sábado, setembro 25, 2021

Gripen para o Brasil

Egito de olho no JF-17

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

De acordo com o Jane’s Defence Weekly, o Egito estaria em conversações com o Paquistão para co-produzir o caça sino-paquistanês JF-17.

Mesmo com a compra recente de caças F-16C/D adicionais, o Egito estaria interessado em produzir localmente pelo menos 48 JF-17s.

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robert

eu ainda acho que a china vai dar muita dor de cabeça pros concorrentes.
esse dai na minha opinião vai vender que nem água.

rogerio

Porque o brasil não faz o seguinte compra 12 caças desse comgarantia de com tranferencia de tecnologia na manutenção deles ate resolver em quantas decadas se compra seus caças definitivos

Penetra

De lado parece um Mirage, de frente um F5

Sabre

O Brasil tem que desenvover turbinas, já desenhamos, produzimos a carcaça, os sitemas de computadores a filial brasileira da ELBIT,falta o mais difícil uma turbina confiavel o CTA ja começou as pesquisas ,mais por favor mais recursos, e coloque isso como prioridade!!!!!

Sabre

Turbinas e misseis!

André Castro

Tubinas e misseis , satelites , produtos de alta tecnologia não dão votos !

Nabil-BR

Pra mim a China copia tudo que é forma de caça, a avionica é identica a da Russia…

por tanto os paises que fabricam caças são EUA, Russia, Suecia China e França, depois vai ser os Japoneses, Brasileiros e assim vai..

o Brasil ja era pra ter um projeto de caça a muito tempo…

Saudaçoes.

Lol

Se o governo tivesse vergonha, investiria realmente em tecnologia. Seria só nos aliarmos com algum desses países que são novos em produção de aviões, fazer uma ToT, já que irrestrita não existe, porque o país gastou muito dinheiro e tempo e não daria nada de mão beijada pra nós. Aí agente juntava o conhecimento adquirido do avião novo, mais a turbina brasileira, mísseis e investimento e teríamos um caça capaz de suprir as nossas necessidades básicas.

Ronaldo

Se o preço for realmente por volta dos US$ 20 a 30 milhões a unidade, o Brasil deveria comprar como opção LOW da FAB junto com o FX-2 que daria alguma transferência tecnológica.

Piramboia

São os caças Chingling (perjorativamente aqui qualificados) fazendo seu mercado. Isso sem falar do jatinho K-8 de treinamento.
Lembrem-se de um aviãozinho japonês que fez o terror dos aliados na primeira fase da 2ª Guerra: o Mitsubishi Zeke, também conhecido como Zero! (na época, os japoneses faziam seus “Chingling” que eram objeto de piadas e escárnio por parte dos ocidentais).
Já está passando da hora de o Brasil começar a ver outras alternativas e parcerias.

brazilwolfpack

Realmente,o Brasil ja deveria ter construido pelo menos um caça leve,com tanta experiencia ja acumulada nesse campo. Mas como ja sabemos,ate hoje se arrasta por mais de uma decada o projeto FX-2,so para comprar 36 unidades. Ja deixei ate de seguir lo,depois de tanta frustração. Realmente a China copia mesmo,e bastante. So que dai sempre saem com seus projetos organicos. E paises como o Egito,seguem o seu exemplo. Não seria essa uma soluação perfeita para o Brasil? Talvez assim teriamos em algums anos esquadroes de caça modernos,capazes,e em numeros suficientes para um pais de tamanho gigantesco como o Brasil. Temos… Read more »

JACUBAO

O problema de não ter um caça nacional, é o fato de não ser interessante para os políticos por não dar votos.

Raul

Enquanto isso o Brasilzinho enrolando pra comprar 36 cacinhas… É um paizinho bem inho mesmo…

Vou morrer de velho sem ver esse país ser grande. =(

HKozamek

Respondendo a pergunta que vc deixou no ar BrazilWolfpack…

Infelizmente Não…..

Flapjack

Belo caça!!

Fsinzato

Já que a Embraer tem negócios com a china, podia se oferecer aos compradores a opção de “tunar” esses caças aqui no Brasil. Uma eletrônica israelense aqui, tanques conformais acolá… rs.

Antonio M

Se nossos governos não abandonassem a indústria/política de defesa na década de 80, hoje em dia estaríamos no mínimo conseguindo fabricar um caça desses, como evolução do AMX, e já participando do projeto/construção de um de 5º geração. A mesma coisa para exército (Osório e seus aperfeiçoamentos/revitalização) e marinha (pelo menos construindo mais corvetas Barroso e partindo para as FREM).

Patriota

Para eles seria uma boa mesmo , pois dependendo do indice de “nacionalização’ das peças o Egito poderá ter maior independecia com relação a manutenção de aeronaves .

Mauricio R.

“…os sitemas de computadores a filial brasileira da ELBIT,…”

Somente engenharia de produto e assistência técnica, se vc sabe como um chão de fábrica funciona, então nada de “fabricamos”…
Isto somente é feito nos EUA e em Israel, até pq mto da tecnologia é americana e aqui não há escala que viabilize isso.

Mauricio R.

“Lembrem-se de um aviãozinho japonês que fez o terror dos aliados na primeira fase da 2ª Guerra: o Mitsubishi Zeke, também conhecido como Zero!”

Qndo o complexo militar industrial americano se mecheu, nem o almt. Yamamoto escapou vivo, c/ “Zero” e tdo mais.

Mauricio R.

“…tem negócios com a china, podia se oferecer aos compradores a opção de “tunar” esses caças aqui no Brasil.”

Precisa ver se os chineses tem interesse, pois eles não precisam do Brasil p/ isso, podendo falar c/ os israelenses e c/ quem mais eles quiserem, diretamente e sem intermediários.

Mauricio R.

“De lado parece um Mirage, de frente um F5”

Na verdade a base é o F-7, cópia local do Mig-21F-13.
Um dos protótipos, chegou a voar c/ entradas de ar mto semelhantes as do F-35.

Mauricio R.

“…que fez o terror dos aliados na primeira fase da 2ª Guerra: o Mitsubishi Zeke, também conhecido como Zero!”

E antes de o complexo militar industrial se mexer, a partir de 2 exemplares abatidos capturados testados, os americanos aprenderam que a reversão de aileron do Zero era ruim.
Então a tática era passar rasgando pelas formações de “Zero”, não aceitar combate individual, o que seria fatal especialmente p/ pilotos de “Wildcat” e fazer valer o maior volume de fogo das aeronaves americanas.

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