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DoD* certifica aquisição de 124 Super Hornets e Growlers

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Na última sexta-feira, 14 de maio, o Departamento de Defesa dos EUA certificou, ao Congresso do País, que a aquisição multianual de 124 aeronaves F/A-18E/F e EA-18G atendeu aos requisitos legais, incluindo substancial economia. O acordo proposto compreenderá quatro anos, do ano fiscal de 2010 ao de 2013.

Cabe agora ao Depatamento da Marinha continuar o trabalho junto ao Congresso dos EUA para entrar no contrato multianual, para completar as aquisições pretendidas de 515 F/A-18E/F Super Hornets e 114 EA-18G Growlers.

O pedido orçamentário da Marinha dos EUA (USN) para o ano fiscal de 2011 (enviado ao Congresso em 1º de fevereiro), inclui 1,9 bilhão de dólares para a compra de 22 Super Hornets e 1,1 bilhão de dólares para 12 Growlers (respectivamente, os valores aproximados em reais são 3,5 bilhões e 2 bilhões). No ano fiscal de 2012, a USN pretende adquirir mais 24 Growlers e um Super Hornet. E, no ano fiscal de 2013, mais 25 Super Hornets).

FONTE:* Departamento de Defesa dos EUA

FOTO: USN (Marinha dos EUA)

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90 COMMENTS

  1. UUU Lá Lá.. E quantas Rafake, Rafajaca, Rafail o departamento de defesa FRANCÊS anunciou que vai comprar??? Acorda Brasil, tem gente te traindo por um punhado de milhões de dólares!!! Vão comprar a Jaca de qq jeito! Nem adianta qq outro caça, nem de graça, o que a propina já comprou tá comprado.. Se não é B.. no ventilador.. Não tem volta. É jaca na cabeça! Carregados com mísseis JETONS, derrubam qq soberania!!!

  2. Ficariam lindos nossos céus com uns 15 esquadrões como o da foto! Uns 180 F-18 estariam de “bom tamanho” (não ótimo). Será que não rolaria trocar uns Super Hornet pela retaliação aos EUA? Se são 500 e poucos milhões/ano em produtos, bem que poderíamos receber uns 10 a 12 aviões/ano, por pelo menos 10 anos.

    Lula, anuncie logo o vencedor do FX-2!!! E entre de uma vez no PAK-FA!!! E pare com essa balela de transferência de tecnologia!!! Se o Brasil não transfere a tecnologia das ultracentrífugas, por que a Rússia, a França, a Suécia ou os EUA deveriam transferir tecnologias de demoraram DÉCADAS para ser desenvolvidas e custaram BILHÕES?!?!

  3. Ora, ora, e não é que a “lata-velha”, o “Super-Lento”, a “sucata-gringa”, o “velho”, o “lixo” do Super-Hornet garante mais algumas vendinhas? 🙂

    Só mais 124 só… Só… CENTO E VINTE E QUATRO… só… 🙂

    (Ai ai ai, a realidade não cansa de contrariar certos cabras mesmo…)

    Enquanto isso na JACALÂNDIA… produção limitada a 5 aeronaves por ano… Uma verdadeira “Ferrari” mesmo… 🙂

    Sds.

  4. aiaiai, e tem gente que acha 36 brinquedos, vamos fazer frento ao mundo, acorda gente….Temos que fazer alinça estratégicas e não se isolar…

  5. Nada mau para um caça “velho” (na verdade, é contemporâneo do Gripen e do Rafale).

    Nada mau para um caça em “fim de vida” (se o Super Hornet está em fim de vida, o Rafale já nasceu morto).

    Mas, como eu disse no outro post:

    O que é bom para a França, é bom para o Brasil.

    Viva a “parceria estratégica” !!!

    [ ]s

  6. ” …a aquisição multianual de 124 aeronaves F/A-18E/F e EA-18G atendeu aos requisitos legais, incluindo substancial economia”.

    Substancial economia ?????

    Por que será ?????

    [ ]s

  7. Que eu me lembre na proposta da Boeing a Embraer iria participar na produção inclusive dos SuperHornets para a USNavy.

    Se bobear só essa produção já pagava o FX-2….

    []’s

  8. Super Hornet e Growler:

    Para o ano fiscal de 2011, haverá a compra de 22 Super Hornets e de 12 Growlers.

    No ano fiscal de 2012, a USN pretende adquirir mais 24 Growlers e um Super Hornet.

    No fiscal de 2013, mais 25 Super Hornets.

    Rafale:

    Para o ano fiscal de 2011, haverá a compra de 10 Rafale.

    No ano fiscal de 2012, haverá a compra de 7 Rafale.

    No ano fiscal de 2013, haverá a compra de 4 Rafale.

    [ ]s

  9. Alguém aqui do blog disse uma vez que o SH estava saindo de linha, que a US Navy iria aposentar o caça……huá, huá, huá, huá, huá, huá,
    Acorda Jobim e Lula……..a US Navy tá comprando mais SH, a Austrália comprou SH e depois falam que o avião é ultrapassado.
    Só os tontos não enchergam que a Dassault precisa recuperar a montanha de dinheiro gasto com o Rafale, por isso que ele é tão caro, mas isso é uma faca de 2 gumes: Só abaixa o preço se vender mais. Como o Rafale não emplaca nem na França direito, a coisa vai andando do jeito que tá: A França tentando empurrar um avião caríssimo pra gente enquanto os americanos oferecem o SH mais barato e que faz as mesmas coisas, e até melhor, que o Rafale!

  10. Pôxa Rogério, os defensores do Rafale falam que tanto faz.

    Assim, 4 Rafale produzidos ao ano (o que dá uma assombrosa média de 1 caça feito a cada 3 meses) não prejudicará a competitividade do referido caça.

    Espere para ver, no futuro, quando eles vierem a fazer o seu midlife upgrade.

    Espere para ver, no futuro, o “grande” fluxo de peças de reposição que eles irão ter.

    Amigo, os Estados Unidos terão 629 aviões Super Hornet/Growler até 2015.

    Isso sem falar nos 24 vendidos à Austrália.

    Essa encomenda de 124 Super Hornet/Growler por si só, é maior do que o número de Rafale que existirão em 2015 (se é que os franceses ainda não venham cortar mais a sua já diminuta produção).

    [ ]s

  11. Olá Amigos,

    Devagar com as palavras. O que leio bastante no blog é que o F18SH é um excelente caça, mas que será substituido pelo F35 no futuro. Nunca li que o F18 seja um caça com problemas. O que alguns costumam escrever é que não haverá continuação de seu projeto pois tanto a Marinha americana quanto os atuais usuário do F18SH estão envolvidos no desenvolvimento do F35.

    Sei que muita gente não gosta do Rafale por motivos técnicos ou por razões ideológicas ou partidárias. Mas gostaria de lembra-los que nunca li nesse blog uma crítica ao F18 em relação à sua incapacidade de atender à FAB hoje. Há um misto de confusão e torcida nesses comentários.

    Antes que me acusem de francófilo, quero mais uma vez explicar que eu gostaria de ver a Embraer/FAB envolvida no desenvolvimento do F35. Mas minha crítica à escolha do F18 no FX2 seria a de acabarmos como usuários de prateleira do F35 no futuro. Escolher hoje o F18 para a FAB somente seria bom se a Embraer participasse do consórcio do F35, pois depois dos 36 aparelhos do FX2 poderíamos estar falando em equipar a FAB e a MB com o lightinig II.

    Por outro lado, a escolha do NG nos levará a um beco sem saída, pois não acredito que a SAAB fará qualquer sucessor ao NG.

    E a escolha do Rafale só faz sentido, e repito, só faz sentido, se a Embraer/FAB participarem de um consórcio europeu para um futuro caça 5G+.

    Para hoje, qualquer um dos três modelos da short-list é ótimo. O Rafale e o F18 mostram a vantagem de estarem prontos e desenvolvidos. No atual estágio do FX2, não faz sentido desqualificar nenhum dos modelos por razões técnicas. Houvesse problemas, não teriam sido habilitados na short list.

  12. Antes de pensarmos em Super Hornets devemos cobrar uma área de livre comércio a nossos produtos agrícolas com o Tio Sam…
    Quero livre comércio para o algodão, o soja, o arroz, o milho, o etanol, o cacau, o açúcar… Quero uma relação de igual para igual com o Tio Sam.
    Se querem vender avião aqui devem baixar suas barreiras comerciais e ponto final. Sem a queda dos subsídios agricolas nos Estados Unidos nada de compra de caça americano e Sueco também pois este é um agregado de soluções americanas e Européias. Melhor para a compra do SAAB Gripen Paper NG desejo a queda de barreiras comerciais na Comunidade Europeia e nos Estados Unidos, assim matamos dois coelhos com uma porrada só rsrsrsrsrsrsrsrsrs.
    Acorda Alice…
    []s

  13. Rogério, na verdade são 200 M-88 (motor do Rafale), e não 360.

    Atualmente, há 1000 (mil) motores F-414 (motor do Super Hornet, Growler, Gripen NG) já produzidos.

    O F-404 (motor do Hornet e do Gripen) equipa os HAL Tejas (novo caça indiano).

    Atualmente, existe uma concorrência para o fornecimento de 140 motores para os HAL Tejas.

    Os concorrentes são o:

    F-414 (motor do Super Hornet, Growler e Gripen NG).

    EJ-200 (motor do Typhoon).

    Dizem que o F-414 é o favorito na competição (até porque o atual motor do HAL Tejas é o antecessor do F-414, o F-404).

    [ ]s

  14. emerson disse:
    17 de maio de 2010 às 19:21

    Boa meu amigo.
    Quando os comentários são de caráter profissional, o resultado é um texto imparcial e de qualidade como o seu.

    O F-18 SH é um caça que só vende para a USN. Não pelas qualidades e sim por falta de opção, pois o F-35 está muito atrasado.

    A demanda é muito grande, pois os EUA estão sempre em guerra e o número de porta-aviões é muito elevado.

    parabéns meu amigo.

  15. ZE disse:
    17 de maio de 2010 às 19:56

    Presta atenção em uma coisa:

    O F-18 Super Hornet só foi vendido para a Austrália como um caça tampão, apesar que deve ficar mais tempo que o previsto, pois o F-35 está muito atrasado. Isto é FATO.

    É o mesmo motivo da última compra deste caça para USN. Se o programa F-35 estivesse em dia, estas compras não se realizariam.

    Chega de 1+1.
    ESCALA não é isso.
    Ele só é produzido hoje em dia pela necessidade imediata dos EUA, pois número de operações são muito grandes.

    A pespectiva de exportação é tão pequena e até menor que do Rafale.

    Acorda amigo.

  16. UAI SÔ.
    Desistiram do SAAB Gripen NG.
    Pularam a cerca.
    Isto é um sinal que era mesmo tudo fachada e a grana da SAAB tá curta para propaganda na impensa.

    rsrsrsr

  17. E o Brasil com esta novela toda para ter 36 cacinhas, só mesmo rindo, se fosse pelo menos uns 180 aí sim…Agora temos que contentar somente com 36 e tem gente chorando custos de operação é assim que querem defender a nação…

  18. emerson disse:
    17 de maio de 2010 às 19:21

    “O que leio bastante no blog é que o F18SH é um excelente caça, mas que será substituido pelo F35 no futuro. Nunca li que o F18 seja um caça com problemas.”

    “Mas gostaria de lembra-los que nunca li nesse blog uma crítica ao F18 em relação à sua incapacidade de atender à FAB hoje”

    Bem meu amigo, então acho que você não tem acompanhado o blog muito amiúde. Te sugiro então, por exemplo, dar uma olhada nos comentários mais recentes de um leitor em especial, o Paulo Rick. Ele afirma com todas as letras exatamente o contrário ao que você afirma.

    “Escolher hoje o F18 para a FAB somente seria bom se a Embraer participasse do consórcio do F35, pois depois dos 36 aparelhos do FX2 poderíamos estar falando em equipar a FAB e a MB com o lightinig II.”

    Aqui o amigo vai me desculpar, mas discordo frontal e veementemente dessa proposta sua. Sabe porquê? Um mero detalhe: quem fabrica o SH é a Boeing, e a main contractor do F-35 é a Lockheed-Martin. E olha só: as duas são concorrentes FERRENHAS, inclusive no mercado americano. Não há a menor possibilidade de se misturar a compra do SH com o F-35, nem de acessarmos irrestritamente ToT de ambas as empresas. Podemos ir com os dois (em minha opinião até deveríamos), mas isso são outros mil e quinhentos… E ToT é só de uma (e o medo de que passemos ToT para a “concorrência”?)

    Por fim, discordo que “a escolha do NG nos levará a um beco sem saída, pois não acredito que a SAAB fará qualquer sucessor ao NG”. A SAAB e o Reino da Suécia não abrirão mão NUNCA de seu negócio de caças, até porque eles VENDEM, ao contrário do caça da Dassault. O Programa Gripen já é de longe superavitário! E a Suécia ainda tem a Rússia para se preocupar no Báltico.

    Sds.

  19. “RobsonMBr disse:
    17 de maio de 2010 às 20:35
    ZE disse:
    17 de maio de 2010 às 19:56

    Presta atenção em uma coisa:”

    Presta atenção uma outra coisa:

    NÃO importa se o Super Hornet já foi exportado (bem, ele já foi).

    NÃO importa se o Super Hornet foi exportado para 1, 2 5,7 países.

    O que IMPORTA é o número total de vetores construídos.

    É isso que vai garantir a ESCALA de um caça ou não.

    É isso que vai garantir a manutenção por preços mais baixos.

    É isso que vai garantir preço, prazo, viabilidade econômica para o midlife upgrade de um caça.

    É isso que vai garantir a oferta “farta” de peças de reposição.

    É isso que vai garantir o preço mais baixo dessas mesmas peças de reposição.

    Acorda amigo.

    [ ]s

  20. “A pespectiva de exportação é tão pequena e até menor que do Rafale”.

    Exportação ?

    Rafale ?

    Perspectiva de exportação do Rafale ?

    Que exportação é essa ?!?!?!

    [ ]s

  21. Não acredito nesse negócio de caça tampão. Isso é “achismo” de quem defende o Rafale.
    Do mesmo modo que a entrada em serviço do F-22 não interrompeu o desenvolvimento da dupla F-15/F-16 (vide silent eagle e F-16IN), o SH também continuará a receber upgrades e novas tecnologias paralelamente ao F-35.

    Ainda assim, se a USN ou RAAF decidir aposentar prematuramente uma parte de seus Hornets, tanto melhor pois isso só fará com que haja uma maior oferta de peças no mercado, diminuindo ainda mais o custo de manutenção de quem estiver utilizando o avião, do mesmo modo que ocorreu com os F-5’s.

  22. Perspectiva de exportação do Rafake? Pra onde? Pros Venusianos Ocidentais? Ou seria pra Província Cis-Marciana? 🙂

    Forçou hein Robson? Hehehehe…

  23. Aliás, exportar 36 caças para o Brasil não iria mudar a situação CRÔNICA de FALTA DE ESCALA do Rafale.

    A França quer um otári… quero dizer parceiro para dividir os custos (leia-se, prejuízo) do fracassado programa do Rafale.

    O caça é um “sucesso” tão grande, mas tão grande, que em 2013 só 4 Rafale serão construídos.

    [ ]s

  24. Meu Deus…

    É só aparecer a Jihad francesa dos Mártires de Rafah para o nível cair…
    Vader, me explica qual o segredo da sua paciência de mestre porque eu quero aprender também.

    Boa Noite!

  25. Daqui a pouco até o Eurofighter vem para o FX 2. Já estão igualando o preço aos do f 16 para a Romênia; possuem inúmeros fornecedores (para aquele receio de saber quem faz o que nos caças) e acaba por ser “um pouco mais avançado” que SH, Rafale e Grippen.

  26. Olá Vader, amigo Robson,

    Vocês tem razão. Existem muitos comentários contra o F18, mas acho que tenho prestado pouca atenção ao blog. Realmente não consigo acompanhar tantos comentários. Mas acho que na média, os comentários são mais elogiosos ao F18 do que contrários a essa máquina formidável. Inclusive, acho que esse novo lote do F18 é por mesmo causa do atraso no projeto do F35, mas mesmo assim os americanos garantirão com essa aeronave sua supremacia a partir dos porta-aviões.

    O problema da Boeing e LM como competidores é correto, mas não vejo a Boeing trabalhando em um substituto do F18 porque já está bem definido que o futuro caça americano será o F35. Acho que a Boeing vai ganhar novos lotes de F22 para manter sua linha de defesa ativa.

    A FAB tem apenas três opções (a quarta seria cancelar o FX2, o que acho seria um tremendo erro). Considerando os custos para desenvolver um caça 5G+ ou 6G não consigo ver a SAAB desenvolvendo um novo caça. Provavelmente ela se juntará à Dassault e à EADS para desenvolver um caça europeu que substiruirá o Typhoon, o Rafale e o Gripeen no futuro.

    Eu vejo apenas três caças no futuro. Um americano, um russo e um europeu. E mesmo esses três caças serão desenvolvidos em consórcio. (americanos, ingleses, canadenses, australianos de um lado; alemães, franceses, suécos, espanhóis do outro; e russos, chineses e indianos no terceiro time).

    Fico me perguntando onde o Brasil e o Japão se ajustariam melhor.
    Duvidar, duvido mesmo da FAB com F22, o que sobrará para a FAB o F35 no futuro (para depois de 2040) se o escolhido agora for o F18, por isso gostaria de ver a FAB negociando com os americanos a entrada no consórcio do F35 em troca da compra dos 36 FX2. Caso contrário, em 2040 a FAB estará em uma sinuca de bico.

  27. Pq a us navy compra o sh:

    Primeiro pq é americano
    segundo pq é o único caça naval made usa ainda operacional
    terceiro pq o f-35 está super atrasado

    Agora para os colegas gripeiros, uma pergunta que não quer calar.
    Quando o governo sueco vai tomar vergonha na cara e comprar uns 60 ng, pois fica feio ficar esmolando para outros paises.

  28. Os azulados ficam a beira do delírio coletivo, essas quantidades são o mínimo para os NAe´s que a US Navy possui. É só fazer a conta, são de 10 a 12 NAe´s, cada um com 90 aeronaves.

    Na verdade a US Navy está reduzida a compra de um único tipo de caça, o F-18E, assim a quantidade pretendida é para todos os usos possíveis, e dado que o F-35 está atrasado, e o desgaste dos F-18C, só resta a US Navy compra mais Tijolões, a outrora US Navy com 600 navios e F-14, A-6, F-18A/C virou essa que conhecemos hoje com OHP´s convertidas em NPO´s e seus NAe´s com F-18E…

    Bons tempos quando existia concorrência para escolha de cada novo caça naval nos EUA, agora, é isso; Super Lento Hornet ou nada! Que coisa triste. 🙁

    [ ]´s

  29. “Agora para os colegas gripeiros, uma pergunta que não quer calar.
    Quando o governo sueco vai tomar vergonha na cara e comprar uns 60 ng, pois fica feio ficar esmolando para outros paises.”

    A Suécia tem quase 200 Gripen C/D, agora a França tem 82 Rafales, quando a França vai substituir seu Mirages pelo Rafale ao invés de modernizá-los AD ETERNUM?

    Sim porque se modernizam caças quando não se tem substituto, mas quando os tem, prioriza-se o equipamento novo, para o bem da indústria, então se isso não acontece eu acho que nem a França quer o Rafale.

    []s

  30. Não seria este número que o Brasil, gostaria de comprar de Rafales ao todo? Tipo de 36 iniciais, pularia para 120 no total?

    Sei lá, não sei mais de nada, se o Diabo do norte ou os cozinheiros da europa, fazem bem a nós… Vai lá todos de uma vez. Assmi alguém no final nós entrega seus produtos, com a nacionalização e transferência de tecnologia.

    Abraços.

  31. emerson disse:
    17 de maio de 2010 às 22:15

    “Vocês tem razão. Existem muitos comentários contra o F18, mas acho que tenho prestado pouca atenção ao blog.”

    Pois é, eu te disse, logo acima tem um. Acho que o amigo tem observado com olho clínico a “insensatez” de um lado, mas não observa bem a do outro lado…

    “Acho que a Boeing vai ganhar novos lotes de F22 para manter sua linha de defesa ativa.”

    O amigo me desculpe de novo, mas isso é especulação pura e simples. Até porque a Lockheed-Martin também é a main contractor do F-22 e jamais aceitará passar sua tecnologia à sua principal concorrente no Planeta Terra. No mais, a linha do F-22 está com data marcada pra encerrar, quase ao mesmo tempo em que a do F-35 começar a operar a pleno vapor.

    “não consigo ver a SAAB desenvolvendo um novo caça. Provavelmente ela se juntará à Dassault e à EADS para desenvolver um caça europeu que substiruirá o Typhoon, o Rafale e o Gripen no futuro.”

    Nova especulação. Mas de todas as citadas, a que mantém maior sanidade nas suas contas é a EADS, depois a SAAB e muito depois a Dassault (números são números). Tudo pode acontecer. Mas se alguém partir para um desenvolvimento “solo” não será a Dassault, com toda a certeza.

    “Eu vejo apenas três caças no futuro. Um americano, um russo e um europeu”

    Honestamente a curto/médio prazo vejo apenas um supercaça: o F-35. Todos os outros estarão correndo atrás, e incluo o PAK-FA nisso. Mas poderá o nEUROn um dia sair do papel sim. Igualmente o J-Xing-Ling. Igualmente o Mitsubishi Stealth. Ou o SAAB Stealth. Ou o tal SKAT. Ou o F-15 Silent. Mas isso é mero exercício de futurologia. Não há evidências de nada. Só planos pouco mais ou menos amalucados. Aguardemos as evidências para “viajar” neh?

    “Caso contrário, em 2040 a FAB estará em uma sinuca de bico.”

    A FAB não estará em sinuca de bico em 2040. A FAB JÁ ESTÁ numa sinuca de bico. Décadas de descaso com a P&D e com a defesa deu nisso. Estamos fora do principal projeto de supercaça da primeira metade do séc. XXI. E nada indica que a falta de visão de nossos governantes mudará tão cedo.

    Mas nada disso tem importância no país do carnaval e do futebol, porque somos grandes, potência mundial (já estamos até dando bedelhos atômicos) e, além de tudo, Deus é brasileiro… 🙂

    Sds.

  32. Isso sim eh que eh encomenda! E nao aqulo que nos temoos lah em Brasilia!

    Nao entendo como, com menos de 100 exemplares, pode-se falar em ToT, producao nacional e/ou versao Br…
    😉

  33. grande amigo Vader,

    Na verdade, tenho tentado contornar a insensatez em todos os lados, sem preferência nem mesmo olho clínico. Se há algo que não ocupa minha prioridade é a busca clínica da insensatez. Acho que me faz melhor à saúde vislumbrar cenários de maior ou menos probabilidade, o que pode parecer especulações sob um olhar clínico.

    Sobre o F22, tenho a impressão que a Boeing também está envolvida no projeto, por isso imagino que a despeito das noticias sobre o fim da linha de produção do Raptor, acho que veremos mais lotes dessa máquina pelos próximos anos, apesar de não acreditar que o Japão venha a receber essa aeronave. Claro que a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais americana, o que já garante sua sobrevivência, mas creio que o governo americano tende a mante-la atuando também no setor de defesa. Os americanos hoje possuem todos os seus projetos militares na mão da LM, e isso não parece razoável para quem conhece os americanos. Eles acreditam na competição como força criativa. Como o F35 se tornará o principal caça americano e a Boeing não participa dele, acho que os americanos vão mesmo continuar contratando os F22, apesar do projeto F/A-XX deles. Mas isso é apenas especulação mesmo.

    Considerando os custos para desenvolver um caça 5G+ ou 6G, acho improvável que a SAAB continue trabalhando sozinha no desenvolvimento de novos caças após o NG, e não acho isso especulação. Por outro lado, a SAAB ficou fora do F35 e é improvável que vá trabalhar com os russos. Então acho natural que ela se associe aos demais europeus para desenvolverem juntos um novo caça 5G+ ou 6G (essa talvez seja a oportunidade para a Embraer/FAB de participar de um grande projeto militar no futuro, mas isso sim é especulação!).

    Realmente, o mais estimulante desse blog são nossos exercícios de futurologia, ou de modo menos dramático, nossa capacidade de delinear cenários futuros. Acho que podemos traçar cenários que vão se ajustando à realidade em função de novas informações. Nesse aspecto, duas decisões vão ser fundamentais para traçar o futuro: o FX2 e o MRCA indiano.

    Por fim, concordo que a FAB está em uma sinuca de bico, mas sabemos que no fim um dos três caças do shortlist vai mesmo ser escolhido para a FAB. Em minha opinão, o problema não é qual caça será escolhido, mas quais as implicações de cada escolha.

    como não acredito em Deus, acabo apostando nas regras de Darwin;

  34. Vendo esta matéria chego a duas conclusões:

    1- O “Império do Mal” está falido, só mais 124 aviões? Até a França compra mais do Super Ultra Hiper Mega Plus Rafale 2.0i 16v Total Flex.

    2-O Super Hornet não tem escala de produção, portanto não devemos compra lo, o melhor é o Super Ultra Hiper Mega Plus Rafale 2.0i 16v Total Flex, esse sim é produzido aos montes, e o melhor, vende mais que pão quente.

    Abraços amigos, vou dormir que eu já estou delirando. 🙂

  35. Tito você está comemorando o quê? O fato de os EUA gastarem em armas aumentando de forma brutal seu déficit nas contas públicas? Olha é por isso que eu digo, tem gente que só nasceu no Brasil, mas é na verdade nacional de outros países.

    Nós não devemos comprar os F-18E vários motivos, e nenhum deles, jamais teve haver com escala de produção porque se assim fosse, compraríamos o F-16 e o Gripen NG não teria sido aceito para o FX-2, e não o Tijolão. Mas como isso não altera o principal, nada de ToT´s, nada de não inteferência interna e nada de vender os melhores armamentos deles. E disso que somos dignos; F-18E o pior caça dos últimos 30 anos nos EUA.

    [ ]´s

  36. Não, não, meu amigo, só estou sendo irônico com os profetas do fim do mundo e com os Ralaletes da vida. Sou Brasileiro, não sou Americano, Cubano, Franciano (é assim que se escreve?) ou qualquer outro ano.
    Um abraço verde,amarelos,azul e branco.( Mas vermelho não viu!!!)
    🙂

  37. O F-18 SH so vende por falta de opção. Aliás a USN tá numa sinuca de bico, como diz o Emerson. Engoliu o F-18 SH e agora vai ter que levar o F-35 que nunca foi a escolha dela. Sinal dos tempos.

    Quanto a turma da “”ESCALA””:

    O F-18 SH não vende;
    O Gripen NG não vende;
    O Rafale não vende.

    se for pela esacala de venda, nós não compramos.

  38. Olá,

    O Super Hornet está longe de ser sucesso internacional sendo exportado apenas para Australia. É apenas para voçês voltarem para realidade. No fim isso não importa já que os EUA garantem a escala do caça, mas é para provar que ele não passa nem de perto de ser um sucesso internacional.

    O avião que tinha serios problemas de manobrabilidade era o F/A-18 Hornet seu irmão mais velho. Esses problemas foram minimizados ou deixaram de existir no F/A-18 Super Hornet, o avião é muito bom e está maduro e pronto full, agora.

    Ele vai ter vida longa, todo falam do F-35 porém é um atrazo atraz do outro e com aumento de custos a cada mês, podem ter certeza que veremos SH e F-35 voando lado a lado por no minimo mais 30 anos, as estimativas de atualização são boas,e os custos do F-35 estão nas nuvens, logo eles devem mesclar os dois até uma baixa significativa de custos do novo caça Norte-Americano.

    Mas na visão isso tudo não importa muito, já que o problemas com os Americanos são outros, receberemos um versão downgrade e com numero limitado de misseis, e sempre existe o risco de embargo futuro como no caso dos Supertucanos ou P-3BR.

    Ao meu ver só valeria esse risco se a compra fosse casada com a venda de Supertucanos para os EUA, e com um pacote de misseis em numero maior pelo menos 2 para cada aeronave(AIM-120-C7).

    Abraços,

    Ps. O numero de Rafales produzidos é mais de 80 unidades.

  39. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ed você e as suas teorias de conspiração, são sensacionais.

    Você acha que com todas estas reduções de preço que os franceses fizeram para tentarem se adequar, algo que não seja o tapetinho de borracha e o acendedor de cigarros do Rafale não foi retirado ?

    A quantidade de armas que você tanto critica na proposta dos gringos. A dos franceses é ainda inferior. kkkkkkkkkkkkkk

    Tirando o pacote ridículo de armas oferecidos, ainda teríamos Rafales diferentes dos franceses, não se esqueçam que seria o Rafale F3BR ou coisa parecida.

    Voltando ao SH, uma das bases do programa do SH, para manter o custo baixo é a igualdade de versões, justamente é esta ToT que o NJ fala que na minha visão nos colocará em desvantagem no programa, caso fosse o caso de embarcarmos nele, o que infelizmente não irá acontecerá.

    Ter um avião com esta capacidade operando a menos de US$10mil/h é um sonho, que vamos perder.

    Diga-se de passagem mais de 80 ainda é inferior aos 124 encomendados neste pequeno lote. 😀 😀 😀 😀

    Como já te falei N vezes, o nro de mísseis depende da FAB e não dos gringos, se pagar recebe, senão pagar não leva.

    O custo inicial das aeronaves vai inviabilizar um nro maior de armas adquiridas de início e do pacote total que tem o no DSCA nem todas iriam ser utilizadas aqui, apenas viriam com objetivo de testes. O que for do nosso alcance e necessidade seria adquirido.

  40. Como já te falei N vezes, o nro de mísseis depende da FAB e não dos gringos, se pagar recebe, senão pagar não leva.

    Caro Rodrigo, apenas um comentário a parte aqui. Com os nossos “parceiros estratégicos” as vezes nem se pagar recebe. A FAB neste momento está tentando comprar mísseis Super 530D e R550 Magic para substituir os que estão vencendo, e os “parceiros” estão embarreirando de todo o jeito o negócio. Parece que enquanto não sair a decisão (pelo Rafale) vamos ficando sem mísseis…

  41. Errado Rogério, a saab até hoje entregou 216 caçasde toda a familia gripen.
    Isso inclui a suécia e os outros países que o compraram ou fizeram leasing.
    Só como comparativo a frança comprou 60 rafales da versão F3 numa tacada só, esse número é bem maior que as versões c/d compradas pela saab e outros países.
    Quanto ao ng, só levo a sério os planos do governo sueco se o mesmo comprar 60 ou pelo menos 30.

  42. Sem querer ser chato aos que criticam o F-18, mas sendo.
    Os EUA possuem diversos fabricantes de aviões, com certeza TODOS querem vender para a marinha/fuzileiros navais, se não o fazem é porque os militares estão satisfeito com o F-18, simples.. QQ fabricante iria desenvolver um novo caça se fosse necessário, só a quantidade de caças que vão nos PA já é mais que suficiente, então, os COITADOS dos gringos não estão em maus lençois, se hoje compram só o F-18 é por questão de otimização de meios (ao invez de terem que manutenir vários vetores (como o F-14, F-18, Corsair, Intruder) em um PA, só tem um ou dois, no caso o F-18 mostra a sua versatilidade, com certeza hoje o poder de um PA é superior a alguns anos).
    Com certeza o atraso do F-35 motivou a compra de novo do F-18, mas aqui vai um achismo meu, não creio que para as Forças Armadas Americanas o atraso do mesmo esteja quebrando as pernas deles, vendo os potenciais adversários, eles sabem que com o que tem, já dá e sobra e muuuuuuuito..Creio que o atraso do F-35 além da complexidade do mesmo, tem um componente que é a falta de urgencia pelo mesmo, ou seja, não injetam mais verbas para agilizar o termino do desenvolvimento da mesma porque não existe a necessidade. Ai vem um outra questão, tem gente que acha que o PAK é superior aos vetores americanos, que ele já vai estar em produção em 2015 … Tem algo de muito estranho nisto, será que os Russos (com falta de um fluxo mais contante de dim dim) são tão melhores que os Americanos (que já tem experiencia com materiais, avionicos, motores mais sofisticados)??
    []

  43. “Daqui a pouco até o Eurofighter vem para o FX 2. Já estão igualando o preço aos do f 16 para a Romênia;”

    Sabe que pensei nisso também? Pô, 24 Typhoons por E$ 1 bilhão! Passa a régua para para 96 desses a curto prazo (tipo, 4 ou 5 anos) por E$ 4 bilhões então? A maldição do FX-2 é essa maldita ToT… Inflacionou o preço dos aviões às alturas!

    Quem não corre atrás não pode ficar chorando depois. Que o Brasil passou por duas décadas perdidas (1980-2000) ninguém nega, porém, querer condicionar o reequipamento de suas forças armadas contando com a boa vontade dos países do norte transferirem tecnologia não dá.

    Devíamos sim, comprar o que for melhor de prateleira (que sejam F-16, F-15, F-18, Gripen C/D, Rafale, Typoon, MiG 35 ou Su-35) e entrar com “parceiros estratégicos” de verdade no desenvolvimento de alguma aeronave de 5ª geração. Não acho sensato operarmos um caça já defasado enquanto o mundo estará, em breve, indo de F-35 e PAK-FA…

    Precisamos substituir os Mirage 2000 de Anápolis? Ótimo! Adquirimos uns 5 esquadrões de aeronaves NOVAS, mesmo sem ToT, para entrega em no máximo 4 anos, e entramos em algum consórcio (PAK-FA seria o ideal, uma vez que o F-35 virá somente de prateleira – não abriram nem pra Israel usar seus próprios aviônicos).

    Ou, aproveitando o momento que estamos vivendo, por que não encomendar logo uns 120 aviões e enviar uma solicitação para a Embraer, em conjunto com as demais empresas nacionais, para o desenvolvimento de um projeto de caça de 5ª geração? Será que é sonhar demais? Está acima das nossas capacidades? Acho que não…

    O risco que vejo em começarmos um projeto desses agora é o tempo que vai levar (pelo menos 15 anos) e o custo astronômico que terá (podemos chutar por baixo uns US$ 20 bilhões para ter algo que funcione a contento). Então, se esses fatores forem um impedimento, que o Brasil adote uma postura de estado sério e crie um consórcio com Suécia, Japão, África do Sul e Coreia do Sul para o desenvolvimento de uma nova geração de caças, independente dos EUA e Rússia.

  44. Olá,

    Rodrigo, não é teoria da conspiração não todos são fatos veridicos e aconteceram. Não estou levantando teoria nenhuma seu argumento não é valido, vou colocar aqui varios links para corrobar que isso não é paranoia minha, esses tipo de embargo esta afetando o Canada e tambêm a Inglaterra. Sendo não só ne transferencia de tecnologia mas tambêm em simplis caso de venda de equipamentos:

    Caso do parceiro de grau 2º no EUA o Canada, onde o alto comando que tirar o maximo que puder de componentes Americanos, por não poderem operar FULL o por não autorizar a venda mesmo depois do pacote de up-grade fechado:
    Blog canadense:

    http://exopoliticsnews.wordpress.com/2010/01/25/canadian-navy-says-no-to-buying-american/

    Jornal Candense:

    http://www.timescolonist.com/technology/Canadian+navy+modernize+ships+without+equipment/2479929/story.html

    No Brasil

    http://defesabr.com/blog/index.php/26/01/2010/a-marinha-canadense-nao-quer-mais-comprar-americano/

    http://pbrasil.wordpress.com/2010/01/26/marinha-canadense-nao-comprara-mais-componentes-americanos/

    Caso do embardo de estabilizadores para o P-3BR e ALX, vale lembrar em ambos os casos os acordos já haviam sido fechados e assinados. No caso do ALX a um agravante sendo que foi entregue o 1º lote e depois os EUA quizeram bloquear o segundo lote. Hoje ainda sofremos embargos dos EUA sobre esses estabilizadores para o projeto Brasiliro do Foguete VLS sendo que os unicos estabilizadores que temos são dos judas(Frances) e dos Russos, segue abaixo um trecho:

    “Os sistemas inerciais de todos os protótipos de foguetes já lançados pelo Centro Técnico Aeroespacial, (CTA), por exemplo, foram comprados da Rússia e da França, em meados da década de 90, sob objeções do governo dos Estados Unidos. A compra de componentes para o atual projeto também continua sofrendo embargo dos EUA. Já o sistema de controle de atitude dos novos satélites da Plataforma Multimissão (PMM) do Inpe, serão fornecidos pela Argentina. Os satélites que o Brasil fez com a China levam um sistema de controle de órbita chinês.”

    Segue abaixo o link do Site da Agencia espacial Brasileira, para você não falar que é um blog qualquer:

    http://www.aeb.gov.br/indexx.php?secao=noticias&id=250

    Esse mesmo texto confirma o embargo dos componentes dos EUA ao ALX, isso não é hipotese é fato veridico.

    Rodrigo apesar de você dizer que eu quero criar uma teoria, os links comprovam os fatos reais em que os EUA embargam sim, fatos não faltam. Você tem simpatia por eles é um direito seu, mas me atento ao que aconteceu e vem acontecendo não é teoria ou lobby é fato comprovado pela governo/midia seja Canadense ou Brasileira.

    É um direito deles claro, gastaram bilhões nisso, assim como é um direito nosso ir revertendo isso aos poucos.

    Grifo interessente esse assunto, mas nunca ouvi nada a respeito, você tem algum link disso?

    Abraços,

  45. A respeito do que falou o Alexandre em outro post, surgiu um boato no MRE de que a MB estaria negociando, ou pelo menos, estudando a compra de MIG 29 usados da Rússia, o tema teria sido abordado discretamente na última visita da comitiva presidencial àquele país, semana passada. Acho pouco provável, mas tenho uma dúvida os MIG 29 poderiam operar sem restrição no opalão??? Minha fonte chegou a falar na versão MIG 29 K. Ainda não tive tempo de confirmar a informação ou pesquisar os dados dessa versão. Vou procurar mais informes.

  46. Parei de me aborrecer com os difusores de desinformação e passei a rir das piadas, digo, comentários deles. Cansei de corrigir suas mentiras com fatos, por favor leiam meus comentários em vários outros posts do blog, não vou ficar me repetindo!

  47. Nada mais natural que a USN comprar o SH… se o F-35 atrasa…

    Vamos ver se depois de 2013 haverá encomendas do SH… é aí a questão!

    Emerson, o SH tem muitas qualidades e sérios defeitos para um único operador, uma coisa é sua Força ter SH, F-16, F-22, F-15, Vants, Ucavs, B-2, B-1…. a sua disposição, outra coisa é vc ter somente o SH! coisa que muitos esquecem!

    O SH tem a seu favor a escala, o robustez e o Radar, e as armas, hoje.
    Mas é pesado, de grande arrasto aerodinâmico piorando seu desempenho e RCS, tem cerca de 3/4 a toneladas a mais que um Rafale ou Typhoon (que levam a mesma carga) tem um desenho totalmente “desinteressado” para redução de RCS, é um projeto aeronáutico dos anos 60/70, onde a guerra moderna que conhecemos hoje não era nem levada em consideração…( enão venham com a história de que o SH não é o F-18 em sentido aeronáuticos pq essa é a maior balela)
    e o principal agravante: deixará o papel de protagonista tão logo as primeiras 200 unidades de F-35 começarem a operar nos NAEs americanos, e isso, ao que me consta, apesar dos atrasos, acontecerá antes de 2025… logo imagino um cronograma parecido com isso:
    Até 2015 cessam pro completo encomendas de SH, que ao meu ver serão, a cada ano, menores, acredito que em 2013/14 os F-35 já estejam a pleno vapor e começando a formar esquadrões na USN… logo, em 2020 já serão em quantidades satisfatórias par colocarem o SH no papel secundário…
    Alguem aqui ainda duvida que o F-35 terá mais capacidade que o SH?? falem sério! o F-35 além do Radar, sensores, menor RCS, mais furtividade, capacidade situacional.. etc.. etc… terá a seu favor a logística! já nos anos 90 os movimentos da USN apontavam para a unificação possível dos meios… pq manter SH e F-35 fazendo a mesma coisa durante mais 30 anos? o SHG tem sua função, mas os E/F? por mais que os amigos insistam não vejo chance de SH estarem sendo produzidos além de 2015! logo os últimos fabricados não caberão mais ao cenário da USN, como protagonistas, em 2030, não pela vida útil das células e sim pela sua provável falta de investimento e obsoletalidade nos anos 2030…. pensamento meu!

  48. O Rafale não vende, o NG ainda esta na fase de demonstração e pode ser um caça viável em mais alguns anos, já o SH existe, vende e já foi testado em combate, esperar pra que se a linha de montagem está a todo vapor, ainda mais com a encomenda de mais aeronaves pela USN, nossas entregas poderiam até sair mais rapidamente…. SH Já!!!!.

  49. “…de grande arrasto aerodinâmico piorando seu desempenho e RCS,…”

    “…tem um desenho totalmente “desinteressado” para redução de RCS,…”

    É de se perguntar se quem escreve isso, CONHEÇA as principais características da UNICA tecnologia de furtividade existente e em uso no planeta???
    Até parece aquele outro forista, p/ quem RAM resolvia tdo.

    “…deixará o papel de protagonista tão logo as primeiras 200 unidades de F-35 começarem a operar nos NAEs americanos,…”

    Ao entrar em serviço o F-35B de decolagem/pouso verticais, substituirá aos F-18C/D dos Marines, somente depois disto é que entrará em serviço a versão naval ou o F-35C; que complementará o F-18E/F.
    Xí, o cara nem sabe direito que versão do F-35 substitue quem e menos ainda quem usa qual versão do F-18!!!

  50. Desculpem o OFF-TOPIC; não pude deixar de comentar sobre os videos sobre as FA da América do Sul que vi no youtube hehe pode parecer que não mas existe muita rivalidade entre alguns paises sul americanos, mas existe sim, em especifico sobre o CHILE x PERU, é interessante as comparações que fazem sobre ambos os paises, inclusive alguns comparam com o Brasil e Venezuela também.

    A título de curiosidade procurem por Chile x Peru, para verem sobre os vetores de cada um e sobre o armamento também.

  51. “…a MB estaria negociando, ou pelo menos, estudando a compra de MIG 29 usados da Rússia,…”

    Somente novos, pois o Fulcrum naval é o Mig-29K, não há células usadas deste ac.
    E este ac tb não opera c/ catapultas, seu sistema STOBAR não é igual ao operado pela MB ou no Ocidente.

  52. E mesmo se algum milagre o Mig-29K operasse por catapulta, o seu peso por si só já impede qualquer operação do NAe São Paulo.

  53. Entre embargo e negativa tem uma distância, mas vocês gostam da palavra então irei utilizar ela.

    Os franceses que embargam os nossos mísseis ?

    A diferença é que os gringos são sinceros e dizem que não, os franceses enrolam e hiper-faturam a ponto de nos fazer desistir do negócio.

    Temos dois casos atuais, o Exocet, os S530D e os helis que serão pelados. Fora a manutenção ridícula que eles fazem nos Arriel aqui no Brasil que ocasionaram a retenção no solo dos Esquilos.

    Desculpe amiguinho, mas esta teoria dos russos estarem ajudando no VLS é totalmente Pepezística e não corresponde a realidade.

    Eles não estão aqui transferindo componentes prontos russos, estão aqui desenvolvendo novos, é muito diferente.

    Não tem nada a ver com ToT, por que eles transfeririam ToT para um VLS que é algo bem estratégico e se negariam a transferir para aviões que estão para se tornar obsoletos ?

    Pensar um pouco antes de despejar lenda de internet, não dói. 😉

    Contratar técnicos, podemos fazer em qualquer lugar do mundo, sorte nossa que os russos são bons e mortos de fome.

    O caso do INS do ST, só ocorreu quando eles poderiam ser vendidos para a Venezuela, após resolvido temos ST voando por aí inclusive lá, com a mesma aviônica e exportados sem problemas ou você acha que eles vão com um grande buraco no painel ?

    Idem para o P3, a hora que foi explicado o para que serviria o equipamento a venda foi liberada.

    Nunca disse que comprar dos americanos ou de qualquer um seja fácil, porém você quer por que quer, provar que os franceses são um bom parceiro. Entre os gringos e eles, eu fico com os gringos fácil!

    Não sabia que fomos buscar giroscópios nos EUA para o VLS, se isto aconteceu mesmo foi bom para tomar na cara! Não me lembro deles exportando componentes que podem ser utilizados em mísseis balísticos.

  54. Caro Maurício, muitos aqui são testemunhas do esforço que venho fazendo para lhe responder/tolerar suas provocações e ataques de forma honesta e digna, logo se continuares assim, arrogante e dono da verdade absoluta, se limite a não comentar meus posts, assim evitaremos desavenças, portanto este será meu único e último aviso ok?
    Só uma coisa quem na USNAVy te informou sobre “tudo” isso que vc sabe? sobre o cronograma todo..? seja menos ridículo meu caro!
    “Grande conhecedor de F-35″… oh ele sabe que tem 3 versões! não é o máximo?!

  55. Não querendo me meter na discussão de vocês, mas é uma coisa que sempre me vêm a cabeça.

    Onde vocês arrumam tantos dados de arrasto, RCS, emissão de IR, alcance, razão de curva, de subida, etc, já que os verdadeiros são sigilosos ?

    Todos estes dados variam bruscamente com a carga e as condições ambientais, como vocês conseguem comparar ou dizer que este e aquele é superior ?!

  56. Mais uma vez começam espalhar boatos sobre emargos de vendas de Exocet´s e S530D, oras os franceses já forneceram 02 lotes de S530D para a FAB, agora, pelo amor de deus, parem de dizer besteiras! Todos os S530D estão vencendo sua validade, dado que deixou de ser fabricado a uns 10 anos, o mesmo vale para o Magic II, a AdLA ainda usa os 02 mísseis, porém, compra de novos não existem. Quanto aos Exocet´s MBDA está ajudando ao Brasil revalidar os atuais em uso, e desenvolver o nosso míssil nacional. Não teria o menor sentido negar a venda de mais aqui, somos nós que não queremos comprar, mas revalidar os existentes.

    [ ]´s

  57. Falando de EXOCET, vi uma propaganda em uma das ultimas edições da revista Força Aerea, com os seguintes dizeres: EXOCET by AVIBRÁS.

    Depois escrito: Missiles MBDA made in BRAZIL.

    Alguém sabe me dizer alguma coisa sobre essa parceria?

  58. Rodrigo, basendo-se na sua linha de raciocínio, não poderemos comentar nada! muito menos falar de F-22! poderemos sim viver num mundo de duvidar de tudo! inclusive do F-22! pois se tudo é sigiloso, como poderemos afirmar que tal caça é mais ou menos que outro!?
    Dados como razão de curva, subida, arrasto, IR, manobrabilidade, são, muitas vezes “vasados” ou comprovados por testes feitos por compradores, jornalistas especializados… etc etc… se é verdade? bom… mas daí não tem razão nem de estarmos discutindo!
    Outras coisas vem da lógica, de probabilidades… de artigos de ex-pilotos que tem um novo compromisso: a verdade… se eles corroboram com ela? vai se saber… fato é que tudo tem dúvidas cabe a nós discutirmos e chegarmos a algumas conclusões!

  59. Todos os S530D estão vencendo sua validade, dado que deixou de ser fabricado a uns 10 anos, o mesmo vale para o Magic II, a AdLA ainda usa os 02 mísseis, porém, compra de novos não existem.

    Caro Paulo Rick, ninguém falou em compra de novos, estamos querendo comprar qualquer coisa, pode ser inclusive reciclagem de mísseis da AdlA como foi o lote anterior.

    Mas os nossos “parceiros estratégicos” como sempre mantendo o seu habitual padrão de pós-venda, já houveram várias reuniões e até agora nenhuma resposta. Em 2011 vamos ficar sem mísseis, lembra-se de uma discussão aqui sobre a necessidade de aviões de caça terem canhões? Se o seu avião é francês, é bom ter…

  60. Saudações!

    Fiquei lendo aqui as rafalices e chegou ao ponto do insuportável.

    “O Super Hornet está longe de ser sucesso internacional sendo exportado apenas para Australia. É apenas para voçês voltarem para realidade.”

    Veja quantos Rafales foram feitos, comprados e exportados. Muito bom, agora compare com o SH.

    “O avião que tinha serios problemas de manobrabilidade era o F/A-18 Hornet seu irmão mais velho”

    Negativo. Leia a história desse avião em qualquer livro da Osprey.

    “Mas na visão isso tudo não importa muito, já que o problemas com os Americanos são outros, receberemos um versão downgrade e com numero limitado de misseis, e sempre existe o risco de embargo futuro como no caso dos Supertucanos ou P-3BR.”

    Rafalice total. Pedimos um número mínimo de mísseis – e até hoje vocês não tiveram a capacidade de responder o por que disso. A única versão downgrade será o Rafale pelo seu altíssimo preço e sistemas ainda em desenvolvimento, ex., o spectra. Só não entendi o embargo do P-3. Aconselho dipirona para essa febre alta.

    “Quanto aos Exocet´s MBDA está ajudando ao Brasil revalidar os atuais em uso, e desenvolver o nosso míssil nacional. Não teria o menor sentido negar a venda de mais aqui, somos nós que não queremos comprar, mas revalidar os existentes.”

    Ops, acho que você está perdidasso nessa história. Não queremos comprar mais porque os franceses se recusaram a fazer manutenção dos exocets aqui. O pessoal daqui teve que suar para fazer as coisas sozinho e mesmo assim faltou coisa. Só depois os franceses voltaram atrás quando viram que iam perder dinheiro com a recusa. Você pega a história e distorce para tentar esconder as coisas.

    Boa Noite!

  61. A possibilidade de 200 F-35C para uso a bordo dos porta-avioes
    antes de 2025 é bastante remota.

    A experiencia com os Super Hornets, mostrou que levou cerca de
    8 anos para que todas as 10 alas aereas contassem com 2 esquadroes
    cada um contendo de 10 a 14 aeronaves, isto porque além das alas aereas, há necessidade de aeronaves para treinamento, reposição,
    reserva, testes.

    Mesmo que a produção dos E/F/G seja encerrada em 2015, a Boeing continuará fazendo os “upgrades” necessários até a planejada retirada dos SH a partir de 2030.

    A quantidade de F-35Cs a principio não será maior que a quantidade de Super Hornets, portanto, objetivando criar dois esquadrões para cada ala aerea, assim o substituto do SH será uma versão do F-35C …o “Super lightening” para quem considera o SH uma versão rebuscada do F-18A, ou algo totalmente novo.

    abraços

  62. O Prick já que você está bem informado, explica ai o problema que os franceses tem em liberar o Exocet da versão mais nova para nós ?

    Francisco,
    não gosto de me considerar exemplo para nada, mas vai uma sugestão. Ninguém me vê falando de desempenho, alcance, RCS, IR e outros dados do tipo, simplesmente porque eu tenho noção do ridículo e sei que os dados da internet não são verdadeiros ou são dentro de um regime bem particular. O vôo é muito mais dinâmico do que vocês pensam o comportamento da aeronave muda muito durante um mesmo vôo!

    O que você chama de jornalista especializado ? Aquele que vai em eventos e escuta O QUE O INTERLOCUTOR QUER QUE ELE SAIBA e normalmente ele reproduz de forma errada pela falta de experiência e a necessidade de que o seu público entenda a matéria que passa o dia todo na net e lendo a Jane´s ?

    O que tenho visto atualmente são 99% deste tipo, inclusive os gênios brasileiros, não dá para confiar. Na maior parte deles não dá nem para levar a sério. Duas coisas que eles não conhecem são tecnologia e aviação, saber um monte de siglas e tipos me desculpem os colegas mas é dar uma de Milton Neves, sabe tudo que não tem necessidade.

    Artigo de ex-piloto sofre do problema inverso, se ele fala realmente o que acha pode fechar as portas com determinado fabricante e perder o seu emprego. Procure as revistas on-line de helicópteros que os testes são muito comuns, você vai passar mal de rir, como tudo é maravilhoso.

    Depois frequente um fórum de pilotos profissionais e verá opiniões mais realísticas.

    Usar lógica para concluir o que não se conhece é estranho…;)

  63. Francisco AMX disse:
    18 de maio de 2010 às 12:32

    “é um projeto aeronáutico dos anos 60/70, onde a guerra moderna que conhecemos hoje não era nem levada em consideração…”

    Me explica oque a versão Ea-18 Growler é?

    Não é só o Hornet, e sim as contra-propostas e as oportunidades que os Americanos abrem , como o F-35, e tecnologias para a Embraer.

  64. Rodrigo, use a lógica! não é estranho não… a probabilidade de um produto mais novo superar as características de um 10/20 anos mais antigo é grande!:

    SH derivado do F-18C/D, uma simples e bem sucedida ampliação de capacidades, upgrade de um avião concebido por tecnologias disponíveis nos anos 60/70, um bom produto final! querer comparar este, só por ter um radar AESA e motores confiáveis, a um Rafale, que já nasceu com os avanços aeronáuticos da era FBW, inclusive usando os pontos fortes de projetos como o F-18 e F-16 (este bem a frente do seu tempo e do F-18) e não cometendo os mesmo “vacilos” do passado de seus concorrentes, o resultado está aí para quem quiser ver! o desempenho do Rafale em vôo pode ser visto em vários vídeos, coisa que o SH quase não oferece, e quando aparece demonstrando suas capacidade de manobra, aceleração, corrida para decolagem, mostram muito bem a diferença deste para o Rafale, Gripen, F-16, Typhoon, quanto mais para com os SUs… se vc não consegue ver lógica nisso, só lamento!
    é o mesmo que achar que um Typhoon não supera o SH em qualquer regime de vôo… seria insanidade dos projetistas fabricantes de um produto que nasceu 15 anos a frente em modernidade!

    Tem muita gente aqui endeusando o SH para contrapor o Rafale, coisa descabida, nem precisa disso! pois vai contra a lógica!
    VC pode dizer que o SH esta pronto, tem o melhor radar, tem as melhores armas e vou concordar, mas dae acreditar que ele é igual ou superior a cavalos voadores como os que citei acima, vai beirar a falta de senso lógico total!
    Me diz pq o SH não vendeu, além da Austrália, para mais ninguém? se ele é tão bom assim pq não esta tendo o sucesso do F-16? já que o F-35 vai demorar e o SH está disponível faz um bom tempo… por quê????

    Cara, na minha visão, o SH é um robusto produto, que a USNAVy precisou melhorar para compensar suas deficiências! colocando nele um recheio mais capaz para estender sua vida até a entrada do F-35…

    Tu pode até discordar, usando sua lógica, mas nada mais, tudo que vc afirma vai por água abaixo, se vc não acreditar em nada! é disso que falo, faça uma equação com valores prováveis… e terá uma probabilidade lógica como resultado!

    Vc realmente considera que a Boeing, lá nos anos 60 para 70, conseguiu a fórmula mágica que até hoje não foi superada no que tange a tecnologias aeronáuticas?? se sim, reveja pq o F-16 foi considerado melhor em desempenho de vôo, e foi por uma destas características que ele foi selecionado!

    Sds!

  65. Chicão, vc continua achando que a guerra moderna é a mesma dos anos 70… razão de subida, aceleração, turn rate, etc…

    Esqueça tudo isso parceiro: o que conta hoje é a eletrônica, o RCS, o radar, o datalink, a interface home máquina e as armas. Todo resto é “negociável”…

    Abs.

  66. Saudações Francisco!

    Eu tomaria cuidado com esse pensamento. Esqueça esses vídeos de youtube porque eles são de apresentações ao público. Por exemplo o Rafale que vc vê fazendo coreografias está com um terço do combustível interno e sem nenhuma arma pindurada nele. Assim até um B-52 manobra. Um viulcan faz um tunneau sem problema quando tem meio tanque de combustível. Isso se aplica para qualquer avião. Só um louco para usar videos do yourtube para medir isso. E não tô te chamando de louco não.

    Quando vocês analisam um avião esquecem a trajetória que o país que o desenvolve passou. O pessoal surta dizendo que o Rafale é furtivo. A França nunca teve nenhuma experiência nessa área. Os americanos tem e sempre tiveram. Todo o aprendizado que um país tem na produção aeronáutica é usado no desenvolvimento de projetos futuros. Ex., o SH tem mais furtividade pelo simples fato da Boeing já te estudado técnicas furtivas quando eles desenvolveram o X-32 que perdeu para o F-35. Apesar do X-32 ter voado depois do SH, foi quase uma década de estudos e pesquisas antes de decolar o SH. Apesar de ser um 4° geração com melhorias furtivas, é IMPOSSÍVEL tornar um SH furtivo, assim como é impossível um NG, Rafale, F-16, Su-35, etc. São todos caças de 4° geração

    Esse é só um exemplo para mostrar que não tem como chegar e falar que um avião é bom ou ruim porque um vídeo mostra um realizando uma manobra e o outro não. Gente, shows aéreos não são subsídios para vocês verem quem é o melhor. Ou vocês acham que as operações conjuntas entre países mostram o uso pleno de todos os sistemas do avião? risos

    Boa Tarde!

  67. Francisco, vou mostrar como a sua lógica é capenga…

    Você fala que o Rafale é superior em muito ao SH pelos vídeos que você viu…

    Beleza!

    Você sabe qual era a temperatura do momento da decolagem ou da demonstração ?
    Você sabe qual era a umidade do ar no momento da decolagem ou da demonstração ?

    Principalmente…
    Você sabe o quanto de combustível ele estava carregando no momento da apresentação ?

    SH tem uma limitação eletrônica do FBW para ele durar mais, que só é desativada em missão de combate.

    Já que você gosta de vídeo, tem vídeo do SH manobrando muito apertado e realizando Pugachev Cobra..Quem faz isto não pode ser bem acusado de “tijolo”.

    Por vídeo, podemos afirmar que o Rafale é perfeitamente compatível com o SP, porque vimos ele decolando com altas cargas de combate, só que nós não sabíamos que ele estava com muito pouco combustível interno, somente para meros 40min de vôo e isto eu soube da MB, que foi a prova para desqualificar a bicha francesa para a nossa marinha, embora tenha entendido que diga o contrário!

    Se você diz que o SH é um avião com 20 anos de projeto, porque ele se parece com o Legacy, deve ser porque você conhece bem a estrutura dele e aplicou regra de 3 para fazer cálculos! Correto ?

    Os franceses tem o seu mérito, mas para alcançá-lo e manterem uma relativa independência criaram um produto que ainda está incompleto é muito mais caro que todos os seus concorrentes e não apresenta vantagens tão significativas assim em relação a concorrência, que justifique a sua escolha.

    Isto que derruba o Rafale concorrência, atrás de concorrência.

    Pode ser superior ao SH ? Pode…mas por um valor muito maior, sem vantagens significativas;

    Pode ser superior ao F16BL60 ? Pode, mas por um valor muito maior, sem vantagens significativas;

    Tem sentido pagarmos 40% a mais por um Rafale, com dois tipos de armas liberadas para nós ?! Uma que está para ser descontinuada e outra que é uma exclusividade francesa ?!

    Eu procuro ver com menos paixão e mais razão.

  68. “…portanto este será meu único e último aviso ok?”

    É hilária, a sua total falta de conhecimento.

    NOTA DOS EDITORES:
    MAURÍCIO R E FRANCISCO AMX, COMO PROCURAMOS FAZER TODAS AS VEZES EM QUE VEMOS DISCUSSÕES CHEGAREM A ESSE PONTO, FAZEMOS A SEGUINTE SOLICITAÇÃO:
    FOQUEM MAIS NO DEBATE DOS ASSUNTOS DO QUE NOS ATAQUES PESSOAIS, INDEPENDENTEMENTE DE QUEM TENHA COMEÇADO OS ATAQUES, OU DO FATO DE SE DEFENDEREM DOS MESMOS. ESSA LINHA DE DISCUSSÃO NÃO LEVA A NADA, E É NOSSA SUGESTÃO QUE SEJA ABORTADA.

  69. Amigos, nos vídeos, em feiras, todos usam pouco combustível! só o SH tem um dispositivo que anula sua capacidade full para durar mais? tá bom!… rsrsrsrs
    Na última feira na Inglaterra o Rafale levou o caneco de melhor apresentação! o que isso quer dizer? manobrabilidade! controle a baixas alturas! um piloto pode extrair maravilhas de um SH? claro, mas extrairá mais ainda de um Rafale!
    Se isso é importante ou não na guerra moderna, não vem ao caso para com o que estou falando, que é sobre superioridade aeronáutica! de resto concordo em partes com vcs…
    Só faria uma pergunta, se o Rafale fosse americano, se tivesse ele um APG-79, um AMRAM a sua disposição, junto com o AIM9x, ele não seria muito mais capaz na USNAVY? pois é…
    Separem o vetor do recheio, e vcs irão concordar que um projeto mais novo, LOGICAMENTE e muito provavelmente será mais bem resolvido que um de 15 anos atrás…

    Eu mesmo já disse que ficaria até mais contente com a escolha, pelo GF, do SH, do que propriamente com o Rafale, não pelo caça mas pela sintonia com os USA… mas não posso deixar de perceber deficiências do SH, que vcs tendem a negar, apenas para desqualificar o Rafale, e não vejo sentido nisso!
    Lembrem do Bosco! ele sim tinha/tem argumentos pragmáticos sobre as qualidades do SH, mas admitia suas deficiências frente aos concorrentes no que diz respeito a furtividade e desempenho aéreo!

    Rodrigo,
    em algumas feiras aéreas o SH e o Rafale estiveram se apresentando, com as mesmas condições climáticas…. ambos com pouco combustível…

    Se vcs me perguntarem com qual caça gostaria de ir para guerra, hoje, seria o SH, mas em 2015, com o Rafale F-3, não titubearia não, Rafale na cabeça! e é este que nos está sendo ofertado… talvez até a última versão do F-3…, provavelmente com meteor a nossa disposição! mas não era esse meu viés! e sim sobre as probabilidades e sobre as deficiências do SH…

    Oh Sirkis, tá receitando remédio agora é? rsrsrsrsrs
    preferia os birinaits!

    Sds aos 3, Felipe, Sirkis e Rodrigo!

  70. “INDEPENDENTEMENTE DE QUEM TENHA COMEÇADO OS ATAQUES”

    isso é justo?… já sei o mundo não o é… pq algo que o pertence deveria…

    O sujeito me ataca sistematicamente, me taxa de ignorante, de forma grosseira (sem ao menos entender que todos somos ignorantes, mas ele parece não perceber isso, ele é tão inteligente – sabe até quais são as 3 versões do F-35 e quando e pq elas vão entrar em serviço e substituir quem… o Obama que disse a ele…deve ser por isso sua certeza da verdade absoluta).

    Apenas o alertei para que me deixe em paz, acho que o editor em pauta poderia solicitar o mesmo! correto, pois então!? é muito simples!

    NOTA DOS EDITORES:

    DE FATO, FRANCISCO, FOI JUSTAMENTE ISSO O QUE FOI SOLICITADO, QUE AMBOS DEIXEM O OUTRO “EM PAZ”. É O QUE SEMPRE PEDIMOS.

    PROCURAMOS ATUAR NESSE SENTIDO QUANDO PERCEBEMOS UMA ESCALADA DE ANIMOSIDADE NAS TROCAS DE COMENTÁRIOS, NÃO IMPORTANDO QUEM TENHA COMEÇADO, MESMO PORQUE ISSO VEM MUITAS VEZES DE OUTROS POSTS E DISCUSSÕES (NÃO QUE SEJA ESSE CASO. E GARANTIMOS QUE O FATO DE NEM SEMPRE SE IR ATRÁS DE QUEM COMEÇOU ETC OU DE PERCEBER DE IMEDIATO UM COMENTÁRIO COM ATAQUE DO GÊNERO NÃO É POR PREGUIÇA, MAS É UMA QUESTÃO DE FOCO EM OUTRAS COISAS).

    O NOSSO DESEJO É QUE TODOS POSSAM PERCEBER A INUTILIDADE DE ATAQUES E DEFESAS PARTINDO PARA O LADO PESSOAL, SEM NOSSA INTERVENÇÃO. QUEM SABE UM DIA. CONTAMOS COM VOCÊS.

  71. Grifo,

    Você nao entendeu, não existem mais S530D, mesmo na França eles não estão sendo mais refitados, dado que a prioridade é o MICA, assim, os M-2000C estão sendo retirados de serviço, vão ficar os M-2000D e N, que não usam os S530D, além dos M-2000-5F que usam os MICAS.

    Portanto, nem os franceses tem mais S530D disponíveis para repasse, a produção total foi na casa de 1000 mísseis, e eles estão perdendo a validade. O mesmo está ocorrendo com os Magic II. O Brasil já recebeu dois lote de S530D segundo disseram, não sei para que comprar mais deles, dado que os M-2000 C da FAB devem ser aposentados até 2015.

    Zé,

    Sobre os Exocet´s 40 MK3, não vi nada sobre o interesse da MB comprar eles, pelo menos até a encomenda das novas Fragatas. A MB está engajada na modernização e revalidação dos Exocet´s e após alguma negociação(pressão) a MBDA optou por ajudar essa revalidação.

    [ ]´s

  72. Eu não discuto futebol, pq não conheço, não aprendí a gostar, não me interessa, então se me perguntarem a escalação do Curintia; vou ficar devendo!!!

  73. O Brasil já recebeu dois lote de S530D segundo disseram, não sei para que comprar mais deles, dado que os M-2000 C da FAB devem ser aposentados até 2015.

    Caro Paulo Rick, a coisa é simples. Os mísseis vencem nos próximos 12 meses. Ou a França nos vendem novos mísseis – e a FAB quer comprar! – ou os nossos M-2000 ficam sem armamento.

    Enquanto isso, não se tem notícia da IAF estar tendo problemas em receber os mesmos mísseis para os seus M-2000. Imagino que seja porque somos “parceiros estratégicos” e a Índia não…

  74. desculpa ia,,,nas e impressao minha ou os 124 sh da usnavy tao saindo mais barados que os 30 e poucos rafale do nosso fx2…hehehe

  75. Francisco eles decolaram na mesma hora ? Tem certeza ? Como você afirma que ambos estavam com tanques vazios ?

    Como digo amigo, não como críticas, mas para mostrar que esta lógica do Prick que tem feito escola por aqui é muito vaga.

    Se você quer ir para a batalha com um avião cheio de problemas logísticos é uma escolha sua, veja o relatório da Frisian Flag, que você vai ler a ponte aérea que precisou ser feita para manter as jacas no ar!

    Graças a Deus a FAB não pensa como você!

    O trinômio da FAB é manter-treinar-combater 😉

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