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Caças da Força Aérea Brasileira nos anos 90

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Texto e fotos de Roberto F. Santana

Brasília, início dos anos noventa. A Força Aérea Brasileira expõe ao público alguns exemplares de sua força de aeronaves de caça e ataque.

No pátio dos hangares do 6º Esquadrão de Transporte Aéreo (6º ETA), caças como o Mirage III, Northrop F-5E, AMX A-1 e AT-27 Tucano.

As fotos, tiradas com uma máquina fotográfica simples da época, não deixam de revelar o excelente estado de conservação das aeronaves da FAB, como camuflagem original dos F-5E e uma das primeiras variações na pintura dos Mirage III, um belo azul acinzentado.

A exposição revelava também todo um capricho e atenção dispensadas ao público por parte da Força Aérea Brasileira, as aeronaves eram expostas com todo seu arsenal, perfeitamente ordenado e exposto em frente aos aviões.

É possível notar também que o Mirage III já tinha sofrido uma de suas modificações, como os ‘canard’ e os tanques externos capazes de transportar bombas (réservoir penduraile Kangourou RPK).

As fotos do F-5E mostram algo interessante, a aeronave está equipada com três tanques externos, cada um com capacidade de 1.040 litros de combustível, configuração extremamente rara de ser vista, principalmente em voo.

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Tallguiese
Tallguiese
1 ano atrás

Nossa então os mirage lll tinha os mísseis R-530? Nunca tinha visto neles. Legal.

gordo
gordo
Reply to  Tallguiese
1 ano atrás

Olha se não tivesse acho que não faria muita diferença, dizem que o R-530 é bem sofrível e veio porque era o que tinha para o almoço.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

Show de bola… Vale ressaltar que nessa época já tinha alguns esquadrões e esquadrilhas que trabalhavam com o AT-27 como aeronave multi propósito limitado, ou seja, treinamento de pilotos, treinamento de ataque e observação e ligação modo avançado. Palco de experimentos que preparam muitos pilotos para A-29. Enquanto o A-1 sempre foi uma aeronave muito boa mas poderia ter avançado mais, mas como sempre nesse Brasil de Meu Deus… Faltou dinheiro.
F-5 e Mirage III sempre foram um show à parte.

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

nao mudou quase nada em 30 anos, apenas algumas melhorias

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

Os 1° e 2°/3° GAV foram criados em 1995. Sou um dos fundadores do 2°/3° GAV (Grifo 03). A 2a ELO (que foi transferida de São Pedro da Aldeia para Santa Cruz), foi equipada com o AT-27 em 1986. Também fui Duelo (1988 a 1990). Depois, transferida para Campo Grande, tornou-se o 3°/3° GAV (Flexa). Os Terceiros tinam como missão principal o Policiamento do Espaço Aéreo contra tráfegos ilícitos. A missão de ataque veio depois. Nessa época, os AT-27 que estavam nas UAE de Caça (como esse da foto, do 1° GDA), foram transferidos para as UAE do Terceiro Grupo.… Read more »

Rodrigo viegas
Rodrigo viegas
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Obrigado Cel Nery pelos serviços prestados a FAB

Vitor
Vitor
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Coronel, como sempre seus comentários e informações sobre sua experiência só enriquecem a leitura do “Aéreo”, obrigado por reparti-los conosco!

Alex Nogueira
Alex Nogueira
1 ano atrás

Muito top! Excelente post, e excelente conjunto de fotografias! E pensar que antes, mesmo com uma economia menor, o Brasil de um modo geral, se comparado aos dias de hoje, tinha as forças armadas melhor equipadas (vetores comprados novos). Vendo esse tipo de foto bate um saudosismo rsrs, apesar de que eu era criança nessa época (início dos anos 90), lembro de como tudo era mais simples e melhor cuidado, parece que as pessoas tinham mais dedicação e carinho com as coisas, cuidavam melhor de tudo, tudo parecia durar mais… hoje é tudo tão corrido, artificial e descartável 🙁 ,… Read more »

julio
julio
1 ano atrás

Na primeira foto do F5 o q é o armamento amarelo e branco embaixo da asa e o q são as peças azuis pequenas q se parecem com morteiros?

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Isso mesmo, Galante. O modelo da foto é um casulo para alvo rebocado SECAPEM 90B, com capacidade acústica, ou seja, captava os impactos dos projéteis e transmitia, em tempo real via rádio, para a base, o resultado de cada passe de tiro com os canhões de 20 mm. Não foi usado por muito tempo, pois seu custo era bastante alto e podia ser usado em, no máximo, duas missões. O alvo que foi sempre usado, até hoje, é o AVCAA, versão nacional do SECAPEM 52A, parecido com o da foto, um pouco maior, mas sem as aletas na parte traseira… Read more »

Sérgio Luís
Sérgio Luís
Reply to  julio
1 ano atrás

Bombas de treinamento!

Marcos10
Marcos10
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Diria que isso se chama pobreza, não só financeira, mas de zelo.

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Hehehe…..beleza é muito relativa. Quanto à camuflagem dos F-5, prefiro a atual, em comparação com a Southeast Asia. O mesmo vale para a camuflagem dos A-1 atuais em comparação com aquela com que eles entraram em serviço. A camuflagem dos MIII eu achava linda!

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Vc que tem um pé na Saab pede pros cara caprichar na pintura, pq se for a FAB vai tacar aquele verde-cinza, com a camuflagem de “acabou a tinta pro reboco então pintei só uma parte dele”.

De preferência liga pra um russo dar um talento, aquelas pinturas deles são obras de arte!

Denis
Denis
Reply to  Rui chapéu
1 ano atrás

Pois é. Fosse ao menos a última camuflagem dos Mirage, em dois tons de cinza, ainda dava pra deixar passar. A dos F-5 é horrível.

Maurício Vaz
Maurício Vaz
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Engraçado né, eu tenho 33 anos e acho a pintura dos f5 atuais muito mais bonitas do que essa antiga xD… gosto não se discute mesmo hahaha

Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

Em trinta anos não saímos do lugar.

Pedro nine-nine
Pedro nine-nine
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Galante, mas não é o F5, com toda a tecnologia nele incorporada, superior a todos os meios (caças) que já operaram na FAB?

LEANDRO DANTAS
LEANDRO DANTAS
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

A revista força aérea de dezembro trouxe uma reportagem sobre os combates aéreos entre os F-5 e mirage lll, e em combate o F- 5 sempre ganhava devido a sua manobrabilidade.
A única vantagem dos mirage lll era seu motor e radar quando funcionava. O cenário só mudou um pouco após a colocação dos canards nos mirage lll,o apelido dele entre os pilotos era “jaca”.

Justin Case
Justin Case
Reply to  LEANDRO DANTAS
1 ano atrás

Olá, Leandro.
Realmente, o F-5 tinha vantagem na maioria dos cenários de dogfight, mas “sempre ganhava” é exagero. Acho que o resultado dos combates dissimilares, em média, era na razão 2/3 para 1/3.
Abraço,
Justin

LEANDRO DANTAS
LEANDRO DANTAS
Reply to  Justin Case
1 ano atrás

É sempre não, mais os pilotos do GDA falaram que a vantagem em combate contra um F-5 eram bem pouco,e o piloto tinha que saber aproveita las, contra um tenente novinho eles iam a forra.mais com um piloto experiente já era mais difícil.

jorge Alberto
jorge Alberto
Reply to  LEANDRO DANTAS
1 ano atrás

Opa! lembrando que um Major certa vez conseguiu pousar um “jaca” com motor apagado… rs

😉

Marcos10
Marcos10
1 ano atrás

Acho que 70% são usados para cobrir o próprio arrasto.

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Sim. Tinhamos também o SM nos A-1 de Santa Maria e CO nos F-5 (somente os cinzas, do segundo lote), de Canoas. Interessante notar que os F-5 de Santa Cruz nunca utilizaram Tail Codes.

Alexandre
Alexandre
1 ano atrás

Basicamente estamos com as mesmas aeronaves! Fora as modernizações nos F-5 o super tucano mais a aposentadoria dos mirages! Que venha os gripens

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Eu lembro de um texto, onde se dizia que na primeira competição da OTAN que o F-16A entrou, no início dos anos 80, foi a única aeronave que acertou todos os alvos em missões de ataque, usando bombas burras. Adversários incluíam o Jaguar e F-111, que eram aeronaves modernas na época. Bomba guiada é mais útil quando se quer lança-las longe do alvo, ou nos casos onde um alvo está obscurecido e é necessário lançar as bombas em ângulo não convencional. Existe sim a diferença de precisão, além do fato de que qualquer kit de guiamento pode corrigir desvios causados… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

E com CCRP.

Flanker
Flanker
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Exato! Tanto o A-1, mesmo os não-modernizados, como o A-29 possuem CCRP e CCIP, siglas em inglês para Ponto de Lançamento Continuamente Computado e Ponto de Impacto Continuamente Computado. Claro que eu sei que você sabe disso Bosco, mas e só pra complementar….kkk

Justin Case
Justin Case
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Olá, amigos.
Complementando o que disse o Flanker, há poucas semanas li reportagem que afirmava que o A-29 era tão preciso com as bombas “burras” nas missões do Afeganistão que não valia a pena desperdiçar bombas “inteligentes” (muito mais caras).

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Justin Case
1 ano atrás

O ataque ao reator de Osirak, na Operação Babilônia, foi realizado com perfil de BR, com balsing, e bombas burras (lançamento CCIP). Só o número 7 errou (Cel Iftach Spector) porque estava com problemas de saúde e escondeu. Apagou na puxada.

Nilo Rodarte
Nilo Rodarte
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Que bom! Nem precisei perguntar o que significava! rsrsrsrs. Obrigado

Pedro nine-nine
Pedro nine-nine
1 ano atrás

Se abandonou cometeu um erro. Bombas inteligentes são bem mais caras e nem sempre úteis num hipotético conflito convencional.
Para não falar que existem kits (tipo esqueleto) capazes de tornarem uma bomba burra numa bomba guiada. Entre ter um arsenal so de bombas inteligentes e um arsenal só de bombas burras mas com kits capazes de as tornar inteligentes caso seja a necessidade, prefiro a segunda opção.

Bosco
Bosco
Reply to  Pedro nine-nine
1 ano atrás

Pedro,
A RAF adota como bomba guiada padrão a Paveway IV, que é um kit composto de uma seção dianteira e traseira instalado num corpo comum de uma bomba burra. Ou seja, colocando nesse corpo uma seção traseira convencional (de baixo ou alto arrasto) e tem-se uma bomba burra.
Na verdade a RAF não quer mais lançar esse “corpo” sem o kit guiado mas a bomba burra estará lá de qualquer jeito.

Flanker
Flanker
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Exatamente. Os kits Lizard que a FAB adquiriu para utilização nos A-1, em conjunto com os pods Litening, também é assim. São kits instalados em bombas burras, conforme a necessidade da missão.

Marcelo
Marcelo
1 ano atrás

Temos uma defesa aérea dos anos 90 . 30 anos atrasados fazer oque ne Brasil nao é o país do carnaval?

Celso
Celso
1 ano atrás

Muito boa época. Só faltou o xavantão….

Douglas Mota
Douglas Mota
1 ano atrás

Antigamente os F-5,faziam um treinamento com três tanques e mísseis.Este treinamento eram bem cedo por volta das 6:00hs e passavam muito baixo.

Flanker
Flanker
Reply to  Douglas Mota
1 ano atrás

Provavelmente o que você vê/via, não necessariamente eram missões para lançamento de mísseis, pois o F-5 perde em velocidade e manobrabilidade quando equipado com 3 tanques. Os mísseis que você notou nos trilhos de pontas de asas servem para evitar o flutter de ponta de asa, causado pelo peso dos tanques subalares.

Douglas Mota
Douglas Mota
Reply to  Flanker
1 ano atrás

A configuração era exatamente esta da foto(até a camuflagem).Depois da nova pintura dos F-5,nunca mais vi esta configuração. Outro detalhe era que sempre passavam em dupla e baixo e velocidade alta.
Obrigado! pela informação a anos tinha esta dúvida.

José Luiz
José Luiz
1 ano atrás

Parabéns, pela excelente reportagem com um material fotográfico raro. Gostaria de sugerir ao autor, uma matéria sobre a introdução no Brasil dos primeiros mísseis ar-ar, que viesse a abordar o aspecto técnico e a história operacional dos mísseis R 530 e o AIM 9 B. Hoje o R 530 inclusive é uma peça de museu, mas na minha adolescência era o superlativo da FAB e até hoje pendura um ar de mistério sobre o seu uso no Brasil.

LEANDRO DANTAS
LEANDRO DANTAS
Reply to  José Luiz
1 ano atrás

Li uma matéria na revista força aérea,que os pilotos de mirage diziam que os R530 só servia para aumentar o arrasto da aeronave, pois não eram muito confiáveis.

Justin Case
Justin Case
Reply to  LEANDRO DANTAS
1 ano atrás

O míssil R530 tinha objetivos específicos, como interceptar bombardeiros estratégicos voando em grande altitude, como os russos “Bear” (no ambiente europeu) os os “Canberra” que tinham nossos vizinhos. Não era missil dedicado ao dogfight. O PKill de projeto (probabilidade de sucesso contra alvo em situação ideal) era de 50%. A probabilidade de acerto do AIM-9B era de 75% em seu cenário ar-ar contra outros caças. Porém, o dano causado pela sua carga bélica era bem menor, com reduzida probabilidade de derrubar um avião maior.

José Luiz
José Luiz
Reply to  Justin Case
1 ano atrás

Bem gostaria de conhecer a história do R 530 na FAB, quantos compramos, como era o seu seeker, ogiva etc, como era o seu armazenamento e manutenção, qual o envelope de lançamento, como se comportava em voo, se houve disparos de teste ou treino etc. Afinal foi o primeiro míssil da FAB e hoje é pura história. Porém quando era adolescente era um sistema “top secret”

Kleber Peters
Kleber Peters
Reply to  José Luiz
1 ano atrás

E ainda é para a FAB. Acredito que nada do que você queira saber já foi desclassificado.

Flanker
Flanker
1 ano atrás

Roberto, realmente a configuração com 3 tanques no F-5 é muito rara, mas já havia visto algumas vezes. Nos dois livros sobre o F-5, escritos por Rudinei Cunha e Leandro Casella, há algumas fotos nessa configuração. O uso apenas do tanque no centerline ocorre na maioria esmagadora das vezes. Outra configuração que era usada era de dois tanques (um em cada asa) e o Caiman (pod de guerra eletrônica da Thomson CSF) no centerline. Observar que, sempre que são usados os tanques nas asas, é mandatório o usso de mísseis nos trilhos das pontas de asas, para compensar o flutter… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Roberto, no Livro “Northrop F-5 no Brasil”, escrito por Rudinei Dias da Cunha e Leandro P. Casella, na página 147 aparece o F-5EM 4862 pousando, com a mesma configuração dos tanques da sua foto e bombas de manejo, de 230 kg, nos pilones externos. No mesmo livro, na página 93, aparece o mesmo 4862, só que antes da modernização, taxiando com a configuração Caiman, onde os tanques subalares permanecem e o do centerline é substituído pelo pod francês, e AIM-9B nas pontas das asas. Na mesma página, o 4876, também antes da modernização, aparece na mesma configuração de 3 tanques,… Read more »

Thiago Mibach
Thiago Mibach
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Roberto, quando trabalhei em Canoas, vi algumas vezes eles saírem nessa configuração “pesada” com os 3 tanques grandes para treinamento de combate.

Flanker
Flanker
1 ano atrás

Roberto e Galante, tenho muitas fotos de F-5, Mirage, Xavante, Tucano e A-1 dessa época (dos anos 90). São fotos físicas (aquelas que a gente levava o filme para revelar). Se quiserem e acharem interesante, posso lhes enviar.

Flanker
Flanker
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Mando, sim. Só me digam como eu faço pra mandar.

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Belíssimas fotos ! Logo podermos estar no mesmo nível que estávamos nos anos 90!

Bosco
Bosco
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Vale salientar que a única arma guiada nas fotos é o míssil R530, guiado por IR.
Hoje, a FAB adota as seguintes armas guiadas:
Piranha 1 no ST e no AMX
Derby nos F-5
Python III nos F-5
Python IV nos F-5
Bomba Lizard no AMX e provavelmente no F-5
Míssil Spyral no Mi-35
Harpoon no P3
Igla (defesa AA)
*Não se sabe da FAB ter adquirido unidades do MAR-1 e de bombas guiadas Acuã.

Rui chapéu
Rui chapéu
Reply to  Bosco
1 ano atrás

O ST usa míssil? E aquele estudo que falava que não era eficiente ?
Ou ele é homologado pra uso porém só coloca pra tirar foto e olhe lá?

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Rui chapéu
1 ano atrás

Acho que deve ser eficiente sim, pois até mesmo helicópteros de ataque que tem velocidade e manobrabilidade inferiores ao ST usam mísseis ar-ar IR.

Flanker
Flanker
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Bosco, nas fotos, você esqueceu dos AIM-9B que aparecem instalados no F-5.

Bosco
Bosco
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Realmente! Não tinha visto.

Antunes 1980
Antunes 1980
Reply to  Bosco
1 ano atrás

Naquela época já existia esta tecnologia de mísseis?Se sim, o Brasil tinha a possibilidade de adquirir equipamentos como estes que você citou ?

Abc

Bosco
Bosco
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Já tinha Antunes.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Bosco
1 ano atrás

A FAB não utiliza nenhum míssil no A-29. Foi certificado e homologado, somente.

Bosco
Bosco
Reply to  Rinaldo Nery
1 ano atrás

Valeu Rinaldo.

Rubens
1 ano atrás

Nossa força aérea ficou ultrapassada
O que fazer com toda essas sucatas ?

Flanker
Flanker
Reply to  Rubens
1 ano atrás

O que fazer? Operá-las até que seus substitutos entrem em operação.

Rubens
1 ano atrás

As forças aéreas de todos os países estão ultrapassadas
Esse mercado não tem fim

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
1 ano atrás

Senta a Pua! que exposição maravilhosa , sera que estavam todos expostos ao mesmo tempo?

Flanker
Flanker
Reply to  Rene Dos Reis
1 ano atrás

Sim. Como o Roberto falou, as fotos foram tiradas na Base Aérea de Brasília, provavelmente em um evento Portões Abertos.

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
Reply to  Flanker
1 ano atrás

👍

Elton
Elton
1 ano atrás

Tempos em que a FAB era uma força bem mais equipada que agora porque os MIRAGEIIIE ,F5E eram meia vida e o AMX era novíssimo, existia um equilíbrio da idade média das aeronaves de 1linha.

Sérgio Luís
Sérgio Luís
1 ano atrás

Painel totalmente analógico no f-5 e totalmente digital no gripen.

Elton
Elton
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

Em 1995 para assistir filme era videocassete VHS e televisão de tubo CTR ,os caças da USAF também tinham painéis analógicos misto com CTR

Flanker
Flanker
Reply to  Sérgio Luís
1 ano atrás

??? Na época das fotos, o F-5 era analógico, sim. Não é mais desde 2005. E também na epoca das fotos, o Gripen (versões A e B), não passava de um projeto, somente com protótipo.

Adriano
Adriano
1 ano atrás

Eu me recordo de ver 16 mirage em formação aqui na antiga Base Aérea, hoje ALA2, no dia dos portões abertos era tudo exposto na pista, nos hangares, pena que as fotos com as câmeras de época eu não sei onde elas foi parar 😱

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
1 ano atrás

Show de bola!!! Qual foi o caçal Sul Aficano que foi retirado do serviço nos anos 90?

Elton
Elton
Reply to  Joao Moita Jr
1 ano atrás

A versão operada pelos Sul africanos era a C que era bem mais antiga e de dificil operação na decada de 1990 que a versão E operada pelo Brasil ,sem falar que nesse período os Sul africanos enfrentaram um período de desmobilização de forças militares que afetou bastante sua força aerea

Flanker
Flanker
Reply to  Elton
1 ano atrás

Você está falando do Mirage III, não ê?

Flanker
Flanker
Reply to  Elton
1 ano atrás

A SAAF operou os Mirage IIIC e a FAB as versões D e E.

Ypojucan
Ypojucan
Reply to  Joao Moita Jr
1 ano atrás

O Brasil operou no final da vida útil dos AT- 26 Xavante algumas poucas unidades dos Impala Sul Africanos. Mas não foi nos anos 90. E voaram muito pouco na FAB. Esses Impala além de serem monopostos, tinham como armamento orgânico dois canhões de 30mm.

Elton
Elton
Reply to  Ypojucan
1 ano atrás

Me referia ao MIRAGE III do 1GDA

Joao Moita Jr
Joao Moita Jr
Reply to  Ypojucan
1 ano atrás

Valeu.

Flanker
Flanker
Reply to  Joao Moita Jr
1 ano atrás

Na SAAF, foi o Atlas Cheetah, versão local, extensamente modificada do Mirage III. A FAB, em 2004/2005 , comprou várias células de Atlas Impala biplaces (versão fabricada sob licença na África do Sul, do MB326), para servir de fonte de peças para nossos Xavantes. Junto, vieram 14 células do Impala Mk2, versão monoplace, equipada com 2 canhões DEFA 30 mm, RWR e outros refinamentos, dedicada exclusivamente à ataque e apoio aproximado . Essas células monoplaces estavam tão boas que a FAB decidiu colocar todas as 14 em operação no esquadrão Pacau, que foi a última unidade operadora do AT-26 na… Read more »

Eleazar Moura Jr.
Eleazar Moura Jr.
Reply to  Joao Moita Jr
1 ano atrás

Atlas Cheetah, atualmente equipa a FAE (Equador)!

joao
joao
1 ano atrás

o AMX foi um excelente avião, que provou sua capacidade nos balcãs. pena que faltou ao brasil cacife para vendê-lo no mercado internacional: dólares em profusão, juro barato, influência política e anos de financiamento.

vejo seguir pelo mesmo caminho nosso “hércules” tupiniquim. sem a boeing, será outro excelente produto de prateleira.

não adianta. não temos influência política para vender o produto no estrangeiro, dólares para emprestar pro financiamento, nem juros baratos, nem podemos esperar anos para que os empréstimos se paguem.

Charles Dickens
Charles Dickens
1 ano atrás

Galante, uma curiosidade. Imaginemos que desse a louca no comando da FAB e o Brasil resolvesse comprar TODOS os F5 atualmente em operação pelo mundo e modernizá-los para uso da nossa Força Aérea. Nesse caso, a FAB passaria a contar com quantos F5?

Charles Dickens
Charles Dickens
1 ano atrás

Pode ser um número aproximado, claro.

William
William
1 ano atrás

Meu pai militar da Força aérea brasileira era responsável pela manutenção Da aeronave Dassault F 103 Mirage e orgulho me deste fato! 30 anos de Força aérea….

Marcio
Marcio
1 ano atrás
Luiz Henrique
Luiz Henrique
1 ano atrás

Como o atual padrão de camuflagem da FAB matou a beleza das aeronaves,o padrão do Mirage poderia ser adotado no Gripen, ficaria bom.

jorge Alberto
jorge Alberto
1 ano atrás

Afinal, e o “projeto” de modernizacao dos tucanos? Em que pe esta?

E os Neiva T-25? Terao substituto?

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
1 ano atrás

Off topic , alguma noticia sobre o voo de Israel com os equipamentos que estão vindo aqui para Brumadinho?

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás

Li estes dias que a FAB está avaliando a possibilidade de padronizar a pintura de todas as aeronaves para camuflagem verde escuro (selva) ou semi árido (próximo ao padrão desértico)
Alguém sabe algo a respeito ?

Flanker
Flanker
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Não li nada a respeito. Verde escuro, como o que o EB utiliza ou como dos H-60 do primeiro lote da FAB eu entendo, mas tom desértico, no Brasil? ! Onde temos deserto aqui?! Temos a caatinga no NE…mas é uma área pequena comparada com o resto do território.

Corcel
1 ano atrás

Nem uma pintura descente a FAB tem mais…

Flanker
Flanker
Reply to  Corcel
1 ano atrás

O que seria uma pintura decente? Muitos acham a camuflagem da FAB, feia…outros tabtos acham bonita. ..mas, camuflagem militar é feita para ser eficiente, eficaz e funcional. ….se vai ficsr feia ou bonita é um detalhe.

Corcel
Reply to  Flanker
1 ano atrás

Se ficou mordido com meu comentário é porque você deve gostar dessa pintura horrível da FAB.

Flanker
Flanker
Reply to  Corcel
1 ano atrás

Mordido? Por que? Apenas fiz um comentário sobre o seu…..eu disse que pintura militar não é feita para ser bonita. Se asssim fosse, pintariam de preto metálico, ou vermelho Ferrari, etc….você já viu alguma foto de aeronave da FAB, de cima para baixo, com essa aeronave voando sobre floresta ou campo? E uma aeronave cinza sobre o mesmo fundo? Procure no google que você vai achar. Essa história de mordido, ou brabinho, ou qualquer coisa do gênero deixo para os adolescentes…..já passei muito dessa idade.
Saudações

Andre
1 ano atrás

Faltou foi foto do T27 da Esquadrilha da fumaça que era vermelha.
Deixando meu nacionalismo de lado eu achava mais bonita

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
1 ano atrás

Xavante não entraria na lista?

Cesar
Cesar
1 ano atrás

Falando em Pintura bonita: Adoro o F-103 com a pintura dos 30 anos. Lindo demais! A última vez que o vi estava espetado no HFAB – tiraram de lá (Particularmente acho que deveria ser preservado em local adequado). Onde está a aeronave?

Antunes 1980
Antunes 1980
1 ano atrás
Flanker
Flanker
Reply to  Antunes 1980
1 ano atrás

Antines, esse A-29 do link é da Força Aérea da Mauritânia, não é? Para eles faz sentido, pelo relevo e características geográficas daquele país. Mas, para nós, não faz sentido…..

jorge knoll
1 ano atrás

Saudades deste tempo que os vi aterrizando na BASM no dia das Crianças-OUTUBRO

tassios
tassios
1 ano atrás

A FAB é tipo uma típica familia de classe media baixa brasileira. Tem pouco. Mas cuida direitinho doq tem com todo amor do mundo, pq sabe q ventos ruins podem vir e levar tudo numa enchente, ser assaltada, etc, e sabe q conseguir tudo de novo vai custar muito, muito caro. Vc vê o zelo do brasileiro nos olhos da FAB.