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Alemanha oficialmente descarta o F-35 como substituto do Tornado

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Conceito do F-35 da Luftwaffe

COLONIA, Alemanha – O Ministério da Defesa da Alemanha descartou oficialmente o caça de ataque conjunto (Joint Strike Fighter) F-35 como uma opção para substituir sua envelhecida frota de Tornados, informou o Defense News.

Um funcionário do ministério confirmou que o F-35 não é um dos finalistas da competição, que busca um substituto para a frota de 90 jatos. A notícia foi relatada pela primeira vez pelo site alemão AugenGeradeaus.

O movimento não é de todo surpreendente. Berlim há algum tempo favoreceu oficialmente uma versão atualizada do Eurofighter Typhoon de quarta geração, construído por um consórcio da Airbus, Leonardo e BAE Systems, como substituto do Tornado. O principal argumento é manter as empresas europeias envolvidas na construção de aviões de combate e, talvez mais importante ainda, evitar incomodar o atual momento franco-alemão de cooperação em matéria de armamentos.

No entanto, a decisão deixa em aberto a questão da certificação de armas nucleares. O Typhoon não é certificado para transportar as bombas nucleares fabricadas nos Estados Unidos, que a Alemanha, como parte de sua postura estratégica, deve ser capaz de carregar em seus jatos.

Competindo contra o Typhoon está o F/A-18E/F Super Hornet da Boeing.

Antes que o MoD alemão confirmasse que o F-35 estava oficialmente fora da disputa, a Reuters informou na quinta-feira que o ministério estava considerando dividir a compra entre o Typhoon e o F-35 ou Super Hornet.

A encomenda do Typhoon e de um avião americano facilitaria o prosseguimento da missão nuclear da OTAN, ao mesmo tempo em que apoiaria a base industrial europeia. No entanto, isso poderia complicar a logística, adicionando mais despesas e forçando a Força Aérea Alemã a manter duas cadeias de suprimentos.

Uma aeronave de ataque Tornado da Força Aérea Alemã. A Alemanha planeja aposentar seus Tornados até 2025, e quer selecionar um substituto. (Foto da Luftwaffe)

Vale a pena notar que, apesar das reclamações sobre o custo de manter os velhos Tornados voando, manter-se um certo número deles sempre foi considerado uma proposta dolorosa, mas não impossível, entre alguns especialistas em defesa. Esse é especialmente o caso da missão nuclear.

“Não precisa ser um substituto nuclear do Tornado”, disse Karl-Heinz Kamp, presidente da Academia Federal de Políticas de Segurança, um centro de estudos do governo, ao Defense News em agosto passado. Ele observou que qualquer governo alemão é extremamente avesso à publicidade em torno dos possíveis bombardeiros atômicos de Berlim.

“É por isso que eles continuarão voando os Tornados, apesar do preço e apesar de terem perguntado sobre uma certificação nuclear do Eurofighter em Washington”, previu Kamp na época.

Autoridades de defesa alemãs na noite de quinta-feira enfatizaram que nenhuma decisão foi tomada além de reduzir o campo de jogo para o F/A-18 e o Eurofighter Typhoon. O Ministério da Defesa solicitará informações adicionais dos respectivos fabricantes, Boeing e Airbus, sobre as questões de operações, viabilidade econômica e cronograma, disseram essas autoridades.

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Sérgio Santana
Sérgio Santana
1 ano atrás

Alemães sendo práticos… Excelente medida !!!

MFB
MFB
Reply to  Sérgio Santana
1 ano atrás

Mas também temos de levar em consideração que é muito fácil ser “prático” quando a sua segurança é bancada por outra nação.

Kemen
Kemen
Reply to  MFB
1 ano atrás

Pelos paises que integram a OTAN inclusive os que dispõe de armas e vetores nucleares, quiz dizer o colega não?

MFB
MFB
Reply to  Kemen
1 ano atrás

Bem, se você comparar o poderio militar dos EUA com a soma de todos os outros países da aliança, eis sua resposta sobre quem protege quem.

Pedro nine-nine
Pedro nine-nine
Reply to  MFB
1 ano atrás

Desculpe, mfb diga lá isso outra vez que eu não percebi

Flanker
Flanker
Reply to  Pedro nine-nine
1 ano atrás

Simples! Veja as quantidades de equipamento dos EUA em solo europeu e compare com aqueles de outros países membros da aliança. Quem fornece mais equipamentos dentre aqueles participantes da OTAN?

Gustavo
Gustavo
Reply to  Sérgio Santana
1 ano atrás

Pois é, pra que abraçar uma bomba se pode tentar algo diferente? Eles tem o FCAS sobre a mesa e mesmo que custe mais, terá a tecnologia deles e de seu aliado maior na UE, sem falar que pode funcionar e não ser uma rainha de hangar. Não depende das maluquices de um topetudo e foge da grande incerteza do F-Bug. Os alemães só entrariam no F-35 o dia que ele tivesse todos seus problemas resolvidos e este é o grande problema, já custou muito e para zerar esses problemas custará muito mais, e ninguém sabe o quanto.

Elton
Elton
Reply to  Gustavo
1 ano atrás

As lembranças do F104 Starfighter ainda estão fortes

MGNVS
MGNVS
Reply to  Gustavo
1 ano atrás

Gustavo
Vai ae o meu like positivo pra vc!
E so pq vc disse algo verdadeiro entao os fanboys e F35zetes vao vir aqui negativar seu comentario.
Infantilidades de “feicebuque”.

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Sérgio Santana
1 ano atrás

Com certeza… pra que se iludir, afinal nao teria recursos nem para comprar e muito menos manter operacional.

Com as restrições orçamentarias que a Bundeswehr esta sofrendo, seria melhor pensar em adquirir o Super Tucano bem mais barato comprar e manter.

So tem que se preocupar que a Embraer possa tomar um calote.

Aerokicker
Aerokicker
Reply to  Paulo Costa
1 ano atrás

Vai lá adaptar o Super Tucano para lançar bomba atômica, vai dar super certo.

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Sérgio Santana
1 ano atrás

Americanos, russos e chineses optaram por aviões stealth para esse serviço. O Tornado é hoje, e aliás já há muito tempo, completamente incapaz de executar missões de interdição contra a Rússia (já sofreu na guerra do Golfo). O Typhoon não é muito diferente. Os alemães vão chover no molhado. Em vez de comprar mais Typhoons, que tal colocar para voar os que já tem?? A Luftwaffe lida há tempos com índices de disponibilidade inaceitáveis. Mais aviões pra que?

André
André
1 ano atrás

É, não dá para o f35 ganhar todas…ainda mais quando o maior fator de decisão não são as capacidades da aeronave.

“O principal argumento é manter as empresas europeias…”

Pedro nine-nine
Pedro nine-nine
Reply to  André
1 ano atrás

Empresas essas perfeitamente capazes.

WFonseca
WFonseca
Reply to  Pedro nine-nine
1 ano atrás

Capazes sim, competitivas nem tanto. Se capacidade fosse tudo os russos estariam voando e exportando SU-57.

Flanker
Flanker
Reply to  Pedro nine-nine
1 ano atrás

Perfeitamente capazes de que? Se defenderem totalmente sem depender de nada dos EUA? Então tá! Que os governos europeus digam para o governo dos EUA retirarem todas suas tropas e equipamentos do solo europeu e digam que podem, com certeza, se defenderem somente com o que eles projetam, desenvolvem, constroem e operam. E digam também que seus investimentos em defesa serão suficientes para tudo isso! Por que não fazem isso?

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  André
1 ano atrás

E bom lembrar que hoje, a alemanha e a frança sao governadas por globalistas entreguista que fazem oposição sistemática aos chamados governos nacionalista (EUA, Áustria, Brasil, Polônia, Itália e outros), então nem pensar em comprar F-35 dos EUA.

Marcio Cosentino
Marcio Cosentino
Reply to  Paulo Costa
1 ano atrás

Pelo texto os Globalista querem comprar produto próprio e os Nacionalista comprarem produtos de outro país… Semanticamente incoerente…

MGNVS
MGNVS
Reply to  Marcio Cosentino
1 ano atrás

Marcio Consentino
Eu ia dizer isso mas vc ja disse tudo.

Andre
Andre
Reply to  Paulo Costa
1 ano atrás

E eu achava que só os saudosos da URSS tomavam chá de cogumelos

Heitor
Heitor
Reply to  Paulo Costa
1 ano atrás

Sempre tem um olavinho colocando política em toda e qualquer decisão de um governo.. engraçado é que falam tanto da Europa mas na primeira chance… Já sabe né

leonidas
leonidas
Reply to  Paulo Costa
1 ano atrás

A Alemanha foi buscar (como se já não tivessem poucos) + de 1 milhão de muçulmanos, com a taxa de fetilidade deles em 30 anos eles serão 1/4 da população ou mais um pouco que isso.
Logo no médio / longo prazo paises como Alemanha/França/ Inglaterra terão uma agenda terceiro mundista para dizer o minimo…

Ricardo N. Barbosa
Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Venceu o lobby dos franceses e da indústria nacional (nada contra), perdeu a Luftwaffe. Imagine agora usar Typhoon ou F/A-18E/F (escolha mais provável) para o ataque nuclear tático com bombas dentro da IADS russa (missão apenas de ida). Os franceses, sabedores dessa realidade, usam um míssil para entregar a ogiva nuclear a fim de garantir a sobrevivência do Rafale.

Ricardo N. Barbosa
Ricardo N. Barbosa
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

O F/A-18E ou Typhoon ironicamente dependerão da USAF abrir caminho com seus F-35 em missões SEAD/DEAD.

Pedro nine-nine
Pedro nine-nine
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Ricardo não irão por@@ nenhuma porque ainda não se soluciounou nada ok? Quem sabe nao fazem igual aos franceses.

Gallina
Gallina
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Num ambiente com densas defesas integradas, nem o F-35 está “abrindo caminho”… Leiam análises do contexto de surgimento do PCA, para entenderem do que se trata. Hoje, ao que tudo indica, eles continuam não sendo detectados pelos radares de controle de fogo, na banda x, e só. No ambiente ar-ar faz uma grande diferença. Muito difícil deve ser travar um BVR contra algo que o teu radar de caça não consegue ver, confiando apenas no IRST ou em outros sensores “alternativos”. Mas há outras variáveis que ali também, arena ar-ar, podem mudar o jogo e, no mínimo, diminuir a vantagem… Read more »

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Na alemanha e frança nao estao se importando com ‘indústria nacional’ e sim com a indústria europeia, a máxima empregada por esses governos globalista e que a União Europeia se sobressaia e o conceito de nações, povos, idiomas, cultura local acabem.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Ricardo N. Barbosa
1 ano atrás

Ricardo, tu sabes disso, o nEUROn está aí para isto. No mais, este é um jogo que todos jogam. A escolha mais provável não é do F/A-18E/F e sim do Typhoon. O alemães estariam rasgando mais dinheiro ainda se fosse algo diferente disto. É uma questão de racionalidade pura e simples, sem paixões e/ou torcida. E, se fosse apenas para ter algo mais em conta, o melhor teria sido o Gripen, mas como este não teria condições para atender os requisitos nucleares, um possível opção pelo Typhoon é mais racional. De repente, quem sabe, adotando a mesma solução francesa do… Read more »

MGNVS
MGNVS
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

Wellington Góes
Concordo plenamente com sua analise.
Tbm vejo a situacao dessa forma.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

A diferença é que as bombas nucleares “alemaes” são propriedade americana.
eles homologam nas aeronaves que quiserem, ou seja, ou Alemanha escolhe uma aeronave americana ou fica sem capacidade nuclear.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

A realidade nunca é tão linear.
Hoje a capacidade nuclear da Alemanha, baseada nas armas americanas, é mantida a partir de aeronaves européias. Porque não poderá continuar a ser dessa forma?

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Augusto L
1 ano atrás

O Tornado é uma aeronave made in USA? Se eles não fizeram objeção antes, por que o fariam agora?
No mais, eles ficam sem capacidade nuclear, se quiserem, se não, a França não faria objeção, ainda mais para agradar um parceiro econômico, militar e industrial, se os EUA não quiserem, azar o deles, vão deixar os alemães no coloco dos franceses.

Rui Chapéu
Rui Chapéu
1 ano atrás

Azar o deles. Vão usar o que agora? Rafale? eiaheaiohaeoi

Seria engraçado se viessem a comprar o Rafale, seria um trunfo francês!

Rainman404
Rainman404
Reply to  Rui Chapéu
1 ano atrás

Se optarem pelo Rafale , será a opção mais sensata visto que já fazem parceria com os franceses no projeto do avião de 6 geração . Asim conseguem 3 vantagens relativamente aos aviões americanos, não dependem da tecnologia americana e não precisam, 2 o Rafale é capaz de satisfazer a lacuna do tornado ,já o provou nas guerras em que participou e por último é um avião credenciado para transporte de armas nucleares.

MGNVS
MGNVS
Reply to  Rainman404
1 ano atrás

Rainman 404

E só pq vc disse a verdade com boa argumentacao o pessoal veio aqui te negativar.
Isso pq vc foi contra o pensamento do rebanho de fanboys dos EUA .

Rainman404
Rainman404
Reply to  MGNVS
1 ano atrás

Será que é a Rússia o próximo inimigo dos alemães, eu não acredito e vivo na Alemanha.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Rainman404
1 ano atrás

Não satisfaria, pq não poderiam fazer a missão de dissuasão nuclear e nem fazer missões de supressão de defesa aérea contra a Rússia.
E o projeto de um avião stealth europeu não estará em operação até 2040, um gap de 20 anos.

Daglian
Daglian
1 ano atrás

Apenas mais um desdobramento da notória decadência das forças armadas alemãs. Não surpreende nos dias de hoje. Atualmente e, com essa decisão, pelos tempos futuros, a Luftwaffe terá capacidade muito inferior às forças aéreas do Reino Unido, França e Itália.

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Alemanha tem $$$, base tecnológia e industrial, e a tradição de fazer as coisas com qualidade.
Podem contar que o FCAS vai ser um ótimo caça de quinta geração.
.
Alguém pode me informar o que precisa certificar numa bomba de queda livre ?

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Pois é, as pessoas costumam ignorar esse fato.

kevinbuenuu
Reply to  Delfim
1 ano atrás

A Alemanha tem algum projeto de caça de 5° geração?

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  kevinbuenuu
1 ano atrás

Sim, junto com a Dassault. Tem matéria aqui no site a respeito.

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Rodrigo M
1 ano atrás

Mas na verdade ainda não é bem um projeto.. Tá mais para uma carta de intenções..

Rui Chapéu
Rui Chapéu
Reply to  Rodrigo M
1 ano atrás

Papel aceita tudo…

Agora fazer europeus se entenderem……………

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
Reply to  Rodrigo M
1 ano atrás

Vai de 10 a 15 anos para um novo caça bombardeiro ficar homologado e em operação efetiva (15 anos).

Rainman404
Rainman404
Reply to  kevinbuenuu
1 ano atrás

Não estão com um projeto de sexta geração com a Dassault.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Delfim
1 ano atrás

Mas vai ter dinheiro pra tudo isso?
É só ver o quanto custou/está custando o F35, e quanto tempo ele está levando pra ficar pronto. Desde a prancheta até hoje, e ele ainda tem vários problemas, o que necessita ainda mais dinheiro.
Além do mais, mesmo se o novo caça começar a ser projetado HOJE, quanto tempo demora pra ficar pronto? 10? 15 anos?
A Alemanha e França vão ter grana pra isso?

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Perfeito.

F 15NG é o melhor para eles.

Nilton L Junior
Nilton L Junior
Reply to  Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

O senhor é um fanfarrão.

Tiago
Tiago
1 ano atrás

Fico me perguntando o que sairia mais barato e menos complicado entre as opções restantes na shortlist dos alemães – manter duas cadeias logísticas ou tentar certificar esses mísseis nucleares pra esse Typhoon modernizado.

Flamenguista
Flamenguista
1 ano atrás

Talvez haja algum outro fator para essa decisão… Talvez o novo caça franco-alemao nao seja somente uma mera carta de intençoes!!

Adriano RA
Adriano RA
Reply to  Flamenguista
1 ano atrás

Também acho. É uma decisão política que visa a favorecer as empresas europeias. O Typhoon não é barato de comprar e operar, mesmo comparado ao F-35, além de que os custos de certificação para operar as nukes americanas será bem elevado. Finalmente, para essa missão de entregar pacotes em ambientes densamente cobertos pela AA russa….sou mais o F-35.

Kemen
Kemen
1 ano atrás

Os alemães não são bobos, exelente o rumo tomado, o Super Hornet ou o Eurofigther seriam a melhor escolha, principalmente no caso da Alemanha.

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Eles produzem o Typhoon, acho que nem o F-18 leva (servirá de baliza de preço). Decisão estratégica que preserva um excelente projeto que em teoria é capaz de executar as missões que os Tornados realizavam, com os bônus de muito mais eficiência técnica e operacional.

Junior
Junior
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Eu acho que o lobby americano vai falar mais alto na Finlândia Galante, quando o presidente finlandês visitou a casa branca ano passado o Trump anunciou do lado dele na coletiva que a Finlândia tinha adquirido super hornet, o presidente finlandês tomou um susto e depois quando voltava para casa teve que desmentir o Trump para os jornalistas finlandeses, levando em consideração da proximidade do Trump com a Boeing, dos finlandeses já usarem caças hornets e do Trump já ter mandado uma indireta para a Finlândia , creio que o palpite do Roberto é mais plausível de acontecer

Junior
Junior
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

A Saab tem que focar e mirar toda sua bateria de esforços para a Suíça, a disputa vai ser acirrada lá, o lobby francês com o Rafale é forte lá, o Trump também vai pressionar para a compra do super hornet levando em consideração que a Suíça já usa hornet, mas ainda assim creio que a Saab tem mais chances na Suíça do que na Finlândia

obs: Gostaria de entender esse fetiche do Trump pelo super hornet

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Junior
1 ano atrás

Pq vc acha isso? Eu acho que tão no mesmo nível. Inclusive não tem comparação as relações Suécia x Finlândia com Suécia x Suíça.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Boto o dobro na sua aposta, Galante

MGNVS
MGNVS
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Galante
Tbm acho q a Finlandia fica com o Gripen ja que ele é ideal para as caracteristicas geograficas do país principalmente pelo fato de poder usar pistas curtas.

teropode
Reply to  MGNVS
1 ano atrás

Vazio né! As características da Finlândia requer um caça robusto , capacitado para carregar mais armas e biturbinas, o Gripen é ótimo mas foi subdimencionado , ele não é um caça para o Cenário europeu ,

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  teropode
1 ano atrás

Explique oq são as características que vc cita, por favor

MGNVS
MGNVS
Reply to  Filipe Prestes
1 ano atrás

Filipe Prestes Se a sua pergunta sobre caracteristicas foi pra mim, entao elas se referem a geografia e clima da Finlandia que sao muito parecidos com os da Suecia e tbm pelo fato do Grippen ser preparado para decolar totalmente armado no QRA em pistas curtas e tbm todo tipo de terreno. A politica de defesa da Suecia tem esse padrao de alerta desde os anos 90 para a rapida interceptacao dos caças sovieticos. Os Grippen inclusive poderiam ser escondidos debaixo de pontes e viadutos para nao serem pegos de surpresa por um ataque blitzkrieg sovietico. Os Grippen podem decolar… Read more »

gordo
gordo
1 ano atrás

Nessa conta ai tem o fator geopolítico e econômico. O econômico diz que fazer um avião em casa gera renda, tecnologia e melhora em muito a auto estima, o outro diz respeito a quem vai ameaçar a Alemanha e Europa (OTAN) nesses próximos anos para justificar a compra em questão? A Rússia que não é, Ela quer é vender gás. Lá na década de 60 quando os Alemães tinham bons motivos para se preocupar e compraram algumas centenas de Lockheed F-104 Starfighter para se ter uma ideia do medo que pairava, hoje os tempos são outros, até o Trump tem(ou… Read more »

Elton
Elton
Reply to  gordo
1 ano atrás

O F104 foi uma das piores escolhas possíveis dos alemães que durante o seu tempo de operação causou muitas mortes de pilotos e acidentes .

Bispo
Bispo
1 ano atrás

Em vez de enfiar o pé na jaca….optaram por uma mistura de chucrute,espaguete,paella e Fish and Chips 🙂

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Bispo
1 ano atrás

Ler um comentário tão insignificante como este, sobre um caça de extremante eficaz e que possui uma capacidade somente inferior ao F-22. Me faz pensar como os brasileiros, que convivem com vetores de baixo desempenho, datados da decada de 70, tem alguma moral de falar das escolhas dos franceses, alemães, italianos e espanhóis. Se eles escolhessem operar os Tornados por mais 50 anos, ainda sim estariam anos luz das forças aéreas sul-americanas.
Faça me um favor !

Bispo
Bispo
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Lendo essa Verborragia….se conclui…. como tem humano(até prova contrária) que não consegue fazer uma mera interpretação de contexto, humor negro(vai pesquisar no google)..e já parte para agressão, sendo o limitado DNA familiar do mesmo, radiano para mensurar o que não compreende do mundo….tenta nascer de novo.

Fabio Jeffer
Fabio Jeffer
1 ano atrás

Acho que ta mais do que na hora de a União Européia seguir seus próprios passos na sua defesa e deixar de ser tão dependente de equipamentos e armas Norte-Americanas. Possuem tecnologia e pesquisas avançados, material humano e principalmente política e interesses diferentes dos EUA.

PauloSollo
1 ano atrás

Decisão absolutamente política. Como se sabe, o na época comandante da Luftwaffe, tenente-general Karl Muellner, foi demitido por manter a opinião de que precisavam de um caça de quinta geração para “satisfazer todas as nossas necessidades”. e manteve esta opinião mesmo sendo advertido de que se insistisse seria demitido. Mas os critérios técnicos foram subjugados pelo lobby da Airbus. E os alemães aceitaram uma posição de submissos coadjuvantes às determinações francesas no projeto SCAF. Lembremos que os francos pularam fora do Eurofighter porque queiram impor seus critérios acima de todos e assim o fazem nos projetos da Airbus.

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

Todas, absolutamente todas decisões são políticas, inclusive, para compra do F35

PauloSollo
Reply to  Jefferson Ferreira
1 ano atrás

Nem todas amigo. Por aqui felizmente prevaleceu a decisão técnica da FAB e não a negociata com a Dassô que o bebum presidiário queria levar a cabo.

Tiago
Tiago
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

Não discordo que a decisão final do FX-2 foi técnica, mas de certa forma, também foi uma decisão por “W.O.”. Lembra que a Dilma Rousseff praticamente tinha fechado o acordo com a Boeing pelos F/A-18? Que se não fosse a Wikileaks ter vazado dados de espionagem do governo dos EUA, alguns dos quais envolvendo o Brasil levaram a um incidente diplomático e que uma das consequências disso foi o recuo do negócio quase fechado com a Beoing?

No fim, o FX-2 por muito pouco não terminou em compra política.

Kommander
Kommander
Reply to  Tiago
1 ano atrás

Muito bem lembrado, Tiago. Me lembro como se fosse ontem que eu estava vendo o jornal e vi a notícia sobrr as dezenas de governos que os EUA espionavam/espionam. E pensar que a essa hora nós poderiamos estar voando de F-18.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  PauloSollo
1 ano atrás

Na esfera pública, sempre que há caminhos alternativos a serem adotados existe política.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Fala do Trump à Ângela!
” Agela você tem que fazer alguma coisa!”
Queimou o sabugo!!

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

Fala de Ângela à Trump!
“Sim claro que vou falar! Não gostei do seu F-35 e muito obrigada!”

Maurício.
Maurício.
1 ano atrás

Nem sempre o lobby americano vai ganhar, no novo kc americano, mesmo tendo um produto melhor e vencedor, no fim prevaleceu o lobby americano e a Airbus perdeu, agora foi a vez do lobby da Airbus dar o troco no lobby dos americanos, simples assim.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

Se a Alemanha for esperta, ela escolhe o Typhoon para substituir os Tornados. Ter muito material norte-americano é ficar à mercer do que os ventos soprados pelos EUA jogam suas caravelas, parafraseando, é claro!

WFonseca
WFonseca
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

É realmente, muita esperteza escolher um vetor de quarta geração pelo preço de um vetor de 5 geração. Typhoon Tranche 3A é um excelente caça, mas não cumpre as especificações de um F35.
Quanto a estar à mercê dos EUA, na França existe 9 lindos cemitérios com restos de 52.040 soldados americanos. Os EUA bancam 75% das despesas da OTAN, ou seja, enquanto a Europa faz política de paz e amor o cidadão americano paga até com a vida, aí fica fácil né? O Trump reclamou e parece-me com razão.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  WFonseca
1 ano atrás

Não mudo uma vírgula do WFonseca, enquanto a Europa (e o Brasil tbm), brinca de isentão o mundo fica cada dia mais sombrio! Liberdades, democracia, direitos iguais, direitos jurídicos e uma série de outros pilares fundamentais para o nosso estilo de vida parecem ter deixado de ser fundamentais inclusive para alguns comentaristas deste sítio!

Maurício.
Maurício.
Reply to  Carlos Gallani
1 ano atrás

Carlos, esses pilares que você citou, as grandes potências, inclusive EUA e Rússia, estão “k” e andando, basta olhar os aliados desses países, o que menos falta é ditadura, onde esses pilares estão muito longe de serem erguidos, não se deixe enganar com esse mundo sombrio que se aproxima, o mundo sombrio sempre existiu e sempre vai existir, as guerras passadas atestam isso, países têm interesses apenas isso.

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Maurício.
1 ano atrás

Não existe um santo, existe o menos pior e é preciso parar de relativizar antes que seja tarde demais!

Maurício.
Maurício.
Reply to  Carlos Gallani
1 ano atrás

Carlos, enquanto as grandes potências não pararem de relativizar, nada vai mudar, infelizmente.
Em relação ao menos pior, até isso é relativo, a liberdade americana em seu território é uma, já a liberdade tipo exportação americana é outra, quem vive sobre a ditadura de países aliados sabe muito bem disso, o jornalista saudita que o diga.

EduardoSP
EduardoSP
Reply to  WFonseca
1 ano atrás

França e EUA, uma aliança de 250 anos.

Matheus Santos
Matheus Santos
1 ano atrás

Esse papo de um país como Alemanha reclamar de “duas cadeias de suprimento” é dose.
Esse argumento é compreensível para orçamentos limitados.
Um avião que “faz tudo” faz “nada” direito.
Me pergunto: como nos anos 70 podia conviver tantos aviões diferentes e agora não.
Só um conflito nível Vietnã colocará a prova os projetos em vôo.
Afinal, foi o pós-Vietnã que mudou e moldou os caças americanos 14/15/16/18 e A-10. Além de blackhawk e apache.

Humberto
Humberto
Reply to  Matheus Santos
1 ano atrás

Um pouco de preciosismo. O F-15 não veio da lição da guerra do Vietnã e sim para sobrepujar os projetos dos novos caças da URSS (como o Mig 25), o F-16 de forma muito resumida, veio para tentar diminuir os custos dos caças (como o F-15 e um pouco do F-14). Claro, pegaram (F-15 e 16) as lições aprendidas da guerra do Vietnã, mas não foi o fator determinante Já o A-10 foi projetado para combater os blindados do Pacto de Varsóvia, pois a quantidade de blindados destes era muito maior que o da Otan. Já os helicópteros, sim, usaram… Read more »

Fernando Turatti
Fernando Turatti
1 ano atrás

O brasileiro tem algum problema de fabricação, precisamos de um recall. Querem empurrar o papo de que é melhor para os alemães comprarem um caça americano ainda não operacional ao invés de gastar esse dinheiro localmente e fortalecer a indústria que irá em breve ter seu próprio caça de nova geração…

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Fernando Turatti
1 ano atrás

Perfeito! Enquanto nossa política é de fabricar aqui por meio de ToT criticamos os países que preferem a prata da casa. Como diria o ditado, macaco não olha pro rabo mesmo.

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Excelente escolha ! Os Thyphoon dão conta tranquilamente dos Sukhois e Migs.
A manutenção dos empregos e desenvolvimento da sua indústria, são a decisão mais acertada .
Depender dos Estados Unidos não é uma opção racional.
Trump e suas grosserias públicas, em relação a baixa contribuição da Alemanha com a OTAN, contribuíram para o descarte do F-35.

Wagner
Wagner
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Desde o meio da SGM os europeus dependem dos americanos para sua segurança. O governo americano apenas está sendo claro: acabou a festa…

Flanker
Flanker
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Trump é um fanfarrão e falastrão, mas o que ele falou sobre a baixa contribuição da Alemanha para a OTAN não é nenhuma mentira! Os EUA cobteibuem mais para a Aliança do que todos os outros países somados. Eu, se fosse contribuinte americano iria querer que os EUA mudassem seu posicionamento quanto à OTAN. Mas, não sou norte-americano e nem quero ser….e nem europeu. Portanto, eles que se entendam!

Fenix
Fenix
1 ano atrás

Se eu fosse responsável pela defesa e pelas dimensões da Alemanha, compraria 12 F18 que agradar os EUA e a OTAN que tem a possibilidade de carregar a bomba nuclear, e duvido que chegaria esse ponto de utilizar, e adquiria 24 Gripen E para patrulhamento constante e interceptação, o 6 Gripen F para treinamentos e o restante do Thihpon 4 ou 4+. Compondo a espinha dorsao da frota.

Fenix
Fenix
Reply to  Fenix
1 ano atrás

Corrigindo o nome do caça Typhoon.
Porque O F18 foi um dos caças oferecido e homologado para carregar a bomba nuclear, que os EUA querem que a Alemanha tenha esse tipo de caça, esses caças iam ficar estacionados sem função pois não acredito numa guerra nuclear e se tiver a raça humana será extinta, por isso seria só uma quantidade de 12 F18. E o Gripen pela suas características que os senhores já conhece e o novo Typhoon que será a espinha dorsal. Minha opinião.

paddy mayne
paddy mayne
1 ano atrás

Um colega aqui sugeriu uma versão do F-15 e foi criticado. Mas eu pergunto, para quem está pensando em super hornet, por que não pensar em um strike eagle?

Wagner
Wagner
Reply to  paddy mayne
1 ano atrás

Boa…

JPC3
JPC3
1 ano atrás

Super Hornet?

Parece que eles estão mais preocupados com os custos operacionais em tempos de paz do que em tempos de guerra.

Ficar mantendo F-35 durante 30 anos para uma guerra com a Rússia, que provavelmente nunca vai acontecer, realmente não tem sentido.

De qualquer forma penso que vão de Eurofighter.

MGNVS
MGNVS
Reply to  JPC3
1 ano atrás

JPC3
Exatamente.
Ficar mantendo uma aeronave de alto custo durante mais de 3 decadas esperando por uma guerra que provavelmente nunca vai acontecer realmente nao tem sentido. A Russia nao é a URSS e tem muitos problemas com os radicais islamicos nas suas republicas do caucaso. E a Russia esta bem mais preocupada com a defesa do seu entorno ja que a cada dia que passa a OTAN e os EUA chegam mais perto das fronteiras de Moscow. A URSS sim tinha planos de invasao da Europa, hoje a Russia nao dispoe dessa capacidade e nem sequer cogita isso.

Fenix
Fenix
Reply to  MGNVS
1 ano atrás

Hoje as grandes potências sabem que se invadir um outro país vai ter que arcar com despesas humanitárias e sempre vai ter atentado contra seus ocupantes, gerando baixas e gastos, além de ter mais investimentos vão ter que indenizar também famílias dos militares, veja exemplos de conquistas e depois de anos caem ou se faz a retirada das tropas, e abandono da população,; Afeganistão pela Rússia e EUA com a OTAN, toda a URSS, Iraque, Síria e tantos outros, é muito melhor deixar uma nação dependente financeira que vão dominar politicamente do que pela força militar. E digo esse joguinho… Read more »

Frank Castro
Frank Castro
1 ano atrás

Porque não faz uma fabricação própria então ou compram su57

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Frank Castro
1 ano atrás

Mas isso é justamente o FCAS

teropode
1 ano atrás

Alemanha F18 . Suíça F18 . Finlândia F18 . Brasil (navy)F18.

Coutinho
Coutinho
Reply to  teropode
1 ano atrás

Miniatura de caça no quarto do teropode: F18
Desculpe. Não resistí.

MGNVS
MGNVS
1 ano atrás

Essa choradeira do Trump nao tem razao de ser. Se os EUA querem ser os xerifes do mundo, entao eles que banquem todos os gastos da OTAN e arquem com o prejuizo financeiro de suas intervencoes militares em outros países. A escolha mais certa para a Alemanha seria sim o Typhoon. Os exercitos do Pacto de Varsovia ja nao existem ha decadas, e hoje a Russia nao tem dinheiro e nem tem condicoes militares de uma “invasao” á Europa. Hoje a Russia foca mais na sua propria defesa em relacao aos EUA do que em uma “invasao” a Europa. E… Read more »

soldat
soldat
1 ano atrás

A Alemanha como um pais dominado(colonia), logicamente não precisar de forças armadas; Somente dos Anglos-Americanos e Franceses para em tese protege-los(união europeia)(maçônica).

Enfim o povo alemão não vai se deixar serem destruídos nuclearmente por causa dos Âmis e nem dos Anunnakis.

Em relação a matéria dane-se os F-35

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  soldat
1 ano atrás

voce se esqueceu de incluir os iluminati e os homens-lagarto extraterrestres na sua teoria conspiratória.

Flanker
Flanker
Reply to  soldat
1 ano atrás

Chega a ser cômica essa fixação que muitos tem com a maçonaria. Por acaso vocês acreditam wue os maçons são satanistas ou algo do tipo? Acham que a maçonaria é uma religião? E quanto à sua colocação de que a união européia é controlada pela maçonaria, sinto lhe dizer que, se fosse assim, o kindo inteiro é dominado pelos maçons, pois a maçonaria existe no mindo inteiro, literalmente!! Ah, antes que digam, eu não sou maçom. Mas, para quem quer conhecer de fato o que é, basta procurar e se informar. Na internet mesmo….nos lugares corretos, onde não haja opiniões… Read more »

Paulotd
Paulotd
Reply to  soldat
1 ano atrás

Não subestime a Alemanha. Se quiserem fazem um caça muito melhor que o F-35, o pais tem tecnologia e um parque industrial incrível, já provaram isso fabricando me-262 enquanto americanos copiavam os motores a pistão Merlin dos Ingleses.

Na minha opinião tanto o Japão quanto a Alemanha deveriam comprar o F-15X, além de ser um caça incrível e mais barato que o F-35, seria perfeito pra superioridade aérea, e ainda agradaria o Trump por comprar da sua queridinha Boeing. A Alemanha podria fazer um mix hi-low com os Gripen e F15-X

JPC3
JPC3
Reply to  Paulotd
1 ano atrás

Fazem um caça muito melhor que o F-35?

Claro só dar uns 40 bilhões de euros e esperar 15 ou 20 anos…

Nem o eurofigther eles conseguiram fazer sozinhos.

Wagner
Wagner
1 ano atrás

Enfim uma decisão inteligente por parte do desgoverno Alemão. Eu estava crente que o F 35 ja tinha ganho.

Rodrigo
1 ano atrás

Vai ser uma gama Typhoon e F/A-18 Super Hornet , ´sabia decisão

Mauricio R.
1 ano atrás

A criança que desde sempre colocou “Le Jaca” no bolso, cresceu, apareceu e agora também põe o F-35 no mesmo lugar!!!! Tenho pena do F-35, no bolso junto a “Le Jaca”… “Integration of Brimstone into Typhoon means that the aircraft can now carry all the same weapons as the soon-to-retire Tornado GR4, clearing the way for the withdrawal of the Tornado from Operation ‘Shader’, prior to its official retirement by the end of March. The Typhoon fit represents double the weapon load of the most recently seen Tornado ‘Shader’ fit, which included only a single Paveway IV and a single… Read more »