sábado, maio 28, 2022

Gripen para o Brasil

Argentina também negocia a compra de caças F-16 da Dinamarca

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

Segundo o site argentino Pucara.org, as Forças Aéreas da Argentina e da Colômbia estão analisando ofertas para aeronaves Lockheed Martin F-16A/B MLU Fighting Falcon que a Força Aérea Dinamarquesa está desativando e substituindo pelo F-35.

Em ambos os casos, as ofertas foram feitas pelos Estados Unidos por meio do programa Foreign Military Sales (FMS) e por enquanto não incluem armas ou pods.

No caso da Argentina, seriam 12 aeronaves e a Força Aérea Argentina (FAA) solicitou que fosse incluída outra oferta para armas ar-ar e ar-terra, além de pelo menos um Boeing KC-135R Stratotanker para reabastecimento em voo.

Além disso, espera-se poder analisar os aviões e sua condição antes de tomar uma decisão. A FAA espera fechar a compra de aeronaves de combate em 2022, seja aceitando a oferta dos EUA ou a feita pela China para o JF-17. As demais ofertas recebidas não atendem aos requisitos da força, portanto, no momento, estão praticamente descartadas.

No caso da Colômbia, seis aviões estão sendo negociados e nos próximos dias uma comissão da Força Aérea Colombiana deve partir para a Dinamarca para analisar a situação dos aviões.

Leia a notícia completa no site Pucara.org, clicando aqui.

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Varg

Combinaram com os ingleses?

Felipe Augusto Batista

Embora os Ingleses sejam capazes de bloquear muita gente, esta oferta foi feita via EUA, se eles realmente quiserem eferivar a venda eu não acho que a rainha seria capaz de impedir.

Maurício.

Felipe, antes dos A4 Skyhawk modernizados os argentinos queriam mesmo era os F-16, mas aí a Inglaterra pressionou os americanos e os argentinos tiveram que se contentar com o A4 mesmo, até o radar é um radar capado de F-16, portanto, a “rainha” já impediu essa aquisição faz décadas, vamos ver agora como vai ser.

Palpiteiro

Devem estar de olho nos A4 e F5 Brasileiros.

leonidas

Os ermanos não tem mesmo amor próprio.
Aliás isso é uma característica das nações latino americanas pelo visto.
Vão mendigar aprovação norte americana (que tirou acesso deles a dados visuais de meteorologia em 82) e inglesa novamente? rs
No lugar deles eu iria desenvolver (na medida do possível claro) minha indústria local de defesa e comprar material russo.
A doutrina operacional é radicalmente diferente? com certeza!
Mas a real é que esses equipamentos ocidentais não foram feitos para nações que teimam em contrariar interesses norte americanos ou ingleses, simples assim…

TeoB

eu iria de J17 Chinês e como contra partida exigiria a compra por parte deles de alguns outro produto que seja lucrativo para economia local…
graças a Deus agente não foi de F18 e nem de Rafale pq ia tá na mão da França ou dos EUA, querendo ou não a Suécia tem uma posição mais neutra.
Falando em França, vai vendo o que vão tentar/fazer com a gente com essa agenda ambiental deles!

leonidas

Minha escolha seria os Russos pois o interesse deles em manter parceria estratégica é maior, já que Moscou tem menos poder financeiro que a China. Quanto mais poder econômico menor margem de manobra para quem aceite ficar a mercê do equipamento fornecido. Pois comprar itens de defesa de alto valor agregado como caças, submarinos, sistema de misseis variados e blindados e colocar sua soberania em nome de alguém. Mas não havendo como no curto e médio prazo resolver isso com produção nacional, o jeito é diversificar fornecedor (com um pesadelo logístico) ou procurar um em posição de força menor, o… Read more »

Jadson S. Cabral

Eu não vejo nada de “agenda ambiental deles”. Vejo só o Macron falando pro público dele, como bom político que é. Até agora não vi o estado francês tomar nenhuma medida contra o Brasil ou ameaçar nossa soberania como os loucos das conspirações afirmam afirmam. Vocês são infantis demais e facilmente manipulados por discursos fáceis e batidos. Ainda não entenderam que quem manda no mundo é o dinheiro. A França deve ter pelo menos umas 30 empresas gigantes instaladas no Brasil fazendo bilhões de euros aqui por ano. Eu duvido, mas duvido muito que essas empresas fossem concordar gostar de… Read more »

Leandro Costa

Uma boa dose de bom senso.

Leonardo Guerreiro

O ingênuo, um banco francês embargou o Brasil no ano passado, e empresas francesas na França, dente elas o Carrefour, boicotaram produtos brasileiros. Não é só discurso, ameaçar a soberania e integridade nacional, é gravíssimo e real. É o modo de operar, primeiro cria uma narrativa, depois vem a ação, justificativa pela narrativa que foi corroboradas por energúmenos como vc. Veja o que a França faz até hoje na África, veja a história, veja ações do presente. Com os EUA perdendo hegemonia na Ásia e Oriente Médio, o Brasil será o novo alvo a ser vilipendiado. O Brasil é possuinte… Read more »

Fernando Martins

Kkkkkkkkkkk imagina então os teus preciosos USA, que barram e boicotam qualquer tentativa de desenvolvimento de tecnologia aqui.

Teropode

Falando bobagem , o Gripen possui na sua estrutura e na sua avionica 45% de tecnologia pertencente a ingleses e americanos , estamos nas mãos deles do mesmo jeito …..

Marcos Borges

Concordo com você, ficar dependendo principalmente dos franceses foi, atualmente, uma péssima ideia em matéria de geopolítica.

Hellen

os argentino vão abrir a porteira para a OTAN explorar suas reservas de petróleo igual os ingleses fizeram !!!kkkk

Jadson S. Cabral

Se a linhar totalmente a Rússia e a China na América Latina. Escolha muito inteligente pra alguém que não sabe jogar o jogo da geopolítica e não conhece o contexto do lugar onde está.
Todos sabemos qual é o problema da Argentina, qual foi o maior erro deles e o que eles deveriam fazer para tentar consertar a burrada, mas vamos ignorar isso, chutar o pau da barraca e abraçar o capeta de vez. Afinal, o que poderia dar errado, né? Pior do que tá não pode ficar.

leonidas

kkkkk
Quer dizer que optar pelo equipamento Russo é se alinhar totalmente com a Rússia? rs
Estamos alinhados totalmente com a Suécia ou estávamos alinhados totalmente no regime militar com os EUA e a França? rs
E só questão de procurar manter (para os que não possuem tecnologia domestica) equipamento de um fornecedor para o qual você tenha um mínimo de margem para negociação em um nível mais confortável, não se trata de casamento não colega rs
Afff que sono…

Jadson S. Cabral

Nós não estamos alinhados totalmente com a Suécia. Estamos com os EUA. É claro que, o Brasil, por seu tamanho, importância e histórico diplomático, tem mais liberdade de se manter mais neutro. Mas que nós estamos alinhados ao ocidente é óbvio. Se houvesse uma divisão hoje, na mesma forma que aconteceu na segunda guerra e nos anos que sucederam, de que lado você acha que estaríamos? Sério, você tem uma chance.
É sério que você está me perguntando se estávamos alinhados totalmente aos EUA durante a ditadura??? É sério mesmo???

leonidas

Velho não sei dizer o que seria sério na sua concepção. Pois eu falo de uma nação obviamente marcada e que não terá (alias nós também não) nenhum apoio do ocidente (leia-se EUA, Otan, nações europeias) em alguma treta com um deles. Logo é questão de sobrevivência ela procurar a Rússia como fornecedor de equipamento militar e não a China pois ela também devido a seu poderio econômico em ascensão dispor do mesmo tipo de poder persecutório. A Argentina é ocidente? – Sim! E nos obviamente dadas as questões culturais também. Mas isso não conta até porque essas nações não… Read more »

MMerlin

Jadson. Na Argentina, pior do que está infelizmente pode ficar, e muito.

Nossos vizinhos ainda tinham fé no populismo, mesmo este tendo agravado a já existe crise econômica. Agora esta fé está se esvaindo. Não a toa o governo tenta se agarrar em áreas chaves da estrutura.

Nonato

Assina: seguidor de kim jong um e maduro.

Kemen

Para usar em caso de crise vai ter que pedir autorização. Que falta de amor proprio, Esse pais esta se transformando num capacho mendigante. Aposto que a melhor arma que lhes venderiam, seriam alguns velhos Sydewinder, Harpoon não acredito.

Jad Bal Ja

“Iria desenvolver a indústria local…” com que dinheiro? A Argentina está quebrada. Acho tão engraçado esse povo que acha que pra um país se desenvolver basta gastar o dinheiro, tudo se resolve gastando dinheiro! Sempre tem um “gênio” pra sugerir onde se deve gastar dinheiro. Agora dar ideia de como ganhar dinheiro ninguém da né?

Chris

F-16A…. 12 unidades… Será que não é porque são bem antigos ???

Alias… A Argentina deveria pegar o chinês. Pelo menos, deve ser mais moderno. Mas eles devem estar analisando isso tudo !

Clésio Luiz

Os F-16 são 100% americanos. Até os assentos ejetáveis são de fabricação local, não são Martin Baker.

A única chance é fazer pressão nos dinamarqueses, mas como esses nadam em dinheiro, não sei se vai funcionar.

WSilva

”Os F-16 são 100% americanos. Até os assentos ejetáveis são de fabricação local, não são Martin Baker.”

Agora os argentinos estão mais tranquilos, não é britânico mas é americano. rs Parece até que ja se esqueceram da grande ajuda americana na guerra das Malvinas.

É loucura qualquer país fora da esfera anglo saxã comprar equipamentos de guerra dos EUA ou Inglaterra, quando você realmente precisar usar esses equipamentos, ou você será barrado, limitado ou será sancionado pelo uso.

Camargoer.

Caro WSilva. A oferta veio dos EUA. Caso fosse uma oferta da DInamarca, talvez ocorresse alguma dificuldade. Neste caso, uma venda via FMS do governo dos EUA, acho até que seja a mais provável oferta de caças para a Argentina feita até agora.

WSilva

Meu amigo, a Argentina poderá usar de forma ilimitada e sem sanções seus F-16A/B numa possível batalha nas Malvinas contra a Inglaterra?

É essa parte no contrato que mais interessa a Argentina, deveria…

Camargoer.

Caro WSilva. A pergunta que se faz é se neste momento a Argentina pretende reequipar a sua força aérea para atacar as Malvinas ou se ela pretende ter ao menos alguma capacidade de defesa aérea. Segundo eu li sobre o JF17, a Argentina espera reequipar um esquadrão de caças supersônicos para que possa manter a sua força aérea ativa e o treinamento de seus pilotos. Acho que neste momento, nenhum dos aparelhos avaliados para a FAA teria como função uma nova guerra contra a Inglaterra.

WSilva

”Acho que neste momento, nenhum dos aparelhos avaliados para a FAA teria como função uma nova guerra contra a Inglaterra.”

Não seria possível fazer exatamente isso mas com caças russos ou chineses?

Ora, se você tem um caça russo ou chinês você pode tanto usa-lo para treinamento como em uma eventual batalha contra a Inglaterra sem medo de sofrer retaliações.

Só vejo vantagens…

Last edited 4 meses atrás by WSilva
Camargoer.

Caro WSilva. A Argentina perdeu a guerra porque o planejamento foi péssimo, as tropas estavam descoordenadas, o equipamento defasado e insuficiente. Se a Argentina quiser um dia recuperar as Malvinas por meio de uma operação militar, ela terá que ter muito mais que dois esquadrões de caças russos ou chineses. Ela vai precisar de uma divisão de fuzileiros treinada e equipada. Terá que ter submarinos funcionais e operacionais. Terá que ter meios de vigiância remota. Terá que ter uma inteligência militar operacional e eficiente. Terá que ter apoio interno. Por fim, terá que ter capacidade de suportar uma guerra de… Read more »

WSilva

Tudo o que você disso corrobora com que eu disse acima, NÃO é interessante para a Argentina, e de fato para nenhum país fora da esfera anglo-saxã esses contratos que impõem limitadores em seu uso.

Conclusão, a não ser que essa venda seja uma maneira de aprofundar relações bilaterais ou aumentar investimento estrangeiro na Argentina, o que eu duvido que seja, é um péssimo negócio para a Argentina.

Last edited 4 meses atrás by WSilva
Flanker

Simples…é só não comprar dos EUA, França, etc. Os argentinos estão sendo obrigados a comprar deles?

Sensato

Péssimo negócio pra Argentina seria gastar um dinheirão em armamentos pra entrar numa briga que não tem a menor chance de ganhar e, de quebra, ainda a colocaria sob pesadas sanções.

Se quando tinha uma economia e força militar muito maior, ela levou um pau, hoje, ela levaria uma árvore.

Esses aviões são só pra manter a FAA rodando e pra isso estão ótimos!

Jadson S. Cabral

Nem isso. Eu não vejo como a Argentina poderia ganhar uma guerra dos ingleses, uma membro OTAN, com acesso a recursos praticamente ilimitados, com capacidades muito acima dos hermanos e que ainda são uma potência nuclear. Depois que ficou provado que os ingleses chegaram a trazes ogivas nucleares pro conflito de 82… eu, se fosse a Argentina, já tinha esquecido essa história maluca de Malvinas.

WSilva

”se fosse a Argentina, já tinha esquecido essa história maluca de Malvinas.” Pensamento muito perigoso de mais um entregador de terra para a elite anglo-saxã. No século XIX o cenário da China era desolador, pior do que o da Argentina agora, o poderoso Império britânico destruiu a economia chinesa e o país estava em frangalhos. Alguns séculos depois veja onde a China está e onde está os britânicos estão, o império mais imperialista do mundo virou pó e hoje é apenas um vassalo do seu filho colonizado(EUA) e ainda tem sérias dificuldades até para manter a modesta Escócia sobre seu… Read more »

Carlos Crispim

As Malvinas serão argentinas por política, não haverá mais guerras, não faz sentido um território quase grudado na Argentina ser de outro país, a manutenção é cara, os ingleses vão ficar com as ilhas durante um tempo só de birra, mas depois a conclusão óbvia é passar para a Argentina. É questão de tempo e bom senso.

wilson

A invasão das Malvinas/Falklands foi uma cortina de fumaça para desviar a atenção dos problemas internos da Argentina na época. Um erro de cálculo tremando, pois acharam que a Inglaterra iria apenas chiar diplomaticamente. Mas, para azar dos Argentinos Margareth Thatcher, a “Dama de Ferro”, também estava a procura de um fato que pudesse aumentar sua popularidade e conseguir mais algum tempo de governo, e este conflito caiu como uma luva. Tivessem optado em permanecer na via diplomática provavelmente as Malvinas/Falklands já seriam Argentinas ou pelo menos isto estaria bem encaminhado, com acordos de dupla cidadania para os Kelpers e… Read more »

Leandro Costa

A diferença é que as Falklands nunca foram Argentinas.

WSilva

Certo, e qual argumento você usa para dizer que as Malvinas são dos britânicos?

Leandro Costa

Vários. Começando por terem clamado as ilhas para eles antes, terem efetivamente ocupado as ilhas e as desenvolvidos. A Argentina nunca preencheu nenhum desses quesitos

WSilva

Certo, então não quero ver você defendendo Taiwan e nem Ucrania a partir de agora. rs

Leandro Costa

Tá bom. Também não vou mencionar o ‘Fantástico Mundo de Bob’ quando você fizer novas comparações esdrúxulas de novo hehehehe

WSilva

Comparações esdrúxulas porque eu dei uma cacetada onde dói né? rs

Leandro Costa

Na verdade não. Eu ri muito disso. Falklands, Amazônia, Taiwan e Ucrânia só tem em comum o fato de estarem no mesmo planeta 😛

WSilva

Você ri mas na verdade deveria estar preocupado, sua seletividade é um baita limitador intelectual. rs

Leandro Costa

Se por limitador intelectual significa usar sua imaginação para você enxergar o Mundo da maneira que você quer, então realmente não há nada que se possa fazer e eu prefiro ficar aferrado à realidade mesmo heheheheh

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

“uti possidetis”, mesmo princípio que legou ao Brasil seu território continental. Mas tem gente que não vai entender, basicamente porque não quer entender…

Flanker

O povo que mora lá não quer ser argentino, as ilhas foram retomadas pelos ingleses após 3 meses de uma invasão argentina e não serão mais permitidas invasões. Ponto. Os argentinos querem as ilhas? Tomem as mesmas e as mantenham sob seu domínio…mas, tem que ter bala na agulha pra isso. O resto todo é só discurso tipo o teu.

Argos

Amazônia sempre foi do Brasil assim como Malvinas sempre foi dos ingleses.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

Os habitantes das “Malvinas”, os kelpers, não querem aderir à Argentina, o nacionalismo deles é britânico.

carvalho2008

Na realidade, não ganhou porque a argentina decidiu perder para si mesma…os Ingleses estiveram a um passo de desistir e afastar sua frota…do lado argentino, foram para uma guerra que eles mesmos iniciaram sem ter planejado ou se preparado…um blefe…deu no que deu… Mas do lado Ingles, francamente…foi um show de horrores…..aquilo que imaginavamos de um dos lideres da OTAN, treinados e com a faca nos dentes prontos a enfrentar o pacto de varsovia: gastou todos os seus torpedos anti submarinos e não acertaram nenhum; Foram continuadamente acertados em cheo com bombas burras e ao estilo WWII e graças a… Read more »

Leandro Costa

Carvalho, você chegou à ver a sequência de ‘reboot’ de um computador de tiro daqueles? Para nós hoje em dia é algo que parece tirado de uma comédia do Chaplin. Mas sempre que o computador se confundia entre alvo e ground clutter, ele travava. Os ingleses achavam que usariam esses radares para fazerem escolta de comboios no Atlântico em caso de guerra com a USSR. Também não tinham qualquer previsão de lutarem contra um país armado com Exocets. Eles simplesmente não sabiam o que fazer contra o próprio míssil que usavam. Acho que amaldiçoaram muito o Defense Review que eliminou… Read more »

carvalho2008

A enorme diferença de um verdadeiro CDF Caça de Defesa de Frota vs Harrier….dá uma olhada na diferença da distancia de cobertura….
comment image

Sensato

E suportar a pressão internacional, com todas as consequências econômicas que isso traz.

carvalho2008

E no lugar do que era o duvidoso Harrier naquele papel, os Britanicos tem o F-35B….se já era dificil, ficou pior…o hiato aumentou….

Flanker

Mesmo com o triplo, o quádruplo ou mais de unidades de F-16MLU, JF-17 Ou outro do tipo, a Argentina, se tentar se meter nas Falklands novamente, vai perder mais uma vez.

Jadson S. Cabral

fazer eles podem. Eles podem fazer isso com caças russos, chineses, americanos… até com os cruzadores galáticos do império, mas eles vão perder novamente e eu não preciso explicar o porquê, preciso?
A questão é essa.

leonidas

Na minha visão nada que não permita a Argentina ter a opção de usar a força (não que ela deva necessariamente) pode ser considerado.
Afinal a razão de ser de uma força militar não é protocolar ou raio de ação pré estabelecido no tocante ao que ela possa ou não fazer.
Nesta condição simplesmente não faz sentido gastar dinheiro para só dizer que há força aérea militar.

Flanker

A Argentina quer usar 12 F-16MLU para uma nova invasão às Falklands?!?! Sério que tu pensa em uma coisa dessas ainda??

Heli

Seriam destruídos em terra, nas bases, por misseis Tomahawk disparados por submarinos nucleares. Outra coisa, a Inglaterra mantem Eurofighters nas ilhas em vigilância. O quadro hoje é bem diferente de 1982.

Jadson S. Cabral

Se essa for a parte do contrato que mais interessa a Argentina é melhor eles desistirem e continuarem do jeito que estão, porque mesmo com os melhores equipamentos russos e chineses que eles puderem comprar, mesmo que os russos e chineses doem SU-35 pra eles, eles tomariam uma surra nas falklands novamente e a situação econômica deles se deterioraria ainda mais.

Sensato

Se a Argentina se enfiar numa Malvinas 2.0, ela vai falir de vez e isso seria péssimo pra eles e pra nós.

carvalho2008

um F-16 A/B é muito defasado…não dá problema e não ameaça uma malvinas…

Sensato

Concordo contigo e acho que, pra RAF, esse é um dos melhores cenários possíveis. Se a Argentina compra JF17, pode comprar os armamentos que conseguir. Se compra esses F16, seu leque de armamentos, upgrade e peças de reposição será controlado pelos EUA, ou seja, sob algum grau de influência britânica. Fora isso, a RAF sabe que tem poder de fogo suficiente pra bater a FAA com o que ambas dispõe.

Slow

Pois é , pode comprar mas não vai poder usar contra os ingleses ..

Flanker

Mas, isso é simples. Compra o avião chinês. Os EUA estão obrigando alguém à comprar?

carvalho2008

Se americano não remediar a jogada…por obvio entra a China com mais força….então os EUA tem de ocupar espaço…porque espaço vazio é ocupado pelo concorrente…

Kemen

Tudo bem, mas alguns F-16 foram montados ou como dizem alguns sites “fabricados” na Dinamarca, é claro que quase 100% dos componentes devem ser norte americanos importados.

Bueno

Argentina deveria ter vergonha.
Não tem grana para colocar 12 Caças usados em voo e fica falando em rreaver as Malvinas.
 
Achando que o chineses são trouxa para dar de graça caças, cai no colo dos EUA que
não moveram uma sobrancelha em favor deles contra os Ingleses.

Last edited 4 meses atrás by Bueno
Renato

A Argentina deveria terceirizar a defesa de B.A. no estilo rodizio tal qual os países bálticos fazem.
Um mês do Brasil, outro Chile, Peru..
O resto é só mato, ninguém liga se bobear já foi até vendido.
kkkkkkk

Camargoer.

Caro Varg. Quem ofereceu as aeronaves foram os EUA. Creio que não há impedimento inglês nesse caso. Aliás, fico pensando qual a razão do Brasil querer comprar A330 ao inveś de pedir uma doação de um ou dois KC135 dos EUA.

Flanker

Porque um A330MRTT ou um KC-767 são muito mais capazes que um KC-135 e além do transporte de carga e REVO, podem levar passageiros/tropas. KC-135 é só para carga e REVO.

Camargoer.

Olá Flanker. Contudo, o KC135 viria de graça. riso. O que não faz sentido é cancelar a compra de KC390 para comprar A330 usado.

Flanker

Me admiro tamanha teimosia em entender explicações, vindas de um professor. A330MRTT ou KC-767 São aeronaves com capacidades diferentes e usos diferentes! “Ah, mas se precisar, faz REVO com os KC-390 e aluga aeronaves civis para levar tropa.”. Por esse racuocinuo, seriam duas aeronaves, ao invés de uma. Um MRTT leva tropa/passageiros, muita carga e faz REVO de caças ou outras aeronaves…tudo ao mesmo tempo. E 2 ou 3 desses aparelhos não são a causa da diminuição de 28 para 15 no número de KC-390. Não misturem uma coisa com a outra.

Camargoer.

Caro Flanker. A minha crítica é sobre o momento. Considerando que a FAB reduziu o número de KC390 para liberar recursos para o segundo lote de F39 (nas palavras da própria FAB), então ela deveria adiar também a aquisição de A330 usados para priorizar os F39. A FAB reservou R$ 500 milhões para adquirir estas duas aeronaves, para fazer um eventual transporte que pode ser feito arrendando aeronaves de transporte por cerca de 1% deste valor. Sobre Revo, a FAB adquiriu os novos KC390 com essa capacidade. Também é preciso lembrar que a FAB criticou a aquisição dos Sherpa alegando… Read more »

Flanker

500 milhões de reais da pra comprar 1 (um) F-39!!! Então, o dinheiro dos A330 não modifica nada a aquisição dos Gripen. O resto do seu comentário, sobre KC-390 e aviões alugados já foi discutido e rediscutido e respondido à ti, por mim, várias vezes. Não vou falar mais sobre isso. Sua posição sobre esse assunto é mais teimosia do que qualquer outra coisa.

Camargoer.

Olá Flanker. Para encerrar com minha réplica. O orçamento de 2022 prevẽ R$ 800 milhões para o KC390 e R$ 1,2 bilhão para o FX2. Para comparação, o ProSub (Scorpenes, SN10, Base/Estaleiro) receberá R$ 1,3 bilhão e o Programa Nuclear receberá este ano R$ 400 milhões. (Dados publicados no “Orçamento Cidadão”, que é um resumo da PLOA 2022). São programas prioritários e mesmo assim sofrem com sucessivos cortes. Neste contexto, a FAB quer empenhar em 2022 R$ 500 milhões para comprar dois A330 usados. Os argumentos colocados para justificar esta aquisição não fazem sentido no contexto orçamentário atual.

Jadson S. Cabral

A330 moderno que pode operar pelos próximos 20 anos tranquilamente x B707 antigo, com manutenção cara que já está saindo de serviço e vai acabar virando rainha de hangar daqui a 10 anos

MGNVS

Eu ia dizer isso, mas vc ja disse. E mesmo que os ingleses nao consigam bloquear a proposta, os EUA vao vender estes caças totalmente desdentados para Argentina, igual fizeram no negocio com o Chile.O Chile so recebeu os misseis muito tempo depois.

Last edited 4 meses atrás by MGNVS
Filipe Prestes

Como era de se esperar, Colômbia e Argentina tendem por caças usados, seguindo o caminho da FACh. Se duvidava que a FAC teria orçamento suficiente para ao menos 12 F-16 novos, nem preciso citar a FAA que vive com o pires na mão. E afinal parece que essa será a situação na América do Sul mesmo, apenas a FAB com caças 0 km e o futuro dirá sobre o que fará a FACh até 2030 quando precisarão substituir suas versões mais antigas do F-16.

Carlos Crispim

O Brasil podia criar um FMS brasileiro e oferecer caças usados para países amigos da América do Sul, desde que atualizados pela Embraer, assim como os EUA fazem com as empresas deles, mas é surpreendente que ninguém do governo se mexe, o mercado de usados é enorme na AS, podíamos entregar os Forévis via FMS, AMX, A-4…sem lucro, sem prejuízo.

pangloss

Bagaço de primeiro mundo já é questionável.
Imagine o bagaço latino-americano…

Luiz Trindade

Kkkkkkkkkkkk

TeoB

por esse pensamento é que nunca vamos vender nada além de minério, grãos e carne…

pangloss

Vender, a gente bem que pode tentar.
Mas não devemos esperar muito interesse de algum comprador, até em razão da penúria do mercado.

Carlos Crispim

Justamente por isso, Bolívia, Paraguai, Uruguai, até mesmo Argentina teriam interesse nos nosso Forévis modernizados. Esses países não tem capacidade de partir pra um F-16, então nada melhor que Forévis modernizados.

Jadson S. Cabral

Mas nós já vendemos muita coisa além de minério, grãos e carne…

Rogério Loureiro Dhiério

Para quem é bacalhau, basta. Sabe aquele ditado, “o lixo de uns é luxo de outros”? Pois é. Bem que o amigo Carlos falou algo que não vejo como ufanismo, más sim uma possibilidade crível. Imagine conseguir o repasse de células dos A4 para a Argentina com garantia contratual de a Embraer ser a Main Contractor em parceria com a FADEA? Ou, porque não, oferecer os AMX-M para países como Uruguai, Paraguai, Bolívia, Equador, ou os Mikes para Colômbia ou Peru exatamente nos mesmos moldes? E isso se estenderia a outras áreas como por exemplo pq não oferecer Cascavéis para… Read more »

Carlos Crispim

Exatamente, a idéia é essa, pena que nossos governantes não tenham alcance ou pelo menos visão de que isso seria um excelente negócio. Por isso os EUA levam vantagem em tudo, eles sabem vender! E obrigam quem compra via FMS a fazer a atualização usando empresas americanas, eu acho isso genial, se fizéssemos isso aqui seria formidável. Tipo, comprem os Forévis ou AMX, mas façam as reformas na Embraer, e por aí vai.

Last edited 4 meses atrás by Carlos Crispim
Sensato

O ponto não é ser questionável mas ser vendável. Se tiver quem queira comprar, for dentro da lei e der lucro, não importam outras questões.

Os maiores obstáculos que eu vejo para a proposta e se levariamos calote e se os EUA não tentariam proteger os lucros de sua indústria negando licenças de exportação.

Carlos Crispim

Tem que editar uma lei criando o FMS brasileiro. As “vendas” são feitas de governo a governo, sem intermediações. Não há lucro na venda, o lucro é das atualizações/reformas que serão feitas por empresas brasileiras. O lema americano é “sem lucro, sem prejuízo”. Nunca vi nenhum calote nesse tipo de negócio, até porque quem não pagar não leva. Esse lance de negar licenças de exportação eu realmente não sei.

Flanker

Tu tá brincando, né?

Camargoer.

Caro Crispim. O BNDES faz esse papel. Contudo, para isso é preciso um empenho diplomático.

TeoB

o BNDS faz o dever de casa e olhe lá, agente com condição de vender muito mais! como vc falou precisa de empenho diplomático, mas também uma dose pragmatismo tanto para destros como para canhotos, mas principalmente para e pessoal de estrelas no palito que encerra projetos brasileiros em troca de sabe-se lá o que.

Camargoer.

Olá TeoB. O BNDES viabiliza o financiamento. A venda tem que ser feita com o presidente ligando para o colega do país vizinho para elogiar a esposa, o esposo. Comparecer no dia da posse, sentar o primeiro banco e bater palma. Dar tapinhas das costas e convidar o recém empossado para visitar Brasilia, visitar a Embraer, visitar Itaguaí e ser recebido no Congresso e na Granja do Torto. Tem que pedir para o Chanceler visitar o colega no país vizinho e levar no avião um monte de empresário. Colocar os técnicos do BNDES para treinar o pessoal a formalizar a… Read more »

TeoB

Concordo em Gênero Numero e Grau! ao contrario dos vira-latistas que sem dão valor para o que é de fora e numca para o Brasil terimos condiçoes de oferecer pelo menos os AMX que são de fabricação nacional, claro que a argentina é um caso diferente por conta os acentos, mas criar uma linha de credito para exportação de armas nacionais é o basico do basico para um pais que quer ser independente. Garanto que Uruguai, Paraguai, Argentina, Peru e países da África comprariam misseis como o ALAC anti carro, lançadores Armadilo, radares da família Saber, barcos de patrulha 500T,… Read more »

Marcos Cooper

Não podemos vender AMX pros argies. Pra começo de conversa,o turbofan do A-1 é Rolls Royce! Um tempo atrás,foi vetada uma venda pra Venezuela,só não lembro o motivo…

Sensato

Questão de sentar com a rainha e conversar: minha querida, esses aviões não são ameaça nenhuma para os Eurofighter e F35 e, além disso, podemos gerar encomendas pra sua indústria, que tal? Bora?

Luís Henrique

Os argentinos querem um caça supersônico.
Perderam isso com a aposentadoria dos mirage. Querem recuperar essa capacidade.

Flanker

Meu Deus…vocês não leem os outros comentários, os outros tópicos? O AMX mal e mal tem motor para os 11 exemplares que foram modernizados aqui!! Como que vcs querem vender para outros países?? Se tivessem motores suficientes, e sobressalentes no mercado, a FAB teria, pelo menos, terminado a modernização prevista de 14 exemplares e não parado em 11.

pangloss

Flanker, depois das respostas que se seguiram ao meu post, desisti de argumentar. Estão misturando um eventual incentivo às exportações de nossa indústria bélica com uma improvável venda de ativos completamente desgastados, de baixíssimo valor militar e de manutenção muito onerosa.

Flanker

Exato! Eu acho que eles não leem os outros comentários. Somente leem o que eles escrevem e respondem entre si.

Carlos Crispim

Exatamente, a idéia é essa. Sinceramente não vejo grandes obstáculos, Uruguai, Paraguai, Equador, Bolívia…esses países não tem orçamento para comprar Gripen ou F-16, e até mesmo Argentina poderia comprar algo usado, pagando via FMS e fazendo upgrade aqui mesmo no Brasil. tanta coisa que o Brasil podia vender num programa paricido com o FMS americano. Se eles que tem uma indústria grandiosa fizeram um pacote de usados , pq a gente não pode fazer.

Last edited 4 meses atrás by Carlos Crispim
Flanker

Quais seriam as tantas coisas que o Brasil poderia vender??

C M

A ideia de um “FMS brasileiro” é muito boa, o problema é que o Brasil também sofre com falta de recursos e, por consequência, utiliza os equipamentos até o talo, perdendo o ‘timing’ para negocia-los de uma forma vantajosa, mesmo com o continente latino americano.

Marcos Silva

e tinha pessoas aqui afirmando que o Chile iria adquirir F-35….

Allan Lemos

Pois é, podem até adquirir, mas em umas 2 ou 3 décadas, não agora. Na América Latina, o único país com cacife para adquirir uma arma dessas seria o Brasil, SE fôssemos uma nação séria e comprometida com sua defesa e soberania.

André Macedo

Brasil com caça stealth, pra penetrar no espaço aéreo de QUEM?

Saldanha da Gama

O Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado… Rui Barbosa
O continente está em paz, mas será que ficará eternamente?

André Macedo

Eu nunca neguei que as FA precisam de novos equipamentos para se manterem atualizadas amigão, acho que falhou sua interpretação aí… Os caças 5G estão longe de tomar definitivamente o lugar dos 4G e 4.5G, principalmente pra nós que não temos o básico de defesa, não faz sentido adquirir uma arma ofensiva e cara.

Saldanha da Gama

André , boa tarde eu entendi sim e muito bem ” pra penetrar no espaço aéreo de QUEM?” E, respondi exatamente a isto sobre sua indagação! O BRASIL, tem que estar preparado para qualquer evento repentino e sempre na vanguarda aqui no continente, não podemos ficar correndo atrás para nos igualarmos aos vizinhos….Hoje, o continente está em paz, mas não podemos deixar o futuro chegar e nos pegar com a calça na mão. Mais cedo ou mais tarde, a polarização das potências achará a América do Sul e a frase de Rui Barbosa prevalecerá… Abraços

Luiz Trindade

Concordo plenamente contigo. Mas devemos ser estratégicos e não fanfarrões gastando o que não tem para se manter equipamento de ponta…

Saldanha da Gama

Boa tarde!!! EXATAMENTE!!!! E precisamos ser cirúrgicos e estar na vanguarda…E hoje estamos ( por enquanto ) no caso do Gripen, dos subs e estaremos no caso do subnuc, gasto alto, mas que valerá a pena, já que teremos um poder de dissuasão enorme…. Abraços

Gilson

Pra que a dona Argentina quer aviões? Primeiro ela tem que arrumar a economia, pois a pobreza é notório, de cada 10 pessoas 5 estão na pobreza e um na miséria absoluta. Só mesmo governos esquerdistas pensam dessa forma… autoritarismo

Argos

O problema do F35 no Brasil é que aqui chove muito e tem muitos relâmpagos. Iria estragar a pintura rapidinho…

Filipe Prestes

Antes do fim dessa década, acho muito difícil. Usarão o F-16 até o osso, do mesmo jeito que fazemos com o F-5. E se quiserem o F-35 melhor que comecem a se planejar financeiramente desde já.

Welington S.

Eu já cheguei a citar o caso do Chile com F-35. Nós sabemos que o Chile já demonstrou interesse pelo F-35 várias vezes. Entretanto, o maior problema que eles enfrentam, é a questão política que, num minuto de hora, explode alguma coisa por lá, pronto, todo o planejamento militar de aquisições são reformulados, o dinheiro é cortado e o país perdura em um caos político social por mais de meses. Então, fica realmente difícil para os chilenos, o F-35. Em minha opinião, os dois únicos país que terá caças zero-bala, na região, é o Brasil e Argentina. Por mais que… Read more »

Frederico Boumann

Sério que você escreveu Argentina?!?! Rapaz é a mesma coisa que afirmar a possibilidade de um time de Série C contratar Neymar… A Argentina não tem dólares nem para o dia a dia de um país (reserva cambial em U$ 39 Bilhões), a dívida da Argentina junto ao FMI está em U$ 44 Bilhões sem contar os juros…, isso sem falar os bond’s da dívida. A Argentina não tem condições de comprar o F-35 nem em 30 anos…

Welington S.

Amigo, no caso da Argentina, eu citei o caça F-16, oferecida pelos americanos e, caso eles recusem a oferta, poderão então ir de JF-17. Em nenhum momento eu citei que a Argentina teria condições de comprar F-35, até por que, todos nós sabemos que ela não tem!

Atirador 33

Para fazer qualquer análise sobre compras militares do Chile hoje é complicado. Os politicos por la no geral são ressentidos com as FAs, esse ano assume um governo de esquerda e para ajudar estão escrevendo uma nova constituição, acho que a fonte de financiamento militar chilena sera afetada.

Abs

Marcos Silva

e sobre a fab,talvez compremos o tal segundo lote novo de fábrica,mas aí voltará aquela coisa antiga:vamos reduzir a quantidade e buscar uma solução interina. Pode apostar nisso.

Filipe Prestes

Não creio que reduzirão o segundo lote mas, se ele sair, não espere nada além. 72 Gripen e ç’est fini.

Saldanha da Gama

Boa tarde, Espero que venha o 2o e o 3o, sinceramente não acredito que venhamos a adquirir outros 38, acho que ficará bem abaixo, a não ser que surja uma crise no continente, mas, espero mais ainda que possamos desenvolver nosso caça com o conhecimento absorvido e o valor gasto. Não importa se teremos escala industrial etc…. Fabricação de um vetor nosso mesmo em baixa escala, é fator de segurança nacional

Anselmo da Costa Andrad

Uma pequena correção, já estamos em crise!

Marcos Cooper

Caro Saldanha,lembrai-vos dos casos do AMX e da recente facada nas costa da Embraer no caso KC-390. Tem que ter muita força de vontade e se iludir muito com a falta de compromisso com programas assumidos com indústria de Defesa do país.

Jadson S. Cabral

“não importa se teremos escala industrial”. Sua fala já começa errada aqui. Importa, é o que mais importa. Ninguém trabalha de graça não, fi. Dinheiro não cai do céu. NENHUMA EMPRESA vai se meter num projeto dessa envergadura para se muito fabricar 36 aeronaves que não se pagam.

Flanker

Somente as potências podem se dar ao luxo de não se preocupar com escala. Saiam desse pensamento. O Gripen E/F precisa, e muito, de escala.

Cristiano de Aquino Campos

Uê, e os assentos ejetaveis Ingleses, eles não vão vetar e os caças ficam no chão?

Carlos Crispim

Salvo engano eles não utilizam o Martin Baker britânico, o assento ejetável do F-16 é o ACES II.

Renato

Verdade, tio Sam não daria esse mole de ficar dependente de um vassalo, ops.. Digo: De um aliado.

Flanker

Os assentos dos F-16 são os ACES II, fabricados pela Collins/Raytheon, dos EUA.

Funcionário da Petrobras

Problema for esse eles trocam os assentos lá mesmo antes de irem para a Argentina, numa eventual compra.
Isso parece ser o de menos.

Jefferson Henrique

Esse negócio não sai.

Thiago A.

Será ele o cabra certo para essa moça tão
namoradeira ? Que novela…
MiG-29
Mirage 2000
Kfir
KAI FA-50
MiG-35
JF-17…

Thiago A.

Parece consequência da oferta chinêsa … os EUA querendo evitar que se concretize essa possibilidade oferece um pacote completo .

ZEUS

Não estão oferecendo um pacote completo.

“No caso da Argentina, seriam 12 aeronaves e a Força Aérea Argentina (FAA) solicitou que fosse incluída outra oferta para armas ar-ar e ar-terra, além de pelo menos um Boeing KC-135R Stratotanker para reabastecimento em voo.”

Eis a questão: vão liberar o aim-9x e o aim-120 de 160 km de alcance ou versões ultrapassadas deste com alcance de 55 a 100 Km? Além de munição ar terra mais avançada?

Caso este negócio se concretize, ingleses vão pressionar bastante os EUA para manterem sua vantagem BVR sobre os argies e impedirem que tenham bombas guiadas.

Last edited 4 meses atrás by ZEUS
Antonio Neto

Mirage F1 foi outro avião que viria e nunca veio. Gripen também…

Quem viver verá Argentina e Colômbia incorporando aviões já com 40 anos de uso e que passaram a vida sendo constantemente utilizados pela Noruega

Flanker

Acho que é Dinamarca, não Noruega, apesar desta também utilizar o F-16.

Baschera

Esqueceu as renas aposentadas ex-papai noel. Estão uma pechincha …via StCFMS (Santa Claus Foreign Military Sales)

Flanker

??????

Fabio Araujo

Para os argentinos caças usados que possam ser colocado em disposição rapidamente é o que precisam, nem que seja só uma solução temporária já que não possuem nenhum caça supersônico!

Carlos Gallani

Da Argentina não sai nada, alguém apaga a luz por favor!

André Macedo

Seu sobrenome é italiano, espero que você seja também, pq se tem um país sem moral pra criticar é o Brasil kkkkkk estamos no máximo “menos pior”.

JT8D

Vai lá pra Argentina

André Macedo

Você sabe ler amigão? Pelo visto não, eu disse que estamos “menos piores” que eles, pq iria pra lá?

JT8D

Porque seu “menos pior” foi um baita elogio para um pais completamente falido. Não tem comparação com nossa situação. É preciso um grande vira-latismo para não enxergar isso

André Macedo

Em termos de inflação no G-20 estamos atrás apenas da Argentina e da Turquia, então sim, eu diria menos pior , somando-se à chance de recessão pra 2022 e ao pífio poder de compra do real aí que as coisas pioram mesmo.
Seu “patriotismo” te cega, se acha que o Brasil tá bem em alguma coisa você é rico ou extremamente ingênuo, procura aí no Google “pessoas procurando comida em caçamba de lixo” que vai ver facilmente porque MENOS PIOR é perfeitamente adequado, aproveita e pergunta pra essas pessoas se patriotismo vai encher o prato delas.

Last edited 4 meses atrás by André Macedo
Thiago A.

Só uma observação, já que você colocou “patriotismo ” como um termo supérfluo e um sentimento negativo, gostaria de ressaltar que não é necessariamente algo belicoso ou narcisista, não tem conotação política de esquerda ou direita. Pode e deve ser encarado como solidariedade, coesão e maior empatia com os que você enxerga como membros da sua “família alargada”. Tenho a convicção que se a sociedade brasileira fosse mais patriótica certamente estaria melhor.

André Macedo

O termo está em aspas por uma razão, e considerando o patriotismo que alguns afirmam possuir de uns tempos pra cá, significa tudo, menos solidariedade e empatia.

Sensato

Prezado. Os fatores que definem um quadro econômico vão muito além dos que você citou. Nosso país está, sim, muito melhor que a Argentina e vários outros. Há muito o que melhorar e sempre haverá mas dizer que estamos próximos não se sustenta.

André Macedo

“Muito melhor” é um termo que se usa quando algo está bom, se você quer nivelar por baixo tudo bem, 119 milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar e 20 milhões passando fome, e tu manda uma dessa? Kkkkkkkkkk isso eu continuo chamando de menos pior mesmo.

glasquis7

No início do ano os argentinos estavam na China negociando.

Filipe Prestes

Aí depois foram negociar com o pessoal da UAC, fizeram esse tour na Dinamarca e agora voltaram á mesa com os chineses. Mucho ruído y pocas nueces…

glasquis7

Se EEUU está oferecendo F 16 a Argentina é por que essas “pocas nueces” significam alguma coisa.

Tio Sam preocupado com o avanço da influência chinesa na região.

Filipe Prestes

Por pocas nueces me refiro a parte dos argentinos e a demora em tirar o escorpião do bolso, vide essas negociações ad eternum que já mantiveram com americanos, russos, chineses, coreanos e nem sei quem mais. O fator da influência chinesa existe mas o “demérito” em não concretizar dita compra é todo argentino kekeke

Fabio Araujo

Os americanos tem um bom argumento para convencer os ingleses, se os argentinos não comprarem os F-16 MLU vão comprar os JF-17 chineses que são mais modernos e capazes!

Dod

Hahahaha, é muita cara de pau

Marcos

A nova que saiu hoje é que os chineses ofereceram duas fábricas aos argentinos, uma para os blindados 8×8 e outra para caças JF-17

Os hermanos vão ter duas indústrias de peso sem gastar praticamente nenhuma plata. É isso mesmo produção?

Johan

Nada é de graça meu caro, ainda mais nos dias de hoje onde nunca se jogou tão sujo, seja por X ou Y.

carvalho2008

de graça nao, mas na base da soja e trigo….

Welington S.

Sem gastar praticamente nada? Sim, confia!

glasquis7

Os hermanos vão ter duas indústrias de peso sem gastar praticamente nenhuma plata…”

Tá, os chineses estão generosos…

China tem grandes interesses na região. No mínimo, querem pescar sem ser incomodados.

Theo Gatos

Glasquis esse “no mínimo” tem que estar em caixa alta e negrito porque é no mínimo do mínimo né? Rsrsrs
.
As fábricas podem até vir, mas vão custar valores até intangíveis aos hermanos…
.
Sds

glasquis7

Ninguém faz nada de graça né?

Sensato

Não apenas a eles mas a nós também e essa é a pior parte.

TeoB

A China tem seus interesses assim como a Rainha e o Tio San… caber aos Hermanos ver quais são os seus interesses a fazer o negocio que mias benéfico / menos mal lhe for…
Na verdade para nós cabe pensar em melhorar nossas relações com eles afim de fazer valar também os nossos interesses na região! coisa que desde 88 deixamos de fazer, claro com pequenas exceções que olhavam mais o umbigo do cara com a caneta do que a Nação.

JT8D

A Argentina nos enxerga como concorrentes. Todas as tentativas de aproximação se frustraram por culpa deles. Ou por não confiarem em nós, ou por não terem capacidade de investimento. Eles são protecionistas em relação aos nossos produtos. O Mercosul está estagnado por causa deles. Enfim, desse mato não sai coelho

Last edited 4 meses atrás by JT8D
Welington S.

Acabei de escrever à pouco lá no ForTe, sobre o Guarani na Argentina, que somente foi fazer um passeio, nada mais. Uma comitiva argentina esteve aqui no Brasil, foram na fábrica da IVECO ver de perto toda linha de montagem, entraram no Guarani, andaram no Guarani, viram até os LMV, em suma. Em canais que tratam de defesa militar da argentina, muitos dos argentinos, não querem o Guarani lá de jeito nenhum. A maioria quer NORINCO ou Russo. O Brasil precisa se retirar do Merdosul.

JT8D

Mas para que eles querem fábricas? Eles já tem uma fábrica e não compram nada deles mesmos. Se instalarem uma fábrica de JF-17, quantos serão fabricados? Eles vão exportar? Pra quem?

Last edited 4 meses atrás by JT8D
Zeca

Esses argentinos…

Jagdverband#44

Kkk só rindo.

Plinio Jr

Para os americanos seria algo mais interessante em permitir que este negócio se concretize e mantendo a Argentina sob sua influência do que deixar a China ganhar espaço e vender o JF-17.

O assento ejetável é o Aces II , americano e não creio que os ingleses consigam bater de frente nos interesses do Tio Sam, até porque, um punhado de cansados F-16s não seria ameaça para Typhoons da RAF nas Falklands .

Antunes 1980

Bem por aí. Esses F-16 não duram mais que 10 anos.

E sua capacidade técnica e tecnológica, é baixíssima perto dos vetores atuais.

Ou investem de verdade em caças de primeira linha ou se abracem com os chineses. Qualquer coisa diferente disso é insano.

Fabio Araujo

A questão é pagar mais caro por caças novos que vão levar mais tempo para estar a disposição enquanto continua sem caças supersônicos ou pagar menos por caças usados que poderão estar em uso em pouco tempo mesmo que só tenham uns 10 anos de uso, nesse meio tempo poderiam juntar mais grana para comprar caças novo sem a pressão de ter os caças para ontem!

datafire

Errado, o F16AM MLU das Forças Aéreas da Dinamarca, Bélgica, Holanda, Portugal e Noruega, tem a ultima Tape de Software, ficando apenas abaixo da versão Victor.
Podem usar todo o tipo de armamento, inclusive o AIM 9X ou o AIM 120D. Não são de todo obsoletos.

Quanto a horas de voo, a maioria, senão todas as unidade,s foram alvo do SLEP (Service Life Extension Program) e terão ainda muitas horas de voo, a Argentina, assim como a Colombia, apenas vão ter de escolher as células em melhor estado dos 33 que a RDAF opera.

Leandro Costa

Mesmo se os assentos fossem Martin Baker, eu acredito que ainda assim a compra possa ser finalizada se os Argentinos assim desejassem. É praticamente a cartada final. Ou aceitam vender, ou os Argentinos se voltam para a China.

Humberto

Complementando o comentário do Plinio. Os Ingleses, querendo ou não, já conhecem o F-16, pois estão sempre treinando no contexto da OTAN, sabem das virtudes e das limitações do caça, além de conhecerem a doutrina operacional (que possivelmente a Argentina vai usar como base da sua defesa). Um novo caça, como o Chines, pode gerar mais preocupação para os Ingleses, pois é algo novo a ser desvendado. Particularmente concordo com o Plinio, estes F-16 não seriam uma ameaça tão grande, pois na prática, seriam poucos vetores disponíveis para os Argentinos, se comprarem 12, dificil acreditar que teriam mais de 8… Read more »

Sensato

Considerando os meios aéreo e AA que a Argentina tem, será que a RAF teria dificuldade pra colocar esse KC no deck?

Antunes 1980

Inacreditável os países sul-americanos optarem por sobras dos europeus.

Por que nenhum país optou pelo Gripen NG?

Será que só nós estávamos certos, ou fomos enganados?

Filipe Prestes

Naaah é que só nós temos(?) orçamento suficiente pra esses luxos neste bairro. Talvez á exceção do Chile, os demais compram aquilo que podem, não aquilo que sonham ter.

Saldanha da Gama

Antunes, não somente dos Gripens não… Abraços

Flanker

Com o valor de um Gripen E/F, dá pra comprar muitos desses F-16 usados. Ninguém daqui da volta vai comprar o Gripen E/F. E devemos torcer, e muito, para que algum país do mundo compre o novo Gripen.

JT8D

Nós estamos certos. Ou você prefere F-16 usado?

Antunes 1980

F-16V

Fabio Mayer

O que é evidente: a Argentina vai adquirir o que for mais barato.

Mas estou convencido de que o fará neste ano de 2022.

Claro que o melhor seria adquirir JF17. São aeronaves mais modernas, terão mais tempo de uso efetivo, evitariam outra corrida por ofertas num prazo de poucos anos ou meses.

Mas… a questão é saber também que armamentos a Argentina quer usar e quais são compatíveis com o caça sino-paquistanês.

Filipe Prestes

Terão que correr para tomar uma decisão logo se querem arrumar isso ainda em 2022. Apesar do Fondef, o PPA argentino será fechado e votado em Março.

Camargoer.

Caro Fabio. Existem uma diferença entre um contrato via FMS e uma compra convencional. o FMS é governo-governo. Apesar de ser um financiamento facilitado, inexiste compensações offset. Um contrato convencional geralmente envolver compensação comercial e prazos mais longos de pagamento.

Welington S.

Se a decisão coubesse a vocês. Vocês bateriam o martelo em qual caça oferecido aos argentinos para fechar de uma vez por todas essa novela?

Eu bateria o martelo no JF-17, só pra ver o Tio Sam bufando de raiva e querer invadir a Argentina atrás de Petróleo ^^ hahhahaha.

Leandro Costa

Se eu fosse Argentino? Também iria de JF-17. No ruim eu tentaria fazer com que Washington e Pequim gastassem rios de dinheiro para conseguir meu apoio, me vendendo por muito mais do que eu valeria normalmente para conseguir vantagens em diversas áreas, não apenas militar.

Welington S.

Esperto! Hahahah.

Antonio Palhares

É mais ou menos por ai.
Latino americano fazer isso é que é dificil.