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Super Hornet para a USN: mais contratos da Boeing e da General Electric

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Empresas recebem modificações de contratos para a produção de 15 aeronaves e 52 motores para a Marinha dos EUA – somados, os valores se aproximam de 900 milhões de dólares

No último dia de novembro, o Pentágono informou contratos concedidos à Boeing e à General Electric referentes a jatos F/A-18E/F para a Marinha dos EUA (USN). A Boeing recebeu uma modificação de contrato previamente concedido (N00019-09-C-0019, do tipo preço fixo com “fee” de incentivo) no valor de US$ 687.611.825, para a produção de 15 aeronaves F/A-18E do lote 37 referentes ao ano fiscal de 2013, de acordo com uma cláusula de variação de quantidade.

Já a General Electric recebeu uma modificação de contrato (N00019-11-C-0045, também do tipo preço fixo com “fee” de incentivo) no valor de US$ 197.495.928, para o exercício de uma opção de compra de 52 motores F414-GE-400 do lote 47 e equipamentos correlatos para instalação em jatos F/A-18E/F. A Organização Militar responsável pelos contratos é o Comando de Sistemas Aeronavais de Patuxent River, os trabalhos estão previstos para finalização, respectivamente,  em julho e março de 2015.

FONTE: Departamento de Defesa dos EUA (tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês)

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9 COMMENTS

  1. Pois é, Luppus, já pensou nesses 15 e mais uns três bipostos, somando 18 jatos (meio F-X2) podendo ser redirecionados (100% “de prateleira”) para entregas até 2015 diretamente para Anápolis?

    Falando em Anápolis, dá-se um jeito de voar mais um ano com pelo menos parte dos F-2000 (que afinal têm previsão de desativação em 31/12/2013), ao menos para ajudar nos voos da Copa do Mundo, enquanto metade dos pilotos passaria o ano treinando nos EUA já nos seus novos aviões.

    E os 18 restantes do lote de 36 previstos no F-X2, aí sim com a tal da “ToT” embutida, podendo ter entregas menos urgentes para dar tempo de se fazer a tão citada transferência de tecnologia “necessária”?

    Seria uma alternativa interessante, ainda mais se fosse pelo provável preço “fly-away” indicado no contrato da USN aí em cima que, na conta de padaria, dá uns US$ 46 milhões por exemplar.

    Apela-se para a conveniência estratégica para garantir o preço igual com o Obama que está todo feliz com sua reeleição, compra-se esse pacote equivalente a meio F-X2 “de prateleira” por um preço camarada de 900 milhões de dólares (somando uns três bipostos aos quase 700 mi dos monopostos e uns motores extras), coloca no pacote também algumas centeninhas de milhões indispensáveis para apoio logístico, treinamento, um mínimo de mísseis etc e deixa pra pagar a tal da ToT embutida nos 18 seguintes para completar os 36, em parcelas bem módicas…

    Embora minha preferência pessoal de caça do F-X2 seja outra, dá o que pensar se um negócio desses seria viável.

  2. Concordo contigo Nunão.
    Mas se nosso Des-Governo realmente pensasse, era só assinar agora ou janeiro , mandar nossos meninos em fevereiro de 2013 e no final do ano a Boeing já entregaria “nossos” 18 brinquedos.
    Mas acho que o FX-tal já foi prô beleléu……
    Brasil o país da tragédia e idiotice recorrentes……..

    Minha preferência também é outra, mais pé-no-chão. Mas o SH tá de bom tamanho.

  3. Pro governo PeTralha ou é Rafale ou nada, não tem outra opção.

    Como a jaca francesa não consegue abaixar seu preço, e como elles não conseguiram dobrar a opinião pública a aceitar qualquer coisa que elles escolham (muito graças a nós, aqui), a FAB vai mesmo é ficar sem caças.

  4. Vader,

    O parceiro estratégico (nosso?) possuem algumas divergências com os interesses brasileiros, como todos sabem, mas algumas estão tomando um rumo perigoso.

    O presidente francês François Hollande está se apresentando como um ‘ecoindigianistas’, tal qual Miterrand, visitando e recebendo personalidades indígenas para emoldurar declarações como esta:
    “a mobilização da França pela preservação das grandes florestas primárias e a proteção dos povos autóctones que vivem nisso, tanto no Amazonas como em outros lugares do mundo”.

    http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6341497-EI306,00-Hollande+recebe+indigena+brasileiro+para+tratar+sobre+Amazonia.html

    Talvez venha a ser apropriado ajudarmos nos esforços de maior autonomia ou ‘libertação’ da Alsácia, dos Bascos (franceses), da Bretanha, do Catalão, da Córsega, do Flamengo e da Picardia. Afinal são povos ‘realmente’ nacionais da França.

    Abç,
    Ivan.

  5. A esse indigenísmo oportunísta do presidente francês, soma-se a já conhecida e intransigente política de subsídios agrícolas; que impedem a expansão de nossas exportações p/ a Europa.
    E assim segue o F-X 2, absolutamente melancólico.

  6. Ivan disse:
    4 de dezembro de 2012 às 7:37

    Ivan, você está fazendo considerações de natureza político-estratégica. Eu oponho considerações de natureza financeira. Ou melhor seria dizer “financista”?

    Isso aí tudo na hora do vamovê não significa nada. Senão o mico do Itamaralívia no caso Irã já teria feito o Rafale ser retirado da disputa.

    Essa corja que nos governa, se precisar vender o país para pegar sua parte, que se lasque o país. O que importa é a comi$$ão e, nesse aspecto, como diria um, “o que é deles tá guardado”.

    Desde o 7 de setembro de 2009.

    Sds.

  7. Giordani disse:
    4 de dezembro de 2012 às 10:40

    “Ontem, quando FFHH lançou o aécio para presidente, o FX recebeu a ultima pá de terra…”

    Giordani: havia espaço no buraco para mais terra? 😉

    O FX2 está morto desde 07/09/2009. O mesmo que criou o matou naquela data.

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