostas pelo Congresso Americano a venda de tecnologia militar de ponta a países não muito alinhados aos americanos, logo é só esperar para que os Franceses não tenham espertamente jogado o mesmo jogo e não apostado contra a entrada em serviço de um vetor americano na FAB.

  78. Pessoal, se o FX2 está sendo direcionado para uma decisão financeira e não tecnológica, o melhor é acabar com ele, pois não desejamos mais um vetor remendo na FAB. Comparo o Gripen NG ao Mirage 2000BR, ao F16 Block60. Se esta é a proposta que a FAB deseja para um vetor multirole que detenha a superioridade aérea em nossa região, acredito que estamos traçando um caminho errado. Custo por custo, seja de manutenção, operação e aquisição, é melhor compra de prateleira. O F18E/F é cada vez mais distante da FAB. As notícias dos jornais ed hoje dão conta que o Governo da Espanha, Venezuela e Brasil não concordam com o avanço americano para deter acesso irrestrito a três bases na Colômbia. Isso segundo fontes do governo vai levar a uma corrida armamentista na região sem precedentes. Não acredito nas chances do F18 E/F e nem nas restrições impostas pelo Governo Americano a transferência de alguma tecnologia ligada ao Gripen, se eles não levarem com o F18E/F irão iniciar guerra de denúncias como o pessoal da HDW vem fazendo no caso dos submarinos e não vão permitir uma vida fácil para os Gripens em solo Brasileiro. O Rafale sempre foi a única solução lógica para o FX2, queiramos ou não, e o SU35 foi tirado da jogada por ser muito forte e ficaria difícil sua escolha em comparação ao Rafale (está em outro nível). Já os dois caças remanescentes com tecnologia americana serviram de contra peso as propostas da Dassault pelo Rafale. A FAB fez o jogo certo, sempre desejou o Rafale desde o FX1, mas não sabia como convencer aos Franceses em melhorar sua proposta, então em uma ação estratégica inteligente, coloca dois vetores com tecnologia americana na jogada. Todos sabem das restrições impostas pelo Congresso Americano a venda de tecnologia militar de ponta a países não muito alinhados aos americanos, logo é só esperar para que os Franceses não tenham espertamente jogado o mesmo jogo e não apostado contra a entrada em serviço de um vetor americano na FAB.

  79. Opa… faz sentido pra mim no que diz respeito à estratégia de compra do equipamento francês. No que diz respeito ao Gripen ser do mesmo nível que Mirage 2000 eu já não concordo.

  80. Opa… faz sentido pra mim no que diz respeito à estratégia de compra do equipamento francês. No que diz respeito ao Gripen ser do mesmo nível que Mirage 2000 eu já não concordo.

  81. Noel,

    exatamente. O Jobim foi várias vezes para os EUA, negociar o FX2. Mas não sabemos o que exatamente ele negociou por lá…

    É engraçado, as especulações, as “informações secretas” de “bastidores”, nunca apresentam (“vazam”) nada que realmente seria importante para o público que acompanha o FX2 poder realmente se informar e ter embasamento nas suas escolhas pessoais.

    por exemplo: como foi a discussão do Jobim com os americanos? Ou como foi a discussão com os franceses?

    O Jobim teve algum encontro, recentemente, com representantes do governo suéco? Se teve, o que foi discutido?

    Quais as propostas reais dos 3 concorrentes? As que foram entregues na BAFO? Quais os valores reais de cada caça que constam nestas ofertas? Quais as formas de financiamento que cada um oferece?

    Dizem que no BAFO os preços cairam muito. Mas quanto? E o que se entende por preço? É preço só do caça? É preço da configuração básica do caça? A TT já estaria incluída no preço? Os novos equipamentos (sensores especialmente) já estariam incluídos neste preço?

    Enfim…

    essas coisas, que seriam dados concretos e objetivos, ninguém informa. Jornal nenhum informa. E por quê? Porque não jornal nenhum tem acesso a isso. Este é o ponto. E por não ter acesso ao que realmente importa, então ficam especulando sobre mundos e fundos. E nós entramos neste barco das especulações. Até aí tudo bem, faz parte da “diversão”. Só não podemos levar as especulações como informações concretas e oficiais, pois não são.

    Existem várias questões que precisam ser levadas em conta no caso do FX2. Tranferência de tecnologia, formas de financiamento (que sempre cabe ao país vendedor oferecer uma), formas de aquisição do caça (aqui entraria o FMS), avaliação do fator geoestratégico, do fator de alianças e de política internacional, capacidade das empresas em entregar os caças no prazo estipulado pela FAB…enfim…uma série de coisas.

    Não temos informações concretas sobre nada disso.

    temos apenas as posições dos vendedores dos caças, mas que quando falam a imprensa falam como vendedores mesmo. Convencem que tem um bom produto, por um bom preço e que alegrará o cliente. Todos fazem isso. As 3 empresas fizeram e fazem isso. É o discurso padrão de todo vendedor.

    Mas como eu disse acima, os caças da FAB não são geladeiras. Não existe dimensão política na compra de geladeiras. Mas na compra de caças existe. E tem que existir mesmo. Está correto ser assim.

    E o fator político é estratégico, é segredo de Estado, não saberemos disso até ele ser oficialmente informado, junto com a decisão do FX2.

    Quando sair a decisão do FX2 saberemos quais o fatores que realmente pesaram na escolha. Mas faremos isso por dedução retroativa. Até lá…só especulação.

    abração

  82. Noel,

    exatamente. O Jobim foi várias vezes para os EUA, negociar o FX2. Mas não sabemos o que exatamente ele negociou por lá…

    É engraçado, as especulações, as “informações secretas” de “bastidores”, nunca apresentam (“vazam”) nada que realmente seria importante para o público que acompanha o FX2 poder realmente se informar e ter embasamento nas suas escolhas pessoais.

    por exemplo: como foi a discussão do Jobim com os americanos? Ou como foi a discussão com os franceses?

    O Jobim teve algum encontro, recentemente, com representantes do governo suéco? Se teve, o que foi discutido?

    Quais as propostas reais dos 3 concorrentes? As que foram entregues na BAFO? Quais os valores reais de cada caça que constam nestas ofertas? Quais as formas de financiamento que cada um oferece?

    Dizem que no BAFO os preços cairam muito. Mas quanto? E o que se entende por preço? É preço só do caça? É preço da configuração básica do caça? A TT já estaria incluída no preço? Os novos equipamentos (sensores especialmente) já estariam incluídos neste preço?

    Enfim…

    essas coisas, que seriam dados concretos e objetivos, ninguém informa. Jornal nenhum informa. E por quê? Porque não jornal nenhum tem acesso a isso. Este é o ponto. E por não ter acesso ao que realmente importa, então ficam especulando sobre mundos e fundos. E nós entramos neste barco das especulações. Até aí tudo bem, faz parte da “diversão”. Só não podemos levar as especulações como informações concretas e oficiais, pois não são.

    Existem várias questões que precisam ser levadas em conta no caso do FX2. Tranferência de tecnologia, formas de financiamento (que sempre cabe ao país vendedor oferecer uma), formas de aquisição do caça (aqui entraria o FMS), avaliação do fator geoestratégico, do fator de alianças e de política internacional, capacidade das empresas em entregar os caças no prazo estipulado pela FAB…enfim…uma série de coisas.

    Não temos informações concretas sobre nada disso.

    temos apenas as posições dos vendedores dos caças, mas que quando falam a imprensa falam como vendedores mesmo. Convencem que tem um bom produto, por um bom preço e que alegrará o cliente. Todos fazem isso. As 3 empresas fizeram e fazem isso. É o discurso padrão de todo vendedor.

    Mas como eu disse acima, os caças da FAB não são geladeiras. Não existe dimensão política na compra de geladeiras. Mas na compra de caças existe. E tem que existir mesmo. Está correto ser assim.

    E o fator político é estratégico, é segredo de Estado, não saberemos disso até ele ser oficialmente informado, junto com a decisão do FX2.

    Quando sair a decisão do FX2 saberemos quais o fatores que realmente pesaram na escolha. Mas faremos isso por dedução retroativa. Até lá…só especulação.

    abração

  83. parece ridiculo, mas espero que seja qual for o vetor, eles venham com armamento e principalmente em quantidade.

  84. parece ridiculo, mas espero que seja qual for o vetor, eles venham com armamento e principalmente em quantidade.

  85. Eu quero ver quais serão os argumentos do MD para comprar o RAFALE.
    Segundo se cometa os preços unitários seriam os seguintes:
    Gripen NG = Us $ 50 milhões
    F-18 = Us $ 53 milhões (Já via FMS)
    Rafale = 70 milhões de Euros = Us $ 99,7 milhões

    O custo de manutenção do Rafale é também o maior.
    O custo do armamento francês também é o mais caro.

    O nosso ministro pode até escolher o francês, mas vai ter que mostrar ótimos argumentos para esse compra.

  86. Eu quero ver quais serão os argumentos do MD para comprar o RAFALE.
    Segundo se cometa os preços unitários seriam os seguintes:
    Gripen NG = Us $ 50 milhões
    F-18 = Us $ 53 milhões (Já via FMS)
    Rafale = 70 milhões de Euros = Us $ 99,7 milhões

    O custo de manutenção do Rafale é também o maior.
    O custo do armamento francês também é o mais caro.

    O nosso ministro pode até escolher o francês, mas vai ter que mostrar ótimos argumentos para esse compra.

  87. Lucas Calabrio inverte isso de Rafale para 85% Gripen NG 10% e F-18 SH 5%, eu tenho receio quanto aos americanos, pode tirar esses 10% do Gripen e somar ele ao SH, e ainda assim os Franceses correm risco de perder. O melhor sem sombra de dúvida é o Rafale, mas americano não é facil não.

    Gripen to the abyss

  88. Lucas Calabrio inverte isso de Rafale para 85% Gripen NG 10% e F-18 SH 5%, eu tenho receio quanto aos americanos, pode tirar esses 10% do Gripen e somar ele ao SH, e ainda assim os Franceses correm risco de perder. O melhor sem sombra de dúvida é o Rafale, mas americano não é facil não.

    Gripen to the abyss

  89. Temos de pensar bem, pois se escolhermos o Rafale ou aumentaremos nosso investimento na FAB ou teremos pouco mais de 36 aeronaves sem armamento e com muita dificuldade para manutenção, basta lembrar que o Rafale é o mais caro da concorrência, apresentando também manutenção e armamentos de altíssimos custos. Se escolhermos o F/18 SH teremos alguns problemas como a transferência tecnológica que só pode ser avaliada após o fechamento do contrato, além de algumas restrições quanto ao uso. Se escolhermos o Gripen NG teremos os benefícios de possuirmos mais caças com preços mais acessíveis, além de manutenções de baixo custo, 100% de tecnologia repassada, pode receber todos os tipos de armamento sejam esses orientais ou ocidentais, além do desenvolvimento ao nosso parque industrial aeronáutico. O que vi muitas pessoas reclamando do Gripen foi pela possibilidade de atrasos, mas em reportagem a revista Tecnologia e Defesa, o engenheiro aeronáutico Eddy de La Motte, disse que não haverá nenhuma dificuldade para cumprir o cronograma, e assegurou que em caso de atrasos os suecos emprestariam o Gripen C.
    Estamos parecendo um bando de crianças com dinheiro no bolso, não paramos para pensar direito quais parceria nos favorecem mais, digo isso porque, vejo essa grande aproximação do nosso país a França com maus olhos, está parceria esta nos custando muito dinheiro, dinheiro esse que não podemos desperdiçar comprando armamentos mais caro, sou a favor da compra de armamentos mais caros quando esses são bem superiores aos seus concorrentes, ou quando oferecem uma gama muito alta de transferência tecnológica.

  90. Temos de pensar bem, pois se escolhermos o Rafale ou aumentaremos nosso investimento na FAB ou teremos pouco mais de 36 aeronaves sem armamento e com muita dificuldade para manutenção, basta lembrar que o Rafale é o mais caro da concorrência, apresentando também manutenção e armamentos de altíssimos custos. Se escolhermos o F/18 SH teremos alguns problemas como a transferência tecnológica que só pode ser avaliada após o fechamento do contrato, além de algumas restrições quanto ao uso. Se escolhermos o Gripen NG teremos os benefícios de possuirmos mais caças com preços mais acessíveis, além de manutenções de baixo custo, 100% de tecnologia repassada, pode receber todos os tipos de armamento sejam esses orientais ou ocidentais, além do desenvolvimento ao nosso parque industrial aeronáutico. O que vi muitas pessoas reclamando do Gripen foi pela possibilidade de atrasos, mas em reportagem a revista Tecnologia e Defesa, o engenheiro aeronáutico Eddy de La Motte, disse que não haverá nenhuma dificuldade para cumprir o cronograma, e assegurou que em caso de atrasos os suecos emprestariam o Gripen C.
    Estamos parecendo um bando de crianças com dinheiro no bolso, não paramos para pensar direito quais parceria nos favorecem mais, digo isso porque, vejo essa grande aproximação do nosso país a França com maus olhos, está parceria esta nos custando muito dinheiro, dinheiro esse que não podemos desperdiçar comprando armamentos mais caro, sou a favor da compra de armamentos mais caros quando esses são bem superiores aos seus concorrentes, ou quando oferecem uma gama muito alta de transferência tecnológica.

  91. Cláudio,

    Sei de onde tiraste as informações relativas aos preços que revelastes acima. Respeito a fonte, tanto o Fórum, quanto o autor.
    Mas, discordo…..
    Repito: O Gripen NG não existe. Os valores postados são apenas exercício de futurologia. Só a Saab e a FAB sabem (??) o provável valor.
    Quanto ao armamento, do FX-2, a intenção do MD e da FAB, é integrar ao escolhido, o máximo de armamento nacional. Ao menos aqueles que se pode aqui fabricar e somente se adquirir do exterior os que faltarem, inclusive, não obrigatoriamente do país fabricante do caça.

    Sds.

  92. Cláudio,

    Sei de onde tiraste as informações relativas aos preços que revelastes acima. Respeito a fonte, tanto o Fórum, quanto o autor.
    Mas, discordo…..
    Repito: O Gripen NG não existe. Os valores postados são apenas exercício de futurologia. Só a Saab e a FAB sabem (??) o provável valor.
    Quanto ao armamento, do FX-2, a intenção do MD e da FAB, é integrar ao escolhido, o máximo de armamento nacional. Ao menos aqueles que se pode aqui fabricar e somente se adquirir do exterior os que faltarem, inclusive, não obrigatoriamente do país fabricante do caça.

    Sds.

  93. No caso do F18E/F e Gripen NG, quais as garantias que teremos de fornecimento de armamentos e peças de reposição para as aeronaves? Não penso nem em alguma transferência de tecnologia.
    Se existir alguma crise envolvendo Colômbia, Brasil, Venezuela, vocês acham mesmo que os EUA iriam manter as linhas de fornecimento ao Brasil? Teríamos como nos manter sozinhos com os F18E/F e com os motores GEF414 dos Gripen?
    Claro que as garantias também não existem do lado Francês.
    E ai está a questão precisamos dominar a tecnologia destas aeronaves e nos manter em caso de crise sem a ajuda externa. Esta ajuda faltou aos Argentinos na Guerra das Malvinas quando estes foram abandonados pelos franceses com seu AIM39 Exocet sem capacidade de operação, dificuldades estas superadas como todos sabemos, mas foram abandonados, assim como os Israelenses também saborearam este abandono na Guerra do Seis Dias em 67. Venderam usinas nucleares para a Líbia recentemente. Já os americanos são capazes de armar Iraque e Irã ao mesmo tempo na década de 80, e financiar Guerrilhas na Nicaragua e Afeganistão. Fornecem armamentos aos Árabes e Israelenses sem trauma nenhum, mas isso quando naquele momento seus interesses não estão sendo envolvidos. São mais coniáveis que os Franceses, não acredito. Quanto aos Suecos, bem dizem que foram eles que mantiveram grande parte da máquina de Guerra Alemã e Britânica/Americana em operação na Segunda Guerra Mundial, pois forneciam rolamentos para ambos os lados, lucraram tanto e sem arranhões sairam uma potência da Segunda Guerra com suas grandes empresas sendo criadas neste período. Não são diferentes dos americanos. Recentemente todos ouviram notícias dos AT4 da Saab Bofors Dynamics AB em poder das FARC, bem antes das FARC estavam nas mãos do Chaves, então Sueco é igual a qualquer um dos dois Franceses e Americanos, vendem a Rainha se for necessário fechar um negócio, e sua fidelidade vai até a próxima fronteira. A FAB e o MD têm que ter bastante paciência e saber ler os números e a proposta. Volto a dizer, se realmente estamos pensando somente em dinheiro, então façamos como o Chile que adquiriu seus F16 Block50 e estão operando as máquinas já faz é tempo. Operam também um Scorpene, mas foi só uma compra não a tecnologia inteira do sub…

  94. No caso do F18E/F e Gripen NG, quais as garantias que teremos de fornecimento de armamentos e peças de reposição para as aeronaves? Não penso nem em alguma transferência de tecnologia.
    Se existir alguma crise envolvendo Colômbia, Brasil, Venezuela, vocês acham mesmo que os EUA iriam manter as linhas de fornecimento ao Brasil? Teríamos como nos manter sozinhos com os F18E/F e com os motores GEF414 dos Gripen?
    Claro que as garantias também não existem do lado Francês.
    E ai está a questão precisamos dominar a tecnologia destas aeronaves e nos manter em caso de crise sem a ajuda externa. Esta ajuda faltou aos Argentinos na Guerra das Malvinas quando estes foram abandonados pelos franceses com seu AIM39 Exocet sem capacidade de operação, dificuldades estas superadas como todos sabemos, mas foram abandonados, assim como os Israelenses também saborearam este abandono na Guerra do Seis Dias em 67. Venderam usinas nucleares para a Líbia recentemente. Já os americanos são capazes de armar Iraque e Irã ao mesmo tempo na década de 80, e financiar Guerrilhas na Nicaragua e Afeganistão. Fornecem armamentos aos Árabes e Israelenses sem trauma nenhum, mas isso quando naquele momento seus interesses não estão sendo envolvidos. São mais coniáveis que os Franceses, não acredito. Quanto aos Suecos, bem dizem que foram eles que mantiveram grande parte da máquina de Guerra Alemã e Britânica/Americana em operação na Segunda Guerra Mundial, pois forneciam rolamentos para ambos os lados, lucraram tanto e sem arranhões sairam uma potência da Segunda Guerra com suas grandes empresas sendo criadas neste período. Não são diferentes dos americanos. Recentemente todos ouviram notícias dos AT4 da Saab Bofors Dynamics AB em poder das FARC, bem antes das FARC estavam nas mãos do Chaves, então Sueco é igual a qualquer um dos dois Franceses e Americanos, vendem a Rainha se for necessário fechar um negócio, e sua fidelidade vai até a próxima fronteira. A FAB e o MD têm que ter bastante paciência e saber ler os números e a proposta. Volto a dizer, se realmente estamos pensando somente em dinheiro, então façamos como o Chile que adquiriu seus F16 Block50 e estão operando as máquinas já faz é tempo. Operam também um Scorpene, mas foi só uma compra não a tecnologia inteira do sub…

  95. Srs. tenho uma teoria:

    Quando saio pra comprar qualquer coisa, seja um tenis ou um avião. Avalio todos os prós e contras de cada um, continuo pesquisando até ficar na mão com dois ou tres escolhas, daí se eu ficar na dúvida entre eles…. sabe o que eu faço?

    Pego o mais barato.

    Sempre dá certo e no dia seguinte nem me lembro dos demais! Nunca me arrependi.

    Abs

  96. Srs. tenho uma teoria:

    Quando saio pra comprar qualquer coisa, seja um tenis ou um avião. Avalio todos os prós e contras de cada um, continuo pesquisando até ficar na mão com dois ou tres escolhas, daí se eu ficar na dúvida entre eles…. sabe o que eu faço?

    Pego o mais barato.

    Sempre dá certo e no dia seguinte nem me lembro dos demais! Nunca me arrependi.

    Abs

  97. Está faltando dinheiro na praça? Então é melhor não descartar o FMS, o fundo americano de ajuda aos países amigos. É melhor que cair na mão de banqueiros internacionais, que como aqui são inescrupulosos. Eu ficaria com o caça americano e partiria para o FX-3.
    Renegociaria com a França indo direto ao assunto do sub nuclear, participar do programa Barracuda./

  98. Está faltando dinheiro na praça? Então é melhor não descartar o FMS, o fundo americano de ajuda aos países amigos. É melhor que cair na mão de banqueiros internacionais, que como aqui são inescrupulosos. Eu ficaria com o caça americano e partiria para o FX-3.
    Renegociaria com a França indo direto ao assunto do sub nuclear, participar do programa Barracuda./

  99. Caro, Wolfpack o convencimento de transferencia de tecnologia aos participantes do FX-2 veio quando a Russia levou um pé na bunda achado que ía impor uma venda de prateleira. Foi pra não voltar.
    Abs.

  100. Caro, Wolfpack o convencimento de transferencia de tecnologia aos participantes do FX-2 veio quando a Russia levou um pé na bunda achado que ía impor uma venda de prateleira. Foi pra não voltar.
    Abs.

  101. As observações de wolfpack foram felizes, pois acima de tudo especulamos, mas o q será bom afinal? todos sabemos e cada um tem opinião, e nesse caso o melhor é o rafale, todas as expecificações da aeronave são superiores(exceto o alcance radar) e tbm pode ser um futuro vetor para a MB… o q a FAB tem de fazer é comprá-lo e partir pra outro fx…dizem que existe o projeto pak-fa, se houver, é uma boa jogada do md, PARTICIPAR DE UM PROJETO DE GERAÇÃO SUPERIOR AO QUE EXISTE HOJE, É UM SALTO SIGNIFICATIVO… e o mais importante de tudo, colocando os americanos um pouco de lado, acho que totalmente de lado é improvável, mas devemos trilhar águas milhas ou ares ainda não percorridos…
    sds

  102. As observações de wolfpack foram felizes, pois acima de tudo especulamos, mas o q será bom afinal? todos sabemos e cada um tem opinião, e nesse caso o melhor é o rafale, todas as expecificações da aeronave são superiores(exceto o alcance radar) e tbm pode ser um futuro vetor para a MB… o q a FAB tem de fazer é comprá-lo e partir pra outro fx…dizem que existe o projeto pak-fa, se houver, é uma boa jogada do md, PARTICIPAR DE UM PROJETO DE GERAÇÃO SUPERIOR AO QUE EXISTE HOJE, É UM SALTO SIGNIFICATIVO… e o mais importante de tudo, colocando os americanos um pouco de lado, acho que totalmente de lado é improvável, mas devemos trilhar águas milhas ou ares ainda não percorridos…
    sds

  103. O único jeito de agradar todo mundo seria comprar:

    12 NG
    12 RAFALE
    12 SH

    Mesmo assim ainda iam reclamar …

  104. O único jeito de agradar todo mundo seria comprar:

    12 NG
    12 RAFALE
    12 SH

    Mesmo assim ainda iam reclamar …

  105. Caros, vejo a questão Colombia e Venezuela como uma linha divisoria
    para o Brasil, é o antes e o depois,
    imagine nos comprando dos Russos e os mesmos instalando base na Venezuela. INACEITAVEL
    agora EUA instalando bases na Colombia e nos comprando o SH.
    É o momento, certo para ser anunciado tal acordo entre Colombia e EUA. Vai muito alem das FARCs que já esta fragilizada.
    É Recado para Venezuela , Brasil e quem quer que seja, afinal isso aqui é o quintal.
    A Espanha tem sim muitos interesse por aqui, e pode sim fazer coro junto com a Venezuela, a chapa mal começou a esquentar.,
    Abs

  106. Caros, vejo a questão Colombia e Venezuela como uma linha divisoria
    para o Brasil, é o antes e o depois,
    imagine nos comprando dos Russos e os mesmos instalando base na Venezuela. INACEITAVEL
    agora EUA instalando bases na Colombia e nos comprando o SH.
    É o momento, certo para ser anunciado tal acordo entre Colombia e EUA. Vai muito alem das FARCs que já esta fragilizada.
    É Recado para Venezuela , Brasil e quem quer que seja, afinal isso aqui é o quintal.
    A Espanha tem sim muitos interesse por aqui, e pode sim fazer coro junto com a Venezuela, a chapa mal começou a esquentar.,
    Abs

  107. Pessoal o valor do custo operacional de uma aeronave depende de varios fatores
    entre eles escala de produção e numero unidades em operação ,
    o Brasil será o unico operador deste caça no mundo ou seja Gripen NG poderá ser o caça mais caro da história da FAB.

    O Rafale F3 em minha opinião seria a melhor escolha

    Getulio

    Não tem como o Brasil participar do programa Barracuda, o reator desenvolvido pela MB é incompativel com o casco deste submarino.

  108. Pessoal o valor do custo operacional de uma aeronave depende de varios fatores
    entre eles escala de produção e numero unidades em operação ,
    o Brasil será o unico operador deste caça no mundo ou seja Gripen NG poderá ser o caça mais caro da história da FAB.

    O Rafale F3 em minha opinião seria a melhor escolha

    Getulio

    Não tem como o Brasil participar do programa Barracuda, o reator desenvolvido pela MB é incompativel com o casco deste submarino.

  109. O caça escolhido voará por aqui no mínimo 20 anos. vcs acham que o SH terá o mesmo nível de atualização que os demais nessa época?????

  110. O caça escolhido voará por aqui no mínimo 20 anos. vcs acham que o SH terá o mesmo nível de atualização que os demais nessa época?????

  111. Na verdaa o Brasil sempre gostou de vetores de pequenas dimensões;
    Desculpe o comentario, mas ja se tornou irritante!

    AMAX,F-5,Tucano.fala-se em custos operacionais,mas os pequenos vetores são muita vezes mais dispendioso, devido as necessidade do REVO.Agora entra na jogada o pequeno Grifen devido os interesse de Israel em vender componente para ele. Porque o americano não deixou vender a India?Pelo vejo isto não vai dar em nada! Vamos teminar com vetores usados.Denuncias,boatos,inveja,
    domina e parece que não tem fim.O que Brasil teia feito para evitar esta confusão calado tinha comprado a Russia, o Sukhoi 35. depois como fez com o cargueiro KC-130 com a Embraer construiria nosso vetor com nossas necesidade.Eu sei que estamos perto de perder um vetor novo com toda transferencia que o Rafale.

  112. Na verdaa o Brasil sempre gostou de vetores de pequenas dimensões;
    Desculpe o comentario, mas ja se tornou irritante!

    AMAX,F-5,Tucano.fala-se em custos operacionais,mas os pequenos vetores são muita vezes mais dispendioso, devido as necessidade do REVO.Agora entra na jogada o pequeno Grifen devido os interesse de Israel em vender componente para ele. Porque o americano não deixou vender a India?Pelo vejo isto não vai dar em nada! Vamos teminar com vetores usados.Denuncias,boatos,inveja,
    domina e parece que não tem fim.O que Brasil teia feito para evitar esta confusão calado tinha comprado a Russia, o Sukhoi 35. depois como fez com o cargueiro KC-130 com a Embraer construiria nosso vetor com nossas necesidade.Eu sei que estamos perto de perder um vetor novo com toda transferencia que o Rafale.

  113. Kaleu e Sonic Wings:

    Nem falo mais nada. Pra mim não tem outro caça pra FAB, e já disse que ficarei bastante surpreso se não der Gripen. As chances, no que me concerne, estão assim:

    Saab Gripen NG: 50% (pelos preços, qualidade, integração de armamentos, confiabilidade do país de origem, desenvolvimento conjunto e pela transf tecno);

    Dassault Rafale F3: 30% (pela politicagem);

    Boeing F/A-18E: 20% (pela “pata do leão”, pelas “miçangas” que virão junto e pela confiabilidade em combate).

    Abs.

  114. Kaleu e Sonic Wings:

    Nem falo mais nada. Pra mim não tem outro caça pra FAB, e já disse que ficarei bastante surpreso se não der Gripen. As chances, no que me concerne, estão assim:

    Saab Gripen NG: 50% (pelos preços, qualidade, integração de armamentos, confiabilidade do país de origem, desenvolvimento conjunto e pela transf tecno);

    Dassault Rafale F3: 30% (pela politicagem);

    Boeing F/A-18E: 20% (pela “pata do leão”, pelas “miçangas” que virão junto e pela confiabilidade em combate).

    Abs.

  115. Se a coisa está assim, em dúvida, cancele-se o FX-2.
    Faça-se a compra direta sem licitação do SU-35 ou SU-30 a troco de carne fresca brasileira, como foi a compra dos crocodilos M-35. Após muito desdém, o crocodilo vem.
    O importante nestas compras é o acesso ao armamento que virá com a plataforma.
    Os mísseis russos são os melhores existentes, seja para defesa aérea, que necessitamos muito, é muito mais conveniente e estratégico ter e fabricar mísseis do que meia dúzia de aviões, ainda que estes sejam importantes.
    Vamos comprar misseis e sua tecnologia, é infinitamente menor o custo, em relação a qualquer arma estratégica. O missíl é altamente dissuasório, veja-se Irã e Coreia do Norte.
    Na guerra atual de coalisão com milhaes de aerenovaes de última geração, como enfrentaríamos situação concreta como esta? A resposta é somente com mísseis anti aereos.
    Na guerra Egipcio-israelense durante um bom período os caças israelenses perderam a superioridade aerea, sendo abatidos aos montes, pelos misseis egípcios muito bem posicionados.
    Somente a ousadia de Ariel Sharon com seus tanques é que conseguiram quebrar a defesa egipcia e reverter a derrota e perda da supremacia aerea.

  116. Se a coisa está assim, em dúvida, cancele-se o FX-2.
    Faça-se a compra direta sem licitação do SU-35 ou SU-30 a troco de carne fresca brasileira, como foi a compra dos crocodilos M-35. Após muito desdém, o crocodilo vem.
    O importante nestas compras é o acesso ao armamento que virá com a plataforma.
    Os mísseis russos são os melhores existentes, seja para defesa aérea, que necessitamos muito, é muito mais conveniente e estratégico ter e fabricar mísseis do que meia dúzia de aviões, ainda que estes sejam importantes.
    Vamos comprar misseis e sua tecnologia, é infinitamente menor o custo, em relação a qualquer arma estratégica. O missíl é altamente dissuasório, veja-se Irã e Coreia do Norte.
    Na guerra atual de coalisão com milhaes de aerenovaes de última geração, como enfrentaríamos situação concreta como esta? A resposta é somente com mísseis anti aereos.
    Na guerra Egipcio-israelense durante um bom período os caças israelenses perderam a superioridade aerea, sendo abatidos aos montes, pelos misseis egípcios muito bem posicionados.
    Somente a ousadia de Ariel Sharon com seus tanques é que conseguiram quebrar a defesa egipcia e reverter a derrota e perda da supremacia aerea.

  117. Bosco,
    boa noite,
    Creio que os sistemas de defesa russo como o Thor e outros não tem equivalentes no ocidente.
    Segundo a tabela acima citada, o custo de homem hora exemplificado é de 23 homens/hora o equivalente a fabricação de um automóvel. O de um caça é de 57mil homens horas gastos em sua fabrição. O de um sub nuclear 12 milhões homens hora.
    O Brasil está fraco em defesa aerea de misseis, há um verdadeiro corredor aereo em direção as bases aereas brasileiras. Um ataque aereo direto eliminaria todas as frotas de aviões do país, por falta de defesa aerea, ou acreditam que o Igla manejado manualmente, com cotas reduzidissimas que a FAB possui iria impedí-la?

  118. Bosco,
    boa noite,
    Creio que os sistemas de defesa russo como o Thor e outros não tem equivalentes no ocidente.
    Segundo a tabela acima citada, o custo de homem hora exemplificado é de 23 homens/hora o equivalente a fabricação de um automóvel. O de um caça é de 57mil homens horas gastos em sua fabrição. O de um sub nuclear 12 milhões homens hora.
    O Brasil está fraco em defesa aerea de misseis, há um verdadeiro corredor aereo em direção as bases aereas brasileiras. Um ataque aereo direto eliminaria todas as frotas de aviões do país, por falta de defesa aerea, ou acreditam que o Igla manejado manualmente, com cotas reduzidissimas que a FAB possui iria impedí-la?

  119. É só constatar o temor dos americanos em relação aos mísseis estratégicos de longo alcance dos iranianos e norte coreanos.
    De nossa parte, como o nosso discurso político externo é de paz e amor pensa-se no subterfúgio do lançador de satélite.
    Como os inimigos não sáo bobos, sabotam os lançamentos que iriam dar autonomia ao país, como ocorreu há cinco anos, com a perda da pouca massa crítica de engenheiros da aeronautica e a FAB até hoje não se levantou depois do suposto acidente.
    A própria ABIN diz que os franceses espionavam os lançamentos de foguetes brasileiros, como falar em parceria estratégica?
    Os americanos neste campo são piores ainda.
    Portanto, quem poderia nos ajudar a alavancar o programa de foguetes? somente os russos e os ucranianos, ou os iranianos ou norte coreanos, ou chineses ou melhor os indianos.

  120. É só constatar o temor dos americanos em relação aos mísseis estratégicos de longo alcance dos iranianos e norte coreanos.
    De nossa parte, como o nosso discurso político externo é de paz e amor pensa-se no subterfúgio do lançador de satélite.
    Como os inimigos não sáo bobos, sabotam os lançamentos que iriam dar autonomia ao país, como ocorreu há cinco anos, com a perda da pouca massa crítica de engenheiros da aeronautica e a FAB até hoje não se levantou depois do suposto acidente.
    A própria ABIN diz que os franceses espionavam os lançamentos de foguetes brasileiros, como falar em parceria estratégica?
    Os americanos neste campo são piores ainda.
    Portanto, quem poderia nos ajudar a alavancar o programa de foguetes? somente os russos e os ucranianos, ou os iranianos ou norte coreanos, ou chineses ou melhor os indianos.

  121. acho que a prioridade, apesar da boataria, é manter e cumprir o planejamento feito…manter o planejamento dos submarinos e manter o planejamento do FX2 até o final.

    desculpem pelo off-topic, mas tem um pouco que ver com a nossa discussão aqui. Acabei de ler:

    “Contratos com a França saem em setembro

    Roberto Godoy
    O governo vai assinar em setembro todos os contratos secundários referentes ao programa de compra, junto a fornecedores da França, dos novos submarinos da Marinha. O pacote é estimado em 5,7 bilhões e cobre a construção no Brasil de quatro navios da classe Scorpéne, de 1.700 toneladas, o casco do primeiro submarino nuclear da frota, mais a construção do estaleiro de produção e da nova base operacional da força.

    Uma equipe de especialistas da Procuradoria-Geral está na França ajustando o texto dos documentos. O consórcio financiador é liderado pelo banco BNP-Paribas. O braço francês no empreendimento é o estaleiro DCNS. O grupo escolheu a Odebrecht Engenharia para assumir a parceria do lado brasileiro.

    O acordo principal foi firmado em dezembro de 2008, durante uma visita do presidente Nicolas Sarkozy. Agora, serão assinados os contratos subordinados, os que tratam de pontos específicos como o formato da transferência de tecnologia, a definição do sistema de armas – torpedos e minas – mais os kits da construção modular.

    Sarkozy estará em Brasília no dia 7 de setembro, convidado do presidente Lula para participar das comemorações da Independência. Nas próximas semanas, o Comando da Marinha receberá uma área da União, usada pela Cia Docas, em Itaguaí, no Rio. O local vai abrigar o estaleiro e a base.

    A atual força de submarinos está equipada com cinco navios de tecnologia alemã. Quatro são IKL-209, da classe Tupi. Um foi feito em Kiel, com acompanhamento de engenheiros da Marinha. As três unidades seguintes obedeceram ao mesmo projeto e saíram do Arsenal da armada. O Tikuna, também fabricado no Brasil, sofreu alterações de aperfeiçoamento.

    Em dezembro de 2006, a Marinha negociou o empréstimo de 1,08 bilhão no ABN Amro para a compra de uma nova embarcação do tipo 214 e da mesma origem. O dinheiro deveria cobrir a modernização dos modelos já existentes até 2014. A parte financiada é de 882,4 milhões, cabendo à contrapartida brasileira 135,9 milhões. Com a opção pelo Scorpéne, associada ao projeto nuclear, resta ao Comando da Marinha confirmar a revitalização dos submarinos em operação.”

    http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=604377

    Por isso que disse acima que o FX2 segue até o final, como está no roteiro já anunciado faz tempo. Assim como os submarinos e demais projetos que estão em andamento.

    e quem não gostar que o Brasil se desenvolva e que os projetos se realizem, terá muitas decepções. Mas fazer o quê, é a vida!!!…hehehe

    abraços a todos

  122. acho que a prioridade, apesar da boataria, é manter e cumprir o planejamento feito…manter o planejamento dos submarinos e manter o planejamento do FX2 até o final.

    desculpem pelo off-topic, mas tem um pouco que ver com a nossa discussão aqui. Acabei de ler:

    “Contratos com a França saem em setembro

    Roberto Godoy
    O governo vai assinar em setembro todos os contratos secundários referentes ao programa de compra, junto a fornecedores da França, dos novos submarinos da Marinha. O pacote é estimado em 5,7 bilhões e cobre a construção no Brasil de quatro navios da classe Scorpéne, de 1.700 toneladas, o casco do primeiro submarino nuclear da frota, mais a construção do estaleiro de produção e da nova base operacional da força.

    Uma equipe de especialistas da Procuradoria-Geral está na França ajustando o texto dos documentos. O consórcio financiador é liderado pelo banco BNP-Paribas. O braço francês no empreendimento é o estaleiro DCNS. O grupo escolheu a Odebrecht Engenharia para assumir a parceria do lado brasileiro.

    O acordo principal foi firmado em dezembro de 2008, durante uma visita do presidente Nicolas Sarkozy. Agora, serão assinados os contratos subordinados, os que tratam de pontos específicos como o formato da transferência de tecnologia, a definição do sistema de armas – torpedos e minas – mais os kits da construção modular.

    Sarkozy estará em Brasília no dia 7 de setembro, convidado do presidente Lula para participar das comemorações da Independência. Nas próximas semanas, o Comando da Marinha receberá uma área da União, usada pela Cia Docas, em Itaguaí, no Rio. O local vai abrigar o estaleiro e a base.

    A atual força de submarinos está equipada com cinco navios de tecnologia alemã. Quatro são IKL-209, da classe Tupi. Um foi feito em Kiel, com acompanhamento de engenheiros da Marinha. As três unidades seguintes obedeceram ao mesmo projeto e saíram do Arsenal da armada. O Tikuna, também fabricado no Brasil, sofreu alterações de aperfeiçoamento.

    Em dezembro de 2006, a Marinha negociou o empréstimo de 1,08 bilhão no ABN Amro para a compra de uma nova embarcação do tipo 214 e da mesma origem. O dinheiro deveria cobrir a modernização dos modelos já existentes até 2014. A parte financiada é de 882,4 milhões, cabendo à contrapartida brasileira 135,9 milhões. Com a opção pelo Scorpéne, associada ao projeto nuclear, resta ao Comando da Marinha confirmar a revitalização dos submarinos em operação.”

    http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=604377

    Por isso que disse acima que o FX2 segue até o final, como está no roteiro já anunciado faz tempo. Assim como os submarinos e demais projetos que estão em andamento.

    e quem não gostar que o Brasil se desenvolva e que os projetos se realizem, terá muitas decepções. Mas fazer o quê, é a vida!!!…hehehe

    abraços a todos

  123. “Até a Tailândia desistiu recentemente dos Gripen C/D encomendados e vai modernizar 15 velhos F-5 em Israel.”

    Do jeito que as coisas vão…..Do jeito como as coisas se dão aqui…..O tal do FX2 acabara nisto mesmo………………..Porque neste pais os “palacios da justiça” feitos em marmore…Os carros importados usados por “eles” de centenas de milhares de reados que custam mais do que as casas de vocês…..E os mensalões e castelos dos politicos são prioridade maxima neste pais…..É prioridade acima de tudo……..É por isso que se depender deles a gente ficara nos F-5s para sempre…….Aqui neste pais só se prospera dessas formas:Se sujeitando a eles….Tornando-se serviçal e capacho “deles” ou então sendo dono de alguma empreiteira ou de algum negocio corrupto e desonesto que atenda aos interesses escusos deles…….Toda a politicalha…Toda essa politicalha impera,manipula,corrompe,rebaixa,denigre e sabota o comando geral e a estrutura das forças desarmadas deste pais………Hoje em dia um soldado da PM de Brasília ganha mais que um segundo-tenente do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica….Um terceiro-sargento da PM de Brasília ganha mais que um capitão da Marinha, da Aeronáutica ou do Exército….Um segundo-tenente da PM de Brasília ganha mais que um capitão de mar e guerra da Marinha….Um coronel da PM de Brasília ganha muito mais que um general de exército com quase 50 anos de serviço….Um cadete da PM de Brasília ganha 5 vezes mais que um cadete da Academia Militar das Agulhas Negras, da Academia da Força Aérea, e que um aspirante da Escola Naval….Aí encontran-se as causas das evasões….Mais de 200 capitães integrantes das Forças Armadas dão baixa todo ano em razão da péssima remuneração que recebem…Enquanto que os gastos do Senado e dos demais poderes ultrapassam o absurdo….Dinheiro público sendo jogado fora em altíssimos salários (Um segurança do senado pode ganhar mais do que um general do exército….Um motorista mais do que um piloto de jato comercial…O copeiro que serve café e água ganha mais do que um maître de um restaurante cinco estrelas em São Paulo) em mordomias injustificáveis e em gastos meramente particulares……..É um absurdo………….

  124. “Até a Tailândia desistiu recentemente dos Gripen C/D encomendados e vai modernizar 15 velhos F-5 em Israel.”

    Do jeito que as coisas vão…..Do jeito como as coisas se dão aqui…..O tal do FX2 acabara nisto mesmo………………..Porque neste pais os “palacios da justiça” feitos em marmore…Os carros importados usados por “eles” de centenas de milhares de reados que custam mais do que as casas de vocês…..E os mensalões e castelos dos politicos são prioridade maxima neste pais…..É prioridade acima de tudo……..É por isso que se depender deles a gente ficara nos F-5s para sempre…….Aqui neste pais só se prospera dessas formas:Se sujeitando a eles….Tornando-se serviçal e capacho “deles” ou então sendo dono de alguma empreiteira ou de algum negocio corrupto e desonesto que atenda aos interesses escusos deles…….Toda a politicalha…Toda essa politicalha impera,manipula,corrompe,rebaixa,denigre e sabota o comando geral e a estrutura das forças desarmadas deste pais………Hoje em dia um soldado da PM de Brasília ganha mais que um segundo-tenente do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica….Um terceiro-sargento da PM de Brasília ganha mais que um capitão da Marinha, da Aeronáutica ou do Exército….Um segundo-tenente da PM de Brasília ganha mais que um capitão de mar e guerra da Marinha….Um coronel da PM de Brasília ganha muito mais que um general de exército com quase 50 anos de serviço….Um cadete da PM de Brasília ganha 5 vezes mais que um cadete da Academia Militar das Agulhas Negras, da Academia da Força Aérea, e que um aspirante da Escola Naval….Aí encontran-se as causas das evasões….Mais de 200 capitães integrantes das Forças Armadas dão baixa todo ano em razão da péssima remuneração que recebem…Enquanto que os gastos do Senado e dos demais poderes ultrapassam o absurdo….Dinheiro público sendo jogado fora em altíssimos salários (Um segurança do senado pode ganhar mais do que um general do exército….Um motorista mais do que um piloto de jato comercial…O copeiro que serve café e água ganha mais do que um maître de um restaurante cinco estrelas em São Paulo) em mordomias injustificáveis e em gastos meramente particulares……..É um absurdo………….

  125. Os principais vetores estratégicos das potências e superpotências são os misseis lançados de terra e lançados de submarinos.

    Neste quesito a china dá um banho no Brasil no quesito prioridade estratégica, veja-se o programa espacial chines:

    http://pbrasil.wordpress.com/rapidinhas-do-plano-brasil/marco-2009/

    A China prepara-se para realizar um autêntico “salto quântico” no seu programa espacial com o lançamento para órbita de uma estação espacial de pouco mais de 7 toneladas até 2010. A estação será utilizada sobretudo em missões militares, ou seja, em atividades de vigilância fotográfica e através de outros sensores, mas especialmente focalizados na vigilância de alvos militares. O lançamento por um foguetão “Longa Marcha 2F” vai coincidir com o último vôo do Vaivém espacial dos EUA, em 31 de maio de 2010, com o Endeavour. A estação receberá a designação “Tiangong 1” (”Palácio Celestial”) e uma réplica está agora a ser testada, em terra. A estação é dividida por um módulo habitável com um sistema de atracagem e um módulo de serviço com painéis solares e tanques de combustível. Em termos de concepção e objetivos, a estação chinesa faz lembrar a estação militar norte-americana “Manned Orbiting Laboratory” (MOL) que os EUA lançaram na década de 60 e que era precisamente uma estação espacial militar de reconhecimento… de certa forma, isso coloca o programa espacial chinês no mesmo patamar de desenvolvimento que os EUA tinham nos finais da década de 60…

  126. Os principais vetores estratégicos das potências e superpotências são os misseis lançados de terra e lançados de submarinos.

    Neste quesito a china dá um banho no Brasil no quesito prioridade estratégica, veja-se o programa espacial chines:

    http://pbrasil.wordpress.com/rapidinhas-do-plano-brasil/marco-2009/

    A China prepara-se para realizar um autêntico “salto quântico” no seu programa espacial com o lançamento para órbita de uma estação espacial de pouco mais de 7 toneladas até 2010. A estação será utilizada sobretudo em missões militares, ou seja, em atividades de vigilância fotográfica e através de outros sensores, mas especialmente focalizados na vigilância de alvos militares. O lançamento por um foguetão “Longa Marcha 2F” vai coincidir com o último vôo do Vaivém espacial dos EUA, em 31 de maio de 2010, com o Endeavour. A estação receberá a designação “Tiangong 1” (”Palácio Celestial”) e uma réplica está agora a ser testada, em terra. A estação é dividida por um módulo habitável com um sistema de atracagem e um módulo de serviço com painéis solares e tanques de combustível. Em termos de concepção e objetivos, a estação chinesa faz lembrar a estação militar norte-americana “Manned Orbiting Laboratory” (MOL) que os EUA lançaram na década de 60 e que era precisamente uma estação espacial militar de reconhecimento… de certa forma, isso coloca o programa espacial chinês no mesmo patamar de desenvolvimento que os EUA tinham nos finais da década de 60…

  127. Prezados
    Recentemente comentei que já era hora de ser inserido em nossas conversas o sistema antiaéreo em discursão como um todo junto com os sub, f-x2, helicópteros,NAe,vbc,mísseis ar-ar,ar-terra, fuzil, enfim , todos conjugados e não em separado inclusive como forma de exercício aqui no blog. Creio que o Brasil fez uma jogada conhecida no poker como All-In (tudo dentro) ou seja apostou todas as suas fichas com a França e ao que tudo indica não é blefe.
    Uma vez anunciada a compra do sistema S-300 irá os USA repensarem sua estratégia com o Brasil e América Latina.
    sds

  128. Prezados
    Recentemente comentei que já era hora de ser inserido em nossas conversas o sistema antiaéreo em discursão como um todo junto com os sub, f-x2, helicópteros,NAe,vbc,mísseis ar-ar,ar-terra, fuzil, enfim , todos conjugados e não em separado inclusive como forma de exercício aqui no blog. Creio que o Brasil fez uma jogada conhecida no poker como All-In (tudo dentro) ou seja apostou todas as suas fichas com a França e ao que tudo indica não é blefe.
    Uma vez anunciada a compra do sistema S-300 irá os USA repensarem sua estratégia com o Brasil e América Latina.
    sds

  129. Getúlio,
    é claro que os EUA temem qualquer um que possua mísseis balísticos e seja louco o suficiente para lançá-los contra eles. Seria suicídio, mas louco é o que não falta no mundo.
    Quanto a relação de custo benefício dos mísseis em concordo plenamente e deveríamos investir neles, tanto nos sup-ar quanto nos balísticos.
    Já em relação à superioridade dos mísseis russos eu discordo.
    O SA-15 (TOR) possui como equivalente ocidental o Bamse sueco, que tem a mesma performance e um sistema de orientação equivalente. Ele só não é montado em viatura blindada e nem é lançado verticalmente, mas isso não o torna nem melhor nem pior que o míssil russo. É questão de doutrina.
    Vale salientar que o sistema de orientação do SA-15 TOR está em franca decadência no Ocidente. Os mais recentes a usarem este tipo de orientação (comando por rádio para a linha de visada-CLOS) e que terão ainda uma carreira longa são o Bamse terrestre de origem sueca e o Barak naval israelense. No mais, todos os outros, tais como o Roland, Crotale, Sea Wolf e Rapier já estão com seus sucessores engatilhados. São os VL-MICA, IRIS-T-SL e CAMM. Todos, com sistemas de orientação autônomos (IIR e radar ativo) e baseados em mísseis ar-ar de quinta geração.
    Os principais mísseis russos atualmente (SA-11,17, SA-12, SA-14,16, 18, SA-15, SA-19, SA-20) ainda ou são guiados por sistema de orientação térmica, por comando de rádio, por CLOS ou por radar semi-ativo. Ainda não existe operacional nenhum míssil russo com orientação por ‘imagem térmica’ ou por radar ativo, tais como os Derby, Python V (Spyder), SL-Amraam, PAC3, Samp-T, etc
    O sistema S-300/S-400 é muito bom, mas é pesado, complexo e com alcance demais pro meu gosto.. rsrsr…
    Os sistemas russos impressionam. Eu mesmo sou fã de carteirinha dos sistemas de lançamento vertical dos russos. Nisso eu tenho que admitir que eles são realmente bons. Ver um S-300 ou um ‘TOR’ sendo lançado e tomando a direção do alvo é um deleite visual. Mas dái, achar que porque são lançados verticalmente são superiores a outros que não são, é outra estória, já que outros fatores devem ser avaliados.
    Um abraço meu caro.

  130. Getúlio,
    é claro que os EUA temem qualquer um que possua mísseis balísticos e seja louco o suficiente para lançá-los contra eles. Seria suicídio, mas louco é o que não falta no mundo.
    Quanto a relação de custo benefício dos mísseis em concordo plenamente e deveríamos investir neles, tanto nos sup-ar quanto nos balísticos.
    Já em relação à superioridade dos mísseis russos eu discordo.
    O SA-15 (TOR) possui como equivalente ocidental o Bamse sueco, que tem a mesma performance e um sistema de orientação equivalente. Ele só não é montado em viatura blindada e nem é lançado verticalmente, mas isso não o torna nem melhor nem pior que o míssil russo. É questão de doutrina.
    Vale salientar que o sistema de orientação do SA-15 TOR está em franca decadência no Ocidente. Os mais recentes a usarem este tipo de orientação (comando por rádio para a linha de visada-CLOS) e que terão ainda uma carreira longa são o Bamse terrestre de origem sueca e o Barak naval israelense. No mais, todos os outros, tais como o Roland, Crotale, Sea Wolf e Rapier já estão com seus sucessores engatilhados. São os VL-MICA, IRIS-T-SL e CAMM. Todos, com sistemas de orientação autônomos (IIR e radar ativo) e baseados em mísseis ar-ar de quinta geração.
    Os principais mísseis russos atualmente (SA-11,17, SA-12, SA-14,16, 18, SA-15, SA-19, SA-20) ainda ou são guiados por sistema de orientação térmica, por comando de rádio, por CLOS ou por radar semi-ativo. Ainda não existe operacional nenhum míssil russo com orientação por ‘imagem térmica’ ou por radar ativo, tais como os Derby, Python V (Spyder), SL-Amraam, PAC3, Samp-T, etc
    O sistema S-300/S-400 é muito bom, mas é pesado, complexo e com alcance demais pro meu gosto.. rsrsr…
    Os sistemas russos impressionam. Eu mesmo sou fã de carteirinha dos sistemas de lançamento vertical dos russos. Nisso eu tenho que admitir que eles são realmente bons. Ver um S-300 ou um ‘TOR’ sendo lançado e tomando a direção do alvo é um deleite visual. Mas dái, achar que porque são lançados verticalmente são superiores a outros que não são, é outra estória, já que outros fatores devem ser avaliados.
    Um abraço meu caro.

  131. PS:
    O único míssil russo com radar ativo é o 9M96E/M que pode ser lançado pelo sistema S-300/400. Mas as informações são escassas e pode ser que ainda não esteja operacional.
    Um abraço a todos.

  132. PS:
    O único míssil russo com radar ativo é o 9M96E/M que pode ser lançado pelo sistema S-300/400. Mas as informações são escassas e pode ser que ainda não esteja operacional.
    Um abraço a todos.

  133. A minha listinha de mísseis russos não ficaria completa sem estes que eu esqueci e que ainda estão operacionais, se não na Rússia, em outros países: SA-4,5,6,7,8,9,10(S-300), 21(S-400), etc.
    É mais fácil entender as profecias de Nostradamus que os mísseis russos. rsrs.r……

  134. A minha listinha de mísseis russos não ficaria completa sem estes que eu esqueci e que ainda estão operacionais, se não na Rússia, em outros países: SA-4,5,6,7,8,9,10(S-300), 21(S-400), etc.
    É mais fácil entender as profecias de Nostradamus que os mísseis russos. rsrs.r……

  135. Prezado Bosco
    Qual a possibilidade da aquisição por parte do Brasil do S-400? tem restrição pois salvo engano o missel te alcance de 400 km e ao que parece o Brasil não pode ter míssel superior a 300 ou a 400 km?
    ia esquecendo qual o preço do s-300 e do s-400?
    sds

  136. Prezado Bosco
    Qual a possibilidade da aquisição por parte do Brasil do S-400? tem restrição pois salvo engano o missel te alcance de 400 km e ao que parece o Brasil não pode ter míssel superior a 300 ou a 400 km?
    ia esquecendo qual o preço do s-300 e do s-400?
    sds

  137. uma vez comprado e instalado na fronteira da Colombia e Venezuela distante uns 100km proximo da fronteira que cenário poderia advir?
    sds

  138. uma vez comprado e instalado na fronteira da Colombia e Venezuela distante uns 100km proximo da fronteira que cenário poderia advir?
    sds

  139. Getulio – São Paulo…………Brilhante…….Fasso de suas palavras as minhas….Foi mais completo do que eu……

    “Renegociaria com a França indo direto ao assunto do sub nuclear, participar do programa Barracuda”

    A questão não é nós querer-mos mas sim eles aceitarem tal proposta……O japão quis F-22s……Mas querer não é poder…..Mesmo com lucros astronómicos jamais aceitarão determinadas coisas…Talvez tenham optado por esse programa atual de subs nucleares por ter menos restrições ou por ter mais a oferecer….Por ser um projeto mais liberal, flexivel, vantajoso ou completo….Bom…Sei lá….Eu não sei….Não fui eu que negociou a coisa toda…Devem ter motivos para tal escolha….

    “O missíl é altamente dissuasório, veja-se Irã e Coreia do Norte.”

    “é muito mais conveniente e estratégico ter e fabricar mísseis”

    “É só constatar o temor dos americanos em relação aos mísseis estratégicos de longo alcance dos iranianos e norte coreanos.”

    “O programa espacial brasileiro subterfugio para o programa de foguetes é tão estratégico para a proteção do país quanto o do sub nuclear”

    Concerteza….Missíl…Tecnologia nuclear…Sistema de posicionamento e detecção……….Apenas essas coisas bastam…São vitais essas coisas ainda mais neste pais e na situação que se encontra……

    “O Brasil está fraco em defesa aerea de misseis, há um verdadeiro corredor aereo em direção as bases aereas brasileiras. Um ataque aereo direto eliminaria todas as frotas de aviões do país”

    Todo esse pais resumi-se a Brasilia, Rj e São Paulo….Tudo se concentra e gira em torno desses lugares neste pais…Bastam apenas derrubarem esses 3 lugares que conquistam todo o pais……….

    “E nós aqui, perdendo tempo com tecnologia de um aviãozinho e suposta transferência de tecnologia.”

    Coisa alguma jamais sera transferida completamente por quem quer que seje………..Querem tudo?!…..Façam como os chineses e os iranianos….Sigam os passos deles…..

  140. Getulio – São Paulo…………Brilhante…….Fasso de suas palavras as minhas….Foi mais completo do que eu……

    “Renegociaria com a França indo direto ao assunto do sub nuclear, participar do programa Barracuda”

    A questão não é nós querer-mos mas sim eles aceitarem tal proposta……O japão quis F-22s……Mas querer não é poder…..Mesmo com lucros astronómicos jamais aceitarão determinadas coisas…Talvez tenham optado por esse programa atual de subs nucleares por ter menos restrições ou por ter mais a oferecer….Por ser um projeto mais liberal, flexivel, vantajoso ou completo….Bom…Sei lá….Eu não sei….Não fui eu que negociou a coisa toda…Devem ter motivos para tal escolha….

    “O missíl é altamente dissuasório, veja-se Irã e Coreia do Norte.”

    “é muito mais conveniente e estratégico ter e fabricar mísseis”

    “É só constatar o temor dos americanos em relação aos mísseis estratégicos de longo alcance dos iranianos e norte coreanos.”

    “O programa espacial brasileiro subterfugio para o programa de foguetes é tão estratégico para a proteção do país quanto o do sub nuclear”

    Concerteza….Missíl…Tecnologia nuclear…Sistema de posicionamento e detecção……….Apenas essas coisas bastam…São vitais essas coisas ainda mais neste pais e na situação que se encontra……

    “O Brasil está fraco em defesa aerea de misseis, há um verdadeiro corredor aereo em direção as bases aereas brasileiras. Um ataque aereo direto eliminaria todas as frotas de aviões do país”

    Todo esse pais resumi-se a Brasilia, Rj e São Paulo….Tudo se concentra e gira em torno desses lugares neste pais…Bastam apenas derrubarem esses 3 lugares que conquistam todo o pais……….

    “E nós aqui, perdendo tempo com tecnologia de um aviãozinho e suposta transferência de tecnologia.”

    Coisa alguma jamais sera transferida completamente por quem quer que seje………..Querem tudo?!…..Façam como os chineses e os iranianos….Sigam os passos deles…..

  141. “É mais fácil entender as profecias de Nostradamus que os mísseis russos”

    huahuahuahuahua…………..Entendi….É MESMO……..

  142. “É mais fácil entender as profecias de Nostradamus que os mísseis russos”

    huahuahuahuahua…………..Entendi….É MESMO……..

  143. Igo, Bom dia. As denuncias partem de grande quantidade de pessoas de diversos seguimentos, não só jornalistico. Acredito que se tratando de Brasil seria bom uma investigação ou um debate e analise mais profundo do assunto. Quanto aos caças, certamenmte o rafale tem grande vantagem e qualidades como os demais.A questão, como ja explorada por outras pessoas, é se escolhido seja qual for, teremos recursos para mantermos ativos bem como o pessoal adestratado para sua operação ??? espero que sim. Mas nossa cultura e politica em relação ao assunto defesa nacional sempre foi deficiente e distante de nossas reais necessidades e realidades. abraço

  144. Igo, Bom dia. As denuncias partem de grande quantidade de pessoas de diversos seguimentos, não só jornalistico. Acredito que se tratando de Brasil seria bom uma investigação ou um debate e analise mais profundo do assunto. Quanto aos caças, certamenmte o rafale tem grande vantagem e qualidades como os demais.A questão, como ja explorada por outras pessoas, é se escolhido seja qual for, teremos recursos para mantermos ativos bem como o pessoal adestratado para sua operação ??? espero que sim. Mas nossa cultura e politica em relação ao assunto defesa nacional sempre foi deficiente e distante de nossas reais necessidades e realidades. abraço

  145. O que o Cor Tau está dizendo?
    O que Nostradamus tem haver com mísseis Russos. O que eu sei e todos sabem é que o Brasil tem que comprar os mísseis de defesa aéreo S-300 ou os S-400.
    Eles são os melhores míssis de defesa anti-aéreo.

  146. O que o Cor Tau está dizendo?
    O que Nostradamus tem haver com mísseis Russos. O que eu sei e todos sabem é que o Brasil tem que comprar os mísseis de defesa aéreo S-300 ou os S-400.
    Eles são os melhores míssis de defesa anti-aéreo.

  147. O que eu sei é que a Folha de São Paulo, a rede Globo e outros jornais querem os F/A-18 Super Hornet que são Americanos.
    Esses jornalistas são paga-pau de Americanos.
    Já os Militares Brasileiros tem preferencia no Rafale F-3, pois os Militares Brasileiros tem o pé atrás com os Americanos.
    Então deixe os militares brasileiros decidirem porque se sair uma guerra é eles que vão e não esses covardes dos jornalistas que só criticam e fazem o povo se revoltarem com os militares Brasileiros.

    Alguns Deputados Federais e alguns Jornalistas não deveriam nem ter nascido.

  148. O que eu sei é que a Folha de São Paulo, a rede Globo e outros jornais querem os F/A-18 Super Hornet que são Americanos.
    Esses jornalistas são paga-pau de Americanos.
    Já os Militares Brasileiros tem preferencia no Rafale F-3, pois os Militares Brasileiros tem o pé atrás com os Americanos.
    Então deixe os militares brasileiros decidirem porque se sair uma guerra é eles que vão e não esses covardes dos jornalistas que só criticam e fazem o povo se revoltarem com os militares Brasileiros.

    Alguns Deputados Federais e alguns Jornalistas não deveriam nem ter nascido.

  149. Lucas,
    salvo engano o Brasil assinou um acordo de limitar a 300 km seus mísseis de ataque, ou seja, os balísticos e de cruzeiro.
    No caso do S-400 ele seria um míssil de defesa aérea e não vejo impedimentos já que sistemas assim são de defesa.
    Só que instalar baterias desses mísseis próximas a países vizinhos poderia gerar alguma desconfiança. Mesmo porque não temos motivos para justificar tal atitude e ela poderia gerar algun tipo de reação.
    Quanto ao preço, já li em algum lugar na Net que uma bateria de S-300 não sai por menos de 1 bilhão de dólares.
    Um sistema como o S-300/400 só seria justificável se for para defender alguns centros importantes como por exemplo Brasília, SP, etc, que felizmente são localizados no interior para não causar desconforto. Vale salientar que do ponto de vista estratégico, ter esses caros e complexos sistemas para defender 1 ou 2 grandes centros não é justificável, mas ajuda do ponto de vista da ‘moral’.
    Eu particularmente prefiro sistemas menores para os níveis baixo e médio e deixar o nível alto com os caças.
    Acho que devemos continuarmos sendo um país com índole pacífica mas com uma política firme e para tanto precisamos de forças armadas competentes, sem contundo começarmos com uma ‘nóia’ de corrida armamentista na região.
    Um abraço meu caro.

  150. Lucas,
    salvo engano o Brasil assinou um acordo de limitar a 300 km seus mísseis de ataque, ou seja, os balísticos e de cruzeiro.
    No caso do S-400 ele seria um míssil de defesa aérea e não vejo impedimentos já que sistemas assim são de defesa.
    Só que instalar baterias desses mísseis próximas a países vizinhos poderia gerar alguma desconfiança. Mesmo porque não temos motivos para justificar tal atitude e ela poderia gerar algun tipo de reação.
    Quanto ao preço, já li em algum lugar na Net que uma bateria de S-300 não sai por menos de 1 bilhão de dólares.
    Um sistema como o S-300/400 só seria justificável se for para defender alguns centros importantes como por exemplo Brasília, SP, etc, que felizmente são localizados no interior para não causar desconforto. Vale salientar que do ponto de vista estratégico, ter esses caros e complexos sistemas para defender 1 ou 2 grandes centros não é justificável, mas ajuda do ponto de vista da ‘moral’.
    Eu particularmente prefiro sistemas menores para os níveis baixo e médio e deixar o nível alto com os caças.
    Acho que devemos continuarmos sendo um país com índole pacífica mas com uma política firme e para tanto precisamos de forças armadas competentes, sem contundo começarmos com uma ‘nóia’ de corrida armamentista na região.
    Um abraço meu caro.

  151. Bom…acho que descobri a preferencia do Galante no FX2…

    Se o Gripen NG for o escolhido eu espero estar errado….

  152. Bom…acho que descobri a preferencia do Galante no FX2…

    Se o Gripen NG for o escolhido eu espero estar errado….

  153. Lucas,
    um sistema de defesa aérea para ser eficiente deve ter profundidade e densidade.
    Proteger a fronteira do Brasil com sistema antiéreos é inviável, além de injustificável. Se for com o S-300/400 então, piorou. rsr…
    Se defender a fronteira com esses mísseis já não é eficiente, todo o espaço aéreo brasileiro é no mínimo ‘impossível’ tendo em vista profundidade e densidade necessária. Cada um desses mísseis ‘descartáveis’ não deve sair por menos que uns 5 milhões de dólares, sendo otimista.
    A justificativa para se usar esses mísseis no Brasil seria na proteção de alvos de alto valor onde se pode conseguir uma maior densidade da defesa cobrindo os ‘corredores’ de baixa altitude com sistemas auxiliares de radares, mísseis, canhões, etc e reduzindo a distância entre as baterias.
    Para tanto deveríamos ver quais são os alvos de alto valor, que para um país como o Brasil são diversos e distribuídos em uma área imensa. Ou seja, não podemos usar mísseis de defesa aérea como o S-300 para mais que 1 ou 2 lugares se tanto já que são armas ‘engessadas’, além de caríssimas.
    No caso do Brasil a melhor solução para a defesa do espaço aéreo nacional é um bom sistema baseado em caças e aviões de alerta de radar. Claro com o apoio dos radares no solo.
    Do ponto de vista estratégico os mísseis ficariam por conta de defenderem as bases militares, mais especificamente, as bases aéreas.
    Do ponto de vista tático os mesmos seriam usados pelo exército e pelos fuzileiros navais.

  154. Lucas,
    um sistema de defesa aérea para ser eficiente deve ter profundidade e densidade.
    Proteger a fronteira do Brasil com sistema antiéreos é inviável, além de injustificável. Se for com o S-300/400 então, piorou. rsr…
    Se defender a fronteira com esses mísseis já não é eficiente, todo o espaço aéreo brasileiro é no mínimo ‘impossível’ tendo em vista profundidade e densidade necessária. Cada um desses mísseis ‘descartáveis’ não deve sair por menos que uns 5 milhões de dólares, sendo otimista.
    A justificativa para se usar esses mísseis no Brasil seria na proteção de alvos de alto valor onde se pode conseguir uma maior densidade da defesa cobrindo os ‘corredores’ de baixa altitude com sistemas auxiliares de radares, mísseis, canhões, etc e reduzindo a distância entre as baterias.
    Para tanto deveríamos ver quais são os alvos de alto valor, que para um país como o Brasil são diversos e distribuídos em uma área imensa. Ou seja, não podemos usar mísseis de defesa aérea como o S-300 para mais que 1 ou 2 lugares se tanto já que são armas ‘engessadas’, além de caríssimas.
    No caso do Brasil a melhor solução para a defesa do espaço aéreo nacional é um bom sistema baseado em caças e aviões de alerta de radar. Claro com o apoio dos radares no solo.
    Do ponto de vista estratégico os mísseis ficariam por conta de defenderem as bases militares, mais especificamente, as bases aéreas.
    Do ponto de vista tático os mesmos seriam usados pelo exército e pelos fuzileiros navais.

  155. Do meu ponto de vista os melhores sistemas de defesa aérea são um mix de mísseis de baixa altitude com orientação térmica e a laser, tanto portáteis como instalados em viaturas (blindadas ou não) e apoiados por radares móveis. Para os níveis médios, um mix de mísseis com orientação térmica e radar.
    Brasília (embora eu acho que é gastar vela boa com defunto ruim rsr…) poderia ser protegida com um sistema de grande altitude como o S-300, S-400, Samp-T, Patriot, etc. Só pra efeito moral e pra deixar claro que se somos capazes de gastarmos 1 bilhão na defesa daquela cambada que faz da Praça dos 3 Poderes a casa da mãe Joana, imaginem o que não faremos para defender o cidadão humilde e trabalhador do nosso querido Brasil.

  156. Do meu ponto de vista os melhores sistemas de defesa aérea são um mix de mísseis de baixa altitude com orientação térmica e a laser, tanto portáteis como instalados em viaturas (blindadas ou não) e apoiados por radares móveis. Para os níveis médios, um mix de mísseis com orientação térmica e radar.
    Brasília (embora eu acho que é gastar vela boa com defunto ruim rsr…) poderia ser protegida com um sistema de grande altitude como o S-300, S-400, Samp-T, Patriot, etc. Só pra efeito moral e pra deixar claro que se somos capazes de gastarmos 1 bilhão na defesa daquela cambada que faz da Praça dos 3 Poderes a casa da mãe Joana, imaginem o que não faremos para defender o cidadão humilde e trabalhador do nosso querido Brasil.

  157. E Itaipu no PR? Não é tão importante né…afinal apenas uns 25% da eneergia elétrica do país são gerados por ela…

  158. E Itaipu no PR? Não é tão importante né…afinal apenas uns 25% da eneergia elétrica do país são gerados por ela…

  159. Lucas,
    usei o termo errado de ‘bateria’ em relação ao custo do S-300. Se partirmos do princípio que uma ‘bateria’ é a menor unidade capaz de operar de forma autônoma o sistema, muito provavelmente não custaria 1 Bi.
    Salvo engano a ‘bateria’ padrão do S-300 é composta de 32 mísseis.
    O custo de 1 Bi a que me referi seria o requerido para desenvolver um sistema integrado de defesa aéreo para proteger um alvo de alto valor, como por exemplo Brasília que não poderia ficar por conta de apenas 1 bateria. No mínimo 3 a 4 seriam necessárias, cada uma contando com seus sistemas de radares independentes, veículos de apoio, mísseis adicionais, veículos lançadores, postos de comando, geradores de energia.
    Mas é chute. Se não me falha a memória, 6 baterias compradas pelos chineses custaram 1 bilhão de dólares há alguns anos atrás.
    Um abraço.

  160. Lucas,
    usei o termo errado de ‘bateria’ em relação ao custo do S-300. Se partirmos do princípio que uma ‘bateria’ é a menor unidade capaz de operar de forma autônoma o sistema, muito provavelmente não custaria 1 Bi.
    Salvo engano a ‘bateria’ padrão do S-300 é composta de 32 mísseis.
    O custo de 1 Bi a que me referi seria o requerido para desenvolver um sistema integrado de defesa aéreo para proteger um alvo de alto valor, como por exemplo Brasília que não poderia ficar por conta de apenas 1 bateria. No mínimo 3 a 4 seriam necessárias, cada uma contando com seus sistemas de radares independentes, veículos de apoio, mísseis adicionais, veículos lançadores, postos de comando, geradores de energia.
    Mas é chute. Se não me falha a memória, 6 baterias compradas pelos chineses custaram 1 bilhão de dólares há alguns anos atrás.
    Um abraço.

  161. Caipira,
    existem outras formas de defesa aérea que não os mísseis de longo alcance, assim como existem outras formas de ataque que não pelo ar.
    Mesmo porque, poderemos ter Itaipu coberta por um sistema SAM de alta tecnologia e a mesma ser sabotada por terra por meia dúzia de comandos com C-4.
    Vale salientar que um sistema como o S-300 na fronteira é mais vulnerável e pode ser neutralizado por atiradores de elite. Nem é preciso ser ‘stealth’ e nem de usar mísseis antiradiação ou bombas guiadas por GPS. Basta 2 ‘cascas grossas’ armados com um bom fuzil, de preferência anti-material e ‘bummmm’, põe nossos S-300 fora de ação com alguns bons tiros no sistema de radar e ainda fazem um alvoroço explodindo 1 ou 2 mísseis nos lançadores como ação distrativa.
    Itaipu, por estar onde está é um pesadelo para os estrategistas já que a garantia de sua defesa aérea ser impossível devido ao fato de não ter como avançar Paraguai a fora. Ou se invade e toma posição nessa parte do Paraguai como ação prioritária ou, no caso de um conflito com o mesmo, ficaremos à mercê de ataques os mais diversos.
    Muitas vezes também a melhor defesa é a certeza da retaliação.
    Um abraço.

  162. Caipira,
    existem outras formas de defesa aérea que não os mísseis de longo alcance, assim como existem outras formas de ataque que não pelo ar.
    Mesmo porque, poderemos ter Itaipu coberta por um sistema SAM de alta tecnologia e a mesma ser sabotada por terra por meia dúzia de comandos com C-4.
    Vale salientar que um sistema como o S-300 na fronteira é mais vulnerável e pode ser neutralizado por atiradores de elite. Nem é preciso ser ‘stealth’ e nem de usar mísseis antiradiação ou bombas guiadas por GPS. Basta 2 ‘cascas grossas’ armados com um bom fuzil, de preferência anti-material e ‘bummmm’, põe nossos S-300 fora de ação com alguns bons tiros no sistema de radar e ainda fazem um alvoroço explodindo 1 ou 2 mísseis nos lançadores como ação distrativa.
    Itaipu, por estar onde está é um pesadelo para os estrategistas já que a garantia de sua defesa aérea ser impossível devido ao fato de não ter como avançar Paraguai a fora. Ou se invade e toma posição nessa parte do Paraguai como ação prioritária ou, no caso de um conflito com o mesmo, ficaremos à mercê de ataques os mais diversos.
    Muitas vezes também a melhor defesa é a certeza da retaliação.
    Um abraço.

  163. Bosco,

    a questão para saber os equipamentos de defesa aérea que devemos dispor está diretamente ligada a política externa e inteligência, é prever quem serão, num futuro médio e longo, nossos mais prováveis agressores… se for uma aliança européia e americana, estamos ferrados mesmo! e aí tenho que concordar contigo e com o Getúlio ao mesmo tempo! precisaremos comprar e desenvolver míssies SAMs de todos os tipos e quantidades, radares de defesa aérea e por aí vai, e acredito que neste sentido os míssies não ocidentais seriam a melhor escolha, mesmo estes não sendo tão modernos, mas muito eficientes! Caças de nada nos adiantarão! nossas bases seriam varridas por míssies cruzeiros, lançados de subs…, a questão é a quantidade! ter, mesmo que 100 caças Hi-menos, seria só para perder vidas! sistemas de SAM móveis como S-300 e S-400 para grandes alcances, distribuidos em locais secretos e bem defendidos, próximo a costa, complicariam a vida dos NAes inimigos! pois com 400km de alcance, efetivos devem ser uns 300…, seriam um tumor maligno para os agressores. Sistemas como o Mica, Derby… lançados por baterias móveis tb.
    Agora se as FA concluirem que um conflito com grandes potências no futuro próximo e médio não teriam razão de ser… concordo com vc, apenas…

    Abraços

  164. Bosco,

    a questão para saber os equipamentos de defesa aérea que devemos dispor está diretamente ligada a política externa e inteligência, é prever quem serão, num futuro médio e longo, nossos mais prováveis agressores… se for uma aliança européia e americana, estamos ferrados mesmo! e aí tenho que concordar contigo e com o Getúlio ao mesmo tempo! precisaremos comprar e desenvolver míssies SAMs de todos os tipos e quantidades, radares de defesa aérea e por aí vai, e acredito que neste sentido os míssies não ocidentais seriam a melhor escolha, mesmo estes não sendo tão modernos, mas muito eficientes! Caças de nada nos adiantarão! nossas bases seriam varridas por míssies cruzeiros, lançados de subs…, a questão é a quantidade! ter, mesmo que 100 caças Hi-menos, seria só para perder vidas! sistemas de SAM móveis como S-300 e S-400 para grandes alcances, distribuidos em locais secretos e bem defendidos, próximo a costa, complicariam a vida dos NAes inimigos! pois com 400km de alcance, efetivos devem ser uns 300…, seriam um tumor maligno para os agressores. Sistemas como o Mica, Derby… lançados por baterias móveis tb.
    Agora se as FA concluirem que um conflito com grandes potências no futuro próximo e médio não teriam razão de ser… concordo com vc, apenas…

    Abraços

  165. O sistema de defesa eficiente sempre contará com a questão espacial. Os russos tem o regimento espacial, creio que nós precisamos criar um. Os chineses tem claro que seria impossível uma vitória sem domínio do espaço sideral, portanto, estão investindo pesado e autônomamente como um país independente deveria fazer. Achar que alguém “bonzinho” virá como anjo da guarda nos proteger, é perder tempo.
    Atualmente estamos perdendo a unidade de nosso país, quilombolas, indios em Roraima, tudo no entorno da área estratégica espacial. São os franceses, americanos, ingleses, etc. que não querem que nos apropriemos de um direito nosso, de nosso territorio. Até a base de lançamento do Maranhão ficará inviabilizada com esta falta de atitude estratégica do governo federal.

  166. O sistema de defesa eficiente sempre contará com a questão espacial. Os russos tem o regimento espacial, creio que nós precisamos criar um. Os chineses tem claro que seria impossível uma vitória sem domínio do espaço sideral, portanto, estão investindo pesado e autônomamente como um país independente deveria fazer. Achar que alguém “bonzinho” virá como anjo da guarda nos proteger, é perder tempo.
    Atualmente estamos perdendo a unidade de nosso país, quilombolas, indios em Roraima, tudo no entorno da área estratégica espacial. São os franceses, americanos, ingleses, etc. que não querem que nos apropriemos de um direito nosso, de nosso territorio. Até a base de lançamento do Maranhão ficará inviabilizada com esta falta de atitude estratégica do governo federal.

  167. Porque? Não interessa aos americanos, franceses, ingleses, que a base de Alcantara tenha sucesso com o apoio russo e ucraniano.
    Vamos abrir os olhos gente. Ô Jobim abra os olhos do governo, desaproprie tudo como permite a lei ou como jurista mande fazer um plebiscito nacional para o povo brasileiro decidir o que é prioridade nacional, meia duzia de quilombolas ou a nação brasileira.

  168. Porque? Não interessa aos americanos, franceses, ingleses, que a base de Alcantara tenha sucesso com o apoio russo e ucraniano.
    Vamos abrir os olhos gente. Ô Jobim abra os olhos do governo, desaproprie tudo como permite a lei ou como jurista mande fazer um plebiscito nacional para o povo brasileiro decidir o que é prioridade nacional, meia duzia de quilombolas ou a nação brasileira.

  169. Bosco,

    “Itaipu, por estar onde está é um pesadelo para os estrategistas já que a garantia de sua defesa aérea ser impossível devido ao fato de não ter como avançar Paraguai a fora. Ou se invade e toma posição nessa parte do Paraguai como ação prioritária ou, no caso de um conflito com o mesmo, ficaremos à mercê de ataques os mais diversos.”

    Talvez este pensamento tenha justificado o recente e criticado acordo BRASIL-PARAGUAI, a certeza pacifica de que continuaremos com boas relações com o vizinho, mesmo que este não tivesse razão. Num caso de guerra o paraguai é a extensão do nosso território.

    Abs

  170. Bosco,

    “Itaipu, por estar onde está é um pesadelo para os estrategistas já que a garantia de sua defesa aérea ser impossível devido ao fato de não ter como avançar Paraguai a fora. Ou se invade e toma posição nessa parte do Paraguai como ação prioritária ou, no caso de um conflito com o mesmo, ficaremos à mercê de ataques os mais diversos.”

    Talvez este pensamento tenha justificado o recente e criticado acordo BRASIL-PARAGUAI, a certeza pacifica de que continuaremos com boas relações com o vizinho, mesmo que este não tivesse razão. Num caso de guerra o paraguai é a extensão do nosso território.

    Abs

  171. João,
    que eu saiba o acordo no âmbito do ‘MTCR’ assinado pelo Brasil limita o desenvolvimento, a exportação e o uso de mísseis balísticos com mais de 300 km, mas não tenho certeza. Vou dar uma conferida.
    Quanto aos mísseis de cruzeiro nós não temos nenhuma limitação. Eu disse isso de forma ‘atropelada’. rsrs…
    Um abraço.

  172. João,
    que eu saiba o acordo no âmbito do ‘MTCR’ assinado pelo Brasil limita o desenvolvimento, a exportação e o uso de mísseis balísticos com mais de 300 km, mas não tenho certeza. Vou dar uma conferida.
    Quanto aos mísseis de cruzeiro nós não temos nenhuma limitação. Eu disse isso de forma ‘atropelada’. rsrs…
    Um abraço.

  173. Francisco,
    concordo com você. Se nossos estrategistas chegarem a conclusão que podemos nos confrontar com potências ditas ‘centrais’ num futuro próximo a abordagem do assunto ‘Defesa’ deve ser completamente outra.
    Aí é que a porca torce o rabo. Contra inimigos desse nível só a intimidação com armas de destruição em massa. Ajuda também investimentos maciços em sistemas de defesa aérea e submarino nuclear.
    Mas para garantir mesmo só uns 4 SSBNs armados com SLBMs nucleares de alcance intercontinental patrulhando nosso litoral. rsrs….
    Um abraço.

  174. Francisco,
    concordo com você. Se nossos estrategistas chegarem a conclusão que podemos nos confrontar com potências ditas ‘centrais’ num futuro próximo a abordagem do assunto ‘Defesa’ deve ser completamente outra.
    Aí é que a porca torce o rabo. Contra inimigos desse nível só a intimidação com armas de destruição em massa. Ajuda também investimentos maciços em sistemas de defesa aérea e submarino nuclear.
    Mas para garantir mesmo só uns 4 SSBNs armados com SLBMs nucleares de alcance intercontinental patrulhando nosso litoral. rsrs….
    Um abraço.

  175. Caro Bosco

    Abusando mais um pouquinho: qual a diferença entre míssil de cruzeiro e balístico?

    Abraços

  176. Caro Bosco

    Abusando mais um pouquinho: qual a diferença entre míssil de cruzeiro e balístico?

    Abraços

  177. Querem saber, como na vida real a FAB vive numa dureza de fazer gosto, uma solução viável seria comprar os 37 Mirage 2000-5F da Força Aérea Francesa, que serão substituídos pelos Rafale e apostar numa aeronave de 5º geração, por volta de 2015~2018.
    Em vez de apostar em aviões de 4º geração, vamos entrar no desenvolvimento do PAK-FA russo ou num dos projetos que estão na fase inicial, pelo menos não ficamos atrelados a aviões que dentro poucos anos estarão ultrapassados.

  178. Querem saber, como na vida real a FAB vive numa dureza de fazer gosto, uma solução viável seria comprar os 37 Mirage 2000-5F da Força Aérea Francesa, que serão substituídos pelos Rafale e apostar numa aeronave de 5º geração, por volta de 2015~2018.
    Em vez de apostar em aviões de 4º geração, vamos entrar no desenvolvimento do PAK-FA russo ou num dos projetos que estão na fase inicial, pelo menos não ficamos atrelados a aviões que dentro poucos anos estarão ultrapassados.

  179. Se o Brasil comprar o F-18 ou Rafale estara colocando a FAB em outra categoria, se comprar o Gripen sera apenas para não deixar a FAB desemparada. O Gripen NG é para países pequenos que não podem compra caças de superioridade nem mantelos. Esta historia de que o Brasil de que ter o caça mais barato ate poderia ser verdade se fosse nos anos 80 e 90, mais estamos saindo dos anos 2000 e entrando para uma novadecada mais ricos do que nunca. Deija o Gripen para a Bolivia, Equador, Colombia e Uruguai. O Gripen e caça conssolação.

  180. Se o Brasil comprar o F-18 ou Rafale estara colocando a FAB em outra categoria, se comprar o Gripen sera apenas para não deixar a FAB desemparada. O Gripen NG é para países pequenos que não podem compra caças de superioridade nem mantelos. Esta historia de que o Brasil de que ter o caça mais barato ate poderia ser verdade se fosse nos anos 80 e 90, mais estamos saindo dos anos 2000 e entrando para uma novadecada mais ricos do que nunca. Deija o Gripen para a Bolivia, Equador, Colombia e Uruguai. O Gripen e caça conssolação.

  181. Pensando bem, as três aeronaves são excelentes para a nossa Força se soubermos como usá-las ao limite. Acredito que o que vai definir será a forma de financiamento do projeto, assim como nenhuma restrição quanto a sistemas de armas, comunicação e manutenção(logística de peças). Se ganhar o Gripen NG acredito que a FAB saberá colocá-lo em um nível operacional superior a qquer força vizinha, o F18E/F fica uma incognita quanto aos vetos do congresso americano a AESA, AMRAAM, ECM, datalinks, etc. Eu gostaria mesmo é que a França se tornasse um parceiro realmente do Brasil e batesse os custos de aquisição do F18 E/F e Gripen NG, mesmo com contra partidas que pode ser até em petróleo do pré-sal. Afinal as últimas notícias são que o dinheiro do Pré sal deve ser pulverizado na América Latina e Africa como forma de não contaminarmos nossa economia com uma enchurrada de dolares, o que pode acabar com nosso parque industrial. É o que o Governo pensa. Então eu não vejo a hora que sai de uma vez este acordo do FX2 tanto com a Dassault, como com a Boeing ou SAAB, mas gostaria que o acordo fosse liberado ao público, inclusive com o sistema de armas a ser adotado. Nossa força merece o melhor equipamento e treinamento. AGora uma vez fechado com A, B ou C, devemos voltar nosso foco para a Embraer e em como ela viabilizará o programa FX2. Claro que não temos uma parte dos recursos americanos ou Chineses destiandos a armamentos, mas acredito que o resultado desta nova onda de modernização de nossas forças deve ser acompanhada de perto pelo público, principalmente quanto as metas, cronogramas, recursos e resultados

  182. Pensando bem, as três aeronaves são excelentes para a nossa Força se soubermos como usá-las ao limite. Acredito que o que vai definir será a forma de financiamento do projeto, assim como nenhuma restrição quanto a sistemas de armas, comunicação e manutenção(logística de peças). Se ganhar o Gripen NG acredito que a FAB saberá colocá-lo em um nível operacional superior a qquer força vizinha, o F18E/F fica uma incognita quanto aos vetos do congresso americano a AESA, AMRAAM, ECM, datalinks, etc. Eu gostaria mesmo é que a França se tornasse um parceiro realmente do Brasil e batesse os custos de aquisição do F18 E/F e Gripen NG, mesmo com contra partidas que pode ser até em petróleo do pré-sal. Afinal as últimas notícias são que o dinheiro do Pré sal deve ser pulverizado na América Latina e Africa como forma de não contaminarmos nossa economia com uma enchurrada de dolares, o que pode acabar com nosso parque industrial. É o que o Governo pensa. Então eu não vejo a hora que sai de uma vez este acordo do FX2 tanto com a Dassault, como com a Boeing ou SAAB, mas gostaria que o acordo fosse liberado ao público, inclusive com o sistema de armas a ser adotado. Nossa força merece o melhor equipamento e treinamento. AGora uma vez fechado com A, B ou C, devemos voltar nosso foco para a Embraer e em como ela viabilizará o programa FX2. Claro que não temos uma parte dos recursos americanos ou Chineses destiandos a armamentos, mas acredito que o resultado desta nova onda de modernização de nossas forças deve ser acompanhada de perto pelo público, principalmente quanto as metas, cronogramas, recursos e resultados

  183. João,
    o míssil balístico é lançado de forma balística tendo a aceleração fornecida por motores foguetes apenas na fase inicial, chamada de impulsão. O resto da trajetória se dá de forma ‘balística’ até atingir o alvo sem o uso de asas, fazendo acertos na trajetória com o auxílio de pequenas ‘aletas’.
    O míssil de cruzeiro é como um avião sem piloto que ‘voa’ sustentado por asas durante todo o trajeto até o alvo, em geral impulsionado por motores turbojatos.
    Existem os ‘semi-balísticos’ que são lançados de forma balística mas que possuem pequenas asas que lhes dão uma certa sustentação durante a fase intermediária de modo a aumentar o alcance.
    Um abraço.

  184. João,
    o míssil balístico é lançado de forma balística tendo a aceleração fornecida por motores foguetes apenas na fase inicial, chamada de impulsão. O resto da trajetória se dá de forma ‘balística’ até atingir o alvo sem o uso de asas, fazendo acertos na trajetória com o auxílio de pequenas ‘aletas’.
    O míssil de cruzeiro é como um avião sem piloto que ‘voa’ sustentado por asas durante todo o trajeto até o alvo, em geral impulsionado por motores turbojatos.
    Existem os ‘semi-balísticos’ que são lançados de forma balística mas que possuem pequenas asas que lhes dão uma certa sustentação durante a fase intermediária de modo a aumentar o alcance.
    Um abraço.

  185. João Curitiba,
    dei uma rápida olhada sobre o acordo MTCR (Missile Technology Control Regime) e ele inclui também os mísseis de cruzeiro, limitando-os a 300 km.
    Também, pelo que entendi, ele não só limita o desenvolvimento e exportação mas também a ‘utilização’.
    Um abraço.

  186. João Curitiba,
    dei uma rápida olhada sobre o acordo MTCR (Missile Technology Control Regime) e ele inclui também os mísseis de cruzeiro, limitando-os a 300 km.
    Também, pelo que entendi, ele não só limita o desenvolvimento e exportação mas também a ‘utilização’.
    Um abraço.

  187. Opinião!

    Já não tenho mais palavrar para para resolver esta situação
    Qual a necessidadee de um pais como nosso tem um vetor,como
    o Grifen? Já disse que este é um país de dimensões continentais.
    Não sgnifica que o Griffen seja um mal vetor, mas ele não se enquadra as nossas necessidades.Caso contrario vamos diversificar
    a nossas frota. Cada um com uma função. Para MB SU-34 , o Rafale para FAB com o SH, EB com MI-35 maior quantidade pelo menos 36,
    ai agradariamos Gregos e Troianos. A parte negociavamos a transfereencia tecnologica A gora!.. se Grifen fosse duas turbina,maio raio de ação, era um caso a se pensar. Quanto menor o vetor mais bases teremos que ter.

  188. Opinião!

    Já não tenho mais palavrar para para resolver esta situação
    Qual a necessidadee de um pais como nosso tem um vetor,como
    o Grifen? Já disse que este é um país de dimensões continentais.
    Não sgnifica que o Griffen seja um mal vetor, mas ele não se enquadra as nossas necessidades.Caso contrario vamos diversificar
    a nossas frota. Cada um com uma função. Para MB SU-34 , o Rafale para FAB com o SH, EB com MI-35 maior quantidade pelo menos 36,
    ai agradariamos Gregos e Troianos. A parte negociavamos a transfereencia tecnologica A gora!.. se Grifen fosse duas turbina,maio raio de ação, era um caso a se pensar. Quanto menor o vetor mais bases teremos que ter.

  189. Marco Antonio,

    Raio de ação maior? Segundo o fabricante o griPen e não griFen tem condições de sair da base de Anapolis chegar a região do pré-sal sobrevoar a área por 30 min e retornar.

    Agora se estiver pensando em utilizar as bases de Santa Maria (RS) pra interceptar aeronaves na Serra Raposa do Sol (RR) aí sim… mas neste caso hipotetico precisariamos de um 747 porque nem Sukoy nem Super Hornet chegariam.

    Abs

  190. Marco Antonio,

    Raio de ação maior? Segundo o fabricante o griPen e não griFen tem condições de sair da base de Anapolis chegar a região do pré-sal sobrevoar a área por 30 min e retornar.

    Agora se estiver pensando em utilizar as bases de Santa Maria (RS) pra interceptar aeronaves na Serra Raposa do Sol (RR) aí sim… mas neste caso hipotetico precisariamos de um 747 porque nem Sukoy nem Super Hornet chegariam.

    Abs

  191. Marco,

    Pelo que tenho acompanhado haverá um processo de realocação de nossas bases aéreas e exército, já previstos no Plano Nacional de Defesa, de modo que elas sejam melhor localizados para acesso rápido a qualquer parte do país, neste ponto acho o C.O. estratégico.

    O Gripen possui estas caracteristicas de operar bases pouco estruturadas, como em rodovias, sendo rapidamente reabastecido e remuniciado.

    Outro ponto importante são justamente os armamentos, atravesso o país disparo todos meus mísseis, volto para base do outro lado do país coloco mais misseis e retomo o combate hehe. E haja tanque sub-alar pro RAFALE.

    Abs

  192. Marco,

    Pelo que tenho acompanhado haverá um processo de realocação de nossas bases aéreas e exército, já previstos no Plano Nacional de Defesa, de modo que elas sejam melhor localizados para acesso rápido a qualquer parte do país, neste ponto acho o C.O. estratégico.

    O Gripen possui estas caracteristicas de operar bases pouco estruturadas, como em rodovias, sendo rapidamente reabastecido e remuniciado.

    Outro ponto importante são justamente os armamentos, atravesso o país disparo todos meus mísseis, volto para base do outro lado do país coloco mais misseis e retomo o combate hehe. E haja tanque sub-alar pro RAFALE.

    Abs

  193. Depois desta entrevista do Michael Coggins a Defesa NET sobre o F18E/F e sua proposta ao Brasil fica claro que o que esta em jogo é o vetor e não os armamentos (não inclui AIM-120 e AIM-9X).
    Não inclui no F18E/F sua ultima versão de motorização.
    São tantos porém que eu duvido muito deste acordo com os Americanos. Eles já levaram no passado o Sivam com a Ratheon, e me parece que o acordo não foi conlcuído com sucesso ou transferência de alguma tecnologia ao Brasil.
    Não acredito no F18E/F, ele está fora…Não vejo nesta entrevista alguma mudança de ruma na relação Brasil Estados Unidos, eles estão vendendo seu avião da mesmo forma que vendem um máquina para uma indústria. Não evolução, não enchergo o Brasil parceiro dos Estados Unidos… O cara fala só em vendas, venda, FMS, venda… e não entende que o que o Brasil deseja não uma venda e compra mas um parceiro, por isso estão fora… e vão levar o Gripen junto neste mesmo saco…

    ============================================================
    Escrito por Defesa Brasil
    Ter, 21 de Julho de 2009 09:00
    Para executivo, escolha do Super Hornet no Projeto F-X2 irá reforçar relações entre o Brasil e os EUA.

    Por Vinicius Pimenta
    Colaboraram Leonardo Jones e Rodrigo Bendoraytes

    De competidor desacreditado à finalista no F-X2. Essa foi a grande virada da norte-americana Boeing, uma das três empresas que disputam o bilionário contrato de fornecimento de 36 novas aeronaves de combate para a Força Aérea Brasileira. Se no início praticamente não havia quem acreditasse que a gigante da indústria aeroespacial pudesse sobreviver à primeira fase da competição, hoje o F/A-18 E/F Super Hornet já é visto por muitos como um fortíssimo candidato a equipar a aviação de caça brasileira.

    As razões de tamanha desconfiança não são por acaso. O Brasil exigirá do vencedor um amplo programa de compensações comerciais e de transferência de tecnologia. O país quer garantir uma maior independência na operação das aeronaves, inclusive com a possibilidade de integração de armamentos brasileiros, além de alavancar a capacidade da indústria brasileira de competir no multibilionário mercado mundial de defesa. É justamente nesse ponto que se acreditava que a proposta norte-americana esbarraria em tradicionais restrições impostas pelo Governo dos Estados Unidos a esse tipo de acordo. De acordo com os executivos da Boeing, esbarrava.

    “Todas as tecnologias já foram aprovadas para liberação.”, garante Michael Coggins, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Boeing, o principal responsável pela articulação entre a empresa e a indústria brasileira. Ele afirma que a possível venda do Super Hornet ao Brasil é diferente de outras negociações no passado. “A diferença entre esta venda e quaisquer outras que vieram antes é o fato de que a aquisição do Super Hornet trata-se de uma venda de Governo para Governo através do processo Foreign Military Sales”, disse. De acordo com o executivo, o Governo dos Estados Unidos é obrigado a resolver todas as questões de autorizações e políticas antes de entrar em uma concorrência do tipo. “É uma proposta do Governo dos Estados Unidos e não da Boeing.”, afirmou Coggins. “[A escolha do Super Hornet] irá reforçar a relação entre as maiores economias e Forças Armadas das Américas do Sul e do Norte.”, completou.

    De passagem pelo Brasil, onde deu continuidade às conversações com empresas brasileiras, ele concedeu com exclusividade uma entrevista ao Defesa Brasil. O executivo falou sobre a proposta norte-americana ao País, transferência de tecnologia, produção local e integração de armamentos nacionais no F-18 E/F Super Hornet.

    Leia a íntegra da entrevista:
    Defesa Brasil – Segundo Bob Gower (Vice-Presidente do Programa Super Hornet), na proposta da Boeing ao Brasil foram incluídos 28 projetos com 25 empresas brasileiras. É possível listá-los ou indicar os principais projetos e empresas? O que já foi conversado com a Mectron, Embraer, Avibras, entre outras?

    Michael Coggins – Os projetos vão desde pura pesquisa de tecnologias envolvendo materiais avançados e aerodinâmica supersônica para o trabalho de design de upgrades, modelagens e de simulação do Super Hornet, até a fabricação dos subcomponentes da aeronave para manutenção e suporte de todo o programa Super Hornet.

    Os parceiros foram escolhidos com base nas suas atuais capacidades e os seus objetivos estratégicos no setor aeroespacial. É óbvio que os principais fornecedores citados são líderes em seus respectivos campos e outros devem ser acrescentados à lista como ATECH e Aeroelectronica, por exemplo.

    DB – O subsecretário de Estado para a América Latina, Tom Shannon, afirmou que a compra do Super Hornet representaria um offset de 117 projetos apenas no âmbito da Embraer. Seria possível apontar de maneira geral o que englobariam esses projetos? Qual a diferença entre esses 117 projetos com a Embraer e os outros 28 projetos com 25 empresas brasileiras citados por Bob Gower?

    MC – Nossa proposta original de offset incluía mais de uma centena de aplicações potenciais. Depois de discussões com a FAB nas reuniões de esclarecimento em março, nossas iniciativas foram agrupadas de modo que cada projeto exibisse cada elemento do ciclo de vida e pudesse ser considerado “sustentável”, com valor econômico a longo prazo.

    DB – Northrop e General Electric foram apontadas como exemplos de possíveis parceiras de empresas brasileiras no projeto do F-X2. Quais seriam os projetos e quais os seus parceiros nacionais?

    MC – Na verdade, todos os membros da parceria industrial do Super Hornet foram trazidos para apoiar e beneficiar o programa de offsets. A GE tem, obviamente, projetos relacionados com o motor e Northrop vários outros extensos projetos de materiais e fabricação.

    DB – Em relação à GE, haveria alguma possibilidade de produção dos motores F414 na subsidiária da empresa no Brasil, a GE Celma, ou ao menos sua capacitação para o overhaul desses motores?

    MC – Montagem, manutenção e teste dos motores serão feitos no Brasil.

    DB – Ainda sobre as turbinas, em maio deste ano foi noticiado que a Boeing estudava oferecer aos futuros clientes estrangeiros do Super Hornet a dotação de motores GE F414 modificados (Enhanced Durability Engine – EDE), capazes de desenvolver uma potência máxima 20% maior do que o motor utilizado atualmente. Esse modelo de motor foi oferecido ao Brasil?

    MC – Não foi oferecido uma vez que não foi uma exigência do RFP.

    DB – Também em maio deste ano, foi noticiado que a Lockheed Martin desenvolveria um novo IRST para o Super Hornet. Este sistema foi incluído na proposta para o Brasil?

    MC – O maior benefício com a compra do Super Hornet é que o Brasil vai ter a vantagem de mais de US $ 1 bilhão em investimentos programados que os Estados Unidos vão fazer no desenvolvimento de melhores capacidades. O governo brasileiro irá se beneficiar de não ter que financiar este desenvolvimento e irá beneficiar a indústria brasileira ao participar do desenvolvimento e da produção de novos sistemas. Nenhum outro sistema na concorrência pode oferecer os benefícios que o Super Hornet pode oferecer. O Brasil pode decidir quais os itens que vai querer e quais os itens que não fazem sentido para ele.

    DB – O F-X2 prevê a compra de apenas 36 aeronaves, mas o escolhido provavelmente receberá no futuro encomendas adicionais com o potencial de até 120 aeronaves. Segundo Jim Albaugh (Presidente da divisão de defesa da Boeing), a proposta da Boeing prevê a produção no Brasil de “grande parte” componentes do Super Hornet, em caso de vitória no F-X2. O que a Boeing considera “grande parte”? Que componentes seriam produzidos no Brasil? Qual o índice de nacionalização previsto? Em caso de lotes posteriores, seria possível aumentar ainda mais a quantidade de componentes produzidos no Brasil?

    MC – A indústria brasileira vai construir porções significativas da fuselagem, das asas, irá integrar armamentos n a plataforma e dará suporte à operação da aeronave. A indústria brasileira foi quem selecionou esses itens como os que mais agregarão valor a curto e longo prazo para suas empresas.

    DB – Um dos pontos-chave das exigências do Brasil é o acesso à partes do código-fonte da aeronave que permitiriam a integração no Brasil de armamentos nacionais. A Boeing incluiu essa possibilidade na proposta e já tem todas as autorizações necessárias para isso?

    MC – O governo dos Estados Unidos aprovou a integração de armas brasileiras na plataforma, com a indústria brasileira fazendo o desenvolvimento do software.

    DB – O radar Raytheon AN/APG-79 AESA que equipa o F/A-18E/F Block II é considerado um dos mais modernos em uso atualmente e com isso torna-se um equipamento de certa forma sigiloso. A proposta da Boeing para o Brasil oferece alguma transferência de tecnologia deste equipamento? Caso positivo, em que nível seria?

    MC – O radar AN/APG-79 AESA é o mais avançado AESA em produção hoje (e não “um dos”), estando aprovada sua liberação ao Brasil e incluído na proposta. Este é um grande exemplo do grande avanço no processo liberação já aprovado pelo Governo dos Estados Unidos.

    DB – Os AIM-120 e AIM-9X são os principais mísseis do Super Hornet para o combate aéreo. Qual a versão do AIM-120 oferecida ao Brasil? Algumas fontes especializadas divulgaram que a venda do AIM-9X foi vetada, essa informação é verídica? Caso seja, qual o motivo e qual a versão ofertada?

    MC – O Brasil preferiu integrar seus próprios mísseis WVR no lugar do AIM-9X e o Governo dos Estados Unidos aprovou, já que isso é consistente com a vontade de expandir a capacidade da indústria brasileira.

    DB – E os AIM-120?

    MC – O Brasil preferiu integrar seus próprios mísseis.

    DB – Qual armamento está sendo oferecido para combater objetivos terrestres? No pacote estão incluídos os mísseis JSOW, SLAM-ER e bombas JDAM?

    MC – Você pode checar com a FAB.

    DB – Até hoje não saiu a notificação da DSCA ao Congresso dos Estados Unidos sobre a possibilidade de venda (FMS) do Super Hornet ao Brasil. A que se deve essa falta de notificação? Não seria um sinal de que a proposta ainda não conta totalmente com o aval do governo norte-americano?

    MC – No caso do Brasil, o Governo do Estados Unidos está realmente acelerando o processo como um sinal do seu desejo de uma relação militar mais estreita. Esperamos que a notificação aconteça em breve. Não é exigida uma ação do Congresso para obter aprovação. A notificação ao Congresso é normalmente feita imediatamente antes da apresentação de uma Carta de Oferta e Aceitação pelo Governo dos Estados Unidos ao país interessado em adquirir o equipamento.

    DB – A maior desconfiança de alguns militares e especialistas brasileiros e de parte da imprensa especializada é com relação a possibilidade de vetos norte-americanos a projetos brasileiros ou a transferências de tecnologias mais sensíveis. Vetos que não ocorreram apenas no passado. Ainda em 2008 houve problemas com a importação de determinados produtos para o míssil nacional MAR-1, por exemplo. A Boeing pode garantir que esta política mudou e agora o Brasil terá acesso mais facilitado a armamentos e tecnologias de ponta por parte dos Estados Unidos?

    MC – A diferença entre esta venda e quaisquer outras que vieram antes é o fato de que a aquisição do Super Hornet trata-se de uma venda de Governo para Governo através do processo Foreign Military Sales. O Governo dos Estados Unidos é obrigado a resolver todas as questões de autorizações e políticas antes de entrar em uma oferta vinculativa, o que é exatamente o que aconteceu no programa Super Hornet. Todas as tecnologias já foram aprovadas para liberação e todo detalhe do programa, tal como descrito na proposta dos EUA, tem o total apoio e boa fé do Governo dos Estados Unidos.

    DB – Em março deste ano, foi noticiado que o houve sete “vetos políticos” dentre as mais de 2 mil licenças do Super Hornet. Quais seriam esses vetos especificamente ou que tipo de coisa eles permitiriam ou não permitiriam que o Brasil fizesse?

    MC – As duas mil licenças não são relacionadas com o Super Hornet e nós não temos qualquer conhecimento sobre essas licenças que foram negadas. Proteger uma licença é geralmente um processo administrativo que é guiado por decisões políticas. No caso do Super Hornet F/A-18E/F, todas as políticas, autorizações e aprovações estão em ordem para apoiar a proposta do Super Hornet para o Brasil.

    DB – Qual é o diferencial da proposta da Boeing? Por que o Brasil deveria escolher o Super Hornet?

    MC – Lembre-se, é uma proposta do Governo dos Estados Unidos e não da Boeing. O Super Hornet oferece, de longe, o maior apreço. É a aeronave mais capaz, a um ótimo preço. Nós temos um programa logístico baseado nas práticas dos Estados Unidos, que são consideradas o padrão mundial. Os custos de operação serão mais baixos já que os Super Hornets da FAB farão parte de uma frota mundial de mais de 800 aviões, ao invés de ser uma frota órfã. O risco associado ao programa é insignificante em comparação com a concorrência – a partir de um cronograma, orçamento, gestão de programas, desenvolvimento (por exemplo, os atuais programas de desenvolvimento de aeronaves têm mostrado 100% de atrasos) e do ponto de vista dos offsets.
    A escolha do Super Hornet permite que a Força Aérea Brasileira se beneficie dos mais de um bilhão de dólares em investimentos em desenvolvimentos futuros planejados pelo Governo dos Estados Unidos no programa de melhorias da aeronave. O programa de offsets não apenas transfere tecnologias-chave e gera empregos no Brasil, ele proporciona à Indústria brasileira o acesso a mercados potenciais uma ou duas vezes maior do que a concorrência. Além disso, irá reforçar a relação entre as maiores economias e Forças Armadas das Américas do Sul e do Norte.

  194. Depois desta entrevista do Michael Coggins a Defesa NET sobre o F18E/F e sua proposta ao Brasil fica claro que o que esta em jogo é o vetor e não os armamentos (não inclui AIM-120 e AIM-9X).
    Não inclui no F18E/F sua ultima versão de motorização.
    São tantos porém que eu duvido muito deste acordo com os Americanos. Eles já levaram no passado o Sivam com a Ratheon, e me parece que o acordo não foi conlcuído com sucesso ou transferência de alguma tecnologia ao Brasil.
    Não acredito no F18E/F, ele está fora…Não vejo nesta entrevista alguma mudança de ruma na relação Brasil Estados Unidos, eles estão vendendo seu avião da mesmo forma que vendem um máquina para uma indústria. Não evolução, não enchergo o Brasil parceiro dos Estados Unidos… O cara fala só em vendas, venda, FMS, venda… e não entende que o que o Brasil deseja não uma venda e compra mas um parceiro, por isso estão fora… e vão levar o Gripen junto neste mesmo saco…

    ============================================================
    Escrito por Defesa Brasil
    Ter, 21 de Julho de 2009 09:00
    Para executivo, escolha do Super Hornet no Projeto F-X2 irá reforçar relações entre o Brasil e os EUA.

    Por Vinicius Pimenta
    Colaboraram Leonardo Jones e Rodrigo Bendoraytes

    De competidor desacreditado à finalista no F-X2. Essa foi a grande virada da norte-americana Boeing, uma das três empresas que disputam o bilionário contrato de fornecimento de 36 novas aeronaves de combate para a Força Aérea Brasileira. Se no início praticamente não havia quem acreditasse que a gigante da indústria aeroespacial pudesse sobreviver à primeira fase da competição, hoje o F/A-18 E/F Super Hornet já é visto por muitos como um fortíssimo candidato a equipar a aviação de caça brasileira.

    As razões de tamanha desconfiança não são por acaso. O Brasil exigirá do vencedor um amplo programa de compensações comerciais e de transferência de tecnologia. O país quer garantir uma maior independência na operação das aeronaves, inclusive com a possibilidade de integração de armamentos brasileiros, além de alavancar a capacidade da indústria brasileira de competir no multibilionário mercado mundial de defesa. É justamente nesse ponto que se acreditava que a proposta norte-americana esbarraria em tradicionais restrições impostas pelo Governo dos Estados Unidos a esse tipo de acordo. De acordo com os executivos da Boeing, esbarrava.

    “Todas as tecnologias já foram aprovadas para liberação.”, garante Michael Coggins, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Boeing, o principal responsável pela articulação entre a empresa e a indústria brasileira. Ele afirma que a possível venda do Super Hornet ao Brasil é diferente de outras negociações no passado. “A diferença entre esta venda e quaisquer outras que vieram antes é o fato de que a aquisição do Super Hornet trata-se de uma venda de Governo para Governo através do processo Foreign Military Sales”, disse. De acordo com o executivo, o Governo dos Estados Unidos é obrigado a resolver todas as questões de autorizações e políticas antes de entrar em uma concorrência do tipo. “É uma proposta do Governo dos Estados Unidos e não da Boeing.”, afirmou Coggins. “[A escolha do Super Hornet] irá reforçar a relação entre as maiores economias e Forças Armadas das Américas do Sul e do Norte.”, completou.

    De passagem pelo Brasil, onde deu continuidade às conversações com empresas brasileiras, ele concedeu com exclusividade uma entrevista ao Defesa Brasil. O executivo falou sobre a proposta norte-americana ao País, transferência de tecnologia, produção local e integração de armamentos nacionais no F-18 E/F Super Hornet.

    Leia a íntegra da entrevista:
    Defesa Brasil – Segundo Bob Gower (Vice-Presidente do Programa Super Hornet), na proposta da Boeing ao Brasil foram incluídos 28 projetos com 25 empresas brasileiras. É possível listá-los ou indicar os principais projetos e empresas? O que já foi conversado com a Mectron, Embraer, Avibras, entre outras?

    Michael Coggins – Os projetos vão desde pura pesquisa de tecnologias envolvendo materiais avançados e aerodinâmica supersônica para o trabalho de design de upgrades, modelagens e de simulação do Super Hornet, até a fabricação dos subcomponentes da aeronave para manutenção e suporte de todo o programa Super Hornet.

    Os parceiros foram escolhidos com base nas suas atuais capacidades e os seus objetivos estratégicos no setor aeroespacial. É óbvio que os principais fornecedores citados são líderes em seus respectivos campos e outros devem ser acrescentados à lista como ATECH e Aeroelectronica, por exemplo.

    DB – O subsecretário de Estado para a América Latina, Tom Shannon, afirmou que a compra do Super Hornet representaria um offset de 117 projetos apenas no âmbito da Embraer. Seria possível apontar de maneira geral o que englobariam esses projetos? Qual a diferença entre esses 117 projetos com a Embraer e os outros 28 projetos com 25 empresas brasileiras citados por Bob Gower?

    MC – Nossa proposta original de offset incluía mais de uma centena de aplicações potenciais. Depois de discussões com a FAB nas reuniões de esclarecimento em março, nossas iniciativas foram agrupadas de modo que cada projeto exibisse cada elemento do ciclo de vida e pudesse ser considerado “sustentável”, com valor econômico a longo prazo.

    DB – Northrop e General Electric foram apontadas como exemplos de possíveis parceiras de empresas brasileiras no projeto do F-X2. Quais seriam os projetos e quais os seus parceiros nacionais?

    MC – Na verdade, todos os membros da parceria industrial do Super Hornet foram trazidos para apoiar e beneficiar o programa de offsets. A GE tem, obviamente, projetos relacionados com o motor e Northrop vários outros extensos projetos de materiais e fabricação.

    DB – Em relação à GE, haveria alguma possibilidade de produção dos motores F414 na subsidiária da empresa no Brasil, a GE Celma, ou ao menos sua capacitação para o overhaul desses motores?

    MC – Montagem, manutenção e teste dos motores serão feitos no Brasil.

    DB – Ainda sobre as turbinas, em maio deste ano foi noticiado que a Boeing estudava oferecer aos futuros clientes estrangeiros do Super Hornet a dotação de motores GE F414 modificados (Enhanced Durability Engine – EDE), capazes de desenvolver uma potência máxima 20% maior do que o motor utilizado atualmente. Esse modelo de motor foi oferecido ao Brasil?

    MC – Não foi oferecido uma vez que não foi uma exigência do RFP.

    DB – Também em maio deste ano, foi noticiado que a Lockheed Martin desenvolveria um novo IRST para o Super Hornet. Este sistema foi incluído na proposta para o Brasil?

    MC – O maior benefício com a compra do Super Hornet é que o Brasil vai ter a vantagem de mais de US $ 1 bilhão em investimentos programados que os Estados Unidos vão fazer no desenvolvimento de melhores capacidades. O governo brasileiro irá se beneficiar de não ter que financiar este desenvolvimento e irá beneficiar a indústria brasileira ao participar do desenvolvimento e da produção de novos sistemas. Nenhum outro sistema na concorrência pode oferecer os benefícios que o Super Hornet pode oferecer. O Brasil pode decidir quais os itens que vai querer e quais os itens que não fazem sentido para ele.

    DB – O F-X2 prevê a compra de apenas 36 aeronaves, mas o escolhido provavelmente receberá no futuro encomendas adicionais com o potencial de até 120 aeronaves. Segundo Jim Albaugh (Presidente da divisão de defesa da Boeing), a proposta da Boeing prevê a produção no Brasil de “grande parte” componentes do Super Hornet, em caso de vitória no F-X2. O que a Boeing considera “grande parte”? Que componentes seriam produzidos no Brasil? Qual o índice de nacionalização previsto? Em caso de lotes posteriores, seria possível aumentar ainda mais a quantidade de componentes produzidos no Brasil?

    MC – A indústria brasileira vai construir porções significativas da fuselagem, das asas, irá integrar armamentos n a plataforma e dará suporte à operação da aeronave. A indústria brasileira foi quem selecionou esses itens como os que mais agregarão valor a curto e longo prazo para suas empresas.

    DB – Um dos pontos-chave das exigências do Brasil é o acesso à partes do código-fonte da aeronave que permitiriam a integração no Brasil de armamentos nacionais. A Boeing incluiu essa possibilidade na proposta e já tem todas as autorizações necessárias para isso?

    MC – O governo dos Estados Unidos aprovou a integração de armas brasileiras na plataforma, com a indústria brasileira fazendo o desenvolvimento do software.

    DB – O radar Raytheon AN/APG-79 AESA que equipa o F/A-18E/F Block II é considerado um dos mais modernos em uso atualmente e com isso torna-se um equipamento de certa forma sigiloso. A proposta da Boeing para o Brasil oferece alguma transferência de tecnologia deste equipamento? Caso positivo, em que nível seria?

    MC – O radar AN/APG-79 AESA é o mais avançado AESA em produção hoje (e não “um dos”), estando aprovada sua liberação ao Brasil e incluído na proposta. Este é um grande exemplo do grande avanço no processo liberação já aprovado pelo Governo dos Estados Unidos.

    DB – Os AIM-120 e AIM-9X são os principais mísseis do Super Hornet para o combate aéreo. Qual a versão do AIM-120 oferecida ao Brasil? Algumas fontes especializadas divulgaram que a venda do AIM-9X foi vetada, essa informação é verídica? Caso seja, qual o motivo e qual a versão ofertada?

    MC – O Brasil preferiu integrar seus próprios mísseis WVR no lugar do AIM-9X e o Governo dos Estados Unidos aprovou, já que isso é consistente com a vontade de expandir a capacidade da indústria brasileira.

    DB – E os AIM-120?

    MC – O Brasil preferiu integrar seus próprios mísseis.

    DB – Qual armamento está sendo oferecido para combater objetivos terrestres? No pacote estão incluídos os mísseis JSOW, SLAM-ER e bombas JDAM?

    MC – Você pode checar com a FAB.

    DB – Até hoje não saiu a notificação da DSCA ao Congresso dos Estados Unidos sobre a possibilidade de venda (FMS) do Super Hornet ao Brasil. A que se deve essa falta de notificação? Não seria um sinal de que a proposta ainda não conta totalmente com o aval do governo norte-americano?

    MC – No caso do Brasil, o Governo do Estados Unidos está realmente acelerando o processo como um sinal do seu desejo de uma relação militar mais estreita. Esperamos que a notificação aconteça em breve. Não é exigida uma ação do Congresso para obter aprovação. A notificação ao Congresso é normalmente feita imediatamente antes da apresentação de uma Carta de Oferta e Aceitação pelo Governo dos Estados Unidos ao país interessado em adquirir o equipamento.

    DB – A maior desconfiança de alguns militares e especialistas brasileiros e de parte da imprensa especializada é com relação a possibilidade de vetos norte-americanos a projetos brasileiros ou a transferências de tecnologias mais sensíveis. Vetos que não ocorreram apenas no passado. Ainda em 2008 houve problemas com a importação de determinados produtos para o míssil nacional MAR-1, por exemplo. A Boeing pode garantir que esta política mudou e agora o Brasil terá acesso mais facilitado a armamentos e tecnologias de ponta por parte dos Estados Unidos?

    MC – A diferença entre esta venda e quaisquer outras que vieram antes é o fato de que a aquisição do Super Hornet trata-se de uma venda de Governo para Governo através do processo Foreign Military Sales. O Governo dos Estados Unidos é obrigado a resolver todas as questões de autorizações e políticas antes de entrar em uma oferta vinculativa, o que é exatamente o que aconteceu no programa Super Hornet. Todas as tecnologias já foram aprovadas para liberação e todo detalhe do programa, tal como descrito na proposta dos EUA, tem o total apoio e boa fé do Governo dos Estados Unidos.

    DB – Em março deste ano, foi noticiado que o houve sete “vetos políticos” dentre as mais de 2 mil licenças do Super Hornet. Quais seriam esses vetos especificamente ou que tipo de coisa eles permitiriam ou não permitiriam que o Brasil fizesse?

    MC – As duas mil licenças não são relacionadas com o Super Hornet e nós não temos qualquer conhecimento sobre essas licenças que foram negadas. Proteger uma licença é geralmente um processo administrativo que é guiado por decisões políticas. No caso do Super Hornet F/A-18E/F, todas as políticas, autorizações e aprovações estão em ordem para apoiar a proposta do Super Hornet para o Brasil.

    DB – Qual é o diferencial da proposta da Boeing? Por que o Brasil deveria escolher o Super Hornet?

    MC – Lembre-se, é uma proposta do Governo dos Estados Unidos e não da Boeing. O Super Hornet oferece, de longe, o maior apreço. É a aeronave mais capaz, a um ótimo preço. Nós temos um programa logístico baseado nas práticas dos Estados Unidos, que são consideradas o padrão mundial. Os custos de operação serão mais baixos já que os Super Hornets da FAB farão parte de uma frota mundial de mais de 800 aviões, ao invés de ser uma frota órfã. O risco associado ao programa é insignificante em comparação com a concorrência – a partir de um cronograma, orçamento, gestão de programas, desenvolvimento (por exemplo, os atuais programas de desenvolvimento de aeronaves têm mostrado 100% de atrasos) e do ponto de vista dos offsets.
    A escolha do Super Hornet permite que a Força Aérea Brasileira se beneficie dos mais de um bilhão de dólares em investimentos em desenvolvimentos futuros planejados pelo Governo dos Estados Unidos no programa de melhorias da aeronave. O programa de offsets não apenas transfere tecnologias-chave e gera empregos no Brasil, ele proporciona à Indústria brasileira o acesso a mercados potenciais uma ou duas vezes maior do que a concorrência. Além disso, irá reforçar a relação entre as maiores economias e Forças Armadas das Américas do Sul e do Norte.

  195. Falando em TT não podemos ignorar que das aquisições recentes da FA, talvez a mais bem sucedida parceria recente foi com os suecos da ERICSON no programa R-99.

    Com os Grifos é esperar e correr pro abraço.

    VLW

  196. Falando em TT não podemos ignorar que das aquisições recentes da FA, talvez a mais bem sucedida parceria recente foi com os suecos da ERICSON no programa R-99.

    Com os Grifos é esperar e correr pro abraço.

    VLW

  197. Bosco

    Obrigado pelos esclarecimentos. Você sabe quem inventou este tratado? Sabe ainda se os 5 integrantes do Conselho de Segurança da ONU assinaram? Se assinaram, como ficam o estoques que êles já têm? E o nosso VLS se enquadra nesta limitação? Caso positivo, como o Brasil vai poder lançar satélites em órbita alta?

    Abraços e mais uma vez obrigado.

  198. Bosco

    Obrigado pelos esclarecimentos. Você sabe quem inventou este tratado? Sabe ainda se os 5 integrantes do Conselho de Segurança da ONU assinaram? Se assinaram, como ficam o estoques que êles já têm? E o nosso VLS se enquadra nesta limitação? Caso positivo, como o Brasil vai poder lançar satélites em órbita alta?

    Abraços e mais uma vez obrigado.

  199. Prezados
    VOltsndo ao assunto s-300
    Bosco não sei se será uma pergunta ou um questionamento ok?
    ë o seguinte os 300km é a partir de onde?
    se for for lançado de Goiás ou do litoral por ex. atinge solo nacional (200milhas que gira em torno de 360km) ou se é a partir do ponto extremo?
    outra posição
    é necessário seja quem ganhe,torna-se necessário a implantação de bases de pequeno médio e grande porte no norte do país.
    O Oiapoque é outroo local de entra e sai de franceses enquantos brasileiros são barrados na frança(paris)
    sds

  200. Prezados
    VOltsndo ao assunto s-300
    Bosco não sei se será uma pergunta ou um questionamento ok?
    ë o seguinte os 300km é a partir de onde?
    se for for lançado de Goiás ou do litoral por ex. atinge solo nacional (200milhas que gira em torno de 360km) ou se é a partir do ponto extremo?
    outra posição
    é necessário seja quem ganhe,torna-se necessário a implantação de bases de pequeno médio e grande porte no norte do país.
    O Oiapoque é outroo local de entra e sai de franceses enquantos brasileiros são barrados na frança(paris)
    sds

  201. Como se vê, nosso país vive assinando tratados que comprometem a própria soberania e o direito de armar-se para defender-se. O mesmo está ocorrendo com os índios, visto que por trás da ONU estão os americanos, franceses, ingleses, etc. tentando inviabilizar nossas riquezas. Há um estudo de que os banqueiros ingleses, os mesmos que financiaram a “independência do Brasil” em 1822, já tem prospectado os locais de jazidas de minerais raros no norte do Brasil, diga-se região amazônica, Roraima, minérios estratégicos para projetos nucleares e espaciais.

  202. Como se vê, nosso país vive assinando tratados que comprometem a própria soberania e o direito de armar-se para defender-se. O mesmo está ocorrendo com os índios, visto que por trás da ONU estão os americanos, franceses, ingleses, etc. tentando inviabilizar nossas riquezas. Há um estudo de que os banqueiros ingleses, os mesmos que financiaram a “independência do Brasil” em 1822, já tem prospectado os locais de jazidas de minerais raros no norte do Brasil, diga-se região amazônica, Roraima, minérios estratégicos para projetos nucleares e espaciais.

  203. Pessoal,

    Na proposta Suéca a maioria dos componentes americanos dos Grifos serão substituídos por componentes brasileiros, tais como, softwares, displays, capacete, trem de pouso, etc …, já fabricados aqui pela Aeroeletrônica e Embraer … e o que há de genuinamente suéco como aviônicos e D-link, engenharia aerodinâmica, materiais compostos … dessa parceria nascerá o Gripen NG-BR … ficará 100% independente do Tio Sam ? … não ainda haverá o reator e provavelmente algum soft que ainda não estejamos capacitados a produzir … porém é um ENORME passo para a nossa independência rumo ao futuro caçador genuinamente Made-in-Brazil … minha opinião !

    abraço a todos
    Kaleu

  204. Pessoal,

    Na proposta Suéca a maioria dos componentes americanos dos Grifos serão substituídos por componentes brasileiros, tais como, softwares, displays, capacete, trem de pouso, etc …, já fabricados aqui pela Aeroeletrônica e Embraer … e o que há de genuinamente suéco como aviônicos e D-link, engenharia aerodinâmica, materiais compostos … dessa parceria nascerá o Gripen NG-BR … ficará 100% independente do Tio Sam ? … não ainda haverá o reator e provavelmente algum soft que ainda não estejamos capacitados a produzir … porém é um ENORME passo para a nossa independência rumo ao futuro caçador genuinamente Made-in-Brazil … minha opinião !

    abraço a todos
    Kaleu

  205. Prezado
    O ponto fraco do Brasil, Turbinas
    “Existem, atualmente, três fornecedores independentes de motores para grandes aeronaves comerciais. A GE, a Rolls-Royce (“RR”) e a Pratt & Whitney (“P&W”). Estes fabricantes de motores criaram empresas comuns entre si ou com outras empresas aeronáuticas com vista a fabricar e comercializar motores para aplicações genéricas ou específicas. As empresas comuns mais importantes são a CFMI (uma empresa comum constituída, com participações iguais, pela GE e a SNECMA, de França) e a International Aero-Engines (“IAE”)7. Os três fabricantes e fornecedores independentes de motores estão presentes, embora com níveis de penetração diferentes, em toda a gama das grandes aeronaves comerciais.”
    * A IAE é uma empresa comum entre a P&W, RR, MTU e a Japanese Aero Engines Corp. que fabrica o motor V2500 para aviões de fuselagem estreita. Com uma participação de 32% cada, a P&W e a RR são
    os parceiros maioritários.
    Para maiores eesclarecimentos
    http://www.aereo.jor.br/?p=10371&cpage=3#comment-37485

  206. Prezado
    O ponto fraco do Brasil, Turbinas
    “Existem, atualmente, três fornecedores independentes de motores para grandes aeronaves comerciais. A GE, a Rolls-Royce (“RR”) e a Pratt & Whitney (“P&W”). Estes fabricantes de motores criaram empresas comuns entre si ou com outras empresas aeronáuticas com vista a fabricar e comercializar motores para aplicações genéricas ou específicas. As empresas comuns mais importantes são a CFMI (uma empresa comum constituída, com participações iguais, pela GE e a SNECMA, de França) e a International Aero-Engines (“IAE”)7. Os três fabricantes e fornecedores independentes de motores estão presentes, embora com níveis de penetração diferentes, em toda a gama das grandes aeronaves comerciais.”
    * A IAE é uma empresa comum entre a P&W, RR, MTU e a Japanese Aero Engines Corp. que fabrica o motor V2500 para aviões de fuselagem estreita. Com uma participação de 32% cada, a P&W e a RR são
    os parceiros maioritários.
    Para maiores eesclarecimentos
    http://www.aereo.jor.br/?p=10371&cpage=3#comment-37485

  207. O que você prefere uma Ferrari ( Rafale) um Porsche ( Hornet ) ou um fusca ( Grifen )

    Com toda certeza muitos escolherao a Ferrari ( Rafale) ou o Porsche ( Hornet )

    Perguntas
    Tem dinheiro para pagar o IPVA ( melhorias em aeroportos ou construção de novos ) destas maquinas;

    Tem dinheiro para para colocar gasolina, a Ferrari ( Rafale) e beberrona e o Porsche ( Hornet ) nao fica muito atras;

    Tem dinheiro para melhorar o visual ( armamentos) para melhorar o visual da Ferrari ( Rafale) , o visual do Porsche ( Hornet ) tem que mandar importar e pedir autorização da matriz ( Congresso Americano ) e rezar para librarem.

    Como eu sou ( e o pais tambem e ) pobre acho que o fusca ( Grifen ) esta de bom tamanho.

    Afinal de contas o que eu faria com uma Ferrari ( Rafale) ou um Porsche ( Hornet ), provavelmente ficariam parados na garagem ( parados no chao ) pois papai ( Governo ) não me da o dinheiro suficiente para manter eles funcionando da forma certa ( armados ate os dentes )

    E pensando bem acho que vou ficar com o fusca ( Grifen ), o dinheiro que papai ( Governo ), me da e suficiente para manter e principamente ele nao vai ficar na garagem ( no chao ) pegando po ou enferrujando, o dinheiro que economizarei sera usado para colocar gasolina ( armamento completo ), no bichinho.

    O fusca ( Grifen ) pode nao ser muito grande, bonito, chamoso, mas o que me interessa e mesmo e deixar ele com muita gasolina ( armados ate os dentes ), andar ( deixar ele o maior tempo possivel no ar patrulhando nosso espaço aereo e para isso que serve um caça, serve para voar, nao para ficar no chao servindo de alvo para os inimigos) nele e mostrar para os amigos ( vizinhos ), com toda certeza ficarão com uma tremenda inveja do meu possante ( pensarão muito antes de tentarem alguma coisa )

    Preciso falar mais alguma coisa

  208. O que você prefere uma Ferrari ( Rafale) um Porsche ( Hornet ) ou um fusca ( Grifen )

    Com toda certeza muitos escolherao a Ferrari ( Rafale) ou o Porsche ( Hornet )

    Perguntas
    Tem dinheiro para pagar o IPVA ( melhorias em aeroportos ou construção de novos ) destas maquinas;

    Tem dinheiro para para colocar gasolina, a Ferrari ( Rafale) e beberrona e o Porsche ( Hornet ) nao fica muito atras;

    Tem dinheiro para melhorar o visual ( armamentos) para melhorar o visual da Ferrari ( Rafale) , o visual do Porsche ( Hornet ) tem que mandar importar e pedir autorização da matriz ( Congresso Americano ) e rezar para librarem.

    Como eu sou ( e o pais tambem e ) pobre acho que o fusca ( Grifen ) esta de bom tamanho.

    Afinal de contas o que eu faria com uma Ferrari ( Rafale) ou um Porsche ( Hornet ), provavelmente ficariam parados na garagem ( parados no chao ) pois papai ( Governo ) não me da o dinheiro suficiente para manter eles funcionando da forma certa ( armados ate os dentes )

    E pensando bem acho que vou ficar com o fusca ( Grifen ), o dinheiro que papai ( Governo ), me da e suficiente para manter e principamente ele nao vai ficar na garagem ( no chao ) pegando po ou enferrujando, o dinheiro que economizarei sera usado para colocar gasolina ( armamento completo ), no bichinho.

    O fusca ( Grifen ) pode nao ser muito grande, bonito, chamoso, mas o que me interessa e mesmo e deixar ele com muita gasolina ( armados ate os dentes ), andar ( deixar ele o maior tempo possivel no ar patrulhando nosso espaço aereo e para isso que serve um caça, serve para voar, nao para ficar no chao servindo de alvo para os inimigos) nele e mostrar para os amigos ( vizinhos ), com toda certeza ficarão com uma tremenda inveja do meu possante ( pensarão muito antes de tentarem alguma coisa )

    Preciso falar mais alguma coisa

  209. Lucas,
    o S-300 russo é um míssil anti-aéreo que dizem tem 200 km de alcance contra alvos acima de 6000 metros de altitude. Contra alvos ao nível do solo ele alcança no máximo uns 60 km, se tanto, na dependência de onde está o sistema de radar. Embora devido ao relevo seja relativamente fácil se ocultar do mesmo. Daí a necessidade de sistemas de defesa complementares para fechar esses corredores. Inclusive os corredores que se formam entre os sistemas dispersos em distâncias exageradas devido à curvatura da Terra.
    Se ele não encontrar um alvo provavelmente se auto-destrói e cai apenas fragmentos no solo.
    Existe o MT-300 brasileiro, que estava em desenvolvimento pela Avibrás. Este é um míssil sup-sup de cruzeiro com alcance de 300 km contra alvos no solo.
    Se ele for disparado do Estado de Goiás ele vai cair em território nacional. Tomara que em uma área dominada pelos invasores. rsrsr….
    Índio não conta já que são brasileiros também. rsrs…
    Um abraço.

  210. Lucas,
    o S-300 russo é um míssil anti-aéreo que dizem tem 200 km de alcance contra alvos acima de 6000 metros de altitude. Contra alvos ao nível do solo ele alcança no máximo uns 60 km, se tanto, na dependência de onde está o sistema de radar. Embora devido ao relevo seja relativamente fácil se ocultar do mesmo. Daí a necessidade de sistemas de defesa complementares para fechar esses corredores. Inclusive os corredores que se formam entre os sistemas dispersos em distâncias exageradas devido à curvatura da Terra.
    Se ele não encontrar um alvo provavelmente se auto-destrói e cai apenas fragmentos no solo.
    Existe o MT-300 brasileiro, que estava em desenvolvimento pela Avibrás. Este é um míssil sup-sup de cruzeiro com alcance de 300 km contra alvos no solo.
    Se ele for disparado do Estado de Goiás ele vai cair em território nacional. Tomara que em uma área dominada pelos invasores. rsrsr….
    Índio não conta já que são brasileiros também. rsrs…
    Um abraço.

  211. dem a SAAB, mas ainda não desenvolveu uma turbina confiável
    como disse é o projeto mais interessante
    Somente valerá a pena a navalização do gripen ng caso a MB for produzir pelo menos 4 NAe e a aquisição por parte da EMBRAER das turbinas ou se associar com a mesma
    sds

  212. dem a SAAB, mas ainda não desenvolveu uma turbina confiável
    como disse é o projeto mais interessante
    Somente valerá a pena a navalização do gripen ng caso a MB for produzir pelo menos 4 NAe e a aquisição por parte da EMBRAER das turbinas ou se associar com a mesma
    sds

  213. Amigo belfiglio,

    Só pra te ajudar a entender não é Grifen é Gripen … porém não é um fusca não … se Rafale é Ferrari, S.Hornet é Porsche o Gripen seria no mínimo um BMW … o que quero dizer que são semelhantes em performance … porém tens razão sobre o custo Francês (impraticável) e as restrições americanas … então tô contigo, também vou de Gripen ou Grifo … porém não por ser um fusca … mais por ser, ao meu ver, a melhor opção em custo/benefício …

    abraço
    Kaleu

  214. Amigo belfiglio,

    Só pra te ajudar a entender não é Grifen é Gripen … porém não é um fusca não … se Rafale é Ferrari, S.Hornet é Porsche o Gripen seria no mínimo um BMW … o que quero dizer que são semelhantes em performance … porém tens razão sobre o custo Francês (impraticável) e as restrições americanas … então tô contigo, também vou de Gripen ou Grifo … porém não por ser um fusca … mais por ser, ao meu ver, a melhor opção em custo/benefício …

    abraço
    Kaleu

  215. @kaleu

    Obrigado pela minha distração no nome, Gripen

    O comparei a um fusca apenas para que ficasse mais visivel o que ele representa em materia de custo operacional, sem duvidas tem um desempenho de BMW.

    Abraço.

  216. @kaleu

    Obrigado pela minha distração no nome, Gripen

    O comparei a um fusca apenas para que ficasse mais visivel o que ele representa em materia de custo operacional, sem duvidas tem um desempenho de BMW.

    Abraço.

  217. Kaleu, Belfiglio.

    Acho que seria um AUDI com a mesma motorização do Porche huahuahua.

    E ainda pega muita gatinha!

    Abs

  218. Kaleu, Belfiglio.

    Acho que seria um AUDI com a mesma motorização do Porche huahuahua.

    E ainda pega muita gatinha!

    Abs

  219. Apesar de diserem que a autonomia do Gripen é menor. É até bom que se faça mais bases aereas neste Brasil. Porque o Brasil do tamanho que é so tem que ter 1 base no centro do país? Lembrando que o Gripen foi desenvolvido pra ser reabastecido, regarregado e voltar a voar tudo isso pousando em uma estrada, com 1 caminhao tanque e uma melícia pronta para rearmar o avião da forma mais facil e barata possivel. Coloque um aviaozinho desse em qualquer lugar do país com uma pista como essa e pronto.

  220. Apesar de diserem que a autonomia do Gripen é menor. É até bom que se faça mais bases aereas neste Brasil. Porque o Brasil do tamanho que é so tem que ter 1 base no centro do país? Lembrando que o Gripen foi desenvolvido pra ser reabastecido, regarregado e voltar a voar tudo isso pousando em uma estrada, com 1 caminhao tanque e uma melícia pronta para rearmar o avião da forma mais facil e barata possivel. Coloque um aviaozinho desse em qualquer lugar do país com uma pista como essa e pronto.

  221. Respondendo ao amigo sobre o tratado de misseis balísticos que o Brasil assinou. Foi na epoca do FHC. Pouco tempo depois de ele governar pela primeira vez. Naquela epoca ainda havia o temor do programa nuclear brasileiro. Mas bem, em 1990, varias naçoes desenvolvidas bolaram um tratado para impedir o avanco dos misseis intercontinentais que junto com as armas atomicas sao um perigo para a humanidade por sua extensao e o perigo de cair em maos de loucos. O tratado limita o alcance de misseis a 300 km. Naquela epoca o Brasil estava desenvoldido misseis de alcance de 1000 km e o programa espacial brasileiro. Porem com o tratado assinado em 1990 por outros paises desenvolvidos, tecnologia e financiamento nao poderia ser fornecido a países que abdicacem de seus programas balisticos. E por causa disso, de 1990 ate 1994 o programa espacial brasileiro estava morrendo por falta de acesso a conhecimento. FHC nao teve outra escolha a nao ser assinar o tratato limitando nossos misseis a 300 km e o programa espacial ficou isento e voltou a ativa. Todos os projetos de misseis balistico foram abandonados. Ah e lembrando que nesta epoca a Argentina abandonou seu projeto nuclear e de misseis balisticos tambem… Procurem na internet que vcs vao achar toda a informacao sobre isto. Em ingles vc vai achar muitos textos.

  222. Respondendo ao amigo sobre o tratado de misseis balísticos que o Brasil assinou. Foi na epoca do FHC. Pouco tempo depois de ele governar pela primeira vez. Naquela epoca ainda havia o temor do programa nuclear brasileiro. Mas bem, em 1990, varias naçoes desenvolvidas bolaram um tratado para impedir o avanco dos misseis intercontinentais que junto com as armas atomicas sao um perigo para a humanidade por sua extensao e o perigo de cair em maos de loucos. O tratado limita o alcance de misseis a 300 km. Naquela epoca o Brasil estava desenvoldido misseis de alcance de 1000 km e o programa espacial brasileiro. Porem com o tratado assinado em 1990 por outros paises desenvolvidos, tecnologia e financiamento nao poderia ser fornecido a países que abdicacem de seus programas balisticos. E por causa disso, de 1990 ate 1994 o programa espacial brasileiro estava morrendo por falta de acesso a conhecimento. FHC nao teve outra escolha a nao ser assinar o tratato limitando nossos misseis a 300 km e o programa espacial ficou isento e voltou a ativa. Todos os projetos de misseis balistico foram abandonados. Ah e lembrando que nesta epoca a Argentina abandonou seu projeto nuclear e de misseis balisticos tambem… Procurem na internet que vcs vao achar toda a informacao sobre isto. Em ingles vc vai achar muitos textos.

  223. Caro Belfiglio,
    Se você se sente seguro pegando a estrada dentro de um Fusca que não apresenta um porta malas grande para as malas e nem airbag/abs tudo bem. Eu prefiro ter a segurança de uma Ferrari e Porsche principalmente quando se tem que enfrentar uns bi-trens FH da Volvo com mais de 440 cavalos na sua cola…
    Se desejamos ser grandes, precisamos simplesmente do melhor, e o melhor dos três vetores é o Rafale. Tudo que se escreve do Gripen quanto a produção pode ser obtido do Rafale. Agora como postei logo acima o F18E/F está bem fora do alcance da FAB, pelos motivos de sempre, o Governo Americano não assegura a o fornecimento de armamentos e da última versão do F414. Agora se mudarem isso podemos acreditar em igualdade entre F18E/F e Rafale. Espero mesmo que a França abaixe os custos do Rafale.

  224. Caro Belfiglio,
    Se você se sente seguro pegando a estrada dentro de um Fusca que não apresenta um porta malas grande para as malas e nem airbag/abs tudo bem. Eu prefiro ter a segurança de uma Ferrari e Porsche principalmente quando se tem que enfrentar uns bi-trens FH da Volvo com mais de 440 cavalos na sua cola…
    Se desejamos ser grandes, precisamos simplesmente do melhor, e o melhor dos três vetores é o Rafale. Tudo que se escreve do Gripen quanto a produção pode ser obtido do Rafale. Agora como postei logo acima o F18E/F está bem fora do alcance da FAB, pelos motivos de sempre, o Governo Americano não assegura a o fornecimento de armamentos e da última versão do F414. Agora se mudarem isso podemos acreditar em igualdade entre F18E/F e Rafale. Espero mesmo que a França abaixe os custos do Rafale.

  225. O Gripen C/D e agora o remendo NG foi desenvolvido com um só propósito garantir a superioridade aérea de um país do tamanho de Minas e São Paulo, a Suécia, por isso é operado na Tailandia em paisinhos do Leste Europeu e na África do Sul. Agora garantir a superioridade aére no Brasil mesmo pulverizando bases seria uma alteração dos requisitos do projeto original muito grande.

  226. O Gripen C/D e agora o remendo NG foi desenvolvido com um só propósito garantir a superioridade aérea de um país do tamanho de Minas e São Paulo, a Suécia, por isso é operado na Tailandia em paisinhos do Leste Europeu e na África do Sul. Agora garantir a superioridade aére no Brasil mesmo pulverizando bases seria uma alteração dos requisitos do projeto original muito grande.

  227. Srs. o Brasil NÃO é pobre. Somos o oitavo PIB. Nossa economia está estável e crescendo. Temos sim grandes desigualdades sociais. Mas se nos compararmos com os BRIC’s levamos vantagens em muitos pontos.
    O q o Brasil ainda não tem é prioridade de gastos militares, o q aparentemente está mudando.
    Por favor parem de falar q o Brasil é pobre. Ele pode ser qualquer coisa, menos pobre.

  228. Srs. o Brasil NÃO é pobre. Somos o oitavo PIB. Nossa economia está estável e crescendo. Temos sim grandes desigualdades sociais. Mas se nos compararmos com os BRIC’s levamos vantagens em muitos pontos.
    O q o Brasil ainda não tem é prioridade de gastos militares, o q aparentemente está mudando.
    Por favor parem de falar q o Brasil é pobre. Ele pode ser qualquer coisa, menos pobre.

  229. Esqueçam a dupla casada…. francesa.
    O pessoal de Brasília não ve com bons olhos os Subs da MB conjuntamente com o Rafale. Além disto, dizem, os USA estão apertando o nó…..
    No entanto, se o orçamento ficar como está ou pior, diminuir… a opção será o Gripen NG, por ser mono….a FAB hoje, voa menos de 110 hs ano/piloto.

    Sds.

  230. Esqueçam a dupla casada…. francesa.
    O pessoal de Brasília não ve com bons olhos os Subs da MB conjuntamente com o Rafale. Além disto, dizem, os USA estão apertando o nó…..
    No entanto, se o orçamento ficar como está ou pior, diminuir… a opção será o Gripen NG, por ser mono….a FAB hoje, voa menos de 110 hs ano/piloto.

    Sds.

  231. Caro Wolfpack se Rafale vier por 1,99 com certeza os franceses vão esquecer de dizer que as peças serão MADI IN CHINA, e que a segurado esta sediada no Paraguai.
    He, He,

  232. Caro Wolfpack se Rafale vier por 1,99 com certeza os franceses vão esquecer de dizer que as peças serão MADI IN CHINA, e que a segurado esta sediada no Paraguai.
    He, He,

  233. Baschera,

    só lembrando uma coisa: a decisão do FX2 não sairá no ano que vem ou daqui uma década. Sairá daqui duas semanas.

    Ou seja, o orçamento é o que temos. Não vai nem aumentar e nem diminuir. Mas isso (o orçamento atual) pouco importa para o FX2, que é um projeto de médio e longo prazo, com custos financiados por longo período. O que deve ser observado é a projeção para a economia brasileira nos próximos anos. E essa projeção é das melhores possíveis.

    O Banco Central e a equipe econômica do governo trabalham com a hipótese de crescimento econômico, ainda neste ano. Coisa que os indicadores econômicos (inclusive os internacionais) parecem confirmar. A economia do Brasil saiu da crise (desde maio, segundo alguns indicadores, ou desde junho segundo outros indicadores) e voltou a crescer, não nos mesmos patamares do ano passado, mas voltou. E o BC projeta uma retomada efetiva da economia a partir de 2010.

    portanto, acho que o quesito econômico não terá nem peso maior e nem peso menor do que tinha quando começou o FX2.

    abração

  234. Baschera,

    só lembrando uma coisa: a decisão do FX2 não sairá no ano que vem ou daqui uma década. Sairá daqui duas semanas.

    Ou seja, o orçamento é o que temos. Não vai nem aumentar e nem diminuir. Mas isso (o orçamento atual) pouco importa para o FX2, que é um projeto de médio e longo prazo, com custos financiados por longo período. O que deve ser observado é a projeção para a economia brasileira nos próximos anos. E essa projeção é das melhores possíveis.

    O Banco Central e a equipe econômica do governo trabalham com a hipótese de crescimento econômico, ainda neste ano. Coisa que os indicadores econômicos (inclusive os internacionais) parecem confirmar. A economia do Brasil saiu da crise (desde maio, segundo alguns indicadores, ou desde junho segundo outros indicadores) e voltou a crescer, não nos mesmos patamares do ano passado, mas voltou. E o BC projeta uma retomada efetiva da economia a partir de 2010.

    portanto, acho que o quesito econômico não terá nem peso maior e nem peso menor do que tinha quando começou o FX2.

    abração

  235. Prezados
    Toda vez que se fala do gripen sempre da ibope (inclusive o campeão de postagem é sobre ele)
    sds

  236. Prezados
    Toda vez que se fala do gripen sempre da ibope (inclusive o campeão de postagem é sobre ele)
    sds

  237. Hornet
    Creio que o Brasil fez uma jogada conhecida no poker como All-In (tudo dentro) ou seja apostou todas as suas fichas com a França e ao que tudo indica não é blefe.Subs (convencional e nuclear), helicoptéros,f-x2, NAe e agora os navios escoltas.
    sds

  238. Hornet
    Creio que o Brasil fez uma jogada conhecida no poker como All-In (tudo dentro) ou seja apostou todas as suas fichas com a França e ao que tudo indica não é blefe.Subs (convencional e nuclear), helicoptéros,f-x2, NAe e agora os navios escoltas.
    sds

  239. Lucas,

    é verdade. Acho que ele ganhou o lugar o Flanker aqui no blog. Flanker e Gripen é sinal de postagens records.

    No caso do Flanker a Vovódka criou o bordão: “sou flankeiro e não desisto nunca”.

    será que a torcida do Gripen criará algum bordão semelhante?…hehe

    abração

  240. Lucas,

    é verdade. Acho que ele ganhou o lugar o Flanker aqui no blog. Flanker e Gripen é sinal de postagens records.

    No caso do Flanker a Vovódka criou o bordão: “sou flankeiro e não desisto nunca”.

    será que a torcida do Gripen criará algum bordão semelhante?…hehe

    abração

  241. Lucas Calabrio só uma observação, o Gripen não é o vetor com mais postagens e sim os Flankers, outro dado interessante é o maior numero de comentários em um mesmo post que no caso também é do Flanker 293 comentários…
    O Gripen (A/B/C/D/NG (E/F) possui participação na maioria das postagens vide que esta na atual fase do programa FX2 (A maioria dos posts trazem os três vetores como um todo e não somente o Gripen como foco principal) e esta em ativo desenvolvimento inclusive com programa de testes e integração de sensores, armamentos, motorização, sistemas, ETC., o que gera varias noticias sobre o mesmo, porem não possui a maior quantidade de posts como foco principal…
    Um grande abraço a todos.

  242. Lucas Calabrio só uma observação, o Gripen não é o vetor com mais postagens e sim os Flankers, outro dado interessante é o maior numero de comentários em um mesmo post que no caso também é do Flanker 293 comentários…
    O Gripen (A/B/C/D/NG (E/F) possui participação na maioria das postagens vide que esta na atual fase do programa FX2 (A maioria dos posts trazem os três vetores como um todo e não somente o Gripen como foco principal) e esta em ativo desenvolvimento inclusive com programa de testes e integração de sensores, armamentos, motorização, sistemas, ETC., o que gera varias noticias sobre o mesmo, porem não possui a maior quantidade de posts como foco principal…
    Um grande abraço a todos.

  243. Lucas,

    eu acho que é uma questão de confiança mútua e de casamento de interesses geopolíticos em comum aos dois países.

    O Brasil deseja um posicionamento de relativa autonomia e independência na política internacional. E esta é uma posição tradicional da França. A França não é alinhada incondicionalmente com ninguém, embora faça parte da Otan e tal, e acho que o Brasil almeja algo parecido no terreno da política internacional, e sabe que para se chegar a isso passa por um fortalecimento de nossa Defesa.

    E para a França seria muito interessante ter uma aliança com um país, como o Brasil, que também pensa em não-alinhamento e que tenha reais capacidades dissuasórias. Isso fortaleceria os dois países em futuras decisões mundiais, no plano da geopolítica internacional.

    Além disso, a parceria entre Brasil e França que foi feita nos últimos anos não se restringe a área de defesa. Ela é muito ampla. Não sei se os amigos aqui do blog se deram conta disso. A parceria do Brasil com a França se estende para várias áreas, desde a área da política internacional (não-alinhamento) até parcerias na área de C&T não voltada para a Defesa. A parte da Defesa é a mais comentada nos blogs de Defesa (é lógico), mas é bom lembrar que a parceria não se resume a isso

    E a parceria já está sendo colocada em prática em outras áreas, independente de submarinos e caças. É uma outra dimensão da parceria do Brasil com a França que os sites e blogs de Defesa talvez não dêem a devida importância.

    Apenas um exemplo, proveniente da minha área de atuação, que é a área acadêmica:

    “Brasil e França comemoram parceria científica
    Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
    Segunda, 25 de Maio de 2009 15:05

    “O Brasil demonstrou avanço formidável em um curto período, de modo que caminha lado a lado com o programa de doutorado francês, que tem mais bagagem”, disse ontem, 24, o presidente do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (Cofecub), Pierre Jaisson, na abertura do Seminário 30° Aniversário do Convênio do Convênio Capes/Cofecub, em Salvador (BA).

    Na ocasião o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, ressaltou a importância e a prioridade da cooperação internacional, notadamente com a França. “A parceria com os franceses está nas raízes de nossas cooperações com outros países. Resultado disso é que cerca de 4% de toda produção científica nacional advém de projetos conjuntos com o país”. Para Guimarães, o Colégio Doutoral Franco-Brasileiro é um dos programas mais bem-sucedidos de cooperação entre Brasil e França, por meio de parceria entre a Capes e o Conselho de Presidentes de Universidades Francesas (CPU), e será modelo para acordos com a Argentina e a Alemanha.

    Com a participação de mais de 250 pesquisadores do Brasil e da França, em Salvador, o evento é uma realização da Capes, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e o Cofecub e segue até amanhã, 26, com depoimentos de grupos de pesquisas e ateliês temáticos sobre biodiversidade, desenvolvimento sustentável, engenharias e ciências sociais. A programação se encerra com uma mesa-redonda sobre as perspectivas da cooperação Brasil-França.”

    (fonte: Capes)

    Se isso resultará ou não na escolha do Rafale eu não sei…mas não dá pra não levar em conta a parceria do Brasil com a França no caso do FX2 (também). Acho que esse “pequeno” detalhe fará toda a diferença no final do processo do FX2.

    abração

  244. Lucas,

    eu acho que é uma questão de confiança mútua e de casamento de interesses geopolíticos em comum aos dois países.

    O Brasil deseja um posicionamento de relativa autonomia e independência na política internacional. E esta é uma posição tradicional da França. A França não é alinhada incondicionalmente com ninguém, embora faça parte da Otan e tal, e acho que o Brasil almeja algo parecido no terreno da política internacional, e sabe que para se chegar a isso passa por um fortalecimento de nossa Defesa.

    E para a França seria muito interessante ter uma aliança com um país, como o Brasil, que também pensa em não-alinhamento e que tenha reais capacidades dissuasórias. Isso fortaleceria os dois países em futuras decisões mundiais, no plano da geopolítica internacional.

    Além disso, a parceria entre Brasil e França que foi feita nos últimos anos não se restringe a área de defesa. Ela é muito ampla. Não sei se os amigos aqui do blog se deram conta disso. A parceria do Brasil com a França se estende para várias áreas, desde a área da política internacional (não-alinhamento) até parcerias na área de C&T não voltada para a Defesa. A parte da Defesa é a mais comentada nos blogs de Defesa (é lógico), mas é bom lembrar que a parceria não se resume a isso

    E a parceria já está sendo colocada em prática em outras áreas, independente de submarinos e caças. É uma outra dimensão da parceria do Brasil com a França que os sites e blogs de Defesa talvez não dêem a devida importância.

    Apenas um exemplo, proveniente da minha área de atuação, que é a área acadêmica:

    “Brasil e França comemoram parceria científica
    Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
    Segunda, 25 de Maio de 2009 15:05

    “O Brasil demonstrou avanço formidável em um curto período, de modo que caminha lado a lado com o programa de doutorado francês, que tem mais bagagem”, disse ontem, 24, o presidente do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (Cofecub), Pierre Jaisson, na abertura do Seminário 30° Aniversário do Convênio do Convênio Capes/Cofecub, em Salvador (BA).

    Na ocasião o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, ressaltou a importância e a prioridade da cooperação internacional, notadamente com a França. “A parceria com os franceses está nas raízes de nossas cooperações com outros países. Resultado disso é que cerca de 4% de toda produção científica nacional advém de projetos conjuntos com o país”. Para Guimarães, o Colégio Doutoral Franco-Brasileiro é um dos programas mais bem-sucedidos de cooperação entre Brasil e França, por meio de parceria entre a Capes e o Conselho de Presidentes de Universidades Francesas (CPU), e será modelo para acordos com a Argentina e a Alemanha.

    Com a participação de mais de 250 pesquisadores do Brasil e da França, em Salvador, o evento é uma realização da Capes, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e o Cofecub e segue até amanhã, 26, com depoimentos de grupos de pesquisas e ateliês temáticos sobre biodiversidade, desenvolvimento sustentável, engenharias e ciências sociais. A programação se encerra com uma mesa-redonda sobre as perspectivas da cooperação Brasil-França.”

    (fonte: Capes)

    Se isso resultará ou não na escolha do Rafale eu não sei…mas não dá pra não levar em conta a parceria do Brasil com a França no caso do FX2 (também). Acho que esse “pequeno” detalhe fará toda a diferença no final do processo do FX2.

    abração

  245. Tem cara no Brasil que se diz brasileiro, ocupa cargo de confiança de governo do estado, mas faz jogo duplo com países estrangeiros. O Harry falou tudo. Tem gente que faz tudo pelo dinheiro, vende a mãe, o país, a pátria, tudo.

  246. Tem cara no Brasil que se diz brasileiro, ocupa cargo de confiança de governo do estado, mas faz jogo duplo com países estrangeiros. O Harry falou tudo. Tem gente que faz tudo pelo dinheiro, vende a mãe, o país, a pátria, tudo.

  247. Prezado Welington
    Quando falei que o gripen era o mais falado foi baseado aqui no blog Poder Aéreo
    Artigos mais vistos
    Embraer assumiria Saab, segundo revista
    sds
    Obs: começei a frequentar o blog somente em dezembro de 2008 por motivo de trabalho, pois onde estava (Laranjal do Jari Amapá) não tinha internet decente so pra ter uma idéia a pagina da uol levava 2 minutos para abrir

  248. Prezado Welington
    Quando falei que o gripen era o mais falado foi baseado aqui no blog Poder Aéreo
    Artigos mais vistos
    Embraer assumiria Saab, segundo revista
    sds
    Obs: começei a frequentar o blog somente em dezembro de 2008 por motivo de trabalho, pois onde estava (Laranjal do Jari Amapá) não tinha internet decente so pra ter uma idéia a pagina da uol levava 2 minutos para abrir

  249. Prezado Hornet
    Fico feliz por essa informações, pois prova que capacidade temos e queremos fazer (apesar dos pesares)e acontecer. O complexo de vira-lata está acabando finalmente.
    Abração

  250. Prezado Hornet
    Fico feliz por essa informações, pois prova que capacidade temos e queremos fazer (apesar dos pesares)e acontecer. O complexo de vira-lata está acabando finalmente.
    Abração

  251. @Pampa

    Realmente somos o oitavo PIB, so que o senhor se esquece que tambem somos o oitavo em ma distribuição de renda, o dinheiro aqui fica nas mãos de poucos e entre estes poucos não estao as nossas forças armadas.

  252. @Pampa

    Realmente somos o oitavo PIB, so que o senhor se esquece que tambem somos o oitavo em ma distribuição de renda, o dinheiro aqui fica nas mãos de poucos e entre estes poucos não estao as nossas forças armadas.

  253. Apenas o que eu penso!

    Não tenho condições de discutir com o Srs pelo grau de conhecimento que vc apresentam, mas tambem temos que ter bom sensso que o Brasil
    se indentifica bastante com a França.E não somente de agora não!
    É historico, e temos sido feliz com a amizade nada temos a reclamar.
    Não é um pais que somente penssa em consumismo,dar valor a arte,cultura ate mesmo o futebol.Creio que faremos um bom negocio.

    Muita paz a todos.

  254. Apenas o que eu penso!

    Não tenho condições de discutir com o Srs pelo grau de conhecimento que vc apresentam, mas tambem temos que ter bom sensso que o Brasil
    se indentifica bastante com a França.E não somente de agora não!
    É historico, e temos sido feliz com a amizade nada temos a reclamar.
    Não é um pais que somente penssa em consumismo,dar valor a arte,cultura ate mesmo o futebol.Creio que faremos um bom negocio.

    Muita paz a todos.

  255. Lucas,

    “O complexo de vira-lata está acabando finalmente.”

    pra mim faz tempo que isso não existe mais no Brasil. Tem uns poucos “retardatários” (que não acompanham o Brasil atual e ainda pensam o país com a cabeça de 40 anos atrás) e que insistem no viralatismo, no complexo de inferioridade. Mas de um modo geral, o Brasil não se vê mais como um país complexado e recalcado. Ao contrário até: estamos cada vez mais seguros de nosso potencial (mas também rejeito o ufanismo, pois acho uma outra bobeira. Confiança é a palavra-chave que temos que adotar). Em todos os aspectos e em todos os segmentos sociais.

    Aliás, estava conversando com o Marine e com o Cinquini sobre isso ainda hoje…enfim…

    abração

  256. Lucas,

    “O complexo de vira-lata está acabando finalmente.”

    pra mim faz tempo que isso não existe mais no Brasil. Tem uns poucos “retardatários” (que não acompanham o Brasil atual e ainda pensam o país com a cabeça de 40 anos atrás) e que insistem no viralatismo, no complexo de inferioridade. Mas de um modo geral, o Brasil não se vê mais como um país complexado e recalcado. Ao contrário até: estamos cada vez mais seguros de nosso potencial (mas também rejeito o ufanismo, pois acho uma outra bobeira. Confiança é a palavra-chave que temos que adotar). Em todos os aspectos e em todos os segmentos sociais.

    Aliás, estava conversando com o Marine e com o Cinquini sobre isso ainda hoje…enfim…

    abração

  257. huuuunnnn!!!!vai ser rafale!!!5 bases americanas novas na colombia e somando mais algumas noticias extras e necessidade de se ver livre do tio san pra poder ser lider regional ….me diz que sera rafale!!!isso eh so um palpite meu eh claro!!!
    sds

  258. huuuunnnn!!!!vai ser rafale!!!5 bases americanas novas na colombia e somando mais algumas noticias extras e necessidade de se ver livre do tio san pra poder ser lider regional ….me diz que sera rafale!!!isso eh so um palpite meu eh claro!!!
    sds

  259. Pessoal, se faltar dinheiro para o FX2 ou para os submarinos, não vai faltar para a modificação do acordo de Itaipu com o Paraguai, para o qual o Brasil vai liberar mais de 1 bilhão de dolares de graça para o Paraguai sem nada em troca como foi com a Bolívia e Equador. Sem contar que agora parte da energia que sobra do lado Paraguaio poderá ser vendido no Brasil ao preço que desejarem (valor de mercado). E a partir de 2023 abre caminho para que o Paraguai venda a qquer país os seus 50% de Itaipu. Quem pagou por Itaipu? Quais terras foram inundadas?
    Agora vem este Governinho de Esquerdistas Bolcheviques dar de graça tudo que conquistamos. Parabéns cretino do Marco Aurélio Garcia, o cara do Top Top Top do acidente com vôo da TAM em Congonhas. Alguém têm que tirar este cara de lá. Ele só faz besteira, se alinha as FARCs e apoia o Chaves, dá de graça as refinarias da Petrobras para a Bolivia e agora está doando Itaipu. Isso é uma vergonha.

  260. Pessoal, se faltar dinheiro para o FX2 ou para os submarinos, não vai faltar para a modificação do acordo de Itaipu com o Paraguai, para o qual o Brasil vai liberar mais de 1 bilhão de dolares de graça para o Paraguai sem nada em troca como foi com a Bolívia e Equador. Sem contar que agora parte da energia que sobra do lado Paraguaio poderá ser vendido no Brasil ao preço que desejarem (valor de mercado). E a partir de 2023 abre caminho para que o Paraguai venda a qquer país os seus 50% de Itaipu. Quem pagou por Itaipu? Quais terras foram inundadas?
    Agora vem este Governinho de Esquerdistas Bolcheviques dar de graça tudo que conquistamos. Parabéns cretino do Marco Aurélio Garcia, o cara do Top Top Top do acidente com vôo da TAM em Congonhas. Alguém têm que tirar este cara de lá. Ele só faz besteira, se alinha as FARCs e apoia o Chaves, dá de graça as refinarias da Petrobras para a Bolivia e agora está doando Itaipu. Isso é uma vergonha.

  261. Complexo de Vira lata nada… Somos uns Vira-latas, capazes de aguentar quebra de acordos com a Argentina e Paraguai e todos estes paisinhos da America Latina que vê no Brasil um país fraco sem liderança e que tolera quebra de contrato… O que esperamos em troca? Nada foi nos dado até hoje, a Argentina sempre que possível vota contra os interesses do Brasil, assim como este país falcificado chamado Paraguai. Eles gritam, choram e o Brasil abaixa a orelha e aceita tudo como um país de bananas.

  262. Complexo de Vira lata nada… Somos uns Vira-latas, capazes de aguentar quebra de acordos com a Argentina e Paraguai e todos estes paisinhos da America Latina que vê no Brasil um país fraco sem liderança e que tolera quebra de contrato… O que esperamos em troca? Nada foi nos dado até hoje, a Argentina sempre que possível vota contra os interesses do Brasil, assim como este país falcificado chamado Paraguai. Eles gritam, choram e o Brasil abaixa a orelha e aceita tudo como um país de bananas.

  263. “…agora o remendo NG foi desenvolvido…”

    A França não está a procura de parcerias, está é atrás de um otário p/ sustentar o desenvolvímento do “Rafale”.
    Que eles não tem mais como bancar.

  264. “…agora o remendo NG foi desenvolvido…”

    A França não está a procura de parcerias, está é atrás de um otário p/ sustentar o desenvolvímento do “Rafale”.
    Que eles não tem mais como bancar.

  265. Caro Wolfpack em 02 ago, 2009 às 0:04

    Concordo plenamente contigo sobre o imbecil do MAG (top, top) … com relação a Itaipú penso que antes um acordo ruím do que uma boa demanda … creio que haverá sim contrapartidas, sobretudo em relação aos 400 mil brasileiros que vivem no Paraguai … tomára !

    Abraço
    Kaleu

  266. Caro Wolfpack em 02 ago, 2009 às 0:04

    Concordo plenamente contigo sobre o imbecil do MAG (top, top) … com relação a Itaipú penso que antes um acordo ruím do que uma boa demanda … creio que haverá sim contrapartidas, sobretudo em relação aos 400 mil brasileiros que vivem no Paraguai … tomára !

    Abraço
    Kaleu

  267. Lucas Calabrio peço desculpas pela má interpretação, mas é que pelo texto {Toda vez que se fala do gripen sempre da ibope (inclusive o campeão de postagem é sobre ele)}, dava a entender que era referente ao nº de postagens e não de acessos, desta forma reitero minhas desculpas…
    Um grande abraço Lucas Calabrio.

  268. Lucas Calabrio peço desculpas pela má interpretação, mas é que pelo texto {Toda vez que se fala do gripen sempre da ibope (inclusive o campeão de postagem é sobre ele)}, dava a entender que era referente ao nº de postagens e não de acessos, desta forma reitero minhas desculpas…
    Um grande abraço Lucas Calabrio.

  269. Wolfpack em 02 ago, 2009 às 0:04

    “E a partir de 2023 abre caminho para que o Paraguai venda a qquer país os seus 50% de Itaipu. ”

    Existe confusão nesta afirmação que relaciona com o atual governo de Lula, o direito do Paraguai de a partir de 2023, vender sua parte da energia de Itaipú para quem quiser.

    Esta condição:

    “que a partir de 2023, o Paraguai venda a qualquer país os seus 50% de Itaipu”,

    já estava incluída no acordo original, assinado pelos então governos militares do brasil e Paraguai em 1973, que tem prazo de validade de 50 anos , em 2023 portanto.

    Sobre esta data de 2023 , se existe algum erro , foi cometido pelo governo militar que o assinou. “O tratado de Itaipu é fruto de uma negociação entre ditaduras – a militar no Brasil(Gen. Garrastazu Médici ) e a de Alfredo Stroessner , que ficou no poder entre 1954 e 1989, no Paraguai. Seus termos jamais foram debatidos publicamente antes da assinatura do tratado.”

    Outro problemas que ocorreram em função dos termos do tratado assinado em 1973 :

    – “quando as primeiras máquinas de Itaipu começaram a gerar, não havia mercado para a energia produzida;

    – por isso e, compulsoriamente, como previa e prevê o Tratado, as empresas distribuidoras brasileiras foram obrigadas a adquirí-la.

    – a energia cara resultou na inadimplência dessas distribuidoras que, ao não mais poderem pagar Itaipu, tornaram a binacional também inadimplente com a amortização dos financiamentos externos, garantidos pelo Tesouro brasileiro, sem ônus ao similar paraguaio. Essa dívida, renegociada em 1996, só será zerada em 2023.”
    …………….

    Mesmo com estes problemas pontuais, a Usina de itaipú trouxe e traz, muito mais benefícios que prejuízos ao Brasil

  270. Wolfpack em 02 ago, 2009 às 0:04

    “E a partir de 2023 abre caminho para que o Paraguai venda a qquer país os seus 50% de Itaipu. ”

    Existe confusão nesta afirmação que relaciona com o atual governo de Lula, o direito do Paraguai de a partir de 2023, vender sua parte da energia de Itaipú para quem quiser.

    Esta condição:

    “que a partir de 2023, o Paraguai venda a qualquer país os seus 50% de Itaipu”,

    já estava incluída no acordo original, assinado pelos então governos militares do brasil e Paraguai em 1973, que tem prazo de validade de 50 anos , em 2023 portanto.

    Sobre esta data de 2023 , se existe algum erro , foi cometido pelo governo militar que o assinou. “O tratado de Itaipu é fruto de uma negociação entre ditaduras – a militar no Brasil(Gen. Garrastazu Médici ) e a de Alfredo Stroessner , que ficou no poder entre 1954 e 1989, no Paraguai. Seus termos jamais foram debatidos publicamente antes da assinatura do tratado.”

    Outro problemas que ocorreram em função dos termos do tratado assinado em 1973 :

    – “quando as primeiras máquinas de Itaipu começaram a gerar, não havia mercado para a energia produzida;

    – por isso e, compulsoriamente, como previa e prevê o Tratado, as empresas distribuidoras brasileiras foram obrigadas a adquirí-la.

    – a energia cara resultou na inadimplência dessas distribuidoras que, ao não mais poderem pagar Itaipu, tornaram a binacional também inadimplente com a amortização dos financiamentos externos, garantidos pelo Tesouro brasileiro, sem ônus ao similar paraguaio. Essa dívida, renegociada em 1996, só será zerada em 2023.”
    …………….

    Mesmo com estes problemas pontuais, a Usina de itaipú trouxe e traz, muito mais benefícios que prejuízos ao Brasil

  271. kaleu,
    concordo contigo em relação ao paraguai, argentina e até a bolívia. Esses países estão praticamente nas mãos do Brasil em termos econômicos. Todo mundo sabe que desde a época dos romanos a maior dominação é econômica, pois enfraquece o país. A dívida de países como a Bolívia e o paraguai e o mercado econômico é praticamente com o Brasil. O próprio Chapolim venezuelano com toda aquela pompa do petroleo a US$120 agora já começa a ficar em nossas mãos, pois pelo desarranjo de sua economia, o Brasil está passando a ser o maior fornecedor deles. Eles estão rompendo relações diplomáticas com a Colômbia, menos a comercial, pois depende de muitos produtos dos colombianos para manter o país. Hoje praticamente eles so tem o petroleo para sustentar toda aquela máquina ditatorial e comprar até alimentos, pois o país está parando. Relações internacionais é assim mesmo. Os EEUU vetaram a venda de Super Tucanos para o Chapolim, mas não vetaram para o Corrêa que inclusive fechou suas bases lá. O Chile está praticamente reestruturando as FFAA do Ecuador, pois cria duas frentes de tensão com Peru. Na guerra do vale do Cenepa, o Peru não returou suas melhores aeronaves da fronteira do chile para enviar para lá.

    Voltando ao assunto em questão: SE FALTASSE MOTIVOS PARA ANUNCIAR O RAFALE, AGORA COM ESSAS 5 BASES NA COLÔMBIA, O LULA NÃO TEM MAIS.

  272. kaleu,
    concordo contigo em relação ao paraguai, argentina e até a bolívia. Esses países estão praticamente nas mãos do Brasil em termos econômicos. Todo mundo sabe que desde a época dos romanos a maior dominação é econômica, pois enfraquece o país. A dívida de países como a Bolívia e o paraguai e o mercado econômico é praticamente com o Brasil. O próprio Chapolim venezuelano com toda aquela pompa do petroleo a US$120 agora já começa a ficar em nossas mãos, pois pelo desarranjo de sua economia, o Brasil está passando a ser o maior fornecedor deles. Eles estão rompendo relações diplomáticas com a Colômbia, menos a comercial, pois depende de muitos produtos dos colombianos para manter o país. Hoje praticamente eles so tem o petroleo para sustentar toda aquela máquina ditatorial e comprar até alimentos, pois o país está parando. Relações internacionais é assim mesmo. Os EEUU vetaram a venda de Super Tucanos para o Chapolim, mas não vetaram para o Corrêa que inclusive fechou suas bases lá. O Chile está praticamente reestruturando as FFAA do Ecuador, pois cria duas frentes de tensão com Peru. Na guerra do vale do Cenepa, o Peru não returou suas melhores aeronaves da fronteira do chile para enviar para lá.

    Voltando ao assunto em questão: SE FALTASSE MOTIVOS PARA ANUNCIAR O RAFALE, AGORA COM ESSAS 5 BASES NA COLÔMBIA, O LULA NÃO TEM MAIS.

  273. Prezado Welington
    Tudo bem . Eu não tenho a mínima id;eia de como foram os debates em o SU-35 e os demais ,porém vejo sempre as preferência e pelo o que falaste foi bem acirrado, outrossim gosto muito dos teus comentários sobre os rcs (welington x boscox Felipe Cps)muito interessante.
    Abração

  274. Prezado Welington
    Tudo bem . Eu não tenho a mínima id;eia de como foram os debates em o SU-35 e os demais ,porém vejo sempre as preferência e pelo o que falaste foi bem acirrado, outrossim gosto muito dos teus comentários sobre os rcs (welington x boscox Felipe Cps)muito interessante.
    Abração

  275. Wi, você está enagando, a partir de 2023 acaba o acordo atual. Neste acordo que foi formulado pelos Militares não consta nada sobre a venda dos 50% de energia excedentes de Itaipu a outros paises senão o Brasil. O que ocorre hoje é que o Marco Aurélio Garcia e o Lula está antecipando uma decisão de 2023 e dando esta liberdade ao Paraguai de vender sua energia a quem desejar, Chile, Argentina, Bolivia, etc. Isso é Inconstitucional e não passará no Congresso, é o que todos esperamos. Não temos que sustentar estes paises que nunca estão ao nosso lado. Observe a Argentina que prefere comprar geladeiras da China e Coreia a comprar do Brasil, mesmo com um acordo como o Mercosul assinado. Vota contra na OMC direto contra o Brasil.
    Essa turma que está no Governo está perdida em política internacional e não sabe lidar contrapor estes paisinhos. Sempre abre as pernas, é eles chorarem um pouco. Observe se o Governo Americano abre alguma concessão ao Brasil no ProÁlcool? na política de compra de aço? Não, eles defendem seus interesses fora por que são fortes, não aceitam petulância de países que os afronta. Isso é uma vergonha.
    Quando aos brasiguaios que vivem no Paraguai, estão lá por sua conta e risco, se decidiram emigrar e fazer riqueza naquela região o problema é deles, não mais do nosso. Imagine se brasileiros decidem cirar fazendas na faixa de Gaza, ou no Texas, o Brasil têm que intervir nestes lugares para protegê-los, tenho minhas dúvidas… Se saiu do nosso quintal, ~foi por conta e risco deles.
    Agora nossas terras foram inundadas pelo lago de Itaipu para sempre e quem pagou a conta desta Usina foram os Brasileiros. Este Governo atual do Lula não fez este sacrifício e nem sabe como ele foi realizado, é incapaz de lança um VLS no espaço e agora vende tudo que dispomos, uma vergonha. Temos sim complexo de vira-lata e os cachorros maiores e bem gordos estão em Brasília neste momento fumando charutos cubanos.

  276. Wi, você está enagando, a partir de 2023 acaba o acordo atual. Neste acordo que foi formulado pelos Militares não consta nada sobre a venda dos 50% de energia excedentes de Itaipu a outros paises senão o Brasil. O que ocorre hoje é que o Marco Aurélio Garcia e o Lula está antecipando uma decisão de 2023 e dando esta liberdade ao Paraguai de vender sua energia a quem desejar, Chile, Argentina, Bolivia, etc. Isso é Inconstitucional e não passará no Congresso, é o que todos esperamos. Não temos que sustentar estes paises que nunca estão ao nosso lado. Observe a Argentina que prefere comprar geladeiras da China e Coreia a comprar do Brasil, mesmo com um acordo como o Mercosul assinado. Vota contra na OMC direto contra o Brasil.
    Essa turma que está no Governo está perdida em política internacional e não sabe lidar contrapor estes paisinhos. Sempre abre as pernas, é eles chorarem um pouco. Observe se o Governo Americano abre alguma concessão ao Brasil no ProÁlcool? na política de compra de aço? Não, eles defendem seus interesses fora por que são fortes, não aceitam petulância de países que os afronta. Isso é uma vergonha.
    Quando aos brasiguaios que vivem no Paraguai, estão lá por sua conta e risco, se decidiram emigrar e fazer riqueza naquela região o problema é deles, não mais do nosso. Imagine se brasileiros decidem cirar fazendas na faixa de Gaza, ou no Texas, o Brasil têm que intervir nestes lugares para protegê-los, tenho minhas dúvidas… Se saiu do nosso quintal, ~foi por conta e risco deles.
    Agora nossas terras foram inundadas pelo lago de Itaipu para sempre e quem pagou a conta desta Usina foram os Brasileiros. Este Governo atual do Lula não fez este sacrifício e nem sabe como ele foi realizado, é incapaz de lança um VLS no espaço e agora vende tudo que dispomos, uma vergonha. Temos sim complexo de vira-lata e os cachorros maiores e bem gordos estão em Brasília neste momento fumando charutos cubanos.

  277. enganado e não enagando, abs.

    Acho que nossa relação com os demais países deve se pautar não no assistencialismo e sim no comércio.
    O Lugo têm problemas internos e vê no Lula uma saída para sua crise, e o Brasil vai lá e o salva.
    O Evo têm problemas com plebiscitos internos e quem o salva com suas refinarias e acordo para pagar mais pelo gás, o Lula.
    O Chaves está em confronto direto com Uribe e quem toma lado na história salvando o ditador Chaves (popularidade em baixa na Venezuela) o Lula.
    O mesmo ocorre em Honduras, Argentina, Equador.
    Em termos de política internacional os ganhos do Brasil neste governo foram nulos. Uma vergonha. Para o próximo governo arrumar a casa vai levar tempo.

  278. enganado e não enagando, abs.

    Acho que nossa relação com os demais países deve se pautar não no assistencialismo e sim no comércio.
    O Lugo têm problemas internos e vê no Lula uma saída para sua crise, e o Brasil vai lá e o salva.
    O Evo têm problemas com plebiscitos internos e quem o salva com suas refinarias e acordo para pagar mais pelo gás, o Lula.
    O Chaves está em confronto direto com Uribe e quem toma lado na história salvando o ditador Chaves (popularidade em baixa na Venezuela) o Lula.
    O mesmo ocorre em Honduras, Argentina, Equador.
    Em termos de política internacional os ganhos do Brasil neste governo foram nulos. Uma vergonha. Para o próximo governo arrumar a casa vai levar tempo.

  279. Harry,

    Parabéns pelo post, nunca soube disso, ainda bem que este Blog existe e pode servir de veículo para o resgate da história.
    Existem brasileiros patriotas e existem pessoas que por acaso nasceram aqui…….vou me limitar a dizer isso.

  280. Harry,

    Parabéns pelo post, nunca soube disso, ainda bem que este Blog existe e pode servir de veículo para o resgate da história.
    Existem brasileiros patriotas e existem pessoas que por acaso nasceram aqui…….vou me limitar a dizer isso.

  281. Senhores

    A respeito da questão da nossa atual política externa, ontem a noite no programa Painel do canal Globo News, com a participação de um embaixador e de 2 cientistas políticos, eles concluiram que esta postura se deve à afinidade ideológia que liga a maioria dos governantes dos paises latino-americanos. Lembraram também que enquanto o nosso País afaga suas cabeças, leva caneladas por baixo e acham duvidoso o Brasil conseguir algum ganho polítco pelo menos a médio prazo.
    Portanto, nossa política externa com relação à América Latina estaria equivocada.

    Abraços

  282. Senhores

    A respeito da questão da nossa atual política externa, ontem a noite no programa Painel do canal Globo News, com a participação de um embaixador e de 2 cientistas políticos, eles concluiram que esta postura se deve à afinidade ideológia que liga a maioria dos governantes dos paises latino-americanos. Lembraram também que enquanto o nosso País afaga suas cabeças, leva caneladas por baixo e acham duvidoso o Brasil conseguir algum ganho polítco pelo menos a médio prazo.
    Portanto, nossa política externa com relação à América Latina estaria equivocada.

    Abraços

  283. Nada e perfeito

    Se o Gripen for o escolhido, termos que tomar cuidado com a tecnologia americana que os caças possuem, ja havia ate falado isso em outro comentario , o caça e bom o que atrapalha são os fornecedores americanos.

    Precisa ser verificado se estes fornecedores podem serem substituidos por outros sem tanta restrições

    http://defesabr.com/blog/index.php/06/07/2009/americanos-obrigam-israel-a-nao-competir-na-india-ao-lado-da-saab/

    Corremos o risco de o Gripen ter os mesmos problemas que teriamos se escolhermos o Hornet.

    Independente disto ainda e o meu preferido

  284. Nada e perfeito

    Se o Gripen for o escolhido, termos que tomar cuidado com a tecnologia americana que os caças possuem, ja havia ate falado isso em outro comentario , o caça e bom o que atrapalha são os fornecedores americanos.

    Precisa ser verificado se estes fornecedores podem serem substituidos por outros sem tanta restrições

    http://defesabr.com/blog/index.php/06/07/2009/americanos-obrigam-israel-a-nao-competir-na-india-ao-lado-da-saab/

    Corremos o risco de o Gripen ter os mesmos problemas que teriamos se escolhermos o Hornet.

    Independente disto ainda e o meu preferido

  285. Pessoal … news …

    FSP, 02/08/2009
    FAB apresenta a Jobim avaliação de caças

    Ministro da Defesa recebe nesta semana relatório sobre aviões que disputam concorrência que pode custar entre R$ 4 bi e R$ 8 bi Nenhum dos 3 competidores deve ser reprovado; Força aérea apresentará prós e contras e, talvez, faça uma classificação por pontos

    IGOR GIELOW
    SECRETÁRIO DE REDAÇÃO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

    O ministro Nelson Jobim (Defesa) recebe nesta semana o relatório da Força aérea sobre a seleção do novo avião de caça que o Brasil deverá operar nas próximas décadas.
    O negócio, que pode custar entre R$ 4 bilhões e mais que o dobro disso, é um dos mais vistosos no programa de reequipamento militar do país -estimado em mais de R$ 30 bilhões a serem financiados por cerca de dez anos. Em termos comparativos, as propaladas compras do venezuelano Hugo Chávez na Rússia não passaram ainda dos R$ 8 bilhões.

    Se o quesito da decisão for apenas preço, o favorito de Jobim na disputa, o francês Dassault Rafale, terá problemas. Segundo a Folha apurou, a oferta francesa foi significativamente reduzida nas discussões finais, mas o avião manteve sua fama de caro -custando mais do que o dobro do que o sueco Gripen NG (da Saab).

    Preços são difíceis de estabelecer na aviação militar. Tudo depende do pacote de armamentos, logística e suporte por ao menos cinco anos. A estimativa de envolvidos no processo é que o Rafale tenha saído unitariamente por algo em torno de R$ 263 milhões. O Gripen, cerca de R$ 132 milhões, e americano F-18 Super Hornet (Boeing), R$ 188 milhões.
    Como são 36 aviões para entrega a partir de 2014, o custo superaria os R$ 10 bilhões no caso do Rafale. Mas não é só dinheiro que está em jogo.

    A Defesa preconiza a ideia de parceria estratégica. Elegeu a França para tal, tendo costurado um acordo militar polêmico de cerca de R$ 23 bilhões para a compra de submarinos convencionais, desenvolvimento de um modelo nuclear e helicópteros de transporte.

    Os defensores dessa parceria acreditam que a confiança mútua aumentaria a sinergia na hora de transferir tecnologia, ponto central da concorrência F-X2, como a compra dos aviões é chamada. A FAB exigiu uma contrapartida de transferência de tecnologia e compensações comerciais equivalente ao valor do contrato.

    Contra a parceria, pesam duas coisas. Primeiro, o país se torna dependente do outro. Segundo, os franceses não têm boa fama na hora de transferir tecnologia: a experiência francesa como acionista da Embraer, no início da década, é considerada um fracasso, e a Índia reclama do processo de integração dos submarinos que comprou da França.

    Contra o Gripen, pesa o fato de ele ser um avião mais leve, monomotor, e de ser um modelo inexistente -o NG é uma variante de demonstração sobre duas gerações anteriores do caça. Ter uma turbina o faz mais barato de operar, contudo, e os motores atuais são potentes o suficiente para as necessidades dos militares.

    Mas piloto de caça gosta de avião maior e mais potente. Assim, além do também biturbina Rafale, o F-18 americano entra como produto tentador para a FAB. O preço ofertado, devido à grande escala industrial do avião (há mais de 350 voando), o tornou uma surpresa na competição. Só que pesa contra ele seu país de origem: os militares brasileiros temem o risco de vetos futuros à transferência de tecnologia e consideram o F-18 um produto fechado, do qual aprenderiam pouco.

    A FAB não deverá reprovar liminarmente nenhum dos competidores. Irá apresentar em seu relatório os pontos pró e contra de cada um deles e, talvez, fazer uma classificação por pontos. Mas não deverá forçar uma solução, segundo a Folha ouviu de militares e de pessoas envolvidas no processo nas últimas semanas.

    Rumo à aposentadoria, o comandante Juniti Saito quer pôr fim à novela que começou em 2001, quando o F-X foi lançado, para ser suspenso em 2003 e cancelado em 2005.

    Vetar o Rafale, hipoteticamente, colocaria Jobim numa situação difícil e estimularia mais protelação na disputa. Se entrar em 2010, o negócio não sai no governo Lula. Isso significa que os franceses já ganharam? Não, uma vez que tudo dependerá das colocações da FAB em seu relatório.

    abc
    Kaleu

  286. Pessoal … news …

    FSP, 02/08/2009
    FAB apresenta a Jobim avaliação de caças

    Ministro da Defesa recebe nesta semana relatório sobre aviões que disputam concorrência que pode custar entre R$ 4 bi e R$ 8 bi Nenhum dos 3 competidores deve ser reprovado; Força aérea apresentará prós e contras e, talvez, faça uma classificação por pontos

    IGOR GIELOW
    SECRETÁRIO DE REDAÇÃO DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

    O ministro Nelson Jobim (Defesa) recebe nesta semana o relatório da Força aérea sobre a seleção do novo avião de caça que o Brasil deverá operar nas próximas décadas.
    O negócio, que pode custar entre R$ 4 bilhões e mais que o dobro disso, é um dos mais vistosos no programa de reequipamento militar do país -estimado em mais de R$ 30 bilhões a serem financiados por cerca de dez anos. Em termos comparativos, as propaladas compras do venezuelano Hugo Chávez na Rússia não passaram ainda dos R$ 8 bilhões.

    Se o quesito da decisão for apenas preço, o favorito de Jobim na disputa, o francês Dassault Rafale, terá problemas. Segundo a Folha apurou, a oferta francesa foi significativamente reduzida nas discussões finais, mas o avião manteve sua fama de caro -custando mais do que o dobro do que o sueco Gripen NG (da Saab).

    Preços são difíceis de estabelecer na aviação militar. Tudo depende do pacote de armamentos, logística e suporte por ao menos cinco anos. A estimativa de envolvidos no processo é que o Rafale tenha saído unitariamente por algo em torno de R$ 263 milhões. O Gripen, cerca de R$ 132 milhões, e americano F-18 Super Hornet (Boeing), R$ 188 milhões.
    Como são 36 aviões para entrega a partir de 2014, o custo superaria os R$ 10 bilhões no caso do Rafale. Mas não é só dinheiro que está em jogo.

    A Defesa preconiza a ideia de parceria estratégica. Elegeu a França para tal, tendo costurado um acordo militar polêmico de cerca de R$ 23 bilhões para a compra de submarinos convencionais, desenvolvimento de um modelo nuclear e helicópteros de transporte.

    Os defensores dessa parceria acreditam que a confiança mútua aumentaria a sinergia na hora de transferir tecnologia, ponto central da concorrência F-X2, como a compra dos aviões é chamada. A FAB exigiu uma contrapartida de transferência de tecnologia e compensações comerciais equivalente ao valor do contrato.

    Contra a parceria, pesam duas coisas. Primeiro, o país se torna dependente do outro. Segundo, os franceses não têm boa fama na hora de transferir tecnologia: a experiência francesa como acionista da Embraer, no início da década, é considerada um fracasso, e a Índia reclama do processo de integração dos submarinos que comprou da França.

    Contra o Gripen, pesa o fato de ele ser um avião mais leve, monomotor, e de ser um modelo inexistente -o NG é uma variante de demonstração sobre duas gerações anteriores do caça. Ter uma turbina o faz mais barato de operar, contudo, e os motores atuais são potentes o suficiente para as necessidades dos militares.

    Mas piloto de caça gosta de avião maior e mais potente. Assim, além do também biturbina Rafale, o F-18 americano entra como produto tentador para a FAB. O preço ofertado, devido à grande escala industrial do avião (há mais de 350 voando), o tornou uma surpresa na competição. Só que pesa contra ele seu país de origem: os militares brasileiros temem o risco de vetos futuros à transferência de tecnologia e consideram o F-18 um produto fechado, do qual aprenderiam pouco.

    A FAB não deverá reprovar liminarmente nenhum dos competidores. Irá apresentar em seu relatório os pontos pró e contra de cada um deles e, talvez, fazer uma classificação por pontos. Mas não deverá forçar uma solução, segundo a Folha ouviu de militares e de pessoas envolvidas no processo nas últimas semanas.

    Rumo à aposentadoria, o comandante Juniti Saito quer pôr fim à novela que começou em 2001, quando o F-X foi lançado, para ser suspenso em 2003 e cancelado em 2005.

    Vetar o Rafale, hipoteticamente, colocaria Jobim numa situação difícil e estimularia mais protelação na disputa. Se entrar em 2010, o negócio não sai no governo Lula. Isso significa que os franceses já ganharam? Não, uma vez que tudo dependerá das colocações da FAB em seu relatório.

    abc
    Kaleu

  287. Ha muitos aqui fazendo afirmações sobre este acordo e o anterior, sem conhecimento dos fatos, mas nada há de estranho nisso, visto que nossa mídia esconde e manipula informação.
    O jornal americano The New York Times, publicou recentemente artigo com o título “Acordo energético com Brasil impulsiona economia do Paraguai”, uma matéria que permite – sem a cortina de fumaça que a nossa mídia faz sobre este tema – uma visão mais clara sobre o acordo do Brasil em relação a Itaipu.

    Segundo NYT “enquanto o Brasil utilizou a usina de Itaipu para ajudar a desenvolver suas cidades e indústrias, o Paraguai foi forçado a vender o excesso de sua capacidade para o país vizinho a preços preferenciais”.

    “Uma das plataformas de campanha do presidente paraguaio – a renegociação de Itaipu – sobre a qual ele obteve acordo com o presidente Lula no último fim de semana, permitirá a seu país a venda da energia a preço de mercado no Brasil”.

    Ainda no artigo, “o acordo é uma transação enorme para o Paraguai, um dos países mais pobres da América do Sul”. Para nossos críticos de plantão, o jornal americano também aponta que “para o Brasil, os cerca de US$ 240 milhões ao ano que concordou em pagar é um preço pequeno diante dos objetivos mais amplos de Lula em acalmar as tensões com seus vizinhos, enquanto reafirma a liderança do país na região e promove a integração regional.” (palavras estas do autor do artigo)

    Recentemente Lula afirmou “o Brasil não está interessado em crescer e se desenvolver se seus parceiros não crescerem e se desenvolverem”.
    Essas é a grande diferença e um dos principais pontos na discussão que a mídia brasileira faz questão de omitir.

  288. Ha muitos aqui fazendo afirmações sobre este acordo e o anterior, sem conhecimento dos fatos, mas nada há de estranho nisso, visto que nossa mídia esconde e manipula informação.
    O jornal americano The New York Times, publicou recentemente artigo com o título “Acordo energético com Brasil impulsiona economia do Paraguai”, uma matéria que permite – sem a cortina de fumaça que a nossa mídia faz sobre este tema – uma visão mais clara sobre o acordo do Brasil em relação a Itaipu.

    Segundo NYT “enquanto o Brasil utilizou a usina de Itaipu para ajudar a desenvolver suas cidades e indústrias, o Paraguai foi forçado a vender o excesso de sua capacidade para o país vizinho a preços preferenciais”.

    “Uma das plataformas de campanha do presidente paraguaio – a renegociação de Itaipu – sobre a qual ele obteve acordo com o presidente Lula no último fim de semana, permitirá a seu país a venda da energia a preço de mercado no Brasil”.

    Ainda no artigo, “o acordo é uma transação enorme para o Paraguai, um dos países mais pobres da América do Sul”. Para nossos críticos de plantão, o jornal americano também aponta que “para o Brasil, os cerca de US$ 240 milhões ao ano que concordou em pagar é um preço pequeno diante dos objetivos mais amplos de Lula em acalmar as tensões com seus vizinhos, enquanto reafirma a liderança do país na região e promove a integração regional.” (palavras estas do autor do artigo)

    Recentemente Lula afirmou “o Brasil não está interessado em crescer e se desenvolver se seus parceiros não crescerem e se desenvolverem”.
    Essas é a grande diferença e um dos principais pontos na discussão que a mídia brasileira faz questão de omitir.

  289. Prezados Srs.

    Eu acho quando a FAB entregar ao ministerio da defesa( não sei o
    termo usado) o vetor devera ser escolhido por pontuação positivo e o negativo. Tenho impressão…qual dos tres se adaptaria melhor ao Brasil.Lhes digo honestamente ao meu vêr nenhum chega ao junto Sukhoi. Já penssaram o MIG-35 para MB e Sukhoi para FAB.

  290. Prezados Srs.

    Eu acho quando a FAB entregar ao ministerio da defesa( não sei o
    termo usado) o vetor devera ser escolhido por pontuação positivo e o negativo. Tenho impressão…qual dos tres se adaptaria melhor ao Brasil.Lhes digo honestamente ao meu vêr nenhum chega ao junto Sukhoi. Já penssaram o MIG-35 para MB e Sukhoi para FAB.

  291. 1º Dialogar e ter jogo de cintura nao deve ser interpretado como pais de bananas que aceitam tudo. Exatamente por termos este jogo de cintura que somos respeitados, mesmo quando paises vizinhos fazem alguma coisa que vai contra os interesses do Brasil, geralmente se desculpam e por meio de dialogo resolvemos as questoes.

    2º Os americanos estao no fundo do poço. a unica forma deles reestruturarem sua economia e vendendo procutos militares ( avioes, tanques, etc ), fazendo querrinhas pelo mundo ou mais pratico jogando paises vizinhos em guerra por meio de informações mentirosas ou desencontradas.

    3º Nao podemos e nao devemos fazer o joquinho dos outros, justo gora que o pais caminha para o desenvolvimento, querem nos fazer de bobo nos jogando em uma arapuca onde so teremos a perder.

    4º O Brasil entrou na Segunda Grande Guerra Mundial por interesses politicos e comerciais.

    O tal fato de entrarmos na guerra em 1942 por causa de submarinos afundados por submarinos italianos ou alemães e pura mentira.

    Como e que em 1942 Alemanha nazista e Italia fascista arranjaram tempo e recursos para vir ate o Brasil afundar navios, sendo que na Europa a guerra estava acirrada e seria ilogico para nao falar

    Qual pais que realmente afundou nos nosso navios, tenho quase certeza que nao foram os alemaes e nem os italianos

    Se bobear os americanos interessados em guerras fazem hoje o que fizeram em 1942, quem sabe derrubamum aviao ou mesmo afundam um navio, depois espalha mentiras em jornais e redes Globo da vida que quem derrubou foi a Venezuela, a Colombia,

    Não sejem manipulados pela midia, os americanos sao bons em espalharam mentiras, calunias jogando paises em guerra para futuramente obterem lucros, a repostagem do programa Painel do canal Globo News e apenas A PONTA DO ICEBERG

  292. 1º Dialogar e ter jogo de cintura nao deve ser interpretado como pais de bananas que aceitam tudo. Exatamente por termos este jogo de cintura que somos respeitados, mesmo quando paises vizinhos fazem alguma coisa que vai contra os interesses do Brasil, geralmente se desculpam e por meio de dialogo resolvemos as questoes.

    2º Os americanos estao no fundo do poço. a unica forma deles reestruturarem sua economia e vendendo procutos militares ( avioes, tanques, etc ), fazendo querrinhas pelo mundo ou mais pratico jogando paises vizinhos em guerra por meio de informações mentirosas ou desencontradas.

    3º Nao podemos e nao devemos fazer o joquinho dos outros, justo gora que o pais caminha para o desenvolvimento, querem nos fazer de bobo nos jogando em uma arapuca onde so teremos a perder.

    4º O Brasil entrou na Segunda Grande Guerra Mundial por interesses politicos e comerciais.

    O tal fato de entrarmos na guerra em 1942 por causa de submarinos afundados por submarinos italianos ou alemães e pura mentira.

    Como e que em 1942 Alemanha nazista e Italia fascista arranjaram tempo e recursos para vir ate o Brasil afundar navios, sendo que na Europa a guerra estava acirrada e seria ilogico para nao falar

    Qual pais que realmente afundou nos nosso navios, tenho quase certeza que nao foram os alemaes e nem os italianos

    Se bobear os americanos interessados em guerras fazem hoje o que fizeram em 1942, quem sabe derrubamum aviao ou mesmo afundam um navio, depois espalha mentiras em jornais e redes Globo da vida que quem derrubou foi a Venezuela, a Colombia,

    Não sejem manipulados pela midia, os americanos sao bons em espalharam mentiras, calunias jogando paises em guerra para futuramente obterem lucros, a repostagem do programa Painel do canal Globo News e apenas A PONTA DO ICEBERG

  293. Caro belfiglio,

    Essa notícia é no minimo digna de “folhetins” de 3ª categoria … explico :

    – Em 1º lugar a SAAB não ofereceu â India o Radar Israelense, inicialmente era o RBE-2 e após o rompimento com a Thales ofereceu o Galileo …

    – Em 2º lugar os americanos não precisariam se indispôr com Israel para boicotar o Gripen que usa equipamentos americanos como o Fly-by-wire e o GE F-414 (reator), além de softwares e displays …

    – Finalmente, se tal radar Israelense despertasse o interesse indiano e fosse questionado pelos EEUU, os gringos perderiam muitos pontos junto ao MMRCA (FX-Indiano), e perderiam a concorrência por essa atitude.

    Basta uma análise superficial pra ver que é noticia “plantada” …

    Abc
    Kaleu

  294. Caro belfiglio,

    Essa notícia é no minimo digna de “folhetins” de 3ª categoria … explico :

    – Em 1º lugar a SAAB não ofereceu â India o Radar Israelense, inicialmente era o RBE-2 e após o rompimento com a Thales ofereceu o Galileo …

    – Em 2º lugar os americanos não precisariam se indispôr com Israel para boicotar o Gripen que usa equipamentos americanos como o Fly-by-wire e o GE F-414 (reator), além de softwares e displays …

    – Finalmente, se tal radar Israelense despertasse o interesse indiano e fosse questionado pelos EEUU, os gringos perderiam muitos pontos junto ao MMRCA (FX-Indiano), e perderiam a concorrência por essa atitude.

    Basta uma análise superficial pra ver que é noticia “plantada” …

    Abc
    Kaleu

  295. Sérgio, a situaçõa não é tão simples como colocada pelo NYT, a questão é que existem acordos e contratos e estes países não estão obedecendo. Se foi feito um contrato que se cumpra este contrato. O Brasil além das benesses de entregar a opção do Paraguai entregar a energia gerada a altos custos ambientais e sociais do povo Brasileiro ao Chile e Argentina sem ter nenhuma contrapartida lá pelos idos de 2023, estará financiando linhas de transmissão até Ascunção no valor de 1,5 bilhão de dolares. Isso é inadmissível. Tudo isso pensando que temos um pote de ouro guardo no pré-sal, mas que neste última semana começou a fazer água quando revelado que alguns poços estão vazios, sem possibilidade de extração, desenvolvimento. O Brasil têm tanta energia de sobra assim? Quando foi o último apagão energético que sofremos? Faz tanto tempo assim?
    A política externa deste governo é ridícula. Um absurdo total! Pagamos agora mais caro pelo gás da Bolívia e vamos começar a pagar caro pela nossa própria energia vinda de Itaipu e ninguém faz nada, e acham normal. Queremos sim que os países da região se desenvolvam mais, mas não com este populismo que impera na América do Sul as nossas custas. A Venezuela expulsou a maioria das indústrias estrangeiras de seu território e quer crescer como? Com qual tecnologia?
    Só como exemplo da irresponsabilidade do Paraguai.O negócio é tão grave com relação ao Paraguai que este país liberou a venda indiscriminada do anti-viral Tamiflu da Roche em sua fronteira, fazendo com que muitos brasileiros fossem a Cidade de Leste comprar dezenas de caixas deste medicamento. Acontece que no Brasil o medicamento só esta sendo aplicado a quem apresentar alto risco de contaminação como grávidas, hipertensos, casos com deficiência respiratória. O que as autoridades brasileiras tentam manter é a eficiência do único anti-viral válido para tartar o H1N1 Gripe A, mas tudo está indo pro buraco junto com a pessoas que estão morrendo pois já existe evolução do virus e este já tolera o tamiflu. Então com estes vizinhos estamos ferrados mesmo. Muito s ainda vão morrer pela ignorância de alguns.
    abs

  296. Sérgio, a situaçõa não é tão simples como colocada pelo NYT, a questão é que existem acordos e contratos e estes países não estão obedecendo. Se foi feito um contrato que se cumpra este contrato. O Brasil além das benesses de entregar a opção do Paraguai entregar a energia gerada a altos custos ambientais e sociais do povo Brasileiro ao Chile e Argentina sem ter nenhuma contrapartida lá pelos idos de 2023, estará financiando linhas de transmissão até Ascunção no valor de 1,5 bilhão de dolares. Isso é inadmissível. Tudo isso pensando que temos um pote de ouro guardo no pré-sal, mas que neste última semana começou a fazer água quando revelado que alguns poços estão vazios, sem possibilidade de extração, desenvolvimento. O Brasil têm tanta energia de sobra assim? Quando foi o último apagão energético que sofremos? Faz tanto tempo assim?
    A política externa deste governo é ridícula. Um absurdo total! Pagamos agora mais caro pelo gás da Bolívia e vamos começar a pagar caro pela nossa própria energia vinda de Itaipu e ninguém faz nada, e acham normal. Queremos sim que os países da região se desenvolvam mais, mas não com este populismo que impera na América do Sul as nossas custas. A Venezuela expulsou a maioria das indústrias estrangeiras de seu território e quer crescer como? Com qual tecnologia?
    Só como exemplo da irresponsabilidade do Paraguai.O negócio é tão grave com relação ao Paraguai que este país liberou a venda indiscriminada do anti-viral Tamiflu da Roche em sua fronteira, fazendo com que muitos brasileiros fossem a Cidade de Leste comprar dezenas de caixas deste medicamento. Acontece que no Brasil o medicamento só esta sendo aplicado a quem apresentar alto risco de contaminação como grávidas, hipertensos, casos com deficiência respiratória. O que as autoridades brasileiras tentam manter é a eficiência do único anti-viral válido para tartar o H1N1 Gripe A, mas tudo está indo pro buraco junto com a pessoas que estão morrendo pois já existe evolução do virus e este já tolera o tamiflu. Então com estes vizinhos estamos ferrados mesmo. Muito s ainda vão morrer pela ignorância de alguns.
    abs

  297. Só para voltar ao tópico principal, quais aeronaves participam do FX Indiano? Existe alguma aeronave americana concorrendo?
    abs

  298. Só para voltar ao tópico principal, quais aeronaves participam do FX Indiano? Existe alguma aeronave americana concorrendo?
    abs

  299. “…quais aeronaves participam do FX Indiano? Existe alguma aeronave americana concorrendo?”

    Wolfpack,

    O próprio F/A-18E/F Super Hornet e uma versão do F-16. O F-16IN.

  300. “…quais aeronaves participam do FX Indiano? Existe alguma aeronave americana concorrendo?”

    Wolfpack,

    O próprio F/A-18E/F Super Hornet e uma versão do F-16. O F-16IN.

  301. Caros, uma cuiosiadade. Um episódio que todo brasileiro deveria conhecer: “Desde a década de 50 o Brasil começou a estudar o potencial energético daquelas águas. O engenheiro Marcondes Ferraz, construtor de Paulo Afonso, foi chamado por Gabriel Passos, nacionalista e grande defensor da soberania brasileira, então Ministro das Minas e Energia, para que expusesse ao presidente Jango a sua solução para o problema. Ele (Ferraz) apresentou um projeto que, localizado a 50 quilômetros de Sete Quedas, seria totalmente em território brasileiro, com capacidade de dez mil megawatts e preservando as cachoeiras. Foi um crime inundá-las. Jango mandou que ele tocasse o projeto “a caneladas”. O Presidente caiu, o assunto parou .”
    Quando o assunto voltou, os militares resolveram fazer a Itaipu Binacional.
    Nessa questão quem tinha razão: o Presidente Jango ou os militares ?
    Hoje o paraguaios Top_Top. He He….
    Abs

  302. Caros, uma cuiosiadade. Um episódio que todo brasileiro deveria conhecer: “Desde a década de 50 o Brasil começou a estudar o potencial energético daquelas águas. O engenheiro Marcondes Ferraz, construtor de Paulo Afonso, foi chamado por Gabriel Passos, nacionalista e grande defensor da soberania brasileira, então Ministro das Minas e Energia, para que expusesse ao presidente Jango a sua solução para o problema. Ele (Ferraz) apresentou um projeto que, localizado a 50 quilômetros de Sete Quedas, seria totalmente em território brasileiro, com capacidade de dez mil megawatts e preservando as cachoeiras. Foi um crime inundá-las. Jango mandou que ele tocasse o projeto “a caneladas”. O Presidente caiu, o assunto parou .”
    Quando o assunto voltou, os militares resolveram fazer a Itaipu Binacional.
    Nessa questão quem tinha razão: o Presidente Jango ou os militares ?
    Hoje o paraguaios Top_Top. He He….
    Abs

  303. “…inicialmente era o RBE-2 e após o rompimento com a Thales…”

    Kaleu,

    Vc está sendo bonzinho demais c/ a francesada, que não transfere tecnologia nem a pau.
    Foi negado mesmo, qndo a Dassault assumiu o controle acionário da Thales, VETOU o uso do radar frances no ac sueco.

  304. “…inicialmente era o RBE-2 e após o rompimento com a Thales…”

    Kaleu,

    Vc está sendo bonzinho demais c/ a francesada, que não transfere tecnologia nem a pau.
    Foi negado mesmo, qndo a Dassault assumiu o controle acionário da Thales, VETOU o uso do radar frances no ac sueco.

  305. É João Curitira, vc tem razão.
    Tbm assisti o referido Painel e fiquei triste com a condução de nossa política externa.
    Usando um discurso de esquerda tão em moda “devemos endurecer sem perder a ternura jamais”.
    Acredito que já deveríamos ter endurecido, não apenas com o Equardor (defendendo interesse de quem?), mas principalmente com os vizinhos.
    Somos “portugues” e não “espanhóis” aos olhos de nossos vizinhos castelhanos…
    Não percebem eles que somos simplesmente BRASILEIROS, mistura riquíssima de tantos povos…
    Então vamos fazer nossos caminhos… Pergunto: entre fazer negócio com o Brasil e com o resto da América do Sul, qual seria a opção geral???
    Bem, tem tanbém os chilenos… que são meio “ingleses”… ka,ka,ka…

    Abç, Ivan (Recife)

  306. É João Curitira, vc tem razão.
    Tbm assisti o referido Painel e fiquei triste com a condução de nossa política externa.
    Usando um discurso de esquerda tão em moda “devemos endurecer sem perder a ternura jamais”.
    Acredito que já deveríamos ter endurecido, não apenas com o Equardor (defendendo interesse de quem?), mas principalmente com os vizinhos.
    Somos “portugues” e não “espanhóis” aos olhos de nossos vizinhos castelhanos…
    Não percebem eles que somos simplesmente BRASILEIROS, mistura riquíssima de tantos povos…
    Então vamos fazer nossos caminhos… Pergunto: entre fazer negócio com o Brasil e com o resto da América do Sul, qual seria a opção geral???
    Bem, tem tanbém os chilenos… que são meio “ingleses”… ka,ka,ka…

    Abç, Ivan (Recife)

  307. “O que ocorre hoje é que o Marco Aurélio Garcia e o Lula está antecipando uma decisão de 2023 e dando esta liberdade ao Paraguai de vender sua energia a quem desejar,…”

    Wolfpack,

    Até o conclusão do tratado em 2023 a energia excedente de Itaipú será obrigatóriamente vendida ao Brasil, isso nãp foi mudado.
    O que mudou c/ essa palhaçada Lula/Lugo, é que antes pagavamos preço de mercado e agora vamos pagar ágio.

  308. “O que ocorre hoje é que o Marco Aurélio Garcia e o Lula está antecipando uma decisão de 2023 e dando esta liberdade ao Paraguai de vender sua energia a quem desejar,…”

    Wolfpack,

    Até o conclusão do tratado em 2023 a energia excedente de Itaipú será obrigatóriamente vendida ao Brasil, isso nãp foi mudado.
    O que mudou c/ essa palhaçada Lula/Lugo, é que antes pagavamos preço de mercado e agora vamos pagar ágio.

  309. “- Finalmente, se tal radar Israelense despertasse o interesse indiano e fosse questionado pelos EEUU, os gringos perderiam muitos pontos junto ao MMRCA…”

    Existe sim uma atitude americana de controlar tdo o repasse de tecnologia própria, indiretamente feito por Israel.
    Mas é mais um controle, se quiser usar, tem que pedir antes.

  310. “- Finalmente, se tal radar Israelense despertasse o interesse indiano e fosse questionado pelos EEUU, os gringos perderiam muitos pontos junto ao MMRCA…”

    Existe sim uma atitude americana de controlar tdo o repasse de tecnologia própria, indiretamente feito por Israel.
    Mas é mais um controle, se quiser usar, tem que pedir antes.

  311. Prezado Wolfpack
    Sugiro que leia a fonte deste blog, é sempre mais interessante
    Blog Poder Aéreo postado em 9/11/2008
    F-X na Índia: no outro BRIC, a disputa é muito mais acirrada e… justa.
    Abração

  312. Prezado Wolfpack
    Sugiro que leia a fonte deste blog, é sempre mais interessante
    Blog Poder Aéreo postado em 9/11/2008
    F-X na Índia: no outro BRIC, a disputa é muito mais acirrada e… justa.
    Abração

  313. Wolfpack:

    O Mauricio R. já responde aí em cima, más repetindo:

    Sobre o tratado de Itaipu, não estou enganado não,seu prazo é de 50 anos, após o que , estará aberto para renegociação, em 2023.
    …………….

    Complementando o comentário do Harry, um pouco mais sobre a história da criação de Itaipú.

    Observar que: Pelo que se desprende do 2º texto,os militares optaram por fazer Itaipú de forma binacional, puramente por motivos políticos/estratégicos, inclusive causando prejuízos para a parte exclusivamente financeira, ao Brasil…
    ______________________________

    “A binacional hidrelétrica de Itaipu já nasceu polêmica. O governo militar embalava o sonho do Brasil Grande e a sua concepção se encaixava nos objetivos estratégicos de visão geopolítica militar. O projeto original era outro e surgiu no final do governo Juscelino Kubitschek, objetivando o aproveitamento das potencialidades geradoras de energia de Sete Quedas. Somente em 1961, quando JK não era mais presidente, o projeto foi concluído. O seu autor foi o engenheiro militar Pedro Henrique Rupp e sugeria que o Rio Paraná fosse desviado para o interior do território nacional, antes de alcançar a área fronteiriça com o Paraguai, acima dos Saltos del Guairá. A diplomacia dos dois países ficaria encarregada de encontrar uma solução negociada. Com isso, estaria garantida a integridade das Sete Quedas de Guaíra.

    Em 1962, no governo João Goulart, o engenheiro eletricista Octávio Marcondes Ferraz atualizou o projeto original. Na década de 40 ele foi o responsável pela construção da maior obra da engenharia nacional até então executada no Brasil: a hidroelétrica de Paulo Afonso. Contornara obstáculos técnicos quase intransponíveis. Um deles foi a operação de desvio do Rio São Francisco. Conhecia o que iria propor. Era uma hidrelétrica inteiramente brasileira e não binacional.

    Enxergando o futuro, Marcondes Ferraz afirmava: “Sempre que se faz uma usina muito grande, se a gente adiar obras que não são imediatamente utilizáveis, sempre se diminui os investimentos preliminares e, sobretudo, os juros durante a construção. Por isso, eu tinha previsto, ali, três usinas hidroelétricas. Fazia a primeira e, quando fosse necessário fazia a segunda e depois a terceira.

    Quando Marcondes Ferraz no seu projeto propôs a criação de três hidrelétricas em território brasileiro, preservando a beleza das Sete Quedas, antevia a desnecessidade de uma associação com o Paraguai.”

    *Texto de Hélio Duque.

    ……………………………..
    PORQUE ENTÃO, NÃO SE FEZ ITAIPÚ NOS MOLDES SUGERIDOS ACIMA?
    _________________________________________________________

    “Diante das desavenças recentes, pode-se questionar por que o Brasil optou pelo incômodo de uma hidrelétrica binacional se podia construí-la sozinho. Eis a questão: não podia. Itaipu não foi construída apenas para gerar energia elétrica. Foi também para evitar uma guerra.

    O episódio é pouco conhecido na história recente do Brasil. Entre 1965 e 1966 Brasil e Paraguai estiveram à beira de um conflito armado por causa de uma crise de fronteiras. Seu desfecho é um dos mais brilhantes momentos da diplomacia brasileira. Mudou a história da América do Sul. Também deu uma espécie de nó cego nas relações Brasil-Paraguai.

    A crise diplomática foi o ápice de uma antiga discussão. Quando o governo de João Goulart anunciou, em 1962, a intenção de construir uma usina próxima à fronteira, no Paraná, Stroessner reagiu. Havia – alegava o Paraguai – uma imprecisão no Tratado de Limites de 1872 que deixava incerta a posse de um trecho ao lado da fronteira. Justamente onde se pretendia instalar a hidrelétrica.

    Em 1965, contudo, o Exército resolveu ignorar a queixa paraguaia e, para garantir a posse da área, deslocou uma tropa para Coronel Porto Renato (PR), a três quilômetros da fronteira. A reação de Stroessner foi de um atentado à honra nacional. Bandeiras brasileiras eram queimadas em Assunção. Os muros da embaixada foram pichados. Buzinaços perturbavam os diplomatas. Ao tentar visitar a região, uma comitiva do governo paraguaio foi expulsa por militares brasileiros. Ocorriam provocações dos dois lados da fronteira. Um incidente qualquer poderia levar a um conflito maior.

    – Se entrava numa loja falando o meu espanhol com sotaque brasileiro, recusavam-se a me atender – conta Gibson Barbosa, embaixador em Assunção na época, em suas memórias.

    Foi então que Barbosa entrou em cena. Recém-transferido para Assunção, foi encarregado pelo Itamaraty de serenar os ânimos. O embaixador ofereceu uma solução. E se em vez de discutir – propôs logo na primeira visita a Stroessner – os dois países alagassem a área em disputa para a construção de uma hidrelétrica em parceria?

    Sem ceder, o Brasil ofereceu ao Paraguai uma saída para um confronto que não interessava a ninguém. A usina seria construída, como queria o Brasil. Seria binacional, o que beneficiava o Paraguai. E nenhum dos países reconhecia que o outro tinha razão – o que satisfazia a ambos. Seriam necessários mais sete anos até o tratado definitivo. Em 1982, a criação do lago de Itaipu pôs de fato sob as águas a área em litígio.

    Em vez de inimigos ou vizinhos distantes, Brasil e Paraguai se tornaram parceiros. O Paraguai, que sempre fizera parte da órbita diplomática e econômica da Argentina, voltou-se para o vizinho brasileiro. Stroessner abriu o território para a entrada em massa de colonos. Surgiam os brasiguaios. O tratado entre Brasil, Paraguai e Argentina, de 1979, para acomodar os interesses dos três países com relação a Itaipu, viria a ser a gênese distante do Mercosul.

    A negociação que levou a Itaipu encerra algumas lições esquecidas pelo Itamaraty em episódios como o confisco de usinas da Petrobras na Bolívia, em 2006. Lições também desprezadas pelos críticos da atuação do itamaray,

    quase sempre a exigir uma agressividade não condizente com diplomacia: ser firme sem ser inflexível, ceder sem se desmoralizar, defender os interesses nacionais e ao mesmo tempo entender que o outro lado também precisa ganhar.”

    *Por Alexandre Rodrigues – Jornalista

  314. Wolfpack:

    O Mauricio R. já responde aí em cima, más repetindo:

    Sobre o tratado de Itaipu, não estou enganado não,seu prazo é de 50 anos, após o que , estará aberto para renegociação, em 2023.
    …………….

    Complementando o comentário do Harry, um pouco mais sobre a história da criação de Itaipú.

    Observar que: Pelo que se desprende do 2º texto,os militares optaram por fazer Itaipú de forma binacional, puramente por motivos políticos/estratégicos, inclusive causando prejuízos para a parte exclusivamente financeira, ao Brasil…
    ______________________________

    “A binacional hidrelétrica de Itaipu já nasceu polêmica. O governo militar embalava o sonho do Brasil Grande e a sua concepção se encaixava nos objetivos estratégicos de visão geopolítica militar. O projeto original era outro e surgiu no final do governo Juscelino Kubitschek, objetivando o aproveitamento das potencialidades geradoras de energia de Sete Quedas. Somente em 1961, quando JK não era mais presidente, o projeto foi concluído. O seu autor foi o engenheiro militar Pedro Henrique Rupp e sugeria que o Rio Paraná fosse desviado para o interior do território nacional, antes de alcançar a área fronteiriça com o Paraguai, acima dos Saltos del Guairá. A diplomacia dos dois países ficaria encarregada de encontrar uma solução negociada. Com isso, estaria garantida a integridade das Sete Quedas de Guaíra.

    Em 1962, no governo João Goulart, o engenheiro eletricista Octávio Marcondes Ferraz atualizou o projeto original. Na década de 40 ele foi o responsável pela construção da maior obra da engenharia nacional até então executada no Brasil: a hidroelétrica de Paulo Afonso. Contornara obstáculos técnicos quase intransponíveis. Um deles foi a operação de desvio do Rio São Francisco. Conhecia o que iria propor. Era uma hidrelétrica inteiramente brasileira e não binacional.

    Enxergando o futuro, Marcondes Ferraz afirmava: “Sempre que se faz uma usina muito grande, se a gente adiar obras que não são imediatamente utilizáveis, sempre se diminui os investimentos preliminares e, sobretudo, os juros durante a construção. Por isso, eu tinha previsto, ali, três usinas hidroelétricas. Fazia a primeira e, quando fosse necessário fazia a segunda e depois a terceira.

    Quando Marcondes Ferraz no seu projeto propôs a criação de três hidrelétricas em território brasileiro, preservando a beleza das Sete Quedas, antevia a desnecessidade de uma associação com o Paraguai.”

    *Texto de Hélio Duque.

    ……………………………..
    PORQUE ENTÃO, NÃO SE FEZ ITAIPÚ NOS MOLDES SUGERIDOS ACIMA?
    _________________________________________________________

    “Diante das desavenças recentes, pode-se questionar por que o Brasil optou pelo incômodo de uma hidrelétrica binacional se podia construí-la sozinho. Eis a questão: não podia. Itaipu não foi construída apenas para gerar energia elétrica. Foi também para evitar uma guerra.

    O episódio é pouco conhecido na história recente do Brasil. Entre 1965 e 1966 Brasil e Paraguai estiveram à beira de um conflito armado por causa de uma crise de fronteiras. Seu desfecho é um dos mais brilhantes momentos da diplomacia brasileira. Mudou a história da América do Sul. Também deu uma espécie de nó cego nas relações Brasil-Paraguai.

    A crise diplomática foi o ápice de uma antiga discussão. Quando o governo de João Goulart anunciou, em 1962, a intenção de construir uma usina próxima à fronteira, no Paraná, Stroessner reagiu. Havia – alegava o Paraguai – uma imprecisão no Tratado de Limites de 1872 que deixava incerta a posse de um trecho ao lado da fronteira. Justamente onde se pretendia instalar a hidrelétrica.

    Em 1965, contudo, o Exército resolveu ignorar a queixa paraguaia e, para garantir a posse da área, deslocou uma tropa para Coronel Porto Renato (PR), a três quilômetros da fronteira. A reação de Stroessner foi de um atentado à honra nacional. Bandeiras brasileiras eram queimadas em Assunção. Os muros da embaixada foram pichados. Buzinaços perturbavam os diplomatas. Ao tentar visitar a região, uma comitiva do governo paraguaio foi expulsa por militares brasileiros. Ocorriam provocações dos dois lados da fronteira. Um incidente qualquer poderia levar a um conflito maior.

    – Se entrava numa loja falando o meu espanhol com sotaque brasileiro, recusavam-se a me atender – conta Gibson Barbosa, embaixador em Assunção na época, em suas memórias.

    Foi então que Barbosa entrou em cena. Recém-transferido para Assunção, foi encarregado pelo Itamaraty de serenar os ânimos. O embaixador ofereceu uma solução. E se em vez de discutir – propôs logo na primeira visita a Stroessner – os dois países alagassem a área em disputa para a construção de uma hidrelétrica em parceria?

    Sem ceder, o Brasil ofereceu ao Paraguai uma saída para um confronto que não interessava a ninguém. A usina seria construída, como queria o Brasil. Seria binacional, o que beneficiava o Paraguai. E nenhum dos países reconhecia que o outro tinha razão – o que satisfazia a ambos. Seriam necessários mais sete anos até o tratado definitivo. Em 1982, a criação do lago de Itaipu pôs de fato sob as águas a área em litígio.

    Em vez de inimigos ou vizinhos distantes, Brasil e Paraguai se tornaram parceiros. O Paraguai, que sempre fizera parte da órbita diplomática e econômica da Argentina, voltou-se para o vizinho brasileiro. Stroessner abriu o território para a entrada em massa de colonos. Surgiam os brasiguaios. O tratado entre Brasil, Paraguai e Argentina, de 1979, para acomodar os interesses dos três países com relação a Itaipu, viria a ser a gênese distante do Mercosul.

    A negociação que levou a Itaipu encerra algumas lições esquecidas pelo Itamaraty em episódios como o confisco de usinas da Petrobras na Bolívia, em 2006. Lições também desprezadas pelos críticos da atuação do itamaray,

    quase sempre a exigir uma agressividade não condizente com diplomacia: ser firme sem ser inflexível, ceder sem se desmoralizar, defender os interesses nacionais e ao mesmo tempo entender que o outro lado também precisa ganhar.”

    *Por Alexandre Rodrigues – Jornalista

  315. Prezados
    Este artigo passou a ser o mais visto, passando o artigo “Embraer assumiria Saab, segundo revista” de 04/05/2009 com 195 comentários.
    Parece que o gripen ng faz mais do que marolinha.
    (segundo o prezado Welington o Flanker teve 293 comentário)

    sds

  316. Prezados
    Este artigo passou a ser o mais visto, passando o artigo “Embraer assumiria Saab, segundo revista” de 04/05/2009 com 195 comentários.
    Parece que o gripen ng faz mais do que marolinha.
    (segundo o prezado Welington o Flanker teve 293 comentário)

    sds

  317. Mais uma “coisinha”, titica de nada… que a mídia(o ‘PIG’) faz questão de ocultar :

    O Paraguai tem uma dívida de cerca de 18 bilhões de dólares com a ELETROBRÁS pela construção de Itaipú, sobre a qual incidem juros.

    Pois bem:

    “Este aumento de 240 milhões de dólares anuais que o Brasil pagará ao Paraguai será pago com rearranjo nos juros da dívida do Paraguai pela construção ”

    Em outras palavras, não vamos pagar/desembolsar mais 240 milhões – vamos deixar de receber, abatendo este valor do juros cobrados ao Paraguai.
    ………….

    Quando há interesses políticos envolvidos, a grande mídia “nacional” age como um falsário e vigarista! para se informar realmente. É necessário questionar tudo o que dizem…

    Para mim, o acordo está bom.

  318. Mais uma “coisinha”, titica de nada… que a mídia(o ‘PIG’) faz questão de ocultar :

    O Paraguai tem uma dívida de cerca de 18 bilhões de dólares com a ELETROBRÁS pela construção de Itaipú, sobre a qual incidem juros.

    Pois bem:

    “Este aumento de 240 milhões de dólares anuais que o Brasil pagará ao Paraguai será pago com rearranjo nos juros da dívida do Paraguai pela construção ”

    Em outras palavras, não vamos pagar/desembolsar mais 240 milhões – vamos deixar de receber, abatendo este valor do juros cobrados ao Paraguai.
    ………….

    Quando há interesses políticos envolvidos, a grande mídia “nacional” age como um falsário e vigarista! para se informar realmente. É necessário questionar tudo o que dizem…

    Para mim, o acordo está bom.

  319. Senhores, quais terras foram alagadas? De que lado da fronteira? Terras das mais férteis do Brasil?

    Volto a afirmar que existe um tratado, um acordo, um contrato e este contrato está sendo modificado antes de seu término, a que preço? Esperem e verão na sua próxima conta de luz.
    ============================================

    ELIANE CANTANHÊDE
    COLUNISTA DA FOLHA

    O presidente Barack Obama mal completou seis meses de governo, e o Brasil já tem três frentes de discordância com os EUA: a intenção de ampliar a presença militar na Colômbia sem aviso prévio, o insucesso da Rodada Doha de negociações comerciais e o recuo de Washington sobre a revisão de tarifas para o etanol brasileiro.
    Em entrevista à Folha, anteontem, o chanceler Celso Amorim tomou partido na nova crise entre Colômbia e Venezuela. Citando Millôr Fernandes, para comentar a conduta do presidente venezuelano, Hugo Chávez, ironizou: “O fato de eu ser paranoico não significa que não esteja sendo perseguido”.
    Sobre o etanol, o ministro disse que é “um ponto fundamental” nas relações comerciais com os EUA. E afirmou estar “cético” quanto ao desfecho da Rodada Doha.

    FOLHA – Por que tanta preocupação com o uso de bases militares da Colômbia pelos EUA, se já há o Plano Colômbia?
    AMORIM – É um fato novo. Se fosse a mesma coisa que já tinham, não precisavam fazer um novo acordo, não é? A impressão é que as bases servem para operação de aviões com raio de ação muito grande. Tudo isso feito assim, sem que tenha havido um processo, sem nos consultar. A Colômbia é um país soberano e tem o direito de fazer o que quiser no território dela, mas é uma presença militar importante na nossa vizinhança. Você pode dizer que já tinha em Manta [no Equador]. Ok, mas, se mudou, então há uma coisa nova, e nós queremos conhecer melhor.

    FOLHA – O presidente Hugo Chávez tem razão ao reclamar?
    AMORIM – Compreendo as preocupações da Venezuela. Diz-se que o alvo principal é o narcotráfico e ao mesmo tempo há relatórios do Congresso americano dizendo que a Venezuela estaria sendo conivente, ou leniente, com o narcotráfico. Daí, põem-se num país que é vizinho da Venezuela bases americanas -ou bases colombianas para uso americano, não importa. Gente! É a história do Millôr Fernandes: “O fato de eu ser paranoico não significa que não esteja sendo perseguido”.

    FOLHA – Por outro lado, o Brasil não se preocupa também com a queixa da Suécia de que armas vendidas à Venezuela foram parar com as Farc?
    AMORIM – Não sei quando ocorreu, nem se ocorreu, e, se ocorreu, se foi antes ou depois do Chávez. E se foram roubadas? De qualquer maneira, vamos e venhamos, é só um episódio.
    Muitas armas chegam lá, nas Farc, como chegam nas favelas do Rio. Esse episódio é uma coisa desse tamanhinho comparado com as bases militares.

    FOLHA – A preocupação se alastra para a Europa, via Espanha?
    AMORIM – Se, de repente, você tem uma força de fora muito grande na região… Bem, se as bases vão ter outra aplicação, e não está claro se vão ter, é natural que todos os países, inclusive de fora, se preocupem.

    FOLHA – Essa ação não vai contra o discurso de paz, de não ingerência e desmilitarização de Obama e Hillary Clinton? É uma surpresa?
    AMORIM – Em vez de fazer julgamento de valor, vamos conversar, ouvir explicações e entender melhor. Mas, na região, é importante ter transparência e clareza. Isso talvez tenha faltado. Você pode, por exemplo, ter garantias formais sobre como as bases serão usadas.

    FOLHA – Não é contraditório o governo da Colômbia dizer que as Farc estão aniquiladas e agora justificar a presença americana justo para combater o que já está aniquilado?
    AMORIM – Essa é exatamente uma das perguntas que se faz.

    FOLHA – Pode ser só pretexto?
    AMORIM – Eu não estou dizendo que é só um pretexto, mas você tem todo o direito de fazer esse raciocínio. O que preocupa o Brasil é uma presença militar forte, cujo objetivo e capacidade parecem ir muito além do que possa ser a necessidade interna da Colômbia.

    FOLHA – E a Quarta Frota dos EUA, no Atlântico Sul?
    AMORIM – O paralelo que se pode fazer com as bases é que ocorreu sem que nós tenhamos sido avisados previamente. Na época, eles próprios reconheceram que cometeram um erro de comunicação. As justificativas deles foram todas muito inocentes, de ajuda humanitária no Caribe etc.

    FOLHA – A Rodada Doha fracassou?
    AMORIM – Há uma reunião em setembro, em Nova Déli, e nem sabemos ainda se o representante comercial dos EUA irá ou não. Eles continuam com demandas para os países em desenvolvimento totalmente incompatíveis com o que eles concederam. Ou seja: o país que tem a chave para concluir a rodada mais rapidamente são os EUA, e nós não sentimos ainda um movimento que nos indique que vá ocorrer. Há um ano e meio, estávamos no meio de uma negociação. Agora, não.
    Estamos parados. Por isso, estamos procurando outros caminhos. Nunca dissemos que não queríamos ter um acordo de livre comércio com a União Europeia, mas havia e há dificuldades específicas que precisam ser suplantadas. Só que você não pode ficar esperando a vida toda pela rodada.

    FOLHA – Em vez de avançar, os EUA recuaram no que já havia sido acertado na Rodada Doha depois da vitória dos democratas?
    AMORIM – Na realidade, o que eles têm trazido para as discussões é a mesma posição que os republicanos já tinham em dezembro, o que nos dificulta avançar. Trabalhamos intensamente durante seis meses e parecia que era possível, mas os americanos se enrijeceram. Aí, o governo Bush terminou, e não aconteceu nada.

    FOLHA – E veio Obama e continuou sem acontecer nada?
    AMORIM – E até sem muita clareza se havia interesse na Rodada. Há um mês, mais ou menos, eles defenderam a manutenção exatamente da posição que os republicanos haviam colocado. Isso nos levou à conclusão de que não havia condições de avançar. Querem mais, mais, mais, mas nem dizem exatamente o quê. Vou ser sincero: eu gostaria de ser otimista, mas estou cético neste momento.
    Pode concluir? Até pode, mas levando mais uns dois anos?

    FOLHA – Do ponto de vista de Celso Amorim, isso significa acabar o segundo mandato Lula, oito anos depois, sem Alca, sem Doha, sem acordos bilaterais, sem nenhum avanço na área de comércio?
    AMORIM – Graças a Deus não fechamos a Alca, porque, senão, em vez de fechar o ano com um crescimento de 1%, estaríamos com o México, com uma recessão de uns 5%, 6%, sei lá. Se você pergunta se eu fico frustrado? Pessoalmente, claro que sim. O presidente Lula, possivelmente também. Mas, pior do que não fechar, é fechar um mau acordo. Os emergentes têm de ter mais, e os pobrezinhos têm de ter mais ainda, porque é uma rodada de desenvolvimento. Já no caso de Mercosul-UE, sentimos que eles, os europeus, estão mais pragmáticos. A crise talvez nos torne mais realistas, mais flexíveis.

    FOLHA – Ou o contrário, mais fechados e mais protecionistas?
    AMORIM – Esse risco também há, mas talvez sejam de alguns setores dos países, não dos governantes. Só se pode avançar com uma dose de realismo.

    FOLHA – Obama e Thomas Shannon, que foi secretário para o Hemisfério Ocidental de Bush e será o novo embaixador em Brasília, tinham acenado com a revisão das tarifas contra o etanol brasileiro. Bastou a resistência de um senador de Iowa para a Casa Branca recuar. Como o Brasil vê isso?
    AMORIM – Claro que não achamos bom. Não é positivo para nós, e até achamos que não seja positivo também para boa parte da sociedade americana. Vamos torcer para ser uma coisa episódica, que possa ser revertida lá. Quando você quer aprofundar as relações comerciais com os EUA, esse é sempre um dos pontos mais importantes.
    Se não houver avanço na área de etanol, fica difícil onde mais você possa avançar, pelo menos na área de barreiras tarifárias. Eles sabem disso, aliás.

    FOLHA – No caso de Honduras, já não há sinais também de que o consenso contra o golpe não é mais tão sólido assim nos EUA?
    AMORIM – Tem gente que pensa de maneira antiga, lá como em qualquer lugar do mundo. Às vezes até por laços de amizade. É preciso dar força ao governo dos EUA, até para que todos percebam que não se trata de uma posição só do Obama, nem um capricho da Hillary Clinton, mas sim de todo o continente, a favor da volta do presidente Manuel Zelaya.

    FOLHA – E o pacote de bondades para o Paraguai?
    AMORIM – Estamos redefinindo uma relação, que deve ser percebida como verdadeira parceria pelos dois lados. Buscamos um termo médio. E, afinal, a verdade é que o Paraguai é de fato muito pobre e ali vivem centenas de milhares de brasileiros. Ninguém nem sabe quantos. Tudo isso é importante para o Brasil.

    FOLHA – Quem paga a conta da triplicação do que o Brasil paga pela cessão de energia e da doação de uma linha de transmissão de US$ 450 milhões para eles consumirem lá uma energia que hoje a gente consome cá?
    AMORIM – Pelo amor de Deus! Eles são donos de metade da usina, de metade da água. Eu não posso querer ficar com toda a energia. O que o presidente Lula decidiu é que não será o consumidor.

    FOLHA – Mas só existem três formas: ou o contribuinte, ou o consumidor, ou a entidade consumidor-contribuinte.
    AMORIM – Concordo, mas sabe quanto a cessão representa do orçamento total de Itaipu? Menos de 10%. A relação com o Paraguai é muito mais complexa do que isso.

    ===============================================
    Observem o forma de pensar rasa deste especialista em Geração de Energia? Felizmente eu acredito que nada disso passara no Congresso. Vou anotar o voto de cada um…
    Tudo bem, se ele não quer ficar com toda a energia, quem deve ficar é o Chile e a Argentina.

    A questão é que o Brasil entrega sem contrapartida tudo a estes paisinhos. Agora observe se os Estados Unidos fazem o mesmo com o Etanol só para agradar ao Brasil? Há quanto tempo e esforço o Brasil vêm pedindo maior abertura do mercado americano ao nosso etanol? Qual o resultado até agora? nenhum porque eles sabem fazer negócio, é da doutrina, cultura americana não entregar nada de graça, não existe tapinha nas costas, etc.

    É por isso que o F18 E/F está longe de ser o vetor adotado em nossas forças, muito longe mesmo, pois não é American Affair Way entregar tecnologia somente para fazer amigos, o Congresso Americano não aprova. Esqueçam o F18 E/F e também o Gripen NG, a não ser que o Gripen comece a adotar outro reator e não o GE F414 e aviônicos.

    O Brasil se curva cada vez mais a países periféricos como Bolívia, Paraguai, Equador, Venezuela e Argentina sem receber nada absolutamente nada em troca, nem um voto quando têm seus candidatos à OMC, e Agências da ONU. Em Doha a Argentina votou contra os interesses do Brasil.

    Sr Celso Amorin Brasiguaios escolheram viver e criar riquezas no Paraguai, geram divisas para este país não para o Brasil, pagam seus impostos no Paraguai não no Brasil. Que se danem!. Agora se brasileiros começam a sofrer no Japão por terem escolhido ir trabalhar por lá o Brasil vai fazer intervenção, o mesmo nos Estados Unidos, Canadá, Austrália. Por favor, isso é chamar cada um dos brasileiros de estúpido.

  320. Senhores, quais terras foram alagadas? De que lado da fronteira? Terras das mais férteis do Brasil?

    Volto a afirmar que existe um tratado, um acordo, um contrato e este contrato está sendo modificado antes de seu término, a que preço? Esperem e verão na sua próxima conta de luz.
    ============================================

    ELIANE CANTANHÊDE
    COLUNISTA DA FOLHA

    O presidente Barack Obama mal completou seis meses de governo, e o Brasil já tem três frentes de discordância com os EUA: a intenção de ampliar a presença militar na Colômbia sem aviso prévio, o insucesso da Rodada Doha de negociações comerciais e o recuo de Washington sobre a revisão de tarifas para o etanol brasileiro.
    Em entrevista à Folha, anteontem, o chanceler Celso Amorim tomou partido na nova crise entre Colômbia e Venezuela. Citando Millôr Fernandes, para comentar a conduta do presidente venezuelano, Hugo Chávez, ironizou: “O fato de eu ser paranoico não significa que não esteja sendo perseguido”.
    Sobre o etanol, o ministro disse que é “um ponto fundamental” nas relações comerciais com os EUA. E afirmou estar “cético” quanto ao desfecho da Rodada Doha.

    FOLHA – Por que tanta preocupação com o uso de bases militares da Colômbia pelos EUA, se já há o Plano Colômbia?
    AMORIM – É um fato novo. Se fosse a mesma coisa que já tinham, não precisavam fazer um novo acordo, não é? A impressão é que as bases servem para operação de aviões com raio de ação muito grande. Tudo isso feito assim, sem que tenha havido um processo, sem nos consultar. A Colômbia é um país soberano e tem o direito de fazer o que quiser no território dela, mas é uma presença militar importante na nossa vizinhança. Você pode dizer que já tinha em Manta [no Equador]. Ok, mas, se mudou, então há uma coisa nova, e nós queremos conhecer melhor.

    FOLHA – O presidente Hugo Chávez tem razão ao reclamar?
    AMORIM – Compreendo as preocupações da Venezuela. Diz-se que o alvo principal é o narcotráfico e ao mesmo tempo há relatórios do Congresso americano dizendo que a Venezuela estaria sendo conivente, ou leniente, com o narcotráfico. Daí, põem-se num país que é vizinho da Venezuela bases americanas -ou bases colombianas para uso americano, não importa. Gente! É a história do Millôr Fernandes: “O fato de eu ser paranoico não significa que não esteja sendo perseguido”.

    FOLHA – Por outro lado, o Brasil não se preocupa também com a queixa da Suécia de que armas vendidas à Venezuela foram parar com as Farc?
    AMORIM – Não sei quando ocorreu, nem se ocorreu, e, se ocorreu, se foi antes ou depois do Chávez. E se foram roubadas? De qualquer maneira, vamos e venhamos, é só um episódio.
    Muitas armas chegam lá, nas Farc, como chegam nas favelas do Rio. Esse episódio é uma coisa desse tamanhinho comparado com as bases militares.

    FOLHA – A preocupação se alastra para a Europa, via Espanha?
    AMORIM – Se, de repente, você tem uma força de fora muito grande na região… Bem, se as bases vão ter outra aplicação, e não está claro se vão ter, é natural que todos os países, inclusive de fora, se preocupem.

    FOLHA – Essa ação não vai contra o discurso de paz, de não ingerência e desmilitarização de Obama e Hillary Clinton? É uma surpresa?
    AMORIM – Em vez de fazer julgamento de valor, vamos conversar, ouvir explicações e entender melhor. Mas, na região, é importante ter transparência e clareza. Isso talvez tenha faltado. Você pode, por exemplo, ter garantias formais sobre como as bases serão usadas.

    FOLHA – Não é contraditório o governo da Colômbia dizer que as Farc estão aniquiladas e agora justificar a presença americana justo para combater o que já está aniquilado?
    AMORIM – Essa é exatamente uma das perguntas que se faz.

    FOLHA – Pode ser só pretexto?
    AMORIM – Eu não estou dizendo que é só um pretexto, mas você tem todo o direito de fazer esse raciocínio. O que preocupa o Brasil é uma presença militar forte, cujo objetivo e capacidade parecem ir muito além do que possa ser a necessidade interna da Colômbia.

    FOLHA – E a Quarta Frota dos EUA, no Atlântico Sul?
    AMORIM – O paralelo que se pode fazer com as bases é que ocorreu sem que nós tenhamos sido avisados previamente. Na época, eles próprios reconheceram que cometeram um erro de comunicação. As justificativas deles foram todas muito inocentes, de ajuda humanitária no Caribe etc.

    FOLHA – A Rodada Doha fracassou?
    AMORIM – Há uma reunião em setembro, em Nova Déli, e nem sabemos ainda se o representante comercial dos EUA irá ou não. Eles continuam com demandas para os países em desenvolvimento totalmente incompatíveis com o que eles concederam. Ou seja: o país que tem a chave para concluir a rodada mais rapidamente são os EUA, e nós não sentimos ainda um movimento que nos indique que vá ocorrer. Há um ano e meio, estávamos no meio de uma negociação. Agora, não.
    Estamos parados. Por isso, estamos procurando outros caminhos. Nunca dissemos que não queríamos ter um acordo de livre comércio com a União Europeia, mas havia e há dificuldades específicas que precisam ser suplantadas. Só que você não pode ficar esperando a vida toda pela rodada.

    FOLHA – Em vez de avançar, os EUA recuaram no que já havia sido acertado na Rodada Doha depois da vitória dos democratas?
    AMORIM – Na realidade, o que eles têm trazido para as discussões é a mesma posição que os republicanos já tinham em dezembro, o que nos dificulta avançar. Trabalhamos intensamente durante seis meses e parecia que era possível, mas os americanos se enrijeceram. Aí, o governo Bush terminou, e não aconteceu nada.

    FOLHA – E veio Obama e continuou sem acontecer nada?
    AMORIM – E até sem muita clareza se havia interesse na Rodada. Há um mês, mais ou menos, eles defenderam a manutenção exatamente da posição que os republicanos haviam colocado. Isso nos levou à conclusão de que não havia condições de avançar. Querem mais, mais, mais, mas nem dizem exatamente o quê. Vou ser sincero: eu gostaria de ser otimista, mas estou cético neste momento.
    Pode concluir? Até pode, mas levando mais uns dois anos?

    FOLHA – Do ponto de vista de Celso Amorim, isso significa acabar o segundo mandato Lula, oito anos depois, sem Alca, sem Doha, sem acordos bilaterais, sem nenhum avanço na área de comércio?
    AMORIM – Graças a Deus não fechamos a Alca, porque, senão, em vez de fechar o ano com um crescimento de 1%, estaríamos com o México, com uma recessão de uns 5%, 6%, sei lá. Se você pergunta se eu fico frustrado? Pessoalmente, claro que sim. O presidente Lula, possivelmente também. Mas, pior do que não fechar, é fechar um mau acordo. Os emergentes têm de ter mais, e os pobrezinhos têm de ter mais ainda, porque é uma rodada de desenvolvimento. Já no caso de Mercosul-UE, sentimos que eles, os europeus, estão mais pragmáticos. A crise talvez nos torne mais realistas, mais flexíveis.

    FOLHA – Ou o contrário, mais fechados e mais protecionistas?
    AMORIM – Esse risco também há, mas talvez sejam de alguns setores dos países, não dos governantes. Só se pode avançar com uma dose de realismo.

    FOLHA – Obama e Thomas Shannon, que foi secretário para o Hemisfério Ocidental de Bush e será o novo embaixador em Brasília, tinham acenado com a revisão das tarifas contra o etanol brasileiro. Bastou a resistência de um senador de Iowa para a Casa Branca recuar. Como o Brasil vê isso?
    AMORIM – Claro que não achamos bom. Não é positivo para nós, e até achamos que não seja positivo também para boa parte da sociedade americana. Vamos torcer para ser uma coisa episódica, que possa ser revertida lá. Quando você quer aprofundar as relações comerciais com os EUA, esse é sempre um dos pontos mais importantes.
    Se não houver avanço na área de etanol, fica difícil onde mais você possa avançar, pelo menos na área de barreiras tarifárias. Eles sabem disso, aliás.

    FOLHA – No caso de Honduras, já não há sinais também de que o consenso contra o golpe não é mais tão sólido assim nos EUA?
    AMORIM – Tem gente que pensa de maneira antiga, lá como em qualquer lugar do mundo. Às vezes até por laços de amizade. É preciso dar força ao governo dos EUA, até para que todos percebam que não se trata de uma posição só do Obama, nem um capricho da Hillary Clinton, mas sim de todo o continente, a favor da volta do presidente Manuel Zelaya.

    FOLHA – E o pacote de bondades para o Paraguai?
    AMORIM – Estamos redefinindo uma relação, que deve ser percebida como verdadeira parceria pelos dois lados. Buscamos um termo médio. E, afinal, a verdade é que o Paraguai é de fato muito pobre e ali vivem centenas de milhares de brasileiros. Ninguém nem sabe quantos. Tudo isso é importante para o Brasil.

    FOLHA – Quem paga a conta da triplicação do que o Brasil paga pela cessão de energia e da doação de uma linha de transmissão de US$ 450 milhões para eles consumirem lá uma energia que hoje a gente consome cá?
    AMORIM – Pelo amor de Deus! Eles são donos de metade da usina, de metade da água. Eu não posso querer ficar com toda a energia. O que o presidente Lula decidiu é que não será o consumidor.

    FOLHA – Mas só existem três formas: ou o contribuinte, ou o consumidor, ou a entidade consumidor-contribuinte.
    AMORIM – Concordo, mas sabe quanto a cessão representa do orçamento total de Itaipu? Menos de 10%. A relação com o Paraguai é muito mais complexa do que isso.

    ===============================================
    Observem o forma de pensar rasa deste especialista em Geração de Energia? Felizmente eu acredito que nada disso passara no Congresso. Vou anotar o voto de cada um…
    Tudo bem, se ele não quer ficar com toda a energia, quem deve ficar é o Chile e a Argentina.

    A questão é que o Brasil entrega sem contrapartida tudo a estes paisinhos. Agora observe se os Estados Unidos fazem o mesmo com o Etanol só para agradar ao Brasil? Há quanto tempo e esforço o Brasil vêm pedindo maior abertura do mercado americano ao nosso etanol? Qual o resultado até agora? nenhum porque eles sabem fazer negócio, é da doutrina, cultura americana não entregar nada de graça, não existe tapinha nas costas, etc.

    É por isso que o F18 E/F está longe de ser o vetor adotado em nossas forças, muito longe mesmo, pois não é American Affair Way entregar tecnologia somente para fazer amigos, o Congresso Americano não aprova. Esqueçam o F18 E/F e também o Gripen NG, a não ser que o Gripen comece a adotar outro reator e não o GE F414 e aviônicos.

    O Brasil se curva cada vez mais a países periféricos como Bolívia, Paraguai, Equador, Venezuela e Argentina sem receber nada absolutamente nada em troca, nem um voto quando têm seus candidatos à OMC, e Agências da ONU. Em Doha a Argentina votou contra os interesses do Brasil.

    Sr Celso Amorin Brasiguaios escolheram viver e criar riquezas no Paraguai, geram divisas para este país não para o Brasil, pagam seus impostos no Paraguai não no Brasil. Que se danem!. Agora se brasileiros começam a sofrer no Japão por terem escolhido ir trabalhar por lá o Brasil vai fazer intervenção, o mesmo nos Estados Unidos, Canadá, Austrália. Por favor, isso é chamar cada um dos brasileiros de estúpido.

  321. “Esqueçam o F18 E/F e também o Gripen NG, a não ser que o Gripen comece a adotar outro reator e não o GE F414 e aviônicos.”

    Uau, isso mesmo, selecionemos o sueco e vamos desenvolver um “miní me de Typhoon”!!!

    Troca a “nefasta” F-414 pela “jóia” EJ-200!!!

  322. “Esqueçam o F18 E/F e também o Gripen NG, a não ser que o Gripen comece a adotar outro reator e não o GE F414 e aviônicos.”

    Uau, isso mesmo, selecionemos o sueco e vamos desenvolver um “miní me de Typhoon”!!!

    Troca a “nefasta” F-414 pela “jóia” EJ-200!!!

  323. Amigo Kaleu,

    No noticia publicada, kaleu em 02 ago, 2009 às 12:39.

    Imaginei que nesta altura do campeonato o Hornet seria o mais barato dos 3, Sendo o GRIPEN o mais barato com transferencia de tecnologia, PEGA LOGO, oportunidade única, teremos um caça muito superior a qq dos nossos atuais em alguns anos.

    Abs

  324. Amigo Kaleu,

    No noticia publicada, kaleu em 02 ago, 2009 às 12:39.

    Imaginei que nesta altura do campeonato o Hornet seria o mais barato dos 3, Sendo o GRIPEN o mais barato com transferencia de tecnologia, PEGA LOGO, oportunidade única, teremos um caça muito superior a qq dos nossos atuais em alguns anos.

    Abs

  325. Neste domingo a Folha apresentou o FX2 em andamento. A surpresa são os preços dos aviões. O preço do Rafale é estimado em R$ 263 milhões, o F-18 em R$ 188 milhões e o Gripen 131,6 milhões. Os 36 aviões pretendidos podem chegar de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões de reais.
    Olha é muito dinheiro para pouca coisa. É melhor trocar os caças SU-35 por frango ou carne de boi, como ocorreu com o M-35 crocodilo russo.

  326. Neste domingo a Folha apresentou o FX2 em andamento. A surpresa são os preços dos aviões. O preço do Rafale é estimado em R$ 263 milhões, o F-18 em R$ 188 milhões e o Gripen 131,6 milhões. Os 36 aviões pretendidos podem chegar de R$ 4 bilhões a R$ 8 bilhões de reais.
    Olha é muito dinheiro para pouca coisa. É melhor trocar os caças SU-35 por frango ou carne de boi, como ocorreu com o M-35 crocodilo russo.

  327. em tempo: a outra matéria do jornal Folha também é interessante, são as bases americanas na Colombia. Olhando o gráfico das bases, constata-se pelo menos geograficamente a Colombia é estremamente estratética, pois seu território ocupa dois oceanos. Vê-se que os estrategistas da quarta frota estão atentos ao que ocorre ao sul do equador. A amazônia é de fato o próximo campo de batalha e cabeça de praia será na Colombia.

  328. em tempo: a outra matéria do jornal Folha também é interessante, são as bases americanas na Colombia. Olhando o gráfico das bases, constata-se pelo menos geograficamente a Colombia é estremamente estratética, pois seu território ocupa dois oceanos. Vê-se que os estrategistas da quarta frota estão atentos ao que ocorre ao sul do equador. A amazônia é de fato o próximo campo de batalha e cabeça de praia será na Colombia.

  329. Em tempo 1: quem já jogou WAR, aquele brinquedo de estratégia de crianças, sabe que aquele ponto é o entroncamento das batalhas mais ferrenhas para a conquista de territórios ao norte ou ao sul. Portanto aos estrategistas de verdade por profissão devem botar as barbas de molho pois o tio sam botou as botas neste ponto estratégico e não sairá de lá tão cedo.
    Creio que a escolha do vencedor das aeronaves já está dado depois deste episódio.

  330. Em tempo 1: quem já jogou WAR, aquele brinquedo de estratégia de crianças, sabe que aquele ponto é o entroncamento das batalhas mais ferrenhas para a conquista de territórios ao norte ou ao sul. Portanto aos estrategistas de verdade por profissão devem botar as barbas de molho pois o tio sam botou as botas neste ponto estratégico e não sairá de lá tão cedo.
    Creio que a escolha do vencedor das aeronaves já está dado depois deste episódio.

  331. Prezados
    Uma turbina que perde 1/3 de potência sem pós-combustão é MUITO FRACA, ou seja, dos 9000kgf cai para 6000kgf.
    Creio que deva ter outras turbinas no mercado.
    sds

  332. Prezados
    Uma turbina que perde 1/3 de potência sem pós-combustão é MUITO FRACA, ou seja, dos 9000kgf cai para 6000kgf.
    Creio que deva ter outras turbinas no mercado.
    sds

  333. Amigo a Folha de São Paulo deixou ha muito de ser um jornal imparcial se é que ja foi algum dia.

    Reforço as palavras do amigo Wi

    Quando há interesses políticos envolvidos, a grande mídia “nacional” age como um falsário e vigarista!

    Querem que fiquemos todos paranóicos, civis e militares, a midia marrom distorce os fatos, altera a essência das palavras ditas pelas nao ditas.

    Onde querem chegar com isso e quem esta pagando para por estas matérias em jornais.

    Ja disse em outro comentário, que os americanos querem arranjar uma guerrinha custe o que custar seja com quem for, de preferencias com armas deles e sangue nosos, no caso citados, dos Colombianos

    Me parece improvavel que os EUA abram uma frente de batalha aqui com seus soldados, ja estao bem encrencados no Iraque e se preparando para o Irã.

    E aqui na America do Sul apesar das forças armadas de todos os paises serem em materia de armamento uma verdadeira piada de mau gosto, o mesmo nao se pode falar da experiencia de batalha dos soldados sulamericanos em selva, seria um digamos outro Vietnam para eles.

    Eles gostam de ficar ( a distancia e claro, bem distante ) bombas em cidades, quando estao em terra caem como moscas, esta ai o Iraque para provar.

    Os americanos nao tem medo de ninguem, a nao ser que este ninguem tenha armamento russo (Su e MIGs) ai o ninguem vira alguem a temer.

  334. Amigo a Folha de São Paulo deixou ha muito de ser um jornal imparcial se é que ja foi algum dia.

    Reforço as palavras do amigo Wi

    Quando há interesses políticos envolvidos, a grande mídia “nacional” age como um falsário e vigarista!

    Querem que fiquemos todos paranóicos, civis e militares, a midia marrom distorce os fatos, altera a essência das palavras ditas pelas nao ditas.

    Onde querem chegar com isso e quem esta pagando para por estas matérias em jornais.

    Ja disse em outro comentário, que os americanos querem arranjar uma guerrinha custe o que custar seja com quem for, de preferencias com armas deles e sangue nosos, no caso citados, dos Colombianos

    Me parece improvavel que os EUA abram uma frente de batalha aqui com seus soldados, ja estao bem encrencados no Iraque e se preparando para o Irã.

    E aqui na America do Sul apesar das forças armadas de todos os paises serem em materia de armamento uma verdadeira piada de mau gosto, o mesmo nao se pode falar da experiencia de batalha dos soldados sulamericanos em selva, seria um digamos outro Vietnam para eles.

    Eles gostam de ficar ( a distancia e claro, bem distante ) bombas em cidades, quando estao em terra caem como moscas, esta ai o Iraque para provar.

    Os americanos nao tem medo de ninguem, a nao ser que este ninguem tenha armamento russo (Su e MIGs) ai o ninguem vira alguem a temer.

  335. Em tempo2: como os caças são muito caros e numa guerra de coalisão, 36 são nada, e lembremos que o Iraque possuia uma grande frota aerea e não foi páreo para os cerca de 3.000 aviões que despejaram suas armas.
    Se tivessemos 10% da frota da coalisão que atacou o Iraque, teriamos cerca de 300 (trezentos) aviões, agora com 36 (trinta e seis) é risível em termos de estratégia militar, ainda que precisemos deste pouco.
    Creio que devemos investir em misseis estratégicos, de 300km, 1000km, 5.000km, 10.000km, etc.
    Já ficou claro que a Colombia será palco dos sistemas eletronicos dos americanos para detecção do que ocorre no cone sul, Awacs, satelites, etc., varrendo nossos céus e indetectáveis, pois nem satélites possuimos como os chineses e russos.

  336. Em tempo2: como os caças são muito caros e numa guerra de coalisão, 36 são nada, e lembremos que o Iraque possuia uma grande frota aerea e não foi páreo para os cerca de 3.000 aviões que despejaram suas armas.
    Se tivessemos 10% da frota da coalisão que atacou o Iraque, teriamos cerca de 300 (trezentos) aviões, agora com 36 (trinta e seis) é risível em termos de estratégia militar, ainda que precisemos deste pouco.
    Creio que devemos investir em misseis estratégicos, de 300km, 1000km, 5.000km, 10.000km, etc.
    Já ficou claro que a Colombia será palco dos sistemas eletronicos dos americanos para detecção do que ocorre no cone sul, Awacs, satelites, etc., varrendo nossos céus e indetectáveis, pois nem satélites possuimos como os chineses e russos.

  337. Prezado Hornet

    Os USA estão jogando perigosamente com a estabilidade da região sul-americanae como disse as minhas apostas passaram para 95% Rafale
    4,9& gripen e 0,1% F-18 SH
    Abração

  338. Prezado Hornet

    Os USA estão jogando perigosamente com a estabilidade da região sul-americanae como disse as minhas apostas passaram para 95% Rafale
    4,9& gripen e 0,1% F-18 SH
    Abração

  339. Prezado Hornet
    Creio que as fábricas francesas estarão funcionando a pleno vapor em brevissímo tempo.
    Hornet uma pergunta. No caso dos USA instalanrem de fato as 3 (se já não estiverm por lá) os USA de uma certa forma não estariam quebrando algum tipo de tratado? E fico preocupado é que os falcões (senhores da guerra)estão querendo cria um novo Oriente Médio so que pela busca de biotecnolgia e água.
    Abração

  340. Prezado Hornet
    Creio que as fábricas francesas estarão funcionando a pleno vapor em brevissímo tempo.
    Hornet uma pergunta. No caso dos USA instalanrem de fato as 3 (se já não estiverm por lá) os USA de uma certa forma não estariam quebrando algum tipo de tratado? E fico preocupado é que os falcões (senhores da guerra)estão querendo cria um novo Oriente Médio so que pela busca de biotecnolgia e água.
    Abração

  341. Caro Lucas,

    Essa questão de bases americanas na Colombia é jogo de cena … explico :-

    – A Colombia já mantém duas bases americanas e contigentes a muitos anos, oriundas do chamado plano Colômbia de combate ao narcotráfico … não têm novidade nisso … a terceira base é uma simples realocação da base americana desativada (expulsa ou não renovada) pelo Equador e transferida para território colombiano … esse barulho todo é um jogo de provocação com os bolivarianos que estavam “comemorando” a expulsão da base em território equatoriano praticada por Rafael idealizada por Chaves … é como se os gringo respondessem aos dois patetas … BABACAS, NÃO ADIANTOU PORR@ NENHUMA nossas bases continuam aqui …

    abc
    Kaleu

  342. Caro Lucas,

    Essa questão de bases americanas na Colombia é jogo de cena … explico :-

    – A Colombia já mantém duas bases americanas e contigentes a muitos anos, oriundas do chamado plano Colômbia de combate ao narcotráfico … não têm novidade nisso … a terceira base é uma simples realocação da base americana desativada (expulsa ou não renovada) pelo Equador e transferida para território colombiano … esse barulho todo é um jogo de provocação com os bolivarianos que estavam “comemorando” a expulsão da base em território equatoriano praticada por Rafael idealizada por Chaves … é como se os gringo respondessem aos dois patetas … BABACAS, NÃO ADIANTOU PORR@ NENHUMA nossas bases continuam aqui …

    abc
    Kaleu

  343. Nada … absolutamente nada a ver com o Brasil … bem como os vetores que se encontram nessas bases não fazem frente à FAB … em sua amioria são helicópteros …

    abc
    Kaleu

  344. Nada … absolutamente nada a ver com o Brasil … bem como os vetores que se encontram nessas bases não fazem frente à FAB … em sua amioria são helicópteros …

    abc
    Kaleu

  345. Amigo Sonic Wings, … sobre 02 ago, 2009 às 21:49

    Se tivesse poder de decisão tava decidido pelo Gripen !

    Contudo gostaria de expressar a vc e aos demais amigos daqui uma preocupação … é recorrente entre os críticos do Gripen NG o argumento de que não está pronto ou “não existe” como gostam de falar e isso ocorre porque o NG está sendo oferecido com cerca de 50% dos componentes do Gripen C/D (já consolidado) … essa decisão da SAAB ocorre porque parece-me que há mais componentes americanos do que pensavamos e é absolutamente claro que os suécos não podem transferir tais tecnologias … então a solução foi disponibilizar no FX-2 todas as tecnologias genuinamente suécas, além da mudança estrutural para alavancagem de alcance (e isso já está pronto e sendo testado no Demo), e substituir componentes americanos por brasileiros … conf falei anteriormente … no C/D não seria possível …

    Porém é o único que VERDADEIRAMENTE acrescenta a ind. aeroespacial brasileira … nos garante acesso a mateirais compostos, aerodinâmica supersônica, uma excelente aviônica e D-link de qualidade reconhecida por todos … teremos muito o que contribuir na substituição de grande parte de soft e displays americanos, os quais já fabricamos aqui … ainda seremos dependentes dos gringos … SIM motores e sabe-se lá mais o que … porém já estaremos com 85% do caminho percorrido para nossa total independência … é minha opinião !

    Abraços
    Kaleu

  346. Amigo Sonic Wings, … sobre 02 ago, 2009 às 21:49

    Se tivesse poder de decisão tava decidido pelo Gripen !

    Contudo gostaria de expressar a vc e aos demais amigos daqui uma preocupação … é recorrente entre os críticos do Gripen NG o argumento de que não está pronto ou “não existe” como gostam de falar e isso ocorre porque o NG está sendo oferecido com cerca de 50% dos componentes do Gripen C/D (já consolidado) … essa decisão da SAAB ocorre porque parece-me que há mais componentes americanos do que pensavamos e é absolutamente claro que os suécos não podem transferir tais tecnologias … então a solução foi disponibilizar no FX-2 todas as tecnologias genuinamente suécas, além da mudança estrutural para alavancagem de alcance (e isso já está pronto e sendo testado no Demo), e substituir componentes americanos por brasileiros … conf falei anteriormente … no C/D não seria possível …

    Porém é o único que VERDADEIRAMENTE acrescenta a ind. aeroespacial brasileira … nos garante acesso a mateirais compostos, aerodinâmica supersônica, uma excelente aviônica e D-link de qualidade reconhecida por todos … teremos muito o que contribuir na substituição de grande parte de soft e displays americanos, os quais já fabricamos aqui … ainda seremos dependentes dos gringos … SIM motores e sabe-se lá mais o que … porém já estaremos com 85% do caminho percorrido para nossa total independência … é minha opinião !

    Abraços
    Kaleu

  347. Lucas,

    creio que não. A Colômbia é soberana para deixar ou não os EUA instalarem as bases em seu território. Neste sentido, não estaria quebrando nenhum tratado…ao menos não me lembro de nenhum tratado que proíba isso.

    estou me referindo a tratados internacionais. Já internamente, acho que existem problemas sim.

    Pelo o que eu já li, parece que a Constituição da Colômbia não permite este tipo de coisa:

    “O acantonamento de tropas estrangeiras na Colômbia está proibido pela Constituição Nacional, a que apenas permite o trânsito autorizado previamente pelo Congresso e sob conceito favorável do Conselho de Estado”.

    Ou seja, parace que o Uribe está agindo de forma inconstitucional.

    http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=40080

    e parece também que a população colombiana não está gostando nenhum um pouco desssa história…mas enfim.

    abração

  348. Lucas,

    creio que não. A Colômbia é soberana para deixar ou não os EUA instalarem as bases em seu território. Neste sentido, não estaria quebrando nenhum tratado…ao menos não me lembro de nenhum tratado que proíba isso.

    estou me referindo a tratados internacionais. Já internamente, acho que existem problemas sim.

    Pelo o que eu já li, parece que a Constituição da Colômbia não permite este tipo de coisa:

    “O acantonamento de tropas estrangeiras na Colômbia está proibido pela Constituição Nacional, a que apenas permite o trânsito autorizado previamente pelo Congresso e sob conceito favorável do Conselho de Estado”.

    Ou seja, parace que o Uribe está agindo de forma inconstitucional.

    http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=40080

    e parece também que a população colombiana não está gostando nenhum um pouco desssa história…mas enfim.

    abração

  349. Oi Kaleu, é hora de cair pra dentro. Não era o que a galera queria? Um caça com maior participação brasileira possivel? Tá na hora de mostrar do que somos capazes.

    Abs

  350. Oi Kaleu, é hora de cair pra dentro. Não era o que a galera queria? Um caça com maior participação brasileira possivel? Tá na hora de mostrar do que somos capazes.

    Abs

  351. Prezado Hornet
    “A presença americana poderia, a rigor, motivar a parceria de países da região com outras nações.”
    Essa é a parte que mais me preocupa.
    Caro Hornet
    Gostaria de explorar um pouquinho um assunto que foi debatido e que foi bem “quente” aqui no blog “Honduras fecha espaço aéreo” no início de julho deste ano,mas somente para fazer uma analogia com o presidente da Colombia,uma vez que é incostitucional então,é ilegal a situaç!ao das bases americanas e pergunto se as situações sobre muitos aspectos não seria uma espécie de golpe perante ao povo colombiano?
    Abração e Muito Obrigado

  352. Prezado Hornet
    “A presença americana poderia, a rigor, motivar a parceria de países da região com outras nações.”
    Essa é a parte que mais me preocupa.
    Caro Hornet
    Gostaria de explorar um pouquinho um assunto que foi debatido e que foi bem “quente” aqui no blog “Honduras fecha espaço aéreo” no início de julho deste ano,mas somente para fazer uma analogia com o presidente da Colombia,uma vez que é incostitucional então,é ilegal a situaç!ao das bases americanas e pergunto se as situações sobre muitos aspectos não seria uma espécie de golpe perante ao povo colombiano?
    Abração e Muito Obrigado

  353. Prezado Hornet
    Só para ilustar o debate foi tão intenso que me fez refletir da minha carência com relação as questões jurídica (não sou advogado), mas encontrei um livro simples e direto sobre teoria geral do processo para entender melhor o que voces falavam e as nuances e as filigranas jurídica relatadas pelo Felipe Cps
    Abração

  354. Prezado Hornet
    Só para ilustar o debate foi tão intenso que me fez refletir da minha carência com relação as questões jurídica (não sou advogado), mas encontrei um livro simples e direto sobre teoria geral do processo para entender melhor o que voces falavam e as nuances e as filigranas jurídica relatadas pelo Felipe Cps
    Abração

  355. Se tivesse poder de decisão tava decidido … Part “2”

    Considerando que não haja garantias de que em 2014 a nova plataforma do Gripen NG-BR esteja certificada, operacional e pronta para fabricação … como alternativa o FX-2 poderia ser assim decidido : –

    – Vence o SH a competição para fabricação de 36 vetores, sob as seguintes condições : –

    – 1º) – Antecipação do início das entregas para 2.012 com abertura de códigos-fonte suficientes para a TOTAL manutenção em território nacional, bem como os Cod-Fontes necessários para a integração de TODO o armamento escolhido pela FAB.

    – 2º) – Compra via FMS (mesmo preço pago pela USNavy) cujos Off-Sets deverão ser compra de equipamentos brasileiros no mesmo valor do contrato dos 36 vetores.

    – 3º) – Parceria no KC-390 com oferta conjunta ao Gov. Americano gdo da substituição dos C-130s.

    – 4º) – Garantia de venda via FMS de radares AN/APG-79 AESA (minimo 180 unidades) a serem empregados em futuro caça mult-função brasileiro que substituirá os Mirage, F-5, A-1 e A-4.

    Esse equipamento será o componente “Hi” da FAB …

    Mantém-se a parceria com a SAAB para a continuidade do desenvolvimento do Gripen NG-BR cujo produto final terá seus requizitos e capacidades determinados pela FAB e MB e substituirão os Mirage, F-5, A-1 e A-4 ou seja + ou – 150 unidades … e vamos para o desenvolvimento do %ªG tupiniquim …

    O QUE ACHAM OS AMIGOS ?

    DELÍRIO TOTAL ? … OU É POSSÍVEL E ATÉ MESMO VIÁVEL ECONOMICAMENTE FALANDO ?

    abraço a todos
    Kaleu

  356. Se tivesse poder de decisão tava decidido … Part “2”

    Considerando que não haja garantias de que em 2014 a nova plataforma do Gripen NG-BR esteja certificada, operacional e pronta para fabricação … como alternativa o FX-2 poderia ser assim decidido : –

    – Vence o SH a competição para fabricação de 36 vetores, sob as seguintes condições : –

    – 1º) – Antecipação do início das entregas para 2.012 com abertura de códigos-fonte suficientes para a TOTAL manutenção em território nacional, bem como os Cod-Fontes necessários para a integração de TODO o armamento escolhido pela FAB.

    – 2º) – Compra via FMS (mesmo preço pago pela USNavy) cujos Off-Sets deverão ser compra de equipamentos brasileiros no mesmo valor do contrato dos 36 vetores.

    – 3º) – Parceria no KC-390 com oferta conjunta ao Gov. Americano gdo da substituição dos C-130s.

    – 4º) – Garantia de venda via FMS de radares AN/APG-79 AESA (minimo 180 unidades) a serem empregados em futuro caça mult-função brasileiro que substituirá os Mirage, F-5, A-1 e A-4.

    Esse equipamento será o componente “Hi” da FAB …

    Mantém-se a parceria com a SAAB para a continuidade do desenvolvimento do Gripen NG-BR cujo produto final terá seus requizitos e capacidades determinados pela FAB e MB e substituirão os Mirage, F-5, A-1 e A-4 ou seja + ou – 150 unidades … e vamos para o desenvolvimento do %ªG tupiniquim …

    O QUE ACHAM OS AMIGOS ?

    DELÍRIO TOTAL ? … OU É POSSÍVEL E ATÉ MESMO VIÁVEL ECONOMICAMENTE FALANDO ?

    abraço a todos
    Kaleu

  357. Diga-lá meu amigo Hornet … já desistiu do Rafale ?

    Analise a minha proposta acima e considere que os Franceses levaram os Subs, SubNuc e Helis … maior contrato … precisamos estar de “bem” tbm com o Titio Sam … maior comprador e fornecedor da Embraer … bons off-sets e boas possibilidades para o ST e KC-390 … e finalmente precisamos capacitar nossa ind aeroespacial e fabricar um caça brasileiro de alta performance … ficamos com os Suécos …

    Os nossos amigos Franceses vão entender … não temos absolutamente condições economicas de manter operacional cerca de 150 caças com os custos do Rafale … é um ótimo caça, porém muito caro para os nossos padrões pois emquanto eles mantém operacional apenas 68 unidades … pela grande extensão de nosso território precisamos de no minimo 150 …

    FICA TODO MUNDO FELIZ !

    abraço
    kaleu

  358. Diga-lá meu amigo Hornet … já desistiu do Rafale ?

    Analise a minha proposta acima e considere que os Franceses levaram os Subs, SubNuc e Helis … maior contrato … precisamos estar de “bem” tbm com o Titio Sam … maior comprador e fornecedor da Embraer … bons off-sets e boas possibilidades para o ST e KC-390 … e finalmente precisamos capacitar nossa ind aeroespacial e fabricar um caça brasileiro de alta performance … ficamos com os Suécos …

    Os nossos amigos Franceses vão entender … não temos absolutamente condições economicas de manter operacional cerca de 150 caças com os custos do Rafale … é um ótimo caça, porém muito caro para os nossos padrões pois emquanto eles mantém operacional apenas 68 unidades … pela grande extensão de nosso território precisamos de no minimo 150 …

    FICA TODO MUNDO FELIZ !

    abraço
    kaleu

  359. Prezado Kaleu
    Aco muito interessante o projeto do gripen ng e uma futura parceria com a SAAB (vencendo ou não), mas (sempre tem um mais) é a questão politica oferecida pela França que é mais abrangente e envolve vários campos que vai além do f-x2 como os subs, fragatas NAe mísseis entre outras. Sempre defendi a utilização de pelo menos 2 vetores
    Um exemplo simplório :
    uma empresa não vai entregar uma única televisão em caminhão é muito provavel que seja entregue em um veículo como kombi.
    sds

  360. Prezado Kaleu
    Aco muito interessante o projeto do gripen ng e uma futura parceria com a SAAB (vencendo ou não), mas (sempre tem um mais) é a questão politica oferecida pela França que é mais abrangente e envolve vários campos que vai além do f-x2 como os subs, fragatas NAe mísseis entre outras. Sempre defendi a utilização de pelo menos 2 vetores
    Um exemplo simplório :
    uma empresa não vai entregar uma única televisão em caminhão é muito provavel que seja entregue em um veículo como kombi.
    sds

  361. Caro Lucas, … por favor “traduza isso pro caipirêz” …

    “Um exemplo simplório :
    uma empresa não vai entregar uma única televisão em caminhão é muito provavel que seja entregue em um veículo como kombi.” … acho que sou meio “lento” … não entendi bulhufas … pra mim tá longe de “simplório” … rsrsrs

    Tá claro que a França nos quer como parceiro estratégico … por segurança alimentar, energética e sobretudo pelo seu interesse territorial na AS (Guiana) que o Cháves vive ameaçando por questões de fronteira …

    É bem vinda uma aliança militar com a França, porém não uma total dependência … e não a qualqer preço como quer a França … Nunca na história brasileira optamos pelo mais caro … pelas dimensões do nosso território precisamos de no minimo 150 caçadores mult-função … como poderemos manter uma frota dessa envergadura dentro dos parâmetros de preços praticados pelos Franceses ? … vc sabe tão bem ou melhor do que eu o quanto é doloroso quando temos que trocar um parafuso que seja do Mirage … diferentemente da questão dos Subs e SubNuc que é uma quantidade limitadissima, sendo a França a única que disponibilizou tecno que necessitamos …

    Temos que diversificar, mantendo a parceria com os franceses e ampliando nosso “net-work” com essa oportunidade … não precisamos, nem é salutar colocar todos os nossos ovos na cesta francesa … é minha opinião !

    Abraço
    Kaleu

  362. Caro Lucas, … por favor “traduza isso pro caipirêz” …

    “Um exemplo simplório :
    uma empresa não vai entregar uma única televisão em caminhão é muito provavel que seja entregue em um veículo como kombi.” … acho que sou meio “lento” … não entendi bulhufas … pra mim tá longe de “simplório” … rsrsrs

    Tá claro que a França nos quer como parceiro estratégico … por segurança alimentar, energética e sobretudo pelo seu interesse territorial na AS (Guiana) que o Cháves vive ameaçando por questões de fronteira …

    É bem vinda uma aliança militar com a França, porém não uma total dependência … e não a qualqer preço como quer a França … Nunca na história brasileira optamos pelo mais caro … pelas dimensões do nosso território precisamos de no minimo 150 caçadores mult-função … como poderemos manter uma frota dessa envergadura dentro dos parâmetros de preços praticados pelos Franceses ? … vc sabe tão bem ou melhor do que eu o quanto é doloroso quando temos que trocar um parafuso que seja do Mirage … diferentemente da questão dos Subs e SubNuc que é uma quantidade limitadissima, sendo a França a única que disponibilizou tecno que necessitamos …

    Temos que diversificar, mantendo a parceria com os franceses e ampliando nosso “net-work” com essa oportunidade … não precisamos, nem é salutar colocar todos os nossos ovos na cesta francesa … é minha opinião !

    Abraço
    Kaleu

  363. Lucas,

    sobre a inconstitucionalidade ou não das Bases na Colômbia, como sempre, depende da intepretação da lei.

    “O governo de Uribe ressalta que as operações se restringem ao uso do território colombiano e que não são bases norte-americanas, mas sim que pessoal militar dos EUA que usará instalações militares colombianas.” (Fonte: UOL)

    Se isso está ou não dentro das normas constitucionais da Colômbia, não sei te dizer. Pela notícia que postei pra vc acima, parece que não está. E segundo a notícia, uma parte da sociedade colombiana está protestando, está questionando o governo de Uribe, neste quesito.

    Penso eu que uma coisa é vc aceitar a ajuda econômica e treinamento e equipamento militar de um país estrangeiro, outra coisa é vc permitir que um país estrangeiro crie ou use, de forma permanente, bases militares em seu território. Mas não sei como fica a questão da soberania diante da Constituição da Colômbia. Não tenho subsídios para emitir uma opinião sobre isso.

    Só sei que se fosse no Brasil, isso seria complicado de ser aceito pela sociedade. Certamente não aceitaríamos. De forma alguma. A não ser em casos extremos, como foi durante a Segunda Guerra. Mas mesmo assim, as bases americanas só ficaram enquanto a guerra durou. Terminado a II Guerra: thank you, bye bye, Uncle Sam.

    Já sobre sua preocupação, acho que é a mesma do Brasil, do Chile, da Espanha e vários outros países que já se manifestaram:

    “Os governos da Espanha e do Brasil articulam reações conjuntas da União Europeia e da América Latina contra a intenção dos EUA de ampliarem sua presença militar na Colômbia, com distribuição de soldados e civis americanos em três bases.

    Para Espanha e Brasil, isso significa trazer para a região a lógica da militarização e uma corrida armamentista, com a Colômbia servindo de plataforma para os EUA e a Venezuela, para a Rússia.”(fonte: UOL)

    E na próxima reunião da Unasul (agora em agosto), parece que o tema será discutido pelos vários países membros. Não sei se vc já leu a matéria, em todo caso deixo-a aqui:

    http://imirante.globo.com/noticias/pagina208696.shtml

    Creio que o que o Brasil, Chile e Espanha estão pedindo para a Colômbia (e por tabela, aos EUA) é totalmente legítimo. Estão pedindo apenas esclarecimentos e transparência. Nada mais. Aqui tem a posição do Brasil:

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090729_amorimcolombia_fa_np.shtml

    O Brasil e nem um outro país está querendo interferir nos assuntos internos da Colômbia, estamos apenas pedindo, no campo diplomático, transparência das ações. Acho isso perfeito. Afinal, a Colômbia faz fronteira com o Brasil.

    Mas, certamente isso ainda vai gerar muita discussão, vai dar pano pra manga.

    abração

  364. Lucas,

    sobre a inconstitucionalidade ou não das Bases na Colômbia, como sempre, depende da intepretação da lei.

    “O governo de Uribe ressalta que as operações se restringem ao uso do território colombiano e que não são bases norte-americanas, mas sim que pessoal militar dos EUA que usará instalações militares colombianas.” (Fonte: UOL)

    Se isso está ou não dentro das normas constitucionais da Colômbia, não sei te dizer. Pela notícia que postei pra vc acima, parece que não está. E segundo a notícia, uma parte da sociedade colombiana está protestando, está questionando o governo de Uribe, neste quesito.

    Penso eu que uma coisa é vc aceitar a ajuda econômica e treinamento e equipamento militar de um país estrangeiro, outra coisa é vc permitir que um país estrangeiro crie ou use, de forma permanente, bases militares em seu território. Mas não sei como fica a questão da soberania diante da Constituição da Colômbia. Não tenho subsídios para emitir uma opinião sobre isso.

    Só sei que se fosse no Brasil, isso seria complicado de ser aceito pela sociedade. Certamente não aceitaríamos. De forma alguma. A não ser em casos extremos, como foi durante a Segunda Guerra. Mas mesmo assim, as bases americanas só ficaram enquanto a guerra durou. Terminado a II Guerra: thank you, bye bye, Uncle Sam.

    Já sobre sua preocupação, acho que é a mesma do Brasil, do Chile, da Espanha e vários outros países que já se manifestaram:

    “Os governos da Espanha e do Brasil articulam reações conjuntas da União Europeia e da América Latina contra a intenção dos EUA de ampliarem sua presença militar na Colômbia, com distribuição de soldados e civis americanos em três bases.

    Para Espanha e Brasil, isso significa trazer para a região a lógica da militarização e uma corrida armamentista, com a Colômbia servindo de plataforma para os EUA e a Venezuela, para a Rússia.”(fonte: UOL)

    E na próxima reunião da Unasul (agora em agosto), parece que o tema será discutido pelos vários países membros. Não sei se vc já leu a matéria, em todo caso deixo-a aqui:

    http://imirante.globo.com/noticias/pagina208696.shtml

    Creio que o que o Brasil, Chile e Espanha estão pedindo para a Colômbia (e por tabela, aos EUA) é totalmente legítimo. Estão pedindo apenas esclarecimentos e transparência. Nada mais. Aqui tem a posição do Brasil:

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090729_amorimcolombia_fa_np.shtml

    O Brasil e nem um outro país está querendo interferir nos assuntos internos da Colômbia, estamos apenas pedindo, no campo diplomático, transparência das ações. Acho isso perfeito. Afinal, a Colômbia faz fronteira com o Brasil.

    Mas, certamente isso ainda vai gerar muita discussão, vai dar pano pra manga.

    abração

  365. Prezado Kaleu
    O simplórioé o seguinte
    Sou partidário de 2 vetores , haja vista que temos situações simples e complexas na aviação e que o custo para situações simples não será necessário o uso de um rafale e sim de um gripen ng ou super tucano ok?
    Kaleu,infelizmente neste momento, acho que teremos ( e não deveremos) que colocar todos os ovos em uma única cesta.
    Será uma parceria em todos sairão lucrando (principalmente a França)
    ando muito descrente nos americano e não será porque o Obama seja o presidente que as coisas mudaram e creio que ainda está no discurso e nada de ações (talvez seja uma baita intuição somente, mas não creio).Teoricamente o correto seria repartir com outros países mas o único que acenou para o Brasil foi a França.
    Abração

  366. Prezado Kaleu
    O simplórioé o seguinte
    Sou partidário de 2 vetores , haja vista que temos situações simples e complexas na aviação e que o custo para situações simples não será necessário o uso de um rafale e sim de um gripen ng ou super tucano ok?
    Kaleu,infelizmente neste momento, acho que teremos ( e não deveremos) que colocar todos os ovos em uma única cesta.
    Será uma parceria em todos sairão lucrando (principalmente a França)
    ando muito descrente nos americano e não será porque o Obama seja o presidente que as coisas mudaram e creio que ainda está no discurso e nada de ações (talvez seja uma baita intuição somente, mas não creio).Teoricamente o correto seria repartir com outros países mas o único que acenou para o Brasil foi a França.
    Abração

  367. Caro Lucas,

    Os Norte americanos são cheios de restrições (até com os mais chegados aliados) e tem um histórico ruim com o Brasil … nós nunca fomos muito amiguinhos deles, até mesmo por tomar posições firmes e muitas vezes contra os americanos … um exemplo disso o episódio dos misseis nucleares em Cuba … qdo os soviéticos queriam colocar ogivas nucleares naquele país JFK (Kennedy) pediu apoio de todos os países da américa para que se evitasse aquilo … todos os países enviaram pelo menos uma fragata (pra fazer o bloqueio) … o ÙNICO país que não enviou uma pomba sequer foi o Brasil … na ocasião o embaixador americano qdo recebeu um NÃO BEM GRANDE do Pres Vargas (salvo engano), ficou tão puto que saiu da sala presidencial pela porta errada e ao invés de sair por onde entrou … entrou em um dos banheiros e “bateu” a porta … depois, teve que voltar com “cara de taxo” pra procurar a porta certa … imagine a cara de satisfação do Vargas … RSRSRS

    Hoje o Brasil é muito mais poderoso, muito mais desenvolvido, se naquela época já falavamos não pra eles, agora é pior … veja a posição do Brasil com relação ao Guerra do Iraque … mantivemos nossas posições e ponto final …

    O que quero dizer é que não precisamos “baixar as caças” pros gringos, pórém precisamos manter uma relação saudável e inteligente, afinal é a maior economia do mundo, o maior fornecedor e comprador da Embraer … eles podem fazer a diferença em nossas aspirações aos assentos dos orgãos internacionais é muito bom pro nosso bolso estar de bem com o tio sam desde que isso não afete nossos valores …

    Jamais podemos entrar nessa idiotice que fazem os bolivarianos … eles mesmos estão se condenando a eterna pobreza, subdesenvolvimento e permanente ditadura … não é isso que queremos para o Brasil, concorda ?

    abração também
    Kaleu

  368. Caro Lucas,

    Os Norte americanos são cheios de restrições (até com os mais chegados aliados) e tem um histórico ruim com o Brasil … nós nunca fomos muito amiguinhos deles, até mesmo por tomar posições firmes e muitas vezes contra os americanos … um exemplo disso o episódio dos misseis nucleares em Cuba … qdo os soviéticos queriam colocar ogivas nucleares naquele país JFK (Kennedy) pediu apoio de todos os países da américa para que se evitasse aquilo … todos os países enviaram pelo menos uma fragata (pra fazer o bloqueio) … o ÙNICO país que não enviou uma pomba sequer foi o Brasil … na ocasião o embaixador americano qdo recebeu um NÃO BEM GRANDE do Pres Vargas (salvo engano), ficou tão puto que saiu da sala presidencial pela porta errada e ao invés de sair por onde entrou … entrou em um dos banheiros e “bateu” a porta … depois, teve que voltar com “cara de taxo” pra procurar a porta certa … imagine a cara de satisfação do Vargas … RSRSRS

    Hoje o Brasil é muito mais poderoso, muito mais desenvolvido, se naquela época já falavamos não pra eles, agora é pior … veja a posição do Brasil com relação ao Guerra do Iraque … mantivemos nossas posições e ponto final …

    O que quero dizer é que não precisamos “baixar as caças” pros gringos, pórém precisamos manter uma relação saudável e inteligente, afinal é a maior economia do mundo, o maior fornecedor e comprador da Embraer … eles podem fazer a diferença em nossas aspirações aos assentos dos orgãos internacionais é muito bom pro nosso bolso estar de bem com o tio sam desde que isso não afete nossos valores …

    Jamais podemos entrar nessa idiotice que fazem os bolivarianos … eles mesmos estão se condenando a eterna pobreza, subdesenvolvimento e permanente ditadura … não é isso que queremos para o Brasil, concorda ?

    abração também
    Kaleu

  369. Caros Amigos.:

    Sei que á muitas opniões diferentes e que cada um tem um gosto, más sejamos inteligente, o melhor avião no momento para o Brasil é o “Dassault Rafale F-3”, por tem mais transferencia de tecnologia e também por ser uma aéronave que atende asw necessidades da FAB.
    Resumindo, é o melhor avião para o Brasil.

    Abraços.

  370. Caros Amigos.:

    Sei que á muitas opniões diferentes e que cada um tem um gosto, más sejamos inteligente, o melhor avião no momento para o Brasil é o “Dassault Rafale F-3”, por tem mais transferencia de tecnologia e também por ser uma aéronave que atende asw necessidades da FAB.
    Resumindo, é o melhor avião para o Brasil.

    Abraços.

  371. kaleu, o presidente brasileiro durante a crise dos mísseis deve ter sido o Jango. Será que isso ocorreu antes ou depois da Guerra da Lagosta?

  372. kaleu, o presidente brasileiro durante a crise dos mísseis deve ter sido o Jango. Será que isso ocorreu antes ou depois da Guerra da Lagosta?

  373. Nós vimos cada coisa e ouvimos cada coisa!
    Sr. Mauricio R., quem disse a você que o Typhoon é melhor que o Rafale?
    O Rafale é mais manobravél e sua aéro-dinamica é melhor do que o Typhoon.
    Além do mais a Empresa Francesa que Fabrica o Rafale já tem muito mais experiencia em fabricar caças e aviões de Guerra.
    O Rafale é um pouquinho melhor que o Typhoon também em vários termos e só pesquisarem.
    Dos concorrentes do FX2, se for do gosto dos militares Brasileiras o Rafale seria o vencedor. O Gripen só ganharia a concorrencia se haver 100% de transferencia de tecnologia e os engenheiros aéronauticos Brasileiros participa-sem de seu desenvolvimento.
    Já no caso do F/A-18 ele só ganharia a concorrencia se o Lula fala-se: “Eu quero o F/A-18”. Do contrario nem militares e nem engenheiros iriam querer este avião.

    Senhores, isso quer dizer que a final ficou entre Rafale e Gripen, pois é o que mais interessa para o Brasil. O F/A-18 só foi para não tirar logo os americanos da concorrencia.

    Outro motivo para o F/A-18 não ganhar é que o Brasil não é “Tão” amigo assim dos EUA. Lembre-se de que o Brasil já foi contra várias ações Americanas.

    Outro motivo é o super interece dos Americanos em nossa Amazônia, pois eles são obsecados para tela.

    Eu morei 2 anos em Coimbra(Portugal) e morei 6 anos em Boston(EUA), e lá nos EUA até o povo Americano é a favor do dominio dos EUA sobre a Amazônia e lá algumas escolas já trazem em seus livros e atlas escritos:
    “Região da Amazônia interesse internacional”.
    Quem de vocês que um dia tiver oportunidade de ir aos EUA peçam para alguém de lá mostrar um livro ou um atlas para vocês verem.

    Então Senhores, porque o Brasil tem interesse em caças Americanos?

  374. Nós vimos cada coisa e ouvimos cada coisa!
    Sr. Mauricio R., quem disse a você que o Typhoon é melhor que o Rafale?
    O Rafale é mais manobravél e sua aéro-dinamica é melhor do que o Typhoon.
    Além do mais a Empresa Francesa que Fabrica o Rafale já tem muito mais experiencia em fabricar caças e aviões de Guerra.
    O Rafale é um pouquinho melhor que o Typhoon também em vários termos e só pesquisarem.
    Dos concorrentes do FX2, se for do gosto dos militares Brasileiras o Rafale seria o vencedor. O Gripen só ganharia a concorrencia se haver 100% de transferencia de tecnologia e os engenheiros aéronauticos Brasileiros participa-sem de seu desenvolvimento.
    Já no caso do F/A-18 ele só ganharia a concorrencia se o Lula fala-se: “Eu quero o F/A-18”. Do contrario nem militares e nem engenheiros iriam querer este avião.

    Senhores, isso quer dizer que a final ficou entre Rafale e Gripen, pois é o que mais interessa para o Brasil. O F/A-18 só foi para não tirar logo os americanos da concorrencia.

    Outro motivo para o F/A-18 não ganhar é que o Brasil não é “Tão” amigo assim dos EUA. Lembre-se de que o Brasil já foi contra várias ações Americanas.

    Outro motivo é o super interece dos Americanos em nossa Amazônia, pois eles são obsecados para tela.

    Eu morei 2 anos em Coimbra(Portugal) e morei 6 anos em Boston(EUA), e lá nos EUA até o povo Americano é a favor do dominio dos EUA sobre a Amazônia e lá algumas escolas já trazem em seus livros e atlas escritos:
    “Região da Amazônia interesse internacional”.
    Quem de vocês que um dia tiver oportunidade de ir aos EUA peçam para alguém de lá mostrar um livro ou um atlas para vocês verem.

    Então Senhores, porque o Brasil tem interesse em caças Americanos?

  375. Srs. acabo de ler em outro blog em relato na Epoca, de que inclusive o RAFALE possui equipamentos americanos e que os mesmos precisam de liberação como todos os outros. Ou seja 100% qualquer coisa hoje no mundo é impossível.

    Abs

  376. Srs. acabo de ler em outro blog em relato na Epoca, de que inclusive o RAFALE possui equipamentos americanos e que os mesmos precisam de liberação como todos os outros. Ou seja 100% qualquer coisa hoje no mundo é impossível.

    Abs

  377. Senhor,Sonic Wings, todos sabém que o Rafale é 100% Francês(todos os equipamentos são Franceses). A fonte que você viu isto é pura mentira.
    Já foi pesquisado e relatado que os EUA, Rússia e França são os únicos paises independentes em tecnologia. Já Suécia e países da União Européia já dependem de outras nações.
    Portanto, o Rafale é 100% Francês.

  378. Senhor,Sonic Wings, todos sabém que o Rafale é 100% Francês(todos os equipamentos são Franceses). A fonte que você viu isto é pura mentira.
    Já foi pesquisado e relatado que os EUA, Rússia e França são os únicos paises independentes em tecnologia. Já Suécia e países da União Européia já dependem de outras nações.
    Portanto, o Rafale é 100% Francês.

  379. Nós vimos cada coisa e ouvimos cada coisa!
    Sr. Mauricio R., quem disse a você que o Typhoon é melhor que o Rafale?
    O Rafale é mais manobravél e sua aéro-dinamica é melhor do que o Typhoon.
    Além do mais a Empresa Francesa que Fabrica o Rafale já tem muito mais experiencia em fabricar caças e aviões de Guerra.
    O Rafale é um pouquinho melhor que o Typhoon também em vários termos e só pesquisarem.
    Dos concorrentes do FX2, se for do gosto dos militares Brasileiras o Rafale seria o vencedor. O Gripen só ganharia a concorrencia se haver 100% de transferencia de tecnologia e os engenheiros aéronauticos Brasileiros participa-sem de seu desenvolvimento.
    Já no caso do F/A-18 ele só ganharia a concorrencia se o Lula fala-se: “Eu quero o F/A-18″. Do contrario nem militares e nem engenheiros iriam querer este avião.

    Senhores, isso quer dizer que a final ficou entre Rafale e Gripen, pois é o que mais interessa para o Brasil. O F/A-18 só foi para não tirar logo os americanos da concorrencia.

    Outro motivo para o F/A-18 não ganhar é que o Brasil não é “Tão” amigo assim dos EUA. Lembre-se de que o Brasil já foi contra várias ações Americanas.

    Outro motivo é o super interece dos Americanos em nossa Amazônia, pois eles são obsecados para tela.

    Eu morei 2 anos em Coimbra(Portugal) e morei 6 anos em Boston(EUA), e lá nos EUA até o povo Americano é a favor do dominio dos EUA sobre a Amazônia e lá algumas escolas já trazem em seus livros e atlas escritos:
    “Região da Amazônia interesse internacional”.
    Quem de vocês que um dia tiver oportunidade de ir aos EUA peçam para alguém de lá mostrar um livro ou um atlas para vocês verem.

    Então Senhores, porque o Brasil tem interesse em caças Americanos?

    O Brasil precisa de algumas transferencias de tecnologia, pois, se na Época a Argentina tivesse os …códigos fonte… dos mísseis Exocet não teria perdido a Guerra para a Inglaterra(Reino Unido).
    Já o Brasil vai ter todos os …códigos fonte… e nós mesmos vamos dominálo.

  380. Nós vimos cada coisa e ouvimos cada coisa!
    Sr. Mauricio R., quem disse a você que o Typhoon é melhor que o Rafale?
    O Rafale é mais manobravél e sua aéro-dinamica é melhor do que o Typhoon.
    Além do mais a Empresa Francesa que Fabrica o Rafale já tem muito mais experiencia em fabricar caças e aviões de Guerra.
    O Rafale é um pouquinho melhor que o Typhoon também em vários termos e só pesquisarem.
    Dos concorrentes do FX2, se for do gosto dos militares Brasileiras o Rafale seria o vencedor. O Gripen só ganharia a concorrencia se haver 100% de transferencia de tecnologia e os engenheiros aéronauticos Brasileiros participa-sem de seu desenvolvimento.
    Já no caso do F/A-18 ele só ganharia a concorrencia se o Lula fala-se: “Eu quero o F/A-18″. Do contrario nem militares e nem engenheiros iriam querer este avião.

    Senhores, isso quer dizer que a final ficou entre Rafale e Gripen, pois é o que mais interessa para o Brasil. O F/A-18 só foi para não tirar logo os americanos da concorrencia.

    Outro motivo para o F/A-18 não ganhar é que o Brasil não é “Tão” amigo assim dos EUA. Lembre-se de que o Brasil já foi contra várias ações Americanas.

    Outro motivo é o super interece dos Americanos em nossa Amazônia, pois eles são obsecados para tela.

    Eu morei 2 anos em Coimbra(Portugal) e morei 6 anos em Boston(EUA), e lá nos EUA até o povo Americano é a favor do dominio dos EUA sobre a Amazônia e lá algumas escolas já trazem em seus livros e atlas escritos:
    “Região da Amazônia interesse internacional”.
    Quem de vocês que um dia tiver oportunidade de ir aos EUA peçam para alguém de lá mostrar um livro ou um atlas para vocês verem.

    Então Senhores, porque o Brasil tem interesse em caças Americanos?

    O Brasil precisa de algumas transferencias de tecnologia, pois, se na Época a Argentina tivesse os …códigos fonte… dos mísseis Exocet não teria perdido a Guerra para a Inglaterra(Reino Unido).
    Já o Brasil vai ter todos os …códigos fonte… e nós mesmos vamos dominálo.

  381. Caro JOsé, transcrevo aqui o post a que me referi no blog do Alide:

    O artigo do tal “Valor Economico”… será que podemos acreditar na transferência de tecnologia dos americanos??

    Daniel Rittner, de Brasília

    A Força Aérea Brasileira (FAB) dá partida, no dia 30, à etapa mais importante no processo de seleção dos novos caças de múltiplo emprego. É quando representantes dos países e dos fabricantes dos jatos deverão receber os pedidos formais de propostas da Aeronáutica – RFP, como são conhecidos na indústria de defesa, por causa da sigla em inglês para “Request for Proposal”. Por meio desse documento, o governo brasileiro informará detalhes como a configuração desejada dos futuros caças e o cronograma exato das entregas.Já os fornecedores terão um prazo para apresentar ofertas detalhadas, incluindo o preço das aeronaves e a forma de financiamento. Esse é um novo ponto de interrogação para o futuro do Projeto F-X2, que prevê uma encomenda inicial de 36 caças, com custo superior a US$ 2 bilhões. A venda de aeronaves militares é normalmente financiada por bancos do país de origem do produto, com pacotes que prevêem o pagamento em mais de uma década. A dúvida é se isso realmente não será afetado pela crise financeira internacional.

    Bob Kemp, vice-presidente de marketing e vendas internacionais da sueca Gripen, e Bengt Janér, diretor-geral da empresa no Brasil, garantem que não haverá problemas. “Os bancos suecos estão sólidos”, diz Janér. “A crise fará com que os nossos clientes sejam ainda mais sensíveis ao preço, o que é uma boa notícia para nós”, emenda Kemp. Ambos participaram ontem da inauguração de um escritório da Saab, controladora da Gripen, em Brasília.

    Explica-se: diferentemente do F-18 Super Hornet (da americana Boeing) e do Rafale (da francesa Dassault), os dois outros caças selecionados pela FAB para a lista final do processo de escolha, o Gripen New Generation (NG) é o único jato monomotor e tem como propaganda os custos operacionais supostamente mais baixos. Seriam US$ 4 mil por hora de vôo contra até US$ 14 mil do Rafale e do F-18, segundo Janér.

    Kemp deu pistas sobre o preço do NG, que foi apresentado oficialmente em abril e terá suas primeiras unidades entregues entre 2013 e 2014. De acordo com o executivo, a Gripen ofereceu um pacote de 48 caças à Noruega, com todo o treinamento de pilotos locais, por 20 bilhões de coroas dinarmaquesas – o equivalente a US$ 3,439 bilhões. Dá pouco mais de US$ 70 milhões por caça.

    A Gripen faz promessas de atender ao governo brasileiro na transferência de tecnologia, que, a seu ver, será um ponto decisivo no F-X2. “Temos um compromisso do nosso governo para nos apoiar nisso”, diz o vice-presidente. Também afirma estar disposto a cooperar com o Brasil no desenvolvimento de um caça de quinta geração. E destaca a conveniência de uma “parceria entre iguais”. “A Embraer e a Saab têm mais ou menos o mesmo tamanho”, diz Kemp, acrescentando que Dassault e Boeing são de portes diferentes da brasileira.

    Conforme explicou o executivo sueco, a Gripen foca a sua estratégia de vendas em três mercados potenciais: novos membros da Otan que precisam substituir antigos caças russos (Hungria e República Tcheca já são seus clientes), países “não-alinhados” que são clientes tradicionais dos franceses (Brasil, Índia, África do Sul, Argentina e Equador), e os que buscam modernizar suas frotas de aeronaves americanas (Tailândia, Malásia, Suíça e os países nórdicos).

  382. Caro JOsé, transcrevo aqui o post a que me referi no blog do Alide:

    O artigo do tal “Valor Economico”… será que podemos acreditar na transferência de tecnologia dos americanos??

    Daniel Rittner, de Brasília

    A Força Aérea Brasileira (FAB) dá partida, no dia 30, à etapa mais importante no processo de seleção dos novos caças de múltiplo emprego. É quando representantes dos países e dos fabricantes dos jatos deverão receber os pedidos formais de propostas da Aeronáutica – RFP, como são conhecidos na indústria de defesa, por causa da sigla em inglês para “Request for Proposal”. Por meio desse documento, o governo brasileiro informará detalhes como a configuração desejada dos futuros caças e o cronograma exato das entregas.Já os fornecedores terão um prazo para apresentar ofertas detalhadas, incluindo o preço das aeronaves e a forma de financiamento. Esse é um novo ponto de interrogação para o futuro do Projeto F-X2, que prevê uma encomenda inicial de 36 caças, com custo superior a US$ 2 bilhões. A venda de aeronaves militares é normalmente financiada por bancos do país de origem do produto, com pacotes que prevêem o pagamento em mais de uma década. A dúvida é se isso realmente não será afetado pela crise financeira internacional.

    Bob Kemp, vice-presidente de marketing e vendas internacionais da sueca Gripen, e Bengt Janér, diretor-geral da empresa no Brasil, garantem que não haverá problemas. “Os bancos suecos estão sólidos”, diz Janér. “A crise fará com que os nossos clientes sejam ainda mais sensíveis ao preço, o que é uma boa notícia para nós”, emenda Kemp. Ambos participaram ontem da inauguração de um escritório da Saab, controladora da Gripen, em Brasília.

    Explica-se: diferentemente do F-18 Super Hornet (da americana Boeing) e do Rafale (da francesa Dassault), os dois outros caças selecionados pela FAB para a lista final do processo de escolha, o Gripen New Generation (NG) é o único jato monomotor e tem como propaganda os custos operacionais supostamente mais baixos. Seriam US$ 4 mil por hora de vôo contra até US$ 14 mil do Rafale e do F-18, segundo Janér.

    Kemp deu pistas sobre o preço do NG, que foi apresentado oficialmente em abril e terá suas primeiras unidades entregues entre 2013 e 2014. De acordo com o executivo, a Gripen ofereceu um pacote de 48 caças à Noruega, com todo o treinamento de pilotos locais, por 20 bilhões de coroas dinarmaquesas – o equivalente a US$ 3,439 bilhões. Dá pouco mais de US$ 70 milhões por caça.

    A Gripen faz promessas de atender ao governo brasileiro na transferência de tecnologia, que, a seu ver, será um ponto decisivo no F-X2. “Temos um compromisso do nosso governo para nos apoiar nisso”, diz o vice-presidente. Também afirma estar disposto a cooperar com o Brasil no desenvolvimento de um caça de quinta geração. E destaca a conveniência de uma “parceria entre iguais”. “A Embraer e a Saab têm mais ou menos o mesmo tamanho”, diz Kemp, acrescentando que Dassault e Boeing são de portes diferentes da brasileira.

    Conforme explicou o executivo sueco, a Gripen foca a sua estratégia de vendas em três mercados potenciais: novos membros da Otan que precisam substituir antigos caças russos (Hungria e República Tcheca já são seus clientes), países “não-alinhados” que são clientes tradicionais dos franceses (Brasil, Índia, África do Sul, Argentina e Equador), e os que buscam modernizar suas frotas de aeronaves americanas (Tailândia, Malásia, Suíça e os países nórdicos).

  383. Amigo José,

    Antes de me chamar de louco postando noticias atrasadas hahahah.
    Justifico que sem querer copiei a noticia errada. (Isso que dá fazer mil coisas ao mesmo tempo! hehe)

    Segue a info mensionada anteriormente:

    Revista Época
    A relação Brasil-França causa polêmica

    A proximidade de Lula com o francês Nicolas Sarkozy poderá ser decisiva na escolha do fabricante que vai fornecer 36 caças supersônicos para o Brasil Murilo Ramos

    Jacky Naegelem e Michael Buholzer

    Sarkozy e Lula no Palácio Eliseu, em Paris, durante uma visita oficial, em abril. A França nega que o caça Rafale (à esq.) use tecnologia militar americana
    A cantora Carla Bruni deixou de ser a única companhia do presidente da França, Nicolas Sarkozy, a provocar inveja em seus pares. Nos próximos dias, o Brasil deverá anunciar um investimento de pelo menos US$ 4 bilhões na compra de 36 caças supersônicos. A disputa envolve a francesa Dassault, a americana Boeing e a sueca Saab. Às vésperas da decisão, Sarkozy provoca suspiros de admiração por sua proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    Embora o nome do eventual vencedor seja um segredo de valor incalculável, quem convive nos bastidores dos grandes negócios de Brasília tem a impressão de que o governo Brasileiro já se decidiu pela Dassault. Isso explicaria o esforço notável de suecos e americanos para recuperar o terreno perdido nos últimos dias. Nesta semana, o general americano James Jones desembarca no país para uma série de conversas com autoridades civis e militares. Jones é o principal assessor do presidente Barack Obama para assuntos de segurança nacional.

    Ainda que a Força Aérea Brasileira (FAB) sustente que está fazendo uma escolha técnica, alguns componentes políticos trabalham a favor dos franceses. Um deles seria o apoio de Paris ao esforço de Brasília para ganhar assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Outro sinal foi a compra de helicópteros e submarinos franceses, numa disputa na qual, conforme vários analistas, os alemães fizeram uma oferta considerada melhor em vários aspectos.

    Até agora, a disputa entre o americano F-18 (Boeing), o francês Rafale F-3 (Dassault) e o sueco Gripen NG (Saab) vinha sendo travada de forma serena. A temperatura esquentou na semana passada. Um mês depois de as empresas terem encaminhado suas ofertas finais à FAB, o governo americano partiu para o ataque. Em conversas com autoridades Brasileiras, passou a sustentar que o F-18 dispõe de tecnologias que estão em um patamar “significativamente superior” ao que é oferecido pelos concorrentes.

    ÉPOCA teve acesso a um documento da Embaixada dos Estados Unidos em que ela afirma que seu governo tem condições de comparar as ofertas dos três países porque parte da tecnologia usada por suecos e franceses é americana. Conforme o documento, “o governo americano aprovou a transferência de tecnologia americana existente nas propostas da Suécia e da França”. Ou seja: embora se apresentem como fornecedores de um produto próprio, suecos e franceses estariam, em determinados aspectos, servindo de intermediários da tecnologia americana. O diretor da Gripen no Brasil, Bengt Jáner, disse que há componentes americanos no avião sueco, mas ressaltou que seu caça será mais avançado que o produzido pela Boeing. “Nossa aeronave não está ‘congelada’. Em pouco mais de um ano, será a mais moderna do mercado. O F-18 já ‘congelou’ sua configuração há algum tempo. Também temos interesse em substituir tecnologias americanas por Brasileiras”, disse. A Dassault afirma que todos os componentes militares do Rafale são desenvolvidos pela França. Afirmou ainda que outros componentes americanos usados no Rafale não precisam do aval americano para ser vendidos.

    O governo americano rebate: diz que há, sim, tecnologia americana em sistemas eletrônicos e de segurança e em componentes de navegação do Rafale. Afirma que o Rafale só pode ser vendido por causa de autorizações já despachadas pelo Congresso americano. “Isso é uma novidade mundial”, diz uma autoridade envolvida na negociação. “Os franceses não gostam de admitir o uso de certa tecnologia americana em seus aviões.”

    Principal porta-voz dos interesses americanos na matéria, o general James Jones desembarca em Brasília para uma conversa que vai muito além dos aviões. Jones pretende agradar a seus interlocutores ao lembrar o reconhecimento de Barack Obama pela liderança do Brasil no continente. (Seria mais fácil se Obama fosse a favor do assento Brasileiro no Conselho de Segurança.) Jones vai defender a construção de uma aliança militar entre o Brasil e os Estados Unidos.

    Um ponto crítico dessas negociações é a transferência de tecnologia. Vários países fazem compras em Washington, mas sem condições de aproveitá-las para ampliar seu conhecimento. Os americanos dizem que essa fase foi superada. Numa conversa recente com Lula, Obama deixou claro que a transferência de tecnologia estará assegurada. Jones vai dizer o mesmo.

    Apontado como o mais animado defensor da opção francesa, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a fazer um teste em velocidade moderada em um Rafale. Ele também visitou a Boeing nos EUA. Com a sintonia fina dos diplomatas, funcionários do governo americano se queixam que, de uns tempos para cá, Jobim tem se mostrado frio no tratamento.

    Para Expedito Bastos, especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, os 36 caças são insuficientes para suprir as necessidades Brasileiras, mas a compra levará o país a outro estágio de tecnologia. “A última vez em que tivemos caças modernos foi no início dos anos 70, quando compramos os Mirages III da França. Os caças que usamos hoje, com tecnologia do fim dos anos 80, não estão aptos a defender o Brasil”, diz.

  384. Amigo José,

    Antes de me chamar de louco postando noticias atrasadas hahahah.
    Justifico que sem querer copiei a noticia errada. (Isso que dá fazer mil coisas ao mesmo tempo! hehe)

    Segue a info mensionada anteriormente:

    Revista Época
    A relação Brasil-França causa polêmica

    A proximidade de Lula com o francês Nicolas Sarkozy poderá ser decisiva na escolha do fabricante que vai fornecer 36 caças supersônicos para o Brasil Murilo Ramos

    Jacky Naegelem e Michael Buholzer

    Sarkozy e Lula no Palácio Eliseu, em Paris, durante uma visita oficial, em abril. A França nega que o caça Rafale (à esq.) use tecnologia militar americana
    A cantora Carla Bruni deixou de ser a única companhia do presidente da França, Nicolas Sarkozy, a provocar inveja em seus pares. Nos próximos dias, o Brasil deverá anunciar um investimento de pelo menos US$ 4 bilhões na compra de 36 caças supersônicos. A disputa envolve a francesa Dassault, a americana Boeing e a sueca Saab. Às vésperas da decisão, Sarkozy provoca suspiros de admiração por sua proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    Embora o nome do eventual vencedor seja um segredo de valor incalculável, quem convive nos bastidores dos grandes negócios de Brasília tem a impressão de que o governo Brasileiro já se decidiu pela Dassault. Isso explicaria o esforço notável de suecos e americanos para recuperar o terreno perdido nos últimos dias. Nesta semana, o general americano James Jones desembarca no país para uma série de conversas com autoridades civis e militares. Jones é o principal assessor do presidente Barack Obama para assuntos de segurança nacional.

    Ainda que a Força Aérea Brasileira (FAB) sustente que está fazendo uma escolha técnica, alguns componentes políticos trabalham a favor dos franceses. Um deles seria o apoio de Paris ao esforço de Brasília para ganhar assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Outro sinal foi a compra de helicópteros e submarinos franceses, numa disputa na qual, conforme vários analistas, os alemães fizeram uma oferta considerada melhor em vários aspectos.

    Até agora, a disputa entre o americano F-18 (Boeing), o francês Rafale F-3 (Dassault) e o sueco Gripen NG (Saab) vinha sendo travada de forma serena. A temperatura esquentou na semana passada. Um mês depois de as empresas terem encaminhado suas ofertas finais à FAB, o governo americano partiu para o ataque. Em conversas com autoridades Brasileiras, passou a sustentar que o F-18 dispõe de tecnologias que estão em um patamar “significativamente superior” ao que é oferecido pelos concorrentes.

    ÉPOCA teve acesso a um documento da Embaixada dos Estados Unidos em que ela afirma que seu governo tem condições de comparar as ofertas dos três países porque parte da tecnologia usada por suecos e franceses é americana. Conforme o documento, “o governo americano aprovou a transferência de tecnologia americana existente nas propostas da Suécia e da França”. Ou seja: embora se apresentem como fornecedores de um produto próprio, suecos e franceses estariam, em determinados aspectos, servindo de intermediários da tecnologia americana. O diretor da Gripen no Brasil, Bengt Jáner, disse que há componentes americanos no avião sueco, mas ressaltou que seu caça será mais avançado que o produzido pela Boeing. “Nossa aeronave não está ‘congelada’. Em pouco mais de um ano, será a mais moderna do mercado. O F-18 já ‘congelou’ sua configuração há algum tempo. Também temos interesse em substituir tecnologias americanas por Brasileiras”, disse. A Dassault afirma que todos os componentes militares do Rafale são desenvolvidos pela França. Afirmou ainda que outros componentes americanos usados no Rafale não precisam do aval americano para ser vendidos.

    O governo americano rebate: diz que há, sim, tecnologia americana em sistemas eletrônicos e de segurança e em componentes de navegação do Rafale. Afirma que o Rafale só pode ser vendido por causa de autorizações já despachadas pelo Congresso americano. “Isso é uma novidade mundial”, diz uma autoridade envolvida na negociação. “Os franceses não gostam de admitir o uso de certa tecnologia americana em seus aviões.”

    Principal porta-voz dos interesses americanos na matéria, o general James Jones desembarca em Brasília para uma conversa que vai muito além dos aviões. Jones pretende agradar a seus interlocutores ao lembrar o reconhecimento de Barack Obama pela liderança do Brasil no continente. (Seria mais fácil se Obama fosse a favor do assento Brasileiro no Conselho de Segurança.) Jones vai defender a construção de uma aliança militar entre o Brasil e os Estados Unidos.

    Um ponto crítico dessas negociações é a transferência de tecnologia. Vários países fazem compras em Washington, mas sem condições de aproveitá-las para ampliar seu conhecimento. Os americanos dizem que essa fase foi superada. Numa conversa recente com Lula, Obama deixou claro que a transferência de tecnologia estará assegurada. Jones vai dizer o mesmo.

    Apontado como o mais animado defensor da opção francesa, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a fazer um teste em velocidade moderada em um Rafale. Ele também visitou a Boeing nos EUA. Com a sintonia fina dos diplomatas, funcionários do governo americano se queixam que, de uns tempos para cá, Jobim tem se mostrado frio no tratamento.

    Para Expedito Bastos, especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, os 36 caças são insuficientes para suprir as necessidades Brasileiras, mas a compra levará o país a outro estágio de tecnologia. “A última vez em que tivemos caças modernos foi no início dos anos 70, quando compramos os Mirages III da França. Os caças que usamos hoje, com tecnologia do fim dos anos 80, não estão aptos a defender o Brasil”, diz.

  385. Sr. Sonic Wings, o que você escreveu do Gripen está de acordo sim.
    Mas o que o Sr. escreveu que o Rafale tem peças americanas é errado, pois a França faz todas as peças do Rafale.
    Seria muito interessante também se a Embraer participasse do Gripen NG, pois a Embraer ia saber de todos os códigos fonte, o que o Brasil realmente nescessita.
    A Dassault e a Saab é as que estão prometendo mais transferencia de tecnologia.

  386. Sr. Sonic Wings, o que você escreveu do Gripen está de acordo sim.
    Mas o que o Sr. escreveu que o Rafale tem peças americanas é errado, pois a França faz todas as peças do Rafale.
    Seria muito interessante também se a Embraer participasse do Gripen NG, pois a Embraer ia saber de todos os códigos fonte, o que o Brasil realmente nescessita.
    A Dassault e a Saab é as que estão prometendo mais transferencia de tecnologia.

  387. Prezado
    A briga dos bastidores está a mil por hora e nesse quesito os americanos são muito hábeis eles usam todas as técnicas de neurolinguistica para persuadir e saber se o comprador está mentindo ou não , profissionais aos extremos
    Abração

  388. Prezado
    A briga dos bastidores está a mil por hora e nesse quesito os americanos são muito hábeis eles usam todas as técnicas de neurolinguistica para persuadir e saber se o comprador está mentindo ou não , profissionais aos extremos
    Abração

  389. olhem essa noticia, esta no blog do vina

    “Mostrando postagens com marcador Defesa Brasil. Mostrar todas as postagens
    Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
    Fx-2: FAB vai comprar de tudo um pouco ?
    Governo pode fatiar compra de caças

    Fonte: Monitor Mercantil
    Diante das pressões dos EUA e do primeiro-ministro de Israel, que recentemente visitou Brasília e fez o lobby dos suecos, a concorrência para a venda de caças supersônicos à Aeronáutica, que estava se bifurcando entre os franceses e norte-americanos, passou agora a uma tendência do governo Lula de efetuar um “mix” de compras em que cada uma terá uma terça parte no fornecimento. A Dassault com o Rafale (França), a Boeing com o Super Hornet (Estados Unidos) e a Saab com o Grippen (Suécia). As informações foram divulgadas nesta segunda pelo site da Carta Polis.

    A postura de negociação do governo brasileiro é considerada madura e competente pelos três concorrentes. A França respeita a capacidade técnica das equipes que estão em Paris atualmente para fechar o contrato de financiamento da venda dos Rafales.

    Diante dos rumos ainda incertos, a França, para fortalecer a sua oferta, está disposta a oferecer gratuitamente à FAB uma esquadrilha de seu último modelo de Mirages – o F1 – superior aos 12 que a FAB comprou recentemente para a Base Aérea de Anápolis, e somente um pouco inferior aos Rafales que pretende negociar com o Brasil.
    Postado por Vinna às 14:17 “

  390. olhem essa noticia, esta no blog do vina

    “Mostrando postagens com marcador Defesa Brasil. Mostrar todas as postagens
    Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
    Fx-2: FAB vai comprar de tudo um pouco ?
    Governo pode fatiar compra de caças

    Fonte: Monitor Mercantil
    Diante das pressões dos EUA e do primeiro-ministro de Israel, que recentemente visitou Brasília e fez o lobby dos suecos, a concorrência para a venda de caças supersônicos à Aeronáutica, que estava se bifurcando entre os franceses e norte-americanos, passou agora a uma tendência do governo Lula de efetuar um “mix” de compras em que cada uma terá uma terça parte no fornecimento. A Dassault com o Rafale (França), a Boeing com o Super Hornet (Estados Unidos) e a Saab com o Grippen (Suécia). As informações foram divulgadas nesta segunda pelo site da Carta Polis.

    A postura de negociação do governo brasileiro é considerada madura e competente pelos três concorrentes. A França respeita a capacidade técnica das equipes que estão em Paris atualmente para fechar o contrato de financiamento da venda dos Rafales.

    Diante dos rumos ainda incertos, a França, para fortalecer a sua oferta, está disposta a oferecer gratuitamente à FAB uma esquadrilha de seu último modelo de Mirages – o F1 – superior aos 12 que a FAB comprou recentemente para a Base Aérea de Anápolis, e somente um pouco inferior aos Rafales que pretende negociar com o Brasil.
    Postado por Vinna às 14:17 “

  391. Gaspar,

    Acho uma furada, ter que agradar todo mundo ficando em cima do muro na hora da decisão. Um processo que se inicio em 2001 e julgar que o Brasil tenha que adiar a decisão, ou bancar todo mund, seria muita incapacidade tecnica e politica.

    Abs

  392. Gaspar,

    Acho uma furada, ter que agradar todo mundo ficando em cima do muro na hora da decisão. Um processo que se inicio em 2001 e julgar que o Brasil tenha que adiar a decisão, ou bancar todo mund, seria muita incapacidade tecnica e politica.

    Abs

  393. e dependendo de quantos NAe forem projetados quem sabe o gripen ng seja navalizado? (será que ele aprenderá a nadar?
    sds

  394. e dependendo de quantos NAe forem projetados quem sabe o gripen ng seja navalizado? (será que ele aprenderá a nadar?
    sds

  395. Gostaria de ouvir os colegas francófilos sobre a notícia da Revista Época, gentilmente postada pelo colega Sonic Wings.

    Parece-me que caiu a casa da Dassault para aqueles que defendiam os franceses por causa da “independência” dos EUA… Não existe independência alguma, o Rafale usa peças americanas!

    É o que sempre disse: independência completa é utopia…

    Ponto para o Gripen e o F/A-18.

  396. Gostaria de ouvir os colegas francófilos sobre a notícia da Revista Época, gentilmente postada pelo colega Sonic Wings.

    Parece-me que caiu a casa da Dassault para aqueles que defendiam os franceses por causa da “independência” dos EUA… Não existe independência alguma, o Rafale usa peças americanas!

    É o que sempre disse: independência completa é utopia…

    Ponto para o Gripen e o F/A-18.

  397. Quanto a dividir as compras, duvido. Já é difícil para a FAB manter os velhos caças atuais, imagine manter caças super-modernos diferentes… Se o governo fizer isso, ao invés de termos dois ou três caças teremos nenhum.

    Sds.

  398. Quanto a dividir as compras, duvido. Já é difícil para a FAB manter os velhos caças atuais, imagine manter caças super-modernos diferentes… Se o governo fizer isso, ao invés de termos dois ou três caças teremos nenhum.

    Sds.

  399. Amigo Felipe,

    O que você faria com 4-5 bilhões?

    Esta grana é a diferença de preço de aquisição do GRIPEN para o RAFALE.

    Abs

  400. Amigo Felipe,

    O que você faria com 4-5 bilhões?

    Esta grana é a diferença de preço de aquisição do GRIPEN para o RAFALE.

    Abs

  401. Srs.

    provavelmente a tecnologia americana empregada no Rafale seja o FBW … digo isso baseado nas declarações :-

    ” diz que há, sim, tecnologia americana em sistemas eletrônicos e de segurança e em componentes de navegação do Rafale.”

    Só pode ser o Fly-by-wire … já utilizado pela Airbus e Embraer …

    Abraços
    Kaleu

  402. Srs.

    provavelmente a tecnologia americana empregada no Rafale seja o FBW … digo isso baseado nas declarações :-

    ” diz que há, sim, tecnologia americana em sistemas eletrônicos e de segurança e em componentes de navegação do Rafale.”

    Só pode ser o Fly-by-wire … já utilizado pela Airbus e Embraer …

    Abraços
    Kaleu

  403. ô Pessoal …

    O que acham da minha proposta 36 SH e o restante de Gripens ?

    Falem mal … taquem o pau … mais digam alguma coisa ! rsrsrsrs

    abc
    Kaleu

  404. ô Pessoal …

    O que acham da minha proposta 36 SH e o restante de Gripens ?

    Falem mal … taquem o pau … mais digam alguma coisa ! rsrsrsrs

    abc
    Kaleu

  405. Olha Felipe Cps…

    nao sei se é verdadeira a reportagem da Epoca postada pelo
    Sonic Wings mas, que os Rafales decolam de catapultas americanas C 13 instaladas no Charles de Gaulle e na vanguarda voam avioes Hawkeye
    igualmente americanos nao dá para contestar.

    Portanto, bem escrito: “Independencia completa é utopia”

    abraços

  406. Olha Felipe Cps…

    nao sei se é verdadeira a reportagem da Epoca postada pelo
    Sonic Wings mas, que os Rafales decolam de catapultas americanas C 13 instaladas no Charles de Gaulle e na vanguarda voam avioes Hawkeye
    igualmente americanos nao dá para contestar.

    Portanto, bem escrito: “Independencia completa é utopia”

    abraços

  407. A proposta do Gripen continua sendo a melhor, o Rafale já e caro pelado imagina o custo dele com as armas, já o Hornet e um preojeto antigo.

    Os americanos falam uma meia verdade, quando falam que o Hornet tem tecnologia superior, sim tecnologia superios para uso deles, mas duvido que repassem esta tecnologi superios nos aparelhos vendidos a outro pais.

    Negam acesso a tecnologia ate aos israelenses, que é uma nação estrategica no oriente medio porque liberariam ao Brasil

    Os americanos aposentaram os F14 pois alem de caros, ficaram sabemdo que o Irã forneceu duas aeronaves par os russo analisarem.

    Os americanos com medo trocaram mais que rapidamente os famosos F14 pelo Hornet, mas foi uma troca as pressas, uma aviao para tapar o buraco de forma provisoria ate recebrem os F35.

    Tirando a tal tecnologia superior nao são melhores nem piores que os outros dois concorrentes.

    Se as pessoas envolvidas com este grande projeto para o Brasil nao querem tecnologia americana por temerem ficar sem acesso aos codigos, porque nao compram logo os Su-35, ai o problema se resolve, simples assim

    Se for pra comprar dos americanos, que compre os novos F15 com caracteristicas Stealth, muito melhor que o Hornet em minha opnião.

  408. A proposta do Gripen continua sendo a melhor, o Rafale já e caro pelado imagina o custo dele com as armas, já o Hornet e um preojeto antigo.

    Os americanos falam uma meia verdade, quando falam que o Hornet tem tecnologia superior, sim tecnologia superios para uso deles, mas duvido que repassem esta tecnologi superios nos aparelhos vendidos a outro pais.

    Negam acesso a tecnologia ate aos israelenses, que é uma nação estrategica no oriente medio porque liberariam ao Brasil

    Os americanos aposentaram os F14 pois alem de caros, ficaram sabemdo que o Irã forneceu duas aeronaves par os russo analisarem.

    Os americanos com medo trocaram mais que rapidamente os famosos F14 pelo Hornet, mas foi uma troca as pressas, uma aviao para tapar o buraco de forma provisoria ate recebrem os F35.

    Tirando a tal tecnologia superior nao são melhores nem piores que os outros dois concorrentes.

    Se as pessoas envolvidas com este grande projeto para o Brasil nao querem tecnologia americana por temerem ficar sem acesso aos codigos, porque nao compram logo os Su-35, ai o problema se resolve, simples assim

    Se for pra comprar dos americanos, que compre os novos F15 com caracteristicas Stealth, muito melhor que o Hornet em minha opnião.

  409. Srs. falando ainda de componentes do GRIPEN;

    Quem pode substituir boa parte dos componentes americanos na versão GRIPEN BR pode ser a industria Israelense, parceira de longa data do Brasil na area de defesa.

    Abs

  410. Srs. falando ainda de componentes do GRIPEN;

    Quem pode substituir boa parte dos componentes americanos na versão GRIPEN BR pode ser a industria Israelense, parceira de longa data do Brasil na area de defesa.

    Abs

  411. Estava me esquecendo

    Quem foi o sabotador que nos prejudicou em nosso programa espacial

    Quem dorme com cachorros acorda com pulgas, muito cuidado com estas parcerias

  412. belfiglio,

    os F14 foram “aposentados” por outros motivos, tais como, custo/beneficio, a dissoluçao da URSS entre outros.

    O F18 A e o C na verdade substituiram os A7 Corsair, os F14 foram substituidos pelos F18 E/F Super hornet, e até há poucos anos atras, o F14 ainda estava em serviço até que mais Super hornets foram adquiridos pela US Navy, portanto nao foi uma “troca as pressas”
    como vc escreveu.

    O Super hornet entrou em serviço em numero reduzido apenas em 1999 e entraram em açao a bordo do USS Abraham Lincoln em 2002.

    abraços

  413. belfiglio,

    os F14 foram “aposentados” por outros motivos, tais como, custo/beneficio, a dissoluçao da URSS entre outros.

    O F18 A e o C na verdade substituiram os A7 Corsair, os F14 foram substituidos pelos F18 E/F Super hornet, e até há poucos anos atras, o F14 ainda estava em serviço até que mais Super hornets foram adquiridos pela US Navy, portanto nao foi uma “troca as pressas”
    como vc escreveu.

    O Super hornet entrou em serviço em numero reduzido apenas em 1999 e entraram em açao a bordo do USS Abraham Lincoln em 2002.

    abraços

  414. Kaleu: seria um low-high interessantíssimo. O poderoso e já testado Super Hornet, com toda a capacidade historicamente comprovada das aeronaves e da indústria aeronáutica americana, aliado ao Gripen NG, que tem tudo para se tornar um dos melhores delta da história. Mas nesse caso acho que a compra do SH deveria ser feita de prateleira, e a do Gripen sim com transferência de tecnologia.

    Mas acho difícil a FAB abrir mão da padronização de seus meios, pois o FX2 foi pensado justamente para isso (além de obviamente atualizar seus caças). A coisa que mais deixa qualquer FABiano rangendo os dentes de ódio é a lembrança dos Mirage III parados por falta de peças, pneus, combustível, etc. Por isso que sempre achei que o caça da Dassault seria a última escolha. E por isso também acho que a padronização de meios será essencial.

    Abs.

  415. Kaleu: seria um low-high interessantíssimo. O poderoso e já testado Super Hornet, com toda a capacidade historicamente comprovada das aeronaves e da indústria aeronáutica americana, aliado ao Gripen NG, que tem tudo para se tornar um dos melhores delta da história. Mas nesse caso acho que a compra do SH deveria ser feita de prateleira, e a do Gripen sim com transferência de tecnologia.

    Mas acho difícil a FAB abrir mão da padronização de seus meios, pois o FX2 foi pensado justamente para isso (além de obviamente atualizar seus caças). A coisa que mais deixa qualquer FABiano rangendo os dentes de ódio é a lembrança dos Mirage III parados por falta de peças, pneus, combustível, etc. Por isso que sempre achei que o caça da Dassault seria a última escolha. E por isso também acho que a padronização de meios será essencial.

    Abs.

  416. @Dalton

    Os problemas eram e carater de manutenção com os motores, a cada hora de voo muitas horas eram gastas em manutenção, o F-14, como sistema de armas era espetacular.

    O F-14 Tomcat entrou em serviço na Marinha americana em 1972 para substituir os não menos famosos F-4 Phantom.

    O f14 entrou em serviço em 1972 e ficou em serviço por mais de 25 anos.

    Os Super hornet mal entraram em serviço e os americanos estao pensando em troca-los, isso com poucos anos em ação.

    So este fato ja e um claro sinal que foi colocado para tapar o buraco, se fosse assim tao bom como falam por ai deveriam durar mais anos.

    A hora que colocarem os F35 estes sim deverão ficar durante muitos anos seguindo o periodo de serviço do F14.

  417. @Dalton

    Os problemas eram e carater de manutenção com os motores, a cada hora de voo muitas horas eram gastas em manutenção, o F-14, como sistema de armas era espetacular.

    O F-14 Tomcat entrou em serviço na Marinha americana em 1972 para substituir os não menos famosos F-4 Phantom.

    O f14 entrou em serviço em 1972 e ficou em serviço por mais de 25 anos.

    Os Super hornet mal entraram em serviço e os americanos estao pensando em troca-los, isso com poucos anos em ação.

    So este fato ja e um claro sinal que foi colocado para tapar o buraco, se fosse assim tao bom como falam por ai deveriam durar mais anos.

    A hora que colocarem os F35 estes sim deverão ficar durante muitos anos seguindo o periodo de serviço do F14.

  418. belfiglio…

    entendi que vc quis dizer que os F14 foram retirados apressadamente por terem sido repassados aos sovieticos seus segredos…

    Bom…o F14 foi introduzido gradativamente nos porta-avioes americanos a partir de 1974…bem gradativamente.

    Duraram 30 anos, os ultimos foram aposentados em 2006.

    O Super hornet foi introduzido em 2000 e espera-se que permaneçam em
    serviço pelo menos até 2025, mas fala-se em 2030, portanto cerca de 30 anos também!

    A quantidade de F35 a ser adquirida pela marinha nao é o suficiente para equipar 10 alas aereas e fala-se que cada esquadrao terá 10 aeronaves e nao 12.

    O primeiro UAV naval, o X47 deverá fazer testes de pouso e decolagem ainda este ano,e em porta-avioes daqui há 2 anos portanto, a futura ala aerea comprenderá super hornets, F35 e os UAVs.

    abraços

  419. belfiglio…

    entendi que vc quis dizer que os F14 foram retirados apressadamente por terem sido repassados aos sovieticos seus segredos…

    Bom…o F14 foi introduzido gradativamente nos porta-avioes americanos a partir de 1974…bem gradativamente.

    Duraram 30 anos, os ultimos foram aposentados em 2006.

    O Super hornet foi introduzido em 2000 e espera-se que permaneçam em
    serviço pelo menos até 2025, mas fala-se em 2030, portanto cerca de 30 anos também!

    A quantidade de F35 a ser adquirida pela marinha nao é o suficiente para equipar 10 alas aereas e fala-se que cada esquadrao terá 10 aeronaves e nao 12.

    O primeiro UAV naval, o X47 deverá fazer testes de pouso e decolagem ainda este ano,e em porta-avioes daqui há 2 anos portanto, a futura ala aerea comprenderá super hornets, F35 e os UAVs.

    abraços

  420. José em 03 ago, 2009 às 14:38

    ” Do contrario nem militares e nem engenheiros iriam querer este avião.”
    José, isso é lenda de blogs que tratam do tema, não tem fundamento.

    “Outro motivo é o super interece dos Americanos em nossa Amazônia, pois eles são obsecados para tela.”
    Maluco fanático tem em todo lugar, principalmente aqui, não devias tirar conclusão do todo, pelas idéias de alguns idiotas.

    “Quem de vocês que um dia tiver oportunidade de ir aos EUA peçam para alguém de lá mostrar um livro ou um atlas para vocês verem.”

    Lenda da internet. Moro aqui, em NY, e ainda não vi nada disso, só na internet mesmo; e até tenho uma bos relação com mapas e cartas RSRSRS.
    Sds

  421. José em 03 ago, 2009 às 14:38

    ” Do contrario nem militares e nem engenheiros iriam querer este avião.”
    José, isso é lenda de blogs que tratam do tema, não tem fundamento.

    “Outro motivo é o super interece dos Americanos em nossa Amazônia, pois eles são obsecados para tela.”
    Maluco fanático tem em todo lugar, principalmente aqui, não devias tirar conclusão do todo, pelas idéias de alguns idiotas.

    “Quem de vocês que um dia tiver oportunidade de ir aos EUA peçam para alguém de lá mostrar um livro ou um atlas para vocês verem.”

    Lenda da internet. Moro aqui, em NY, e ainda não vi nada disso, só na internet mesmo; e até tenho uma bos relação com mapas e cartas RSRSRS.
    Sds

  422. Americanos com bases para C17 na Colombia obrigará ao Brasil a descartar os F18 E/F. Rafale continua pagando 1 pra 1 nas casas de apostas.

  423. Americanos com bases para C17 na Colombia obrigará ao Brasil a descartar os F18 E/F. Rafale continua pagando 1 pra 1 nas casas de apostas.

  424. O preço do Rafale e quase 2x o preço do Gripen NG.

    Pela logica e se o pessoal for bom de matematica, é preferivel comprar 72 caças do que adquirir meros 36.

  425. O preço do Rafale e quase 2x o preço do Gripen NG.

    Pela logica e se o pessoal for bom de matematica, é preferivel comprar 72 caças do que adquirir meros 36.

  426. Podem falar o que vocês quiserem, que o Gripen é mais barato, tem um custo menor na hora de vôo, pode pousar em estrada de terra, mas eu já estou vendo a choradeira do nosso amigo do capacete preto (Felipe CPS) e do Kaleu, quando eles acordarem do sonho e verem que no final deu o melhor, que é o Rafale. Aqui vale lembrar que os americanos fazem também uma torcida pelo Gripen, com a turbina GE 414, que é também uma menina dos olhos do Uncle Sam.

  427. Podem falar o que vocês quiserem, que o Gripen é mais barato, tem um custo menor na hora de vôo, pode pousar em estrada de terra, mas eu já estou vendo a choradeira do nosso amigo do capacete preto (Felipe CPS) e do Kaleu, quando eles acordarem do sonho e verem que no final deu o melhor, que é o Rafale. Aqui vale lembrar que os americanos fazem também uma torcida pelo Gripen, com a turbina GE 414, que é também uma menina dos olhos do Uncle Sam.

  428. Meu Deus…. é notícia, matéria, reportagem, cópia de outros fóruns, gente misturando Mirage F1 com M-2000-5, general que vem, minstro que vai, deputado convidado, peça americana em caça françês, presidente que confirma depois nega, comandante que pode pedir o boné, se comprar este vendo o teu lá, C17 misturado com C-390, Colômbia, a FAB escolhe um mas não desclassifica os outros, a estratégia da Marinha dá inveja na FAB, um caça é velho, outro tem menos RCS, outro é só um projeto, um libera codígo fonte, o outro libera tudo, um vai ser fabricado aqui, outro não por ser poucas unidades, se escolher este a Marinha também vai junto, escolha técnica mas compra é política, matérias pagas, israelense que cai de paraquedas no assunto……. esqueci algo ??
    Sim…… as malas voadoras.

    Este assunto já tá enchendo o saco…..fazem 10 anos.

    Sds.

  429. Meu Deus…. é notícia, matéria, reportagem, cópia de outros fóruns, gente misturando Mirage F1 com M-2000-5, general que vem, minstro que vai, deputado convidado, peça americana em caça françês, presidente que confirma depois nega, comandante que pode pedir o boné, se comprar este vendo o teu lá, C17 misturado com C-390, Colômbia, a FAB escolhe um mas não desclassifica os outros, a estratégia da Marinha dá inveja na FAB, um caça é velho, outro tem menos RCS, outro é só um projeto, um libera codígo fonte, o outro libera tudo, um vai ser fabricado aqui, outro não por ser poucas unidades, se escolher este a Marinha também vai junto, escolha técnica mas compra é política, matérias pagas, israelense que cai de paraquedas no assunto……. esqueci algo ??
    Sim…… as malas voadoras.

    Este assunto já tá enchendo o saco…..fazem 10 anos.

    Sds.

  430. “Sr. Mauricio R., quem disse a você que o Typhoon é melhor que o Rafale?
    O Rafale é mais manobravél e sua aéro-dinamica é melhor do que o Typhoon.”

    Sr. José,

    Se o sr. tem o correto entendimento do que vem a ser “relação peso/potência” e “carga alar” e o seu efeito combinado no desempenho de uma moderna aeronave de combate, vai então entender o pq de o “Typhoon” ser superior ao “Rafale”.

  431. “Sr. Mauricio R., quem disse a você que o Typhoon é melhor que o Rafale?
    O Rafale é mais manobravél e sua aéro-dinamica é melhor do que o Typhoon.”

    Sr. José,

    Se o sr. tem o correto entendimento do que vem a ser “relação peso/potência” e “carga alar” e o seu efeito combinado no desempenho de uma moderna aeronave de combate, vai então entender o pq de o “Typhoon” ser superior ao “Rafale”.

  432. @Baschera

    |||Meu Deus…. é notícia, matéria, reportagem, cópia de outros fóruns, gente misturando Mirage F1 com M-2000-5,|||
    Quem esta oferecendo os Mirage F1 de brinde e a França, não me lembro que nasproposta pedirmos sucata

    |||general que vem, minstro que vai, deputado convidado,|||
    Politico e tudo safado deles se espera tudo que não presta

    |||peça americana em caça françês,|||
    Isto e uma realidade impossivel de fugir a menos e claro que compremos caças russos

    |||presidente que confirma depois nega, comandante que pode pedir o boné, se comprar este vendo o teu lá, C17 misturado com C-390, Colômbia, a FAB escolhe um mas não desclassifica os outros, a estratégia da Marinha dá inveja na FAB,|||
    Amigo tirando o assunto C17 e C-390 os outros desconheço ou eu estou muito mal informado ou voce esta muito bem informado.
    Da minha parte eu nao tenho inveja de ninguem e muito menos vou aposentar o bone por que foi escolhido o caça A, B ou C.

    |||um caça é velho, outro tem menos RCS, outro é só um projeto, um libera codígo fonte, o outro libera tudo, um vai ser fabricado aqui, outro não por ser poucas unidades, se escolher este a Marinha também vai junto, escolha técnica mas compra é política, matérias pagas, israelense que cai de paraquedas no assunto……. esqueci algo ??|||
    Estamos comprando caças e repasse de tecnologia, no estamos comprando seis paezinhos e um leite B na padaria.

    E natural que todos na sociedade brasileira, civis, militares, midia televisiva, radio bons e maus jornalistas cubram este fato, as vezes de forma errada ou interesses diversos.

    A coisa tem que ser clara, afinal são milhoes que serão gastos, e preciso evitar erros crassos como as das nossas usinas nucleares, em que fizemos acordo com os alemaes e a transferencia de tecnologia ficou so nos papeis, devido as condições economicas do Brasil na epoca nao houve maiores investimentos o programa empacou e tambem da pressao europeia sobre repasse de produtos e tecnologia a paises subdesenvolvidos.

    Dinheiro jogado fora, devido a este fato e mais que natural que a sociedade brasileira esteja atenta a compra das aeronaves e da tecnologia que sera adquirida.

    |||Sim…… as malas voadoras.
    Este assunto já tá enchendo o saco…..fazem 10 anos.|||
    Acho que este ano termina e espero que seu stress tambem.

    Abraço.

  433. @Baschera

    |||Meu Deus…. é notícia, matéria, reportagem, cópia de outros fóruns, gente misturando Mirage F1 com M-2000-5,|||
    Quem esta oferecendo os Mirage F1 de brinde e a França, não me lembro que nasproposta pedirmos sucata

    |||general que vem, minstro que vai, deputado convidado,|||
    Politico e tudo safado deles se espera tudo que não presta

    |||peça americana em caça françês,|||
    Isto e uma realidade impossivel de fugir a menos e claro que compremos caças russos

    |||presidente que confirma depois nega, comandante que pode pedir o boné, se comprar este vendo o teu lá, C17 misturado com C-390, Colômbia, a FAB escolhe um mas não desclassifica os outros, a estratégia da Marinha dá inveja na FAB,|||
    Amigo tirando o assunto C17 e C-390 os outros desconheço ou eu estou muito mal informado ou voce esta muito bem informado.
    Da minha parte eu nao tenho inveja de ninguem e muito menos vou aposentar o bone por que foi escolhido o caça A, B ou C.

    |||um caça é velho, outro tem menos RCS, outro é só um projeto, um libera codígo fonte, o outro libera tudo, um vai ser fabricado aqui, outro não por ser poucas unidades, se escolher este a Marinha também vai junto, escolha técnica mas compra é política, matérias pagas, israelense que cai de paraquedas no assunto……. esqueci algo ??|||
    Estamos comprando caças e repasse de tecnologia, no estamos comprando seis paezinhos e um leite B na padaria.

    E natural que todos na sociedade brasileira, civis, militares, midia televisiva, radio bons e maus jornalistas cubram este fato, as vezes de forma errada ou interesses diversos.

    A coisa tem que ser clara, afinal são milhoes que serão gastos, e preciso evitar erros crassos como as das nossas usinas nucleares, em que fizemos acordo com os alemaes e a transferencia de tecnologia ficou so nos papeis, devido as condições economicas do Brasil na epoca nao houve maiores investimentos o programa empacou e tambem da pressao europeia sobre repasse de produtos e tecnologia a paises subdesenvolvidos.

    Dinheiro jogado fora, devido a este fato e mais que natural que a sociedade brasileira esteja atenta a compra das aeronaves e da tecnologia que sera adquirida.

    |||Sim…… as malas voadoras.
    Este assunto já tá enchendo o saco…..fazem 10 anos.|||
    Acho que este ano termina e espero que seu stress tambem.

    Abraço.

  434. …Sr. Noel…, acho que você já é um cidadão Americano.
    Procura ver certinho qual o interesse dos EUA. Eles invadiram o Iraque por causade seu petrólio e tem planos para invadir a amazônia Brasileira. Por que será que os EUA estão fazendo tantas bases ao redor do Brasil?
    É obvio que eles tem algum interesse.

    …Sr. Mauricio R…, não vou mais falar desse assunto, se você acha o Typhoon melhor, então está bom pra você. Mas saiba que o Rafale é melhor.

    …Sr. Marcelo Ramos…, o tanto de Dinheiro que o Sarney já roubou da para comprar um Gripen.

    …Sr. Wolfpack…, os EUA estão cercando o Brasil. Veja, eles estão construindo uma base no Paraguai e algumas bases na Colombia. Os caras querem a Amazônia e a Rede Globo e a Folha de SP quer que o Brasil compre F/A-18 S H.

    Senhores, o Brasil precisa de Rafales com Transferencia de tecnologia e se realmente ele não vir então fazer o que, teremos de ir de Gripen.

  435. …Sr. Noel…, acho que você já é um cidadão Americano.
    Procura ver certinho qual o interesse dos EUA. Eles invadiram o Iraque por causade seu petrólio e tem planos para invadir a amazônia Brasileira. Por que será que os EUA estão fazendo tantas bases ao redor do Brasil?
    É obvio que eles tem algum interesse.

    …Sr. Mauricio R…, não vou mais falar desse assunto, se você acha o Typhoon melhor, então está bom pra você. Mas saiba que o Rafale é melhor.

    …Sr. Marcelo Ramos…, o tanto de Dinheiro que o Sarney já roubou da para comprar um Gripen.

    …Sr. Wolfpack…, os EUA estão cercando o Brasil. Veja, eles estão construindo uma base no Paraguai e algumas bases na Colombia. Os caras querem a Amazônia e a Rede Globo e a Folha de SP quer que o Brasil compre F/A-18 S H.

    Senhores, o Brasil precisa de Rafales com Transferencia de tecnologia e se realmente ele não vir então fazer o que, teremos de ir de Gripen.

  436. “…Sr. Noel…, acho que você já é um cidadão Americano.”
    José, se vc acompanha os comentários aqui do blog já teria deduzido a minha profissão, e por quem eu já dei meu sangue, LITERALMENTE. Essa me*** que escreves-te, demonstra que vc nem merece mais minha atenção, pois demonstra apenas obtusidade ao contraditório.

  437. “…Sr. Noel…, acho que você já é um cidadão Americano.”
    José, se vc acompanha os comentários aqui do blog já teria deduzido a minha profissão, e por quem eu já dei meu sangue, LITERALMENTE. Essa me*** que escreves-te, demonstra que vc nem merece mais minha atenção, pois demonstra apenas obtusidade ao contraditório.

  438. Srs. esta é pro amigo Baschera.

    Penso que comprar caças G 4.5 é um grande erro, certo seríamos nos alinhar aos ETs, que tem demonstrado interesse pela amazonia a algum tempo. Desta forma estaríamos equipando nossa força com o que a de mais moderno no universo.

    Que venha o PAK-UFO para o Brasil o resto é figurinha antiga.

    Abs

    Mês de agosto é o mês do bloguista doido!

  439. Srs. esta é pro amigo Baschera.

    Penso que comprar caças G 4.5 é um grande erro, certo seríamos nos alinhar aos ETs, que tem demonstrado interesse pela amazonia a algum tempo. Desta forma estaríamos equipando nossa força com o que a de mais moderno no universo.

    Que venha o PAK-UFO para o Brasil o resto é figurinha antiga.

    Abs

    Mês de agosto é o mês do bloguista doido!

  440. Ok, …Sr. Noel…, obrigado pelo M…., faz tempo que não sou elogiado.
    Até no xingar você parece Americano. M….
    Fico contente por sua atenção. Bye Americano.

    E como diz o …Sr. Sonic Wings…

    “Mês de agosto é o mês do bloguista doido!”
    e
    Mês de Agosto é o mês do resultado do FX2!

    Cara, tudo em Agosto!

    Comprimentos ao amigo Sr. Sonic Wings, ao amigo Americano Sr. Noel, ao Sr. Baschera, e a todos do Blog.

  441. Ok, …Sr. Noel…, obrigado pelo M…., faz tempo que não sou elogiado.
    Até no xingar você parece Americano. M….
    Fico contente por sua atenção. Bye Americano.

    E como diz o …Sr. Sonic Wings…

    “Mês de agosto é o mês do bloguista doido!”
    e
    Mês de Agosto é o mês do resultado do FX2!

    Cara, tudo em Agosto!

    Comprimentos ao amigo Sr. Sonic Wings, ao amigo Americano Sr. Noel, ao Sr. Baschera, e a todos do Blog.

  442. off-topic, nem tanto off assim:

    Gostaria que os “donos” do blog, colocassem um assunto em pauta, as bases americanas, como serão, pq serão, entre outros detalhes, pois acho que devemos debater este assunto, que tem muito a ver com o PND… penso eu!

    E que venha o Rafale! 🙂

  443. off-topic, nem tanto off assim:

    Gostaria que os “donos” do blog, colocassem um assunto em pauta, as bases americanas, como serão, pq serão, entre outros detalhes, pois acho que devemos debater este assunto, que tem muito a ver com o PND… penso eu!

    E que venha o Rafale! 🙂

  444. José…

    desculpe-me por intrometer-me na sua discussao com o Noel, mas nao concordo com o que vc escreveu ” ate no xingar voce parece americano”

    Nao sei que experiencia vc teve com americanos, de minha parte nao posso reclamar, pois fui extremamente bem tratado por eles em todas as ocasioes.

    Na verdade, a pessoa que mais tratou-me mal…com grosseria mesmo, foi um turista italiano, e olha que tenho dupla nacionalidade, italo-brasileira por uma questao de sangue.

    Tive acesso a livros escolares americanos por exemplo e jamais encontrei referencia a Amazonia ser internacional.

    Meu cunhado americano por exemplo, adora o Brasil era um fanatico pelo Ayrton Senna e tem muita vontade de passar o fim de vida aqui.

    Nao devemos generalizar…há pessoas boas e más em todo lugar e as vezes nao damos oportunidades para que certos estereotipos sejam
    dissipados.

    Quanto ao Noel, nao o conheço pessoalmente mas pelo que já li dele é um dos “caras” dos mais razoaveis e com uma boa bagagem de conhecimento na area militar.

    sds

  445. José…

    desculpe-me por intrometer-me na sua discussao com o Noel, mas nao concordo com o que vc escreveu ” ate no xingar voce parece americano”

    Nao sei que experiencia vc teve com americanos, de minha parte nao posso reclamar, pois fui extremamente bem tratado por eles em todas as ocasioes.

    Na verdade, a pessoa que mais tratou-me mal…com grosseria mesmo, foi um turista italiano, e olha que tenho dupla nacionalidade, italo-brasileira por uma questao de sangue.

    Tive acesso a livros escolares americanos por exemplo e jamais encontrei referencia a Amazonia ser internacional.

    Meu cunhado americano por exemplo, adora o Brasil era um fanatico pelo Ayrton Senna e tem muita vontade de passar o fim de vida aqui.

    Nao devemos generalizar…há pessoas boas e más em todo lugar e as vezes nao damos oportunidades para que certos estereotipos sejam
    dissipados.

    Quanto ao Noel, nao o conheço pessoalmente mas pelo que já li dele é um dos “caras” dos mais razoaveis e com uma boa bagagem de conhecimento na area militar.

    sds

  446. Prezados
    Com o cerco dos USA ao Brasil e pelo fato da MB ganhando os subs (conforme solicitado) subo minhas aposta de 99,9% Rafale 0,1 Gripen NG e ZERO para o F-18SH
    sds
    obs supresas acontecem como disse Sonic Wing “o Mês de agosto é o mês do bloguista doido!( e de desgosto , será?

  447. Prezados
    Com o cerco dos USA ao Brasil e pelo fato da MB ganhando os subs (conforme solicitado) subo minhas aposta de 99,9% Rafale 0,1 Gripen NG e ZERO para o F-18SH
    sds
    obs supresas acontecem como disse Sonic Wing “o Mês de agosto é o mês do bloguista doido!( e de desgosto , será?

  448. Caro Dalton,

    Seu turista Italiano me fez lembrar dos franceses … “ô povim difici” … cara, eles nasceram antes da arrogância … é o ó do borogodó … seu italiano mal humorado vai parecer um santo perto dos parisienses … rsrsrs

    Abraço
    Kaleu

  449. Caro Dalton,

    Seu turista Italiano me fez lembrar dos franceses … “ô povim difici” … cara, eles nasceram antes da arrogância … é o ó do borogodó … seu italiano mal humorado vai parecer um santo perto dos parisienses … rsrsrs

    Abraço
    Kaleu

  450. Chico AMX,

    Vai por mim … é tudo balela … as bases já eram americanas … a única novidade é que o Rafael Corrêa não renovou a concessão da Base Aérea de Manta (que monitorava o tráfico de drogas via Oceano Pacífico) … e tal base foi transferida para a Colômbia … outras duas bases já faziam parte do Chamado “plano Colômbia” que combate as Farc … o que acontece é que o Cháves foi fazer “barulho” sobre a expulsão dos Americanos … e a resposta vc já sabe … a Colômbia “inteira” passou a ser Base Americana … não há envio de tropas ou contigentes para essas “temíveis” Bases Americanas … Relaxa Brod !

    abraço
    Kaleu

  451. Chico AMX,

    Vai por mim … é tudo balela … as bases já eram americanas … a única novidade é que o Rafael Corrêa não renovou a concessão da Base Aérea de Manta (que monitorava o tráfico de drogas via Oceano Pacífico) … e tal base foi transferida para a Colômbia … outras duas bases já faziam parte do Chamado “plano Colômbia” que combate as Farc … o que acontece é que o Cháves foi fazer “barulho” sobre a expulsão dos Americanos … e a resposta vc já sabe … a Colômbia “inteira” passou a ser Base Americana … não há envio de tropas ou contigentes para essas “temíveis” Bases Americanas … Relaxa Brod !

    abraço
    Kaleu

  452. Caro Lucas Calabrio,

    O problema é esse 0,1% … na hora da reunião do CND, quando a FAB falar o “precinho camarada” do Rafale, não vai ter um “macho” que vota nele … paga-se 2 SHs ou 2 Gripens pelo preço de um Rafale … os aficcionados do Rafa que nos desculpem … não vai dar não !!!

    abraços
    Kaleu

  453. Caro Lucas Calabrio,

    O problema é esse 0,1% … na hora da reunião do CND, quando a FAB falar o “precinho camarada” do Rafale, não vai ter um “macho” que vota nele … paga-se 2 SHs ou 2 Gripens pelo preço de um Rafale … os aficcionados do Rafa que nos desculpem … não vai dar não !!!

    abraços
    Kaleu

  454. FAB evita confrontos com Jobim em decisão sobre caças

    A decisão da FAB de apresentar prós e contras sobre os três candidatos a avião de combate do Brasil em seu relatório final, em vez de escolher o modelo vencedor, não foi uma decisão unânime, segundo a Folha apurou.

    Prevaleceu o desejo do comando da Aeronáutica de evitar confronto com o ministro Nelson Jobim (Defesa), que já manifestou predileção pelo francês Rafale. Também são finalistas da concorrência para a compra de 36 caças a partir de 2014 o modelo sueco Gripen (Saab) e o americano F-18 Super Hornet (Boeing). O relatório será entregue em breve a Jobim, que o levará a Lula e ao Conselho de Defesa Nacional. Se a decisão for tomada só em 2010, o negócio ficaria para o próximo governo, o que o tornaria incerto.

    Para justificar sua preferência, Jobim diz que os presidente Nicolas Sarkozy e Lula negociam pessoalmente a transferência de tecnologia da França, e não apenas a compra dos aviões. Isso tem deixado os militares numa posição difícil. Uma escolha que não fosse o Rafale poderia gerar um desgaste político grande para a FAB, que há tempos tenta desengavetar o projeto FX-2.

    A decisão de passar a bola adiante pode sugerir que os militares, caso a decisão fosse estritamente técnica, rejeitariam o avião francês. Mas não é tão simples, dizem fontes militares. Ainda há dúvidas sobre as três propostas, das garantias de transferência de tecnologia até o suporte oferecido.

    Fonte: Folha de S.Paulo – DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

    Kaleu

  455. FAB evita confrontos com Jobim em decisão sobre caças

    A decisão da FAB de apresentar prós e contras sobre os três candidatos a avião de combate do Brasil em seu relatório final, em vez de escolher o modelo vencedor, não foi uma decisão unânime, segundo a Folha apurou.

    Prevaleceu o desejo do comando da Aeronáutica de evitar confronto com o ministro Nelson Jobim (Defesa), que já manifestou predileção pelo francês Rafale. Também são finalistas da concorrência para a compra de 36 caças a partir de 2014 o modelo sueco Gripen (Saab) e o americano F-18 Super Hornet (Boeing). O relatório será entregue em breve a Jobim, que o levará a Lula e ao Conselho de Defesa Nacional. Se a decisão for tomada só em 2010, o negócio ficaria para o próximo governo, o que o tornaria incerto.

    Para justificar sua preferência, Jobim diz que os presidente Nicolas Sarkozy e Lula negociam pessoalmente a transferência de tecnologia da França, e não apenas a compra dos aviões. Isso tem deixado os militares numa posição difícil. Uma escolha que não fosse o Rafale poderia gerar um desgaste político grande para a FAB, que há tempos tenta desengavetar o projeto FX-2.

    A decisão de passar a bola adiante pode sugerir que os militares, caso a decisão fosse estritamente técnica, rejeitariam o avião francês. Mas não é tão simples, dizem fontes militares. Ainda há dúvidas sobre as três propostas, das garantias de transferência de tecnologia até o suporte oferecido.

    Fonte: Folha de S.Paulo – DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

    Kaleu

  456. Não acredito que a França seja burra de não baixar o preço, pois tem uma questão muito mais ampla que envolve: os sub, heli, NAe (futuros também), fragatas, armamentos e como falou o Hornet .

    Hornet em 01 ago, 2009 às 22:28

    Lucas,

    eu acho que é uma questão de confiança mútua e de casamento de interesses geopolíticos em comum aos dois países.

    O Brasil deseja um posicionamento de relativa autonomia e independência na política internacional. E esta é uma posição tradicional da França. A França não é alinhada incondicionalmente com ninguém, embora faça parte da Otan e tal, e acho que o Brasil almeja algo parecido no terreno da política internacional, e sabe que para se chegar a isso passa por um fortalecimento de nossa Defesa.

    E para a França seria muito interessante ter uma aliança com um país, como o Brasil, que também pensa em não-alinhamento e que tenha reais capacidades dissuasórias. Isso fortaleceria os dois países em futuras decisões mundiais, no plano da geopolítica internacional.

    Além disso, a parceria entre Brasil e França que foi feita nos últimos anos não se restringe a área de defesa. Ela é muito ampla. Não sei se os amigos aqui do blog se deram conta disso. A parceria do Brasil com a França se estende para várias áreas, desde a área da política internacional (não-alinhamento) até parcerias na área de C&T não voltada para a Defesa. A parte da Defesa é a mais comentada nos blogs de Defesa (é lógico), mas é bom lembrar que a parceria não se resume a isso

    E a parceria já está sendo colocada em prática em outras áreas, independente de submarinos e caças. É uma outra dimensão da parceria do Brasil com a França que os sites e blogs de Defesa talvez não dêem a devida importância.

    Apenas um exemplo, proveniente da minha área de atuação, que é a área acadêmica:

    “Brasil e França comemoram parceria científica
    Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
    Segunda, 25 de Maio de 2009 15:05

    “O Brasil demonstrou avanço formidável em um curto período, de modo que caminha lado a lado com o programa de doutorado francês, que tem mais bagagem”, disse ontem, 24, o presidente do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (Cofecub), Pierre Jaisson, na abertura do Seminário 30° Aniversário do Convênio do Convênio Capes/Cofecub, em Salvador (BA).

    Na ocasião o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, ressaltou a importância e a prioridade da cooperação internacional, notadamente com a França. “A parceria com os franceses está nas raízes de nossas cooperações com outros países. Resultado disso é que cerca de 4% de toda produção científica nacional advém de projetos conjuntos com o país”. Para Guimarães, o Colégio Doutoral Franco-Brasileiro é um dos programas mais bem-sucedidos de cooperação entre Brasil e França, por meio de parceria entre a Capes e o Conselho de Presidentes de Universidades Francesas (CPU), e será modelo para acordos com a Argentina e a Alemanha.

    Com a participação de mais de 250 pesquisadores do Brasil e da França, em Salvador, o evento é uma realização da Capes, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e o Cofecub e segue até amanhã, 26, com depoimentos de grupos de pesquisas e ateliês temáticos sobre biodiversidade, desenvolvimento sustentável, engenharias e ciências sociais. A programação se encerra com uma mesa-redonda sobre as perspectivas da cooperação Brasil-França.”

    (fonte: Capes)

    Se isso resultará ou não na escolha do Rafale eu não sei…mas não dá pra não levar em conta a parceria do Brasil com a França no caso do FX2 (também). Acho que esse “pequeno” detalhe fará toda a diferença no final do processo do FX2.

  457. Não acredito que a França seja burra de não baixar o preço, pois tem uma questão muito mais ampla que envolve: os sub, heli, NAe (futuros também), fragatas, armamentos e como falou o Hornet .

    Hornet em 01 ago, 2009 às 22:28

    Lucas,

    eu acho que é uma questão de confiança mútua e de casamento de interesses geopolíticos em comum aos dois países.

    O Brasil deseja um posicionamento de relativa autonomia e independência na política internacional. E esta é uma posição tradicional da França. A França não é alinhada incondicionalmente com ninguém, embora faça parte da Otan e tal, e acho que o Brasil almeja algo parecido no terreno da política internacional, e sabe que para se chegar a isso passa por um fortalecimento de nossa Defesa.

    E para a França seria muito interessante ter uma aliança com um país, como o Brasil, que também pensa em não-alinhamento e que tenha reais capacidades dissuasórias. Isso fortaleceria os dois países em futuras decisões mundiais, no plano da geopolítica internacional.

    Além disso, a parceria entre Brasil e França que foi feita nos últimos anos não se restringe a área de defesa. Ela é muito ampla. Não sei se os amigos aqui do blog se deram conta disso. A parceria do Brasil com a França se estende para várias áreas, desde a área da política internacional (não-alinhamento) até parcerias na área de C&T não voltada para a Defesa. A parte da Defesa é a mais comentada nos blogs de Defesa (é lógico), mas é bom lembrar que a parceria não se resume a isso

    E a parceria já está sendo colocada em prática em outras áreas, independente de submarinos e caças. É uma outra dimensão da parceria do Brasil com a França que os sites e blogs de Defesa talvez não dêem a devida importância.

    Apenas um exemplo, proveniente da minha área de atuação, que é a área acadêmica:

    “Brasil e França comemoram parceria científica
    Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes
    Segunda, 25 de Maio de 2009 15:05

    “O Brasil demonstrou avanço formidável em um curto período, de modo que caminha lado a lado com o programa de doutorado francês, que tem mais bagagem”, disse ontem, 24, o presidente do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil (Cofecub), Pierre Jaisson, na abertura do Seminário 30° Aniversário do Convênio do Convênio Capes/Cofecub, em Salvador (BA).

    Na ocasião o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, ressaltou a importância e a prioridade da cooperação internacional, notadamente com a França. “A parceria com os franceses está nas raízes de nossas cooperações com outros países. Resultado disso é que cerca de 4% de toda produção científica nacional advém de projetos conjuntos com o país”. Para Guimarães, o Colégio Doutoral Franco-Brasileiro é um dos programas mais bem-sucedidos de cooperação entre Brasil e França, por meio de parceria entre a Capes e o Conselho de Presidentes de Universidades Francesas (CPU), e será modelo para acordos com a Argentina e a Alemanha.

    Com a participação de mais de 250 pesquisadores do Brasil e da França, em Salvador, o evento é uma realização da Capes, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e o Cofecub e segue até amanhã, 26, com depoimentos de grupos de pesquisas e ateliês temáticos sobre biodiversidade, desenvolvimento sustentável, engenharias e ciências sociais. A programação se encerra com uma mesa-redonda sobre as perspectivas da cooperação Brasil-França.”

    (fonte: Capes)

    Se isso resultará ou não na escolha do Rafale eu não sei…mas não dá pra não levar em conta a parceria do Brasil com a França no caso do FX2 (também). Acho que esse “pequeno” detalhe fará toda a diferença no final do processo do FX2.

  458. Convém lembrar que além do Brasil creio que somente a França tem uma presença marcante na África e isso pode ser uma união interessante do ponto de vista geopolítico no Atlântico Sul.
    sds

  459. Convém lembrar que além do Brasil creio que somente a França tem uma presença marcante na África e isso pode ser uma união interessante do ponto de vista geopolítico no Atlântico Sul.
    sds

  460. Como pode ver Lucas se der Rafale vai ser “Guela abaixo” dos Militares … pra não “melindrar” com jobim FAB aceita até o Rafale, que não quer ou não é o melhor para a FAB tecnicamente falando … porém tô achando “estranho” esse conformismo dos Brigadeiros … sei não … é esperar pra ver …

    abraço
    Kaleu

  461. Como pode ver Lucas se der Rafale vai ser “Guela abaixo” dos Militares … pra não “melindrar” com jobim FAB aceita até o Rafale, que não quer ou não é o melhor para a FAB tecnicamente falando … porém tô achando “estranho” esse conformismo dos Brigadeiros … sei não … é esperar pra ver …

    abraço
    Kaleu

  462. O melhor vetor para o país seria o su-35 devido ao seu alcance, mas exitiram outros problemas debatidos aqui como reposição de peças e logistica e a falta de interesse (aparente) de ambas as partes.
    sds

  463. O melhor vetor para o país seria o su-35 devido ao seu alcance, mas exitiram outros problemas debatidos aqui como reposição de peças e logistica e a falta de interesse (aparente) de ambas as partes.
    sds

  464. Essa novela não termina nunca…

    10 anos e ainda há possibilidade de dar em pizza…

    qual é a data prevista para informarem o vencedor?

  465. Essa novela não termina nunca…

    10 anos e ainda há possibilidade de dar em pizza…

    qual é a data prevista para informarem o vencedor?

  466. Kaleu, pelo que desconfio os brigadeiros estão no dilema, mais vale um RAFALE no chão do que dois GRIPEN voando.

    Se Jobin quizer bancar o brinquedinho mais caro eles vão aceitar, problema é aceitar ficar com ele parado na oficina por falta de manutenção. Talvez porque pra maioria também não será problema deles, já que estão a caminho da aposentadoria e até 2020 tem muita água pra passar debaixo da ponte.

    Abs

  467. Kaleu, pelo que desconfio os brigadeiros estão no dilema, mais vale um RAFALE no chão do que dois GRIPEN voando.

    Se Jobin quizer bancar o brinquedinho mais caro eles vão aceitar, problema é aceitar ficar com ele parado na oficina por falta de manutenção. Talvez porque pra maioria também não será problema deles, já que estão a caminho da aposentadoria e até 2020 tem muita água pra passar debaixo da ponte.

    Abs

  468. Prezados
    Uma grande vantagem trouxe o fx (1 e 2) ele trouxe a tona a discurssão sobre a fragilidade das nossas FAs e logicamente da nossas defesas e creio que nunca antes tivemos tantas revistas especializas falando sobre o reaparelhamento e com material gráfico muito bom.
    sds

  469. Prezados
    Uma grande vantagem trouxe o fx (1 e 2) ele trouxe a tona a discurssão sobre a fragilidade das nossas FAs e logicamente da nossas defesas e creio que nunca antes tivemos tantas revistas especializas falando sobre o reaparelhamento e com material gráfico muito bom.
    sds

  470. Prezado Sonic Wings
    Tenho a mesma impressão, porém com o Rafale ganhando escalabilidade esse problema diminuirá muito.
    sds

  471. Prezado Sonic Wings
    Tenho a mesma impressão, porém com o Rafale ganhando escalabilidade esse problema diminuirá muito.
    sds

  472. Agora até nosso amigo Wellington terá de se render ao poder de dissuasão do GRIPEN BR frente ao FLANKER.

    kkkkkkkkkkkk

  473. Agora até nosso amigo Wellington terá de se render ao poder de dissuasão do GRIPEN BR frente ao FLANKER.

    kkkkkkkkkkkk

  474. Se o ganhador for o Rafale, espero que estejam calculando a verba anual destinada a deixar 100% funcionais: o valor das bombas, combustivel, manutenção etc etc etc

    Comprar um caça oneroso como este e não calcular o orçamento anual destinado a eles para deixa-los em operação será no minimo ridiculo.

  475. Se o ganhador for o Rafale, espero que estejam calculando a verba anual destinada a deixar 100% funcionais: o valor das bombas, combustivel, manutenção etc etc etc

    Comprar um caça oneroso como este e não calcular o orçamento anual destinado a eles para deixa-los em operação será no minimo ridiculo.