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Dois bombardeiros B-1B fazem exercício contra a Coreia do Norte

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B-1B e dois F-15K

Dois bombardeiros estratégicos da B-1B da Força Aérea dos Estados Unidos treinaram com os caças da Coreia do Sul sobre e perto da península no início desta semana em mais um show de força contra a Coreia do Norte, disseram autoridades de defesa nesta quarta-feira.

Os bombardeiros de decolaram de Guam e entraram na Zona de Identificação da Defesa Aérea da Coreia (KADIZ) por volta das 8h50 da madrugada na terça-feira, de acordo com o Joint Chiefs of Staff (JCS).

Eles encenaram um exercício simulado de lançamento de mísseis ar-terra com dois caças F-15K sobre o Mar do Leste e voaram pela península, disse.

Os B-1Bs e os F-15Ks tiveram outra rodada de um exercício de lançamento sobre o Mar Amarelo. Os bombardeiros voaram para fora da KADIZ por volta das 11h30pm, adicionou o JCS.

O exercício fez parte de um “treinamento de desdobramento regular” com o objetivo de aumentar a capacidade de implementar a “dissuasão prolongada” contra o Norte, disse o JCS.

“Através da prática desta vez, as forças aéreas sul-coreana e americana mostraram a determinação dos aliados de exercer forte retaliação contra ameaças nucleares e de mísseis da Coreia do Norte”, afirmou.

No final do mês passado, os Estados Unidos voaram B-1Bs em águas internacionais próximas à costa leste do Norte.

FONTE: Yonhap

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Wellington Rossi KramerRafael M. F.RodrigoFelipe MoraisWFonseca Recent comment authors
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Renato Carvalho
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O gordinho perdeu uma oportunidade de abatê-los, já que tinham prometido tal coisa, ou seja, é um fanfarrão desmiolado, quanto ao outro lado, mera formalidade, isso não vai dar em nada, segue o cortejo.

Nonato
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Nonato

Trump precisa agir. E se a China quiser entrar na dança, que dance…
Tem sido um erro tolerar a continuidade de regimes comunistas como os da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela.
Enquanto se deixam essas ervas daninhas, elas contaminam o mundo livre.

Skyraider
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Skyraider

A terrível cedilha não saiu em “lançamento” no quarto parágrafo do post.

Sávio Milli
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Sávio Milli

Nonato. Depois do juramento a bandeira yank vão proibir por aqui até os garfos que usamos made in north korea. Devíamos estar preocupados com a base de emergência deles no norte da Argentina limite com Paraguai. Pista para ônibus espaciais talvez.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Nada será feito contra a Coréia do Norte sem a bênção da China. Trump sabe disso.

Tiger 777
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Tiger 777

A China não se incomoda com estes bombardeiros voando ali pertinho dela????

Nonato
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Nonato

Rinaldo, sem dúvida se a China e/ou Rússia implicarem dificulta muito.
Mas se fosse eu não me incomodaria com isso.
Os EUA têm que se impor.
Se ficar dependendo da China, talvez nunca a erva daninha seja eliminada, só tende a piorar.
Se tivessem resolvido há 10, 20 anos teria sido mais fácil…
Se os EUA não agirem agora, talvez, daqui a alguns anos, precise pedir autorização a China até para ter bases no Japão.

Bosco
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Bosco

Na minha opinião não haverá um ataque à CN sem uma comunicação prévia à China, mas dispensável sua aprovação. Faltando poucos segundos para os aviões e mísseis entrarem no território da CN o Trump liga e avisa que o ataque está em curso e a China não irá fazer absolutamente nada.
Ah! Quanto aos trocentos mil obuseiros apontados para Seul eles serão atacados com bombas de fragmentação. Foi pensando em utilizá-los nesse teatro que os EUA não ratificaram os tratados de banimento das armas “cluster”.

Bosco
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Bosco

Os B-1B e caças (USAF, USN e USCG) irão atacar as forças terrestres com bombas de fragmentação, os B-2 irão atacar os alvos estratégicos relacionados à fabricação, armazenamento e operação de armas nucleares e mísseis balísticos e os Tomahawks irão atacar os centros de C3 e as usinas elétricas.
Não duvido que próprio Nhonho seja alvo de ataque. Talvez meia dúzia de Tomahawks ou de JASSMs lançados dos B-1.

Bosco
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Bosco

Está claro que o Nhonho ameaça jogar armas nucleares nos EUA. Claro também está que a CN tem dispositivos nucleares. Pode ser só reação às provocações americanas mas claramente o “ponto sem retorno” foi alcançado. Simplesmente não é aceitável uma potência nuclear ameaçar explicitamente outro país e ficar por isso mesmo, principalmente se este “outro” for uma potência nuclear muito mais poderosa, quiçá a mais poderosa nação que já existiu sobre a Terra. Há um preço a se pagar por deter o poder nuclear e um deles é ter paciência de fazer inveja a Jó, sob pena do país se… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Não vai acontecer nada. Só bravatss de ambas as partes. E EUA não vão enfrentar a China. Seria uma catástrofe.

Rinaldo bistafa
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Rinaldo bistafa

É nesta história como em todas as outras, quem realmente será afetado, quem perderá seus filhos em batalhas, quem sofrerá as dores?????
Pense um pouco, só um pouco, use 5% da sua massa encefálica, ….
Novamente, novamente a história irá se repetir, só mudará o local!!!

Nonato
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Nonato

Na minha opinião dessa vez tem guerra.
E apoio.
Ficar assistindo em cima do muro não leva a nada.
Aliás leva a CN a se tornar um país mais perigoso.
O ideal é que a China não apóie seu protegido.
Eu faria o ataque com mísseis balísticos intercontinentais para não dar tempo de reação.
Mísseis convencionais ou nucleares de baixa radiação, efeito limitado, para alguns alvos.
Não avisaria a China.
Poderia avisar bem antes e de forma genérica essa possibilidade.
E não na hora dando a chance de a China avisar o ditador…

Augusto
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Augusto

Tá mais pra China não enfrentar o EUA, no mais isso é assunto pra outra hora. É claro que a China vai aproveitar o imaginário anti-guerra do ocidente mas se o apoio político se reverter a guerra, não há nada que a China possa fazer, aliás até digo que a a estratégia da China é adiar esse momento ao máximo utilizando o sentimento anti-guerra ocidentais até que tenha capacidade suficiente pra peitar pra valer. Bosco, quanto ao ataque tenho visto muito a proposta de uso de aviões de stealth com bombas de penetração até mesmo as nucleares se for possível… Read more »

Nonato
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Nonato

Um ataque surpresa e capaz de destruir os principais alvos sem chances de reação so mesmo mísseis balísticos, programados para atingir os alvos simultaneamente. Tipo uns 100 ou 200. A maior preocupação seriam essas baterias direcionadas a Seul. Mas não menos importantes, os centros de comando e controle, incluindo o palácio presidencial e toda cadeia de comando, e todo e qualquer ativo capaz de gerar reação. Os mísseis nucleares etc poderiam ser destruídos algumas horas depois seja por Tomahawks seja por bombardeiros. Se tentarem usar mísseis de cruzeiro ou bombardeiros para iniciar não tem como esconder 200 aviões. Se houver… Read more »

EParro
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EParro

Rinaldo Nery 12 de outubro de 2017 at 9:32

Meu caro Rinaldo Nery, também acredito que não haverá enfrentamento, mesmo porque economicamente, parece-me que, também para a China não há interesse.
Acredito até que a China já deva ter “conversado” com o rocket man.

Forte abraço

WFonseca
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WFonseca

A política interna americana passa por momento delicado, todos seriam mais felizes se o atual presidente fosse comedido, falasse menos e formasse mais alianças. Por outro lado, o Obama, super simpático, prémio Nobel da paz não enfrentou como deveria problemas como imigração ilegal, domínio Chinês do mercado, ameaças crescentes do Irã e Coreia do Norte etc… Outro erro, foi a retirada das tropas do Iraque deixando a porteira aberta para o crescimento do ISIS. Em defesa do Obama vale dizer que seu governo passou todos os dias sob conflito, caçou Bin Laden, apoiou a derrubada de Kadafi, combateu o Isis… Read more »

Felipe Morais
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Felipe Morais

Rinaldo, normalmente concordo com o que escreve. Mas dessa vez, sei não hein! Trump não é Obama e já deu mostras disso. Obama tinha um “compromisso” com um legado, afinal era o primeiro presidente negro dos EUA. Ou seja, teve que meter o rabinho entre as pernas e ser omisso em várias situações, como no caso da CN, por exemplo. Já Trump vem demonstrando que não liga para o politicamente correto…não liga para a racionalidade. É muro na fronteira, é quebra de acordos ambientais, é pressão em aliados. Enfim, a CN é um problema cada vez maior. Já cresceu demais… Read more »

Bosco
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Bosco

Nonato, Então o que você sugere é um ataque nuclear radical que matará 50% da população instantaneamente e os outros 50 ao longo de uns 6 meses? Não existe no mundo nenhum míssil balístico intercontinental com ogivas convencionais. Um ataque como você descreve obrigatoriamente teria que ser nuclear. – A menos que o ataque seja feito por mísseis balísticos e semibalísticos táticos (até 300 km) de curta alcance (até 1000 km de alcance) e alcance médio (1000 a 3500 km de alcance) como por exemplo o TACMS (americano utilizado pela Coreia do Sul) e o Hyunmoo-3 A, B, C (sul… Read more »

Rodrigo
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Rodrigo

Eu acho que o grande problema desta questão é o “dia seguinte”, ou seja, com o gordinho maluco fora do jogo, o que fazer com a CN? A voz da razão seria unifica-la a CS, acredito em um clamor mundial em favor disto, PORÉM convencer a China de uma península coreana aliada dos EUA, é mais difícil do que ser bem sucedido em liquidar esta questão sem respingar algumas bombas ( convencionais) em Seul no processo.

Rafael M. F.
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Rafael M. F.

“Com as baionetas, Sire, pode-se fazer tudo, menos uma coisa: sentar-se sobre elas.” Talleyrand
.
O mesmo pode ser dito de uma nuke.

Augusto
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Augusto

O ápice dessa questão da Coreia vai ser quando a CN tiver capacidade de mandar um nuke na costa leste americana, já lá vários artigos do NI e da Rand falando sobre esse momento. Alguns dizem que o Trump na sua conversa com o Xi Jinping deu o alcance da costa leste como linha vermelha.

Augusto
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Augusto

Bosco volto a falar pelo que tenho lido nos sites americanos a estratégia que você falou seria empregada em caso eminente de ataque norte coreano no caso de um ataque preventivo seria só bombardeiros decapitadorios junto com o emprego de FEs pelo menos é que se propõe. Não tenho a mínima ideia se vai dar certo

Wellington Rossi Kramer
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Wellington Rossi Kramer

Uma guerra com a CN é assustadora, mas alguém terá que fazê-la. Se o comunismo é uma ameaça é por culpa do ocidente. Alimentam o monstro que depois irá tentar devorá-lo. Ainda não li o livro da Diana West, American Betrayal, mas sei que ela mostra com documentos que os EUA, durante a IIºGM contribuiam com todos os movimentos anti-nazistas da Europa, menos com aquele dirigido pelo Almirante Wilhelm Canaris, chefe da inteligência alemã. Este entrou em contato com os governos ocidentais dizendo que daria um golpe, tiraria Hitler do poder, e os aliados impediriam a entrada das forças soviéticas… Read more »