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Força Aérea Francesa treina ataque nuclear de longo alcance

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Rafale com o míssil nuclear ASMP
Rafale com o míssil de cruzeiro nuclear ASMP

A Força Aérea Francesa realizou com sucesso uma missão de ataque nuclear, enviando aeronaves em uma missão de 11 horas para lançar um míssil de cruzeiro nuclear através de defesas aéreas inimigas simuladas e atingir as areias de uma área de testes ao sul de Bordeaux.

A missão de 4 de fevereiro, anunciada pelo Ministério das Forças Armadas como “representante da operação”, apresentava um caça Rafale lançando um míssil ASMP-A, fabricado pela MBDA. Autoridades projetaram o exercício para incluir “todas as fases características de uma missão de dissuasão nuclear”, incluindo o sucessivo reabastecimento com aviões-tanque C-135 e A-330 antes de lançar o míssil – sem uma ogiva nuclear – em uma área de teste de mísseis perto da cidade de Biscarrosse.

“Este sucesso reforça a credibilidade técnica e operacional da dissuasão que o componente aerotransportado tem mantido continuamente através da Força Aérea desde 1964”, diz um comunicado do Ministério das Forças Armadas de 5 de fevereiro.

Além da capacidade de dissuasão aérea, os militares franceses têm submarinos capazes de disparar mísseis com ogiva nuclear.

O teste de segunda-feira veio dias depois que a Rússia e os Estados Unidos disseram que abandonariam um acordo fundamental de controle de armas que manteve a Europa livre da ameaça de armas nucleares de alcance intermediário por décadas.

Em um aparente esforço para conter o surgimento de um movimento de retaliação dirigido à Rússia, a declaração do ministério francês enfatiza que a missão de teste havia sido planejada há muito tempo.

“Não há razão para acreditar que o momento do teste tenha sido devido a qualquer outra que não operacional ou técnica”, concordou Bruno Tertrais, vice-diretor do centro de estudos da Fundação para a Pesquisa Estratégica, em Paris. Ele disse que testes semelhantes ocorrem aproximadamente uma vez por ano.

“A alternativa teria sido cancelar o teste por medo de que fosse entendido como resposta às suspensões da INFT – isso teria sido bastante ridículo”, disse Tertrais ao Defense News, usando a abreviação do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário de 1987.

Rafales com mísseis ASMP

FONTE: Defense News

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Alex Nogueira
Alex Nogueira
1 ano atrás

Incrível o design desse míssil (ASMP).

Sérgio Santana
Sérgio Santana
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Concordo, Alex Nogueira

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Não esquecendo o avião ^^

Denis
Denis
Reply to  Peter nine nine
1 ano atrás

Concordo. É um dos mais lindos de todos os tempos.

Luiz
Luiz
1 ano atrás

De q adianta tudo isso se os russos podem pulverizar a França qdo quiserem

Bosco
Bosco
Reply to  Luiz
1 ano atrás

Só que não sobraria muito da Rússia pra comemorar depois.

Milton dos Santos
Milton dos Santos
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Só tem um problema. A Rússia tem quase 9 mil ogivas. A França só tem 250.

Ricardo
Ricardo
Reply to  Luiz
1 ano atrás

Não sobraria muito de ninguém. Nem a América sobreviveria a uma ataque russo. Ademais isso não interessa a absolutamente ninguém.

tony
tony
Reply to  Ricardo
1 ano atrás

A America sofreria grandes estragos em caso de ataque nuclear russo , mais não seria eliminada, ainda sobraria muito dela de de suas lideranças, mas a Russia sim, seria vaporizada do mapa !!!!!

Sérgio Santana
Sérgio Santana
Reply to  tony
1 ano atrás

Nada disso. A liderança russa também sobreviveria. O mesmo se aplica às demais potências nucleares. Todas tem abrigos…

Flanker
Flanker
Reply to  Luiz
1 ano atrás

De que adianta a Rússia desenvolver qualquer arma se pode ser pulverizada quando os EUA ou qualquer outra nação nuclear quiser? A sua afirmativa vale para qualquer país! Eita, mas esse fanatismo é phoda!!

José
José
Reply to  Flanker
1 ano atrás

O cego não sabe o caminho em que anda,porém o pior cego é aquele que é preso ao fanatismo,pois ele o cego fanático só ¨vê¨ unilateralmente.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  Luiz
1 ano atrás

Recomendo ler sobre a “MAD”, uma doutrina militar que talvez tenha mais idade que o seu Pai.

Milton dos Santos
Milton dos Santos
Reply to  Luiz
1 ano atrás

Nesse caso, a vantagem é do lado da Rússia que ainda tem 72 submarinos de ataque com vários mísseis nucleares. A França é um pais pequeno o que tornaria mais rápido sua aniquilação. A Rússia tem um território quase 10 vezes maior que a França. Para aniquilar a França bastaria pouco mísseis nucleares. Nem misseis de cruzeiro e hipersônico a França ainda possui.

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
1 ano atrás

Em um aparente esforço para conter o surgimento de um movimento de retaliação dirigido à Rússia, a declaração do ministério francês enfatiza que a missão de teste havia sido planejada há muito tempo.

hum hum.

GripenBR
GripenBR
1 ano atrás

Este avião e bonito, elegante e letal!

GFC_RJ
GFC_RJ
Reply to  GripenBR
1 ano atrás

Concordo em gênero, número e grau.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Quem tem capacidade de dissuasão, tem capacidade e pronto! O resto?! Aeroclube!

Jeff
Jeff
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

Concordo. Difícil alguém se meter a besta se você tem bala na agulha. Pena que o Brasil deixou de pesquisar e projetar armas nucleares.

Doug385
Doug385
Reply to  Jeff
1 ano atrás

No caso, a dissuasão nuclear é a verdadeira bala de prata.

teropode
Reply to  Doug385
1 ano atrás

Engatilhada para a própria cabeça, aliás a roleta se chama russa não é atoa .

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Jeff
1 ano atrás

Na época da construção das usinas nucleares de geração de energia, no final da década de 1970, já sofremos embargo dos EUA, imagine se tivéssemos intenção de construir armas atômicas…

Adriano Madureira
Adriano Madureira
Reply to  Clésio Luiz
1 ano atrás

Os indianos sofreram embargos e mesmo assim seguiram livremente, eu acho que o problema do Brasil em caso de embargo, seria falta de persistência para seguir adiante, iria baixar a cabeça como um franguinho

fewoz
fewoz
Reply to  Adriano Madureira
1 ano atrás

Vocês devem lembrar que Brasil e Argentina tinham mútua desconfiança com relação a seus projetos nucleares. Para apaziguar isso, foi criada a Agência Binacional de Inspeção Nuclear. Este é o motivo principal. A desconfiança não era positiva para nenhum do dois (já temos muitos problemas para enfrentar, certo?). Felizmente o Brasil está livre disso, e acho a melhor decisão. Nosso país não tem dinheiro para tal preocupação. Temos coisas mais importantes para resolver, e tentar retomar qualquer coisa agora seria estupidez. Mas imagino que exista o conhecimento técnico (A exemplo de países como Japão, da já citada Argentina, Canadá…)

WFonseca
WFonseca
Reply to  Jeff
1 ano atrás

E eventualmente iríamos lançar nossas bombas contra quem? “contra qualquer um que ameace nossa soberania” – Beleza, mas ficaria assim “de boa” ou haveria risco de sofrermos retaliação também nuclear?
Capacidade de ataque nuclear automaticamente o torna um alvo nuclear, sem falar que já temos armas de destruição em massa: funck, analfabetismo funcional, corrupção, falta de seriedade, procriação irresponsável etc…

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  WFonseca
1 ano atrás

políticos, pt ……

Paulo1
Paulo1
Reply to  Saldanha da Gama
1 ano atrás

E o Queiroz? Flávio?

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Paulo1
1 ano atrás

Eles não teriam ascendido ao poder se não tivesse havido uma depredação institucional de 2003 a 2016, como bem asseveraram os irmãos Gomes.

Ps: Gaby mostrou a que veio..rs!

Paulo1
Paulo1
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

De um lado pode do outro não, porém não vêm ao caso, deixa o garoto ele se atrapalhou coitado. A Gaby vai virar “minixtra da justissa”. Pau que bate em Chico não bate em Francisco. Eu tenho até medo.

Jacinto
Jacinto
Reply to  Jeff
1 ano atrás

Uma piada que eu costumo contar é que o Brasil já tem uma bomba nuclear: ela se chama Angra 3

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Destruição multua garantida!

Humberto
Humberto
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

O Conceito de MAD (Mutual assured destruction) é algo mais refinado, a França não tem capacidade de destruir todos os grandes objetivos da Russia (veja bem não estou menosprezando a capacidade deles), já os EUA e a Russia tem a capacidade de destruição mútua, ou seja, se você me atacar, posso deixar você nas cinzas. Este equilíbrio não permitiria um pais aventurar em atacar o outro, pois seria uma guerra sem vencedores. A teoria faz sentido nos EUA (pois tem no DNA a competitividade) já na Russia faz algum sentido pois eles são mais pragmáticos (para que atacar se não… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Humberto,
Pelo menos um submarino SSBN clase “Le Triophant” com 16 SLBM, cada um com 6 MIRVs, fica em patrulha constante. São 96 ogivas nucleares de uso imediato.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Raciona um pouquinho mais comigo!
Se eu não estiver “muito” enganado a França é integrante da Otan certo?! E por se por infecilidade do planeta a França tiver que trocar uns tiros nucleares com a Rússia você acha que seriam desiguais as respostas da Otan!?!
Sugiro que não “foque” seu raciocínio somente no que o rafale pode carregar no cabide central!

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Humberto
1 ano atrás

Tático e estratégico quando tiveres um tempo dá uma olhada na diferença!

ugo
ugo
Reply to  Humberto
1 ano atrás

erro, EUA Rússia e França possuem a capacidade do MAD, França tem 300 ogivas nucleares (150 de uso imediato submarino + rafales e 150 pronto em poucos minutos) ! é o suficiente para destruir toda a Rússia ! então, você esquece dados importantes : 1 ogiva nuclear francesa = 100 vezes Hiroshima ! 300 ogivas = 30 000 cidades como Hiroshima ! vai surpreender, mas é mais fácil destruir a Rússia do que a França porque a França é o único país do mundo onde o sol nunca se põe com 13 fusos horários e o maior território marítimo do… Read more »

Leth
Leth
Reply to  ugo
1 ano atrás

Me explica a mágica: como destruir 100 cidades como uma única ogiva? Tzar Bomb?
Errou feio: Little Boy 15kt, TN 80/81 (francesa) 300kt; só 20x mais. O raio letal da ogiva francesa é apenas aprox. 100% maior que a bomba de Hiroshima. Nem 20x maior.
Uma TN80/81 mal conseguiria destruir Moscou.

E outra, quem vai perder tempo atacando colônia francesa no Pacífico?

ugo
ugo
Reply to  Leth
1 ano atrás

relevante ! A Rússia é o maior país do mundo, mas quase um terço do país é habitado ! Assim a área a ser destruída é de cerca de 7 milhões de km² (menor que o Brasil) ! Além disso, 95% dos russos vivem em uma área de 3 milhões de km² (3 vezes menos que o Brasil) ! Em seguida, a França agora tem um GPS 10 vezes mais preciso que o GPS americano (Galileo, controlado pela França e pela Alemanha). A França terá como alvo as cidades e instalações nucleares nesta área, você sabe Chernobyl, em seguida, imagine… Read more »

ugo
ugo
Reply to  Leth
1 ano atrás

Eu esqueci, você está errado uma ogiva francesa é 10x mais poderosa que Hiroshima não 20x
Mas se Little boy tivesse explodido na altura certa, teria feito 10 vezes mais dano !
Então uma ogiva 10 vezes mais forte explodindo na altura certa = 100x mais. Além disso, Little Boy = bomba A / ogiva francesa = bomba H ! E bomba H = temperatura, ondas de choque e radiações mortais mais fortes em potência igual

Milton dos Santos
Milton dos Santos
Reply to  ugo
1 ano atrás

Discordo. A Rússia sozinha tem mais de Nove mil ogivas, 72 submarinos de ataques nucleares que somando tem ultrapassa mais de 800 ogivas nucleares no mar. Além disso é o pais que tem mais míssil nucleares ,pesados de longo alcance do mundo. Soma tudo os novos mísseis de cruzeiros que podem se converterem em nucleares , e agora, os mísseis hipersônicos.Em resumo, desde da antiga URSS a França nunca foi nada perto da Rússia. Sem contar que falta a França BOMBARDEIOS NUCLEARES E PESADOS do tipo TU-160 que a Rússia possui. Em tecnologia nuclear a França é franca contando apenas… Read more »

ugo
ugo
Reply to  Milton dos Santos
1 ano atrás

Milton, A Rússia tem mais de Nove mil ogivas mas apenas 1800 são utilizáveis ​​porque mais de 7000 são armazenados sem mísseis para lançá-los (como os EUA). Então, em caso de ataque nuclear = 1800 ogivas russas VS 300 ogivas francesas! 95% dos russos vivem em uma área de 3 milhões de km² (3x menor que o Brasil) e 300 ogivas são suficientes para destruir cidades e instalações nucleares nesta área (Chernobyl é apenas um reator, então imagine uma ogiva francesa que explode todos os reatores de uma usina nuclear)! Agora, imagine a explosão de todas as usinas nucleares russas,… Read more »

Bosco
Bosco
1 ano atrás

Apesar de pouco alarde a tecnologia francesa de míssil de cruzeiro supersônico baseada na propulsão ramjet aparenta ser mais refinada que a tecnologia russa, chinesa e indiana.

Doug385
Doug385
1 ano atrás

Que aeronave bonita. Esses gauleses sabem fazer um avião bonito.

Bosco
Bosco
Reply to  Doug385
1 ano atrás
Humberto
Humberto
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Concordo 100%.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Eu ri hahaha!

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Kkkk….. Bosco…. ^^

ugo
ugo
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco se os engenheiros franceses fazem isso, há razões : 1 você ganha muito peso (motor da sonda) 2 você elimina uma possível falha no mecanismo (muitos aviões têm esse problema e precisam cancelar a missão) 3 reabastecimento mais rápido (um avião é vulnerável durante o reabastecimento) 4 melhor eficiência operacional (mesmo sistema francês para todos os aviões e pilotos) 5 este sistema não diminui a capacidade ou a velocidade e não aumenta a assinatura do radar 6 a Força Aérea Francesa é a mais antiga do mundo e o Rafale está invicto em combate: Rafale vs US Air Force… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  ugo
1 ano atrás

Ugo,
Concordo com tudo que disse… mas ainda assim é feio.
O sistema de receptáculo e lança da USAF tem tudo isso que você citou e é bonito. rsrsss

ugo
ugo
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco,
Eu nunca disse que o sistema americano é ruim mas para mim o sistema francês é mais confiável e eficiente.
Desde a derrota do F22 Raptor, a USAF se recusa a enfrentar a França em competições internacionais, é estranho !
E não é o F35 que vai mudar esse fato, o F35 foi humilhado pelo F16 e o ​​F16 foi humilhado pelo Rafale nos EUA !

teropode
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Sério ,a sonda da um charme despretensioso, seria como aquele bracinho do lado de fora da janela de uma Ferrari , as mina adoram . Embrulhe 12 que já envio o endereço pra entrega .

Ivammc
Ivammc
1 ano atrás

A primeira imagem eu jurei que era o Gripen NG. Tenho q mudar os óculos.

Ivanmc
Ivanmc
1 ano atrás

A primeira imagem eu jurei que era o Gripen NG. Tenho q mudar os óculos.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Ivanmc
1 ano atrás

Então tenho que mudar tambem, pois achei a mesma coisa.

Ivanmc
Ivanmc
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

É isso mesmo, Willber Rodrigues. Isso que, fui no oftalmo há 2 meses e não fiz os óculos novos, ainda. Saí do trabalho, passei no mercado, cheguei em casa, fui ver o site, sempre já é religião, quando olhei, bah! Tá meio gigante aquele gripen. Kkk Já estou chegando na terceira idade, sem ofensas. kkk

Tallguiese
Tallguiese
1 ano atrás

Como é lindo esse avião!

teropode
Reply to  Tallguiese
1 ano atrás

Realmente ele é o mais belo dos Deltas ,

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Uma pergunta técnica, quais as potências da OTAN também possuem essa capacidade de lançamento de mísseis com ogivas nucleares?

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Se eu não me engano, só França e Reino Unido.

Renato Cunha
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

França não faz parte da OTAN!

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Renato Cunha
1 ano atrás

Renato…. Que?? What??? França não faz parte da OTAN/NATO??? What????
What?
Que?
What?
Que?….
….



What?

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Peter nine nine
1 ano atrás

Whaaattttt?

Leth
Leth
Reply to  Peter nine nine
1 ano atrás

de 1966 a 2008 a França não fez parte da estrutura de comando da OTAN.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Leth
1 ano atrás

A França nunca saiu “mesmo” da NATO: “Depois de 43 anos com um estatuto própio na NATO, a França prepara-se para regressar ao comando integrado da Aliança Atlântica. A decisão de Sarkozy gerou polémica e mereceu a oposição do Partido Socialista Francês. Membro fundador da Aliança Atlântica em 1949, a França nunca abandonou politicamente a NATO. Mas em 1966, em plena guerra fria, o general De Gaulle ordenou a saída da França da estrutura militar da aliança. Consequentemente, a França retirou do seu território todas as forças e bases aliadas, a fim de garantir a soberania francesa. A mudança foi… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Antunes, Se você se refere a um míssil nuclear ar-sup, só a França o tem. O RU só a partir de SLBM lançados por submarino. A França tem SLBMs e esse ar-sup.
Claro, fora os EUA que também tem mísseis ar-sup nucleares.
Já alguns países da OTAN têm bombas nucleares B-61, num sistema de chave dupla com os EUA.

ugo
ugo
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Potências da OTAN com essa capacidade de lançamento de mísseis com ogivas nucleares : só EUA e França (terra mar e ar) !
Existe também o Reino Unido mas o Reino Unido usa mísseis dos EUA e deve obter acordo dos EUA (e só do mar) !

Bosco
Bosco
Reply to  ugo
1 ano atrás

Ugo,
As ogivas dos mísseis Trident britânicos são construídas no RU e os mísseis não precisam de autorização americana para serem lançados.

ugo
ugo
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, é verdade, ogivas britânicas são construídas no Reino Unido ! Mas, para ser uma verdadeira potência nuclear, também é necessário saber como fabricar mísseis balísticos e submarinos nucleares ! Mas, ao contrário da França, o Reino Unido nunca conseguiu fazer mísseis balísticos ! Como resultado, todos os mísseis Trident são fabricados nos EUA ! Além disso, ao contrário da França, o Reino Unido não sabe como miniaturizar um reator nuclear para colocá-lo em um submarino, e é a empresa americana General Electric que faz esses reatores nucleares nos EUA ! Assim, sem o apoio dos EUA, o Reino Unido… Read more »

Leonardo
Leonardo
1 ano atrás

Caça lindo

Gilmar
Gilmar
1 ano atrás

“O teste veio depois que Rússia e estados unidos disseram que abandonariam um acordo de controle de de armas…”
Este trecho da noticia induz a gente ao erro.
Na verdade foram os EUA que decidiram a abandonar este tratado. A Russia não queria que isso acontecesse e queria manter o acordo.

Victor Filipe
Victor Filipe
Reply to  Gilmar
1 ano atrás

Manter o acordo enquanto viola ele.

E S P E R T I N H A essa Russia em.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Victor Filipe
1 ano atrás

True, victor, mas EUA também são E S P E R T I N H O S…. em

teropode
Reply to  Gilmar
1 ano atrás

Ce ta doido? Os EUA saíram oficialmente , os russos saíram antes na costumeira trairagem.

Alfredo RCS
Alfredo RCS
1 ano atrás

Eu acreditava que, devido a eficacia das defesas antiaereas atuais, os ataques nucleares por aviões ja estava superado…mas a eficacia dos Pantsir (e as outras defesas aereas, mesmo de longo alcance) me fez mudar radicalmente de opinião.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

THAAD que o diga

Alfredo RCS
Alfredo RCS
Reply to  Filipe Prestes
1 ano atrás

Imagine entao a eficacia de um sistema antimissil balistico baseado na tecnologia do pantsir…

Rodrigo M
Rodrigo M
1 ano atrás

E só para variar… Mais uma matéria que poderia ser comentada por adultos, se transforma em briguinha da turma da 5° série. O nível desse fórum definitivamente acabou.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Rodrigo M
1 ano atrás

Por favor, não resuma o Blog a essas pequenas picuinhas, afinal, todos aqui temos nossas preferências pessoais e de algum modo todos nós temos grande interesse por geopolítica e pelo mundo militar 🙂 .

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

Dando recadinho para Rússia e China…

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
1 ano atrás

Não seria melhor lançar esses tipos de misseis a partir de silos que de aeronaves? O risco de adentrar em território inimigo, quantidade de aeronaves envolvidas (caças, transportadores dos misseis, reabastecedores, C-SAR, etc) o custo não é muito mais dispendiosos e a efetividade menor?

Bosco
Bosco
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Fligth,
Ter esse tipo de arma faz aumentar a flexibilidade de uma força de dissuasão. Tendo só um submarino em patrulha o país ficaria vulnerável se por acaso ele sofresse um acidente.
E também há uma série de situações onde o uso de mísseis balísticos não seria adequado, por exemplo, o ataque a países não nucleares, etc.
Não há S-300 e S-400 defendendo cada um dos milhares de alvos potenciais de um míssil desses.
Vale salientar que os franceses já desenvolvem o míssil que irá substituir o ASMP-A, que terá 1000 km de alcance e Mach 7.

rodrigo
rodrigo
1 ano atrás

A Africa do Sul deve usar a mesma tatica com suas bombas nucleares nos Gripens.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
Reply to  rodrigo
1 ano atrás

Africa do Sul?!? E desde quando Africa do Sul tem armas nucleares?!?

Augusto L
Augusto L
1 ano atrás

Com os russos empregando uma pesada IADS, contando com sistemas Hi-end, como S-400, entre outros, o ASMP não tem a mesma capacidade de penetração como antes. Nos anos 90 um missil Mach 3 como ele, era praticamente imbativel para qualquer defesa aerea. Os EUA tinha antes do tratado de controle de armas o SRAM que era Mach 3, e estavam desenvolvendo o SRAM II, que seria High Supersonic ( Mach 4-5) Eu acredito que o a versão mais nova do AMSP, o ASMP-4 seja High Supersonic, mais ainda precisará mais do que um missil por alvo para penetrar as defesas… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

Um país, qualquer que seja (principalmente grande como a Rússia) não tem densidade de defesa capaz de cobrir por igual todos os seus alvos de alto valor que possam ser atacados por um míssil desses.
Defender um país é muito diferente do que defender um grupo de batalha de porta-aviões , que é onde existe a maior densidade de defesa imaginável.
De certo que um míssil de baixo RCS (ou stealth) voando colado ao solo tem maior chances de sobreviver contra alvos de longo alcance, mas para alvos a “queima roupa” um míssil Mach 3+ pode ser muito útil.

Bosco
Bosco
1 ano atrás

Seria fácil para a França desenvolver um míssil antinavio supersônico a partir desse ASMP, mas isso nem sequer é cogitado, o que não deixa de ser um curioso, principalmente frente ao discurso russo que velocidade faz toda a diferença no quesito “letalidade” contra navios.
Só de curiosidade, no Ocidente atualmente só há 3 mísseis aspirados supersônicos em operação: O ASMP (francês), o Coyote (americano) e o Meteor (europeu).
Com exceção destes todos os outros utilizam motores foguetes sólidos para a velocidade supersônica.

jose
jose
1 ano atrás

leva 11 horas indo e voltando etc e tal… e quem defende o abastecedor?