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O mundo gira, a USAF ‘roda’ os C-17

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C-17 em Nellis - foto USAF

Foto de exercício de mobilidade (Mobility Air Forces exercise) realizado no último dia 19 de maio, na Base Aérea de Nellis, em Nevada (EUA). Também participaram aeronaves C-130.

FOTO: USAF

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Mauricio R.vassiliJacubãoChallengerAlex Recent comment authors
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Bruno Fernando
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Fico impressionado com algumas imagens do C-17, dependendo do ângulo de visão da a impressão de são gigantes, bem maiores do que realmente são. Fico muito feliz em ver a Embraer otimista quanto ao desenvolvimento do KC-390, ainda mais quando se fala na substituição dos C-130 pelo mesmo. É fantastico!

Aldo Ghisolfi
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Aldo Ghisolfi

Fico impressionado é com o poder econômico e a quantidade, por exemplo, de combustível gasto para efetivar-se ‘apenas’ um exercício de mobilidade. Daria para a nossa força voar uns bons meses… e o NJ parece desconhecer o poderio dos americanos quando fala em manutenção do Pré-Sal, amazônia e da soberania nacional… graças a Deus ‘eles’ ainda não estão a fim de brigas.

Nick
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Nick

Bela foto, só nesta imagem deve ter mais capacidade de transporte e mobilidade que a maioria das FAs do mundo, Brasil incluso.

[]’s

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Eu acho gozado os esquerdistas quererem distância dos gringos, mas quererem C17 na FAB!

Um KC390 com a aviônica do C17 seria perfeito!

Giordani RS
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Giordani RS

Eu acompanhei todo o desenvolvimento desta aeronave durante os Anos 80. Um projeto muito bom! Apesar de eu achar que o Starlifter fosse mais belo. É com certeza uma ótima opção para um país continental como o brasil. Se o KC-390 não vingar…
Impressionante a imagem. Poder!

Ivan
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Rodrigo em
28 de maio de 2010 às 10:31

Rodrigo,

Gosto muito desta idéia, um KC-390 com avônica compatível à do C-17 Globemaster III, bem como padronização de procedimentos e pallets compatíveis às duas aeronaves, poderia constituir uma solução logística integrada muito interessante, com um grande potencial comercial.

Uma parceria entre a Boeing e a Embraer para oferecer uma solução integrada de transporte aéreo seria muito interessante e lucrativo.

Poderiamos chamar de Airlift Integrated Logistics – AIL ou Airlift Integrated System – AIS… (rs rs rs)

Abç,
Ivan, do Recife.

sergio
Visitante
sergio

Tive a oportunidade de conhecer este avião na ultima FIDAE e fiquei impressionado com o tamanho do espaço para cargas. Na feira foi possivel conhece-lo todo inclusive sentar na cadeira de comando.
A exibição dele compreendia decolagens e passagens baixas e até pouso curto e ré em seguida .

Ivan
Visitante

Giordani RS, O Starlifter era muito mais bonito, até por ser mais esguio e elegante. O Globemaster III é mais ‘gordinho’. Mas é aí que está a enorme vantagem deste último. O C-141 A era (ainda é no deserto) muito estreito, o que dificultava o embarque de cargas mais volumosas, como veículos por exemplo. Era comum completar sua capacidade volumétrica de carga sem atingir seu peso máximo de decolagem. Por esta razão alongaram o avião, com uma seção à frente e outra após as asas, criando a versão C-141 B, mas continuava ‘magrinho’. Em tempo, o KC-390 não está na… Read more »

Paulo Rick
Visitante
Paulo Rick

“Os esquerdistas”

Querem a construção local dos armamentos, assim de nada adiantam essas fotos, os EUA tem muitos aviões, MBT´s e navios, porém, não conseguem capturar um bando de mendigos nas montanhas do Afeganistão. O poder está onde as pessoas lutam pelo que acreditam!

Os C-17 são dos EUA, para nós interessa é capacitação e construção local com ToT´s.

[ ]´s

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

É Prick, desde que venha da sua amada França.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Ivan disse:
28 de maio de 2010 às 11:23

Para a EMBRAER vale muito mais a associação com um gigante, que com empresas do mesmo porte.

Somente os comunistas de festa brasileiros para chegarem a conclusão que dois pequenos somarão um grande ou chegarão a ficarem grandes um dia.

Boeing e LM são capazes de massacrar sem problemas algum se for do interesse deles, qualquer empresa média ou junção de duas ou mais.

Por favor apagar o meu post anterior.

NOTA DOS EDITORES: POIS NÃO. APAGADO.

Invincible
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Invincible

O Brasil não ia comprar um cargueiro pesado? Como ficou o papo? Só no papo?

Wolfpack
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Wolfpack

Para mim o KC390 deveria crescer um pouco e ficar um pouco menor que os C17.

grifo
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grifo

Boeing e LM são capazes de massacrar sem problemas algum se for do interesse deles, qualquer empresa média ou junção de duas ou mais.

Caro Rodrigo, você sintetizou agora o melhor argumento contra um projeto conjunto Boeing-Embraer.

Paulo Rick
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Paulo Rick

Olha as CIAS industriais dos EUA vem massacrando muito nas últimas décadas, é só vermos quantas existiam em 1970, e quantas existem hoje, quantos aviões e helos elas vendiam no mundo, e quanto vendem hoje, creio que o correto seja dizer que a produção industrial dos EUA vem sendo massacrada, pelo Japão, Europa e agora China.

A posição de gigante com pés de barro está se tornando bastende evidente, e cada vez será mais uma flagrante realidade. Afinal, a história não acabou e o tempo não para.

[ ]´s

Vader
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Vader

PRick, _____________________ rsrsrs… 🙂

COMENTÁRIO EDITADO

Nick
Visitante
Nick

Fusão de empresas é uma tendência natural no Mercado.

Quem sabe daqui alguns anos não teremos a Lockheed-Boeing? A Embraer também deverá pensar em aquisições ou associações se quiser sobreviver no futuro. Ou contará apenas com a garantia do Estado para sobreviver em um ambiente cada vez mais competitivo?

Na minha visão o GF que se diz nadando em dinheiro deveria fazer algumas inversões e iniciar aquisições de indústrias aeronáuticas pelo mundo. Lógico, através da Embraer. Desde que signifique agregar conhecimentos e aumento de mercado.

Queria ver a cara dos franceses no dia que a Embraer tomasse o controle acionário da Dassault…:D

[]’s

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Atenham-se a realidade.. É melhor ser pequeno e vivo, que querer ser grande e morto. EMBRAER é uma senhora empresa que encontrou o seu nicho de mercado, com produtos muito bem dimensionados e com uma senhora cadeia logística. A base da solidez da EMBRAER é saber onde investir, sem pulos gigantescos. Associar-se a empresas pequenas em nada tem a nos acrescentar em termos comerciais e industriais. A SAAB, com um único produto civil que mal vende segue pela corda bamba e a Dassault se salva pelos jatos executivos, mas também não é grande coisa. Com a Boeing que já é… Read more »

Rafael
Visitante
Rafael

Tem gente que gosta de falar besteira, não é P….R…

Galileu
Visitante
Galileu

Já disse que o KC390 ao meu ver, tem mercado!!!

Mas se demorar e vai demorar, vai perder clientes, então esquece e compra os C130.

Esquece C17, a FAB não tem condição nem de operar uma dúzia de C130, quem dirá C17.

Ivan
Visitante

Rodrigo, Quando lancei a idéia de um Airlift Integrated System – AIS foi na intenção de compatibilizar o KC-390 com C-17 tanto em aviônicos como em procedimentos de carga, como tamanho de pallets por exemplo. Boeing continua sendo Boeing (gigantesca) e Embraer continua sendo Embraer (flexível). Nada de fusão ou coisa parecida. Cada um na sua, fazendo negócio em conjunto. Algo parecido com o que foi feito com o C-27 Spartan (Alenia) e o C-130J Hercules (Lockheed) estritamente no cenário tático, mas, no nosso caso com uma integração do transporte estratégico com o tático. Os norte-americanos estão cada vez mais… Read more »

Ivan
Visitante

Grifo,

God eftermiddag.

Entendo sua posição e acredito que vc está correto em ver uma ameaça para a Embraer, caso entre em rota de colizão com a Boeing ou Lockheed sozinha.

Mas o cenário é outro.

Com a Boeing a minha proposta (pouco refletida) é de criar um sistema logístico em que os produtos se complementem.
É pegar uma carona com o mais forte no nincho de mercado que ele não tem interesse direto.
Uma oportunidade para aprender e ganhar dinheiro.

Com a Lockheed o desafio já está lançado, vamos concorrer com o Hercules C-130J. Se tivermos o apoio da Boeing, melhor!

Abç,
Ivan, o Gripeiro.

Fabio Mayer
Visitante
Fabio Mayer

Tá doido, tem gente que martela as besteiras sem parar acreditando que elas viram verdades.

Ideologia emburrece!

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Ivan disse:
28 de maio de 2010 às 14:24

Eu não defendo fusão e sim parceria, cada um no seu nicho.

A EMBRAER nunca irá ser um gigante do mundo militar e comercial como a Boeing, mas será sempre um gigante no ramo regional e executivo, com produtos militares de custo e capacidades menores aos da Boeing.

Ivan
Visitante

Nick, A empresa que eu vejo como tendo um bom valor a agregar a Embraer, e vice versa, é a Svenska Aeroplan AB – SAAB, por vários motivos: – Tem uma linha de produtos diferente da nossa; – Domina tecnologias que a Embraer não domina; – É de médio porte, sendo no seguimento aeronáutico menor que a Embraer, o que é bom; – Tem uma boa reputação; – Sua experiência comercial é basicamente militar, diferente da Embraer, significando oportunidade de alavancar negócios; – Pertence a uma democracia pacífica de 1º mundo, com alto índice de desenvolvimento, mas com território e… Read more »

Ivan
Visitante

Rodrigo em:
28 de maio de 2010 às 14:59

Rodrigo,

Eu não diria “capacidades menores aos da Boeing”…
Prefiro dizer capacidade diferentes, dirigidas para outros mercados.

Abç,
Ivan.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Ivan disse:
28 de maio de 2010 às 15:06

Rsssss Sem problemas!

Eu não curto eufemismo 😀 😀 😀

Ivan
Visitante

Wolfpack disse: 28 de maio de 2010 às 12:40 “Para mim o KC390 deveria crescer um pouco e ficar um pouco menor que os C17.” Wolf, Respeito suas opniões, mas creio que devemos considerar que o Embraer KC-390 está inserido em um mercado diferente do Boeing C-17. A distância entre eles é enorme. O primeiro está projetado para transportar 19 toneladas o segundo foi projetado para transportar 60 toneladas. Antes de ser concorrentes são complementares. Contudo acredito que 19 toneladas pode ser pouco para transportar os modernos veículos blindados. Não precisaria transportar um MBT- Main Batle Tank, cujo peso oscila… Read more »

RtadeuR
Visitante
RtadeuR
Lanterna Verde
Visitante
Lanterna Verde

Pessoal, temos que ter calma, como todos sabemos, a Embraer esta sendo desafiada, pois o KC-390 é o maior projeto em que ela se envolveu, basta agora, garantir os repasses financeiros, para assegurar o desenvolvimento desta novo avião de transporte brasileiro.

Vale ressaltar também que futuramente, com a tecnologia de construção de aeronaves cargueiras de grande porte, a Embraer poderia técnicamente
partir a um grande projeto que viabilize a construção de um mega-cargueiro, por isto vamos aguardar com bastante entusiasmo a finalização do KC-390, pois este sim, pode garantir a nossa soberania.

Grande Abraço, Lanterna Verde

Ivan
Visitante

Lanterna Verde,

É isso aí, ter calma.

A Embraer está buscando, como nos últimos anos, os nichos de mercado que oferecem oportunidade de crescimento.

Tem acertado mais que errado. Parabéns,

Ivan.

Nick
Visitante
Nick

Caro Ivan, Porque não? poderia ser a SAAB, a Dassault, ou participação minoritária na Boeing… hahaha as três do FX-2 😀 Seria uma estratégia de diversificação e fortalecimento no mercado de Defesa. Eu preferiria uma associação com a Bombardier com a Embraer sendo majoritária é claro, Com o objetivo claro de eliminar uma concorrente e ser praticamente única no segmento de Regional Jets e aumentar muito o share no segmento de Executive. A Bombardier se tornaria uma marca da Embraer e no longo prazo desapareceria…. Se o Mercado se tornar mais acirrado, muitas empresas poderão sucumbir pelo caminho e serão… Read more »

Ivan
Visitante

Grande Nick, Com a Boeing não tem este jogo de participação não… ‘nem com a molestia dos cachorros’… eles são grandes demais e iriam nos sufocar. Uma parceria como a que eu propus acima é possível e até interessante, troca de serviços e fabricar sob licença pode até ser rentável… misturar as ações, nunca. Com a Dassault não tem jogo não… é uma empresa de “dono”, pertence a família Dassault, o que dificulta relacionamento corporativo. Além do mais há conflito de produtos, justamente na linha de jatos executivos. Com a Saab existe uma complementaridade de know how e de linhas… Read more »

Paulo Rick
Visitante
Paulo Rick

Ze,

Tu tem fixação com os franceses! Freud explica, onde foi que eu falei em francês nos meus posts acima? Prefiro as francesas, se for o caso. 🙂

[ ]´s

Paulo Rick
Visitante
Paulo Rick

O pessoal azulado sobe loga nas tamancas, mas não tem jeito, na década de 1970, os EUA tinham 03 construturas de aviões comerciais de grande porte, e várias de aeronaves militares, tinha domínio mundial dos Helos via Bell e a Sirkosky. E o que vemos hoje?

Apenas a Boieng faz aviões de grande porte, o mercado de helos passou a ser dominado pela Eurocopter. Aeronaves militares são duas cias, sendo que uma é a Boieng. Nem vou falar nas outras áreas, porque no mercado automotivo o tombo foi gigantesco.

[ ]´s

Alex
Visitante
Alex

linda foto, isso que interesa, como foi dito a cima, um simples exercício, o custo deve dar uns 2 anos de exercícios nosso.

Challenger
Visitante
Challenger

Com cinco C-17 a FAB estaria bem servida para transporte estratégico e complementados pelos futuros C-390 e C-130.

Acho que a FAB deveria apostar em pelo menos três ou quatro C-130J novos, só para garantir caso haja algum imprevisto ou atraso no programa C-390.

Jacubão
Visitante

Seria fantástico ver esses gigantes voando com as cores da FAB.

vassili
Visitante
vassili

Jacuba meu fio…….. falou e disse………

Tu andas meio sumido da sala de bate papo. SE puder, aparece novamente por lá……….. Prometo que num falo nada que possa te trazer problemas no trampo, rsrsrsrsrsrsrsrss…

abraços.

Pessoal,

Vamos deixar a Embraer de lado, pelo menos neste post. O papo aqui é C-17 Globemaster…… como a galera se distrai fácil………

abraços.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“…porém, não conseguem capturar um bando de mendigos nas montanhas do Afeganistão.”

No deserto da Argélia e Tunisia, não foi mto diferente. Sobrou até p/ o Egito.

Rodrigo
Visitante
Rodrigo

Paulo Rick disse:
28 de maio de 2010 às 18:17

“……..o mercado de helos passou a ser dominado pela Eurocopter…..”

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Na Pricklândia só se for…

Aqui no Brasil onde a Lixocopter tem praticamente exclusividade, porque o Lobby da HELIBRAS é forte para não permitir outras montadoras, perderam os 85% que tinha há 10 anos para algo em volta de 50% hoje em dia.

Imagine se deixam a AW, Sikorsky ou Bell virem para cá em peso..

A Lixobrás vai pro saco rapidinho.