terça-feira, novembro 30, 2021

Gripen para o Brasil

C-17 Globemaster: a fila anda

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

C-17s invade Edwards sky

USAF testa formação de seis aeronaves C-17. Enquanto isso, a fila continua andando na linha de produção.

Nos últimos dias, a Base Aérea de Edwards, nos Estados Unidos, assistiu a um teste de formação de voo de seis aeronaves de transporte estratégico C-17 Globemaster III, realizado pela equipe do Global Reach Combined Test Force. Os testes empregaram aviões equipados com novos sistemas de voo em formação, onde a posição de cada aeronave (por GPS) é comunicada às outras, possibilitando o emprego de grandes formações, de modo a lançar em ambientes hostis uma grande quantidade de equipamentos e pessoal de modo rápido e eficiente.

À primeira vista, voar numa formação de seis aeronaves parece algo simples para pilotos experimentados, mas não é bem assim. O voo em formação exige grande carga de trabalho dos pilotos, especialmente quando se leva em conta a necessidade de navegar com precisão para áreas de lançamento pré-definidas e em horários específicos. Assim, o sistema visa diminuir essa carga de trabalho e aumentar a precisão. Anteriormente, havia sido testada uma formação de 4 aeronaves C-17, a partir da Base Aérea de Pope, sendo detectadas algumas falhas no sistema, que também combina equipamentos anti-colisão. Esse teste com seis aeronaves serviu para conseguir novos dados e descobrir soluções para as falhas, a maioria relativa a interferências eletrônicas com outros sistemas dos aviões.

Enquanto isso, na linha de produção…

Em 13 de março, representantes de doze países do consórcio SAC (Strategic Airlift Capability – capacidade de transporte aéreo estratégico), sendo dez da OTAN e dois da Partnership for Peace, compareceram à linha de produção da Boeing para a cerimônia de “major join” da primeira aeronave C-17 Globemaster III do consórcio. A cerimônia consiste na junção (join) de quatro seções de fuselagem da aeronave. O programa SAC terá como principal local de operações a base de Papa, na Hungria, com início esperado para julho deste ano, quando o primeiro dos três aviões programados for entregue.

Os doze países que compõem o consórcio SAC, cujo investimento é baseado em horas de voo são (em ordem alfabética): Bulgária, Eslovênia, Estados Unidos, Estônia, Finlândia, Holanda, Hungria, Lituânia, Noruega, Polônia, Romênia e Suécia. Uma composição multinacional de 140 pessoas operará as aeronaves a partir da Hungria, dando suporte a operações da União Europeia, Nações Unidas e OTAN, visando especialmente as realizadas no Afeganistão.

Mais recentemente, no dia 26 de março, foi a vez dos representantes do Catar, a primeira nação do Oriente Médio a encomendar o C-17 Globemaster III, assistirem à cerimônia de “major joint” da primeira aeronave de duas encomendas firmes assinadas em julho do ano passado. A primeira entrega deverá ser em meados deste ano. Segundo a Boeing, atualmente há 198 aviões de transporte estratégico C-17 em serviço no mundo. Destas, 184 são da USAF. O último anúncio de compra do tipo foi feito pelos Emirados Árabes Unidos, que pretende adquirir quatro unidades.

c-17-foto-boeing

Fontes: Boeing e USAF  Fotos: USAF (de cima) e Boeing (de baixo)

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Excel

Um pouco fora do tópico mas esta foto me lembra que no final de outubro do ano passado vi um avião desses estacionado em frente ao hangar da força aérea brasileira no aeroporto de Guarulhos. Por que será?

celio andrade

O Brasil está em entendimentos para a compra de 3 aparelhos.

Wladimir

Celio, verdade isso? Fiquei sabendo que a FAB está interessada na aquisição de aeronaves com capacidade de transporte em torno de 40 toneladas. É vero tua informação? Qual a fonte? Abraço.

Jacubão

Esses seis da foto seriam muito bem vindo na FAB, e mais uma vez, os nossos hermanos Argentinos ficariam muito p… da vida, hehehe.

Rodrigo

não temos como manter uma maquina dessas!

Marcos

É certo que não sou a pessoa mais bem informada, mas nunca li nada a respeito desta aquisição. Aliás, a aquisição destas aeronaves – em que pese não serem da mesma classe – se demonstraria contraditória com o interesse no desenvolvimento do C-390.
O que se tem comentado é a aquisição de uma aeronave cargueira da categoria de um 767 ou A-330, também com capacidade REVO.
SDS

Rodrigo Marques

Grana nós temos!

Temos para 200 Caças, Defesa AA moderna, 3 NAES e escoltas, Leopard 2, etc…

Se nós temos R$ 30 Bilões para ONG’s, temos para FA’s respeitavelmente bem equipadas.

Abraços

Marcelo Brandão

Fala-se em estudos para aquisição de aeronaves (até 4) com capacidade para 40ton para a FAB… estariam sendo estudadas o C-17 e o IL-76 (não Antonov e sim Ilyushin). Não conflitam com o C-390 (12,5ton), pois tem capacidade muito superior de carga(40ton). Sua função seria transporte de longo curso na FAB, e o C-390 substituiriam os C-130 no futuro… Fala-se de associação da Embraer com a Lockheed Martin no desenvolvimento do C-390… para concorrer com o A400 da Airbus… Na concorrência pelo KC-X informações não oficiais da FAB (materia na revista Força Aérea), falam em “preferencia” pelo KC-767 por ser… Read more »

Marcelo Brandão

O C-390 tem condições com uma boa injeção de grana de concorrer com o A400, pois apesar do Airbus estar mais adiantado no seu desenvolvimento, o C-390 utilizaria o conjunto propulsor, eletronica/aviônica, conjunto de asas entre outras partes do E190…
Os americanos falam maravilhas do SuperTucano e mostram interesse na aeronave para operações especiais e para compor a “nova força aerea Iraquiana”…
Os tão falados Offset´s do FX-2 e a politica americana de FMS, poderiam viabilizar essa “brincadeira” e elevar a FAB a um patamar muito… muito… superior!!!
Sonho???

Mauricio R.

“O Brasil está em entendimentos para a compra de 3 aparelhos.”

Não brinca c/ coisa séria…

Se acontecer, maravilhoso!!!

Mauricio R.

“Fala-se de associação da Embraer com a Lockheed Martin no desenvolvimento do C-390… para concorrer com o A400 da Airbus…”

Carregando somente 19 ton., não interessa aos americanos e menos ainda á Lockheed, que poderia conseguir mto mais c/ o C-13XL.

Mauricio R.

“Os americanos falam maravilhas do SuperTucano e mostram interesse na aeronave para operações especiais e para compor a “nova força aerea Iraquiana”…”

Falar, falam, mas o Iraque encomendou 36 AT-6 Texan II.

Mauricio R.

“O C-390 tem condições com uma boa injeção de grana de concorrer com o A400, pois apesar do Airbus estar mais adiantado no seu desenvolvimento, o C-390 utilizaria o conjunto propulsor, eletronica/aviônica, conjunto de asas entre outras partes do E190…”

Nessas condições não vai dar nem pro cheiro, pois o ac de Airbus foi feito para carregar entre 25 e 37ton. de carga.

Não será c/ partes e peças do ERJ-190, que o C-390 será competição viável.

Paulo Renato

Seria uma, mas se anda falando muito e nada concretizado ainda.
Mas os cargueiros Russos seria bom, não vejo nada vindo dos americanos como boa coisa.

Abs.

Robson Br

Esquece para quem acha que a FAB vai comprar equipamento Russo. Comprou Helis russos por pressão comercial. Quanto aos americanos, estão sim ocorrendo um grande acordo militar, só que desta fez está sendo conduzido de modo diferente, pois o M.D. tem mais opções. As FFAA estão bastantes desatualizadas em tecnologia e quantidade e isso não interessa aos americanos. Os Russos estão parados no tempo e duvido que eles tem equipamentos para fornecer. Fala-se em PAK-FA, mas nem os SU-35 passaram de protótipos e nem eles ainda utilizam. Mesmo que o armamento for um pouco inferior ao top usados pela USN… Read more »

Jacubão

Se a justiça fosse mais rápida e a burocracia bem menor no Brasil, os três 767 ex TRANS BRASIL estariam voando com as cores da FAB a muito tempo, reabastecendo os nossos vetores de combate e transportando toneladas de carga.

Jacubão

Continuando…
Mas o que vemos é as três aeronaves todas sucateadas e apodrecendo ao relento no aeroporto de Brasília. Essas aeronaves cudtam milhões de dólares, dinheiro que poderia ser economizado e investido em outras aquisicões importante.
Lamentável…

Jacubão

Vixi Maria… cudtam não, custam… er foi mal.

João Curitiba

Caro Mauro Você falou em mais de 60 diretores no Senado. Na verdade eram 181 (por exemplo, diretor de garagem e diretor de autógrafos). Digo eram, porque quando o Sarney “soube” disso, “determinou” uma drástica redução (ele mesmo, em gestão anterior, criou 127 dessas diretorias). Eram 181 diretorias porque foi criada mais uma, a Diretoria de Demissões. Agora são 182. Prezado Rodrigo Marques As ONGs são muito fortes aqui no Brasil porque cada senador, deputado, ministro, deputado estadual e alguns vereadores, fora governadores e prefeitos, além de ex-parlamentares e outros políticos possuem sua ONG. Ou em nome próprio ou em… Read more »

Edilson

Mauro, acho que suas palavras no primeiro post são mais do que necessárias e corretas.
quem defende a marinah do vaticano tem o pensamento paleolítico de olhar para os orçamentos de defesa como GASTOS, enquanto que as nações mais desenvolvidas que estes mesmos sujeitos adoram se comparar (por baixo, claro) tratam isto como investimento e oportunidade de saltos tecnológicos e consequentemente econômico-estratégicos.
fazer o que?
quem ainda acha que Deus é brasileiro e que no final tudo vai dar certo, vive no país do futuro, sem passado nem presente nem futuro…
grande abraço e parabéns pela bela observação

Edilson

… quanto a fila indiana ai, estes 6 monstrinhos fariam muito bem ao velho Gordo, mesmo que não se venha adiquirir modelos novos equipar um esquadrão com 4 ou 6 destes usados ( mas com umas 5000 horas de vida útil)seria ideal.
Sem contar que são necessários como bem disseram os colegas
a FAB tem sim condições de operá-los basta seriadade no cumprimentto dos orçamentos e não contingenciamento de verbas e claro um incremento de 1 % do Pib no orçamento, coisa nada monstruosa perante os superavites e pagamentos de gastos dos fanfarrões do sistema financeiro.
grande abraço

Zero Uno

Pessoal.

O A400M e o Ilyushin Il-76 são aviões de classes totalmente diferenteso do C-390 da EMBRAER. O C-390 carrega no máximo 19 toneladas de carga.

O A400M vai poder transportar até 37 toneladas de carga.

Quanto ao IL-76MF, ele terá alegadamente um custo operacional equivalente a 25% do custo operacional do C-17 norte-americano, embora tenha cerca de 75% da sua capacidade de carga.

Abraços.

Zero Uno

O Chile já encomendou 03 A400M.

Rodrigo Marques

Pois é João,

O que me deixa intrigado/irritado é que se elas são Organizações NÃO Governamentais, elas não poderiam receber verbas do governo, deveriam “garimpar” na iniciativa privada.

Não estou dizendo com isso que sou contra ONG’s, até porque muitas fazem ótimos trabalhos.

Já outras cobram R$100 milhões para, pasmem, fazer um censo de recursos humanos na Secretaria de Saúde do RJ…

Abraços

Baschera

Senhores, Sonhar não custa nada….. Mas, siceramente, o C-17 GIII é demais para nossa bolinha. A possível compra de apenas 3 unidades, com logistica,manuais, etc..etc.. daria uma soma entre Us$ 250 / 300 milhões cada um. Só para constar, nossa frota de C-130 está metade parada por falta de peças e manutenção. A não ser que o titio SAM nos venda via FMS com “precinha” bem camarada, não dá prá encarar não. Lembro que o MD sofreu ontem corte de R$ 2,7 bilhões no orçamento de 2009 e que o EB vai cortar o número de recrutas para este ano… Read more »

Vassili Zaitsev

Baschera,

“Por fim, lembro que o C-17 não é fabricado pela LM e sim pela Boeing”.

Pô, como vc é chato, estragou a festa de quem tinha percebido esse “lapso” de memória de alguns colegas, rs,rs,rs,rs.

abraços.

Almeida

Re: Zero Uno em 01 abr, 2009 às 14:12

E, de quebra, entraram no programa com a produção de componentes estruturais para o mesmo.

Marcelo Brandão

Caros colegas, quando falei de associação da LM e EMBRAER no desenvolvimento do C-390, apenas repeti informações que circulam na imprensa… o mesmo se refere ao interesse pelo A-29. Quanto ao C-17 sei que esse é fabricado pela Boeing, ao que me referi foi a uma possibilidade de aproximação e aquisição de um “pacote” via FMS para a FAB dependendo do resultado do FX-2, contemplando alguns interesses da nossa força aerea, entre eles o C-17, o KC-767 e o desenvolvimento do C-390. Por último quando falei de concorrência com o A400, não me refiri a capacidade do avião, que sei… Read more »

GustavoB

Os A-400M do Chile teriam entregas previstas entre 2018 e 2022.

[…] quarta-feira, 29 de Abril, foi um importante marco para os C-17 Globemaster III da RAF: a frota composta por seis unidades desta aeronave de transporte estratégico ultrapassou as […]

[…] C-17 Globemaster: a fila anda […]

CorsarioDF

Concordo com o Baschera, seria ótimo nossa FAB dispor desse meio, mas com a situação que é verificada atualmente acho quase impossível.

Porém, também acho que se der certo a operação com os Mi-35 (fornecimento, suporte e apoio técnico por parte dos russos) o Il-76 ganha muita força nessa disputa, pois a balança comercial entre o Brasil e Rússia é muito, mas muito favorável ao Brasil, fazendo que eles “obriguem” a compra de armamento russo para o equilibrio da balança comercial.

Sds.

[…] C-17 Globemaster: a fila anda […]

Robson Br

Esquece para quem acha que a FAB vai comprar equipamento Russo. Comprou Helis russos por pressão comercial. Quanto aos americanos, estão sim ocorrendo um grande acordo militar, só que desta fez está sendo conduzido de modo diferente, pois o M.D. tem mais opções. As FFAA estão bastantes desatualizadas em tecnologia e quantidade e isso não interessa aos americanos. Os Russos estão parados no tempo e duvido que eles tem equipamentos para fornecer. Fala-se em PAK-FA, mas nem os SU-35 passaram de protótipos e nem eles ainda utilizam. Mesmo que o armamento for um pouco inferior ao top usados pela USN… Read more »

Excel

Um pouco fora do tópico mas esta foto me lembra que no final de outubro do ano passado vi um avião desses estacionado em frente ao hangar da força aérea brasileira no aeroporto de Guarulhos. Por que será?

celio andrade

O Brasil está em entendimentos para a compra de 3 aparelhos.

Wladimir

Celio, verdade isso? Fiquei sabendo que a FAB está interessada na aquisição de aeronaves com capacidade de transporte em torno de 40 toneladas. É vero tua informação? Qual a fonte? Abraço.

Jacubão

Esses seis da foto seriam muito bem vindo na FAB, e mais uma vez, os nossos hermanos Argentinos ficariam muito p… da vida, hehehe.

Rodrigo

não temos como manter uma maquina dessas!

Marcos

É certo que não sou a pessoa mais bem informada, mas nunca li nada a respeito desta aquisição. Aliás, a aquisição destas aeronaves – em que pese não serem da mesma classe – se demonstraria contraditória com o interesse no desenvolvimento do C-390.
O que se tem comentado é a aquisição de uma aeronave cargueira da categoria de um 767 ou A-330, também com capacidade REVO.
SDS

Rodrigo Marques

Grana nós temos!

Temos para 200 Caças, Defesa AA moderna, 3 NAES e escoltas, Leopard 2, etc…

Se nós temos R$ 30 Bilões para ONG’s, temos para FA’s respeitavelmente bem equipadas.

Abraços

Marcelo Brandão

Fala-se em estudos para aquisição de aeronaves (até 4) com capacidade para 40ton para a FAB… estariam sendo estudadas o C-17 e o IL-76 (não Antonov e sim Ilyushin). Não conflitam com o C-390 (12,5ton), pois tem capacidade muito superior de carga(40ton). Sua função seria transporte de longo curso na FAB, e o C-390 substituiriam os C-130 no futuro… Fala-se de associação da Embraer com a Lockheed Martin no desenvolvimento do C-390… para concorrer com o A400 da Airbus… Na concorrência pelo KC-X informações não oficiais da FAB (materia na revista Força Aérea), falam em “preferencia” pelo KC-767 por ser… Read more »

Marcelo Brandão

O C-390 tem condições com uma boa injeção de grana de concorrer com o A400, pois apesar do Airbus estar mais adiantado no seu desenvolvimento, o C-390 utilizaria o conjunto propulsor, eletronica/aviônica, conjunto de asas entre outras partes do E190…
Os americanos falam maravilhas do SuperTucano e mostram interesse na aeronave para operações especiais e para compor a “nova força aerea Iraquiana”…
Os tão falados Offset´s do FX-2 e a politica americana de FMS, poderiam viabilizar essa “brincadeira” e elevar a FAB a um patamar muito… muito… superior!!!
Sonho???

Mauricio R.

“O Brasil está em entendimentos para a compra de 3 aparelhos.”

Não brinca c/ coisa séria…

Se acontecer, maravilhoso!!!

Mauricio R.

“Fala-se de associação da Embraer com a Lockheed Martin no desenvolvimento do C-390… para concorrer com o A400 da Airbus…”

Carregando somente 19 ton., não interessa aos americanos e menos ainda á Lockheed, que poderia conseguir mto mais c/ o C-13XL.

Mauricio R.

“Os americanos falam maravilhas do SuperTucano e mostram interesse na aeronave para operações especiais e para compor a “nova força aerea Iraquiana”…”

Falar, falam, mas o Iraque encomendou 36 AT-6 Texan II.

Mauricio R.

“O C-390 tem condições com uma boa injeção de grana de concorrer com o A400, pois apesar do Airbus estar mais adiantado no seu desenvolvimento, o C-390 utilizaria o conjunto propulsor, eletronica/aviônica, conjunto de asas entre outras partes do E190…”

Nessas condições não vai dar nem pro cheiro, pois o ac de Airbus foi feito para carregar entre 25 e 37ton. de carga.

Não será c/ partes e peças do ERJ-190, que o C-390 será competição viável.

Paulo Renato

Seria uma, mas se anda falando muito e nada concretizado ainda.
Mas os cargueiros Russos seria bom, não vejo nada vindo dos americanos como boa coisa.

Abs.

Jacubão

Se a justiça fosse mais rápida e a burocracia bem menor no Brasil, os três 767 ex TRANS BRASIL estariam voando com as cores da FAB a muito tempo, reabastecendo os nossos vetores de combate e transportando toneladas de carga.

Jacubão

Continuando…
Mas o que vemos é as três aeronaves todas sucateadas e apodrecendo ao relento no aeroporto de Brasília. Essas aeronaves cudtam milhões de dólares, dinheiro que poderia ser economizado e investido em outras aquisicões importante.
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