O gráfico acima mostra o país de origem dos principais componentes do caça sueco Gripen. A ilustração abaixo mostra um raio-x para ajudar na visão de algumas das partes mostradas.

FONTE: Livro Gripen, The first fourth generation fighter – Swedish Air Force, FMV e Saab Aerospace IMAGEM DE BAIXO: Gripen International
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Uma colcha de retalhos …
Uma colcha de retalhos …
IIIII………..
Agora voltamos A aquele momento “Gripen” do F-X2
quanto tempo essa euforia vai durar ???
IIIII………..
Agora voltamos A aquele momento “Gripen” do F-X2
quanto tempo essa euforia vai durar ???
salada de componetes, difícil é fazer tudo conversar, porém aparentemente a aviônica da cabine é de grande parte suéca…pagar pra ver!
salada de componetes, difícil é fazer tudo conversar, porém aparentemente a aviônica da cabine é de grande parte suéca…pagar pra ver!
E a FAB ainda colocou um avião desses na final do FX-2, vocês acham que os EUA, Reino Unido,Alemanha,etc, irão transferir tecnologia para o Brasil????
E a FAB ainda colocou um avião desses na final do FX-2, vocês acham que os EUA, Reino Unido,Alemanha,etc, irão transferir tecnologia para o Brasil????
O Gripen é o “Osório” do século XXI e eu não vejo nenhum problema nisso!!!
Um grande abraço a todos…
O Gripen é o “Osório” do século XXI e eu não vejo nenhum problema nisso!!!
Um grande abraço a todos…
A não ser a independência em termos de transferência tecnológica e a garantia de fornecimento de suprimentos independente de “relações” políticas…
A não ser a independência em termos de transferência tecnológica e a garantia de fornecimento de suprimentos independente de “relações” políticas…
Computador de Vôo? não seria a suite? americana…..
Computador de Vôo? não seria a suite? americana…..
Gripen NO, desse tipo não tem condições…
Gripen NO, desse tipo não tem condições…
pensei que pertencesse a suecia…!!!mas a inglaterra participa com a mesma quantidade de itens que a suecia…..!!!afinal a TT sera de quem entao!?Inglaterra ou suecia!!
pensei que pertencesse a suecia…!!!mas a inglaterra participa com a mesma quantidade de itens que a suecia…..!!!afinal a TT sera de quem entao!?Inglaterra ou suecia!!
Meus amigos. Essa transferencia de tecnologia so vai ficar mesmo na nos parafusos e porcas. Pneus dos trns de pouso e manche do piloto.
Mas é a unica chançe que o Brasil tem de reequipar sua força aerea, e o melhor, de mante-la, pois não basta ter, tem que fazer durar.
abraços a todos
Meus amigos. Essa transferencia de tecnologia so vai ficar mesmo na nos parafusos e porcas. Pneus dos trns de pouso e manche do piloto.
Mas é a unica chançe que o Brasil tem de reequipar sua força aerea, e o melhor, de mante-la, pois não basta ter, tem que fazer durar.
abraços a todos
Mais uma coisa. Com base nas observações na foto. Posso concluir que tem maiscoisas ta Inglaterra que da Suécia.
Mais uma coisa. Com base nas observações na foto. Posso concluir que tem maiscoisas ta Inglaterra que da Suécia.
Amigos,
Vamos montar um gráfico semelhante com qualquer avião da Embraer.
Será que teremos uma surpresa? Tucano ou E-Jets?
Motores brasileiros? Não.
Pneus brasileiros? Provavelmente não.
Rádios brasileiros? Não.
Aviônica brasileira? Misturada talvez, parte norte americana e parte brasileira (mas de desenho israelense por empresa de capital israelense). Resposta – não.
Este gráfico proposto teria muitas bandeirinhas brasileiras, mas muitas bandeirinhas norte-americanas, talvez canadenses e, quem sabe, francesas.
Por favor, que falem os especialistas.
No meu limitado conhecimento, vejo apenas dois países que fabricam inteiramente um avião de primeira linha, os EUA e a Rússia.
E a França? É verdade, quase 100%, mas acredito que os rádios são Rhodes e tomara que os pneus seja Michelin… Mas vejam a dificuldade da Dassault sobreviver.
Não acredito neste mito de TOTAL INDEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA.
Isto vale apenas para os EUA e Rússia, e o fôlego deles vem fraquejando, pois estão – ao menos nos últimos projetos – procurando parceiros para dividir o custo de investimento.
Gosto do exemplo de Israel, não fabrica um avião, mas “personaliza” todas as suas aeronaves.
Nós podemos fazer melhor do que eles, inclusive com a ajuda deles. Podemos montar nossos aviões, personalizando-os no chão da fábrica…
Neste sentido o Gripen NG pode ser um Gripen BR.
Nesta linha de raciocínio parece que os suecos são mais flexíveis e “topem” montar um Gripen BR “personallizado de fábrica”.
Amigos,
Vamos montar um gráfico semelhante com qualquer avião da Embraer.
Será que teremos uma surpresa? Tucano ou E-Jets?
Motores brasileiros? Não.
Pneus brasileiros? Provavelmente não.
Rádios brasileiros? Não.
Aviônica brasileira? Misturada talvez, parte norte americana e parte brasileira (mas de desenho israelense por empresa de capital israelense). Resposta – não.
Este gráfico proposto teria muitas bandeirinhas brasileiras, mas muitas bandeirinhas norte-americanas, talvez canadenses e, quem sabe, francesas.
Por favor, que falem os especialistas.
No meu limitado conhecimento, vejo apenas dois países que fabricam inteiramente um avião de primeira linha, os EUA e a Rússia.
E a França? É verdade, quase 100%, mas acredito que os rádios são Rhodes e tomara que os pneus seja Michelin… Mas vejam a dificuldade da Dassault sobreviver.
Não acredito neste mito de TOTAL INDEPENDÊNCIA TECNOLÓGICA.
Isto vale apenas para os EUA e Rússia, e o fôlego deles vem fraquejando, pois estão – ao menos nos últimos projetos – procurando parceiros para dividir o custo de investimento.
Gosto do exemplo de Israel, não fabrica um avião, mas “personaliza” todas as suas aeronaves.
Nós podemos fazer melhor do que eles, inclusive com a ajuda deles. Podemos montar nossos aviões, personalizando-os no chão da fábrica…
Neste sentido o Gripen NG pode ser um Gripen BR.
Nesta linha de raciocínio parece que os suecos são mais flexíveis e “topem” montar um Gripen BR “personallizado de fábrica”.
Ué !!!
Pensei que tivessem mais componentes americanos … e tem muito componente Inglês que temos condições de substituir …
manche aceleração … trem de pouso … sistema de controle do ambiente … sistema hidraulico … probe de reabastecimento … gerenciador de audio … GALERA TÔ DENTRO … É NOIS …
abc
Kaleu
Ué !!!
Pensei que tivessem mais componentes americanos … e tem muito componente Inglês que temos condições de substituir …
manche aceleração … trem de pouso … sistema de controle do ambiente … sistema hidraulico … probe de reabastecimento … gerenciador de audio … GALERA TÔ DENTRO … É NOIS …
abc
Kaleu
Iiiiiii
Vai ficar nesse combate:
Russia vs EUA até o fim do mundo
Iiiiiii
Vai ficar nesse combate:
Russia vs EUA até o fim do mundo
Kaleu,
É isso aí, “É NOIS”.
Acrdito que é possível “personalizar” este caça do jeito que o Brasil precisa e pode pagar.
Só tenho dificuldade de “ver” onde colocar uma probe de reabastecimento… mas deixa os engenheiros quebrando cabeça.
Kaleu,
É isso aí, “É NOIS”.
Acrdito que é possível “personalizar” este caça do jeito que o Brasil precisa e pode pagar.
Só tenho dificuldade de “ver” onde colocar uma probe de reabastecimento… mas deixa os engenheiros quebrando cabeça.
Bruno,
Rússia vs EUA já está acabando…
O jogo será outro.
Olho na China amigão. Eles tem 1,5 a 1,8 bilhões de bocas para alimentar a aquecer, pouca área para agricultura, poucos recursos naturais e são capazes de qualquer negócio.
Para os ‘místicos’ tem uma previsão maluca de Nostradamus que o a Águia e o Urso se uniriam para enfrentar o Dragão, ou algo parecido…
Sei lá, o cara era muito doido… mas nosso mundo também anda doidão, não é mesmo?
Deixa para lá. Nosso assunto agora é aereo…
Bruno,
Rússia vs EUA já está acabando…
O jogo será outro.
Olho na China amigão. Eles tem 1,5 a 1,8 bilhões de bocas para alimentar a aquecer, pouca área para agricultura, poucos recursos naturais e são capazes de qualquer negócio.
Para os ‘místicos’ tem uma previsão maluca de Nostradamus que o a Águia e o Urso se uniriam para enfrentar o Dragão, ou algo parecido…
Sei lá, o cara era muito doido… mas nosso mundo também anda doidão, não é mesmo?
Deixa para lá. Nosso assunto agora é aereo…
huahuahuahuahuahua………Pelo Amor De Deus………..rsrsrsrs……
huahuahuahuahuahua………Pelo Amor De Deus………..rsrsrsrs……
Ivan, parabéns pelo seu esclarecedor post.
O conceito por trás da concepção do Gripen foi exatamente o de não se tentar “reinventar a roda”. Exatamente o que a Embraer faz com suas aeronaves. Assim, como eles mesmos dizem; “we picked the best”. Ou seja, pegaram os melhores componentes disponíveis no mercado (COTS) e montaram seu excelente caça, com custos aceitáveis. Lembrando o que o VP de Marketing da Gripen International, Bob Kemp, disse em uma de suas passagens pelo Brasil, o Gripen NG será cerca de 20% mais barato do que o modelo atual Gripen C, pelo fato de seu motor GE F414G ser mais barato do que o Volvo RM12 (variante do GE F404) usada nos modelos JAS 39 A/B/C/D. E toda a parte “inteligente”do caça sueco, como os necessários códigos-fonte para a integração de armas de diversas procedências, é de propriedade sueca. E eles podem repassar isso para quem eles quiserem.
O Gripen NG é uma aeronave excelente, que cabe em nosso orçamento. Sua única desvantagem é não ter uma versão naval para embarcar no NAe São Paulo, como o Rafale tem.
Ivan, parabéns pelo seu esclarecedor post.
O conceito por trás da concepção do Gripen foi exatamente o de não se tentar “reinventar a roda”. Exatamente o que a Embraer faz com suas aeronaves. Assim, como eles mesmos dizem; “we picked the best”. Ou seja, pegaram os melhores componentes disponíveis no mercado (COTS) e montaram seu excelente caça, com custos aceitáveis. Lembrando o que o VP de Marketing da Gripen International, Bob Kemp, disse em uma de suas passagens pelo Brasil, o Gripen NG será cerca de 20% mais barato do que o modelo atual Gripen C, pelo fato de seu motor GE F414G ser mais barato do que o Volvo RM12 (variante do GE F404) usada nos modelos JAS 39 A/B/C/D. E toda a parte “inteligente”do caça sueco, como os necessários códigos-fonte para a integração de armas de diversas procedências, é de propriedade sueca. E eles podem repassar isso para quem eles quiserem.
O Gripen NG é uma aeronave excelente, que cabe em nosso orçamento. Sua única desvantagem é não ter uma versão naval para embarcar no NAe São Paulo, como o Rafale tem.
Ivan, sobre o probe de reabastecimento, ele já existe. No Gripen C/D, ele é retrátil, do lado esquerdo, à frente do cockpit. Só os modelos JAS 39 A?B é que não dispõem de probe para REVO. Os C e D e o NG dispõem do probe. Lembrando que o raio de combate do Gripen NG será similar ao do Rafale (1.850 mn) em missão de ataque, com alcance de translado de 4.070 km (sem armas e com máximo combustível interno e externo).
Ivan, sobre o probe de reabastecimento, ele já existe. No Gripen C/D, ele é retrátil, do lado esquerdo, à frente do cockpit. Só os modelos JAS 39 A?B é que não dispõem de probe para REVO. Os C e D e o NG dispõem do probe. Lembrando que o raio de combate do Gripen NG será similar ao do Rafale (1.850 mn) em missão de ataque, com alcance de translado de 4.070 km (sem armas e com máximo combustível interno e externo).
Em todo projeto planejado existe alta probabilidade de algo não se sair como o esperado ao final….Ainda mais sendo uma colcha de retalhos….Um remendo de muitas coisas de outros lugares…….Acreditar piamente sem cautela alguma que tudo idealizado se dara como o esperado…Perfeitamente……Sem problemas ou obstáculos algum é imprudência e ilusão…..Muitas coisas se resolverão por tentativa e erro…Fazendo assim com que as coisas talvez não saem exatamente como o esperado….Como custos por exemplo..Estarão comprando problemas e não soluções……..Na vida……As vezes……As coisas nem sempre funcionam como esperamos……………As coisas nem sempre saem como esperamos………..Ou você tem uma estratégia própria ou então é parte da estratégia de alguém……..O homem prudente percebe a aproximação do ruim e se abriga mas os imprudentes passam adiante e recebem o dano…Pondera A Vereda De Teus Pés E Serão Seguros Todos Os Teus Caminhos……..
Em todo projeto planejado existe alta probabilidade de algo não se sair como o esperado ao final….Ainda mais sendo uma colcha de retalhos….Um remendo de muitas coisas de outros lugares…….Acreditar piamente sem cautela alguma que tudo idealizado se dara como o esperado…Perfeitamente……Sem problemas ou obstáculos algum é imprudência e ilusão…..Muitas coisas se resolverão por tentativa e erro…Fazendo assim com que as coisas talvez não saem exatamente como o esperado….Como custos por exemplo..Estarão comprando problemas e não soluções……..Na vida……As vezes……As coisas nem sempre funcionam como esperamos……………As coisas nem sempre saem como esperamos………..Ou você tem uma estratégia própria ou então é parte da estratégia de alguém……..O homem prudente percebe a aproximação do ruim e se abriga mas os imprudentes passam adiante e recebem o dano…Pondera A Vereda De Teus Pés E Serão Seguros Todos Os Teus Caminhos……..
Sera uma grande dor de cabeça……….
Sera uma grande dor de cabeça……….
Caros colegas,
Tenho uma sugestao para o caso, a SAAB diminui 50% o valor ofertado, e o Brasil assumi a parceria substituindo o que nao e sueco pelo que nos temos ja desenvolvido no A-1, ficando o motor volvo e engesaer, os demais equipamentos com a MECTRON, ELBIT, CTA, e outras parceiras do desenvolvimento sob coordenacao da FAB e EMBRAER, onde a equipe brasileira iria aprimorar seus equipamentos assimilando a tecnologia do embarcado no modelo DEMO do Griphen, e digo mais aproveitem ao maximo tudo que for preciso pra no futuro fabricar um jato ao nivel da FAB, em estado de arte.
Sds a todos.
Caros colegas,
Tenho uma sugestao para o caso, a SAAB diminui 50% o valor ofertado, e o Brasil assumi a parceria substituindo o que nao e sueco pelo que nos temos ja desenvolvido no A-1, ficando o motor volvo e engesaer, os demais equipamentos com a MECTRON, ELBIT, CTA, e outras parceiras do desenvolvimento sob coordenacao da FAB e EMBRAER, onde a equipe brasileira iria aprimorar seus equipamentos assimilando a tecnologia do embarcado no modelo DEMO do Griphen, e digo mais aproveitem ao maximo tudo que for preciso pra no futuro fabricar um jato ao nivel da FAB, em estado de arte.
Sds a todos.
Essa coisa é mais anglo-americana do que sueca……………
Essa coisa é mais anglo-americana do que sueca……………
“Uma aeronave multimissão e multinação”…
ou, se preferirem, “o primeiro Joint Strike Fighter”, rsrsrsrs
Falando sério pessoal, como disse o amigo Ivan, tirando EUA e Rússia todo mundo tem peça de todo mundo hoje em dia. E quanto ao monte de peças inglesas, s.m.j. a BAe é SÓCIA da SAAB na Gripen International.
Percebam que a Inglaterra poderia muito bem comprar os produtos de sua própria empresa, mas não o faz por conveniência política, preferindo apostar no JSF. Ou por estratégia: sabendo que pode comprar Gripen´s a qualquer tempo, prefere apostar no JSF para não ficar de fora e conhecer os sistemas, componentes, etc…
Não há problema nenhum em se ter o projeto da aeronave ou suas peças divididas entre diversos fornecedores de diversos países. Como bem lembrado também, as peças das aeronaves Embraer, por exemplo, são ainda mais pulverizadas.
Por fim, resta dizer que o importante é ter as garantias contratuais do fornecimento correto e preciso das aeronaves, inclusive com cláusulas que garantam a performance dos diversos componentes nos mais diversos parâmetros exigidos pela FAB. Com o governo da Suécia oferecendo a linha de financiamento, e sendo por assim dizer “avalista” do projeto, e com a SAAB jamais tendo atrasado uma entrega, podemos ficar absolutamente tranquilos.
Abs.
“Uma aeronave multimissão e multinação”…
ou, se preferirem, “o primeiro Joint Strike Fighter”, rsrsrsrs
Falando sério pessoal, como disse o amigo Ivan, tirando EUA e Rússia todo mundo tem peça de todo mundo hoje em dia. E quanto ao monte de peças inglesas, s.m.j. a BAe é SÓCIA da SAAB na Gripen International.
Percebam que a Inglaterra poderia muito bem comprar os produtos de sua própria empresa, mas não o faz por conveniência política, preferindo apostar no JSF. Ou por estratégia: sabendo que pode comprar Gripen´s a qualquer tempo, prefere apostar no JSF para não ficar de fora e conhecer os sistemas, componentes, etc…
Não há problema nenhum em se ter o projeto da aeronave ou suas peças divididas entre diversos fornecedores de diversos países. Como bem lembrado também, as peças das aeronaves Embraer, por exemplo, são ainda mais pulverizadas.
Por fim, resta dizer que o importante é ter as garantias contratuais do fornecimento correto e preciso das aeronaves, inclusive com cláusulas que garantam a performance dos diversos componentes nos mais diversos parâmetros exigidos pela FAB. Com o governo da Suécia oferecendo a linha de financiamento, e sendo por assim dizer “avalista” do projeto, e com a SAAB jamais tendo atrasado uma entrega, podemos ficar absolutamente tranquilos.
Abs.
Prezado Felipe Cps
Caça multi nação = multiembargos
sds
Prezado Felipe Cps
Caça multi nação = multiembargos
sds
Agora está demonstrado, se é vero este gráfico, e acho que é, de como o NG pode ser complexo e que não se pode ter qualquer garantia de TT, não confundam com o Rafale, que usa componentes básicos, de outras nações e tão somente por serem melhores no âmbito comercial/money, mas podem ter certeza que a França/Dassault tem alternativas… já a SAAB não! O nível de comprometimento do Rafale é infimo, já o NG não sairá do papel se tiver que ter tudo sueco!
Comparar a EMBRAER que faz somente aviões comerciais, não dá, a maioria dos países desenvolvidos e em desenvolvimento já teriam condições de produzir, falando tecnologicamente, não é segredo militar, o A-29 não tem nada de especial tb, no sentido tecnologia aeronáutica, vão esconder o quê do Super Tucano? nada! o mundo já tem condições de fazer com o pé nas costas o que a EMBRAER faz, a diferença está no negócio, não na tecnologia! a EMBRAER é eficiente no que faz, mas não é mais capaz em termos tecnológicos, sua razão está em fazer bem feito e é gerida de forma muito eficaz, não dá para comparar com o caso NG! este é um produto estratégico de força maior, e TT é muito complicado se conseguir!
O NG, sendo projeto ainda, com este mix de países, dos quais teem até mais componentes que a própria Suécia, é um risco para a FAB sem precedentes! e como conhecemos o Brasil, o risco é grande de a FAB ficar chupando o dedo, tanto pela falta de TT quanto pelo atraso do projeto.
Abraços
Agora está demonstrado, se é vero este gráfico, e acho que é, de como o NG pode ser complexo e que não se pode ter qualquer garantia de TT, não confundam com o Rafale, que usa componentes básicos, de outras nações e tão somente por serem melhores no âmbito comercial/money, mas podem ter certeza que a França/Dassault tem alternativas… já a SAAB não! O nível de comprometimento do Rafale é infimo, já o NG não sairá do papel se tiver que ter tudo sueco!
Comparar a EMBRAER que faz somente aviões comerciais, não dá, a maioria dos países desenvolvidos e em desenvolvimento já teriam condições de produzir, falando tecnologicamente, não é segredo militar, o A-29 não tem nada de especial tb, no sentido tecnologia aeronáutica, vão esconder o quê do Super Tucano? nada! o mundo já tem condições de fazer com o pé nas costas o que a EMBRAER faz, a diferença está no negócio, não na tecnologia! a EMBRAER é eficiente no que faz, mas não é mais capaz em termos tecnológicos, sua razão está em fazer bem feito e é gerida de forma muito eficaz, não dá para comparar com o caso NG! este é um produto estratégico de força maior, e TT é muito complicado se conseguir!
O NG, sendo projeto ainda, com este mix de países, dos quais teem até mais componentes que a própria Suécia, é um risco para a FAB sem precedentes! e como conhecemos o Brasil, o risco é grande de a FAB ficar chupando o dedo, tanto pela falta de TT quanto pelo atraso do projeto.
Abraços
Comentario!
Essa não da para enteder. Para manutenção deste avião temos que
comprar uma “rede de arrasto”dos pescadores, para pegar todas essas peças, de varios lugares.
Comentario!
Essa não da para enteder. Para manutenção deste avião temos que
comprar uma “rede de arrasto”dos pescadores, para pegar todas essas peças, de varios lugares.
Francisco AMX,
“Comparar a EMBRAER que faz somente aviões comerciais”…
acho que você esqueceeu dos executivos, tranportes de autoridades, programas de modernização… e principalmente, treinamento e ataque leve.
“o A-29 não tem nada de especial tb, no sentido tecnologia aeronáutica”
Você se surpreenderia com o que o bichinho (que é o melhor avião COIN do mundo segundo vários especialistas) tem de especial. Só a EMBRAER que prefere não fazer alarde. (espere as novas versões entrarem em operação)
Integração de tecnologias é o termo mais importante do século XXI. É mais importante saber integrar do que construir pequenas peças.
Francisco AMX,
“Comparar a EMBRAER que faz somente aviões comerciais”…
acho que você esqueceeu dos executivos, tranportes de autoridades, programas de modernização… e principalmente, treinamento e ataque leve.
“o A-29 não tem nada de especial tb, no sentido tecnologia aeronáutica”
Você se surpreenderia com o que o bichinho (que é o melhor avião COIN do mundo segundo vários especialistas) tem de especial. Só a EMBRAER que prefere não fazer alarde. (espere as novas versões entrarem em operação)
Integração de tecnologias é o termo mais importante do século XXI. É mais importante saber integrar do que construir pequenas peças.
Prezados
Aviação comercial(dificilmente sujeita a embaragos) é totalmente diferente da militar(sujeita a embargos)
sds
Prezados
Aviação comercial(dificilmente sujeita a embaragos) é totalmente diferente da militar(sujeita a embargos)
sds
O pessoal esquece que o Gripen é uma parceiria da BAe System e SAAB.
Projeto por projeto porque o Brasil não o PAK-FA T50, pois papel por papel este é melhor para o Brasil.
Cada dia fica mais claro a vitória do Rafale. Omnirole completo e operacional inclusive com incursões de sucesso no TO Afeganistão.
O Gripen NG parece ser o queridinho do Blog, assim como os submarinos alemaes na concorrencia da Marinha. Mesmo com esta torcida contra o pessoal da FAB saberá optar pelo melhor e o melhor é o Dassault Rafale.
Deixem os Gripen para os países menores como Estônia, República Tcheca, África do Sul e Suécia, mas vocês acham realmente que eles se impõem mesmo que na propaganda aos SU30MK da Venezuela e F16Block50 do Chile? Nem nas revistas…
O pessoal esquece que o Gripen é uma parceiria da BAe System e SAAB.
Projeto por projeto porque o Brasil não o PAK-FA T50, pois papel por papel este é melhor para o Brasil.
Cada dia fica mais claro a vitória do Rafale. Omnirole completo e operacional inclusive com incursões de sucesso no TO Afeganistão.
O Gripen NG parece ser o queridinho do Blog, assim como os submarinos alemaes na concorrencia da Marinha. Mesmo com esta torcida contra o pessoal da FAB saberá optar pelo melhor e o melhor é o Dassault Rafale.
Deixem os Gripen para os países menores como Estônia, República Tcheca, África do Sul e Suécia, mas vocês acham realmente que eles se impõem mesmo que na propaganda aos SU30MK da Venezuela e F16Block50 do Chile? Nem nas revistas…
Alguém saberia dizer quantas vezes a SAAB teve problemas em vender seus aviões militares para outras nações?
Alguém saberia dizer quantas vezes a SAAB teve problemas em vender seus aviões militares para outras nações?
Amigos,
Para que haja verdadeiro desenvolvimento e capacitação de nossa ind aeroespacial temos que estar totalmente concientes de nossas virtudes e limitações tecnológicas e orçamentárias … AINDA não temos o conhecimentos necessário para uma total independência bélica, porém, se esse é o objetivo vejo no Gripen nossa melhor opção …
A embraer já desenvolveu inúmeras soluções de engenharia que a elevaram á posição de uma das 3 ou 4 maiores indústrias do setor de aviação do mundo … e isso nos habilita a substituirmos todos os componentes não suécos do Gripen, com exceção do reator … e isso hoje é o MELHOR que podemos fazer em termos de independência … um grande salto para atingirmos esse objetivo …
Percebam que os suécos dominam todos os componentes VERDADEIRAMENTE sensíveis da aeronave, inclusive o flight control system (FBW), aviônicos, D-link, fuzelagem, toda parte aerodinâmica para o vôo supersônico …
Vejam a entrevista do Steve Mogford, Pres. da SELEX Galileu, na Rev. Força Aérea d/mês, verão que o AESA do Gripen feita em parceria com a Vixen e teremos forte acesso a essa tecnologia …
Ou seja, absorveremos toda a tecnologia suéca … entraremos com inúmeros componentes tupiniquins (os engenheiros da AKAER já estão na suécia), além de todo o Know-how comercial e de manutenção global que são expoentes na Embraer e teremos um caçador com especificações determinadas pela FAB, forte participação do CTA … e principalmente com custos compatíveis com nosso orçamento, doutrina e inventário … ou seja um Gripen BR …
Esse conhecimento proporcionará a Embraer o desenvolvimento de um caça naval, e um bi-reator para linha de frente e função específica de superioridade aérea … vejo como uma oportunidade IMPAR para FAB e nossa ind aeronautica.
O que acham os amigos ?
abc
Kaleu
Amigos,
Para que haja verdadeiro desenvolvimento e capacitação de nossa ind aeroespacial temos que estar totalmente concientes de nossas virtudes e limitações tecnológicas e orçamentárias … AINDA não temos o conhecimentos necessário para uma total independência bélica, porém, se esse é o objetivo vejo no Gripen nossa melhor opção …
A embraer já desenvolveu inúmeras soluções de engenharia que a elevaram á posição de uma das 3 ou 4 maiores indústrias do setor de aviação do mundo … e isso nos habilita a substituirmos todos os componentes não suécos do Gripen, com exceção do reator … e isso hoje é o MELHOR que podemos fazer em termos de independência … um grande salto para atingirmos esse objetivo …
Percebam que os suécos dominam todos os componentes VERDADEIRAMENTE sensíveis da aeronave, inclusive o flight control system (FBW), aviônicos, D-link, fuzelagem, toda parte aerodinâmica para o vôo supersônico …
Vejam a entrevista do Steve Mogford, Pres. da SELEX Galileu, na Rev. Força Aérea d/mês, verão que o AESA do Gripen feita em parceria com a Vixen e teremos forte acesso a essa tecnologia …
Ou seja, absorveremos toda a tecnologia suéca … entraremos com inúmeros componentes tupiniquins (os engenheiros da AKAER já estão na suécia), além de todo o Know-how comercial e de manutenção global que são expoentes na Embraer e teremos um caçador com especificações determinadas pela FAB, forte participação do CTA … e principalmente com custos compatíveis com nosso orçamento, doutrina e inventário … ou seja um Gripen BR …
Esse conhecimento proporcionará a Embraer o desenvolvimento de um caça naval, e um bi-reator para linha de frente e função específica de superioridade aérea … vejo como uma oportunidade IMPAR para FAB e nossa ind aeronautica.
O que acham os amigos ?
abc
Kaleu
E alguem acha que os EMBRAER ERJ e E-Jet sao diferentes?
Ja vi cara aqui que fala super bem da EMBRAER e agora fica gozando a SAAB… fala serio
E alguem acha que os EMBRAER ERJ e E-Jet sao diferentes?
Ja vi cara aqui que fala super bem da EMBRAER e agora fica gozando a SAAB… fala serio
Troca o “fuel system” pq é frances e a França não transfere tecnologia.
Troca o “fuel system” pq é frances e a França não transfere tecnologia.
“…verão que o AESA do Gripen feita em parceria com a Vixen e teremos forte acesso a essa tecnologia …”
Vixen é o nome de um dos modelos de radar AESA da Selex-Galileo.
(http://www.finmeccanica.it/Holding/EN/Business/Elettronica_per_la_difesa/Prodotti/index.sdo)
“…verão que o AESA do Gripen feita em parceria com a Vixen e teremos forte acesso a essa tecnologia …”
Vixen é o nome de um dos modelos de radar AESA da Selex-Galileo.
(http://www.finmeccanica.it/Holding/EN/Business/Elettronica_per_la_difesa/Prodotti/index.sdo)
“flight control system (FBW),”
Este software no Gripen, é americano da Lockheed.
“flight control system (FBW),”
Este software no Gripen, é americano da Lockheed.
“…operacional inclusive com incursões de sucesso no TO Afeganistão.”
Somente 12 aeronaves, 6 da AA e 6 da Aeronavale; o restante não foram modificados.
“…operacional inclusive com incursões de sucesso no TO Afeganistão.”
Somente 12 aeronaves, 6 da AA e 6 da Aeronavale; o restante não foram modificados.
“Aviação comercial(dificilmente sujeita a embaragos)”
As mesmas restrições se aplicam a aeronaves comerciais e militares.
Pergunta se a Embraer conseguiu vender ERJ p/ o Irã???
“Aviação comercial(dificilmente sujeita a embaragos)”
As mesmas restrições se aplicam a aeronaves comerciais e militares.
Pergunta se a Embraer conseguiu vender ERJ p/ o Irã???
“…o bichinho (que é o melhor avião COIN do mundo segundo vários especialistas) tem de especial.”
De que adianta ser alegadamente “o melhor avião COIN do mundo”, se somente combate na Colombia, contra as FARC???
Até aí o A-10C e um monte de UAVs tem mto mais sucessos p/ mostrar, combatendo no Iraque e no Afeganistão.
O que por aqui pode ser uma espetacular novidade, lá fora não é mais que o dia corrente.
“…o bichinho (que é o melhor avião COIN do mundo segundo vários especialistas) tem de especial.”
De que adianta ser alegadamente “o melhor avião COIN do mundo”, se somente combate na Colombia, contra as FARC???
Até aí o A-10C e um monte de UAVs tem mto mais sucessos p/ mostrar, combatendo no Iraque e no Afeganistão.
O que por aqui pode ser uma espetacular novidade, lá fora não é mais que o dia corrente.
Esse é os fabricantes do GRIPEN NG?
Porque a SAAB prometeu diminuir a dependencia internacional.
Se for dos Gripen A/B/C/D, esse post foi desnecessário porque só cria discussao sem sentido.
Esse é os fabricantes do GRIPEN NG?
Porque a SAAB prometeu diminuir a dependencia internacional.
Se for dos Gripen A/B/C/D, esse post foi desnecessário porque só cria discussao sem sentido.
Mauricio R.
“De que adianta ser alegadamente “o melhor avião COIN do mundo”, se somente combate na Colombia, contra as FARC???”
No Brasil ele já começa a ser utilizado para vigiar as fronteiras. E já esteve envolvido em combate real sobre a selva.E em breve operará no Chile, Equador, República Dominicana, Guatemala…
“Até aí o A-10C e um monte de UAVs tem mto mais sucessos p/ mostrar, combatendo no Iraque e no Afeganistão.”
O Brasil não tá na guerra do Afeganistão, e pelo menos por enquanto, os EUA dão preferência a aviões americanos. Mas o nosso aviãozinho desperta interesse até dos americanos (não foi postado aqui no blog um tal projeto fúria iminente?)
A história do ST é muito recente (se você for comparar com o A-10, por exemplo). E é um outro tipo de avião. E, embora utilize eletrônica toda importada, o projeto da aeronave e a integração dos sistemas é que fazem do Super Tucano um avião infinitamente melhor que o Texan II (seu principal concorrente) no quesito COIN.
Portanto, não me estranha ver vários componentes não suecos no Gripen. Ele continua sendo um caça com a alma nórdica (toda aquela filosofia de prontidão, operação a partir de bases dispersas e guerra centrada em redes).
Mauricio R.
“De que adianta ser alegadamente “o melhor avião COIN do mundo”, se somente combate na Colombia, contra as FARC???”
No Brasil ele já começa a ser utilizado para vigiar as fronteiras. E já esteve envolvido em combate real sobre a selva.E em breve operará no Chile, Equador, República Dominicana, Guatemala…
“Até aí o A-10C e um monte de UAVs tem mto mais sucessos p/ mostrar, combatendo no Iraque e no Afeganistão.”
O Brasil não tá na guerra do Afeganistão, e pelo menos por enquanto, os EUA dão preferência a aviões americanos. Mas o nosso aviãozinho desperta interesse até dos americanos (não foi postado aqui no blog um tal projeto fúria iminente?)
A história do ST é muito recente (se você for comparar com o A-10, por exemplo). E é um outro tipo de avião. E, embora utilize eletrônica toda importada, o projeto da aeronave e a integração dos sistemas é que fazem do Super Tucano um avião infinitamente melhor que o Texan II (seu principal concorrente) no quesito COIN.
Portanto, não me estranha ver vários componentes não suecos no Gripen. Ele continua sendo um caça com a alma nórdica (toda aquela filosofia de prontidão, operação a partir de bases dispersas e guerra centrada em redes).
Se eu não contei errado:
9 bandeiras da Inglaterra
8 bandeiras da Suecia
3 bandeiras americanas
2 bandeiras da Africa do Sul
1 bandeira da alemanha
1 bandeira da França
Eu não acho que isso seja um demérito. Isso significa que esse caça é um lego o que é muito bom se o Brasil quiser participar da sua construção. Então vamos especular; quantas dessas bandeirinhas a bandeira do Brasil poderia substituir?
Obs: esse kit de montar já vem com aquela colinha?
Se eu não contei errado:
9 bandeiras da Inglaterra
8 bandeiras da Suecia
3 bandeiras americanas
2 bandeiras da Africa do Sul
1 bandeira da alemanha
1 bandeira da França
Eu não acho que isso seja um demérito. Isso significa que esse caça é um lego o que é muito bom se o Brasil quiser participar da sua construção. Então vamos especular; quantas dessas bandeirinhas a bandeira do Brasil poderia substituir?
Obs: esse kit de montar já vem com aquela colinha?
Senhores, ficarei feliz com qualquer um dos três concorrentes do FX-2, mais não é segredo a minha preferência pelo Rafale. Isso porque eu acredito que com o Rafale o ganho com tecnologia é maior, no caso do F/A-18 Super Hornet apesar do comprometimento de transferência de tecnologia do governo norte americano, e de ser amplamente testado em combate, não poderá ser construído no Brasil. Com relação ao Gripen NG existe muitos componentes do caça sueco já são ou podem ser fabricados por empresas brasileiras, o que facilitaria e simplificaria em muito a produção do caça, mas nisso o Brasil teria um ganho em termos de novas tecnologias de vanguarda muito menor do que a do Rafale e Super Hornet, sem contar que o caça sueco ainda só existe em projeto, e por nunca um caça sueco ter entrado em combate, suas qualidades são uma incógnita. Apesar de ser o mais caro, o Dassault Rafale tem muitas das qualidades dos seus dois concorrentes. Total transferência de tecnologia, tecnologia de vanguarda, ser construído no Brasil, já ser testado em campo de combate no Afeganistão e um ganho da industria aeroespacial francesa muito grande para nossa industria. Mias se não der Rafale que seja o melhor.
Senhores, ficarei feliz com qualquer um dos três concorrentes do FX-2, mais não é segredo a minha preferência pelo Rafale. Isso porque eu acredito que com o Rafale o ganho com tecnologia é maior, no caso do F/A-18 Super Hornet apesar do comprometimento de transferência de tecnologia do governo norte americano, e de ser amplamente testado em combate, não poderá ser construído no Brasil. Com relação ao Gripen NG existe muitos componentes do caça sueco já são ou podem ser fabricados por empresas brasileiras, o que facilitaria e simplificaria em muito a produção do caça, mas nisso o Brasil teria um ganho em termos de novas tecnologias de vanguarda muito menor do que a do Rafale e Super Hornet, sem contar que o caça sueco ainda só existe em projeto, e por nunca um caça sueco ter entrado em combate, suas qualidades são uma incógnita. Apesar de ser o mais caro, o Dassault Rafale tem muitas das qualidades dos seus dois concorrentes. Total transferência de tecnologia, tecnologia de vanguarda, ser construído no Brasil, já ser testado em campo de combate no Afeganistão e um ganho da industria aeroespacial francesa muito grande para nossa industria. Mias se não der Rafale que seja o melhor.
Caro “cerberosph”,
temos que ver o quanto de TECNOLOGIA AGREGADA cada ‘bandeirinha’ desta representa no todo do avião.
A Suécia tem menos ‘bandeirinhas’, mas são elas as partes mais sensíveis do avião, pode ver!!
Gostaria também de lembras aos colegas que a SELEX Galileu italiana, que está desenvolvendo o radar AESA para o GripenNG, é parceira da Mectron brasileira na produção do radar SCP-1 do AMX modernizado…
Abraços para todos.
Caro “cerberosph”,
temos que ver o quanto de TECNOLOGIA AGREGADA cada ‘bandeirinha’ desta representa no todo do avião.
A Suécia tem menos ‘bandeirinhas’, mas são elas as partes mais sensíveis do avião, pode ver!!
Gostaria também de lembras aos colegas que a SELEX Galileu italiana, que está desenvolvendo o radar AESA para o GripenNG, é parceira da Mectron brasileira na produção do radar SCP-1 do AMX modernizado…
Abraços para todos.
O pobre prefere um copo de vinho a um pão porque o estômago da miséria necessita mais de ilusões que de alimento….
http://www.youtube.com/watch?v=DO0LtDOYHxY
O pobre prefere um copo de vinho a um pão porque o estômago da miséria necessita mais de ilusões que de alimento….
http://www.youtube.com/watch?v=DO0LtDOYHxY
“No Brasil ele já começa a ser utilizado para vigiar as fronteiras. E já esteve envolvido em combate real sobre a selva.”
-Combate real, somente c/ na Colombia contra as FARC.
“Mas o nosso aviãozinho desperta interesse até dos americanos (não foi postado aqui no blog um tal projeto fúria iminente?)”
-”Iminet fury” não é nenhuma concorrência p/ aquisição de material bélico.
“A história do ST é muito recente (se você for comparar com o A-10, por exemplo). E é um outro tipo de avião.”
-O que eu estou comparando é a flexibilidade de um design que não foi pensado/projetado p/ combater nesse ambiente, estar se saindo mto bem nele.
“…o projeto da aeronave e a integração dos sistemas é que fazem do Super Tucano um avião infinitamente melhor que o Texan II (seu principal concorrente) no quesito COIN.”
-Não é pq combateu na Colombia, que isso é garantia de bom desempenho em qq lugar, o Afeganistão é um teatro totalmente diferente c/ característica peculiares.
“No Brasil ele já começa a ser utilizado para vigiar as fronteiras. E já esteve envolvido em combate real sobre a selva.”
-Combate real, somente c/ na Colombia contra as FARC.
“Mas o nosso aviãozinho desperta interesse até dos americanos (não foi postado aqui no blog um tal projeto fúria iminente?)”
-”Iminet fury” não é nenhuma concorrência p/ aquisição de material bélico.
“A história do ST é muito recente (se você for comparar com o A-10, por exemplo). E é um outro tipo de avião.”
-O que eu estou comparando é a flexibilidade de um design que não foi pensado/projetado p/ combater nesse ambiente, estar se saindo mto bem nele.
“…o projeto da aeronave e a integração dos sistemas é que fazem do Super Tucano um avião infinitamente melhor que o Texan II (seu principal concorrente) no quesito COIN.”
-Não é pq combateu na Colombia, que isso é garantia de bom desempenho em qq lugar, o Afeganistão é um teatro totalmente diferente c/ característica peculiares.
Repito o que já lianteriormente. Para haver TT de fato é necessário participar do projeto e desenvolvimento de um dado produto. Dos 3 competidores eu enxergo que, em ordem crescente de oportunidade para TT, a lista seria:
1. Super Hornet
2. Rafale
3. Gripen NG
A Boeing tem menores condições de realizar TT pelo fato da aeronave SH já estar próxima do fim de produção (alguns anos a frente). O Rafale está saindo de sua adolescência e o Gripen NG já nasce na adolescência.
Outra coisa. Não há qualquer garantia de TT. Apenas documentos assinados não garantem isso. Qq dos governos pode inventar alguma questão e sustar o que estiver acontecendo.
Repito o que já lianteriormente. Para haver TT de fato é necessário participar do projeto e desenvolvimento de um dado produto. Dos 3 competidores eu enxergo que, em ordem crescente de oportunidade para TT, a lista seria:
1. Super Hornet
2. Rafale
3. Gripen NG
A Boeing tem menores condições de realizar TT pelo fato da aeronave SH já estar próxima do fim de produção (alguns anos a frente). O Rafale está saindo de sua adolescência e o Gripen NG já nasce na adolescência.
Outra coisa. Não há qualquer garantia de TT. Apenas documentos assinados não garantem isso. Qq dos governos pode inventar alguma questão e sustar o que estiver acontecendo.
“Alguém saberia dizer quantas vezes a SAAB teve problemas em vender seus aviões militares para outras nações?”
É………..Mas você tem que ver os paises para quem foram vendidos………Não é mesmo?!……..
http://www.youtube.com/watch?v=Mgpcu8ZLlFc
“Alguém saberia dizer quantas vezes a SAAB teve problemas em vender seus aviões militares para outras nações?”
É………..Mas você tem que ver os paises para quem foram vendidos………Não é mesmo?!……..
http://www.youtube.com/watch?v=Mgpcu8ZLlFc
DESCULPEM-ME POR ESSE FORE DE TOPICO.
AOS ADMINISTRADORES E EDITORES DO BLOG
Quero fazer uma sugestão para os editores do blog, a fim de incentivar os comentários do pessoal. Vocês poderiam fazer o “comentaristas do mês”, cada um com a sua característica. Tipo o mais engraçado, o mais sério, o mais entusiasta, o mais russófilo/americanófilo. Em fim. Sei que não precisamos disso aqui, pois temos ótimos comentaristas, mas já que vocês têm espaço para jogos de adivinhação e etc. Podiam por mais essa. Garanto que contribuiria dando maior destaque ao Poder Aéreo.
Quem gostou da idéia, por favor, fale em algum momento de seu comentário.
Abraço para todos
DESCULPEM-ME POR ESSE FORE DE TOPICO.
AOS ADMINISTRADORES E EDITORES DO BLOG
Quero fazer uma sugestão para os editores do blog, a fim de incentivar os comentários do pessoal. Vocês poderiam fazer o “comentaristas do mês”, cada um com a sua característica. Tipo o mais engraçado, o mais sério, o mais entusiasta, o mais russófilo/americanófilo. Em fim. Sei que não precisamos disso aqui, pois temos ótimos comentaristas, mas já que vocês têm espaço para jogos de adivinhação e etc. Podiam por mais essa. Garanto que contribuiria dando maior destaque ao Poder Aéreo.
Quem gostou da idéia, por favor, fale em algum momento de seu comentário.
Abraço para todos
Prezados
Essas avaliações
“Combate real, somente c/ na Colombia contra as FARC.
“O que eu estou comparando é a flexibilidade de um design que não foi pensado/projetado p/ combater nesse ambiente, estar se saindo mto bem nele.”
“Não é pq combateu na Colombia, que isso é garantia de bom desempenho em qq lugar, o Afeganistão é um teatro totalmente diferente c/ característica peculiares.”
Somente por ISSO, ele ganhou notoriedadee passou a ser avaliado como o MELHOR DO MUNDO em combate COIN.
Pela colocação do acima postado a EMBRAER é burra.
SDS
Prezados
Essas avaliações
“Combate real, somente c/ na Colombia contra as FARC.
“O que eu estou comparando é a flexibilidade de um design que não foi pensado/projetado p/ combater nesse ambiente, estar se saindo mto bem nele.”
“Não é pq combateu na Colombia, que isso é garantia de bom desempenho em qq lugar, o Afeganistão é um teatro totalmente diferente c/ característica peculiares.”
Somente por ISSO, ele ganhou notoriedadee passou a ser avaliado como o MELHOR DO MUNDO em combate COIN.
Pela colocação do acima postado a EMBRAER é burra.
SDS
e eleé o cara
kkkk
e eleé o cara
kkkk
Mauricio R.
“Vixen é o nome de um dos modelos de radar AESA da Selex-Galileo.”
Na verdade a perceria é com a ericsson-SAAB que desenvolveu o PS-05/A do JAS-39 oriundo do “vixen” blue.
O desenvolvimento conjunto do radar AESA para o Gripen NG será baseado no radar Selex Galileo Vixen AESA utilizando a funcionalidade do programa Vixen PS-05 / A e de outros programas de ambas as empresas. (Saab e a Selex Galileo)
http://www.tecnodefesa.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=576:radar-aesa-para-o-gripen-ng&catid=35:noticias&Itemid=55)
“flight control system (FBW),”
Este software no Gripen, é americano da Lockheed.
Tbm achava isso Mauricio, já comentei que o FBW seria problema em TT … porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.
abc
Kaleu
Mauricio R.
“Vixen é o nome de um dos modelos de radar AESA da Selex-Galileo.”
Na verdade a perceria é com a ericsson-SAAB que desenvolveu o PS-05/A do JAS-39 oriundo do “vixen” blue.
O desenvolvimento conjunto do radar AESA para o Gripen NG será baseado no radar Selex Galileo Vixen AESA utilizando a funcionalidade do programa Vixen PS-05 / A e de outros programas de ambas as empresas. (Saab e a Selex Galileo)
http://www.tecnodefesa.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=576:radar-aesa-para-o-gripen-ng&catid=35:noticias&Itemid=55)
“flight control system (FBW),”
Este software no Gripen, é americano da Lockheed.
Tbm achava isso Mauricio, já comentei que o FBW seria problema em TT … porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.
abc
Kaleu
Bruno Rocha
Não ía ter graça … o Welington vai ganhar todas … de mais russófilo … de mais engraçado … e de mais anti-americano … rsrsrs
Brincadeira Welington !
abc
kaleu
Bruno Rocha
Não ía ter graça … o Welington vai ganhar todas … de mais russófilo … de mais engraçado … e de mais anti-americano … rsrsrs
Brincadeira Welington !
abc
kaleu
Kaleu KKKKKKKK, boa kaleu rsrsrs, ta tranquilo amigo, mas os comentários mais engraçados são de autoria do Felipe Cps, isto é indiscutível, apesar de às vezes ele utilizar um pouco de preconceito contra os equipamentos e doutrina Russa, mas geralmente são muito bem humorados…
Mas falando serio o páreo de melhor comentarista do mês seria super concorrido vide Bosco, Francisco AMX, Marine, Baschera, Kaleu, Felipe Cps dentre muitos outros concorrentes. Estou vendo muitos ótimos comentaristas novos no BLOG e fico muito feliz por isto….
Um grande abraço a todos…
Kaleu KKKKKKKK, boa kaleu rsrsrs, ta tranquilo amigo, mas os comentários mais engraçados são de autoria do Felipe Cps, isto é indiscutível, apesar de às vezes ele utilizar um pouco de preconceito contra os equipamentos e doutrina Russa, mas geralmente são muito bem humorados…
Mas falando serio o páreo de melhor comentarista do mês seria super concorrido vide Bosco, Francisco AMX, Marine, Baschera, Kaleu, Felipe Cps dentre muitos outros concorrentes. Estou vendo muitos ótimos comentaristas novos no BLOG e fico muito feliz por isto….
Um grande abraço a todos…
Manda tudo pra PQP e fica com o SU-35 e fim de papo!!!!!!
Manda tudo pra PQP e fica com o SU-35 e fim de papo!!!!!!
“oriundo do “vixen” blue.”
É Blue Vixen, radar ingles do Sea Harrier F/A-2.
(http://www.secretprojects.co.uk/forum/index.php?topic=93.0;wap2)
“oriundo do “vixen” blue.”
É Blue Vixen, radar ingles do Sea Harrier F/A-2.
(http://www.secretprojects.co.uk/forum/index.php?topic=93.0;wap2)
“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”
(http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/)
“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”
(http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/)
Caros, os franceses tem o compromisso de apoiar o desenvolvimento das capacidades tecnológicas brasileiras, viabilizando o projeto e produção da próxima geração de caças do País, quanto ao Rafale já esta pronto só no máximo montariamos.
Os suecos tem o compromisso de parcerias a longo prazo entre o Brasil e a Suécia em um programa de caças que já está bem estabelecido e que continua sendo desenvolvido, e uma plataforma para o desenvolvimento de futuros programas tecnológicos como de um caça de quinta geração, desde já não só montariamos mas como participariamos do desenvolvimento com requisitos da nossa FAB.
Dependencia sempre teremos seja com quem for que ganhe o projeto.
Ou sera que estamos pensando que os Franceses de imediato nos tornara independente em todos os quisitos?
Abs
Caros, os franceses tem o compromisso de apoiar o desenvolvimento das capacidades tecnológicas brasileiras, viabilizando o projeto e produção da próxima geração de caças do País, quanto ao Rafale já esta pronto só no máximo montariamos.
Os suecos tem o compromisso de parcerias a longo prazo entre o Brasil e a Suécia em um programa de caças que já está bem estabelecido e que continua sendo desenvolvido, e uma plataforma para o desenvolvimento de futuros programas tecnológicos como de um caça de quinta geração, desde já não só montariamos mas como participariamos do desenvolvimento com requisitos da nossa FAB.
Dependencia sempre teremos seja com quem for que ganhe o projeto.
Ou sera que estamos pensando que os Franceses de imediato nos tornara independente em todos os quisitos?
Abs
Não tem como produzir uma plataforma desta envergadura sem participação de vária empresas, e isto deve ser destinto de nacionalidades. Se levarmor em conta, que uma determinada peça ou sistema é produzido por A ou B pais ou empresa, será um fator negativo para a escolha do novo vetor da FAB, certamente anulará a escolha dos 3 concorrentes, pois todos possuem peças ou sistemas produzidos por terceiros. O que ocorre é que, por força de contrato levando em conta a política industrial, pode ser que este caso seja mascarado dentro do plano de produção. Todas as aeronaves da Embraer para os ufanistas de plantão, tem um índece médio de nacionalização de apenas 60%. Temos que levar em conta que o Gripen é a única das opções que possue uma plataforma aberta (como o sistema operacional Linux) conportando conpatibilidade com vários sistemas de armas produzidos pelos principais polos de indústrias bélicas no mundo. Isto nos é favravél, pois a Mectron tem cooperações técnicas com a Denel(conpatível com o Gripen) da Africa dos Sul que comprou o Gripen como seu vetor de ponta de lança. Só para desmascarar este mito, o Irã opera até hoje os F-14 vendidos pelos EUA nos meiados de 80, fazendo modificaçoes com sistemas russos, levando-os a operacionalização até os dias atuais.
Gente, teve cara aqui que falou que mono motor não é bom, pergunta para quem tem um monomotor se ele quer trocar por um bimotor?
A turbina que equipa o novo Gripen F404 GE/Volvo tem um alto grau de confiabilidade. Ademais, se vc tem uma turbila do Rafale com folga em um parafuso um mangueirinha a aeronave não vai decolar. O Gripen com monomotor só tem vantagem em cima do Rafale: economia tempo e dinheiro na manutenção, combustível, menor assinatura IR, possibilidade de uma nova versão do F-404 com empuxo vetorizado (proporcionando menor rolagem na decolagem, manobrabilidade), capacidade super-cruse(voar na barreira do som sem pós-combustão(menor assinatura IR e economia de combustivél), menor apoio terrestre para rollon.
Teve outro que o Gripen nao pousa em porta-avião. Meu o F-X2 e coisa da FAB e n da MB. e nos temos um porta avioes que é fraçes e só vive no estaleiro reparando ferrugem.
Teve um outro que disse que prefere um Rafale no chão q dois Gripen voando. Digo mais, se formos de Rafale teremos dois no chão no reparo e um Gripen do inimigo sobre nossa cabeça.
O Rafale não passa de um Mirage 2000 com duas turbinas um canar e atualizações na aviônicas e eletrônica, vejam as fotos das aeronaves e concordarão comigo.
Já o Gripen e a primeira e verdadeira maquina de 4 geração reconhecida até pela Usaf. Uma concepção nova e em desenvolvimento.
Vamos fazer uma alanogia. Levando este debate para o elemento terra. Qual das duas indústrias é mais inovadora e criadora de tecnologia a SAAB/Volvo ou Pegout/Renout/Citroën. SAAB/Volvo – ABS , Air-bag, controle de tração, célula de sobrevivência, barra de proteção lateral, crach-test, radar anti colizão(sistema que avisa e auxilia o motorista sobre obstáculos em sua frente, em condições adversas de visibilidade), navegação inercial(sistema que dá ao carro capacidade de controlar a direção e velocidade do carro sem intervenção Humana- esta é a ultima palavra em inovação nos laboratórios da Volvo), processos de operação e melhoria de segurança nas demais indústrias. Nossa cansei de escrever, como eu não gosto disso prefiro falar da indústria automobilistica francesa que só copia e mais nada, e mais prático. Bem, para quem não sabe a indústria automotiva e impulsionada pelos desenvolvimentos da aeroespacial. Acho que nessa parada os suecos ganham de lavada.
Acho q o certo era perguntar a quem é do ramo. Os pilotos dos esquadrões Pampa, Santa Crus, Senta Pua, com ceretza eles darão logo o veredito Gripen. Mais como tem o outro lado o que descidem e ele se chama político, estes querem quem tem mais bala na agulha para eles, comtratam sucatas que quebram nas costas dos milicos.
Bem chega por hoje… só por hoje
Não tem como produzir uma plataforma desta envergadura sem participação de vária empresas, e isto deve ser destinto de nacionalidades. Se levarmor em conta, que uma determinada peça ou sistema é produzido por A ou B pais ou empresa, será um fator negativo para a escolha do novo vetor da FAB, certamente anulará a escolha dos 3 concorrentes, pois todos possuem peças ou sistemas produzidos por terceiros. O que ocorre é que, por força de contrato levando em conta a política industrial, pode ser que este caso seja mascarado dentro do plano de produção. Todas as aeronaves da Embraer para os ufanistas de plantão, tem um índece médio de nacionalização de apenas 60%. Temos que levar em conta que o Gripen é a única das opções que possue uma plataforma aberta (como o sistema operacional Linux) conportando conpatibilidade com vários sistemas de armas produzidos pelos principais polos de indústrias bélicas no mundo. Isto nos é favravél, pois a Mectron tem cooperações técnicas com a Denel(conpatível com o Gripen) da Africa dos Sul que comprou o Gripen como seu vetor de ponta de lança. Só para desmascarar este mito, o Irã opera até hoje os F-14 vendidos pelos EUA nos meiados de 80, fazendo modificaçoes com sistemas russos, levando-os a operacionalização até os dias atuais.
Gente, teve cara aqui que falou que mono motor não é bom, pergunta para quem tem um monomotor se ele quer trocar por um bimotor?
A turbina que equipa o novo Gripen F404 GE/Volvo tem um alto grau de confiabilidade. Ademais, se vc tem uma turbila do Rafale com folga em um parafuso um mangueirinha a aeronave não vai decolar. O Gripen com monomotor só tem vantagem em cima do Rafale: economia tempo e dinheiro na manutenção, combustível, menor assinatura IR, possibilidade de uma nova versão do F-404 com empuxo vetorizado (proporcionando menor rolagem na decolagem, manobrabilidade), capacidade super-cruse(voar na barreira do som sem pós-combustão(menor assinatura IR e economia de combustivél), menor apoio terrestre para rollon.
Teve outro que o Gripen nao pousa em porta-avião. Meu o F-X2 e coisa da FAB e n da MB. e nos temos um porta avioes que é fraçes e só vive no estaleiro reparando ferrugem.
Teve um outro que disse que prefere um Rafale no chão q dois Gripen voando. Digo mais, se formos de Rafale teremos dois no chão no reparo e um Gripen do inimigo sobre nossa cabeça.
O Rafale não passa de um Mirage 2000 com duas turbinas um canar e atualizações na aviônicas e eletrônica, vejam as fotos das aeronaves e concordarão comigo.
Já o Gripen e a primeira e verdadeira maquina de 4 geração reconhecida até pela Usaf. Uma concepção nova e em desenvolvimento.
Vamos fazer uma alanogia. Levando este debate para o elemento terra. Qual das duas indústrias é mais inovadora e criadora de tecnologia a SAAB/Volvo ou Pegout/Renout/Citroën. SAAB/Volvo – ABS , Air-bag, controle de tração, célula de sobrevivência, barra de proteção lateral, crach-test, radar anti colizão(sistema que avisa e auxilia o motorista sobre obstáculos em sua frente, em condições adversas de visibilidade), navegação inercial(sistema que dá ao carro capacidade de controlar a direção e velocidade do carro sem intervenção Humana- esta é a ultima palavra em inovação nos laboratórios da Volvo), processos de operação e melhoria de segurança nas demais indústrias. Nossa cansei de escrever, como eu não gosto disso prefiro falar da indústria automobilistica francesa que só copia e mais nada, e mais prático. Bem, para quem não sabe a indústria automotiva e impulsionada pelos desenvolvimentos da aeroespacial. Acho que nessa parada os suecos ganham de lavada.
Acho q o certo era perguntar a quem é do ramo. Os pilotos dos esquadrões Pampa, Santa Crus, Senta Pua, com ceretza eles darão logo o veredito Gripen. Mais como tem o outro lado o que descidem e ele se chama político, estes querem quem tem mais bala na agulha para eles, comtratam sucatas que quebram nas costas dos milicos.
Bem chega por hoje… só por hoje
Srs.
Este post é muito bacana pra acabar com aquela história de que o senado americano iria colocar água no nosso chope, vimos que não é o caso. Grande quantidade dos itens ingleses que são maioria no gráfico podem ser facilmente substituidos por brazucas, como bem lembrou o amigo Kaleu e penso que esta seja a proposta.
Itens essenciais não relacionados como: design, estrutura e compostos da fuselagem são suecos. Isso é que é TT.
Abs
Srs.
Este post é muito bacana pra acabar com aquela história de que o senado americano iria colocar água no nosso chope, vimos que não é o caso. Grande quantidade dos itens ingleses que são maioria no gráfico podem ser facilmente substituidos por brazucas, como bem lembrou o amigo Kaleu e penso que esta seja a proposta.
Itens essenciais não relacionados como: design, estrutura e compostos da fuselagem são suecos. Isso é que é TT.
Abs
Cor Tau
Se há um país que veda transferência de tecnologia a países tidos como inimigos (deles e não nossos) são os EUA. E quando os EUA não querem que algo seja vendido pra algum país, só a Russia mesmo pra peitar tal decisão. Ou alguém acredita que a França venderia Rafales a Venezuela se os EUA realmente não quisessem?
Não somos Irã, Venezuela, Coréia do Norte… assim estamos dentro do “grupo padrão” de países aliados, vende-se muita coisa e transfere-se alguma tecnologia (nada demais)…
Dentro dessa premissa não vejo pq termos medo de vetos americanos no Grippen, e pra um orçamento pequeno como o nosso melhor ficar com o mais barato de comprar e operar. Ou seja Grippen!!!
Com ele teremos o vetor mais barato de operar, uma parceira para a EMBRAER q quer fabricar os aviões de caça aqui e poderemos aprender boa parte dos itens com bandeirinhas suecas.
Não achem que com uma compra de 36-120 aviões ganharemos tudo de mão beijada seja de França, Suécia, EUA e mesmo Rússia (q foi desclassificada por tentar nos vender uma super compra de prateleira… mesmo tendo um dos melhores vetores e com menor preço).
Abraços a todos
Cor Tau
Se há um país que veda transferência de tecnologia a países tidos como inimigos (deles e não nossos) são os EUA. E quando os EUA não querem que algo seja vendido pra algum país, só a Russia mesmo pra peitar tal decisão. Ou alguém acredita que a França venderia Rafales a Venezuela se os EUA realmente não quisessem?
Não somos Irã, Venezuela, Coréia do Norte… assim estamos dentro do “grupo padrão” de países aliados, vende-se muita coisa e transfere-se alguma tecnologia (nada demais)…
Dentro dessa premissa não vejo pq termos medo de vetos americanos no Grippen, e pra um orçamento pequeno como o nosso melhor ficar com o mais barato de comprar e operar. Ou seja Grippen!!!
Com ele teremos o vetor mais barato de operar, uma parceira para a EMBRAER q quer fabricar os aviões de caça aqui e poderemos aprender boa parte dos itens com bandeirinhas suecas.
Não achem que com uma compra de 36-120 aviões ganharemos tudo de mão beijada seja de França, Suécia, EUA e mesmo Rússia (q foi desclassificada por tentar nos vender uma super compra de prateleira… mesmo tendo um dos melhores vetores e com menor preço).
Abraços a todos
Amigo Leoamx,
“Teve um outro que disse que prefere um Rafale no chão q dois Gripen voando. Digo mais, se formos de Rafale teremos dois no chão no reparo e um Gripen do inimigo sobre nossa cabeça”.
Se você está se referindo à piadinha que fiz do RAFALE, quero só esclarecer que minha crítica foi justamente esta, naquele momento estavamos optando por ter um rafale no chão ao invés de 2 gripens voando, referencia que fiz pensando no custo de aquisição dos vetores, praticamente 2X1.
No mais… que venham os GRIFOS. E só pra constar, nunca disse isso mas sou um grande entusiasta do AMX que completa seu nick, bem como Francisco AMX, parabéns pela escolha.
Abs
Amigo Leoamx,
“Teve um outro que disse que prefere um Rafale no chão q dois Gripen voando. Digo mais, se formos de Rafale teremos dois no chão no reparo e um Gripen do inimigo sobre nossa cabeça”.
Se você está se referindo à piadinha que fiz do RAFALE, quero só esclarecer que minha crítica foi justamente esta, naquele momento estavamos optando por ter um rafale no chão ao invés de 2 gripens voando, referencia que fiz pensando no custo de aquisição dos vetores, praticamente 2X1.
No mais… que venham os GRIFOS. E só pra constar, nunca disse isso mas sou um grande entusiasta do AMX que completa seu nick, bem como Francisco AMX, parabéns pela escolha.
Abs
Todo mundo utiliza os assentos da Martin-Baker ingleses, e ai vai…
isso se chama economia de escala. A Saab compra uma determinada quantidade se peças ou sistems e emprega em sua areonave com o direito de vendelas a quem entender.
Gostaria de salientar que a empresa responsável pela produção e desenvolvimento no brasil da Saab será a Akaer. Levando assim um bipolarização de forças no polo aeroespacial brasileiro. Isto é muito saudável para a nossa indústria. Levando em conta que apartir do projeto amx a Embraer adquirio tecnologia para projetar o RJ-120 Brasilia, Rj-145…
Todo mundo utiliza os assentos da Martin-Baker ingleses, e ai vai…
isso se chama economia de escala. A Saab compra uma determinada quantidade se peças ou sistems e emprega em sua areonave com o direito de vendelas a quem entender.
Gostaria de salientar que a empresa responsável pela produção e desenvolvimento no brasil da Saab será a Akaer. Levando assim um bipolarização de forças no polo aeroespacial brasileiro. Isto é muito saudável para a nossa indústria. Levando em conta que apartir do projeto amx a Embraer adquirio tecnologia para projetar o RJ-120 Brasilia, Rj-145…
Sonic desculpe, mais a forma q vc redigio as suas idéias me deu a entender de forma diferente da sua.
Até mais
Sonic desculpe, mais a forma q vc redigio as suas idéias me deu a entender de forma diferente da sua.
Até mais
“…projeto amx a Embraer adquirio tecnologia para projetar o RJ-120 Brasilia, Rj-145…”
-O EMB-120 Brasilia é anterior ao AMX.
“…projeto amx a Embraer adquirio tecnologia para projetar o RJ-120 Brasilia, Rj-145…”
-O EMB-120 Brasilia é anterior ao AMX.
Leoamx, tranquilo.
abs
Leoamx, tranquilo.
abs
Só para constar:
Quando o Japão escolheu o F-16 como base para o seu novo caça tático à ser construido pelo Mitsubishi Group o F-2, foi vetada a TT do sistema FBW.
Lembrando que, o Japão é um dos maiores aliados dos EUA, não é dificl de se imaginar que para nós NÃO HAVERÁ TT.
O Japão teve que desenvolver seu FBW do ZERO, o que tornou os custos do projeto praticamente proibitivos sendo reduzido em muito o pedido originalmente feito pelas Forças de Auto Defesa do Japão.
Só para constar:
Quando o Japão escolheu o F-16 como base para o seu novo caça tático à ser construido pelo Mitsubishi Group o F-2, foi vetada a TT do sistema FBW.
Lembrando que, o Japão é um dos maiores aliados dos EUA, não é dificl de se imaginar que para nós NÃO HAVERÁ TT.
O Japão teve que desenvolver seu FBW do ZERO, o que tornou os custos do projeto praticamente proibitivos sendo reduzido em muito o pedido originalmente feito pelas Forças de Auto Defesa do Japão.
Nossa…. o pessoal tem memoria volátiu.. só pode !!
Pela 30º vez…
TT desejada, é a de integração de armas!!!
A FAB quer saber mecher no software q integra as armas, para poder usar o q ela quiser no seu F-X2 !!!
NENHUM PAIS NO MUNDO, vai ensinar o Brasil a construir um motor aeronautico, um radar multi-missao, etc….
Ainda mais por “miseros” 2 bilhoes de dollares…
Alguem quer apostar comigo q semana q vem, em um outro post, vao ter milhoes de fulanos reclamando q o pais tal nao quer sentar no colo do Brasil e entregar sua tecnologia de ponta p/ nos pq vamos comprar meia duzia de avioes….
Nossa…. o pessoal tem memoria volátiu.. só pode !!
Pela 30º vez…
TT desejada, é a de integração de armas!!!
A FAB quer saber mecher no software q integra as armas, para poder usar o q ela quiser no seu F-X2 !!!
NENHUM PAIS NO MUNDO, vai ensinar o Brasil a construir um motor aeronautico, um radar multi-missao, etc….
Ainda mais por “miseros” 2 bilhoes de dollares…
Alguem quer apostar comigo q semana q vem, em um outro post, vao ter milhoes de fulanos reclamando q o pais tal nao quer sentar no colo do Brasil e entregar sua tecnologia de ponta p/ nos pq vamos comprar meia duzia de avioes….
Alfredo, certíssimo! Até porque, pra que aprender a projetar e construir um motor aeronáutico se não teremos para quem vender? não teremos escala de produção e não poderemos encaixar o dito cujo em algum avião.
Produção industrial visa lucro, não é só questão de amor a pátria, nenhum Antônio Hermínio de Moraes vai investir na produção de motores de propulsão vetorada sem um mercado, por mais patriota que ele seja. E não adianta criar uma empresa pública para isso que ela não conseguirá se sustentar.
Grande Abraço
Primo
Alfredo, certíssimo! Até porque, pra que aprender a projetar e construir um motor aeronáutico se não teremos para quem vender? não teremos escala de produção e não poderemos encaixar o dito cujo em algum avião.
Produção industrial visa lucro, não é só questão de amor a pátria, nenhum Antônio Hermínio de Moraes vai investir na produção de motores de propulsão vetorada sem um mercado, por mais patriota que ele seja. E não adianta criar uma empresa pública para isso que ela não conseguirá se sustentar.
Grande Abraço
Primo
Prezado Alfredo_Araujo
Não é questão de TT total ou parcial.
Sei que o que a FAB pretende é de fato os Weapons Code Keys.
Porém se você acredita que todos os concorrentes abrirão esse segredo que, de fato, é um dos pontos cruciais em qualquer projeto de sistemas de armas aéreos, então com certeza papai noel virá para você no final do ano (se você for bonzinho é claro), comprará um fusca, porque é um ótimo carro e colocará seu rico “dinheirinho” da caixa economica que é o melhor banco do Brasil. Agora para os sensatos, com o mínimo de lucidez de compreensão técnica de projetos e integração de sistemas, papai noel não existe, fusca não é carro e caixa economica não é banco.
Como diz um velho ditado chinês: ” a maior humildade de um homem mostra a grandeza de sua alma.”
Prezado Alfredo_Araujo
Não é questão de TT total ou parcial.
Sei que o que a FAB pretende é de fato os Weapons Code Keys.
Porém se você acredita que todos os concorrentes abrirão esse segredo que, de fato, é um dos pontos cruciais em qualquer projeto de sistemas de armas aéreos, então com certeza papai noel virá para você no final do ano (se você for bonzinho é claro), comprará um fusca, porque é um ótimo carro e colocará seu rico “dinheirinho” da caixa economica que é o melhor banco do Brasil. Agora para os sensatos, com o mínimo de lucidez de compreensão técnica de projetos e integração de sistemas, papai noel não existe, fusca não é carro e caixa economica não é banco.
Como diz um velho ditado chinês: ” a maior humildade de um homem mostra a grandeza de sua alma.”
Alexandre GRS:
Salvo engano a transferência dos códigos-fonte do sistema de armas é requisito essencial do Programa FX2, até porque a FAB quer ter o poder de integrar os armamentos que quiser em suas aeronaves. Sem tal transferência, não há negócio.
Sds.
Alexandre GRS:
Salvo engano a transferência dos códigos-fonte do sistema de armas é requisito essencial do Programa FX2, até porque a FAB quer ter o poder de integrar os armamentos que quiser em suas aeronaves. Sem tal transferência, não há negócio.
Sds.
Sim mas ainda sim nessa trasnferência, segundo me relatou um oficial do CTA, não será completa.
Dai toda essa demora. E como você falou, sem a abertura desses softwares não haverá negócio.
Até agora a única proposta que agraça esse know – how e a Sueca que, por sua vez, vem sofrendo forte pressão britânica, cujas as empresas envolvidas tem forte capital EstadoUnidense.
O buraco é muito mais em baixo.
Sim mas ainda sim nessa trasnferência, segundo me relatou um oficial do CTA, não será completa.
Dai toda essa demora. E como você falou, sem a abertura desses softwares não haverá negócio.
Até agora a única proposta que agraça esse know – how e a Sueca que, por sua vez, vem sofrendo forte pressão britânica, cujas as empresas envolvidas tem forte capital EstadoUnidense.
O buraco é muito mais em baixo.
Até porque a possibilidade de integração de qualquer armamento nos vetores à serem adquiridos, na visão de alguns, será de fundamental importância para que os armamentos desenvolvidos e ora em desenvolvimento em nossa pais possa ser usado pela FAB.
E todos sabemos que, uma nação que produz e usa seus próprios armamentos não estará a merçe dos fornecedores estrangeiros. Podemos comcluir então que a plataforma em si não é o mais importante na analise em uso pela FAB. Mas sim a capacidade da mesma em usar armamentos nacionais possibilitando um desenvolvimento maior de nossa industria. E é claro que, em termos de negócios isso não é interessante. Afinal não ficariamos dependentes de armamentos estrangeiros, e poderiamos, com muito confiança e resposabilidade, vendermos nossos armamentos a outros paises e além de tudo integra-los.
Até porque a possibilidade de integração de qualquer armamento nos vetores à serem adquiridos, na visão de alguns, será de fundamental importância para que os armamentos desenvolvidos e ora em desenvolvimento em nossa pais possa ser usado pela FAB.
E todos sabemos que, uma nação que produz e usa seus próprios armamentos não estará a merçe dos fornecedores estrangeiros. Podemos comcluir então que a plataforma em si não é o mais importante na analise em uso pela FAB. Mas sim a capacidade da mesma em usar armamentos nacionais possibilitando um desenvolvimento maior de nossa industria. E é claro que, em termos de negócios isso não é interessante. Afinal não ficariamos dependentes de armamentos estrangeiros, e poderiamos, com muito confiança e resposabilidade, vendermos nossos armamentos a outros paises e além de tudo integra-los.
Exemplo dessa dependência foi a Argentina nas Malvinas que, se tivessem obtido mais misseis Exocet, teriam causado um estrago muito maior na frota britânica, mudando talves o curso da guerra.
E os registros da inteligência Britânica a maior ameaça a FT Britânica era de fato o binômio Exocet/Super Etendart.
Exemplo dessa dependência foi a Argentina nas Malvinas que, se tivessem obtido mais misseis Exocet, teriam causado um estrago muito maior na frota britânica, mudando talves o curso da guerra.
E os registros da inteligência Britânica a maior ameaça a FT Britânica era de fato o binômio Exocet/Super Etendart.
Alexandre GRS: a SAAB (e salvo engano as outras empresas concorrentes tb) já se comprometeu a fornecer a totalidade dos códigos-fonte do sistema de armas. Como eu disse, é requisito essencial do Programa FX2. Se não, NÃO TEM NEGÓCIO, e é melhor que a FAB fique com F-2000 e F-5M mesmo.
Sds.
Alexandre GRS: a SAAB (e salvo engano as outras empresas concorrentes tb) já se comprometeu a fornecer a totalidade dos códigos-fonte do sistema de armas. Como eu disse, é requisito essencial do Programa FX2. Se não, NÃO TEM NEGÓCIO, e é melhor que a FAB fique com F-2000 e F-5M mesmo.
Sds.
Sim. Concordo. E ainda é que entra todo o ardil dos técnicos brasileiros. E é claro, todos conhecem as capacidades de nossos engenheiros. Então é até compreensível uma certa resistência dos fornecedores em de fato abrir todos os softwares. Por isso toda essa discussão. E de fato, os Suecos até agora, são os mais dispostos a isso.
Sim. Concordo. E ainda é que entra todo o ardil dos técnicos brasileiros. E é claro, todos conhecem as capacidades de nossos engenheiros. Então é até compreensível uma certa resistência dos fornecedores em de fato abrir todos os softwares. Por isso toda essa discussão. E de fato, os Suecos até agora, são os mais dispostos a isso.
%@#$%@#$%@
Escrevi um texto gigantesco !!! Ai deu erro na hora de postar… perdi tudo !!!!
Resumindo…
Alexandre G.R.S.
Como o FelipeCPS (axo q foi ele) disse um dia aqui…
Existirão clausulas a serem cumpridas, em um eventual contrato de compra do F-X2. Com certeza, a tal TT sera protegida por uma clausula, q se nao for cumprida, o fabricante/pais arcará…
Não é uma compra qualquer…
Tem o juridico por tras… (nao por tras de mim =D)
%@#$%@#$%@
Escrevi um texto gigantesco !!! Ai deu erro na hora de postar… perdi tudo !!!!
Resumindo…
Alexandre G.R.S.
Como o FelipeCPS (axo q foi ele) disse um dia aqui…
Existirão clausulas a serem cumpridas, em um eventual contrato de compra do F-X2. Com certeza, a tal TT sera protegida por uma clausula, q se nao for cumprida, o fabricante/pais arcará…
Não é uma compra qualquer…
Tem o juridico por tras… (nao por tras de mim =D)
Prezado Alfredo_Araujo.
Sem duvida que haverá uma clausula contratual. Isso é condição si non qua para o fechamento do contrato.
O problema é justamente se chegar nessa clausula. Infelizmente não é tão simples se chegar nessa clausula pois nas próximas vendas dos fornecedores isso será levado em conta na negociação com os possiveis clientes. Por isso que um processo como esse é tão moroso.
O jeito é esperar para ver e confiar na equipe técnica desse projeto, lembrando que a mesma, é composta não somente de uma equipe técnica mas também com profissionais da equipe economica, planejamento e de gestão governamental. Um contrato dessa monta é gigantesco mesmo sendo o numero de vetores adquiridos relativamente baixo.
Prezado Alfredo_Araujo.
Sem duvida que haverá uma clausula contratual. Isso é condição si non qua para o fechamento do contrato.
O problema é justamente se chegar nessa clausula. Infelizmente não é tão simples se chegar nessa clausula pois nas próximas vendas dos fornecedores isso será levado em conta na negociação com os possiveis clientes. Por isso que um processo como esse é tão moroso.
O jeito é esperar para ver e confiar na equipe técnica desse projeto, lembrando que a mesma, é composta não somente de uma equipe técnica mas também com profissionais da equipe economica, planejamento e de gestão governamental. Um contrato dessa monta é gigantesco mesmo sendo o numero de vetores adquiridos relativamente baixo.
O comentarista mais anti-Embraer eu já escolhi: Maurício R!!!! rsrsrsrs
Brincadeira contigo Maurício . hahah
O comentarista mais anti-Embraer eu já escolhi: Maurício R!!!! rsrsrsrs
Brincadeira contigo Maurício . hahah
Alexandre G.R.S. em 24 ago, 2009 às 16:48
“… na equipe técnica desse projeto, lembrando que a mesma, é composta não somente de uma equipe técnica mas também com profissionais da equipe economica, planejamento e de gestão governamental.”
Converse com seu conhecido Oficial do CTA, e peça informações a ele, se o mesmo for do CTA-CMDO, talvez ele saiba indicar a composição correta da Gerência do Projeto, pois a composição alencada por vc esta equivocada.
Sds
Alexandre G.R.S. em 24 ago, 2009 às 16:48
“… na equipe técnica desse projeto, lembrando que a mesma, é composta não somente de uma equipe técnica mas também com profissionais da equipe economica, planejamento e de gestão governamental.”
Converse com seu conhecido Oficial do CTA, e peça informações a ele, se o mesmo for do CTA-CMDO, talvez ele saiba indicar a composição correta da Gerência do Projeto, pois a composição alencada por vc esta equivocada.
Sds
Tirando a turbina, tudo o que não é sueco pode ser facilmente substituído por produtos brasileiros ou já do domínio da Embraer.
Li que já estamos desenvolvendo alguns protótipos de turbinas. Se colocarmos dinheiro, podemos ter um jato 100% brasileiro-sueco.
Tirando a turbina, tudo o que não é sueco pode ser facilmente substituído por produtos brasileiros ou já do domínio da Embraer.
Li que já estamos desenvolvendo alguns protótipos de turbinas. Se colocarmos dinheiro, podemos ter um jato 100% brasileiro-sueco.
Para Ivan em 23 ago, 2009 às 1:39
“Rússia vs EUA já está acabando…
O jogo será outro. Olho na China amigão”
Nostradamus
KKKKKKKKKK
Nunca achei que iria ouvir falar nisso outra vez. Ai meu Deus
Querido amigo. Não acredito em previsões, principalmente deste Nostradamus. Você não deve saber, mas no final da década 80, teve um documentário sobre Nostradamus onde dizia que os Russos se iriam unir aos terroristas para destruir a ordem mundial. (Não necessariamente a Rússia, mas uma força equivalente a ela. Ou seja, a Rússia mesmo).
E havia um outro poder do “bem”, equivalente(segundo os puxa-sacos) aos Estados Unidos.
Então Rússia de uniria aos terroristas para destruir a ordem mundial. E os EUA (kkk ! ) iriam intervir e salvar o mundo.
Ivan. Sempre terá novas “descobertas” a respeito das “visões” de Nostradamus. Sou religioso, mas em assuntos militares fico com a ciência.
Obs: não sou velho, se é o que pensam. Estou quase com 20. Mas não deixe de me levar a sério pela minha pouca idade. Tenho muitos exemplos de amadores da aviação na minha família.
Mas valeu, vou dormir lembrando dessa.
Abraços e Tchau
Para Ivan em 23 ago, 2009 às 1:39
“Rússia vs EUA já está acabando…
O jogo será outro. Olho na China amigão”
Nostradamus
KKKKKKKKKK
Nunca achei que iria ouvir falar nisso outra vez. Ai meu Deus
Querido amigo. Não acredito em previsões, principalmente deste Nostradamus. Você não deve saber, mas no final da década 80, teve um documentário sobre Nostradamus onde dizia que os Russos se iriam unir aos terroristas para destruir a ordem mundial. (Não necessariamente a Rússia, mas uma força equivalente a ela. Ou seja, a Rússia mesmo).
E havia um outro poder do “bem”, equivalente(segundo os puxa-sacos) aos Estados Unidos.
Então Rússia de uniria aos terroristas para destruir a ordem mundial. E os EUA (kkk ! ) iriam intervir e salvar o mundo.
Ivan. Sempre terá novas “descobertas” a respeito das “visões” de Nostradamus. Sou religioso, mas em assuntos militares fico com a ciência.
Obs: não sou velho, se é o que pensam. Estou quase com 20. Mas não deixe de me levar a sério pela minha pouca idade. Tenho muitos exemplos de amadores da aviação na minha família.
Mas valeu, vou dormir lembrando dessa.
Abraços e Tchau
“O comentarista mais anti-Embraer…”
Ou o comentarista mais pé no chão, vai saber…
“…tudo o que não é sueco pode ser facilmente substituído por produtos brasileiros ou já do domínio da Embraer.”
-Como aqui um “glass cockpit” da Elbit ou da Honneywell não são opções e tecnológicamente a Embraer é limitada a ERJ e ALX, então vai ficar mto dificil tirar mais que 2 bandeirinhas britânicas.
-E eu não estou me referindo a bandeirinha da fuselagem…
-Mas quais empresas nacionais e/ou subsidiárias de multinacionais aqui instaladas, permitiriam trocar essas bandeirinhas pelo pavilhão verde & amarelo???
“Li que já estamos desenvolvendo alguns protótipos de turbinas.”
-O horizonte dessa turbina tupiniquim, se restringe a algum UAV.
-A saga do desenvolvímento da propulsão á jato, no Ocidente pelo menos, é digna de uma novela da Janete Clair, dinheiro, pesquisa e desenvolvímento são somente o inicio da aventura.
“O comentarista mais anti-Embraer…”
Ou o comentarista mais pé no chão, vai saber…
“…tudo o que não é sueco pode ser facilmente substituído por produtos brasileiros ou já do domínio da Embraer.”
-Como aqui um “glass cockpit” da Elbit ou da Honneywell não são opções e tecnológicamente a Embraer é limitada a ERJ e ALX, então vai ficar mto dificil tirar mais que 2 bandeirinhas britânicas.
-E eu não estou me referindo a bandeirinha da fuselagem…
-Mas quais empresas nacionais e/ou subsidiárias de multinacionais aqui instaladas, permitiriam trocar essas bandeirinhas pelo pavilhão verde & amarelo???
“Li que já estamos desenvolvendo alguns protótipos de turbinas.”
-O horizonte dessa turbina tupiniquim, se restringe a algum UAV.
-A saga do desenvolvímento da propulsão á jato, no Ocidente pelo menos, é digna de uma novela da Janete Clair, dinheiro, pesquisa e desenvolvímento são somente o inicio da aventura.
Prezado Noel:
Não me referi especificamente ao project management, mas sim aos Steakholders.
Desculpe-me se não me fiz entender de uma forma mais clara.
Prezado Noel:
Não me referi especificamente ao project management, mas sim aos Steakholders.
Desculpe-me se não me fiz entender de uma forma mais clara.
This ok, Alexandre.
This ok, Alexandre.
Pessoal,
Achar que, por ser menor ao Rafale e ao Super Hornet, ele é inferior, é um grande engano que só demonstra desconhecimento e desinformação. Ele tem PMD de 16 ton, e leva uma carga bélica de 6 ton, contra 8 ton em média dos adversários. O que isso representa de fato? Levaria um par de LGB a menos? Ora! Qualquer que seja o caça escolhido a FABdesenvolverá uma doutrina operacional para ele, explorando suas vantagens e minimizando as desvantagens.
Vocês estão falando algumas bobagens, com o perdão da palavra. Em primeiro lugar, o que interessa à FAB e o que ela mais exige é o acesso aos códigos-fonte para integrar qualquer armamento que deseje. Todo o software do Gripen é sueco. O software do radar é sueco e o Brasil poderá integrar qualquer arma modificando esse software. Todo os demais softwares usados no caça são suecos.
Isso posto, vamos à algumas questões:
1) O Gripen foi concebido desde o início para usar componentes disponíveis no mercado, sem reinvenção da roda. Isso foi o que manteve os custos do programa estáveis, ao contrário do que aconteceu com outros caças, como Rafale, Typhoon, F-35, F-22, Super Hornet, etc. Foi uma opção dos suscos assumirem essa postura, em vez de fazer um caça totalmente sueco e caríssimo, como aconteceu com o Rafale.
2) Os componentes de origem americana não impedem em nada a venda e a operação do caça pelo Brasil. Se fosse assim estaríamos em sérios problemas há décadas, pois cerca de 70% da FAB é de fabricação americana ou usa motores e outros componentes de origem americana. Mesmo aeronaves fabricadas pela Embraer usam componentes e motores americanos ou com componentes americanos ou de outros países.
3) Além disso, existem certas linhas de suprimento (sistemas de comunicação da Rohde & Schwarz, aviônicos Collins e Aeroeletrônica/Elbit, etc, etc, que são comuns a todas as aeronaves da FAB.
4) Não adianta imaginarmos que podemos substoituir muitos desses componentes por outros brasileiros, pois não vale a pena, por falta de economia de escala. Sairia muito caro, mesmo para 120 caças.
5) O gráfico mostrado no post refere-se ao Gripen C/D. O Gripen NG tem outros fornecedores.
6) Integrar sistemas de procedências diferentes não é nenhum bicho de sete cabeças para a Embraer. Ela faz isso com TODOS os seus aviões.
7) O Gripen NG (bem como o JAS 39 C/D) é uma aeronave de combate excelente e nada fica a dever aos demais finalistas ou a qualquer outro caça hoje disponível no mercado. Lembre-se que a Suécia o projetou para enfrentar aeronaves russas, incluindo o badaladíssimo Flanker.
9) Um caça é uma solução de compromissos entre requisitos conflitantes. Todos os caças finalistas tem pontos fortes e pontos fracos. A FAB sabe disso. Ela já fez sua escolha técnica, dizendo quais os caças que atendem aos seus requisitos. O Gripen NG está na lista. Isso significa que a FAB, que entende de avião de combate e sabe o que quer, disse, por meio da short-list, que o Gripen NG, assim como os demais, atendem aos seus requisitos.
A decisão agora será política, dependendo do que o Governo considere melhor para o país. Neste caso, acho que o Rafale está na frente, apesar de vários pontos desvantajosos que apresenta (Maior custo unitário e de manutenção, histórico de pisadas-na-bola dos franceses no pós-venda, dependência de um único fornecedor, etc).
Vamos aguardar mais um mês, e ver como isso terminará.
Pessoal,
Achar que, por ser menor ao Rafale e ao Super Hornet, ele é inferior, é um grande engano que só demonstra desconhecimento e desinformação. Ele tem PMD de 16 ton, e leva uma carga bélica de 6 ton, contra 8 ton em média dos adversários. O que isso representa de fato? Levaria um par de LGB a menos? Ora! Qualquer que seja o caça escolhido a FABdesenvolverá uma doutrina operacional para ele, explorando suas vantagens e minimizando as desvantagens.
Vocês estão falando algumas bobagens, com o perdão da palavra. Em primeiro lugar, o que interessa à FAB e o que ela mais exige é o acesso aos códigos-fonte para integrar qualquer armamento que deseje. Todo o software do Gripen é sueco. O software do radar é sueco e o Brasil poderá integrar qualquer arma modificando esse software. Todo os demais softwares usados no caça são suecos.
Isso posto, vamos à algumas questões:
1) O Gripen foi concebido desde o início para usar componentes disponíveis no mercado, sem reinvenção da roda. Isso foi o que manteve os custos do programa estáveis, ao contrário do que aconteceu com outros caças, como Rafale, Typhoon, F-35, F-22, Super Hornet, etc. Foi uma opção dos suscos assumirem essa postura, em vez de fazer um caça totalmente sueco e caríssimo, como aconteceu com o Rafale.
2) Os componentes de origem americana não impedem em nada a venda e a operação do caça pelo Brasil. Se fosse assim estaríamos em sérios problemas há décadas, pois cerca de 70% da FAB é de fabricação americana ou usa motores e outros componentes de origem americana. Mesmo aeronaves fabricadas pela Embraer usam componentes e motores americanos ou com componentes americanos ou de outros países.
3) Além disso, existem certas linhas de suprimento (sistemas de comunicação da Rohde & Schwarz, aviônicos Collins e Aeroeletrônica/Elbit, etc, etc, que são comuns a todas as aeronaves da FAB.
4) Não adianta imaginarmos que podemos substoituir muitos desses componentes por outros brasileiros, pois não vale a pena, por falta de economia de escala. Sairia muito caro, mesmo para 120 caças.
5) O gráfico mostrado no post refere-se ao Gripen C/D. O Gripen NG tem outros fornecedores.
6) Integrar sistemas de procedências diferentes não é nenhum bicho de sete cabeças para a Embraer. Ela faz isso com TODOS os seus aviões.
7) O Gripen NG (bem como o JAS 39 C/D) é uma aeronave de combate excelente e nada fica a dever aos demais finalistas ou a qualquer outro caça hoje disponível no mercado. Lembre-se que a Suécia o projetou para enfrentar aeronaves russas, incluindo o badaladíssimo Flanker.
9) Um caça é uma solução de compromissos entre requisitos conflitantes. Todos os caças finalistas tem pontos fortes e pontos fracos. A FAB sabe disso. Ela já fez sua escolha técnica, dizendo quais os caças que atendem aos seus requisitos. O Gripen NG está na lista. Isso significa que a FAB, que entende de avião de combate e sabe o que quer, disse, por meio da short-list, que o Gripen NG, assim como os demais, atendem aos seus requisitos.
A decisão agora será política, dependendo do que o Governo considere melhor para o país. Neste caso, acho que o Rafale está na frente, apesar de vários pontos desvantajosos que apresenta (Maior custo unitário e de manutenção, histórico de pisadas-na-bola dos franceses no pós-venda, dependência de um único fornecedor, etc).
Vamos aguardar mais um mês, e ver como isso terminará.
“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”
(http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/)
Maurício R.
O equipamento (hardware) é da Lockheed-Martin mas o conhecimento sobre ele (software) é de domínio da Saab. Tanto que o software do FCS do Gripen já está em sua 17ª versão. E não tem como não ser assim, pois cada vez que é testado um novo armamento, como está acontecendo agora com o Meteor, o software do FCS precisa ser modificado, com os dados aerodinâmicos do armamentos sendo introduzidos no FCS.
Para vocês terem uma idéia até onde vai essa questão do uso de componentes Off-the-shelf (COTS), basta dizer que os computadores do Gripen, embora fabricados pela Ericsson, usam processadores PowerPC, como os do XBox da Microsoft ou dos PowerMacintosh da Apple. Aliás, esses processadores também são usados nos SICONTA da Marinha, que equipa as Fragatas Classe Niterói, as Inhaúma modernizadas, o São Paulo, etc.
Isso nos torna dependentes? Não! Pois o software é de total domínio da MB. É isso aí.
“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”
(http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/)
Maurício R.
O equipamento (hardware) é da Lockheed-Martin mas o conhecimento sobre ele (software) é de domínio da Saab. Tanto que o software do FCS do Gripen já está em sua 17ª versão. E não tem como não ser assim, pois cada vez que é testado um novo armamento, como está acontecendo agora com o Meteor, o software do FCS precisa ser modificado, com os dados aerodinâmicos do armamentos sendo introduzidos no FCS.
Para vocês terem uma idéia até onde vai essa questão do uso de componentes Off-the-shelf (COTS), basta dizer que os computadores do Gripen, embora fabricados pela Ericsson, usam processadores PowerPC, como os do XBox da Microsoft ou dos PowerMacintosh da Apple. Aliás, esses processadores também são usados nos SICONTA da Marinha, que equipa as Fragatas Classe Niterói, as Inhaúma modernizadas, o São Paulo, etc.
Isso nos torna dependentes? Não! Pois o software é de total domínio da MB. É isso aí.
Olha só teve um cara aqui que disse que constetou meu comentário sobre o lançamendo do brasilia ter sido antes do amx. Caro, este fato da embraer adquirir know-how com o projeto amx é público e notório, só que cronologicamente o brasilia foi lançado anteriormente ao amx, porem em desenvolvimento o brasilia foi desenvolvido posteriormente.
Não resta dúvida para ninguem sobre a preferência da Fab pelo Gripen. Porém, existe o lado político os malas que assinam o contrato, como já comentei e alguns aqui tb, e estes comedores de propina já presentiaram a Fab com alguns cavalos-de-troia dentre estes o último foi o fadonho aluguel do 10 Mirrage 2000, que no cenário de pontas de lança continental não cheiram nem fede. Continuamos atráz da Venezuela, Perú, Chile. Só falta a rainha da suécia que é brasileira, sair numa escola de samba e pagar um generoso “ingresso” para os comedores de bola de plantão, para o Gripen sair vencedor desta peleja.
Sem mais.
E para né, quarta geração de fato só o gripen.
Olha só teve um cara aqui que disse que constetou meu comentário sobre o lançamendo do brasilia ter sido antes do amx. Caro, este fato da embraer adquirir know-how com o projeto amx é público e notório, só que cronologicamente o brasilia foi lançado anteriormente ao amx, porem em desenvolvimento o brasilia foi desenvolvido posteriormente.
Não resta dúvida para ninguem sobre a preferência da Fab pelo Gripen. Porém, existe o lado político os malas que assinam o contrato, como já comentei e alguns aqui tb, e estes comedores de propina já presentiaram a Fab com alguns cavalos-de-troia dentre estes o último foi o fadonho aluguel do 10 Mirrage 2000, que no cenário de pontas de lança continental não cheiram nem fede. Continuamos atráz da Venezuela, Perú, Chile. Só falta a rainha da suécia que é brasileira, sair numa escola de samba e pagar um generoso “ingresso” para os comedores de bola de plantão, para o Gripen sair vencedor desta peleja.
Sem mais.
E para né, quarta geração de fato só o gripen.
Gripen, colcha de retalhos?
O f35 é o quê?
Independência burra essa só para ter o caça mais caro e quem ninguém quer.
Gripen é o melhor.
E ainda a SAAB quer um 5ª geração! Se fosse pelo PAF-FA, uma colcha de retalhos?, já estavam babando para participar aceitando SU 30…
Acho que o governo poderia ouser e despender mais verba com o projeto FX, decidindo assim: por urgência faz o contrato com a França e adquire os Rafale bem como seu know-how, porque o caça já existe, o processo seria mais rápido e paralelamente faz um contrato com a Suécia, para o desenvolvimento do Gripen NG BR que nos termos da propósta da própria SAAB ainda existe só no papel. Assim o Brasil ganha em duas frentes: acordo estratégico com a França bem como o apoio deste nos interesses externos, a transferência imediata da tecnologia do Rafale cujo padrão talvez seja de mais fácil adaptação aos engenheiros nacionais acostumados ao Mirage III e 2000 e já moderniza de imediato a FAB ao mesmo tempo que trabalha na inovação tecnologica do Gripen NG, formando novos engenheiros, com uma adaptação ao padrão tecnológico sueco, podendo até fazer o Gripen personalizado. Acho que possuir apenas um tipo de caça é arriscado sendo importante possuir algum tipo de variedade no “dog fight” em que deficiências de um são supridas pelas vantagens de outro. Além do mais, quem sabe no desenvolvimento do Gripen NG não surge uma inovação melhor ainda nacional.
Financeiramente a solução poderia ser adquirir menos Rafales do que o planejado, para ir aumentando aos poucos a frota destes, na medida que houver orçamento para isso. Já com relação ao Gripen, seria um projeto de longo ou médio prazo porque haveria a fase de desenvolvimento deste em solo nacional em conjunto com a Suécia.