Mockup Gripen NG na Festa da Caça na Base Aérea de Santa Cruz

O Jane’s noticiou que a empresa israelense Rafael espera começar a integrar seus armamentos ao caça Saab Gripen E/F assim que assinar o contrato esperado para as próximas semanas.

Um funcionário da Rafael presente na FIDAE 2016 informou que as bombas guiadas SPICE (Smart Precise Impact Cost Effective) devem começar a ser integradas ainda este ano. Serão integradas as armas SPICE 2000, SPICE 1000 e SPICE 250. Os pods Litening, RecceLite e SkyShield já estão integrados.

A Saab assinou o contrato de integração de armas de US$ 245 milhões com o governo brasileiro em abril de 2015. Além as armas da Rafael, estão sob o contrato o míssil A-Darter da Denel-Avibras-Mectron e o IRIS-T da Diehl BGT Defence.

Spice 1000

Os mísseis Rafael Python IV usados nos caças F-5EM não estão incluídos no pacote de integração.

Os kits de guiagem SPICE são usados para converter bombas convencionais de 2.000, 1.000 e 250 libras em armas guiadas “stand-off” com capacidade de ataque em qualquer tempo. De acordo com a Rafael, as bombas SPICE podem alcançar alvos até 60km de distância, com um erro de apenas 3 metros.

spice-250

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Bruce_D
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Bruce_D

Não vi integração de mísseis bvr

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Python IV, V e Derby são imprescindíveis, inventário principal da FAB, custos, letalidade etc …..
_____________

Off, EF na FIDAE com os Halcones.

_____________

https://www.facebook.com/embraercorporatecommunications/photos/pcb.811581228947376/811579838947515/?type=3&theater

Marcelo Bardo
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Marcelo Bardo

Python IV e V, acredito que não serão integrados porque já há dois mísseis de curto alcance (A-Darter e Iris-T), então é provável que a FAB utilize os Python nos F-5 até expirarem a validade.

EParro
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EParro

Carlos Alberto Soares 2 de abril de 2016 at 10:37

Mas os Python IV e V e o Derby já não estão integrados desde os Gripen C/D?

Juarez
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Juarez

No C/D sim, mas no NG não, sem contar que em função das modificações feitas feitas na fuselagem será necessário promover vários ciclos de ensaio de ensaios aerodinâmicos e de lançamento para verificar o comportamento destes.

G abraço

João Paullo S Conceição
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João Paullo S Conceição

So eu não vejo sentido em à FAB tar de olho em bombas tão sofisticadas como a Spice e não em um míssil BVR ? Mesmo já tedo o derby só são 38 unidades, ou a FAB faz igual Israel e destrói muitos aviões inimigos em solo ou vai ficar bem complicado ter superioridade aérea.

EParro
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EParro

Juarez 2 de abril de 2016 at 11:12

Obrigado pela atenção, meu caro Juarez!
Leigo e suas analogias são uma “água” mesmo. Tudo tem custo, tudo precisa ser testado.

Saudações.

marcos matos
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marcos matos

não vai ter míssil de longo alcance…(ar ar)

Maria do Carmo Lacoste
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Maria do Carmo Lacoste

No contrato de compra, já não está incluído algum tipo de armamento, incluindo o Meteor?

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira
Gustavo
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Gustavo

Tambem sou leigo, mas tenho uma pergunta. Se nossos Gripens sao para defesa do espaço aereo, interdiçao, interceptaçao… Porque comprar armas ar solo pra eles? Integrar entandi, mas vamos ter esquadroes de ataque com este vetor tambem?

Fernando
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Fernando

Gustavo, creio ser intenção da FAB que o Gripen venha a substituir tanto os F-5 como os AMX. E mesmo sendo um caça para interdição \ interceptação ele deve possuir em seu inventário esse tipo de armamento, vide Rafale\Mirage2000 no oriente médio.

Bardini
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Derby não esta integrado ao Gripen E/F?
.
Vão comprar/usar o que pra BVR?

Octávio
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Senhores,

Todos os armamentos já integrados ao Gripen C/D permanecem integrados ao Gripen E/F, e isso, obviamente, inclui o Derby. Quem afirmou o contrário está redondamente enganado.

Observem que no corpo do artigo acima é informado que as bombas guiadas SPICE serão integradas ao Gripen E/F. É necessário fazer essa integração porque elas ainda não foram integradas no Gripen C/D, ao contrário, por exemplo, dos pods Litening, RecceLite e SkyShield, que já estão integrados ao caça, não necessitando, portanto, de uma nova integração ao E/F.

Só para constar, as bombas SPICE estão integradas ao F-15, F-16, Tornado e FA-50.

Bardini
Visitante
Octávio
Visitante

O colega forista Bardini acabou de postar um gráfico onde o Derby aparece na lista de armamentos do Gripen, da mesma forma que a SPICE 100. As bombas SPICE 2000, SPICE 1000 e SPICE 250 ainda precisam, portanto, serem integradas ao caça. Mas quanto ao Derby, não há qualquer dúvida.

Bardini
Visitante

Acho que quem fez essa arte para postar no site da SAAB comeu mosca e escreveu SPICE 1000 com um zero a menos. Até onde sei, não existe SPICE de 100 lbs

Mauricio R.
Visitante

O avião foi substancialmente modificado da variante “C/D” para a variante “E”, as principais modificações estão na fuselagem e na raiz das asas, os pilones nas pontas das asas tb são diferentes daqueles da variante C/D.
Fico com o Juarez, serão necessários diversos voos de ensaio e avaliação, p/ a verificação do comportamento dinâmico da aeronave e de suas cargas, em diversos perfis de voo e no lançamento destas.
Alguns armamentos podem necessitar que modificações específicas sejam implementadas.
Algo parecido ocorreu na integração do P-V nos F-5 modernizados, a princípio o míssil induzia vibração próximo a ponta da asa.

Mauricio R.
Visitante

Ah, digno de nota, a integração se dá entre o fabricante do armamento em questão e a empresa dona do produto JAS-39E Gripen.

Bosco
Visitante

Vale salientar que os kits Spice são para as bombas de 1000 e 2000 lb. As “bombas” de 250 lb são armas específicas, não modulares.

Mauricio R.
Visitante

Existe disponível uma versão melhorada do míssil Derby e esta não está homologada no Gripen, ainda.

Octávio
Visitante

Mauricio R., nem sempre a integração se dá entre o fabricante do armamento em questão e a empresa dona do produto, em algumas situações ela é feita de forma ampla, estando disponível a todos os operadores. Fato é, por exemplo, que a Saab acaba de dispobilizar a todos os operadores do Gripen C/D a atualização do software de missão MS20 que possibilita entre outras novidades o emprego do novo míssil ar-ar BVR Meteor. https://www.aereo.jor.br/2016/03/19/seminario-anual-gripen-2016/

Mauricio R.
Visitante

Uma coisa é a campanha de integração de um dado armamento (Meteor) ao sistema de armas de uma dada aeronave (Gripen), isto é feito entre os fabricantes do armamento (MBDA) e da aeronave (SAAB); em geral assistidos pela força aérea do país que demandou a criação desta aeronave (FLYGVAPNET). Mas pode ser tb por força armada, interessada em operar esse armamento.
Outra coisa diversa é disponibilizar na forma de atualização, aos operadores dessa mesma aeronave no mercado, esse trabalho de integração.

Wellington Góes
Visitante

Deixa eu ver se entendi direito, nós (o governo brasileiro) está pagando pela integração de armamentos estrangeiros no Gripen E/F, é isto?!?! E os nossos, só A-Darter e MAR-01, cadê a Acauã e os kits Friulli?! Cadê o MANSUP?! E os Derby (que fazem parte do inventário da FAB)?! Preferimos bancar a integração de armamentos estrangeiros à bancar o desenvolvimento dos nacionais?!?! Fico aqui tentando imaginar a justificativa disto, qual ameaça premente temos no horizonte para postergarmos o desenvolvimento e integração de armamentos indígenas em pró de armamentos israelenses?!?! Ah tá, não tem!!!

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Wellington Góes 2 de abril de 2016 at 15:36
O termo “integração” talvez tenha sido usado de modo inadequado no texto, na verdade a FAB fez uma compra de U$ 245 milhões, que inclui esses mísseis e bombas listados na matéria.
De todo modo, tanto o A-Darter como o IRIS-T devem ser integrados ao Gripen realmente, mas não creio que é disto que trata a matéria.
É provável que esse armamento mais caseiro, seja integrado no Brasil mesmo.

Bosco
Visitante

Eu pra falar a verdade acho essa opção por esse tipo de arma, independente do fabricante, uma total falta de lógica. Não adianta adotarmos mísseis com sistema de guia IIR com capacidade ATA (aquisição automática de alvos) ou com data-link sem antes termos proficiência em bombas guiadas por laser e GPS. É essencial que as bombas Lizard (já adotadas pela FAB) e a Acauã (caso esteja pronta e acabada) sejam integradas antes de qualquer coisa. Também é de se esperar que o MAR-1 o seja o mais rápido possível. Sinceramente pra mim acho muito estranho essa aquisição de armas ar-sup… Read more »

Fabiano
Visitante
Fabiano

Bosco estas Bombas guiadas de queda livre seria de curto alcance?

Bosco
Visitante

Fabiano, Sim! Basicamente as bombas guiadas de queda livre (JDAM, Paveway) e os mísseis táticos (Brimstone, Maverick, etc) operam dentro do alcance dos sensores EO do caça. Isso não passa de uns 30 km de alcance horizontal quando a bomba é “largada” a grande altitude (acima de 10.000 m) com o caça a alta velocidade subsônica (próximo de Mach 1.0). As bombas planadoras e os misseis de longo alcance (geralmente são mísseis de cruzeiro) operam contra alvos fora do alcance dos sensores EO (mas dentro do alcance do radar de abertura sintética) ou contra alvos fixos (estratégicos). Claro, isso é… Read more »

Bosco
Visitante

As bombas guiadas de queda livre têm alcance na dependência da altitude e da velocidade do vetor, mas gira no máximo por volta de 30 km. Mísseis ar-sup táticos também têm alcance semelhante, com a vantagem de poderem ser lançados de altitudes mais baixas já que são propulsados por motor foguete. As bombas guiadas planadoras têm alance em torno de 80 a 100 km de alcance, na dependência também da altitude e da velocidade do caça. Os mísseis de longo alcance, geralmente propulsados por uma turbina, têm alcance acima de 200 km. Alguns são propulsados por motor foguete (Ex: Popeye)… Read more »

Fabiano
Visitante
Fabiano

Valeu Bosco,então na FAB as bombas de queda livre guiadas são as Lizards,e as bombas planadoras de médio e longo alcance será as Spices Israelenses,é nada mal.

Alexandre Samir Maziz
Visitante

Sou burro sou “infante” pé de poeira , dai uma pergunta porque temos que pagar uma empresa de Israel para fazer a integração dos sistemas de armas , se temos a parceria com suecos isso não esta incluso no projeto ?? o Cel Nery pode me explicar melhor isso ou outro amigo que tem mais conhecimento de aviões ? abraços !!!

João Paullo S Conceição
Visitante
João Paullo S Conceição

Não gostei do armamento escolhido, 2 mísseis de curto alcance diferentes, cade as bombas nacionais guiadas? morreram? Como vamos ter superioridade aérea sem mísseis BVR, e com poucos Derby (que ainda possuem um alcance que não é dos maiores) ?

Fabiano
Visitante
Fabiano

Outra coisa que pensei , a FAB não se interessa por misseis anti tanque tipo Maverick ou brimstone ,ou as Bombas guiadas dão conta para este tipo de missão?

Bosco
Visitante

E tem as Acauã (SMKB), nacionais, que são guiadas por GPS mas que não se sabe em que ponto de seu desenvolvimento estão (mas até onde eu sei já estão operacionais).
Se instalados os kits de asas da Friulli nelas as transformam em bombas planadoras com mais de 60 km de alcance.
Vale salientar que o incremento do alcance com as asas cruciformes extensíveis das bombas Acauã, semelhante às bombas Paveway, não acrescenta muito.

Bosco
Visitante

Fabiano,
As bombas tipo Lizard (ou as Paveway, L-JDAM, etc.) guiadas por laser, têm bom desempenho contra alvos móveis, incluindo blindados. Não necessariamente é obrigatório se ter mísseis sup-ar táticos desde que se disponha de bombas guiadas terminalmente. A vantagem dos mísseis é que seu desempenho não é tão dependente da altitude de lançamento e por terem ogivas HEAT podem ser menores e mais leves.

Justin Case
Visitante
Justin Case

Amigos, O processo de integração de armas e qualificação destas em nova aeronave exige a participação, em diferentes níveis, de três partes: o contratante, o integrador e o fabricante do armamento. Essas atividades geram custos que são pagos, em princípio, pelo contratante. Em alguns casos, o fabricante de armas assume seus custos, pois, se o armamento não for integrado, ele não será comprado ou utilizado. Em outros casos, o contrato principal já cobre os custos de integração. Por exemplo, os esforços e fornecimentos da Rafael sendo cobertos pelo contrado do Governo com a SAAB. . Quanto à necessidade de integração… Read more »

Gayneth
Visitante
Gayneth

Bosco, Juro que não entendo! Quando o material é de SEGUNDA reclamam! Quando é no ESTADO DA ARTE reclamam! É complicado.

Bosco
Visitante

Gayneth,
Não estou reclamando não. Só estou fazendo algumas considerações.
Não é que eu não goste da FAB se armar com o que tem de melhor no segmento. Só espero que não deixe o arroz com feijão de lado que é ele que ganha guerras por poder ser adquirido em maior quantidade.

Fabiano
Visitante
Fabiano

Bosco valeu obrigado.

Mauricio R.
Visitante

“…dai uma pergunta porque temos que pagar uma empresa de Israel para fazer a integração dos sistemas de armas…”
.
Neste caso em particular, pq a empresa israelense é a vendedora do armamento citado.

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Fico com os comentário do Coronel Jaguar, Do Maurício R., boa parte dos comentários do Bosco e a levantada de “bola” do Juarez.
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Hoje no final do dia um Primo Jacob comentou que Derby e Python’s serão integrados, não quis comentar “a mando e pago” por quem.
Mas faço uma aposta: Israeli e Suecos bancarão.
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Minha opinião, reitero minha:
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A FAB não vai apostar somente em coisas “nacionais”, IRIS etc ….

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

Recordando,
muitos colegas de hoje o que comentaram ontem ++++ o texto tópico:
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http://www.aereo.jor.br/2015/03/31/fab-define-armamento-que-vai-equipar-o-caca-gripen/

Carlos Alberto Soares
Visitante
Carlos Alberto Soares

No tenemos plata, aposto na integração de armamentos Israeli, com ou sem Brazil !

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Concordo com Juarez e Justin. Integrar ao NG um Pyton V é tão diferente da integração de um C/D a um Pyton IV quanto instalar um Win 10 em PCIntel i5 e instalar um Win 98 em um PC pentiun I. Treinar um projetista em Catia a treinar um desenhista no Auto Cad 8. Começa pelas turbinas, cuja resposta dinamica é muito diferente entre uma 414 (NG) e uma 404 (C/D).. Mesmo se considerarmos um unico missil (por exemplo um Python IV ja integrado ao C/D) sua iteração aerodinâmica com o NG será muito diferente e deverá ser certificada nos… Read more »

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Complementando o aspecto propriedade imntelectual e propriedade “fisica” , real. Vejam o caso recente do FBI tentando abrir legalmente o sistema do IPhone. Complicado, mesmo para a agencia publica, frente a um chip intencionalmente mantido blindado. Em processadores industriais padrão MIL não ha quem consiga simplesmente querer fazer engenharia reversa sem um esforço tremendo e de resultados 99,99% do tempo pifios. Uma bomba spice iteragindo com um Gripen C/D certamente constitui um caso muito parecido com ela sendo lançada por um NG. Mas há uma diferença muito grande, maior do que, por exemplo, a distancia que ha entreu uma bateria… Read more »

fonseca
Visitante
fonseca

off topic – alguém está vendo a nova versão da série 24 horas na Globo? Uns terroristas conseguem “sequestrar” alguns drones invisíveis americanos para atacar Londres. Próxima semana continua. Achei engraçado quando Jack Bauer (não sei como se escreve…) falou para um hacker… Você sabe do que estamos falando? Eles têm acesso a dez drones, cada um armado com 4 mísseis hellfire. Você sabe quanto estrago isso pode fazer em Londres? Pensei comigo mesmo. Estrago muito pequeno. Claro que destruiria e mataria muita gente. Mas da forma que ele falou. Um míssil não deixa de ser uma bomba autopropulsada. Não… Read more »

Fabiano
Visitante
Fabiano

fonseca 3 de abril de 2016 at 1:35
Assisti esse episódio também ,será que seria possível ? Tomara que não rsrsrsrs.

Fabiano
Visitante
Fabiano

Dez drones com 4 Hellfire cada da 40 no total destruiria 40 ônibus por exemplo,já seria um estrago grande Deus me livre,mas o governo americano investe bem na área de contra crimes cibernéticos.

Zmun
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Zmun

Lembro de uma lenda que dizia que todo armamento instalado no C/D estava automaticamente instalado no NG.

EParro
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EParro

Alexandre Samir Maziz 2 de abril de 2016 at 18:18 Olá Alexandre Samir Maziz, sou leigo, mas a meu ver, parece estar havendo uma confusão de conceitos, nesta estória toda? Uma coisa é compatibilidade: dispositivo capaz de funcionar corretamente junto com outro. E outra coisa é integração: combinação de produtos diferentes, de fabricantes diferentes, para criar um sistema. Logo, acredito que os Pithon IV e V e o Derby possam ser compatíveis com a “família Gripen”, mas necessariamente demandam uma integração (conforme Juarez 2 de abril de 2016 at 11:12; Mauricio R. 2 de abril de 2016 at 15:25 e… Read more »