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Enquanto o sétimo C-17 da RAF chega à Inglaterra…

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…Boeing reduz produção e corta pessoal da linha de montagem da aeronave

A Boeing anunciou na quinta-feira, 21 de janeiro, a chegada do sétimo C-17 Globemaster III à Base da RAF de  Brize Norton, em Oxfordshire, na Inglaterra.

A aeronave havia sido entregue oficialmente, nas instalações da Boeing de Long Beach, em 16 de novembro do ano passado, sofrendo modificações nas instalações de San Antonio antes de voar ao Reino Unido.

O avião passa a operar no Esquadrão 99, contribuindo para que a frota de C-17 do Reino Unico continue a prover capacidade de transporte aéreo crítica para a Força Conjunto de Ação Rápida do país. As operações vão além do Teatro de Operações do Afeganistão, com missões humanitárias no Paquistão, Haiti e Chile.

As aeronaves do esquadrão são equipadas com softwares e aviônicos atualizados, assim como tanques de combustível extras para um alcance de mais de 4.000 milhas. Em maio do ano que vem, vai fazer 10 anos que o primeiro C-17 foi entregue à RAF.

Segundo nota do Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD UK), o C-17 da RAF pode voar sem escalas para o Afeganistão, levando 138 pessoas, um helicóptero Chinook, ou até três helicópteros Apache ou três veículos blindados Warrior.

O Primeiro Ministro David Cameron fez uma visita à Base de Brize Norton na chegada da aeronave. Ele visitou a aeronave e afirmou que “é encantador estar aqui e dizer obrigado às pessoas que estão trabalhando muito duro para ter certeza de que a ponte aérea entre o Afeganistão e a Grã-Bretanha está aberta e funcionando bem”.

Mas, do outro lado do Atlântico, nem tudo é “festa”.

Como parte de uma transição anunciada no ano passado, a Boeing confirmou que vai entregar 13 aeronaves C-17 em 2011 (em 2010, foram 14), na medida em que a empresa muda a taxa de produção para 10 C17 por ano. Até o final do ano de 2012, a força de trabalho do programa de produção será cortada em aproximadamente 1.100 empregos. Será eliminado o segundo turno da linha de produção final de Long Beach, visando, com uma taxa de produção menor, manter a linha de produção por mais tempo, enquanto a Boeing trabalha para conseguir novas encomendas internacionais.

A Boeing informou que providenciará assistência para os trabalhadores atingidos, assim como procurar vagas potenciais para os mesmos em outras áreas da empresa. 900 dos empregos cortados são de Long Beach, os 200 restantes são das instalações de Macon e de St. Louis.

FONTES / FOTOS Boeing e MoD UK (David Jones – PA Wire) – tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo

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