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Israel vende caças F-16A com pacote de atualização

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F-16A Netz

Normalmente rivais, a Elbit Systems e a Israel Aerospace Industries estão cooperando em um pacote de atualização para velhos Lockheed Martin F-16As

O site Flightglobal noticiou que Israel está procurando vender o inventário de 40 caças “Netz”, que deverão ser amplamente modernizados pelos parceiros.

Nenhum detalhe sobre os aprimoramentos foi revelado, mas a Força Aérea Israelense já atualizou sua F-16C/D sob a iniciativa “Barak 2020”.

A aeronave ganhou uma nova aviônica e aprimoramento do sistema de missão, bem como o reforço estrutural.

As modificações só começarão quando um cliente tiver assinado a comprar para as aeronaves.

Os “Netz” estiveram no serviço israelense desde 1980, mas mais recentemente foram empregados como aeronaves agressoras para missões de treinamento. Os F-16A/B tiveram como primeiro “kill” um helicóptero Mi-8 sírio em abril de 1981.

Realizaram inúmeras missões e participaram em muitas operações como a Segunda Guerra do Líbano em 2006, Operação “Grapes of Wrath” em 1996, Operação “Cast Lead” em 2008, Operação “Pillar of Defense” em 2002 e Operação “Protective Edge” em 2014.

Durante seus anos de atividade, as aeronaves realizaram 474 mil saídas e 335 mil horas de voo. Segundo o Brigadeiro-General. Amir Eshel, Comandante da IAF, “nos livros de história, o ‘Netz’ será escrito como o avião que mudou a face do Oriente Médio”.

O “Netz” também participou da Operação “Opera” contra o reator nuclear iraquiano em 1981.

60 COMMENTS

  1. Observação: muito dificilmente exista, neste lote de 40, alguma aeronave remanescente daquele lote inicial que entrou em serviço no começo da década de 80. Todos os exemplares devem ser de um lote extra, recebido após a Guerra do Golfo, dos estoques americanos, como recompensa por aguentarem quietos os Scuds do Sadam.
    De qualquer modo, devem ainda ter uns 10-12 anos de vida operacional pela frente, e para mim, seriam sim perfeitos para os Argies.
    Agora, Brimo Jacó quer que reforme na ofizina dele, e que coloque kit multimídia na loja de som ao lado. Reforma, com nova eletrônica, não ficaria barata.
    Abraços

  2. “”””parceiros””””….. eufemismo que pode ser entendido como “vítima”, ou quem vai pagar a bolada..
    Seria útil para quem não tem nada, ou até mesmo para quem já opera o F-16.
    O problema é quanto custaria.

  3. Acho que o F-16 com aviônica de combate dos F-5EM seria mesmo uma boa opção no continente Sul Americano. Se bem feita, com data link com o míssil e uma boa integração das defesas dariam bastante trabalho… Mas acho que os EUA iriam interceder caso uma única nação resolvesse comprar essas 40 unidades…

  4. Do jeito que eles são, é capaz de conseguirem vender para a USAF, ganharem alguns F-35 como garantia de pagamento e mais alguns milhões de dólares extras por perdas e danos durante esses quarenta anos de uso.

  5. Jorge F. 31 de agosto de 2017 at 16:06
    Na verdade não é que os EUA iriam “interceder”, eles na verdade autorizam ou não a venda.
    O F-16 é um produto norte americano, eles devem antes autorizar que Israel possa vender.
    Não sei se teria problema para a Argentina.

  6. clientela potencial são atuais operadores de F16 ou forças aéreas que qualquer coisa tá melhor que nada.

    Los hermanos não têm cacau para comprar 40, e os EUA e Inglaterra não permitiriam.

    de todo modo devem estar com as células bem usadas.

  7. Apesar da “pouca idade” dos caças, eles devem estar beemm mastigados, uma vez que Israel os utiliza ate o osso.
    SRN

  8. Tudo surrado e no osso.
    Devem estar piores do que os P-3 quando a FAB o resgatou do AMARG.
    Talvez seja uma oportunidade para a ATAC. Vai que eles estão melhores que o Mirage F1.

    Sds.

  9. A venda desses aparelhos para a Argentina dificilmente seria autorizada pelos EUA, que sofreriam muita pressão dos britânicos.

  10. “…as aeronaves realizaram 474 mil saídas e 335 mil horas de voo…” Imagina o conhecimento desses pilotos israelenses.

  11. Para quem comprou Lockheed P-3 com dezenas de anos de uso, Grumman C-1 Trader com dezenas de anos de uso, Shorts Sherpa C-23B+ adaptados de aviões civis e já com bons anos de uso, comprar F-16A bem gastos para atuar como 2ª linha de Gripen não parece nada demais.
    Além do mais podemos fazer um acordo de ToT, com a reforma sendo feita aqui, a custos astronômicos, mas com geração de emprego no país. Muita gente ia ficar contente com um acordo como esse.

  12. O total de horas de voo…..335.000….. não se divide apenas entre esses 40. Se divide por todas as células do modelo que foram operadas na IAF.
    Quanto à pergunta do Flamenguista, numa conta simples de padaria:
    Os F-16A/B operaram por 36 anos na IAF. 36 anos x 365 dias = 13140 dias
    335.000 horas divididas por 13.140 dias = 25,5 horas de voo por dia, ou seja, em média, haviam 25 goras de voo disponíveis para dividir entre a frota, todos os dias. Claro que na prática nào é assim. Mas dá uma ideia.

  13. Destes há 12-14 Células no máximo a serem convertidas e um grande estoque de peças e motores.
    Custam USD 20-22 Mi dependendo do pct de maldades, Manut e garantia total por 10 anos incluso motor. Serve de ponto de partida ? Não ! Porquê ? A matéria não descreve o que será feito nessas células do Netz.

  14. Esse avião deve está um lixo, mas é mais negócio do que o nosso F-5M. Tem eletrônica mais avançada, leva mais arma e tem maior alcance.
    Como a FAB voa de seg a quinta, menos de 100h/aeronave/ano, dava pra formar um esquadrão tampão deles até o Gripen ter esquadrão, lá pra 2025.

  15. Seria ótimo para a Argentina.
    Uns seis estava bom para eles.
    Apenas seis não seria risco para a Inglaterra.
    Falaram de estarem surrados.
    Mas se eles vão dar o grau nos aviões presume-se alguma garantia de que voarão por certo período.
    Se reforcarem as asas e estruturas, colocarem um radar AESA, uns mísseis Derby, e um bom datalink, está ótimo.
    Nem precisa voar muito…
    Só de prontidão e um treinozinho vez por outra.
    Melhor ter bons aviões voando só quando necessário do que não ter avião algum.
    Mas há uma turma que se não voar 200 h/ano reclama.
    Melhor não desgastar o equipamento do que gastar milhões com combustível, peças, etc.

  16. Elbit Systems e a Israel Aerospace Industries ja participam junto de outro projeto, são as proprietárias dos Grob G-120A-I terceirizados usados na instrução primária e básica de Israel.
    Foto deles onde da para ver que usam matrícula civil e o simbolo da Elbit.
    . http://www.airliners.net/photo/Elbit-Systems/Grob-G-120A-I/831407?qsp=eJxtjbEOwjAMRP/FcwYgtEjZ6MJIB37AcgxEKm1ke6Cq%2Bu%2BEVGJiO713uluAptH4bbc5MwRQRqEnOMgo%2BFIIC2ASErxbh5poq7W7o3c/ceGR5b%2BCcGhOvnGgk1g3l4OIxmcizsYRNn6VyPJVrFSfH2VnXwJLXzP4tvCYNA9YN9gwDbCuH%2BmBPpo%3D

  17. O texto deveria mencionar os combates no Vale do Becaa, na Guerra do Líbano em 1982, onde o F-16 teve os seus os dias de maior glória na IAF.

  18. Se não estivéssemos ruim das pernas nas finanças no país (Isso nunca acontece no país, para não dizer ao contrário!), como é de tradição no país comprar material militar de segunda mão, poderíamos comprar F-16 em substituição aos A1 já que os MIKE já estão atendendo com folga a interceptação de médio alcance e os Gripen já estão vindo para cumprir interceptação de alto alcance e superioridade aérea.
    Mas como diriam alguns aqui, sonhar não custa nada… Ainda né… Porque tá faltando pouco para taxar!!!

  19. Luiz Trindade,
    As células do F-16 estão mais surradas que as do A-1 e a modernização não sairá barata.
    A FAB escolheu o Gripen para ser o sucessor de suas aeronaves a jato de caça e ataque e não vejo porque comprar outro modelo, ainda mais surrado. Só iria atrapalhar a compra de novos Gripen.

  20. Desse 40 acho que uma parte devera ser vendido ao Chile e a Colômbia…Que por coincidência são os dois melhores em situação econômica no continente, e mais coincidência são os dois que adotaram políticas neo liberais…já estou vendo os comentários dos fanáticos do Messias de esquerda…

  21. Srs.

    Qualquer aquisição de aeronave extra no brasil, mata o Gripen. Simples assim.
    Tem que esperar o f-5 dar tétano em alguém, mas tem que esperar.
    Uma força toda baseada em Gripen, substituindo A-1 e F-5, será uma força considerável. O planejamento está pronto e o financiamento também.

    Se não superfaturarem, tá pronto. É só não superfaturar (certas empresas ciVis envolvidas) que tá pronto, tudo executável, cronometrado e organizado.

  22. Foi falado da Colômbia, a FAC já namorou o F-16 e decidiu não compra-lo. Devido aos custos, eles estão com poucos Kfir voando e queriam uma hora de voo próximo ao preço do Gripen C/D. Acredito que seja essa a opção da Colômbia, quando a hora chegar, bater na porta da suécia e negociar a compra de alguns Gripen C/D de segunda mão. A Suécia já disse que vai oferecer pacote de modernização para os Gripens C/D com aviônica próxima do NG.
    Entretanto, o F-16 de Israel seria uma boa para países que operam o F-16, ou países como a Argentina e Chile. Mas o mais provável sejam os Europeus que já operam mesmo o F-16.
    Só não acredito que a Argentina fique com eles pq os EUA vão querer enfiar um FMS pra cima da Argentina e vender alguns estocados.

  23. Colegas. Quase toda semana leio comentários sugerindo à FAB adquirir F5 adicionais, F16 usados para montar um esquadrão adicional, etc. Já li até sugestões para adquirir um esquadrão de kfir. E todas as vezes alguém acaba lembrando que a FAB está focada no F39, que os F5M serão retirados de serviço ao longo dos próximos anos sendo substituídos pelo F39 e que ao longo dos próximos dez anos a FAB terá A29, A1M, F5M e F39, ficando no futuro apenas A29 e F39. Também é preciso lembrar que a FAB terá uma frota de F39 menor do que atual de F5M e A1M. Ao contrário do que Bavaria escreveu, a FAB já adquiriu o F39 e por isso não precisa adquirir outro caça. Talvez em algum momento lá na frente a FAB adquira um segundo lote de F39.

  24. La FAA no va a adquirir ningún avión caza tan antiguo como estos F-16 ni KFIR. La estrategia del Gobierno de Macri es muy diferente a los hermanos de la región. No existe Hipótesis de conflicto con ninguna nación vecina. Todos los esfuerzos humanos y económicos están puestos en luchar y derrotar el narcotráfico y la pesca ilegal hasta la milla 201, la trata de blancas y la corrupción politica. Adquisiciones recientes como GLOBOS de vigilancia adquiridos a Israel (3). Lanchas rápidas Israelies (4). OPV,s Franceses (4). Todo indica que lo primero es limpiar la casa, sin abandonar la idea de mantener una fuerte presencia y fortalecimiento del ejercito. Solo adquirirá unos cuantos Helicopteros para Gendarmería y el tan anunciado ia-63 3 y el ia- 63 GT. El bolsillo no da para más, pero la estrategia de invertir en estos elementos no es descabellada, No sirve de nada tener una docena de F-16 israelies antiguos si la droga está arruinando a la población argentina. El narcotráfico es el unico enemigo del pueblo argentino

  25. camargoer 1 de setembro de 2017 at 11:56
    O mais engraçado, amigo camargoer, é o aparente descolamento total da realidade — orçamentária E política do Brasil! — daqueles que imaginam/sugerem/’querem’ que a FAB adquira essa ou aquela aeronave… Às vezes dá a impressão que não estamos comentando aviação militar mas ‘escalação de time de futebol’, e que a FAB faz o papel do técnico do time que contraria a “escalação ideal” na cabeça do torcedor fanático e autointitulado “especialista”…!
    Abraços!

  26. ESTEFEN 1 de setembro de 2017 at 12:56
    El narcotráfico es el unico enemigo del pueblo argentino
    Amigo, ¡el narcotrafico es enemigo de todos los pueblos!

  27. Amigos,
    .
    Torno a dizer: o futuro da FAA é ‘Pampa’… Só uma conversinha muito melada com os americanos poderia resultar em algo pra eles por agora…
    .
    Os potenciais clientes na região, entendo eu, são Equador e Colômbia, que já são clientes antigos de Israel e operam ainda hoje aeronaves israelenses ‘Kfir’. E certamente haverão de disputar o mercado com o Tio Sam e suas condições de venda quase insuperáveis…

  28. Caro André Luiz. Toda vez que vejo seu avatar lembro-me do Ultraseven.. bons tempos, mas eu era mesmo fâ do Dr. Gori do Spectroman. Sobre a questão do descolamento de alguns comentários, tenho a impressão que o problema não é o orçamento (crises no capitalismo são cíclicas.. talvez o problema agora é juntar o ciclo de baixa econômica com uma enorme lambança política) mas a falta de percepção do que é um cronograma para a aquisição de aviões militares. Basta lembrar do F2000 (que achava lindo). Foram anos para planejar a aquisição, revisão, treinamento dos pilotos e mecânicos, etc. Ou seja, o F39 entraria em operação na FAB antes de qualquer aquisição de oportunidade. Aliás, se a FAB necessitasse de caças adicionais, o mais sensato seria modernizar os jordanianos estocados. Um grande abraço.

  29. camargoer 1 de setembro de 2017 at 14:16
    Sim, ‘Ultra-Seven’ também foi meu primeiro herói japonês da TV !(fosse eu um pouquinho mais velho, meu avatar seria o ‘National-Kid’ !:P )
    Como diz o amigo, faltam percepção (e bom senso!) sobre como é complexo um processo de aquisição de meios para as FFAA. E, diferente do que ocorre na Suíça, isso não é algo que se decida em plebiscito!, nem em ‘enquete’ de site na Internet!…
    Que a FAB precisa de mais caças, eu não duvido! Mas acho que não há verbas para modernizar os jordanianos, mesmo que possa ser o mais sensato. E de nada adianta modernizar os caças, ou comprar novos, se não houver verba pra comprar JP-5!…
    Abraços!

  30. Tô vendo alguns “entendidos” falando que os F-16 da Força Área de Israel “são lixo”, outros falando que a FAB vai comprar novos “esquadrões de Gripen” etc, etc, etc. Duas colocações: A) – A força área mais treinada do mundo voando em “lixos”. Quem disse isso é no mínimo DESINFORMADO. B) – Um país que está “surrupiando R$ 10,00 do salário mínimo do trabalhador, a meu ver, só vai ter grana para adquirir Pucará usado.

  31. GILMAR 1 de setembro de 2017 at 15:54
    Os F-16 da Força Área de Israel, que alguns acham que são “lixo”, são aeronaves realmente já usadas até o osso! Não diriam que são ‘lixo’, mas são aeronaves que, mesmo modernizadas, terão vida útil mais reduzida. Não é diferente de comprar um Mercedes Benz C-180 com 300.000 km rodados…!

  32. Ahahah! “Até o F-5 dar tétano em alguém”!!!! Essa foi ao extremo.
    Olha: ter aviões militares para não voar muito, adestrar ao State-of-Art nossos pilotos; até descolar a pintura da fuselagem, melhor não ter.

    Se é prá ter, e temos que ter, bons e muitos caças supersônicos, que seja prá voar até “dar tétano”(ahahah!) como bem opinaram acima.

    Pilotos híper treinados são tão importantes quanto a máquina mais adequada e a disponibilidade de voo mais otimizada!

    Melhor não colocar parênteses entre o que temos e os Gripen NG, a não ser que o País tire o pé da lama, caros!

  33. Olá Andre. Acho que assistíamos as mesmas coisas na mesma época. Concordo que a FAB não irá moderniza os jordanianos, apenas disse que (hipoteticamente) se fosse para adquirir algum avião de caça usado para repor alguma perda de F5M, o mais sensato seria aproveitar um jordaniano do que comprar um kfis, F1, Amx italiano, F16 português, F39A,B,C ou D, pucará argentino ou AT26 paraguaio. (riso) Acho que dá para fazer uma lista mais longa ainda né? Acho provável, daqui uns 10 anos, antes de completar a entrega do primeiro lote, a a FAB consiga um segundo lote de F39. Até lá, cabe perguntar como no início do Spectreman., quem irá nos salvar? (adorava pistolas Zliion)

  34. Maynard 1 de setembro de 2017 at 17:47
    Realmente, não consegui entender o posicionamento do amigo: é pra usar o que temos e ir se aguentando até chegarem os F-39 (posição do Bavaria, que já tomou a ‘anti-tetânica’ !), ou é melhor não ter aviões que, de tão usados, a pintura já está descolando?…

  35. camargoer 1 de setembro de 2017 at 17:50
    Eu assino embaixo!, camargoer! 🙂
    …Chama o Phantomas!! ;P
    Abração!!

  36. Camargoer

    Eu disse justamente que não pode pensar em outra aeronave ou compra de ocasião (como foram os m2000), justamente porque qualquer coisa nesse sentido é desculpa para os politiqueiros cancelarem o gripen.

  37. Países latino-americanos ou do leste europeu são o mercado para F-16 usados.
    Mas em vez de comprar F-16 usados até o osso de Israel, tendo que pagar caro por eles, melhor ir até os EUA e comprar células menos judiadas existentes no deserto, via FMS, e levar para Portugal fazer um MLU nas instalações da OGMA/Embraer.

  38. Adriano A.R. 31 de agosto de 2017 at 21:58
    Também acho, mais ….. 2 ou três células serão modernizadas na Colômbia com equipes due integradas.
    12 Células ….
    Caso fechem 24 células vão levar 4 Kfir Block 60 de brinde.
    É o papo que rola nas terras do Tio Jacob.

  39. André Luiz.’. 1 de setembro de 2017 at 13:01
    O mais engraçado, amigo camargoer, é o aparente descolamento total da realidade — orçamentária E política do Brasil! — daqueles que imaginam/sugerem/’querem’ que a FAB adquira essa ou aquela aeronave… Às vezes dá a impressão que não estamos comentando aviação militar mas ‘escalação de time de futebol’, e que a FAB faz o papel do técnico do time que contraria a “escalação ideal” na cabeça do torcedor fanático e autointitulado “especialista”…!
    Caro André,
    Quem se intitula especialista é quem já se declara no forum, temos sim alguns entusiastas por aviação militar (Isso inclue a mim), que olha uma visão geral sem dados técnicos da FAB que, óbvio as razões estratégicas, que aspira ver a FAB em melhores dias. Concordo que os F-16 que Israel esta oferecendo tá no osso, mas vamos lá… Os nossos F-5M tb não estão?!? Qual a diferença?!? Concordo com outros comentários que Gripen substituindo toda a Frota será melhor para a FAB, mas sinceramente… Eu não vejo a compra passar adiante da inicial que somente incluem o 1° GDA em Brasília.
    Acho que um pouco de cuidado nos comentários e respostas mais técnicas e esclarecedoras enriquecem mais o conhecimento do que comentários depreciativos sobre os demais que comentam aqui!

  40. Muita afirmação ai pra cima:
    “estão no osso” – “Estão um lixo” etc ….
    _____________________

    Primeiro, aluguém daqui já voou num deles ou esteve ao menos ao lado de uma célula Netz e conversou com um piloto usual ? NÃO !
    _____________________

    Segundo, todas essas células durante sua utilização receberam Manut de primeira.
    _____________________

    Terceiro o trabalo que os Israelis fazem de MRO é excelente e comprovado.
    ____________________

    O Pct de maldades Israeli é muito bom.
    ____________________

    A Célula Netz e todas as outras mundo afora se esgotam quando a fadiga dos materiais chegam no limite e não compensam mais fazer qualquer coisa ou fique inviável esse MRO.
    _____________________

    Exemplo: Mirage 2000 BR
    Mas pergunto:
    Caso a Dassault fizesse em suas instalações um Super MRO em nossos Deltas a custos módicos (rs) e com missílica-bombas integradas Made in France, USA e Israeli,
    desprezaríamos ?

  41. ESTEFEN 1 de setembro de 2017 at 12:56
    Querido amigo
    muy buena su participación en este foro de debates.
    Sus afirmaciones son buenas y creo que es la realidad de su país.
    Deseo suerte y que cumplan sus necesidades.
    Saludos, Carlos Alberto
    Shalom

  42. Mais, afirmaram ai pra cima muito sobre MLU, pode ser.
    Mas creio que MRO deva ser o que se está oferecendo.
    De qualquer forma, Israel é Israel nesse campo.

  43. Mais, em todas minhas afirmações não defendo e não defendo há tempos aquisição desse ou outros vetores para a FAB.
    Se moderniza o que se tem, tudo e quando der.
    Na ordem, A 1 – F 5 – C 130 – C 95 – P 95 e (3) KC 767-300ER(IAI).
    Em seguida outro lote de 36 F 39.

  44. Gracias señor Carlos Alberto Soares. Desde Argentina admiramos el desarrollo económico, sociocultural, y de defensa de Brasil. Producto del arduo trabajo y de alcanzar objetivos concretos más allá de las ideologías políticas, alzándose en la bien merecida Gran Potencia Sudamericana en la cual, el resto, como hermanos menores, tenemos mucho por aprender.

  45. Rafael Oliveira 1 de setembro de 2017 at 19:08
    Rafael Oliveira, Os F-16C/D do deserto são doados na condição do serviço de modernização ser feito com o pacote da LM e realizado pela USAF, como foi feito com os F-16C/D 52ID da indonésia, não são block 52, mas é realizada uma modernização o mais próximo possivel do block 52, por isso esta designação, mas não podem receber tanques conformais, custou 750 milhões a modernização dos 24 com todo o pacote de cursos, ferramental e publicações necessárias a sua operação e manutenção.
    Eles podem fornecer alguns do AMARG como fizeram com os F-16B para complementar a venda de Portugal, mas neste caso com serviço realizado fora dos EUA o avião é cobrado.

  46. “ESTEFEN 2 de setembro de 2017 at 15:23”
    Estimado ESTEFEN
    me parece que en América del Sur Chile tiene el mejor conjunto en fuerzas de defensa. El Brasil por sus dimensiones continentales deja a desear, principalmente nuestra Marina de Guerra (Armada). Que Argentina siempre busque el mejor camino. Brasil + Argentina + Uruguay + Paraguay son los únicos países sudamericanos sin ningún tipo de conflicto externo.
    Saludos

  47. Obrigado, Walfrido.
    Sim, coloquei que as aeronaves devem ser compradas dos EUA. E não deve ser caro, pois Portugal vendeu um pacote de 12 aviões (só alguns do Amarg) por cerca de 250 milhões de dólares.

  48. Luiz Trindade 2 de setembro de 2017 at 10:14
    Bom dia, Luiz. E, de pronto, reafirmo que não pretendo ofender ninguém com meus comentários. Frequento a Trilogia para aprender sobre os temas de Defesa e, na medida do possível, fazer amigos (e não ‘Haters’…). No meu comentário anterior, que o incomodou, externei minha opinião sobre outros tantos outros comentários com ideias… ‘exageradas’, com pouco ou nenhuma fisibilidade, e não me referia especificamente à conjectura de a FAB adquirir os F-16A israelenses à venda.
    Permita-me citar parte de seu comentário: “Concordo que os F-16 que Israel esta oferecendo tá no osso, mas vamos lá… Os nossos F-5M tb não estão?!? Qual a diferença?!? ” — a diferença é que, mesmo modernizados, os F-16A israelenses seriam apenas outro “tampão”, como foram os Mirage 2000, mas implicando em rever toda a logística de operação, e cuja hipotética compra poderia interferir no planejamento orçamentário da FAB para a introdução dos F-39. Alguns dos colega receiam que adquirir caças tampão poderia ser argumento político até para cancelar a vinda dos Gripen (o que eu acho difícil, já que os contratos já foram assinados…). É minha percepção do tema…
    Mas, enfim, a virtude deste espaço é justamente o ‘contraditório’, a exposição de ideias e entendimentos divergentes, desde que feita sempre de forma respeitosa. Levarei muito a sério seu alerta (“Acho que um pouco de cuidado nos comentários e respostas mais técnicas e esclarecedoras enriquecem mais o conhecimento do que comentários depreciativos sobre os demais (…)“), pois, realmente, a palavra mal colocada pode criar conflitos…
    Cordialmente.

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