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Mais um jato AF-1 da Marinha modernizado pela Embraer

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Realizado primeiro voo da aeronave modernizada AF-1C N-1021 pela Embraer em Gavião Peixoto – SP

Foi realizado, em 14 de setembro de 2020, na unidade da Embraer em Gavião Peixoto – SP, o primeiro voo da aeronave modernizada AF-1C N-1021, pertencente ao Programa de Modernização das Aeronaves AF-1/1A.

Classificado como um voo de produção, e tendo sido acompanhado pelo time da Embraer e pelo Grupo de Fiscalização e Recebimento das Aeronaves AF-1/1A (GFRAer AF1-/1A), consiste no primeiro de uma série de voos planejados para a continuidade do desenvolvimento do produto antes da sua entrega.

Nesse planejamento para a N-1021, destacam-se as campanhas de ensaios em voo para integração do pacote de Míssil Sintético à nova versão do software operacional (OFP) da aeronave, e a campanha de vibração (“gun fire vibration”) com a verificação modos de disparo, a ser realizada na Base Aérea de Santa Cruz em OUT2020.

Glass cockpit do AF-1 modernizado

FONTE: Diretoria de Aeronáutica da Marinha

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Fernando Turatti
Fernando Turatti
1 mês atrás

Marinha do Brasil:  – comprou caças em 1998 para um porta aviões que não existia(vide irmão do Minas nas falklands com os A-4) – comprou um porta aviões para o caça(2001) – Porta aviões deu problema pesado, não consertaram(2004 – ) – Mandaram modernizar 12(dos 23) caças para aquele porta aviões(2009) – encomendam 4 aviões de transporte/abastecimento a bordo(2011) – Desistem daquela banheira de ***** que era o Porta aviões, o descomissionando(2017) – Recebem o primeiro avião de transporte a bordo(2020) – Ainda não receberam o sétimo e último caça modernizado(2020), mesmo após 3 anos do descomissionamento do porta aviões… Read more »

Marcos Cooper
Marcos Cooper
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Recebem o primeiro avião de transporte a bordo(2020)
quando foi isso?

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Marcos Cooper
1 mês atrás

Foi otimismo meu, aparentemente. Ano passado saíram notícias de que o primeiro voo do KC-2 seria em março desse ano, eu achei que tinha rolado mas agora não encontro as notícias desse ano, só do fim de 2019. Mas só jogar “KC-2 marinha” no google e tu vai chegar nas notícias.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Como sempre, não rolou.
Enrolou.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

A economia do país fabricante da “lata velha” C-1 precisava desse contrato que foi assinado com a colônia Brasílis!
Afinal a comércio metrópole/colônias ocidentais sempre foi e sempre será assim !

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Sabe o que é mais feio? Terceirizar a culpa.
Se o Brasil precisasse de gringo dando ideia errada pra fazer *****, a gente nunca faria.
Nós somos autossuficientes em enfiar os pés na jaca, não jogue essa culpa nossa aos estrangeiros!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

A culpa não é só dele caro Fernando, também temos grande parte da parcela, mas vícios antigos não se perdem da noite para o dia !

Flanker
Flanker
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Bah….um contrato multimilionário desses…os EUA não poderiam ficar sem ele……cada uma que se lê!

AMX
AMX
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Sem falar no papo de metrópole-colônia…

IBIZ
IBIZ
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Pros EUA não faz diferença, mas o Brasil não pode perder oportunidade de fazer seu papel de nação submissa!

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Quem disse que eles não podiam ficar sem?
É melhor alguns milhões na conta do que eles voando por aí.
Cada coisa viu, mas vindo do Flanker é de se esperar!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

“Mandaram modernizar 12(dos 23) caças para aquele porta aviões”
E, dos 12, só 6 serão modernizados, por falta de verba.
E, dos 6, um foi perdido num trágico acidente que, infelizmente, vitimou o piloto.
Ou seja, serão só 5 caças modernizados mesmo.

Flanker
Flanker
Reply to  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Eram 12…baixou para 6….o primeiro que foi modernizado foi exatamente o que foi perdido. Com isso, foi decidida a modernização de uma outra célula para repor aquela perdida. Com isso, serão entregues 7 no total, sendo 6 + 1 que foi perdida.

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Que matemática é essa Flanker?
Se um se perdeu e não pode ser recuperado mais, ainda são 6 em condições de vôo.
Mas concordo que foram 7 modernizados, mas pássaro com asas quebradas não voa, então vira galinha !

Jonathan Pôrto
Jonathan Pôrto
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Não devemos esperar nada de diferente nessa República imposta por Militares e Escravocratas 1889 !! #MonarquiaJá

Flanker
Flanker
Reply to  Jonathan Pôrto
1 mês atrás

Como se a culpa do Brasil ser o que é, fosse da República ….

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Da republica não, mas dos personagens da mesa, sim, com toda certeza.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Jonathan Pôrto
1 mês atrás

Caro Jonathan. O rei de Portugal veio para o Brasil fugindo de Napoleão. Quando ele voltou para Portugal, deixou o filho Pedro como regente. Para evitar uma revolução burguesa, o príncipe virou imperador, e a aristocracia escravocrata continuou com seus escravos e o pobres continuaram analfabetos. Quando novamente a burguesia poderia tomar o poder, os militares deram um golpe de estado e exilaram o imperador Pedro II, mudando o regime mas mantendo os mesmo deputados, senadores e aristocratas escravocratas, e os pobres analfabetos. Foram os tenentes que derrubaram a república por meio de uma revolução quase-burguesa que implantou uma ditadura… Read more »

Fabio bezerra
Fabio bezerra
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Não esqueçam de notar um fato importante, que sempre o que defende o regime republicano, sempre esquece de citar , a Monarquia no Brasil é tá constitucional, o Imperador não detinha o poder absoluto. E quanto ao analfabetismo, DPII sempre lutou por uma educação mais igualitária, tanto que em momento pedia em vez de o homenagear em com estátuas, preferiam que construíssem escolas. E pagava bolsas de estudos no exterior para várias pessoas, com o dinheiro do ministério da coroa.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Mas quando eu digo que os oficiais brasileiros não têm ideia de como fazer um bom planejamento estratégico,o pessoal aqui costuma me criticar.

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

Mas digamos a verdade, o Nae é uma arma de projeção. E dada a natureza do mesmo, um número mínimo seriam 2, pois um deles sempre estaria no estaleiro para manutenção ou retrofit, pois são armas que o requerem bastante. Também seria necessário um complemento mínimo de pelo menos 12 aeronaves modernas como o Gripen ou F-18 para cada navio. Caso contrário, seis desperdiçar dinheiro. Mas me parece que a MB simplesmente não possui os meios financeiros para essa modesta frota de 2 Naes, então o mais aconselhado seria colocar os pés no chão e criar uma ala aero naval… Read more »

fewoz
fewoz
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Parece ser a solução mais lógica, mas no Brasil, a megalomania impera. E diferente do que muitos pensam, não é exclusividade do almirantado, mas sim, um problema cultural. Teve uma época que falaram por aqui em ter dois NAEs, e pior: construídos no país… Se seguissem com isso, ficariam prontos lá por 2080…

N Hansen
N Hansen
Reply to  fewoz
1 mês atrás

É só ter um governo que preste com uma cadeia executiva boa, que o projeto anda rapidinho. Essa demora é por falta de incentivo e fiscalização.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  N Hansen
1 mês atrás

“é só ter um governo que preste”… olha aí com ainda tem inocente que não só acha que um dia teremos um bom governante, que sozinho vá resolver todos os nossos problemas, como acha que todo o problema é o governo… pobre coitado

Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Ô Moita, como ousa vir aqui e jogar lógica na nossa cara!?!?!? Assim não dá, bicho! Heheheheh

Não vejo qualquer problema em ter ala aeronaval baseada em terra, mas infelizmente a MB parece discordar. Seria muito bom ter um ou até dois esquadrões, mesmo que modestos em número de aeronaves, com Gripens se especializando em ataque naval e interoperabilidade com aeronaves de Patrulha Marítima da FAB.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Leandro Costa
1 mês atrás

Como diria o Azanbuja: “Estou consigo e não abro”. Essa defesa aérea marítima é uma questão que não consigo entender.  Também não vejo problema em ala aeronaval baseada em terra. Mas quem faria? A FAB ou a MB?   Se for a MB, a FAB dá piti. Mas tampouco vejo a FAB se dedicando a isso. Sendo a MB, vai de Gripen E, que agrada a todo mundo. SE (se…) esse NAe vier algum dia, doa (ou vende, sei lá) os Gripen pra FAB e adquire a aeronave própria desse NAe. O que eu não entendo é esse Skyhawk “me engana… Read more »

sergio ribamar ferreira
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Concordo com o Sr. João Moita Jr. Submarinos convencionais de 1150 toneladas poderiam fazer uma diferença e muito. Sobre o submarino nuclear, planejamento para prosseguimento da construção pode ser a médio prazo visto o tempo e o que foi gasto. Não acho se necessário tanto para ter apenas um(as dificuldades em se manter um sub nuclear é astronômico e maior ainda na desativação). Não quer dizer que não haja continuidade, apenas realocar o dinheiro para situações imediatas: navios de varredura e minagem, navios patrulhas, submarinos convencionais mais os Gripens navais muito bem colocados pelo senhor. Nem entro no assunto das… Read more »

Bille
Bille
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Buenas. Pensando logicamente, para quê queremos a MB? 1- Capacidade de patrulhamento, segurança e controle do nosso mar territorial e zona econômica exclusiva; 2- Capacidade de atuar em todo o Atlântico sul: ir até a costa da Africa apoiando SAR ou mesmo desdobrando num apoio humanitário; 3- Capacidade de bloquear nossos vizinhos (caso necessário) no atlântico sul, especialmente os da América do Sul; 4- Capacidade de desdobrar uma força (o tamanho a ser estabelecido) em qualquer parte do nosso litoral ou mesmo em território estrangeiro, no atlântico Sul. Se pensarmos assim, vamos ver quais as prioridades. Precisamos projetar poder? talvez.… Read more »

Teropode
Reply to  Joao Moita Jr
1 mês atrás

Xiiii , avise os Franceses , eles não perceberam isso ainda , aliás é bom avisar os espanhóis também .

sagaz
sagaz
Reply to  Fernando Turatti
1 mês atrás

A piada só é mais engraçada se contarmos para um argentino, afinal só a marinha do Brasil já seria superior a eles nos céus.

Johnny
Johnny
Reply to  sagaz
1 mês atrás

Calma la que os superetendards modernizados sao superiores aos skyhawk.

Victor Santos
Victor Santos
Reply to  Johnny
1 mês atrás

Concordo! Apesar de terem adquirido apenas 5 unidades

Vitor
Vitor
1 mês atrás

“integração do pacote de Míssil Sintético”
Duvida: O que seria isso?

Flanker
Flanker
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Software que permite simular mísseis e seus lançamentos, para treinamento.

Vitor
Vitor
1 mês atrás

Ótima Notícia! Agora o Esquadrão está completo com 6 unidades?
Espero que seja feita integração de armamento inteligente e Míssil Anti Navio. Assim até 2030 poderemos ter um Nucleo de Ataque com os A-1 / AF-1 suportado por Gripens e F-5.

OBS: Alguma notícia dos Tracker?

Johnny
Johnny
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Bem modernozo esse bicho. A duvida e se o skyhawk nao entrara em velocidade de stoll ao tentar acompanha-lo para abastecer.

Flanker
Flanker
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Ainda não. Falta 1 AF-1B monoposto.
N-1001 – Entregue. Danificado no acidente com 1011. Está sendo reparado.
N-1008 – Entregue e operacional.
N-1011 – Entregue. Perdido em acidente.
N-1013 – Entregue. Danificado em incidente, ao decolar da BAenSPA. Varou a pista e sofreu danos no nariz, trem frontal, etc…sofrendo principio de incêndio. Segundo informado, será recuperado.
N-1004 – Em modernização na Embraer. Entrega prevista para 2021.
N-1022 – Entregue e operacional.
N-1021 – Esse da matéria. Em fase final de modernização. Entrega em breve.

Serão os monopostos 1001, 1004, 1008 e 1013 e os bipostos 1021 e 1022.

Last edited 1 mês atrás by Flanker
Kemen
Kemen
Reply to  Flanker
1 mês atrás

É mas as coisas andaram a passo de tartaruga. Agora a MB tenta manter os pilotos que ficaram sem o porta aviões. Da pena. Mas os helicópteros seguem bem no Atlântico.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Sempre defendo a modernização dessas células, mínimo um esquadrão completo mais duas reservas mono e bi-posto porém:

Na EMBRAER mas liderado no consórcio pela IAI/RAFAEL.

RADAR AESA Israeli, habilitados para mísseis de curto e médio alcance Israeli, mísseis anti-navio Exocet e Harpoon.

Finalidade principal anti´navio a partir da BAeNSPA, todas as células com capacidade REVO.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Flanker
1 mês atrás

Reforçando, mísseis que mencionei de curto e médio alcance são ar-ar e outras capacidades de ataque ao solo-mar.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Vitor,esses AF-1 seriam nulos em qualquer cenário de combate moderno.

Nilson
Nilson
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Allan, os AF-1 modernizados ficam no mesmo padrão dos AMX, ou seja, é o que temos para hoje. 6 A-4 representariam hoje de 15 a 20% da aviação de ataque nacional, pois há poucos AMX operativos. Ruim com eles, muito pior sem eles.

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Aí é que está.
Compara o armamento homologado no AMX contra os do AF-1. É covardia. Com certeza tem entusiasta que consegue listar na ponta da língua.

Flanker
Flanker
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

Que eu lembre, de cabeça, os armamentos usados no Brasil, para os dois modelos são: A-1M – bombas convencionais de emprego geral, bombas incendiárias, bombas antipista, bombas inteligentes Lizard, lançadores de foguetes com vários tipos de cabeças, 2 canhões de 30 mm, pods RecceLite, Litening e Skyshield. Mísseis ar-ar IR eu não sei como ficaram após a modernização. Antes, o A-1 não era capaz de lançá-los. AF-1M – bombas convencionais de emprego gera, 2 canhões de 20 mm. Nunca os vi com lançadores de foguetes. Antes da modernização utilizavam os mísseis AIM-9H. Hoje, não sei a situação desses mísseis, mas… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Flanker
Flanker
Flanker
Reply to  Nilson
1 mês atrás

Com TODOS os AF-1M entregues e com TODOS os A-1M entregues, teremos 6 e 14 unidades, respectivamente, o que dará um total de 20 aeronaves. Os 6 AF-1M corresponderão a 30% desse total.

Andre
Andre
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Tirando Venezuela, Chile, Peru e Colômbia, ele poderia ser usado em nosso teatro de operações facilmente. Além disso, como vimos nas guerra das Falkland, ele poderia atacar embarcações em nosso litoral.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Andre
1 mês atrás

Amigo,você quer usar uma guerra de quase 40 anos atrás para fazer uma comparação com um cenário de combate moderno? Essas aeronaves são um grande desperdício de dinheiro. Se houvesse pelo menos umas 70 unidades,talvez se pudesse extrair algum uso delas,mas apenas 6 elas seriam nulas para qualquer efeito prático no campo de batalha.

GFC_RJ
GFC_RJ
1 mês atrás

“Ei de torcer, torcer, trocer… Ei de torcer até morrer, morrer, morrer”.
Desculpem, mas os Skyhawks sempre me lembram o América-RJ. Teve sua competência no passado, quase todo mundo acha bonitinho e simpático, mas hoje não machuca ninguém.

Falken666
Falken666
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Na minha opinião de leigo, bem que poderíamos repassar estes pra Argentina, e adquirir uns F18 C/D ou Kwait ou FMS. Já cobriria um gap significativo. O que acha?

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Não exatamente. Os F-5M possuem Python 4 e Derby. E o AF-1M? Somente AIM-9H, que nem sei se ainda estão operacionais. Acho que não estão.

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

O radar e superior ao dos F5M mas tinha que pelo menos modernizar os 12 na epoca era o preço de um Gripen

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  GFC_RJ
1 mês atrás

É, tá quase também lembrando meu time, o FLUMINENSE, apesar que no corinthians a gente gosta de dar umas machucadas….

Camargoer
Camargoer
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Olá Saldanha. A sofrida nação corinthiana reconhece que o Fluminense tem culpa pelo nossa inabalável fidelidade. O Fluminense e outros times sempre nos coloca o desafio de dar sentido ao apelido de “Fiel”.

Kemen
Kemen
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Não posso falar muito, porque o Palmeiras já se cansou de “morrer na praia” depois de nadar muito, chocantes desilusões em varias partidas finais de campeonatos para seus torcedores.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Olá Kemen. Ás vezes, dói mais para um corinthiano perder para o Palmeiras em um jogo durante o campeonato do que perder na final (a menos que a final seja vencida pelo Palmeiras. Neste caso vou para algum restaurante mineiro para comer porco a pururuca e linguiça frita com arroz branco para afogar a desilução.

Antonio Neto
Antonio Neto
1 mês atrás

 destacam-se as campanhas de ensaios em voo para integração do pacote de Míssil Sintético à nova versão do software operacional (OFP) da aeronave”

Em termos práticos o que isso significa? Armamento real ou apenas para simulação/treinamento?

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Ah tá… Entendi agora… Rogo para, com isso, forcem à FAB a ressuscitarem a produção nacional do A-Darter…

JSilva
JSilva
1 mês atrás

Nunca gostei dessa aquisição do A-4, mas se era pra funcionar como um avião de aquisição/manutenção de doutrina, acho que a Marinha deveria ter se concentrado na versão biposto, mesmo que numa quantidade menor do que as 23 adquiridas (veja que no final só teremos 6 unidades).

Se tivessem feito isso, pelo menos, se modernizados, poderiam operar como um treinador avançado a reação, e nessa função serem operados conjuntamente com a FAB. Ou quem sabe hoje poderiam ser fruto de um troca-troca, com os A-4 modernizados indo pra FAB e os P-3 modernizados indo pra Marinha.

Camargoer
Camargoer
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Caro JSilva. Estes aviões foram adquiridos novos pelo Kwait em 1976 e foram adquiridas pela MB em 1998. Eram aeronaves com 22 anos de idade, com poucas horas de voo. Fazia sentido. Hoje elas têm mais de 40 anos. Creio que a MB terá que tomar uma decisão estratégica. Trocar os A4 por outro modelo com capacidade de operar em porta-aviões (como F18 ou Rafale…), adotar uma aviação de caça naval baseada no continente (creio que a melhor escolha seria o F39E/F) ou encerrar a aviação de caça.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Boa tarde meu caro, com certeza a MB não vai de Grippen!!! Se for para serem baseados no continente, f18SH, rafale ou mesmo su35 (este também seria quase impossível, principalmente agora) Abraços

JSilva
JSilva
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Entendo Camargoer, a MB viu uma oportunidade… Mas mesmo em 1998 esse avião tinha pouco valor operacional, um projeto dos anos 50, subsônico, sem capacidade BVR. Sempre entendi que ele seria uma transição para criar e manter doutrina para no futuro ter um caça apropriado. Sendo uma transição ele teria vida curta como caça de primeira linha da MB, mas essa vida poderia ser esticada como um treinador avançado, como Israel fazia até chegar o M-346. Nesse sentido, acho que seria melhor ter feito um catado de bipostos em países diferentes e modernizá-los para o mesmo padrão. Hoje ele teria… Read more »

Last edited 1 mês atrás by JSilva
Humberto
Humberto
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Boa tarde JSilva, Tem que contextualizar a escolha na época. A MB estava reintroduzindo a aviação fixa, e o porta aviões era o Minas Gerais, ou seja, não existia muitas opções (assim de cabeça me vem somente o Super Etendard, que era caríssimo) que pudessem operar no PA. O Kwait estava trocando os A-4 pelos F-18, então a MB poderia ter uma aviação fixa por um valor bem mais em conta, além disto. Uma curiosidade, na época, quando os pilotos da MB estavam sendo treinados (na Argentina e nos EUA) a US Navy estavam tirando o A-4 do serviço ativo,… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Humberto
1 mês atrás

Olá Humberto. Bem lembrado que o NAe operacional era o 12 na época em que os A4 foram adquiridos. O tamanho do avião era limitado pela capacidade da catapulta.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Correção. O NAe era o A11.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Não…o A-4 foi adquirido porque era o unico possivel a operar no A-11….

Camargoer
Camargoer
Reply to  carvalho2008
1 mês atrás

Olá Carvalho. Você tem razão. Era o Minas Gerais A11. Valeu.

JSilva
JSilva
Reply to  Humberto
1 mês atrás

Boa tarde, Humberto. Sim, eu lembro dessa questão do Minas Gerais só poder operar o A-4 ou o Super Etendard, e dá correria pra treinar o piloto da MB na US Navy. Minha argumentação, vendo o que aconteceu hoje, é que seria melhor ter formado um esquadrão só com bipostos, mesmo custando um pouco mais e vindo de diferentes países, depois modernizava tudo para o mesmo padrão. Hoje eles poderiam ser treinadores avançados. Confesso que não sei se seria possível prever isso na época, mas o fato é que o planejamento da MB falhou, como demonstrado na cadeia de acontecimentos… Read more »

Last edited 1 mês atrás by JSilva
Leandro Costa
Leandro Costa
Reply to  JSilva
1 mês atrás

O problema era justamente o número de bipostos disponíveis no mercado. Poderia até se conseguir uma quantidade maior de bipostos fazendo aquisição através de diferentes fontes, mas esses variariam demais em suas versões, tornando o problema logístico que já é grande para manter aeronaves antigas voando em um verdadeiro pesadelo de proporções épicas. Fora o fato de que no mercado de aeronaves de caça, a venda casada não é ilegal hehehehe. Ou seja, para se adquirir certa quantidade de bipostos poderia ser necessária a aquisição de um lote que incluiria monopostos. Vide os F-5E/F jordanianos que compramos justamente com a… Read more »

Humberto
Humberto
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Ola JSilva, boa tarde. Desculpa a demora para responder, mas estou num corre corre danado. A ideia não era só treinar mas sim montar um força que fosse respeitável, obviamente no cenário sul americano. Lembro que estes A-4 foram os últimos que foram montados pela antiga MD, acho difícil conseguirem mais bipostos, pois teriam que procurar de outras fontes (Israel, EUA entre outros, que já poderiam estar mais desgastados) e ainda por cima, ter os caças do mesmo modelo (traço). A MB teve um trabalho enorme em montar a sua aviação fixa e é difícil abrir mão de algo conquistado,… Read more »

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Mas ele tem capacidade BVR similar ao F-5M…radar similar levemente melhor….o que falta é o missil…

Nilson
Nilson
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

A meu ver, a melhor solução seria a segunda, aviação naval baseada no continente utilizando o Gripen. Comunalidade com a FAB, especialização em ataque naval, mais um lotezinho para manter a linha de produção aberta e aproveitar a transferência de tecnologia. Tomara que os futuros 6 A-4 modernizados sejam o embrião dos primeiros 6 Gripens da MB.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Concordo com Camargoer.. A segunda opção é F39EF naval baseada no continente seria a mais viável. deveria existir e muito um entrosamento entre FAB e MB. as duas Armas poderiam se beneficiar. Grande abraço. Acabar com as picuinhas entre as três Forças. a interoperacionalidade entre as forças de defesa. grande abraço.

Gabriel
Gabriel
1 mês atrás

A modernização do AF-1 até faz sentido, para o teatro de operações da América Latina.

O que não faz sentido, na minha opinião, é não ter sido integrado nenhum míssil antinavio.

Joli Le Chat
Joli Le Chat
1 mês atrás

Vamos ligar a máquina do tempo e trazer um piloto de Douglas A-4 Skyhawk que atuou na Guerra do Vietnã.

Qual seria a impressão que ele teria do AF-1? Ele conseguiria pilotá-lo?

Mario Antoneli
Mario Antoneli
Reply to  Alexandre Galante
1 mês atrás

Será que iremos comprar os F-18 do Kuwait?

Nilson
Nilson
Reply to  Mario Antoneli
1 mês atrás

Tomara que não. Melhor comprar Gripen e esquecer de vez essa história de porta-aviões.

N Hansen
N Hansen
Reply to  Nilson
1 mês atrás

O Brasil precisa de porta aviões, todas as potencias mundiais estão construindo porta aviões, isso não é ao acaso.

Matheus Augusto
Matheus Augusto
1 mês atrás

Qualquer adição as nossas forças pra mim é uma boa notícia, mesmo que seja pouco. Uma pena essas aeronaves não poderem servir embarcadas como era seu propósito original, mas pelo menos podem continuar servindo o pais por mais alguns anos com essa modernização.

ERNANI BORGES
ERNANI BORGES
1 mês atrás

Acredito que a marinha vai a todo custo mantê-los ativos para não perderem o direito de operarem aviões de asa fixa, visto a resistência da Aeronáutica em compartilhar com o Exército esse direito (sem julgamento do mérito).

Kemen
Kemen
Reply to  ERNANI BORGES
1 mês atrás

Na minha opinião, Isso requer uma reformulação nos conceitos de defesa que precisam se adequar a modernidade atual, conceitos necessarios nas nossas F.A´s, e que dependem do “alto escalão”. Isso até preocupa, parece que agem como os gregos e os troianos na época das “cidades estado”, mas depois finalmente se uniram num conceito maior.

Last edited 1 mês atrás by Kemen
rodrigo
rodrigo
1 mês atrás

Que desperdício de recurso…verdadeiro dinheiro jogado no lixo.

Andre A Garcia
Andre A Garcia
1 mês atrás

Boa opcao opção treinamento (apenas). E mesmo assim, deveria ter capacidade (e meios) para ataque ar-mar.
Até que venha algum vetor mais moderno, dará pro gasto pra manter a turma treinada.

Samuca cobre
Samuca cobre
Reply to  Andre A Garcia
1 mês atrás

Para treinamento poderiam ter comprado uns 10 super tucano… sairia bem mais barato!!!!

Marcelo Silveira 75
Marcelo Silveira 75
1 mês atrás

Más não dá para aceitar.
Dinheiro do contribuinte sendo desviado, ou jogado fora.
Não me desse a goela essa citação de “manter a doutrina”.
O almirante está vivendo a década de 70?
A diferença de ter o A-4 e o F-5, é que a FAB precisa ter o que voar como caça a reação, ainda sim uma aeronave limitada até a chegada do Gripen-E .
A marinha diante do quadro agravante sem condições nenhuma, mal consegue navegar.
Dinheiro jogado fora, revoltante.!

Adriano AR
Adriano AR
1 mês atrás

Só não sei se é certo chamar aquilo de “Glass cockpit”. Sobrou um monte de mostradores pra bater com os dedos na hora de uma pane, só pra checar se o ponteiro não está emperrado…rsrsrsrs.

Bardini
Bardini
1 mês atrás

Pessoal fala tanto em comprar mísseis antinavio para essas aeronaves. Fala sério… . Pra mim, comprar tais mísseis seria a melhor forma de desperdiçar recursos que poderiam deixar essas aeronaves em um patamar excelente no tocante a CAS/Ataque, dentro do nosso TO. . Para ataque contra navios, por meio de mísseis, se tem P-3, H225M e S-70B. Para CAS e Ataque contra estruturas e meios, empregando armamento inteligente, temos quais opções? Mais do que meia dúzia de AMX modernizados? Super Tucano??? . Esse Skyhawk biposto aí, poderia ser a aeronave que faria a escolta e controlaria a entrega de um… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Bardini
GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Ok, Sr. Bardini.
Mas pergunto: Esses Skyhawks operam bombas guiadas? Pelo que tenho conhecimento, não vem operando. Somente convencionais.
Outra pergunta: Para escoltar, não precisariam de algum míssil ar-ar integrado? Mais uma vez, no meu humilde conhecimento, nem sidewinders operam mais.

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Uma solução interessante seria a aquisição de alguns lotes de AGM-65 tanto para alvos no solo como marítimos….daria uma boa capacidade de ataque..

Satyricon
Satyricon
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini, a MB já opera o Penguin nos seahawk, cuja versão Mk III pode ser lançada de aeronaves. Em tese, não seria aquisição de armamento novo, apenas integração. Pela velocidade do AF-1 (em comparação com um Heli), alcance (com tanques externos), capacidade de reabastecimento em voo e o bom radar, seria uma boa opção.
Mais efetivo do que lançar bombas burras de queda livre sobre alvos de superfície, que por acaso foi o treinamento que vitimou nosso piloto.

cwb
cwb
1 mês atrás

Boa tarde amigos:
Pergunta de leigo: um A-4 com dois tanques subalares e um míssil antinavio ou ar terra na estação central com revo é um poder considerável se vetorado por awacs e um link de dados seguro?
Temos uma sinergia marinha-fab aí não temos?
O gripen seria a cobertura aérea.
Obrigado pela atenção e peguem leve ok..

Bardini
Bardini
Reply to  cwb
1 mês atrás

AWACS serviria de alguma coisa, se o intuito fosse armar esses Skyhawk II com Derby e operar contra ameaças aéreas. O radar embarcado nesses Skyhawk II da MB é comparável ao empregado nos F-5EM…
.
Como plataforma lançadora de mísseis antinavio, o Skyhawk II pode se virar sozinho. Se fosse integrar com outras aeronaves, estas deveriam se os P-3 e consequentemente SC-105, que é basicamente uma aeronave de Patrulha maquiada de SAR. Fora obviamente os escoltas e helicópteros da MB…

Jonathan Pôrto
Jonathan Pôrto
1 mês atrás

Falta pouco pra gente ver esses A-4 “espetados” numa praça !

Roberto
Roberto
1 mês atrás

Nessa modernização, o coloca em qual geração? Na verdade ele nem é um caça e sim um jato de ataque naval…

Guilardo Pedrosa
Guilardo Pedrosa
Reply to  Roberto
1 mês atrás

Vocês se lembram do buraco da base de Cachimbo, pois é, o Brasil fez primeiro o buraco para fazer a bomba depois. Nunca fez a bomba A e o buraco foi fechado. A Marinha hoje é o Brasil sendo sempre o Brasil.

Carlos Campos
Carlos Campos
Reply to  Guilardo Pedrosa
1 mês atrás

Quanto ao buraco, o Brasil enriquecia urânia até 20%, era claro que ia ser questão de tempo até o país ter armas nucleares, mesmo que de pequeno porte, por isso o buraco, aggora esses aviões aí foram um erro

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Roberto
1 mês atrás

É americano e antigo… Acho que tá mais pra um geração Baby Boomer, que tingiu o cabelo.

Kemen
Kemen
1 mês atrás

Por que a MB comprou os A-4 usados na época?___ Resposta: porque não havia verba suficiente para comprar coisa melhor, era ter alguns aviões para operar ou não ter nenhum!___ Não acho que seja correto agora criticar tudo o que a MB tentou fazer.___ É cômico pensar que uma Marinha não quer ter meios de combate novos.___ Mas querer fazer é poder fazer, e poder fazer é $$$$$$.___ Hoje vi uma reportagem falando que calculando “por baixo” o volume de dinheiro na lavagem, que envolve declarações fraudulentas de ganhos empresariais e de traficantes é estimado em 5 bilhões ao ano.___… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Kemen
Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Kemen
1 mês atrás

Arrumariam um jeito de gastar esses bilhões e continuar com a sucata. Sua inocência é louvável, porém sugiro pesquisar o passado remoto e o recente para ver o “modus-operandi” da galera

Last edited 1 mês atrás by Luiz Antonio
fewoz
fewoz
1 mês atrás

Alguém consegue me explicar qual a real utilidade da modernização destes aviões? Pois para nós, leigos, o ponto positivo parece ser manter a Embraer ocupada…

Last edited 1 mês atrás by fewoz
Nilson
Nilson
Reply to  fewoz
1 mês atrás

Com eles a Marinha pode continuar a voar e fazer reconhecimento e apoio aéreo (com bombas burras) para forças do Exército e Fuzileiros, ou ataque a eventuais colunas invasoras ou instalações inimigas mal defendidas. Também ataque a navios mal armados que quisessem invadir nosso mar. Basicamente, por ora é isso.

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

A Índia está descomissionado o NAe dela.
Não seria uma boa apçao para a MB ?
Sério, não é ironia ou sarcasmo, levando em consideração que não vamos construir um NAe nos próximos 30 anos, não tem opções ocidentais para compra de oportunidade, só resta esse Nae Indiano !

Flanker
Flanker
Reply to  Foxtrot
1 mês atrás

Qual navio indiano??

Foxtrot
Foxtrot
Reply to  Flanker
1 mês atrás

O antigo Kunestsov caro Flanker.
Se a Índia comprou, modernizou então é Indiano!
Não é assim com o Brasil também ??

DanielJr
DanielJr
1 mês atrás

Isso se transformou em um desperdício de dinheiro. Além dos A4, tem a outra aeronave de transporte que a marinha está pagando para modernizar e não irão usar em porta aviões. Considerando que a Marinha só possa utilizar caças “navalizados”, não sei se é verdade, deveriam partir para um pequeno lote de F18 usados ou novos. São Pedro D’aldeia seria a base principal e mais alguma no Nordeste, se dividisse alguma base com a FAB no nordeste seria melhor ainda, custos menores, seria como uma base de desdobramento ou temporária, não sei o nome disso. Os F18 fariam missões partindo… Read more »

Carlos de freitas Pietro
Carlos de freitas Pietro
1 mês atrás

Boa noite, estão botando dinheiro fora com estas modernizações.

Tallguiese
Tallguiese
1 mês atrás

Da pra operar caças navais baseados em terra, temos São Pedro da Aldeia, se a marinha quiser continuar a operar e não perder seus pilotos de caças não vai ter outro jeito, vão ter que adquirir os F-18 mesmo via FMS se for o caso. Assim e o que tem de nave disponível mercado agora ou então é esperar a vida útil dos A-4 acabar e ficar sem aviões de novo!

Johnny
Johnny
1 mês atrás

Ja que a MB gosta tanto desses “modernos equipamentos”, trader com cara de P 16, skyhawk e sabe-se la o que mais vao adquirir no futuro, eles bem que podiam ficar com os sherpa do EB. Sera que deu tempo de cancelar a compra?

Alem
Alem
1 mês atrás

Risos

Johnny
Johnny
1 mês atrás

Essa eh a pintura definitiva?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Johnny
1 mês atrás

Olá Johny. Esta cor amarela é a pintura de proteção contra a corrosão. A pintura definitiva dos aviões da MB é cinza que será aplicada sobre esta pintura amarela.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 mês atrás

Creio que a única função desses aviões e manter a aviação naval ativa para no futuro não partir do zero quando viermos a ter um porta aviões e caças novos!

Sergio
Sergio
1 mês atrás

Eu vi que a conversa ai embaixo (ou em cima hehehe) saiu do âmbito do AF-1C para o NAe…..Mas porque o Brasil precisa de um NAe se temos uma bateria de “Matadores” Astros AV-TM 300 que cobrem toda a área da Amazônia Azul sem falar nos espetaculares Gripens que estão chegando ????
Tudo bem…não teríamos projeção internacional, fora dos nossos limites territoriais….mas isto não é o que nos interessa no momento…..

TeoB
TeoB
1 mês atrás

minha visão, pega todos os A4 e vende pra argentina em troca de grãos, já que $$$ eles não tem, para a MB só de se livrar dos custo já é lucro além disso a MB pega o orçamento e direciona para pegar a aviação de patrulha que está na FAB
depois organiza e encomenda 24 super tucanos da Embraer em uma versão de patrulha / caça naval, a Embraer precisa de uma encomenda dessa e a MB vai ter um avião de treinamento para manter a doutrina de caça deles além de uma patrulha muito mais efetiva…

_RR_
_RR_
1 mês atrás

Prezados, Em uma situação onde não haja a presença de um NAe, ainda há possibilidade de atuação para o “Scooter”. Lembremos que 99% das marinhas do mundo sequer tem um navio capaz de atuar como controle de área marítima, e estariam desprotegidos em relação a qualquer poderio aéreo. Observem que qualquer vaso sem a devida proteção aérea, por mais sofisticados que sejam seus sistemas defensivos, ainda estará limitado ao horizonte de observação de seus sensores, havendo o gap natural provocado pela curvatura da terra, que é evidentemente utilizável por uma aeronave para aproximar-se sem ser localizada. Falando especificamente do meio…… Read more »

_RR_
_RR_
Reply to  _RR_
1 mês atrás

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_RR_
_RR_
Reply to  _RR_
1 mês atrás

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Satyricon
Satyricon
Reply to  _RR_
1 mês atrás

_RR_, concordo plenamente. Só acrescento que a MB já opera o Penguin, logo, seria lógico usá-lo como arma ASuW.

IBIZ
IBIZ
1 mês atrás

Como é? Ainda estão desperdiçando verba pública com isso? Melhor poupar dinheiro para ressuscitar a força aeronaval brasileira com a aquisição/construção de um novo porta-aviões ou aquisição de aeronaves de caça capazes de operar no PHM Atlântico como Harries usados ou quem sabe (não custa sonhar, ainda!) F-35 navais!

Last edited 1 mês atrás by IBIZ
_RR_
_RR_
Reply to  IBIZ
1 mês atrás

IBIZ, Operar aeronaves V/STOL no PHM Atlântico seria extremamente difícil… O navio não foi lá muito bem pensado pra isso. Mesmo se considerarmos um punhado de aeronaves Harrier que não estejam absolutamente surradas, seria impossível opera-los de forma satisfatória sem um sky jump. Aliás, acho ( “acho” por não sabe mesmo, confesso… ) que mesmo o convoo não é preparado para esse tipo de operação, isto é, para resistir aos gases de escape, o que seria especialmente verdade no caso do F-35B. No mais, o Skyhawk pode não ser o melhor dos mundos, mas se conseguiu ao menos uma aviação… Read more »