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Egito de olho no JF-17

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De acordo com o Jane’s Defence Weekly, o Egito estaria em conversações com o Paquistão para co-produzir o caça sino-paquistanês JF-17.

Mesmo com a compra recente de caças F-16C/D adicionais, o Egito estaria interessado em produzir localmente pelo menos 48 JF-17s.

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robert
robert
10 anos atrás

eu ainda acho que a china vai dar muita dor de cabeça pros concorrentes.
esse dai na minha opinião vai vender que nem água.

rogerio
10 anos atrás

Porque o brasil não faz o seguinte compra 12 caças desse comgarantia de com tranferencia de tecnologia na manutenção deles ate resolver em quantas decadas se compra seus caças definitivos

Penetra
Penetra
10 anos atrás

De lado parece um Mirage, de frente um F5

Sabre
Sabre
10 anos atrás

O Brasil tem que desenvover turbinas, já desenhamos, produzimos a carcaça, os sitemas de computadores a filial brasileira da ELBIT,falta o mais difícil uma turbina confiavel o CTA ja começou as pesquisas ,mais por favor mais recursos, e coloque isso como prioridade!!!!!

Sabre
Sabre
10 anos atrás

Turbinas e misseis!

André Castro
André Castro
10 anos atrás

Tubinas e misseis , satelites , produtos de alta tecnologia não dão votos !

Nabil-BR
Nabil-BR
10 anos atrás

Pra mim a China copia tudo que é forma de caça, a avionica é identica a da Russia…

por tanto os paises que fabricam caças são EUA, Russia, Suecia China e França, depois vai ser os Japoneses, Brasileiros e assim vai..

o Brasil ja era pra ter um projeto de caça a muito tempo…

Saudaçoes.

Lol
Lol
10 anos atrás

Se o governo tivesse vergonha, investiria realmente em tecnologia. Seria só nos aliarmos com algum desses países que são novos em produção de aviões, fazer uma ToT, já que irrestrita não existe, porque o país gastou muito dinheiro e tempo e não daria nada de mão beijada pra nós. Aí agente juntava o conhecimento adquirido do avião novo, mais a turbina brasileira, mísseis e investimento e teríamos um caça capaz de suprir as nossas necessidades básicas.

Ronaldo
Ronaldo
10 anos atrás

Se o preço for realmente por volta dos US$ 20 a 30 milhões a unidade, o Brasil deveria comprar como opção LOW da FAB junto com o FX-2 que daria alguma transferência tecnológica.

Piramboia
Piramboia
10 anos atrás

São os caças Chingling (perjorativamente aqui qualificados) fazendo seu mercado. Isso sem falar do jatinho K-8 de treinamento.
Lembrem-se de um aviãozinho japonês que fez o terror dos aliados na primeira fase da 2ª Guerra: o Mitsubishi Zeke, também conhecido como Zero! (na época, os japoneses faziam seus “Chingling” que eram objeto de piadas e escárnio por parte dos ocidentais).
Já está passando da hora de o Brasil começar a ver outras alternativas e parcerias.

brazilwolfpack
brazilwolfpack
10 anos atrás

Realmente,o Brasil ja deveria ter construido pelo menos um caça leve,com tanta experiencia ja acumulada nesse campo. Mas como ja sabemos,ate hoje se arrasta por mais de uma decada o projeto FX-2,so para comprar 36 unidades. Ja deixei ate de seguir lo,depois de tanta frustração. Realmente a China copia mesmo,e bastante. So que dai sempre saem com seus projetos organicos. E paises como o Egito,seguem o seu exemplo. Não seria essa uma soluação perfeita para o Brasil? Talvez assim teriamos em algums anos esquadroes de caça modernos,capazes,e em numeros suficientes para um pais de tamanho gigantesco como o Brasil. Temos… Read more »

JACUBAO
JACUBAO
10 anos atrás

O problema de não ter um caça nacional, é o fato de não ser interessante para os políticos por não dar votos.

Raul
10 anos atrás

Enquanto isso o Brasilzinho enrolando pra comprar 36 cacinhas… É um paizinho bem inho mesmo…

Vou morrer de velho sem ver esse país ser grande. =(

HKozamek
HKozamek
10 anos atrás

Respondendo a pergunta que vc deixou no ar BrazilWolfpack…

Infelizmente Não…..

Flapjack
Flapjack
10 anos atrás

Belo caça!!

Fsinzato
Fsinzato
10 anos atrás

Já que a Embraer tem negócios com a china, podia se oferecer aos compradores a opção de “tunar” esses caças aqui no Brasil. Uma eletrônica israelense aqui, tanques conformais acolá… rs.

Antonio M
Antonio M
10 anos atrás

Se nossos governos não abandonassem a indústria/política de defesa na década de 80, hoje em dia estaríamos no mínimo conseguindo fabricar um caça desses, como evolução do AMX, e já participando do projeto/construção de um de 5º geração. A mesma coisa para exército (Osório e seus aperfeiçoamentos/revitalização) e marinha (pelo menos construindo mais corvetas Barroso e partindo para as FREM).

Patriota
Patriota
10 anos atrás

Para eles seria uma boa mesmo , pois dependendo do indice de “nacionalização’ das peças o Egito poderá ter maior independecia com relação a manutenção de aeronaves .

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“…os sitemas de computadores a filial brasileira da ELBIT,…”

Somente engenharia de produto e assistência técnica, se vc sabe como um chão de fábrica funciona, então nada de “fabricamos”…
Isto somente é feito nos EUA e em Israel, até pq mto da tecnologia é americana e aqui não há escala que viabilize isso.

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“Lembrem-se de um aviãozinho japonês que fez o terror dos aliados na primeira fase da 2ª Guerra: o Mitsubishi Zeke, também conhecido como Zero!”

Qndo o complexo militar industrial americano se mecheu, nem o almt. Yamamoto escapou vivo, c/ “Zero” e tdo mais.

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“…tem negócios com a china, podia se oferecer aos compradores a opção de “tunar” esses caças aqui no Brasil.”

Precisa ver se os chineses tem interesse, pois eles não precisam do Brasil p/ isso, podendo falar c/ os israelenses e c/ quem mais eles quiserem, diretamente e sem intermediários.

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“De lado parece um Mirage, de frente um F5”

Na verdade a base é o F-7, cópia local do Mig-21F-13.
Um dos protótipos, chegou a voar c/ entradas de ar mto semelhantes as do F-35.

Mauricio R.
Mauricio R.
10 anos atrás

“…que fez o terror dos aliados na primeira fase da 2ª Guerra: o Mitsubishi Zeke, também conhecido como Zero!”

E antes de o complexo militar industrial se mexer, a partir de 2 exemplares abatidos capturados testados, os americanos aprenderam que a reversão de aileron do Zero era ruim.
Então a tática era passar rasgando pelas formações de “Zero”, não aceitar combate individual, o que seria fatal especialmente p/ pilotos de “Wildcat” e fazer valer o maior volume de fogo das aeronaves americanas.