quinta-feira, abril 15, 2021

Gripen para o Brasil

Aeronave da FAB cai no Mato Grosso do Sul

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Uma aeronave A-29 Super Tucano, da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu na manhã deste sábado (7) na área rural de Campo Grande. Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto do avião foi ejetado (sic) e morreu no local, que fica próximo ao distrito de Indubrasil. Não houve feridos.

A assessoria de imprensa da Base Aérea de Campo Grande (BACG) informou ao G1 que a aeronave pertence ao esquadrão Flecha e que o piloto era experiente. Ele fazia voo de treinamento quando a aeronave caiu às 7h40 (horário de MS), de acordo com a assessoria da Base. Fundado em 2004, o esquadrão nunca havia registrado acidente.

O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se deslocaram até o local do acidente. Uma equipe da BACG também foi até a área do acidente e isolou a área.

FONTE: G1

Nota do Editor: o Poder Aéreo lamenta o falecimento do piloto e presta condolências aos familiares e amigos.

Atualização, 11:40h: 

Nota Oficial – Acidente com avião da FAB em Campo Grande (MS)

O Comando da Aeronáutica lamenta informar que neste sábado (7), por volta das 8h40, horário de Brasília, uma aeronave de caça da Força Aérea Brasileira (FAB), modelo A-29 Super Tucano, caiu a 10km do aeroporto de Campo Grande – MS.

O piloto e único ocupante da aeronave, Capitão-Tenente Bruno de Oliveira Rodrigues, de 32 anos, conseguiu se ejetar, porém faleceu no local.

O Capitão-Tenente Bruno Oliveira era Oficial da Marinha do Brasil e, desde o início do ano passado, realizava o Curso de Líder de Esquadrilha da Aviação de Caça no Terceiro Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação da FAB.

A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que contribuíram para o acidente e está prestando todo apoio aos familiares.

Brasília, 07 de julho de 2012.

Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

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André

O oficial que faleceu era da Marinha do Brasil, segundo nota veiculada pela FAB.

Baschera

Igualmente reitero meus pêsames a família, a Marinha do Brasil e a Força Aérea Brasileira.

Colegas, estranho o que aconteceu, mesmo com a ejeção do piloto…. talvez o vídeo abaixo possa esclarecer algum detalhe pelos colegas que conhecem….,, as imagens foram feitas nesta manhã e podem conter conteúdo forte.

http://www.youtube.com/watch?v=HtrgvK88 … r_embedded

Imagens: Cristhian Igor Brito, via Campo Grande News.

Segundo a fonte, Campo Grande News, o corpo foi parar a 150 metros do Tucano matrícula A295737.

Sds.

Ozawa

Filio-me às condolências do editor. Escreve mais uma página, lamentavelmente com sangue, na difícil, honrada e heróica história das asas fixas da MB. Descanse em paz.

helder junior

Descanse em paz!
Meus pesames a familia.
Muito triste mesmo ele se ejetou ou o acento ejetou sozinho?

mario.lira

Alguém já tem alguma idéia de que por que o piloto morreu, apesar de ter ejetado? No último caso de que me lembro a ejeção foi em solo, e o assento do ST não é 0-0, mas neste caso teria sido em vôo, portanto isto não se aplica…

Guilherme Poggio

Caro mario.lira

Ah uma pequena confusão. O último acidente no solo foi com um Tucano da AFA. Neste caso foi com um A-29 Super Tucano do 3º.

O assento ejetor não é o mesmo dessas duas aeronaves.

juarezmartinez

Que Deus abençoe e ilumine o caminho deste jovem piloto e que agora voa nas asas do senhor.

Minhas sinceras condolência a familia.

Grande abraço

Vassili

Mariolira,

O assento ejetável do A-29 é um Martin-Baker MK-10, no caso um zero-zero sim.

abraços.

Franco Ferreira

Boa Noite, amigos.

Talvez a explicação esteja em “Uma coisa puxa outra” (lá nos gráficos da ejeção) aqui mesmo no aéreo.

Na presença de climb negativo na aeronave, um vetor vertical para baixo se soma às forças presentes na ejeção. Existem casos de o assento, ejetado para cima, haver percorrido trajetória na direção oposta. As fotos do acidente indicam que a aeronave colidiu com o solo com pouco (ou nenhum) movimento linear. Precisamos ver a hélice.

Franco Ferreira

Extrai do texto mencionado acima: “A manobra “zoom” A “manobra zoom” é, portanto, a introdução de um vetor avião voltado para cima; que vai assegurar ao tripulante a certeza de que, quando passar outra vez pelo mesmo plano da ejeção, já se terão esgotado os quatro ou cinco segundos necessário à completa abertura do paraquedas. Como fazê-la? Se ocorrer uma emergência, são quatro as condições presentes: ou Você tem empuxo, ou não tem; ou Você tem controle ou não tem. ■1- Se Você perdeu o controle da aeronave, ejete imediatamente! ■2- Se Você perdeu o empuxo mas controla a aeronave… Read more »

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