quarta-feira, dezembro 1, 2021

Gripen para o Brasil

Conheça os participantes do exercício CRUZEX 2018

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Mirage 2000 - Fuerza Aérea del Perú
Mirage 2000P – Fuerza Aérea del Perú

Cruzeiro do Sul Exercise (CRUZEX) é um Exercício Operacional multinacional promovido pela Força Aérea Brasileira (FAB) desde 2002, que visa ao treinamento conjunto de cenários de conflito, promovendo trocas de experiências entre os países participantes.

A edição de 2018, que acontece entre os dias 18 a 30 de novembro, na Ala 10, em Natal (RN), vai reunir 13 países, além do Brasil, em torno de cem aeronaves militares brasileiras e estrangeiras.

Trata-se do maior treinamento conjunto e multinacional promovido pela FAB – pois também reúne Marinha e Exército. O total previsto é entre 1.200 a 1.300 horas voadas.

A principal novidade da CRUZEX 2018 é o cenário de guerra não convencional, em que o combate é contra forças insurgentes ou paramilitares e não entre dois Estados constituídos. É o perfil encontrado em missões de paz da ONU.

Nesta edição, Brasil, Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Uruguai vão participar com militares e aviões; Alemanha, Bolívia, Índia, Portugal, Suécia, Reino Unido e Venezuela, com militares.

Clique no infográfico para ampliar
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Edições anteriores:

CRUZEX I – 2002

Países: Brasil, Argentina e França
Observador: Chile
Aeronaves: Brasil (F-5, F-103, A-1, AT-27, RA-1, R-99, C-115, C-95, KC-137, KC-130, P-95, UH-1H, CH-34, UH-50); França (Mirage 2000, E-3, KC-135); e Argentina (M-V, KC-130)
Locais: Base Aérea de Florianópolis (SC), Lajes (SC), Chapecó (SC), Base Aérea de Canoas (RS), Base Aérea de Santa Maria (RS), Pelotas (RS), Caxias do Sul (RS) e Passo Fundo (RS).

CRUZEX II – 2004

Países: Argentina, Brasil, França e Venezuela
Observadores: Peru, Uruguai e África do Sul
Aeronaves: Brasil (F-5, F-103, A-1, T-27, RA-1, R-99, R-35, C-95, SC-95, KC-130, KC-137, H-34, H-50, H-1H); Argentina (Mirage 2000, KC-135, E-3F); e Venezuela (F-16, Mirage 50, Super Puma, B-707)
Locais: Base Aérea de Natal (RN), Base Aérea de Fortaleza (CE), Base Aérea de Recife (PE), Campina Grande (PB) e Mossoró (RN)

CRUZEX III – 2006

Países: Argentina, Brasil, Chile, França, Peru, Uruguai e Venezuela
Observadores: Bolívia, Colômbia e Paraguai
Aeronaves: Brasil (Mirage III, F-5, A-1, AT-26, A-29, AT-27, R-99, SC-95, H-34, H-50, H-1H, KC-137, KC-130); Argentina (IA-58 Pucará, A-4AR Fightinghawk); Chile (A-37B Dragonfly); França (Mirage 2000, E-3F Sentry); Venezuela (KC-707, VF-5A, Mirage 50, F-16); e Uruguai (IA-58 Pucara, A-37B Dragonfly)
Locais: Base Aérea de Campo Grande (MS), Base Aérea de Anápolis (GO), Uberlândia (MG), Base Aérea de Brasília (DF) e Jataí (GO)

CRUZEX IV – 2008

Países: Brasil, Chile, França, Uruguai e Venezuela
Observadores: Bolívia, Canadá, Colômbia, Equador, Grã-Bretanha, Peru e Paraguai
Aeronaves: Brasil (F-5, Mirage 2000, A-1, A-29, RA-1, E-99, SC-95, C-130, C-105, C-95, KC-130, KC-137, H-1H, H-50, H-34, H-60, VU-35); Chile (F-5 III, KB-707); França (Mirage 2000); Uruguai (A-37 Dragonfly, IA-58 Pucara); e Venezuela (F-16)
Locais: Base Aérea de Natal (RN), Base Aérea de Fortaleza (CE), Base Aérea de Recife (PE), Campina Grande (PB) e Mossoró (RN)

Caça Rafale B na Cruzex V em Natal-RN, em 2010
Caça Rafale B na Cruzex V em Natal-RN, em 2010

CRUZEX V – 2010

Países: Brasil, Argentina, Chile, França, Estados Unidos
Observadores: Bolívia, Equador, Canadá, Inglaterra, Colômbia e Paraguai
Aeronaves: Brasil (F-5, Mirage 2000, A-1, A-29, E-99, C-105, C-130, C-95, H1-H, H-60, H-34, KC-137, UH-14); Argentina (A-4, KC-130); Chile (F-16, KC-135); França (Mirage 2000, Rafale); Estados Unidos (F-16, KC-135); e Uruguai (A-37 Dragonfly, IA-58 Pucara)
Locais: Base Aérea de Natal (RN), Base Aérea de Recife (PE), Base Aérea de Fortaleza (CE), Campina Grande (PB) e Mossoró (RN)

CRUZEX C2 – Comando e Controle – 2012

Países: Brasil, Argentina, Canadá, Chile, Equador, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Peru, Suécia, Uruguai e Venezuela
Observador: Portugal
Local: Base Aérea de Natal (RN)

CRUZEX VI – 2013

Países: Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Uruguai e Venezuela

Aeronaves: Brasil (F-5EM/FM, F-2000 Mirage, R/A-1 Falcão, A-29 Super Tucano, K/C-130H Hércules, E-99, SC-105 Amazonas, H-1H Iroquois, H-60 BlackHawk, H-34 Super Puma e AH-2 Sabre). Outros países (caças F-16 Fighting Falcon e A-37 Dragonfly).

Locais: Base Aérea de Natal (RN) e Base Aérea de Recife (PE).

F-16 do Chile na CRUZEX V
F-16 do Chile na CRUZEX V

FONTE: Força Aérea Brasileira

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BMIKE

Até hoje a “inteligência” Venezuelana vem espionar o exercício? Lastimável.

Rinaldo Nery

Espionar o que?

Wilson França

Qual o problema?

Kemen

Se fosse questão de espionagem, todos espionariam todos! Ou não? E principalmente nós que dispomos dos meios mais abrangentes.

Rodrigo LD

Aproveitar pra passar o que sobrou dos nossos M-2000 para os peruanos…

Ricardo Nascimento

A-37!!! Tchê acho muito legal essa velho avião!

Cangaceiro

Lembra Vietnã, Rock and Roll e Napalm!

Victor Filipe

Seria bacana ter uns F-15E na jogada

Overandout

Argentina nem observadores? Já a Venezuela sim??

Ricardo Bigliazzi

Vieram “filar a bóia”.

Por aqui rola um “arroz, feijão, bife, batata frita e salada de alface e tomate no almoço.

Só por isso já tá valendo o “exercicio”.

Overandout

kkkkkkk bah, que sacanagem

Willber Rodrigues

Pelo que eu ví da imagem, a MB vai participar com os A4. Mas qual o papel da EB nesse exercício? Artilharia AA?
Show de bola esse infográfico.

Rinaldo Nery

Não tenho certeza se levarão aeronaves, mas podem participar de Força Tarefa CSAR com helicópteros e elementos de Forças Especiais.

Willber Rodrigues

Interessante, achava que CSAR era algo exclusivo da FAB ou, talvez, da MB.

Rinaldo Nery

Na doutrina de Operações Combinadas todos participam de missões CSAR. O Comando de Operações Especiais é combinado (Joint Special Operations Command).

Gabriel

A participação retrata possivelmente a realidade das Forças Aéreas da América do Sul, os países com capacidade minimamente operacional na aviação de combate são Brasil, Chile e Peru, o restante é “me engana, que eu finjo que acredito”.
A Colômbia talvez seja um caso a parte, pois ainda deve estar sofrendo com anos de vocação apenas ao combate à guerrilhas.

Rinaldo Nery

A Colombia já participou da Red Flag. Tem plena competência para estarem na CRUZEX. Mas, deslocar aeronaves e efetivo para o exterior não fica barato.

Mario Lira Junior

Inclusive participou de uma das Red Flag de 2018. Também participou de uma Green Flag (integração com Forças Especiais e Coin), acho que em 2017 ou 2018, levando o SuperTucano para trabalhar com o A10, inclusive bem noticiado e discutido aqui no Poder Aéreo
Não dá para discutir a competência da FAC, ou sua capacidade de participação em exercícios de grande escala.

Ricardo Bigliazzi

Acredito que em materia de doutrina os Colombianos também estão liderando no continente.

Colombia e EUA são parceiros

MK48

Ricardo, na questão de liderança em Doutrina eu também colocaria o Chile.

Abs.

Willber Rodrigues

Aliás, qual a quantidade de cada aeronave brasileira que vai participar? E porquê os hermanos nem mandaram um observador? A pindaíba tá tão grande assim pra eles?

Ricardo Bigliazzi

Não a da Venezuela é maior, os caras estão vindo para cá para almoçar e jantar. Se bobear o Brasil ainda ganha alguns aviões de exilados…

Clésio Luiz

Seria interessante saber o que os peruanos fazem para manter os seus Mirage 2000 operacionais, principalmente no armamento. Consta que eles estão estavam realizando alguma modernização nas aeronaves. Os indianos gastaram uma fortuna para reformar os seus, mas me parece que os peruanos não teriam nos planos uma reforma tão ambiciosa.

Rinaldo Nery

Participei das edições de 2004 (Operações do 2°/6° GAV), 2006 (A2 Deputy) e 2008 (Cmt do 2°/6° GAV).

Willber Rodrigues

Boa tarde.
Nessas edições, o cenário também era de guerra não convencional, ou de “pais X país´´? Qual seria a diferença entre ambos os tipos de exercícios?

Rinaldo Nery

Eram Blue contra Red, a fim de libertar Yellow. Num cenário assimétrico a linha de contato não é definida, favorecendo as operações de CAS, helitransportadas, aerotransportadas e CSAR.

Mario Lira Junior

Alguém tem informação sobre se haverá um dia aberto ao público, e quando será? Como reles mortal é uma das poucas chances de ver algumas destas máquinas ao vivo, e talvez conversar um pouco com quem realmente as conhece

Rinaldo Nery

Haverá um Portões Abertos no final de semana no meio do exercício.

Mario Lira Junior

Obrigado Rinaldo… então será no fim de semana de 24-25 de novembro, se minha agenda não estiver me deixando doido, não é isso?

Mauro

O infográfico menciona o A1-M. Quantos desses a FAB recebeu? O projeto foi cancelado?

Rinaldo Nery

Foi cancelado.

Mauro

Obrigado pela informação, Rinaldo Nery. Mas quantos foram entregues? Consegui achar notícias de 2 entregas: uma em 2013 e outra em 2014.

Rinaldo Nery

Acho q foi isso mesmo. No máximo 4.

Mauro

Isso me lembrou de mais uma coisa louca no gerenciamento dos projetos de nossas FAs: enquanto o projeto do A1-M foi cancelado, a modernização dos A4 da Marinha continua (apesar da redução do número de unidades a modernizar).

Rinaldo Nery

É porque FAB tinha que escolher entre pagar os KC-390 ou pagar a modernização dos A-1. Tem que cobrar da Dilma e do Guido Mantega. Agora, do Temer. A FAB não faz dinheiro. Simples assim.

Mauro

Sim, sim. Mas eu estava provocando um reflexão em termos de relevância dos projetos para o país, independente de qual força os esteja tocando. Tenho a impressão de que a modernização do A-1 seria um projeto mais efetivo para o país do a modernização dos A-4.

Flanker

Se discutiu uma notícia por aqui, umas duas ou três semanas atrás, de que a FAB havia decidido por modernizar mesmo 14 células do A-1. Isso depois de ter sido noticiado que o peojeto seria cancelado. Aqui no PA teve até eiscussão sobre isso, denteo de um tõpico sobre outro assunto, só não lembro em qual foi.
Quanto à aeronaves modernizadas entregues: 3 monoplaces (5506, 5520 e 5525) e 1 biplace (5652).

Kemen

Pena que não enviaram também Rafale, SU-30 MKU, talvez uns F-18 e A-4, deve ser problema de custo… As fotos das Cruzex sempre foram sensacionais, espero que agora ninguem faça economia.

Joli Le Chat

Esse é o primeiro Cruzex com a Base Aerea 100% militar, isto é, sem aeroporto civil? Isso trouxe vantagens para o exercício?

Rinaldo Nery

Espaço no pátio.

Alexandre

O KC 390 teria uma vitrine enorme nessa CRUZEX.

Matheus

O Esquadrão Pacau, sediado em Manaus deve ir pro Red Flag no ano que vem.

Bardini

Me surpreendi com os Peruanos mandando seus Mirage e os Colombianos deixando de vir.
.
Queria ser uma mosca, pra ver como vão se dar os exercícios entre Peruanos e Chilenos… Será que em algum momento vão estar em lados opostos?

Adriano RA

Creio que estarão do mesmo lado. Ótima oportunidade para formar/reforçar laços de amizade e deixar pra trás a antiga disputa.

Bardini

Senti falta dos Mi-35 e dos BH… Não vão estar lá?

Maurício.

Achei legal o peru enviar o Mirage 2000, embora eles estivessem fazendo uma revisão nas aeronaves eu não sei o estado em que se encontram, o radar deles era mais antigo que os da FAB, mesmo assim vai ser interessante.
Pena a França não enviar uns Rafale, e os EUA não enviar uns F-15, sempre o F-16.
Pena também a Venezuela estar nesse estado em que se encontra, e a Argentina também.

Nilton L Junior

Interessante a Venezuela com o Su-35 e não participa desse evento, que coisa heim

BMIKE

Penso que os Colombianos não vieram por somente um motivo: Participação/Espionagem Venezuelana…

Heyarth

Galera, e sobre o caça que caiu na ucrania? Não vi nada aqui no aéreo.

Delfim

Qual foi a edição do Cruzex em que os F-5M com o E-99 venceram os franceses ?

Maurício.

Delfim, a primeira Cruzex onde a FAB tinha de fato uma certa capacidade de impor um cenário BVR e com isso uma grande vantagem foi na Cruzex de 2006, em 2002 e 2004 a FAB só combatia no dogfight com o python 3 de curto alcance, em uma RFA da época diz que os Skyhawk da Argentina com seu radar de F-16 “capado” obtiveram alguns bons resultados contra os F-5E da FAB, os F-16 da Venezuela também obtiveram bons resultados se valendo da excelente potência do motor do F-16, isso na Cruzex de 2004, depois veio a modernização, o Derby… Read more »

Rinaldo Nery

Há que se ter um cuidado com essa história de ¨venceram¨. Essa não é a finalidade do exercício. O objetivo é capacitar os países participantes a trabalhar em força de coalizão, fazer funcionar um Estado-Maior Combinado. E, para as UAE, trabalhar no conceito de missões de pacote (package missions). Se houver o shot validation, uns vão vencer num dia e perder no outro. Depende do cenário, situação etc. E, daí, cada País vai aprendendo (lessons learned). Na CRUZEX 2004, aprendemos com os franceses a controlar empregando o conceito de descrição de cenário. Aprendemos como aeronaves AWACS ¨passam o serviço¨(handover message).… Read more »

Overandout

Esses ensinamento que cada indivíduo aprende, por exemplo o senhor como A2 Deputy, são repassados de que forma ao resto da força?

Rinaldo Nery

Nos cursos ou na atualização da doutrina. O que aprendi incluí na minha dissertação de mestrado (Seleção de Alvos na FAB, uma análise crítica), que contribuiu para a confecção dos nossos manuais de seleção de alvos. Criei as planilhas de Relatório de Avaliação de Danos Nível 3 (sistêmico), inexistentes na FAB.

Overandout

Obrigado pelo esclarecimento!

Carcará 01

Parabéns a FAB por mais uma vez organizar um exercício tão importante e que, tenho certeza, será mais um sucesso e alcançará todos os seus objetivos pre determinados.

Só uma observação. A equipe da FAB que fez esse infográfico, melhor ter mais cuidado e fazer uma revisão criteriosa antes de publicar. Na parte da FAB, aonde tem as acfts que serão empregadas por nós, tem o nome de cada uma e uma imagem dela. Só que na do E-99 colocaram a de um SF-340 AEW e não a do E-99 mesmo, como foi a do R-99, que está certo.

Walfrido Strobel

Bem observado, fui ver na página oficial e ainda não corrigiram.

Eu participei de tres CRUZEX aqui no RN! Foi uma loucura com o aeroporto compartilhado e não havia setorização nas duas primeiras CRUZEX e operávamos com radares bidimensionais, só na terceira que operei com radar tridimensional, quando o campo situacional foi melhor definido. Agora deverá ser melhor operar na campanha pois o espaço aéreo estará menos congestionado.

Rinaldo Nery

http://www2.fab.mil.br/cruzex2018/index.php/pt/
Link da página de exercício.

horatio nelson

cenário de guerra não convencional, em que o combate é contra forças insurgentes ou paramilitares e não entre dois Estados constituídos… então não haverá comabte ar-ar ?! chama a atenção tbm a redução da presença francesa q não enviará nem caças e já foi um dos países q tinham mais aviões na cruzex…e tbm a venezuela não deveria estar aqui como diz o nosso B17 “não é porque tenho um mal vizinho q tenho q conversar com ele ou fazer negocio com ele e convidalo para minha casa“a comunização em curso lá começou nas fa como disse o gen div… Read more »

Nilson

Sobre a modernização dos AMX: no projeto de lei orçamentária de 2019 consta previsão de modernização de 3 unidades, recurso no valor de R$ 114 mi.
Assim, parece que é mais adequada a informação de chegar em até 14 unidades, conforme noticiado alguns dias atrás. Se continuar 3 por ano, já tendo 3 modernizadas, seria de 2019 a 2022.

Adequação, Revitalização e Modernização da Frota de Aeronaves AM-X
(Projeto A-1M) 05 151 114.000.000
2058 7U72 0001 Adequação, Revitalização e Modernização da Frota de Aeronaves AM-X
(Projeto A-1M) – Nacional (Seq: 2484)
114.000.000
Produto: Aeronave modernizada (unidade): 3

Gustavo

Cruzex igual ao de 2010, quem sabe um dia.
A ausência da argentina era esperada e triste…
O Uruguai deve vir de olho nos nossos F-5EM, em como opera-los em seu limite… A Suíça de fato vai vender agora seus F-5E e talvez o “sonho” uruguaio saia do papel.

Maurício.

Já eu sou nostálgico e lembro da Cruzex 2002 aqui na BACO, lembro da “pompa” de um piloto argentino de mirage com 2 navios ingleses pintados na fuselagem de seu avião, demonstrando orgulho de seus “troféus” de guerra, como foi aqui “perto” da minha casa a Cruzex igual a de 2002 nunca mais hahaha.
Pena que aqui o tráfego é grande e o céu na maioria das vezes está sempre cinza.

Alejandro Perez

F5 prs FAU acho difícil. Novo vetor só depois de 2020. Até lá A37 e PC7.

Gustavo

Eu disse que eles viriam aprender a operação deste vetor, se a compra sair, será da força aérea Suíça. E talvez modernizados aqui.

Cleber

Esses A-4 da Marinha que irão participar , serão os recém modernizados ? Confirma produção ?

Nilson

Não sou da produção, mas informo que nas matérias sobre o exercício BVR constou que os A-4 lá participaram como preparação para participarem da Cruzex. Aliás, não faz sentido irem A-4 não modernizados, seria muita vergonha…
Já os modernizados, creio que farão papel melhor do que os AMX.

Antonio Oliveira dos Santos Junior

Só vai começar a prestar com os Gripens NG e KC-390!
Quero ver nego trazer porca*** depois da chegada deles!

Fabio Leo

Aí vai ser outro nível.!

Fabio Leo

Pena que a Suécia não vai participar com aeronaves.
Imagina só os Gripens por aqui…

Marco Antonio Caixeta Saraiva

Na CRUZEX 2006 já não tínhamos o Mirage III.

Yan Klows

Gostaria da Russia e India participando com algumas de suas aeronaves. Mesmo que os russos só com MIG-29SMT ou SU-27SM3/SU-30M2 E India mandando os SU-30/Tejas

Elielson Felipe

A Russia poderia mostrar no continente americano, as melhores aeronaves do mundo como o quase finalizado SU-57, o temido SU-35, só precisava de um TU-160 e um il-76.
Ai sim, iria ver com paixão essa CRUZEX 18

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