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Índia testa com sucesso míssil anti-radiação Rudram-1

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NOVA DELHI — A Índia testou na sexta-feira com sucesso um novo míssil autóctone ar-superfície chamado Rudram-1 (também conhecido como NGARM – New Generation Anti Radiation Missile), que foi projetado para destruir uma variedade de sensores de vigilância inimiga, como radares e sistemas de comunicação no solo após ser disparado de caças Sukhoi Su-30MKI.

O míssil anti-radiação de nova geração Rudram-1 tem um alcance de ataque de 100 a 200 km dependendo da altitude da qual é disparado.

O míssil, com uma velocidade de lançamento de Mach 0,6 a 2 (duas vezes a velocidade do som), foi testado em um jato Sukhoi contra um alvo na ilha Long Wheeler, na costa de Odisha, por volta das 11h15.

O míssil Rudram-1, que tem navegação INS-GPS com uma cabeça de homing passiva para o ataque final, manobrou para o alvo com base na direção detectada pelo buscador e o acertou com extrema precisão.

“Todos os objetivos da missão foram cumpridos com sucesso”, disse um cientista DRDO.

FONTE: The Times of India

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Fabio Araujo
Fabio Araujo
19 dias atrás

Temos que tentar reviver o nosso projeto de míssil antiradar, não devemos abrir mão dessa tecnoligia!

RENAN
RENAN
Reply to  Fabio Araujo
19 dias atrás

Um outro obstáculo surgiu em 1999 quando o governo brasileiro tentou efetuar uma compra de antenas espirais e alguns outros sistemas para o desenvolvimento da cabeça de busca do MAR-1 em um fabricante de Las Vegas, porém o governo americano vetou a compra alegando que “a tecnologia anti-radar não é liberada por razões de segurança nacional. Esta tecnologia excede o nível de capacidade aprovada para o Brasil”.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  RENAN
19 dias atrás

 governo americano vetou a compra alegando que “a tecnologia anti-radar não é liberada por razões de segurança nacional. Esta tecnologia excede o nível de capacidade aprovada para o Brasil”.
Pois é, e hoje deram a base de Alcantara, acesso irrestrito e incondicional sem a necessidade de se identificarem, e outras coisitas mas a eles.
E tem gente aqui que diz que os americanos nunca sabotaram nosso desenvolvimento autóctone.
Como brasileiro é bobinho kkkkkkk!

elcimar fulgencio menassa
elcimar fulgencio menassa
Reply to  Foxtrot
19 dias atrás

nada a ver lising da base de Alcantara, com ceder tecnologia sensível deles, tem coisas que por la não vai mudar, é a politica de defesa deles e pronto.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  elcimar fulgencio menassa
18 dias atrás

Lising?
Sério que acredita nisso caro Elcimar?
Porquê então não fizeram lising, para outras grandes nações que fazem milhares de lançamentos ano, como China, Índia, Rússia por exemplo?
Assim como eu, você é mais um bobinho.

Jagdverband#44
Jagdverband#44
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

Bobinho é tu.
EUA não sabotou o desenvolvimento do nosso míssil anti-radar. Simplesmente não quis entregar tecnologia na área para nós.
Bobinho mesmo somos nós, que não aproveitamos e desenvolvemos nossa própria tecnologia.

Se o BR fosse o xerife do mundo, também não entregaria tecnologia. Lembre-se, não existe amigo, apenas interesse.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Jagdverband#44
18 dias atrás

N final você disse tudo caro Jag.
Não existem amigos, só interesses , mas a atual administração nacional vê de forma diferente.
E realmente bobinho sou eu e mais de 200 milhões de brasileiros, incluindo você .

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

Ah sim,os americanos malvados sabotaram nosso VLS em todas as 3 tentativas de lançamento,e depois manipularam os nossos congressistas para nunca realocarem mais verbas para o nosso programa espacial. Eles são os culpados de termos abandonado o desenvolvimento do MAR-1,e também são culpados de até hoje não termos conseguido terminar a construção de dois navios patrulhas de 500 toneladas. É tudo culpa dos americanos,eles são onipotentes,nossa incapacidade não tem nada a ver com a nossa atual condição.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Allan Lemos
16 dias atrás

Estude as relações Brasil/ Nações ocidentais (incluindo Estados Unidos) e vai ver a verdade . Caso realmente queira caro Allan. Toda vez na história que o Brasil esteve perto de dar grandes saltos desenvolvimentista em tecnologias para paz ou militar fomos sabotados por nossos “aliados”. Toda vez que estávamos prestes a se tornar autóctones em alguma área estratégica, houve uma “aproximação” (alinhamento) político com as grandes nações ocidentais nós oferecendo equipamentos baratinhos por 1,99 e nossa tecnologia foi abandonada (jogada no lixo). Nós anos 80 nossa indústria era a terceira maior exportadora do planeta, e sofremos sanções de quem? Eles… Read more »

Luiz Henrique
Luiz Henrique
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

“Pois é, e hoje deram a base de Alcantara, acesso irrestrito e incondicional sem a necessidade de se identificarem, e outras coisitas mas a eles”

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Desinformação detectada!!!!

Francisco Vieira
Francisco Vieira
Reply to  RENAN
17 dias atrás

Você se lembra do termo BELÍNDIA?
Nem a Bélgica, nem a Índia somos mais.

rogerio
rogerio
19 dias atrás

O Brasil também faz, só que leva décadas para acabar projetos e colocar em produção. Quando o faz, as tecnologias já estão obsoletas. Não levamos defesa à sério.

RENAN
RENAN
19 dias atrás

Parabéns a indústria indiana, será que eles nos vende?
Ou ao menos as antenas

Nostra
Nostra
Reply to  RENAN
19 dias atrás

RUDRAM-1 ( NGARM ) uses a combination of 3 types of guidance systems 1. MMW ( millimetre wave ) seeker in W band to discriminate between decoys and actual targets and also locate and home on mobile RF emitters that have packed up and are on the move in all weather conditions. Range >40 km 2. PHH ( passive homing head ) seeker with broadband capability 1-18 GHz, for multi emitter target detection, direction finding, de-interleaving, generation of tracks for each detected targets using DIFM system based on FPGA signal processing. Range >100 km. 3. INGPS ( inertial navigation+GPS )… Read more »

Last edited 19 dias atrás by Nostra
Nostra
Nostra
Reply to  Nostra
19 dias atrás

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Nostra
Nostra
Reply to  Nostra
19 dias atrás

This is the wind tunnel model of RUDRAM-2

It is a air to surface aeroballistic missile with high supersonic speeds of 4-5 mach with a weight of 700 kg , range of 330 km and a warhead of 200 kg warhead.

A varient of it will be used as a high supersonic anti-radiation missile by including a combination of MMW seeker, PHH seeker and INGPS.

It will be tested this year or latest by next year.
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RENAN
RENAN
Reply to  Nostra
19 dias atrás

Formidável, um alcance suficiente para atirar e se salvar.
Muito bom

Nostra
Nostra
Reply to  RENAN
17 dias atrás

The is also RUDRAM-3 air to surface high supersonic / hypersonic missile

Range 550 km
Weight 1.6 tons

To be tested by 2022
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Last edited 17 dias atrás by Nostra
Nostra
Nostra
Reply to  Nostra
19 dias atrás

Off topic

Couple of days ago the pic of HAL IMRH ( Indian multi role helicopter ) wind tunnel model under testing was released.
comment image

Last edited 19 dias atrás by Nostra
Nostra
Nostra
Reply to  RENAN
17 dias atrás
Funcionário dos Correios
Funcionário dos Correios
19 dias atrás

E o projeto do míssil brasileiro desse mesmo tipo, realmente foi engavetado?

RENAN
RENAN
Reply to  Funcionário dos Correios
19 dias atrás

Um outro obstáculo surgiu em 1999 quando o governo brasileiro tentou efetuar uma compra de antenas espirais e alguns outros sistemas para o desenvolvimento da cabeça de busca do MAR-1 em um fabricante de Las Vegas, porém o governo americano vetou a compra alegando que “a tecnologia anti-radar não é liberada por razões de segurança nacional. Esta tecnologia excede o nível de capacidade aprovada para o Brasil”.

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
Reply to  RENAN
17 dias atrás

Muy amigos…

Vitor
Vitor
19 dias atrás

Não vou nem levantar a questão de o porque o Brasil e India não desenvolveram juntos até pelo fato das plataformas serem diferentes como também o fato de a China ser um dos nossos principais parceiros comerciais. Porém o que levanto é… Esta muito mal respondida a questão do MAR-1 até hoje. Vendemos para o Paquistão 100 unidades que não sabemos se foi ou não foi. Logo depois o projeto foi “Cancelado”. Foi investida muita grana e por aí ficou… ?

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Vitor
19 dias atrás

Depois de 40 anos acompanhando estes mal fadados projetos, cheguei a conclusão que são apenas mecanismos criados para transferir recursos públicos para militares da reserva/ex-militares. Não há nenhum compromisso com a viabilidade técnica, comercial e orçamentária para estes projetos. Ninguém é punido por estes desperdícios de dinheiro público.

Rafael Cordeiro
Rafael Cordeiro
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
19 dias atrás

Concordo em gênero, número e grau… E o pior, nós como contribuintes é que pagamos essa conta.

Dificilmente vemos a imprensa ou qualquer outro órgão analisando os gastos com as centenas de projetos que de uma hora para a outra simplesmente desaparecem ou são cancelados sem qualquer explicação plausível, sendo que qualquer desenvolvimento de produto feito no Brasil se transforma em uma máquina de queimar dinheiro (ou desvio dele). Logo mais engavetam o AV-TM 300 e ficará por isso mesmo.

Last edited 19 dias atrás by Rafael Cordeiro
Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Rafael Cordeiro
19 dias atrás

Não acredito que o AV-TM 300 seja produzido comercialmente. Ninguém que tenha começado algum projeto trocaria de configuração tantas vezes, e de forma tão “diferente”, como foi o caso do AV-TM. As fotos das diferentes maquetes ou configurações mostradas até hoje, não mostram o desenvolvimento do produto. Mostram a total falta de conhecimento de como conduzir um projeto desta natureza. Mudaram de desenho como quem muda de roupa. É apenas mais uma maneira de sorver dinheiro do contribuinte. A Avibrás é uma empresa fogueteira desde a década de 60. Até hoje, em mais de 50 anos não produziu um único… Read more »

RENAN
RENAN
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
19 dias atrás

Concordo em gênero, número e grau… E o pior, nós como contribuintes é que pagamos essa conta.
A farra do dinheiro público nos poderes militar, judiciário, político me enoja

Hellen
Hellen
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
19 dias atrás

Vc ainda nao entendeu que tudo é feito de proposito pra manter a naçao colonia ????
Olha a felicidade de seguir ordem do chefe ???
https://istoe.com.br/brasil-paga-para-ele-trabalhar-para-mim-diz-comandante-americano-sobre-brigadeiro/

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Hellen
18 dias atrás

Esse comentário demonstra total falta de entendimento do tema. E a matéria é da Isto É, que ombreia com Carta Capital, Veja, Foice de SP, Globo e afins. Não uso nem pras minhas gatas fazerem xixi em cima. Ter dois oficiais generais (o outro é do EB) servindo no South Command, em Miami, é uma deferência que, salvo melhor juízo, nenhum País latino americano tem. Os EUA, hoje, confiam no Brasil, e permitem que militares nossos trabalhem ¨dentro¨ de um Comando Operacional norte americano, compartilhando informações e, mais importante, APRENDENDO como eles combatem. E, o Brig Davi, ex cmt da… Read more »

GripenBR
GripenBR
Reply to  Rinaldo Nery
18 dias atrás

“Tendi” … o problema é que a reportagem não foi favorável! Os EUA tão sempre ai fazendo o maior esforço para aumentar nossa complexidade econômica, e desenvolvimento de tecnologia fina. E olha só tão bonzinhos “permitem”, “dentro”. Isso ai!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  GripenBR
17 dias atrás

Desenvolvimento de tecnologia fina ninguém passa pra ninguém. Qdo vc ganhar na mega sena, deposita metade na minha conta. É exatamente a mesma coisa. EUA não tem q passar nada pra ninguém.

GripenBR
GripenBR
Reply to  Rinaldo Nery
16 dias atrás

Nossa sério!? Não sabia, muito obrigado. O senhor “permite”?

Frederick
Frederick
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
18 dias atrás

Então está lendo errado o assunto há 40 anos. Explicarei rapidamente para não pulverizar sua atenção. O assunto é mais complexo, mas é basicamente assim que se gasta mais que o previsto e não se obtém resultados esperados. Ao começar um novo projeto, um míssil que seja, vê-se quais os itens estão disponíveis e quais deveremos desenvolver. Consulta-se os detentores do direito de produção e o governo de seus países. Pede-se o recurso e fecha-se um cronograma a partir dessas informações. Numa altura do projeto, um governo aliado, amigo, apoiador do Brasil, muda de ideia e não libera determinado componente,… Read more »

Last edited 18 dias atrás by Frederick
RENAN
RENAN
Reply to  Vitor
19 dias atrás

Um outro obstáculo surgiu em 1999 quando o governo brasileiro tentou efetuar uma compra de antenas espirais e alguns outros sistemas para o desenvolvimento da cabeça de busca do MAR-1 em um fabricante de Las Vegas, porém o governo americano vetou a compra alegando que “a tecnologia anti-radar não é liberada por razões de segurança nacional. Esta tecnologia excede o nível de capacidade aprovada para o Brasil”.

Vitor
Vitor
Reply to  RENAN
19 dias atrás

E hoje em dia que somos Aliados “Extra OTAN”? Os tempos mudaram de 2010 para cá e passamos a ter acesso a tecnologia de ponta sem embargo como ocorria antes nos anos 2000. Hoje temos acesso a BVR e não duvidaria que teríamos aprovação ao F-35 por exemplo.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Vitor
19 dias atrás

Nunca fomos impedidos de comprar misseis BVR. O quê não tinhamos e dinheiro e vontade de ter.
Obs. Misseis BVR, são misseis ar-ar de médio e longo alcance ,(fora do alcance Visual).
Misseis que o Brasil operava e ainda opera, R-530D dos mirage 3/ mirage 2000; Derby dos F-5M.

Vitor
Vitor
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
16 dias atrás

Cristiano, O Brasil por muito tempo teve dificuldade de acesso aos codigos fonte dos caças para integração de Misseis ou até mesmo fazer a modernização. No caso do F-5 só conseguimos obter autorização para possuir missil BVR depois que Chile e Venezuela adquiriram os seus e mudaram a balança e patamar de poder na América do Sul. Precisamos de ajuda dos Israelenses através da ELBIT pra poder dar esse passo a frente. No própio programa F-X havia a Dúvida se o AIM-120 seria liberado para o Brasil e por isso por algum tempo o Mirage 2000BR (Evolução do 2000-9) era… Read more »

RENAN
RENAN
Reply to  Vitor
19 dias atrás

Manda uma carta para o presidente e pede a ele 2 mil Atenas para fabricação do mar 1

Vamos ver se o EUA aprova o Brasil ter uma arma capaz de mudar os rumos de uma guerra.

Já imaginou a cabeça de busca do mar 1 no mtc300 seria um remédio anti aéreo.

Ted
Ted
Reply to  RENAN
19 dias atrás

Já que gostam de torrar dinheiro! Então comprem a tecnologia dos ingleses, russos, indianos e fabriquem por aqui

Luiz Trindade
Luiz Trindade
19 dias atrás

Exercitando os músculos…

Foxtrot
Foxtrot
19 dias atrás

Pois é, para o “poderoso” Brasil o MAR-01, além de desnecessário frente aos armamentos importados é ultrapassado. Ou será que nossa doutrina, política e visão estratégica que é hiper ultrapassada? Deveriam pegar esses mais de 250 milhões de euros que investirão em armamentos importados para o Gripen, e encomendar milhares de MAR-01, SMKB, FPG-82, A-Darter, Manaer e uma “pá” de armamentos nacionais que estão ou prontos e aguardando encomendas como o próprio MAR-01, ou esperando verbas para o término de seu desenvolvimento. Não sei para que comprar tanto armamento moderno para um avião que na melhor das hipóteses servirá para… Read more »

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Foxtrot
18 dias atrás

E como é que ficam os milhões de dólares jogados no lixo, para o desenvolvimento do A-Darter? Gasta-se uma fortuna. Encerra-se o projeto, não temos nem o dinheiro de volta, nem o míssil! Comprando fora temos, pelo menos, o míssil! É difícil entender a lógica da FAB.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
18 dias atrás

Falou tudo.
É difícil entender a própria FAB.
Infelizmente passa a impressão de que fazem de tudo e má s um pouco para dar nosso dinheiro aos gringos.
Se for, resta saber o porquê?

Conan
Conan
Reply to  Foxtrot
17 dias atrás

“nuca será usado em conflito real” Vixi maria!! Mas não foi pensando assim que muitos países perderam guerras???!!!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Conan
16 dias atrás

A história sempre dá ótimas lições caro Conan, e em se falando de Brasil é a pura verdade o que escrevi.
E mesmo que o Brasil entre em guerra hoje sozinho (coisa que duvido muito), com essa dependência externa que temos, perderemos do mesmo jeito.
Não vai adiantar nada 36 Grioens, 4 CCT/Meko gambiarra, Guarani importado e montado localmente, LMV idem, UT-30 BR etc.
Já ouviu falar no tal do “manual de uso” do comprador?
Imposto pelos fabricantes internacionais .

Conan
Conan
Reply to  Foxtrot
12 dias atrás

Pois é Foxtrot, pensando bem, infelizmente acho, que você tem razão

Wellington Góes
Wellington Góes
19 dias atrás

Depois, quando eu crítico, tem quem fique indignado, melhor dizendo, falso indignado… “Ainnn… Que tu só fala mal, só escreve bobagens”… Putz!
Enquanto cancelamos os nossos, outros avançam com os seus… “Ainnn, que se quisermos, vamos no mercado e compramos”… Como se isso vendesse na padaria da esquina…. Nossa, como brasileiro é “ixperto”.

sergio ribamar ferreira
19 dias atrás

Parabéns a Índia.! E nós?????? E o míssil MAR 1 ? Como tudo no Brasil, não se dá continuidade a projeto algum e nem se evolui . Não há interesse algum em modificar o status de país periférico e Forças Armadas muquiranas. Tudo no conta gota. Não é vira-lata é ser muquirana para o que se realmente se deseja desenvolver para nação e seu povo. agora para festas e esbanjar dinheiro com cretinices…

JEFFERSON FERREIRA
JEFFERSON FERREIRA
Reply to  sergio ribamar ferreira
17 dias atrás

Dinheiro nunca faltou, veja os outros países desenvolvem seus produtos por uma fração do que o huezil gastou com alguns “pôjetos”!!

O problema é que a finalidade nunca foi o desenvolvimento e sim o enriquecimento de alguns!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  sergio ribamar ferreira
17 dias atrás

O projeto foi congelado pois os nossos militares, chegaram a conclusão que era desnecessário ter esse tipo se missil no nosso contexto regional. Preferiram comprar bombas planadoras de longo alcance guiadas por satelites, importadas que nós seram mais uteis em uma eventual guerra contra as defesas anti-aereas Guiadas por radar da Venezuela.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
19 dias atrás

A cada dia que passa a India fica mais “indigesta”.

A “segunda frente” é peça importante na região.

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
19 dias atrás

Índia testou com sucesso o seu, já o Brasil nem conseguiu terminar…

Conan
Conan
17 dias atrás

Fico feliz e orgulhoso em saber que temos nossa própria versão já em uso na FAB e exportado para vários países!

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Conan
17 dias atrás

O projeto acabou.

Conan
Conan
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
16 dias atrás

Deixa eu procurar no dicionário a definição de “sarcasmo” kkkk

Sincero Brasileiro da Silva
Sincero Brasileiro da Silva
17 dias atrás

Não pode comprar dos russos porque os americanos não deixa, não pode comprar dos americanos porque eles alegam que excede o nível de capacidade aprovada para o Brasil, e no fim acaba ficando sem nada! Isso é Brazil!!!

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Sincero Brasileiro da Silva
17 dias atrás

Captoube essência do negôcio amigo. E digo mais, a única alternativa de fabricar nacional, sempre so chega na fase de quase pronto ou pronto, só falta comprar.
Já temos um drone nacional de longo alcance pronto, o Atoba, alguem aqui já ouviu alguma coisa de comprarmos nem que seja um sistema?

Marcos
Marcos
17 dias atrás

Precisamos fabricar uns 30 misseis antirradiação para a FAB

Marcos
Marcos
Reply to  Marcos
17 dias atrás

Tipo 6 a 8 por ano já está de bom tamanho, mantem a linha de produção aberta por alguns anos.