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Boeing e AEL conectam simuladores nos Estados Unidos e Brasil

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Sucesso da demonstração representa promessa de cooperação para o desenvolvimento de tecnologia de cockpit

 

SÃO PAULO, 18 de setembro de 2012 – A Boeing conectou no mês passado, um de seus avançados simuladores de aviões de caça em Saint Louis, no estado do Missouri, a um simulador a mais de 8 mil quilômetros de distância, em Porto Alegre, demonstrando a eficiência do compartilhamento de consciência situacional de potenciais ameaças e da tecnologia disponível para treinamento entre Estados Unidos e Brasil.

A simulação, que também envolveu a subsidiária brasileira da Elbit Systems, a AEL Sistemas S.A., aconteceu no dia 29 de agosto, durou aproximadamente 25 minutos e integra os esforços da Boeing para reforçar os laços com empresas brasileiras.

“Durante a demonstração, os simuladores do Boeing F/A-18E/F Super Hornet e de um F-5 brasileiro se viram e voaram juntos em um espaço aéreo virtual brasileiro,” disse Jerry Berg, chefe da equipe de Missão de Sistemas do Boeing F/A-18 Super Hornet. “Ambos participantes dispararam armas contra ameaças simuladas e viram resultados.”

No início deste ano, a Boeing selecionou a Elbit para fornecer o sistema Large Display Area (tela única de visualização que fornece todos os dados de vôo, missão e sistemas da aeronave) e o Head-up Display de Baixo Perfil (Low-profile Head-up Display – LPHUD) para o F-15SE Silent Eagle e o F/A-18E/F Super Hornet, que é um dos concorrentes do Programa F-X2 da Força Aérea Brasileira. Como um fornecedor chave da Boeing, a Elbit, através da Boeing, está investindo no desenvolvimento de aviônicos avançados na AEL Sistemas.

“A simulação desta missão, na qual o simulador da AEL em Porto Alegre estava ligado ao simulador em St. Louis reforça a promessa de relacionamentos futuros e de colaborações em tecnologias de cockpit”, disse John Keevan, gerente do laboratório de capacidades avançadas do F/A-18 da Boeing. “Isso inclui treinamento mais completo e eficiente para pilotos da Força Aérea Brasileira e de outros clientes potenciais.”

FONTE: Boeing, via assessoria de imprensa

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8 COMMENTS

  1. Engraçado eles falarem dessa conexão a longa distância como se fosse um marco importante, quando jogos para PC fazem isso à décadas.

  2. Junto com o simulador do F-5, deveriam levar uma bancada do motor do próprio F-5. Assim tudo ficaria mais real: o alarme soaria, os pilotos e mecânicos sairiam correndo, o piloto entraria no cockpit e tentaria acionar o motor, dai aquele corre-corre todo para ver onde é a pane.

    Era assim a vinte e cinco anos atrás, tento imaginar como é hoje.

  3. Será que o simulador do F-5EM simula o esforço para mover o manche e o acelerador? 🙂 Tem uma entrevista no youtube que o piloto de F-5EM tem que fazer vários comandos, que no F-18E deve ser basicamente puxar o joystick para trás… hehehehe.

    []’s

  4. Nunão, eu concordo que fazer simuladores de empresas diferentes é algo novo. Afinal, trabalhar em sima de protocolos de comunicação para fazer eles conversarem entre si é algo demorado e trabalhoso.

  5. Um incremento fantástico no treinamento dos pilotos. Dá para fazer uma Red Flag virtual. Agora a FAB vai precisar de uma internet decente senão o ping alto vai atrapalhar 😉

  6. Olá,

    Nick to rindo(para não chorar) aqui até agora, no F-5EM vc primeiro roda uma valvula do tipo borboleta, da duas bombadas no pedal do freio depois puxa o manche para traz…kkkkk….Seria comico se não fosse tragico….

    Abraços,

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