EC-725

vinheta-clipping A Eurocopter quer fazer do Brasil sua terceira base completa de produção de helicópteros no mundo. As outras duas ficam na França e na Alemanha. A meta é que a Helibrás, empresa brasileira da qual a Eurocopter detém 75% do capital, esteja em condições de desenvolver uma aeronave inteiramente no Brasil na próxima década. Segundo o presidente mundial, Lutz Bertling, a construção da segunda fábrica da Helibras em Itajubá, para a produção do modelo EC 725, é só o primeiro de grandes investimentos previstos para o País.

O grupo francês lançou ontem a pedra fundamental das obras da fábrica, na qual serão investidos US$ 420 milhões. “Estamos começando um capítulo novo hoje na história da Helibrás”, afirmou Bertling. Embora veja perspectivas positivas no mercado brasileiro, sobretudo para os setores de petróleo e gás, o presidente mundial da Eurocopter reconheceu que a decisão de reforçar os investimentos no Brasil só foi possível por causa do contrato de R$ 5,2 bilhões com o Ministério da Defesa para a venda de 50 helicópteros EC 725 para o Brasil até 2016.

“Foi um empurrão, sem ele não seria possível fazer um investimento de longo prazo.” Os primeiros três helicópteros da encomenda serão produzidos na França e entregues no fim deste ano. Os primeiros equipamentos produzidos no Brasil só serão entregues a partir de 2013, depois que a construção da nova fábrica estiver concluída. O acordo do governo brasileiro com a Eurocopter prevê que a indústria chegue a um índice de 50% de nacionalização.

A ampliação elevará a área ocupada pela Helibrás dos atuais 11 mil m² para 24 mil m². A previsão é de que o número de funcionários pule de 300 para 600.

Além da versão EC 725, para uso militar, a Helibrás produzirá o modelo 225, de uso civil. Segundo o presidente do conselho de administração da Helibrás, Jorge Viana, a Petrobrás é uma das empresas que já demonstraram interesse de compra por causa da características técnicas do equipamento, com autonomia de voo de até 1,2 mil km.

Dos 50 helicópteros encomendados pelo Ministério da Defesa, 16 serão destinados ao Exército, 16 para a Marinha e outros 16 para as Forças Aéreas. Dois equipamentos serão destinados para uso “VIP”, no transporte de autoridades. A produção de um único helicóptero pode levar até um ano e meio.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem que a expansão da Helibrás representa um importante avanço para o Brasil, que passa a ser um fabricante de helicópteros com perspectivas reais de atender não apenas ao mercado interno mas também à África e outros países com os quais mantém fortes relações comerciais.

O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), destacou a importância da parceria entre Estado e governo federal para acordos que beneficiam o País. O governo de Minas detém 20% das ações da Helibrás, fundada há 30 anos. O Estado assumiu a responsabilidade de construir um aeroporto em Itajubá, infraestrutura essencial para os planos de expansão da empresa.

A Helibrás é a única fabricante de helicópteros na América Latina e produz hoje um dos modelos de maior comercialização, o Esquilo, hoje com 43% de nacionalização. A Eurocopter é uma das seis maiores fabricantes de helicópteros do mundo.

FONTE: Estadao.com.br

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Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

82 Responses to “Depois de 30 anos montando helicópteros, Brasil pode ter ‘fábrica completa’” Subscribe

  1. JOSE 20 de março de 2010 at 23:09 #

    Mais um exemplo prático da parceria França e Brasil!

  2. Guilherme Poggio 20 de março de 2010 at 23:25 #

    Verdade José. É mais um exemplo.

    Estamos pagando por cada EC-725 o preço de um F-16. Deve ser em nome da tal da “Transferência de Tecnologia”, que ninguém sabe direito o que é isso.

    Vamos aguardar a assinatura definitiva do contrato.

  3. JOSE 20 de março de 2010 at 23:31 #

    Agora se for verdade me apresente o preço de outros helicopteros do genero mais a transferencia,do que adianta ter um black hawk se vc não tem transferencia de tecnologia,e tb adianto a vc que o TCU aprovou essa compra junto com a comissão do Senado,se vc duvida disso pode procurar!
    Fora o fato da capacitação,é complicado fazer algo no Brasil,quando se faz vem as críticas infundadas!

  4. Darkman 20 de março de 2010 at 23:49 #

    Investiria em outro Heli mas não nos EC725.
    Com preço mas adequado as nossas condições.

    Abs.

  5. Tiago Jeronimo 20 de março de 2010 at 23:51 #

    Mais um exemplo de como nosso políticos tomam ótimas decisões.

    Mais de 100 milhões por helicoptéro para atingir um indice de nacionalização de apenas 50% onde cada helicoptéro precisa de 1 ano e meiopara ser construido.

    Eu preferia 150 Black Hawks e um contrato de manutenção de 30 anos com a Sikorsky. Esse papo de transferência de tecnolagia é besteira, deviamos fazer como os chineses, engenharia reversa e não pagar por algo que nunca iremos receber.

  6. emerson 20 de março de 2010 at 23:53 #

    Olá a todos,

    Recentemente, no post “Força Aérea Indiana compra 12 helicópteros AW101 por €560 milhões” (11 de março de 2010), mostrei em um comentário (que vou repetir aqui) que o preço do EC725 não passa de um mito.

    Escrevi em relação aos helicopteros indianos que: “Cara helicóptero custará 46,6 milhões de euros, ou cerca de 130 milhões de reais cada (72 mihões de dolares), incluindo o preço da manutenção e treinamento das equipes. Apenas para se ter uma comparação, cada EC725 custará cerca de 52 milhões de dolares cada. Assim, para aqueles que achavam o preço dos SupeCougar exagerado, acho que essa conta derruba o mito.”

    Espero ter contribuido para encerrar essa discussão sobre o preço dos EC725.

  7. Fsinzato 20 de março de 2010 at 23:56 #

    “a Helibrás, empresa brasileira da qual a Eurocopter detém 75% do capital.”

    Tão de brincadeira ou não?

    Abs.

  8. emerson 20 de março de 2010 at 23:56 #

    Ora,
    a ìndia compra 11 helicopteros por 72 milhões de dolares cada e que cada helicoptero que será construido em MG custará 56 mihões de dolares.

    fica claro que essa historia de falar que os EC725 estão com preço superfaturado é mentira ou má-fé.

  9. Alexandre Galante 21 de março de 2010 at 0:09 #

    O projeto do Puma e Super Puma, dos quais o EC-725 é herdeiro, é de que ano mesmo?

  10. Wolfpack 21 de março de 2010 at 0:13 #

    E agora o que os céticos irão dizer????? Rafale pra ontem…

  11. Tiago Jeronimo 21 de março de 2010 at 0:18 #

    Pra aqueles que estão comparando o AW101 que a Índia comprou com o EC725 saibam que são helicoptéros de classes diferentes.

  12. Tiago Jeronimo 21 de março de 2010 at 0:28 #

    Galante repondendo a sua pergunta pelo que vi numa rápida pesquisada mostra que o primeiro protótipo do Aérospatiale Puma(SA.330) vôou em 1965 e o Eurocopter Cougar(AS.532) vôou em 3 de setembro de 1978.

  13. emerson 21 de março de 2010 at 0:30 #

    Caro Tiago,

    Claro que são helicopteros diferentes, mas os valores podem ser usados para obter uma ordem de grandeza, que ao menos derrubam o mito dos supervalores do contrato dos Ec725.

    O absurdo é comparar o F16 ao Ec725, e não comparar um contrato de compra de 11 helicopteros pela ìndia com o contrato de fabricação de 50 helis em MG.

    Ora, por que então não se fala que F16 são diferentes de helicoteros mas tem o cuidado de me alertar que Merlins são diferentes de Cougars?

    se voce tiver valores de outros contratos sobre helis, a discussão ficará mais interessante. Aguardo sua contribuiçaõ.

  14. emerson 21 de março de 2010 at 0:36 #

    bem…

    encontrei rapidamente uma informação sobre a compra de seis blackhawcks novos para a FAB (15 de setembro de 2009, no site defesabrasil) por cerca de 60 milhões de dolares cada, ou seja, um preço similar aos EC725.

    bem….

    seriam os UH60 de uma classe diferente dos EC725? Acho que não…
    seriam os UH60 e os EC725 aeronaves diferentes? tenho certeza que sim…

    vou tentar encontrar outras informações para contribuir com a discussão..

  15. emerson 21 de março de 2010 at 0:56 #

    vamos lá…

    em 4 de junho de 2008, foi publicado no blog do poder naval, que a MB comprara 4 SH70 por 194 milhões de dolares, ou cerca de 50 milhões de dolares por aeronava. Naquele post, o Sr.Galante questionava a escolha do modelo americano por não possuir a capacidade de operar os exocet da MB, problema que não ocorreria se os Cougar fossem escolhidos.

    Daí pergunto se o SH70 e o EC725 são da mesma classe? Que são aeronaves diferentes, isso tenho certeza… mas possuem preços similares.

    se encontrar outras coisas, vou colocando… a trilogia é um ótimo lugar para resgatar informações

  16. Ilya Ehrenburg 21 de março de 2010 at 1:03 #

    É triste dizer, mas fato é que a Helibrás foi, e ainda é, o maior embuste tecno – industrial brasileiro, pois, montada e instalada com fartas verbas e financiamentos públicos, jamais cumpriu sua função de ser a primeira indústria de helicópteros do país, sendo antes, uma mera e gigantesca oficina de manutenção e montadora, de helicópteros da linha Eurocopter.

    Seria agora, depois de tempos idos, uma fábrica plena? Devido a encomenda governamental? Tenho cá minhas dúvidas. O que amargura, é a lembrança que por uma fração ligeiramente menor do valor, poderíamos ter aqui, cerca de 50 Mi-171 e 24 Mi-35, além de instalações dedicadas à manutenção, tanto das células, quanto de motores (já existe a “Focal”), pás e rotores, das máquinas eslavas.

    Mas, houve o canto da sereia, de que no país, havia já uma “indústria instalada”, e que importar as máquinas russas “seria um contra – senso”. Um pensamento de conveniência, ao trato político e a alergia às armas russas, se pudor algum, constantemente exibida pelas altas patentes.

    Brasil. Este é o meu país.

  17. Ilya Ehrenburg 21 de março de 2010 at 1:05 #

    Errata: onde há um “se”, leia-se “sem”. Penúltima linha.

  18. bulldog 21 de março de 2010 at 1:12 #

    Porque os EC725.

    Gente a questão da DUALIDADE. A chave do problema é o EC225. Ele é muito indicado para transporte nas plataformas de petróleo. Há demanda. É isso que pagará a atualização das versões militares que o BR irá aperfeiçoar a partir do 725.

    Bom..pelo menos deveria ser isso…rs

  19. emerson 21 de março de 2010 at 1:39 #

    Caro Buldog,

    O problema é outro.
    O que me irrita são os boatos apenas para desqualificar. Coloquei valores de três diferentes contratos mostratando que os valores de cada EC725 são compatíveis com o modelo. Primeiro, vem o boato, depois a tentativa de desqualificar meu comentário. Daí, o silêncio.

    talvez você tenha razão sobre a versão civil do aparelho que começa a ser montado em MG, talvez o Galante tenha razão sobre o SH70 ser inadequado para a MB, mas o problema foi criticar o EC725 por causa do preço sem avaliar os numeros antes.

    Espero ter colaborado para derrubar essa discussão sobre o preço do EC725, mostrando que seu valor é compatível com modelos de sua classe e inferiores a outros modelos já apontados como alternativas ao próprio EC725.

  20. OTV 21 de março de 2010 at 1:53 #

    Aha! A Helibras é uma industria francesa com participação acionária brasileira, mas com sede no Brasil.
    Assim é que vai acontecer com aquela outra que fabríca partes dos aviões e que os franceses terão uma participação acionária.
    Ai ai. Eles vão retomar Villegagnon sem dar um tiro se quer.
    Acho que pra semana começo a estudar francês.

  21. Ricardo_Recife 21 de março de 2010 at 2:53 #

    Essa promessa os franceses fizeram quando o Exercito comprou os Panteras no final dos anos 80, ou seja, a vinte anos atrás! É a mesma história de novo, promessas, parcerias estratégicas para convencer, na hora da coisa ser de verdade dão para trás e inventam uma historeta para os tolos. Como os franceses são ótimos em romper contratos, olha a Índia enfrentando um brutal aumento de custo com os Scorpenes, não acredito nisso até ver os helicópteros voando com a etiqueta “Fabricados no Brasil”. Mas isso ainda é pouco, quero ver o tal “índice de nacionalização”. Os franceses juram que vai ser de 75%. O Esquilo depois de vinte anos nunca passou de 25%, e apenas os equipamentos de menor tecnologia agregada.

  22. Tiago Jeronimo 21 de março de 2010 at 2:55 #

    Emerson,

    Parece que você é um daqueles que leva tudo pro lado pessoal, um dos motivos que me fez para de comentar no blog, inclusive parece que eu errei em voltar a comentar.

    É o seguinte, se você leu os comentários não fui eu que comparei os EC 725 aos F-16. Você não deve também ser tão impaciente na espera das respostas, ansiosidade faz mal a saúde.

    Já que você me pediu valores sobre outras negociações de helicoptéros vou dar o exemplo que achei da própria FAB e o da Força Aérea indiana.

    FAB:
    Brasil pode comprar 15 UH-60L Black Hawk
    Defesa
    Escrito por Defesa Brasil
    Qua, 01 de Outubro de 2008 21:26

    WASHINGTON – No último dia 26 de setembro, a DSCA (Defense Security Cooperation Agency), dos Estados Unidos, notificou o Congresso norte-americano sobre uma possível venda ao Brasil de helicópteros de transporte UH-60 Black Hawk, equipamentos de apoio e serviços. O valor total do negócio, se todas as opções forem confirmadas, pode superar os 525 milhões de dólares.

    Segundo a notificação, o Governo Brasileiro requisitou uma possível compra de 15 helicópteros UH-60L Black Hawk, com 30 motores T-700-GE-701C e mais dois sobressalentes, além de tanques de combustível internos e externos, radar meteorológico, peças de reposição, equipamentos de manutenção e suporte, publicações técnicas, treinamento de pessoal e serviços de suporte técnico e logístico.

    15 helicoptéros Black Hawk por US$525mi = US$35mi por unidade ou R$ 62mi na cotação de hoje (US$1/R$1.79)

    FAB 2:
    O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou ontem (14) a contratação da Sykorsky Aircraft Corp. para a construção de seis helicópteros UH-60L Black Hawk, publicações e garantias destinados à Força Aérea Brasileira (FAB), no valor de US$ 73,177 milhões.

    6 helicoptéros Black Hawk por US$73,177mi = US$12mi por unidade ou R$21.5mi na cotação de hoje (US$1/R$1.79)

    FAB 3:

    Brazil Buys Four UH-60L Black Hawks

    06:52 GMT, June 12, 2009 Sikorsky Aircraft Corp., Stratford, Conn., was awarded on Jun. 8, 2009 a $60,434,958 firm-fixed-price contract for the procurement of four UH-60L aircraft uniquely configured of the Brazilian Air Force (FMS Case BR-B-UTZ).

    4 helicoptéros Black Hawk por US$60mi = US$15mi por unidade ou R$26mi na cotação de hoje (US$1/R$1.79)

    Força Aérea Indiana:
    A AgustaWestland, empresa do grupo Finmeccanica, anunciou o fechamento de um contrato assinado com o Governo da Índia para a aquisição de 12 helicópteros AW101 para missões de transporte de autoridades.

    O contrato de €560 milhões, inclui cinco anos de apoio logístico e treinamento das tripulações e equipes de manutenção.

    12 AW101 por €560mi = €46.6mi por unidade ou R$113mi na cotação de hoje (€1/R$2.43)

    Já os 50 EC 725 vão custar R$ 5,2bi = R$ 104mi por unidade ou ~$58mi

    Ou seja o EC 725 é de 60% a 380% mais caro que um Black Hawk mesmo sendo apenas um pouco superior e praticamente custa o mesmo de um AW101 que é um helicoptéro muito mais capaz e moderno. Sem levar em conta que ambos os contratos da FAB e da Força Aérea Indiana já levam em conta apoio logistico, motores sobreçalentes(FAB), treinamento de tripulação e equipes de manutenção e etc.

    Você ainda acha que fizemos um bom negócio Emerson? Sem levar em conta a demorar pra produção e a farsa da ToT.

    Pra terminar vou deixar você com um piada pra ver se o seu humor melhora, essa piada ilustra perfeitamente o atual estado do nosso querido país:

    Três empreiteiros foram chamado para uma licitação da Olimpíada Rio 2016: um japonês, um americano e um brasileiro.
    – Faço por US$ 3 milhões – disse o japonês.
    – Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro.
    – Faço por US$ 6 milhões – propôs o americano.
    – Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim, mas garanto serviço de primeira!
    – Faço por US$ 9 milhões – disse o brasileiro.
    – Nove milhões? – espantou-se o licitador. – Por quê?
    – Três para mim, três para você e três pro japonês fazer a obra.
    – Negocio fechado!

  23. PerSan 21 de março de 2010 at 6:06 #

    Peço desculpas pois tem muita gente séria no blog que posta comentários.

    Mas a cada dia que passa tenho menos vontade de ler as discussoes por simples falta de conhecimento de quem posta no comentário.

    Pessoas que não conhecem de equipamentos, de politica interna, externa ou de estratégia.

    Sempre apresentam argumentaçoes esdrúxulas e sem estudo detalhado. Se for assim, não escreva, não poste msg.

    E ainda tem gente fã da engenharia reversa… pelo amor de Deus!!!

  24. MAC 21 de março de 2010 at 6:22 #

    Rapaz, aqui se assassina a língua portuguesa.

  25. Rodrigo 21 de março de 2010 at 9:09 #

    Um passarinho azul me soprou que os EC725 brasileiros, que serão totalmente lisos, nada a ver com o Caracal francês, estão na casa dos EU$25.000.000,00 e subindo.

  26. Darkman 21 de março de 2010 at 9:38 #

    Caro Tiago Jeronimo,
    Parabéns pelo seu comentário perfeito nada a acrescentar ou tirar, realmente um absurdo essa escolha por esses Helis.
    Na verdade poderíamos investir nos BH ou até mesmo nos MI171, tenho certeza que os Russos montariam uma fabrica aqui e passariam a tal Tecnologia que tanto falam.
    Com o valor pago por apenas 50 Helis poderíamos comprar quase o dobro dos Helis Russos.

    E olha que ainda não foi revelado o custo manutenção desssa Jaca.

    Agora só resta lamentar a merla que fizeram….

    Abs.

  27. Robson Br 21 de março de 2010 at 9:43 #

    Tem muito passarinho verde, azul… soprando por aí.
    Ninguem comenta dos problemas do NH90 alemães e de outros operadores e tal como dos AH101 portugueses.

    A informação é muito importante, mas tem que ser analisada corretamente.

    NOS OUTROS BLOGs título não é “”PODE TER”” e sim “”TERÁ”. Com isso, o nível vem caindo muito, pois fica difícil comentar somente criticas. Quando não se tem certeza do que é real, não se deve bater o martelo como real.

    Infelizmente, o Blog vem caindo no mesmo vazio que ocorreu no final do processo dos subs. Isso é muito ruim, onde temas importantes estão sendo deixado de lado dos assuntos colocados para debate, simplismente por não ser do “”modo que eu quero””.

    Nunca foi colocado as propostas reais de cada concorrente do FX-2. Mas todos bateram em um, sendo que o tal preferido os custos reais de um modelo anterior e inferior era muito mais alto que o tal NG.

    Tiago Jeronimo em 21 mar, 2010 às 2:55
    A terceira regra do blog “”Mantenha-se no tema proposto. Não use esse espaço para propaganda política.”” Não está sendo respeitada.

    Nunca em épocas democráticas de nosso país o tema defesa esteve tão em evidência, de modo positivo, como nunca foram fechados contratos de compras tão grandes. Por isso não há motivos para isso.

  28. Rodrigo 21 de março de 2010 at 10:04 #

    O NH90 passa por problemas de início de carreira operacional, não há sinal algum que os problemas detectados pelos alemães são insolúveis ou problemas crônicos de projeto como temos nos seus amados EC225/725 que tem o hábito de apresentar microfissuras rapidamente, nas suas estruturas de material composto e isto não sou eu quem falo. Quem diz é quem opera esta jaca diuturnamente no transporte Off-Shore. Existe um PDF muito bom sobre isto apresentado pela Bristow Helicopters em um seminário de aviação Off-Shore no Reino Unido, comparando o EC225 a um helicóptero de verdade o S-92.

    Existe um plano de impor as jacas voadoras para os operadores da Petrobrás, mas como praticamente todas as empresas que operam aqui são em parte estrangeiras, já foram transferidos três EC225 para cá para evitarem ter que comprar mais.

    Com relação aos portugueses, eles claramente deram um passo maior que a perna ao adotar o Merlin, que não é para o bico financeiro deles. O heli é excelente, é um gigantesco ganho de performance em relação aos Puminhas que eles utilizam, mas fazer o que ? Eles são portugueses rssss

  29. Darkman 21 de março de 2010 at 10:19 #

    Não gosto dos equipamentos da França, além do mas eles nã honram contrato.
    EC 725 projeto antigo e ainda não foi feito para fins militares assim como os Panteras do EB, seu projeto foi voltado para area civil e não militar.
    Ao contrário dos Helis Americanos e Russos, totalmente voltados a Forças Armadas.
    Manutenção complexa e demorada, sem contar que sua peças vão as alturas com a alta do Euro.

    Aos Francolicos um abraço.

  30. João 21 de março de 2010 at 10:30 #

    Senhores, é interessante ver como nos apossamos de empresas de outros paises e a defendemos como se fossem nossos clubes do coração. Só pra contrariar: Para onde vai 75% do lucro da Helibrás? Deixa que eu respondo: para a França e não tem corintiano ou flamenguista que impeçam isso. Essa parceria com a França não é vista com bons olhos por que é feia mesmo. A vantagem da frança na parceria estratégica salta aos olhos de qualquer cego. Não basta a EADS-HELIFRANCE cobrar bilhões para montar uma fabrica no Brasil, a fabrica deve ter condições de vender suas aeronaves. Se não, teremos um elefante branco e a Sikorsky leverá todas com suas aeronaves importadas made in USA. Ou os franceses já estão defendendo a imposição de barreiras a importação de produtos aeronauticos dos EUA pelo Brasil?

  31. Francisco AMX 21 de março de 2010 at 10:39 #

    Emerson e Robson, o que alguns colegas aqui esperam é que o Brasil, do dia para noite, receba, em forma de doação, fábricas, tecnologia e confiança de quem gastou um dinheiro e dedicação brutal para se desenvolver como um todo! só esquecem que parceria de baixo para cima precisa ser demonstrada na forma de confiança de abertura e de pagamento- da parte – pelo tempo e dinheiro dedicados a projetos que agora se colocam na nossa porta!
    Não vou entrar no mérito das capacidades dos Helis, eu, particularmente prefiro os BH, mas eles estão aptos a nos passar algum conhecimento e uma real parceria – o que mais importa na verdade numa relação com os USA – , os USA não demonstraram isso no FX-2, não na forma como precisamos, o que eu achei uma pena, o SH seria muito bem vindo com essa “escolha” americana de nos prestigiar da forma que precisamos…
    O que eu vejo aqui é uma ação sistemática em desqualificar, ideologicamente e até, por que não, “comercialmente”.. os atuais detentores do prestígio estratégico do GF, a França – nem entro no mérito se está certo ou errado, pois não detenho segurança para comentar isso, tanto para “bem ou para o mal”, mas o que posso sentir é que o GF/MD estão fazendo coisas que antes ninguém ousou fazer… será que não devemos dar um crédito maior??? eu penso que sim!
    Eu, diferentemente da maioria aqui (dos alarmistas de plantão), ficarei satisfeito com a evolução das nossas FAs, seja ela da forma que for! pois estes absolutistas que tentam “barrar” – ainda bem, que eles não tem este poder – decisões, como detentores e bastiões da verdade, no fundo sabem que não podem ter esta segurança, mesmo assim continuam a tentar, de toda forma, barrar este avanço! assim seria com qualquer movimento de reequipar as FAs com qualquer linha que não seja as de seu “gosto”… humildade não existe nestas cabeças! não somos nada neste mundo, ainda, em áreas de defesa, mas “eles” desqualificam sistematicamente equipamentos só pela sua origem, no caso França, e mais recentemente a Russia… por pura ideologia ou má-vontade mesmo! se eu listar uma lista de equipamentos que julgaria adequados a nossas FAs, viriam eles de todas as nacionalidades! USA, França, Russia, Alemanha, Suécia… eu defendo equipos e não seus paises de origem, deveria, mas como acho que isso começa a entrar no absolutismo ideológico, deixo para os “entendidos” se estreparem! fico com a segurança da informação mais precisa das qualidades e defeitos palpáveis dos produtos! o Bosco é um sábio! procuro me nortear por ele! e confio bastante nas suas informações técni9cas! ele fala do Rafale de forma “possível”, do que ele acha, mas não fica entrando no mérito das especulações sem sentido! por isso minha a da grande maioria, a admiração devida.

    Sds!

  32. Nick 21 de março de 2010 at 10:49 #

    Duas observações:

    A Helibrás é uma empresa nacional ou uma filial da Eurocopter?? Se é uma filial da Eurocopter, onde está a TT ?? À quantos anos existe a Helibrás???? Por que ela nunca desenvolveu um modelo nacional???? Ou pelo menos um Esquilo digamos 80% nacional, menos os motores??

    Se os Helis não são os mais adequados para a Marinha e Aeronáutica, por que não converte-los para versões civis e “empurra-los” para empresas de Off-shore? Alguns podem ficar com transporte VIP e logística para o Exército o restante vão para o mercado civil.

    []’s

  33. João 21 de março de 2010 at 12:40 #

    Caro Chicão, o Amigo fez o seguinte comentário:

    “Emerson e Robson, o que alguns colegas aqui esperam é que o Brasil, do dia para noite, receba, em forma de doação, fábricas, tecnologia e confiança de quem gastou um dinheiro e dedicação brutal para se desenvolver como um todo!”

    Me inclui fora dessa (rsrs). DUVIDO que o Brasil receba fábricas, tecnologia e confiança de quem quer que seja, mesmo pagando uma fortuna pra isso. Não acredito que algum País se disponha a isso. O que sei é que uns mentem e prometem e os outros (mais sérios)
    se impressionam com a nossa ingenuidade diante dessas promessas.
    []s

  34. Tiago Jeronimo 21 de março de 2010 at 13:06 #

    É vejo que errei em voltar a comentar no blog, continuam os mesmos ataques pessoais em vez do uso de fatos, dados e exemplos como argumentos.

    Só uma dica no meu último post: Existe uma diverença entra discutir política e fazer propaganda política.

  35. Alexandre Galante 21 de março de 2010 at 13:25 #

    Tiago, você não errou em voltar a comentar no Blog, sua opinião como a dos demais é importante para a criação da nossa “massa crítica”.

    O fundamental é procurar manter sempre o respeito. Não dá pra deixar a emoção de lado, afinal somos humanos, mas o respeito tem que ser mantido.

  36. floresteiro 21 de março de 2010 at 14:07 #

    Nick, me desculpe qualquer ignorância, más quando de diz transf. de tecnologia,acredito não estar se falando para a própria Helibrás, mas sim para várias empresas que venham a se tornarem produtoras de peças, o que convenhamos, nós temos.
    Bom, pelo menos é o que faz sentido.

  37. emerson 21 de março de 2010 at 14:07 #

    Caro Tiago,

    Se dei a imprecisa impressão de um ataque pessoal, peço sinceras desculpas. Ás vezes, e por vezes, erro na transcrição do tom… o problema da escrita é que nem sempre expressa o tom da fala e a sutileza da comunicação não verbal. É fácil errar quando se escreve com paixão. Acho que ontem foi pouco cuidadoso na escrita, mas que me acompanha sabe que na maioria das vezes, cuido não atropelar as ideias. Peço desculpas. Agradeço a preocupação com minha saúde (importante avisar, agradeço de fato e sem ironia na frase) mas é importante dizer que são poucas as coisas que levo para o lado pessoal… entre elas minha mão, meu carro e minha esposa. Além delas gosto das coisas mas não o suficiente para tirar meu sono. Acho que os EC725 (nem o FX2) me preocupam mais do que o desempenho da Argentina na copa do mundo (agora sim, destilando veneno e ironia!!!!)

    Mas acho estranho que tenhamos encontrado valores tão diferentes para as mesmas compras. Eu achei valores da ordem de 50 milhões de dolares por cada UH60 e você chegou a metade desse valor. Entendo que em alguns contratos, como por exemplo o indiano, além do valor da aeronave, ainda apareçam valores dos manuais técnicos, do treinamento das equipes de pilotos e de manutenção além de contrados paralelos de manutenção e outros dispositivos/armas. Inclusive, encontrei um valor de 300 milhões de dolares para os 4 SH70 da MB, mas me pareceu um valor muito estranho, o que parece ser um excelente tópico para discutirmos.

    Não sei dizer se os 50 EC725 foram ou não um bom negócio. Na verdade nunca abordei o tema sob esse ponto de vista. Mas me parece que os valores não são estranhos quando comparados a outros contratos da FAB e mesmo contratos internacionais. Contudo, á luz dos números que você colocou, preciso reavaliar algumas coisas e convido você também a faze-lo.

    1) Qual o valor final do UH60 da FAB?
    2) Qual o valor do equipamento e da manutenção separadamente?
    3) Qual o valor do EC725?
    4) A manutenção será mais apropriada tendo sido construído no Brasil?

    por fim, concordo com o Galante.. é bem dificil deixar a emoção dentro de uma caixinha. Mas é sensacional debater com você considerando a qualidade de seus comentários.

    gostaria de convidá-lo a continuarmos essa discussão sobre os Helis. Acho que temos bastante assunto para muita cerveja.

    abraços com admiração.

  38. emerson 21 de março de 2010 at 14:20 #

    Caro Tiago,

    Vamos colocar alguns numeros juntos e tentar entender.

    Você mostrou 3 valores para os UH60:

    1) 35 milhões de dolares,
    2) 12 mihões
    3) 15 milhões

    além dos 43 milhões de euros para o indiano, que concordamos no valor

    Eu encontrei

    1) 60 milhões para o UH60
    2) 50 milhões para o SH70

    O estranho é que esses valores podem ser checados e confirmados nas nossas fontes, não são valores inventados. Qual será o valor correto?

  39. Francoorp 21 de março de 2010 at 14:22 #

    Ilya Ehrenburg em 21 mar, 2010 às 1:03

    Companheiro, tu por aqui!!!! Te aviso que a direita aqui é extremista!!!

    Vejo que este EC725 é sim a melhor opção para o Brasil à parte os Russos obviamente!!

    O projeto do cougar é velho mas ainda é eficiente, no Afeganistão atualmente são mais operativos que os BH, melhores na poeira, no frio da noite e no calor do dia, tendo menos manutenção que os Bh, e sendo inferiores naturalmente aos Mi-17.

    Taí demonstrado que os Françoais cumprem a Tranferência de Tecnologia!!

    Cala-se assim o diverbio sobr os Franceses e a ToT, e a tecnologia custa, de graça não tem não, nem dos Yankees, que de transferir tecnologia do BH nem em pensamento!!!

    Valeu!!

  40. Francoorp 21 de março de 2010 at 14:27 #

    E ainda pra concluir, o nosso EC725 tem maior capacidade de carga e alcance que o BH!

    Valeu!!

  41. Rosan Amaral 21 de março de 2010 at 14:28 #

    Critiquem as idéias, nunca o autor delas.

  42. Ilya Ehrenburg 21 de março de 2010 at 14:38 #

    Olá Francoorp!

    Você me conhece. Bem sabes, que onde há Camelos sedentos de sangue, lá estará Ilya Ehrenburg, com sua pena combatente, para trazer a verdadeira palavra socialista!

    Brasil avante!

    Abs.

  43. Nick 21 de março de 2010 at 14:56 #

    Caro floresteiro,

    Se de fato empresas nacionais começarem a fabricar componentes do Esquilo e do EC725, ótimo, mas eu consideraria a Helibrás hoje mais como uma GM, ou uma Volkswagen na indústria automobilística. Elas são montadoras, e montam aqui “versões” das matrizes, Mas pelo menos elas desenvolvem as versões nacionalizadas e até mesmo projetos aqui como o nosso GOL :D. No caso da GM, Volks o que elas seriam? Se a Volks do Brasil fabrica o Polo aqui, houve transferência de tecnologia??? É um tanto quanto conceitual, minha dúvida. Eu entenderia uma transferência de tecnologia, por exemplo o caso da Embraer uma empresa nacional, que ao longo do tempo com os vários acordos de off-sets foi adquirindo know-how de empresas estrangeiras. E com esse know-how desenvolveu projetos nacionais de excelência capaz de competir no mercado internacional.
    Na minha visão a Helibrás foi uma tentativa de “atalho” se associando à uma empresa Européia, mas ela falhou. Não houve transferência. O EC-725 é uma nova tentativa, com um heicóptero de projeto datado, que teria validade se pelo menos a Helibrás fosse nacional. Imagine a situação. O capital da EADS resolve vender sua participação na Helibrás. como ficaria a Helibrás? Ela teria não só capital financeiro, mas os recursos humanos e técnicos para projetar e produzir Helicópteros? Fica ae questão…

    []’s

  44. Nick 21 de março de 2010 at 15:00 #

    heicóptero = helicóptero ….tem mais erros ae mas é a pressa! perdoem a nossa falha =)

  45. Alexandre GRS 21 de março de 2010 at 15:12 #

    Prezados,

    Fazendo teste do meu gravatar!

    Sds.

  46. Danilo 21 de março de 2010 at 15:36 #

    DEMORO !

  47. URUTAU 21 de março de 2010 at 15:40 #

    Caro CHICÃO

    Caro CHICO muitos aqui e graças a DEUS me incluo nessa lista não são
    na verdade anti franceses ou coisa que o valha nemmuito menos contrarios ao reequipamento das nossas FAs mas sim como ja mencionei
    em um outro comentário em um outro post contrários sim contra sangramento indiscriminado e irresponsavel do já muito sofrido e corroido erário publico sei que quando não sofres influencias digamos
    no minimo nefastas rrrrrsrsrs és por natureza equilibrado e coerente
    portanto pense reflita nisso que estou lhe dizendo

    Um grande abraço moleque rrrrsrsrsrss

  48. Rodrigo 21 de março de 2010 at 18:03 #

    Algumas coisas que eu continuo sem compreender por aqui.

    1. Por que o Mi17, um projeto da década de 60 é interessante para nós ?

    2. Por que comparar Blackhawk e EC725 que estão em categorias diferentes ?

    A Sikorsky possui uma fábrica semelhante a Helibrás na Polônia.

    A diferença é que a Sikorsky a exemplo de outros fabricantes americanos, utiliza uma rede de fornecedores globais o que dissemina conhecimento e tecnologia, ao contrário da Eurocopter que envia tudo da França para cá.

    Para quem também não sabe, o S-92 que é o mais novo produto da Sikorsky tem partes importantes feitas no Brasil( trem de pouso e atuadores hidráulicos).

    http://www.eleb.net/html/interna.php?pagina=principais-programas&indique=sim

    A Helibrás está aqui há 30 anos e não tem uma ruela importante feita aqui no Esquilo.

    Faço minhas as palavras do URUTAU, não sou anti-francês.

    O que eu sou é anti-picaretagem.

  49. Ilya Ehrenburg 21 de março de 2010 at 19:05 #

    Respondendo ao Sr. Rodrigo:

    O fantástico e feliz projeto do helicóptero Mi-8, resultou em descendentes de nome Mi-17. São helicópteros robustos, de fácil manutenção, com motores adequados em termos de potência e durabilidade, dotados de simplicidade mecânica, além ter a aeronave, rampa traseira. Em resumo: o projeto da década de sessenta, possui maior aplicação militar que os faustosos e delicados projetos desta virada de século.

    O que é bom, não tem idade.

    PS: O senhor bem conhece as qualidades do helicóptero russo, pois está presente como membro de um Fórum Militar. Portanto, os seus questionamentos neste blog, causam-me estranheza.

  50. Rodrigo 21 de março de 2010 at 19:54 #

    Quando trata-se de peças de equipamento, projeto tem idade.

    Não tem sentido a adoção de um projeto da década de 60, com um padrão de projeto, materiais e logísticos totalmente obsoletos, tendo outras opções a disposição.

    Esta mudança radical é interessante para países isolados, que ou pega ou não voa, caso da Venezuela. Que não vai conseguir nada no Ocidente, mas que por uma incrível coincidência mantém os “inúteis” F16 em condições de combate, apesar dos embargos. Os Flanker somente servem para tirar foto.

    Também não faz o menor sentido adotarmos uma linha de suprimentos, de cadeia logística tão diversa da nossa, sem necessidade.

    Os Hind´s estão aí para mostrar que o tanto de problemas que isto representa e está representando. São problemas de total incompatibilidade com tudo que é nosso, desde os capacetes, passando pelos geradores de energia, rádios, ferramental, armas e munições das mesmas.

    Não é má vontade da FAB, como muitos eXpecialistas( com X mesmo, para diferenciar dos verdeiros especialistas, merecedores do meu respeito em qualquer área) saem apregoando na internet, por quaisquer motivos e interesses que sejam.

    É muito bonito falar em fórum da internet, que devemos adotar X e Y, que X e Y são superiores ou inferiores sem ter pelo menos 1% do conhecimento necessário para tal e ficar arrumando 1000 e 1 argumentos furados para endossar uma idéia.

    Se o Sr. me conhece de outros fóruns sabe que eu tenho as minhas horas de vôo em comando, não são muitas, mas o suficiente para não ter a cara de pau de sugerir algo para as FFAA.

    Diga-se de passagem não sou mais membro do fórum do FBM, fui banido de lá após mandar merecidamente um dos moderadores para outro lugar via PM, depois de ter recebido uma PM igualmente desagradável.

  51. Francoorp 21 de março de 2010 at 20:07 #

    Ilya Ehrenburg em 21 mar, 2010 às 19:05

    “PS: O senhor bem conhece as qualidades do helicóptero russo, pois está presente como membro de um Fórum Militar. Portanto, os seus questionamentos neste blog, causam-me estranheza.”

    HIHIHI já começou bem companheiro!!!hahaha

    Os camelos aqui tem põe no lixo, tem censura de bom comportamento aqui, que nem lá Ilya, não vamos dar mole pra camelo hein.. pelo amor de Trotsky!! HEHEH

    Mas eu também sou do parer que o Mi-17 é ainda uma ótima plataforma, ainda mais com os lançadores laterais..uuuuuterêrÊ!!

    Masnós dois vemos de forma diversa o EC-725, mas tudo bem, companheiro a gente perdoa né!!!

    Atento aos camêlos Ilya !!!

    Valeu !!!

  52. Rodrigo 21 de março de 2010 at 22:04 #

    Depois de todo este ideário barato comunista, ainda aguardo uma boa justificativa técnica para alterarmos de forma substancial toda uma cadeia operativa para adotarmos equipamento da década de 60, deste período já temos o Huey, não precisamos de outro.

  53. emerson 21 de março de 2010 at 23:04 #

    será que o gravatar aparece agora? tomara que sim.

    Bem, no fim das contas parece que a discussão sobre o preço dos EC725 e de outros helicopteros perdeu força na discussão… esperava mesmo que o Tiago me ajudava a entender esse valores..

  54. Francoorp 21 de março de 2010 at 23:13 #

    Rodrigo em 21 mar, 2010 às 22:04

    Rodrigo o EC-725 sabes bem que não é dos anos 60, mas uma evolução natural de um equipamento, e não vejo o que temos de melhor que este para receber as tecnologias, no mercado internacional.

    Queres um quadro tecnico do bicho, tá bom te dou uma lista técnica, não, te dou um link:

    http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/AER.aspx?nn=288

    Se achar algum país que tenha um produto melhor e que nós passe as tecnologias, fale rápido hein…

    Não falo esta parte aqui em baixo pra ti Rodrigo, mas lendo os coméntarios lá en cima me veio na cabeça estas partes legais que estudei alguns anos atrás, por curiosidade:

    Parece que poucos sabem que em caso de guerra o estado tem todos os direitos legais de intervir na produção, administração, diversificação, treinamento, ingenheria reversa dos equipamentos capturados, e tudo mais na nação, incluso nas empresas em território nacional, pouco importa se é multinacional. O inteiro território nacional e todos os que neles vivem passam legalmente a ser dirigidos pelo estado em pról do esforço bélico, e quem se recusa a cumprir as ordens do poder central ou vazar informações, vai enforcado como traidor, inclusos os tecnicos estrangeiros em território nacional.

    E se tivermos as tecnologias, não importa quais, em território nacional poderemos reproduzir em série em caso de guerra, se tivermos capacidade técnica.

    Valeu!!

  55. emerson 21 de março de 2010 at 23:20 #

    acho que a eleição tem contaminado negativamente o blog, afinal o reaparelhamento das forças armadas não é uma questão de governo.. desse, do anterior ou do próximo. É uma questão de Estado.

    Estive pensando nessa quatro décadas que acompanho as forças armadas, as vezes com admiração, ás vezes com decepção e em outras com orgulho, e claro que ás vezes com vergonha também.

    Na década de 70, sob o gov.Geisel, podemos lembrar a compra dos F5 e MirageIII novos, além da implentação da Embraer trazendo o Bandeirante e o Xavante. Na MB, acho que foram as Niteroi e os Oberon que marcaram essa década, além inicio dos Cindacta. Tudo equipamento novo. Na década de 80, acho que a marca foi o AMX, o AstrosII e as corvetas Inhauma. Na década de 90, quem marcou o reaparelhamento foram os IKL na marinha e a força de helicopteros do exercito e o lançamento do Sivam. Na primeira década do século vimos as Greenhald, o NAeA12, o F5M, o A29 e o E/R99. O que vemos para a segunda década desse século serão os Scorpene, o FX2 e os EC725.

    Assim, será que dá para pensar que esse governo ou os governos passados foram melhores ou piores? Tenho certeza que os investimentos nas forças armadas estão abaixo do que gostariamos, mas não sei dizer se vemos uma década de descaso nas forças armadas.

    Lamento três coisas. A primeira foi a falência da Engesa. A segunda foi o atraso do programa espacial, e a terceira foi a o FX original não ter sido implementado em 2002 de tal modo que a Embraer tivesse montado os Mirage2000-9. Mas destes três fatos, acho que apenas o programa espacial ainda não tem uma perspectiva de curto prazo. Inclusive, acho que a produção do EC725 terá um grande impacto na industria aeroespacial brasileira.

    sobre os custos do projeto EC723, tenho hoje mais duvida do que certezas.

  56. emerson 21 de março de 2010 at 23:37 #

    Sobre a tecnologia, não me preocupo muito com os estados de guerra ou coisa assim, mas o grande impacto da tecnologia militar é sua influencia sobre os demais setores. Não por coincidencia, os principais fabricantes de tecnologia militar são também os países com maior industrialização.

    Sempre nos lembramos da tecnologia do AMX que foi empregada nos jatos regionais, mas o exemplo da Engesa é bastante interessante também. A empresa tinha a tecnologia de produzir caminhões militares, que tinha sido uma extensão da tecnoligia da empresas de caminhões do ABC (Mercedez e Scania). Para adaptar essa tecnologia para fazer os Urutus e Cascavéis, não foi tão dificil. E depois, essa tecnologia de veículos blindados foi amplamente disseminada no mercado civil de blindados de valores e de estruturas para ônibus (basta ver o tamanho da Marcolopolo, Busscar e outras). Acho que a tecnologia dos Helicopteros poderá ser rapidamente usada em outros setores civis, como transporte publico sobre trilhos por exemplo, com grande eficiencia. (não é a tôa que a Bombardier é a bombardier).

    Sobre a Helibras ser uma montadora e que os helicopteros não são totalmente nacionalizados, a Embraer tem esse perfil, afinal os equipamentos de comunicação do F5M e do A29 são de tecnologia alemâ e os motores de tecnologia americana. As asas do EMb190 e 170 são fabricadas pela Kawasaki.

    O domínio da tecnologia militar é importante para poder aplica-la em outros setores civis, onde afetarão positivamente um numero muito maior do que aquelas restritas ao setor militar. Mas também, o dominio da tecnologia militar possibilita a manutençaõ efetica dos meios. Acredito que o custo relativamente baixo da hora de vôo do F5M está relacionada mais ao conhecimento acumulado no PamaSP do que ás qualidades do aparelho. TEnho a impressão que para outros países seja bem mais difícil manter um AT27 do que para nós, simplesmente porque temos a Embraer para fazer isso, o que não é o caso do Paraguai por exemplo.

    por isso, acho que o projeto EC725 será benéfico ao país, do mesmo modo que a produção do F2 (baseado no F16) beneficiou muito as industrias japoneses, mesmo sendo o preço de cada F2 ser bem superior ao de um F16 da LM.

    aliás, um tema interessante seria como a industria japonesa tem lidado com a nacionalizaçao dos equipamentos militares

  57. Francoorp 21 de março de 2010 at 23:55 #

    emerson:

    Ótimos os teus dois últimos posts.

    Eu nemlembrava mais deste F-16 Japonês… vou ver se refresco a memória, estamos na internet mesmo!!

    Valeu!!!

  58. emerson 21 de março de 2010 at 23:55 #

    Pelo que li, o custo individual de cada F2 produzido no Japão foi de 110 milhões de dolares, muito superior ao preço de um F16 pago pelo Chile, por exemplo. Será então, que baseado na experiência japonesa, nacionalizar equipamentos militares como caças e helicopteros, não acaba sendo sempre mais caro?

  59. emerson 21 de março de 2010 at 23:58 #

    Se me lembro, discutimos recentemente o problema da industria japonesa em relação ao novo caça a ser fabricado localmente, e o problema parece ser exatamente isso: eles querem o F22 mas para produzirem localmente… mesmo que seja o F35, eles vão querer fazer a versão F3.

  60. emerson 22 de março de 2010 at 0:02 #

    Caro Francorp.

    Obrigado pelo comentário…. geralmente sou criticado. Não estava preparado para um aceno amigo..

    e que tal meu avatar?

  61. Justin Case 22 de março de 2010 at 0:32 #

    Emerson,

    Brilhantes comentários.
    Contribua sempre.
    Boa semana,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  62. Rogério 22 de março de 2010 at 0:45 #

    Caro Emerson,

    Quanto aos valores dos helis naõ entendo nada, mas quanto aos valores dos equipamentos japoneses não é uma boa alternativa de comparação, pois eles são proíbidos de exportar armas o que infla os preços por falta de escala; todos os seus equipamentos desde tanks até aviões de transporte custam o dobro do preço.

    E quanto ao F-2 pelo que eu sei ele foi desenvolvimento local tendo como base o F-16, mais é bem diferente do mesmo, além da aviônica japonêsa, suas asas, canopi do cockpit e estabilizadores horizontais são totalmente diferentes.

    []s

  63. emerson 22 de março de 2010 at 1:02 #

    Grande Rogério.

    Bem colocado sobre as particularidades do F2 japonês. Imagino que os preços elevados são tanto por causa da escala mas também pelo desenvolvimento local de novas soluções tecnológicas em aviônicos e em novos materiais. Mas claro que há um ganho secundário não expresso nos valores de cada aeronave. Por exemplo, os novos materiais desenvolvidos para as aeronaves militares são transferidos para outros setores, como trens de alta-velocidade e outros equipamentos de grande tecnologia embarcada, e claro, os desenvolvimentos em software e hardware são empregados na industria eletro-eletronica japonesa. Provavelmente, para cada dolar investido na produção do F2, muitos outros retornaram na comercialização de outros produtos de uso civil.

    Se o desenvolvimento tecnológico dos EC725 que serão produzidos em MG puderem afetar outros setores, todo o setor será beneficiado. Não falo apenas em produzir outros 50 helicopteros para o setor civil ou da América Latina, mas como novos materiais para o setor de transporte (ônibus de viagens mais leves e seguros), novos vagões de metro e trens (será que poderemos contar com a fabricação das carroceiras nos trens de alta velocidade SP-RJ em Itajubá, por exemplo?). As tecnologicas de motozirzação serão imediatamente usadas em toda a produção de helicopiteros e a ampliação do setor de manutençaõ poderá reduzir o preço de manutençao de outras aeronaves.

    Bem, acho que o paralelo com os japoneses seria esse mesmo. Com o investimento em tecnologia militar, se consegue a dimensão estratégica mas também há o retorno economico no uso da tecnologia em outras setores. TAlvez seja essa a conta que não estamos acostumados a fazer.

  64. Rodrigo 22 de março de 2010 at 8:21 #

    Nada pode comparar o programa AMX e o Xavante, com o EC725.

    No AMX tivemos ToT da Alenia e até da Northrop, para uma empresa brasileira.

    No EC725, teremos a “ToT” de uma empresa francesa para a sua subsidiária no Brasil, só da para acreditar que isto é sério com muita boa fé.

    Eu vôo em um hangar vizinho ao da Helibrás e as referências que o pessoal lá me passa da empresa e dos franceses é a pior possível! É a mesma do depoimento do Brig. Quirino, sem a fidalguia dele em descrever a situação.

    A Helibrás tem o gigante corpo de 10 engenheiros e com o programa EC725, vai passar para 20!

    Eu vejo como positiva a implantação da linha de montagem do EC225/725 no Brasil, vai gerar mais empregos por aqui, mas dai a achar que isto será benéfico para a indústria nacional tem um passo muito mais largo.

    A Helibrás precisa do mesmo incentivo da IMBEL, concorrência! Permitam uma nova fábrica se instalar por aqui e ir dando benefícios fiscais para a nacionalização dos aparelhos, que irá ser mais produtivo.

    Agusta/Westland e Sikorsky já tentaram abrir linhas de montagem e grandes centros de manutenção no Brasil, mas o lobby da Helibrás sempre colocou areia.

  65. Rodrigo 22 de março de 2010 at 8:22 #

    Ops..Brigadeiro Quírico rs

  66. Felipe Cps 22 de março de 2010 at 8:44 #

    “Parece que poucos sabem que em caso de guerra o estado tem todos os direitos legais de intervir na produção, administração, diversificação, treinamento, ingenheria reversa dos equipamentos capturados, e tudo mais na nação, incluso nas empresas em território nacional, pouco importa se é multinacional. O inteiro território nacional e todos os que neles vivem passam legalmente a ser dirigidos pelo estado em pról do esforço bélico, e quem se recusa a cumprir as ordens do poder central ou vazar informações, vai enforcado como traidor, inclusos os tecnicos estrangeiros em território nacional.”

    Nossa, só agora que eu li isso, que jurista estamos perdendo!!!

    Gostaria que o escriba me apontasse onde está isso em qualquer norma jurídica positiva do país, pois estudo o Direito há mais de década e nunca vi nada parecido! Fantástico!

    FÔRCA??? SANTO DEUS, COMEÇOU A REVOLUÇÃO BOLCHEVIQUE E EU NÃO TÔ SABENDO??? OU SERÁ QUE VOLTAMOS À ÉPOCA DE TIRADENTES??? SERÁ QUE VOLTARAM EM VIGOR AS ORDENAÇÕES FILIPINAS? OU SERIAM AS MANUELINAS MESMO? :)

    Jesus Cristo, eu vou para de ler os comentários da Trilogia… Não dá mais, o nível está muito baixo… A gente acaba lendo coisas de arrepiar os cabelos…

  67. emerson 22 de março de 2010 at 10:06 #

    Caro Rodrigo,

    Acho que meu comentário não foi suficientemente claro em relação ao AMX e à Engesa. Escrevi que geralmente lembramos o caso do AMX como exemplo de um programa militar no qual a tecnologia militar foi aproveitada em programas civis posteriores, mas que a Engesa também fez um caminho interessante, indo da tecnologia civil, para a militar e novamente civil. Escrevi que, como as empresas japonesas envolvidas no F2, o preço de produzir uma versão doméstica de um modelo militar geralmente envolve custos bem altos por causa da baixa escala, entre outros fatores, mas que essa tecnologia militar geralmente é aplicada nos setores civis (como faz a Mitsubishi, faz a Embraer, fez a Engesa, faz a Avibrás, faz a Boeing, faz a Bombardier, faz a Nuclebras, etc.). Por fim, disse que espero que a fabricação local do EC725 possa servir de indutora de novas tecnologias em materiais, hardware, software, que venha ser empregada em setores civis de grande impacto social e econômico, como o setor de transportes públicos.

    Mas agradeço a oportunidade de esclarecer meu ponto de vista.

  68. emerson 22 de março de 2010 at 10:11 #

    Olá Felipe.

    arrepios à parte, sua presença nos mantém em alerta.

    fica.

  69. Francisco AMX 22 de março de 2010 at 10:25 #

    Parabéns Emerson!

    mas se o amigo me permite um aparte…

    “TEnho a impressão que para outros países seja bem mais difícil manter um AT27 do que para nós, simplesmente porque temos a Embraer para fazer isso, o que não é o caso do Paraguai por exemplo.”

    Tenha certeza Emerson, a EMBRAER se tiver que “manutenir” um parafuso dos seus produtos, que a FAB tem em seu inventário, ela cobrará, e cobra, cada centavo, e já me falaram que cobra mais da FAB do que de usuários de fora…, com conivência? para manter as margens?? pa a FAB paga e não chia?? quem sabe?! pode ser boato, mas de uma coisa tenho certeza, a EMBRAER não faz nada de graça para a FAB, mas se não fosse a FAB a mesma não existiria e/ou teria sobrevivido!
    Eu vejo a EMBRAER meio que como a Petrobrás! e nestes moldes qualquer empresa, mesmo as não tão bem administradas, estariam bem na “foto”, se é que me entendem!

    Sds!

  70. Justin Case 22 de março de 2010 at 10:38 #

    Amigos,

    Só uma observação para os que ainda estranham o termo:
    Manutenir está no dicionário e significa “realizar manutenção”, uma tarefa logística.
    É bem mais específico do que o tradicional “manter”, que também significa isso, mas é muito mais abrangente e pode ter outro uso.
    Abraço,

    Justin

  71. emerson 22 de março de 2010 at 10:56 #

    Olá AMX,

    Eu sou um pouco prudente sobre boatos em períodos pré-eleitorais, mas não tenho dúvida que a Embraer mantém contratos de manutenção com a FAB e que o fornecimento de sobressalentes é uma grande negócio, mas queria dizer que um país que tem uma industria aeroespacial, como temos a Embraer, pode chegar ao ponto de dispensar a prestação de serviço do fabricante se conseguir juntar os especialistas de sua força e da Empresa para dar manuntenção/modernização em aeronaves estrangeiras (como fizemos com o F5) ou mesmo desenvolver aeronaves novas para as necessidades domésticas mas que podem ser um sucesso comercial internacional (como foram os tucanos e torcemos que ocorra com o Supertucano). Mas isso não é exclusividade brasileira, pois sabemos que as grandes industrias aeroespaciais americanas e europeias mantém contratos com seus respectivos governos para a manutenção das aeronaves fornecidas.

    A Embraer nasce dentro do ITA/CTA como um braço industrial da FAB, mas que por causa da crise dos 90, teve que ser privatizada. O Sr.Botelho deu uma nova cara à Embraer e hoje é fundamental para o país, tanto pela importância no comercio internacional quando pela disseminação de novas tecnologias em outros setores.

    A Helibras também mantém contratos caríssimos com o MD para a manutenção das aeronaves e inclusive, assinou um grande contrato para a modernização dos Panter do exercíto.

    Mas, a despeito de concordarmos com isso e sermos ambos cuidadosos com os boatos, acho que existem algumas diferenças entre a Petrobras e a Embraer que poderiam dificultar a comparação. Na primeira, o governo tem o controle e na Embraer é minoritário; o mercado de combustivel é garantido e o das aeronaves não. É dificil comparar a Petrobras a outra empresa que não outra petroleira. Mas a Embraer pode ser absolutamente comparada com a Helibras. São praticamente gêmeas no modelo institucional e no mercado de atuação.

    mas temos que avançar nessa discussão.. inclusive sobre os preços dos helicopteros, pois como o Tiago mostrou, há uma incongruencia nos valores que encontramos sobre o valor de cada aeronave. Isso tem me incomodado

  72. eduardo 22 de março de 2010 at 11:01 #

    Não sei qual é o preço dos Black Hawk comprados pelo Brasil, mas sei que também estamos pagando por eles mais caro do que os EUA pagam, principalmente a versão naval, que está saindo a US$ 35 milhões a unidade.

    Quando aos EC 725, o custo deles para o Brasil será de
    € 1.847.354.117,00 segundo o parecer do relator do projeto de autorização de contratação de empréstimo externo aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal. Isso, para a aquisição de 50 unidades, o que dá um preço unitário de € 36.947.082,34, ou US$ 49.878.561,16. Nesse preço está apenas o aparelho, com toda a manutenção sendo paga “por fora”.

    De qualquer forma, o custo em Euros ou Dólar é apenas uma referência. O que importa é o conteúdo do helicóptero comparado com o valor pago. Se o EC 725 vier todo equipado, sem opcionais, o valor pago está bom, mas se vier “pé-de-boi”, vai ser caro demais.

    Por isso é importante não nos iludirmos com as fotos que a Eurocopter associa ao projeto, um aparelho C-SAR das forças armadas francesas totalmente equipado. Isso é como propaganda de carro, você vê um Palio 1.8R com sky window, roda aro 16, etc. e quando compra vem um Palio Economy sem vidro elétrico, rádio e espelho retrovisor com controle interno. E se quiser isso tem de pagar um adicional pelo pacote de opcionais.

    Nesse caso, o diabo mora nos detalhes do contrato, que vai especificar o que vem e o que não vem. Por isso esses aditivos, nunca publicados de forma clara no D.O.U., são um perigo.

  73. emerson 22 de março de 2010 at 11:32 #

    Olá Eduardo,

    Acho que sua avaliação esta bem colocada. Cheguei ao valor de 50 milhões de dolares por cada EC725 também, mas não sei o que seria esse aparelho, mas valor de 35 milhões de dolares por cada UH60 me parece o valor da aeronave sem considerar a manuntenção. Pelo que lembro, ou que li, há pouco tempo houve a assinatura de um contrato com a Sikorsky para mais 5 anos de manutenção dos UH60 do exercito, o que dá uma dimensão do tipo de contrato que a FAB deve ter também e que são assinados a cada intervalo pre-estabelecido. E não são baratos. Temo ainda que as aeronaves sejam revisadas foram do Brasil já que não há escala para justificar uma oficina aqui.

    Realmente, o diabo está nos detalhes.

    Alguem sabe quanto custou cada Cougar do Exercito? Eles são “equipados” ou “pé-de-boi”?

  74. Cristiano Gr 22 de março de 2010 at 12:05 #

    Tche, nem tem o que falar.
    Dá até nojo.
    Nunca compram nada p as FAs, é muito raro algum político se preocupar com defesa, pois não dá voto, e quando o fazem vira uma papagaiada, todo mundo querendo dar pitaco.

    A escolha é o EC-725? Tá bem, muito melhor que nada. Vão aumnentar a fábrica da Helibrás e construir uma nova? Que bom. Os políticos envolvidos nos negócios estão ganhando algum por fora? Tudo indica que sim, mas e daí? Alguém vai fazer alguma coisa? Não, pois reelegeram o lula e toda sua equipe com todos aqueles escandalos muito mais incriminadores e escandalosos que os do Collor e ele está por cima da carne seca, com os maiores índices de aprovação, então, só tem uma frase a ser dita: DEIXA O HOMEM TRABALHAR.

  75. Carlos Ivan 22 de março de 2010 at 12:16 #

    emerson

    Parabéns pelos teus comentários, didáticos e muito elucidativos.
    Bem diferente de alguns que sempre batem na mesma tecla: EC 725 heli caro, ultrapassado, blábláblá… Têm até colega propondo um “jeitiho brasileiro”: faz engenharia reversa…ora bolas…

    Felipe Cps em 22 mar, 2010 às 8:44

    “gostaria que o escriba me apontasse onde está isso em qualquer norma jurídica positiva do país, pois estudo o Direito há mais de década”.
    Pô Felipe, no meu tempo Ciências Jurídicas e Sociais, “vulgo Direito”, se colava grau em 5 anos; agora leva mais de uma década….rsrsrsrsrsrs….

  76. Felipe Cps 22 de março de 2010 at 12:25 #

    Carlos Ivan em 22 mar, 2010 às 12:16:

    “Pô Felipe, no meu tempo Ciências Jurídicas e Sociais, “vulgo Direito”, se colava grau em 5 anos; agora leva mais de uma década”

    Porquê meu caro, você se formou, pendurou o diploma, vendeu os livros e foi ser sapateiro? :)

    Eu continuo estudando até hoje… e é assim o resto da vida do profissional do Direito (aliás, deve ser assim com todas as ciências).

    Sds.

  77. Francisco AMX 22 de março de 2010 at 12:48 #

    Emerson, comparei a EMBRAER e Petrobrás, no sentido da “simpatia” que ambas tem do GF e do BNDEES… :)

    Abraço! e mais uma vez parabéns pelas escritas! vou virar fã heim! rsrsrsr

    Perguntou sobre o seu avatar? é legal mas a cara de “emburrado” não combina com seus pensamentos sensatos e equilibrados!

    Abração!

  78. emerson 22 de março de 2010 at 13:23 #

    caro AMX,

    Acho que ele combina mais comigo do que imagina…. (procure no youtube sobre Shi-Chan)

    Voce tem razão sobre a “simpatia” que a Embraer e a Petrobras desfruta nas esferas do governo e no imaginário popular. Mas é interessante pensar como a Helibras não conquistou o mesmo nível de popularidade. Acho que alguém precisa alertar a Helibras sobre seu marketing institucional.

    Muitos estudantes de engenharia falam em trabalhar na Petrobras ou na Embraer, mas nunca ouvi um dizer que gostaria de trabalhar na Helibras. Realmente, voce tem razão em comparar a Embraer e a Petrobras em termos de imagem.

    grandes abraços.

  79. Francoorp 22 de março de 2010 at 16:06 #

    Felipe Cps em 22 mar, 2010 às 8:44

    Tá bom aí vai, presta atenção hein, pra ficar melhor vou esplicar cada artigo e inciso que colocarei, vamos fazer uma viajem juridica, e no fim veremos quem conhece melhor a legislação.

    Vai:

    Francoorp disse:

    “Parece que poucos sabem que em caso de guerra o estado tem todos os direitos legais de intervir na produção, administração, diversificação, treinamento, ingenheria reversa dos equipamentos capturados, e tudo mais na nação, incluso nas empresas em território nacional, pouco importa se é multinacional.”

    Felipe disse:
    “Gostaria que o escriba me apontasse onde está isso em qualquer norma jurídica positiva do país, pois estudo o Direito há mais de década e nunca vi nada parecido! Fantástico!”

    Resposta:

    “Suspende, enquanto perdurar o estado de guerra, as disposições dos arts. 239 e 241 da Consolidação das Leis do Trabalho e dá outras providências.

    O Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o artigo 180 da Constituição, DECRETA:

    Art. 1º As disposições contidas nos arts. 239 e 241 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, ficam suspensas, enquanto perdurar o estado de guerra, passando a vigorar, nesse período, com a seguinte redação:

    Art. 239. A duração normal do trabalho efetivo será de oito horas diárias para o pessoal em geral, ou de noventa e seis horas por cada ciclo de quatorze dias para o pessoal da categoria c.

    § 1º Para o pessoal desta categoria sujeito ao regime de noventa e seis horas no ciclo de quatorze dias, não será fixado qualquer período de trabalho efetivo superior a dezeseis horas. Para o pessoal de tração em serviço de trens de passageiros, êsse período não será superior a doze horas.

    § 2º Depois de cada período de oito ou mais horas de trabalho efetivo, haverá um repouso mínimo de oito horas, salvo casos especiais.

    § 3º Dada, a conveniência do serviço, poderá um período de trabalho ser dividido em turnos não excedentes de três, respeitado o número total de horas prefixadas e facultado um mínimo de oito horas contínuas de repouso, depois de cada período completo.

    § 4º A duração do trabalho efetivo a que se refere o artigo anterior poderá ser elevada independentemente de acôrdo ou contrato coletivo a dez horas diárias ou a cento e vinte hroas por ciclo de quatorze dias, a juízo da administração e por exigência do serviço.

    § 5º Em casos especiais, que serão comunicados ao órgão competente do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, poderá a duração do trabalho efetivo ser elevada até doze horas diárias ou a cento e quarenta e quatro horas por ciclo de quatorze dias.

    Art. 2º O presente Decreto-lei entrará em vigor na data da sua publicação.

    Rio de Janeiro, 22 de março de 1944, 123º da Independência e 56º da República.

    GETULIO VARGAS.”

    Aqui está a mudança nos horarios e suspensoes de direitos dos trabalhadores em tempo de Guerra, feita pelo Getúlio vargas, sendo que foi ele que esteve à frente do Brasil na última guerra em que combatemos.

    Temos no 1°Art a apresentação sumaria da suspensão dos direitos trabalhistas em tempo de guerra!! Obviamente em um nova guerra istó voltará, serve somente que venha declarado o ” Estado de Guerra”.

    Isso prova em claras letras que o que falei sobre todos os cidadão serem legalmente ao serviço do esforço bélico.Pois já existe um precedente juridico, e tu como advogado sabe bem disso, se estiver em boa fé, pois em caso de guerra nos dias atuais será(em falta de normativa atual) eseguida em carater extraordinário o precedente jurídico, ou seja pode voltar o trabalho de 12 horas diárias descrito no Paragrafo, mas pode ainda ser maior se o governo assim decidir em qualquer tempo dentro do estado de guerra!!!

    Falei também que o estado pode intervir na economia e nos meios economicos privados, isso se chama confisco, pois assim depois, será o estado que deciderá o que fazer com e nos bens confiscados, e mesmo que o artigo 150, inciso IV, da Constituição Federal de 1988, preconize que ‘sem prejuízos de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios utilizar tributo com efeito de confisco’ nas regras para o confisco existem excessões, e a guerra é uma delas.

    Obviamente muitos associam o tributo ao confisco, e é logico que seja assim, então te dou algumas palavras do senhor Paulo Cesar Baria de Castilho:

    O que justifica as “exceções” é exatamente o fato de que, nas situações anômalas aqui tratadas, o tributo deixar de ter sua finalidade primeira, ou seja, ser fonte de arrecadação de receitas para o Estado, e passa a ser utilizado como elemento de controle.

    Assim estando explicado o confisco e vendo que passa a ser utilizado como sistema de controle do estado vemos que no estado de guerra, é possível haver confisco, eis que se trata de uma situação extrema, cabendo, inclusive, a instituição do imposto extraordinário de guerra, veja senhor felipe que isso é descrito no art. 154, inc. II, da Constituição Federal.

    Vamos avante, falei da pena de morte em tempo de guerra, certo a forca era um exemplo, mas em caso de execução legal em tempos de guerra, são os militares que escolhem a modalidade, podes ser fuzilado, enforcado, está a critério do comandante do pelotão, caso não seja estabelecida pela corte.

    Francoorp disse:

    “O inteiro território nacional e todos os que neles vivem passam legalmente a ser dirigidos pelo estado em pról do esforço bélico, e quem se recusa a cumprir as ordens do poder central ou vazar informações, vai enforcado como traidor, inclusos os tecnicos estrangeiros em território nacional.””

    Felipe cps disse:

    “FÔRCA??? SANTO DEUS, COMEÇOU A REVOLUÇÃO BOLCHEVIQUE E EU NÃO TÔ SABENDO??? OU SERÁ QUE VOLTAMOS À ÉPOCA DE TIRADENTES??? SERÁ QUE VOLTARAM EM VIGOR AS ORDENAÇÕES FILIPINAS? OU SERIAM AS MANUELINAS MESMO?”

    Demonstro o que eu disse, falei que os traidores seriam mortos pelos seus crimes, e te demonstro:

    Para os que dizem que no Brasil não existe pena de morte:

    Art. 5°—-

    XLVII – não haverá penas:

    a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX;

    CÓDIGO PENAL MILITAR
    PARTE GERAL
    LIVRO ÚNICO

    Art. 18 – Ficam sujeitos às disposições deste Código os crimes praticados em prejuízo de país em guerra contra país inimigo do Brasil:

    I – se o crime é praticado por brasileiro;

    II – se o crime é praticado no território nacional, ou em território estrangeiro, militarmente ocupado por força brasileira, qualquer que seja o agente.

    Note que codigo militar vale para todos, não somente para os militares, em sua integridade e na inteira nação e eventuais terrtitórios ocupados pelo Brasil em tempo de guerra, e vale para “qualquer que seja o agente”, ficou claro quando eu disse que pouco importava quem cometia o crime de guerra em território brasileiro, mesmo que fosse estrangeiro??

    Vamos ver a pena de morte agora :

    TÍTULO I
    Do Favorecimento ao Inimigo

    CAPÍTULO I
    Da Traição

    Art. 357 – Praticar o nacional o crime definido no Art.142:

    Pena – morte, grau máximo; reclusão, de vinte anos, grau mínimo.

    Art. 142 – Tentar:

    I – submeter o território nacional, ou parte dele, à soberania de país estrangeiro;

    II – desmembrar, por meio de movimento armado ou tumultos planejados, o território nacional, desde que o fato atente contra a segurança externa do Brasil ou a sua soberania;

    III – internacionalizar, por qualquer meio, região ou parte do território nacional:

    Pena – reclusão, de quinze a trinta anos, para os cabeças; de dez a vinte anos, para os demais agentes.

    Sabe de uma coisa, te dou o link e vai ver o senhor tá:

    http://www.stm.gov.br/cgi-bin/nph-brs?s1=0&l=0&d=CPMI&p=1&u=/bases/CPMI/cpmi.html&r=1&f=s&sect1=TCPMI2

    Espero que estejas feliz agora que respondi as tuas perguntas, e creio também que o senhor tenha jogado fora os últimos 10 anos de estudos juridicos!!!

    Melhor deixar os livros de leis e ir fazer o sapateiro, não credes, talvez ganhe até mais!!:)

    Passar bem!!!

  80. Ilya Ehrenburg 22 de março de 2010 at 16:18 #

    Sr. Rodrigo.

    Observe que a Colômbia utiliza os Mi-17, em conjunto com os “Blackhawk”. Assim o fazem por saberem que esta máquina russa é robusta o bastante para o intenso uso militar, abatendo desta forma, o alto custo dos pássaros americanos.

    Não constam problemas de fonia com capacetes, nem com fontes. Significa, portanto, que foram superados.

    Lembro que os Mi-17’s colombianos, são usados a qualquer tempo (dia ou noite).

    Outro fato relevante é o estoque de peças existente para a motorização e célula: abundante, principalmente, pelo fato de estarem os modelos em produção.

    Quando um projeto é bom, ele se impõe perante o tempo. Um exemplo muito conhecido é o Hércules (C-130), que aí está a mais de meio século. Se não há senões para este projeto, neste espaço, como em outros, se dá pela conhecidíssima “alergia” para tudo que seja de origem russa ou chinesa.

    Pois, são os russos os fabricantes atuais dos mais eficientes sistemas de defesa aérea (mísseis e canhões), dos melhores lançadores de satélites e dos melhores radares. Para quê então, tanta alergia?

    Digo, por fim, uma frase que sempre lembro aos alunos de filosofia, apesar destes serem seletivos em suas afirmações: não se argumenta com falsos dilemas e pressupostos.

  81. Francoorp 22 de março de 2010 at 19:14 #

    Felipe Cps:

    “Jesus Cristo, eu vou para de ler os comentários da Trilogia… Não dá mais, o nível está muito baixo… A gente acaba lendo coisas de arrepiar os cabelos…”

    Tinha esquecido de falar desta tua consideração, me venha com argumentos validos, se não puder, não me chame em debate se não seguras o rojão. Quanto a pegar a bola e ir embora, o que dizer cada um faz o que quiser.

    Veja as minhas provas alí em cima neste tópico, e tenha pelo menos uma vez nos teus coméntarios um pouco de boa fé hein, MIRACOMANDO!!

    Não baixar o nível da trilogia com a MÁ FÉ.

    Passar bem!!

  82. Rodrigo 23 de março de 2010 at 14:07 #

    O exemplo colombiano é interessante.

    Eles precisavam de um helicóptero de categoria acima do BH e os americanos que subsidiam a força de helicópteros do exército colombiano só tem disponível o Chinook e o CH53, ambos muito acima da necessidade colombiana e consideravalmente mais caros de operação.

    Blackhawk e Mi-17 são máquinas de classes diferentes, não são concorrentes, derruba a sua teoria do uso pelo custo.

    Se os colombianos, não fazem questão de manter uma uniformidade logística, problema deles, não é um exemplo a ser seguido.

    Aqui no Brasil isto é muito importante e até agora como é público, os Hind´s apresentam incompatibilidade com os nossos capacetes, demais equipamentos de solo, armas de tubo e cano.

    Vão precisar de uma linha de suprimentos somente para eles.

    É inteligente fazer isto para um aparelho da década de 60 ? Não estamos falando de algo moderno, que tenha algo a acrescentar.

    Eu não tenho alergia a produtos russos, pelo contrário. Já que o senhor me conhece de outros fóruns sabe que eu defendo a adoção de equipamentos russos MODERNOS, o que não é o caso de Hind, Hip, AK47 e outras velharias.

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