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Thales apresenta sucessor do casulo Damoclès

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talios pod - foto thales

A Thales Optronique revelou o sucessor do casulo de designação de alvos Damoclès na véspera do show de Farnborough. O novo sistema, chamado de “Talios,” deverá ficar pronto na mesma época em que uma nova e importante atualização do caça Dassault Rafale entrar em serviço em 2018. Um casulo de designação de alvos de nova geração, conhecido como PDL-NG, tem sido um dos principais elementos associados ao padrão de atualização F3R do Rafale. O desenvolvimento do PDL-NG começou em 2009. O financiamento aprovado cobre pelo menos 19 casulos para a Força Aérea Francesa e para a Marinha.

O Rafale usa atualmente o casulo Damoclès, cujas especificações de desempenho estão defasadas em relação a sistemas concorrentes, além de não tem função diurna. O Talios supera estas deficiências através da introdução de um sensor de maior resolução para maior precisão de segmentação, bem como uma série de outras características que permitem que ele seja usado para tarefa ISR (inteligência, vigilância, reconhecimento) não convencionais.

Rafale com Damocles - foto Min Defesa da França
Rafale com casulo Damoclès – foto Ministério da Defesa da França

 

Várias funcionalidades no modo ar-solo fazem com que ataques cooperativos ou autônomos possam ser conduzidos, bem como para fornecer capacidade de reconhecimento em tempo real através de um enlace de dados (data link). Ele pode operar de dia e de noite, e também dispõem de identificação de alvos aéreos e navegação por imagens.

A Thales criou uma interface amigável para os Talios, incluindo capacidade de “picture-in-picture” e simbologia intuitiva. Ele também tem capacidade de geo-localização 3D e rastreamento avançado. O Talios é um sistema de arquitetura aberta que permite que novas funcionalidades possam ser implementadas, e é um sistema “plug-and-play”, que pode ser facilmente integrado com uma ampla variedade de aeronaves modernas.

FONTE: AINOnline (tradução e adaptação do Poder Aéreo a partir do original em inglês)

IMAGENS: Thales e Ministério da Defesa da França

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Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Aguardo opinião de quem domina esse tema.

Justin Case
Justin Case
6 anos atrás

Amigos,

O que me pareceu incorreto na matéria original a citação de que o Damoclés não tem função diurna. Deveria estar escrito “noturna”. O novo pod é que incorpora a visualização IR. O anterior é que era apenas com visualização TV.
Não procurei mais detalhes, mas podem existir outras imprecisões.
Abraços,

Justin

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Comparando com o que teremos no G NG/BR ?

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Eu duvido muito que o Damocles não tenha capacidade noturna. Pra mim ele é sim dotado de FLIR para busca e designação de alvos.
Agora estou vendo UFC mas vou dar uma conferida depois.rsrssss

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

E se tem capacidade noturna tem capacidade diurna, mesmo que degradada.

Justin Case
Justin Case
6 anos atrás

Amigos, Sobre o Damoclès: Pod designador Damoclès O Rafale conta com um pod de identificação/designação a laser Damoclès, que é instalado na estação de fuselagem frontal direita, sob a entrada de ar direita. Produzido pela Thales, o Damoclès foi projetado para ser usado em conjunto com munições guiadas a laser existentes e futuras, como a família Paveway de bombas guiadas a laser e as armas de precisão HAMMER. Existem dois campos de visão disponíveis para as tripulações – largo (4° x 3°) e estreito (1° x 0,5°). O pod é equipado: com um telêmetro laser eyesafe (não danoso à visão… Read more »

Justin Case
Justin Case
6 anos atrás

Amigos,

Sobre o novo pod, encontrei mais detalhes aqui:

http://www.janes.com/article/32345/france-begins-development-of-new-generation-laser-designation-pod

Abraços,

Justin

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Minotouro perdeu. snif snif snif…

Poggio,
Parece que nesse caso foi usado bombas ASSM guiadas por GPS. Não lembro se o Rafale estava equipado com o Damocles, mas pelo visto não.
A destruição do Galeb foi um tiro de “sorte” (ou azar, conforme a ótica)

Justin,
Pelo visto o Damocles tem capacidade noturna e diurna.
https://www.thalesgroup.com/en/worldwide/defence/damocles-multifunction-targeting-pod
Esse novo pod deverá melhorar as características do Damocles, de modo geral.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

https://www.thalesgroup.com/sites/default/files/asset/document/fiches_damocles-gb_sans_repere-hd.pdf
O Damocles não tem um sistema de TV CCD, o que degrada seu desempenho de dia, mas ele é capaz de operar tanto de dia quanto de noite.
Devem ter acrescentando ao Talios um sistema CCD para incrementar a capacidade diurna.
O texto do artigo está parcialmente certo quando diz que ele não tem função noturna, mas não quer dizer que ele não possa usar o FLIR de dia.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Caro Justin Case

Seus comentários por gentileza.

“Guilherme Poggio
26 de julho de 2014 at 20:40 #

Comparando com o que teremos no G NG/BR ?

Já temos o Litening nos AMX. E para o Gripen espera-se que o Brasil compre a versão G4 do mesmo. O G4 está no mesmo nível dos melhores designadores disponíveis no mercado.”

Prezado Poggio, obrigado.

Justin Case
Justin Case
6 anos atrás

Bosco, boa noite.

Quando tratamos de sensores, você sempre tem razão.

Damocles: *ttp://www.thalesgroup.com/sites/default/files/asset/document/fiches_damocles-gb_sans_repere-hd.pdf

Talios *ttp://www.thalesgroup.com/sites/default/files/asset/document/fiches_talios-gb_sans_repere-hd_0.pdf

Abraço,

Justin

costamarques
costamarques
6 anos atrás

Caro amigos! gostaria de saber se ao longo da historia já houve outro caça ou equipamento injustiçado pelo mercado como o Rafale vem sendo? digo isso pois não entendo o porque dele não decolar no mercado de exportação de armas!

Gilberto Rezende
Gilberto Rezende
6 anos atrás

costamarques sua resposta é NÃO. NÃO porque a injustiça ao Rafale não tenha paralelo. Sim porque a situação do Rafale é fruto de um momento histórico de transição na aviação militar talvez sem similar. A história do Rafale se inicia num momento em que a aviação militar era dominada por caãs americanos e russos. A aviação militar européia estava rapidamente perdendo números e escala e assim os europeus decidem fazer juntos sua próxima geração de caças. O problema dos europeus é que eles não conseguem fazer NADA em termos militares sem ter um yankee OTAN enxerido dando pitacos, criando cizânia… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Lord Vader, com sua permissão e antecipo meus agradecimentos: “Wow wow wow!!! Alvíssaras! Há gente que pensa com a cabeça na Índia! Confesso que já estava a achar que isso não existia por lá! O Rafale será um desastre logístico para a Índia, que JÁ VIVE tal desastre. E do ponto de vista financeiro ele é um completo disparate, como percebe claramente o autor do texto. O artigo contém constatações interessantes. Constatações estas que aliás não são segredo nenhum para nós aqui. O Rafale é um caça meramente regular. Tem uma boa performance cinética, mas não tem HMD, tem um… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

Rajada,

muitos aqui já se manifestaram sobre o sucesso de operador único, rsrs:

http://www.youtube.com/watch?v=Xq47ePWPM-g

Gilberto Rezende
Gilberto Rezende
6 anos atrás

E neste cenário temos ainda o retorno russo com o SU-35S e seus T-50 de 5ª geração, a ascensão chinesa e mais recentemente a possibilidade de renascimento hipônico com o shinshin…

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

“Injustiçado ….. ”

“Poderia ser muito pior…”

http://www.youtube.com/watch?v=UFoP4vxHxek

Gilberto Rezende
Gilberto Rezende
6 anos atrás

Carlos Alberto Soares disse: “O Rafale será um desastre logístico para a Índia, que JÁ VIVE tal desastre. E do ponto de vista financeiro ele é um completo disparate.” Carlos posso formar uma frase bem parecida com a sua: “O F-35 Lightning II será um desastre logístico para os EUA, que JÁ VIVE tal desastre. E do ponto de vista financeiro ele é um completo disparate.” O Rafale embora caro vive muito bem obrigado na França, o risco de descontrole logístico é inerente na força aérea da Índia face seu imenso tamanho e diversidade de meios. Qualquer outra aeronave que… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás

“sniff”

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Acho que é uma questão de mercado. Na Guerra Fria a Itália planejava uma frota de 180 AMX e 100 Tornados IDS. A força de ataque vai ser substituida por 45 F-35. O mercado italiano caiu de 280 aeronaves para 45 ou 6 vezes menos.

Este mesmo mercado acabou com as vendas do Gripen, EFA e AMX.Só o F-16 que não sofreu muito por já ter vendido muito e ter apoio dos EUA.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
6 anos atrás
costamarques
costamarques
6 anos atrás

Gilberto Rezende, gostei muito de sua resposta, foi bem esclarecedora, o que me resta outra pergunta? o que sera da industria de caça da frança?se juntara ao consorcio eurofighter ou cedera a tecnologia americana?

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Poggio. Citei os planos iniciais. Os cortes foram depois do fim da Guerra Fria.

No caso do Gripen, os planos eram comprar 280 caças em umas 17 bases. Agora operam 100 e vai diminuir para 60-80 modelo E futuramente em duas bases.

Os planos do Rafale franceses caíram de uns 280 para 180. O EFA eu não me lembro de cabeça, mas as encomendas originais também despencaram.

No caso do F-22 caiu de mais de 600 para 186.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
6 anos atrás

G-LOC, É importante frisar que, no caso do Gripen, os cortes em encomendas planejadas inicialmente foram um pouco menos drásticos (comparados aos outros dois eurocanards) A Força Aérea Sueca acabou recebendo cerca de 200 caças, e reduziu gradativamente o total em operação para os aproximadamente 100 atuais depois de já ter recebido as encomendas firmes, passando então a atualizar os mais antigos para manter a dotação menor, porém mais padronizada (os A/B, por exemplo, já deixaram o serviço). Lembrando também que os 60 a 80 caças Gripen E (nova geração) pretendidos agora pela Suécia serão complementados por, provavelmente, uns 20… Read more »

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

O esforço da frança nas décadas de 80/90 não foi pequeno. Além das 2 versões do Rafale, com quase tudo (motor, radar) feito na frança, foi desenvolvido o MICA e o porta-aviões, fora outros projetos. Certamente não foi um esforço pequeno no orçamento francês.

Enquanto aqui se tem que chorar para contruir apenas um cargueiro.

Gilberto Rezende
Gilberto Rezende
6 anos atrás

costamarques de momento a França apenas aguarda pois suas limitações de escala impedem um novo projeto similar ao Rafale e o futuro ainda está muito TURVO… O futuro francês dependerá mais do que acontecerá globalmente para eles se posicionarem. Em princípio eles TEM um EXCELENTE caça de 4,5ª geração que lhes atendem muito bem e assim pretendem manter um programa bem ambicioso para mantê-lo modernizado, como este post é uma nota deste processo, deixando que o GAP tecnológico entre o Rafale e os mais novos caça contemporâneos o menor possível por sua tecnologia militar própria. No entanto como disse antes… Read more »

Victor Matheus
Victor Matheus
6 anos atrás

Gilberto Rezende

Ótimas análises.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Gilberto, O dia se os caças de 5ªG se mostrarem uma furada eles irão combater como caças de geração 4 e meia, com a vantagem de levarem suas armas internamente ou então irão levar um tanque de combustível extra dentro dos compartimentos de armas. O conceito 5ªG só agrega e não exclui nada. Você está imaginando caças de 5ªG como se fosse o F-117, só que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Um caça de 5ªG é um caça de 4,5ªG, só que com um alto grau de furtividade, principalmente devido à redução da assinatura radar… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Comparado com o Rafale, o F-22 é: Mais veloz Tem mais alcance É mais manobrável Sobe mais alto Tem menor RCS (1000 x menor) Tem menor assinatura IR Tem supercruise Pousa e decola em espaço menor Tem radar mais avançado e com o dobro do alcance Tem uma maior capacidade ELINT Numa configuração não Stealth leva mais mísseis ar-ar (16 contra contra 12) Tem mísseis BVR de maior alcance Já o Rafale: Tem um sistema optrônico (passivo) de vigilância ar-ar (OSF) Tem um míssil de curto alcance de 5ªG Ambos não têm: Sistema HMS/D Obs: No futuro o Rafale irá… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Mano a mano, num futuro próximo a única “desvantagem” do F-22 em relação ao Rafale será o sistema OSF, que é formado por um sistema de TV/laser telemétrico e um IRST, que o caça americano não tem e não tem previsão de vir a tê-lo. Numa cenário “assimétrico” hipotético e improvável, onde sabidamente num determinado espaço aéreo se encontram um F-22 (de 5ª Geração) e um Rafale (geração anterior), inimigos e isolados, o caça francês terá que se valer de seu IRST para tentar detectar o F-22 a no máximo 80 km (generosamente), sob pena de se usar o radar… Read more »

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Bosco, havia previsão de instalar um IRST no F-22. Por questões de custo foi cancelado, mas a prática mostrou que não seria necessário.

Contra um Rafale, ou outro caça, um F-22 irá fazer busca e passar os dados para os outros da esquadrilha realizarem o ataque.

Por melhor que seja o RWR dos outros caças, o alerta só servirá para avisar que irão ser derrubados logo logo. O aviso é para fugir.

costamarques
costamarques
6 anos atrás

Interessante sua avaliação!!! Obrigado!!!

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

G-LOC, Mas apesar de achar o F-22 um caça perfeito, penso que na época do projeto não estava nítido a entrada em operação de caças de 4.5ªG, que chegam a ser denominados de “semi-stealth”, combinados com avançados IRST. Ainda a vantagem é nitidamente do F-22, mas está longe de ser a que era contra os caças de 4ªG. Uma redução maior do RCS,por exemplo, a que ocorre com o Super Hornet Advanced e com o Silent Eagle, e colocará o F-22 em apuros em relação aos caças de 4,5ªG. Se o Rafale inventar de ter um EWP e tanques conformais… Read more »

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Bosco,
Não existe caça “semi-stealth”. Ou é ou não é. O Rafale ou silent qualquer coisa não é furtivo. Redução da assinatura vai ajudar muito os sistemas de interferência eletrônica ficando mais fácil se esconder.

Para um IRST detectar algo a grande distância só se o alvo estiver se afastando, com o calor das turbinas não sendo bloqueado. Frontal fica abaixo de 30km.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Bosco, só comentando sua comparação do F-22 com o Rafale: – O alcance do F-22 sem tanques externos é menor que o do Rafale com os tanques. Se o Raptor tentar igualar ele perde boa parte da sua assinatura radar. Mas obviamente ainda é muito melhor; – O F-22 teria sérios problemas ao engajar num dogfight com uma série de caças. Sua taxa de curva sustentada subsônica é bem inferior ao Rafale, Gripen, Flanker e um pouco pior que o F-16. Porém, a coisa muda de figura quando se aumenta a velocidade e altitude. Voando alto e supersônico ele é… Read more »

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

G-LOC, acho que o F-22 voando em supercruise de mach 1,7 estaria com a fuselagem acesa feito arvore de natal numa câmera IR.

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Clésio, a Mach 1,7 o F-22 vai conseguir disparar seus AMRAAM a uma distância maior e fugir mais rápido. É vantagem da mesma forma. Ataca sem ser atacado. O IRST só vai dar alerta do ataque seja detectando o F-22 ou o AMRAAM.

O objetivo final é ver e disparar primeiro. O Rafale vai estar na defensiva.

Lembro que esperavam que o F-22 tivesse uma vantagem de 10 a 1 contra as futuras gerações de caças. Deve ser a atual 4a geração. Conseguem bem mais que isso na Red Flag contra os Agressores.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Clésio, O F-22 [e dito possuir uma cobertura (tinta) a base de sulfito de zinco que tem a habilidade de “absorver” radiação térmica da fuselagem, provocada pelo atrito. A cobertura absorve o calor e o emite numa faixa do espectro que não é detectada pelos sensores térmicos. Sobre alcance/autonomia e manobrabilidade, falo mais tarde. rsssss G-LOC, O calor emitido pelas turbinas, em especial pelos pós-combustores, emite numa faixa média (entre 3 e 5 microns) que é mais fácil de ser absorvida pela atmosfera. Creio que a temperatura do corpo, apesar de ser mais fria, é mais fácil de ser detectada… Read more »

Gilberto Rezende
Gilberto Rezende
6 anos atrás

joseboscojr mostra-se devoto da 5ª geração. Responda-me por favor quando o teu F-22 já tiver disparado os seus 2 ou 4 mísseis das baias internas e nos arredores ainda restarem de 2 a 4 SU-35S com 14 pontos duros externos, tão ou mais rápido que você, com um IRST mais que suficiente para lhe dar caça e com supermanobrabilidade vetorial igual ou superior a do Raptor como é que fica ??? O PROBLEMA do 5ª geração é que POR definição de engenharia numa configuração 100% furtiva ele é OBRIGADO a ir a combate com uma quantidade de ARMAMENTO muito inferior… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Gilberto Rezende
6 anos atrás

Para dar um pitaco na discussão do Gilberto com o Bosco: Se o Su-35 estiver com mísseis ar-ar nos 14 pontos duros citados pelo Gilberto, eu duvido que se possa falar de alta aceleração e supermanobrabilidade, dois itens importantes para o caça. Com o peso e o arrasto de tantos mísseis, mesmo levando em conta vídeos com manobras em que vemos o caça carregado, o máximo que poderemos falar é de boa aceleração e boa manobrabilidade. E isso pode ser pouco para enfrentar um caça furtivo da categoria do F-22 mesmo que este tenha poucos mísseis restantes nas baias, na… Read more »

Victor Matheus
Victor Matheus
6 anos atrás

Caro Joseboscojr

Parece que os testes de disparo do AIM-9X no F-22 já começaram desde maio de 2012, só não sei se já está operacional.

Nick
Nick
6 anos atrás

Discussão interessante essa da 4.5ª x 5ª geração. 🙂 Me parece claro que ter um caça de 5ª geração como o F-22 A dá uma vantagem que NENHUM outro caça em operação ou mesmo no estágio de demonstradores pode tirar. Em batalhas pela supremacia aérea, o Raptor é o T-Rex. Por outro lado, o F-35 está se mostrando um saco sem fundo quanto mais os americanos gastam, mais $$$ ele precisa para ficar “pronto” (se é que vai ficar algum dia). Não dá para falar fiasco, mas está difícil. E os drones de 6ª geração estão chegando, como o X-47B.… Read more »

Ivan
Ivan
6 anos atrás

‘Ofitopiqui’ é fogo! O tema original era o sucessor do casulo de designação de alvos Damoclè da Thales Optronique, o TALIOS. Esta é uma excelente sacada da indústria de defesa francesa, atuando em um nicho importante e de alto valor agregado. Afinal as alternativas ocidentais são apenas os israelenses e americanos, que são semelhantes na origem. O mercado oriental que não compraria pods israelenses pode ser interessante Outra oportunidade de negócio é o upgrade de aeronaves mais antigas, especialidade israelense que os gauleses poderiam explorar. Os ‘manpads’ estão demonstrando no Iraque, Síria e Ucrânia que é impossível voar baixo impunemente.… Read more »

Ivan
Ivan
6 anos atrás

Agora compara Rafale com Raptor é brincadeira. Bem, o que eles tem em comum? – O nome dos dois começa com R; – Ambos não usam HMS / HMD (uma bobagem em comum); – Apenas 180 unidades, por enquanto. Bosco, Vc caiu em uma emboscada. Mas só p’ra provocar vou discordar de um detalhe: Vc escreveu que “um caça de 5ªG é um caça de 4,5ªG, só que com um alto grau de furtividade”. Mas entendo que um caça de 4,5G é um 4,0 com aviônicos que seriam desenvolvidos para os de geração 5,0. Radar AESA, Sensor Fusion e até… Read more »

Ivan
Ivan
6 anos atrás

Clésio Luiz, (28 de julho de 2014 at 9:47) A capacidade de combustível interno do F22 Raptor é da ordem de 8,2 toneladas. A capacidade interna do Rafale C (monoposto) e do Rafale B (biposto) são aproximadamente de 4,7 e 4,3 toneladas (respectivamente). Com 5 (cinco) pontos molhados pode agregar até 5 (cinco) drop tanks de 1.250 litros, equivalentes a 1 (uma) tonelada de combustível cada. Entretanto para combate o máximo razoável seria 3 (três) destes tanques. Assim sendo, considerando a versão monoposta de maior capacidade e considerando máximo viável para missões de combate o Rafale pode decolar em missão… Read more »

Ivan
Ivan
6 anos atrás

G-LOC,
(28 de julho de 2014 at 9:27)

“Não existe caça “semi-stealth”. Ou é ou não é.”

Está corretíssimo.
Entretanto novas soluções como CFT, CWB e EWP podem dar uma sobrevida aos caças de 4a geração em cenários de alta intensidade.

Um Strike Eagle (principalmente os SA sauditas) com um par de CFT dobrando a capacidade de combustível sem tanques externos e usando 3 (três) EWP desenvolvidos para o Intenational Road Map do Super Hornet pode ser uma solução interessante para enfrentar uma IADS nos primeiros dias de batalha.

Não fica furtivo, mas ajuda bastante.

Cordiasi saudações,
Ivan.

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Gilberto, A USAF não vai mandar um F-22 contra uma dúzia de contatos no radar. Vai estar atuando aos pares ou esquadrilha. Quanto os mísseis de um deles acabar ele passa a atuar como caçador usando o radar para coordenar o ataque dos outros. Nas minhas contas ainda vai estar sobrando mais4 AMRAAM contra os 4 Su35S. Como o inimigo tem Flanker, imagino que estará sobrando uns 12 AMRAAM. Em uma campanha aérea o F-22 vai atacar as IADS inimigas com as JDAM de 450 KG (duas) ou SDB (até 8). Até substituiu os f-117 nessa missão. A USAF também… Read more »

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Ivan, já vi notícias que até os F-15C estão recebendo os Sniper XR para operar no modo ar-ar. Em tempo de paz são bem úteis para identificar alvos a noite. Podem ser usados para acompanhar alvos detectados pelo radar em um combate e fazer identificação a longa distância. Não é levado por todos os caças na formação.

G-LOC
G-LOC
6 anos atrás

Ivan, o meio para uma força convencional enfrentar uma IADS nos primeiros dias é com mísseis de longo alcance como o JSOW, JSASSM, Taurus JDAM-ER etc.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Gilberto, O F-22 pode levar 8 mísseis internamente. 6 BVR e 2 WVR. Se restar 2 a 4 Su-35 contra um F-22, seria um falha tática americana, mas ainda restariam 4 mísseis nas baias internas do caça americano e mais o Vulcan com 400 projéteis. Além disso ainda tem o supercruise, que permite ao caça americano simplesmente desengajar, sem precisar entrar no jogo do caça russo. Vale salientar que a furtividade afeta até o desempenho de mísseis guiados por radar, num ponto que ainda não temos como determinar. Quanto ao F-22 ele é sim apto a operações ar-sup desde que… Read more »