Home Aviação de Ataque Aconteceu de novo: o ‘invisível’ F-22A Raptor foi flagrado na Síria…

Aconteceu de novo: o ‘invisível’ F-22A Raptor foi flagrado na Síria…

31994
138

Por Sérgio Santana*

É um fato: não existem verdades absolutas. A mais recente comprovação desta afirmação surgiu um dia atrás, quando começaram a correr pela internet imagens de um Lockheed Martin F-22A Raptor alegadamente detectado pelo sensor infravermelho de um Sukhoi Su-35S “Flanker-E” da Força Aeroespacial da Rússia então em operação sobre a Síria.

De acordo com as informações divulgadas pelo General Valery Gerasimov, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia e primeiro vice-ministro da Defesa, em 13 de dezembro 2017 um piloto de Raptor certamente confiando na baixa visibilidade radar da sua aeronave estava em missão de ataque próximo a aviões militares russos no espaço aéreo sírio.

Entretanto, o F-22A foi forçado a suspender sua missão ao ser alertado de algum modo da presença do “Flanker-E”, que inicialmente, a julgar pelas fotos divulgadas, rastreou o adversário utilizando o seu detector de radiação infravermelha. E estava posicionado para obter uma vitória, caso tivesse recebido ordens neste sentido.

A fama de “aeronave invisível” do F-22A (palavras que na verdade definem nada mais que um avião concebido para ser detectado em um tempo que reduza capacidade efetiva de reação do adversário contra ele) contribui para que um evento como esse pareça mais um daqueles mitos tão populares em uma época em que qualquer pessoa pode manipular imagens com aplicativos. Entretanto, em outra ocasião (em fevereiro deste ano, durante um episódio ainda a ser por nós descrito) o Raptor foi seguido por outro Flanker, o que contrariaria o seu conceito. Por ora vamos, portanto, ao F-22A flagrado pelo detector de radiação infravermelha do Su-35S.

F-22 sendo rastreado pelo Su-35 na Síria
F-22 sendo rastreado pelo Su-35 na Síria

Inicialmente, deve ser lembrado que a geração de aeronaves “stealth”, da qual o Lockheed Martin F-22A Raptor faz parte, tem na capacidade de gerar baixa refletividade ao radar (então reduzindo a efetividade da reação de um provável inimigo) o ponto mais conhecido do sua definição. Entretanto, esta não é absoluta. No estágio tecnológico atual (e ainda por um bom tempo) não existe aeronave com índice de reflexão às ondas do radar igual a zero.

Entretanto, para complicar um pouco mais a situação de tais aeronaves, além da radiação eletromagnética (oriunda do radar), elas estão sujeitas a outro tipo de interferência à sua operacionalidade, ainda mais impossível de ser contornada: a radiação infravermelha.

Para a sua compreensão correta se faz necessário entender alguns fenômenos físicos.

Todos os dispositivos militares projetados para detecção de calor possuem como princípio a descoberta da radiação infravermelha no ano de 1800, quando o físico William Herschel fez atravessar a luz solar por um prisma de vidro, resultando no arco-íris, de cujas cores ele efetuou medição de temperatura, verificando aquecimento crescente conforme se aproximava a cor vermelha, a última do espectro. Contudo, Herschel notou que havia temperatura ainda mais elevada em uma zona após o vermelho, invisível ao olho humano, designando tal região de “infravermelha” pela frequência das suas ondas ser inferior às do próprio vermelho.

Em 1879, Josef Stefan comprovou através de experimentos que todos os corpos cuja temperatura esteja acima de 273 graus centígrados negativos emitem tal radiação, que está, conforme o comprimento das suas ondas (medido em “mícron”, a milésima parte de um milímetro) dividida em três porções: próxima, entre 0.7 e 5 mícron; média, entre 5 e 30 mícron; e distantes, entre 30 e 1000 mícron. Dessas zonas, contudo, somente aquelas cobrindo 3-5 mícron – com temperatura ao redor de 450°C – e 8-12 mícron, aquecida a cerca de 17°C, são utilizadas em detectores de calor, por serem totalmente imunes à ação da atmosfera.

F-22 sendo rastreado pelo Su-35 na Síria
F-22 sendo rastreado pelo Su-35 na Síria

Estas propriedades findaram, ao longo da História, por serem aproveitadas no dispositivo que modernamente se conhece pela sigla IRST, do inglês Infra-Red Search and Tracking, busca e rastreio infravermelho.

Com relação ao seu desempenho e contrariamente ao entendimento comum, a saída de um propulsor a jato não representa a única fonte do calor a ser detectado por um IRST. O volume de radiação IR deixado pela trajetória de uma aeronave de asa fixa – denominado sua “assinatura” infravermelha – é a soma das emissões de calor assim geradas: pelas partes de temperatura mais elevada (seções quentes do motor e o seu bocal de exaustão, cujo calor aumenta consideravelmente com a utilização de pós-combustores, comuns em aviões de caça e ataque); pelo nível de fumaça; a quantidade de aquecimento resultante do atrito da aeronave com o ar (seguida do consequente vapor, especialmente oriunda da seção frontal da mesma e de suas asas) e pelas radiações do céu, do sol e mesmo da superfície terrestre refletidas na aeronave. Já nos helicópteros, além dos dutos exaustores do motor, as principais fontes de calor são as demais partes quentes do mesmo – como as palhetas das turbinas – a cauda, aquecida pelos gases oriundos do propulsor e, por fim, a própria fumaça. Dentre os tipos de propulsor, os turbojatos geram mais calor, seguidos dos turbo ventiladores (ou “turbofans”, cuja economia de combustível quase generalizou o seu uso na Aviação Militar) e dos turboélices.

IRST do Su-35
IRST do Su-35

Outros fatores determinam a detecção de uma aeronave através do IRST, a exemplo da posição deste em relação ao seu “alvo” (quando “visto” frontalmente e pelas laterais, os níveis de fumaça e de temperatura emanados pela estrutura contribuem sobremaneira para “denunciar” a sua presença, ao passo que, quando detectados por trás, a maior fonte de radiação IR tornam-se as partes quentes do motor) e da altitude e condições meteorológicas em que este se encontra: à baixa altura e na presença de nuvens, quando existem altas concentrações de vapor d’água e gás carbônico, a transmissão de radiação IR é muito afetada, o contrário do que ocorre a grandes altitudes, acima dos 10.000 metros.

Contudo, existem determinadas condições de altitude e velocidade que resultam em zonas nas quais há pouca probabilidade de a quantidade de calor gerada por uma aeronave denunciar sua presença. Um estudo do Departamento de Engenharia Aeroespacial do Instituto Indiano de Tecnologia, publicado em 2007, afirmava que para um propulsor turbofan em potência militar seca – situação em que um crescente número de aeronaves de caça alcança velocidade supersônica sem utilizar pós-combustores, capacidade denominada supercruzeiro – tais zonas situam-se entre 1.800 metros e 2.400 metros de altitude (com a aeronave voando a até Mach 1.4, equivalente a 1.713 km/h) e entre 4.500 e 4.700 metros, aqui com o vetor atingindo velocidade pouco superior a 1.836 km/h, equivalente a cerca de Mach 1.5.

IRST do Su-35
IRST do Su-35

Fora de tais condições, a possibilidade de uma aeronave ser denunciada pela sua assinatura térmica cresce exponencialmente.

E esta possibilidade é ainda maior diante de IRSTs de última geração, como o OLS-35, que equipa o Su-35S. Dentre as suas características mais marcantes estão a capacidade de reconhecimento visual do alvo, operação em uma ampla gama de altitudes e condições meteorológicas e mesmo tipos de solo contra os quais uma aeronave esteja posicionada, de maneira que o alvo se destaca do seu cenário de fundo. O dispositivo, conectado ao sistema de pontaria do Flanker-E, apresenta alcances de detecção entre 35 e 90km, se a aeronave for detectada do seu quadrante dianteiro ou traseiro, respectivamente.

Considerando que a geração de calor numa aeronave possui diversas origens, fica evidente que artifícios como misturar a saída dos gases quentes com correntes de ar frio ou direcioná-las para fora da esteira aerodinâmica da trajetória da aeronave são ainda menos eficientes que os complicados designs dos caças stealth e seus revestimentos (a exemplo do “Topcoat” do F-22A Raptor) que visam respectivamente a refletir as ondas eletromagnéticas em várias direções e a absorvê-las, de modo que apenas uma fração da quantidade originalmente emitida retorne ao radar adversário.      

Su-35 na Síria
Su-35 sobre a Síria

*Bacharel em Ciências Aeronáuticas (Universidade do Sul de Santa Catarina-UNISUL, na qual é um dos pesquisadores do Núcleo de Estudos Sociedade, Segurança e Cidadania-NESC); Pós-graduando em Engenharia de Manutenção de Aeronaves (PUC-MG). Autor de “Embraer 145ISR – Programa, Versões, Operadores e Emprego” (C&R Editorial, 2012), coautor de “Beyond the Horizon – The History of AEW&C Aircraft” (Harpia Publishing, 2014) e de “E-8 JSTARS, Boeing-Northrop Grumman’s Joint Surveillance Target Attack Radar System (Schiffer Publishing, 2019). Único colaborador brasileiro com artigos regularmente publicados nas prestigiosas “Air Forces Monthly” e “Combat Aircraft Monthly”.

138
Deixe um comentário

avatar
61 Comment threads
77 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
70 Comment authors
Antonio PalharesCésar A. FerreiraScudBwelderMarcos Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Gustavo
Visitante
Gustavo

que comece a choradeira. Isso que estamos falando de IRST, mas os radares aerotransportados em breve estarão também detectando o atual conceito de furtividade.

Mikhail Bakunin
Visitante
Mikhail Bakunin

Em que banda operam esses novos radares?

Mauricio_Silva
Visitante

Olá.
Mais relevante que a banda de frequência do radar, é o algorítimo de detecção usado pelo aparelho. Hoje em dia, é possível detectar um caça furtivo, mesmo usando um radar “mequetrefe” (de geração mais antiga). O problema é a demora para o processamento dos dados. Assim, pode se detectar um avião que estava ao alcance do rada há alguns minutos (totalmente ineficaz num TO). Mas algorítimos mais recentes estão reduzindo o tempo de confirmação da detecção. Quando ficar na ordem de décimos de segundo, já serão viáveis. E isso não deve demorar.
SDS.

Bosco
Visitante
Bosco

Bakunin, O que um radar leva em conta para detectar uma aeronave é a radiação que retorna. Um corpo pode refletir diferentemente as radiações na dependência de sua frequência. As aeronaves stealths, notadamente os caças, foram pensados tentando reduzir o eco nas bandas K, X, C e S. Para se contrapor a eles se utilizam radares ditos de baixa frequência, nas bandas L, UHF e VHF. Esse é um dos caminhos escolhidos para se contrapor à tecnologia stealth. Hoje, se vislumbra uma nova forma, que é usar as bandas de alta frequência (X, C e S) com radares capazes de… Read more »

Mauricio_Silva
Visitante

Olá.
Não poderia ter dito melhor, mestre Bosco.
SDS.

Munhoz
Visitante
Munhoz

A LM sabe o que faz, das duas uma ou ela está enrolando o governo ou essa tecnologia é uma tendência do futuro. Devemos levar em conta que para desenvolver um radar para detectar levará um bom tempo e o alcance deste tipo de radar poderá ser equivalente ao de um simples IRST. Além dos mísseis que também não conseguem travar um caça stealth quando guiados por radar. Então só restaria um possível radar operando em VHF etc para receber um pequeno sinal e depois o resto do trabalho ser feito por IRST e mísseis IR. No entanto no meu… Read more »

Nozor Boletti
Visitante

Sei lá, mas o que um sistema laser de ataque tem a ver com deteção e travamento no alvo?

Munhoz
Visitante
Munhoz

Nozor O que ocorre é que a principal vantagem do F 22 ou F 35 em relação aos outros caças é sua capacidade de lançar mísseis de médio alcance primeiro e os mísseis de médio alcance que forem lançados de caças adversários (se estes conseguirem eventualmente rastrear o F 22 ) não conseguirem travar o F 22, coloque um sistema laser avançado num caça e este conseguiria se defender dos mísseis e ao mesmo tempo atacar sem a chance de defesa do adversário ou seja as vantagens do F 22 35 não teriam muita serventia para o combate aéreo porque… Read more »

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

Bosco, obrigado.
Estava esperando sua opinião. Balizada e técnica.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Eu acho que isso vai demorar um BOOOOOOM tempo pelo menos umas boas décadas.

Antonio
Visitante
Antonio

Acredito que os russos descobriram que essa tecnologia não é isso tudo. Principalmente para os países com modernos sistemas de defesa.

Nilton L Junior
Visitante
Nilton L Junior

Isso que foi o F-22 imagina se fosse aquele que quebra o trem de aterrizagem, seria crueldade.

Antonio
Visitante
Antonio

Imaginem se o Su-35 derrubasse o F-22. Como os americanos iam anunciar o fracasso para o mundo? Ou ficariam calados para não passar vergonha??

Seção 7
Visitante
Seção 7

Gustavo, se a coisa já tá feia com a atual tecnologia russa, imagine só, a coisa vai ficar ainda mais complicada para os americanos e seus parceiros qando entrar em operação nas proximas décadas, os futuros caças de sexta geração da Rússia, bem como sua próxima geração de aeronaves não tripuladas, que podem ser equipadas com o que é descrito como um “radar radiofotônico”. Este sistema seria capaz de fornecer imagens de ondas de rádio quando uma imagem tiver maiores detalhes com a possibilidade de identificar o tipo de alvo detectado.. O radar rádiofotônico seria capaz de enxergar além dos… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Seção 7,
Quando você divulgar essa informação utilizando verbos no tempo “presente” e no modo “indicativo” a gente volta a conversar. Por enquanto , você utilizou só verbos no tempo “futuro” e no modo “subjuntivo”.
Vale salientar que SE a mãe de Pedro Álvares Cabral fosse lésbica o Brasil não tinha sido descoberto até hoje. O “se” não conta!

Seção 7
Visitante
Seção 7

Boscolino, creio que o colega “deveria” prestar mais atenção na parte em que digo “o RTI Group da Rússia deverá completar a pesquisa e desenvolvimento preliminar(e também construir uma maquete) de um radar radiofotônico de banda X este ano”. E, na verdade os chineses estão no mesmo processo(conceito/maquete) no momento. Essas são etapas natural na construção de uma nova tecnologia que “esta sendo desenvolvida”. Ou seja, o conceito já existe, agora é desenvolve-la. Não se esqueça que o F-22, e o F-35 (que, ainda não terminaram de desenvol-lo completamente mesmo passadas várias decadas e gastos bilhões e bilhões de dólares)… Read more »

welder
Visitante
welder

Bosco, da uma pesquisada sobre “ESPALHAMENTO DE RAYLEIGH” produzido pelas moléculas do ar, uma radar que utiliza essa propriedade criaria pontos luminosos(ou bolinhas) em moléculas de ar que voltarão para o emissor.
Nesse caso o radar iluminara o ambiente procurando interferências.

Antunes 1980
Visitante
Antunes 1980

Seja da parte russa ou norte-americana, os fanáticos de esquerda e de direita, de forma irracional não aceitarão de forma alguma que suas vantagens e desvantagens serão alternadas a cada ano ou década. Sinceramente não duvido que a tecnologia stealh esteja sendo de certa forma ultrapassada por soluções russas ou chinesas. Os vetores stealth continuarão com suas vantagens contra países periféricos e de terceiro mundo. Por isso o Brasil deveria investir não no desenvolvimento de aeronaves “invisíveis”, mas sim em contra medidas eficazes, posteriormente adicionando em vetores ou sistemas anti aéreos. Pois o custo de participar de um programa como… Read more »

Theo Gatos
Visitante
Theo Gatos

Mas o alcance do IRST não é bem menor que o do radar? Seria correto afirmar que, quando o F22 foi localizado pelo IRST ele já estava acompanhando todos os Su35 na área com seu próprio radar e esteve em posição de abatê-los se fosse necessário, mas também não o fez? Sendo assim ele estaria ainda com certo controle da situação… Tudo bem que ele achava que passaria desanunciado, mas quantas vezes não o fez também até este flagrante não sabemos…
.
Sds

Augusto L
Visitante
Augusto L

Não sabemos se o radar do F-22 estava ligado.
Sendo assim só dectaria o Su-35 bem perto pelo seus sistemas MAGEN de infravermelho, ou pela emissões de radar do mesmo, essa da pra detectar a grande distância, mas o radar do Su-35 poderia estar desligado.
Tendo o Su-35 jammeado algum E-3 Sentry na região, ele ficaria furtivo ao Raptor até uma certa distância, contando o mesmo estando com os radares desligados.

Filipe Lima
Visitante
Filipe Lima

O F22 tem um sistema passivo de detecção de radar, certamente ele estava operando, e ele é de longo alcance. Eu não sei porque tanto estardalhaço dessa matéria, o F22 é “invisível” aos radares, não aos sensores infravermelhos, ninguém nunca disse que ele era invulnerável aos sensores infravermelhos. Ele promete ser de baixa detecção pelo radar, e de fato é, tanto que foi detectado já muito próximo, e por outro sensor que não faz uso de ondas de radar… Mas vai entender, sempre em um querendo desmerecer a aeronave dos outros, que são melhores que as nossas inclusive.

Soutor
Visitante
Soutor

Sua colocação foi perfeita, concordo inteiramente contigo

Gp
Visitante
Gp

Normalmente o f-22 e o f-35 costumam voar com aquelas pequenas lombadas instaladas na asa para negar furtividade ao radar nesses casos. logo para evitar expor a assinatura desses caças aos russos. Também não é raro você encontrar f-22 e 35 voando até o com o transponder ligado nesses sites de rastreamento.

Se o f-22 realmente você garantir superioridade aérea contra os su-35, é bem provável que não sobraria um su-35 para mergear.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Caros, o MAGE e não MAGEM, como escrevi erroneamente é que detecta as emissões infravermelho e de RF. É por isso que disse MAGE IR e depois disse sobre a detecção das emissões de radar. O F-22 só detecta uma ameaça por IR em curta distância se valendo do sistema de detecção de mísseis mas pode detectar a emissão de radar inimigo a grande distância, dependendo do controle de emissões inimigo, mas o radar do Su-35 poderia estar muito bem desligado, e estando o do Raptor tbm desligado o Sukhoi poderia muito bem chegar até uma certa distância do F-22… Read more »

wwolf22
Membro
Noble Member
wwolf22

como que a Russia poderia bloquear as comunicações dos aviões que forem atacar a Siria??

Augusto L
Visitante
Augusto L

Com jamming terrestres que podem ser ligados a IADS, mas os russos não tem tecnologia suficiente para jammear o inimigo sem afetar a sua própria emissão de radar.
É meio que um trade off, tem que ser feito com inteligência, ou desenvolver tecnologias que permitem operar juntas.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Impressão minha ou o texto foi um pouquinho sensacionalista de mais no sentido de “Olha, o impossível aconteceu” Na imagem o SU-35 estaria acima e atrás do F-22, melhor posição para o IRST dele não existe. alem do mais os F-22 na síria não estão exatamente se escondendo (não acho que eles empreguem 100% de sua furtividade) e achar eles com um radar de busca não é impossível (difícil é rastrear com precisão e travar no alvo) então direcionar um SU-35 para a posição onde o F-22 esta pra ele fazer uma busca com o seu IRST não é difícil… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

Mas nunca foi, alardeado que o F”-22 ou qualquer outro caça era imune ao IRTS.
Um trio de Su-35 consegue rastrear um F-22 de forma totalmente passiva, mas a detecção ocorre somente até 40km.
Um radar de baixa frequência detecta um F-22 até 70 km mas sem precisão para tiro, mas os controladores terrestres podem passar essa informação para o Su-35 para ficar o feixe do radar em uma área, mas mesmo assim o Su-35 não consegue detecta-lo a mais que 50km.

carcara_br
Visitante
carcara_br

De onde você tirou os 70km? se você pegar esse fabricante bielorusso:
http://www.kbradar.by/en/products/radiolokatsiya/radiolokatsionnye-stantsii/80/
Onde se lê a distância de detecção do radar Vostok-3D, para o F-117, temos 350km (em ambiente sem interferência) considerando que o raptor tem um RCS 16 vezes menor e que a equação radar vai ser aplicada(provavelmente não teria um comportamento tão previsível), daria uma distância de detecção de 175Km…
A não ser é claro que você tenha um bom motivo, é tudo um baita chute…
Obs.: O erro de posição (distância) seria da ordem dos 200m…

Bosco
Visitante
Bosco
carcara_br
Visitante
carcara_br

Esse gráfico que vc insiste em não ler a nota de rodapé? E que não leva em consideração o aumento de rcs em radares de baixa frequência???

Bosco
Visitante
Bosco

Discute comigo não. Falo pro Carlo Kopp. Foi ele que fez o gráfico. A culpa não é minha se ele não fez um levando em consideração isso aí que você disse. O que está explícito no gráfico pra qualquer pessoa com um tico e um teco dando contato é que ele relaciona um dado radar VHF com um dado RCS divulgado de aeronaves diversas e dá como resultado uma estimativa de alcance de detecção. O resto é coisa da sua cabeça. Você até pode estar certo, mas eu já li tudo que o Carlo Kopp escreveu e tenho certeza que… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

Ao menos seja intelectualmente honesto e poste o gráfico com a legenda….
Ler é uma coisa, interpretar e entender são outras…

Bosco
Visitante
Bosco

Essas diferenças de desempenho relativas aos radares de bandas diferentes está implícita na análise de cada gráfico em separado. Esse: https://www.ausairpower.net/XIMG/Rus-X-band-Radar-Params-2008.png de banda X, mostra o quão mais perto é a detecção se comparado com aquele, que eu postei às 15:40. Enquanto um radar de banda X como o Grave Stone detecta uma aeronave com RCS de 0,0001 m² a cerca de 10 milhas náuticas um radar Vostok , banda VHF, detecta a mesma aeronave a 25 milhas náuticas. Ou seja, o Carlo Kopp já faz as alterações relativas ao incremento do alcance quando se usa um radar de baixa… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

De onde eu tirei não havia legenda, mas fique a vontade para postá-la.

carcara_br
Visitante
carcara_br

A gente já gastou 100 posts alguns anos atrás e eu não me incomodo de gastá-los novamente pra explicar aos leitores que ainda perdem tempo em ler os comentários. Efeito 1 – Dado um mesmo rcs em duas bandas de frequência diferentes aquela com maior comprimento (menor freq) de onda detectará a uma maior distancia, isso é uma consequência do simples da alteração de frequencia, não interessa a geometria da aeronave e pode ser deduzida da equação radar. Este ponto é considerado no gráfico do kopp. Efeito 2 – os revestimentos absorventes de ondas eletromagnética possuem efeito degradado em baixas… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

Carcará são informações bem conhecidas os radares VHF/UHF russos tem uma capacidade de detecção em cerca de 70km para os Raptors e 100km para os Lightenings, vale notar que para radares “normais” o F-35 é mais furtivo que o F-22 mas não para radares de baixa frequência. Á e o B-2 contra o radar de baixa frequência é mais stealth ainda que o F-22, mas o mesmo não é mais que o F-35 contra radares de banda maior. Mas é assim que a vida é, não há meio eficaz de se contrapor aos stealth americanos no vis-à-vis, a única maneira… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

Acho que não… isso é boato, sem fonte nem uma base teorica

Rui Chapéu
Visitante
Rui Chapéu

Bem isso.

Isso é tipo aquelas fotos de Porta Aviões tiradas pelos periscópios dos submarinos em treino.

Treino é treino, jogo é jogo.

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

De novo. Esse ursinho brincalhão.

XFF
Visitante
XFF

Esse papo de caça invisível é para país de terceiro mundo na área de tecnologia militar.
O F-22 já é um avião velho e precisa de uma nova geração. Se Su-35 já faz frente com F-22, imagina o SU-57 de sexta geração….

_RR_
Visitante
_RR_

Su-57 é uma aeronave da quinta geração… Na verdade, mesmo os russos já admitem que o seu novo caça tem uma furtividade de nível menor…

Rui Chapéu
Visitante
Rui Chapéu

Depois dessa foto vão cancelar o Su-57 , o J-20 e o J-31 e o futuro Tempest?

Não?

Ops, então acho que eles são muito bobos em gastar um monte com uma tecnologia que “está ultrapassada”.

Gustavo
Visitante
Gustavo

não é bem esse o ponto… Ninguem vai deixar a atual furtividade de lado, afinal nos próximos 15 anos, entre 15 a 20 países terão acesso a essa tecnologia. Te pergunto, você prefere estar entre os 20 países que tem a tecnologia ou os 173 países que não tem? Outro ponto, para que gastar em plataformas caríssimas se seu potencial inimigo já possui uma tecnologia que faz com que a sua gastança não ser justificável, ou seja, se o seu rival está entre os 15 ou 20 que tb tem caças stealth e que tb detectam stealth. Como comparação, a… Read more »

Rui Chapéu
Visitante
Rui Chapéu

O que vc escreveu é uma contradição ambulante.

Primeiro fala que ninguém vai deixar a furtividade de lado, depois fala “para que gastar em plataformas caríssimas””
Depois fala que caças 4.5G vão bater de frente com de 5G …

Decida-se.

Heyarth
Visitante
Heyarth

Só em vc ter uma aeronave Stealth, já te coloca em outro patamar, principalmente contra potenciais inimigos sem tecnologia para se contrapor. Só pra efeito de comparação, um MBT hoje é bastante vulnerável no combate, pois existem vários meios baratos capazes de destruí-los, mas nem por isso se deixou de investir nesses meios.

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

Parece que o radar do Su-35 tem um alcance de 400km , não é brinquedo não tentar botar contra esse bicho.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Na verdade é 200km, 400km é se focar o feixe em uma pequena área, aí todo radar de qualquer caça cresce de alcance, rsrsrs.
Esses dados são para 2-5 rcs^2

Antonio
Visitante
Antonio

E, ontem, a Universidade de Nanjing na China colocou em testes o primeiro radar quântico. O alcance, segundo a publicação, ainda está restrito a 100 km. Dentro em breve teremos novidades na área.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Invisível mesmo só o jato da Mulher Maravilha. O resto é brincadeira! 😛

Humberto
Visitante
Humberto

Tem um trecho incorreto “Boeing F-22A Raptor faz parte” que seria bom ser corrigido. Quanto ao incidente. Como leigo, na minha opinião, se o ambiente fosse um pega para capar, o F-22 não teria sido detectado pois teria abatido o seu adversário muito antes OU a missão foi planejada/executada incorretamente. Um ponto interessante é o trecho “ao ser alertado de algum modo da presença do “Flanker-E”, os Russos devem estar preocupados, pois do jeito que está escrito, está passando um bonde debaixo dos narizes deles e não estão conseguindo ver. Particularmente acredito que o Flanker foi detectado por um AWAC… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Humberto,
O radar AESA do F-22 funciona no modo LPI (baixa probabilidade de detecção).

Augusto L
Visitante
Augusto L

E os F-22 atualizados, que usam o APG-77(v), além do LPI, possuem salto de frequência.
É quase impossível geolocalizar e usar jamming em modo DRFM

Antonio
Visitante
Antonio

Que ginástica para tentar negar que o F-22 estava na alça de mira do Su-35 e seria facilmente abatido. Fala sério!

Humberto
Visitante
Humberto

Onde está escrito no texto que estava na alça de mira e seria facilmente abatido?
Uma coisa é detectar, outra engajar e por fim abater.
No mais, não estou fazendo ginástica alguma, inclusive falo que pode ser abatido.
Quanto ao fala sério, vou relegar, pois eu sou sério, erro muito, mas aprendo com os mesmos.
Abraços

Sidney
Visitante
Sidney

185.000 km² Nesta área há uma variável a ser considerada, o acaso. A probabilidade de encontrarem-se em vôo não é pequena dado este território, e para cada encontro de um SU-35 com o F-22 tão alardeado pelos Russos, e é elogiável por que é um excelente marketing para seus aviões, quantos serão os desencontros? Para cada vez que noticiaram que um SU-35 conseguiu ver um F-22 quantas vezes este passou despercebido? O que dizer da aviação Israelense então. Os Russos culparam os Israelenses pelo abate de seu IL-20, mas não viram os caças Israelenses F-16 e/ou não conseguiram vetorar seu… Read more »

IBANEZ
Visitante
IBANEZ

A tecnologia stealth é a menina dos olhos da força aérea e da industria aeronáutica dos EUA. Sua superação significa um baque na poderosa maquina de guerra norte americana que é totalmente dependente da superioridade/supremacia aérea perante o inimigo para funcionar (já abalada pelos novos sistemas de defesa anti-aéreos de procedência russa). Especialmente se lembramos do quanto o programa do F-35 consumiu de recursos e ainda se mostra duvidoso quanto a sua eficacia.

_RR_
Visitante
_RR_

Ibanez,

Qualquer força armada convencional depende de supremacia aérea para atuar no seu melhor.

A “menina dos olhos” das forças armadas americanas é, de longe, a tecnologia de armas de energia cinética. É isso o que dará efeito a doutrina ‘Prompt Global Strike’ e a futura dominância no combate convencional.

IBANEZ
Visitante
IBANEZ

_RR_
Sim é verdade que a supremacia área é vital pra qualquer força armada, mas são os EUA se destacam nesse requisito no mundo.
E as armas de energia cinética é uma tecnologia nova ainda em desenvolvimento e não entrou efetivamente em campo. Além disso outros países também tem dado seus próprios passos nessa área. A tecnologia stealth ainda é a chave do sucesso yankee no campo de batalha e sua superação vai mudar drasticamente a situação pra eles.

Bravox
Visitante
Bravox

Só eu acho que o F-22 foi rastreado de quando levantou da base area onde operava ?
Quando os pilotos americanos foram em Israel ‘treinar’ com o f-35 saiu um comentario sobre todo caça ou avião naquela região que quando levanta voo todo mundo sabe onde e quando .

Augusto L
Visitante
Augusto L

Em Israel os caças nesse treinamento operavam com dispositivos para ampliar seu RCS e os sistemas russos tem alcance em quase todo o território de Israel, mas não possuem até o golfo de onde os F-22 costumam estar baseados, se os F-22 da Usaf estavam usando dispositivos de aumento de RCS na Síria, aí eu não sei dizer.

Marcelo
Visitante
Marcelo

nao faz sentido enviar um caca stealth para um teatro de guerra real e instalar dispositivos de aumento de RCS neles…e tem outra algumas semanas atras eram os americanos se gabando de terem se aproximado de uns vetustos Su-25 e Su-22 sem terem sido notados….entao deixa os russos se gabarem um pouco tambem. O feitico virou contra o feiticeiro, lembrando que o F-22 foi projetado para ter o IRST mas este foi cancelado por questoes de custo, deveriam repensar agora se forem fazer um MLU neles, nao deve ser tao caro assim hoje em dia.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Não é um cenário de confrontação direta, o aumento de RCS máscara o RCS real, o que dificulta os russos de guardarem informação nas suas bibliotecas.

JOSE DE PADUA VIEIRA
Visitante

A silhueta parece mais com um MiG-29, cuidado com o fogo amigo…

Jack
Visitante
Jack

Opaaa !!! Agora bateram uma “Chapa do Bichão” Virou FATO!

Bueno
Visitante
Bueno

Legal!
Muitas teorias para o Caso. O F22 chegou sorrateiro, para não ocorrer um acidente se apresentou no palco.
Duas potências que podem contar suas histórias, suas versões e nos lermos e discutirmos o que pouco sabemos.

Antonio
Visitante
Antonio

Exatamente. E pode-se acrescentar outra. O F-22 foi detectado pelos radares russos que mandaram o Su-35 para interceptá-lo.

Pedro
Visitante
Pedro

Não entrando no mérito do texto mas… ele começa assim: “É um fato: não existem verdades absolutas.”
Perguntinha: esse “fato” é uma verdade absoluta ou não?

Uilinton
Visitante

A complexidade da guerra aérea não pode ser resumida em um dog fight (essa sentença foi um erro na guerra do Vietnã, há 50 anos). Hj em dia as aeronaves tem alta velocidade e manobrabilidade, sim, mas a consciência situacional no campo de batalha, tornou isso quase obsoleto (exceto em alguns casos, é óbvio) Datalink, radares potentes, planejamento, caças multifuncao, pacote. Todos conceitos “novos” e não foram exatamente testados em combates aéreos modernos. Quero dizer que não foram testados em combate contra uma força de igual capacidade. Esse fato da reportagem é importante, sim, mas não é crucial. Outra coisa… Read more »

Mateus
Visitante
Mateus

Flagrar visualmente é uma coisa, flagrar no radar, é outra bem diferente!

Rimon 20
Visitante
Rimon 20

A imagem foi captada pela TV do sistema OLS-35 e não pelo sensor infravermelho, já que este não forma imagem térmica do alvo.

O sensor infravermelho seguiu o ponto de calor e a TV registrou, o que na curta distância do encontro não indica fragilidade do conceito “stealth”.

Matéria que explicita o fato:

https://tecnomilitar.wordpress.com/2018/09/25/f-22-rastreado-pelo-sistema-ols-35-do-su-35s-mas-o-que-isso-significa/

Delfim
Visitante
Delfim

Área de baixa detecção IR “entre 1.800 metros e 2.400 metros de altitude” ?
Pode até ser, mas pode ser facilmente abatida até por armamento AAA de tubo, fora os MANPADS.

Nilton L Junior
Visitante
Nilton L Junior

Sergio Santana como sempre produzindo conteúdo que provocam emoções para alguns e ótimos artigos que nos propiciam execelente informações, se um dia vir a terra do tigre tem um execelente café para animar uma boa prosa.

Nilton Reis Jr.
Visitante
Nilton Reis Jr.

Pergunta: o alcance dos irst são notoriamente pequenos. Bem menores que as contrapartidas dos radares padrão. Mas, caso o piloto ligue esse radar padrão (aesa ou pesa ou sei lá o que), o avião desse piloto não se tornaria uma árvore de Natal no meio da batalha? Meu escasso conhecimento em DCS diz que sim. O rwr do inimigo iria anunciar a iluminação, e o Red pensaria “vou ligar o meu radar tbm, uai”, e o f22 seria igualmente localizado pela emissão de seu radar (algo análogo ao hoj). Ainda é uma pergunta.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Depende do nível de tecnologia do radar.
Um caça com um bom sistema LPI e com salta de frequência é quase impossível detectar ou fazer o track das emissões.

Bosco
Visitante
Bosco

NIlton, A tecnologia stealth não tem só a ver com o tipo de aeronave utilizada, sendo sim um conceito amplo, o que inclui todo o planejamento da missão, que tem como princípio básico o controle de emissões. Mesmo caças convencionais não ficam com seu radar ligado o tempo todo, e vale salientar que o radar AESA do F-22 tem capacidade LPI (baixa possibilidade de detecção) dentro de certos parâmetros, mas mesmo assim ele o uso de forma eventual. Há também o fato do F-22 detectado (se for verdade a história toda) poder estar em dupla e apenas um deles for… Read more »

carcara_br
Visitante
carcara_br

Teste

Flanker
Visitante
Flanker

O F-22, assim como qualquer outra aeronave stealth, não é é invisível. Pode ser detectado em determinadas situações. Se alguém acredita que uma aeronave furtiva nunca será detectada, está muito enganado. Por outro lado, se alguém acredita que na Síria os russos não sabem onde os aviões dos EUA voam e que os americanos não sabem onde os aviões russos voam, também está muito enganado. Esses dois países não estão em guerra. Eles voam obedecendo protocolos bem definidos entre ambos. Encontros como esse, nessas condições, não são nada difíceis de acontecer. Nesse caso específico, pode ter acontecido dessa maneira, mas… Read more »

Diplomata92
Visitante
Diplomata92

Por mais leigo ou fanatico que a pessoa seja,Dá pra ser No mínimo racional é só a captura de uma tela !
Um cara vem falando que um F-22 é ultrapassado
O outro já fala no fim da era dos stealth que já foi superado por equipamentos russos ! Coisa chata essa briga pra ver quem puxa mais o saco! continuem assim nunca vão evoluir vão estar sempre tapados pela própria ignorância

Bispo
Visitante
Bispo

Em breve o radar russo com propriedades fotônicas (de bolinhas para alguns) “dará”as caras … ai que a choradeira será… foton-métrica…rs

WFonseca
Visitante
WFonseca

Bola fora em Lockheed!! Bilhões gastos e um SU-35s trava o F22 na Síria via IRST, putz e agora?! Bom, acho que eventuais adversários do F22 e do problemático F35 podem ficar tranquilos, vai que é moleza! Deve ser por isso que a Rússia encomendou apenas 12 SU-57… Para que jogar dinheiro fora! Brincadeiras à parte, o F22 deve continuar como caça dominante até 2045 ou além, é o pensamento da USAF claro que podem estar enganados. Nos treinos F22/Typhoon (que possui excelente IRST), o caça europeu não sabia onde procurar pois o IRST embora capaz de fazer a detecção,… Read more »

Anderson
Visitante
Anderson

Embora seja possível identificar o F-22 a 30km de distância pelo modo IRST, o combate direto dificilmente chegará nesse nível. Os RAPTORS visualizarão o inimigo com muito mais antecedência, o que fará toda a diferença. Se for verdade que o SU-35 ficou tão próximo do F-22 sem ser notado, foi uma bobeira muito grande dos americanos, e somente se estivessem com radar desligado. Já que é prafazermos suposições, sei que o IRST do GRIPEN é muito elogiado, mas será que é páreo para os Russos? EUA? Qual seria a contramedida mais adequada contra os F-22? Já vi em outros lugares… Read more »

Mauricio R.
Visitante

Os franceses também tem pencas dessas fotos do F-22 no IRST de Le Jaca.
E isso no tempo em que aquilo lá ainda podia ser chamado de IRST.
O que ninguém, franceses ou russos mostraram até o momento é um “lock on”, um alvo travado com solução de tiro computada.

Ivanmc
Visitante
Ivanmc

Imagina se o piloto Russo tem o dedo nervoso?! Seria um estrago sem precedentes.

_RR_
Visitante
_RR_

Provavelmente um Su-35 operando em PAC sobre uma área sensível, ou em escolta a algum elemento de ataque. Resta saber se localizou o adversário por seus próprios meios ou foi vetorado para a interceptação… Particularmente, não creio que mantenham o IRST o tempo todo ligado. E logo, só posso pensar em um meio externo ao Su-35.

O mais interessante aqui é: mais uma vez, um ‘Raptor’ é flagrado em espaço aéreo controlado por russos operando seus melhores sistemas… Quantas outras missões foram lançadas sem que se tivesse qualquer registro…? Pra se pensar…

Jefferson Ferreira
Visitante
Jefferson Ferreira

Ou o inverso também, quantas foram flagradas e não divulgadas para maior compreensão e aumento da biblioteca radar… é para se pensar também!

_RR_
Visitante
_RR_

Fosse assim e não hesitariam em divulgar… Seria uma excelente peça para propaganda…

Jefferson Ferreira
Visitante
Jefferson Ferreira

Não faz sentido eu ter uma fonte confiável de informação, anuncia-la para justamente acabar perdendo a fonte… Acredito que nenhuma propaganda vala a pena…

Carlos Campos
Visitante

Quem garante que o F22 não estava lá vendo os SU 35? E esqueçam de comparar SU35 e F22, tem que comparar SU57 e F22, a tecnologia de furtividade ainda é essencial, tem gente aqui até dizendo que os EUA estão acabados pq a furtividade caiu por terra, menos pessoa, nem China nem Rússia vão abandonar o tecnologia, muito menos o EUA

Roberto da Silva Rocha
Visitante

Vao evitar um abate do Adir porquê, por algum motivo, as encomendas estão sendo reduzidas. Então é melhor não arriscar. Vai que um S400 dá uma caçada com foto e tudo. Lembro da Sérvia. Os voos dos Stealth são coreografado pelo link de dados não adianta ativar o Lpi com jammig, se o objetivo for apenas localização da emissão. Todo objeto metálico em movimento num campo magnético como o da terra são emitidas pulsação eletrônicas, está em qq livro de segundo grau. Tem o atrito atmosférico nos bordos de ataque e nariz. O rcs de 0,002 equivale a uma bola… Read more »

Carpophorus
Visitante
Carpophorus

Off topic: Foi publicada hoje (25/09/2018) a Portaria do Comando da Aeronáutica 400-159 que regula a desativação de 24 A-1 AMX até o final do ano. Informando até que serão modernizadas 14 unidades 11 mono e 3 bipostos

BILL27
Visitante
BILL27

24 até o final do ano ???? A coisa ta feia hein .

Alex Nogueira
Visitante
Alex Nogueira

Putz! Na verdade deveriam modernizar ao menos 24, tenha dó, tanto tempo para desenvolver o SCP-01 e tanta burocracia para fechar o pacote de atualização dos sistemas, etc… para no fim modernizar só 14?! Típico do governo brasileiro mesmo, não termina nenhum projeto de longo prazo.

Por isso precisa aproveitar as compras de oportunidade mesmo, pois desenvolver aqui e produzir aqui não vira.

Flanker
Visitante
Flanker

A FAB recebeu 56 A-1. Forsm perdidos 4 em acidentes (3 mono e 1 biplace). Ao redor de 10 células sofreram corrosão por ficarem armazenados de forma inadequada, na BASC, durante alguns anos. O envelopamento das células e o sistema instalado de controle de umidade não funcionaram corretamente, o que causou a corrosão. Ao menos uma célula já foi transformada em monumento (A-1A 5542, colocado em frente aos prédios do 1° e 3°/10° GAV, na Ala 4 em SM). Assim, vemos que a maioria dos A-1 que operavam no Adelfi serão baixados, visto que daqueles, somente o 5506, 5520 e… Read more »

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Se a noticia foca na detecção IR, porque voces ficam se lanhando com radar, radar, radar, radar? A noticia não tras novidade. IRIST é um sensor que veio para ficar e complementar a gama de sistemas de armas de qualquer um… Tem onde pode ser bem aplicado…tem onde será depreciado…..depende do cenario, TO, do pacote da missão…. O interessante da noticia é apenas a demonstração pratica de seu emprego. De um lado pode alguns poderão afirmar que o F-22 sempre soube…de outro, que nada soube e foi avisado por AEW…. tentem focar o espaço apertado da missão….lá e nesta circunstancias,… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Carvalho, Se há foco no radar é porque sequer uma imagem “real” do ocorrido foi exposta. Com a máxima vênia (rrsss não sou advogado) do Sergio Santana, mas ele não mostrou nenhuma foto original mas só uma “gravura”. Nem em tese dá pra discutir sobre IRST com aquela “gravura” lá em cima. Quanto ao uso do telêmetro laser, não há correlação direta entre o IRST e um telêmetro laser, só quem tem isso é o Rafale (que eu me lembre) junto com uma câmera de TV. O que não deixa de ser algo estranho tendo em vista que o interessante… Read more »

Maurício.
Visitante
Maurício.

Eu vejo a tecnologia stealth igual a tecnologia TVC dos caças russos (claro que guardadas as devidas proporções) se a tecnologia stealth for ajudar você por que não utilizá-la? É um caminho sem volta pessoal, são as tecnologias evoluindo, infelizmente o pessoal mistura ideologia no meio aí complica.

CRSOV
Visitante
CRSOV

É verdade que os aviões dito stealth são mais invisíveis na sua parte de baixo do que na parte superior da aeronave ?? se isso for verdade os radares OTH poderiam detectar essas aeronaves a mais distância pois ao contrário dos radares em terra que iluminam o alvo em sua parte de baixo os radares OTH utilizariam a ionosfera para rastrear um alvo de cima para baixo por conta das ondas de radar emitidas pelo OTH rebaterem na ionosfera e retornarem a procura de algum contato que esteja voando !!

Bosco
Visitante
Bosco

CR, Uma aeronave stealth tem sua furtividade maximizada no setor frontal. Quanto ele surge detrás do horizonte ele está diretamente de frente com o radar (ou deveria estar). O feixe de um radar específico não interage com todo o corpo do “alvo”. Por exemplo, um radar de alta frequência e onda curta reflete em estruturas pequenas. Já um radar de frequência menor e onda maior irá interagir com estruturas maiores. Um feixe de baixa frequência e onda grande ira interagir com estruturas grandes. Os caças stealth escodem suas estruturas pequenas e médias e aí os radares de onda menor não… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

A USAF tem o projeto de um grande Bombardeiro stealth hipersônico, chamado Bomber 2037 se isso vira a se concretizar é outra coisa.
Vale lembrar que os radares OTH são de supra importância para uma IADS, ele dão alerta a tudo que chega perto, facilitando assim á indicação para onde e quando as baterias se moveram e ajuda aos radares das mesmas no controle de emissão.
O negativo que os radares OTH são fixos e podem e serão destruídos no primeiro dia de guerra por um atawue de saturação de mísseis e bombas.

CRSOV
Visitante
CRSOV

Citando o caso do Iran eles tem um radar OTH chamado Sepher de cerca de 3000 km de alcance e dois radares OTH tipo Ghadir de 1100 km e esses 3 são fixos !! Creio que para eles a importância seria de avisar sobre um primeiro ataque e dar tempo deles dispararem os mísseis antes que suas bases subterrâneas sejam atingidas (isso se forem capazes de destruir essas bases incrustadas nas montanhas e em grandes profundidades abaixo do solo).

Augusto L
Visitante
Augusto L

Radares OTH são os piores na resolução de tiro, eles só dão o alerta.

Emanoel S Azevedo
Visitante
Emanoel S Azevedo

Boa tarde, os comentários são relevantes sobre a furtividade dos F 22, mas o que a maioria se esquece e a capacidade de superioridade aérea para que o F 22 foi concebido, num cenário real de guerra não haveria o famoso dogfight, com mísseis ar-ar de médio e longo alcance, ou seja indo além dos 60 km de distância, o alvo de um F 22 jamais conseguiria localiza lo muito menos fechar seus mísseis de curto alcance sobre ele, pois a esta distancia nenhuma aeronave detectaria um F 22, e se for a noite e com mau tempo, aí a… Read more »

Vitor oliveira
Visitante
Vitor oliveira

Se gabam tanto de supostamente localizar o tal f22 porem se esqueceram q o F22 tambem deve ter visto o Su35 porem a missao dele nao era abater o SU35 coisa q poderia ter feito muito antes do su35 detecta-lo.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

É Brasil, só lei, lamente e chore por ter tanto preconceito e ser tão submisso.
Pois se não fosse desta forma, na época do então FX-1 estaríamos agora operando mais essa terrível máquina mortal Russa, além de ter adquirido conhecimentos para montar via Avibrás, e participação no PAK-FA, mas !
Veremos as capacidades dos Gripen quando ficarem prontos !

Adriano RA
Visitante
Adriano RA

Ontem tirei uma foto da traseira de uma Ferrari na estrada. Isso significa que eu estava correndo tanto quanto ela? Ela estava correndo? Eu estava?
Os encontros entre caças russos e americanos estão acontecendo sobre a Síria já faz tempo e isso não quer dizer nada além de que se encontraram. O resto é imaginação.

Foxtrot
Visitante
Foxtrot

leia, maldito corretor de textos !

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Então que temos é que o F-22 como também todos os outros caças Stealth não são tão invisíveis assim né Bosco?!?

Bosco
Visitante
Bosco

Luiz, A ideia por trás da tecnologia stealth é permitir que uma aeronave se aproxime o suficiente de um alvo protegido a ponto de liberar suas armas. Um caça que está armado com 2 mísseis JASSM-ER não precisa ser stealth tendo em vista que seus mísseis têm 900 km de alcance. O B-52 tem RCS de 100 m² e não corre riscos porque lança mísseis com 2500 km de alcance. Mas um caça que quer lançar “bombas”, sejam de queda livre ou planadoras, precisa ser stealth caso contrário correrá sérios riscos tentando adentrar território inimigo. Uma guerra não se ganhe… Read more »

Paulo Guerreiro
Visitante
Paulo Guerreiro

esse conceito de aeronave invisivel ou coisa parecida so existe na cabeça de quem vive na fantasia do super trunfo ou quer voar no jato da mulher maravilha…

lembre-se furtividade nunca foi invisibilidade

Dr.Telêmaco
Visitante
Dr.Telêmaco

Um gigantesco esforço para tentar “explicar a imagem” e provar que aquilo que ela está mostrando “não é bem assim”. Por favor…

Cbo
Visitante
Cbo

A matéria só não fala que o F-22 Raptor já tinha o Su-35 na mira 24 horas antes de ser detectado. É que o colunista tentou dá uma moral prós russos.

TJLopes
Visitante
TJLopes

Acho que o site tava precisando de views. Ótimo click bait.

Pra quem quer uma explicação técnica sobre o ocorrido, sugiro o site tecnomilitar.

Mauricio R.
Visitante

É muito simples, precisam muito vender o bicho.
O Su-57 não foi e nem vai a lugar algum tão cedo, se é que algum dia irá.
E vender reforma de Su-27 ou -30 não melhora a capacidade de ninguém, paga as contas, mas não evita a necessidade de um novo produto.
Assim eis ele: o Su-35 Flanker E!!!!

PS: O mesmo se aplica para F-15SA e -15QA, F-16V e F/A-18E/F Block III.